Necessidades importantes e desconhecidas da DPOC. Dr. Roberto Stirbulov CREMESP

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "Necessidades importantes e desconhecidas da DPOC. Dr. Roberto Stirbulov CREMESP 38.357"

Transcrição

1 Necessidades importantes e desconhecidas da DPOC Dr. Roberto Stirbulov CREMESP

2 Necessidades importantes e desconhecidas da DPOC Dr. Roberto Stirbulov CREMESP Pneumologista A doença pulmonar obstrutiva crônica (DPOC) é definida pelas diretrizes internacionais e brasileiras como condição mórbida passível de prevenção e tratável, caracterizada pela redução progressiva do fluxo em vias aéreas, parcialmente reversível e com importantes manifestações sistêmicas. A DPOC tem como substratos fisiopatológicos inflamação crônica, estresse oxidativo e desequilíbrio da relação protease/antiprotease. Esses processos são consequentes à exposição a partículas e gases nocivos, dos quais se destacam os produtos oriundos da queima do tabaco. Assim, depreendese que as ações determinantes da cessação do tabagismo são importantes e fundamentais para prevenção e controle da DPOC. A deterioração progressiva da função pulmonar, caracterizada pela redução dos fluxos expiratórios e do consequente aprisionamento aéreo ou hiperinsuflação pulmonar, é consideravelmente acelerada pelos episódios de exacerbação. qualidade de vida, ou no declínio da função pulmonar no decorrer do tempo, na redução da morbidade e mortalidade. Ciclo vicioso da progressão da DPOC HRQoL (qualidade de vida) Exacerbações Descondicionamento DPOC Limitação do fluxo expiratório Aprisionamento aéreo Hiperinsuflação Falta de ar HRQoL Diminuição da capacidade de exercício Inatividade Incapacidade Progressão da doença Morte precoce Figura 1 Cooper C. Am J Med 119:S2131 O manejo da DPOC tem sido considerado, analogamente ao manejo da asma, como uma conjunção de ações que visam o controle do impacto atual da doença no paciente e a prevenção do risco futuro, como mostra a figura 2. Juntos, piora progressiva da função pulmonar e exacerbações, promovem um ciclo interativo, composto por dispneia, redução da capacidade de exercício, inatividade física e descondicionamento, causando progressão da doença, comprometimento da qualidade de vida e mortalidade precoce, como mostra a figura 1. A modificação do curso da DPOC, objetivo fundamental da terapia medicamentosa e não medicamentosa, pode ser baseada nos resultados centralizados no paciente, como sintomas, limitação das atividades físicas e comprometimento da Conceito atual do manejo da DPOC Controle do impacto atual Dispneia Piora da qualidade de vida Comorbidades EA: Eventos Adversos Figura Supressão do tabagismo Limitação de atividades Necessidade de med. resgate Exacerbações Manejo da DPOC Prevenção dos riscos futuros Queda da função pulmonar EA medicamentos Comorbidades futuras Qualidade de vida Queda da função pulmonar Mortalidade

3 O sucesso dessa estratégia de manejo está baseado nos itens abaixo relacionados: 1. Diagnóstico precoce da doença, que deve basearse nos sinais e sintomas manifestados pelo paciente, na história de exposição ambiental agressiva, principalmente ao tabagismo, e na realização da espirometria, exame que define o diagnóstico da DPOC. É importante salientar que muitos indivíduos se adaptam à sua condição mórbida e, caso o médico simplesmente pergunte se tem falta de ar, a resposta pode ser negativa. Considerando esse aspecto, a Iniciativa Global para o Manejo da DPOC (GOLD) elaborou um inquérito preliminar de cinco perguntas, facilmente aplicáveis em qualquer consulta médica. (Quadro 1) Se o paciente responder positivamente a pelo menos três delas, estará indicada a realização da espirometria. (Figura 3) Caso o resultado desse exame mostre relação VEF 1 /CVF abaixo de 70% após uso de broncodilatador e o paciente não apresente histórico, sinais e sintomas de asma, está feito o diagnóstico da DPOC, e o tratamento deve ser iniciado. Essa ação vai propiciar o diagnóstico e a intervenção terapêutica precoces, com reais benefícios futuros para o indivíduo. Perguntas desenvolvidas pelo GOLD para inquérito diagnóstico da DPOC Quadro 1 1 Você tem tosse diariamente? 2 Você tem catarro todos os dias? 3 Você se cansa mais do que uma pessoa da sua idade? 4 Você tem mais de 40 anos? 5 Você é fumante ou exfumante? Três respostas positivas indicam a necessidade de realizar espirometria 2. Ações eficazes para a supressão do tabagismo. Em toda consulta médica devese realizar a abordagem do paciente visando a cessação do tabagismo. O quadro 2 resume a abordagem breve por parte do médico, a fim de promover evidentes resultados práticos. Espirograma normal e espirograma típico de paciente com DPOC* Figura 3 Litros Normal DPOC 3. Administração de medicamentos broncodilatadores inalatórios eficazes, de longa duração e seguros que propiciem a aderência pelo paciente, uma vez que serão tomados por tempo prolongado. 4. Estímulo à prática de atividade física aeróbica, por exemplo, caminhadas diárias. 5. Prevenção, reconhecimento e tratamento precoces das exacerbações. VEF1 4,20 2,30 VEF1 VEF1 6. Promoção de ações nutricionais para que o paciente ganhe ou não perca massa magra, mantendo a função muscular adequada. CVF 5,10 3,90 Normal CVF VEF1/CVF As ações acima relacionadas vão propiciar a desaceleração do componente inflamatório e estresse oxidativo, 82% 59% DPOC CVF Segundos *pósbroncodilatador Estratégias breves para ajudar o paciente a abandonar o tabagismo 1. Pergunte: sistematicamente identifica todos os fumantes a cada visita. Implemente um sistema amplo no consultório que assegura que para CADA paciente, a CADA visita clínica, a situação usodotabaco é questionada e documentada.. Aconselhe: recomenda fortemente a cada fumante que pare. De uma maneira clara, forte e personalizada, recomenda o usuário do tabaco a parar. 3. Avalie: determina a disposição do paciente em fazer uma tentativa de parar. Pergunta a todo usuário de tabaco se ele ou ela está disposto a fazer uma tentativa de parar nesse momento (ex.: dentro dos próximos 30 dias).. Assista: ajuda o paciente a parar. Ajuda o paciente com planos para parar; ajuda o paciente a obter apoio social de tratamento extra; recomenda o uso de farmacoterapias aprovadas exceto em circunstâncias especiais; forneça materiais suplementares. 5. Esquematize: marca um horário para o contato de acompanhamento. Esquematiza o contato em pessoa ou por telefone. Quadro 3

