PÓS-GRADUAÇÃO EM CUIDADOS FARMACÊUTICOS

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "PÓS-GRADUAÇÃO EM CUIDADOS FARMACÊUTICOS"

Transcrição

1 PÓS-GRADUAÇÃO EM CUIDADOS FARMACÊUTICOS 1. Introdução O papel do farmacêutico, em particular no contexto da Farmácia Comunitária tem vindo a evoluir no sentido de uma maior intervenção do Farmacêutico na avaliação dos resultados obtidos com a farmacoterapia, promovendo uma maior interacção com o doente e com os outros profissionais de saúde, tal como preconizado na resolução do Comité de Ministros do Conselho da Europa, em Do mesmo modo, já anteriormente, em 1993, a Organização Mundial de Saúde, na Declaração de Tóquio, tinha estabelecido que a função prioritária do Farmacêutico deveria consistir na prestação de Cuidados Farmacêuticos, sendo estes definidos como o conjunto de atitudes, comportamentos, compromissos, responsabilidades e aptidões no acompanhamento dos doentes, com o objectivo de obter resultados concretos na melhoria da saúde e da qualidade de vida. Para implementar este conceito tanto a Organização Mundial de Saúde como a Federação Internacional de Farmácia incitam as entidades nacionais a: a) Desenvolver programas de formação contínua com o objectivo de preparar os farmacêuticos para actividades de investigação e de prática profissional relacionadas com os Cuidados Farmacêuticos b) Adoptar o conceito de Cuidados Farmacêuticos como referência para os programas de formação contínua O Farmacêutico, profissional de saúde que mais próximo está da comunidade, é reconhecido por todos pela mais-valia da sua qualidade e indispensabilidade no desempenho da sua actividade profissional. Através da dispensa de medicamentos, da indicação farmacêutica e do seguimento farmacoterapêutico, o farmacêutico actua identificando os problemas relacionados com a medicação e os resultados negativos da farmacoterapia, contribuindo deste modo para uma medicação efectiva e segura no contexto do Sistema Nacional de Saúde. Cientes destes factos, e no sentido de melhorar a intervenção do Farmacêutico no Sistema de Saúde, agora não só como especialista do Medicamento mas também como prestador de Cuidados de Saúde, a Secção Regional do Porto da Ordem dos Farmacêuticos cria um Curso de Pós-Graduação em Cuidados Farmacêuticos. O objectivo geral deste programa consiste na aquisição de conhecimentos e de competências, nomeadamente de metodologias de investigação, de farmacoterapia e

2 de avaliação de resultados em Saúde, que permitam ao Farmacêutico melhorar o seu desempenho no seguimento das terapêuticas medicamentosas e uma melhor integração nas diferentes equipas multidisciplinares de prestadores de cuidados de saúde. 2. Objectivos Gerais Melhorar os cuidados de saúde prestados por farmacêuticos no âmbito dos cuidados primários de saúde. Apresentar e sistematizar as metodologias para o desempenho da actividade farmacêutica centrada no doente. Propor modelos de intervenção, técnicas e estratégias para implementar de serviços e programas de cuidados farmacêuticos. Promover a comunicação eficaz com o doente e com os restantes prestadores de cuidados de saúde. Promover a participação dos farmacêuticos em programas de investigação em cuidados de saúde, nomeadamente através da realização de estudos epidemiológicos de utilização de medicamentos. Contribuir para a integração do farmacêutico em equipas multidisciplinares de prestação de cuidados de saúde. 3. Competências e Resultados de Aprendizagem Prestação de cuidados farmacêuticos à população em geral e a populações com características particulares. Realização de estudos na área da Farmácia Clínica. Integração activa em equipas multidisciplinares de prestadores de cuidados de saúde. 4. Número de horas necessários à obtenção do Diploma (Carga horária) 120 Horas (304 horas, incluindo Monografia/Orientação Tutorial)

3 5. Plano Curricular e Organização do Curso de Pós-Graduação Módulo I: Fundamentos de Cuidados Farmacêuticos Introdução aos Cuidados Farmacêuticos Comunicação em Saúde Dispensação Clínica e Indicação Farmacêutica Medicamentos Manipulados Suporte Básico de Vida e Administração de Injectáveis Interpretação de Boletins Analíticos Ética e Deontologia em Cuidados Farmacêuticos Módulo II: Farmacoterapia, Terapêutica Medicamentosa Farmacoterapia e Terapêutica Medicamentosa Polifarmacologia Interacções Farmacológicas Interacções Alimentos/Medicamentos Seguimento Farmacoterapêutico Adesão à Terapêutica Módulo III: Indicação Farmacêutica em Patologias Autolimitadas Indicação Farmacêutica em Patologias Menores Aconselhamento Farmacêutico e Automedicação Farmacovigilância Aconselhamento Farmacêutico em Dermofarmácia Módulo IV: Aconselhamento Farmacêutico em patologias crónicas Cuidados Farmacêuticos em Patologias Crónicas

4 Cardiovascular: Hipertensão Arterial, Insuficiência cardíaca, Cardiopatia Isquémica Diabetes Doenças Respiratórias (Asma e DPOC) Dislipidemias Dor Crónica Depressão Doenças Neurodegenerativas Doenças Musculo-Esqueléticas Cessação Tabágica Oncologia Cuidados Farmacêuticos em Pediatria Cuidados Farmacêuticos na Gravidez Cuidados Farmacêuticos em Geriatria Módulo V: Casos clínicos e Interpretação analítica de resultados Avaliação Módulo VI: Monografia/Seminário 6 Âmbito e Objectivos dos Módulos Módulo I: Fundamentos de Cuidados Farmacêuticos Âmbito e Objectivos A Unidade Curricular de Fundamento de Cuidados Farmacêuticos visa fazer uma Introdução à temática dos Cuidados Farmacêuticos e fornecer ferramentas indispensáveis para a prestação de Cuidados Farmacêuticos nomeadamente pelo estabelecimento de conceitos e

5 terminologias, apresentação da legislação nacional e internacional em vigor, normas de orientação e boas práticas clínicas. Serão abordados os fundamentos conceptuais dos Cuidados Farmacêuticos, sua história, evolução, funções e as metodologias e indicadores utilizados. Será enfatizada a importância da Comunicação Clínica com vista ao desenvolvimento de aptidões e comportamentos que permitam melhorar a comunicação Farmacêutico - Utente e Farmacêutico - Profissionais de Saúde. Serão abordados aspectos formais da comunicação verbal e não verbal, eliminação de barreiras de comunicação, estabelecimento de relação empática com os utentes e seus familiares, técnicas de transmissão de informação e de educação para a saúde. A importância da Bioética neste tema será também abordada com enfoque na relação Farmacêutico-Utente-Profissionais de Saúde. A dispensação clínica, seus fundamentos, técnicas e procedimentos serão também estudadas nesta unidade curricular. Módulo II: Farmacoterapia e Terapêutica Medicamentosa Âmbito e Objectivos Esta Unidade Curricular visa uma revisão dos principais grupos terapêuticos existentes, nomeadamente no que diz respeito às suas indicações terapêuticas, contra-indicações e principais cuidados na sua administração. O Seguimento Farmacoterapêutico consiste numa actividade desempenhada por farmacêuticos que se responsabilizam pelas necessidades dos utentes relacionadas com os medicamentos nomeadamente através da detecção, prevenção e resolução de Resultados Negativos de Medicação. Este procedimento, executado de uma forma contínua, sistemática e documentada, em cooperação constante com os restantes elementos da equipa prestadora de cuidados de saúde e com o próprio utente, visa contribuir eficazmente para a redução da morbilidade e mortalidade associada aos medicamentos e consequentemente para uma melhoria da sua qualidade de vida. Módulo III : Indicação Farmacêutica em Patologias Autolimitadas Âmbito e Objectivos: A automedicação é uma prática habitual nos dias de hoje. Tal decorre do maior acesso dos consumidores a informação sobre saúde, incluindo, portanto, a informação sobre medicamentos. No entanto, a prática da automedicação pode acarretar alguns problemas que decorrem, fundamentalmente, da utilização inadequada dos medicamentos, consequência, na maior parte das situações, de uma informação inadequada e insuficiente e de uma cultura farmacoterapêutica não perfeitamente consolidada, daí que a utilização de medicamentos não sujeitos a receita médica obrigatória deva constituir uma responsabilidade partilhada entre as autoridades, os doentes, os profissionais de saúde e a indústria farmacêutica, sendo fundamental o papel do farmacêutico em todo este processo como especialista do medicamento que é.

