A LOGÍSTICA EMPRESARIAL E OS FATORES PARA A OBTENÇÃO DE VANTAGEM COMPETITIVA

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1 A LOGÍSTICA EMPRESARIAL E OS FATORES PARA A OBTENÇÃO DE VANTAGEM COMPETITIVA Douglas Prates Magalhães 1 Resumo Uma revisão teórica e rápida conceituação da Logística e Vantagem competitiva. Foco em vantagem competitiva baseada em custos, métodos e modelos de gestão de custos nas atividades geradoras de custos logísticos. Palavras-Chave: Logística, Vantagem competitiva, Custos Logísticos. 1. INTRODUÇÃO A Logística empresarial tal qual conhecemos hoje, passou por vários processos de evolução, tanto prática quanto conceitual. Como resultado desse processo evolutivo, encontramos a logística integrada e o conceito de Supply Chain Management, sendo este ultimo um conceito muito mais abrangente que o conceito de logística. A Logística nasceu no meio militar e recentemente foi incorporada ao meio empresarial passando por vários períodos de evolução até chegar ao conceito cristalizado que temos atualmente. Segundo RODRIGUEZ E GRANEMANN (1997, apud. BITTENCOURT E BRANCO, 2009 pag.12), o termo logística tem origem francesa: do verbo loger, cujo significado é alojar. Para CRISTOPHER (2007) Logística é: O processo de gerenciamento estratégico da compra, do transporte e da armazenagem de matérias-primas, partes e produtos acabados (além do fluxo de informação relacionados) por parte da organização e de seus canais de marketing, de tal modo que a lucratividade atual e futura sejam maximizadas mediante a entrega de encomendas com o menor custo associado. CRISTOPHER (2007, pág. 3) 1 Administrador (2012),

2 Segundo BALLOU (2012), a evolução da logística empresarial aconteceu em quatro períodos distintos entre si, sendo eles: Antes de 1950: Um período onde a logística encontrava-se em estado de dormência e as atividades da logística encontrava-se espalhadas pela empresa, sem um controle único das atividades por um setor responsável causando sempre vários conflitos de interesse a 1970: Foi um período onde houve uma grande avanço tanto conceitual quanto na pratica da logística, entre as décadas de 1950 e Ainda segundo BALLOU (2012, pag. 30), houve quatro condições básicas para que o desenvolvimento da disciplina, as quais são: (1) Alteração nos padrões e atitude da demanda dos consumidores, (2) Pressão por custos nas indústrias, (3) Avanços na tecnologia de computadores e (4) Influências do trato com a Logística Militar. Entre os anos de 1970 e 1980, com a crise do petróleo aumentando o preço de combustíveis e seus derivados, fez com que a logística passasse por um momento um tanto difícil na sua evolução. Controle de custos, produtividade e controle da qualidade tornaram-se áreas de grande interesse quando se tratava de mercadorias importadas. Porém como os custos de logística impactavam os custos da empresa, seus princípios tornou-se de interesse da alta administração da empresa. Durante esse período segundo BALLOU (2012, pág. 35), o alto grau de interesse acabou levando à logística integrada, o qual hoje, trata-se de um dos assuntos mais importantes quando tratamos de logística. Nos anos que seguem após 1980, houve a consolidação dos conceitos de logística integrada, a qual resulta na visão da logística voltado para o meio externo a organização. Segundo o Council of Logistics Management (1998), a logística é: Logística é o processo da cadeia de suprimentos que planeja, implementa e controla o fluxo e o estoque de bens e serviços e as informações relativas, do ponto de origem ao ponto de consumo, de maneira eficiente e eficaz, buscando a satisfação das necessidades do cliente. Atualmente o conceito de logística foi estendido ao conceito de Gerenciamento da Cadeia de Suprimentos ou Supply Chain Management, o qual é conceituado, segundo BALLOU (2006, apud. TESTONI, 2010 pág. 17), o gerenciamento da cadeia de suprimentos compreende a essência da logística