4 com declínio das alterações estruturais das vias aéreas, melhora do fluxo expiratório e redução da hiperinsuflação pulmonar. Consequentemente o paciente manifestará melhora da dispneia, ganho de capacidade para exercício, redução da exacerbação pulmonar e ganho de qualidade de vida, objetivo fundamental do manejo da DPOC. Ou seja, devese procurar fazer com que o indivíduo viva mais e melhor. O exposto acima mostra que o manejo da DPOC é multifatorial, com ações igualmente importantes e interrelacionadas, que devem ser sempre consideradas pelo médico, além do que paciente e cuidadores necessitam estar cientes desses vários aspectos. Abaixo vamos particularizar dois aspectos importantes que colaboram para o controle da DPOC e dizem respeito à cessação do tabagismo. Cessação do tabagismo Tabagismo é a principal causa da DPOC. Como mostra o importante estudo de Fletcher e Peto, a função pulmonar, avaliada por meio do volume expiratório no primeiro segundo (VEF 1 ), declina naturalmente com a idade, mas em fumantes suscetíveis a taxa de declínio é acelerada consideravelmente, predizendo aumento da mortalidade em pacientes com DPOC. A cessação do tabagismo muda de forma evidente o curso clínico da DPOC, preservando a função pulmonar e aumentando a sobrevida. Esses dados podem ser visualizados na figura 4. Impacto do tabagismo no declínio da função pulmonar e na sobrevida Nunca fumou ou não 100 é sensível à fumaça VEF1 (% do valor aos 25 anos) Figura 75 Fumou regularmente e é suscetível ao 50 tabagismo Incapacidade 25 Morte Idade (anos) VEF1: volume expiratório forçado no primeiro segundo Cessou aos 45 Cessou aos 65 Adaptado de Fletcher & Peto Br Med J 1977;1: No estudo Lung Health, a cessação do tabagismo resultou em significativo impacto positivo no VEF 1, mesmo em indivíduos com DPOC leve. Depois de 11 anos de observação, a taxa de declínio do VEF 1 nos que continuavam fumando foi duas vezes maior do que naqueles que se mantiveram abstinentes. Em análise mais recente desse estudo, após 14,5 anos, constatouse que no grupo de pacientes tratados para cessação do tabagismo houve redução de 18% na mortalidade por todas as causas, incluindo doença coronariana, doença cerebrovascular e câncer de pulmão. Esses dados confirmam de forma inequívoca que é fundamental que o médico sempre promova o tratamento para supressão do tabagismo em todos os pacientes fumantes. No caso da DPOC os resultados mais marcantes serão: melhora da função pulmonar, redução das exacerbações, melhora dos sintomas e aumento da sobrevida e da qualidade de vida. Farmacoterapia da DPOC As diretrizes atuais recomendam que os portadores de DPOC com estágio de moderado a grave devam receber um ou mais broncodilatadores inalatórios de longa duração. Os betagonistas de longa duração (LABA) formoterol e salmeterol têm se mostrado eficazes e seguros em pacientes com DPOC estável. Esses medicamentos apresentam efeito broncodilatador prolongado, promovendo diminuição de sintomas diurnos e noturnos, redução da frequência de exacerbações e melhora da capacidade de exercício e da qualidade de vida. Os dados atuais existentes mostram que os LABAs podem modificar o curso da DPOC por meio da melhora de parâmetros como função pulmonar, redução dos sintomas e exacerbações. Outro fármaco utilizado no tratamento da DPOC é o tiotrópio, anticolinérgico de ação prolongada. Os dados atuais

5 evidenciam que indivíduos tratados com esse medicamento apresentam melhora considerável da dispneia, redução das exacerbações e melhora da qualidade de vida. Os corticosteroides inalatórios associados aos broncodilatadores de ação prolongada são recomendados pelas diretrizes brasileiras e internacionais a portadores de DPOC grave e muito grave que têm exacerbações mais de duas vezes por ano. Apesar de resultados de ensaios clínicos e recomendações de diretrizes mostrarem que dispomos hoje de armamentário farmacológico eficaz e seguro para o tratamento da DPOC estável, alguns aspectos inerentes aos medicamentos, ainda presentes, devem ser considerados, como: 1. Efeitos adversos, como tremores periféricos, hipopotassemia, arritmias, prostatismo, glaucoma. 2. Tafilaxia pelo uso prolongado. 3. Baixa aderência medicamentosa pela necessidade de utilização duas vezes ao dia. 4. Dispositivos com resistência interna incompatível com a pressão inspiratória do paciente. Dessa forma, vislumbrase o futuro lançamento de medicamentos que tenham as vantagens dos broncodilatadores em utilização na atualidade e que possam suplantar as dificuldades listadas acima. Referências bibliográficas: Fletcher C & Peto R. The natural history of chronic airflow obstruction. Br Med J. 1977: Anthonisen NR et al. The effects of a smoking cessation intervention on 14,5 year mortality: a randomized clinical trial. Ann Int Med 2005: GOLD Global Initiative for COPD. J Resp Crit Care Med III Diretriz Brasileira para o Manejo da DPOC. Disponível em O conteúdo deste material é de responsabilidade exclusiva de seu autor e não reflete necessariamente o posicionamento da Novartis, que apenas patrocina sua divulgação exclusivamente à classe médica. Direitos autorais reservados ao Dr. Roberto Stirbulov CREMESP EUROPA PRESS COPYRIGHT 2010 Produção editorial: Europa Press Desenho: Marcelo Peigo Tiragem: exemplares Empresa responsável: 42565_NOV_BRA_LC_v3 Jornalista responsável: Pedro S. Erramouspe Europa Press Comunicação 5

6 Material destinado exclusivamente à classe médica ON STEP BR Produzido em Janeiro / 2010

TEMA: Seretide, para Doença Pulmonar Obstrutiva Crônica (DPOC).

TEMA: Seretide, para Doença Pulmonar Obstrutiva Crônica (DPOC). NOTA TÉCNICA 92/2013 Solicitante Dr. Wellington Reis Braz João Monlevade Processo nº 0362.13.4367-6 Data: 13/06/2013 Medicamento X Material Procedimento Cobertura TEMA: Seretide, para Doença Pulmonar Obstrutiva

Leia mais

NORMA TÉCNICA 02/2013

NORMA TÉCNICA 02/2013 Introdução NORMA TÉCNICA 02/2013 DOENÇA PULMONAR OBSTRUTIVA CRÔNICA - DPOC A doença pulmonar obstrutiva crônica (DPOC) se caracteriza por sinais e sintomas respiratórios associados a obstrução crônica

Leia mais

TEMA: SPIRIVA RESPIMAT - TIOTRÓPIO

TEMA: SPIRIVA RESPIMAT - TIOTRÓPIO NOTA TÉCNICA 69 /2013 Data: 09/05/2013 Medicamento x Material Procedimento Cobertura Solicitante: Juíza de Direito JACQUELINE DE SOUZA TOLEDO E DUTRA Número do processo: 0222623-34.2011.8.13.0525 TEMA:

Leia mais

SECRETARIA DE ESTADO DE SAÚDE DE MINAS GERAIS RESOLUÇÃO Nº 3203 DE 03 DE ABRIL DE 2012

SECRETARIA DE ESTADO DE SAÚDE DE MINAS GERAIS RESOLUÇÃO Nº 3203 DE 03 DE ABRIL DE 2012 RESOLUÇÃO Nº 3203 DE 03 DE ABRIL DE 2012 Dispõe sobre o Protocolo Clínico e Diretrizes Terapêuticas para tratamento da Doença Pulmonar Obstrutiva Crônica - DPOC Estável e dá outras providências. O SECRETÁRIO

Leia mais

PREFEITURA DE GOIÂNIA SECRETARIA MUNICIPAL DE SAÚDE DIRETORIA DE ATENÇÃO À SAÚDE DEPARTAMENTO DE ASSISTÊNCIA FARMACÊUTICA. Portaria Nº 163 /2011.

