INTEGRAÇÃO DE SISTEMAS DE GESTÃO DA QUALIDADE, AMBIENTE, SAÚDE E SEGURANÇA NO TRABALHO

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1 INTEGRAÇÃO DE SISTEMAS DE GESTÃO DA QUALIDADE, AMBIENTE, SAÚDE E SEGURANÇA NO TRABALHO

2 FICHA TÉCNICA INTEGRAÇÃO DE SISTEMAS DE GESTÃO DA QUALIDADE, AMBIENTE, SAÚDE E SEGURANÇA NO TRABALHO Direcção do Projecto AIP CE Associação Industrial Portuguesa Confederação Empresarial Gestão do Projecto Norma Rodrigues, AIP CE Coordenação do Projecto Mário Teixeira, AIP CE Assessoria Técnico-Pedagógico José Lagarto, Especialista em Sistemas e Modelos de Formação Produção de Conteúdos Sofia Santiago, Global Score-Consultores, Lda. Com a colaboração de: Daniel Nunes, Global Score-Consultores, Lda. Concepção Gráfica 5W Comunicação e Marketing Estratégico, Lda. Ano de Edição 2007

3 ÍNDICE GERAL INTRODUÇÃO AO MANUAL 1. APRESENTAÇÃO FINALIDADE DESTINATÁRIOS ÍNDICE DAS MATÉRIAS INFORMAÇÕES ÚTEIS MANUAL DE INTEGRAÇÃO DE SISTEMAS DE GESTÃO DA QUALIDADE AMBIENTE, SAÚDE E SEGURANÇA NO TRABALHO 1. OBJECTIVOS ESPECÍFICOS AVALIAÇÃO INICIAL UNIDADES LECTIVAS UNIDADE LECTIVA A OS REFERENCIAIS NORMATIVOS 1. Objectivos Componente Teórica Componente Prática Síntese Bibliografia Avaliação da Unidade Lectiva A UNIDADE LECTIVA B ESTRATÉGIA DE INTEGRAÇÃO 1. Objectivos Componente Teórica Componente Prática Síntese Bibliografia Avaliação da Unidade Lectiva B

4 UNIDADE LECTIVA C INTERPRETAÇÃO, PLANEAMENTO E IMPLEMENTAÇÃO DO SISTEMA DE GESTÃO INTEGRADO 1. Objectivos Componente Teórica Componente Prática Síntese Bibliografia Avaliação da Unidade Lectiva C Manual de Formação UNIDADE LECTIVA D GESTÃO DE UM PROGRAMA DE AUDITORIAS 1. Objectivos Componente Teórica Componente Prática Síntese Bibliografia Avaliação da Unidade Lectiva D AVALIAÇÃO FINAL ANEXOS Folha de Resposta das Avaliações Soluções

5 1. APRESENTAÇÃO A Associação Industrial Portuguesa, com o objectivo de dar resposta às reais necessidades do tecido empresarial português em matéria de actualização de competências técnicas, decidiu produzir um conjunto de manuais, cujos conteúdos pedagógicos se adequassem ao perfil específico das pequenas empresas. Foram deste modo produzidos, com o apoio da Medida Recursos Didácticos do POEFDS, um conjunto de manuais, em versão impressa e CD-ROM, destinados a apoiar os quadros das empresas e outros interessados nas problemáticas, hoje em dia cada vez mais exigentes, da gestão, da organização e da competitividade. Elaborados de acordo com uma metodologia que permita a sua utilização em sala de formação ou em ambiente de formação à distância, o projecto Recursos Didácticos da AIP visa basicamente criar conteúdos referenciados por objectivos de aprendizagem, organizados modularmente, de modo a que as unidades lectivas possam ser agrupadas sob múltiplos percursos formativos. Pretendeu-se igualmente que os conteúdos desenvolvidos no âmbito destes Recursos Didácticos, ao serem centrados em Objectivos de Aprendizagem, fossem de aplicabilidade imediata no contexto da empresa. Pretende assim a AIP, com este contributo, auxiliar as pequenas empresas na melhoria da sua performance por via da melhoria das competências técnicas dos seus agentes com reflexos positivos ao nível do desempenho. 5INTEGRAÇÃO DE SISTEMAS DE GESTÃO DA QUALIDADE, AMBIENTE, SAÚDE E SEGURANÇA NO TRABALHO

6 2. FINALIDADE Pretende-se, com este manual, proporcionar um conjunto de informação que permita consolidar conhecimentos sobre Gestão Integrada de Sistemas, compreender a sua importância e utilidade, bem como elaborar e implementar um Sistema de Gestão Integrado da Qualidade, Ambiente e Saúde e Segurança no Trabalho e gerir um Programa de Auditorias. A estrutura das Unidades Lectivas apresentadas, compostas por uma componente teórica, em que são desenvolvidos conceitos, interpretados requisitos das Normas, apresentadas metodologias e explorados alguns exemplos, e por uma componente prática, em que o formando tem a oportunidade de adaptar os exercícios à realidade da sua actividade ou Organização, permitirá aos destinatários adquirir ou actualizar as competências técnicas fundamentais para dar resposta às exigências actuais da gestão das Organizações, face ao mercado em que se inserem. Manual de Formação 3. DESTINATÁRIOS Quadros médios e superiores de Organizações; Gestores de unidades de negócio; Directores da Qualidade, Ambiente e Saúde e Segurança no Trabalho; Gestores funcionais e técnicos; Responsáveis pelo controlo da Qualidade; Formadores de pequenas Organizações; Consultores; Auditores e futuros auditores internos; Associações Empresariais que desenvolvam projectos de formação em pequenas Organizações; Quadros técnicos que frequentem acções de formação promovidas pela AIP na sua oferta ao mercado. 6

