Mais Além da Voz Inexpugnável : estado da arte em tecnologias hipermídia aplicadas à personalização e à interação social em museus virtuais

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "Mais Além da Voz Inexpugnável : estado da arte em tecnologias hipermídia aplicadas à personalização e à interação social em museus virtuais"

Transcrição

1 Mais Além da Voz Inexpugnável : estado da arte em tecnologias hipermídia aplicadas à personalização e à interação social em museus virtuais Marcelo Sabbatini 1 (UFPE) Resumo: Como instituições mediadoras da cultura envolvidas na educação, os museus ao mesmo tempo que exibem uma resistência organizacional previsível às mudanças de qualquer natureza também buscam adaptarse ao novo contexto sócio-tecnológico marcado pelos vários impactos das tecnologias de informação e comunicação e pela pós-modernidade. A partir deste premissas, exploramos como as tecnologias de hipermídia estão sendo utilizadas pelos museus virtuais, entendidos já como forma de complementar as ações de suas matrizes reais, em dois campos: a personalização e a contextualização da visita, seguindo uma lógica de subjetividade, e de interação social, na forma de visitas cooperativas, de comunidades virtuais e de redes sociais,operacionalizando a lógica da sociedade-rede. Em seu conjunto, estas iniciativas responderiam à exortação de um novo papel social dos museu, capaz agora de reconhecer a multiplicidade de vozes presentes na sociedade e assumindo um papel de destaque no fomento da participação democrática. Palavras-chave: museus virtuais, hipermídia, personalização. Abstract: As institutions that mediate the access to culture and education, museums exhibit a foreseeable organizational resistance to change and at the same time, seek do adapt themselves to the socio-technological context imprinted by the impacts of information and communication technologies and by post-modernity. From these premises, we explore how hypermedia technology is being used by virtual museums, already understood as complementary actions of their real matrices, in two application fields: the visit's personalization and context building, as well as, under a subjectivity logics, the social interaction shaped by cooperative visits, virtual communities and social networks access. Jointly, these initiatives respond to the claim for a new social role for museums, now able to recognize the multiplicity of the society's many voices and undertakers of a leading role in the advancement of democratic participation. Keywords: virtual museum, hypermedia, personalization.

2 Introdução Segundo o conceito de Hoptman (1992), na cultura ocidental os museus são os guardiões da melhor informação existente. Tornar disponível estes conteúdos culturais através da Internet pode criar novas audiências para o museu e ao mesmo tempo agregar esta mesma disponibilidade universal da informação como elemento re-estruturador dos processos de ensino e aprendizagem, modificados pela redefinição dos papéis dos aprendizes e dos professores. Morrissey e Worts (1998) enfatizam a necessidade de personalizar e contextualizar a experiência de visita ao museu,no sentido de relacionar o conteúdo dos programas do museu com a identidade (experiências passadas, atitudes, valores, medos, etc.) do visitante. (...) A contextualização ajuda os visitantes a refletirem sobre suas experiências dentro de sistemas de valores, de crenças e de conhecimento compartilhados. A contextualização da experiência pode ser realizada através de uma série de estratégias, dentro das quais se destaca incluir a experiência e a história pessoal do visitante, de maneira que este deixe um pouco de si mesmo, com a possibilidade de auto-expressão e de auto-afirmação, em um processo de enriquecimento mútuo. Esta experiência pessoal, do ponto de vista da mediação tecnológica, encontra na hipermídia e nos recursos de interação sua máxima expressão. Assim, o visitante poderia ser criador e contribuidor do que é em sua essência uma instituição social. Além disso, como guardiões do conhecimento especializado, os museus de forma geral deveriam tentar conectar seus conteúdos com aqueles da vida cotidiana do visitante. Dessa forma, a transformação de conceitos e de princípios abstratos em conhecimento internalizado seria possível. Paralelamente, as exposições deveriam buscar retratar múltiplas perspectivas e pontos de vista de um mesmo assunto, possibilitando diferentes formas de interpretar os eventos e objetos presentes no museu. Estes pontos de vista podem Universidade Federal de Pernambuco - Núcleo de Estudos de Hipertexto e Tecnologias na Educação 2

3 se dar em relação à disciplinas, a níveis de conhecimento, a relações com o objeto, a teorias ou perspectivas teóricas ou filosóficas, entre outras possibilidades. Em outro nível, os museus deveriam incentivar a participação e a tomada de decisões do público, potenciando a participação intelectual, a interação social e possibilitando a síntese de informações. Um exemplo, proveniente do campo dos museus científicos e centros interativos de ciência e de tecnologia, pode ser visto nas enquetes e fóruns de discussão a respeito de temas controversos, como o impacto da tecnologia e os riscos da ciência. Através destas ferramentas, os visitantes podem comparar sua atitude pessoal com a da população em geral, aumentando sua própria consciência em relação a como se posicionar diante de um contexto mais amplo. Segundo Roberts (1997), estas diferentes perspectivas associadas ao estabelecimento de tensões e de conflitos entre distintas concepções de mundo permitiriam uma reconstrução a nível pessoal. Esta construção de significado aconteceria no momento em que a cultura do visitante e a cultura apresentada pelo museu passam por um processo de negociação. Isto supõe uma mudança do paradigma lógico-científico (próprio de um especialista) a um paradigma narrativo, no qual as múltiplas interpretações dos visitantes substituem uma verdade inquestionável. Assim, na implementação dos museus virtuais O desafio real é entender melhor como a tecnologia pode iluminar e melhorar as complexas relações entre as pessoas e os objetos (...) No melhor dos casos, a tecnologia pode facilitar experiências nas quais os visitantes possam transcender e viver mais plenamente suas vidas cotidianas, seus pensamentos e suas atividades. Pode desafiar os visitantes a reconsiderar ou a criar novos significados. Pode ajudar os visitantes a ver suas experiências em um contexto que os conecta com outras pessoas, outros lugares, outros tempos. Pode ajudar o museu a cumprir seu potencial institucional, enquanto ajuda às pessoas a realizarem seus potenciais individuais. O desafio final, então, não é mais que situar a tecnologia ao serviço da compreensão e da melhora da experiência humana (MORRISSEY & WORTS, 1998). Universidade Federal de Pernambuco - Núcleo de Estudos de Hipertexto e Tecnologias na Educação 3

4 Qual a voz do museu? Uma das grandes promessas da Internet em relação aos museus é o resgate de um debate que os situa como instituições culturais, mais do que como agentes de preservação do patrimônio coletivo. Em um célebre artigo titulado The museum: a temple or forum Cameron (1971) discute o museu como um templo, como um espaço sagrado onde, de acordo com a tradição grega, acontece o encontro com as musas. O templo, portanto, seria a metáfora para que o museu proporcione experiências simbólicas, criativas e inspiradoras, relacionadas com a compreensão imediata, com o mistério, com o assombro e com as emoções. Um templo é um lugar físico que ajuda os indivíduos a estabelecerem uma conexão entre o consciente e o inconsciente. Os templos geralmente contém objetos considerados especiais devido a algum status simbólico, vinculando o presente com o espiritual (MORRISSEY & WORTS, 1998). Assim, o museu com seus objetos protegidos e com sua arquitetura imponente proporciona uma experiência fora do comum a seus visitantes, com um acentuado caráter de templo. Pelo outro lado, Cameron também introduz o conceito de fórum, um espaço físico e psicológico onde as ideias, as atividades diárias, as memórias, os sonhos, as alegrias, os medos e todos os tipos de questões podem ser compartilhados e debatidos. O fórum é um lugar onde os indivíduos se reúnem para compartilhar a tarefa de compreender o presente e de definir o futuro, seja como indivíduos, como grupos ou como culturas. Neste sentido, o museu deve ser neutro e sua grande sabedoria reside em saber gerir as interações que ali se produzem, respeitando a todos seus participantes. O conceito de fórum sugere que o museu deve expandir suas atividades mais além do papel autoritário tradicional, para servir como um intercâmbio de experiências, consistindo dessa forma uma dimensão evolutiva da cultura. Segundo Cameron, os museus deveriam seguir estes dois papéis, ainda que seja impossível eles ocorrem simultaneamente, pelo menos de forma integral. As ideias deste autor ganham um novo significado com o surgimento da Internet, na Universidade Federal de Pernambuco - Núcleo de Estudos de Hipertexto e Tecnologias na Educação 4

5 medida em que os museus deveriam compreender, aceitar e equilibrar estes papéis para assumir seu novo lugar na sociedade: Na Era da informação, a fonte de significado dos museus residirá em sua habilidade em posicionar-se no centro da busca por parte dos indivíduos de conexões, em converter-se em um fórum para que a sociedade se coloque as questões significativas, em criar um ambiente onde o conhecimento e as suposições sobre nosso ambiente e nossa cultura sejam explorados e continuamente recriados, não somente pelos profissionais do museu, mas por todos os membros do público interessado (MORRISSEY & WORTS, 1998). Desta forma, a tecnologia pode incorporar múltiplas perspectivas, gerar diálogo entre os profissionais, os visitantes e o público geral, fazendo-os participes da missão cultural do museu. Por outro lado, Walsh (1997) se refere à voz inexpugnável da autoridade institucional, uma voz impessoal e incorpórea, anônima, com o tom vago de um texto criado por um comitê, universalmente presente no mundo dos museus. O efeito colateral desta voz é que a experiência de visita passa a ser entendida como alguma coisa a ser aguentada e não como uma ocasião a ser desfrutada. A imagem intimidatória dos museus é fortalecida, em um discurso que faz com que as pessoas se sintam ignorantes e alienadas. Na Web, os museus da chamada primeira geração foram construídos segundo esta mesma filosofia, com o translado da voz inexpugnável, ou seja, da apresentação autoritária no sentido de cima para baixo. Porém, a própria natureza da Internet vai em contra esta abordagem, pois uma das características da Rede, até o momento, é seu caráter aberto e democrático, ainda que relativamente caótico. O próprio ritmo de mudança característico da Internet é incompatível com uma voz de autoridade atemporal, inabalada pelas mudanças e pelo ritmo dinâmico da vida moderna. Pelo contrário, os museus na Internet deveriam seguir os princípios da provisionalidade e da incerteza pós-modernas para aproveitarem ao máximo este novo meio. Em primeiro lugar, o caráter evolutivo dos museus, presente em novas exposições e em estratégias para atrair seu público, deve ser traspassado à Web. A Universidade Federal de Pernambuco - Núcleo de Estudos de Hipertexto e Tecnologias na Educação 5

