X CONGRESSO DOS REVISORES OFICIAIS DE CONTAS. 1.ª Sessão Supervisão do sistema financeiro

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "X CONGRESSO DOS REVISORES OFICIAIS DE CONTAS. 1.ª Sessão Supervisão do sistema financeiro"

Transcrição

1 X CONGRESSO DOS REVISORES OFICIAIS DE CONTAS 1.ª Sessão Supervisão do sistema financeiro Permitam-me uma primeira palavra para agradecer à Ordem dos Revisores Oficiais de Contas pelo amável convite que me foi dirigido para participar neste X Congresso dos ROC, assinalando a elevada oportunidade e relevância dos temas em debate. Assim, gostaria de aproveitar esta ocasião para realçar a importância dos ROC no âmbito da supervisão financeira, em particular para o sector segurador e fundos de pensões, bem como para transmitir algumas reflexões recentes sobre possíveis mecanismos de reforço da sua actuação, sempre norteados pelos princípios de ética, responsabilidade e independência. O revisor oficial de contas desempenha um papel de grande relevância no contexto da regulação e supervisão, nomeadamente na garantia da fiabilidade e relevância das demonstrações financeiras das empresas. Uma auditoria sólida constitui um elemento fundamental para a promoção da confiança dos mercados, contribuindo não só para a estabilidade financeira, mas também para a própria protecção dos interesses dos consumidores de produtos financeiros. Tal reconhecimento encontra-se bem patente na legislação e regulamentação em vigor no sector segurador e fundos de pensões. A obrigatoriedade legal da certificação de contas, que visa conferir um grau de segurança aceitável aos elementos constantes das demonstrações financeiras, é complementada por um conjunto de disposições que estabelecem a exigência de uma auditoria independente a determinados aspectos da 1

2 actividade das empresas de seguros e da gestão de fundos de pensões e aos correspondentes elementos de reporte remetidos ao ISP. Destaca-se, pela sua importância, a exigência de certificação da margem de solvência e da representação das provisões técnicas das empresas de seguros, bem como dos elementos patrimoniais dos fundos de pensões. Tais disposições abrangem ainda deveres de apreciação por parte do ROC, no âmbito dos trabalhos desenvolvidos para efeitos das certificações e revisões previstas, dos procedimentos adoptados para a implementação e controlo das políticas de investimento, da avaliação dos investimentos detidos e para a aplicação das estratégias, políticas e processos que consubstanciam a gestão de riscos e o controlo interno quer das empresas de seguros, quer das entidades gestoras de fundos de pensões. No âmbito das suas análises, os ROC terão acesso a um conjunto de informação muito relevante, incluindo o reconhecimento dos processos e procedimentos internos da empresa auditada. Em concretização da sua função prudencial, a legislação estabelece a obrigatoriedade do ROC de comunicar imediatamente ao ISP qualquer facto ou decisão de que tome conhecimento no desempenho das suas funções e que seja susceptível de (i) constituir violação das normas legais, regulamentares e administrativas que regem a actividade de seguros ou fundos de pensões; (ii) de afectar a continuidade da exploração da empresa de seguros ou (iii) de acarretar a recusa da certificação das contas ou a emissão de uma opinião com reservas. Adicionalmente, o ISP pode, sempre que considere necessário, solicitar esclarecimentos directamente ao ROC, no que respeita ao conteúdo do relatório, salvaguardando a articulação com a entidade supervisionada. Compete à Ordem dos Revisores Oficiais de Contas (OROC) a definição das normas e procedimentos técnicos e éticos de actuação profissional e a aprovação de directrizes 2

3 de revisão/auditoria específicas para efeitos da certificação legal de contas, bem como da elaboração do relatório de auditoria para efeitos de supervisão prudencial. Tais requisitos devem ser observados de forma contínua por todos os ROC, de forma a promover a qualidade, a objectividade e a independência das análises e opiniões. Em particular, no âmbito dos trabalhos de auditoria para efeitos de supervisão prudencial o ROC deve agir em conformidade com as disposições legais respeitantes às funções que desempenha, nomeadamente cumprindo as normas técnicas de revisão e de auditoria aprovadas ou reconhecidas pela OROC. No exercício das suas funções, deve actuar no estrito cumprimento dos princípios éticos e deontológicos inerentes à sua actividade de acordo com o Código de Ética e Deontologia Profissional. Adicionalmente, para assegurar um desempenho eficaz e rigoroso, é crucial que o ROC tenha um conhecimento suficiente sobre a actividade seguradora e fundos de pensões de forma a identificar e compreender os factos, transacções e práticas que possam ter um efeito material na análise que lhe é requerida. O relatório do ROC a remeter anualmente ao ISP deve apresentar discriminadamente os resultados da auditoria efectuada a um conjunto muito abrangente de áreas essenciais para a actividade de supervisão, designadamente ao nível dos elementos de índole financeira e estatística remetidos ao ISP, bem como dos sistemas de gestão de riscos e de controlo interno que fazem parte do sistema de governação das empresas. No que se refere aos elementos de índole financeira e estatística, os resultados da auditoria devem ser desagregados nas várias vertentes, incluindo as áreas da solvência, dos investimentos, das provisões técnicas e análises técnicas Vida e Não Vida, do resseguro, da solvência corrigida, da análise técnica e das responsabilidades dos fundos de pensões. 3

4 Ainda no que respeita à auditoria a efectuar a estes elementos financeiros e estatísticos, o ROC deve nortear-se por um conjunto de objectivos principais, que englobam a obtenção de uma segurança moderada de que os elementos estão isentos de distorções materialmente relevantes e que, no caso particular dos elementos de índole financeira, estes são consistentes com as demonstrações financeiras. Finalmente, importa concluir sobre se os elementos de índole estatística são completos e fiáveis e se, em todos os aspectos materialmente relevantes, são apresentados de acordo com os requisitos estipulados na regulamentação aplicável. Já no que se refere à revisão a efectuar aos sistemas de gestão de riscos e de controlo interno, as análises do ROC devem procurar obter um grau de segurança moderada sobre a implementação e a efectiva aplicação das estratégias, políticas e processos identificados no documento que formaliza os princípios de gestão de riscos. O mesmo objectivo deve ser prosseguido no que respeita à verificação da implementação dos princípios de controlo interno. De forma a garantir a elevada qualidade e rigor das análises, o ROC deve, no contexto da elaboração do relatório e em linha com as normas que regem a profissão, conhecer os procedimentos administrativos, contabilísticos, de gestão de riscos e de controlo interno da empresa de seguros ou sociedade gestora de fundos de pensões que tenham uma influência material sobre a análise a efectuar. Quando existam, é ainda importante que o ROC tome conhecimento do documento de certificação legal de contas que tenha sido emitido por um ROC distinto, bem como do conteúdo de eventuais relatórios de auditoria interna. Tal visa assegurar que as análises e opiniões emitidas reflectem toda a informação relevante disponível, aumentando a sua credibilidade e utilidade. 4

