Portfólio Sugerido Setembro/15

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1 Ibovespa registra o pior desempenho no ano com queda de 8,33% A Bovespa registrou mais um mês de queda expressiva o que em parte, já era esperado. Nossa expectativa era de que a fragilidade dos indicadores econômicos somado à crise política e aos resultados corporativos do 2T15 seriam o suficiente para mais um período de bolsa em baixa. Os investidores estrangeiros que sustentaram a alta do mercado durante a maior parte deste ano, aproveitando os preços mais descontados em dólares, em agosto, ficaram na defensiva retirando recursos do mercado. Até o dia 27/08, o saldo líquido de investimentos estrangeiros estava negativo em R$ 2,83 bilhões. O ambiente no mercado financeiro é de apreensão e descrédito nas ações do governo na tentativa de segurar a crise já instalada. Se o ano de 2015 já é considerado perdido em termos de economia, com projeção de PIB negativo, inflação e taxas de juros elevadas e o desemprego rondando todos os setores, os sinais para 2016 também são desanimadores. A divulgação da expectativa de um déficit fiscal de R$ 30,5 bilhões para o ano que vem é mais uma ducha fria sobre o mercado de ações que passa a contabilizar o risco da perda do grau de investimento na próxima rodada de avaliação da nota do Brasil. A princípio temos a reunião do Copom que deverá mostrar ao mercado a estratégia da equipe econômica para lidar com os juros e os indicadores de inflação que poderão até mostrar um arrefecimento, não suficiente para trazer a calma aos setores da indústria e comércio. A tentativa do governo em buscar apoio para retornar com o imposto CPMF e a sua desistência no último final de semana deixa claro que os instrumentos fiscais estão limitados e que não há recursos suficientes para o cumprimento das metas anteriormente traçadas. Isto já nos dá um panorama do que poderá acontecer em Do lado externo, o mercado segue fazendo suas apostas se o aumento da taxa de juros dos Estados Unidos virá mesmo no mês de setembro ou se mais uma vez será empurrada para frente. Se acontecer mesmo na próxima reunião do Fed, poderá haver mais um movimento de saída de estrangeiros da Bovespa, pressionando o Ibovespa. Caso a decisão fique para o final do ano, o mercado de ações seguirá na dependência dos acontecimentos domésticos e dos indicadores vindos do lado da China, principalmente. As principais commodities (petróleo e minério de ferro) que também têm um peso relevante no comportamento do mercado de ações seguem sem força para recuperação. Todo este emaranhado de incertezas somado aos próximos passos da operação Lava Jato, deverão ditar o rumo do mercado em setembro, que na nossa expectativa não tem nenhuma sinalização positiva que justifique acreditar numa alta sustentada do mercado. O comportamento da economia neste 3T15 deverá pesar ainda mais sobre os resultados das empresas no período que já mostraram margens pressionadas no primeiro semestre. Além disso, o câmbio em alta continuará pesando forte sobre as empresas endividadas em moeda estrangeira. Neste ambiente cada vez mais nebuloso, seguimos com uma carteira formada por ações de empresas menos expostas a estes riscos. Rentabilidade Acumulada - Carteira Planner Desempenho Acumulado em 2015 Mês Carteira Planner Ibov. Dif. (%) Janeiro (4,64) (6,20) 1,56 Fevereiro 5,89 9,97 (4,08) Março (0,18) (0,84) 0,66 Abril 2,69 9,93 (7,24) Maio (4,90) (6,17) 1,27 Junho (2,10) 0,61 (2,71) Julho (1,22) (4,17) 2,95 Agosto (6,43) (8,33) 1,90 Setembro Outubro Novembro Dezembro Acum (10,93) (6,75) (4,18) Fonte: Planner Corretora e Economatica Carteira Planner Ibovespa jan fev mar abr mai jun jul ago set out nov Página 1

