CooperaçãoTecnológica entre Universidade e Empresa e a Inovação Sustentável

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1 CooperaçãoTecnológica entre Universidade e Empresa e a Inovação Sustentável Autoria: Daniela Althoff Philippi, Cibele Barsalini Martins Resumo: O artigo objetivou descrever a cooperação tecnológica entre Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz da Universidade de São Paulo e uma empresa do setor agrícola no desenvolvimento de inovações sustentáveis. Diante da incipiência de estudos que abordam a cooperação tecnológica relacionada a inovações sustentáveis, é que se apresenta o caso da empresa, uma start-up que atua no controle biológico de pragas, como alternativa mais sustentável que as tradicionais. São apresentados o processo de cooperação tecnológica entre universidade e empresa desde o início e a sua influência na configuração organizacional atual da empresa atrelados ao desenvolvimento de inovação sustentável. 1

2 1. Introdução A cooperação tecnológica entre universidades e empresas pode trazer benefícios, para ambas partes estendendo-se para a sociedade. No Brasil, no entanto, essa cooperação ainda é recente com poucas pesquisas que tratam do assunto, sobretudo que abordem start-ups geradas a partir de pesquisas acadêmicas com mantenham arranjos cooperativos vinculados à inovação sustentável. O artigo apresenta o caso de uma start-up criada a partir de pesquisas na Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz da Universidade de São Paulo Esalq USP e que reconhecidamente pratica a inovação sustentável no setor agrícola. Após 12 anos de fundação, a empresa mantém a parceria com a Esalq USP e estendeu seus arranjos cooperativos a outras instituições de ensino e pesquisa, o que tem influenciado a sua liderança no Brasil no controle biológico de pragas nas culturas da soja e da cana. O objetivo do presente artigo é descrever o processo de cooperação tecnológica entre universidade e empresa que culminou no desenvolvimento de inovações sustentáveis desde o seu início e a sua influência na atual configuração organizacional da start-up. O enfoque na relação com a Esalq USP pautou-se pelo fato da start-up ter sido criada a partir de pesquisas realizadas na Universidade e por ser a cooperação que foi a base para as suas principais inovações sustentáveis. Inicialmente, apresenta-se uma revisão da literatura que aborda a cooperação entre universidades e empresas, os Sistemas Nacionais de Inovação SNI e a inovação sustentável. Na sequência, os procedimentos metodológicos e os resultados da pesquisa que incluem o histórico da cooperação entre a universidade e a empresa, facilidades e benefícios advindos da cooperação com a Esalq USP para a empresa, a inovação sustentável de maior destaque para a empresa resultado da interação com a Esalq USP e a influência da cooperação na estrutura de trabalho da empresa. Nas considerações finais são apresentadas as principais conclusões do estudo e recomendações para futuras pesquisas. 2. Revisão da literatura A cooperação entre universidades e empresas passou a receber atenção da academia especialmente na década de 1960, a partir dos estudos de Sábato e Botana (1968) na América Latina, que buscaram avaliar a interação entre universidade, empresa e governo, com o intuito de dar suporte ao desenvolvimento dos países em desenvolvimento. Os estudos resultaram no modelo Triângulo de Sábato em que os vértices são ocupados pelo governo, pela estrutura produtiva (empresas ou indústria) e pela a infraestrutura científica e tecnológica do país. O modelo indica que, além de uma infraestrutura científico-tecnológica robusta, é necessário transferir os resultados das pesquisas, acoplando-se à estrutura produtiva e, para tanto, ter o aparato governamental com a liberação de recursos e com o seu poder de regulação (SÁBATO e BOTANA, 1968). Na década de 1980 foram apresentados conceitos de Sistemas Nacionais de Inovação SNI, especialmente por Freeman e Lundvall (MOTTA e ALBUQUERQUE, 2004). Segundo Lundvall (1992), atribui-se a importância do SNI às informações de rede de relações para uma empresa inovar e Freeman (1995) acrescenta que a interação entre seus agentes (organizações e instituições como, por exemplo, universidades e institutos de pesquisa, governo e empresas) para o desenvolvimento tecnológico. Motta e Albuquerque (2004, p. 10), embora destaquem o SNI como um conceito em aberto a se enriquecer de avanços na elaboração teórica, o apresentam como: um arranjo institucional envolvendo múltiplos participantes: 1 firmas e suas redes de cooperação e interação; 2 universidades e institutos de pesquisa; 3 instituições de ensino; 4 sistema financeiro; 5 sistemas 2