6 vantagem é que no meio eletrônico tais mudanças podem naturalmente ocorrer em tempo real. Mas os museus virtuais também possuem um caráter interativo, no qual a comunicação passa a ser um diálogo, mais do que um discurso unidirecional. Para estabelecer uma comparação, na escola o processo comunicacional é dialógico, com o professor interagindo com os alunos. Tradicionalmente, os museus não levaram em conta este retorno de seus usuários, com a exceção das pesquisas de levantamento e dos estudos de visitantes, desperdiçando informação valiosa e necessária para a a satisfação de seu público e a continuidade de suas atividades. Já a colaboração, a incorporação de pontos de vista divergentes e a participação do público na elaboração das exposições proporciona ao museu uma natureza bi-direcional e repercute em que a construção do conhecimento passa a ser uma empresa coletiva. O resultado, uma voz mais amável desta instituição. Considerações Sobre a Aprendizagem no Museu A educação no museu segue um padrão, aderindo a uma determinada teoria subjacente, ao mesmo tempo que reflete a cultura mais ampla onde este processo se encontra imerso. Entretanto, na realização destas atividades educativas faz-se necessário refletir mais detalhadamente sobre estes princípios basilares, antes de iniciar uma série de políticas que possam ir em contra ao próprio objetivo da instituição. Hein (1998) propõe uma combinação de duas dimensões, o epistemológico e o da aprendizagem, para gerar uma matriz de teorias educativas dotada de quatro domínios ortogonais que explicam a aprendizagem nos museus. A aplicação prática destas teorias revela-se através das premissas que se fazem em relação ao estado ontológico dos objetos no museus, assim como em relação à maneira que as pessoas aprendem, se através da transmissão ou da descoberta. E a partir destes pressupostos, são subsidiados a disposição de materiais, de atividades e, de forma, geral, da relação que o museu irá estabelecer com seu visitante/aprendiz. Universidade Federal de Pernambuco - Núcleo de Estudos de Hipertexto e Tecnologias na Educação 6

7 A teoria didática, ou expositiva, é a mais tradicional : combinação de uma epistemologia realista com um modelo de aquisição do conhecimento objetivista. Nela, o docente ensina uma sequência pré-fixada de conteúdos. Os alunos, por sua vez, assumem um papel passivo, memorizando dados e fatos. No museu, a concepção didaticista se reflete na organização das exposições segundo um modelo pré-existente de conhecimento (nos moldes da sistematização iniciada pela tradição renascentista e levada a cabo pelo ideal enciclopedista), sem levar em conta as características do visitante. Expostos em sequência, os objetos seguem uma clara linha de começo, meio e fim, dispostos de forma hierárquica intencional, desde o mais simples em direção ao mais complexo. Os auxílios didáticos limitam-se a painéis e a textos explicativos que descrevem o que se espera que o visitante aprenda. Nesta concepção, as exposições não fazem referência a possíveis interpretações ou a explicações alternativas. Esta organização é adequada aos programas escolares baseados no currículo tradicional, com a ordenação hierárquica dos conteúdos da aprendizagem. Já a combinação do modelo instrucionista com o idealismo, segundo o qual o significado de um objeto deriva não de uma realidade externa, mas da interpretação que se faça dele, resulta em uma concepção de educação baseada no estímulo-resposta 1. Esta teoria é aplicada, sobretudo, no treinamento e na instrução programada, onde existe uma exposição didática, mas sem que uma verdade objetiva sobre o conhecimento seja declarada. Historicamente, a psicologia behaviorista fez uso desta concepção, preocupada com o resultado de um estímulo, mas não sobre sua natureza (a célebre caixa-preta ) Sua aplicação nos museus ocorre através de exposições em sequência, também dotadas de começo e de fim claros e de uma ordem intencional. Assim como no caso do didaticismo, os recursos didáticos descrevem o que se deve aprender. Também são utilizados elementos de reforço, para potencializar um 1 Seguimos aqui a proposta original do autor; entretanto existem controvérsias a respeito do behaviorismo ser classificado como uma teoria que se baseia no idealismo. Universidade Federal de Pernambuco - Núcleo de Estudos de Hipertexto e Tecnologias na Educação 7

8 estímulo-resposta apropriado. As exposições baseadas nesta teoria não realizam uma declaração formal sobre a natureza da verdade ou da realidade; por outro lado, para seus críticos e para aqueles que possuem uma noção distinta dos fatos apresentados, esse posicionamento se fazem aparentes. A combinação do construtivismo e de uma noção realista da natureza do conhecimento tem como resultado a aprendizagem pelo descobrimento ou aprendizagem investigativa. A adoção de uma perspectiva construtivista se manifesta na mudança terminológica, com a substituição de ensino por aprendizagem, situando o foco da atenção no aprendiz. A aprendizagem se entende aqui como um processo ativo, na medida em que o aprendente interage com o material e com sua realidade, mais do que absorvendo-os e principalmente se uma atividade física for associada ( hands-on ). Por outro lado, o critério realista supõe que apesar da aprendizagem ser individual, existe uma realidade e uma verdade subjacentes lá fora, prontas para serem descobertas através desta experiência pessoal. Para os museus, uma abordagem natural da aprendizagem por descobrimento são as exposições que permitem a exploração aberta e a escolha de como se visitar, possibilitando mais de uma forma de aprendizagem. Também se destacam os módulos que propõe perguntas e reflexões aos visitantes, estimulando-os a encontrarem sua própria resposta (ainda que as respostas individuais sejam medidas frente a uma interpretação correta, segundo o princípio realista). As exposições planejadas nesta concepção do processo educativo são adequadas para os programas escolares que envolvem os estudantes em atividades dirigidas, desde que cheguem a conclusões geralmente aceitas. No quarto quadrante, encontramos o construtivismo. Aplicado ao museu, esta postura implica que o visitante constrói seu conhecimento pessoal a partir de sua experiência passada. Sua premissa é que o processo de aquisição do conhecimento de uma realidade existente somente na interpretação individual é um processo de construção. Universidade Federal de Pernambuco - Núcleo de Estudos de Hipertexto e Tecnologias na Educação 8

9 Assim, o museus deveria facilitar múltiplas rotas através da exposição para proporcionar um maior número de experiências. A disposição dos objetos em ambientes ricos fomenta que o visitante, com suas necessidades pessoais, encontre suas próprias conexões e formulações a partir dos elementos do museu, expandindo sua visão de mundo. Através de conceitos e de objetos a experiência da nova aprendizagem é construída a partir do conhecimento prévio. Para a abordagem construtivista do museu não existem roteiros certos, mas a experiência ativa é estimulada para que os visitantes realizem seus próprios questionamentos, além de estabelecer vínculos com aquilo que já sabem. Por outro lado, em relação às oportunidades de interação social, uma vez que o espaço do museu é um espaço de interação por excelência, o que o museu construtivista deve fazer é não impedir as oportunidades de sua realização. Assim, o projeto e disposição dos materiais deve favorecer a promoção da socialização. A personalização através da hipermídia O conceito de acesso público é um dos principais fatores que motivam os atuais investimentos e pesquisa nas tecnologias digitais de informação e comunicação, devido a elas permitirem que as escolas, a academia e o público geral tenham acesso aos conteúdos culturais do museu, mais além de seus limites físicos. Porém, a dificuldade com o termo é que este não implica qualquer responsabilidade a mais, por parte do museu, em conceder benefícios tangíveis para quem este acesso é concedido. Em outras palavras, além do acesso, seus materiais não contem uma afirmação de valor. Assim, os dados sem valor acrescentado são úteis somente para aquelas pessoas com conhecimento suficiente para interpretá-los e analisá-los (DONOVAN, 1997). Entretanto, para que os museus virtuais em sua missão educativa evitem a simples replicação dos museus tradicionais, ou que pelo menos evitem suas deficiências, a apresentação da informação também deve levar em conta as Universidade Federal de Pernambuco - Núcleo de Estudos de Hipertexto e Tecnologias na Educação 9

10 diferentes formas pelas quais as pessoas aprendem. Assim, a variedade nas formas de interação oferecidas permite a criação de um continuum que vá desde o papel do museu como especialista até o papel do usuário/visitante como especialista (DURBIN, 2003). Especificamente em relação ao museu virtual, esta mudança na relação entre visitante e instituição passa pelo ideal de proporcionar uma visita que não possa ser oferecida, ou seja de difícil realização no mundo físico. Uma coleção pode ser visitada virtualmente de diversas maneiras, seguindo diferentes enfoques: um mesmo tema, um mesmo objeto ao longo do tempo, uma mesma funcionalidade. Em relação à aproximação dos objetos ao visitante, poderia-se optar por uma visita mais geral frente à exploração detalhada de um objeto, com a possibilidade de intercambiar entre uma e outra. Além disso, estes cenários se completam com visitas adequadas para públicos especiais, como por exemplo portadores de necessidades especiais, crianças, minorias sociais, etc., de forma a proporcionar espaços específicos para a reflexão e para a interação. Em condições ideais, de tempo e orçamento ilimitados, seria possível criar uma visita infinita, com níveis de especialização que vão do mais básico ao mais especializado (FERNSTRÖM & BANNON, 1997). Interfaces adaptativas e agentes inteligentes Segundo Paterno e Mancini (1999), os diferentes tipos de usuários de um museu virtual acessam a informação com diferentes objetivos; porém também se diferenciam em relação a seu background, particularmente seus conhecimentos prévios. Daí a necessidade de apresentar a informação da maneira mais adequada, com o objetivo de facilitar a aprendizagem diante das diferenças individuais. A tecnologia do museu virtual permite este tipo de personalização através das chamadas interfaces adaptativas. Neste ponto, convém realizar uma distinção conceitual: os chamados sistemas adaptáveis são aqueles onde o usuário pode modificar alguns parâmetros e logo adapta seu comportamento de forma

11 correspondente. Enquanto isso, se o sistema se adapta automaticamente, o sistema seria adaptativo. Em ambos casos, estes sistemas utilizam a informação disponível sobre um usuário específico, representada em um modelo, para apresentar segmentos da informação como um todo contida no museu. Como veremos, a adaptação pode ocorrer não somente no âmbito dos conteúdos, mas também na interface de navegação Em relação aos modelos de usuário, estes podem ser estáticos ou dinâmicos. No primeiro caso, um perfil padrão é atribuído a cada usuário (por exemplo, principiante, intermediário, especialista) aos quais são relacionados assuntos e conteúdos. No modelo dinâmico, por sua vez, o grau de familiaridade do usuário é levado em conta, através da análise de acessos anteriores, significando que o modelo leva em conta a evolução cognitiva do usuário, adaptando-se a ela de acordo. Os dois modelos podem ser utilizados de forma combinada, como no uso de um modelo estático para determinar os valores inciais de um modelo dinâmico. A principal dificuldade de se construir um sistema adaptativo é estruturar a informação de forma que estas adaptações sejam possíveis. A adaptação pode ocorrer em três níveis: o de apresentação, o de distribuição gráfica dos conteúdos e o dos atributos de visualização. Na atualidade, as técnicas de apresentação adaptativas se focam nos elementos textuais, de forma que diferentes usuários podem visualizar diferentes textos no contexto de uma mesma página. Neste sentido, destacamos o conceito de strechtext, um tipo especial de hipertexto. Mais do que levar o usuário a outra página, a ligação hipertextual expande o texto original quando um nó ( hotword ) é ativado. A ideia subjacente ao strechtext adaptativo reside em apresentar una página com todas aquelas extensões de strechtext relevantes para o usuário revelados, e as partes não relevantes, ocultas. A qualquer momento, porém, o usuário pode ultrapassar a limitação da informação adaptada, selecionando por sua própria conta as hotwords que lhe interessem.