PREFEITURA DE GOIÂNIA SECRETARIA MUNICIPAL DE SAÚDE DIRETORIA DE ATENÇÃO À SAÚDE DEPARTAMENTO DE ASSISTÊNCIA FARMACÊUTICA. Portaria Nº 163 /2011. PREFEITURA DE GOIÂNIA SECRETARIA MUNICIPAL DE SAÚDE DIRETORIA DE ATENÇÃO À SAÚDE DEPARTAMENTO DE ASSISTÊNCIA FARMACÊUTICA Portaria Nº 163 /2011. Regulamenta o Protocolo para tratamento medicamentoso da

Leia mais

Protocolo Clínico. 2. CLASSIFICAÇÃO CID 10 Classificação segundo a CID10 da situação clínica 3. DIAGNÓSTICO

Protocolo Clínico. 2. CLASSIFICAÇÃO CID 10 Classificação segundo a CID10 da situação clínica 3. DIAGNÓSTICO Secretaria de Estado de Saúde do Distrito Federal Subsecretaria de Atenção à Saúde Diretoria de Assistência Especializada Comissão Permanente de Protocolos de Atenção à Saúde Protocolo Clínico 1. INTRODUÇÃO

Leia mais

Adalberto Sperb Rubin Pneumologista do Pavilhão Pereira Filho - Santa Casa de Porto Alegre

Adalberto Sperb Rubin Pneumologista do Pavilhão Pereira Filho - Santa Casa de Porto Alegre Adalberto Sperb Rubin Pneumologista do Pavilhão Pereira Filho - Santa Casa de Porto Alegre Paulo Roberto Goldenfun Pneumologista do Pavilhão Pereira Filho - Santa Casa de Porto Alegre CASO CLÍNICO História

Leia mais

DOENÇA PULMONAR OBSTRUTIVA CRÔNICA DPOC.

DOENÇA PULMONAR OBSTRUTIVA CRÔNICA DPOC. DOENÇA PULMONAR OBSTRUTIVA CRÔNICA DPOC. Objetivos Ao final desta aula o aluno deverá: Ser capaz de definir a DPOC, e seus dois tipos: enfisema pulmonar e bronquite crônica. Reconhecer os sintomas e sinais

Leia mais

O desafio em ajudar o paciente a parar de fumar TABAGISMO 03/07/2012. Prevalência de Tabagismo no Brasil

O desafio em ajudar o paciente a parar de fumar TABAGISMO 03/07/2012. Prevalência de Tabagismo no Brasil O desafio em ajudar o paciente a parar de fumar Fernanda Miranda de Oliveira Pneumologista TABAGISMO O tabagismo é uma doença crônica, gerada pela dependência física e psicológica da nicotina. Todos os

Leia mais

Impacto do estado nutricional e sua abordagem na DPOC

Impacto do estado nutricional e sua abordagem na DPOC VI Congresso Brasileiro de Asma II Congresso Brasileiro de DPOC II Congresso Brasileiro de Tabagismo IX Congresso Mineiro de Pneumologia e Cirurgia Torácica Impacto do estado nutricional e sua abordagem

Leia mais

Tabagismo Patologia relacionada com o tabaco

Tabagismo Patologia relacionada com o tabaco Tabagismo Patologia relacionada com o tabaco Comissão de Tabagismo da SociedadePortuguesa de Pneumologia > 4.000 compostos Monóxido de carbono Hipóxia no sangue e tecidos Benzopireno cancerígeno FUMO DO

Leia mais

PROGRAMA DE ATENÇÃO AO PORTADOR DE DOENÇAS PULMONARES - ASMA / DPOC

PROGRAMA DE ATENÇÃO AO PORTADOR DE DOENÇAS PULMONARES - ASMA / DPOC PROGRAMA DE ATENÇÃO AO PORTADOR DE DOENÇAS PULMONARES - ASMA / DPOC Manual do Cooperado Progr ograma de Atenç enção ao Por ortador de Doenç oenças Pulmona ulmonares - Asma / DPOC MANUAL DO COOPERADO BELO

Leia mais

São Paulo, 26 de agosto de 2010. Asma. Paula Meireles

São Paulo, 26 de agosto de 2010. Asma. Paula Meireles São Paulo, 26 de agosto de 2010 Asma Paula Meireles Doença inflamatória crônica Hiper-responsividade Limitação variável ao fluxo aéreo ASMA Definição Episódios recorrentes de sibilância, dispnéia, aperto

Leia mais

RELATÓRIO PARA A. SOCIEDADE informações sobre recomendações de incorporação de medicamentos e outras tecnologias no SUS

RELATÓRIO PARA A. SOCIEDADE informações sobre recomendações de incorporação de medicamentos e outras tecnologias no SUS RELATÓRIO PARA A SOCIEDADE informações sobre recomendações de incorporação de medicamentos e outras tecnologias no SUS RELATÓRIO PARA A SOCIEDADE Este relatório é uma versão resumida do relatório técnico

Leia mais

A primeira avaliação individual com o paciente

A primeira avaliação individual com o paciente I Encontro de Profissionais de Saúde para Abordagem e Tratamento do Tabagismo na rede SUS 12/09/2012 RJ - INCA A primeira avaliação individual com o paciente Cristina Cantarino Coordenadora do Centro de

Leia mais

Novas perspectivas de manejo da DPOC no século XXI. Prof. Dr. Emilio Pizzichini CRM-SC 3063

Novas perspectivas de manejo da DPOC no século XXI. Prof. Dr. Emilio Pizzichini CRM-SC 3063 Novas perspectivas de manejo da DPOC no século XXI Prof. Dr. Emilio Pizzichini CRM-SC 3063 Novas perspectivas de manejo da DPOC no século XXI Prof. Dr. Emilio Pizzichini CRM-SC 3063 Universidade Federal

Leia mais

DOENÇA PULMONAR OBSTRUTIVA CRÔNICA

DOENÇA PULMONAR OBSTRUTIVA CRÔNICA DOENÇA PULMONAR OBSTRUTIVA CRÔNICA Propedêutica no Processo de Cuidar na Saúde do Adulto Profª Daniele Domingues Zimon Profª Adriana Cecel Guedes DPOC DPOC é um estado patológico caracterizado pela limitação

Leia mais

OBJETIVO DA AULA. PULMÕES sistema respiratório RESUMO. PULMÕES sistema respiratório Fluxo laminar. PULMÕES sistema respiratório

OBJETIVO DA AULA. PULMÕES sistema respiratório RESUMO. PULMÕES sistema respiratório Fluxo laminar. PULMÕES sistema respiratório PÓS-GRADUAÇÃO EM ATIVIDADE FÍSICA ADAPTADA E SAÚDE OBJETIVO DA AULA - Definir DPOC; DOENÇA PULMONAR OBSTRUTIVA CRÔNICA (DPOC) PROF. DRD. CLÓVIS ARLINDO DE SOUSA UNIVERSIDADE DE SÃO PAULO FACULDADE DE SAÚDE

Leia mais

Caso Clínico 16/04/2015. Declaração de conflito de interesse. Fernando Lundgren

Caso Clínico 16/04/2015. Declaração de conflito de interesse. Fernando Lundgren Síndrome / Fernando Lundgren Declaração de conflito de interesse De acordo com a Norma 1595/2000 do Conselho Federal de Medicina e a Resolução RDC 96/2008 da Agência de Vigilância Sanitária declaro que:

Leia mais

EPIDEMIOLOGIA DO TABAGISMO. 50 doenças 5 milhões de mortes/ano maioria evitável 200.000 mortes no Brasil CONGRESSO ASMA, DPOC E TABAGISMO SBPT 2007

EPIDEMIOLOGIA DO TABAGISMO. 50 doenças 5 milhões de mortes/ano maioria evitável 200.000 mortes no Brasil CONGRESSO ASMA, DPOC E TABAGISMO SBPT 2007 CONGRESSO ASMA, DPOC E TABAGISMO SBPT 2007 Mesa redonda Tratamento do tabagismo Nossos pulmões não são cinzeiros! Tabagismo no consultório e abordagem em cooperativa médica Luiz Fernando F. Pereira Coordenador