7 4. ÍNDICE DAS MATÉRIAS UNIDADE LECTIVA A OS REFERENCIAIS NORMATIVOS 1. O contexto da Normalização Sistema de Gestão da Qualidade O que é a Qualidade? As normas de Série Enquadramento histórico A revisão da ISO O conceito de Par Consistente Objectivos e Âmbito Princípios da Gestão da Qualidade Benefícios da aplicação A abordagem por processos Etapas na implementação da abordagem por Processos Sistema de Gestão Ambiental O que é a Gestão do Ambiente? Os referencias Normativos Objectivos e Âmbito Benefícios da aplicação Sistema de Gestão da Saúde e Segurança no Trabalho O que é a Gestão da Segurança? Os referencias Normativos Objectivos e Âmbito Benefícios da aplicação UNIDADE LECTIVA B ESTRATÉGIA DE INTEGRAÇÃO 1. Introdução A componente de Gestão A estratégia nas Organizações Factores de Sucesso INTEGRAÇÃO DE SISTEMAS DE GESTÃO DA QUALIDADE, AMBIENTE, SAÚDE E SEGURANÇA NO TRABALHO

8 3. Compatibilidade dos Referenciais Correspondência da NP EN ISO 9001:2000 com os referenciais NP EN ISO 14001:2004 e NP 4397: Manual de Formação UNIDADE LECTIVA C INTERPRETAÇÃO, PLANEAMENTO E IMPLEMENTAÇÃO DO SISTEMA DE GESTÃO NTEGRADO 1. Sistema de Gestão Requisitos de acordo com o Ciclo de Deming Política Planeamento Aspectos e impactes ambientais Identificação dos aspectos ambientais Determinação de aspectos ambientais significativos Planeamento para identificação dos perigos e para a avaliação e controlo dos riscos Identificação dos perigos Avaliação e controlo dos riscos Requisitos legais e outros requisitos Objectivos e metas Planeamento do Sistema de Gestão e Melhoria Contínua (Programas) Implementação e Operação Recursos e responsabilidades Responsabilidades e autoridade Representante da Gestão Envolvimento dos colaboradores Infraestruturas Ambiente de Trabalho Competência, formação e sensibilização Consulta e comunicação Requisitos da documentação Manual de gestão Controlo de documentos e registos

9 4.5. Controlo operacional Clientes e Partes Interessadas Concepção e desenvolvimento Compras Produção Prevenção e capacidade de resposta a emergências Verificação Monitorização e medição Controlo dos dispositivos de monitorização e medição (DMM s) Satisfação do Cliente Monitorização e medição dos processos Monitorização e medição do produto Não Conformidades Controlo do produto não conforme Não conformidades, acidentes, acções correctivas e preventivas Análise de dados Auditorias Revisão pela Gestão UNIDADE LECTIVA D GESTÃO DE UM PROGRAMA DE AUDITORIAS 1. Introdução Campo de aplicação Princípios de auditoria Introdução às auditorias Gestão de um Programa de Auditorias Objectivos e extensão do Programa de Auditorias Responsabilidades, recursos e procedimentos relativos ao Programa de Auditorias Implementação do Programa de Auditorias Registos do Programa de Auditorias Monitorização e revisão do Programa de Auditorias INTEGRAÇÃO DE SISTEMAS DE GESTÃO DA QUALIDADE, AMBIENTE, SAÚDE E SEGURANÇA NO TRABALHO

10 Manual de Formação 3. Actividades da auditoria Início da auditoria Nomeação do coordenador da equipa auditora Definição dos objectivos, âmbito e critérios da auditoria Determinação da exequibilidade da auditoria Selecção da equipa auditora Estabelecimento do contacto inicial com o auditado Condução da revisão de documentos Preparação para as actividades de auditoria no local Preparação do plano da auditoria Atribuição de tarefas à equipa auditora Preparação dos documentos de trabalho Execução da auditoria Condução da reunião de abertura Comunicação durante a auditoria Papéis e responsabilidades de guias e observadores Recolha e verificação da informação Elaboração das constatações da auditoria Preparação das conclusões da auditoria Condução da reunião de encerramento Preparação, aprovação e distribuição do relatório da auditoria Preparação do relatório da auditoria Aprovação e distribuição do relatório da auditoria Fecho da auditoria Seguimento da auditoria

11 5.1. CONDIÇÕES DE PARTICIPAÇÃO Participação Individual 5. INFORMAÇÕES ÚTEIS Sem apoio técnico A participação depende das condições que a empresa e/ou os formandos reúnam em termos dos requisitos estabelecidos pela AIP. Devem os interessados solicitar informação adicional à AIP (ver Contacto). Com apoio técnico de Consultor/Formador De acordo com a solicitação dos interessados, a AIP disponibilizará um serviço personalizado de apoio técnico ou formativo, que poderá ser prestado quer na empresa quer à distância, via portal AIP. INTEGRAÇÃO DE SISTEMAS DE GESTÃO DA QUALIDADE, AMBIENTE, SAÚDE E SEGURANÇA NO TRABALHO As condições de prestação do apoio serão contratualizadas caso a caso (ver Contacto). Participação Colectiva A AIP pode disponibilizar um serviço de apoio técnico e formativo para grupos de colaboradores da empresa, a solicitação dos interessados. As condições de prestação do apoio serão contratualizadas caso a caso (ver Contacto). 11

12 5.2. CONTACTO AIP CE Associação Industrial Portuguesa Confederação Empresarial Dr. Mário Teixeira Tel Manual de Formação 12