12 Em relação à classe de informação que possa ser incluída em um sistema adaptativo, destacam-se as sínteses e resumos, além de textos que despertem a curiosidade, incitem comentários ou provoquem discussões. Da mesma forma, este hipertexto ampliado pode trazer comparações entre diferentes elementos de informação, assim como múltiplas interpretações a seu respeito. Por sua vez, Hitzeman e Oberlander (1997) descrevem uma tecnologia que dá um passo além do hipertexto, o hipertexto dinâmico. Nele, parte do texto apresentado ao usuário é escrito de antemão e parte é gerado automaticamente, segundo as informações proporcionadas pelo perfil do usuário. Além disso, um histórico documenta quais materiais foram acessados e visualizados, de forma que o sistema poderia apresentar informação nova, a cada visita. No que concerne os mecanismos de navegação, os sistemas adaptativos buscam ajudar os usuários a encontrar seu caminho através da informação, adaptando as ligações segundo seu perfil. As técnicas mais utilizadas são o percurso orientado ( direct guidance ), onde o sistema decide quais as ligações são mais adequadas para aquele usuário; a ordenação adaptativa ( adaptative ordering ) onde o sistema organiza as ligações de uma determinada página segundo o modelo de usuário e apresentando as mais relevantes primeiro; a chamada ocultação ( hiding ), na qual o sistema oculta as ligações não relevantes, limitando as opções de navegação e reduzindo a carga cognitiva do usuário e, finalmente, a anotação ( annotation ), onde o sistema aumenta as ligações com comentários que proporcionam mais informação, apresentada de forma textual ou visual. De qualquer forma, um sistema adaptativo sempre deve proporcionar ao usuário a possibilidade de mudar de perfil ou de desativar completamente a interface de personalização. A experiência tem demonstrado que sistemas totalmente adaptativos falham frequentemente em seu objetivo de facilitar a experiência dos usuários. Uma abordagem mais adequada para os museus virtuais, até o momento, seria incluir alguns recursos adaptativos, mantendo a possibilidade de ativar ou não os recursos de personalização a disposição do usuário (PATERNO & MANCINI, 1999).

13 O museu colaborativo Segundo Barbieri e Paolini (2001), o acesso aos museus virtuais pode ser mais interessante e atrativo se um certo grau de cooperação entre seus visitantes for alcançado, transformando o que se supõe uma experiência solitária em uma experiência social. Ainda que ambientes virtuais como fóruns de discussão, chats, jogos colaborativos e redes sociais a interação seja a meta em si mesma, no museu virtual os visitante compartilham o objetivo comum de compreender os conteúdos do museu. Para estes autores, a experiência de imersão em um mundo virtual 3D com avatares representado os outros visitantes seria uma maneira de facilitar as relações de colaboração. Na visita ao museu real, as pessoas interagem basicamente de três formas. Na primeira, a visita livre, uma pessoa visita o museu de forma solitária, concentrando-se nas exposições de maior interesse pessoal. Enquanto isso, vê outros indivíduos, nota quais são seus interesses e escuta suas conversações. Na segunda, o grupo fraco, vários visitantes vão a um museu juntos. Conversam entre si para trocarem opiniões e sugestões. Novamente, compartilham parcialmente a experiência de visitação com as pessoas a seu redor. O grupo é fraco, os membros podem se separar, formar sub-grupos, parar e descansar, para se reunir ao grupo outra vez. Finalmente, em uma visita organizada ou guiada, um líder recorre o museu apontando as exposições de interesse especial, parando quando é necessário e proporcionando explicações. Os outros membros seguem de perto, podendo trocar comentários ou se separar para visitar o museu de forma livre, para voltar ao grupo depois. Neste sentido, dois comportamentos relacionados ao conceito de cooperação podem ser observados. No primeiro, os usuários cooperantes possuem conhecimentos e privilégios similares. No outro extremo, um dos usuários está no controle da situação, possuindo mais conhecimento que os demais, como é o caso

14 de um guia de visitação. De qualquer maneira, a cooperação deve seguir algumas pautas específicas para que os objetivos comuns sejam alcançados. No espaço virtual de colaboração, surgem metáforas de cooperação que caracterizam a visita virtual e que supõe novas formas de desfrutar, de aprender e de se relacionar com o museu online. Por exemplo, um visitante pode assumir o ponto de vista de outra pessoa, vendo através de seus 'olhos. Este é o tipo de experiência única do meio virtual, que não pode ser replicada na visita física. Por outro lado, um ambiente de cooperação online não é capaz de apreender toda a informação contida no museu virtual: o excesso de informação, junto com a atenção dedicada à comunicação e interação com os co-visitantes e a própria interface de mediação acabam por saturar o visitante-usuário. Desta forma, nas visitas cooperativas recomenda-se que a informação se limite ao mínimo para que determinados interesses sejam despertados, reconhecendo de antemão que os ambientes 3D ricos em detalhes são mais indicados para despertar o interesse afetivo e a interação com outros usuários do que a apresentação de conteúdos propriamente ditos. Em último lugar, a visita cooperativa também pode ser realizada de forma assíncrona, quer dizer, com os visitantes interagindo em momentos do tempo diferentes. No museu físico este tipo de visita é encontrado, por exemplo, nos livros de visitantes, ainda que este compartilhamento de impressões não se destine a uma audiência específica. Na maleabilidade e na fluidez do meio digital, entretanto, a criação de grupos de interesse é praticamente ilimitada, ao mesmo tempo que a experiência subjetiva do visitante possa ser compartilhada com outros usuários do museu online (e mesmo com os visitantes presenciais, em interessantes relações entre o real e o virtual). Contudo, apesar destas possibilidades, os levantamentos realizados mostram que os museus tendem a separar os visitantes online dos visitantes locais, considerando-os de forma independente. Projetos experimentais vêm buscando superar esta separação, combinando o digital e o tradicional em uma mesma

15 experiência e, consequentemente, levando a uma dissolução estas fronteiras (GALANI & CHALMERS, 2002). Considerações Na atualidade, o campo da museologia virtual se encontra mais firmemente estabelecido em comparação com as primeiras discussões acadêmicas sobre o assunto. Superado o medo da mudança e da tecnologia, o reconhecimento de que o virtual não representa uma ameça às instituições reais aflora junto ao entendimento de que eles podem ser formas alternativas de expressão e de ação. E da mesma forma, os museus virtuais consistem um campo de inovação, propício a novas experiências museológicas e também à pesquisa científica e acadêmica. Neste terreno de inovação tecnológica e de experimentação, convem prestar atenção aos novos formatos e linguagens adequados ao conceito de complementação. Neste sentido, junto a uma nova voz do museu, mais próxima a seus visitantes, surgem tendências como a personalização e as visitas cooperativas (somente para circunscrever-nos ao foco desta comunicação, já que agentes inteligentes, realidade virtual e realidade aumentada acenam com outras possibilidades mais). Cabe notar que estas iniciativas se situam na razão de ser do museu virtual por excelência, isto é, proporcionar experiências que não sejam de outra forma possíveis no mundo real. Não somente no sentido de quebrar barreiras de espaço, de tempo e de acesso, mas de realmente fornecer experiências únicas, exclusivas, identitárias que pressupõe o digital. A partir deste ponto, é interessante observar que a integração real-virtual se dá em duas direções, quer dizer, os museus físicos há bastante tempo incorporam recursos multimídia, realidade virtual e exposições inteligentes, pelo qual pode-se dizer que a desmaterialização (e portanto, a reconceituação) dos museus é anterior ao fenômeno do museu virtual.

16 Diante destas consideração, diversas estratégias de atuação acenam em direção a um modelo de comunicação-educação mais participativo, mais democrático, mais humanizado. Atender às necessidades e aos interesses específicos dos visitantes convertendo-se em templo pessoal, a través das interfaces personalizadas, e fomentar a interação social e a reconfiguração do museu como um espaço de discussão pública, um fórum digital seriam formas de alcançar este ideal. Como considerações finais, a tecnologia digital encontra-se ainda em seus primórdios, haja vista a rápida evolução que a Internet experimentou desde seu surgimento. Qual o impacto, por exemplo, de uma difusão maciça do acesso à banda larga da Internet sobre os modos de utilização das hipermídias? Em que medida será possível alcançar o ideal de acesso universal à informação? Ou, utopicamente, de tapar o fosso que estabelece um reparto do saber? Logicamente, todas estas questões não podem ser solucionadas pela instituição museu, sua modalidade virtual incluída, somente. Mas estejamos atentos ao valor que suas contribuições, por pequenas que sejam, possam proporcionar ao ideal de uma sociedade mais justa e participativa. Referências Bibliográficas BARBIERI, T.; PAOLINI, P. Cooperative visits for the museum WWW sites a year later: evaluating the effect. Museums and the Web In: Selected papers. Pittsburgh: Archives and Museum Informatics, Disponível em: <http://www.archimuse.com/mw2000/papers/barbieri/barbieri.html>. Acesso em 12 maio DONOVAN, K. The best of the intentions: public access, the Web & the evolution of museum automation. In: Museums and the Web 97. Selected papers. Pittsburgh: Archive and Museum Informatics, DURBIN, P. T. Technical knowledge and public discourse. In: Actas del Congreso La Ciencia Ante el Público. Cultura humanista y desarrollo científico-tecnológico. Salamanca: Ediciones Universidad de Salamanca, 2003.

