O que precisa de ser feito para colocar o Brasil no radar dos investidores internacionais

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "O que precisa de ser feito para colocar o Brasil no radar dos investidores internacionais"

Transcrição

1 O que precisa de ser feito para colocar o Brasil no radar dos investidores internacionais ENIC, SALVADOR Setembro, 2015 kpmg.com.br 2014 KPMG Structured Finance S. A., uma sociedade anônima brasileira e firma membro da rede KPMG de firmas membro independentes e afiliadas à KPMG International Cooperative ( KPMG International ), uma entidade suiça. Todos os direitos reservados. Impresso no Brasil 0

2 Disclaimer As informações contidas no presente documento são de natureza genérica e não se destinam a abordar as circunstâncias de qualquer pessoa física ou jurídica específica. Embora envidemos nossos maiores esforços para fornecer informações precisas e oportunas, não pode haver garantia de que tais informações sejam precisas na data de seu recebimento ou que continuarão sendo precisas no futuro. Ninguém deve tomar ações com base em tais informações sem a consultoria profissional apropriada após um exame detalhado da situação específica KPMG Structured Finance S. A., uma sociedade anônima brasileira e firma membro da rede KPMG de firmas membro independentes e afiliadas à KPMG International Cooperative ( KPMG International ), uma entidade suiça. Todos os direitos reservados. Impresso no Brasil 1

3 Roteiro para um programa de infraestrutura de sucesso O que precisa de ser feito para colocar o Brasil no radar dos investidores internacionais kpmg.com.br 2014 KPMG Structured Finance S. A., uma sociedade anônima brasileira e firma membro da rede KPMG de firmas membro independentes e afiliadas à KPMG International Cooperative ( KPMG International ), uma entidade suiça. Todos os direitos reservados. Impresso no Brasil 2

4 Roteiro para um programa de infraestrutura de sucesso Desenvolver um programa integrado de infraestruturas de transporte consensual e de longo prazo Efetivo planejamento e priorização de investimentos Comunicação efetiva saber lidar com a política Gerenciando a capacidade de pagar pelo serviço ( affordability ) Criando capacidade interna no setor público através de uma Unidade de PPP/Infraestrutura Criar mecanismos de controle de qualidade Gerenciando o mercado / investidores. Cumprir o cronograma anunciado ou arriscar perder os investidores para outros mercados concorrentes Assegurar a existência de financiamentos Selecionar o melhor modelo de contratação do projeto. Particularidades locais ( jabuticabas ) podem afastar o investidor internacional 3

5 Ingredientes para o sucesso Apoio político Baixo risco político Capacidade interna do setor público Ingredientes para o sucesso Nivelar as oportunidades para os diversos investidores Disponibilidade de financiamento e de recursos para pagar o serviço Fluxo de projetos previsível e sustentável 4

6 Ciclo de vida de contratação de projetos Comparando o Brasil com outros benchmarks internacionais kpmg.com.br 5

7 Ciclo de contratação do projeto: Planejamento Planejamento Business case Licitação Contratação Fiscalização Brasil Multiplicidade de entidades envolvidas no planejamento e contratação de projetos de infraestrutura; Planos multi-setoriais (rodovias, portos, hidrovias) em processo de integração. Benchmark internacional Desenvolvimento de um Programa Nacional de Infraestrutura de Transporte (integrado e longo prazo); Existência de uma unidade de infraestrutura, com um mandato claro para planejamento e priorização de projetos de infraestrutura; Enquadramento institucional bem definido para entrega de projetos. Conclusões EPL deverá assumir um papel importante no planejamento integrado de longo prazo; Necessidade de esclarecer os papéis das diferentes instituições, evitando a duplicação de esforços; Necessidade de definir níveis adequados de participação das diferentes esferas do governo e do setor privado. 6

8 Ciclo de contratação do projeto: Planejamento, desenvolvimento e priorização Planejamento Business case Licitação Contratação Fiscalização Brasil Não há responsabilidades claras para a avaliação do projeto; Compartilhamento limitado das metodologias de avaliação. Benchmark internacional Definição clara das responsabilidades e dos procedimentos na avaliação de projetos pelo setor público em todos os setores; Ferramentas desenvolvidas para avaliações de soluções de transporte: Avaliação estratégica; Avaliação do projeto: econômico-financeira / sustentabilidade / capacidade de pagamento / forma de contratação. Conclusões Estabelecer com clareza as responsabilidades entre as esferas e agências governamentais, a nível federal e local; Elaborar em consulta com as divesas agências e entregar uma metodologia padrão / comum para a avaliação de projetos. 7

9 Ciclo de contratação do projeto: Business Case Brasil Planejamento Business case Licitação Contratação Fiscalização O Business Case no Brasil tem um escopo mais limitado quando comparado com benchmarks internacionais; Em alguns casos, o trabalho é terceirizado para empresas privadas por meio autorização ou PMI; Falta de recursos disponíveis e limitação na contratação de consultores; Atuação mais abrangente das agências reguladoras e TCU quando comparado com a experiência internacional. Benchmark internacional Unidade de PPP/Infraestrutura fornece orientação de melhores práticas e documentação padrão; Investimento significativo em recursos internos e externos; Enquadramento institucional e papéis bem definidos das diversas entidades públicas envolvidas. Conclusões Necessidade de definir diretrizes e padronizar materiais relacionados com desenvolvimento de Business Cases; Necessidade de aumentar a disponibilidade de recursos para o desenvolvimento dos projetos; A lei de licitações deveria ser revista para permitir a contratação de consultores mais rapidamente de forma a atender as necessidades dos entes públicos; Um processo de aprovação simplificado e rápido clareza nos papéis. 8

10 Ciclo de contratação do projeto: Licitação Planejamento Business case Licitação Contratação Fiscalização Brasil As opções de licitação são limitadas; Uso de PMIs e procedimento de concorrência aberto (sem fase de negociação); Não existe uma agência / equipe central especializada de suporte à licitação. Benchmark international Uso do diálogo competitivo e procedimento de negociação como opções de contratação; Unidade de PPP/Infraestrutura fornece orientação de melhores práticas e documentação padrão. Conclusões A lei de licitações, concessões e PPP deveriam evoluir para permitir outras modalidades de licitação; Continuar o processo de padronização dos editais de licitação, minutas de contratos e anexos; Expandir o papel da EPL para apoio nos processo de licitação (assegurando uma padronização). 9

11 Ciclo de contratação do projeto: Licitação / Financiamento Planejamento Business case Licitação Contratação Fiscalização Brasil Mercado de capitais ainda predominantemente doméstico; BNDES fornece efetivamente toda ou grande parte da dívida para as concessionárias; Os financiamentos são concedidos com recurso total ao acionista durante o período de construção. Benchmark international Mercado de capitais ativos e líquidos; Financiadores públicos e privados participam em conjunto no financiamento de projetos; Mecanismos inovadores para encorajar soluções privadas de financiamento; Os financiamentos são concedidos com recurso limitado aos acionistas. Conclusões Devem ser tomadas medidas para abrir o mercado de dívida privado; Os termos do financiamento precisam mudar para recurso limitado ou sem recurso ao acionista ; A estruturação de projetos precisa ser realizada de forma a atrair o capital internacional, particularmente de investidores financeiros. 10