2 Desempenho da Carteira em Agosto A Carteira Planner encerrou o mês de agosto registrou queda de 6,43% com peso maior de Itaú Unibanco, Ultrapar e BB Seguridade, nesta ordem. A despeito dos bons resultados apresentados no 1S15 por estas empresas a queda no mês foi expressiva. Apenas a Suzano ficou do lado positivo neste período. Portfólio Sugerido: Agosto/15 Empresa Tipo Código Bovespa Cot. Fech to R$ / Ação Preço Justo R$ / Ação Valoriz. Potencial (%) Peso na Carteira Oscilação - % % Contribuição Ibovespa Proposto ago/15 Ano Oscilação Valor de Mercado (R$ bi) Vol. Méd. Neg. / Dia (R$ milhões) Ambev ON ABEV3 19,09 20,00 4,8-1,90 19,61 9,07 10,0 (0,19) 299,7 263,4 BB Seguridade ON BBSE3 28,70 37,00 28,9-8,42-5,67 2,67 12,0 (1,01) 57,4 116,4 Embraer ON EMBR3 22,98 26,00 13,1-3,69-5,41 2,20 10,0 (0,37) 16,9 44,1 Kroton ON KROT3 8,68 13,00 49,8-8,98-43,36 1,63 10,0 (0,90) 14,1 127,5 Itau Unibanco PN ITUB4 26,55 42,50 60,1-10,57-12,10 10,40 10,0 (1,06) 155,3 559,4 Marcopolo PN POMO4 2,00 3,40 70,0-13,04-37,86 0,15 5,0 (0,65) 1,7 6,8 Suzano PNA SUZB5 17,58 19,00 8,1 4,71 57,75 1,02 11,0 0,52 19,1 91,1 São Martinho ON SMTO3 30,44 45,00 47,8-8,31-14,51 0,00 10,0 (0,83) 3,4 7,1 Totvs ON TOTS3 31,70 43,00 35,6-9,12-6,88 0,00 10,0 (0,91) 5,2 27,1 Ultrapar ON UGPA3 63,47 74,00 16,6-8,59 26,37 2,81 12,0 (1,03) 34,7 109,4 Ibovespa IBOV ,75-8,33 1,72 29,94 100,0 (6,43) 6.133,9 IBRX IBRX ,25-5,73 IBRX50 IBRX ,98-5,49 Fonte : Planner Corretora e Economatica Portfólio Sugerido para Setembro Para o mês de setembro fizemos três alterações na Carteira retirando Marcopolo, São Martinho e Totvs. Entramos com Ferbasa, BRF e Valid. Acreditamos que estas outras ações poderão defender mais a Carteira em caso de mais um mês negativo para a bolsa. Portfólio Sugerido: Setembro/15 Empresa Tipo Código Bovespa Cot. Fech to R$ / Ação Preço Justo R$ / Ação Valoriz. Potencial (%) Peso na Carteira Ibovespa Proposto Valor de Mercado (R$ bi) Vol. Méd. Neg. / Dia (R$ milhões) Ambev ON ABEV3 19,09 20,00 4,8 9,07 10,0 299,7 263,4 BB Seguridade ON BBSE3 28,70 37,00 28,9 2,67 12,0 57,4 116,4 BRFS ON BRFS3 69,52 70,00 0,7 5,08 10,0 58,9 178,0 Embraer ON EMBR3 22,98 26,00 13,1 2,20 10,0 16,9 44,1 Ferbasa ON FESA4 7,20 8,50 18,1 0,00 7,0 0,6 0,8 Itau Unibanco PN ITUB4 26,55 42,50 60,1 10,40 10,0 155,3 559,4 Kroton ON KROT3 8,68 13,00 49,8 1,63 10,0 14,1 127,5 Suzano PNA SUZB5 17,58 19,00 8,1 1,02 12,0 19,1 91,1 Ultrapar ON UGPA3 63,47 74,00 16,6 2,81 10,0 34,7 109,4 Valid ON VLID3 46,95 51,00 8,6 0,00 9,0 2,6 15,7 Ibovespa IBOV ,75 34,88 100, ,9 IBRX IBRX IBRX50 IBRX Fonte : Planner Corretora e Economatica Página 2

3 1. Ações mantidas na Carteira Ambev (ABEV3) Mantivemos ABEV3 em nossa Carteira, considerando o excelente desempenho operacional da empresa, que se reflete em uma ação com menor volatilidade que a Bolsa. Um exemplo do bom desempenho da empresa foram os resultados do primeiro semestre de Enquanto as vendas no mercado de cervejas brasileiro caíram 6,8% e as de refrigerantes diminuíram 5,8%, a receita da Ambev subiu 20,1%. Isso ocorreu em função do domínio de mercado da empresa, que permite elevações de preço sem perda de market share, além do bom desempenho das unidades no exterior. No 2T15, a empresa obteve ganhos em sua participação no mercado brasileiro, levando este número para 67,6% em cervejas e 19,6% em refrigerantes. O lucro líquido da Ambev no 2T15 atingiu R$ 2,8 bilhões (R$ 0,18 por ação), ficando 27,3% acima do mesmo período de Estes resultados foram superiores às projeções do mercado. No primeiro semestre o lucro líquido foi de R$ 5,8 bilhões, valor 20,2% maior que no ano