PLANEJAR, ELABORAR E CUMPRIR METAS

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1 PLANEJAR, ELABORAR E CUMPRIR METAS Fernanda Micaela Ribeiro Theiss Prof. Ademar Lima Júnior Centro Universitário Leonardo da Vinci UNIASSELVI Bacharelado em Ciências Contábeis (CTB 561) 14/05/2012 RESUMO Planejamento financeiro é um processo de desenvolvimento, onde se traçam planos e metas que possam evitar ou resolver problemas financeiros de uma empresa. É muito importante que toda empresa tenha um planejamento financeiro, mas para isso todos que atuam na área administrativa financeira devem saber o que é e como funciona o planejamento de uma empresa. É preciso saber quais os métodos, metas da empresa, objetivos, etc. Nos dias atuais não é mais possível atuar somente no improviso, tudo deve ser analisado com muito cuidado para que sejam tomadas decisões corretas, que levem a empresa a obter resultados positivos, com ótima lucratividade. E isso não é só no curto prazo, deve-se pensar também a longo prazo, é possível fazer bons planejamentos futuros com base em resultados anteriores. Todo planejamento deve ser flexível, pois imprevistos podem ocorrer no meio do caminho e mudanças serão necessárias para que se consiga atingir os objetivos propostos no início do planejamento. Palavras-chaves: Planejamento. Controle. Análise. 1 INTRODUÇÃO Toda empresa necessita de planejamento e controle. É através da administração que se pode avaliar se os padrões usados e também os gastos são coerentes com as metas e objetivos da empresa. Planejamento financeiro é o processo por meio do qual se calcula quanto de financiamento é necessário para se dar continuidade às operações de uma companhia e se decide quando e como a necessidade de fundos será financiada. Sem um procedimento confiável para estimar as necessidades de financiamento, uma companhia pode acabar não tendo fundos suficientes para pagar seus compromissos, como juros sobre empréstimos, duplicatas a pagar, despesas de aluguel e despesas de serviços públicos. Uma empresa fica inadimplente se não for capaz de saldar suas obrigações contratuais, como despesa de juros sobre empréstimos. Portanto, a falta de um planejamento financeiro sólido pode causar falta de liquidez e, por isso, a falência mesmo quando ativos totais, incluindo ativos não líquidos, como estoques, instalações e equipamentos, forem maiores que os passivos. (GROPPELI; NIKBAKHT, 2010, p. 319). Fica muito claro que para uma empresa ter sucesso e solvência não basta ter projetos rentáveis e boas vendas, é preciso muito mais do que isso. O que chamamos de crise da liquidez, ou seja, a falta de caixa das empresas para que consigam pagar suas obrigações financeiras, pode ser um grande risco para a empresa. As pequenas e médias empresas estão mais sujeitas a deficiências de caixa, pois as grandes empresas possuem um leque muito grande de alternativas de financiamento, o que não ocorre com as pequenas e médias empresas. Contas a receber não possuem liquidez, um ótimo crescimento nas vendas não evita a empresa de uma falência, portanto a administração precisa estar preparada para fazer um planejamento financeiro que vise não só o curto prazo, mas o longo prazo também. 80