12 Ciclo de contratação do projeto: Contratação, fiscalização e monitoramento do contrato Brasil Planejamento Business case Licitação Contratação Fiscalização Ausência de uma fase de due diligence por credores terceiros num contexto de financiamento com recurso limitado ; Contrato de PPP/concessão assinado antes do contrato de financiamento; Nenhum programa formal de verificação/auditoria dos resultados do projeto; Vários papéis de gerenciadores/monitores de contrato. Benchmark international Existe uma fase importante de due diligence do projeto por terceiros; Contratos de PPP/Concessão e financiamento assinados ao mesmo tempo; Papeis separados de fiscalização e regulação do contrato; Programa de verificação / auditoria formal, incluindo revisões independentes de projeto. Conclusões O financiamento com recurso limitado ao acionista irá trazer a necessidade da due diligence por terceiros; Aumentar capacidades, independencia e financiamento das agências reguladoras; Considerar a introdução de um programa independente de verificação / auditoria dos projetos. 11

13 Recomendações Caminho para o sucesso Principais recomendações para o sucesso do plano brasileiro de logística integrada O caminho para o sucesso tem como premissa colocar o programa de infraestrutura do Brasil no radar de investidores internacionais, utilizando as melhores práticas ao Ciclo de Contratação de Projetos. Melhorar a governança para o planejamento e contratação da infraestrutura EPL deve assumir o papel de agência de infraestrutura de transporte Alocar mais recursos públicos para apoiar as fases de desenvolvimento e licitação dos projetos. A lei de licitação precisa ser modificada Desenvolver um mercado privado de financiamento de projetos complementar ao BNDES. 12

14 Fernando Faria Sócio, Infraestrutura KPMG no Brasil 2015 KPMG Consultoria Ltda., uma sociedade brasileira e firma-membro da rede KPMG de firmas-membro independentes e afiliadas à KPMG International Cooperative ( KPMG International ), uma entidade suíça. Todos os direitos reservados. A KPMG Internacional não realiza serviços para clientes. Impresso no Brasil. As informações contidas no presente documento são de natureza genérica e não se destinam a abordar as circunstâncias de qualquer pessoa física ou jurídica específica. Embora envidemos nossos maiores esforços para fornecer informações precisas e oportunas, não pode haver garantia de que tais informações sejam precisas na data de seu recebimento ou que continuarão sendo precisas no futuro. Ninguém deve tomar ações com base em tais informações sem a consultoria profissional apropriada após um exame detalhado da situação específica.

Desafios atuais no financiamento de projetos de infraestrutura no Brasil

Desafios atuais no financiamento de projetos de infraestrutura no Brasil Desafios atuais no financiamento de projetos de infraestrutura no Brasil INFRASTRUCTURE FINANCE 16 de junho de 2016 Disclaimer As informações contidas no presente documento são de natureza genérica e não

Leia mais

Reconhecendo a importância e a significativa contribuição da aviação civil para o desenvolvimento sócio econômico de seus países e

Reconhecendo a importância e a significativa contribuição da aviação civil para o desenvolvimento sócio econômico de seus países e Memorando de Entendimento sobre a Parceria em Aviação entre o Governo da República Federativa do Brasil e o Governo dos Estados Unidos da América O Governo da República Federativa do Brasil e O Governo

Leia mais

Concessão e PPP Fundamentos e oportunidades. Aldo Mattos Júlio Roppa Carlos Braga Daniel Szyfman

Concessão e PPP Fundamentos e oportunidades. Aldo Mattos Júlio Roppa Carlos Braga Daniel Szyfman Concessão e PPP Fundamentos e oportunidades Aldo Mattos Júlio Roppa Carlos Braga Daniel Szyfman AEERJ, 27 de julho de 2016 Fonte: Radar PPP Mercado de PPPs no Brasil Principais Conceitos Contratações de

Leia mais

GERENCIAMENTO DE INTEGRAÇÃO PROF. BARBARA TALAMINI VILLAS BÔAS

GERENCIAMENTO DE INTEGRAÇÃO PROF. BARBARA TALAMINI VILLAS BÔAS GERENCIAMENTO DE INTEGRAÇÃO PROF. BARBARA TALAMINI VILLAS BÔAS 9 ÁREAS DE CONHECIMENTO DE GP / PMBOK / PMI DEFINIÇÃO O Gerenciamento de Integração do Projeto envolve os processos necessários para assegurar

Leia mais

MBA EM GESTÃO FINANCEIRA CONTROLADORIA E AUDITORIA. Código S1: TMBAGFCA15/21 Código S2: TMBAGFCA15_21 Currículo: TMBAGFCA15_21-1

MBA EM GESTÃO FINANCEIRA CONTROLADORIA E AUDITORIA. Código S1: TMBAGFCA15/21 Código S2: TMBAGFCA15_21 Currículo: TMBAGFCA15_21-1 MBA EM GESTÃO FINANCEIRA CONTROLADORIA E AUDITORIA Código S1: TMBAGFCA15/21 Código S2: TMBAGFCA15_21 Currículo: TMBAGFCA15_21-1 OBJETIVOS GERAIS Atualizar e aprofundar conceitos da área de finanças, utilizando

Leia mais

TERMO DE REFERÊNCIA Nº 73 (Edital RH088/08)

TERMO DE REFERÊNCIA Nº 73 (Edital RH088/08) INSTITUTO INTERAMERICANO DE COOPERAÇÃO PARA A AGRICULTURA TERMO DE REFERÊNCIA Nº 73 (Edital RH088/08) 1 IDENTIFICAÇÃO DA CONSULTORIA Prestação de serviço de consultoria pessoa física para fornecer suporte

Leia mais

PROPOSTA DO CONSELHO DE ADMINISTRAÇÃO PARA NOVA REDAÇÃO DOS ARTIGOS 21 A 29 DO ESTATUTO SOCIAL, QUE TRATAM DOS CARGOS E ATRIBUIÇÕES DA DIRETORIA

PROPOSTA DO CONSELHO DE ADMINISTRAÇÃO PARA NOVA REDAÇÃO DOS ARTIGOS 21 A 29 DO ESTATUTO SOCIAL, QUE TRATAM DOS CARGOS E ATRIBUIÇÕES DA DIRETORIA PROPOSTA DO CONSELHO DE ADMINISTRAÇÃO PARA NOVA REDAÇÃO DOS ARTIGOS 21 A 29 DO ESTATUTO SOCIAL, QUE TRATAM DOS CARGOS E ATRIBUIÇÕES DA DIRETORIA Senhores Acionistas, O Conselho de Administração da Metalfrio

Leia mais

Sustentabilidade nas instituições financeiras Uma visão sobre a gestão de riscos socioambientais

Sustentabilidade nas instituições financeiras Uma visão sobre a gestão de riscos socioambientais Sustentabilidade nas instituições financeiras Uma visão sobre a gestão de riscos socioambientais Como as instituições financeiras devem tratar a gestão de riscos socioambientais? O crescente processo de

Leia mais

RISCO DE CRÉDITO Estrutura Organizacional Gerenciamento de Riscos Banco Fidis S.A.