17 FERNSTRÖM, M.; BANNON, L. Enabling technology for museum visitors: issues and experiences. In: Museums and the Web 99. Selected papers. Pittsburgh: Archives and Museums Informatics, GALANI, A.; CHALMERS, M. Can you see me? Exploring co-visiting between physical and virtual visitors. In: Museums and the Web Selected papers, Pittsburgh: Archives and Museum Informatics. Disponível em: <http://www.archimuse.com/mw2002/papers/galani/galani.html>. Acesso em 15 jun HEIN, G. E. Learning in the museum. Londres: Routledge, HITZEMAN, J., OBERLANDER, J. Dynamic generation of museum Web pages: the Intelligent Labelling Explorer. In: Museums and the Web 97. Selected papers. Pittsburgh: Archives and Museum Informatics, HOPTMAN, G. H. The virtual museum and related epistemological concerns. In BARRETT, E (ed.), Multimedia, Hypermedia and the social construction of knowledge. Cambridge, Mass.: MIT- Press, MORRISSEY, K.; WORTS, D A place for the muses? Negotiating the place of technology in museums. In: THOMAS, S.; MINTZ, A. (eds.), The real and the virtual: the media and the museum. Washington, D.C.: American Association of Museums, 1998, pp PATERNO, F.; MANCINI, C. Designing web user interfaces adaptable to different types of use. In: Museums and the Web 99. Selected papers. Pittsburgh: Archives and Museum Informatics. Disponível em: <http://www.archimuse.com/mw99/papers/paterno/paterno.html>. Acesso em 14 jun. 2010, ROBERTS, L. From knowledge to narrative: educators and the changing museum. Washington, D.C.: Smithsonian Institution Press, WALSH, P. The Web and the unassailable voice. In: Museums and the Web 99. Selected Papers. Pittsburgh: Archives and Museum Informatics, Marcelo SABBATINI, Doutor Universidade Federal de Pernambuco (UFPE) Departamento de Fundamentos Sócio-Filosóficos da Educação / Universidade Aberta do Brasil

O caminho para o sucesso. Promovendo o desenvolvimento para além da universidade

O caminho para o sucesso. Promovendo o desenvolvimento para além da universidade O caminho para o sucesso Promovendo o desenvolvimento para além da universidade Visão geral Há mais de 40 anos, a Unigranrio investe em ensino diferenciado no Brasil para cumprir com seu principal objetivo

Leia mais

Fragmentos do Texto Indicadores para o Desenvolvimento da Qualidade da Docência na Educação Superior.

Fragmentos do Texto Indicadores para o Desenvolvimento da Qualidade da Docência na Educação Superior. Fragmentos do Texto Indicadores para o Desenvolvimento da Qualidade da Docência na Educação Superior. Josimar de Aparecido Vieira Nas últimas décadas, a educação superior brasileira teve um expressivo

Leia mais

MUSEU DA COMPUTAÇÃO DA UEPG: O QUE É O MUSEU VIRTUAL

MUSEU DA COMPUTAÇÃO DA UEPG: O QUE É O MUSEU VIRTUAL 9. CONEX Apresentação Oral Resumo Expandido 1 ÁREA TEMÁTICA: (marque uma das opções) ( ) COMUNICAÇÃO ( ) CULTURA ( ) DIREITOS HUMANOS E JUSTIÇA ( X) EDUCAÇÃO ( ) MEIO AMBIENTE ( ) SAÚDE ( ) TRABALHO (

Leia mais

PRÁTICAS PEDAGÓGICAS E O USO INTEGRADO DE TECNOLOGIAS DIGITAIS Sérgio Abranches

PRÁTICAS PEDAGÓGICAS E O USO INTEGRADO DE TECNOLOGIAS DIGITAIS Sérgio Abranches PRÁTICAS PEDAGÓGICAS E O USO INTEGRADO DE TECNOLOGIAS DIGITAIS Sérgio Abranches A presença de tecnologias digitais no campo educacional já é facilmente percebida, seja pela introdução de equipamentos diversos,

Leia mais

FERRAMENTAS DE AVALIAÇÃO PARA AMBIENTES VIRTUAIS DE APRENDIZAGEM

FERRAMENTAS DE AVALIAÇÃO PARA AMBIENTES VIRTUAIS DE APRENDIZAGEM FERRAMENTAS DE AVALIAÇÃO PARA AMBIENTES VIRTUAIS DE APRENDIZAGEM Ronei Ximenes Martins (Trabalho apresentado no II Colóquio Regional EAD Edição Internacional Outubro/2010 Juiz de Fora/MG) Introdução Um

Leia mais

ANAIS DA VII JORNADA CIENTÍFICA DA FAZU 20 a 24 de outubro de 2008 ARTIGOS CIENTÍFICOS COMPUTAÇÃO SUMÁRIO

ANAIS DA VII JORNADA CIENTÍFICA DA FAZU 20 a 24 de outubro de 2008 ARTIGOS CIENTÍFICOS COMPUTAÇÃO SUMÁRIO ARTIGOS CIENTÍFICOS COMPUTAÇÃO SUMÁRIO AS NOVAS TECNOLOGIAS NA FORMAÇÃO DE PROFESSORES PESQUISADORES... 2 AS NOVAS TECNOLOGIAS NA FORMAÇÃO DE PROFESSORES PESQUISADORES SILVA, M.M Margareth Maciel Silva

Leia mais

A comunicação empresarial e a gestão da mudança

A comunicação empresarial e a gestão da mudança Renato Dias Baptista Índice 1 As mudanças organizacionais 1 1.1 Comunicação e mudança organizacional............. 2 2 Considerações Finais 4 3 Referências Bibliográficas 4 1 As mudanças organizacionais

Leia mais

Introdução. Gestão do Conhecimento GC

Introdução. Gestão do Conhecimento GC Introdução A tecnologia da informação tem um aspecto muito peculiar quanto aos seus resultados, uma vez que a simples disponibilização dos recursos computacionais (banco de dados, sistemas de ERP, CRM,

Leia mais

DECLARAÇÃO DE QUÉBEC

DECLARAÇÃO DE QUÉBEC DECLARAÇÃO DE QUÉBEC Sobre a preservação do "Spiritu loci" Assumido em Québec, Canadá, em 4 de outubro de 2008 INTRODUÇÃO Reunião na histórica cidade de Québec (Canadá) de 29 de setembro a 4 de outubro,

Leia mais

PVANET: PRINCIPAIS FERRAMENTAS E UTILIZAÇÃO DIDÁTICA

PVANET: PRINCIPAIS FERRAMENTAS E UTILIZAÇÃO DIDÁTICA 11 PVANET: PRINCIPAIS FERRAMENTAS E UTILIZAÇÃO DIDÁTICA O PVANet é o ambiente virtual de aprendizagem (AVA) de uso exclusivo da UFV. Os AVAs apresentam diferenças de layout, forma de acesso, funcionamento,

Leia mais

Brincadeiras que ensinam. Jogos e brincadeiras como instrumentos lúdicos de aprendizagem

Brincadeiras que ensinam. Jogos e brincadeiras como instrumentos lúdicos de aprendizagem Brincadeiras que ensinam Jogos e brincadeiras como instrumentos lúdicos de aprendizagem Por que as crianças brincam? A atividade inerente à criança é o brincar. A criança brinca para atribuir significados

Leia mais

www.sbempb.com.br/epbem APRENDIZAGEM COLABORATIVA EM AMBIENTES VIRTUAIS E AS POSSIBILIDADES PARA OS PROFESSORES DE MATEMÁTICA

www.sbempb.com.br/epbem APRENDIZAGEM COLABORATIVA EM AMBIENTES VIRTUAIS E AS POSSIBILIDADES PARA OS PROFESSORES DE MATEMÁTICA APRENDIZAGEM COLABORATIVA EM AMBIENTES VIRTUAIS E AS POSSIBILIDADES PARA OS PROFESSORES DE MATEMÁTICA Ronaldo Vieira Cabral Abdias de Brito Aguiar Júnior José Sidney Nunes de Araújo Resumo: A parte das

Leia mais

Pedagogia. Objetivos deste tema. 3 Sub-temas compõem a aula. Tecnologias da informação e mídias digitais na educação. Prof. Marcos Munhoz da Costa

Pedagogia. Objetivos deste tema. 3 Sub-temas compõem a aula. Tecnologias da informação e mídias digitais na educação. Prof. Marcos Munhoz da Costa Pedagogia Prof. Marcos Munhoz da Costa Tecnologias da informação e mídias digitais na educação Objetivos deste tema Refletir sobre as mudanças de experiências do corpo com o advento das novas tecnologias;

Leia mais

AMERICAN ASSOCIATION OF SCHOOL LIBRARIANS PARÂMETROS PARA O APRENDIZ DO SÉCULO 21

AMERICAN ASSOCIATION OF SCHOOL LIBRARIANS PARÂMETROS PARA O APRENDIZ DO SÉCULO 21 AMERICAN ASSOCIATION OF SCHOOL LIBRARIANS PARÂMETROS PARA O APRENDIZ DO SÉCULO 21 CONVICÇÕES COMPARTILHADAS A leitura é uma janela para o mundo. A leitura é uma competência fundamental para a aprendizagem,

Leia mais

MESTRADO EM MEMÓRIA SOCIAL E BENS CULTURAIS. 1.1 Matriz Curricular Disciplinas obrigatórias

MESTRADO EM MEMÓRIA SOCIAL E BENS CULTURAIS. 1.1 Matriz Curricular Disciplinas obrigatórias MESTRADO EM MEMÓRIA SOCIAL E BENS CULTURAIS 1.1 Matriz Curricular Disciplinas obrigatórias C/H Memória Social 45 Cultura 45 Seminários de Pesquisa 45 Oficinas de Produção e Gestão Cultural 45 Orientação

Leia mais

Sistemas gestores de conteúdo e suas aplicações em museus e centros de ciência

Sistemas gestores de conteúdo e suas aplicações em museus e centros de ciência Sistemas gestores de conteúdo e suas aplicações em museus e centros de ciência Fabio Castro Gouveia Museu da Vida COC Fiocruz Brasil Introdução Podemos considerar que os Museus são tradicionalmente provedores

Leia mais

crítica na resolução de questões, a rejeitar simplificações e buscar efetivamente informações novas por meio da pesquisa, desde o primeiro período do

crítica na resolução de questões, a rejeitar simplificações e buscar efetivamente informações novas por meio da pesquisa, desde o primeiro período do Dimensão 2 As políticas para o ensino, a pesquisa, a pós-graduação, a extensão e as respectivas normas de operacionalização, incluídos os procedimentos para estímulo à produção acadêmica, as bolsas de

Leia mais

O PAPEL DO GESTOR COMO MULTIPLICADOR

O PAPEL DO GESTOR COMO MULTIPLICADOR Programa de Capacitação PAPEL D GESTR CM MULTIPLICADR Brasília 12 de maio de 2011 Graciela Hopstein ghopstein@yahoo.com.br Qual o conceito de multiplicador? Quais são as idéias associadas a esse conceito?