3 integrada e a ultrapassa, pois a cadeia de suprimentos destaca interações que ocorrem entre a logística, o marketing e a produção no âmbito da organização. Conforme apresentado, a logística empresarial compreende a administração dos fluxos de materiais desde os fornecedores até a planta industrial da empresa, passando pelo processo de produção e novamente entregue à logística para armazenamento ou para a distribuição ao cliente final, e o cliente por sua vez, fornece informações à cadeia de suprimentos. Este ultimo é de vital importância pois permite aperfeiçoar o fluxo de materiais na cadeia. Outro ponto importante para se analisar é o conceito de vantagem competitiva, pois trata-se de um conceito transitório, ou seja, a vantagem competitiva entre organizações está firmada de acordo com a diferenciação do produto ou serviço oferecido ao cliente, neste caso, se o concorrente apresentar um produto semelhante com as mesmas especificações o produto perde sua vantagem de mercado, tornando-se semelhantes, aos olhos do consumidor, como uma commodity, onde o consumidor poderá decidir a compra pelo produto que estiver com um menor preço. 2. METODOLOGIA A pesquisa bibliográfica aplicada neste trabalho tem o objetivo de mostrar a importância da logística integrada para a obtenção da vantagem competitiva entre cadeias de suprimentos, apresentando conceitos e métodos de custeio, conceitos de Gerenciamento da Cadeia de Suprimentos e responsividade na cadeia de suprimentos. 3. DESENVOLVIMENTO 3.1. AS ATIVIDADES PRIMÁRIAS DA LOGÍSTICA A logística como todas as atividades dentro de uma organização gera custos, em sua maioria as atividades geradores de custos logísticos concentram em

4 algumas áreas, também chamada de áreas-chaves ou atividades primárias e são essenciais para a coordenação e o cumprimento da missão da logística. Essas atividades são: (1) Transportes, (2) Manutenção de Estoques e (3) processamento de pedidos. O Transporte segundo BALLOU (2012, pág. 24) é essencial, pois nenhuma firma pode operar sem providenciar a movimentação de suas matérias-primas ou de seus produtos acabados de alguma forma. Quanto ao transporte cabe ao administrador encontrar um meio de transporte para atender seus pedidos com baixo custo mantendo sempre seu nível de serviços. Para compreendermos a manutenção de estoques devemos entender que os estoques são uma forma de amortecer os impactos da demanda sobre a oferta de produtos da entidade, nisto compreendemos então a sua importância para a melhor gestão da empresa. O Estoque visto sob o aspecto financeiro é imobilização de capital, o que trás certa disputa dentro da organização, pois o setor financeiro da companhia prefere trabalhar com baixo nível de imobilização de capital e ter mais valores para aplicar e obter rendimentos, enquanto o setor de marketing deseja um alto nível de estoques visando sempre o cliente final, pois entendem-se que não adianta uma boa campanha de marketing, se quando o consumidor desejar o produto a empresa não o possui para vendê-lo, deixando assim, o cliente insatisfeito. Neste caso então, cabe a entidade avaliar suas necessidades de estoques, sejam elas de matérias-primas ou produtos acabados e manter sempre uma quantia que atenda tanto os interesses do departamento financeiro como do departamento de marketing. O nível de estoques também gera impacto na produção, onde o administrador deve ter em mente que a logística deve estar sempre em contato com a equipe de planejamento e controle da produção para que se saiba com exatidão o que será produzido para então manter os estoques de matérias-primas sempre dentro do planejado. Há várias técnicas de controle de estoques das quais podem utilizar estoques de segurança, um estudo mais abrangente do lead time, e até mesmo filosofias como o Just-in-time. Ainda sobre a manutenção de estoques, deve-se ter em mente que assim que a mercadoria seja ela matéria-prima ou produto acabado, fica sob cuidados da logística. Ainda devemos pensa que o estoque deve ser sempre estar próximo aos demandantes, sejam eles os consumidores ou na planta industrial. Porém deve-se