RISCO DE CRÉDITO Estrutura Organizacional Gerenciamento de Riscos Banco Fidis S.A. RISCO DE CRÉDITO Estrutura Organizacional A estrutura para gestão de riscos do Banco Fidis deverá ser composta de Comitê de Cobrança e Risco, que é o órgão com responsabilidade de gerir o Risco de Crédito,

Leia mais

Risk University.

Risk University. Risk University www.kpmg.com.br Risk University Quem somos Programa de capacitação executiva modelado para fornecer aos profissionais de áreas como riscos, auditoria, controles e compliance uma plataforma

Leia mais

Missão. Visão. Objetivos Estratégicos (OE)

Missão. Visão. Objetivos Estratégicos (OE) Identidade Organizacional - Acesso à informação - IBAMA - Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos R O Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) é uma autarquia

Leia mais

Atuação do BDMG na estruturação e financiamento de PPPs para resíduos sólidos e tratamento de água

Atuação do BDMG na estruturação e financiamento de PPPs para resíduos sólidos e tratamento de água Atuação do BDMG na estruturação e financiamento de PPPs para resíduos sólidos e tratamento de água Seminário e oficina Técnica ABDE-BID: O Papel das Instituições Financeiras de Desenvolvimento no Financiamento

Leia mais

onvergência dos Processos

onvergência dos Processos onvergência dos Processos de Gestão de Riscos, Auditoria Interna, Controles Internos e Compliance Situação Atual Convergência Funções e Atividades (Situação Atual) Acionistas Processo de informação e divulgação

Leia mais

Por que o Brasil tem dificuldades em atrair investimentos para concessões, privatizações e PPPs?

Por que o Brasil tem dificuldades em atrair investimentos para concessões, privatizações e PPPs? Por que o Brasil tem dificuldades em atrair investimentos para concessões, privatizações e PPPs? Bruno Werneck Março, 2017 Princípio do Equilíbrio Econômico-Financeiro Proteção da proporção entre encargos

Leia mais

Nove áreas temáticas do programa

Nove áreas temáticas do programa Nove áreas temáticas do programa Com base no Plano de Ação FLEGT da União Europeia, a gerência do programa estabeleceu nove áreas temáticas apoiadas pelo programa. Sob cada tema, há uma lista indicativa

Leia mais

O Comércio Exterior como fonte de vantagem competitiva para sua empresa kpmg.com/br

O Comércio Exterior como fonte de vantagem competitiva para sua empresa kpmg.com/br Global Trade Excellence Center O Comércio Exterior como fonte de vantagem competitiva para sua empresa kpmg.com/br Cenário do Comércio Exterior Brasileiro Diante do cenário econômico desafiador, da constante

Leia mais

MINISTÉRIO DE MINAS E ENERGIA CENTRAIS ELÉTRICAS BRASILEIRAS S

MINISTÉRIO DE MINAS E ENERGIA CENTRAIS ELÉTRICAS BRASILEIRAS S 1 MINISTÉRIO DE MINAS E ENERGIA CENTRAIS ELÉTRICAS BRASILEIRAS S.A. - ELETROBRÁS TOMADA DE PREÇOS N 3/2007 ANEXO I ESPECIFICAÇÃO DOS SERVIÇOS 2 ÍNDICE 1. Objeto 3 2. Justificativa 3 3. Diretrizes 4 3.1.

Leia mais

Segurança e Auditoria de Sistemas

Segurança e Auditoria de Sistemas Segurança e Auditoria de Sistemas ABNT NBR ISO/IEC 27002 0. Introdução 1 Roteiro Definição Justificativa Fontes de Requisitos Análise/Avaliação de Riscos Seleção de Controles Ponto de Partida Fatores Críticos

Leia mais

Prioridades da Agenda de Marco Institucional da MEI

Prioridades da Agenda de Marco Institucional da MEI 2ª REUNIÃO DO COMITÊ DE LÍDERES DA MEI DE 2016 Prioridades da Agenda de Marco Institucional da MEI Gilberto Peralta GE 13 de maio de 2016 MARCO INSTITUCIONAL Emenda Constitucional nº 85 Inserção da inovação

Leia mais

Mobilização Empresarial pela Inovação Internacionalização e Inovação. Frederico Curado / Embraer SP - 17 junho 2011

Mobilização Empresarial pela Inovação Internacionalização e Inovação. Frederico Curado / Embraer SP - 17 junho 2011 Mobilização Empresarial pela Inovação Internacionalização e Inovação Frederico Curado / Embraer SP - 17 junho 2011 OBJETIVOS Consolidar o entendimento de que a internacionalização das empresas brasileiras,

Leia mais

PPP Summit 2013 Desafios vinculados à estruturação dos projetos de PPP: Condução dos estudos de viabilidade Tomás Anker

PPP Summit 2013 Desafios vinculados à estruturação dos projetos de PPP: Condução dos estudos de viabilidade Tomás Anker PPP Summit 2013 Desafios vinculados à estruturação dos projetos de PPP: Condução dos estudos de viabilidade Tomás Anker Maio, 2013 Agenda 1. Fundo PSP Brazil e o que fazemos 2. Estruturação: Critérios

Leia mais

Para mim é sempre uma honra vir ao Congresso Nacional, lugar que frequentei durante alguns anos como senador.