Leia mais

Vitor Daniel Nasciben

Vitor Daniel Nasciben CUSTO-EFETIVIDADE DE BROMETO DE TIOTRÓPIO VERSUS SALMETEROL PARA O TRATAMENTO DA DOENÇA PULMONAR OBSTRUTIVA CRÔNICA NA PERSPECTIVA DO SISTEMA DE SAÚDE PÚBLICO: PAPEL DO TRATAMENTO DE MANUTENÇÃO NA PREVENÇÃO

Leia mais

Abordagem do doente com DPOC Agudizada

Abordagem do doente com DPOC Agudizada 2010 Abordagem do doente com DPOC Agudizada Amélia Feliciano Centro Hospitalar Lisboa Norte Hospital Pulido Valente Doença Pulmonar Obstrutiva Crónica (DPOC) Resposta inflamatória anómala dos pulmões a

Leia mais

esporte Do vício ao capa

esporte Do vício ao capa iate capa Do vício ao esporte por filipy barcelos fotos: ivan simas A Revista Iate buscou especialistas no assunto para mostrar como a nicotina age no corpo. Além disso, os profissionais dão dicas de como

Leia mais

USO DA VENTILAÇÃO NÃO INVASIVA NO TRATAMENTO DE PORTADORES DE DOENÇA OBSTRUTIVA CRÔNICA DURANTE O EXERCÍCIO FÍSICO

USO DA VENTILAÇÃO NÃO INVASIVA NO TRATAMENTO DE PORTADORES DE DOENÇA OBSTRUTIVA CRÔNICA DURANTE O EXERCÍCIO FÍSICO USO DA VENTILAÇÃO NÃO INVASIVA NO TRATAMENTO DE PORTADORES DE DOENÇA OBSTRUTIVA CRÔNICA DURANTE O EXERCÍCIO FÍSICO Autoria: Inácia Regina Barbosa Leal (FCM-CG) Rosa Suênia da Camara Melo (Orientadora)

Leia mais

Reabilitação Pulmonar. Ft. Andréa Carvalho Centro de Reabilitação Pulmonar - EPM

Reabilitação Pulmonar. Ft. Andréa Carvalho Centro de Reabilitação Pulmonar - EPM Reabilitação Pulmonar Ft. Andréa Carvalho Centro de Reabilitação Pulmonar - EPM Reabilitação Pulmonar Definição Programa multiprofissional de cuidados a pacientes com alteração respiratória crônica, que

Leia mais

SERVIÇO DE CLÍNICA FARMACÊUTICA SMS/CURITIBA Data: / /

SERVIÇO DE CLÍNICA FARMACÊUTICA SMS/CURITIBA Data: / / SERVIÇO DE CLÍNICA FARMACÊUTICA SMS/CURITIBA Data: / / PERFIL DO PACIENTE : Encaminhamento Equipe Alta Hospitalar Busca Ativa Outra Nome: Cartão SUS: Data de nascimento: Idade: Gênero: Masculino Feminino

Leia mais

Anexo. Metodologia utilizada nos artigos de revisão* Critérios para seleção de artigos. Limite de tempo. Idiomas. Termos livres.

Anexo. Metodologia utilizada nos artigos de revisão* Critérios para seleção de artigos. Limite de tempo. Idiomas. Termos livres. Anexo Metodologia utilizada nos artigos de revisão* No Brasil, as pesquisas em DPOC são incipientes, não havendo um inquérito nacional que tenha avaliado a magnitude dessa doença até o momento. Um estudo

Leia mais

Implantação de Programas de Combate ao Tabagismo em Hospitais Dr. Marcos Marques Hospital Vita Batel Curitiba/PR História O uso do tabaco surgiu aproximadamente no ano 1000 a.c (América Central). Chegou

Leia mais

03/08/2014. Sistematização da assistência de enfermagem ao paciente portador de doença pulmonar obstrutiva crônica DEFINIÇÃO - DPOC

03/08/2014. Sistematização da assistência de enfermagem ao paciente portador de doença pulmonar obstrutiva crônica DEFINIÇÃO - DPOC ALGUNS TERMOS TÉCNICOS UNESC FACULDADES - ENFERMAGEM PROFª.: FLÁVIA NUNES Sistematização da assistência de enfermagem ao paciente portador de doença pulmonar obstrutiva crônica Ortopneia: É a dificuldade

Leia mais

Carlos Lopes, Sílvia Marques e Sónia Gomes

Carlos Lopes, Sílvia Marques e Sónia Gomes Carlos Lopes, Sílvia Marques e Sónia Gomes Farmacologia Molecular e Celular Mestrado em Bioquímica 15 de Maio de 2012 INTRODUÇÃO DOENÇA PULMONAR OBSTRUTIVA CRÓNICA (DPOC) DOENÇA RESPIRATÓRIA CRÓNICA CARACTERIZADA

Leia mais

AGENDA LACTENTES E PRÉ- ESCOLARES: PODEM USAR BETA-AGONISTAS? Prevalência da Asma ISAAC

AGENDA LACTENTES E PRÉ- ESCOLARES: PODEM USAR BETA-AGONISTAS? Prevalência da Asma ISAAC XI Curso de Atualização em Pneumologia 15 a 17 de abril de 2010 Rio de Janeiro LACTENTES E PRÉ- ESCOLARES: PODEM USAR BETA-AGONISTAS? Maria de Fátima Bazhuni Pombo March Professora Adjunta de Pediatria

Leia mais

Data: 25/11/2013. Nota Técnica: 234/2013 Solicitante: Juiz Eduardo Monção Nascimento Numeração: 0209.13.009508-3

Data: 25/11/2013. Nota Técnica: 234/2013 Solicitante: Juiz Eduardo Monção Nascimento Numeração: 0209.13.009508-3 Nota Técnica: 234/2013 Solicitante: Juiz Eduardo Monção Nascimento Numeração: 0209.13.009508-3 Data: 25/11/2013 Medicamento x Material x Procedimento Cobertura TEMA: Anlodipina, losartana,hidroclorotiazida,

Leia mais

Como fazer o step up ou step down no tratamento da asma

Como fazer o step up ou step down no tratamento da asma Como fazer o step up ou step down no tratamento da asma Marcia Margaret M Pizzichini Professora Associado de Medicina Universidade Federal de Santa Catarina Núcleo de Pesquisa em Asma e Inflamação das

Leia mais

Doenças Respiratórias Crônicas. Caderno de Atenção Básica 25

Doenças Respiratórias Crônicas. Caderno de Atenção Básica 25 Doenças Respiratórias Crônicas Caderno de Atenção Básica 25 PREVALÊNCIA O Asma (acomete cerca de 300 milhões de indivíduos no mundo) O Rinite Alérgica (afeta cerca de 20 25% da população) O DPOC (afeta

Leia mais

1 ALPHA-1. O que é alfa-1? Uma história familiar... de doença pulmonar? de doença do fígado? FOUNDATION

1 ALPHA-1. O que é alfa-1? Uma história familiar... de doença pulmonar? de doença do fígado? FOUNDATION O que é alfa-1? Uma história familiar... de doença pulmonar? de doença do fígado? O que você precisa saber sobre Alfa-1 Antitripsina 1 ALPHA-1 FOUNDATION O que é alfa-1? Alfa-1 Antitripsina(Alfa-1) é uma

Leia mais

Plano Individual de Gestão da Saúde. Guia de Longo Prazo para Alfas com Doença Pulmonar