3 legais; 6 mecanismos mercantis e não-mercantis de seleção; 7 governos; 8 mecanismos e instituições de coordenação. Como um progresso do modelo de Sábato, e vinculado ao conceito de SNIs, em meados de 1990 foi criado o modelo Hélice Tripla por Henry Etzkowitz, a partir observação da atuação do Massachussetts Institute of Technology MIT e da sua relação com o pólo de indústrias de alta tecnologia em seu entorno (VALENTE, 2010). Os objetivos são basicamente os mesmos do Triângulo de Sábato, bem como a mesma estrutura, entretanto, os atores universidade, governo e indústria apresentam interação em rede, têm entendimentos e posturas diversas (não estanques) e compartilham responsabilidades no desenvolvimento científico e tecnológico, sem relações de hierarquia (ETZKOWITZ e LEYDESDORFF, 2001a). O modelo da Hélice Tripla é um modelo em evolução em que a universidade, por exemplo, passa de mera fornecedora de conhecimento e de capital humano a responsável pela criação de propriedade intelectual e, em alguns casos, até de novas empresas (ETZKOWITZ; LEYDESDORFF, 2001a). Para Etzkowitz e Leydesdorff (2000) novos arranjos são formados a partir das relações da Hélice Tripla. A Hélice Tripla denota não apenas a relação da universidade, indústria e governo, mas também a transformação interna dentro de cada uma dessas esferas. A universidade, por exemplo, foi transformada em uma instituição em que se combinam o ensino e a pesquisa (ETZKOWITZ e LEYDESDORFF, 2001b). A ampliação de papéis, no modelo da Hélice Tripla, leva a uma maior possibilidade de ações inovadoras nas áreas de atuação dos atores, como a inserção do corpo docente e discente das universidades no ambiente produtivo, criando atitudes proativas e vinculadas ao mercado de trabalho. O modelo veio favorecer o desenvolvimento regional, pois possibilita, diferentemente do de Sábato, adaptação às características geográficas locais, num movimento capaz de gerar bem estar à sociedade (ETZKOWITZ e LEYDESDORFF, 2001b). Etzkowitz e Leydesdorff (2000) defendem que reorganizações entre setores industriais e nações são induzidas por novas tecnologias. Para Etzkowitz e Leydesdorff (2000), a pesquisa universitária pode ser analisada como um lugar no laboratório das mudanças das redes intensivas de conhecimento. Segundo os autores, há uma evolução no modelo da hélice tripla, sendo que cada sistema é definido e pode ser redefinido (no que se refere à atuação e às funções) e pode ser entendido como um modelo alternativo para explicar o atual sistema de pesquisa no seu contexto social. Com relação aos SNIs e à evolução mais recente do seu conceito, Freeman (1995) apresenta influências internacionais e externas, do sistema de educação nacional, das relações industriais, das instituições técnicas e científicas, das políticas governamentais, das tradições culturais e de outras instituições, como fundamentais na sua diferenciação entre os países. Freeman (1995) destaca, sobretudo, as diferenças históricas entre os países no que se refere aos meios de organizar e sustentar o desenvolvimento, introdução, incremento e difusão de novos produtos e processos nas economias nacionais. O autor assevera ainda que com a globalização, os níveis de interação com outros países no comércio internacional também passaram a ser considerados pela sua influência no desenvolvimento tecnológico. Modelos como o Triângulo de Sábato e da Hélice Tripla, e os estudos sobre os SNIs, vinculados à sua criação em diversos países, comprovam a importância das interações entre os seus elementos. A interação da universidade bem como de institutos de pesquisa com empresas tem cada vez mais sido enfatizada como propulsora do desenvolvimento científico tecnológico e, conseqüentemente, econômico e social nos países em desenvolvimento. Segundo Costa, Porto e Feldhaus (2010, p. 102), 3