Para mim é sempre uma honra vir ao Congresso Nacional, lugar que frequentei durante alguns anos como senador. DISCURSO DO MINISTRO DOS TRANSPORTES, ANTONIO CARLOS RODRIGUES, NA COMISSÃO GERAL DA CÂMARA DOS DEPUTADOS, EM 13 DE AGOSTO DE 2015 Senhor presidente. Senhoras e senhores. Bom dia. Para mim é sempre uma

Leia mais

Política Formal de Decisão de Investimento

Política Formal de Decisão de Investimento Política Formal de Decisão de KAETÉ INVESTIMENTOS LTDA. Órgão responsável: Comitê de Compliance e Controles Internos Data da atualização: 17 de junho de 2016 Aviso Legal: Este documento pode conter informações

Leia mais

ANEXO I ESPECIFICAÇÃO TÉCNICA

ANEXO I ESPECIFICAÇÃO TÉCNICA ANEXO I ESPECIFICAÇÃO TÉCNICA 1. OBJETO DE CONTRATAÇÃO A presente especificação tem por objeto a contratação de empresa Especializada de Consultoria para Planejamento da Estrutura Funcional e Organizacional

Leia mais

A Gestão Ambiental no Setor Ferroviário Brasileiro: Sustentabilidade, Licenciamento Ambiental Federal

A Gestão Ambiental no Setor Ferroviário Brasileiro: Sustentabilidade, Licenciamento Ambiental Federal Ministério do Meio Ambiente Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis Diretoria de Licenciamento Ambiental - DILIC A Gestão Ambiental no Setor Ferroviário Brasileiro: Sustentabilidade,

Leia mais

CORPORATE GOVERNANCE E O PAPEL DAS AUDITORIAS. Dr. Rui Leão Martinho Bastonário Ordem dos Economistas

CORPORATE GOVERNANCE E O PAPEL DAS AUDITORIAS. Dr. Rui Leão Martinho Bastonário Ordem dos Economistas CORPORATE GOVERNANCE E O PAPEL DAS AUDITORIAS Dr. Rui Leão Martinho Bastonário Ordem dos Economistas CORPORATE GOVERNANCE Conjunto de mecanismos, processos e relações através dos quais as diferentes empresas

Leia mais

BNDES e o apoio à Infraestrutura. Agosto de 2016

BNDES e o apoio à Infraestrutura. Agosto de 2016 BNDES e o apoio à Infraestrutura Agosto de 2016 Quem somos Fundado em 20 de Junho de 1952. Empresa pública de propriedade integral da União. Instrumento chave para implementação da política industrial,

Leia mais

Exposições fiscais IR e CS

Exposições fiscais IR e CS Exposições fiscais IR e CS IFRIC 23 esclarece o tratamento contábil 7 de Junho de 2017 Tiago Bernert Sócio do departamento de práticas profissionais da KPMG no Brasil "O IFRIC 23 esclarece a contabilização

Leia mais

Gestão de riscos corporativos Como proteger e aumentar o valor

Gestão de riscos corporativos Como proteger e aumentar o valor Gestão de riscos corporativos Como proteger e aumentar o valor Advisory www.kpmg.com.br Gestão de riscos corporativos Como proteger e aumentar o valor Nos mercados de hoje, as empresas são submetidas a

Leia mais

APLICAÇÃO DO BPM PARA REESTRUTURAÇÃO DO PORTFÓLIO DE SERVIÇOS DA APEX-BRASIL

APLICAÇÃO DO BPM PARA REESTRUTURAÇÃO DO PORTFÓLIO DE SERVIÇOS DA APEX-BRASIL APLICAÇÃO DO BPM PARA REESTRUTURAÇÃO DO PORTFÓLIO DE SERVIÇOS DA APEX-BRASIL BPM Congress Brasília, 27 de novembro de 2012. Carlos Padilla, CBPP, Assessor da Gerência de Negócios. PANORAMA DA APEX-BRASIL

Leia mais

Informações sobre os Roteiros

Informações sobre os Roteiros Informações sobre os Roteiros O MakeMoney traz roteiros especialmente desenvolvidos para elaboração de Planos de Negócios, Estudos de Viabilidade e Planos de Inovação e Competitividade. Este documento

Leia mais

Programa Paulista de Concessões. Dr. Rodrigo José Oliveira Pinto de Campos Diretor de Assuntos Institucionais da ARTESP

Programa Paulista de Concessões. Dr. Rodrigo José Oliveira Pinto de Campos Diretor de Assuntos Institucionais da ARTESP Programa Paulista de Concessões Dr. Rodrigo José Oliveira Pinto de Campos Diretor de Assuntos Institucionais da ARTESP Foz do Iguaçu, 13 de Maio de 2016 Sobre a ARTESP Criada pela Lei Complementar nº 914,

Leia mais

Investimentos em Parcerias Público-Privadas Porque Educação Executiva Insper Cursos de Curta e Média Duração Educação Executiva

Investimentos em Parcerias Público-Privadas Porque Educação Executiva Insper Cursos de Curta e Média Duração Educação Executiva 1 Porque Educação Executiva Insper A dinâmica do mundo corporativo exige profissionais multidisciplinares, capazes de interagir e formar conexões com diferentes áreas da empresa e entender e se adaptar

Leia mais

Seminário Nacional NTU Lei Anticorrupção e Programa de Compliance. Lélis Marcos Teixeira

Seminário Nacional NTU Lei Anticorrupção e Programa de Compliance. Lélis Marcos Teixeira Seminário Nacional NTU - 2014 Lei Anticorrupção e Programa de Compliance Lélis Marcos Teixeira 28/agosto/2014 Iniciativas FETRANSPOR Lei 12.846/2013 Agenda Abertura Histórico Iniciativas Dúvidas Encerramento

Leia mais

Políticas Organizacionais

Políticas Organizacionais Políticas Organizacionais Versão 1.4 Histórico de Revisões Data Versão Descrição Autor 11/10/2012 1.0 Revisão das políticas EPG 26/11/2012 1.1 Revisão do Item de customização EPG 24/10/2013 1.2 Revisão

Leia mais

FUNDAÇÃO GETULIO VARGAS

FUNDAÇÃO GETULIO VARGAS TENDÊNCIA EM LICITAÇÕES E CONTRATOS PÚBLICOS 1º SEMESTRE DE 2015 FUNDAÇÃO GETULIO VARGAS A Fundação Getulio Vargas (FGV) deu início a suas atividades em 1944 com o objetivo de preparar profissionais bem

Leia mais

NOVA ESTRUTURA ORGANIZACIONAL

NOVA ESTRUTURA ORGANIZACIONAL NOVA ESTRUTURA ORGANIZACIONAL - Objetivos - Evolução Grupo Governança Corporativa - Captura de Sinergias - Racionalização Processos - Viabilizar o Processo de Crescimento - Valorização dos Talentos Antecedentes

Leia mais

PLANO NACIONAL DE DESESTATIZAÇÃO - SUCESSOS E DESAFIOS

PLANO NACIONAL DE DESESTATIZAÇÃO - SUCESSOS E DESAFIOS CÂMARA DE COMÉRCIO AMERICANA DO RIO DE JANEIRO SEMINÁRIO INFRAESTRUTURA LOGÍSTICA DOS AEROPORTOS PLANO NACIONAL DE DESESTATIZAÇÃO - SUCESSOS E DESAFIOS Índice 1. Desafios da aviação Civil Brasileira 2.