6 Nesta Unidade Curricular serão abordadas as indicações passíveis de automedicação, nomeadamente as relacionadas com o Sistema Digestivo, Sistema Respiratório, Sistema Cutâneo, Sistema Nervoso/Psique, Sistema Muscular/Ósseo, Sistema Ocular, Sistema Ginecológico, Sistema Cardiovascular e Situações Gerais. Além de uma apresentação fisiopatológica das diferentes situações, será feita uma abordagem da terapêutica indicada, dos riscos envolvidos e do aconselhamento a prestar. Adicionalmente serão revistos as técnicas de indicação e aconselhamento farmacêutico bem como serão estudados protocolos de indicação/aconselhamento farmacêutico em patologias minor. Módulo IV: Aconselhamento Farmacêutico em patologias crónicas Âmbito e Objectivos: Actualmente as doenças crónicas são as principais causas de mortalidade e morbilidade nos países desenvolvidos. O papel dos farmacêuticos no acompanhamento/tratamento de doentes crónicos é internacionalmente reconhecido como meritório e fundamental para o sucesso dos tratamentos farmacológicos e não farmacológicos. Neste módulo será abordada a fisiopatologia de doenças como a Hipertensão Arterial, Asma e DPOC, Diabetes, Dislipidemias, Depressão, Osteoporose, Dor crónica e Doença oncológica, sendo sempre salientado a intervenção do farmacêutico no seguimento farmacoterapêutico do doente e o seu papel nas diferentes equipas pluridisciplinares intervenientes na prestação de cuidados de saúde. A especificidade das crianças, pelas alterações farmacocinéticas e farmacodinâmicas que apresentam, bem como as particularidades das suas necessidades e das patologias que afectam a população pediátrica justificam a necessidade de um aconselhamento farmacêutico específico para a população pediátrica. Do mesmo modo, a especificidade da grávida e as transformações fisiológicas observadas ao longo da gravidez, serão igualmente objecto de atenção. O crescente aumento da esperança média de vida, associado à constante preocupação no aumento da qualidade de vida leva a uma cada vez maior preocupação com a população geriátrica. Esta população apresenta-se como um desafio aos prestadores de cuidados de saúde e aos farmacêuticos em particular nomeadamente pelos seus múltiplos problemas de saúde e à frequente polimedicação a que são sujeitos. O papel do farmacêutico e os cuidados farmacêuticos por ele prestados tornam-se assim ainda de maior importância no caso das populações geriátricas. Neste módulo serão abordadas as especificidades do doente geriátrico, nomeadamente no que diz respeito à sua fisiopatologia e suas necessidades farmacoterapêuticas.

7 Módulo V: Casos Clínicos e Interpretação Analises Clinicas Neste módulo, através da metodologia do estudo de casos, ir-se-á aplicar os conhecimentos adquiridos nos módulos anteriores para estudar e resolver diferentes casos práticos relacionados com os cuidados farmacêuticos. Através de um estudo prévio e de respostas devidamente fundamentadas os alunos irão consolidar os conhecimentos adquiridos enquanto ganham experiência que lhe será fundamental para a melhoria da sua intervenção profissional na área dos cuidados farmacêuticos. Nos seminários serão abordadas temáticas de interesse para os Cuidados Farmacêuticos que venham complementar a formação dos alunos e suprir algumas lacunas que sejam verificadas. Durante os seminários de cuidados farmacêuticos serão abordadas temáticas de vanguarda na área dos cuidados farmacêuticos bem como situações que por limitação de tempo, mas não de interesse, não puderam ser tratadas nos módulos anteriores. Adicionalmente os alunos deverão apresentar um seminário de revisão bibliográfica ou de pesquisa, sobre um tema na área dos cuidados farmacêuticos que seja relevante e do interesse do aluno e que de alguma forma reflicta a sua experiência profissional e a sua visão do que devem ser os cuidados farmacêuticos. Módulo VI: Monografia/Seminário Âmbito e Objectivos: Neste módulo, aplicando os diferentes conhecimentos e metodologias adquiridas nos módulos anteriores, os alunos, sob orientação de um docente, deverão apresentar um projecto de dissertação sobre um tema relacionado com os cuidados farmacêuticos. Este projecto deverá incidir sobre um problema relevante e/ou uma área de vanguarda na área dos cuidados farmacêuticos e deverá incluir uma revisão cuidada do estado da arte relacionado com o tema do projecto. Organização

Curso de Técnico Auxiliar de Geriatria

Curso de Técnico Auxiliar de Geriatria Curso de Técnico Auxiliar de Geriatria Área de Formação: 762. Trabalho Social e Orientação O Técnico Auxiliar de Geriatria é o profissional com múltiplas competências para poder desempenhar as suas funções

Leia mais

Acompanhamento de Doentes com Sifarma 2000 10 e 21 Julho Porto 9h 0,9/1,35 ***

Acompanhamento de Doentes com Sifarma 2000 10 e 21 Julho Porto 9h 0,9/1,35 *** ABRIL/DEZEMBRO Abril a Dezembro EPGSG - Adenda ao Plano de Formação 2009 Norte FARMACOTERAPIA Dermatologia NOVO Doenças da Pele: Acne e Rosácea 20 Abril Porto 7h 0,7/1,05 175 140 Antimicóticos em Dermatologia

Leia mais

A POLIMEDICAÇÃO EM UTENTES INSTITUCIONALIZADOS

A POLIMEDICAÇÃO EM UTENTES INSTITUCIONALIZADOS A POLIMEDICAÇÃO EM UTENTES INSTITUCIONALIZADOS 1Maria Isabel Ribeiro; 2 Carlos Ferreira; 2 Duarte Loio & 2 Luís Salsas 1Professora do Instituto Politécnico de Bragança, Investigadora do CETRAD e colaboradora

Leia mais

RELATÓRIO DE GESTÃO DA FACULDADE DE CIÊNCIAS MÉDICAS 2004

RELATÓRIO DE GESTÃO DA FACULDADE DE CIÊNCIAS MÉDICAS 2004 RELATÓRIO DE GESTÃO DA FACULDADE DE CIÊNCIAS MÉDICAS 2004 1. Apreciação Global A existência de um Contrato de Desenvolvimento para a Medicina, celebrado entre a UNL e o Governo, em Dezembro de 2001, permitiu

Leia mais

Portaria n.º 605/99, de 5 de Agosto Regulamento do Sistema Nacional de Farmacovigilância (Revogado pela Decreto-Lei n.º 242/2002, de 5 de Novembro)

Portaria n.º 605/99, de 5 de Agosto Regulamento do Sistema Nacional de Farmacovigilância (Revogado pela Decreto-Lei n.º 242/2002, de 5 de Novembro) Regulamento do Sistema Nacional de Farmacovigilância (Revogado pela Decreto-Lei n.º 242/2002, de 5 de Novembro) O sistema de avaliação e autorização de introdução no mercado de medicamentos, que tem vindo

Leia mais

Curso de Técnico Auxiliar de Saúde (Auxiliar de Ação Médica)