13 INTEGRAÇÃO DE SISTEMAS DE GESTÃO DA QUALIDADE, AMBIENTE, SAÚDE E SEGURANÇA NO TRABALHO

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15 1. OBJECTIVOS ESPECÍFICOS O Manual está estruturado em 4 Unidades Lectivas organizadas por Objectivos Específicos. No final de cada Unidade o formando deve: UNIDADE LECTIVA A OS REFERENCIAIS NORMATIVOS Compreender o conceito de Qualidade. Compreender e descrever a finalidade dos Sistemas de Gestão da Qualidade, do Ambiente e da Saúde e Segurança no Trabalho. Identificar os referenciais normativos associados aos Sistemas de Gestão da Qualidade, do Ambiente e da Saúde e Segurança no Trabalho. Conhecer os benefícios e as vantagens da aplicação dos Sistemas de Gestão. Identificar os princípios da Gestão da Qualidade. Identificar e caracterizar os processos da sua Organização. INTEGRAÇÃO DE SISTEMAS DE GESTÃO DA QUALIDADE, AMBIENTE, SAÚDE E SEGURANÇA NO TRABALHO UNIDADE LECTIVA B ESTRATÉGIA DE INTEGRAÇÃO Conhecer o novo modelo de gestão integrada e os benefícios e vantagens que a integração de sistemas de gestão oferecem às Organizações. Construir, com sucesso, o Balanced Scorecard na sua Organização. Conhecer os factores críticos de sucesso da integração de sistemas de gestão. Argumentar sobre a compatibilidade dos referenciais NP EN ISO 9001:2000, NP EN ISO 14001:2004 e NP 4397:2001. Saber verificar a correspondência da Norma NP EN ISO 9001:2000 com os referenciais NP EN ISO 14001:2004 e NP 4397:

16 UNIDADE LECTIVA C INTERPRETAÇÃO, PLANEAMENTO E IMPLEMENTAÇÃO DO SISTEMA DE GESTÃO INTEGRADO Interpretar os requisitos das Normas NP EN ISO 9001:2000, NP EN ISO 14001:2004 e NP 4397:2001. Conhecer as metodologias, processos de integração e estrutura documental de um Sistema de Gestão Integrado. Aplicar na sua Organização as metodologias de identificação e avaliação de impactes ambientais e riscos para a saúde e segurança no trabalho. Planear e implementar um Sistema de Gestão Integrado. Manual de Formação UNIDADE LECTIVA D GESTÃO DE UM PROGRAMA DE AUDITORIAS Conhecer as metodologias de auditoria adequadas à estrutura de um Sistema de Gestão Integrado. Identificar as etapas de um processo de auditoria de Sistemas desde o seu planeamento à realização do relatório. Aplicar os princípios, técnicas e procedimentos de auditoria, de forma sistemática e consistente, na realização de auditorias internas. Organizar e gerir um Programa de Auditorias. 2. AVALIAÇÃO INICIAL Apresenta-se, de seguida, um teste de 40 questões de resposta múltipla, com 4 alternativas de resposta, que percorrem transversalmente todas as Unidades Lectivas. Esta Avaliação Inicial funciona como teste de diagnóstico, permitindo identificar o nível de conhecimentos do formando relativamente às matérias a leccionar neste curso de formação, antes de o frequentar (Auto-diagnóstico). No final do curso, através da comparação dos resultados antes e depois de o ter frequentado, será possível determinar a utilidade de ter participado (Razão de Ganho). 16 Resolva o teste, utilizando a Folha de Respostas (em Anexo).

17 AVALIAÇÃO INICIAL UNIDADE LECTIVA A OS REFERENCIAIS NORMATIVOS 1. Após a implementação de Um Sistema de Gestão, a Organização: A) Tem que comunicar obrigatoriamente a todos os fornecedores que estes terão que implementar um Sistema de Gestão idêntico ao implementado B) Tem 6 meses para sujeitar o Sistema a certificação por um organismo devidamente acreditado C) Deverá decidir pela certificação do Sistema implementado, por um organismo acreditado, quando entender ser oportuno efectuar a certificação D) Tem 1 ano para sujeitar o Sistema a certificação por um organismo devidamente acreditado. 2. A certificação de uma Organização consiste na garantia de que: A) A mesma realiza produtos/serviços que apresentam sempre os mesmos padrões de qualidade e que nunca apresentam defeitos B) A mesma obteve um desempenho acima da média no ano anterior C) A mesma opera em conformidade com requisitos pré-estabelecidos por Organizações de normalização reconhecidas internacionalmente D) A mesma opera em conformidade com requisitos pré-estabelecidos por Organizações de normalização reconhecidas apenas no país onde esta se localiza INTEGRAÇÃO DE SISTEMAS DE GESTÃO DA QUALIDADE, AMBIENTE, SAÚDE E SEGURANÇA NO TRABALHO 3. Os primeiros sistemas da qualidade e normas reconhecidos surgiram: A) No final do Século XX B) Depois da Primeira Guerra Mundial C) Após a Revolução Industrial D) Depois da Segunda Guerra Mundial 4. Podemos dizer que os Sistemas de Gestão da Qualidade assentam em: A) 8 princípios essenciais B) 4 princípios essenciais C) 9 princípios essenciais D) 7 princípios essenciais 17