Leia mais

UNIDADE II METODOLOGIA DO FORMAÇÃO PELA ESCOLA

UNIDADE II METODOLOGIA DO FORMAÇÃO PELA ESCOLA UNIDADE II METODOLOGIA DO FORMAÇÃO PELA ESCOLA Quando focalizamos o termo a distância, a característica da não presencialidade dos sujeitos, num mesmo espaço físico e ao mesmo tempo, coloca se como um

Leia mais

O uso de blogs no ensino de Matemática 2

O uso de blogs no ensino de Matemática 2 Claudinei Flavia Batista Santos Universidade Estadual do Sudoeste da Bahia Brasil bs_flavia@hotmail.com Sirlândia Souza Santana sirlandiasantana@hotmail.com Resumo Este trabalho tem como principal objetivo

Leia mais

Articulando saberes e transformando a prática

Articulando saberes e transformando a prática Articulando saberes e transformando a prática Maria Elisabette Brisola Brito Prado Na sociedade do conhecimento e da tecnologia torna-se necessário repensar o papel da escola, mais especificamente as questões

Leia mais

Gestão do Conhecimento e Redes Sociais: entre a teoria e a prática

Gestão do Conhecimento e Redes Sociais: entre a teoria e a prática Gestão do Gestão do e Redes Sociais: entre a teoria e a prática Na Universidade, as redes sociais e o conhecimento como ativo intangível são focos de estudo de diversos campos. Já nas empresas, a Gestão

Leia mais

UNIVERSIDADE ESTADUAL DO CENTRO-OESTE - UNICENTRO CURSO DE ESPECIALIZAÇÃO EM MÍDIAS NA EDUCAÇÃO

UNIVERSIDADE ESTADUAL DO CENTRO-OESTE - UNICENTRO CURSO DE ESPECIALIZAÇÃO EM MÍDIAS NA EDUCAÇÃO UNIVERSIDADE ESTADUAL DO CENTRO-OESTE - UNICENTRO CURSO DE ESPECIALIZAÇÃO EM MÍDIAS NA EDUCAÇÃO FERNANDA SERRER ORIENTADOR(A): PROFESSOR(A) STOP MOTION RECURSO MIDIÁTICO NO PROCESSO DE ENSINO E DE APRENDIZAGEM

Leia mais

Desenvolvimento de Ambiente Virtual e Recursos Interativos para o Ensino de Ciências (Parte I)

Desenvolvimento de Ambiente Virtual e Recursos Interativos para o Ensino de Ciências (Parte I) Desenvolvimento de Ambiente Virtual e Recursos Interativos para o Ensino de Ciências (Parte I) Prof. Júlio Wilson Ribeiro, Dr. (DC/UFC) Prof. Gilson Pereira do Carmo Filho, MSc. (DC/UFC) Prof. Hermínio

Leia mais

CAPÍTULO VI - AVALIAÇÃO DE RISCOS, PROCESSOS DECISÓRIOS E GERENCIAMENTO DE RISCOS

CAPÍTULO VI - AVALIAÇÃO DE RISCOS, PROCESSOS DECISÓRIOS E GERENCIAMENTO DE RISCOS CAPÍTULO VI - AVALIAÇÃO DE RISCOS, PROCESSOS DECISÓRIOS E GERENCIAMENTO DE RISCOS VI.1. Introdução A avaliação de riscos inclui um amplo espectro de disciplinas e perspectivas que vão desde as preocupações

Leia mais

Perfil Caliper de Especialistas The Inner Potential Report

Perfil Caliper de Especialistas The Inner Potential Report Perfil Caliper de Especialistas The Inner Potential Report Avaliação de: Sr. Antônio Modelo Preparada por: Consultor Caliper exemplo@caliper.com.br Data: Página 1 Perfil Caliper de Especialistas The Inner

Leia mais

Sua Escola, Nossa Escola

Sua Escola, Nossa Escola Sua Escola, Nossa Escola Episódio: Andréa Natália e o Ensino na Fronteira Ponta Porã Resumo Esse vídeo integra a série Sua Escola, Nossa Escola, composta por dezessete programas, os quais mostram experiências

Leia mais

DIRETRIZES GERAIS DO ESTÁGIO SUPERVISIONADO DO CURSO DE PEDAGOGIA

DIRETRIZES GERAIS DO ESTÁGIO SUPERVISIONADO DO CURSO DE PEDAGOGIA DIRETRIZES GERAIS DO ESTÁGIO SUPERVISIONADO DO CURSO DE PEDAGOGIA INTRODUÇÃO O Estágio Curricular foi criado pela Lei 6.494, de 7 de dezembro de 1977 e regulamentado pelo Decreto 87.497, de 18 de agosto

Leia mais

Novas Tecnologias no Ensino de Física: discutindo o processo de elaboração de um blog para divulgação científica

Novas Tecnologias no Ensino de Física: discutindo o processo de elaboração de um blog para divulgação científica Novas Tecnologias no Ensino de Física: discutindo o processo de elaboração de um blog para divulgação científica Pedro Henrique SOUZA¹, Gabriel Henrique Geraldo Chaves MORAIS¹, Jessiara Garcia PEREIRA².

Leia mais

FACULDADE REDENTOR NUCLEO DE APOIO EMPRESARIAL CURSO DE ADMINISTRAÇÃO

FACULDADE REDENTOR NUCLEO DE APOIO EMPRESARIAL CURSO DE ADMINISTRAÇÃO FACULDADE REDENTOR NUCLEO DE APOIO EMPRESARIAL CURSO DE ADMINISTRAÇÃO Justificativa: As transformações ocorridas nos últimos anos têm obrigado as organizações a se modificarem constantemente e de forma

Leia mais

Texto base para discussão na Jornada Pedagógica julho/2009 O PLANO DE ENSINO: PONTE ENTRE O IDEAL E O REAL 1

Texto base para discussão na Jornada Pedagógica julho/2009 O PLANO DE ENSINO: PONTE ENTRE O IDEAL E O REAL 1 Texto base para discussão na Jornada Pedagógica julho/2009 O PLANO DE ENSINO: PONTE ENTRE O IDEAL E O REAL 1 É comum hoje entre os educadores o desejo de, através da ação docente, contribuir para a construção

Leia mais

CONCLUSÕES E RECOMENDAÇÕES FINAIS ADOTADAS PARA O RELATÓRIO DE AVALIAÇÃO. Introdução

CONCLUSÕES E RECOMENDAÇÕES FINAIS ADOTADAS PARA O RELATÓRIO DE AVALIAÇÃO. Introdução MUS-12/1.EM/3 Rio de Janeiro, 13 Jul 2012 Original: Inglês ORGANIZAÇÃO DAS NAÇÕES UNIDAS PARA A EDUCAÇÃO, A CIÊNCIA E A CULTURA REUNIÃO DE ESPECIALISTAS NA PROTEÇÃO E PROMOÇÃO DE MUSEUS E COLEÇÕES Rio

Leia mais

Infraestrutura de EaD para apoio a cursos presenciais. Prof. ª Dra. Christine da Silva Schröeder ICEAC/SEaD/FURG christine1004sch@gmail.

Infraestrutura de EaD para apoio a cursos presenciais. Prof. ª Dra. Christine da Silva Schröeder ICEAC/SEaD/FURG christine1004sch@gmail. Infraestrutura de EaD para apoio a cursos presenciais Prof. ª Dra. Christine da Silva Schröeder ICEAC/SEaD/FURG christine1004sch@gmail.com Perspectivas de análise: EAD e mudança Perspectivas de análise:

Leia mais

Índice. 1. Metodologia na Educação de Jovens e Adultos...3

Índice. 1. Metodologia na Educação de Jovens e Adultos...3 GRUPO 6.1 MÓDULO 4 Índice 1. Metodologia na Educação de Jovens e Adultos...3 1.1. Desenvolvimento e Aprendizagem de Jovens e Adultos... 4 1.1.1. Educar na Diversidade... 5 1.2. Os Efeitos da Escolarização/Alfabetização

Leia mais

EDUCAÇÃO CONVENCIONAL X EDUCAÇÂO MEDIADA

EDUCAÇÃO CONVENCIONAL X EDUCAÇÂO MEDIADA EDUCAÇÃO CONVENCIONAL X EDUCAÇÂO MEDIADA por Anelise Pereira Sihler é Pedagoga, Especialista em Gestão de Pessoas, Gestão Educacional, Educação a Distância, Educação colaborativa, Relações Humanas, mestre

Leia mais

GUIA DE IMPLEMENTAÇÃO DO CURRICULO ANO 2 - APROFUNDAMENTO

GUIA DE IMPLEMENTAÇÃO DO CURRICULO ANO 2 - APROFUNDAMENTO ESTRUTURA GERAL DOS ROTEIROS DE ESTUDOS QUINZENAL Os roteiros de estudos, cujo foco está destacado nas palavras chaves, estão organizados em três momentos distintos: 1º MOMENTO - FUNDAMENTOS TEÓRICOS -

Leia mais

Sugestões de como trabalhar (ensinar) a turma toda Cinara Rizzi Cecchin Uma das primeiras certezas que o professor deve ter é que as crianças sempre

Sugestões de como trabalhar (ensinar) a turma toda Cinara Rizzi Cecchin Uma das primeiras certezas que o professor deve ter é que as crianças sempre Sugestões de como trabalhar (ensinar) a turma toda Cinara Rizzi Cecchin Uma das primeiras certezas que o professor deve ter é que as crianças sempre sabem alguma coisa, todo educando pode aprender, mas

Leia mais

Acesso aberto e repositórios institucionais: repensando a comunicação e a gestão da informação científica