Curso de Técnico Auxiliar de Saúde (Auxiliar de Ação Médica) Curso de Técnico Auxiliar de Saúde (Auxiliar de Ação Médica) Área de Formação: 729. Serviços de Saúde O Técnico Auxiliar de Saúde, vulgarmente designado por Auxiliar de Ação Médica, é o profissional capacitado

Leia mais

O PAPEL DA ENFERMAGEM NA REABILITAÇÃO CARDIACA RAQUEL BOLAS

O PAPEL DA ENFERMAGEM NA REABILITAÇÃO CARDIACA RAQUEL BOLAS O PAPEL DA ENFERMAGEM NA REABILITAÇÃO CARDIACA RAQUEL BOLAS Ericeira, 11 de Fevereiro 2011 DEFINIÇÃO De acordo com a OMS (2003), a Reabilitação Cardíaca é um conjunto De acordo com a OMS (2003), a Reabilitação

Leia mais

30 ANOS DO CENTRO DE INFORMAÇÃO DO MEDICAMENTO DA ORDEM DOS FARMACÊUTICOS E PERSPECTIVAS FUTURAS. Lisboa 04 Dez 2014 Aurora Simón

30 ANOS DO CENTRO DE INFORMAÇÃO DO MEDICAMENTO DA ORDEM DOS FARMACÊUTICOS E PERSPECTIVAS FUTURAS. Lisboa 04 Dez 2014 Aurora Simón 30 ANOS DO CENTRO DE INFORMAÇÃO DO MEDICAMENTO DA ORDEM DOS FARMACÊUTICOS E PERSPECTIVAS FUTURAS Uma actividade com 50 anos Centros de Informação de Medicamentos Resposta à necessidade de rápido acesso

Leia mais

Mestrado Integrado em Ciências Farmacêuticas

Mestrado Integrado em Ciências Farmacêuticas UNIVERSIDAD DE COIMBRA (PORTUGAL) PROGRAMA DE FARMACIA Mestrado Integrado em Ciências s Ciências s voltar ao curso Plano de Estudos: Nome da Biologia Celular 1 01550003 Física Aplicada 1 01550014 Histologia

Leia mais

2009/2010 CURSO DE PÓS-GRADUAÇÃO EM ENFERMAGEM DE ANESTESIA

2009/2010 CURSO DE PÓS-GRADUAÇÃO EM ENFERMAGEM DE ANESTESIA 2009/2010 COMISSÃO CIENTÍFICA Celínia Antunes Cristina Baião Fernanda Príncipe Henrique Dias Jorge Coelho José Alberto Martins José David Ferreira Marcos Pacheco Nuno Tavares Lopes Paulo Amorim Paulo Figueiredo

Leia mais

FARMÁCIAS PORTUGUESAS

FARMÁCIAS PORTUGUESAS Abril de 2008 Maria da Luz Sequeira Praia - Cabo Verde, 25 Abril 2008 IX Congresso Mundial de Farmacêuticos de Língua Portuguesa FARMÁCIAS PORTUGUESAS Dados 1 FARMÁCIAS PORTUGUESAS Evolução do Número N

Leia mais

MATRIZ CURRICULAR Curso Medicina Semestres Área Temática Módulo Sem CH CH Semestre Introdução ao Estudo da Epidemiologia Geral 4 40

MATRIZ CURRICULAR Curso Medicina Semestres Área Temática Módulo Sem CH CH Semestre Introdução ao Estudo da Epidemiologia Geral 4 40 MATRIZ CURRICULAR Curso Medicina Semestres Área Temática Módulo Sem CH CH Semestre Introdução ao Estudo da Epidemiologia Geral 4 40 Medicina I Anatomia Sistêmica Aplicada 8 80 Semiologia Médica 6 60 Ética

Leia mais

Atribuições Clínicas do Farmacêutico

Atribuições Clínicas do Farmacêutico Atribuições Clínicas do Farmacêutico Evolução dos gastos com medicamentos do Ministério da Saúde 650% crescimento R$ Atualizado: 10/02/2014 Fonte: Fundo Nacional de Saúde FNS e CGPLAN/SCTIE/MS Hospitalizações

Leia mais

A Cardiopneumologia é a Ciência que estuda a função (fisiologia) e estrutura sistemas cardíaco, vascular e respiratório.

A Cardiopneumologia é a Ciência que estuda a função (fisiologia) e estrutura sistemas cardíaco, vascular e respiratório. Licenciatura Cardiopneumologia Descrição A Cardiopneumologia é a Ciência que estuda a função (fisiologia) e estrutura sistemas cardíaco, vascular e respiratório. O Cardiopneumologista é o profissional

Leia mais

ORDEM DOS FARMACÊUTICOS - RESPOSTA A PEDIDO DE CREDITAÇÃO

ORDEM DOS FARMACÊUTICOS - RESPOSTA A PEDIDO DE CREDITAÇÃO Filipe Leonardo De: suporte@sensocomum.pt Enviado: terça-feira, 16 de Outubro de 2012 18:05 Para: mguedes.silva@mjgs.pt ; joanaviveiro@ordemfarmaceuticos.pt; joaomartinho@ordemfarmaceuticos.pt Assunto:

Leia mais

República de Angola DNME/MINSA/ ANGOLA

República de Angola DNME/MINSA/ ANGOLA DNME/MINSA/ ANGOLA 1 CONCEITO E ENQUADRAMENTO DA FARMÁCIA HOSPITALAR O Hospital é o local onde as intervenções mais diferenciadas, invasivas e salvadoras de vida devem ter lugar, constituindo-se, por isso

Leia mais

RELATÓRIO DE GESTÃO DA FACULDADE DE CIÊNCIAS MÉDICAS 2003

RELATÓRIO DE GESTÃO DA FACULDADE DE CIÊNCIAS MÉDICAS 2003 RELATÓRIO DE GESTÃO DA FACULDADE DE CIÊNCIAS MÉDICAS 2003 A justificação da proposta de orçamento da Faculdade de Ciências Médicas para 2003 começava com uma nota introdutória na qual se reforçava de novo,

Leia mais

das Doenças Cérebro Cardiovasculares

das Doenças Cérebro Cardiovasculares Programa Regional de Prevenção e Controlo das Doenças Cérebro Cardiovasculares Índice Siglas e Acrónimos... 2 1. Contextualização... 3 2. População Alvo... 3 3. Objectivos... 4 4. Indicadores para Avaliação

Leia mais

PÓS-GRADUAÇÃO FISIOTERAPIA NO ENVELHECIMENTO ESTESL/APF 2015/2016

PÓS-GRADUAÇÃO FISIOTERAPIA NO ENVELHECIMENTO ESTESL/APF 2015/2016 PÓS-GRADUAÇÃO FISIOTERAPIA NO ENVELHECIMENTO ESTESL/APF 015/016 Dias Horas MÓDULO I Funcionalidade e Envelhecimento I PROFESSOR Horas 6ªf 7 Mar 17h-1h Introdução à Gerontologia; Princípios Fundamentais

Leia mais

UNIDADE CURRICULAR TIPO UNIDADE CURRICULAR TIPO ECTS TEÓRICAS. Anatomia Humana I Semestral 4,5 26 26. Anatomia Humana II Semestral 4,5 26 26

UNIDADE CURRICULAR TIPO UNIDADE CURRICULAR TIPO ECTS TEÓRICAS. Anatomia Humana I Semestral 4,5 26 26. Anatomia Humana II Semestral 4,5 26 26 1º ANO 1º ANO TEÓRICO- SEMINÁRIOS ESTÁGIOS OT Estudos do Movimento Humano Fisiologia Humana I 4,5 26 26 II 4,5 26 26 Estudos do Movimento Humano I 3 26 26 Estudos do Movimento Humano II 6 26 26 Fisiologia