passado. Considerando as projeções médias do mercado organizadas pela Bloomberg, a ação (ABEV3) está sendo negociada com indicador Preço/Lucro de 21,5x para 2015 e 19,5x para O Preço Justo médio para ABEV3 é de R$ 20,03/ação, indicando uma alta potencial de 5%. Brasil Seguridade (BBSE3) Permanecemos com a ação na Carteira a despeito da maior volatilidade no curto prazo. A empresa registrou um lucro líquido ajustado de R$ 1,94 bilhão e crescimento de 30% em relação a igual semestre do ano anterior (R$ 1,49 bilhão) e ROAE de 68,0% frente ROAE de 57,5% no 1S14, mostrando taxas de crescimento superiores ao seu mercado de atuação e seus principais concorrentes. A companhia manteve o guidance de crescimento do lucro líquido ajustado para 2015, entre R$ 3,6 bilhões e R$ 3,9 bilhões. Manteve também a expectativa de crescimento das reservas de PGBL e VGBL na Brasilprev entre 27% e 36%. O resultado do crescimento de prêmios emitidos nos ramos de vida e rural da BB Mapfre SH1 foi revisto para baixo, entre 5% e 8% ante a faixa anterior de 15% a 21%. Itaú Unibanco (ITUB4) A ação do Itaú teve mais um desempenho ruim no mês de agosto, em linha com o Ibovespa, mesmo com a divulgação de um forte resultado no 2T15, acima do esperado. Acreditamos que o banco possa continuar entregando resultados consistentes em 2015 e retorno acima dos seus concorrentes diretos, mesmo com aumento da inadimplência. Nesse contexto estamos mantendo suas ações na nossa carteira mensal. Kroton (KROT3) Mantemos a ação em nossa Carteira, por acreditar que o pior momento para o setor educacional já tenha sido superado. Por mais que o novo pacote de medidas anunciado pelo Ministério da Educação e Cultura (MEC) tenha sido mais duro, as maiores incertezas ficaram para trás e mesmo que a regulação conjuntural não seja tão favorável, como em anos anteriores, acreditamos que estas sejam mais perenes. Adicionalmente, torna-se favorável à empresa a questão que envolve a venda da Uniasselvi, que após a fusão com o Anhanguera, foi obrigada pelo Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) a se desfazer deste ativo, tendo a provável venda para este mês de setembro. No 1S15, a companhia registrou receita líquida de R$ 3,4 bilhões. Na mesma base de comparação, o EBITDA Ajustado apresentou elevação de 75,2%, somando R$ 1,1 bilhão (margem de EBITDA de 42,7%) e o lucro líquido da Kroton totalizou R$ 969,0 milhões, alta de 68,2%. Suzano (SUZB5) Mantemos a ação da Suzano na Carteira para setembro, acreditando, primeiramente nos bons fundamentos apresentados pela companhia, solidificados a partir do processo de maturação de sua unidade no Maranhão. Este fato vem refletindo num aumento do EBITDA Ajustado no 2T15 que totalizou R$ 959 milhões com margem de 40,2%, reduzindo a relação dívida líquida/ebitda Ajustado de 4,0x no 1T15 para 3,3x 2T15, um fator bastante relevante para uma companhia que tem um histórico de alavancagem elevada por conta dos investimentos de longo prazo, mas com forte peso Página 3

4 no resultado financeiro e consequente no resultado líquido. No 2T15, a Suzano apresentou receita líquida de R$ 2,3 bilhões, aumento de 39,4% em relação ao mesmo período do ano anterior e resultado líquido de R$ 456 milhões. O setor de papel e celulose, diferente das demais commodities, vem atravessando um bom momento e, em meio a essa conjuntura, as companhias têm conseguido seguidos aumentos nos preços da matéria prima. Dessa forma, continuamos confortáveis e confiantes com o desempenho da companhia. Ultrapar (UGPA3) Estamos mantendo a ação na Carteira, mesmo após seu fraco desempenho em agosto (queda de 8,6% no mês), que foi pior que o Ibovespa no período, que