18 5. Na abordagem por processos, é importante: A) Determinar a sequência e interligação dos processos B) Definir o gestor do processo C) Definir a documentação dos processos D) Todas as opções anteriores 6. Das afirmações seguintes, assinale a correcta: A) A NP EN ISO 14001:2004 não partilha princípios comuns de sistemas de gestão com as normas da série ISO 9000:2000 sobre sistemas de qualidade B) A adopção da norma NP EN ISO 14001:2004 garante às Organizações a obtenção de resultados ambientais óptimos C) As afirmações A e B são falsas D) A afirmação A é falsa, mas a B é verdadeira Manual de Formação 7. O nível de pormenor e de complexidade do Sistema de Gestão Ambiental, bem como a extensão da documentação e dos recursos que lhe forem afectados deverão depender: A) Das capacidades financeiras da Organização B) Da dimensão da Organização e da natureza das suas actividades C) Da capacidade dos técnicos envolvidos na elaboração dos documentos D) Do responsável da qualidade 8. Numa gestão pró-activa deveremos: A) Identificar os perigos e analisar os riscos antes que algo aconteça B) Identificar os perigos e analisar os riscos imediatamente após ocorrer um acidente C) Identificar os riscos e analisar os perigos antes que algo aconteça D) Identificar os riscos e analisar os perigos imediatamente após ocorrer um acidente 18

19 AVALIAÇÃO INICIAL 9. A finalidade da implementação de um Sistema de Gestão de Segurança e Saúde no Trabalho é: A) Eliminar o risco para os trabalhadores que possam estar expostos a riscos de segurança e saúde associados às suas actividades B) Eliminar o risco para os trabalhadores e para outras Partes Interessadas que possam estar expostas a riscos de segurança e saúde associados às suas actividades C) Minimizar o risco para as Partes Interessadas que possam estar expostas a riscos de segurança e saúde associados às suas actividades D) Eliminar ou minimizar o risco para os trabalhadores e para outras Partes Interessadas que possam estar expostas a riscos de segurança e saúde associados às suas actividades 10. Das afirmações seguintes assinale a correcta: A) O Ciclo de Melhoria Contínua de Deming: Plan-Do-Check-Act é apenas aplicável aos sistemas de Gestão da Qualidade B) O Ciclo de Melhoria Contínua de Deming: Plan-Do-Check-Act é apenas aplicável aos sistemas de Gestão da Qualidade e aos Sistemas de Gestão Ambiental C) O Ciclo de Melhoria Contínua de Deming: Plan-Do-Check-Act é aplicável aos sistemas de Gestão da Qualidade, aos Sistemas de Gestão Ambiental e aos Sistemas de Gestão de Segurança e Saúde no Trabalho D) Nenhuma das opções anteriores INTEGRAÇÃO DE SISTEMAS DE GESTÃO DA QUALIDADE, AMBIENTE, SAÚDE E SEGURANÇA NO TRABALHO UNIDADE LECTIVA B ESTRATÉGIA DE INTEGRAÇÃO 1. Para integrar Sistemas de Gestão distintos, será necessário: A) Implementar cada sistema de forma autónoma, efectuando no final uma auditoria comum B) Implementar obrigatoriamente os sistemas em causa, ao mesmo tempo, efectuando posteriormente auditorias independentes C) Analisar a documentação existente em cada um dos Sistemas, identificando os documentos compatíveis e elaborando novos documentos que ainda não existam e que sejam necessários à integração e ao cumprimento dos requisitos dos referenciais em causa D) Implementar inicialmente um Sistema de Gestão da Qualidade e só após a sua certificação, é que será possível implementar outro Sistema de Gestão 19

20 2. A Integração de Sistemas de Gestão: A) Apenas é possível em algumas Organizações B) Favorece a existência de dois ou mais Sistemas de Gestão, que funcionam de forma independente C) Favorece a existência de um Sistema de Gestão global da actividade, orientado para a melhoria e para os processos, para além de dar uma resposta mais eficiente aos requisitos das Partes Interessadas D) Favorece a existência de um Sistema de Gestão de algumas actividades da empresa, orientado para a melhoria e para os processos, para além de dar uma resposta mais eficiente aos requisitos das Partes Interessadas Manual de Formação 3. Um Sistema de Gestão Integrado é um Sistema de Gestão: A) Focalizado nas actividades em vez de ser nos procedimentos B) Focalizado nos procedimentos em vez de ser nos processos C) Focalizado nas actividades em vez de ser nos processos D) Focalizado nos processos em vez de ser nos procedimentos 4. O Balanced Scorecard é um sistema de pilotagem estratégica que pretende dar resposta: A) À problemática da transposição de estratégia para a acção, assegurando níveis de adesão elevados em toda a Organização B) À falta de uma Norma específica para a implementação de Sistemas Integrados C) À problemática da transposição da acção para a estratégia, assegurando níveis de adesão elevados em toda a Organização D) À falta de uma Norma específica para efectuar auditorias a Sistemas Integrados 5. Podemos afirmar que as normas ISO 9001:2000, ISO 14001:2004 e NP 4397:2001 têm um princípio comum, que é: A) O cumprimento da legislação ambiental B) A Melhoria Contínua C) O cumprimento da legislação laboral D) A satisfação do cliente 20

21 AVALIAÇÃO INICIAL 6. As principais diferenças entre a ISO 9001:2000 a ISO 14001:2004 e a NP 4397:2001 prendem-se com: A) A finalidade, as metas, a abrangência e o custo associado à implementação de cada um dos sistemas B) O número e o tipo de documentos, o tipo de auditorias e o custo associado à implementação de cada um dos sistemas C) A finalidade, o enfoque, o campo de aplicação e o âmbito de actividades abrangidas por cada um dos sistemas D) Nenhuma das opções anteriores 7. A implementação de um Sistema de Gestão Integrado QAS obriga a: A) Definição de três políticas distintas B) Definição de um responsável pela gestão de cada um dos sistemas implementados C) A opção A é verdadeira, mas a Opção B é falsa D) Nenhuma das opções é verdadeira 8. A resposta a emergências ou acidentes é um requisito: A) Apenas aplicável na Norma NP EN ISO 9001:2000 B) Apenas aplicável na Norma NP 4397:2001 C) Aplicável na Norma NP EN ISO 14001:2004 e na Norma NP 4397:2001 D) Aplicável nas três Normas referidas nas alíneas anteriores INTEGRAÇÃO DE SISTEMAS DE GESTÃO DA QUALIDADE, AMBIENTE, SAÚDE E SEGURANÇA NO TRABALHO 9. O Controlo de documentos é um requisito: A) Apenas aplicável na Norma NP EN ISO 9001:2000 B) Apenas aplicável na Norma NP 4397:2001 C) Apenas aplicável na Norma NP EN ISO 14001:2004 D) Aplicável nas três Normas referidas nas alíneas anteriores 10. A revisão do Sistema de Gestão é um requisito: A) Apenas aplicável na Norma NP EN ISO 9001:2000 B) Apenas aplicável na Norma NP 4397:2001 C) Apenas aplicável na Norma NP EN ISO 14001:2004 D) Aplicável nas três Normas referidas nas alíneas anteriores 21