5 Para a concretização de uma revisão eficiente e devidamente informada, será indispensável a articulação do ROC com outras estruturas de governação importantes ao nível das empresas de seguros e dos fundos de pensões. No que respeita à relação com a função de auditoria interna, será fundamental que o ROC tome em consideração o trabalho efectuado por esta estrutura, obtendo um grau de informação e conhecimento suficiente das suas actividades e efectuando uma avaliação quanto ao seu efectivo funcionamento. Em relação ao actuário responsável das empresas de seguros, o ROC deverá, sem prejuízo da responsabilidade individual de cada uma das partes, obter uma compreensão adequada dos métodos, pressupostos e hipóteses utilizados, bem como julgar da razoabilidade e coerência dos valores apresentados com base no conhecimento e na experiência que detém do negócio segurador. Para a concretização de tais tarefas, será importante que o ROC tome em devida consideração o trabalho efectuado pelo actuário responsável ou recorrer ao aconselhamento de um actuário distinto. Após o eclodir da recente crise financeira, tornou-se necessário efectuar uma reflexão profunda sobre o papel das principais estruturas de governação das empresas do sector financeiro, onde naturalmente se inclui o auditor externo. Nesse contexto, a Comissão Europeia publicou em Junho deste ano o Livro Verde sobre o governo das sociedades, onde se defende o reforço da cooperação entre o auditor externo e as autoridades de supervisão, na medida em que tal permite que os supervisores beneficiem do conhecimento dos auditores quanto às instituições 5

6 financeiras e ao sector financeiro como um todo, tendo, no entanto, em consideração os constrangimentos relativos ao segredo profissional. Outra das mensagens transmitidas tem a ver com o âmbito das análises do auditor externo, nomeadamente no que respeita à validação da informação relacionada com os riscos nas instituições financeiras. No passado dia 13 de Outubro, a Comissão Europeia emitiu o Livro Verde sobre a política de auditoria, com uma reflexão global sobre o reforço desta importante estrutura de governação tendo por base as lições da actual crise financeira. Este Livro Verde refere a necessidade do auditor efectuar um exercício de «cepticismo profissional» perante a entidade auditada, por exemplo através da colocação activa de questões aos órgãos de gestão. Outro dos aspectos abordados é a necessidade de aumentar a relevância e a adequação dos relatórios à utilização pretendida, por exemplo privilegiando uma abordagem cada vez mais baseada nos riscos. No que respeita ao âmbito dos relatórios, salienta-se a focalização na objectividade e na utilidade das conclusões, considerando-se ainda benéfica a inclusão de informações suplementares sobre a metodologia de auditoria, explicando até que ponto foi feita uma verificação substantiva dos itens. As opiniões de auditoria devem ser centradas no princípio da substância sobre a forma, com o intuito de transmitir uma imagem verdadeira e apropriada, evitando critérios assentes em interpretações demasiado extensivas dos referenciais regulamentares. No contexto da interacção com outras partes, é novamente salientada a importância do reforço da cooperação entre os auditores e as autoridades de supervisão, embora sem que tal diminua as responsabilidades específicas de ambas as partes. 6

7 No que se respeita ao sector segurador, importa ainda destacar os desenvolvimentos em curso para a implementação de um novo regime de solvência a partir de 1 de Janeiro de Este regime, designado por Solvência II, assenta na visão holística e integrada de todos os riscos a que as empresas de seguros se encontram expostas, abrangendo nomeadamente requisitos quantitativos, o sistema de governação e a transparência e divulgação pública de informação. Em matéria de governação, o Solvência II preconiza a introdução de um sistema de gestão de riscos e de um sistema de controlo interno, bem como um conjunto relevante de funções chave, onde se incluem as funções de gestão de riscos, de compliance, actuarial e de auditoria interna. Importa aliás referir que, em linha com a estratégia de preparação atempada do mercado que tem vindo a ser assumida pelo ISP, grande parte destes princípios já se encontra reflectida no normativo do sector desde Este reforço e delimitação do papel e das responsabilidades de cada uma das componentes organizativas das empresas de seguros, torna possível potenciar ainda mais o papel dos ROC. Em particular, a articulação com a função de auditoria interna ganha uma nova dimensão e importância, incrementando sobremaneira o rigor, a abrangência e a independência das análises prosseguidas. Adicionalmente, o maior enfoque das medidas em bases económicas cria oportunidades e incentivos para que as análises dos ROC privilegiem cada vez mais a verificação substantiva e baseada nos riscos. Finalmente, a convergência de formatos das divulgações públicas no âmbito do novo regime a nível europeu deverá promover o aumento da eficiência no desempenho dos ROC e da comparabilidade entre mercados e operadores, com benefícios claros para todas as partes. 7

8 Em conclusão, é evidente o papel crucial que os ROC desempenham na prossecução de objectivos tão importantes e estruturais como a estabilidade financeira e a regularidade dos mercados. Desta forma, é indispensável promover o rigor, a correcção e a fiabilidade dos documentos de prestação de contas, com particular enfoque na avaliação baseada nos riscos e no princípio da substância sobre a forma. Também a objectividade é, neste contexto, fundamental para a transmissão da imagem verdadeira e apropriada da posição financeira das empresas auditadas. Acima de tudo, não é demais referir o papel essencial da independência dos auditores face às entidades auditadas. De facto, a independência deve estar acima de qualquer suspeita, sendo fulcral identificar antecipadamente eventuais situações de conflitos de interesse e desenvolver estratégias para a sua mitigação. Estou certo que a continuidade deste debate, com a participação de todas as partes envolvidas, será de grande relevância para o reforço do contributo da função de auditoria para o equilíbrio dos mercados e para a protecção dos tomadores de seguros, participantes e beneficiários. Fernando Nogueira 8

PROJECTO DE NORMA REGULAMENTAR. Relatório de auditoria para efeitos de supervisão prudencial das empresas de seguros

PROJECTO DE NORMA REGULAMENTAR. Relatório de auditoria para efeitos de supervisão prudencial das empresas de seguros PROJECTO DE NORMA REGULAMENTAR Relatório de auditoria para efeitos de supervisão prudencial das empresas de seguros O revisor oficial de contas (ROC) é reconhecido na legislação e regulamentação em vigor

Leia mais

IV Fórum do Sector Segurador e Fundos de Pensões. Lisboa, 15 de Abril de 2009

IV Fórum do Sector Segurador e Fundos de Pensões. Lisboa, 15 de Abril de 2009 IV Fórum do Sector Segurador e Fundos de Pensões Lisboa, 15 de Abril de 2009 Foi com todo o gosto e enorme interesse que aceitei o convite do Diário Económico para estar presente neste IV Fórum do sector

Leia mais

PLANO DE ACTIVIDADES DO CNSA 2012

PLANO DE ACTIVIDADES DO CNSA 2012 PLANO DE ACTIVIDADES DO CNSA 2012 O presente documento visa dar cumprimento ao disposto na alínea n) do n.º 1 do artigo 11º dos Estatutos do CNSA aprovados pelo Decreto-Lei nº 225/2008, de 20 de Novembro,

Leia mais

Manual do Revisor Oficial de Contas. Projecto de Directriz de Revisão/Auditoria 860

Manual do Revisor Oficial de Contas. Projecto de Directriz de Revisão/Auditoria 860 Índice Projecto de Directriz de Revisão/Auditoria 860 PROJECTO DE DIRECTRIZ DE REVISÃO/AUDITORIA 860 Dezembro de 2008 Relatório Sobre o Sistema de Controlo Interno das Instituições de Crédito e Sociedades

Leia mais

ASSUNTO: Processo de Auto-avaliação da Adequação do Capital Interno (ICAAP)

ASSUNTO: Processo de Auto-avaliação da Adequação do Capital Interno (ICAAP) Manual de Instruções do Banco de Portugal Instrução nº 15/2007 ASSUNTO: Processo de Auto-avaliação da Adequação do Capital Interno (ICAAP) A avaliação e a determinação com rigor do nível de capital interno

Leia mais

Conselho Nacional de Supervisores Financeiros. Better regulation do sector financeiro