Acesso aberto e repositórios institucionais: repensando a comunicação e a gestão da informação científica Acesso aberto e repositórios institucionais: repensando a comunicação e a gestão da informação científica Fernando César Lima Leite fernandodfc@gmail.com 1. A comunicação científica e sua importância Qualquer

Leia mais

Universidade Comunitária da Região de Chapecó Área de Ciências Humanas e Jurídicas. Curso de Licenciatura em Pedagogia Disciplina: 7081006

Universidade Comunitária da Região de Chapecó Área de Ciências Humanas e Jurídicas. Curso de Licenciatura em Pedagogia Disciplina: 7081006 Universidade Comunitária da Região de Chapecó Área de Ciências Humanas e Jurídicas Curso de Licenciatura em Pedagogia Disciplina: 7081006 Tecnologias da Comunicação e Informação na Educação Professora:

Leia mais

EDUCADOR INFANTIL E O PROCESSO FORMATIVO NA CONSTRUÇÃO DE ATORES REFLEXIVOS DA PRÁTICA PEDAGÓGICA

EDUCADOR INFANTIL E O PROCESSO FORMATIVO NA CONSTRUÇÃO DE ATORES REFLEXIVOS DA PRÁTICA PEDAGÓGICA GT-1 FORMAÇÃO DE PROFESSORES EDUCADOR INFANTIL E O PROCESSO FORMATIVO NA CONSTRUÇÃO DE ATORES REFLEXIVOS DA PRÁTICA PEDAGÓGICA RESUMO Maria de Lourdes Cirne Diniz Profa. Ms. PARFOR E-mail: lourdinhacdiniz@oi.com.br

Leia mais

Fase I - Contexto e Pesquisa - Alinhamento dos conceitos de Branding, análise do contexto atual e introdução ao Design Thinking.

Fase I - Contexto e Pesquisa - Alinhamento dos conceitos de Branding, análise do contexto atual e introdução ao Design Thinking. Os programas de Pós-Graduação oferecidos pela Faculdade de Tecnologia do Istituto Europeo di Design estão em conformidade legal e atendem as Resoluções CNE/CES nº 1, de 3 de abril de 2001 e nº 1, de 8

Leia mais

A Educação Inclusiva, realidade ou utopia?

A Educação Inclusiva, realidade ou utopia? A Educação Inclusiva, realidade ou utopia? Gloria Contenças Marques de Arruda (Escola Municipal Luiz de Lemos) Baseado em informações dos conteúdos estudados, Michels (2006) diz que "[...] as reformas

Leia mais

Competências avaliadas pela ICF

Competências avaliadas pela ICF Competências avaliadas pela ICF ð Estabelecendo a Base: 1. Atendendo as Orientações Éticas e aos Padrões Profissionais Compreensão da ética e dos padrões do Coaching e capacidade de aplicá- los adequadamente

Leia mais

Palavra chave: Capital Humano, Gestão de Pessoas, Recursos Humanos, Vantagem Competitiva.

Palavra chave: Capital Humano, Gestão de Pessoas, Recursos Humanos, Vantagem Competitiva. COMPREENDENDO A GESTÃO DE PESSOAS Karina Fernandes de Miranda Helenir Celme Fernandes de Miranda RESUMO: Este artigo apresenta as principais diferenças e semelhanças entre gestão de pessoas e recursos

Leia mais

Projeto Escola com Celular

Projeto Escola com Celular Projeto Escola com Celular Rede Social de Sustentabilidade Autores: Beatriz Scavazza, Fernando Silva, Ghisleine Trigo, Luis Marcio Barbosa e Renata Simões 1 Resumo: O projeto ESCOLA COM CELULAR propõe

Leia mais

Saberes da Docência Online

Saberes da Docência Online Saberes da Docência Online Edméa Santos Professora do PROPED-Faculdade de Educação da UERJ E-mail: mea2@uol.com.br Web-site: http://www.docenciaonline.pro.br/moodle http://www.proped..pro.br/moodle Fones

Leia mais

Utilização de recursos pedagógicos de ambientes virtuais como complemento para atividades presenciais no ensino superior. Sanmya Feitosa Tajra

Utilização de recursos pedagógicos de ambientes virtuais como complemento para atividades presenciais no ensino superior. Sanmya Feitosa Tajra Utilização de recursos pedagógicos de ambientes virtuais como complemento para atividades presenciais no ensino superior Sanmya Feitosa Tajra Mestre em Educação (Currículo)/PUC-SP Professora de Novas Tecnologias

Leia mais

Florianópolis SC - maio 2012. Categoria: C. Setor Educacional: 3. Classificação das Áreas de Pesquisa em EaD Macro: A / Meso: L / Micro: N

Florianópolis SC - maio 2012. Categoria: C. Setor Educacional: 3. Classificação das Áreas de Pesquisa em EaD Macro: A / Meso: L / Micro: N LABORATÓRIO DE EDUCAÇÃO INCLUSIVA: UM ESPAÇO DE DESENVOLVIMENTO TECNOLÓGICO E AMPLIAÇÃO DE CONHECIMENTOS REFERENTES À INCLUSÃO DE PESSOAS COM DEFICIÊNCIA Florianópolis SC - maio 2012 Categoria: C Setor

Leia mais

OS SIGNIFICADOS DA DOCÊNCIA NA FORMAÇÃO EM ALTERNÂNCIA - A PERSPECTIVA DOS PROFISSIONAIS DAS ESCOLAS FAMILIA AGRÍCOLA

OS SIGNIFICADOS DA DOCÊNCIA NA FORMAÇÃO EM ALTERNÂNCIA - A PERSPECTIVA DOS PROFISSIONAIS DAS ESCOLAS FAMILIA AGRÍCOLA OS SIGNIFICADOS DA DOCÊNCIA NA FORMAÇÃO EM ALTERNÂNCIA - A PERSPECTIVA DOS PROFISSIONAIS DAS ESCOLAS FAMILIA AGRÍCOLA SILVA, Lourdes Helena da - UFV GT: Educação Fundamental /n.13 Agência Financiadora:

Leia mais

Campanha Nacional de Escolas da Comunidade Mantenedora da Faculdade Cenecista de Campo Largo

Campanha Nacional de Escolas da Comunidade Mantenedora da Faculdade Cenecista de Campo Largo Ementas das Disciplinas 1. Teorias Administrativas e a Gestão Escolar - 30 horas Ementa: Gestão Educacional conceitos, funções e princípios básicos. A função administrativa da unidade escolar e do gestor.

Leia mais

MATEMATICANDO, BRINCANDO, APRENDENDO E PRODUZINDO ANA PAULA TOMAZ (Finan - G) DIVA TOGNON (Finan - G)

MATEMATICANDO, BRINCANDO, APRENDENDO E PRODUZINDO ANA PAULA TOMAZ (Finan - G) DIVA TOGNON (Finan - G) MATEMATICANDO, BRINCANDO, APRENDENDO E PRODUZINDO ANA PAULA TOMAZ (Finan - G) DIVA TOGNON (Finan - G) Resumo: Este artigo procurou abordar o ensino da matemática na Educação Infantil através de brincadeiras,

Leia mais

REFLEXÕES PEDAGÓGICAS

REFLEXÕES PEDAGÓGICAS REFLEXÕES PEDAGÓGICAS A forma como trabalhamos, colaboramos e nos comunicamos está evoluindo à medida que as fronteiras entre os povos se tornam mais diluídas e a globalização aumenta. Essa tendência está

Leia mais

Contribuição das Tecnologias da Informação e Comunicação no Processo Ensino-Aprendizagem

Contribuição das Tecnologias da Informação e Comunicação no Processo Ensino-Aprendizagem Contribuição das Tecnologias da Informação e Comunicação no Processo Ensino-Aprendizagem Prof. Dr. Luis Paulo Leopoldo Mercado Programa de Pós-Graduação em Educação Universidade Federal de Alagoas Conteúdos

Leia mais

Arquitetura para Adaptação de Cursos na Modalidade de Educação a Distância empregando Objetos de Aprendizagem

Arquitetura para Adaptação de Cursos na Modalidade de Educação a Distância empregando Objetos de Aprendizagem 266 - Encontro Anual de Tecnologia da Informação Arquitetura para Adaptação de Cursos na Modalidade de Educação a Distância empregando Objetos de Aprendizagem Naidú Gasparetto de Souza1, Sidnei Renato

Leia mais

O PAPEL DO PSICÓLOGO NA GESTÃO DE RECURSOS HUMANOS DAS ORGANIZAÇÕES

O PAPEL DO PSICÓLOGO NA GESTÃO DE RECURSOS HUMANOS DAS ORGANIZAÇÕES O PAPEL DO PSICÓLOGO NA GESTÃO DE RECURSOS HUMANOS DAS ORGANIZAÇÕES CHAVES, Natália Azenha Discente do Curso de Psicologia da Faculdade de Ciências da Saúde FASU/ACEG GARÇA/SP BRASIL e-mail: natalya_azenha@hotmail.com

Leia mais

Metodologia e Prática de Ensino de Ciências Sociais

Metodologia e Prática de Ensino de Ciências Sociais Metodologia e Prática de Ensino de Ciências Sociais Metodologia I nvestigativa Escolha de uma situação inicial: Adequado ao plano de trabalho geral; Caráter produtivo (questionamentos); Recursos (materiais/

Leia mais

O MODELO DA TELEVISÃO BRASILEIRA NA CONCEPÇÃO DE VIDEOAULAS: UMA EXPERIÊNCIA INOVADORA DO IFSC NA EDUCAÇÃO A DISTÂNCIA.

O MODELO DA TELEVISÃO BRASILEIRA NA CONCEPÇÃO DE VIDEOAULAS: UMA EXPERIÊNCIA INOVADORA DO IFSC NA EDUCAÇÃO A DISTÂNCIA. O MODELO DA TELEVISÃO BRASILEIRA NA CONCEPÇÃO DE VIDEOAULAS: UMA EXPERIÊNCIA INOVADORA DO IFSC NA EDUCAÇÃO A DISTÂNCIA. Autor: Paulo Vitor Tavares, Ms. Palavras-chave: EAD, Televisão, Videoaula, IFSC.