caiu 8,3%. Não vemos razões específicas para esta queda pior que o mercado. No dia 5 de agosto a empresa divulgou seus resultados do 2T15, que apresentaram crescimento nos volumes vendidos, receita, margens e no lucro na comparação com o mesmo período de Porém, em relação ao trimestre anterior, a contabilização das perdas com o incêndio no terminal da Ultracargo, fez com que houvesse redução nos resultados. Assim, o lucro líquido do 2T15 foi de R$ 331 milhões (R$ 0,59 por ação), valor 10,0% maior que no 2T14, mas 14,5% inferior ao do trimestre anterior. Apesar da retração econômica, as vendas de combustíveis no Brasil, indicador fundamental para o resultado para a principal controlada a Ultrapar (Ipiranga), continua crescendo. As vendas somadas de diesel, gasolina e etanol nos primeiros sete meses do ano cresceram 0,9%. Naturalmente a venda de combustíveis pode mostrar alguma retração nos próximos meses, mas seguramente em percentual menor que outros setores da economia. Considerando nossas projeções, UGPA3 está sendo negociada com indicador Preço/Lucro de 27,4x para 2015 e 26,7x em Nossa recomendação para a ação e de Manutenção com Preço Justo de R$ 74,00/ação, indicando uma alta potencial de 16%. Neste ano, as ações da Ultrapar subiram 26,4%, enquanto o Ibovespa caiu 6,8%. 2. Ações retiradas da Carteira Marcopolo (POMO4) Estamos retirando a ação da Carteira porque acreditamos que o panorama do setor vai continuar piorando, impactando diretamente seus resultados. Em julho/2015 as vendas de ônibus tiveram queda de 34,6% e nos primeiros meses do ano a retração foi de 28,6%, comparado aos mesmos períodos de Estes números indicam que os resultados da Marcopolo possam ser ainda piores no 3T15. O resultado da Marcopolo no 2T15, divulgado no dia 4/agosto, mostrou forte redução nas vendas no Brasil, em parte compensadas pelo melhor desempenho das unidades no exterior. Com isso, a Marcopolo teve no trimestre queda na receita e no lucro, comparado ao 2T14. O lucro líquido no 2T15 foi de R$ 37 milhões (R$ 0,04/ação), valor 26,1% inferior ao do mesmo período do ano passado. Estes números ficaram abaixo das nossas projeções. Continuamos tendo uma visão positiva da empresa, que deve continuar sendo lucrativa mesmo em um ambiente tão adverso, mas não vemos a ação se recuperando no curto prazo. São Martinho (SMTO3) A companhia registrou no 1T16 (ano safra 2015/16) um lucro líquido de R$ 28,3 milhões com queda de 53% frente aos R$ 60,7 milhões do 1T15, explicado principalmente por (i) menor volume de vendas no período, consequência da estratégia de postergação das vendas de açúcar e etanol para safra atual, e (ii) pelo aumento de despesas financeiras, devido ao acréscimo do endividamento entre os trimestres equivalentes. A tendência é a de construção de melhores resultados ao longo da presente safra. Ao final de jun/15 sua dívida líquida era de R$ 2,7 bilhões (2,4x o EBITDA), podendo mostrar redução nos próximos períodos através de maior geração de caixa e conclusão do ciclo de investimentos em expansão. A São Martinho permanece como nossa primeira opção no setor e a retirada da carteira reflete mais uma visão de portfólio e de curto prazo. Página 4