Conselho Nacional de Supervisores Financeiros. Better regulation do sector financeiro Conselho Nacional de Supervisores Financeiros Better regulation do sector financeiro Relatório da Consulta Pública do CNSF n.º 1/2007 1 CONSELHO NACIONAL DE SUPERVISORES FINANCEIROS RELATÓRIO DA CONSULTA

Leia mais

PROJECTO DE CARTA-CIRCULAR SOBRE POLÍTICA DE REMUNERAÇÃO DAS INSTITUIÇÕES FINANCEIRAS

PROJECTO DE CARTA-CIRCULAR SOBRE POLÍTICA DE REMUNERAÇÃO DAS INSTITUIÇÕES FINANCEIRAS PROJECTO DE CARTA-CIRCULAR SOBRE POLÍTICA DE REMUNERAÇÃO DAS INSTITUIÇÕES FINANCEIRAS No âmbito da avaliação realizada, a nível internacional, sobre os fundamentos da crise financeira iniciada no Verão

Leia mais

RELATÓRIO DE TRANSPARÊNCIA RELATIVO AO ANO FINDO EM 31 DEZ 08

RELATÓRIO DE TRANSPARÊNCIA RELATIVO AO ANO FINDO EM 31 DEZ 08 RELATÓRIO DE TRANSPARÊNCIA RELATIVO AO ANO FINDO EM 31 DEZ 08 1. Introdução Nos termos do nº 1 do artigo 62º-A do Decreto-Lei 224/2008, de 20 Nov, os Revisores Oficiais de Contas e as Sociedades de Revisores

Leia mais

01. Missão, Visão e Valores

01. Missão, Visão e Valores 01. Missão, Visão e Valores 01. Missão, Visão e Valores 06 Missão, Visão e Valores Missão A missão do ICP-ANACOM reflecte a sua razão de ser, concretizada nas actividades que oferece à sociedade para satisfazer

Leia mais

HISTÓRICO DE REVISÕES REVISÃO DATA SÍNTESE DA REVISÃO

HISTÓRICO DE REVISÕES REVISÃO DATA SÍNTESE DA REVISÃO HISTÓRICO DE REVISÕES REVISÃO DATA SÍNTESE DA REVISÃO ELABORAÇÃO ASSINATURA APROVAÇÃO ASSINATURA ÍNDICE CAPÍTULO 1. POLÍTICA E ESTRATÉGIA/ÂMBITO... 3 1.1 POLÍTICA E ESTRATÉGIA DA ENTIDADE... 3 1.2 OBJECTIVO

Leia mais

DIRECTRIZ DE REVISÃO/AUDITORIA 872

DIRECTRIZ DE REVISÃO/AUDITORIA 872 DIRECTRIZ DE REVISÃO/AUDITORIA 872 Revista em Março de 2009 Entidades Municipais, Intermunicipais e Metropolitanas ÍNDICE Parágrafos INTRODUÇÃO 1 8 OBJECTIVO 9 FUNÇÕES EQUIVALENTES AO COMPROMISSO DO REVISOR

Leia mais

Índice. rota 4. Enquadramento e benefícios 6. Selecção de fornecedores 8. Monitorização do desempenho de fornecedores 11

Índice. rota 4. Enquadramento e benefícios 6. Selecção de fornecedores 8. Monitorização do desempenho de fornecedores 11 rota 4 FORNECEDORES Rota 4 Índice Enquadramento e benefícios 6 Percurso 1. Selecção de fornecedores 8 Percurso 2. Monitorização do desempenho de fornecedores 11 Percurso 3. Promoção do Desenvolvimento

Leia mais

Política de Tratamento de Clientes e Terceiros. Nos termos da Norma Regulamentar ISP n.º10/2009-r, de 25 de Junho

Política de Tratamento de Clientes e Terceiros. Nos termos da Norma Regulamentar ISP n.º10/2009-r, de 25 de Junho Política de Tratamento de Clientes e Terceiros Nos termos da Norma Regulamentar ISP n.º10/2009-r, de 25 de Junho 31 de Agosto de 2009 Índice INTRODUÇÃO-----------------------------------------------------------------------------------------------------------2

Leia mais

REGULAMENTO DA COMISSÃO DE AUDITORIA BANCO ESPÍRITO SANTO, S. A. Artigo 1.º Composição

REGULAMENTO DA COMISSÃO DE AUDITORIA BANCO ESPÍRITO SANTO, S. A. Artigo 1.º Composição REGULAMENTO DA COMISSÃO DE AUDITORIA BANCO ESPÍRITO SANTO, S. A. Artigo 1.º Composição 1. A Comissão de Auditoria do Banco Espírito Santo (BES) (Comissão de Auditoria ou Comissão) é composta por um mínimo

Leia mais

Regulamento de Funcionamento Aplicável à Gestão de Reclamações

Regulamento de Funcionamento Aplicável à Gestão de Reclamações Regulamento de Funcionamento Aplicável à Gestão de Reclamações Agosto 2010 REGULAMENTO DE FUNCIONAMENTO APLICÁVEL À GESTÃO DE RECLAMAÇÕES CAPÍTULO I DISPOSIÇÕES GERAIS Secção I Disposições preliminares

Leia mais

REGULAMENTO DA AGMVM N.º 1/2012 SUPERVISÃO PRUDENCIAL

REGULAMENTO DA AGMVM N.º 1/2012 SUPERVISÃO PRUDENCIAL REGULAMENTO DA AGMVM N.º 1/2012 SUPERVISÃO PRUDENCIAL A recente crise financeira internacional em que vivemos e os seus efeitos no sector financeiro suscitaram uma profunda reflexão internacional sobre

Leia mais

Política de Conflitos de Interesses

Política de Conflitos de Interesses Política de Conflitos de Interesses Índice Índice 2 Política de Conflitos de Interesses 3 1. Introdução... 3 2. A nossa política de conflitos de interesses... 3 3. Conflitos de interesses estudos de investimento...

Leia mais

Referenciais da Qualidade

Referenciais da Qualidade 2008 Universidade da Madeira Grupo de Trabalho nº 4 Controlo da Qualidade Referenciais da Qualidade Raquel Sousa Vânia Joaquim Daniel Teixeira António Pedro Nunes 1 Índice 2 Introdução... 3 3 Referenciais

Leia mais

Política de Subcontratação

Política de Subcontratação 1. Introdução O presente documento define a Política de Subcontratação adoptada pelo Banco Espírito Santo de Investimento, S.A. ( BES Investimento ou Banco ). A Política de Subcontratação baseia-se na

Leia mais

Política de Tratamento de Clientes e Terceiros. Nos termos da Norma Regulamentar ASF nº 10/2009-R de 25 de junho.

Política de Tratamento de Clientes e Terceiros. Nos termos da Norma Regulamentar ASF nº 10/2009-R de 25 de junho. Política de Tratamento de Clientes e Terceiros Nos termos da Norma Regulamentar ASF nº 10/2009-R de 25 de junho. AXA Global Direct Seguros y Reaseguros, S.A.U. - Sucursal em Portugal 11 fevereiro2015 Índice

Leia mais

RESOLUÇÃO N.º /2011. Cumprir ou justificar no universo das empresas públicas não financeiras

RESOLUÇÃO N.º /2011. Cumprir ou justificar no universo das empresas públicas não financeiras RESOLUÇÃO N.º /2011 Cumprir ou justificar no universo das empresas públicas não financeiras A Assembleia da República resolve, nos termos do n.º 5 do artigo 166.º da Constituição, recomendar ao Governo

Leia mais

REGULAMENTO DA AGMVM N.º 3/2012 NORMALIZAÇÃO DE INFORMAÇÃO FINANCEIRA

REGULAMENTO DA AGMVM N.º 3/2012 NORMALIZAÇÃO DE INFORMAÇÃO FINANCEIRA REGULAMENTO DA AGMVM N.º 3/2012 NORMALIZAÇÃO DE INFORMAÇÃO FINANCEIRA A informação de natureza económico-financeira exige o controlo e a revisão por parte de entidades idóneas, independentes e isentas.

