UNIVERSIDADE FEDERAL DE SÃO PAULO COMISSÃO DE EXAMES DE RESIDÊNCIA MÉDICA. Nome do Candidato Caderno de Prova 26, PROVA DISSERTATIVA

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1 UNIVERSIDADE FEDERAL DE SÃO PAULO COMISSÃO DE EXAMES DE RESIDÊNCIA MÉDICA Novembro/2010 Processo Seletivo para Residência Médica Ano Opcional em Urologia Nome do Candidato Caderno de Prova 26, PROVA DISSERTATIVA o N de Inscrição MODELO o N do Caderno MODELO1 o N do Documento ASSINATURA DO CANDIDATO Objetivando garantir a lisura do processo de seleção, o que é do seu próprio interesse e de interesse público, solicitamos que autentique digitalmente a capa do caderno, nos espaços indicados ao lado. Na hipótese de, por qualquer motivo, não autenticá-la digitalmente, queira registrar sua assinatura, por três vezes, nas linhas abaixo. AUTENTICAÇÃO DIGITAL POLEGAR DIREITO PROVA DISSERTATIVA INSTRUÇÕES - No campo indicado coloque sua assinatura. - Não assine a prova em nenhum outro local, nem por qualquer forma a identifique. A identificação implica anulação da prova. - Esta prova consta de 4 (quatro) questões dissertativas. - Não será permitida nenhuma espécie de consulta. - Para o rascunho e para a redação definitiva da prova, utilize apenas os espaços do caderno a eles destinados. - Escreva com letra legível e a tinta, usando caneta de tinta azul ou preta; evite o uso de corretivo. - O caderno não deve ser desgrampeado. Nenhuma folha do caderno deve ser destacada. - Aduração da prova é de 2 horas. - Ao término da prova entregue ao fiscal o material recebido. - Proibida a divulgação ou impressão parcial ou total da presente prova. Direitos Reservados.

2 2

3 Em hipótese alguma será considerada a redação escrita nesta página. Questão 1 Descreva as opções de tratamento cirúrgico dos tumores uroteliais do trato urinário superior. 3

4 REDAÇÃO DEFINITIVA Questão 1 Descreva as opções de tratamento cirúrgico dos tumores uroteliais do trato urinário superior. 4

5 Em hipótese alguma será considerada a redação escrita nesta página. Questão 2 Cite as principais causas de lesão ureteral e o tratamento segundo a localização da mesma (terço proximal, médio e distal). 5

6 REDAÇÃO DEFINITIVA Questão 2 Cite as principais causas de lesão ureteral e o tratamento segundo a localização da mesma (terço proximal, médio e distal). 6

7 Em hipótese alguma será considerada a redação escrita nesta página. Questão 3 Descreva sucintamente as indicações de uretroplastia aberta e as principais técnicas utilizadas. 7

8 REDAÇÃO DEFINITIVA Questão 3 Descreva sucintamente as indicações de uretroplastia aberta e as principais técnicas utilizadas. 8

9 Em hipótese alguma será considerada a redação escrita nesta página. Questão 4 Descreva como deve ser feita a avaliação de um achado incidental de lesão sólida na glândula adrenal. 9

10 REDAÇÃO DEFINITIVA Questão 4 Descreva como deve ser feita a avaliação de um achado incidental de lesão sólida na glândula adrenal. 10