5 sempre ter em mente que quanto maior o número de armazéns de estocagem, maiores serão os custos de manutenção de estoques, por isso cabe ao administrador uma análise criteriosa das políticas de estoque e movimentação de materiais para então tomar uma decisão de abrir ou não um armazém em uma determinada localidade. Sabe-se que o armazém diminui substancialmente os custos de transporte em contrapartida aumenta os custos da entidade com a manutenção de estoques, o que leva ao administrador estudar as vantagens e desvantagens de abrir um armazém ou até mesmo um centro de distribuição em uma determinada localidade. Quanto ao processamento de pedidos, seus custos tendem a ser relativamente mais baixos que os custos de transporte e manutenção de estoques, que em geral estes consomem cerca de um terço do orçamento destinado a logística. Sua importância está no fato de esta ser a atividade que inicia todo o fluxo de mercadorias, sejam elas para o cliente ou em pedidos de ressuprimento enviados ao fornecedor AS ATIVIDADES SECUNDÁRIAS DA LOGÍSTICA Além das atividades primárias descritas anteriormente, a logística também conta com atividades de apoio as quais serão descritas rapidamente. Armazenagem, não sendo abrangido pela manutenção de estoques, trata-se da administração do espaço necessário para armazenar com o devido cuidado os estoques da entidade. Um exemplo referente a esta atividade refere-se ao dimensionamento e arranjo físico dos armazéns. Manuseio de materiais refere-se apenas a movimentação do produto no armazém, apóia a manutenção de estoques, mas também não é associada diretamente àquela, pois a seleção de equipamentos e balanceamento da carga de trabalho são alguns exemplos relativos a esta atividade. A Embalagem de proteção como uma atividade de apoio, ocupa-se com o processo de movimentação da mercadoria se que esta seja danificada, evitando que a empresa tenha vultuosos recursos gastos com o canal reverso de mercadorias que poderiam ter sido transportadas em melhores condições.

6 Já a obtenção segundo BALLOU (2012, pág. 27) trata-se da seleção das fontes de suprimentos, das quantidades a serem adquiridas, da programação das compras e da forma pela qual o produto é comprado. Muitas vezes sendo confundido com o departamento ou setor de compras a obtenção tem a importante tarefa de deixar o produto disponível no canal logístico. A Programação do Produto está relacionada com a distribuição ou fluxo de saída dos produtos. BALLOU (2012, pág. 27) afirma que refere-se primariamente às quantidades agregadas que devem ser produzidas e quando e onde devem ser fabricadas. Esta não deve se confundir com o Planejamento e Controle da Produção (PPCP) que é feito diariamente pelos programadores. A Manutenção da informação já encontra no próprio conceito da logística, e essencial para uma boa administração não só logística, mas de toda a organização. Mas as informações referentes às atividades logísticas são de custo e desempenho do canal logístico. Estas informações são de vital importância para o gestor da logística no processo de planejamento e controle das atividades logísticas. Essa necessidade de informação bem como a necessidade de manter um controle e um sistema gerencial que tenha essas informações disponíveis a qualquer momento melhora o processo de tomada de decisão bem como no planejamento seja ele operacional, tático ou até mesmo estratégico. Esta atividade pode ser vista como apoio não só para as atividades logísticas, mas também para toda a organização, auxiliando na minimização custos e melhorando o desempenho organizacional CONCEITO E TIPOS DE VANTAGEM COMPETITIVA Conceito de vantagem competitiva A vantagem competitiva pode ser definida como uma posição de superioridade em relação aos concorrentes. Porém com a globalização e com o auxílio da tecnologia da informação a empresa sempre deve estar buscando uma vantagem em relação aos seus concorrentes. Para que a empresa alcance vantagem competitiva há muitas formas, entre elas a diferenciação do produto e o nível de serviço oferecido pela empresa.

