Gestão do Risco e da Qualidade no Desenvolvimento de Software

Save this PDF as:
 WORD  PNG  TXT  JPG

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "Gestão do Risco e da Qualidade no Desenvolvimento de Software"

Transcrição

1 Gestão do Risco e da Qualidade no Desenvolvimento de Software Questionário Taxinómico do Software Engineering Institute António Miguel

2 1. Constrangimentos do Projecto Os Constrangimentos ao Projecto referem-se aos elementos externos ao projecto de desenvolvimento em si, na medida em que podem estar fora do controlo do chefe de projecto, mas ainda assim constituírem factores importantes de risco, podendo ter impactos significativos no sucesso do projecto Restrições Contratuais Tipo de Contrato (O tipo de contrato é uma fonte de risco para o projecto?) Q01 Qual o tipo de contrato que possui? (preço fixo, custo mais prémios de produtividade,...). Apresenta qualquer cláusula que possa ser fonte de riscos para o projecto? Q02 O contrato é pesado em algum aspecto do projecto? Descrição do Trabalho Especificações Penalidades Prazos Envolvimento excessivo do utilizador Q03 A documentação exigida é pesada? Quantidade excessiva Cliente minucioso Ciclo de aprovação longo Restrições (O contrato apresenta algumas restrições?) Q04 Existem problemas com direitos de propriedade de alguns itens necessários ao projecto? Package Software ambiental Dependências Contratuais (O projecto tem algumas dependências relativamente a produtos ou serviços externos?) Q05 Existem dependências face a produtos ou serviços externos, que possam afectar o produto, o orçamento, ou o prazo? Equipamento ou software fornecido pelo cliente/utilizador Subcontratados Fornecedores 1

3 1.2. Recursos Atribuídos ao Projecto Prazos (Os prazos são inadequados, ou instáveis?) Q06 Os prazos são realistas? O método de estimativa é baseado em dados históricos? O método foi eficaz no passado? Q07 Existe alguma coisa para a qual não foi planeado um prazo adequado? Análise e estudos Garantia da Qualidade Treino Cursos e treino de manutenção Equipamento capital Sistema de desenvolvimento Q08 Há dependências externas que possam afectar o projecto? Pessoal (O pessoal é inexperiente, falta -lhe conhecimento do domínio aplicacional ou aptidões, ou há falta de pessoal? ) Q09 Existem algumas áreas em que faltem as necessárias aptidões técnicas? Domínio aplicacional Metodologia de análise de requisitos Engenharia de sistemas Desenho e métodos de desenho Linguagens de programação Métodos de integração e testes Gestão da configuração Factores humanos Garantia da qualidade Ambiente de produção do produto Nível de segurança Reutilização de software Sistema operativo Base de dados Análise de desempenho Q10 Tem o pessoal adequado para o projecto? Q11 O pessoal é estável? Q12 Tem acesso às pessoas certas, quando necessita delas? 2

4 Q13 Os elementos do projecto já implementaram sistemas deste tipo? Q14 O projecto depende de um grupo pequeno de pessoas chave? Orçamento (O orçamento é insuficiente, ou instável?) Q15 O orçamento é estável? Q16 O orçamento baseia-se numa estimativa realista? método de estimativa é baseado em dados históricos? método foi eficaz no passado? Q17 Houve aspectos ou funções que foram abandonados, devido a um esforço de contenção orçamental? Q18 Existe alguma coisa para a qual não foi atribuído orçamento? Análise e estudos Garantia da Qualidade Treino Cursos de manutenção Equipamento capital Q19 As alterações ao orçamento acompanham as alterações dos requisitos? Se SIM Isto constitui um procedimento standard do processo de controlo de alterações? Instalações e Equipamento (As instalações e o equipamento são adequados para o projecto?) Q20 As instalações e o equipamento de desenvolvimento são adequados? Q21 O ambiente de integração é adequado? 1.3. Interfaces do Projecto Cliente / Utilizador (Existem alguns problemas com o cliente / utilizador, tais como: ciclo de aprovação de documentos muito longo; comunicação deficiente; conhecimento inadequado do domínio?) Q22 O ciclo de aprovação do cliente / utilizador é conveniente? Documentação Revisões do projecto Revisões formais Q23 Alguma vez avançou, sem a provação do cliente? Q24 O cliente compreende os aspectos técnicos do sistema? Q25 O cliente entende de software? 3

5 Q26 O cliente interfere com o processo, ou com as pessoas? Q27 A gestão do projecto trabalha com o cliente, para obter decisões de mútuo acordo, em tempo oportuno? Compreensão dos requisitos Critérios de testes Ajustamentos nos prazos Interfaces Q28 Qual a eficácia dos seus mecanismos para alcançar acordos com o cliente? Grupos de trabalho (contratual?) Reuniões de intercâmbio técnico (contratual?) Q29 Todas as facções do cliente estão envolvidas nos acordos a obter? É um processo formalmente definido? Q30 A gestão do projecto apresenta ao cliente uma imagem realista, ou optimista? Subcontratados (caso hajam) (o projecto está dependente de subcontratados, para alguma área crítica?) Q31 Existem algumas ambiguidades nas definições das tarefas dos subcontratados? Q32 O procedimento de monitorização e relato do subcontratado é diferente dos requisitos de relato do projecto? Q33 A administração e gestão técnica do subcontratado é feita por uma organização separada? Q34 Está altamente dependente de um subcontratado em qualquer área? Q35 Os conhecimentos do subcontratado estão a ser transferidos para a companhia? Q36 Existe algum problema em obter prazos ou dados de interface de algum subcontratado? Fornecedores (Os fornecedores são sensíveis às necessidades do projecto?) Q37 Está dependente de fornecedores, para a entrega de componentes críticos? Compiladores Bases de dados Software aplicacional ( packages ) Hardware Gestão de Topo (Há falta de suporte da gestão de topo?) Q38 A gestão do projecto comunica os problemas à gestão de topo? 4

6 Essa comunicação aparenta ser eficaz? Q39 A gestão de topo suporta-o, em tempo oportuno, na resolução dos seus problemas? Q40 A gestão do projecto apresenta uma imagem realista ou optimista à gestão de topo? Questões Políticas (Há questões políticas a causar problemas ao projecto?) Q41 Existem políticas que afectam o projecto? Da companhia Do cliente Dos subcontratados Q42 As políticas afectam as decisões técnicas? 2. Ambiente de Desenvolvimento 2.1. Processo de Gestão do Projecto Planeamento (O planeamento é oportuno, são incluídas as chefias técnicas, é feito o planeamento de contingências?) Q43 O projecto é gerido de acordo com o plano? As pessoas têm de abandonar frequentemente as suas tarefas, para apagar fogos? Q44 É feito um replaneamento quando ocorrem disrrupções? Q45 As pessoas, a todos os níveis, são incluídas no planeamento das suas tarefas próprias? Q46 Existem planos de contingência para os riscos conhecidos? Como é que determina o momento de activar essas contingências? Q47 As questões de longo prazo estão a ser adequadamente tratadas? Organização do Projecto (São claros os papéis e as relações hierárquicas?) Q48 A organização do projecto é eficaz? Q49 As pessoas compreendem o seu papel, bem como o dos outros, no projecto? 5

7 Q50 As pessoas sabem quem tem autoridade e para quê? Experiência de Gestão (Os gestores, a todos os níveis do projecto, são experientes no desenvolvimento de software, na gestão de software, no domínio aplicacional, no processo de desenvolvimento, ou em grandes projectos?) Q51 O projecto tem gestores experientes? Gestão de software Métodos desenvolvimento de software Neste processo de desenvolvimento No domínio aplicacional Na dimensão ou complexidade do projecto Interfaces do Projecto (Há interfaces pobres com o cliente, outros contratados, subcontratados, gestão de topo?) Q52 A gestão comunica problemas em ambos os sentidos da cadeia hierárquica? Q53 Os conflitos com o cliente são oportunamente resolvidos e documentados? Q54 O chefe de projecto envolve os adequados elementos da equipa em reuniões com o cliente? Chefias técnicas Analistas Engenheiros de sistemas Q55 A gestão do projecto trabalha de modo a garantir que todas as facções do cliente são representadas, em decisões respeitantes à funcionalidade e à operação? Q56 É uma boa política apresentar uma visão optimista, ao cliente ou à gestão de topo? 2.2. Métodos de Gestão Monitorização (As métricas de gestão estão definidas e o progresso do desenvolvimento é monitorizado?) Q57 Há relatórios de situação, periódicos e estruturados? As pessoas obtém uma resposta aos seus relatórios de situação? Q58 A informação adequada é relatada aos níveis organizacionais apropriados? Q59 Monitoriza o progresso, face ao plano? A gestão do projecto tem uma visão clara do que se passa? 6