Leia mais

CONCLUSÕES DO XI CONGRESSO MUNDIAL DE FARMACÊUTICOS DE LÍNGUA PORTUGUESA

CONCLUSÕES DO XI CONGRESSO MUNDIAL DE FARMACÊUTICOS DE LÍNGUA PORTUGUESA CONCLUSÕES DO XI CONGRESSO MUNDIAL DE FARMACÊUTICOS DE LÍNGUA PORTUGUESA MAPUTO, 25 a 27 de Março de 2015 A Associação de Farmacêuticos dos Países de Língua Portuguesa (AFPLP), que congrega mais 200 mil

Leia mais

PROGRAMA NACIONAL DE ACREDITAÇÃO EM SAÚDE

PROGRAMA NACIONAL DE ACREDITAÇÃO EM SAÚDE PROGRAMA NACIONAL DE ACREDITAÇÃO EM SAÚDE 2009 3 ÍNDICE I INTRODUÇÃO 4 II MODELO NACIONAL DE ACREDITAÇÃO EM SAÚDE 5 III ÂMBITO DE APLICAÇÃO 8 IV OBJECTIVO GERAL 8 V OBJECTIVOS ESPECÍFICOS 8 VI ESTRATÉGIAS

Leia mais

Psicologia Clínica e da Saúde

Psicologia Clínica e da Saúde Psicologia Clínica e da Saúde Pós-graduação e Mestrado Descrição geral PCS-001/002 Conteúdo 1 Enquadramento...3 2 Objectivos e perfis...3 2.1 Objectivos...3 2.2 Perfil de entrada...4 2.3 Perfil de saída...4

Leia mais

Valor do sector do Diagnóstico in vitro, em Portugal. Principais conclusões APIFARMA CEMD. Outubro 2014

Valor do sector do Diagnóstico in vitro, em Portugal. Principais conclusões APIFARMA CEMD. Outubro 2014 Valor do sector do Diagnóstico in vitro, em Portugal Principais conclusões APIFARMA CEMD Outubro 2014 1 APIFARMA Valor do Sector do Diagnóstico in Vitro, em Portugal Agenda I Objectivos e metodologia II

Leia mais

Pró-Reitoria de Pós-Graduação, Pesquisa, Extensão e Ação Comunitária Coordenadoria de Extensão e Ação Comunitária PROPOSTA DE PROGRAMA

Pró-Reitoria de Pós-Graduação, Pesquisa, Extensão e Ação Comunitária Coordenadoria de Extensão e Ação Comunitária PROPOSTA DE PROGRAMA Pró-Reitoria de Pós-Graduação, Pesquisa, Extensão e Ação Comunitária Coordenadoria de Extensão e Ação Comunitária Coordenadoria de Extensão e Ação Comunitária PROPOSTA DE PROGRAMA Número da Ação (Para

Leia mais

CURSO DE GRADUAÇÃO EM FARMÁCIA PROPOSTA DE DIRETRIZES CURRICULARES

CURSO DE GRADUAÇÃO EM FARMÁCIA PROPOSTA DE DIRETRIZES CURRICULARES CURSO DE GRADUAÇÃO EM FARMÁCIA PROPOSTA DE DIRETRIZES CURRICULARES 1 1. PERFIL DO FORMANDO EGRESSO/PROFISSIONAL 1.1. Perfil Comum: Farmacêutico, com formação generalista, humanista, crítica e reflexiva.

Leia mais

Decreto-Lei n.º 101/94, de 19 de Abril 1 Rotulagem e folheto informativo (Revogado pelo Decreto-Lei n.º 176/2006, de 30 de Agosto)

Decreto-Lei n.º 101/94, de 19 de Abril 1 Rotulagem e folheto informativo (Revogado pelo Decreto-Lei n.º 176/2006, de 30 de Agosto) 1 Rotulagem e folheto informativo (Revogado pelo Decreto-Lei n.º 176/2006, de 30 de Agosto) O Decreto-Lei n.º 72/91, de 8 de Fevereiro, introduziu, pela primeira vez, de forma clara, regras respeitantes

Leia mais

D.4 RELATÓRIO FINAL, VERSÃO REVISTA CORRIGIDA

D.4 RELATÓRIO FINAL, VERSÃO REVISTA CORRIGIDA 1. RESUMO Existe um amplo reconhecimento da importância do desenvolvimento profissional contínuo (DPC) e da aprendizagem ao longo da vida (ALV) dos profissionais de saúde. O DPC e a ALV ajudam a assegurar

Leia mais

Curso Intensivo. Prescrição Farmacêutica e Dispensação Racional de Medicamentos

Curso Intensivo. Prescrição Farmacêutica e Dispensação Racional de Medicamentos Curso Intensivo Prescrição Farmacêutica e Dispensação Racional de Medicamentos O EaDPLUS é um dos melhores portais de cursos à distância do Brasil e conta com um ambiente virtual de aprendizagem que visa

Leia mais

DISCIPLINAS E CARGA HORÁRIA

DISCIPLINAS E CARGA HORÁRIA Carga Horária: Especificação DISCIPLINAS E CARGA HORÁRIA Nº de Horas Carga Horária da Grade Curricular 3.060 204 Carga Horária de s 900 60 Carga Horária de Disciplinas Eletivas Obrigatórias 90 06 CARGA

Leia mais

Programa Regional de Prevenção e Controlo. das. Doenças Respiratórias

Programa Regional de Prevenção e Controlo. das. Doenças Respiratórias Programa Regional de Prevenção e Controlo das Doenças Respiratórias Índice 1. Contextualização... 3 Parte I... 4 Doença Pulmonar Obstrutiva Crónica... 4 2. População Alvo... 4 3. Objectivos... 4 4. Indicadores

Leia mais

PLANO ESTRATÉGICO CONCELHIO DE PREVENÇÃO DAS TOXICODEPENDÊNCIAS (PECPT)

PLANO ESTRATÉGICO CONCELHIO DE PREVENÇÃO DAS TOXICODEPENDÊNCIAS (PECPT) PLANO ESTRATÉGICO CONCELHIO DE PREVENÇÃO DAS TOXICODEPENDÊNCIAS (PECPT) Plano de Actividades 2009/10 Odivelas 1 ÍNDICE INTRODUÇÃO 1 1 IDENTIDADE E COMUNICAÇÃO 2 2 FUNCIONAMENTO DA REDE DE PARCERIA 4 2.2

Leia mais

c) Conhecimentos aprofundados da função biológica, da anatomia e da fisiologia no domínio da obstetrícia e relativamente ao recém-nascido, bem como

c) Conhecimentos aprofundados da função biológica, da anatomia e da fisiologia no domínio da obstetrícia e relativamente ao recém-nascido, bem como Directiva 80/155/CEE do Conselho, de 21 de Janeiro de 1980, que tem por objectivo a coordenação das disposições legislativas, regulamentares e administrativas relativas ao acesso às actividades de parteira

Leia mais

O Que São os Serviços de Psicologia e Orientação (SPO)?

