IncidentalomaAdrenal. Apresentador: Denise D. Lima. DrLuis Gris Coordenador

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "IncidentalomaAdrenal. Apresentador: Denise D. Lima. DrLuis Gris Coordenador"

Transcrição

1 IncidentalomaAdrenal Apresentador: Denise D. Lima DrLuis Gris Coordenador

2 Introdução Massa adrenal descoberta incidentalmente em exames de imagem durante a investigação de condições clínicas não relacionadas a doenças adrenais. J Clin Endocrinol Metab, July 2011, 96(7):

3 Autópsia: 6% Prevalência Tomografia de abdome: 4% A prevalência aumenta com a idade: anos: 0,2% > 70 anos: 7% J Clin Endocrinol Metab, July 2011, 96(7):

4 Etiologia LESÃO ADRENAL % Adenoma 41 Metástases 19 Carcinoma adrenocortical 10 Mielolipoma 9 Feocromocitoma 8 Causas de IA unilaterais, oriundos de 34 estudos. Mansmann G. Endocrine Reviews 2004;25(2):

5 Etiologia Adenomas: tumores benignos, diâmetro médio de 2-3 cm, geralmente não funcionantes; 5-24% cortisol 1,6-3,3% mineralocorticóide Carcinoma: raros, distribuição bimodal (<05 anos, e quarta e quinta década), prognóstico ruim; Metástases: CA de colón, mama e pulmão; Feocromocitoma: deve ser pesquisado em todos os pacientes com IA; Mielolipoma:tumor benigno, não funcionante, pode estar associado ao adenoma; Mansmann G. Endocrine Reviews 2004;25(2):

6 Etiologia LESÕES BILATERAIS Metástases Infecções (fúngicas ou TB) Hemorragia adrenal Hiperaldosteronismo Primário Hiperplasia adrenal congênita Hiperplasia adrenal nodular Feocromocitoma 10-15% podem ser bilaterais; Evolução para insuficiência adrenal; Mansmann G. Endocrine Reviews 2004;25(2):

7 Investigação dos IA Tumor benigno ou maligno; Tamanho da lesão e achados de imagem; Lesão funcionante ou não funcionante; Avaliação endócrina; Tumor primário ou metastático; Sempre excluir feocromocitoma; J Clin Endocrinol Metab, July 2011, 96(7):

8 Diferenciação entre lesões benignas e malignas A maioria dos incidentalomas são tumores benignos, porém lesões malignas não são raras. AVALIAÇÃO: - História clínica e exame físico minucioso; - Aspectos importantes: Tamanho da lesão; Características da lesão nos exames de imagem; Nawar R. Endocrine Related Cancer 2005; 12:

9 Tamanho do incidentaloma Importante fator preditor de malignidade; Quanto maior o tamanho da lesão maior a possibilidade de ser maligna; Lesões >4cm devem ser tratadas cirurgicamente; Mudanças de até 0,8cm sugere benignidade; Nawar R. Endocrine Related Cancer 2005; 12:

10 Tamanho do incidentaloma Ponto de corte de 4 cm apresentou maior sensibilidade (93%) na distinção entre lesões benignas e malignas. Mantero F, et al. JCEM, 2000;85(2): Massas adrenais benignas raramente excedem 6 cm; Nawar R. Endocrine Related Cancer 2005; 12:

11 Avaliação por Imagem Tomografia Método de escolha para avaliação das adrenais; Visualização em 97-99%; Avalia localização, tamanho e forma; Pouca informação sobre a natureza da massa adrenal; Auxilia na diferenciação de adenomas e nãoadenomas; Masmann et al. Endocrine Reviews 2004; 25(2):

12 Aspecto normal das adrenais à TC, com formato de um Y invertido. Sohaib et al.best Pract Res Clin Endocrinol Metabol, 2005;19(2):

13 Tomografia DENSIDADE DA MASSA ADRENAL (Unidades de Hounsfield- UH) Adenomas alto teor de lipídeos Baixa densidade (TC sem contraste) < 10 UH: adenoma (sensibilidade de 75% e especificidade próxima a 100%) Masmann et al. Endocrine Reviews 2004; 25(2):

14 Tomografia DENSIDADE DA MASSA ADRENAL (Unidades de Hounsfield) Após contraste: 30 min: adenomas (< 37 UH) não-adenomas (> 41 UH) Sensibilidade e Especificidade 100% para o diagnóstico de adenomas. Bandeira F, et al. Endocrinologia e Diabetes, 2009; cap 31:

15 Tomografia VELOCIDADE DO WASHOUT DO CONTRASTE Adenomas: rápido washout do contraste; > 60% em 15 min: adenomas < 60% em 15 min: não-adenomas (carcinoma, metástases, feo) Mesmo os adenomas pobres em gordura (> 10 UH) cursam com washout rápido. Young WF. N Engl J Med 2007; 356:

16 Tomografia OUTRAS CARACTERÍSTICAS (baixa acurácia) Benignidade: Malignidade: Lesões pequenas Lesões grandes Arredondadas ou ovais Invasão de estruturas Margens regulares Margens irregulares Densidade homogênea Heterogênea Calcificação, necrose Nawar R. Endocrine Related Cancer 2005; 12:

17 Adenoma Adrenal Texto Incidentaloma adrenal de 3,6 x 2,5 cm, Densidade (TC sem contraste) = -10 UH, Washout > 60% em 15 minutos Young WF. N Engl J Med 2007; 356:

18 Carcinoma Adrenal Texto Incidentaloma adrenal de 7,5 x 5,5 x 6,5 cm, Densidade (TC sem contraste) > 10 UH, Washout < 60% em 15 minutos Young WF. N Engl J Med 2007; 356:

19 Carcinoma Adrenal SEM CONTRASTE COM CONTRASTE Texto Densidade = 31 UH Densidade = 82 UH Ctvrtlik F, et al. European Journal of Radiology, 2009; 69:

20 Metástases Texto Incidentaloma adrenal com densidade=25 UH na TC sem contraste. Após contraste a densidade=75 UH e o washout = 10% em 15 minutos. Paciente tinha história de CA de pulmão. Young WF. N Engl J Med 2007; 356:

21 Feocromocitoma Texto Incidentaloma adrenal de 4,5 cm, Densidade (sem contraste) = 40 UH, Washout < 50% em 15 minutos. Young WF. N Engl J Med 2007; 356:

22 Feocromocitoma SEM CONTRASTE COM CONTRASTE Texto Densidade = 38 UH Densidade = 87 UH Ctvrtlik F, et al. European Journal of Radiology, 2009; 69:

23 Ressonância Meio adicional na avaliação das adrenais; Resolução espacial inferior à da TC, alto custo; Útil quando imagem do incidentaloma em TC não foi conclusiva; Gestantes, pacientes alérgicos ao contraste iodado; São usadas imagens em T1 e T2: adenoma x lesões malignas x feocromocitoma Adrenais normais: T1: sinal isointenso ou hipointenso em relação ao fígado T2: sinal hipointenso Bandeira F, et al. Endocrinologia e Diabetes, 2009; cap 31:

24 Ressonância TÉCNICA CHEMICAL-SHIFT Diferenciar:Adenomas x Lesões malignas; Sequências em fase e fora de fase ; Adenomas: ricos em gordura; Queda do sinal da lesão na sequência fora de fase quando comparada com a sequência em fase ; Queda de sinal > 20%: sugere fortemente adenoma; Não é totalmente específico; Sensibilidade de 93,8%; Bandeira F, et al. Endocrinologia e Diabetes, 2009; cap 31:

25 Ressonância-Lesão Maligna T1 EM FASE T1 FORA DE FASE CONTRASTE T2 Texto Baixa intensidade de sinal em T1, Alta intensidade de sinal em T2, Não há queda de sinal na sequência fora de fase, Forte realce após injeção do contraste (gadolíneo). Bandeira F, et al. Endocrinologia e Diabetes, 2009; cap 31: Martins DL, et al. Radiol Bras, 2008; 41(1): 55-62