8 Gestão de Pessoal (O pessoal do projecto é treinado e utilizado de forma adequada?) Q60 As pessoas são treinadas nas aptidões e conhecimentos exigidos para este projecto? Isto faz parte do plano do projecto? Q61 Há pessoas atribuídas ao projecto, que não se ajustam ao perfil e experiência necessários à sua área de trabalho? Q62 É fácil, para os membros do projecto, disporem da atenção da gestão? Q63 Os membros do projecto, a todos os níveis, estão conscientes da sua situação face ao plano? Q64 As pessoas sentem que é importante seguirem o plano? Q65 A gestão do projecto consulta as pessoas, antes de tomar decisões que afectam o seu trabalho? Q66 A gestão do projecto envolve os adequados membros da equipa em reuniões com o cliente? Chefias técnicas Analistas Engenheiros de sistemas Garantia da Qualidade (Há procedimentos e recursos adequados para assegurar a qualidade do produto?) Q67 A função garantia da qualidade do software possui os adequados recursos humanos? Q68 Estão definidos mecanismos para assegurar a qualidade? Todas as áreas e fases têm procedimentos de qualidade? As pessoas estão habituadas a trabalhar com estes procedimentos? Gestão da Configuração (Os procedimentos de alterações, ou o controlo de versões, incluindo sites de instalação, são adequados?) Q69 Existe um sistema adequado sistema de gestão da configuração? Q70 A função gestão da configuração tem as pessoas adequadas e em número suficiente? Q71 É exigida coordenação com o sistema instalado? Existe uma adequada gestão da configuração, para o sistema instalado? sistema de gestão da configuração permite a sincronização do trabalho do 7

9 projecto, com as alterações do site? Q72 O projecto é para ser instalado em múltiplos sites? O sistema de gestão da configuração prevê sites múltiplos? 2.3. Ambiente de Trabalho Atitude Face à Qualidade (Existe uma falta de orientação para com o trabalho de qualidade?) Q73 Todos os níveis de pessoal estão orientados para procedimentos de qualidade? Q74 A definição dos prazos tomou em conta a questão da qualidade? Cooperação (Há falta de espírito de equipa? A resolução de conflitos obriga à intervenção da gestão?) Q75 As pessoas trabalham de forma cooperante, através das fronteiras funcionais? Q76 As pessoas trabalham eficazmente, para objectivos comuns? Q77 É necessária, por vezes, a intervenção da gestão do projecto, para garantir que as pessoas trabalham em conjunto? Comunicação (Há uma fraca consciência da missão, ou objectivos? Há deficiências de comunicação da informação técnica, entre os gestores e pessoas do mesmo nível? ) Q78 Existe uma boa comunicação entre os membros do projecto? Gestores Chefias técnicas Analistas Pessoal dos testes Gestão da configuração Garantia da qualidade Q79 Os gestores estão receptivos à comunicação do pessoal do projecto? Eles sentem-se à vontade para pedir ajuda aos seus chefes? Os elementos da equipa de projecto são capazes de identificar riscos, sem terem uma solução para eles? Q80 Os elementos do projecto recebem, oportunamente, notificação de eventos que podem afectar o seu trabalho? A notificação é formal, ou informal? 8

10 Moral (Há uma atmosfera não produtiva, ou não criativa? As pessoas sentem que não existe qualquer reconhecimento ou recompensa para o trabalho de qualidade superior?) Q81 O moral da equipa de projecto é elevado? Qual o principal factor que contribui para o baixo moral? Q82 Há algum problema em manter as pessoas de que necessita? 3. Ambiente Técnico 3.1. Requisitos do Sistema Estabilidade (Os requisitos são alterados, mesmo durante o desenho e programação?) Q83 Os requisitos são estáveis? Qual o efeito no sistema? 1. Qualidade 2. Funcionalidade 3. Prazo 4. Integração 5. Desenho 6. Testes Q84 Os interfaces externos estão a ser alterados? Inteireza (Há requisitos que faltam, ou que estão especificados de forma deficiente ou incompleta?) Q85 Existem, nas especificações, algumas tarefas a serem definidas? Q86 Há alguns requisitos que sabe deviam estar nas especificações, mas que não estão? Consegue inserir esses requisitos no sistema? Q87 O cliente tem requisitos, ou expectativas, não documentadas? Existe algum modo de saber e capturar esses requisitos? Q88 Os interfaces externos estão completamente definidos? 9

11 Clareza (Existem requisitos que não estejam claros, ou que necessitem de interpretação?) Q89 Consegue compreender os requisitos, do modo como estão escritos? As ambiguidades estão a ser resolvidas de forma satisfatória? Não existem ambiguidades, ou problemas de interpretação? Validade (Os requisitos expressos conduzem ao produto que o cliente tem em mente?) Q90 Existem alguns requisitos que possam não especificar aquilo que o cliente realmente pretende? Como é que vai resolver esta situação? Q91 Você e o cliente têm o mesmo entendimento sobre os requisitos? Existe algum processo para determinar isso? Q92 Como é que valida os requisitos? Prototipagem Análise Simulações Exequibilidade (Os requisitos são exequíveis, de um ponto de vista analítico?) Q93 Existem alguns requisitos que são tecnicamente difíceis de implementar? Quais são? Porque são difíceis de implementar? Foram feitos estudos de viabilidade para esses requisitos? Qual o seu grau de confiança nos pressupostos assumidos nesses estudos? Precedentes (Os requisitos especificam algo nunca feito anteriormente, ou que a empresa não fez antes?) Q94 Há alguns requisitos novos, em termos de: Tecnologias 10

12 Métodos Linguagens Hardware Alguns destes requisitos são novos para si? O projecto tem conhecimento suficiente nessas áreas? Há algum plano para adquirir conhecimento sobre essas áreas? Escala (Os requisitos especificam um produto maior, mais complexo, ou que requeira uma organização maior que aquelas em que a companhia tem experiência?) Q95 A dimensão e complexidade do sistema constitui uma preocupação? Alguma vez fez algo desta dimensão e complexidade? Q96 A dimensão do projecto exige uma organização superior ao habitual na companhia? 3.2. Desenho do Sistema Funcionalidade (Existem alguns potenciais problemas em satisfazer os requisitos de funcionalidade?) Q97 Há alguns algoritmos especificados que possam não satisfazer os requisitos? Há alguns dos algoritmos ou desenhos, que sejam marginais relativamente à satisfação dos requisitos? Q98 Como é que determina a exequibilidade dos algoritmos e desenhos? Prototipagem Modelização Análise Simulações Dificuldade (Há alguma dificuldade em desenhar e/ou implementar o sistema?) Q99 Algum dos desenhos depende de pressupostos irrealistas ou optimistas? Q100 Alguns dos requisitos ou funções são difíceis de desenhar? 11

13 Tem soluções para todos os requisitos? Quais são esses requisitos? Porque é que são difíceis? Interfaces (Os interfaces internos hardware e software estão bem definidos e controlados?) Q101 Os interfaces internos estão bem definidos? Software com software Software com hardware Q102 Existe algum processo para definir os interfaces internos? Existe um processo de controlo de alterações para os interfaces internos? Q103 Existe hardware a ser desenvolvido em paralelo com o software? As especificações do hardware estão a ser alteradas? Foram bem definidos todos os interfaces com o software? Haverá protótipos do hardware que possam ser usados para testar o software? Desempenho (Existem tempos de resposta limite, ou requisitos de débito?) Q104 Há alguns problemas no respeitante ao desempenho? Débito ( throughput ) Calendarização de eventos assíncronos em tempo real Tempos de resposta Limites de tempos de recuperação Resposta, acesso, ou conflitos de bases de dados Q105 Foi efectuada alguma análise do desempenho? Qual o seu grau de confiança nessa análise? Utiliza algum modelo para monitorizar o desempenho ao longo do desenho e da implementação? Facilidade de Testes (É difícil, ou impossível, testar o produto?) Q106 O software vai ser fácil de testar? Q107 O desenho inclui aspectos para ajudar e facilitar os testes? Q108 O pessoal dos testes é envolvido na análise dos requisitos? 12