5 Totvs (TOTS3) Retiramos a Totvs da carteira para o mês de setembro a despeito da menor exposição do setor aos riscos da queda da economia brasileira. A Totvs possui uma boa diversificação nas fontes de receita divida entre software e serviços. No 2T15, o setor de serviços mostrou melhor desempenho em relação ao 2T14, (+10,3% equivalentes a 31,5% da receita líquida). A receita líquida cresceu 2,7% no 2T15 e somou R$ 451,4 milhões, totalizando R$ 910,3 milhões no semestre. O lucro líquido do trimestre totalizou R$ 60,4 milhões, impactado negativamente pela amortização da aquisição da Virtual Age, no montante de R$ 5,5 milhões. Desconsiderando esse o impacto, o lucro líquido do trimestre seria de R$ 65,9 milhões e a margem líquida seria de 14,6%, mesmo patamar do 2T14, uma vez que o efeito de imposto de renda foi reconhecido no momento da aquisição. A posição de caixa líquido do 2T15 totalizou R$56,384 milhões, redução de R$34,117 milhões frente ao caixa líquido do 1T15. O recente anúncio da aquisição do capital social da Bematech - líder em soluções de tecnologia para o varejo, food service e hospitality e presente, com suas soluções de hardware e software, em mais de 50% dos checkouts dos estabelecimentos automatizados do Brasil, representando mais de 500 mil pontos de vendas por um valor estimado de R$ 550 milhões, deverá ajudar a incrementar os resultados da Totvs nos próximos períodos. 3. Ações incluídas na Carteira BRF (BRFS3) No 2T15 o lucro líquido da companhia somou R$ 364 milhões (+45% em 12 meses), fruto do crescimento de 13% na receita operacional líquida para R$ 7,91 bilhões, e do incremento de 44% do EBITDA para R$ 1,38 bilhão com margem de 17,4% (+3,7pp). O balanço da BRF continua forte. Ao final do 2T15 o fluxo de caixa acumulado dos últimos 12 meses de somou R$ 3,7 bilhões com uma dívida líquida consolidada sobre o EBITDA de 1,1x. Com isso a classificação do rating de investimento da companhia pela S&P encontra-se acima do crédito soberano do país. A Fitch Ratings elevou recentemente o rating de escala corporativa global de "BBB-" para "BBB", e atualizou o rating de escala nacional de "AA+ (bra)" para "AAA (bra)". A empresa mantém aberto um Programa de Recompra de até ações ordinárias, pelo prazo de 180 dias, de 28 de agosto de 2015 até o dia , com o objetivo de aplicar de forma mais eficiente, os recursos disponíveis em caixa, maximizando a alocação de capital da empresa. Ferbasa (FESA4) Incluímos a ação na Carteira em função do bom desempenho recente da empresa e da solução de seu problema de energia, o que elimina uma incerteza e pode potencializar seus resultados. No 2T15, a Ferbasa mostrou forte aumento de receita e rentabilidade, sendo que o lucro líquido teve alta 176,7% comparado ao 2T14, alcançando R$ 79 milhões (R$ 0,90 por ação). A desvalorização do real elevou substancialmente os preços de venda da empresa, o que permitiu este bom resultado. Vale ressaltar que a Ferbasa tem o preço de todos seus produtos referenciados em dólar, mas a maior parte dos custos em reais. A Companhia também resolveu recentemente a questão de seu fornecimento de energia, cujo contrato vencia ao final de junho/2015 e foi prorrogado até 2037, com uma tarifa ainda favorável. Com isso, a empresa vai poder vender os elevados estoques constituídos no primeiro semestre, o que deverá aumentar em muito seus resultados nesta segunda parte do ano. Nossa recomendação para FESA4 é de Compra com Preço Justo de R$ 8,50/ação, o que indica um potencial de alta em 15%. Considerando nossas projeções a ação está sendo negociada com uma relação Preço/Lucro de 6,7x para os resultados de 2015 e 6,0x para Valid (VLID3) Entramos com a Valid na carteira de setembro considerando que num momento de mercado doméstico instável para a economia o setor de tecnologia é um dos menos expostos a estes riscos e a Valid ainda tem um diferencial que é a sua presença no mercado internacional, através de aquisições realizadas no exterior. A expansão geográfica feita pela Companhia em 2012 para o mercado norte americano mostra crescimento expressivo nos números naquele País. Na Página 5