26 Ressonância-Feocromocitoma T1 EM FASE T1 FORA DE FASE T2 CONTRASTE Baixo sinal em T1, Alto sinal em T2 (lesão brilhante ), Não há queda de sinal na sequência fora de fase, Forte realce após injeção do contraste (gadolíneo), Bandeira F, et al. Endocrinologia e Diabetes, 2009; cap 31: , Martins DL, et al. Radiol Bras, 2008; 41(1): 55-62

27 Cintilografia NP-59 ou Se-selenometil-19-norcolesterol; Radiofármacos se acumulam no tecido adrenal funcionante; Adenomas não funcionantes secretam hormônios como o tecido adrenal normal; Diagnóstico diferencial de massas adrenais > 2 cm: Adenomas (funcionantes ou não funcionantes) Não adenomas (carcinoma, metástases, cistos, hemorragias, mielolipomas) Bandeira F, et al. Endocrinologia e Diabetes, 2009; cap 31:

28 Cintilografia PADRÃO CONCORDANTE : O radiofármaco se acumula no lado do incidentaloma (visto pela TC); Sugere adenoma,; Quando existe supressão completa da adrenal contralateral: Adenoma hiperfuncionante ; PADRÃO DISCORDANTE : Captação do radiofármaco diminuída, distorcida ou ausente no lado do incidentaloma (visto pela TC); Sugere lesão não adenomatosa; Carcinoma adrenal, metástases, cistos, hemorragias, etc. Bandeira F, et al. Endocrinologia e Diabetes, 2009; cap 31:

29 Cintilografia CINTILOGRAFIA COM MIBG Diagnóstico de feocromocitoma 131 I-MIBG ou 123 I-MIBG Sensibilidade: 88% Especificidade: 99% Sítios de alta captação do MIBG: Feocromocitoma e metástases (feo maligno) Tabarin, et a.. Annales d Endocrinologie 2008;69:

30 Cintilografia Cintilografia com MIBG (imagens anterior e posterior) de paciente com feocromocitoma. Ilias et al. Endocrine-Related Cancer 2007;14:

31 PAAF-Biópsia de aspiração percutânea Guiada por imagem (TC ou USG); Baixa acurácia no diagnóstico diferencial: Adenoma x Carcinoma adrenal; Principal indicação: Pacientes com malignidade extra-adrenal conhecida e lesão adrenal suspeita de METÁSTASE; Sensibilidade: 81% Especificidade: 99% Outras indicações: Cistos (descompressão de estruturas vizinhas e exame citopatológico) e Infecções fúngicas; Excluir FEO antes do procedimento. Mazzaglia et al. Arch Surg, 2009;144(5):

32 Lesões funcionantes ou não funcionantes 6% a 20% dos adenomas são hiperfuncionantes; Adenomas > 3 cm; TODOS OS PACIENTES: Triagem para secreção de cortisol (SCS) e feocromocitoma PACIENTES HIPERTENSOS: Triagem para hiperaldosteronismo primário Avaliação de 1004 pacientes com incidentaloma adrenal: 150 funcionantes(15%), predomínio dos adenomas secretores de cortisol(61,3%). J Clin Endocrinol Metab, July 2011, 96(7): Mantero F, et al. JECM, 2000;85(2):

33 Avaliação inicial: Avaliação Endócrina Teste de supressão com 1mg de Dexametasona (DST); Metanefrinas plasmáticas; Aldosterona e atividade de Renina (se hipertenso); Avaliação adicional baseada nos achados clínicos e de imagem. J Clin Endocrinol Metab, July 2011, 96(7):

34 ADENOMAS SECRETORES DE CORTISOL Prevalência: 5% a 24% dos incidentalomas; Síndrome de Cushing subclínica; Apresentam secreção de cortisol autônoma, sem manifestar os estigmas da Síndrome de Cushing. Entretanto: alta prevalência de HAS, resistência a insulina, obesidade. Alguns autores relatam associação com osteoporose: efeitos deletérios em ambos os sexos e aumento da prevalência de fraturas vertebrais. J Clin Endocrinol Metab, July 2011, 96(7):

35 ADENOMAS SECRETORES DE CORTISOL TESTES DE SCREENING: Dosagem plasmática de ACTH + Teste de supressão com 01 mg de dexametasona à noite (overnight); ponto de corte de 5 µg/dl. Mantero F, et al. JECM, 2000;85(2):637-64, J Clin Endocrinol Metab, July 2011, 96(7): ponto de corte de 2,2 µg/dl Valli N, et al. Eur J Endocrinol,2001; 144: ponto de corte de 1,8 µg/dl Mazzuco et al.curr Opin Endocrinol Diabetes Obes;2009; DOI: /MED.0b013e32832b7043; Cortisol salivar não é usado!!!.

36 ADENOMAS SECRETORES DE CORTISOL TRATAMENTO: É controverso; doença pode permanecer estável por anos; Relatos de melhora dos níveis pressóricos, dos níveis glicêmicos e perda de peso com o tratamento cirúrgico; Decisão cirúrgica deve levar em conta a presença de desordens metabólicas e do eixo HHA pelo excesso de cortisol; Adrenalectomia em pacientes jovens com comorbidades: DM, HAS,obesidade e osteoporose; TTO conservador: pacientes assintomáticos, manter acompanhamento com imagem e avaliação hormonal. J Clin Endocrinol Metab, July 2011, 96(7):

37 ADENOMAS SECRETORES DE MANEJO PERIOPERATÓRIO: CORTISOL Não é necessário repor corticóides durante a cirugia; Cortisol basal no primeiro dia pós-operatório; E inicia hidrocortisona 30 mg pela manhã e 10 mg á tarde, até o resultado de cortisol estar disponível; Outra maneira: iniciar CS pré-operatório e reavaliar o eixo mais tarde. J Clin Endocrinol Metab, July 2011, 96(7):

38 FEOCROMOCITOMA Prevalência: 3% a 11% dos incidentalomas; Muitos pacientes são assintomáticos: Relatos de até 50% dos pacientes com feocromocitoma incidental sem hipertensão arterial; Pode ocorrer HAS sem paroxismos; Alta morbi-mortalidade; Mesmo os feocromocitomas silenciosos podem ser fatais! O RASTREAMENTO NOS PACIENTES COM INCIDENTALOMA É MANDATÓRIO! J Clin Endocrinol Metab, July 2011, 96(7): Mantero et al. JCEM, 2000; 85(2):

39 FEOCROMOCITOMA EXAMES DE IMAGEM: TC, RNM e cintilografia com MIBG ajudam no diagnóstico Entretanto: 1/3 dos feocromocitomas revelam achados não específicos nos exames de imagem. AVALIAÇÃO BIOQUÍMICA: Metanefrinas plasmáticas ou na urina 24 horas---ambos podem ser usados como métodos de screening inicial! Sugestão do autor: screening com metanefrinas plasmáticas e confirmação com metanefrinas na urina 24H J Clin Endocrinol Metab, July 2011, 96(7): Mantero et al. JCEM, 2000; 85(2):

40 FEOCROMOCITOMA TRATAMENTO: Remoção cirúrgica é o tratamento de escolha; Bloqueio adrenérgico no pré- operatório; 1-2 semanas antes da cirurgia; Alfa-bloqueador (doxazosina 1-2 mg/dia) --- controle da pressão; Após 1-2 sem: Beta-bloqueador para controle de taquiarritmias; Metirosina: inibidor de tirosina hidroxilase, usado em pacientes com instabilidade hemodinâmica; Reavaliação bioquímica no pós-operatório; Seguimento anual por 05 anos; J Clin Endocrinol Metab, July 2011, 96(7): Mantero et al. JCEM, 2000; 85(2):