4 O crescimento de acordos cooperativos entre instituições de pesquisa e entidades empresariais representa, portanto, nova tendência colocada pela sociedade. O estudo desses arranjos, notadamente a sua estrutura e sua gestão, poderá contribuir para o desenvolvimento de modelos gerenciais inovadores, dando suporte ao consequente crescimento econômico e tecnológico dos países que buscam o desenvolvimento. No Brasil, Gomes et al (2011) destacam que a partir da Lei de Inovação de 2004 cujo objetivo é criar ambientes propícios à inovação o modelo de desenvolvimento tecnológico baseado na cooperação entre universidades e empresas U-E vem se consolidando como uma das estratégias de desenvolvimento tecnológico e econômico do país, buscando diferenciais de competitividade no mercado. O resultado, em algumas ocasiões, de arranjos cooperativos entre universidades e empresas pode ser a transferência de tecnologia TT. A transferência de tecnologia entre universidades e empresas TT U-E é a passagem de conhecimentos gerados pela universidade a uma empresa que lhe permitem inovar e ampliar sua capacidade tecnológica, possibilitando-lhe obter uma vantagem competitiva no mercado (CLOSS e FERREIRA, 2012). A TT U-E pode-se classificar em formal e informal. Como TT formal estão os meios que frequentemente visam a transferência de um resultado de pesquisa como uma patente ou uma licença para utilizar a tecnologia, incluindo direitos de propriedade, enquanto que na informal, normalmente não há essa expectativa (GRIMPE e FIER, 2010). Link, Siegel e Bozeman (2006), Grimpe e Fier (2010) e, mais recentemente, Bradley, Hayter e Link (2013) demonstram a necessidade de maior atenção a TT informal como foco de estudos. Segundo Grimpe e Fier (2010), exemplos de TT informais podem ser: contatos entre membros da academia e empresas em conferências, publicações conjuntas, consultorias acadêmicas e outros contatos informais como conversas e reuniões. Bradley, Hayter e Link (2013) acrescentam como exemplos assistências técnicas e pesquisas conjuntas (cooperativas). Há autores que estudam a transferência da propriedade intelectual por meio da criação de novas empresas start-ups, dentre eles Di Gregorio e Shane (2003) que identificaram os motivos que levam algumas universidades a gerarem mais start-ups que outras para transferir a sua propriedade intelectual como a atuação em áreas emergentes da economia e a participação nos lucros por parte do inventor. Uma start-up pode ser considerada uma spinoff universitária, ou seja, uma empresa criada a partir de pesquisa acadêmica, o que pode se caracterizar como TT formal ou informal. Segundo Bercovitz e Feldmann (2006), há uma variedade de definições para spinoffs, dentre elas, a definição de spinoffs como empresas iniciadas por estudantes ou pós doutores a partir de pesquisas conduzidas nas universidades. No processo de cooperação entre universidade e empresas, cabe mencionar estudos que vinculam o sucesso da universidade e de seus pesquisadores ao sucesso ou facilidades ao empreendimento, dos quais se destacam: (1) a criação de start-ups a partir de universidades renomadas facilita o acesso a recursos devido à credibilidade da instituição (DI GREGORIO e SHANE, 2003); (2) empresas que possuem relações cooperativas com cientistas de destaque de universidades apresentam reflexos positivos (oportunidades) advindos dessa relação: na sua produtividade, nos produtos em desenvolvimento e na sua inserção no mercado (ZUCKER e DARBY, 2001); (3) a presença de cientistas e engenheiros estrelas, ou seja, renomados ou experts que detém o conhecimento em determinada área afeta positivamente a atividade das spinoffs e influencia na habilidade de criação de inovações radicais (O SHEA et al, 2005). 4