O Que São os Serviços de Psicologia e Orientação (SPO)? O Que São os Serviços de Psicologia e Orientação (SPO)? São unidades especializadas de apoio educativo multidisciplinares que asseguram o acompanhamento do aluno, individualmente ou em grupo, ao longo

Leia mais

1 - Estrutura e Finalidades da disciplina

1 - Estrutura e Finalidades da disciplina CURSO PROFISSIONAL DE TÉCNICO AUXILIAR DE SAÚDE Planificação anual de SAÚDE 10º ano 014/015 Turma K Professora: Maria de Fátima Martinho. 1 - Estrutura e Finalidades da disciplina A disciplina de Saúde

Leia mais

REGULAMENTO DE ESTÁGIO

REGULAMENTO DE ESTÁGIO REGULAMENTO DE ESTÁGIO O estágio curricular do Mestrado Integrado em Ciências Farmacêuticas está regulamentado pela Directiva 2005/36/CE e, de acordo com este documento, terá a duração de 6 meses e será

Leia mais

I - EXERCISE IS MEDICINETM

I - EXERCISE IS MEDICINETM I EXERCISE IS MEDICINETM Objectivo Generalização da inclusão do aconselhamento para a actividade física no âmbito do plano terapêutico para a prevenção e o tratamento de doenças, e referenciação quando

Leia mais

I7265 Formacao_2014 Ult_Layout 1 12/13/13 10:22 AM Page 31 20FO1 RMAÇ 4 ÃO

I7265 Formacao_2014 Ult_Layout 1 12/13/13 10:22 AM Page 31 20FO1 RMAÇ 4 ÃO 2014 FORMAÇÃO Formação Presencial As inscrições devem ser feitas no Boletim de Inscrição anexo, completamente preenchido. As inscrições podem ser efectuadas através dos Gestores de Associados, correio,

Leia mais

UMA OFERTA FORMATIVA INOVADORA FORTE COMPONENTE DE TRABALHO DE CAMPO AULAS EM MÓDULOS SEMINÁRIOS TEMÁTICOS TUTORIAS

UMA OFERTA FORMATIVA INOVADORA FORTE COMPONENTE DE TRABALHO DE CAMPO AULAS EM MÓDULOS SEMINÁRIOS TEMÁTICOS TUTORIAS 4 www.estesl.ipl.pt UMA OFERTA FORMATIVA INOVADORA FORTE COMPONENTE DE TRABALHO DE CAMPO AULAS EM MÓDULOS SEMINÁRIOS TEMÁTICOS TUTORIAS PARCERIAS INSTITUCIONAIS PROJETO EM INTERVENÇÃO COMUNITÁRIA E CUIDADOS

Leia mais

Dia Data Hora Professor Sala Conteúdo Módulo 08:00 Tiago 104 D Principais neoplasias ginecológicas e lesões precursoras SEGUNDA 23/2/2015

Dia Data Hora Professor Sala Conteúdo Módulo 08:00 Tiago 104 D Principais neoplasias ginecológicas e lesões precursoras SEGUNDA 23/2/2015 PLANILHA GERAL - BASES BIOLÓGICAS DA PRÁTICA MÉDICA IV 1º 2015 Dia Data Hora Professor Sala Conteúdo Módulo 08:00 Tiago Principais neoplasias ginecológicas e lesões precursoras SEGUNDA 23/2/2015 08:55

Leia mais

COMISSÃO DAS COMUNIDADES EUROPEIAS. Proposta de DECISÃO DO CONSELHO

COMISSÃO DAS COMUNIDADES EUROPEIAS. Proposta de DECISÃO DO CONSELHO COMISSÃO DAS COMUNIDADES EUROPEIAS Bruxelas, 9.7.2003 COM (2003) 390 final 2003/0151 (CNS) Proposta de DECISÃO DO CONSELHO que altera a Decisão 2002/834/CE que adopta o programa específico de investigação,

Leia mais

Programa de Formação do Internato Complementar de Medicina Interna aprovado pelo Colégio

Programa de Formação do Internato Complementar de Medicina Interna aprovado pelo Colégio Programa de Formação do Internato Complementar de Medicina Interna aprovado pelo Colégio 1 Duração do internato 60 meses. 2 Definição e âmbito: 2.1 A Medicina Interna ocupa-se da prevenção, diagnóstico

Leia mais

Programa do X Governo Regional. Programa do X Governo dos Açores - Área da Saúde

Programa do X Governo Regional. Programa do X Governo dos Açores - Área da Saúde Programa do X Governo dos Açores - Área da Saúde Ponta Delgada, 26 de Novembro de 2008 6 Saúde A saúde é um factor essencial no desenvolvimento do bem-estar da população, e a qualidade neste sector aparece

Leia mais

ESTRUTURA CURRICULAR 2014/1. 60 h. 104 h. 146 h. 72 h 2º SEMESTRE. Carga horária

ESTRUTURA CURRICULAR 2014/1. 60 h. 104 h. 146 h. 72 h 2º SEMESTRE. Carga horária MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO UNIVERSIDADE FEDERAL DOS VALES DO JEQUITINHONHA E MUCURI FACULDADE DE MEDICINA DE DIAMANTINA - FAMED CURSO DE GRADUAÇÃO EM MEDICINA ESTRUTURA CURRICULAR 2014/1 MED001 MED002 MED003

Leia mais

Matriz Curricular Bacharelado em Farmácia

Matriz Curricular Bacharelado em Farmácia Matriz Curricular Bacharelado em Farmácia Semestre 1 01 Introdução às Ciências Farmacêuticas 30 30-2 - 02 Anatomia 75 30 45 5-03 Biologia Celular e Molecular 60 30 30 4-04 Química Geral e Inorgânica 75

Leia mais

Princípios orientadores para a política do medicamento

Princípios orientadores para a política do medicamento Princípios orientadores para a política do medicamento Aprovado pela Comissão Nacional de Farmácia e Terapêutica Objectivos: Neste documento da Comissão Nacional de Farmácia e Terapêutica (CNFT) discutem-se

Leia mais

Nota Técnica Conjunta SESA N 02/2014 1

Nota Técnica Conjunta SESA N 02/2014 1 Nota Técnica Conjunta SESA N 02/2014 1 Assunto: Fluxo para solicitação, distribuição e dispensação do medicamento Palivizumabe para o tratamento profilático do Vírus Sincicial Respiratório (VSR) no Estado

Leia mais

MESTRADO E DOUTORADO EM FISIOTERAPIA

MESTRADO E DOUTORADO EM FISIOTERAPIA MESTRADO E DOUTORADO EM FISIOTERAPIA A UNASUR UNIVERSIDAD AUTÓNOMA DEL SUR em parceria com a Master Assessoria Educacional criou o Curso de Mestrado em Fisioterapia, o qual procura enfatizar a Intervenção

Leia mais

Prescrição Farmacêutica. Aspectos técnicos e legais

Prescrição Farmacêutica. Aspectos técnicos e legais Bem Vindos! Prescrição Farmacêutica Aspectos técnicos e legais Quem sou? Prof. Dr José Henrique Gialongo Gonçales Bomfim Farmacêutico Bioquímico 1998 Mestre em Toxicologia USP 2003 Doutor em Farmacologia

Leia mais

Protecção da Saúde e Qualificação Farmacêutica

Protecção da Saúde e Qualificação Farmacêutica Protecção da Saúde e Qualificação Farmacêutica Formação Pré-graduada, Pósgraduada e Contínua. Introdução A Universidade é uma instituição que está a completar quase mil anos de existência. Tem sofrido

Leia mais

ARS Norte, I.P. Gabinete de Gestão do Conhecimento. Plano de Formação 2011. Aprovação do Conselho Directivo

ARS Norte, I.P. Gabinete de Gestão do Conhecimento. Plano de Formação 2011. Aprovação do Conselho Directivo ARS Norte, I.P. Gabinete de Gestão do Conhecimento Plano de Formação 2011 Aprovação do Conselho Directivo A intervenção integrada na Saúde Mental nos CSP 1 24 Rita Oliveira do Carmo Abordagem ao Doente

Leia mais

Psicologia da saúde em Portugal (II)

Psicologia da saúde em Portugal (II) NOTAS DIDÁCTICAS Psicologia da saúde em Portugal (II) JOSÉ A. CARVALHO TEIXEIRA (*) Em continuidade com o referido em artigo anteriormente publicado (Carvalho Teixeira, Cima & Santa Cruz, 1999) pretende-se

Leia mais

Planificação anual de Saúde- 10ºano

Planificação anual de Saúde- 10ºano CURSO PROFISSIONAL DE TÉCNICO AUXILIAR DE SAÚDE Turmas: 10ºI Professora: Ana Margarida Vargues Planificação anual de Saúde- 10ºano 1 - Estrutura e Finalidades da disciplina A disciplina de Saúde do Curso