41 ADENOMAS PRODUTORES DE ALDOSTERONA Prevalência: 1,6% a 3,8% dos incidentalomas Rastreamento: PACIENTES HIPERTENSOS Hipocalemia: Ausente em 50% dos pacientes com hiperaldosteronismo primário Estudo avaliou 1004 pacientes com incidentaloma: dentre os portadores de aldosteronoma 60% eram normocalêmicos. Mantero F, et al. JECM, 2000;85(2): Bandeira F, et al. Endocrinologia e Diabetes, 2009; cap 31:

42 ADENOMAS SECRETORES DE ALDOSTERONA SCREENING: Relação aldosterona/atividade de renina: (ng/dl ng/ml/h) < 20 : exclui o diagnóstico; > 30: sugere o diagnóstico; realizar testes confirmatórios; Alguns consideram relação > 20 + aldosterona > 15; Antes do teste de screening: Suspender drogas que possam interferir no teste; Corrigir níveis de potássio; Instituir dieta normossódica; Colher em posição sentada e após 15 min descanso; J Clin Endocrinol Metab, July 2011, 96(7): Mantero et al. JCEM, 2000; 85(2):

43 ADENOMAS SECRETORES DE ALDOSTERONA TRATAMENTO: Adrenalectomia; mais custo-efetiva comparado com tto por longo período; quando produção é unilateral; SEGUIMENTO: Suplementação de potássio e antagonistas da aldosterona devem ser suspensos; Monitorar potássio; Estágio de hipoaldosteronismo temporário; J Clin Endocrinol Metab, July 2011, 96(7): Mantero et al. JCEM, 2000; 85(2):

44 Seguimento 20% pacientes, com adenomas não-funcionantes, podem passar a produzir excesso de hormônios; Transformação para massa funcionante é maior em adenomas >3cm; Avaliação hormonal e de imagem 1x por ano, por pelo menos 05 anos; Aumento da massa adrenal e/ou alteração na atenuação á TC sem contraste----cirurgia; J Clin Endocrinol Metab, July 2011, 96(7):

45 Título 2 Texto

46 Obrigado!!!!

Incidentaloma da supra-renal

Incidentaloma da supra-renal Incidentaloma da supra-renal Fernando Baptista Serviço de Endocrinologia Diabetes e Metabolismo Hospital de Santa Maria - CHLN, EPE (fmsbaptista@gmail.com) Mulher de 45 anos com nódulo da supra-renal direita,

Leia mais

Adrenais e Pâncreas endócrino. Ms. Roberpaulo Anacleto

Adrenais e Pâncreas endócrino. Ms. Roberpaulo Anacleto Adrenais e Pâncreas endócrino Ms. Roberpaulo Anacleto Anatomia Adrenal Z. Glomerular Aldosterona Cortex Z.Fasciculada Cortisol Z. Reticular Andrógenos Introdução Os Incidentalomas são tumores achados incidentalmente,

Leia mais

Cirurgia da Supra-Renal: a nossa experiência

Cirurgia da Supra-Renal: a nossa experiência Hospital Fernando Fonseca Serviço Cirurgia C Director: Dr. Francisco Carneiro Cirurgia da Supra-Renal: a nossa experiência 16 Janeiro de 2014 Clara Rocha Paula Sanchez Carlos Leichsenring Glândula SR zonas

Leia mais

Avaliação Funcional da Hipófise

Avaliação Funcional da Hipófise Avaliação Funcional da Hipófise Dr. Luiz Antônio de Araújo Endoville, Joinville (SC) Dr. Cesar Luiz Boguszewski SEMPR, HC-UFPR, Curitiba (PR) Avaliação Funcional da Hipófise Dr. Cesar Luiz Boguszewski

Leia mais

Agenda. Nódulo da Tireóide. Medicina Nuclear. Medicina Nuclear em Cardiologia 17/10/2011

Agenda. Nódulo da Tireóide. Medicina Nuclear. Medicina Nuclear em Cardiologia 17/10/2011 Agenda Medicina Nuclear Endocrinologia Walmor Cardoso Godoi, M.Sc. http://www.walmorgodoi.com O objetivo desta aula é abordar a Medicina nuclear em endocrinologia (notadamente aplicações Câncer de Tireóide).

Leia mais

Lesões císticas do pâncreas: abordagem diagnóstica e terapêutica

Lesões císticas do pâncreas: abordagem diagnóstica e terapêutica Lesões císticas do pâncreas: abordagem diagnóstica e terapêutica Gustavo Rêgo Coêlho (TCBC) Serviço de Cirurgia e Transplante de Fígado Hospital das Clínicas - UFC Tumores Cís+cos do Pâncreas Poucos tópicos

Leia mais

Hipertensão arterial. Casos clínicos. A. Galvão-Teles 22º CURSO NEDO PÓS-GRADUADO DE ENDOCRINOLOGIA ENDOCRINOLOGIA EM CASOS CLÍNICOS

Hipertensão arterial. Casos clínicos. A. Galvão-Teles 22º CURSO NEDO PÓS-GRADUADO DE ENDOCRINOLOGIA ENDOCRINOLOGIA EM CASOS CLÍNICOS 22º CURSO NEDO PÓS-GRADUADO DE ENDOCRINOLOGIA ENDOCRINOLOGIA EM CASOS CLÍNICOS Casos clínicos Hipertensão arterial A. Galvão-Teles Viseu, Outubro de 2012 Caso Clínico 1 Motivo consulta: Bócio Mulher de

Leia mais

SÍNDROME DE CUSHING INTRODUÇÃO

SÍNDROME DE CUSHING INTRODUÇÃO SÍNDROME DE CUSHING INTRODUÇÃO Causada pela elevação crônica e inapropriada dos níveis séricos de glicocorticóides livres Incidência: 2,3 por milhão/ano Alta mortalidade 50% em 5 anos - Doenças cardiovasculares

Leia mais

Prof. Dr. Jorge Eduardo F. Matias Cirurgia do Aparelho Digestivo Departamento de Cirurgia UFPR - HC

Prof. Dr. Jorge Eduardo F. Matias Cirurgia do Aparelho Digestivo Departamento de Cirurgia UFPR - HC DIAGNÓSTICO DIFERENCIAL DOS NÓDULOS HEPÁTICOS BENIGNOS Prof. Dr. Jorge Eduardo F. Matias Cirurgia do Aparelho Digestivo Departamento de Cirurgia UFPR - HC DIAGNÓSTICO DIFERENCIAL DOS NÓDULOS HEPÁTICOS

Leia mais

Manuseio do Nódulo Pulmonar Solitário

Manuseio do Nódulo Pulmonar Solitário VIII Congresso de Pneumologia e Tisiologia do Estado do Rio de Janeiro Manuseio do Nódulo Pulmonar Solitário Universidade do Estado do Rio de Janeiro Faculdade de Ciências Médicas Hospital Universitário

Leia mais

Incidentalomas da supra-renal

Incidentalomas da supra-renal Incidentalomas da supra-renal SERVIÇO DE CIRURGIA C Director de Serviço: Dr. Nuno Pinheiro Cisaltina Sobrinho Clara Rocha Sessão Clínica HFF 9 de Março de 2013 Introdução INCIDENTALOMA - Massa encontrada

Leia mais

Manejo do Nódulo Pulmonar

Manejo do Nódulo Pulmonar Manejo do Nódulo Pulmonar Bruno Hochhegger MD, PhD Médico Radiologista do Pavilhão Pereira Filho e INSCER PUC/RS Professor de Radiologia da UFCSPA e PUC/RS brunohochhegger@gmail.com Manejo do Nódulo Pulmonar

Leia mais

12 PROVA DE CONHECIMENTOS ESPECÍFICOS MÉDICO ENDOCRINOLOGISTA

12 PROVA DE CONHECIMENTOS ESPECÍFICOS MÉDICO ENDOCRINOLOGISTA 12 PROVA DE CONHECIMENTOS ESPECÍFICOS MÉDICO ENDOCRINOLOGISTA QUESTÃO 21 Em relação ao metabolismo do iodo e dos hormônios tireoidianos, é correto afirmar, EXCETO: a) A biossíntese dos hormônios tireoidianos

Leia mais

UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO GRANDE DO SUL FACULDADE DE MEDICINA

UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO GRANDE DO SUL FACULDADE DE MEDICINA UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO GRANDE DO SUL FACULDADE DE MEDICINA PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM CIÊNCIAS MÉDICAS: ENDOCRINOLOGIA ELECI MARQUES VAZ PORTO ALEGRE 2002 2 UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO GRANDE DO

Leia mais

Módulo: Câncer de Rim Localizado

Módulo: Câncer de Rim Localizado Módulo: Câncer de Rim Localizado Caso 1 CAL, 56 anos, masculino Paciente médico, obeso (IMC = 41; peso 120 kg) Antecedentes clínicos: nefrolitíase Antecedentes cirúrgicos: Laparotomia mediana por divertículo

Leia mais

CAMPANHA PELA INCLUSÃO DA ANÁLISE MOLECULAR DO GENE RET EM PACIENTES COM CARCINOMA MEDULAR E SEUS FAMILIARES PELO SUS.