7 Quando falamos em diferenciação de produto, devemos ter em mente que a organização deve sempre oferecer produtos ao consumidor que lhe agreguem valor, ou seja, produtos que agradem o consumidor. Como exemplo, podemos citar o telefone celular, que atende a necessidade de comunicação do cliente, porém com as novas tecnologias, hoje celulares que apenas atendem a necessidade de comunicação, ou seja, fazer ligações é visto pelo consumidor como commodity, ou seja, um produto que não atende sua necessidade de entrar na internet, de mandar torpedos SMS, entre outros, é visto de uma forma obsoleta e o consumidor opta não pela marca, mas pelo seu preço, ou seja, vai escolher o que lhe representar menor custo. CRISTOPHER (2007, pág. 6) afirma que a fonte de vantagem competitiva, está em primeiro lugar, na capacidade da organização se diferenciar, aos olhos do cliente, de seus concorrentes, e em segundo lugar, em operar a um custo menor e, portanto com maior lucro. Para se ter vantagem competitiva através da logística devemos então diferenciar os nossos produtos através dos seus custos. Como a logística através de suas atividades primárias e secundárias como vimos anteriormente agrega custos elevados que acaba sendo repassado ao consumidor. Organizações que oferecem um produto diferenciado ao cliente e com custos baixos são as que mais lucram em seus ramos de atividades, porém não podemos pensar que seja uma tarefa fácil reduzir custos logísticos. A vantagem competitiva de uma organização pode ser atingida observando dois pontos. O primeiro é uma vantagem de custos, onde empresa apresenta um produto a um custo mais reduzido. Já o segundo é uma vantagem de valor, onde a organização apresenta um produto que seja diferenciado ao da oferta concorrente Vantagem de Custo Quando abordamos o assunto de vantagem de custo, devemos entender o efeito das economias de escala. Quanto maior o volume de materiais movimentados no canal melhor será o desempenho dos custos fixos, pois serão diluídos em um maior número de materiais, tornando assim o produto de valor respectivamente baixo.

8 É muito comum este conceito ser aplicado em descontos sobre o valor de mercadorias durante o processo de compra, onde o comprador recebe um desconto ou mesmo um desconto maior sobre o valor da mercadoria negociada de acordo com o volume de materiais comprados. Porém na movimentação de materiais pode-se observar melhores ganhos quando o a empresa compradora consegue lotar um veículo com carga completa os custos fixos do frete do veículo tornam-se menores em virtude do maior número de itens transportados. Esta aplicação não mostra resultados significativos apenas para a empresa compradora, mas também para o fornecedor dos materiais. Uma fábrica que envia seu próprio veículo para transportar seus produtos para um comprador obtém ganhos mais significativos com carga completa do que se o seu veículo estivesse levando apenas meia carga. Além das economias de escala nas compras de mercadorias e transporte as empresas podem obter ganhos substanciais de custos reduzindo o tamanho do canal de suprimentos, tornando assim a empresa mais ágil, ou seja, se a empresa reduzir o tempo que leva para ela adquirir um produto e entregar este produto ao cliente ela obtém significativa redução de custo. A redução do lead time, que será visto posteriormente, pode ser uma fonte de vantagem de custo, visto que diminuindo o tempo de suprimentos diminui também substancialmente a necessidade dos estoques, porém esta diminuição de custos na organização pode provocar um aumento nos custos de estoque dos fornecedores e estes por sua vez repassam esses custos para os produtos. Neste sentido é necessário analisar o custo total do canal, pois o que pode compensar para a organização pode não ser tão compensativo para os fornecedores Vantagem de Valor A vantagem competitiva baseada no valor está mais relacionada ao marketing, onde a empresa deve oferecer ao seu cliente produtos que apresentem maior diferencial em relação aos produtos oferecidos pelo concorrente. Nesta premissa entendemos que a empresa deve estar com seus produtos em constante desenvolvimento para não incorrer no risco de seus produtos serem considerados pelo consumidor como commodity.