Leia mais

INSTITUTO DE SEGUROS DE PORTUGAL A SUPERVISÃO DAS ENTIDADES GESTORAS DOS SISTEMAS COMPLEMENTARES DE REFORMA

INSTITUTO DE SEGUROS DE PORTUGAL A SUPERVISÃO DAS ENTIDADES GESTORAS DOS SISTEMAS COMPLEMENTARES DE REFORMA INSTITUTO DE SEGUROS DE PORTUGAL A SUPERVISÃO DAS ENTIDADES GESTORAS DOS SISTEMAS COMPLEMENTARES DE REFORMA 1 A regulação e a supervisão prudencial são um dos pilares essenciais para a criação de um clima

Leia mais

SISTEMA DE ACOMPANHAMENTO E AVALIAÇÃO DE ESTÁGIO (Art.º 22.º do Regulamento de Estágio, publicado no Diário da República de 9 de Fevereiro de 2010)

SISTEMA DE ACOMPANHAMENTO E AVALIAÇÃO DE ESTÁGIO (Art.º 22.º do Regulamento de Estágio, publicado no Diário da República de 9 de Fevereiro de 2010) SISTEMA DE ACOMPANHAMENTO E AVALIAÇÃO DE ESTÁGIO (Art.º 22.º do Regulamento de Estágio, publicado no Diário da República de 9 de Fevereiro de 2010) 1 SISTEMA DE ACOMPANHAMENTO E AVALIAÇÃO DE ESTÁGIO (Artigo

Leia mais

Identificação da empresa

Identificação da empresa Identificação da empresa ANA Aeroportos de Portugal, S.A. Missão, Visão e Valores Missão da ANA A ANA - Aeroportos de Portugal, SA tem como missão gerir de forma eficiente as infraestruturas aeroportuárias

Leia mais

Manual do Revisor Oficial de Contas. Projecto de Directriz de Revisão/Auditoria 840

Manual do Revisor Oficial de Contas. Projecto de Directriz de Revisão/Auditoria 840 Projecto de Directriz de Revisão/Auditoria 840 PROJECTO DE DIRECTRIZ DE REVISÃO/AUDITORIA 840 Março de 2008 Relatório Sobre os Sistemas de Gestão de Riscos e de Controlo Interno das Empresas de Seguros

Leia mais

III COLÓQUIO INTERNACIONAL SOBRE SEGUROS E FUNDOS DE PENSÕES. Sessão de Abertura

III COLÓQUIO INTERNACIONAL SOBRE SEGUROS E FUNDOS DE PENSÕES. Sessão de Abertura III COLÓQUIO INTERNACIONAL SOBRE SEGUROS E FUNDOS DE PENSÕES Sessão de Abertura A regulação e supervisão da actividade seguradora e de fundos de pensões Balanço, objectivos e estratégias futuras É com

Leia mais

CIRCULAR N.º 6/2013, DE 3 DE OUTUBRO QUESTIONÁRIO SOBRE A GESTÃO DA CONTINUIDADE DE NEGÓCIO NO SETOR SEGURADOR E DOS FUNDOS DE PENSÕES

CIRCULAR N.º 6/2013, DE 3 DE OUTUBRO QUESTIONÁRIO SOBRE A GESTÃO DA CONTINUIDADE DE NEGÓCIO NO SETOR SEGURADOR E DOS FUNDOS DE PENSÕES CIRCULAR N.º 6/2013, DE 3 DE OUTUBRO QUESTIONÁRIO SOBRE A GESTÃO DA CONTINUIDADE DE NEGÓCIO NO SETOR SEGURADOR E DOS FUNDOS DE PENSÕES A gestão da continuidade de negócio constitui um importante fator

Leia mais

GOVERNO REGIONAL DOS AÇORES

GOVERNO REGIONAL DOS AÇORES GOVERNO REGIONAL DOS AÇORES Decreto Regulamentar Regional n.º 26/2007/A de 19 de Novembro de 2007 Regulamenta o Subsistema de Apoio ao Desenvolvimento da Qualidade e Inovação O Decreto Legislativo Regional

Leia mais

MANUAL DE CORPORATE GOVERNANCE Conselho Fiscal. Pág. 1. OBJECTIVO DO DOCUMENTO 2 2. COMPOSIÇÃO 2 3. COMPETÊNCIAS 3 4. DEVERES 4 5.

MANUAL DE CORPORATE GOVERNANCE Conselho Fiscal. Pág. 1. OBJECTIVO DO DOCUMENTO 2 2. COMPOSIÇÃO 2 3. COMPETÊNCIAS 3 4. DEVERES 4 5. ÍNDICE Pág. 1. OBJECTIVO DO DOCUMENTO 2 2. COMPOSIÇÃO 2 3. COMPETÊNCIAS 3 4. DEVERES 4 5. PODERES 4 6. FUNCIONAMENTO 5 7. REMUNERAÇÃO 5 8. ALTERAÇÕES AO PRESENTE MANUAL 6 SAG GEST SOLUÇÕES AUTOMÓVEL GLOBAIS,

Leia mais

PROPOSTA DE LEI N.º 12/X. Exposição de Motivos

PROPOSTA DE LEI N.º 12/X. Exposição de Motivos PROPOSTA DE LEI N.º 12/X Exposição de Motivos O Programa do XVII Governo Constitucional propôs-se promover a criação de provedores dos espectadores e dos ouvintes, dotados de um estatuto de independência

Leia mais

INTRODUÇÃO 1 COMPROMISSO DA SONAE HOLDING

INTRODUÇÃO 1 COMPROMISSO DA SONAE HOLDING Índice INTRODUÇÃO... 2 1 COMPROMISSO DA SONAE HOLDING... 2 2 COMPROMISSO DOS COLABORADORES... 2 3 PRINCÍPIOS DE RELACIONAMENTO... 3 3.1 RELAÇÕES COM ADMINISTRADORES E COLABORADORES... 3 3.2 RELAÇÕES COM

Leia mais

Programas de Acção. Page 34

Programas de Acção. Page 34 Page 34 Programas de Acção P.1 Aplicação do novo quadro regulamentar às comunicações electrónicas Transposição do novo quadro regulamentar. Acompanhamento da implementação das novas estruturas organizacionais

Leia mais

REGULAMENTO DE ATRIBUIÇÃO DE APOIOS PELO MUNÍCIPIO DE MORA. Nota justificativa

REGULAMENTO DE ATRIBUIÇÃO DE APOIOS PELO MUNÍCIPIO DE MORA. Nota justificativa REGULAMENTO DE ATRIBUIÇÃO DE APOIOS PELO MUNÍCIPIO DE MORA Nota justificativa A prossecução do interesse público municipal concretizado, designadamente através de políticas de desenvolvimento cultural,

Leia mais

capítulo Enforcement

capítulo Enforcement capítulo 4 4.1 Considerações iniciais No quadro da atividade de enforcement, o ISP (i) dirige recomendações e determinações específicas às entidades supervisionadas visando a correção de eventuais irregularidades

Leia mais

Código de Conduta de Promotores OREY FINANCIAL INSTITUIÇÃO FINANCEIRA DE CRÉDITO, S.A.