22 UNIDADE LECTIVA C INTERPRETAÇÃO, PLANEAMENTO E IMPLEMENTAÇÃO DO SISTEMA DE GESTÃO INTEGRADO 1. A Política Integrada da Qualidade, Ambiente e Saúde e Segurança no Trabalho deve: A) Ser consistente com outras políticas da Organização, pelo que deve ser definida e aprovada pela gestão ao mais alto nível B) Ser consistente com outras políticas da Organização, pelo que deve ser definida e aprovada pelo representante dos trabalhadores C) Ser sempre elaborada e aprovada pelo elemento mais idoso da Organização D) Nenhuma das opções anteriores Manual de Formação 2. Impacte ambiental pode ser definido como: A) Qualquer mudança sobre o ambiente, positiva ou negativa, resultante de uma actividade, produto ou serviço B) Qualquer mudança, desde que seja negativa, sobre o ambiente, resultante de uma actividade, produto ou serviço C) Qualquer mudança, desde que seja positiva, sobre o ambiente, resultante de uma actividade, produto ou serviço D) Elemento de uma actividade, produto ou serviço, que pode interactuar com o ambiente 3. Escolha a opção que considerar mais correcta: A) A gestão ambiental nas Organizações nunca implica, uma interferência directa em matérias de gestão da qualidade B) Nas Organizações prestadoras de serviços, não é possível identificar aspectos e impactes ambientais C) A gestão ambiental nas Organizações implica, por vezes, uma interferência directa em matérias de gestão da qualidade D) Nenhuma das opções anteriores Após a implementação de um Sistema de Gestão Integrado SGI QAS, a Organização deve controlar obrigatoriamente: A) Os aspectos ambientais pouco significativos B) Todos os aspectos ambientais C) Os aspectos ambientais considerados significativos D) Apenas os aspectos ambientais identificados pelos clientes

23 AVALIAÇÃO INICIAL 5. Fonte ou situação com um potencial para o dano, em termos de lesões ou ferimentos para o corpo humano ou de danos para a saúde, para o património, para o ambiente do local de trabalho ou uma combinação destes, corresponde à definição de: A) Risco B) Perigo C) Segurança D) Acidente 6. Na identificação e avaliação de perigos e de riscos é necessário considerar: A) As actividades de rotina e as ocasionais B) As actividades de todo o pessoal que tenha acesso ao local de trabalho (incluindo prestadores de serviços e visitantes) C) As instalações no local de trabalho e áreas de apoio, quer sejam disponibilizadas pela Organização ou por terceiros D) Todas as opções anteriores 7. A identificação dos requisitos legais: A) Apenas deve ser efectuada na fase de implementação de um Sistema de Gestão Integrado da QAS B) Apenas deve ser efectuada na fase de manutenção de um Sistema de Gestão Integrado da QAS C) Deve ser efectuada na fase de implementação e de manutenção de um Sistema de Gestão Integrado da QAS D) Apenas deverá ser efectuada se a Organização assim o entender INTEGRAÇÃO DE SISTEMAS DE GESTÃO DA QUALIDADE, AMBIENTE, SAÚDE E SEGURANÇA NO TRABALHO 8. Com a implementação de um SGI, deverão ser definidas, documentadas e comunicadas, as responsabilidades, autoridades e funções: A) De todos os colaboradores dentro da Organização B) Do responsável pelo SGI C) Dos dirigentes de topo da Organização D) Nenhuma das opções anteriores 9. O envolvimento dos colaboradores da Organização deverá ser efectuado: A) Desde o início da concepção e implementação do SGI B) A partir da fase de implementação do SGI C) Apenas na fase de concepção do SGI D) Nunca 23

24 10. Das afirmações seguintes assinale a correcta: A) A documentação de um SGI apenas poderá ser disponibilizada aos colaboradores em suporte de papel B) A documentação de um SGI apenas poderá ser disponibilizada aos colaboradores em suporte electrónico C) A documentação de um SGI pode ter qualquer formato ou tipo de suporte (papel, electrónico ou computorizado) D) Nenhuma das opções anteriores UNIDADE LECTIVA D GESTÃO DE UM PROGRAMA DE AUDITORIAS Manual de Formação 1. A Norma que é normalmente utilizada para auditorias a Sistemas Integrados é: A) Norma NP EN ISO B) Norma NP EN ISO C) Norma NP EN ISO D) Norma NP EN ISO Temos como princípios de auditoria, aplicáveis aos auditores: A) Conduta ética; apresentação imparcial; devido cuidado profissional B) Boa aparência; preços acessíveis, bom domínio da língua portuguesa C) Emitir opiniões próprias; capacidade de impor as suas ideias; capacidade de criticar o que estiver menos correcto D) Nenhuma das opções anteriores 3. Podemos definir auditoria como sendo: A) Processo sistemático, independente e documentado para obter evidências de auditoria e respectiva avaliação subjectiva com vista a determinar em que medida os critérios da auditora são satisfeitos B) Processo de avaliação subjectiva da eficácia de um sistema de gestão C) Processo de identificação de não conformidades de um sistema de gestão D) Processo sistemático, independente e documentado para obter evidências de auditoria e respectiva avaliação objectiva com vista a determinar em que medida os critérios da auditora são satisfeitos 24