9 Para agregar valor ao produto, além da pesquisa e desenvolvimento de produtos outro ponto que está sendo explorado é a prestação de serviços, dentre eles encontramos, o serviço de entrega, pós venda, suporte técnico entre outros O LEAD TIME NA OBTENÇÃO DE VANTAGEM COMPETITIVA Quando se trata de Gerenciamento da cadeia de suprimentos e obtenção de vantagem competitiva, o lead time mostra-se um grande aliado. O conceito de Lead Time pode descrito de duas formas: a primeira do ponto de vista do cliente sendo aquele (tempo) que decorre entre o pedido e a entrega ; e o segundo sendo sobre o ponto de vista do fornecedor o tempo que se leva para converter o pedido em caixa (CHRISTOPHER, 2012 pag. 151) (grifo nosso). Sob a perspectiva do cliente, podemos entender que quanto mais extenso for o canal, mais tempo leva para que o produto seja entregue ao cliente e por isso maior a necessidade de estoque, o que trás maiores custos para a empresa com armazenagem e manutenção do estoque. Sob a perspectiva dos fornecedores, podemos ver que envolve um custo de oportunidade muito grande, ou seja, segundo o autor, quanto maior for o canal, mais recursos deverão ser destinados ao capital de giro da companhia, o que tornaria mais alto o custo de oportunidade do fornecedor. Porém independente do conceito, quanto mais alto forem os lead times mais alto serão os custos. Dentre os motivos para se reduzir os lead times, encontramos também a redução na vida útil dos bens. Neste caso é necessária uma significativa redução nos tempos de ressuprimento. Indústrias de alimentos são exemplos de empresas que necessitam dessa redução nos tempos de movimentação de materiais no canal. Atualmente empresas que trabalham com sistemas Just-in-time podem aproveitar de maiores reduções de custo com o tempo do canal, porém acontece uma transferência de custo de estoque e sua manutenção para o fornecedor, o que acaba não sendo tão vantajoso assim, já que este custo pode ser repassado para os produtos não agregando assim, a vantagem competitiva de liderança em custos. Normalmente as empresas que têm foco em produção, pensam sempre em como diminuir o tempo de setup, o tempo de preparo das máquinas, porém não atentam que ao apenas reduzir o setup não é suficiente para ter vantagem, pois elas

10 ganham em tempo de produção, porém perdem em distribuição, visto que a distribuição torna-se um gargalo. Para obter vantagem com a diminuição de lead times é necessário um estudo de todos os processos do canal logístico e gerenciá-los CONCEITOS DE CUSTO LOGÍSTICO Normalmente a administração confere maior importância a gestão das áreas onde apresentam maior custo. Como a administração das atividades logísticas apresentam altos volumes de custo, as organizações têm apresentado maior interesse nas atividades logísticas. Alguns conceitos que podemos apresentar sobre a gestão de custos logísticos são (1) Compensação de custos também chamado de trade-offs, (2) custo total e (3) sistema total TRADE-OFF OU COMPENSAÇÃO DE CUSTOS O conceito de compensação de custos envolve o entendimento de que as atividades da organização entram em conflito entre si. Neste conceito, custos que se conflitam como os custos de transporte e armazenagem podem ser balanceados para obter um resultado marginal menor. BALLOU (2002) exemplifica que conforme aumenta o número de armazéns há uma redução substancial no custo de transporte, visto que colocando um armazém próximo ao cliente os veículos transitam com carga completa reduzindo o custo do frete dos produtos da empresa. Neste exemplo deve-se notar que os custos podem ser compensados até certo nível, ou seja, se o aumento no numero de armazéns for acima do volume ótimo podem começar a apresentar custos maiores que o desejado, tirando a competitividade da cadeia de suprimentos. Figura 01 Compensação de Custos para determinação do total de depósitos do sistema de distribuição.