5 Stal e Fujino (2005) referem-se a dificuldades no processo de cooperação U-E no Brasil, dentre as quais podem ser destacadas: escassez de investimentos em pesquisa; inexistência de uma cultura para a inovação, proveniente da carência de políticas de incentivos à atividade de pesquisa e desenvolvimento tecnológico e, especialmente em universidades públicas; a diversidade de políticas dessas universidades quanto à proteção e ao licenciamento do conhecimento desenvolvido não há diretrizes claras nas próprias universidades no âmbito mais geral da política científica e tecnológica, o que dificulta a exploração comercial de resultados de pesquisa e a sua transformação em inovação. Referindo-se especificamente à TT U-E, Siegel, Waldman e Link (2011) acrescentam fatores institucionais que dificultam o processo em universidades norte americanas tais como práticas organizacionais e sistemas de recompensas inadequados e barreiras culturais entre empresas e universidades. Há, portanto, vários entraves para que a cooperação entre U-E se consolide, sendo necessário que tanto o poder público como as universidades e empresas tenham conhecimento dos seus benefícios. Com relação às universidades, a literatura indica que os benefícios mais expressivos são a maior possibilidade em captar recursos adicionais para a pesquisa básica e aplicada e a possibilidade de proporcionar um ensino vinculado aos avanços tecnológicos e, para as empresas, a ampliação da capacidade em desenvolver tecnologia com menor investimento, em menor tempo e com menores riscos (PUFFAL, TREZ e SCHAEFFER, 2012). Sobre a relação entre arranjos cooperativos entre U-E e inovação ou organizações sustentáveis, verifica-se na literatura internacional e nacional uma incipiência de estudos sobre o assunto e, até mesmo, estudos que tenham como objetivo investigar start-ups sustentáveis. Kanter (1999) aborda a inovação social e as start-ups como alternativas que vão além dos antigos modelos corporativos, incapazes de criar mudanças sustentáveis. Para fins do presente estudo, parte-se do pressuposto de que start-ups e ou spinoffs, advindas de pesquisas acadêmicas, podem, portanto, como resultado do processo de cooperação entre U-E, acrescentarem a inovação sustentável em seus negócios. Barbieri et al (2010) referem-se à inovação sustentável como forma de pensar a inovação contribuindo para o Desenvolvimento Sustentável. Para os autores, a inovação sustentável se consolida com a introdução de produtos, processos produtivos, métodos de gestão ou negócios inéditos ou significativamente aprimorados para a organização, que possibilitam benefícios econômicos, sociais e ambientais, quando comparados às alternativas pertinentes (BARBIERI et al, 2010). A sustentabilidade possui três dimensões: econômica, social e ambiental. No ambiente de negócios o termo the triple bottom line é utilizado para mostrar a importância em alcançar a sustentabilidade, o que implica que a indústria empresas tenha que expandir o seu enfoque econômico tradicional para incluir as dimensões ambientais e sociais, de forma a criar um negócio mais sustentável (UNEP, 2013). Encontrar as necessidades do presente sem comprometer a habilidade das futuras gerações em encontrar as suas necessidades tem sido a definição de desenvolvimento sustentável desde a publicação do Relatório de Brundtland em A busca pela sustentabilidade requer que empresas, governos e a sociedade tenham ações e alterem comportamentos de consumo e de produção, com políticas e mudanças nas práticas. As empresas negócios devem buscar a lucratividade e, ao mesmo tempo, aumentar o seu desempenho dos processos de produção e dos produtos (OECD, 2007). No que se refere a atividades econômicas que se destacam quanto à maior necessidade de inovações sustentáveis, atividade agrícola é apontada pela Comissão Europeia (2012), sendo que um dos motivos são as previsões sobre o aumento populacional mundial, 5

6 especialmente de países em desenvolvimento, pois serão muitas pessoas para alimentar o que obriga a haver um aumento significativo da produção agrícola sustentável. Rothenberg (2007) também avalia a necessidade de mudar o modelo de negócio, pois a sustentabilidade nos negócios está muito além do que ter foco na eficiência do produto ou do serviço. A autora propõe uma mudança no modelo de negócio que induza à redução do consumo do produto final, agregando serviços e possibilitando a redução do consumo de bens, ao que intitula de Sustaintability through servicizing. Assim, verifica-se a emergência na orientação das atividades de produção agrícola para a inovação com sustentabilidade, respeitando as fronteiras limites e previsões bem fundamentadas. Para tanto, o presente artigo aborda um caso de cooperação entre universidade e empresa (uma start-up) cujas ações desenvolvidas propiciaram um configuração organizacional e estratégica que contribuiu para o desenvolvimento de inovações sustentáveis. Contudo, acredita-se que para o esforço deve ser conjunto no que se refere também aos papéis dos SNIs e do desempenho conjunto dos elementos da Hélice Tripla. 