CAMPANHA PELA INCLUSÃO DA ANÁLISE MOLECULAR DO GENE RET EM PACIENTES COM CARCINOMA MEDULAR E SEUS FAMILIARES PELO SUS. Laura S. W ard CAMPANHA PELA INCLUSÃO DA ANÁLISE MOLECULAR DO GENE RET EM PACIENTES COM CARCINOMA MEDULAR E SEUS FAMILIARES PELO SUS. Nódulos da Tiróide e o Carcinoma Medular Nódulos da tiróide são um

Leia mais

Nódulo Adrenal Incidental: Benigno ou Maligno?

Nódulo Adrenal Incidental: Benigno ou Maligno? Universidade Federal de São Paulo Escola Paulista de Medicina Departamento de Diagnóstico por Imagem Nódulo Adrenal Incidental: Benigno ou Maligno? Fernando Ferreira R3 Incidentaloma Nódulos descobertos

Leia mais

WWW.CONTEUDOJURIDICO.COM.BR

WWW.CONTEUDOJURIDICO.COM.BR CONHECIMENTOS ESPECÍFICOS Acerca da fisiologia tiroideana, julgue os itens que se seguem. Uma paciente com 20 anos de idade, procurou assistência 41 A 5'-desiodinase tipo 2 é inibida pelo ácido iopanoico

Leia mais

Tumor carcinoide de duodeno: um tumor raro em local incomum. Série de casos de uma única instituição

Tumor carcinoide de duodeno: um tumor raro em local incomum. Série de casos de uma única instituição Tumor carcinoide de duodeno: um tumor raro em local incomum. Série de casos de uma única instituição Jaques Waisberg- Orientador do Programa de Pós Graduação do Instituto de Assistência Médica ao Servidor

Leia mais

Protocolo para Tratamento de Carcinoma Diferenciado de Tireoide

Protocolo para Tratamento de Carcinoma Diferenciado de Tireoide Protocolo para Tratamento de Carcinoma Diferenciado de Tireoide Serviços de Endocrinologia e Medicina Nuclear do Hospital das Clínicas da Universidade Federal de Pernambuco Apresentadora: Maíra Melo da

Leia mais

8. Hipertensão Arterial Secundária

8. Hipertensão Arterial Secundária 8. Hipertensão Arterial Secundária Apresenta causa identificável, passível ou não de correção. Sua prevalência, em torno de 3% a 10%, depende da experiência de quem investiga e dos recursos diagnósticos

Leia mais

Diagnóstico do câncer

Diagnóstico do câncer UNESC FACULDADES ENFERMAGEM - ONCOLOGIA FLÁVIA NUNES Diagnóstico do câncer Evidenciado: Investigação diagnóstica por suspeita de câncer e as intervenções de enfermagem no cuidado ao cliente _ investigação

Leia mais

Revised American Thyroid Association Management Guidelines for Patients with Thyroid Nodules and Differentiated Thyroid Cancer.

Revised American Thyroid Association Management Guidelines for Patients with Thyroid Nodules and Differentiated Thyroid Cancer. Conduta no NT Resultado citológico diagnóstico ou suspeito de CTP cirurgia é recomendada. (A) Nódulos parcialmente císticos com aspirados repetidamente não diagnósticos observação rigorosa ou cirurgia

Leia mais

PATOLOGIA DA MAMA. Ana Cristina Araújo Lemos

PATOLOGIA DA MAMA. Ana Cristina Araújo Lemos PATOLOGIA DA MAMA Ana Cristina Araújo Lemos Freqüência das alterações mamárias em material de biópsia Alteração fibrocística 40% Normal 30% Alterações benignas diversas 13% Câncer 10% Fibroadenoma

Leia mais

CAPÍTULO 2 CÂNCER DE MAMA: AVALIAÇÃO INICIAL E ACOMPANHAMENTO. Ana Flavia Damasceno Luiz Gonzaga Porto. Introdução

CAPÍTULO 2 CÂNCER DE MAMA: AVALIAÇÃO INICIAL E ACOMPANHAMENTO. Ana Flavia Damasceno Luiz Gonzaga Porto. Introdução CAPÍTULO 2 CÂNCER DE MAMA: AVALIAÇÃO INICIAL E ACOMPANHAMENTO Ana Flavia Damasceno Luiz Gonzaga Porto Introdução É realizada a avaliação de um grupo de pacientes com relação a sua doença. E através dele

Leia mais

Pâncreas. Pancreatite aguda. Escolha uma das opções abaixo para ler mais detalhes.

Pâncreas. Pancreatite aguda. Escolha uma das opções abaixo para ler mais detalhes. Pâncreas Escolha uma das opções abaixo para ler mais detalhes. Pancreatite aguda Pancreatite crônica Cistos pancreáticos Câncer de Pancrêas Pancreatite aguda O pâncreas é um órgão com duas funções básicas:

Leia mais

Diretrizes ANS para realização do PET Scan / PET CT. Segundo diretrizes ANS

Diretrizes ANS para realização do PET Scan / PET CT. Segundo diretrizes ANS Diretrizes ANS para realização do PET Scan / PET CT Segundo diretrizes ANS Referencia Bibliográfica: Site ANS: http://www.ans.gov.br/images/stories/a_ans/transparencia_institucional/consulta_despachos_poder_judiciari

Leia mais

GLICOCORTICÓIDES PRINCIPAIS USOS DOS FÁRMACOS INIBIDORES DOS ESTERÓIDES ADRENOCORTICAIS

GLICOCORTICÓIDES PRINCIPAIS USOS DOS FÁRMACOS INIBIDORES DOS ESTERÓIDES ADRENOCORTICAIS GLICOCORTICÓIDES - Hormônios esteroidais: Hormônios sexuais e Hormônios do Córtex da Adrenal. - Hormônios do Córtex da Adrenal: o Adrenocorticosteróides [glicocorticóides e (cortisol) e Mineralocorticóides

Leia mais

ENDORECIFE 2013 GRADE PRELIMINAR

ENDORECIFE 2013 GRADE PRELIMINAR ENDORECIFE 2013 GRADE PRELIMINAR Hotel Summerville 27 a 29 de junho de 2013 27 de junho 5ª Feira HORÁRIO SALA 1 SALA 2 14h00 / 15h10 Mesa Redonda 1 E COMPLICAÇÕES CRONICAS: COMO EU TRATO Nefropatia Diabética

Leia mais

2ª. PARTE CONHECIMENTOS ESPECÍFICOS

2ª. PARTE CONHECIMENTOS ESPECÍFICOS 2ª. PARTE CONHECIMENTOS ESPECÍFICOS ENDOCRINOLOGIA 21. Paciente de 18 anos foi encaminhado ao endocrinologista por apresentar quadro de litíase de repetição. A investigação bioquímica inicial revelou calciúria