11 Fonte: BALLOU (2012, pag. 44). CHRISTOPHER (2011, pag. 95), afirma que os efeitos dos trade-offs podem ser vistos de duas maneiras: do ponto de vista de seus impactos nos custos totais, e de seu impacto sobre as receitas de vendas CONCEITO DE CUSTO TOTAL O custo total reconhece os custos individuais, devendo ser balanceados num nível ótimo. O entendimento sobre este conceito é que deve administrar as atividades básicas da logística de forma integrada, ou seja, administrar estoques, processamento de pedidos e transportes em conjunto, pois a gestão das três atividades em conjunto pode gerar substanciais vantagens em custo logístico. O Objetivo por trás do custo total é analisar a mudança nos custos em relação à tomada de decisão. O mesmo exemplo do armazém pode ser considerado no custo total, onde o aumento no número de armazéns aumenta também os custos com a manutenção de estoques e também o próprio nível de estoques, o que consequentemente pode entrar em atrito com o setor financeiro da companhia CONCEITO DE SISTEMA TOTAL

12 O conceito do sistema total leva em consideração todos os fatores afetados por uma decisão logística. O objetivo é uma análise de toda e extensão da cadeia de suprimentos para verificar as possíveis consequências de uma decisão sobre toda a cadeia de suprimentos. Ao tratar deste termo, devemos considerar os fornecedores, fornecedores dos fornecedores, os clientes e os clientes dos clientes. Nesta análise a empresa deve analisar toda a cadeia de suprimentos para analisar as consequências da decisão. Podemos verificar este conceito quando a empresa pretende reduzir seus estoques. Ela pode ter uma redução significativa requerendo do seu fornecedor entregas em períodos menores ou até mesmo entregas Just-in-time, o que afetaria substancialmente o nível de estoques do fornecedor e até mesmo seus custos de transportes, o que consequentemente seria repassado para os produtos. Neste caso, vemos que uma decisão de redução de estoques poderia aumentar o custo de manutenção de estoques do fornecedor e também o seu custo de transporte. A empresa perderá a liderança em custos quando aumenta o seu nível de serviço, oferecendo entregas rápidas aos clientes CUSTEIO DE MISSÃO Um conceito apresentado por CHRISTOPHER (2011, pag. 98), apresenta um conceito de sistema de custeio por missão. No contexto da logística, missão é um conjunto de metas do serviço ao cliente que devem ser alcançadas pelo sistema, em um contexto específico de produto/mercado. O que se pretende com o custeio de missão é criar um sistema de custeio próprio orientado para a logística. Os sistemas de custeio tradicionais orientados para o custo do produto, não consegue mensurar o corretamente o custo dos serviços logísticos. Neste cenário é necessário um sistema de custeio voltado para as missões logísticas CUSTEIO BASEADO EM ATIVIDADES

13 O sistema de custeio baseado em atividades faz uso da filosofia do sistema de custeio por absorção não atribuindo custos da capacidade ociosa. É um modelo baseado no consumo de recursos e não nos gastos com recursos. Ao utilizar o sistema de Custeio por Atividades (ABC), a empresa não obtém apenas informações para atribuir preços a estoques, mas também informações gerenciais sobre as atividades da empresa. Utilizando o método ABC, aloca-se em um centro de custo o custo relacionado a cada atividade da empresa possibilitando assim, melhor controle de custos departamentais bem como um melhor controle de orçamento pela controladoria. Em comparação com o sistema de custeio direto, que apropria apenas os custos diretos desconsiderando totalmente os custos indiretos, o ABC discorda deste método considerando que no curto prazo o custeio direto pode fornecer informações para tomada de decisão, porém não se podem verificar as consequências destas decisões no longo prazo. No médio e longo prazo o ABC fornece informações vitais para a organização. O custeio por atividade afirma que as atividades geram e que os produtos são clientes destas atividades. Semelhante aos sistemas tradicionais de custos, o custeio por atividade calcula o custo de cada atividade, distribuindo os itens geradores de custo para suas atividades através de rateio. Para alocar o custo das atividades aos produtos, utilizam-se as bases de relação, que podem ser definidas como as atividades que determinam o custo das atividades. O objetivo então, ao utilizar as bases de relação, é encontrar fatores que geram custos e aloca-los corretamente aos produtos, considerando as atividades por eles consumidas. Além de sua utilização para determinar o preço dos produtos, o ABC possibilita analisar os custos sob duas diferentes óticas: a primeira trata-se de uma visão econômica de custeio de forma vertical, apropriando os custos aos objetos de custeio através das atividades de cada departamento; a segunda visa o aperfeiçoar os processos, ou seja, captar os custos dos processos através das atividades realizadas nos vários departamentos funcionais. O custeio por atividade também encontra grande aplicação no orçamento empresarial, visto que através de atividades geradoras de custo sua aplicação torna-