Leia mais

Modelos de Negócio para Eficiência Energética Iluminação Pública. World Bank Conference Junho de 2016

Modelos de Negócio para Eficiência Energética Iluminação Pública. World Bank Conference Junho de 2016 Modelos de Negócio para Eficiência Energética Iluminação Pública World Bank Conference Junho de 2016 Agenda 1. Exemplo de Projeto de PPP: O caso indiano 2 Departamento de Assessoria em PPPs - IFC Brasil

Leia mais

Entendendo a. Recuperação Judicial e. as alternativas para a. solução da crise. empresarial

Entendendo a. Recuperação Judicial e. as alternativas para a. solução da crise. empresarial Entendendo a Recuperação Judicial e as alternativas para a solução da crise empresarial Associação Comercial e Industrial de Joinville Outubro de 2016 Mudança de perspectivas Maturidade Crescimento Declínio

Leia mais

Plano Nacional de Turismo

Plano Nacional de Turismo Plano Nacional de Turismo 2011-2015 Conceito Conjunto de diretrizes, metas e programas que orientam a atuação do Ministério do Turismo, em parceria com outros setores da gestão pública nas três esferas

Leia mais

Disciplina de Impactos Ambientais Professor Msc. Leonardo Pivôtto Nicodemo. O ordenamento do processo de AIA

Disciplina de Impactos Ambientais Professor Msc. Leonardo Pivôtto Nicodemo. O ordenamento do processo de AIA Disciplina de Impactos Ambientais Professor Msc. Leonardo Pivôtto Nicodemo FOGLIATTI, Maria Cristina. Avaliação de impactos ambientais. Rio de Janeiro: Editora Interciência Ltda, 2004. SANCHEZ, Luis Henrique.

Leia mais

OBJETIVO PÚBLICO-ALVO PROGRAMA

OBJETIVO PÚBLICO-ALVO PROGRAMA Curso de Auditoria Interna, Controle Interno e Gestão de Riscos carga-horária: 16 horas OBJETIVO Fornecer aos participantes o conhecimento básico e bases técnicas e práticas fundamentais para que possam

Leia mais

COMPLEXO HOSPITALAR IMASF MODELAGEM 1

COMPLEXO HOSPITALAR IMASF MODELAGEM 1 COMPLEXO HOSPITALAR IMASF MODELAGEM 1 Legislação Aplicável Esta Audiência Pública está sendo realizada nos termos do ART. 39 da Lei 8.666/1993. Lei nº 11.079, de 30 de Dezembro de 2004 Lei de Parcerias

Leia mais

Política de Auditoria Interna

Política de Auditoria Interna Política de Auditoria Interna 22 de outubro 2013 Define a missão, a independência, a objetividade, as responsabilidades e regulamenta a função da auditoria interna. ÍNDICE 1. OBJETIVO... 3 2. PÚBLICO ALVO...

Leia mais

Workshop Parcerias Público- Privadas em Saneamento Básico PPP Alto Tietê Sabesp

Workshop Parcerias Público- Privadas em Saneamento Básico PPP Alto Tietê Sabesp Workshop Parcerias Público- Privadas em Saneamento Básico PPP Alto Tietê Sabesp Clique para editar o estilo do subtítulo mestre O projeto e sua importância O Projeto e sua importância Escopo Concessão

Leia mais

Pacto de Gestão do SUS. Pacto pela Vida. Pacto em Defesa do SUS

Pacto de Gestão do SUS. Pacto pela Vida. Pacto em Defesa do SUS Pacto de Gestão do SUS Pacto pela Vida Pacto em Defesa do SUS PACTO PELA SAÚDE Conjunto de reformas institucionais do SUS. Pacto entre União, Estados e Municípios. Objetivo - promover inovações nos processos

Leia mais

A Desenbahia e a Copa 2014: atendendo às demandas do evento. Brasília, 28/11/2011

A Desenbahia e a Copa 2014: atendendo às demandas do evento. Brasília, 28/11/2011 A Desenbahia e a Copa 2014: atendendo às demandas do evento Brasília, 28/11/2011 Estrutura da Apresentação 1. Apoio ao Projeto de Construção da Arena Fonte Nova 2. Linha CrediCopa Saúde (em formatação)

Leia mais

POLÍTICA DE CONTRATAÇÃO DE FORNECEDORES E PRESTADORES QUALIFICADOS

POLÍTICA DE CONTRATAÇÃO DE FORNECEDORES E PRESTADORES QUALIFICADOS POLÍTICA DE CONTRATAÇÃO DE FORNECEDORES E PRESTADORES QUALIFICADOS SUMÁRIO I - OBJETIVO... 2 II - DIRETRIZES... 3 III CONTRATAÇÃO PROCEDIMENTOS GERAIS... 4 I - OBJETIVO 1.1. Esta Política estabelece diretrizes

Leia mais

Roteiro para divulgação de Beneficiários Reais

Roteiro para divulgação de Beneficiários Reais Comité Nacional de EITI Roteiro para divulgação de Beneficiários Reais -2020 OBJETIVO GERAL De acordo com as Normas de EITI de 2016, requisito 2.5 referente a "Beneficial Ownership" (Beneficiários Reais),

Leia mais

A Importância do Stage Gate para Projetos e Negócios

A Importância do Stage Gate para Projetos e Negócios A Importância do Stage Gate para Projetos e Negócios Por Rossana Pavanelli Brasília, Julho de 2016 Nosso Objetivo Apresentar conceitos gerais, reflexões e fatores críticos de sucesso a fim de ampliar o

Leia mais

PARA CADA 2 INSCRIÇÕES CONFIRMADAS A 3ª E 4ª É CORTESIA

PARA CADA 2 INSCRIÇÕES CONFIRMADAS A 3ª E 4ª É CORTESIA Fortaleza - CE 23 e 24 de Fevereiro de 2016 PARA CADA 2 INSCRIÇÕES CONFIRMADAS A 3ª E 4ª É CORTESIA Objetivo: Capacitar e aperfeiçoar agentes públicos 1 / 15 em conhecimentos gerais, procedimentos e orientações

Leia mais

POLÍTICA DE AQUISIÇÃO DE BENS E SERVIÇOS

POLÍTICA DE AQUISIÇÃO DE BENS E SERVIÇOS 13/5/2016 Informação Pública ÍNDICE 1 OBJETIVO... 3 2 ABRANGÊNCIA... 3 3 REFERÊNCIA... 3 4 PRINCÍPIOS... 4 5 DIRETRIZES... 5 6 RESPONSABILIDADES... 6 7 INFORMAÇÕES DE CONTROLE... 8 13/5/2016 Informação

Leia mais

Curso de Engenharia Industrial Madeireira UFPR Prof. Umberto Klock

Curso de Engenharia Industrial Madeireira UFPR Prof. Umberto Klock Curso de Engenharia Industrial Madeireira UFPR Prof. Umberto Klock Introdução à Gestão de Projetos; Gestão de Escopo; Gestão de Prazos; Gestão de Custos; Gestão de Pessoas; Gestão de Comunicação; Gestão

Leia mais

ITAÚ UNIBANCO HOLDING S.A.