14 Restrições do Hardware (Há algumas restrições sérias no hardware de produção?) Q109 O hardware limita a sua capacidade para satisfazer os requisitos? Arquitectura Capacidade da memória Débito Resposta em tempo real Tempo de recuperação Desempenho da base de dados Funcionalidade Fiabilidade Disponibilidade Software Não Desenvolvido no Projecto (Há alguns problemas com software usado no projecto, mas que não foi desenvolvido pelo projecto?) Caso exista software reutilizado ou alterado Q110 Está a reutilizar ou a alterar software, não desenvolvido no projecto? Prevê alguns problemas? Documentação Desempenho Funcionalidade Disponibilidade a tempo Adaptação Caso esteja a ser utilizado software comercial (package) Q111 Existem alguns problemas com a utilização do package? Documentação insuficiente para determinação dos interfaces, dimensão, ou desempenho Desempenho pobre Exige muita memória ou espaço de base de dados Dificuldade de interligação com o software aplicacional do projecto Não testado profundamente Não isento de bugs Manutenção não adequada Resposta lenta do fornecedor Q112 Prevê alguns problemas com a integração de actualizações ou revisões a este package? 13

15 3.3. Testes Parciais do Código Exequibilidade (A implementação do desenho é difícil, ou impossível? ) Q113 Existem algumas partes da implementação do produto que não estejam completamente definidas pelas especificações do desenho? Q114 Os algoritmos e desenhos escolhidos são fáceis de implementar? Testes (O nível e tempo especificados para testes, são adequados?) Q115 Dá início aos testes modulares, antes de verificar o código relativamente ao desenho? Q116 Foram especificados suficientes testes modulares? Q117 Há tempo suficiente para realizar todos os testes modulares que pensa devam ser feitos? Q118 Serão feitos alguns compromissos, no respeitante aos testes modulares, caso haja problemas de prazos? Codificação / Implementação (Há alguns problemas com a codificação e a implementação?) Q119 As especificações do desenho estão suficientemente detalhadas para permitir escrever o código? Q120 Há alterações ao desenho, em simultâneo com a codificação? Q121 Existem limitações do sistema que tornem difícil a escrita do código? Q122 A linguagem é adequada para a produção do software deste projecto? Q123 Há várias linguagens usadas no projecto? Existe compatibilidade nos interfaces entre o código produzido pelos diferentes compiladores? Q123 O ambiente (hardware e software) de desenvolvimento é o mesmo que o ambiente de produção? Existem diferenças importantes entre ambos? 3.4. Integração e Testes Finais Ambiente (O ambiente de integração e testes é adequado?) Q125 Haverá suficiente hardware para efectuar uma adequada integração e testes finais? Q126 Há algum problema com o desenvolvimento de cenários e dados realistas, para 14

16 demonstrar quaisquer requisitos? Tráfico especificado para os dados Resposta em tempo real Gestão de eventos assíncronos Interacção de múltiplos utilizadores Q127 É capaz de verificar o desempenho no ambiente de desenvolvimento de que dispõe? Produto (A definição dos interfaces é inadequada, os recursos são inadequados, o tempo é insuficiente?) Q128 O hardware de produção estará disponível, quando necessário? Q129 Foram acordados os critérios de aceitação para todos os requisitos? O acordo foi formalizado? Q130 Os interfaces externos estão definidos e documentados? Q131 Há alguns requisitos que sejam difíceis de testar? Q132 Foi atribuído o tempo adequado para integração e testes? Caso esteja a ser utilizado software comercial (package) Q133 Os dados do fornecedor vão ser aceites, sem verificação dos requisitos atribuídos ao package? O contrato é claro sobre este aspecto? Sistema (Integração do sistema descoordenada, definição dos requisitos pobre, recursos inadequados?) Q134 Foi especificada suficiente integração do sistema? Q135 Foi atribuído o tempo adequado para a integração do sistema e para testes? Q136 Todas as partes contratadas fazem parte da equipa de integração? Q137 O produto vai ser integrado com um sistema já existente? Há um período de cutover, em paralelo com o sistema existente? Como é que garante que o produto irá funcionar correctamente, quando integrado? Q138 A integração do sistema é feita no site do cliente? 15

17 3.5. Engenharia de Software Facilidade de Manutenção (suporte pós instalação) (O produto implementado será de difícil compreensão, ou manutenção?) Q139 A arquitectura, o desenho, ou o código criam alguma dificuldade à manutenção? Q140 O pessoal do suporte pós instalação foi envolvido, desde o início, no desenho? Q141 A documentação do produto é adequada, caso seja uma organização exterior a efectuar a manutenção? Disponibilidade e Fiabilidade (Os requisitos de disponibilidade, ou fiabilidade, são difíceis de satisfazer?) Q142 Há requisitos de fiabilidade atribuídos ao software? Q143 Há requisitos de disponibilidade atribuídos ao software? Os tempos de recuperação exigidos constituem algum problema? Segurança (Os requisitos de segurança para o software, são mais rigorosos que os actualmente praticados na companhia, ou que aqueles de que a equipa de projecto tem experiência?) Q144 Há requisitos de segurança sem precedentes, ou que sejam o state-of-the-art na matéria? Q145 Já implementou alguma vez este nível de segurança? Factores Humanos (O sistema será de difícil utilização, devido a uma definição pobre do interface humano?) Q146 Prevê dificuldades em satisfazer os requisitos de Factores Humanos? Como é que assegura que satisfará os requisitos do interface humano? Se realiza protótipos Q147 É um protótipo reutilizável? Faz desenvolvimento evolucionário? Tem experiência neste tipo de desenvolvimento? Estão disponíveis versões intermédias? Isto complica o controlo das alterações? Especificações (A documentação é adequada para o desenho, implementação e teste do sistema?) 16

18 Q148 A especificação de requisitos do software é adequada para o desenho e implementação do sistema? Q149 As especificações do hardware são adequadas ao desenho e implementação do software? Q150 Os requisitos dos interfaces externos estão bem especificados? Q151 As especificações dos testes são adequadas para um teste total ao sistema? 17

Engenharia de Software

Engenharia de Software Conceitos básicos sobre E.S: Ambiência Caracterização do software Fases de desenvolvimento 1 Introdução Aspectos Introdutórios Crise do Software Definição de Engenharia do Software 2 Crise do Software

Leia mais

Auditorias 25-01-2013. ISO 19011 âmbito. Termos e definições. Gestão da Qualidade João Noronha ESAC 2012/2013

Auditorias 25-01-2013. ISO 19011 âmbito. Termos e definições. Gestão da Qualidade João Noronha ESAC 2012/2013 Auditorias Gestão da Qualidade João Noronha ESAC 2012/2013 ISO 19011 âmbito Linhas de orientação para auditoria a sistemas de gestão Princípios de auditoria Gestão de programas de auditoria Condução de

Leia mais

Documento SGS. PLANO DE TRANSIÇÃO da SGS ICS ISO 9001:2008. PTD3065 - v010-2008-11 Pág 1 de 6

Documento SGS. PLANO DE TRANSIÇÃO da SGS ICS ISO 9001:2008. PTD3065 - v010-2008-11 Pág 1 de 6 PLANO DE TRANSIÇÃO da SGS ICS ISO 9001:2008 PTD3065 - v010-2008-11 Pág 1 de 6 1 Introdução A ISO 9001:2008 e o Processo de Transição da SGS ICS A International Organization for Standardization (ISO) publicou,

Leia mais

3. Engenharia de Requisitos

3. Engenharia de Requisitos Engenharia de Software 3. Engenharia de Requisitos Nuno Miguel Gil Fonseca nuno.fonseca@estgoh.ipc.pt Fases do desenvolvimento de software que mais erros originam (fonte: "Software Testing", Ron Patton)

Leia mais

A Ergonomia e os Sistemas de Informação. Ivo Gomes

A Ergonomia e os Sistemas de Informação. Ivo Gomes A Ergonomia e os Sistemas de Informação Ivo Gomes A Ergonomia e os Sistemas de Informação Para a maior parte das pessoas, a ergonomia serve para fazer cadeiras mais confortáveis, mobiliário de escritório

Leia mais

Auditorias. Termos e definições. Termos e definições. Gestão da Qualidade João Noronha ESAC 2006. Critérios da auditoria. Evidências da auditoria