25 AVALIAÇÃO INICIAL 4. As auditorias de terceira parte são realizadas: A) Pela própria Organização B) Pelos clientes C) Pelos fornecedores D) Por entidades auditoras externas independentes 5. Chama-se, normalmente, Programa de Auditorias: A) Ao conjunto de constatações resultantes das auditorias efectuadas durante um ano civil B) Ao conjunto de uma ou mais auditorias planeadas de uma forma sistemática, num determinado horizonte temporal C) Ao conjunto de constatações resultantes de cada auditoria D) Nenhuma das opções anteriores 6. O Cliente da auditoria, ou o auditado, podem requerer a substituição de membros específicos da equipa auditora na seguinte situação: A) Desde que existam e possam ser evidenciados motivos razoáveis baseados nos princípios de auditoria B) No caso de não gostarem de um auditor C) Sempre, desde que comuniquem à entidade auditora, não sendo necessário apresentar nenhum tipo de justificação D) Nunca INTEGRAÇÃO DE SISTEMAS DE GESTÃO DA QUALIDADE, AMBIENTE, SAÚDE E SEGURANÇA NO TRABALHO 7. As vantagens ou propósitos de uma pré-auditoria são: A) Conhecer o pessoal chave; estabelecer o âmbito da auditoria; identificar os requisitos logísticos B) Entender o processo da actividade; determinar as competências específicas exigidas C) Conhecer as instalações; identificar a dimensão da equipa; identificar quaisquer problemas óbvios D) Todas as opções anteriores 25

26 8. O Plano da Auditoria deve: A) Ser preparado pelo responsável do SGI, devendo ser sujeito a aprovação por parte do auditor coordenador B) Ser preparado pelo responsável máximo da entidade auditada, devendo ser sujeito a aprovação por parte do auditor coordenador C) Ser preparado pelo auditor coordenador, devendo ser sujeito a aprovação por parte do cliente da auditoria D) Ser elaborado e aprovado por todos os intervenientes na auditoria 9. Temos, como exemplos de documentos de trabalho, a utilizar durante uma auditoria: A) Listas de verificação e planos de amostragem da auditoria; impressos para registo de informação, tal como evidências de suporte, constatações da auditoria e registos de reuniões B) Política da Qualidade e matriz de registos da qualidade C) Programa de Auditorias e Plano de Auditoria D) Nenhuma das opções anteriores Manual de Formação 10. Os objectivos de uma reunião de abertura, numa auditoria efectuada por uma entidade externa são: A) Analisar as não conformidades resultantes de auditorias anteriores e analisar o grau de satisfação dos clientes B) Agradecer ao cliente da auditoria e analisar o Plano de metas e objectivos C) Confirmar o Plano de Auditoria; apresentar sucintamente a metodologia utilizada na realização da auditoria; confirmar os canais de comunicação; proporcionar uma oportunidade para o auditado colocar questões D) Entregar o relatório de auditoria e entregar a documentação que irá ser utilizada no decorrer da auditoria 26

27 RESULTADO DA AVALIAÇÃO INICIAL 0 a 20% 21 a 40% 41 a 70% 70 a 100% A frequência deste curso vai ser muito útil. Estude atentamente o Manual. A frequência do curso vai ser útil, tendo em vista a melhoria significativa dos seus conhecimentos. Apesar dos seus conhecimentos este curso vai ser útil tendo em vista a sua melhoria. Parabéns! Possui conhecimentos significativos. A frequência deste curso vai ser útil para consolidar os conhecimentos que já possui. 3. UNIDADES LECTIVAS A matéria considerada neste manual está associada a um tema que tem tanto de complexo como de indispensável: a gestão das Organizações. INTEGRAÇÃO DE SISTEMAS DE GESTÃO DA QUALIDADE, AMBIENTE, SAÚDE E SEGURANÇA NO TRABALHO O mercado em que operam as Organizações actualmente está em constante mudança, cada vez mais exigente, e com ele, as necessidades dos Clientes, dos accionistas, dos trabalhadores, do ambiente e da sociedade em geral. A importância da Qualidade nas Organizações é um facto inquestionável. Mas existem agora outras necessidades adicionais: a das Organizações se certificarem em normas para além da ISO 9001:2000 ou, pelo menos, de implementarem sistemas de gestão que lhes permitam ter outros aspectos, nomeadamente poluição e riscos de acidentes no trabalho, sob o seu controlo. Esta preocupação tem levado à concepção de várias soluções para a integração de vários requisitos, sendo cada vez mais raros os casos em que as Organizações adoptam Sistemas de Gestão Ambiental e de Segurança independentes do seu Sistema de Qualidade. O aparecimento de normas internacionais com requisitos nestas áreas tem tido um papel determinante na evolução da gestão das Organizações. 27