Leia mais

REDE TEMÁTICA DE ACTIVIDADE FÍSICA ADAPTADA

REDE TEMÁTICA DE ACTIVIDADE FÍSICA ADAPTADA REDE TEMÁTICA DE ACTIVIDADE FÍSICA ADAPTADA Patrocinada e reconhecida pela Comissão Europeia no âmbito dos programas Sócrates. Integração social e educacional de pessoas com deficiência através da actividade

Leia mais

ACEF/1314/21732 Relatório final da CAE

ACEF/1314/21732 Relatório final da CAE ACEF/1314/21732 Relatório final da CAE Caracterização do ciclo de estudos Perguntas A.1 a A.10 A.1. Instituição de Ensino Superior / Entidade Instituidora: Universidade De Lisboa A.1.a. Outras Instituições

Leia mais

Estrutura Curricular do Curso de Medicina Habilitação: Bacharel em Medicina Carga Horária: 8220 horas Regime: Semestral Turno de Aplicação: Integral

Estrutura Curricular do Curso de Medicina Habilitação: Bacharel em Medicina Carga Horária: 8220 horas Regime: Semestral Turno de Aplicação: Integral FAHESA - Faculdade de Ciências Humanas, Econômicas e da Saúde de Araguaína. ITPAC - INSTITUTO TOCANTINENSE PRESIDENTE ANTÔNIO CARLOS LTDA. Av. Filadélfia, 568 Setor Oeste Araguaína TO CEP 77.816-540 Fone:

Leia mais

PRÉ-REQUISITOS (ESPECIFICAR CONTEÚDOS E, SE POSSÍVEL, DISCIPLINAS)

PRÉ-REQUISITOS (ESPECIFICAR CONTEÚDOS E, SE POSSÍVEL, DISCIPLINAS) 7.5. Disciplina Clínica Médica 4: Atenção Primária (Atual Medicina Geral de Adultos II (CLM006)) CÓDIGO DA DISCIPLINA ATUAL: CLM006 NOME ATUAL: Medicina Geral de Adultos II NOVO NOME: Clínica Médica 4:

Leia mais

DIABETES MELLITUS NO BRASIL

DIABETES MELLITUS NO BRASIL DIABETES MELLITUS NO BRASIL 17º Congresso Brasileiro Multidisciplinar em Diabetes PATRÍCIA SAMPAIO CHUEIRI Coordenadora d Geral de Áreas Técnicas DAB/MS Julho, 2012 DIABETES MELITTUS Diabetes é considerado

Leia mais

Gestão da Comunicação e Informação Médica

Gestão da Comunicação e Informação Médica 1º Curso de Pós Graduação Executiva em Gestão da Comunicação e Informação Médica 2010-2011 MÓDULO I Clínica para não Clínicos 32h presenciais + 16h formação à distância Ver um doente Meios Complementares

Leia mais

Vigilância Epidemiológica. Meio Ambiente e Saúde Pública Prof. Adriano Silva

Vigilância Epidemiológica. Meio Ambiente e Saúde Pública Prof. Adriano Silva Vigilância Epidemiológica Meio Ambiente e Saúde Pública Prof. Adriano Silva EPIDEMIOLOGIA Epidemiologia é o estudo da frequência, da distribuição e dos condicionantes e determinantes dos estados ou eventos

Leia mais

- Critérios- 1. Introdução. 2. Procedimentos da Prova de Discussão Curricular

- Critérios- 1. Introdução. 2. Procedimentos da Prova de Discussão Curricular Avaliação Final do Internato Médico de Medicina Geral e Familiar - Critérios- 1. Introdução O presente documento tem como finalidade dotar os júris constituídos para a Avaliação Final do Internato Médico

Leia mais

Código IMP.EM.EE.37_00. Ano Lectivo: 2014/2015 I. PREÂMBULO

Código IMP.EM.EE.37_00. Ano Lectivo: 2014/2015 I. PREÂMBULO Ano Lectivo: 2014/2015 I. PREÂMBULO A Escola Superior de Saúde Egas Moniz (ESSEM), tutelada pela Egas Moniz Cooperativa de Ensino Superior, C.R.L., foi criada pelo decreto-lei 381/99 de 22 de Setembro,

Leia mais

Missão. - Estimular a capacidade de análise dos problemas que se apresentam no campo da Saúde Pública e Privada;

Missão. - Estimular a capacidade de análise dos problemas que se apresentam no campo da Saúde Pública e Privada; CURSO: Farmácia Missão O curso tem como missão formar profissionais farmacêuticos capazes de exercer atividades referentes aos fármacos e aos medicamentos, às análises clínicas e toxicológicas, ao controle,

Leia mais

CURSO DE MEDICINA - MATRIZ CURRICULAR 2013

CURSO DE MEDICINA - MATRIZ CURRICULAR 2013 CURSO DE MEDICINA - MATRIZ CURRICULAR 2013 Eixos longitudinais, conteúdos e objetivos cognitivos psicomotores Eixos transversais, objetivos Per. 1º Ano eixo integrador: O CORPO HUMANO CH INT. COMUM. HAB.

Leia mais

Identificação da Empresa. Missão. Visão

Identificação da Empresa. Missão. Visão Identificação da Empresa Designação social: Centro Hospitalar de Lisboa Central, EPE Sede: Rua José António Serrano, 1150-199 - Lisboa Natureza jurídica: Entidade Pública Empresarial Início de actividade:

Leia mais

ENFERMAGEM DO TRABALHO - TURMA VII

ENFERMAGEM DO TRABALHO - TURMA VII Rua Rio Branco, 216, Centro, CEP 650-490, São Luís /MA - Fone: (98) 3878.21 Credenciado pela Portaria Ministerial nº 1764/06, D.O.U. 211 de 03.11.06, Seção 01, Folha14 ENFERMAGEM DO TRABALHO - TURMA VII

Leia mais

NÍVEIS DE PREVENÇÃO. Ana Catarina Peixoto R. Meireles. Médica Interna de Saúde Pública Unidade Operativa de Saúde Pública P

NÍVEIS DE PREVENÇÃO. Ana Catarina Peixoto R. Meireles. Médica Interna de Saúde Pública Unidade Operativa de Saúde Pública P NÍVEIS DE PREVENÇÃO Conceito e Relação com as Funções do Médico de Saúde PúblicaP Ana Catarina Peixoto R. Meireles Médica Interna de Saúde Pública P Unidade Operativa de Saúde Pública P de Braga Reunião

Leia mais

Resenha Histórica: O início do ensino farmacêutico na Universidade de Coimbra remonta aos finais do séc. XVI. Finais do séc. XVI: Curso prático de

Resenha Histórica: O início do ensino farmacêutico na Universidade de Coimbra remonta aos finais do séc. XVI. Finais do séc. XVI: Curso prático de Resenha Histórica: O início do ensino farmacêutico na Universidade de Coimbra remonta aos finais do séc. XVI. Finais do séc. XVI: Curso prático de boticários na Universidade de Coimbra. 1772: Reforma da

Leia mais

Programa do Medicamento Hospitalar. Projectos Estratégicos:

Programa do Medicamento Hospitalar. Projectos Estratégicos: Programa do Medicamento Hospitalar Projectos Estratégicos: Boas Práticas na Área do Medicamento Hospitalar; Circuito Integrado do Plano Terapêutico; Comissões de Farmácia e Terapêutica. a. Áreas de intervenção;

Leia mais

PROGRAMA DO XIV GOVERNO CONSTITUCIONAL

PROGRAMA DO XIV GOVERNO CONSTITUCIONAL PROGRAMA DO XIV GOVERNO CONSTITUCIONAL B) A SAÚDE, A NOVA PRIORIDADE DA POLÍTICA SOCIAL Chegou a hora de nos comprometermos solenemente no que toca a uma melhoria do sistema de saúde. É indispensável ao

Leia mais

Universidade Nova de Lisboa ESCOLA NACIONAL DE SAÚDE PÚBLICA

Universidade Nova de Lisboa ESCOLA NACIONAL DE SAÚDE PÚBLICA REGULAMENTO O Regulamento do Curso de Especialização em Medicina do Trabalho (CEMT) visa enquadrar, do ponto de vista normativo, o desenvolvimento das actividades inerentes ao funcionamento do curso, tendo

Leia mais

Braga, 10 de Janeiro de 2011.