Auditorias. Termos e definições. Termos e definições. Gestão da Qualidade João Noronha ESAC 2006. Critérios da auditoria. Evidências da auditoria Auditorias Gestão da Qualidade João Noronha ESAC 2006 Termos e definições Auditoria Processo sistemático, independente e documentado para obter evidências de auditoria e respectiva avaliação objectiva

Leia mais

4.1. UML Diagramas de casos de uso

4.1. UML Diagramas de casos de uso Engenharia de Software 4.1. UML Diagramas de casos de uso Nuno Miguel Gil Fonseca nuno.fonseca@estgoh.ipc.pt Utilizados para ajudar na análise de requisitos Através da forma como o utilizador usa o sistema

Leia mais

SISTEMAS DE GESTÃO DA QUALIDADE

SISTEMAS DE GESTÃO DA QUALIDADE SISTEMAS DE GESTÃO DA QUALIDADE Objectivos do Curso. No final deste os alunos deverão: Identificar os principais objectivos associados à implementação de Sistemas de Gestão da Qualidade (SGQ) Compreender

Leia mais

sistema de gestão do desempenho e potencial Directório de Competências e de Perfis Profissionais

sistema de gestão do desempenho e potencial Directório de Competências e de Perfis Profissionais SGDP sistema de gestão do desempenho e potencial :: Directório de Competências e de Perfis Profissionais :: Directório de Competências e de Perfis Profissionais ÍNDICE Competências Inovação e Criatividade

Leia mais

De Arte a Ciência: Regras para o Desenho de Software

De Arte a Ciência: Regras para o Desenho de Software De Arte a Ciência: Regras para o Desenho de Software Neste artigo é apresentado um conjunto de regras de desenho um padrão de desenho universal associado ao princípio fundamental e aos requisitos axiomáticos.

Leia mais

Introdução Ciclo de vida tradicional de desenvolvimento Prototipagem Pacotes de software Desenvolvimento de 4ª geração Terceirização

Introdução Ciclo de vida tradicional de desenvolvimento Prototipagem Pacotes de software Desenvolvimento de 4ª geração Terceirização Prof. Ricardo José Pfitscher Material elaborado com base em: José Luiz Mendes Gerson Volney Lagemann Introdução Ciclo de vida tradicional de desenvolvimento Prototipagem Pacotes de software Desenvolvimento

Leia mais

Requisitos do Sistema de Gestão de Segurança para a Prevenção de Acidentes Graves (SGSPAG)

Requisitos do Sistema de Gestão de Segurança para a Prevenção de Acidentes Graves (SGSPAG) Requisitos do Sistema de Gestão de Segurança para a Prevenção de Acidentes Graves (SGSPAG) Política de Prevenção de Acidentes Graves Revisão Revisão Identificação e avaliação dos riscos de acidentes graves

Leia mais

INSPECÇÃO-GERAL DA EDUCAÇÃO PROGRAMA AFERIÇÃO

INSPECÇÃO-GERAL DA EDUCAÇÃO PROGRAMA AFERIÇÃO INSPECÇÃO-GERAL DA EDUCAÇÃO PROGRAMA AFERIÇÃO EFECTIVIDADE DA AUTO-AVALIAÇÃO DAS ESCOLAS PROJECTO ESSE Orientações para as visitas às escolas 1 Introdução As visitas às escolas realizadas segundo o modelo

Leia mais

Identificação da empresa

Identificação da empresa Identificação da empresa ANA Aeroportos de Portugal, S.A. Missão, Visão e Valores Missão da ANA A ANA - Aeroportos de Portugal, SA tem como missão gerir de forma eficiente as infraestruturas aeroportuárias

Leia mais

Unidade II MODELAGEM DE PROCESSOS

Unidade II MODELAGEM DE PROCESSOS Unidade II 3 MODELAGEM DE SISTEMAS 1 20 A fase de desenvolvimento de um novo sistema de informação (Quadro 2) é um momento complexo que exige um significativo esforço no sentido de agregar recursos que

Leia mais

Desenvolvimento de uma Política de Prevenção de Acidentes Graves e de. um Sistema de Gestão da Segurança para a Prevenção de Acidentes

Desenvolvimento de uma Política de Prevenção de Acidentes Graves e de. um Sistema de Gestão da Segurança para a Prevenção de Acidentes Linhas de Orientação Desenvolvimento de uma Política de Prevenção de Acidentes Graves e de um Sistema de Gestão da Segurança para a Prevenção de Acidentes Graves Definição da Política Revisão pela Direcção

Leia mais

Engenharia de Software

Engenharia de Software Engenharia de Software Introdução Departamento de Matemática Universidade dos Açores Hélia Guerra helia@uac.pt Engenharia de software A economia de todos os países desenvolvidos depende do software. O

Leia mais

NP EN ISO 9001:2000 LISTA DE COMPROVAÇÃO

NP EN ISO 9001:2000 LISTA DE COMPROVAÇÃO NP EN ISO 9001:2000 LISTA DE COMPROVAÇÃO NIP: Nº DO RELATÓRIO: DENOMINAÇÃO DA EMPRESA: EQUIPA AUDITORA (EA): DATA DA VISITA PRÉVIA: DATA DA AUDITORIA: AUDITORIA DE: CONCESSÃO SEGUIMENTO ACOMPANHAMENTO

Leia mais

SEMINÁRIOS AVANÇADOS GESTÃO DE PROJECTOS

SEMINÁRIOS AVANÇADOS GESTÃO DE PROJECTOS SEMINÁRIOS AVANÇADOS DE GESTÃO DE PROJECTOS 2007 Victor Ávila & Associados - Victor Ávila & Associados Centro Empresarial PORTUGAL GLOBAL, Rua do Passeio Alegre, nº 20 4150- Seminários Avançados de Gestão

Leia mais

Gerenciamento de Requisitos Gerenciamento de Requisitos

Gerenciamento de Requisitos Gerenciamento de Requisitos Gerenciamento de Requisitos Objetivos da disciplina Descrever o processo de Gerenciamento e Engenharia de Requisitos para projetos Treinar alunos no Gerenciamento de Requisitos Apresentar estudos de caso

Leia mais

Gerenciamento de Projetos Modulo II Clico de Vida e Organização

Gerenciamento de Projetos Modulo II Clico de Vida e Organização Gerenciamento de Projetos Modulo II Clico de Vida e Organização Prof. Walter Cunha falecomigo@waltercunha.com http://waltercunha.com Bibliografia* Project Management Institute. Conjunto de Conhecimentos

Leia mais

Inovação em sistemas de informação aplicada ao apoio do cliente de retalho

Inovação em sistemas de informação aplicada ao apoio do cliente de retalho Universidade do Porto Faculdade de Engenharia Mestrado Integrado em Engenharia Electrotécnica e de Computadores Inovação em sistemas de informação aplicada ao apoio do cliente de retalho Relatório de Acompanhamento

Leia mais

OGFI 2015 Group Project BAI07 Primeiro Relatório

OGFI 2015 Group Project BAI07 Primeiro Relatório Primeiro Relatório 62473 Pedro Vasconcelos 63563 Francisco Ferreira 73440 Filipe Correia 74211 Carolina Ferreirinha 82665 Nkusu Quivuna Sumário Este documento é o primeiro relatório de um projeto de análise

Leia mais

MUNICÍPIO DE CONDEIXA-A-NOVA Página 1 de 11

MUNICÍPIO DE CONDEIXA-A-NOVA Página 1 de 11 MUNICÍPIO DE CONDEIXA-A-NOVA Página 1 de 11 PREÂMBULO Compete ao município promover acções de interesse municipal, de âmbito cultural, social, recreativo e outros, e exercer um papel dinamizador junto

Leia mais

ORIENTAÇÃO SOBRE PRINCÍPIOS DE AUDITORIA NP EN ISO 19011:2003. Celeste Bento João Carlos Dória Novembro de 2008

ORIENTAÇÃO SOBRE PRINCÍPIOS DE AUDITORIA NP EN ISO 19011:2003. Celeste Bento João Carlos Dória Novembro de 2008 ORIENTAÇÃO SOBRE PRINCÍPIOS DE AUDITORIA NP EN ISO 19011:2003 Celeste Bento João Carlos Dória Novembro de 2008 1 SISTEMÁTICA DE AUDITORIA - 1 1 - Início da 4 - Execução da 2 - Condução da revisão dos documentos

Leia mais

Especificação Operacional.