2 2 MÉTODOS Os métodos para estimar as necessidades financeiras das empresas não podem prever necessidades futuras com alta precisão, porém o administrador pode utilizar métodos para estimar, num curto prazo, o montante de caixa que será necessário para a empresa. Método da porcentagem das vendas: Esse método tem como objetivo mostrar como as necessidades de financiamento do capital de giro podem ser calculadas. Groppelli e Nikbakht (2010, p. 321) afirmam que [...] esse método considera que mudanças nas vendas afetam o montante dos ativos a serem mantidos por uma companhia. Método de orçamento de caixa: o objetivo desse método é fazer com que a empresa não tenha deficiência de caixa, e sim, que ela tenha liquidez. Com essa técnica, um analista financeiro compara os recebimentos de caixa futuros com os pagamentos de caixa futuros numa base mensal e determina o excesso ou falta de caixa mensal. O resultado é um orçamento de caixa por meio do qual o financiamento futuro da empresa pode ser previsto. (GROPPELLI; NIKBAKHT, 2010, p. 322) Método de giro de caixa: através desse método é possível determinar a quantia mínima a se ter em caixa que é necessária para que a empresa consiga manter suas operações. Para isso usa-se a seguinte fórmula: Caixa mínimo necessário = dispêndios operacionais anuais giro de caixa Essa equação supõe que não existam variações significativas nos dispêndios operacionais de um período para outro. Os dispêndios operacionais anuais são definidos aqui como as saídas totais de caixa ou dispêndios, como compras de mercadorias e de matérias-primas e pagamento de salários, ordenados, juros e dividendos. (GROPPELLI; NIKBAKHT, 2010, p. 323) O giro de caixa é quantas vezes o caixa da empresa é restabelecido no ano. Fórmula: Giro de caixa = 360 dias dias entre a compra de matéria-prima e o recebimento das vendas. 3 METAS DO PLANEJAMENTO FINANCEIRO Um bom administrador financeiro sabe como chegar a decisões conclusivas, para isso ele precisa sempre manter o menor risco possível para a empresa. O administrador financeiro precisa ter capacidade de determinar quais são os investimentos que darão lucros mais elevados e com riscos mínimos. Todo planejamento deve ser bastante flexível para que se obtenha melhores resultados, pois isso permite que outras estratégias alternativas possam ajudar e substituir planos já existentes quando algo não ocorrer bem. [...] o planejamento financeiro envolve o ajuste adequado dos investimentos a fim de evitar expansão excessiva e uso ineficiente de recursos, de acordo com Groppelli e Nikbakht (2010, p. 20). Fica claro que a adoção de meios eficazes reduz o risco financeiro. Após a escolha do meio a seguir, ou seja, após a decisão financeira a ser tomada, ela deve ser monitorada para que realmente siga o rumo esperado. E ainda, para um bom planejamento e controle financeiro é preciso também entender como os fundos 81

3 são gerados e como são usados. É a análise das fontes e usos de fundos. Sem essa análise a administração financeira não consegue saber se a empresa está caminhando na direção correta. Essa análise vai demonstrar até que ponto a empresa depende de seu próprio capital ou do capital de terceiros. Segundo Groppelli e Nikbakht (2010, p. 325): Tal análise também fornece uma boa indicação sobre a utilização efetiva dos fundos gerados para manutenção de caixa suficiente, compra de estoques, expansão de ativos fixos, redução de exigibilidades, pagamento de dividendos, etc. Fontes de fundos: a. diminuição nos ativos, como a venda de ativos; b. aumento dos compromissos, como empréstimos de dinheiro; c. aumento de capital, como reinvestimento de lucros; d. diminuição de capital, como pagamento de dividendos e de várias despesas. Aqui se pode falar também na importância da contabilidade, pois muitos administradores contratam contadores para que estes possam elaborar demonstrativos financeiros que mostrem as informações sobre a lucratividade da empresa e também a posição financeira da empresa. Todos os demonstrativos elaborados pelo contador ajudam o administrador financeiro a tomar decisões para que se faça bom uso do caixa, realizando também operações eficientes. Para poder interpretar os demonstrativos podem-se utilizar índices financeiros, relatórios gerenciais, demonstrativos de origens e aplicações de recursos e orçamentos de caixa. 4 FLUXO DE CAIXA E ORÇAMENTO DE CAIXA Tanto o fluxo de caixa quanto o orçamento de caixa são instrumentos que possibilitam o planejamento e controle dos recursos financeiros da empresa. São processos indispensáveis em todo o processo de tomada de decisões financeiras. O fluxo de caixa é um instrumento que relaciona os ingressos e saídas (desembolso) de recursos monetários no âmbito de uma empresa em determinado intervalo de tempo. (KARKOTLI et al., 2008, p. 3). Com a elaboração do fluxo de caixa é possível prever eventuais saídas e entradas de caixa, ou seja, excedentes ou escassez de caixa, ajudando assim na correta tomada de decisão. O fluxo de caixa ainda pode ajudar a medir as necessidades futuras de recursos, capacidade de pagamento e, também, necessidades de investimentos. O fluxo de caixa é importantíssimo para uma empresa. Uma organização que mantém o fluxo de caixa atualizado conseguirá estimar o volume de ingressos e desembolsos financeiros, poderá controlar o nível desejado de caixa para um período futuro. A empresa que consegue então manter o fluxo de caixa bem administrado obterá resultados positivos, com lucratividade. Um dos principais objetivos do fluxo de caixa é otimizar a aplicação de recursos próprios e de terceiros nas atividades mais rentáveis pela empresa. (KARKOTLI et at., 2008, p. 4). É o fluxo de caixa instrumento principal para a administração do valor disponível e do sucesso da empresa. É muito útil e preciso para levantamentos financeiros, tanto a curto quanto a longo prazo. O fluxo de caixa das empresas é dividido em três: fluxo operacional, fluxo de investimento e fluxo de financiamento. Fluxos operacionais: são as entradas e saídas que têm relação direta com a produção e venda de produtos 82