Braga, 10 de Janeiro de 2011. Braga, 10 de Janeiro de 2011. Página 1 de 20 INDICE INTRODUÇÃO... 3 Págs. CARACTERIZAÇÃO DO SERVIÇO DE FORMAÇÃO... 10 BALANÇO DAS ACTIVIDADES DEP. FORMAÇÃO.11 PRIORIDADES DE MELHORIA. 15 CONCLUSÃO.. 16

Leia mais

Este documento constitui um instrumento de documentação e não vincula as instituições

Este documento constitui um instrumento de documentação e não vincula as instituições 1980L0155 PT 31.07.2001 002.001 1 Este documento constitui um instrumento de documentação e não vincula as instituições B DIRECTIVA DO CONSELHO de 21 de Janeiro de 1980 que tem por objectivo a coordenação

Leia mais

DOCENTE DE EDUCAÇÃO ESPECIAL

DOCENTE DE EDUCAÇÃO ESPECIAL DOCENTE DE EDUCAÇÃO ESPECIAL Natureza do trabalho Os docentes de educação especial exercem as suas funções junto de crianças e jovens do ensino pré-escolar, básico e secundário com necessidades educativas

Leia mais

Uso Racional de Medicamentos. Abuso de Medicamentos e Drogas (Uso racional de Medicamentos) ou Racionalização Terapêutica

Uso Racional de Medicamentos. Abuso de Medicamentos e Drogas (Uso racional de Medicamentos) ou Racionalização Terapêutica Abuso de Medicamentos e Drogas (Uso racional de Medicamentos) Prof. Dr. Flávio Reis (freis@fmed.uc.pt) Uso Racional de Medicamentos ou Racionalização Terapêutica Instituto de Farmacologia e Terapêutica

Leia mais

CURSO DE ODONTOLOGIA Autorizado pela Portaria no 131, de 13/01/11, publicada no DOU no 11, de17/01/11, seção 1, pág.14

CURSO DE ODONTOLOGIA Autorizado pela Portaria no 131, de 13/01/11, publicada no DOU no 11, de17/01/11, seção 1, pág.14 CURSO DE ODONTOLOGIA Autorizado pela Portaria no 131, de 13/01/11, publicada no DOU no 11, de17/01/11, seção 1, pág.14 Componente Curricular: FARMACOLOGIA BÁSICA Código: ODO-015 CH Total: 60 horas Pré-requisito:

Leia mais

1. Pediatria /Internato 03+ 01 TP-20

1. Pediatria /Internato 03+ 01 TP-20 MINISTERIO DA EDUCAÇÃO UNIVERSIDADE FEDERAL DO PIAUI EDITAL Nº. 01/2010UFPI, de 03 de fevereiro de 2010. CONCURSO PÚBLICO PARA DOCENTE DO MAGISTÉRIO SUPERIOR ANEXO DEPARTAMENTO MATERNO INFANTIL 1. Pediatria

Leia mais

REGULAMENTO DAS COMPETÊNCIAS ESPECÍFICAS DO ENFERMEIRO ESPECIALISTA EM ENFERMAGEM DE SAÚDE DA CRIANÇA E DO JOVEM

REGULAMENTO DAS COMPETÊNCIAS ESPECÍFICAS DO ENFERMEIRO ESPECIALISTA EM ENFERMAGEM DE SAÚDE DA CRIANÇA E DO JOVEM REGULAMENTO DAS COMPETÊNCIAS ESPECÍFICAS DO ENFERMEIRO ESPECIALISTA EM ENFERMAGEM DE SAÚDE DA CRIANÇA E DO JOVEM APROVADO POR MAIORIA EM ASSEMBLEIA GERAL EXTRAORDINÁRIA DE 20 DE NOVEMBRO DE 2010 Proposta

Leia mais

F - ÁREA PROFISSIONAL FARMÁCIA. FARMÁCIA HOSPITALAR E CLÍNICA - InCor. Titulação: Aprimoramento e Especialização

F - ÁREA PROFISSIONAL FARMÁCIA. FARMÁCIA HOSPITALAR E CLÍNICA - InCor. Titulação: Aprimoramento e Especialização F - ÁREA PROFISSIONAL FARMÁCIA FARMÁCIA HOSPITALAR E CLÍNICA - InCor Titulação: Aprimoramento e Especialização Supervisora: Drª Sonia Lucena Cipriano Características: (duração 12 meses) Dirigido a farmacêuticos,

Leia mais

FEFUC - FOLDER EXPLICATIVO DE FUNCIONAMENTO DE CURSOS CURSO DE FARMÁCIA 1ª LINHA CONCEITUAL: CARACTERIZAÇÃO DO PROFISSIONAL DE FARMÁCIA

FEFUC - FOLDER EXPLICATIVO DE FUNCIONAMENTO DE CURSOS CURSO DE FARMÁCIA 1ª LINHA CONCEITUAL: CARACTERIZAÇÃO DO PROFISSIONAL DE FARMÁCIA 1 FEFUC - FOLDER EXPLICATIVO DE FUNCIONAMENTO DE CURSOS CURSO DE FARMÁCIA 1ª LINHA CONCEITUAL: CARACTERIZAÇÃO DO PROFISSIONAL DE FARMÁCIA O PROFISSIONAL FARMACÊUTICO O Farmacêutico é um profissional da

Leia mais

1. Introdução 2. Enquadramento sócio-político. 3. Problemas relacionados com a gestão dos medicamentos

1. Introdução 2. Enquadramento sócio-político. 3. Problemas relacionados com a gestão dos medicamentos António José Santos 1. Introdução 2. Enquadramento sócio-político O processo de envelhecimento Objectivos específicos dos lares para idosos O futuro próximo 2020 A política social e as pessoas idosas 3.

Leia mais

Comunicação em saúde. Relação Técnicos de Saúde Utentes NOTAS DIDÁCTICAS JOSÉ A. CARVALHO TEIXEIRA (*)

Comunicação em saúde. Relação Técnicos de Saúde Utentes NOTAS DIDÁCTICAS JOSÉ A. CARVALHO TEIXEIRA (*) NOTAS DIDÁCTICAS Comunicação em saúde Relação Técnicos de Saúde Utentes JOSÉ A. CARVALHO TEIXEIRA (*) 1. INTRODUÇÃO 1.1. O que é a comunicação em saúde Comunicação em saúde diz respeito ao estudo e utilização

Leia mais

PROTOCOLO DE COOPERAÇÃO CUIDADOS PALIATIVOS - REGIÃO DE SAÚDE DO NORTE -

PROTOCOLO DE COOPERAÇÃO CUIDADOS PALIATIVOS - REGIÃO DE SAÚDE DO NORTE - PROTOCOLO DE COOPERAÇÃO CUIDADOS PALIATIVOS - REGIÃO DE SAÚDE DO NORTE - Considerando que o aumento da sobrevida e o inerente acréscimo de doenças crónicas e progressivas, bem como, as alterações na rede

Leia mais

Qualidade dos Serviços Clínicos

Qualidade dos Serviços Clínicos X Qualidade dos Serviços Clínicos ÍNDICE SECÇÃO I SISTEMAS DE GESTÃO E AVALIAÇÃO DA QUALIDADE...2 1. Sistema de Gestão da Qualidade...2 2. Sistema de Gestão Ambiental...3 3. Monitorização e avaliação dos