ITAÚ UNIBANCO HOLDING S.A. ITAÚ UNIBANCO HOLDING S.A. CNPJ 60.872.504/0001-23 Companhia Aberta NIRE 35300010230 RELATÓRIO DE ACESSO PÚBLICO GESTÃO INTEGRADA DE RISCO OPERACIONAL, CONTROLES INTERNOS E COMPLIANCE Objetivo Este documento

Leia mais

Gestão dos Projectos Bartolomeu Soto

Gestão dos Projectos Bartolomeu Soto Banco Mundial Governo de Moçambique Gestão dos Projectos Bartolomeu Soto Revisão do Desempenho da Carteira de Projectos (CPPR) 18 de Setembro de 2009 Assuntos Críticos a Considerar Desafios e Recomendações

Leia mais

FLUXO DE PROCEDIMENTOS PARA SOLICITAÇÕES ESPECÍFICAS PARA PROGRAMAS/ PROJETOS COM FINANCIAMENTO EXTERNO

FLUXO DE PROCEDIMENTOS PARA SOLICITAÇÕES ESPECÍFICAS PARA PROGRAMAS/ PROJETOS COM FINANCIAMENTO EXTERNO FLUXO DE PROCEDIMENTOS PARA SOLICITAÇÕES ESPECÍFICAS PARA PROGRAMAS/ PROJETOS COM FINANCIAMENTO EXTERNO 1. OBJETO Contratação de Serviço Terceiro Pessoa Física para os seguintes projetos/programas: -Projetos,

Leia mais

Manual de Compliance, Regras, Procedimentos e Controles Internos

Manual de Compliance, Regras, Procedimentos e Controles Internos MANUAL - ECO GESTÃO DE ATIVOS PAG.: 1 de 7 Manual de Compliance, Regras, Procedimentos e MANUAL - ECO GESTÃO DE ATIVOS PAG.: 2 de 7 ÍNDICE 1) Introdução...3 2) Responsabilidade da Área...3 3) Monitoramento

Leia mais

TERMO DE REFERÊNCIA PARA A CONTRATAÇÃO DE SERVIÇOS DE CONSULTORIA VISANDO A ELABORAÇÃO DE JOGO AMBIENTAL

TERMO DE REFERÊNCIA PARA A CONTRATAÇÃO DE SERVIÇOS DE CONSULTORIA VISANDO A ELABORAÇÃO DE JOGO AMBIENTAL TERMO DE REFERÊNCIA PARA A CONTRATAÇÃO DE SERVIÇOS DE CONSULTORIA VISANDO A ELABORAÇÃO DE JOGO AMBIENTAL 1. IDENTIFICAÇÃO DO TERMO DE REFERÊNCIA NÚMERO: 08/2010 2. IDENTIFICAÇÃO DO CONTRATANTE CONTRATANTE:

Leia mais

INTRODUÇÃO. Definição e Objetivo. Princípios Básicos METODOLOGIA DE RATING DE GOVERNANÇA CORPORATIVA

INTRODUÇÃO. Definição e Objetivo. Princípios Básicos METODOLOGIA DE RATING DE GOVERNANÇA CORPORATIVA INTRODUÇÃO A Governança Corporativa é o conjunto de relações entre a administração de uma instituição, seu conselho, seus acionistas e outras partes interessadas. Adicionalmente, pode ser entendida como

Leia mais

Projeto de Tarifação. 05 de março de 2013

Projeto de Tarifação. 05 de março de 2013 1 Projeto de Tarifação 05 de março de 2013 2 AGENDA 1. Evolução do Projeto e Objetivos 2. Decisões sobre tarifação no mercado de ações a vista 2.1. Redução da tarifa de negociação 2.2. Benefício para os

Leia mais

Darby Administração de Investimentos Ltda. CNPJ/MF: / POLÍTICA DE GESTÃO DE RISCOS. Junho de 2016

Darby Administração de Investimentos Ltda. CNPJ/MF: / POLÍTICA DE GESTÃO DE RISCOS. Junho de 2016 Darby Administração de Investimentos Ltda. CNPJ/MF: 05.977.098/0001-55 POLÍTICA DE GESTÃO DE RISCOS Junho de 2016 Esta Política de Gestão de Riscos ( Política ) é de propriedade exclusiva de Darby Administração

Leia mais

POTENCIAL DE PPPs NO ESTADO DO RIO DE JANEIRO

POTENCIAL DE PPPs NO ESTADO DO RIO DE JANEIRO POTENCIAL DE PPPs NO ESTADO DO RIO DE JANEIRO RILEY RODRIGUES Conselho Empresarial de Infraestrutura Sistema FIRJAN Principais desafios Os programas precisam ser estruturados, dentro de seus setores, como

Leia mais

BNDES - Apresentação Institucional. Oportunidades para Investimentos na Indústria Química Brasileira Sinproquim 23 de abril de 2014

BNDES - Apresentação Institucional. Oportunidades para Investimentos na Indústria Química Brasileira Sinproquim 23 de abril de 2014 BNDES - Apresentação Institucional Oportunidades para Investimentos na Indústria Química Brasileira Sinproquim 23 de abril de 2014 Quem somos Fundado em 20 de Junho de 1952 Empresa pública de propriedade

Leia mais

Um novo modelo de negócios

Um novo modelo de negócios Congresso Nacional de Adm Hospitalar 23/06/2006 Alternativas para Viabilização do Sistema de Saúde Sinergia Público Privado Parcerias - Público-Privadas PPP Um novo modelo de negócios A necessidade de

Leia mais

PROJETO INTEGRADO AULA 4 INTEGRAÇÃO E ESCOPO

PROJETO INTEGRADO AULA 4 INTEGRAÇÃO E ESCOPO PROJETO INTEGRADO AULA 4 INTEGRAÇÃO E ESCOPO PROF.: KAIO DUTRA Gerenciamento da Integração do Projeto O gerenciamento da integração do projeto inclui os processos e as atividades necessárias para identificar,

Leia mais

A Partilha e Gestão do Risco nas PPP

A Partilha e Gestão do Risco nas PPP A Partilha e Gestão do Risco nas PPP Breves reflexões sobre o tema Vitor Almeida 1 A Partilha e Gestão do Risco nas PPP As PPP podem ser uma alternativa eficiente à contratação pública tradicional? O que

Leia mais

REGULAMENTO DOS TRABALHOS DE CONCLUSÃO DE CURSO

REGULAMENTO DOS TRABALHOS DE CONCLUSÃO DE CURSO REGULAMENTO DOS TRABALHOS DE CONCLUSÃO DE CURSO CAPÍTULO I DAS DISPOSIÇÕES INICIAIS Art. 1º - O Trabalho de Conclusão de Curso (TCC) constitui-se como atividade facultativa e tem como objetivos: I - Desenvolver

Leia mais

Questões relevantes no processo de M&A envolvendo companhias abertas

Questões relevantes no processo de M&A envolvendo companhias abertas Questões relevantes no processo de M&A envolvendo companhias abertas 12.11.2015 Timeline Usual para Operações de M&A envolvendo Companhias Abertas Início das Tratativas 2 Divulgação da Operação Celebração