Plano Individual de Gestão da Saúde. Guia de Longo Prazo para Alfas com Doença Pulmonar Plano Individual de Gestão da Saúde Guia de Longo Prazo para Alfas com Doença Pulmonar Este documento é um guia que pretende ajudar a construir um plano colaborativo entre você e o seu médico. O objetivo

Leia mais

PROGRAMA PARA CONTROLAR A ASMA PRIMEIRA PARTE

PROGRAMA PARA CONTROLAR A ASMA PRIMEIRA PARTE PROGRAMA PARA CONTROLAR A ASMA PRIMEIRA PARTE O cuidado apropriado com a asma pode ajudar o paciente a prevenir a maior parte das crises, a ficar livre de sintomas problemáticos diurnos e noturnos e a

Leia mais

História Natural das Doenças e Níveis de Aplicação de Medidas Preventivas

História Natural das Doenças e Níveis de Aplicação de Medidas Preventivas Universidade Federal do Rio de Janeiro Centro de Ciências da Saúde Faculdade de Medicina / Instituto de Estudos em Saúde Coletiva - IESC Departamento Medicina Preventiva Disciplina de Epidemiologia História

Leia mais

Um pouco sobre nós. Tecnologia e modernas instalações

Um pouco sobre nós. Tecnologia e modernas instalações Um pouco sobre nós. Referência em Medicina Ocupacional, Saúde do Trabalhador em Uberlândia e Região. Nosso objetivo é solucionar os problemas ligados à preservação da saúde e segurança do trabalhador,

Leia mais

O desafio de deixar de fumar

O desafio de deixar de fumar O desafio de deixar de fumar O uso do cigarro tem como objetivo a busca por efeitos prazerosos desencadeados pela nicotina, melhora ime - diata do raciocínio e do humor, diminuição da ansiedade e ajuda

Leia mais

TABAGISMO NO IDOSO: ASPECTOS GERAIS

TABAGISMO NO IDOSO: ASPECTOS GERAIS TABAGISMO NO IDOSO: ASPECTOS GERAIS Dra Roberta Lima Amaral da Costa 1 TAKE HOME MESSAGE: O tabagismo é uma doença crônica multi-sistêmica que afeta negativamente a qualidade de vida dos pacientes geriátricos,

Leia mais

Organização de serviços para o tratamento da dependência química

Organização de serviços para o tratamento da dependência química Organização de serviços para o tratamento da dependência química Coordenação: Prof. Dr. Ronaldo Laranjeira Apresentação: Dr. Elton P. Rezende UNIAD /INPAD/UNIFESP Agradecimentos: Dr. Marcelo Ribeiro Fatores

Leia mais

Avaliação das políticas de ambientes livres de fumo

Avaliação das políticas de ambientes livres de fumo Avaliação das políticas de ambientes livres de fumo Andrew Hyland, PhD Roswell Park Cancer Institute 2007 Johns Hopkins Bloomberg School of Public Health Seção A Visão Geral 2007 Johns Hopkins Bloomberg

Leia mais

Novo consenso brasileiro para o manejo da DPOC

Novo consenso brasileiro para o manejo da DPOC Novo consenso brasileiro para o manejo da DPOC Roberto Stirbulov F.C.M. Da Santa Casa de são Paulo Coordenador da comissão de DPOC da SBPT Diretor da Comissão de DPOC da ALAT Declaração de conflito de

Leia mais

O que você pode fazer a respeito de uma doença pulmonar chamada DPOC

O que você pode fazer a respeito de uma doença pulmonar chamada DPOC Iniciativa Global Para A Doença Pulmonar Obstrutiva Crônica O que você pode fazer a respeito de uma doença pulmonar chamada DPOC Adultos com dificuldade de respirar ou com tosse que não vai embora podem

Leia mais

Função pulmonar na diabetes mellitus

Função pulmonar na diabetes mellitus Função pulmonar na diabetes mellitus José R. Jardim Pneumologia Universidade Federal de São Paulo Elasticidade pulmonar anormal em DM Juvenil - 1976 11 diabéticos (24 anos) de início juvenil Dependentes

Leia mais

Sociedade Brasileira de Pneumologia e Tisiologia Comissão de Tabagismo

Sociedade Brasileira de Pneumologia e Tisiologia Comissão de Tabagismo Sociedade Brasileira de Pneumologia e Tisiologia Comissão de Tabagismo Sessão de Casos Clínicos em Tabagismo: Caso Clínico para Discussão: 2012. Fumante com síndrome metabólica e DPOC * 1 Autores e Instituição:

Leia mais

Situação Epidemiológica

Situação Epidemiológica 9. Tabagismo Situação Epidemiológica Doenças e Agravos Não Transmissíveis no Estado do Paraná O tabagismo é a segunda maior causa de morte no planeta, responsável por 8,8% do total de óbitos. São cerca

Leia mais

TÍTULO: AVALIAÇÃO DE UM PROGRAMA DE PILATES NA CAPACIDADE RESPIRATÓRIA FUNCIONAL EM PACIENTES COM DPOC

TÍTULO: AVALIAÇÃO DE UM PROGRAMA DE PILATES NA CAPACIDADE RESPIRATÓRIA FUNCIONAL EM PACIENTES COM DPOC TÍTULO: AVALIAÇÃO DE UM PROGRAMA DE PILATES NA CAPACIDADE RESPIRATÓRIA FUNCIONAL EM PACIENTES COM DPOC CATEGORIA: CONCLUÍDO ÁREA: CIÊNCIAS BIOLÓGICAS E SAÚDE SUBÁREA: FISIOTERAPIA INSTITUIÇÃO: CENTRO UNIVERSITÁRIO

Leia mais

Tabagismo como problema de Saúde Pública

Tabagismo como problema de Saúde Pública Tabagismo como problema de Saúde Pública MINISTÉRIO DA SAÚDE INSTITUTO NACIONAL DE CÂNCER COORDENAÇÃO DE PREVENÇÃO E VIGILÂNCIA Tabagismo Segundo a Organização Mundial de Saúde: Doença crônica transmissível,

Leia mais

DOENÇAS RELACIONADAS COM O TABACO

DOENÇAS RELACIONADAS COM O TABACO DOENÇAS RELACIONADAS COM O TABACO BOCA E FARINGE Cancro CÉREBRO Acidente vascular cerebral LARINGE E TRAQUEIA Cancro Inflamação CORAÇÃO Doença coronária/ Enfarte ESÓFAGO E ESTÔMAGO Cancro Úlcera PÂNCREAS

Leia mais

Procedimentos terapêuticos associados no tratamento da Fibromialgia

Procedimentos terapêuticos associados no tratamento da Fibromialgia Procedimentos terapêuticos associados no tratamento da Fibromialgia Felipe Azevedo Moretti "Se você só fizer aquilo que sempre fez, só obterá aquilo que sempre obteve. Se o que você está fazendo não está

Leia mais

EXERCÍCIO FÍSICO: ESTRATÉGIA PRIORITÁRIA NA PROMOÇÃO DA SAÚDE E DA QUALIDADE DE VIDA.