Leia mais

Nanismo hipofisário. Rosana Quezado Eveline G.P Fontenele

Nanismo hipofisário. Rosana Quezado Eveline G.P Fontenele Nanismo hipofisário Rosana Quezado Eveline G.P Fontenele Fortaleza-2006 1 1. Introdução 1.1. Conceito: A deficiência do Hormônio do Crescimento não tem uma etiologia uniforme, sendo conseqüência de vários

Leia mais

Apresentador: Dr. Saul Oliveira e Costa Coordenador: Dr. Gustavo Caldas

Apresentador: Dr. Saul Oliveira e Costa Coordenador: Dr. Gustavo Caldas Apresentador: Dr. Saul Oliveira e Costa Coordenador: Dr. Gustavo Caldas Câncer Anaplásico de Tireóide INTRODUÇÃO Prognóstico => 6 meses após diagnóstico 1,7% dos cânceres da tireóide Incidência caindo:

Leia mais

Departamento de Diagnóstico por Imagem do I.C.A.V.C. TOMOGRAFIA EM ONCOLOGIA

Departamento de Diagnóstico por Imagem do I.C.A.V.C. TOMOGRAFIA EM ONCOLOGIA TOMOGRAFIA EM ONCOLOGIA Tomografia: diagnóstico stico, estadiamento, acompanhamento, prevenção e pesquisa clínica nica; Objetivo da aula; TC Helicoidal X Multi slice Limitações do método. *Ajustes das

Leia mais

Diagnóstico por Imagem do Fígado - 2012 -

Diagnóstico por Imagem do Fígado - 2012 - Diagnóstico por Imagem do Fígado - 2012 - Prof. Dr. Giuseppe D Ippolito Dr. Lucas Torres Dra. Elisa Brentas Departamento de Diagnóstico por Imagem www.unifesp.br/ddi/abdome Métodos de Diagnóstico por Imagem

Leia mais

RM MAMÁRIA: quando indicar?

RM MAMÁRIA: quando indicar? RM MAMÁRIA: quando indicar? Lucio De Carli Serviço de Diagnóstico por Imagem da Mama Hospital Mãe de Deus SSMD Porto Alegre/RS e-mail: luciodc@terra.com.br RM MAMÁRIA - indicações - Incoerência EF x MG

Leia mais

Corticóides na Reumatologia

Corticóides na Reumatologia Corticóides na Reumatologia Corticóides (CE) são hormônios esteróides produzidos no córtex (área mais externa) das glândulas suprarrenais que são dois pequenos órgãos localizados acima dos rins. São produzidos

Leia mais

PET- TC aplicações no Tórax

PET- TC aplicações no Tórax PET- TC aplicações no Tórax Disciplina de Pneumologia InCor- HCFMUSP Prof. Dr. Mário Terra Filho 1906 1863 Eisenberg 1992 (J. Kavakama) RxTC- Sec XIX-XX Lyons-Petrucelli 1978 Sec XIX PET- Sec XX-XXI PET

Leia mais

Gaudencio Barbosa R3 CCP Hospital Universitário Walter Cantídio UFC Serviço de Cirurgia de Cabeça e Pescoço

Gaudencio Barbosa R3 CCP Hospital Universitário Walter Cantídio UFC Serviço de Cirurgia de Cabeça e Pescoço Gaudencio Barbosa R3 CCP Hospital Universitário Walter Cantídio UFC Serviço de Cirurgia de Cabeça e Pescoço Nódulos tiroideanos são comuns afetam 4- a 10% da população (EUA) Pesquisas de autópsias: 37

Leia mais

TUMORES RENAIS. Benignos. Malignos. Angiomiolipoma; Oncocitoma. Adenocarcinoma renal (90%); Tumor de Wilms; Carcinomas uroteliais da pelve renal.

TUMORES RENAIS. Benignos. Malignos. Angiomiolipoma; Oncocitoma. Adenocarcinoma renal (90%); Tumor de Wilms; Carcinomas uroteliais da pelve renal. Benignos Angiomiolipoma; Oncocitoma. Adenoma papilar renal; Fibroma renal ou hamartoma; Malignos TUMORES RENAIS Adenocarcinoma renal (90%); Tumor de Wilms; Carcinomas uroteliais da pelve renal. Prof. Fabricio

Leia mais

Epidemiologia DIABETES MELLITUS

Epidemiologia DIABETES MELLITUS Epidemiologia DIABETES MELLITUS 300 milhões / mundo ( 5,9% população adulta) / Brasil : > 10 milhões Aumento progressivo : Longevidade, Síndrome metabólica Mortalidade anual : 3,8 milhões AVC, IAM... Amputação

Leia mais

O que é o câncer de mama?

O que é o câncer de mama? O que é o câncer de mama? As células do corpo normalmente se dividem de forma controlada. Novas células são formadas para substituir células velhas ou que sofreram danos. No entanto, às vezes, quando células

Leia mais

5ª Reunião de Casos. www.digimaxdiagnostico.com.br/

5ª Reunião de Casos. www.digimaxdiagnostico.com.br/ 5ª Reunião de Casos www.digimaxdiagnostico.com.br/ Caso 1 Paciente J.M., 81 anos, sexo masculino. TC sem contraste TC com contraste Diagnóstico Aneurisma roto da aorta abdominal, parcialmente trombosado,

Leia mais

Doenças da Tireóide. Prof. Fernando Ramos

Doenças da Tireóide. Prof. Fernando Ramos Doenças da Tireóide Prof. Fernando Ramos Introdução A tireóide é uma glândula localiza na porção anterior do pescoço e responde pela produção de hormônios como Triiodotironina (T3) e Tiroxina (T4) que

Leia mais

Radiology: Volume 274: Number 2 February 2015. Amélia Estevão 10.05.2015

Radiology: Volume 274: Number 2 February 2015. Amélia Estevão 10.05.2015 Radiology: Volume 274: Number 2 February 2015 Amélia Estevão 10.05.2015 Objetivo: Investigar a vantagem da utilização da RM nos diferentes tipos de lesões diagnosticadas na mamografia e ecografia classificadas

Leia mais

Tumor Desmoplásico de Pequenas Células Redondas: Relato de um caso.

Tumor Desmoplásico de Pequenas Células Redondas: Relato de um caso. Everton Pereira D. Lopes² Eduardo M Pracucho¹ Ricardo de Almeida Campos² Karla Thaiza Thomal¹ Celso Roberto Passeri¹ Renato Morato Zanatto¹ 1-Departamento de Cirurgia Oncológica Aparelho Digestivo Alto

Leia mais

Câncer de Próstata. Fernando Magioni Enfermeiro do Trabalho

Câncer de Próstata. Fernando Magioni Enfermeiro do Trabalho Câncer de Próstata Fernando Magioni Enfermeiro do Trabalho O que é próstata? A próstata é uma glândula que só o homem possui e que se localiza na parte baixa do abdômen. Ela é um órgão muito pequeno, tem

Leia mais

Exames que geram dúvidas - o que fazer? SELMA DE PACE BAUAB

Exames que geram dúvidas - o que fazer? SELMA DE PACE BAUAB Exames que geram dúvidas - o que fazer? SELMA DE PACE BAUAB Exames que geram dúvidas - o que fazer? Como ter certeza que é BI-RADS 3? Quando não confiar na biópsia percutânea? O que fazer com resultados

Leia mais

CÂnCER DE EnDOMéTRIO. Estados anovulatórios (ex: Síndrome dos ovários policísticos) Hiperadrenocortisolismo

CÂnCER DE EnDOMéTRIO. Estados anovulatórios (ex: Síndrome dos ovários policísticos) Hiperadrenocortisolismo CAPÍTULO 3 CÂnCER DE EnDOMéTRIO O Câncer de endométrio, nos Estados Unidos, é o câncer pélvico feminino mais comum. No Brasil, o câncer de corpo de útero perde em número de casos apenas para o câncer de