11 UNIVERSIDADE FEDERAL DE SÃO PAULO COMISSÃO DE EXAMES DE RESIDÊNCIA MÉDICA Processo Seletivo para Residência Médica 2011 Programa 26 Urologia Critério de Correção da Prova Dissertativa As respostas registradas nos gabaritos são apenas índices norteadores para a correção, pois serão consideradas outras variáveis além daquelas requeridas semanticamente, as quais só poderão ser elencadas após análise de amostra aleatória de provas, visando reajuste do gabarito. Serão consideradas variáveis como a consistência interna do texto, organização da resposta integrada ao conteúdo, clareza e, se necessário, avaliação comparativa de desempenho. Todas as análises serão realizadas de maneira cega, sendo que os códigos de identificação ficarão sob responsabilidade da instituição aplicadora do exame. Questão 1 O tratamento de escolha para os tumores uroteliais da pélvis renal e do ureter proximal de alto grau e invasivos é a nefroureterectomia com excisão de um segmento cuff da bexiga. Pode ser realizada por via convencional aberta ou por via laparoscópica. Nos tumores uroteliais de baixo grau, nãoinvasivos e quando há necessidade de preservar a função renal (rim único, tumores bilaterais, predisposição para recorrência, como na nefropatia dos Balcãs) pode-se optar por cirurgias conservadoras. Pequenas lesões de baixo grau histológico na pelve e ureter podem ser tratadas através de ablação endoscópica por ureterorrenoscopia ou nefroscopia. Em casos selecionados de tumores maiores da pelve renal pode-se realizar nefrectomia parcial. Nos tumores localizados no ureter médio e distal, de baixo grau histológico e quando é necessária a preservação da função renal, podemos utilizar a ablação endoscópica ou no caso de lesões maiores, ressecções segmentares do ureter com reconstrução do trato urinário. Questão 2 As principais causas de lesão ureteral são decorrentes de procedimento cirúrgico. Nos procedimentos urológicos a ureteroscopia é responsável pela grande maioria das lesões. Nas cirurgias pélvicas e retroperitoniais, em ordem decrescente, as principais responsáveis por lesões são: histerectomia, cirurgias colorretais, outras cirurgias pélvicas ginecológicas como ooforectomia e cirurgias vasculares. Raramente o ureter é lesado no trauma abdominal penetrante por ferimento de arma branca ou arma de fogo. O tratamento das lesões no ureter proximal pode ser feito através de ureteropielo anastomose, autotransplante ou interposição de alça intestinal. Nas lesões do ureter distal pode utilizar da ureterouretero anastomose, interposição de alça e excepcionalmente transureteroureto anastomose. Nas lesões do ureter distal pode-se reimplatar o ureter (ureteroneocistostomia), utilizar da técnica de Psoas-Hitch ou do flap de Boari. Em todos os casos recomenda-se o uso de cateter ureteral (duplo J). Questão 3 As indicações de uretroplastia aberta são: estenoses da uretra peniana; estenoses da uretra bulbar maiores que 1,5 cm de extensão; estenoses da uretra bulbar menores que 1,5 cm que tenham recidivado após tentativa prévia de tratamento endoscópico (uretrotomia interna); estenose da uretra posterior. As técnicas utilizadas para reconstrução uretral dependem principalmente do local da estenose e de sua extensão. Quando localizado na uretra posterior ou uretra bulbar a técnica preferida é a anastomose término-terminal, tomando-se o cuidado de ressecar toda a fibrose, espatular as extremidades e realizar anastomose sem tensão. Esta técnica pode ser realizada em estenoses de

12 1 a 2 cm. Em alguns casos, com estenoses mais extensas (3-5 cm), podem ser realizadas manobras (dissecção da fascia de Buck, abertura do espaço intracrural e liberação do corpo perineal) que permitam a aproximação dos cotos para anastomose. Nas estenoses complexas e extensas da uretra bulbar são utilizadas as reconstruções com enxerto (preferencialmente mucosa) podendo ser realizadas cirurgias em 1 ou 2 estágios. Nas estenoses da uretra peniana, podem ser utilizadas as reconstruções com enxerto de mucosa (labial, jugal) aplicada dorsalmente ou retalho de pele (por ex. Prepúcio), túnica dartos ou vaginal. Questão 4 Na avaliação de uma lesão sólida de adrenal deve-se considerar 2 aspectos: o tamanho e a funcionalidade da lesão. As lesões maiores que 6 cm de diâmetro tem aproximadamente 25% de chance de serem malignas e portanto devem ser removidas independente de serem funcionais ou não. Como a tomografia pode subestimar o tamanho da lesão, são consideradas suspeitas aquelas acima de 5 cm. Quando menores que 5 cm, deve-se fazer a avaliação funcional. Realiza-se a dosagem das metanefrinas urinárias ou plasmáticas (diagnóstico de feocromocitoma), teste de supressão com dexametasona (síndrome de Cushing) e se houver hipertensão é realizada a dosagem do potássio e calculada a relação renina/aldosterona (hiperaldosteronismo). Se alguma destas provas for positiva, o nódulo é funcionante e a lesão deve ser removida. Para lesões não funcionantes e menores que 5 cm, recomenda-se a realização de ressonância magnética. A presença de hipersinal em T2 sugere não se tratar de adenoma benigno, podendo corresponder a um feocromocitoma ou lesão maligna (carcinoma ou metástase). As lesões que não apresentam as características acima descritas, ou seja, são menores que 5 cm, não são funcionais e não apresentam hipersinal em T2, podem ser acompanhadas com exame de imagem de 6 em 6 meses.

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