Unidade II. Unidade II

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "Unidade II. Unidade II"

Transcrição

1 Unidade II REESTRUTURAÇÃO FINANCEIRA NAS ORGANIZAÇÕES Neste módulo, estudaremos como ocorre a reestruturação financeira nas empresas, apresentando um modelo de planejamento de revitalização, com suas características e peculiaridades. 1 Após as organizações detectarem quais as principais causas dos problemas financeiros, devem criar condições para a revitalização dos negócios, por meio de: reorganização na estrutura de staff: neste caso, pode ser viável a contratação de consultorias que objetivam criar um plano de melhoria na estrutura organizacional. Alguns pontos devem ser implementados, tais como: - redesenho das funções; - redefinição dos níveis hierárquicos de autoridade formal; - reformulação do fluxograma das informações; - retomada no processo decisório; - contratação de gestores treinados e qualificados na área administrativa; - terceirização de fluxos internos; reestruturação da pirâmide societária: em relação a uma reestruturação na pirâmide societária, o primeiro 18

2 FUNDAMENTOS DA GESTÃO FINANCEIRA passo é a conscientização dos proprietários e acionistas das deficiências de gestão que levam a uma situação financeira disponível. De acordo com Hoji (00, p. 271), quando profundas mudanças na administração são postuladas por credores ou sócios, efetivos ou potenciais como condição para apoiar ou continuar apoiando o empreendimento, surgem obstáculos à viabilização da proposta de reorganização. Dessa forma, as dificuldades aumentam com a redução das receitas e a elevação dos custos operacionais; renegociação das obrigações de médio e longo prazos; novos investimentos na estrutura produtiva, dentre outros: de acordo com Weston e Brigham (00, p. 181), 1 2 caracteriza-se um processo de reestruturação financeira como o conjunto de procedimentos que objetivam alterar de alguma forma a estrutura do passivo (obrigações) da empresa, em termos de volume, composição das fontes de recursos, ou condições de pagamento das dívidas, prazos e encargos Nessa situação, os proprietários ou acionistas da empresa em revitalização possuem diversas razões que justificam seu empenho para procurar reverter o quadro de insolvência, tais como: - saldar dívidas; - resgatar a imagem e a credibilidade da empresa; - aumentar a riqueza futura, deixando um legado para seus sucessores; - promover o progresso dos colaboradores etc. 30 Todos os fatores acima mencionados devem ser implementados na medida em que o propósito organizacional é sinalizado. A seguir, elencaremos as etapas de uma reestruturação financeira organizacional: 19

3 análise retrospectiva (desempenho passado x situação atual); identificação dos problemas financeiros; elaboração de um plano estratégico para reverter a situação desfavorável atual. De acordo com Santos (00, p. 18), a elaboração de um plano estratégico para uma empresa exige a quantificação dos objetivos e dos meios visados, em face da situação existente, que se materializam, em termos numéricos. Podemos entender que, na reestruturação, uma série de informações deve ser mensurada, como: criação de metas para aumento da produtividade; estudo dos investimentos a ser realizados com o objetivo de atender a previsão de vendas; 1 pesquisa de mercado para prever a quantidade e o preço dos produtos/serviços a ser comercializados; mensuração do capital de giro existente. Abaixo, iremos encontrar um modelo de planejamento de reestruturação financeira de uma empresa. 1. Objetivos empresariais 2. Empregados Os débitos referentes a salários e ordenados de colaboradores devem ser saldados prioritariamente, pois são considerados créditos privilegiados para o sustento familiar Fornecedores Devem ser identificados os saldos totais dos fornecedores em situação irregular e se são considerados fornecedores potenciais de matérias-primas ou equipamentos.

4 FUNDAMENTOS DA GESTÃO FINANCEIRA 1 É viável regularizar o pagamento dos fornecedores mais significativos, provisionando as dívidas por meio de um fluxo de caixa projetado. 4. Governo As empresas inadimplentes devem parcelar seus débitos atrasados por meio de um cronograma de pagamento de impostos, com prazos variáveis, de acordo com cada órgão da esfera federal. 6 ADMINISTRAÇÃO DO CAPITAL DE GIRO Neste módulo, vamos focar alguns conceitos básicos sobre capital de giro, analisando as políticas alternativas de investimento e de financiamento e as vantagens e desvantagens da aquisição de créditos de curto prazo. Para iniciarmos o nosso estudo, devemos entender que o grande diferencial entre as empresas, no nível financeiro, é a busca da manutenção do equilíbrio entre ativos e passivos. De acordo com Weston e Brigham (00, p. 378), cerca de 60% do tempo de um gerente financeiro é dedicado à administração do capital de giro, sendo considerado um tópico de estudo essencial. Dessa forma, é importante relembrarmos alguns conceitos: Capital de giro é considerado o investimento de uma empresa em ativos de curto prazo. Exemplos: caixa, estoques, contas a receber, títulos negociáveis. Capital de giro líquido são os ativos circulantes deduzidos menos os passivos circulantes (AC-PC). Orçamento de caixa é a previsão das entradas e saídas de caixa, ou seja, é a capacidade de gerar entradas para atender as saídas. Política de capital de giro são as normas e diretrizes referentes ao financiamento dos ativos circulantes. 21