Leia mais

TUMORES BENIGNOS DOS OVARIOS. Pedro Cordeiro de Sá Filho

TUMORES BENIGNOS DOS OVARIOS. Pedro Cordeiro de Sá Filho TUMORES BENIGNOS DOS OVARIOS Pedro Cordeiro de Sá Filho Videoendoscopia Ginecológica Retorno as atividades Tempo cirúrgico Complicações Custos Cirurgia convencional X Videolaparoscopia Estética Pós-operatório

Leia mais

INSTITUTO DE PREVIDÊNCIA DO ESTADO DO RS PORTARIA 13/2014

INSTITUTO DE PREVIDÊNCIA DO ESTADO DO RS PORTARIA 13/2014 PORTARIA 13/2014 Dispõe sobre os parâmetros do exame PET-CT Dedicado Oncológico. O DIRETOR-PRESIDENTE DO INSTITUTO DE PREVIDÊNCIA DO ESTADO DO RIO GRANDE DO SUL-IPERGS, no uso de suas atribuições conferidas

Leia mais

Reunião de casos. www.digimaxdiagnostico.com.br/ LUCAS MERTEN Residente de RDI da DIGIMAX (R1)

Reunião de casos. www.digimaxdiagnostico.com.br/ LUCAS MERTEN Residente de RDI da DIGIMAX (R1) Reunião de casos www.digimaxdiagnostico.com.br/ LUCAS MERTEN Residente de RDI da DIGIMAX (R1) CASO 1 História Clínica Identificação: RN de E. B., 2º dia de vida História fisiológica: RNAT; AIG; cesareana

Leia mais

22ª Imagem da Semana: Fotografia e radiografia da face

22ª Imagem da Semana: Fotografia e radiografia da face 22ª Imagem da Semana: Fotografia e radiografia da face Enunciado Paciente do sexo feminino, 34 anos. Diagnóstico de glomerulonefrite aos 12 anos de idade, em tratamento de substituição hemodialitica há

Leia mais

Fat in the liver: diagnosis and characterization

Fat in the liver: diagnosis and characterization Fat in the liver: diagnosis and characterization Carlos Valls et al Eur Radiol (on line 14 February 2006) João Filipe Costa Clínica Universitária de Imagiologia Hospitais da Universidade de Coimbra Director:

Leia mais

Tumores Adrenocorticais

Tumores Adrenocorticais Elaboração Final: 20 de junho de 2006 Participante: Latronico AC, Prando A Autoria: Sociedade Brasileira de Endocrinologia e Metabologia Colégio Brasileiro de Radiologia O Projeto Diretrizes, iniciativa

Leia mais

Protocolo de Dor Torácica / Doença Arterial Coronariana (DAC)

Protocolo de Dor Torácica / Doença Arterial Coronariana (DAC) Protocolo de Dor Torácica / Doença Arterial Coronariana (DAC) 1 - Epidemiologia No Brasil, as doenças cardiovasculares (DCV) representam a principal causa de mortalidade. Calcula-se que existam 900.000

Leia mais

TÉCNICA EM RADIOLOGIA

TÉCNICA EM RADIOLOGIA UFF UNIVERSIDADE FEDERAL FLUMINENSE CCM CENTRO DE CIÊNCIAS MÉDICAS HUAP HOSPITAL UNIVERSITÁRIO ANTONIO PEDRO Hospital Universitário TÉCNICA EM RADIOLOGIA Parte I: Múltipla Escolha Hospital Universitário

Leia mais

PREVALÊNCIA DOS FATORES DE RISCO PARA DIABETES MELLITUS TIPO 2 EM POPULAÇÃO ATENDIDA EM APARECIDA DE GOIÂNIA PELA LIGA ACADÊMICA DE DIABETES DA UFG

PREVALÊNCIA DOS FATORES DE RISCO PARA DIABETES MELLITUS TIPO 2 EM POPULAÇÃO ATENDIDA EM APARECIDA DE GOIÂNIA PELA LIGA ACADÊMICA DE DIABETES DA UFG PREVALÊNCIA DOS FATORES DE RISCO PARA DIABETES MELLITUS TIPO 2 EM POPULAÇÃO ATENDIDA EM APARECIDA DE GOIÂNIA PELA LIGA ACADÊMICA DE DIABETES DA UFG CAMPOS NETO, Moacir Batista de¹; SANTOS, Débora Ferreira

Leia mais

Armadilhas no diagnóstico da Hiperprolactinemia. Julia Appel - Endocrinologista

Armadilhas no diagnóstico da Hiperprolactinemia. Julia Appel - Endocrinologista Armadilhas no diagnóstico da Hiperprolactinemia Julia Appel - Endocrinologista Introdução A hiperprolactinemia é a alteração endócrina mais comum do eixo hipotálamo-hipofisário. Indicações dosagem: Alterações

Leia mais

FÍGADO. Veia cava inferior. Lobo direito. Lobo esquerdo. Ligamento (separa o lobo direito do esquerdo) Vesícula biliar

FÍGADO. Veia cava inferior. Lobo direito. Lobo esquerdo. Ligamento (separa o lobo direito do esquerdo) Vesícula biliar FÍGADO É o maior órgão interno È a maior glândula É a mais volumosa de todas as vísceras, pesa cerca de 1,5 kg no homem adulto, e na mulher adulta entre 1,2 e 1,4 kg Possui a coloração arroxeada, superfície

Leia mais

Hirsutismo / Hiperandrogenismo na adolescente

Hirsutismo / Hiperandrogenismo na adolescente Hirsutismo / Hiperandrogenismo na adolescente Teresa Borges Unidade de Endocrinologia Pediátrica Centro Hospitalar do Porto Curso Inverno Sociedade Portuguesa de Pediatria Caramulo 24/02/2013 Manifestações

Leia mais

TUMORES DE GLÂNDULAS SALIVARES

TUMORES DE GLÂNDULAS SALIVARES Dr. Marcio R. Studart da Fonseca Cirurgia de Cabeça e Pescoço-HUWC/UFC Sistema Salivar 3 pares de Glândulas Salivares Maiores Parótidas Submandibulares Sublinguais Centenas de Glândulas Salivares Menores

Leia mais

TUMORES DA VESÍCULA E VIAS BILIARES. Dr. Francisco R. de Carvalho Neto

TUMORES DA VESÍCULA E VIAS BILIARES. Dr. Francisco R. de Carvalho Neto TUMORES DA VESÍCULA E VIAS BILIARES Dr. Francisco R. de Carvalho Neto TUMORES BENIGNOS ( classificação de Christensen & Ishate A) TUMORES BENIGNOS VERDADEIROS 1) De origem epitelial adenoma papilar ( papiloma)

Leia mais

Neoplasias 2. Adriano de Carvalho Nascimento

Neoplasias 2. Adriano de Carvalho Nascimento Neoplasias 2 Adriano de Carvalho Nascimento Biologia tumoral Carcinogênese História natural do câncer Aspectos clínicos dos tumores Biologia tumoral Carcinogênese (bases moleculares do câncer): Dano genético

Leia mais

Departamento de Cirurgia da Faculdade de Ciências Médicas da Santa Casa de São Paulo

Departamento de Cirurgia da Faculdade de Ciências Médicas da Santa Casa de São Paulo Departamento de Cirurgia da Faculdade de Ciências Médicas da Santa Casa de São Paulo TRATAMENTO CIRÚRGICO DAS METÁSTASES HEPÁTICAS Carcinoma Metastático do Fígado METÁSTASES HEPÁTICAS Neoplasia primeira

Leia mais

Saúde da Próstata. XXX Ciclo de Debate Município Saudável Envelhecimento Ativo. Claudio B. Murta

Saúde da Próstata. XXX Ciclo de Debate Município Saudável Envelhecimento Ativo. Claudio B. Murta Divisão de Clínica Urológica Saúde da Próstata XXX Ciclo de Debate Município Saudável Envelhecimento Ativo Claudio B. Murta Médico Urologista Coordenador do Centro de Referência do Homem Hospital de Transplantes