Código de Conduta de Promotores OREY FINANCIAL INSTITUIÇÃO FINANCEIRA DE CRÉDITO, S.A. Código de Conduta de Promotores OREY FINANCIAL INSTITUIÇÃO FINANCEIRA DE CRÉDITO, S.A. Novembro de 2011 CÓDIGO DE CONDUTA DE PROMOTORES O objectivo deste documento é o de fixar um código de conduta e um

Leia mais

DOCUMENTO DE CONSULTA PÚBLICA. Projecto de Norma Regulamentar - Financiamento de Planos de Benefícios de Saúde através de Fundos de Pensões

DOCUMENTO DE CONSULTA PÚBLICA. Projecto de Norma Regulamentar - Financiamento de Planos de Benefícios de Saúde através de Fundos de Pensões DOCUMENTO DE CONSULTA PÚBLICA N.º 4/2010 Projecto de Norma Regulamentar - Financiamento de Planos de Benefícios de Saúde através de Fundos de Pensões 26 de Maio de 2010 1. INTRODUÇÃO E ENQUADRAMENTO O

Leia mais

GRUPO SAG CÓDIGO DE CONDUTA

GRUPO SAG CÓDIGO DE CONDUTA GRUPO SAG CÓDIGO DE CONDUTA 1. Preâmbulo O perfil das empresas e a sua imagem estão cada vez mais interligados não só com o desempenho económico e financeiro, mas também com o quadro de valores, princípios

Leia mais

Código de Ética da Parpública. Ética - Princípios e valores fundamentais. Âmbito de aplicação

Código de Ética da Parpública. Ética - Princípios e valores fundamentais. Âmbito de aplicação Código de Ética da Parpública Âmbito de aplicação Aplica-se a todos os colaboradores da Parpública sem prejuízo de outras disposições legais ou regulamentares aplicáveis ou a que por inerência do exercício

Leia mais

Conselho Geral e de Supervisão REGULAMENTO INTERNO COMISSÃO PARA AS MATÉRIAS FINANCEIRAS/COMISSÃO DE AUDITORIA

Conselho Geral e de Supervisão REGULAMENTO INTERNO COMISSÃO PARA AS MATÉRIAS FINANCEIRAS/COMISSÃO DE AUDITORIA Conselho Geral e de Supervisão REGULAMENTO INTERNO COMISSÃO PARA AS MATÉRIAS FINANCEIRAS/COMISSÃO DE AUDITORIA Aprovado em 18 de Junho de 2015 REGULAMENTO INTERNO DA COMISSÃO PARA AS MATÉRIAS FINANCEIRAS/COMISSÃO

Leia mais

Código de Ética e Conduta do IAPMEI

Código de Ética e Conduta do IAPMEI Código de Ética e Conduta do IAPMEI Âmbito e Objectivo do Documento Públicas (Lei n.º 58/2008, de 9 de Setembro) e da Carta Ética da Administração Pública. O Código de Ética e Normas de Conduta aplica-se

Leia mais

Centro Cultural de Belém

Centro Cultural de Belém Audição Pública sobre a proposta de regulamentação do Gás Natural Centro Cultural de Belém Perspectiva dos consumidores A opinião da COGEN Portugal A. Brandão Pinto Presidente da Comissão Executiva ÍNDICE

Leia mais

III Conferência Anual da RELOP. Sessão de Abertura. Vítor Santos, Presidente da RELOP. Caro Dr. Haroldo Lima, Director Geral da ANP,

III Conferência Anual da RELOP. Sessão de Abertura. Vítor Santos, Presidente da RELOP. Caro Dr. Haroldo Lima, Director Geral da ANP, III Conferência Anual da RELOP Sessão de Abertura Vítor Santos, Presidente da RELOP Caro Dr. Haroldo Lima, Director Geral da ANP, Caro Dr. Nelson Hubner, Director Geral da ANEEL, Estimados colegas reguladores,

Leia mais

SISTEMA DE APOIO AO FINANCIAMENTO E PARTILHA DE RISCO DA INOVAÇÃO (SAFPRI)

SISTEMA DE APOIO AO FINANCIAMENTO E PARTILHA DE RISCO DA INOVAÇÃO (SAFPRI) AVISO DE ABERTURA DE CONCURSO Nº 03 / SAFPRI / 2009 SISTEMA DE APOIO AO FINANCIAMENTO E PARTILHA DE RISCO DA INOVAÇÃO (SAFPRI) CONSTITUIÇÃO OU REFORÇO DE FUNDOS DE CAPITAL DE RISCO (FCR) PROJECTOS FASE

Leia mais

Manual da Qualidade. Rodrigo Barata Mediação de Seguros. Revisão n. 01 Data de Publicação: 2009-04-2408 Elaborado por: RodrigoBarata Estado:

Manual da Qualidade. Rodrigo Barata Mediação de Seguros. Revisão n. 01 Data de Publicação: 2009-04-2408 Elaborado por: RodrigoBarata Estado: Rodrigo Barata Página 2 de 14 Indice 1. Promulgação 3 2. Politica da Qualidade 3 3. Missão da Empresa 4 4. Campo de aplicação 4 4.1 Referências 4 5. Apresentação da Empresa Rodrigo Barata Unipessoal 5

Leia mais

Encontro Certificação de Sistemas de Informação para a Saúde

Encontro Certificação de Sistemas de Informação para a Saúde Encontro Certificação de Sistemas de Informação para a Saúde Roteiro da Certificação Fernando Mota José Luís Graça Organigrama funcional UONCSTI UONCSTI - Missão Apoiar o cumprimento da missão da ACSS,

Leia mais

CURSO DE GESTÃO BANCÁRIA

CURSO DE GESTÃO BANCÁRIA CURSO DE GESTÃO BANCÁRIA PLANO CURRICULAR A análise referente ao Programa de Ensino e, em particular ao conteúdo do actual Plano de Estudos (ponto 3.3. do Relatório), merece-nos os seguintes comentários:

Leia mais

FEUP - 2010 RELATÓRIO DE CONTAS BALANÇO

FEUP - 2010 RELATÓRIO DE CONTAS BALANÇO relatório de contas 2 FEUP - 2010 RELATÓRIO DE CONTAS BALANÇO FEUP - 2010 RELATÓRIO DE CONTAS 3 4 FEUP - 2010 RELATÓRIO DE CONTAS DEMONSTRAÇÃO DOS RESULTADOS POR NATUREZAS DEMONSTRAÇÃO DOS FLUXOS DE CAIXA

Leia mais

DOCUMENTO DE CONSULTA PÚBLICA

DOCUMENTO DE CONSULTA PÚBLICA DOCUMENTO DE CONSULTA PÚBLICA N.º 8/2010 Projecto de Orientação Técnica relativa ao desenvolvimento dos sistemas de gestão de riscos e de controlo interno das entidades gestoras de fundos de pensões 31

Leia mais

Política de tratamento e relacionamento com tomadores de seguros, segurados, beneficiários e terceiros lesados

Política de tratamento e relacionamento com tomadores de seguros, segurados, beneficiários e terceiros lesados , Direcção de Risco e Compliance (DRC) Núcleo de Compliance (NCL) vr2.0-fevereiro/2015 Índice 1. Objetivo... 3 2. Âmbito... 3 3. Princípios gerais... 3 Artigo 1.º - Âmbito... 3 Artigo 2.º - Equidade, Diligência