Especificação Operacional. Especificação Operacional. Para muitos sistemas, a incerteza acerca dos requisitos leva a mudanças e problemas mais tarde no desenvolvimento de software. Zave (1984) sugere um modelo de processo que permite

Leia mais

Aula 2 Revisão 1. Ciclo de Vida. Processo de Desenvolvimento de SW. Processo de Desenvolvimento de SW. Processo de Desenvolvimento de SW

Aula 2 Revisão 1. Ciclo de Vida. Processo de Desenvolvimento de SW. Processo de Desenvolvimento de SW. Processo de Desenvolvimento de SW Ciclo de Vida Aula 2 Revisão 1 Processo de Desenvolvimento de Software 1 O Processo de desenvolvimento de software é um conjunto de atividades, parcialmente ordenadas, com a finalidade de obter um produto

Leia mais

Motivação: Empresarial e Escolar

Motivação: Empresarial e Escolar Motivação: Empresarial e Escolar ISEP 2003/2004 Introdução à gestão aluno: Filipe Costa numero: 1020525 turma: 2ID Introdução A motivação como factor fundamental que dita a produtividade de uma pessoa

Leia mais

Questionário de satisfação para colaboradores

Questionário de satisfação para colaboradores Questionário de satisfação para colaboradores Identificação da Organização: Data: Instruções de resposta ao questionário: Este questionário versa um conjunto de temáticas relativas ao modo como o colaborador

Leia mais

Engenharia de Requisitos de Software

Engenharia de Requisitos de Software Engenharia de Requisitos de Software Marcelo Otone Aguiar, MSc, PMP PROJETOS 1 O que é Projeto Um projeto é um esforço temporário empreendido para criar um produto, serviço ou resultado exclusivo. PMI

Leia mais

ESTRUTURA COMUM DE AVALIAÇÃO CAF 2006 DGAEP 2007

ESTRUTURA COMUM DE AVALIAÇÃO CAF 2006 DGAEP 2007 ESTRUTURA COMUM DE AVALIAÇÃO CAF 2006 DGAEP 2007 Conteúdo da apresentação Enquadramento da CAF Características gerais da CAF Estrutura da CAF Processo de aplicação da CAF (10 Passos) Enquadramento da CAF

Leia mais

Redes Inteligentes. A Rede do Futuro Construída Hoje

Redes Inteligentes. A Rede do Futuro Construída Hoje Redes Inteligentes A Rede do Futuro Construída Hoje Grupo Efacec, Breve descrição Ao longo da sua história, a Efacec tem vindo a antecipar as mudanças num mundo extremamente competitivo, tornando-se numa

Leia mais

Organização. Trabalho realizado por: André Palma nº 31093. Daniel Jesus nº 28571. Fábio Bota nº 25874. Stephane Fernandes nº 28591

Organização. Trabalho realizado por: André Palma nº 31093. Daniel Jesus nº 28571. Fábio Bota nº 25874. Stephane Fernandes nº 28591 Organização Trabalho realizado por: André Palma nº 31093 Daniel Jesus nº 28571 Fábio Bota nº 25874 Stephane Fernandes nº 28591 Índice Introdução...3 Conceitos.6 Princípios de uma organização. 7 Posição

Leia mais

ISO 9001:2008. A International Organization for Standardization (ISO) publicou em 2008-11- 14 a nova edição da Norma ISO 9000:

ISO 9001:2008. A International Organization for Standardization (ISO) publicou em 2008-11- 14 a nova edição da Norma ISO 9000: A International Organization for Standardization (ISO) publicou em 2008-11- 14 a nova edição da Norma ISO 9000: ISO 9001:2008 Esta nova edição decorre do compromisso da ISO em rever e actualizar as Normas,

Leia mais

Módulo 2 Análise de Grupos de Interesse

Módulo 2 Análise de Grupos de Interesse Módulo 2 Análise de Grupos de Interesse No Módulo 2... Porquê realizar uma análise de grupos de interesse? Identificação dos grupos de interesse Avaliação da importância e influência dos grupos de interesse

Leia mais

Curso Superior de Tecnologia em Banco de Dados e Sistemas para Internet Disciplina: Projeto Integrador III Prof.: Fernando Hadad Zaidan

Curso Superior de Tecnologia em Banco de Dados e Sistemas para Internet Disciplina: Projeto Integrador III Prof.: Fernando Hadad Zaidan Faculdade INED Curso Superior de Tecnologia em Banco de Dados e Sistemas para Internet Disciplina: Projeto Integrador III Prof.: Fernando Hadad Zaidan Ago-2008 1 Gestão de requisitos 2 Bibliografia: PAULA

Leia mais

Princípio da Solidariedade: Responsabilidade de todos os cidadãos na concretização das finalidades do voluntariado;

Princípio da Solidariedade: Responsabilidade de todos os cidadãos na concretização das finalidades do voluntariado; 1. DEFINIÇÃO DE VOLUNTARIADO é o conjunto de acções de interesse social e comunitário, realizadas de forma desinteressada por pessoas, no âmbito de projectos, programas e outras formas de intervenção ao

Leia mais

Norma Interpretativa 2 Uso de Técnicas de Valor Presente para mensurar o Valor de Uso

Norma Interpretativa 2 Uso de Técnicas de Valor Presente para mensurar o Valor de Uso Norma Interpretativa 2 Uso de Técnicas de Valor Presente para mensurar o Valor de Uso Esta Norma Interpretativa decorre da NCRF 12 - Imparidade de Activos. Sempre que na presente norma existam remissões

Leia mais

Regras de procedimento para a implementação e cumprimento do Plano de Contingência ARC/COP2/D010.2211_13. Segunda Conferência das Partes da ARC

Regras de procedimento para a implementação e cumprimento do Plano de Contingência ARC/COP2/D010.2211_13. Segunda Conferência das Partes da ARC Regras de procedimento para a implementação e cumprimento do Plano de Contingência ARC/COP2/D010.2211_13 Segunda Conferência das Partes da ARC Quénia 26-28 de Novembro de 2013 Antecedentes O Acordo de

Leia mais

INSPECÇÃO-GERAL DA EDUCAÇÃO PROGRAMA AFERIÇÃO

INSPECÇÃO-GERAL DA EDUCAÇÃO PROGRAMA AFERIÇÃO INSPECÇÃO-GERAL DA EDUCAÇÃO PROGRAMA AFERIÇÃO EFECTIVIDADE DA AUTO-AVALIAÇÃO DAS ESCOLAS PROJECTO ESSE Indicadores de qualidade I Introdução Baseado em investigação anterior e na recolha de informação

Leia mais

Gestão da inovação A avaliação e a medição das actividades de IDI

Gestão da inovação A avaliação e a medição das actividades de IDI Gestão da inovação A avaliação e a medição das actividades de IDI Projecto GAPI 2.0 Universidade de Aveiro, 19 de Fevereiro de 2010 João M. Alves da Cunha Introdução Modelo de Interacções em cadeia Innovation

Leia mais

1 Descrição sumária. Varajão, Santana, Cunha e Castro, Adopção de sistemas CRM nas grandes empresas portuguesas, Computerworld, 2011 1

1 Descrição sumária. Varajão, Santana, Cunha e Castro, Adopção de sistemas CRM nas grandes empresas portuguesas, Computerworld, 2011 1 Adopção de sistemas CRM nas grandes empresas portuguesas João Varajão 1, Daniela Santana 2, Manuela Cunha 3, Sandra Castro 4 1 Escola de Ciências e Tecnologia, Departamento de Engenharias, Universidade

Leia mais

Gerenciamento de Projetos Modulo III Grupo de Processos

Gerenciamento de Projetos Modulo III Grupo de Processos Gerenciamento de Projetos Modulo III Grupo de Processos Prof. Walter Cunha falecomigo@waltercunha.com http://waltercunha.com Bibliografia* Project Management Institute. Conjunto de Conhecimentos em Gerenciamento

Leia mais

ASSUNTO: Processo de Auto-avaliação da Adequação do Capital Interno (ICAAP)

ASSUNTO: Processo de Auto-avaliação da Adequação do Capital Interno (ICAAP) Manual de Instruções do Banco de Portugal Instrução nº 15/2007 ASSUNTO: Processo de Auto-avaliação da Adequação do Capital Interno (ICAAP) A avaliação e a determinação com rigor do nível de capital interno

Leia mais

PERFIL PROFISSIONAL PROGRAMADOR(A) DE INFORMÁTICA. PERFIL PROFISSIONAL Programador/a de Informática Nível 3 CATÁLOGO NACIONAL DE QUALIFICAÇÕES 1/5

PERFIL PROFISSIONAL PROGRAMADOR(A) DE INFORMÁTICA. PERFIL PROFISSIONAL Programador/a de Informática Nível 3 CATÁLOGO NACIONAL DE QUALIFICAÇÕES 1/5 PERFIL PROFISSIONAL PROGRAMADOR(A) DE INFORMÁTICA PERFIL PROFISSIONAL Programador/a de Informática Nível 3 CATÁLOGO NACIONAL DE QUALIFICAÇÕES 1/5 ÁREA DE ACTIVIDADE OBJECTIVO GLOBAL SAÍDA(S) PROFISSIONAL(IS)

Leia mais

Práticas de. Engenharia de Software. Givanaldo Rocha de Souza givanaldo.rocha@ifrn.edu.br http://docente.ifrn.edu.