Leia mais

Estratégias para as Compras Públicas Sustentáveis. Paula Trindade LNEG

Estratégias para as Compras Públicas Sustentáveis. Paula Trindade LNEG Estratégias para as Compras Públicas Sustentáveis Paula Trindade LNEG Conferência Compras Públicas Sustentáveis LNEG, 25 Março 2010 Muitas organizações têm experiências em compras sustentáveis! Mas sem

Leia mais

Contrata Consultor na modalidade Produto

Contrata Consultor na modalidade Produto Contrata Consultor na modalidade Produto PROJETO 914BRZ4012 EDITAL Nº 005/2010 1. Perfil: TR 007/2010-CGS - CIÊNCIAS SOCIAIS APLICÁVEIS 3. Qualificação educacional: Graduação na área de CIÊNCIAS SOCIAIS

Leia mais

Governança e Gestão das Aquisições. Encontro com fornecedores dos Correios. Brasília Junho/2016

Governança e Gestão das Aquisições. Encontro com fornecedores dos Correios. Brasília Junho/2016 Governança e Gestão das Aquisições Encontro com fornecedores dos Correios Brasília Junho/2016 Agenda Importância do tema para o TCU Criticidade das aquisições O porquê da Governança Governança x Gestão

Leia mais

GERENCIAMENTO DE PROJETOS

GERENCIAMENTO DE PROJETOS GERENCIAMENTO DE PROJETOS O que é um projeto? PROJETO é o oposto de ROTINA Projeto é um empreendimento temporário conduzido para criar um produto ou serviço único. Projeto é um processo único, consistente

Leia mais

GERENCIAMENTO DE PROJETOS DE SOFTWARE. Rosana Braga ICMC/USP

GERENCIAMENTO DE PROJETOS DE SOFTWARE. Rosana Braga ICMC/USP GERENCIAMENTO DE PROJETOS DE SOFTWARE Rosana Braga ICMC/USP Processo de Software DEFINIÇÃO CONSTRUÇÃO PRODUTO DE SOFTWARE MANUTENÇÃO Análise Planejamento Eng. Requisitos Projeto Codificação Teste Entendimento

Leia mais

Resumo: Consulta Nacional sobre a Estratégia de Energia

Resumo: Consulta Nacional sobre a Estratégia de Energia Resumo: Consulta Nacional sobre a Estratégia de Energia País: Brasil Local: Hotel Pestana Rio Atlântica, Rio de Janeiro Data da reunião: 7 de junho de 2010 Número total de participantes: 8 Resumo: 1. Onde

Leia mais

Mário Augusto BággioB. Sócio Gerente Hoperações Consultoria em Gerenciamento Ambiental Ltda. Brasil. Brasil 19 a 21 de outubro de 2009

Mário Augusto BággioB. Sócio Gerente Hoperações Consultoria em Gerenciamento Ambiental Ltda. Brasil. Brasil 19 a 21 de outubro de 2009 Mário Augusto BággioB Sócio Gerente Hoperações Consultoria em Gerenciamento Ambiental Ltda. Brasil Brasil 19 a 21 de outubro de 2009 Hotel Transamérica rica São Paulo BRASIL Controle de perdas de água

Leia mais

Minuta Circular Normativa

Minuta Circular Normativa Minuta Circular Normativa 1. INTRODUÇÃO 1.1. Objetivo a) Estabelecer princípios e diretrizes para orientar as ações de natureza socioambiental nos negócios da Desenbahia e no seu relacionamento com clientes

Leia mais

POLÍTICA DE CONTROLES INTERNOS

POLÍTICA DE CONTROLES INTERNOS POLÍTICA DE CONTROLES INTERNOS Informação Pública 13/5/2016 ÍNDICE 1 OBJETIVO... 3 2 ABRANGÊNCIA... 3 3 PRINCÍPIOS... 3 4 REFERÊNCIAS... 4 5 CONCEITOS... 4 6 PRERROGATIVAS... 4 7 DIRETRIZES... 5 8 RESPONSABILIDADES...

Leia mais

MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO FUNDO NACIONAL DE DESENVOLVIMENTO DA EDUCAÇÃO DIRETORIA DE ASSISTÊNCIA A PROGRAMAS ESPECIAIS

MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO FUNDO NACIONAL DE DESENVOLVIMENTO DA EDUCAÇÃO DIRETORIA DE ASSISTÊNCIA A PROGRAMAS ESPECIAIS MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO FUNDO NACIONAL DE DESENVOLVIMENTO DA EDUCAÇÃO DIRETORIA DE ASSISTÊNCIA A PROGRAMAS ESPECIAIS TERMO DE REFERÊNCIA PARA CONTRATAÇÃO DE PESSOA FÍSICA - CONSULTOR POR PRODUTO - TOR/OEI/MEC/FNDE/DIPRO/

Leia mais

POLÍTICA DE COMPLIANCE, CONTROLES INTERNOS E CUMPRIMENTO DA INSTRUÇÃO CVM 558/15

POLÍTICA DE COMPLIANCE, CONTROLES INTERNOS E CUMPRIMENTO DA INSTRUÇÃO CVM 558/15 POLÍTICA DE COMPLIANCE, CONTROLES INTERNOS E CUMPRIMENTO DA INSTRUÇÃO CVM 558/15 SOMENTE PARA USO INTERNO Este material foi elaborado pela Atmos Capital Gestão de Recursos Ltda. ( Atmos Capital ou Gestora

Leia mais

A visão empresarial da nova institucionalidade

A visão empresarial da nova institucionalidade Inovação Tecnológica e Segurança Jurídica A visão empresarial da nova institucionalidade José Ricardo Roriz Coelho Diretor Titular Departamento de Competitividade e Tecnologia DECOMTEC Presidente Suzano

Leia mais

Comissão Paritária ACT 2016/2017. Plano de Saúde dos Empregados dos Correios. CorreiosSaúde

Comissão Paritária ACT 2016/2017. Plano de Saúde dos Empregados dos Correios. CorreiosSaúde Comissão Paritária ACT 2016/2017 Plano de Saúde dos Empregados dos Correios CorreiosSaúde Referência: ACT 2016/2017 Clausula 28 e PRT/PRESI 206/2016. Tema: Modelo de Gestão do Plano de Saúde Demanda: Comparar

Leia mais

Recomendação de políticas Serviços de nuvem seguros e confiáveis

Recomendação de políticas Serviços de nuvem seguros e confiáveis Recomendação de políticas Serviços de nuvem seguros e confiáveis A oportunidade Na medida em que a computação em nuvem dá origem a novas e poderosas capacidades, ela oferece o potencial de aumentar a produtividade,

Leia mais

Processos de Gerenciamento de Projetos. Parte 02. Gerenciamento de Projetos Espaciais CSE-301. Docente: Petrônio Noronha de Souza