Leia mais

L u iz F elip e N o b re. luizfelipenobresc@gmail.com

L u iz F elip e N o b re. luizfelipenobresc@gmail.com NÓDULO PULMONAR os Dez Mandamentos CNAP / SBPT São Paulo, 2013 L u iz F elip e N o b re luizfelipenobresc@gmail.com NÓDULO PULMONAR Def. Opacidade relativamente esférica com diâmetro

Leia mais

Imagem da Semana: Cintilografia com

Imagem da Semana: Cintilografia com Imagem da Semana: Cintilografia com Metaiodobenzilguanidina Imagem 01. Cintilografia de corpo inteiro com Metaiodobenzilguanidina marcada com Iodo 131 (MIBG- I131). Imagem 02. Cintilografia com Metaiodobenzilguanidina

Leia mais

Carcinoma de tireóide ide na infância

Carcinoma de tireóide ide na infância Carcinoma de tireóide ide na infância Dra. Rossana Corbo INCa/UFRJ 2006 Incidência: 5 casos/milhão /ano EUA (1973 1977) crianças as com idade inferior a 20 anos Apresentação clinica: predomínio em meninas

Leia mais

CÂNCER DE PULMÃO: TUMORES CARCINÓIDES

CÂNCER DE PULMÃO: TUMORES CARCINÓIDES CÂNCER DE PULMÃO: TUMORES CARCINÓIDES Escrito por: Dr. Carlos Augusto Sousa de Oliveira 01. INTRODUÇÃO Os tumores carcinóides são incluídos em um grupo maior de neoplasias, os carcinomas neuroendócrinos

Leia mais

Tumores mamários em cadelas

Tumores mamários em cadelas Novos Exames Estamos colocando a disposição de todos o Teste de Estimulação ao ACTH que é usado para identificar e acompanhar o tratamento do hipoadenocorticismo e hiperadrenocorticismo em cães e gatos.

Leia mais

Humberto Brito R3 CCP

Humberto Brito R3 CCP Humberto Brito R3 CCP ABSTRACT INTRODUÇÃO Nódulos tireoideanos são achados comuns e raramente são malignos(5-15%) Nódulos 1cm geralmente exigem investigação A principal ferramenta é a citologia (PAAF)

Leia mais

NÓDULOS E CÂNCER DE TIREÓIDE

NÓDULOS E CÂNCER DE TIREÓIDE NÓDULOS E CÂNCER DE TIREÓIDE PROF.DR. PAULO HOCHMÜLLER FOGAÇA FACULDADE DE MEDICINA DA UNIVERSIDADE DE PASSO FUNDO-RS Patologia cirurgica da tiroide localização NÓDULOS DE TIREÓIDE Prevalência clinicamente

Leia mais

7ª Reunião Luso-Galaica de Endocrinologia, Diabetes e Metabolismo. Caso Clínico. Hospital de Braga

7ª Reunião Luso-Galaica de Endocrinologia, Diabetes e Metabolismo. Caso Clínico. Hospital de Braga 7ª Reunião Luso-Galaica de Endocrinologia, Diabetes e Metabolismo Hospital de Braga Serviço de Cirurgia Director: Dr. Mesquita Rodrigues Sónia Ribas 12 de Dezembro F.C.R, sexo masculino, 69 anos Antecedentes

Leia mais

LABORATORIAL / EXAMES COMPLEMENTARES: A)

LABORATORIAL / EXAMES COMPLEMENTARES: A) PROTOCOLO DE NÓDULO TIREOIDIANO (NO ADULTO) METODOLOGIA DE BUSCA DA LITERATURA: Base de dados Medline/Pubmed utilizando-se a estratégia de busca com os termos thyroid nodules e restringindo-se para estudos

Leia mais

WDS, masculino, 57 anos

WDS, masculino, 57 anos Módulo: Câncer de Pulmão Não-Pequenas Células Metastático Caso 1 WDS, masculino, 57 anos FEV/2010: Dor lombar e em quadril E; ausência de tosse com hemoptise; sem sintomas neurológicos Cintilografia óssea:

Leia mais

EXERCÍCIO E DIABETES

EXERCÍCIO E DIABETES EXERCÍCIO E DIABETES Todos os dias ouvimos falar dos benefícios que os exercícios físicos proporcionam, de um modo geral, à nossa saúde. Pois bem, aproveitando a oportunidade, hoje falaremos sobre a Diabetes,

Leia mais

DIABETES E SINAIS VITAIS

DIABETES E SINAIS VITAIS AGENTE DE FÉ E DO CORAÇÃO PASTORAL NACIONAL DA SAÚDE 04 de outubro de 2013 DIABETES E SINAIS VITAIS Marcia Nery Equipe Médica de Diabetes Hospital das Clínicas da FMUSP Definição Diabetes mellitus: Doença

Leia mais

Câncer de próstata. O que você deve saber. Marco A. Fortes HNMD

Câncer de próstata. O que você deve saber. Marco A. Fortes HNMD Câncer de próstata O que você deve saber Marco A. Fortes HNMD Incidência do câncer em homens no Brasil em 1999 Localização Homens % Pele 19500 15,0 Pulmão 14800 11,6 Próstata 14500 11,4 Estômago 13600

Leia mais

PROVA DE CONHECIMENTOS ESPECÍFICOS Cód. 14. Sobre o tratamento com radioiodo para doença de Graves, é CORRETO afirmar:

PROVA DE CONHECIMENTOS ESPECÍFICOS Cód. 14. Sobre o tratamento com radioiodo para doença de Graves, é CORRETO afirmar: 8 PROVA DE CONHECIMENTOS ESPECÍFICOS Cód. 14 QUESTÃO 17 Sobre o tratamento com radioiodo para doença de Graves, é CORRETO afirmar: a) Nunca é usado em crianças e adolescentes. b) A medida prévia da captação

Leia mais

Caso Clínico 30 de Novembro de 2005 Olga Vaz

Caso Clínico 30 de Novembro de 2005 Olga Vaz Caso Clínico 30 de Novembro de 2005 Olga Vaz Serviço de Imagiologia dos H.U.C. História Clínica J.L.O.C. Sexo: Masculino Idade: 42 anos Raça: Caucasiana Natural e residente: Coimbra Profissão: motorista

Leia mais

AMENORRÉIA Cynthia Salgado Lucena Caso Clínico/ Abril- 2011

AMENORRÉIA Cynthia Salgado Lucena Caso Clínico/ Abril- 2011 AMENORRÉIA Cynthia Salgado Lucena Caso Clínico/ Abril- 2011 ASPECTOS GERAIS: Mamas presentes/ FSH nl/ útero ausente: Agenesia mülleriana e sínd de resistência completa aos androgênios. Dosar testosterona.

Leia mais

Vitamina D: é preciso dosar e repor no pré-natal? Angélica Amorim Amato 2013

Vitamina D: é preciso dosar e repor no pré-natal? Angélica Amorim Amato 2013 Vitamina D: é preciso dosar e repor no pré-natal? Angélica Amorim Amato 2013 É preciso dosar e repor vitamina D no pré-natal? A dosagem de vitamina D pelos métodos mais amplamente disponíveis é confiável?