4 ou serviços. Fluxos de investimento: são associados à compra e venda de ativos imobilizados e ainda participações societárias, portanto operações de compra fazem sair valor do caixa e operações de venda fazem entrar valor em caixa. Fluxos de financiamentos: surgem de operações de empréstimos ou capital próprio. A vida da empresa não pode ser uma aventura, expondo-se aos acontecimentos incertos futuros, sem um mínimo de planejamento e de controle financeiro. É preciso, além de projetar, agir com habilidade no sentido de neutralizar ou minimizar as situações desfavoráveis à empresa. Neste sentido, não resolve a empresa projetar o fluxo de caixa, mas é preciso que o administrador financeiro busque e determine as medidas necessárias para o estabelecimento ou restabelecimento do nível desejado de caixa. O administrador financeiro deverá sempre considerar as circunstâncias ou as modificações nas políticas que possam provocar aumento ou redução do nível de recursos na reserva de caixa. (KARKOTLI et al., 2008, p. 9 e 10). O fluxo de caixa traz muitas vantagens para as empresas, avalia alternativas de investimentos, ajuda na tomada de decisões, é possível conhecer a verdadeira situação do caixa da empresa, etc. Segundo Karkotli et al. (2008, p. 11), o fluxo de caixa é importante para a empresa: - avaliar alternativas de investimentos; - avaliar e controlar ao longo do tempo as decisões importantes que são tomadas na empresa, com reflexos monetários; - avaliar situação presente e futura do caixa da empresa, posicionando-as para que não se chegue a situações de liquidez. - certificar que os excessos momentâneos de caixa estão sendo devidamente aplicados. Já o orçamento de caixa é um plano escrito. O processo orçamentário e os detalhes para sua elaboração variam para cada empresa. O principal objetivo é saber, num determinado período, se a empresa terá ou não recursos de caixa. O orçamento de caixa serve como ponto de referência para os valores financeiros projetados e realizados pelo comitê de finanças. Se houver defasagens, isto significa que os programas da empresa não estão correndo segundo o planejado, mostrando que deverão ser tomadas medidas corretivas e/ou saneadoras. (KARKOTLI et al., 2008, p. 99). O orçamento de caixa pode ser dividido em três estágios: estratégico, tático e operacional. Os estágios dependem da ótica que se quer desenvolver e também qual o tipo de atividade econômica e o porte da empresa. Estágio estratégico: esse estágio faz referência à parte do orçamento que deve ser incorporada ao planejamento de curto prazo. É um processo de decisão sobre os objetivos e metas da empresa. Estágio tático: Segundo Karkotli et al. (2008, p. 100): [...] no estágio tático, o nível desejado de caixa apresenta-se como um dado, e a única preocupação é que o mesmo se mantenha positivo. Isso deixa claro que o estágio tático nada mais é do que o orçamento de caixa da empresa. Estágio operacional: este engloba a elaboração de orçamentos que mostrem o plano geral de operações, ou seja, as vendas, despesas operacionais, balanços, etc., e ainda as variações de capital de giro. 83