6 divisão de Meios de Pagamentos da Valid USA, o EBITDA consolidado no segundo trimestre foi de U$ 3,1 milhões, 121,4% superior aos U$ 1,4 milhão no 2T14. Em 15 de junho a aquisição da Marketing Software Company, localizada em Los Angeles, na Califórnia foi mais um passo par ampliar a oferta de serviço de análise de dados, incrementando o marketing direcionado e participando cada vez mais da cadeia de valor digital. Segundo a Valid, a aquisição passa pela estratégia de adicionar novas soluções ao seu portfólio. No 1S15, a empresa registrou crescimento de 24,4% na receita líquida consolidada, somando R$ 739,6 milhões. O EBITDA foi 28,3% superior ao 1S14 totalizando R$ 144,0 milhões contra R$ 112,2 milhões e o lucro líquido somou R$ 66,0 milhões, crescimento de 35,0% se comparado a A empresa apresenta uma situação financeira confortável com posição de endividamento líquido baixo, (dívida líquida de RR 489,1 milhões, igual a 1,6x o EBITDA de 12 meses). A ação VLID3 encerrou o mês, cotada a R$ 46,95 com desvalorização de 5,5% no mês de agosto. O preço justo projetado para a ação é de R$ 51,00, o que implica uma valorização potencial de 8,5% em 12 meses. Página 6

7 Parâmetros do Rating da Ação Nossos parâmetros de rating levam em consideração o potencial de valorização da ação, do mercado, aqui refletido pelo Índice Bovespa, e um prêmio, adotado neste caso como a taxa de juro real no Brasil, e se necessário ponderação do analista. Dessa forma teremos: Compra: Quando a expectativa do analista para a valorização da ação for superior ao potencial de valorização do Índice Bovespa, mais o prêmio. Neutro: Quando a expectativa do analista para a valorização da ação for em linha com o potencial de valorização do Índice Bovespa, mais o prêmio. Venda: Quando a expectativa do analista para a valorização da ação for inferior ao potencial de valorização do Índice Bovespa, mais o prêmio. EQUIPE Mario Roberto Mariante, CNPI* Cristiano de Barros Caris Luiz Francisco Caetano, CNPI Victor Luiz de Figueiredo Martins, CNPI Ricardo Tadeu Martins, CNPI DISCLAIMER Este relatório foi preparado pela Planner Corretora e está sendo fornecido exclusivamente com o objetivo de informar. As informações, opiniões, estimativas e projeções referem-se à data presente e estão sujeitas à mudanças como resultado de alterações nas condições de mercado, sem aviso prévio. As informações utilizadas neste relatório foram obtidas das companhias analisadas e de fontes públicas, que acreditamos confiáveis e de boa fé. Contudo, não foram independentemente conferidas e nenhuma garantia, expressa ou implícita, é dada sobre sua exatidão. Nenhuma parte deste relatório pode ser copiada ou redistribuída sem prévio consentimento da Planner Corretora de Valores. (*) Conforme o artigo 16, parágrafo único, da ICVM 483, declaro ser inteiramente responsável pelas informações e afirmações contidas neste relatório de análise. Declaração do(s) analista(s) de valores mobiliários (de investimento), nos termos do art. 17 da ICVM 483 O(s) analista(s) de valores mobiliários (de investimento) envolvido(s) na elaboração deste relatório declara(m) que as recomendações contidas neste refletem exclusivamente sua(s) opinião(ões) pessoal(is) sobre a companhia e seus valores mobiliários e foram elaboradas de forma independente e autônoma, inclusive em relação à Planner Corretora e demais empresas do Grupo. Declaração do empregador do analista, nos termos do art. 18 da ICVM 483 A Planner Corretora e demais empresas do Grupo declaram que podem ser remuneradas por serviços prestados à(s) companhia(s) analisada(s) neste relatório. Página 7

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