Leia mais

PROPOSTA DE CARREIRA PARA OS TÉCNICOS SUPERIORES DA ÁREA DA SAÚDE EM REGIME DE CIT. Capítulo I Objecto e Âmbito Artigo 1.º Objecto

PROPOSTA DE CARREIRA PARA OS TÉCNICOS SUPERIORES DA ÁREA DA SAÚDE EM REGIME DE CIT. Capítulo I Objecto e Âmbito Artigo 1.º Objecto PROPOSTA DE CARREIRA PARA OS TÉCNICOS SUPERIORES DA ÁREA DA SAÚDE EM REGIME DE CIT Capítulo I Objecto e Âmbito Artigo 1.º Objecto 1 - O presente Decreto-Lei estabelece o regime jurídico da carreira dos

Leia mais

Segurança Alimentar. Pós-Graduação. 45 ECTS // www.esb.ucp.pt

Segurança Alimentar. Pós-Graduação. 45 ECTS // www.esb.ucp.pt Pós-Graduação Segurança Alimentar 45 ECTS // www.esb.ucp.pt Nesta pós-graduação estudam-se os perigos, riscos, metodologias e legislação com que a segurança alimentar é confrontada na atualidade, numa

Leia mais

ACEF/1112/02397 Relatório preliminar da CAE

ACEF/1112/02397 Relatório preliminar da CAE ACEF/1112/02397 Relatório preliminar da CAE Caracterização do ciclo de estudos Perguntas A.1 a A.10 A.1. Instituição de ensino superior / Entidade instituidora: Universidade Do Minho A.1.a. Identificação

Leia mais

SUMÁRIO. Sobre o curso Pág. 3. Etapas do Processo Seletivo. Cronograma de Aulas. Coordenação Programa e metodologia; Investimento.

SUMÁRIO. Sobre o curso Pág. 3. Etapas do Processo Seletivo. Cronograma de Aulas. Coordenação Programa e metodologia; Investimento. SUMÁRIO Sobre o curso Pág. 3 Coordenação Programa e metodologia; Investimento Etapas do Processo Seletivo Pág. Matrícula Cronograma de Aulas Pág. PÓS-GRADUAÇÃO EM ATIVIDADE FÍSICA PARA PREVENÇÃO, TRATAMENTO

Leia mais

para promover a Equidade, Efectividade e Eficiência

para promover a Equidade, Efectividade e Eficiência Beja,22 e 23 de Outubro 2009 Doença Crónica na Criança reorganizar para promover a Equidade, Efectividade e Eficiência - Experiência do Centro de Desenvolvimento Torrado da Silva - Mª José Fonseca Doença

Leia mais

UNIDADE MÓVEL DE APOIO DOMICILIÁRIO UMAD

UNIDADE MÓVEL DE APOIO DOMICILIÁRIO UMAD IMPLEMENTAÇÃO DO PROJECTO DE APOIO DOMICILIÁRIO IMPLEMENTAÇÃO DO PROJECTO DE APOIO DOMICILIÁRIO Definir os responsáveis e suas competências; Aquisição de equipamento e material clínico; Dotação de Recursos

Leia mais

ASSISTÊNCIA FARMACÊUTICA NO SUS Claudia Witzel

ASSISTÊNCIA FARMACÊUTICA NO SUS Claudia Witzel ASSISTÊNCIA FARMACÊUTICA NO SUS Claudia Witzel CICLO DA ASSISTÊNCIA FARMACÊUTICA O Ciclo da Assistência Farmacêutica compreende um sistema integrado de técnicas, científicas e operacionais SELEÇÃO DE MEDICAMENTOS

Leia mais

Regulamento do Exercício Profissional dos Enfermeiros. Decreto-Lei n.º 161/96, de 4 de Setembro, alterado pelo Decreto-lei n.º 104/98, de 21 de Abril

Regulamento do Exercício Profissional dos Enfermeiros. Decreto-Lei n.º 161/96, de 4 de Setembro, alterado pelo Decreto-lei n.º 104/98, de 21 de Abril REPE Regulamento do Exercício Profissional dos Enfermeiros Decreto-Lei n.º 161/96, de 4 de Setembro, alterado pelo Decreto-lei n.º 104/98, de 21 de Abril 1 - A enfermagem registou entre nós, no decurso

Leia mais

Competências Farmacêuticas Farmácia Comunitária Versão 23.xi.15

Competências Farmacêuticas Farmácia Comunitária Versão 23.xi.15 Competências Farmacêuticas Farmácia Comunitária Versão 23.xi.15 1 Competência* reparar manipulados e formulações extemporâneas de medicamentos e produtos de saúde Conteúdos* Tipo de 2 Competência* Aquisição

Leia mais

mguedes.silva@mjgs.pt ; joao.tedim@sensocomum.pt; joanaviveiro@ordemfarmaceuticos.pt; joaomartinho@ordemfarmaceuticos.pt Assunto:

mguedes.silva@mjgs.pt ; joao.tedim@sensocomum.pt; joanaviveiro@ordemfarmaceuticos.pt; joaomartinho@ordemfarmaceuticos.pt Assunto: Filipe Leonardo De: suporte@sensocomum.pt Enviado: terça-feira, 27 de Outubro de 2009 9:21 Para: mguedes.silva@mjgs.pt ; joao.tedim@sensocomum.pt; joanaviveiro@ordemfarmaceuticos.pt; joaomartinho@ordemfarmaceuticos.pt

Leia mais

POLÍTICA NACIONAL DE MEDICAMENTOS. luciene@fortalnet.com.br 1

POLÍTICA NACIONAL DE MEDICAMENTOS. luciene@fortalnet.com.br 1 POLÍTICA NACIONAL DE MEDICAMENTOS luciene@fortalnet.com.br 1 POLÍTICA? luciene@fortalnet.com.br 2 Política É um compromisso oficial expresso em um documento escrito. São decisões de caráter geral, destinadas

Leia mais

FORMAÇÃO CURRICULAR DO ESPECISLISTA

FORMAÇÃO CURRICULAR DO ESPECISLISTA APRESENTAÇÃO Considerando a Política Nacional de Medicamentos, a Política Nacional de Assistência Farmacêutica, a Proposta de Consenso em Atenção Farmacêutica e as Resoluções do Conselho Federal de Farmácia,

Leia mais

Legislação Farmacêutica Compilada. Portaria n.º 377/2005, de 4 de Abril. B, de 20 de Maio de 2005. INFARMED - Gabinete Jurídico e Contencioso 59-C

Legislação Farmacêutica Compilada. Portaria n.º 377/2005, de 4 de Abril. B, de 20 de Maio de 2005. INFARMED - Gabinete Jurídico e Contencioso 59-C 1 Estabelece que o custo dos actos relativos aos pedidos previstos no Decreto- Lei n.º 72/91, de 8 de Fevereiro, bem como dos exames laboratoriais e dos demais actos e serviços prestados pelo INFARMED,

Leia mais

Processo Pedagógico de Formação do aluno do curso medico do UNI-BH

Processo Pedagógico de Formação do aluno do curso medico do UNI-BH Processo Pedagógico de Formação do aluno do curso medico do UNI-BH A proposta pedagógica para formação do medico dentro do curso do UNI-BH baseia-se na estruturação em três módulos de conteúdo bem definido

Leia mais

ACEF/1213/23052 Relatório preliminar da CAE

ACEF/1213/23052 Relatório preliminar da CAE ACEF/1213/23052 Relatório preliminar da CAE Caracterização do ciclo de estudos Perguntas A.1 a A.10 A.1. Instituição de Ensino Superior / Entidade Instituidora: ISCTE - Instituto Universitário de Lisboa

Leia mais