Leia mais

Conferência de compliance

Conferência de compliance Confidencial Conferência de compliance Luanda 20 de Junho de 2013 Os principais temas em matérias de compliance a nivel mundial Gestão do e adequação de capital Protecção do consumidor Fiscal Conflitos

Leia mais

Plano de Prevenção de Riscos de Corrupção e Infracções Conexas

Plano de Prevenção de Riscos de Corrupção e Infracções Conexas Plano de Prevenção de Riscos de Corrupção e Infracções Conexas Indice 1. Enquadramento... 3 2. Objectivos... 4 3. Âmbito do Plano... 4 4. Missão da Entidade... 4 5. Áreas avaliadas, Principais Riscos e

Leia mais

Código de Ética e Conduta

Código de Ética e Conduta Código de Ética e Conduta Índice Apresentação... 3 Principais Objectivos do Código... 3 Finalidade do Código de Ética... 4 Âmbito de Aplicação... 4 Serviço Público... 4 Missão... 5 Visão... 5 Responsabilidade

Leia mais

Ética no exercício da Profissão

Ética no exercício da Profissão Titulo: Ética no exercício da Profissão Caros Colegas, minhas Senhoras e meus Senhores, Dr. António Marques Dias ROC nº 562 A nossa Ordem tem como lema: Integridade. Independência. Competência. Embora

Leia mais

TURISMO DE PORTUGAL DEPARTAMENTO DE RECURSOS HUMANOS REGULAMENTO GERAL DA FORMAÇÃO

TURISMO DE PORTUGAL DEPARTAMENTO DE RECURSOS HUMANOS REGULAMENTO GERAL DA FORMAÇÃO TURISMO DE PORTUGAL DEPARTAMENTO DE RECURSOS HUMANOS REGULAMENTO GERAL DA FORMAÇÃO INDICE 1 NOTA PRÉVIA 3 2 LINHAS DE ORIENTAÇÃO ESTRATÉGICA 4 3 PLANO DE FORMAÇÃO 4 4 FREQUÊNCIA DE ACÇÕES DE FORMAÇÃO 6

Leia mais

Orientações relativas à avaliação interna do risco e da solvência

Orientações relativas à avaliação interna do risco e da solvência EIOPA-BoS-14/259 PT Orientações relativas à avaliação interna do risco e da solvência EIOPA Westhafen Tower, Westhafenplatz 1-60327 Frankfurt Germany - Tel. + 49 69-951119-20; Fax. + 49 69-951119-19; email:

Leia mais

Comissão de Orçamento e Finanças

Comissão de Orçamento e Finanças Apresentação à Comissão de Orçamento e Finanças 20 de Março de 2007 Fernando Nogueira Presidente do Instituto de Seguros de Portugal Sumário 1. A avaliação do FMI - FSAP 2. A evolução do mercado 3. Principais

Leia mais

GRUPO DE TRABALHO DE PROTECÇÃO DE DADOS DO ARTIGO 29.º

GRUPO DE TRABALHO DE PROTECÇÃO DE DADOS DO ARTIGO 29.º GRUPO DE TRABALHO DE PROTECÇÃO DE DADOS DO ARTIGO 29.º 00327/11/PT WP 180 Parecer 9/2011 sobre a proposta revista da indústria relativa a um quadro para as avaliações do impacto das aplicações RFID na

Leia mais

GNB, Companhia de Seguros Vida, SA

GNB, Companhia de Seguros Vida, SA GNB, Companhia de Seguros Vida, SA Relatório e Parecer do Conselho Fiscal (Contas Individuais) Exmos. Senhores Accionistas 1. Cumprindo as disposições legais e estatutárias apresentamos, o nosso relatório

Leia mais

Discurso do IGT na conferência da EDP

Discurso do IGT na conferência da EDP Discurso do IGT na conferência da EDP 1. A Segurança e Saúde no Trabalho é, hoje, uma matéria fundamental no desenvolvimento duma política de prevenção de riscos profissionais, favorecendo o aumento da

Leia mais

III FÓRUM DO SECTOR SEGURADOR E FUNDOS DE PENSÕES

III FÓRUM DO SECTOR SEGURADOR E FUNDOS DE PENSÕES 85 Actualidades III FÓRUM DO SECTOR SEGURADOR E FUNDOS DE PENSÕES O Instituto de Seguros de Portugal participou, através do seu Presidente, no III Fórum do Sector Segurador e Fundos de Pensões, realizado

Leia mais

Sessão de Abertura Muito Bom dia, Senhores Secretários de Estado Senhor Presidente da FCT Senhoras e Senhores 1 - INTRODUÇÃO

Sessão de Abertura Muito Bom dia, Senhores Secretários de Estado Senhor Presidente da FCT Senhoras e Senhores 1 - INTRODUÇÃO Sessão de Abertura Muito Bom dia, Senhores Secretários de Estado Senhor Presidente da FCT Senhoras e Senhores 1 - INTRODUÇÃO Gostaria de começar por agradecer o amável convite que a FCT me dirigiu para

Leia mais

Ministérios das Finanças e da Economia. Portaria n.º 37/2002 de 10 de Janeiro

Ministérios das Finanças e da Economia. Portaria n.º 37/2002 de 10 de Janeiro Ministérios das Finanças e da Economia Portaria n.º 37/2002 de 10 de Janeiro O Decreto-Lei n.º 70-B/2000, de 5 de Maio, aprovou o enquadramento das medidas de política económica para o desenvolvimento

Leia mais

Manual do Revisor Oficial de Contas. Directriz de Revisão/Auditoria 841

Manual do Revisor Oficial de Contas. Directriz de Revisão/Auditoria 841 Directriz de Revisão/Auditoria 841 1 Dezembro de 2001 Verificação das Entradas em Espécie para Realização de Capital das Sociedades ÍNDICE Parágrafos INTRODUÇÃO 1-6 OBJECTIVO 7-8 PROCEDIMENTOS DE VERIFICAÇÃO

Leia mais

Regime jurídico que regulamenta a compra e venda de fracções autónomas de edifícios em construção

Regime jurídico que regulamenta a compra e venda de fracções autónomas de edifícios em construção Regime jurídico que regulamenta a compra e venda de fracções autónomas de edifícios em construção Actualmente em Macau, designa-se geralmente por compra e venda de fracções autónomas de edifícios em construção

Leia mais

ACEF/1112/20967 Relatório final da CAE

ACEF/1112/20967 Relatório final da CAE ACEF/1112/20967 Relatório final da CAE Caracterização do ciclo de estudos Perguntas A.1 a A.10 A.1. Instituição de ensino superior / Entidade instituidora: Fundação Minerva - Cultura - Ensino E Investigação

Leia mais

CÓDIGO DE ÉTICA. APFF Administração do Porto da Figueira da Foz, S.A.