14 se fundamental graças ao seu nível de detalhamento de informações sobre os processos de comunicação, logística e merchandising. Ao abrir os custos tais como, Custo dos produtos, canais de distribuições, segmentos e clientes específicos, torna a análise de custo eficaz e proporciona informação suficiente para tomada de decisões e a análise das consequências que estas decisões podem trazer PLANEJAMENTO LOGÍSTICO Outro fator importante para a vantagem competitiva através da logística empresarial é o Planejamento Logístico. As estratégias adotadas pela empresa afeta diretamente o nível de serviço oferecido aos clientes que por sua vez trazem impactos significativos nos custos operacionais da empresa. Para que a empresa possa atingir seu objetivo ela precisa de estratégias flexíveis, tendo em vista a flexibilidade do mercado e a rapidez em que as mudanças ocorrem. Sendo assim, o objetivo da empresa ao criar estratégias será sempre de gerar riquezas para seus acionistas. Segundo Ballou (2001), o planejamento logístico tem por objetivo desenvolver estratégias que possam resolver os problemas de quatro áreas de destaque em empresas de transporte que são: i) o nível de serviços oferecido aos clientes; ii) localização das instalações de centros de distribuição; iii) decisões de níveis de estoque e; iv) decisões de transportes que devem ser utilizados no desenvolvimento de todo o processo. Assim como todo planejamento, o planejamento logístico deve estar balizado dentro do planejamento estratégico da empresa, sempre amparado nas estratégias propostas pela alta administração da empresa para atingir os objetivos da missão e visão da empresa. A importância do planejamento logístico é definir o nível de serviço que será oferecido aos clientes. Como a logística compete em custos e rapidez, quanto menor os custos e maior a agilidade do canal maior será a vantagem competitiva da empresa em relação ao concorrente. Para Wood et al. (1999) o serviço ao cliente é o conjunto de atividades desenvolvidas pela empresa na busca da satisfação dos clientes, proporcionando ao

15 mesmo tempo, uma percepção de que a empresa pode ser um ótimo parceiro comercial. Atualmente com a evolução do conceito de logística para gestão da cadeia de suprimentos, a competição entre as empresas torna-se muito maior quando se trata de nível de serviço oferecido. Onde pensava-se apenas em entrega de produtos, agora, passa-se a ter uma ideia mais ampla, ideia de parceria e integração com os fornecedores, o que torna ainda mais competitiva a empresa diante da concorrência. Anteriormente as empresas pensavam a sua logística como sendo apenas a movimentação física de materiais de um ponto a outro na cadeia logística. Atualmente este conceito perdeu forças, visto que a logística empresarial pode oferecer serviços de pós-venda ao cliente, como instalação, manutenção e até mesmo atuar no canal reverso com o retorno de materiais para a reutilização ou reciclagem. Porém essa melhoria no nível de serviços gera custo e este custo precisa ser aferido e controlado para que a empresa não seja pega de surpresa em determinados momentos.