3. Procedimentos metodológicos A pesquisa se caracterizou como qualitativa e como estudo de caso, pois se trata de estudo empírico e aprofundado das relações, dos processos e dos fenômenos que se basearam, predominantemente, em depoimentos e informações dos pesquisados (MINAYO et al, 1994, FLICK, 2004; EISENHARDT, 1989; YIN, 2001). A pesquisa também foi exploratória por buscou a familiarização com o fenômeno ou nova percepção do mesmo e descoberta de novas ideias (BABBIE, 1998; EISENHARDT, 1989). Os dados foram coletados com base em fontes secundárias (bibliografia e documentos) e primárias (entrevistas), advindos da Esalq USP e da empresa. Foram investigados os benefícios na criação e trajetória da start-up, nos processos de inovação especialmente de relações entre Esalq USP e empresa aspetos da sua inovação sustentável. Como a pesquisa foi sobre a cooperação entre a universidade e a empresa, foram selecionados, em amostra não probabilística intencional (SELLTIZ, WRIGHTSMAN e COOK, 1974), o Professor e Pesquisador e Coordenador do Laboratório de Biologia de Insetos da Esalq USP em que foram realizadas pesquisas e que permanece com relações com empresa, além de um dos seus sócios fundadores. As entrevistas foram semiestruturadas e os documentos organizacionais foram consultados no portal da empresa na Internet; e as fontes bibliográficas, sobretudo na Revista Fast Company e no Fórum Econômico Mundial World Economic Forum (FAST COMPANY, 2012; WEF, 2014). Após a transcrição das entrevistas, os dados coletados nas diferentes fontes foram agrupados para identificar os fatores motivadores, facilitadores e obstáculos na criação da start-up e nos processos de inovação especialmente na cooperação entre Esalq USP e empresa, bem como os benefícios da sua implementação quanto ao Desenvolvimento Sustentável. Foram identificados os conteúdos mais significativos dos discursos dos entrevistados, dos documentos e da bibliografia para uma análise sistemática, conforme os objetivos da pesquisa. Os dados de fontes primárias e secundárias foram triangulados e analisados conjuntamente (FLICK, 2004). 4. Resultados Apesar dos benefícios que a cooperação tecnológica entre universidades e empresas possa criar para ambas como para a sociedade, especialmente quando se vinculam startups e inovação sustentável, os estudos e a prática desses conceitos, conjuntamente são pouco explorados. Assim, apresenta-se o estudo de caso da empresa, uma start-up que há 12 anos atua no controle biológico de pragas, como alternativa mais sustentável que as tradicionais. 6

7 A empresa pode ser considerada uma start-up e uma spinoff (BERCOVITZ e FELDMANN, 2006), pois iniciou com estudantes (dentre sócios fundadores), a partir de pesquisas na Esalq USP quando foram alunos de pós graduação stricto sensu na Esalq USP e trabalharam no Laboratório de Biologia de Insetos, onde desenvolveram estudos e pesquisas sobre o controle biológico de pragas (SÓCIO FUNDADOR DA EMPRESA e PROFESSOR DA ESALQ). A Esalq USP tem, ao longo de seus 105 anos, contribuído de forma decisiva para o avanço tecnológico da agricultura brasileira, seja na formação de recursos humanos na geração de resultados através de pesquisas em Ciências Agrárias. Atualmente, a Escola conta cursos de especialização, o Pólo Nacional de Biocombustíveis, a Casa do Produtor Rural e a Incubadora de Empresas Agrozootécnicas EsalqTec (USP ESALQ, 2013). Distribuída em 13 departamentos, com corpo docente altamente qualificado, a Pesquisa e Extensão é composta por 250 professores, que desenvolvem mais de 500 projetos de pesquisa nos 120 laboratórios da Esalq, gerando conhecimentos, processos e produtos para a sociedade (USP ESALQ, 2013). Inicialmente, a empresa atuou no controle biológico da principal praga dos canaviais a broca de cana e estendeu ao controle de pragas de outros grãos, tais como a soja e de outras lavouras comerciais. Hoje, além de manter parceria com a Esalq USP, ampliou a cooperação com universidades e com a Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária EMBRAPA (SÓCIO FUNDADOR). Em toda a trajetória da empresa, a cooperação tecnológica tem sido fundamental para o desenvolvimento das suas inovações sustentáveis e para o seu reconhecimento em níveis nacional e internacional. Destaca-se que a empresa foi indicada pelo Fórum Econômico Mundial (WEF, 2014) como uma das empresas mais inovadoras do mundo, ao se considerar revolucionário o uso de vespas no controle biológico de pragas na agricultura. A grande inovação da empresa estudada foi a utilização de uma vespa (trichogramma) que parasita o ovo, evitando o nascimento da lagarta para controlar a praga em grandes culturas (soja e cana de açúcar). Tal inovação diferenciou a empresa em relação aos seus concorrentes por ser mais sustentável no controle de pragas comparado ao método tradicional do uso de pesticidas e de outras empresas que utilizam o método de controle biológico, neste caso, essencialmente pelo uso de vespas que se alimentam de ovos de outras pragas antes que as larvas se tornem lagartas, o que torna o processo mais produtivo (SÓCIO FUNDADOR). O seu desempenho ocorre, especialmente pelo fato da larva não se formar como em outros meios de controle biológico e, se comparado ao uso de pesticidas necessitar de uma única aplicação em vez de três, como o que ocorre hoje em muitas lavouras por causa do aumento da população de insetos resistentes a inseticidas devido ao uso contínuo desses produtos (SÓCIO FUNDADOR). A inovação da empresa leva à transformação do mercado existente, pois se trata de algo inédito, altamente competitivo pelo seu desempenho e outras empresas vêm procurando desenvolver tecnologias similares. Entre os motivos que levam algumas universidades a gerarem mais start-ups que outras esta a atuação em áreas emergentes da economia (DI GREGORIO e SHANE, 2003), como, no caso do estudo, a biotecnologia pois se trata do uso de organismos vivos (insetos) no controle das pragas. Pode-se acrescentar, a preocupação com o Desenvolvimento Sustentável, algo cada vez mais presente na atividade agrícola de produção de alimentos. Verificou-se, ainda, a partir das entrevistas grande preocupação e por parte da Esalq USP no sua colaboração para o desenvolvimento sustentável nas suas atividades de pesquisa, ensino e extensão. 7

8 Entende-se que a valorização e o crescente desenvolvimento da biotecnologia, junto à expertise dos sócios fundadores e da consolidação da pesquisa acadêmica da Esalq USP na área e a preocupação por parte da universidade com o Desenvolvimento Sustentável foram motivos que levaram à abertura da empresa e às inovações sustentáveis. Com a cooperação com a Esalq USP, é que foi possível à empresa a participação no Programa Pesquisa Inovativa em Pequenas Empresas PIPE e no Programa de Apoio à Pesquisa em Empresas PAPPE, por intermédio da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo FAPESP, fomentando a criação da empresa e das inovações. Houve, segundo o Sócio Fundador, a participação em várias fases do PIPE, cada vez com montantes maiores, via FAPESP e Esalq USP, com avaliações técnicas e financeiras aprovadas. Esse facilitador para a abertura da empresa quanto ao acesso a recursos relacionado à tradição e ao renome da Esalq USP, também coincide com o que Di Gregorio e Shane (2003) evidenciaram em suas pesquisas sobre aspectos que levam algumas universidades a gerarem mais startupsque outras. A formalização com a Esalq USP foi realizada com os projetos atrelados à Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo FAPESP, por intermédio do Professor que, segundo o Sócio Fundador, era nosso braço acadêmico. A cooperação com aesalq USP favoreceu o acesso ao fomento para a execução das suas atividades inovadoras, uma vez que, de acordo com o Sócio Fundador, o próprio projeto exigia a cooperação com pesquisadores e permitia à empresa a utilização de alguns laboratórios da universidade. Outro benefício da cooperação foi a utilização do espaço físico da Esalq USP, no início das atividades da empresa. No primeiro ano e meio no laboratório e, nos próximos cinco anos, no espaço físico da incubadora tecnológica que, na época, estava desativada. A empresa ocupou salas, onde se instalou. Os equipamentos foram adquiridos por meio dos projetos via FAPESP, e ficaram inicialmente alienados à