Práticas de. Engenharia de Software. Givanaldo Rocha de Souza givanaldo.rocha@ifrn.edu.br http://docente.ifrn.edu. "Antes de imprimir pense em sua responsabilidade e compromisso com o MEIO AMBIENTE." Engenharia de Software Práticas de Engenharia de Software Givanaldo Rocha de Souza givanaldo.rocha@ifrn.edu.br http://docente.ifrn.edu.br/givanaldorocha

Leia mais

Levantamento, Análise e Gestão Requisitos. Aula 06

Levantamento, Análise e Gestão Requisitos. Aula 06 Levantamento, Análise e Gestão Requisitos Aula 06 Agenda Técnicas de Levantamento de Requisitos: Entrevista Workshop, Brainstorming, Storyboarding e Roleplaying Prototipação JAD Joint Application Design

Leia mais

Organização de Eventos

Organização de Eventos Organização de Eventos Página de Rosto Aluna: Tânia Marlene Silva Ano/ Turma: 12º ano do Curso Profissional Técnico de Secretariado Disciplina: Técnicas de Secretariado Modulo: 20 Organização de Eventos

Leia mais

Soluções Web Centradas no Utilizador. Ivo Gomes

Soluções Web Centradas no Utilizador. Ivo Gomes Soluções Web Centradas no Utilizador Ivo Gomes 1 Soluções Web Centradas no Utilizador Os interfaces gráficos foram desenvolvidos para dar controlo às pessoas sobre os seus computadores. Colmatar as necessidades

Leia mais

Sistemas de Gestão da Qualidade

Sistemas de Gestão da Qualidade Sistemas de estão da Qualidade Transparências de apoio à disciplina de estão da Qualidade rupo de ontrolo e estão Normas de arantia da Qualidade Historicamente Imposição dos grandes compradores e detentores

Leia mais

Biblioteca Virtual. BIBLIOTECA VIRTUAL DA UNIVERSIDADE DO PORTO (BVUP) Plano de Actividades 2007

Biblioteca Virtual. BIBLIOTECA VIRTUAL DA UNIVERSIDADE DO PORTO (BVUP) Plano de Actividades 2007 Biblioteca Virtual BIBLIOTECA VIRTUAL DA UNIVERSIDADE DO PORTO (BVUP) Plano de Actividades 2007 A. Introdução A Biblioteca Virtual da Universidade do Porto (BVUP) continuará no ano de 2007 com a sua missão

Leia mais

NORMA NBR ISO 9001:2008

NORMA NBR ISO 9001:2008 NORMA NBR ISO 9001:2008 Introdução 0.1 Generalidades Convém que a adoção de um sistema de gestão da qualidade seja uma decisão estratégica de uma organização. O projeto e a implementação de um sistema

Leia mais

Modelo Cascata ou Clássico

Modelo Cascata ou Clássico Modelo Cascata ou Clássico INTRODUÇÃO O modelo clássico ou cascata, que também é conhecido por abordagem top-down, foi proposto por Royce em 1970. Até meados da década de 1980 foi o único modelo com aceitação

Leia mais

PROGRAMA DE ACÇÃO COMUNITÁRIO RELATIVO À VIGILÂNCIA DA SAÚDE. PROGRAMA DE TRABALHO PARA 2000 (Nº 2, alínea b), do artigo 5º da Decisão nº 1400/97/CE)

PROGRAMA DE ACÇÃO COMUNITÁRIO RELATIVO À VIGILÂNCIA DA SAÚDE. PROGRAMA DE TRABALHO PARA 2000 (Nº 2, alínea b), do artigo 5º da Decisão nº 1400/97/CE) PROGRAMA DE ACÇÃO COMUNITÁRIO RELATIVO À VIGILÂNCIA DA SAÚDE VERSION FINALE PROGRAMA DE TRABALHO PARA 2000 (Nº 2, alínea b), do artigo 5º da Decisão nº 1400/97/CE) 1. INTRODUÇÃO As actividades da União

Leia mais

PRODUTOS INOVADORES: O DESAFIO DO MERCADO RECURSOS TÉCNICOS PARA O EMPREENDEDORISMO DE BASE TECNOLÓGICO

PRODUTOS INOVADORES: O DESAFIO DO MERCADO RECURSOS TÉCNICOS PARA O EMPREENDEDORISMO DE BASE TECNOLÓGICO ÍNDICE INTRODUÇÃO Sobre o guia Utilizadores Beneficiários CONCEITOS CHAVE NOTAS METODOLÓGICAS E PRÉ-REQUISITOS PROCESSO METODOLÓGICO Parte I Referencial para o lançamento de produtos inovadores no mercado

Leia mais

1 Introdução. 2 Exemplo de aplicação

1 Introdução. 2 Exemplo de aplicação Os problemas da utilização de métodos de simulação de cargas térmicas e consumo energético na auditoria energética para verificação dos Requisitos Energéticos dos edifícios por Luís Roriz e Alexandre Gonçalves

Leia mais

Análise de Sistemas. Conceito de análise de sistemas

Análise de Sistemas. Conceito de análise de sistemas Análise de Sistemas Conceito de análise de sistemas Sistema: Conjunto de partes organizadas (estruturadas) que concorrem para atingir um (ou mais) objectivos. Sistema de informação (SI): sub-sistema de

Leia mais

ANEXO III REGULAMENTO DE AVALIAÇÃO DE DESEMPENHO

ANEXO III REGULAMENTO DE AVALIAÇÃO DE DESEMPENHO ANEXO III REGULAMENTO DE AVALIAÇÃO DE DESEMPENHO Artigo 1.º Âmbito 1 - O presente regulamento de avaliação de desempenho aplica-se a todos os docentes que se encontrem integrados na carreira. 2 - A avaliação

Leia mais

ISO 9001:2000 - Gestão da Qualidade

ISO 9001:2000 - Gestão da Qualidade Publicação Nº 4-13 Janeiro 2010 ISO 9001:2000 - Gestão da Qualidade PONTOS DE INTERESSE: Estrutura Metodologia de Implementação São notórias as crescentes exigências do mercado no que toca a questões de

Leia mais

É recomendável ordenar e responder apenas àquelas perguntas que podem efetivamente contribuir para um aprofundamento da análise da organização.

É recomendável ordenar e responder apenas àquelas perguntas que podem efetivamente contribuir para um aprofundamento da análise da organização. Roteiro de Apoio Análise da Sustentabilidade Institucional Antonio Luiz de Paula e Silva alpsilva@fonte.org.br 1 O presente documento apresenta uma série de perguntas para ajudar no levantamento de dados

Leia mais

2.3.3.1 Diagnóstico Simples e exemplo prático: Passo 2: Teste prático sobre as Forças e Fraquezas de uma empresa 1 Exemplo Prático 2 :

2.3.3.1 Diagnóstico Simples e exemplo prático: Passo 2: Teste prático sobre as Forças e Fraquezas de uma empresa 1 Exemplo Prático 2 : 2.3.3.1 Diagnóstico Simples e exemplo prático: Passo 2: Teste prático sobre as Forças e Fraquezas de uma empresa 1 Exemplo Prático 2 : 1. Consciência Refere-se à capacidade dos gestores da empresa em reconhecer

Leia mais

Regulamento do Programa

Regulamento do Programa Regulamento do Programa ABC Apoio de Base à Criatividade - Convento S. Miguel das Gaeiras A Câmara Municipal de Óbidos cria um programa de apoio de base à criatividade, a funcionar no Convento de S. Miguel,

Leia mais

ACEF/1112/14972 Relatório preliminar da CAE

ACEF/1112/14972 Relatório preliminar da CAE ACEF/1112/14972 Relatório preliminar da CAE Caracterização do ciclo de estudos Perguntas A.1 a A.10 A.1. Instituição de ensino superior / Entidade instituidora: Instituto Politécnico De Leiria A.1.a. Identificação

Leia mais

Introdução. Aulas. ltodi.est.ips.pt/es. Detalhes administrativos Definição de engenharia de software Contexto Relação com outras áreas e disciplinas

Introdução. Aulas. ltodi.est.ips.pt/es. Detalhes administrativos Definição de engenharia de software Contexto Relação com outras áreas e disciplinas Sumário Introdução Joaquim Filipe João Ascenso Engenharia de Software 2005/06 EST, Setúbal Detalhes administrativos Definição de engenharia de software Contexto Relação com outras áreas e disciplinas 2

Leia mais

SÍNTESE a SÍNTESE. Janet Murdock NOVEMBRO 2009. Understanding conflict. Building peace.