EXERCÍCIO FÍSICO: ESTRATÉGIA PRIORITÁRIA NA PROMOÇÃO DA SAÚDE E DA QUALIDADE DE VIDA. 1 EXERCÍCIO FÍSICO: ESTRATÉGIA PRIORITÁRIA NA PROMOÇÃO DA SAÚDE E DA QUALIDADE DE VIDA. Tales de Carvalho, MD, PhD. tales@cardiol.br Médico Especialista em Cardiologia e Medicina do Esporte; Doutor em

Leia mais

Análise dos Resultados

Análise dos Resultados Município de Odivelas Câmara Municipal Divisão de Saúde e da Prevenção das Toxicodependências Sector do Observatório da Saúde Odivelas Concelho Saudável Programa Odivelas Sem Tabaco Rastreio à Doença Pulmonar

Leia mais

As disfunções respiratórias são situações que necessitam de intervenções rápidas e eficazes, pois a manutenção da função

As disfunções respiratórias são situações que necessitam de intervenções rápidas e eficazes, pois a manutenção da função As disfunções respiratórias são situações que necessitam de intervenções rápidas e eficazes, pois a manutenção da função respiratória é prioritária em qualquer situação de intercorrência clínica. O paciente

Leia mais

Tratamento do tabagismo : manejo da farmacoterapia e das co-morbidades

Tratamento do tabagismo : manejo da farmacoterapia e das co-morbidades Tratamento do tabagismo : manejo da farmacoterapia e das co-morbidades Interações medicamentosas Carlos Alberto de Barros Franco Professor Titular de Pneumologia da Escola Médica de PósGraduação da PUC-Rio

Leia mais

CURSO DE EPIDEMIOLOGIA BÁSICA PARA PNEUMOLOGISTAS

CURSO DE EPIDEMIOLOGIA BÁSICA PARA PNEUMOLOGISTAS CURSO DE EPIDEMIOLOGIA BÁSICA PARA PNEUMOLOGISTAS Ana M.B. Menezes 1 e Iná da S. dos Santos 2 1 Prof a Titular de Pneumologia Faculdade de Medicina UFPEL 1 Presidente da Comissão de Epidemiologia da SBPT

Leia mais

INSUFICIÊNCIA CARDÍACA CONGESTIVA. Prof. Fernando Ramos Gonçalves-Msc

INSUFICIÊNCIA CARDÍACA CONGESTIVA. Prof. Fernando Ramos Gonçalves-Msc INSUFICIÊNCIA CARDÍACA CONGESTIVA Prof. Fernando Ramos Gonçalves-Msc Insuficiência Cardíaca Conceito É a incapacidade do coração em adequar sua ejeção às necessidades metabólicas do organismo, ou fazê-la

Leia mais

Qual é a função dos pulmões?

Qual é a função dos pulmões? Câncer de Pulmão Qual é a função dos pulmões? Os pulmões são constituídos por cinco lobos, três no pulmão direito e dois no esquerdo. Quando a pessoa inala o ar, os pulmões absorvem o oxigênio, que é levado

Leia mais

27/04/2016. Diferenças na exacerbação infecciosa na DPOC vs. DPOC com pneumonia. Mara Figueiredo

27/04/2016. Diferenças na exacerbação infecciosa na DPOC vs. DPOC com pneumonia. Mara Figueiredo Diferenças na exacerbação infecciosa na DPOC vs. DPOC com pneumonia Mara Figueiredo Conflitos de Interesse CFM nº 1.59/00 de 18/5/2000 e ANVISA nº 120/2000 de 30/11/2000 Nos últimos doze meses recebi apoio

Leia mais

XIII Reunião Clínico - Radiológica Dr. RosalinoDalazen. www.digimaxdiagnostico.com.br/

XIII Reunião Clínico - Radiológica Dr. RosalinoDalazen. www.digimaxdiagnostico.com.br/ XIII Reunião Clínico - Radiológica Dr. RosalinoDalazen www.digimaxdiagnostico.com.br/ CASO CLÍNICO NC, sexo masculino, 66 anos, realiza TC de tórax por suspeita de fibrose pulmonar. Queixa-se de falta

Leia mais

Aparelho respiratório

Aparelho respiratório DOENÇAS OBSTRUTIVAS Aparelho respiratório Pode ser causada pôr alterações: A- No interior da luz brônquica: : secreções, líquido, l corpo estranho. B- Na parede da via aéreaa rea: : contração do músculo

Leia mais

Doença Pulmonar Obstrutiva Crônica

Doença Pulmonar Obstrutiva Crônica Doença Pulmonar Obstrutiva Crônica Definição: Doença crônica e progressiva caracterizada pela obstrução do fluxo aéreo não totalmente reversível, associada a uma resposta inflamatória anormal nos pulmões

Leia mais

I CURSO DE APERFEIÇOAMENTO EM TABAGISMO DISCIPLINA DE PNEUMOLOGIA - ESCOLA MÉDICA DE PÓS-GRADUAÇÃO - PUC RIO AVALIAÇÃO CLÍNICA INICIAL

I CURSO DE APERFEIÇOAMENTO EM TABAGISMO DISCIPLINA DE PNEUMOLOGIA - ESCOLA MÉDICA DE PÓS-GRADUAÇÃO - PUC RIO AVALIAÇÃO CLÍNICA INICIAL Cristina Cantarino Pneumologista Coordenadora do Centro de Estudos para Tratamento da Dependência à Nicotina do INCA Coordenadora Municipal do Controle de Tabagismo de Niterói Coordenadora da Clínica de

Leia mais

Envolvimento dos profissionais da saúde no controle do tabagismo

Envolvimento dos profissionais da saúde no controle do tabagismo Envolvimento dos profissionais da saúde no controle do tabagismo Prof. Javaid Khan, FRCP (Edin) Setor Principal de Medicina de Cuidado Pulmonar e Crítico The Aga Khan University, Karachi, Paquistão Envolvimento

Leia mais

Tabagismo. Introdução - Conceitos

Tabagismo. Introdução - Conceitos Introdução - Conceitos Fumar causa uma doença crônica, conhecida como tabagismo, doença de dependência da nicotina, classificada no CID 10 como F-17.2 e reconhecida pela Organização Mundial da Saúde como

Leia mais

INFORMATIVO DE SAÚDE QUINTA REGIÃO DA POLÍCIA MILITAR QUARTA COMPANHIA INDEPENDENTE 4ª EDIÇÃO

INFORMATIVO DE SAÚDE QUINTA REGIÃO DA POLÍCIA MILITAR QUARTA COMPANHIA INDEPENDENTE 4ª EDIÇÃO O Projeto denominado 3º Circuito de Saúde de Frutal 2015 apresentou uma proposta planejada, enriquecedora e interdisciplinar, buscou a integração dos militares e da sociedade, no sentido de conscientização

Leia mais

Doenças Obstrutivas DPOC. Doença Pulmonar Obstrutiva Crônica. Epidemiologia. DOENÇAS OBSTRUTIVAS Pode ser causada pôr alterações:

Doenças Obstrutivas DPOC. Doença Pulmonar Obstrutiva Crônica. Epidemiologia. DOENÇAS OBSTRUTIVAS Pode ser causada pôr alterações: DOENÇAS OBSTRUTIVAS Pode ser causada pôr alterações: A- No interior da luz brônquica: secreções, líquido, corpo estranho. Doenças Obstrutivas B- Na parede da via aérea: contração do músculo liso (asma),

Leia mais

EFEITO DO TREINAMENTO MUSCULAR RESPIRATÓRIO COM THRESHOLD EM PACIENTES PORTADORES DE DOENÇA PULMONAR OBSTRUTIVA CRÔNICA

EFEITO DO TREINAMENTO MUSCULAR RESPIRATÓRIO COM THRESHOLD EM PACIENTES PORTADORES DE DOENÇA PULMONAR OBSTRUTIVA CRÔNICA EFEITO DO TREINAMENTO MUSCULAR RESPIRATÓRIO COM THRESHOLD EM PACIENTES PORTADORES DE DOENÇA PULMONAR OBSTRUTIVA CRÔNICA Nádia Caroline de Sousa Menezes¹, Michelle Maria de Macedo 2, Naiara Santos Fonseca

Leia mais

Circulação sanguínea Intrapulmonar. V. Pulmonar leva sangue oxigenado do pulmão para o coração.