28 Qual a necessidade da integração de sistemas? Quais as vantagens? Que referenciais utilizar para orientação? Como fazê-lo? Estas são algumas das questões que se pretende abordar neste manual, não apenas no necessário enquadramento teórico, mas também através da prática com que se propõe envolver os formandos. Para concluir, e como nota introdutória acerca deste manual: A temática da implementação de Sistemas de Gestão é facilmente encontrada em diversas publicações, com referências a conceitos e metodologias. No entanto, apesar da vantagem da compreensão dos conceitos essenciais, são raras as publicações que referem, efectivamente, casos práticos que realmente auxiliem as Organizações na implementação de projectos desta importância. Já os temas relacionados com a Integração de Sistemas de Gestão, pelo seu recente aparecimento, são ainda raros. Manual de Formação Face a esta situação, os autores deste manual pretendem, além de familiarizar as Organizações para os conceitos mais determinantes, apresentar algumas ferramentas de trabalho verdadeiramente úteis e necessárias no auxílio de quem pretenda implementar, e posteriormente monitorizar, um Sistema de Gestão Integrado da Qualidade, Ambiente e Saúde e Segurança no Trabalho (SGI QAS). O objectivo final deste manual é a satisfação dos Clientes das Organizações, pelo que é fundamental que estes sejam auscultados, no sentido de identificar os seus requisitos em todo o processo de gestão, permitindo a melhoria contínua do desempenho da Organização, através da melhoria de produto, controlo dos aspectos ambientais e prevenção dos riscos associados à saúde e segurança dos trabalhadores. As unidades lectivas que a seguir se apresentam não têm como objectivo estabelecer os critérios específicos para a melhoria do desempenho, mas antes abordar a temática de modo a criar linhas de orientação para o desenvolvimento e implementação de um SGI QAS. Os exemplos, exercícios e soluções propostos surgem da experiência e vivência dos autores com esta temática, que alertam para o facto de cada Organização ser um caso individualizado, devendo cada uma, de forma criativa, encontrar as soluções que mais se adeqúem à sua realidade, tendo em conta a sua estratégia organizacional, o âmbito de aplicação do SGI e o objectivo pretendido com a implementação do SGI. Este manual pode ser utilizado por todas as Organizações independentemente da sua dimensão, natureza ou sector em que operam. 28

29 INTEGRAÇÃO DE SISTEMAS DE GESTÃO DA QUALIDADE, AMBIENTE, SAÚDE E SEGURANÇA NO TRABALHO UNIDADE LECTIVA A OS REFERENCIAIS NORMATIVOS

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31 UNIDADE LECTIVA A OS REFERENCIAIS NORMATIVOS No final desta Unidade o formando deve: 1. OBJECTIVOS Compreender o conceito de Qualidade. Compreender e descrever a finalidade dos Sistemas de Gestão da Qualidade, do Ambiente e da Saúde e Segurança no Trabalho. Identificar os referenciais normativos associados aos Sistemas de Gestão da Qualidade, do Ambiente e da Saúde e Segurança no Trabalho. Conhecer os benefícios e as vantagens da aplicação dos Sistemas de Gestão. Identificar os princípios da Gestão da Qualidade. Identificar e caracterizar os processos da sua Organização. 2. COMPONENTE TEÓRICA INTEGRAÇÃO DE SISTEMAS DE GESTÃO DA QUALIDADE, AMBIENTE, SAÚDE E SEGURANÇA NO TRABALHO 1. O CONTEXTO DA NORMALIZAÇÃO A implementação de um Sistema de Gestão, apesar de voluntária, beneficia qualquer Organização, nomeadamente ajudando-a a atingir e manter os requisitos legislativos e regulamentares, reduzindo os custos do não cumprimento, e a melhorar a eficiência de operação, reduzindo, igualmente, os custos da não qualidade. Qualquer Sistema de Gestão que funcione eficazmente deve ser reconhecido no mercado através da certificação. Para além das vantagens comerciais e de marketing, a certificação de um Sistema de Gestão aumenta a confiança dos consumidores e a satisfação das Partes Interessadas (Clientes, accionistas, colaboradores e sociedade em geral). A certificação de uma Organização consiste na garantia de que a mesma opera em conformidade com requisitos pré-estabelecidos por Organizações de normalização reconhecidas internacionalmente. 31

32 Esses requisitos baseiam-se nas práticas comuns de quase todas as actividades intelectuais, científicas, tecnológicas e económicas e são codificados e publicados como normas nacionais ou internacionais. As vantagens da utilização de referenciais internacionais para a gestão e auditoria de Sistemas de Gestão consistem na uniformização da linguagem, harmonizando o conjunto de requisitos existentes em vários países e, assim, facilitar as trocas comerciais e a cooperação. Possibilitam, ainda, o estabelecimento de procedimentos e critérios de auditoria idênticos para todas as Organizações. Cada norma, de aplicação voluntária, é preparada de modo a servir de suporte à implementação de Sistemas de Gestão, existindo uma série de referenciais sobre vários temas, dos quais se seguem alguns exemplos. NORMA TÍTULO Manual de Formação NP EN ISO 9001:2000 NP EN ISO 14001:2004 NP 4397: 2001 CAC/RCP , Ver Amd (1999) Codex Alimentarius NP EN ISO 22000:2005 SA 8000:2001 Sistemas de Gestão da Qualidade Sistemas de Gestão Ambiental Sistemas de Gestão da Segurança e Saúde no Trabalho Recommended International Code of Practice General principles of food hygiene Sistemas de gestão da segurança alimentar Requisitos para qualquer Organização que opere na cadeia alimentar Social Accountability Tabela 1 Exemplos de referenciais normativos Para implementar um Sistema Integrado de Gestão da Qualidade, Ambiente e Saúde e Segurança no Trabalho é comum recorrer-se aos três primeiros referenciais, integrando os requisitos comuns como se de um só se tratasse. Estes referenciais definem requisitos para Sistemas de Gestão, visando qualquer Organização que pretenda demonstrar a sua capacidade ao nível da Qualidade, Ambiente e Saúde e Segurança no Trabalho. 32