Leia mais

Os territórios e suas abordagens de desenvolvimento regional / local. Cleonice Alexandre Le Bourlegat

Os territórios e suas abordagens de desenvolvimento regional / local. Cleonice Alexandre Le Bourlegat Os territórios e suas abordagens de desenvolvimento regional / local Cleonice Alexandre Le Bourlegat Complexidade sistêmica e globalização dos lugares A globalidade (conectividade em rede) do planeta e

Leia mais

Um Assistente Virtual Inteligente Dirigido por Várias Metodologias Educacionais no Ensino em Informática

Um Assistente Virtual Inteligente Dirigido por Várias Metodologias Educacionais no Ensino em Informática Um Assistente Virtual Inteligente Dirigido por Várias Metodologias Educacionais no Ensino em Informática Abstract. This work shows the evolution of Intelligent Teaching Assistant SAE that include and provide

Leia mais

1 Introdução. 1.1 A Nova Era Digital

1 Introdução. 1.1 A Nova Era Digital 11 1 Introdução Com o advento da nova era da internet, conhecida com web 2.0, e o avanço das tecnologias digitais, o consumidor passa a ter maior acesso à informação bem como à facilidade de expressar

Leia mais

MODELAGEM MATEMÁTICA

MODELAGEM MATEMÁTICA 600 MODELAGEM MATEMÁTICA *Carla da Silva Santos **Marlene Menegazzi RESUMO Este artigo retrata através de seus dados históricos, métodos e exemplo prático uma metodologia alternativa de ensino nos levando

Leia mais

PERSPECTIVAS SOBRE O USO DO DESIGN INSTRUCIONAL PARA UMA EaD INCLUSIVA: POR ONDE ESTAMOS CAMINHANDO

PERSPECTIVAS SOBRE O USO DO DESIGN INSTRUCIONAL PARA UMA EaD INCLUSIVA: POR ONDE ESTAMOS CAMINHANDO PERSPECTIVAS SOBRE O USO DO DESIGN INSTRUCIONAL PARA UMA EaD INCLUSIVA: POR ONDE ESTAMOS CAMINHANDO Carlos Eduardo Rocha dos Santos Universidade Bandeirante Anhanguera carlao_santos@yahoo.com.br Oswaldo

Leia mais

REDES SOCIAIS COMO AMBIENTE VIRTUAL DE APRENDIZAGEM PARA O ENSINO DE CIÊNCIAS DA NATUREZA

REDES SOCIAIS COMO AMBIENTE VIRTUAL DE APRENDIZAGEM PARA O ENSINO DE CIÊNCIAS DA NATUREZA REDES SOCIAIS COMO AMBIENTE VIRTUAL DE APRENDIZAGEM PARA O ENSINO DE CIÊNCIAS DA NATUREZA Guilherme Garcez Cunha, UNIPAMPA Campus Dom Pedrito, guilhermecunha@unipampa.edu.br; Franciele B. de O. Coelho,

Leia mais

Educação a Distância: Limites e Possibilidades

Educação a Distância: Limites e Possibilidades Educação a Distância: Limites e Possibilidades Bernardo de Azevedo Ramos Brillian Aquino Fernandes Lucas Fernandes Barbosa Rafael Castro e Abrantes RESUMO: O trabalho tem como meta avaliar a Educação a

Leia mais

COMO PLANEAR E POSICIONAR MUSEUS EM TEMPOS DE MUDANÇA CULTURAL

COMO PLANEAR E POSICIONAR MUSEUS EM TEMPOS DE MUDANÇA CULTURAL COMO PLANEAR E POSICIONAR MUSEUS EM TEMPOS DE MUDANÇA CULTURAL Gail Dexter Lord, Co-Presidente, Lord Cultural Resources ICOM Portugal 2014, XI Jornadas da Primavera, Lisboa 31 de março de 2014 Toronto

Leia mais

BLOG: A CONSTRUÇÃO DE UM AMBIENTE VIRTUAL DE APRENDIZAGEM

BLOG: A CONSTRUÇÃO DE UM AMBIENTE VIRTUAL DE APRENDIZAGEM BLOG: A CONSTRUÇÃO DE UM AMBIENTE VIRTUAL DE APRENDIZAGEM Suzana Aparecida Portes FC UNESP- Bauru/SP E-mail: suzanaapportes@gmail.com Profa. Dra. Thaís Cristina Rodrigues Tezani FC UNESP- Bauru/SP E-mail:

Leia mais

Apresentação da FAMA

Apresentação da FAMA Pós-Graduação Lato Sensu CURSO DE ESPECIIALIIZAÇÃO 444 horras/aulla 1 Apresentação da FAMA A FAMA nasceu como conseqüência do espírito inovador e criador que há mais de 5 anos aflorou numa família de empreendedores

Leia mais

CURSO DE PÓS-GRADUAÇÃO LATO SENSU ESPECIALIZAÇÃO. MBA em Gestão de Pessoas com Ênfase em Estratégias

CURSO DE PÓS-GRADUAÇÃO LATO SENSU ESPECIALIZAÇÃO. MBA em Gestão de Pessoas com Ênfase em Estratégias CURSO DE PÓS-GRADUAÇÃO LATO SENSU ESPECIALIZAÇÃO MBA em Gestão de Pessoas com Ênfase em Estratégias Coordenação Acadêmica: Maria Elizabeth Pupe Johann 1 OBJETIVOS: Objetivo Geral: - Promover o desenvolvimento

Leia mais

JOGOS ONLINE NA CONSTRUÇÃO DE CONCEITOS MATEMÁTICOS

JOGOS ONLINE NA CONSTRUÇÃO DE CONCEITOS MATEMÁTICOS JOGOS ONLINE NA CONSTRUÇÃO DE CONCEITOS MATEMÁTICOS Lucas Gabriel Seibert Universidade Luterana do Brasil lucasseibert@hotmail.com Roberto Luis Tavares Bittencourt Universidade Luterana do Brasil rbittencourt@pop.com.br

Leia mais

de Ciências do Ambiente e Sustentabilidade na Amazônia

de Ciências do Ambiente e Sustentabilidade na Amazônia Anais do I Seminário Internacional de Ciências do Ambiente e Sustentabilidade na Amazônia A CONTRIBUIÇÃO DA DIDÁTICA CRÍTICA NA INTERLIGAÇÃO DE SABERES AMBIENTAIS NO PROCESSO DE FORMAÇÃO DE PROFESSORES

Leia mais

Lider coach: Uma nova abordagem para a gestão de pessoas. Orlando Rodrigues.

Lider coach: Uma nova abordagem para a gestão de pessoas. Orlando Rodrigues. Lider coach: Uma nova abordagem para a gestão de pessoas. Orlando Rodrigues. Ao longo da historia da Administração, desde seus primórdios, a partir dos trabalhos de Taylor e Fayol, muito se pensou em termos

Leia mais

A AVALIAÇÃO EM CONTEXTO DIFERENCIADO PARA EDUCAÇÃO INFANTIL

A AVALIAÇÃO EM CONTEXTO DIFERENCIADO PARA EDUCAÇÃO INFANTIL A AVALIAÇÃO EM CONTEXTO DIFERENCIADO PARA EDUCAÇÃO INFANTIL JOSÉ MATEUS DO NASCIMENTO zenmateus@gmail.com POLIANI SANTOS DA SILVA poliany_mme@hotmail.com MARIA AUXILIADORA DOS SANTOS MARINHO Campus IV(CCAE)

Leia mais

Symantec University para Parceiros Perguntas freqüentes

Symantec University para Parceiros Perguntas freqüentes Symantec University para Parceiros Perguntas freqüentes Sumário INFORMAÇÕES GERAIS... 1 SYMANTEC UNIVERSITY PARA PARCEIROS... 1 TREINAMENTO... 2 SERVIÇO DE INFORMAÇÕES... 4 COLABORAÇÃO... 5 Informações

Leia mais

DOUTORADO EM MEMÓRIA SOCIAL E BENS CULTURAIS

DOUTORADO EM MEMÓRIA SOCIAL E BENS CULTURAIS DOUTORADO EM MEMÓRIA SOCIAL E BENS CULTURAIS DISCIPLINAS OBRIGATÓRIAS Tópicos Avançados em Memória Social 45 Tópicos Avançados em Cultura 45 Tópicos Avançados em Gestão de Bens Culturais 45 Seminários

Leia mais

Faculdade de Arquitetura, Artes e Comunicação Câmpus de Bauru PLANO DE DISCIPLINA

Faculdade de Arquitetura, Artes e Comunicação Câmpus de Bauru PLANO DE DISCIPLINA PLANO DE DISCIPLINA 1. UNIDADE: Faculdade de Arquitetura, Artes e Comunicação 2. PROGRAMA: Pós-graduação em Televisão Digital: Informação e Conhecimento 3. NÍVEL: Mestrado Profissional 4. ÁREA DE CONCENTRAÇÃO:

Leia mais

Educación Estocástica La enseñanza y aprendizaje de la probabilidad y la estadística

Educación Estocástica La enseñanza y aprendizaje de la probabilidad y la estadística PROYECTOS DE APRENDIZAJE EN LA ENSEÑANZA DE LA ESTADÍSTICA Mauren Porciúncula y Suzi Pinto Universidade Federal do Rio Grande (Brasil) mauren@furg.br, suzisama@furg.br Para que el aprendizaje ocurra, es

Leia mais

UNIP Universidade Paulista Estudos Políticos e Sociais

UNIP Universidade Paulista Estudos Políticos e Sociais SOCIEDADE E EDUCAÇÃO INTRODUÇÃO Citelli (2004) apresenta um ponto de vista acerca do momento vivido pela escola e, conseqüentemente, pela educação, bastante elucidativo: A escola está sendo pensada, assim,

Leia mais

Ilca Maria Moya de Oliveira

Ilca Maria Moya de Oliveira Plano de Desenvolvimento Relação Ergonomia e Moda e Educação Corporativa Ilca Maria Moya de Oliveira Segundo Dutra (2004), a preparação para o futuro exige investimentos simultâneos: um na modernização

Leia mais

PROJETO PEDAGÓGICO DO ENSINO FUNDAMENTAL E MÉDIO

PROJETO PEDAGÓGICO DO ENSINO FUNDAMENTAL E MÉDIO PROJETO PEDAGÓGICO DO ENSINO FUNDAMENTAL E MÉDIO APRESENTAÇÃO O Projeto Político Pedagógico da Escola foi elaborado com a participação da comunidade escolar, professores e funcionários, voltada para a

Leia mais

Como combinado segue proposta para o coaching executivo com foco na preparação e caminhos para o seu crescimento e desenvolvimento profissional.