CÓDIGO DE ÉTICA. APFF Administração do Porto da Figueira da Foz, S.A. CÓDIGO DE ÉTICA APFF Administração do Porto da Figueira da Foz, S.A. Índice 1. Preâmbulo 2. Disposições Gerais 2.1. Âmbito de aplicação 2.2. Objectos do 2.3. Dimensões éticas da empresa 2.4. Cumprimento

Leia mais

Princípio da Solidariedade: Responsabilidade de todos os cidadãos na concretização das finalidades do voluntariado;

Princípio da Solidariedade: Responsabilidade de todos os cidadãos na concretização das finalidades do voluntariado; 1. DEFINIÇÃO DE VOLUNTARIADO é o conjunto de acções de interesse social e comunitário, realizadas de forma desinteressada por pessoas, no âmbito de projectos, programas e outras formas de intervenção ao

Leia mais

FICHA DOUTRINÁRIA. Diploma: CIVA. Artigo: alínea c) do n.º 1 do artigo 18.º. Assunto:

FICHA DOUTRINÁRIA. Diploma: CIVA. Artigo: alínea c) do n.º 1 do artigo 18.º. Assunto: FICHA DOUTRINÁRIA Diploma: Artigo: Assunto: CIVA alínea c) do n.º 1 do artigo 18.º Operações imobiliárias - Aplicação do modelo contratual de "Office Centre" Processo: nº 3778, despacho do SDG dos Impostos,

Leia mais

PARECER N.º 37/CITE/2007

PARECER N.º 37/CITE/2007 PARECER N.º 37/CITE/2007 Assunto: Parecer prévio nos termos do n.º 1 do artigo 51.º do Código do Trabalho e da alínea b) do n.º 1 do artigo 98.º da Lei n.º 35/2004, de 29 de Julho Processo n.º 151 DL-C/2007

Leia mais

Empresas Responsáveis Questionário de Sensibilização

Empresas Responsáveis Questionário de Sensibilização Empresas Responsáveis Questionário de Sensibilização 1. Introdução O presente questionário ajudá-lo-á a reflectir sobre os esforços desenvolvidos pela sua empresa no domínio da responsabilidade empresarial,

Leia mais

QUARTO PROTOCOLO AO ACORDO GERAL SOBRE O COMÉRCIO DE SERVIÇOS

QUARTO PROTOCOLO AO ACORDO GERAL SOBRE O COMÉRCIO DE SERVIÇOS Decreto n.º 8/98 de 7 de Março Quarto Protocolo ao Acordo Geral sobre o Comércio de Serviços e as alterações à Lista de Compromissos Específicos das Comunidades Europeias e seus Estados Membros em matéria

Leia mais

RELATÓRIO INTERCALAR (nº 3, do artigo 23º, da Decisão 2004/904/CE)

RELATÓRIO INTERCALAR (nº 3, do artigo 23º, da Decisão 2004/904/CE) (nº 3, do artigo 23º, da Decisão 2004/904/CE) Comissão Europeia Direcção-Geral da Justiça, da Liberdade e da Segurança Unidade B/4 Fundo Europeu para os Refugiados B-1049 Bruxelas Estado-Membro: PORTUGAL

Leia mais

Políticas Organizacionais

Políticas Organizacionais Políticas Organizacionais Manual de Políticas da CERCI Elaborado por/data Departamento de Gestão da Qualidade/Março 2013 Aprovado por/data Direção/18.03.2013 Revisto por/data Índice 1. Política e Objetivos

Leia mais

Decreto do Governo n.º 1/85 Convenção n.º 155, relativa à segurança, à saúde dos trabalhadores e ao ambiente de trabalho

Decreto do Governo n.º 1/85 Convenção n.º 155, relativa à segurança, à saúde dos trabalhadores e ao ambiente de trabalho Decreto do Governo n.º 1/85 Convenção n.º 155, relativa à segurança, à saúde dos trabalhadores e ao ambiente de trabalho O Governo, cumprido o disposto nos artigos 4.º e seguintes da Lei n.º 16/79, de

Leia mais

Programa Incentivo. Normas de execução financeira. 1. Âmbito do financiamento

Programa Incentivo. Normas de execução financeira. 1. Âmbito do financiamento Programa Incentivo Normas de execução financeira 1. Âmbito do financiamento As verbas atribuídas destinam-se a financiar o funcionamento da instituição de investigação científica e desenvolvimento tecnológico,

Leia mais

CÓDIGO DE CONDUTA DA TAGUSGÁS - EMPRESA DE GÁS DO VALE DO TEJO, S.A. Considerando:

CÓDIGO DE CONDUTA DA TAGUSGÁS - EMPRESA DE GÁS DO VALE DO TEJO, S.A. Considerando: CÓDIGO DE CONDUTA DA TAGUSGÁS - EMPRESA DE GÁS DO VALE DO TEJO, S.A. Considerando: 1 O estatuto da Tagusgás - Empresa de Gás do Vale do Tejo, S.A. de Operador da Rede de Distribuição e de Comercializador

Leia mais

São Paulo, 04 de setembro de 2008. Bom dia, Senhoras e Senhores:

São Paulo, 04 de setembro de 2008. Bom dia, Senhoras e Senhores: Discurso do diretor de Fiscalização do Banco Central do Brasil, Alvir Alberto Hoffmann, no II Seminário de Boa Governança do Sistema Financeiro Nacional São Paulo, 04 de setembro de 2008 Bom dia, Senhoras

Leia mais

GIAS GRUPOS DE INTERAJUDA SOCIAL. Código de Ética e Deontologia para Monitores/Animadores

GIAS GRUPOS DE INTERAJUDA SOCIAL. Código de Ética e Deontologia para Monitores/Animadores GIAS GRUPOS DE INTERAJUDA SOCIAL Código de Ética e Deontologia para Monitores/Animadores Preâmbulo O Código de Ética e Deontologia tem por objectivo fixar os requisitos éticos e deontológicos da animação

Leia mais

REGULAMENTO INTERNO DE QUALIFICAÇÃO

REGULAMENTO INTERNO DE QUALIFICAÇÃO REGULAMENTO INTERNO DE QUALIFICAÇÃO Preâmbulo A qualificação dos farmacêuticos é um requisito fundamental para a sua adequada intervenção no Sistema de Saúde. A maximização da qualidade desta intervenção

Leia mais

PROPOSTA DE LEI N. /2011 REGIME DA DÍVIDA PÚBLICA

PROPOSTA DE LEI N. /2011 REGIME DA DÍVIDA PÚBLICA Proposed law on Public Debt, provided by the Government to Parliament in June 2011. Scanned by La o Hamutuk. For more information, see http://www.laohamutuk.org/econ/debt/09borrowing.htm. PROPOSTA DE LEI

Leia mais

Contributo da APRITEL. 16 de Outubro de 2007. APRITEL BoasPraticasAP 20071022b.doc 1/9

Contributo da APRITEL. 16 de Outubro de 2007. APRITEL BoasPraticasAP 20071022b.doc 1/9 Aquisição de serviços na área das comunicações pela Administração Pública Ofertas de Referência Boas Práticas para a melhoria do processo e para a promoção da concorrência Contributo da APRITEL 16 de Outubro

Leia mais

Observações. Referência Título / Campo de Aplicação Emissor Data de adoção

Observações. Referência Título / Campo de Aplicação Emissor Data de adoção NP 4239:1994 Bases para a quantificação dos custos da qualidade CT 80 1995-01-01 NP 4397:2008 Sistemas de gestão da segurança e saúde do trabalho. Requisitos CT 42 2008-12-31 NP 4410:2004 Sistemas de gestão

Leia mais

INOVAÇÃO PORTUGAL PROPOSTA DE PROGRAMA

INOVAÇÃO PORTUGAL PROPOSTA DE PROGRAMA INOVAÇÃO PORTUGAL PROPOSTA DE PROGRAMA FACTORES CRÍTICOS DE SUCESSO DE UMA POLÍTICA DE INTENSIFICAÇÃO DO PROCESSO DE INOVAÇÃO EMPRESARIAL EM PORTUGAL E POTENCIAÇÃO DOS SEUS RESULTADOS 0. EXPOSIÇÃO DE MOTIVOS

Leia mais

Código de Ética Fevereiro de 2015

Código de Ética Fevereiro de 2015 Código de Ética Fevereiro de 2015 Índice 1. Âmbito de aplicação... 3 2. Ética... 3 2.1. Princípios e valores fundamentais... 3 2.2. Proibição de decisão em situação de conflito de interesses... 4 2.3.