33 UNIDADE LECTIVA A OS REFERENCIAIS NORMATIVOS Uma das características comum aos três referenciais é o facto de serem auditáveis, uma vez que os requisitos são os mesmos para qualquer Organização independentemente da sua actividade ou sector em que opera. Para além disso, são uma base de trabalho para todos os colaboradores, sendo estruturadas de modo a possibilitar a melhoria do desempenho da Organização. Uma das principais vantagens neste âmbito é a facilidade em controlar a legislação e demonstrar claramente a conformidade com os requisitos legais aplicáveis. A estrutura que apresentam possibilita, igualmente, assegurar a conformidade com os requisitos acordados com os Clientes. Resumindo, os referenciais normativos são uma forma de demonstrar compromisso. 2. SISTEMA DE GESTÃO DA QUALIDADE 2.1. O que é a Qualidade? O conceito de qualidade é diferente para cada pessoa e tradicionalmente está associado a conceitos intangíveis, tais como beleza, excelência e verdade. É difícil de explicar, mas nós sabemos quando a vemos e, habitualmente, esperamos pagar mais por ela. Até os dicionários dão vários significados diferentes; isto resulta na falta de compreensão da qualidade e torna-a extremamente difícil de quantificar e gerir. INTEGRAÇÃO DE SISTEMAS DE GESTÃO DA QUALIDADE, AMBIENTE, SAÚDE E SEGURANÇA NO TRABALHO Como exemplo de um mal entendido comum no que diz respeito à qualidade, temos o conceito de Rolls Royce contra o de Mini. Qual deles é o carro com melhor qualidade? Ambos foram desenhados para satisfazer uma necessidade particular, no entanto, as especificações para o Rolls Royce são mais elevadas do que para o Mini. O que nós estamos a fazer é comparar artigos que têm a mesma finalidade básica, isto é, o transporte, mas que foram desenhados para ir ao encontro de necessidades diferentes. Existe uma diferença na classificação. O Rolls Royce tem uma classificação mais elevada que o Mini, não uma maior qualidade. Outro exemplo da mesma definição aparece-nos na indústria hoteleira em que um hotel de 5 estrelas tem classificação mais elevada do que um hotel de 3 estrelas. 33

34 A classe está inerente ao produto, dependendo a qualidade da forma como o produto satisfaz uma necessidade particular. A definição de Qualidade, segundo a norma ISO 9000:2000 é: Capacidade de realização de um conjunto completo de características inerentes a um produto, sistema ou processo de modo a preencher os requisitos. Grau de satisfação de requisitos dado por um conjunto de características intrínsecas. Esta definição inclui uma variedade de conceitos, tais como o ajustamento à sua finalidade, confiança, valor monetário, conformidade com os requisitos e satisfação do consumidor. Não é que estes conceitos sejam novos, eles têm sido aplicados ao longo de várias épocas e dentro de culturas muito diferentes. Estes conceitos não são só exigidos, mas também as evidências exigiram que eles fossem incorporados nos produtos e serviços. Manual de Formação Os Imperadores Chineses exigiam uma marca dos artífices nos produtos, para que o artífice pudesse ser identificado e encontrado. Se o produto não se mostrasse satisfatório era-lhe aplicado um castigo, habitualmente a morte. Uma lição salutar de que a Prevenção é melhor que a cura. Exemplos mais recentes são: A Marca de Contraste do Ouro e da Prata que é usada para verificar a qualidade e pureza do ouro ou prata que o produto contém. Isto foi introduzido em 1140 A.C. e ainda é usado hoje em dia. Marcas utilizadas por Cooperativas de Comércio para garantir a qualidade do bem fornecido pelos Membros das Cooperativas. É importante lembrar que estes exemplos só ilustram que um produto único ou específico, ou uma característica única de um produto, cumpre com os requisitos de qualidade. Isto não quer dizer que o próximo artigo produzido, ou que todos os artigos produzidos, venham a ter a mesma qualidade. Se deseja inspirar confiança nos seus Clientes, ou em potenciais Clientes, é necessário provar-lhes que tem feito, está a fazer e continuará a fazer as coisas certas. Assim, todo o produto ou serviço que fornece terá a qualidade exigida. 34

35 UNIDADE LECTIVA A OS REFERENCIAIS NORMATIVOS Uma garantia só tem valor quando a pessoa que recebe essa garantia tem confiança na pessoa ou Organização que lhe dá essa garantia As Normas da Série 9000 A Implementação de Sistemas de Gestão da Qualidade é suportada pelas normas da Série Enquadramento histórico Os primeiros Sistemas da Qualidade e normas reconhecidos foram introduzidos depois da Segunda Guerra Mundial, quando, como resultado dos desenvolvimentos tecnológicos e da expansão industrial, houve um aumento significativo na complexidade dos processos de produção e dos produtos. Os EUA foram os primeiros a ver os seus efeitos e, numa tentativa de normalizar a qualidade, os militares introduziram as seguintes referenciais: MIL-Q-9858 Sistema de Especificação da Qualidade MIL-I Requisitos do Sistema de Inspecção INTEGRAÇÃO DE SISTEMAS DE GESTÃO DA QUALIDADE, AMBIENTE, SAÚDE E SEGURANÇA NO TRABALHO Ambos ainda se encontram em vigor e são usados nos contratos de Defesa Americanos e em qualquer outra parte. Estas normas são também utilizadas como base para uma série de normas dentro da Organização do Tratado do Atlântico Norte (NATO) e são conhecidos como Allied Quality Assurance Publications (AQAP). Inicialmente o Reino Unido não aceitou os AQAP s, dando preferência a três Normas de Defesa (DEF.STAN.) Séries 05 (05-21, 05-24, 05-29) que eram equivalentes aos AQAP s. Qualquer Organização comprometida com contratos de defesa ou subcontratada por estas, está submetida a estas normas. Eventualmente os AQAP s estão alinhados com os DEF.STAN.. 35

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