Leia mais

99% nos ossos, 1% distribuido intra e extra celular Função: reações químicas no citoplasma, contração muscular Circula ligado à albumina (40-50%)

99% nos ossos, 1% distribuido intra e extra celular Função: reações químicas no citoplasma, contração muscular Circula ligado à albumina (40-50%) 99% nos ossos, 1% distribuido intra e extra celular Função: reações químicas no citoplasma, contração muscular Circula ligado à albumina (40-50%) Livre ionizada (50-60%) Anion inorgânico (5-10%) Valor

Leia mais

Câncer de Pulmão. Prof. Dr. Luis Carlos Losso Medicina Torácica Cremesp 18.186

Câncer de Pulmão. Prof. Dr. Luis Carlos Losso Medicina Torácica Cremesp 18.186 Câncer de Pulmão Todos os tipos de câncer podem se desenvolver em nossas células, as unidades básicas da vida. E para entender o câncer, precisamos saber como as células normais tornam-se cancerosas. O

Leia mais

A SAÚDE DO OBESO Equipe CETOM

A SAÚDE DO OBESO Equipe CETOM A SAÚDE DO OBESO Dr. Izidoro de Hiroki Flumignan Médico endocrinologista e sanitarista Equipe CETOM Centro de Estudos e Tratamento para a Obesidade Mórbida. Diretor do Instituto Flumignano de Medicina

Leia mais

HIPOTIROIDISMO INTRODUÇÃO

HIPOTIROIDISMO INTRODUÇÃO HIPOTIROIDISMO INTRODUÇÃO Deficiência hormonal mais comum Produção ou ação deficiente dos hormônios tiroidianos Prevalência de 2 a 3% na população geral Mais comum em mulheres (10:1), idosos e brancos

Leia mais

DIABETES MELLITUS: MANIFESTAÇÕES CLÍNICAS EVIDENCIADAS EM IDOSOS ATENDIDOS EM UMA UNIDADE SAÚDE DA FAMÍLIA DO MUNICÍPIO DE ALAGOA GRANDE-PB

DIABETES MELLITUS: MANIFESTAÇÕES CLÍNICAS EVIDENCIADAS EM IDOSOS ATENDIDOS EM UMA UNIDADE SAÚDE DA FAMÍLIA DO MUNICÍPIO DE ALAGOA GRANDE-PB DIABETES MELLITUS: MANIFESTAÇÕES CLÍNICAS EVIDENCIADAS EM IDOSOS ATENDIDOS EM UMA UNIDADE SAÚDE DA FAMÍLIA DO MUNICÍPIO DE ALAGOA GRANDE-PB Esmeraldina Ana Sousa e Silva-Faculdade de Enfermagem Nova Esperança

Leia mais

CÂNCER DE MAMA. O controle das mamas de seis em seis meses, com exames clínicos, é também muito importante.

CÂNCER DE MAMA. O controle das mamas de seis em seis meses, com exames clínicos, é também muito importante. CÂNCER DE MAMA Dr. José Bél Mastologista/Ginecologista - CRM 1558 Associação Médico Espírita de Santa Catarina AME/SC QUANDO PEDIR EXAMES DE PREVENÇÃO Anualmente, a mulher, após ter atingindo os 35 ou

Leia mais

Sérgio Altino de Almeida

Sérgio Altino de Almeida Project and Uses of PET Scan LAS ANS SYMPOSIUM 2005 Sérgio Altino de Almeida Hospital Samaritano - Clínica Radiológica Luiz Felippe Mattoso Rio de Janeiro - Junho - 2005 Geração e Interpretação das Imagens

Leia mais

MEIOS DE CONTRASTE NA TC. Profº. Emerson Siraqui

MEIOS DE CONTRASTE NA TC. Profº. Emerson Siraqui MEIOS DE CONTRASTE NA TC Profº. Emerson Siraqui MEIOS DE CONTRASTE NA TC Em termos amplos, meios de contrastes radiológicos, são compostos que, uma vez dentro de estruturas orgânicas, conseguem dar as

Leia mais

Cancro da Mama. Estrutura normal das mamas. O que é o Cancro da Mama

Cancro da Mama. Estrutura normal das mamas. O que é o Cancro da Mama Cancro da Mama O Cancro da Mama é um tumor maligno que se desenvolve nas células do tecido mamário. Um tumor maligno consiste num grupo de células alteradas (neoplásicas) que pode invadir os tecidos vizinhos

Leia mais

DOENÇAS DA PRÓSTATA. P/ Edison Flávio Martins

DOENÇAS DA PRÓSTATA. P/ Edison Flávio Martins DOENÇAS DA PRÓSTATA P/ Edison Flávio Martins PRÓSTATA NORMAL Peso: 15 a 20 gr Localização: Abaixo da bexiga Atravessada pela uretra Função: Reprodutiva DOENÇAS DA PRÓSTATA Infecção: Prostatite aguda e

Leia mais

III EGEPUB/COPPE/UFRJ

III EGEPUB/COPPE/UFRJ Luiz Otávio Zahar III EGEPUB/COPPE/UFRJ 27/11/2014 O que é a próstata? A próstata é uma glândula pequena que fica abaixo da bexiga e envolve o tubo (chamado uretra) pelo qual passam a urina e o sêmen.

Leia mais

Orientações sobre procedimentos em Medicina Nuclear. Endocrinologia

Orientações sobre procedimentos em Medicina Nuclear. Endocrinologia Orientações sobre procedimentos em Medicina Nuclear Endocrinologia Este documento foi elaborado conforme orientações da Sociedade Brasileira de Biologia e Medicina Nuclear, visando aproximar ainda mais

Leia mais

podem desenvolver-se até atingirem um tamanho considerável antes dos sintomas se manifestarem. Por outro lado, em outras partes do cérebro, mesmo um

podem desenvolver-se até atingirem um tamanho considerável antes dos sintomas se manifestarem. Por outro lado, em outras partes do cérebro, mesmo um Um tumor é uma massa anormal em qualquer parte do corpo. Ainda que tecnicamente ele possa ser um foco de infecção (um abcesso) ou de inflamação; o termo habitualmente significa um novo crescimento anormal

Leia mais

Metástase Cutânea de Carcinoma de Células Claras Renais: Relato de Caso Aichinger, L.A. 1, Kool, R. 1, Mauro, F.H.O. 1, Preti, V.

Metástase Cutânea de Carcinoma de Células Claras Renais: Relato de Caso Aichinger, L.A. 1, Kool, R. 1, Mauro, F.H.O. 1, Preti, V. Metástase Cutânea de Carcinoma de Células Claras Renais: Relato de Caso Aichinger, L.A. 1, Kool, R. 1, Mauro, F.H.O. 1, Preti, V. 1 1 Hospital Erasto Gaertner, Curitiba, Paraná. Introdução e Objetivo O

Leia mais

CÂNCER GÁSTRICO PRECOCE

CÂNCER GÁSTRICO PRECOCE CÂNCER GÁSTRICO PRECOCE Hospital Municipal Cardoso Fontes Serviço de Cirurgia Geral Chefe do serviço: Dr. Nelson Medina Coeli Expositor: Dra. Ana Carolina Assaf 16/09/04 René Lambert DEFINIÇÃO Carcinoma

Leia mais

NEOPLASIA DE CÓLON: UMA ANÁLISE DA PREVALÊNCIA E TAXA DE MORTALIDADE NO PERÍODO DE 1998 A 2010 NO BRASIL

NEOPLASIA DE CÓLON: UMA ANÁLISE DA PREVALÊNCIA E TAXA DE MORTALIDADE NO PERÍODO DE 1998 A 2010 NO BRASIL 25 a 28 de Outubro de 2011 ISBN 978-85-8084-055-1 NEOPLASIA DE CÓLON: UMA ANÁLISE DA PREVALÊNCIA E TAXA DE MORTALIDADE NO PERÍODO DE 1998 A 2010 NO BRASIL Camila Forestiero 1 ;Jaqueline Tanaka 2 ; Ivan

Leia mais

Doença de Paget. Definição:

Doença de Paget. Definição: Definição: É uma doença sistêmica de origem desconhecida que determina alteração no Processo de Remodelação Óssea. Apresenta um forte componente genético. Se caracteriza por um aumento focal no remodelamento

Leia mais

Como escolher um método de imagem? - Dor abdominal. Aula Prá:ca Abdome 1

Como escolher um método de imagem? - Dor abdominal. Aula Prá:ca Abdome 1 Como escolher um método de imagem? - Dor abdominal Aula Prá:ca Abdome 1 Obje:vos Entender como decidir se exames de imagem são necessários e qual o método mais apropriado para avaliação de pacientes com

Leia mais