SÍNTESE a SÍNTESE. Janet Murdock NOVEMBRO 2009. Understanding conflict. Building peace. SÍNTESE a Governação de Recursos Naturais em São Tomé e Príncipe: Um Estudo de Caso sobre a Supervisão e Transparência das Receitas Petrolíferas SÍNTESE Janet Murdock NOVEMBRO 2009 Understanding conflict.

Leia mais

4. Princípios da Gestão da Qualidade

4. Princípios da Gestão da Qualidade FEUP MIEIG & MIEM Ano letivo 2013/14 Disciplina: Gestão da Qualidade Total Parte 1: Fundamentos de Gestão da Qualidade 4. Princípios da Gestão da Qualidade (v1 em 2 de setembro) José A. Faria, jfaria@fe.up.pt

Leia mais

GESTÃO. Gestão dos Processos e Operações: 8.2-Gestão da Qualidade DEG/AB 1

GESTÃO. Gestão dos Processos e Operações: 8.2-Gestão da Qualidade DEG/AB 1 GESTÃO Gestão dos Processos e Operações: 8.2-Gestão da Qualidade DEG/AB 1 GESTÃO DA QUALIDADE Definição de qualidade? Consumidor vs. produtor Consumidor: qualidade é o grau em que o produto satisfaz as

Leia mais

Processos de gerenciamento de riscos. Planejamento Identificação Análise Resposta Monitoramento

Processos de gerenciamento de riscos. Planejamento Identificação Análise Resposta Monitoramento Gerência de Riscos Processos de gerenciamento de riscos Planejamento Identificação Análise Resposta Monitoramento Gerência de Riscos O Plano de Gerência de Riscos descreve como a identificação, a análise

Leia mais

L 129/52 Jornal Oficial da União Europeia 28.5.2010

L 129/52 Jornal Oficial da União Europeia 28.5.2010 L 129/52 Jornal Oficial da União Europeia 28.5.2010 REGULAMENTO (UE) N. o 461/2010 DA COMISSÃO de 27 de Maio de 2010 relativo à aplicação do artigo 101. o, n. o 3, do Tratado sobre o Funcionamento da União

Leia mais

Agrupamento de Escolas Professor Noronha Feio

Agrupamento de Escolas Professor Noronha Feio Avaliação efectuada pelo Coordenador e Departamento de ducação special Grelha de Avaliação da Observação da Aula Avaliado: Avaliador: Disciplina/Área Data / / A Preparação e organização das actividades

Leia mais

ACEF/1112/22947 Relatório final da CAE

ACEF/1112/22947 Relatório final da CAE ACEF/1112/22947 Relatório final da CAE Caracterização do ciclo de estudos Perguntas A.1 a A.10 A.1. Instituição de ensino superior / Entidade instituidora: ISCTE - Instituto Universitário de Lisboa (ISCTE-IUL)

Leia mais

CONCEITOS BÁSICOS DE UM SISTEMA OPERATIVO

CONCEITOS BÁSICOS DE UM SISTEMA OPERATIVO 4 CONCEITOS BÁSICOS DE UM SISTEMA OPERATIVO CONCEITOS BÁSICOS MS-DOS MICROSOFT DISK OPERATION SYSTEM INSTALAÇÃO E CONFIGURAÇÃO DE UM SISTEMA OPERATIVO LIGAÇÕES À INTERNET O que é um sistema operativo?

Leia mais

Índice. rota 4. Enquadramento e benefícios 6. Selecção de fornecedores 8. Monitorização do desempenho de fornecedores 11

Índice. rota 4. Enquadramento e benefícios 6. Selecção de fornecedores 8. Monitorização do desempenho de fornecedores 11 rota 4 FORNECEDORES Rota 4 Índice Enquadramento e benefícios 6 Percurso 1. Selecção de fornecedores 8 Percurso 2. Monitorização do desempenho de fornecedores 11 Percurso 3. Promoção do Desenvolvimento

Leia mais

Política de Conflitos de Interesses

Política de Conflitos de Interesses Política de Conflitos de Interesses Índice Índice 2 Política de Conflitos de Interesses 3 1. Introdução... 3 2. A nossa política de conflitos de interesses... 3 3. Conflitos de interesses estudos de investimento...

Leia mais

CÓDIGO DE ÉTICA. 2011 MDados

CÓDIGO DE ÉTICA. 2011 MDados CÓDIGO DE ÉTICA 2011 MDados I N D I C E Introdução. Pág. 2 Âmbito e aplicação... Pág. 2 Objectivos e valores Pág. 3 Código de Ética MDados Sistemas de Informação SA 1 INTRODUÇÃO Os princípios de actuação

Leia mais

Estaleiros Temporários ou Móveis Decreto-Lei n.º 273/2003, de 29 de Outubro

Estaleiros Temporários ou Móveis Decreto-Lei n.º 273/2003, de 29 de Outubro Estaleiros Temporários ou Móveis Decreto-Lei n.º 273/2003, de 29 de Outubro 1. INTRODUÇÃO A indústria da Construção engloba um vasto e diversificado conjunto de características, tais como: Cada projecto

Leia mais

Gestão dos Níveis de Serviço

Gestão dos Níveis de Serviço A Gestão dos Níveis de Serviço (SLM) Os sistemas e tecnologias de informação e comunicação têm nas empresas um papel cada vez mais importante evoluindo, hoje em dia, para níveis mais elevados de funcionamento

Leia mais

X CONGRESSO DOS REVISORES OFICIAIS DE CONTAS. 1.ª Sessão Supervisão do sistema financeiro

X CONGRESSO DOS REVISORES OFICIAIS DE CONTAS. 1.ª Sessão Supervisão do sistema financeiro X CONGRESSO DOS REVISORES OFICIAIS DE CONTAS 1.ª Sessão Supervisão do sistema financeiro Permitam-me uma primeira palavra para agradecer à Ordem dos Revisores Oficiais de Contas pelo amável convite que

Leia mais

CURSO PROFISSIONAL DE TÉCNICO DE GESTÃO E PROGRAMAÇÃO DE SISTEMAS INFORMÁTICOS

CURSO PROFISSIONAL DE TÉCNICO DE GESTÃO E PROGRAMAÇÃO DE SISTEMAS INFORMÁTICOS CURSO PROFISSIONAL DE TÉCNICO DE GESTÃO E PROGRAMAÇÃO DE SISTEMAS INFORMÁTICOS PLANO DE ESTUDOS Componentes de Formação Total de Horas (a) (Ciclo de Formação) Componente de Formação Sociocultural Português

Leia mais

Um Modelo de Gestão de Projectos

Um Modelo de Gestão de Projectos 3 Um Modelo de Gestão de Projectos 3.1 Fases do Modelo de Gestão de Projectos Dois reputados consultores e investigadores em gestão de projectos de software Joseph Weiss e Robert Wysocki descobriram que

Leia mais

Desenvolvimento Iterativo. Unified Process (UP) Esta abordagem ao desenvolvimento

Desenvolvimento Iterativo. Unified Process (UP) Esta abordagem ao desenvolvimento Desenvolvimento Iterativo Esta abordagem ao desenvolvimento assegura que o sistema cresce de forma incremental assegura que a complexidade se mantém controlada permite ainda obter rápido feedback de várias