Como combinado segue proposta para o coaching executivo com foco na preparação e caminhos para o seu crescimento e desenvolvimento profissional. Belo Horizonte, 28 de março de 2013. Cara Grayce, Como combinado segue proposta para o coaching executivo com foco na preparação e caminhos para o seu crescimento e desenvolvimento profissional. Estamos

Leia mais

SABERES ADQUIRIDOS NO PIBID (PROGRAMA INSTUCIONAL DE BOLSA INICIAÇÃO À DOCÊNCIA) PARA O SUCESSO PROFISSIONAL.

SABERES ADQUIRIDOS NO PIBID (PROGRAMA INSTUCIONAL DE BOLSA INICIAÇÃO À DOCÊNCIA) PARA O SUCESSO PROFISSIONAL. SABERES ADQUIRIDOS NO PIBID (PROGRAMA INSTUCIONAL DE BOLSA INICIAÇÃO À DOCÊNCIA) PARA O SUCESSO PROFISSIONAL. TayaraCrystina P. Benigno, UERN; tayara_bbg@hotmail.com Emerson Carlos da Silva, UERN; emersoncarlos90@hotmail.com

Leia mais

COMPETÊNCIAS FUNCIONAIS RECURSOS HUMANOS

COMPETÊNCIAS FUNCIONAIS RECURSOS HUMANOS COMPETÊNCIAS FUNCIONAIS RECURSOS HUMANOS DESCRIÇÕES DOS NÍVEIS APRENDIZ Aprende para adquirir conhecimento básico. É capaz de pôr este conhecimento em prática sob circunstâncias normais, buscando assistência

Leia mais

ATIVIDADES PRÁTICAS SUPERVISIONADAS

ATIVIDADES PRÁTICAS SUPERVISIONADAS ATIVIDADES PRÁTICAS SUPERVISIONADAS 2ª Série Processos Gerenciais CST em Gestão Financeira A atividade prática supervisionada (ATPS) é um método de ensinoaprendizagem desenvolvido por meio de um conjunto

Leia mais

Interatividade na docência e aprendizagem online

Interatividade na docência e aprendizagem online Interatividade na docência e aprendizagem online ou a pedagogia do parangolé Marco Silva EDU/UERJ Educar em nosso tempo conta com uma feliz coincidência histórica: a dinâmica comunicacional da cibercultura,

Leia mais

com níveis ótimos de Brand Equity, os interesses organizacionais são compatíveis com as expectativas dos consumidores.

com níveis ótimos de Brand Equity, os interesses organizacionais são compatíveis com as expectativas dos consumidores. Brand Equity O conceito de Brand Equity surgiu na década de 1980. Este conceito contribuiu muito para o aumento da importância da marca na estratégia de marketing das empresas, embora devemos ressaltar

Leia mais

Presidente da República Luiz Inácio Lula da Silva. Ministro da Educação Fernando Haddad. Secretário Executivo José Henrique Paim Fernandes

Presidente da República Luiz Inácio Lula da Silva. Ministro da Educação Fernando Haddad. Secretário Executivo José Henrique Paim Fernandes Presidente da República Luiz Inácio Lula da Silva Ministro da Educação Fernando Haddad Secretário Executivo José Henrique Paim Fernandes Secretária de Educação Especial Claudia Pereira Dutra MINISTÉRIO

Leia mais

OS JOGOS DIDÁTICOS ONLINE NO PROCESSO DE ENSINO E APRENDIZAGEM NA EDUCAÇÃO FORMAL

OS JOGOS DIDÁTICOS ONLINE NO PROCESSO DE ENSINO E APRENDIZAGEM NA EDUCAÇÃO FORMAL ELIANE ROSA DO ORIÊNTE FABIANA DA SILVA BEZERRA FANÇA JEISEBEL MARQUES COUTINHO JÉSSICA MEIRE DE ALMEIDA GOMES JÚLIA DA SILVA MELIS OS JOGOS DIDÁTICOS ONLINE NO PROCESSO DE ENSINO E APRENDIZAGEM NA EDUCAÇÃO

Leia mais

TECNOLOGIAS DIGITAIS E INOVAÇÃO NO CURRÍCULO ESCOLAR COM O USO DO SOFTWARE P3D

TECNOLOGIAS DIGITAIS E INOVAÇÃO NO CURRÍCULO ESCOLAR COM O USO DO SOFTWARE P3D TECNOLOGIAS DIGITAIS E INOVAÇÃO NO CURRÍCULO ESCOLAR COM O USO DO SOFTWARE P3D Luzivone Lopes GOMES UEPB luzivone@gmail.com Filomena Mª Gonçalves da Silva Cordeiro Moita - UEPB filomena_moita@hotmail.com

Leia mais

Alcance e flexibilidade nem sempre oferecidos pelo ensino presencial.

Alcance e flexibilidade nem sempre oferecidos pelo ensino presencial. Alcance e flexibilidade nem sempre oferecidos pelo ensino presencial. Nos programas e cursos da Educação a Distância da Escola Nacional de Saúde Pública Sergio Arouca (EAD/ ENSP), a formação dos profissionais

Leia mais

ESTRUTURA CURRICULAR DO CURSO DE ESPECIALIZAÇÃO EM MBA EM GESTÃO DE PESSOAS, LIDERANÇA E COACHING

ESTRUTURA CURRICULAR DO CURSO DE ESPECIALIZAÇÃO EM MBA EM GESTÃO DE PESSOAS, LIDERANÇA E COACHING ESTRUTURA CURRICULAR DO CURSO DE ESPECIALIZAÇÃO EM MBA EM GESTÃO DE PESSOAS, LIDERANÇA E COACHING CENÁRIO E TENDÊNCIAS DOS NEGÓCIOS 8 h As mudanças do mundo econômico e as tendências da sociedade contemporânea.

Leia mais

Gestão da Mudança nas Organizações. Leila Oliva

Gestão da Mudança nas Organizações. Leila Oliva Gestão da Mudança nas Organizações Leila Oliva O roteiro Conduzir a mudança e o papel da liderança: Os papeis que vivemos; Jornada emocional da mudança. Conduzir a mudança organizacional: Os 8 passos do

Leia mais

Mídia, linguagem e educação

Mídia, linguagem e educação 21 3 22 Mídia, Linguagem e Conhecimento Segundo a UNESCO (1984) Das finalidades maiores da educação: Formar a criança capaz de refletir, criar e se expressar em todas as linguagens e usando todos os meios

Leia mais

Perfil e Competências do Coach

Perfil e Competências do Coach Perfil e Competências do Coach CÉLULA DE TRABALHO Adriana Levy Isabel Cristina de Aquino Folli José Pascoal Muniz - Líder da Célula Marcia Madureira Ricardino Wilson Gonzales Gambirazi 1. Formação Acadêmica

Leia mais

CONCEPÇÕES MATEMÁTICA APRESENTADAS POR PROFESSORES DO CURSO DE ESPECIALIZAÇÃO EM PSICOPEDAGOGIA

CONCEPÇÕES MATEMÁTICA APRESENTADAS POR PROFESSORES DO CURSO DE ESPECIALIZAÇÃO EM PSICOPEDAGOGIA CONCEPÇÕES MATEMÁTICA APRESENTADAS POR PROFESSORES DO CURSO DE ESPECIALIZAÇÃO EM PSICOPEDAGOGIA Jacqueline Oliveira de Melo Gomes Faculdade de Formação de Professores da Mata Sul / FAMASUL-PE jacomgomes@yahoo.com.br

Leia mais

Projeto de Design Instrucional

Projeto de Design Instrucional Projeto de Design Instrucional Curso: Educação Financeira Modalidade: EaD on-line o que é Design Instrucional? A ação institucional e sistemática de ensino, que envolve o planejamento, o desenvolvimento

Leia mais

Situando o uso da mídia em contextos educacionais

Situando o uso da mídia em contextos educacionais Situando o uso da mídia em contextos educacionais Maria Cecília Martinsi Dentre os pressupostos educacionais relevantes para a época atual, considera-se que as múltiplas dimensões do ser humano - intelectual,

Leia mais

Curso Wikis Corporativos: ambientes estratégicos de colaboração e comunicação para empresas 2.0

Curso Wikis Corporativos: ambientes estratégicos de colaboração e comunicação para empresas 2.0 Curso Wikis Corporativos: ambientes estratégicos de colaboração e comunicação para empresas 2.0 Esta cada vez mais comum na web ambientes wikis. É um dos fatores principais no que vem sendo denominado

Leia mais

A FOTOGRAFIA COMO INSTRUMENTO DIDÁTICO NO ENSINO DE GEOGRAFIA NA PERSPECTIVA DO CONCEITO DE PAISAGEM ENSINO FUNDAMENTAL II ( ANOS FINAIS )

A FOTOGRAFIA COMO INSTRUMENTO DIDÁTICO NO ENSINO DE GEOGRAFIA NA PERSPECTIVA DO CONCEITO DE PAISAGEM ENSINO FUNDAMENTAL II ( ANOS FINAIS ) Thainá Santos Coimbra Secretaria de Estado de Educação do Rio de Janeiro thainahappy@hotmail.com A FOTOGRAFIA COMO INSTRUMENTO DIDÁTICO NO ENSINO DE GEOGRAFIA NA PERSPECTIVA DO CONCEITO DE PAISAGEM ENSINO

Leia mais

Sumário 1. CARO EDUCADOR ORIENTADOR 3 PARCEIROS VOLUNTÁRIOS 3. TRIBOS NAS TRILHAS DA CIDADANIA 4

Sumário 1. CARO EDUCADOR ORIENTADOR 3 PARCEIROS VOLUNTÁRIOS 3. TRIBOS NAS TRILHAS DA CIDADANIA 4 Guia do Educador CARO EDUCADOR ORIENTADOR Sumário 1. CARO EDUCADOR ORIENTADOR 3 2. PARCEIROS VOLUNTÁRIOS 3 3. TRIBOS NAS TRILHAS DA CIDADANIA 4 Objetivo GERAL 5 METODOLOGIA 5 A QUEM SE DESTINA? 6 O QUE

Leia mais

ACTION LEARNING. O que é Action Learning? FUN D A MEN T OS D O

ACTION LEARNING. O que é Action Learning? FUN D A MEN T OS D O C L E O W O L F F O que é Action Learning? Um processo que envolve um pequeno grupo/equipe refletindo e trabalhando em problemas reais, agindo e aprendendo enquanto atuam. FUN D A MEN T OS D O ACTION LEARNING

Leia mais