5 Destacam-se também as características do orçamento de caixa: - flexibilidade na aplicação - o orçamento de caixa precisará se adaptar a todas as situações econômicofinanceiras da empresa, deverá ser o mais flexível possível; - projeção para o futuro - sabendo a situação de liquidez e também o atual estado de capital de giro, pode-se ter uma projeção do nível de caixa desejado num futuro próximo. - participação direta dos responsáveis - todos os departamentos da empresa fornecerão dados para a elaboração de um orçamento de caixa, todos os envolvidos no processo orçamentário precisam ter plena consciência da responsabilidade que possuem. Existem algumas limitações do orçamento de caixa: - Quanto ao planejamento, os erros cometidos pelo administrador financeiro vinculam-se às estimativas do orçamento de caixa, as quais, por sua vez, dependem da precisão das projeções de vendas que lhe servirão de base para todo o sistema orçamentário global. - Apresentará restrições por parte de alguns grupos da empresa quanto às suas mudanças de planejamento e controle orçamentários, portanto o orçamento deverá ser implantado com inteligência e compreensão do pessoal envolvido, caso contrário, este sistema poderá acarretar situações embaraçosas para a empresa. - Poderá haver um imediatismo por parte do empresário ou de algumas pessoas na obtenção dos resultados através da utilização do orçamento de caixa, que, dependendo da situação, não será tão fácil como poderá parecer. - Haverá sempre a necessidade de comparar os resultados auferidos com os projetados pela empresa, visando o melhor planejamento de ingressos e de desembolsos de caixa. - As constantes flutuações de mercado poderão prejudicar o desempenho do orçamento de caixa da empresa, em função das variações nas atividades econômico-financeiras para o período projetado. (KARKOTLI et al, 2008, p. 110). 5 PREVISÃO DE VENDAS A previsão de vendas é um item muito importante no planejamento financeiro de curto prazo, pois se deve dar atenção às vendas projetadas em um período. É necessário levantar dados coerentes e confiáveis para esse tipo de previsão. A previsão de vendas está ligada à análise de todos os dados do mercado. Uma projeção de vendas constitui a estimativa de vendas, podendo ser em unidades, valores, baseandose sempre nas tendências mais recentes de vendas. Essa projeção de vendas tem início com a revisão das vendas dos últimos cinco a 10 anos. 6 PLANEJAMENTO DOS LUCROS Esse processo ocorre através da elaboração de demonstrações projetadas, demonstração de resultados e também do balanço patrimonial. Isso leva em conta uma série de procedimentos, tais como: receitas, obrigações, custos, despesas, ativos, participação acionária, etc. Para a elaboração das demonstrações projetadas usa-se: demonstrações financeiras do ano anterior e também a previsão de vendas futuras, ou seja, do ano seguinte. 7 DEMONSTRATIVOS PROJETADOS 84

6 As finalidades desses demonstrativos são a estimativa do valor externo exigido para que seja possível financiar um nível de vendas e também são a base para analisar antecipadamente tanto o nível de lucratividade da empresa quanto o seu desempenho financeiro global para o próximo ano. É justamente através das demonstrações financeiras projetadas que o administrador ou o credor conseguirão tomar decisões para adequar as operações projetadas para o próximo ano, atingindo assim as suas metas financeiras. Com esses demonstrativos será possível também tomar decisões que aumentem os preços, cortes nos custos, mudanças na política de crédito, etc. 8 CONSIDERAÇÕES FINAIS Hoje não é mais possível o improviso dentro das empresas, por isso se torna estritamente necessário que se tenha um planejamento financeiro que eleve cada vez mais o sucesso empresarial. É um conjunto de medidas e fatores que ajudam a empresa a chegar a seu objetivo, exigindo um profissional adequado e atento a todas as variações da política, da economia, do mundo globalizado, tendo visão das oportunidades de expansão do mercado, seja nacional ou internacional, prevendo também as dificuldades que serão encontradas durante todo o processo. Todo planejamento deve ser muito analisado, cada detalhe deve ser discutido para que se chegue a uma correta tomada de decisão. Um dos objetivos do planejamento financeiro é desenvolver uma relação de harmonia entre o crescimento da empresa e a sustentação dessa empresa, com necessidades muito importantes, como: investimentos externos, estimativas de custos, etc., tudo para proporcionar à empresa bons recursos financeiros. Análise e planejamento financeiro dizem respeito à transformação dos dados financeiros, de forma que possam ser utilizados para monitorar a situação financeira da empresa, as avaliações da necessidade de aumentar ou reduzir a capacidade produtiva e determinação de aumentos ou reduções dos financiamentos requeridos. A análise, planejamento e controle financeiros consistem em coordenar, monitorar e avaliar todas as atividades da empresa, por meio de dados financeiros, bem como determinar o volume de capital necessário. (KARKOTLI et al., 2008, p. 97). REFERÊNCIAS GROPPELLI, A. A; NIKBAKHT, Ehsan. Administração Financeira. 3. ed. São Paulo: Saraiva, KARKOTLI, Gilson et al. Administração Financeira. Curitiba: Camões, LIZ, Patrícia. A importância da administração financeira da empresa. Disponível em: < rj.sebrae.com.br/boletim/a-importancia-da-administracao-financeira-da-empresa/>. Acesso em: 18 abr

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