Processos de Gerenciamento de Projetos. Parte 02. Gerenciamento de Projetos Espaciais CSE-301. Docente: Petrônio Noronha de Souza Processos de Gerenciamento de Projetos Parte 02 CSE-301 / 2009 / Parte 02 Gerenciamento de Projetos Espaciais CSE-301 Docente: Petrônio Noronha de Souza Curso: Engenharia e Tecnologia Espaciais Concentração:

Leia mais

As PPPs municipais: desafios e prognósticos

As PPPs municipais: desafios e prognósticos As PPPs municipais: desafios e prognósticos Frederico Bopp Dieterich 2016 www.azevedosette.com.br / Azevedo Sette Advogados Experiência em Infraestrutura VLT Carioca Iluminação Pública SP, DF e Contagem

Leia mais

Prof. Marcelo Mello. Unidade IV GERENCIAMENTO DE SERVIÇOS

Prof. Marcelo Mello. Unidade IV GERENCIAMENTO DE SERVIÇOS Prof. Marcelo Mello Unidade IV GERENCIAMENTO DE SERVIÇOS Gerenciamento de serviços Nas aulas anteriores estudamos: 1) Importância dos serviços; 2) Diferença entre produtos x serviços; 3) Composto de Marketing

Leia mais

A ANEEL e o Marco Regulatório do Brasil. Ivan Camargo Assessor da Diretoria

A ANEEL e o Marco Regulatório do Brasil. Ivan Camargo Assessor da Diretoria A ANEEL e o Marco Regulatório do Brasil Ivan Camargo Assessor da Diretoria Sumário 1. Marco Regulatório Brasileiro. Resultados. 2. Atuação da Agência Nacional de Energia Elétrica. 3. Principais Desafios.

Leia mais

Experiências de BNDs na América Latina com sistemas de gestão ambiental e social

Experiências de BNDs na América Latina com sistemas de gestão ambiental e social Experiências de BNDs na América Latina com sistemas de gestão ambiental e social Maria Netto Divisão de Mercados de Capitais e Instituições Financeiras Banco Interamericano de Desenvolvimento Porque apoiar

Leia mais

CONSELHO DE REGULAÇÃO E MELHORES PRÁTICAS DE FUNDOS DE INVESTIMENTO DELIBERAÇÃO Nº 65

CONSELHO DE REGULAÇÃO E MELHORES PRÁTICAS DE FUNDOS DE INVESTIMENTO DELIBERAÇÃO Nº 65 CONSELHO DE REGULAÇÃO E MELHORES PRÁTICAS DE FUNDOS DE INVESTIMENTO DELIBERAÇÃO Nº 65 O Conselho de Regulação e Melhores Práticas de Fundos de Investimento, no exercício das atribuições a ele conferidas

Leia mais

Revisão das políticas e procedimentos de aquisição do Banco Mundial. Setembro 2015

Revisão das políticas e procedimentos de aquisição do Banco Mundial. Setembro 2015 Revisão das políticas e procedimentos de aquisição do Banco Mundial Setembro 2015 Antecedentes Antecedentes- Aquisicoes no Banco Mundial Setores chave FY14 por montante dos contractos. Transporte 37% Agua,

Leia mais

7.1 Contribuições para a teoria de administração de empresas

7.1 Contribuições para a teoria de administração de empresas 7 Conclusões Esta tese teve por objetivo propor e testar um modelo analítico que identificasse como os mecanismos de controle e as dimensões da confiança em relacionamentos interorganizacionais influenciam

Leia mais

POLÍTICA DE INVESTIMENTOS DA BRASKEM

POLÍTICA DE INVESTIMENTOS DA BRASKEM ANEXO À PD.CA/BAK-37/2010 POLÍTICA DE INVESTIMENTOS DA BRASKEM Aprovada pelo Conselho de Administração da Braskem S.A. em 29 de Novembro de 2010 1 XX/XX/10 RAE Inventimentos LE Braskem Revisão Data da

Leia mais

Proteção Social y Saúde em Brasil

Proteção Social y Saúde em Brasil Proteção Social y Saúde em Brasil Banco Interamericano do Desenvolvimento Divisão de Proteção Social e Saúde (SPH) Marcia Leite Arieira Washington, DC Os Programas do BID em Proteção Social Para combater

Leia mais

Implementação da IFRS 9

Implementação da IFRS 9 Junho 2016 Implementação da IFRS 9 Considerações para bancos de importância sistémica O tempo está a contar. Os audit committees precisam de ser activos e de promover uma governação forte, que permita

Leia mais

adequadas ao contexto econômico-financeiro e institucional das empresas;

adequadas ao contexto econômico-financeiro e institucional das empresas; 1. Objetivo Aumentar a eficiência e competitividade das empresas do Sistema Eletrobrás, através da integração da logística de suprimento de bens e serviços, visando o fortalecimento de seu poder de compra

Leia mais

A Função de Compliance na Banca Comercial Objetivos Gerais: Já faz algum tempo que as Auditorias das organizações expandiram muito o escopo de seus trabalhos e a complexidade das suas atividades e, como

Leia mais

MINISTÉRIO DO AMBIENTE E RECURSOS NATURAIS. Decreto-lei n.º 147/95 de 21 de Junho

MINISTÉRIO DO AMBIENTE E RECURSOS NATURAIS. Decreto-lei n.º 147/95 de 21 de Junho MINISTÉRIO DO AMBIENTE E RECURSOS NATURAIS Decreto-lei n.º 147/95 de 21 de Junho A empresarialização dos sistemas multimunicipais e municipais de captação, tratamento e distribuição de água para consumo

Leia mais

REGULAMENTO INTERNO DA AUDITORIA DA ELETROBRAS

REGULAMENTO INTERNO DA AUDITORIA DA ELETROBRAS REGULAMENTO INTERNO DA AUDITORIA DA ELETROBRAS Sumário Capítulo I - Da Finalidade... 3 Capítulo II - Das Competências da Auditoria da Eletrobras... 3 Capítulo III - Da Organização da Auditoria da Eletrobras...

Leia mais

DIRETRIZES DE GOVERNANÇA CORPORATIVA DA PETROBRAS

DIRETRIZES DE GOVERNANÇA CORPORATIVA DA PETROBRAS DIRETRIZES DE GOVERNANÇA CORPORATIVA DA PETROBRAS O objetivo deste documento é estabelecer diretrizes para o modelo de governança corporativa da Petrobras, visando à atuação ativa do Conselho de Administração

Leia mais

9º Congresso do GIFE: O Sentido Público do Investimento Privado

9º Congresso do GIFE: O Sentido Público do Investimento Privado 9º Congresso do GIFE: O Sentido Público do Investimento Privado Capital filantrópico apoiando o ecossistema de Negócios de Impacto: modelos inovadores de financiamento 31 de Março de 2016 (14:30 16:00)

Leia mais