universidade, e, depois de cinco anos, com a consolidação da empresa, passaram a pertencê-la (SÓCIO FUNDADOR), o que reflete os estudos de Di Gregorio e Shane (2003) ao se referirem a aspectos que facilitam a adoção de cooperação por parte das empresas. O conhecimento do pesquisador orientador dos sócios fundadores, que é também coordenador do laboratório de pesquisa em que trabalharam, e a vinculação com uma universidade renomada na área a Esalq USP também foram mencionados na entrevista como benefícios da cooperação para a inserção da empresa no mercado e da sua atuação até hoje, bem como, contribuiu para o sucesso dos seus produtos. Isso compreende constatações de estudos anteriores de Zucker e Darby (2001) de que empresas com relações de cooperação com cientistas de destaque de universidades apresentam consequências positivas sobre produtos em desenvolvimento e na sua inserção no mercado. Reforçam-se constatações de pesquisas anteriores de O Shea et al (2005), para quem a presença de cientistas e engenheiros estrelas, ou seja, renomados ou experts, que detém o conhecimento em determinada área, afeta positivamente a atividade das spinoffs e influencia na desenvoltura para a criação de inovações radicais, o que se consolidou na habilidade dos sócios na criação da tecnologia. Evidencia-se ainda o impacto da reorganização entre setores industriais induzida por novas tecnologias, como defendido por Etzkowitz e Leydesdorff (2000), considerando-se, com base em Brasil (2007) a biotecnologia, no que se inclui o caso estudado devido à manipulação de organismos vivos na inovação. Outro fator identificado foi o forte suporte da Esalq USP no momento da comercialização do produto. Há influência positiva desde o início da empresa até hoje sobre a comercialização dos produtos, devido à forte associação da empresa com a Esalq USP, especialmente pelo fato da Esalq USP ser nome forte na agricultura e a faculdade de agronomia ser a mais conhecida no Brasil e respeitada também (SÓCIO FUNDADOR DA EMPRESA). 8

9 Outro fator evidenciado nas falas dos entrevistados foi o sentimento de gratidão e a parceria existente entre a empresa e a Esalq USP, o que se comprova pela Esalq USP e FAPESP (por meio da Esalq USP) terem, segundo o Sócio Fundador da empresa (2013), levado a empresa para eventos fora do Brasil, para mostrar a tecnologia brasileira do controle biológico de pragas e também pela Esalq USP proporcionar reuniões com clientes potenciais. No que se refere aos benefícios da cooperação com a Esalq USP relacionados ao Desenvolvimento Sustentável, verificou-se que há preocupação com o Desenvolvimento Sustentável tanto na Esalq USP como na empresa, devido à conduta e ao conhecimento transferido aos seus sócios fundadores. Essa preocupação foi evidenciada nas entrevistas. O aumento populacional e o suporte necessário à agricultura para prover alimentos considerando limites do crescimento influenciam na busca de maior sustentabilidade na atividade agrícola. Com relação às dimensões do Desenvolvimento Sustentável, os benefícios da tecnologia da empresa identificados na pesquisa, com base nas entrevistas, foram: ambientais: o uso do da tecnologia da empresa em relação à aplicação do pesticida evita a contaminação in loco que ocorre na pulverização (que muitas vezes contamina as pessoas e, desnecessariamente, outros espaços) e também em relação ao equilíbrio biológico com a liberação dos parasitóides; sociais: alimentação orgânica manuseio (funcionários), evitando contaminação e intoxicação; econômicos: o controle biológico geralmente é mais barato que o pesticida. Além disso devido à resistência desenvolvida pela praga, aplica-se o pesticida até três vezes mais. Então, comparado ao uso de pesticidas, o uso da tecnologia da empresa proporciona menor contaminação do ambiente, redução de riscos às pessoas envolvidas no processo e menores custos na aplicação. No caso da empresa, há o apelo em relação à sustentabilidade e o menor custo proporcionado, consequentemente, menor custo ao produtor rural. A dinâmica da inovação sustentável que se fundamenta na configuração da dinâmica de trabalho da start-up a partir da interação com a universidade é sintetizada na figura 1. UNIVERSIDADE Pesquisa básica START UP Produção em escala Figura 1: Cooperação