Leia mais

SI Sistema de Informação Anexo 4

SI Sistema de Informação Anexo 4 onselho oordenador omo implementar? No actual quadro da dministração Pública torna-se necessário avaliar o desempenho dos serviços, o que implica, para os gestores públicos, desenvolver (os seus) sistemas

Leia mais

COMISSÃO DAS COMUNIDADES EUROPEIAS. Recomendação de PARECER DO CONSELHO

COMISSÃO DAS COMUNIDADES EUROPEIAS. Recomendação de PARECER DO CONSELHO COMISSÃO DAS COMUNIDADES EUROPEIAS Bruxelas, 13.2.2007 SEC(2007) 190 final Recomendação de PARECER DO CONSELHO em conformidade com o n.º 3 do artigo 9º do Regulamento (CE) n.º 1466/97 do Conselho, de 7

Leia mais

MODELAGEM DE SISTEMA Apresentação

MODELAGEM DE SISTEMA Apresentação MODELAGEM DE SISTEMA Apresentação Prof Daves Martins Msc Computação de Alto Desempenho Email: daves.martins@ifsudestemg.edu.br Apresentação da Disciplina Apresentação da Disciplina Apresentação da Disciplina

Leia mais

L 201/8 Jornal Oficial da União Europeia 30.7.2008

L 201/8 Jornal Oficial da União Europeia 30.7.2008 L 201/8 Jornal Oficial da União Europeia 30.7.2008 REGULAMENTO (CE) N. o 734/2008 DO CONSELHO de 15 de Julho de 2008 relativo à protecção dos ecossistemas marinhos vulneráveis do alto mar contra os efeitos

Leia mais

LISTA DE VERIFICAÇAO DO SISTEMA DE GESTAO DA QUALIDADE

LISTA DE VERIFICAÇAO DO SISTEMA DE GESTAO DA QUALIDADE Questionamento a alta direção: 1. Quais os objetivos e metas da organização? 2. quais os principais Produtos e/ou serviços da organização? 3. Qual o escopo da certificação? 4. qual é a Visão e Missão?

Leia mais

Qualidade de Software

Qualidade de Software Qualidade de Software Prof. Sam da Silva Devincenzi sam.devincenzi@gmail.com ISO International Organization for Standardization Organização não governamental que elabora normas internacionais, que visam

Leia mais

Enunciado de apresentação do projecto

Enunciado de apresentação do projecto Engenharia de Software Sistemas Distribuídos 2 o Semestre de 2009/2010 Enunciado de apresentação do projecto FEARSe Índice 1 Introdução... 2 2 Cenário de Enquadramento... 2 2.1 Requisitos funcionais...

Leia mais

REGULAMENTO DE APOIO A INICIATIVAS EMPRESARIAIS ECONÓMICAS DE INTERESSE MUNICIPAL

REGULAMENTO DE APOIO A INICIATIVAS EMPRESARIAIS ECONÓMICAS DE INTERESSE MUNICIPAL REGULAMENTO DE APOIO A INICIATIVAS EMPRESARIAIS ECONÓMICAS DE INTERESSE MUNICIPAL O Município de Chaves tem entendido como de interesse municipal as iniciativas empresariais de natureza económica que contribuem

Leia mais

Agrupamento de Escolas de Arronches. Metas Estratégicas para a Promoção da Cidadania ACTIVA e do Sucesso Escolar

Agrupamento de Escolas de Arronches. Metas Estratégicas para a Promoção da Cidadania ACTIVA e do Sucesso Escolar Agrupamento de Escolas de Arronches Metas Estratégicas para a Promoção da Cidadania ACTIVA e do Sucesso Escolar João Garrinhas Agrupamento de Escolas de Arronches I. PRINCIPIOS, VALORES E MISSÃO DO AGRUPAMENTO

Leia mais

Engenharia de Software

Engenharia de Software Engenharia de Software 21 Engenharia de Software 22.1 Enquadramento O software é conhecimento incorporado e, como esse conhecimento está inicialmente disperso, tácito, latente e, em larga medida, incompleto,

Leia mais

A MISSÃO. Satisfazer as necessidades dos nossos clientes, garantindo excelência no serviço prestado. Construímos Soluções

A MISSÃO. Satisfazer as necessidades dos nossos clientes, garantindo excelência no serviço prestado. Construímos Soluções A MISSÃO Satisfazer as necessidades dos nossos clientes, garantindo excelência no serviço prestado. Construímos Soluções PRINCÍPIOS DA EMPRESA Experiência Profissionalismo Qualidade Confidencialidade Ética

Leia mais

Consultoria em Website, Gestor de Conteúdos e Newsletter.

Consultoria em Website, Gestor de Conteúdos e Newsletter. Consultoria em Website, Gestor de Conteúdos e Newsletter. Proposta MD20091123253 Web site, Gestor de Conteúdos e Newsletter. Versão 1.0 23 de Novembro de 2009 RESTRIÇÕES AO USO E DIVULGAÇÃO DA INFORMAÇÃO

Leia mais

DOCUMENTOS DE GESTÃO FINANCEIRA Realizado por GESTLUZ - Consultores de Gestão

DOCUMENTOS DE GESTÃO FINANCEIRA Realizado por GESTLUZ - Consultores de Gestão DOCUMENTOS DE GESTÃO FINANCEIRA Realizado por GESTLUZ - Consultores de Gestão A Análise das Demonstrações Financeiras Este artigo pretende apoiar o jovem empreendedor, informando-o de como utilizar os

Leia mais

Qualidades. Atributos de Qualidade. Atributos de Qualidade. Categorias de Qualidades. Arquitecturas de Software

Qualidades. Atributos de Qualidade. Atributos de Qualidade. Categorias de Qualidades. Arquitecturas de Software Arquitecturas de Software Atributos de Qualidade António Rito Silva Rito.Silva@inesc-id.pt Qualidades Nenhuma qualidade pode ser maximizada num sistema sem sacrificar uma outra qualidade ou qualidades

Leia mais

UNIVERSIDADE TÉCNICA DE MOÇAMBIQUE UDM DIRECÇÃO ACADÉMICA ÁREA DE FORMAÇÃO EM CIÊNCIAS TECNOLÓGICAS CURRÍCULO DO CURSO

UNIVERSIDADE TÉCNICA DE MOÇAMBIQUE UDM DIRECÇÃO ACADÉMICA ÁREA DE FORMAÇÃO EM CIÊNCIAS TECNOLÓGICAS CURRÍCULO DO CURSO UNIVERSIDADE TÉCNICA DE MOÇAMBIQUE UDM DIRECÇÃO ACADÉMICA ÁREA DE FORMAÇÃO EM CIÊNCIAS TECNOLÓGICAS CURRÍCULO DO CURSO LICENCIATURA EM ENGENHARIA E GESTÃO DE TECNOLOGIA DE INFORMAÇÃO E COMUNICAÇÃO ( T

Leia mais

Assunto 9 : Tecnologias de Inteligência Artificial nos Negócios

Assunto 9 : Tecnologias de Inteligência Artificial nos Negócios Assunto 9 : Tecnologias de Inteligência Artificial nos Negócios Empresas e outras organizações estão ampliando significativamente suas tentativas para auxiliar a inteligência e a produtividade de seus

Leia mais

Nome COMPLETO: Nº: Leia atentamente as notas que se seguem. Só depois deve iniciar o exame.

Nome COMPLETO: Nº: Leia atentamente as notas que se seguem. Só depois deve iniciar o exame. Departamento de Informática FCT/UNL Métodos de Desenvolvimento de Software Época Normal, 28 de Junho de 2011 Nome COMPLETO: Nº: Leia atentamente as notas que se seguem. Só depois deve iniciar o exame.

Leia mais

Unidade I Conceitos BásicosB. Conceitos BásicosB

Unidade I Conceitos BásicosB. Conceitos BásicosB à Engenharia de Software Unidade I Conceitos BásicosB Pedro de Alcântara dos Santos Neto pasn@ufpi.edu.br 1961 a 1963 Surgimento de novos Hardwares 1963-1968 Crise do Software! Incapacidade de se utilizar

Leia mais

Marketing Pessoal. aumentem de valor.

Marketing Pessoal. aumentem de valor. P U B L I C A Ç Ã O N º 3 2 3 D E Z E M B R O 2 0 0 9 Marketing Pessoal PONTOS DE INTERESSE: Conceito Na Prática Definir Objectivos Marca Pessoal Marketing Pessoal pode ser definido como o processo de

Leia mais