16 CONSIDERAÇÕES FINAIS Controlar os custos de distribuição é uma missão importantíssima, visto que normalmente os administradores dão maior importância a processos que tenham um dispêndio maior de recursos envolvidos, como produção e marketing. Porém controlar os custos de distribuição tem se tornado um importante aliado das organizações na guerra contra a concorrência, e pode influenciar até mesmo na sobrevivência de uma organização. A logística compete não com produtos diferenciados, mas com serviços diferenciados, ou seja, quanto melhor o nível de serviço oferecido pela logística da empresa, melhor é visto pelo consumidor. A empresa que conseguir controlar melhor seus custos comerciais, definindo seu comportamento diante de parâmetros controláveis, analisando-os pelos diversos segmentos da função comercial e identificando-os com os produtos vendidos, certamente terá meios para participar da concorrência em condições mais favoráveis. Para a empresa atingir seus objetivos ela precisa de uma combinação precisa entre custos e produtos diferenciados. Sob tal perspectiva, os custos logísticos têm um peso muito grande nas empresas e precisam ser controlados. O controle de custos pode ser feito através do controle feito pela contabilidade através de seus sistemas de custeio, sendo o mais indicado para o controle dos custos logísticos o sistema de custeio por atividade (ABC). Porém a nova perspectiva de custeio de missão desenvolvido por CHRISTOPHER, pode também monitorar os custos logísticos envolvidos em cada missão logística. Ao analisar custos, deve-se atentar ao planejamento das atividades logísticas que geram valor para o cliente, porém deve ser analisado se estes custos trazem benefícios reais para a empresa, visto que o custo de se manter um serviço pode não compensar caso o faturamento não melhore. O planejamento logístico do nível de serviço oferecido, entre outros assuntos, deve abordar também a velocidade da movimentação de produtos no canal e a disponibilidade de produtos em estoque na empresa para atender os requisitos de disponibilidade do cliente. Ainda com respeito ao estoque é necessário que a empresa converse com seus fornecedores sobre a possibilidade de entregas

17 em períodos menores, diminuindo assim, a necessidade de estoques e reduzindo o custo de oportunidade deste capital. A logística empresarial ainda deve estar sempre integrada com os departamentos da empresa, tendo uma visão geral de como estão os processos da organização, facilitando assim, o planejamento de atividades que possam reduzir tempo e custos dentro da planta industrial da empresa. Entre outros pontos positivos esta integração proporciona a logística uma posição estratégica dentro da organização, visto que, quando compiladas, as informações oriundas do marketing e da produção trazem uma maior transparência do processo empresarial. No organograma empresarial, entre outras sugestões a logística pode acumular a função de Materiais, visto que na teoria acadêmica esta alteração já é visível. Porém o compartilhamento de informações entre os setores outrora mencionados deve ser visualizado pela entidade como uma forma de melhorar os processos da organização e uma forma de prever mudanças nos hábitos ambientais externos e até mesmo nos internos, fazendo com que a empresa visualize com antecedência novas perspectivas ou até mesmo novas oportunidades de inovação e melhoria dos seus serviços garantindo assim, sua posição de destaque na preferência do cliente.

18 REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS BALLOU, Ronald H. Logística Empresarial. São Paulo: Atlas, Logística Empresarial: Transportes, administração de Materiais e Distribuição física. São Paulo: Atlas, BITTENCOURT, Cristiane Ribeiro de. BRANCO, Antonio Roberto Pereira. Logística e Distribuição. Indaial : Grupo UNIASSELVI, CHRISTOPHER, Martin. Logística e Gerenciamento da cadeia de Suprimentos: Criando redes que agregam valor. São Paulo: Cengage Learning, PIRES, Nara. Logística Reversa. Indaial : Grupo UNIASSELVI, RIGONI, Jociane. Estratégia de Logística Global. Indaial : Grupo UNIASSELVI, TESTONI, Luciana. Logística Integral. Indaial: Grupo UNIASSELVI, 2010

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