Circulação sanguínea Intrapulmonar. V. Pulmonar leva sangue oxigenado do pulmão para o coração. DOENÇAS PULMONARES Árvore Brônquica Circulação sanguínea Intrapulmonar V. Pulmonar leva sangue oxigenado do pulmão para o coração. A. Pulmonar traz sangue venoso do coração para o pulmão. Trocas Histologia

Leia mais

Prof. a Ana Luisa Godoy Fernandes CRM SP 24761

Prof. a Ana Luisa Godoy Fernandes CRM SP 24761 Prof a Ana Luisa Godoy Fernandes CRM SP 24761 JWD, após adequação do seu tratamento continua com seu futebol e agora consegue fazer gols Controle da asma: a baixa percepção de sintomas pode prejudicar

Leia mais

Hipertensão Arterial Pulmonar Protocolos Por que e para que? Ricardo Fonseca Martins

Hipertensão Arterial Pulmonar Protocolos Por que e para que? Ricardo Fonseca Martins Hipertensão Arterial Pulmonar Protocolos Por que e para que? Ricardo Fonseca Martins HAP Definição Condição patológica caracterizada pela elevação da pressão arterial pulmonar média acima de 25mmHg com

Leia mais

ANÁLISE DE DIFERENTES PROTOCOLOS DE REABILITAÇÃO EM PACIENTES COM D.P.O.C.

ANÁLISE DE DIFERENTES PROTOCOLOS DE REABILITAÇÃO EM PACIENTES COM D.P.O.C. ANÁLISE DE DIFERENTES PROTOCOLOS DE REABILITAÇÃO EM PACIENTES COM D.P.O.C. MORELLO, Marcos. A 1 MARQUES, Rafael. P 2 NEITZKE, Nataniel. M 3 LUCHESA, Cesar.A 4 RESUMO A doença pulmonar obstrutiva crônica

Leia mais

PROTOCOLO CLÍNICO E DIRETRIZES TERAPÊUTICAS DOENÇA PULMONAR OBSTRUTIVA CRÔNICA

PROTOCOLO CLÍNICO E DIRETRIZES TERAPÊUTICAS DOENÇA PULMONAR OBSTRUTIVA CRÔNICA Circular 239/2013 São Paulo, 07 de Junho de 2013. PROVEDOR(A) ADMINISTRADOR(A) PROTOCOLO CLÍNICO E DIRETRIZES TERAPÊUTICAS DOENÇA PULMONAR OBSTRUTIVA CRÔNICA Diário Oficial da União Nº 108, Seção 1, sexta-feira,

Leia mais

DIAGNÓSTICO DA DOENÇA PULMONAR OBSTRUTIVA CRÔNICA (DPOC)*

DIAGNÓSTICO DA DOENÇA PULMONAR OBSTRUTIVA CRÔNICA (DPOC)* DIAGNÓSTICO DA DOENÇA PULMONAR OBSTRUTIVA CRÔNICA (DPOC)* DIAGNÓSTICO De acordo com a Sociedade Americana do Tórax (American Toraxic Society), os elementos diagnósticos para a DPOC são a história clínica,

Leia mais

TABACO. Uma questão de hábito ou uma questão de óbito? Pare de fumar enquanto é tempo!

TABACO. Uma questão de hábito ou uma questão de óbito? Pare de fumar enquanto é tempo! TABACO Uma questão de hábito ou uma questão de óbito? Pare de fumar enquanto é tempo! O cigarro contém: NICOTINA [substância também presente nos insecticidas] EFEITOS IMEDIATOS: TREMOR DAS MÃOS AUMENTO

Leia mais

CAPACIDADE PULMONAR E FORÇA MUSCULAR RESPIRATÓRIA EM OBESOS

CAPACIDADE PULMONAR E FORÇA MUSCULAR RESPIRATÓRIA EM OBESOS 25 a 28 de Outubro de 2011 ISBN 978-85-8084-055-1 CAPACIDADE PULMONAR E FORÇA MUSCULAR RESPIRATÓRIA EM OBESOS Diego de Faria Sato 1 ; Sonia Maria Marques Gomes Bertolini 2 RESUMO: A obesidade é considerada

Leia mais

Comorbidades e Fibrose Pulmonar Idiopática

Comorbidades e Fibrose Pulmonar Idiopática e Ronaldo A. Kairalla Grupo de Doenças Intersticiais Divisão de Pneumologia do Instituto do Coração (InCor) Hospital das Clínicas da FMUSP Núcleo Avançado de Tórax Hospital Sírio Libanês XIV Curso Nacional

Leia mais

Epidemiologia da DPOC: Enfrentando Desafios Epidemiology of COPD: Facing Challenges Marcelo F. Rabahi 1

Epidemiologia da DPOC: Enfrentando Desafios Epidemiology of COPD: Facing Challenges Marcelo F. Rabahi 1 Artigo original Epidemiologia da DPOC: Enfrentando Desafios Epidemiology of COPD: Facing Challenges Marcelo F. Rabahi 1 RESUMO A exposição à fumaça de tabaco e a outros poluentes ambientais, além das variações

Leia mais

Junho 2013 1. O custo da saúde

Junho 2013 1. O custo da saúde Junho 2013 1 O custo da saúde Os custos cada vez mais crescentes no setor de saúde, decorrentes das inovações tecnológicas, do advento de novos procedimentos, do desenvolvimento de novos medicamentos,

Leia mais

Elevação dos custos do setor saúde

Elevação dos custos do setor saúde Elevação dos custos do setor saúde Envelhecimento da população: Diminuição da taxa de fecundidade Aumento da expectativa de vida Aumento da demanda por serviços de saúde. Transição epidemiológica: Aumento

Leia mais

AVALIAÇÃO DOS VALORES ESPIROMÉTRICOS EM INDIVÍDUOS TABAGISTAS

AVALIAÇÃO DOS VALORES ESPIROMÉTRICOS EM INDIVÍDUOS TABAGISTAS FACULDADE CATÓLICA SALESIANA DO ESPIRITO SANTO GRADUAÇÃO EM FISIOTERAPIA JODALÉIA DORIGUETTO COSTALONGA WASHINGTON PABLO DE OLIVEIRA MOURA AVALIAÇÃO DOS VALORES ESPIROMÉTRICOS EM INDIVÍDUOS TABAGISTAS

Leia mais

VENTILAÇÃO MECÂNICA NÃO INVASIVA FISIOTERAPIA. 1- OBJETIVO Padronizar a utilização da Ventilação Mecânica Não Invasiva (VMNI) pela fisioterapia.