Leia mais

REGULAMENTO DE OPERAÇÃO DAS INFRA-ESTRUTURAS

REGULAMENTO DE OPERAÇÃO DAS INFRA-ESTRUTURAS REGULAMENTO DE OPERAÇÃO DAS INFRA-ESTRUTURAS DO SECTOR DO GÁS NATURAL Fevereiro 2010 ENTIDADE REGULADORA DOS SERVIÇOS ENERGÉTICOS Rua Dom Cristóvão da Gama n.º 1-3.º 1400-113 Lisboa Tel: 213 033 200 Fax:

Leia mais

PROJECTO DE REGULAMENTO MUNICIPAL DE ATRIBUIÇÃO DE APOIOS FINANCEIROS E NÃO FINANCEIROS. Nota justificativa

PROJECTO DE REGULAMENTO MUNICIPAL DE ATRIBUIÇÃO DE APOIOS FINANCEIROS E NÃO FINANCEIROS. Nota justificativa PROJECTO DE REGULAMENTO MUNICIPAL DE ATRIBUIÇÃO DE APOIOS FINANCEIROS E NÃO FINANCEIROS Nota justificativa A prossecução do interesse público municipal nas áreas da cultura, da acção social, das actividades

Leia mais

Edição A. Código de Conduta

Edição A. Código de Conduta Edição A Código de Conduta -- A 2011.09.26 1 de 5 ÍNDICE 1 INTRODUÇÃO... 2 2 PRINCÍPIOS E NORMAS GERAIS... 2 a) Trabalho Infantil... 2 b) Trabalho forçado... 2 c) Segurança e bem-estar no local de trabalho...

Leia mais

Introdução. Carlos Alberto da Silva

Introdução. Carlos Alberto da Silva Introdução casilva@uevora.pt «Toda a organização é o produto da forma como os seus membros pensam e agem. Mude a forma como as pessoas pensam e interagem e poderá mudar o mundo.» Senge et al. (1990) Um

Leia mais

Avaliação De Desempenho de Educadores e de Professores Princípios orientadores

Avaliação De Desempenho de Educadores e de Professores Princípios orientadores Avaliação De Desempenho de Educadores e de Professores Princípios orientadores O Estatuto da Carreira dos Educadores de Infância e dos Professores dos Ensinos Básico e Secundário, recentemente aprovado,

Leia mais

REGULAMENTO DE PROPRIEDADE INTELECTUAL DA UNIVERSIDADE DO PORTO. Preâmbulo

REGULAMENTO DE PROPRIEDADE INTELECTUAL DA UNIVERSIDADE DO PORTO. Preâmbulo REGULAMENTO DE PROPRIEDADE INTELECTUAL DA UNIVERSIDADE DO PORTO Preâmbulo A Universidade do Porto, doravante designada UP, considera que a protecção e valorização dos resultados de I&D e de outras actividades

Leia mais

4. PRINCÍPIOS DE PLANEAMENTO DE RECURSOS HÍDRICOS

4. PRINCÍPIOS DE PLANEAMENTO DE RECURSOS HÍDRICOS 4. PRINCÍPIOS DE PLANEAMENTO DE RECURSOS HÍDRICOS A abordagem estratégica que se pretende implementar com o Plano Regional da Água deverá ser baseada num conjunto de princípios nucleares que, sendo unanimemente

Leia mais

Síntese das principais conclusões e recomendações do Grupo de Trabalho sobre preparação de processos sancionatórios

Síntese das principais conclusões e recomendações do Grupo de Trabalho sobre preparação de processos sancionatórios Síntese das principais conclusões e recomendações do Grupo de Trabalho sobre preparação de processos sancionatórios Por decisão do Conselho Nacional de Supervisores Financeiros (CNSF), de março de 2014,

Leia mais

-CAPÍTULO I ESTRUTURA DE GERENCIAMENTO DE RISCO

-CAPÍTULO I ESTRUTURA DE GERENCIAMENTO DE RISCO -CAPÍTULO I ESTRUTURA DE GERENCIAMENTO DE RISCO 1. Sistema Sicoob A Estrutura de Gerenciamento do Risco Operacional abaixo visa dar conformidade ao que dispõe a Resolução n 3.380/2006, do Conselho Monetário

Leia mais

CÂMARA MUNICIPAL DE MOURA

CÂMARA MUNICIPAL DE MOURA CÂMARA MUNICIPAL DE MOURA Regulamento de Estágio para Ingresso nas Carreiras do Grupo de Pessoal Técnico Superior, Técnico e de Informática do Quadro de Pessoal da Câmara Municipal de Moura PREÂMBULO Publicado

Leia mais

I Fórum Crédito e Educação Financeira

I Fórum Crédito e Educação Financeira 25 de Janeiro de 2012 Pedro Duarte Neves A Importância Estratégica da Formação Financeira 2 A LITERACIA FINANCEIRA É UM PILAR ESTRATÉGICO DA ACTUAÇÃO DO BANCO DE PORTUGAL O Banco de Portugal tem dedicado

Leia mais

O ACOMPANHAMENTO TÉCNICO COMO CONTRIBUTO PARA A MELHORIA DO DESEMPENHO DA INDÚSTRIA EXTRACTIVA

O ACOMPANHAMENTO TÉCNICO COMO CONTRIBUTO PARA A MELHORIA DO DESEMPENHO DA INDÚSTRIA EXTRACTIVA O ACOMPANHAMENTO TÉCNICO COMO CONTRIBUTO PARA A MELHORIA DO DESEMPENHO DA INDÚSTRIA EXTRACTIVA Guerreiro, Humberto Eng. de Minas - Visa Consultores, S.A., Oeiras. 1. INTRODUÇÃO Na exploração de minas e

Leia mais

Ainda Mais Próximo dos Clientes. Empresas. 10 de Novembro de 2010

Ainda Mais Próximo dos Clientes. Empresas. 10 de Novembro de 2010 Ainda Mais Próximo dos Clientes O acesso ao crédito pelas Empresas 10 de Novembro de 2010 Agenda 1. Introdução 1.1. Basileia II. O que é? 1.2. Consequências para as PME s 2. Análise de Risco 2.1. Avaliação

Leia mais

DOCUMENTO DE CONSULTA REGULAMENTO DO BCE RELATIVO ÀS TAXAS DE SUPERVISÃO PERGUNTAS E RESPOSTAS

DOCUMENTO DE CONSULTA REGULAMENTO DO BCE RELATIVO ÀS TAXAS DE SUPERVISÃO PERGUNTAS E RESPOSTAS DOCUMENTO DE CONSULTA REGULAMENTO DO BCE RELATIVO ÀS TAXAS DE SUPERVISÃO PERGUNTAS E RESPOSTAS MAIO DE 2014 1 POR QUE RAZÃO O BCE COBRA UMA TAXA DE SUPERVISÃO? Ao abrigo do Regulamento (UE) n.º 1024/2013,

Leia mais

PROTOCOLO ENERGIA POSITIVA CONTRA A OBESIDADE

PROTOCOLO ENERGIA POSITIVA CONTRA A OBESIDADE PROTOCOLO ENERGIA POSITIVA CONTRA A OBESIDADE A incidência e a prevalência quer da pré-obesidade quer da obesidade têm vindo a aumentar na União Europeia e, também, em Portugal, constituindo um importante

Leia mais