tecnológica e inovação sustentável Fonte: dados primários e secundários. Desta forma, a empresa é exemplo da consolidação de um novo modelo de negócio a partir da cooperação com a universidade. A pesquisa básica é intensificada na cooperação com a universidade, cabendo a empresa a viabilização econômica da pesquisa básica, por meio da transformação em algo passível de comercialização, ou seja, passível de produção em escala. Assim, a empresa, reduz custos, absorve alta tecnologia e a transforma em inovação, constituindo um produto de custo mais baixo e, assim, com maior alcance ao consumidor (dimensão econômica e social), além de reduzir o impacto ao meio ambiente, quando comparado ao uso de pesticidas. 9

10 A empresa hoje mantém arranjos cooperativos com outra universidade e um instituto de pesquisa, também transformando o processo de produção para uma produção em escala que proporcione custos menores. Desta maneira, a empresa estendeu a cooperação tecnológica e apresenta uma configuração fundamentada na cooperação tecnológica aliada à busca da inovação sustentável, com o aprimoramento dos benefícios sociais, econômicos e ambientais do desenvolvimento sustentável. 5 Considerações finais As inovações da empresa criadas a partir de pesquisas nas instituições de ensino e pesquisa, especialmente na Esalq USP, diminuem consideravelmente os impactos negativos ao meio ambiente, além de favorecerem maior número de consumidores, a partir da prática de transformar a pesquisa acadêmica em produtos viáveis para a comercialização, por meio da sua transformação adaptação para a produção em escala e, por fim, a inovação. Constatou-se a escassez de estudos envolvendo start-ups e spinoffs com o mesmo direcionamento do estudo de caso apresentado e, com base nos autores consultados, a literatura existente ora converge ora diverge para a realidade da empresa. Espera-se que os resultados da pesquisa possam inspirar universidades e empresas à prática da cooperação aliada à inovação sustentável. O caso mostra como a universidade pode contribuir com maior efetividade para a sociedade, uma vez que a pesquisa básica, que poderia ficar nos muros da universidade, é a base para as inovações bem sucedidas da empresa, inovações que têm refletido significativamente para o Desenvolvimento Sustentável com potencial de contribuírem ainda mais no futuro por se tratarem de inovação radical. No caso estudado, a universidade e a empresa se aproximaram desde a fundação da start-up e spinoff, estendendo-se na sua trajetória para mais universidades e instituto de pesquisa, o que contribuiu sobremaneira para o desenvolvimento de inovações sustentáveis. Start-ups, como a apresentada na pesquisa, são empresas que podem se originar de pesquisas acadêmicas (spinoffs) e se fortalecerem no processo de cooperação com universidades e institutos de pesquisa, podendo proporcionar uma nova dinâmica no Desenvolvimento Sustentável. Para futuros estudos envolvendo a empresa, sugere-se a verificação dos fatores analisados com a Esalq USP neste estudo, evidenciando se o comportamento diverge ou não dos identificados na cooperação com outra instituições (universidades e ou instituições de pesquisa). Também são propostos estudos que contemplem conjuntamente as variáveis estudadas na pesquisa, considerando que a literatura aborda as variáveis de forma separada. Casos de sucesso como o da empresa merecem ser estudados para que a sua prática possa contribuir para a teoria, bem como para a prática de outras organizações. Assevera-se ser essencial o papel do Estado representado no estudo de caso por instituições de apoio à pesquisa atrelada à universidade no incentivo à realização da cooperação tecnológica e na criação de empresas start-ups, por meio de um esforço para a consolidação da cooperação tecnológica e de seus esperados e possíveis benefícios deva ser implementado em consonância aos SNIs e ao Modelo da Hélice Tripla. Referências BABBIE, E. The practice of social research. California: Wadsworth Publishing Company, BARBIERI, J. C.; VASCONCELOS, I. F. G. de; ANDREASSI, T.; VASCONCELOS, F. C. de. Inovação e sustentabilidade: novos modelos e proposições. Revista de Administração de Empresas. São Paulo. v. 50, n 2, p abr./jun.,

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