VENTILAÇÃO MECÂNICA NÃO INVASIVA FISIOTERAPIA. 1- OBJETIVO Padronizar a utilização da Ventilação Mecânica Não Invasiva (VMNI) pela fisioterapia. POT Nº: 06 VENTILAÇÃO MECÂNICA NÃO INVASIVA FISIOTERAPIA Edição: 05/05/2009 Versão: 02 Data Versão: 28/05/2009 Página: 05 1- OBJETIVO Padronizar a utilização da Ventilação Mecânica Não Invasiva (VMNI)

Leia mais

Doenças Crônicas. uma nova transição. Paulo A. Lotufo. FMUSP Coordenador do Centro de Pesquisa Clínica e Epidemiológica da USP

Doenças Crônicas. uma nova transição. Paulo A. Lotufo. FMUSP Coordenador do Centro de Pesquisa Clínica e Epidemiológica da USP Doenças Crônicas uma nova transição Paulo A. Lotufo Professor Titular de Clínica Médica FMUSP Coordenador do Centro de Pesquisa Clínica e Epidemiológica da USP esclarecimentos O termo doença crônica pode

Leia mais

O PAPEL DA ENFERMAGEM NA REABILITAÇÃO CARDIACA RAQUEL BOLAS

O PAPEL DA ENFERMAGEM NA REABILITAÇÃO CARDIACA RAQUEL BOLAS O PAPEL DA ENFERMAGEM NA REABILITAÇÃO CARDIACA RAQUEL BOLAS Ericeira, 11 de Fevereiro 2011 DEFINIÇÃO De acordo com a OMS (2003), a Reabilitação Cardíaca é um conjunto De acordo com a OMS (2003), a Reabilitação

Leia mais

N o 36. Abril 2015. Insulina com duração de até 42 horas: nova opção para os insulinodependentes

N o 36. Abril 2015. Insulina com duração de até 42 horas: nova opção para os insulinodependentes N o 36 Abril 2015 Centro de Farmacovigilância da UNIFAL-MG Site: www2.unifal-mg.edu.br/cefal Email: cefal@unifal-mg.edu.br Tel: (35) 3299-1273 Equipe editorial: prof. Dr. Ricardo Rascado; profa. Drª. Luciene

Leia mais

UNIVERSIDADE FEDERAL DE PELOTAS FACULDADE DE MEDICINA DEPARTAMENTO DE MEDICINA SOCIAL PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM EPIDEMIOLOGIA

UNIVERSIDADE FEDERAL DE PELOTAS FACULDADE DE MEDICINA DEPARTAMENTO DE MEDICINA SOCIAL PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM EPIDEMIOLOGIA UNIVERSIDADE FEDERAL DE PELOTAS FACULDADE DE MEDICINA DEPARTAMENTO DE MEDICINA SOCIAL PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM EPIDEMIOLOGIA Uso de inaladores dosimetrados na população de adolescentes e adultos, com

Leia mais

4. Câncer no Estado do Paraná

4. Câncer no Estado do Paraná 4. Câncer no Estado do Paraná Situação Epidemiológica do Câncer Doenças e Agravos Não Transmissíveis no Estado do Paraná Uma das principais causas de morte nos dias atuais, o câncer é um nome genérico

Leia mais

09/07/2014. José Eduardo Delfini Cançado Professor da Santa Casa de Misericórdia de São Paulo Membro da Comissão de Asma de SBPT. Poluição Atmosférica

09/07/2014. José Eduardo Delfini Cançado Professor da Santa Casa de Misericórdia de São Paulo Membro da Comissão de Asma de SBPT. Poluição Atmosférica Poluição nas grandes cidades e adoecimento respiratório José Eduardo Delfini Cançado Professor da Santa Casa de Misericórdia de São Paulo Membro da Comissão de Asma de SBPT Declaração de Conflito de Interesse

Leia mais

NLST: estamos prontos para o rastreamento do câncer de pulmão?

NLST: estamos prontos para o rastreamento do câncer de pulmão? NLST: estamos prontos para o rastreamento do câncer de pulmão? Vladmir Cláudio Cordeiro de Lima, MD, PhD Hospital A.C. Camargo São Paulo - Brasil Rastreamento do Câncer de Pulmão Fonte: World Health Organization.

Leia mais

ATESTADO MÉDICO E SUAS IMPLICAÇOES LEGAIS

ATESTADO MÉDICO E SUAS IMPLICAÇOES LEGAIS E SUAS IMPLICAÇOES LEGAIS Prof. Dr. ALCINDO CERCI NETO DOCUMENTAÇÃO MÉDICA Papéis nos quais o médico se comunica com terceiros, quando do exercício profissional Tem presunção de veracidade e fé pública

Leia mais

DIABETES MELLITUS NO BRASIL

DIABETES MELLITUS NO BRASIL DIABETES MELLITUS NO BRASIL 17º Congresso Brasileiro Multidisciplinar em Diabetes PATRÍCIA SAMPAIO CHUEIRI Coordenadora d Geral de Áreas Técnicas DAB/MS Julho, 2012 DIABETES MELITTUS Diabetes é considerado

Leia mais

Vivendo com Doença Pulmonar Avançada Um guia para familiares e cuidadores

Vivendo com Doença Pulmonar Avançada Um guia para familiares e cuidadores Vivendo com Doença Pulmonar Avançada Um guia para familiares e cuidadores Observação importante: Este guia tem como objetivo dar informações adicionais às orientações médicas, mas não exclui a necessidade

Leia mais

Mas se fumar é tão perigoso, por quê as pessoas começam a fumar? Introdução

Mas se fumar é tão perigoso, por quê as pessoas começam a fumar? Introdução Introdução O tabagismo é considerado pela Organização Mundial da Saúde (OMS) a principal causa de morte evitável em todo o mundo. Introdução Introdução Cerca de um terço da população mundial adulta (1

Leia mais

TEMA: RESPIMAT ESPIMAT. Data: 22/04/2013 NOTA TÉCNICA 57 /2013. Medicamento x Material Procedimento Cobertura

TEMA: RESPIMAT ESPIMAT. Data: 22/04/2013 NOTA TÉCNICA 57 /2013. Medicamento x Material Procedimento Cobertura NOTA TÉCNICA 57 /2013 Data: 22/04/2013 Medicamento x Material Procedimento Cobertura Solicitante: Juiz de Direito FLÁVIO BARROS MOREIRA Número do processo: 0082629-95.2012 TEMA: TEMA: SYMBICORT YMBICORT

Leia mais

SEMINÁRIO QUALIDADE DO AR E EFEITOS NA SAÚDE. A Saúde Respiratória da Criança

SEMINÁRIO QUALIDADE DO AR E EFEITOS NA SAÚDE. A Saúde Respiratória da Criança SEMINÁRIO QUALIDADE DO AR E EFEITOS NA SAÚDE A Saúde Respiratória da Criança Hermano Albuquerque de Castro Médico Pneumologista Doutor em Saúde Pública Pesquisador FIOCRUZ castro@ensp.fiocruz.br Segundo

Leia mais

DOENÇAS CARDÍACAS NA INSUFICIÊNCIA RENAL

DOENÇAS CARDÍACAS NA INSUFICIÊNCIA RENAL DOENÇAS CARDÍACAS NA INSUFICIÊNCIA RENAL As doenças do coração são muito freqüentes em pacientes com insuficiência renal. Assim, um cuidado especial deve ser tomado, principalmente, na prevenção e no controle

Leia mais

Avaliação da função respiratória; fisiopatologia das doenças respiratórias

Avaliação da função respiratória; fisiopatologia das doenças respiratórias Avaliação da função respiratória; fisiopatologia das doenças respiratórias Propriedades Estáticas do Sistema A ventilação pulmonar consiste no fluxo de ar para dentro e para fora dos pulmões a cada ciclo

Leia mais

Compreender as Exacerbações Pulmonares

Compreender as Exacerbações Pulmonares Compreender as Exacerbações Pulmonares COMPREENDER AS EXACERBAÇÕES PULMONARES INTRODUÇÃO Reconhecer as alterações nos sinais e nos sintomas da sua doença pulmonar é muito importante para o controlo da

Leia mais