5 Segundo Hoji (00, p. 9), capital de giro, também conhecido como capital circulante, corresponde aos recursos aplicados em ativos circulantes, que se transformam constantemente dentro do ciclo operacional. Devemos entender que a cada momento que o capital de giro sofre alguma mudança positiva ou negativa gera um reflexo contábil. O estudo do capital de giro é relevante para a administração financeira, pois as empresas necessitam recuperar todas as despesas e todos os custos financeiros para obter o lucro almejado pela venda de produtos e serviços. Não podemos esquecer que, na política de capital de giro, dois pontos devem ser questionados: Como os ativos circulantes deveriam ser financiados? Qual é o nível adequado dos ativos circulantes? Dentre as políticas alternativas de investimento de ativos circulantes, temos: 1 2 política liberal de investimentos em ativos circulantes: conforme Santos (00, p. 4), é a política sob a qual quantias relativamente grandes de caixa, títulos negociáveis e estoques são mantidos e em que as vendas são estimuladas por uma política de crédito liberal, resultando em alto nível de contas a receber. É considerada uma linha de maior inclinação, também conhecida como fat cat = gato gordo; política restritiva de investimentos em ativos circulantes: de acordo com Weston e Brigham (00, p. 38), é a política sob a qual a posse de dinheiro, títulos, estoques e contas a receber é minimizada. Também conhecida como lean-and-mean = magra; 22

6 FUNDAMENTOS DA GESTÃO FINANCEIRA política moderada de investimentos em ativos circulantes: segundo Weston e Brigham (00, p. 38), é a política que se situa entre as políticas liberal e restritiva. Já nas políticas alternativas de financiamento de ativos circulantes, temos: 1 política de abordagem de equiparação de vencimentos (maturity matching): é a política em que os vencimentos de ativos e passivos são equiparados, sendo considerada uma diretriz moderada. Não podemos esquecer que não existe a equiparação exata de vencimentos, pois ocorre a incerteza na vida dos ativos, e quando o capital próprio é utilizado, este não possui vencimento. Um exemplo dessa incerteza é quando uma empresa financia seus estoques por meio de empréstimo de curto prazo, com o objetivo de comercializá-los e utilizar o caixa gerado para saldar esse respectivo empréstimo. Se as vendas forem baixas, o caixa pode não se realizar, e a utilização do crédito de curto prazo pode causar um problema financeiro; política agressiva: prevê a maior utilização da dívida de curto prazo para financiamento dos ativos circulantes permanentes e até imobilizados; 2 política conservadora: prevê a menor utilização da dívida de curto prazo para financiamento dos ativos circulantes permanentes e alguns temporários. 30 De acordo com Assaf Neto (01, p. 89), o uso do crédito de curto prazo é geralmente mais arriscado do que o uso do crédito de longo prazo. Apesar de ser mais arriscado, o uso do crédito de curto prazo apresenta suas vantagens e desvantagens, tais como: 23

7 flexibilidade: empresas que acreditam que suas necessidades de recursos diminuirão em curto prazo devem escolher a dívida de curto prazo em função da flexibilidade gerada. Nesse caso, os acordos de crédito de curto prazo são menos onerosos do que os de longo prazo; velocidade: os empréstimos de curto prazo são adquiridos mais rapidamente do que o crédito de longo prazo, pois os bancos exigem uma análise financeira mais completa antes de aceitar o crédito de longo prazo; taxa de juros: as taxas de juros dos empréstimos de curto prazo são, na maioria das vezes, mais baixas do que as taxas de juros de longo prazo; 1 risco extra (desvantagem): nessa situação, o financiador pode requerer o pagamento imediato, e o custo do empréstimo pode se elevar no caso de aumento nas taxas de juros. Podemos concluir que a base para uma adequada gestão financeira está no estudo e na análise contínua do capital de giro das organizações. 2 7 PLANEJAMENTO E CONTROLE FINANCEIROS NAS ORGANIZAÇÕES Neste módulo, abordaremos a importância da implementação do planejamento e controle financeiros nas corporações, focando seu cálculo, suas vantagens e limitações. As organizações, a cada dia, estão mais competitivas, e a sua rentabilidade e lucratividade dependem da eficiência nos negócios. Essa competitividade acirrada e intensa transforma a rotina do gestor financeiro em algo nada fácil. Dessa forma, 24

8 FUNDAMENTOS DA GESTÃO FINANCEIRA os gestores precisam utilizar o planejamento e controle financeiros. 1 De acordo com Weston e Brigham (02, p. 343), um bom sistema de controle é essencial tanto para assegurar que os planos sejam executados apropriadamente quanto para facilitar modificações correntes, se as premissas sobre as quais os planos iniciais se basearem se regularem incorretas. Podemos entender que o planejamento financeiro foca as previsões de vendas, renda e ativos com vistas às estratégias de marketing e de produção, com o propósito de saldar as obrigações financeiras previstas. Não podemos esquecer que o planejamento financeiro não é uma ferramenta imutável. No dia a dia das organizações, os gestores financeiros podem analisar e identificar mudanças, operações a ser implementadas para melhorar o resultado. O controle financeiro já ocorre no momento da implementação dos planos de ação com o intuito de: transformar e alterar os planos existentes em virtude das mudanças no ambiente interno e externo; verificar se os planos estão sendo seguidos. 2 Conforme Ross (00, p. 413), o controle se expressa como um processo de ajustamento em feedback, visando tanto o cumprimento dos planos como a incorporação de modificações que se tornem necessárias devido a mudanças imprevistas. O planejamento financeiro se inicia com o orçamento, que é a previsão das receitas de vendas e dos custos que envolvem a produção. 2

9 Podemos exemplificar o orçamento de produção como sendo o detalhamento dos investimentos voltados para equipamentos, mão de obra, matérias-primas necessários para a previsão das vendas. Afirma Hoji (00, p. 189): orçamento como os dados financeiros projetados, os quais são comparados com os dados reais observados. A seguir, podemos explicitar algumas vantagens do planejamento e controle financeiros: elevação da lucratividade; geração de um maior equilíbrio nas entradas e saídas de caixa; correção de problemas e desvios financeiros; -antecipação das ações para obter recursos financeiros necessários etc. 1 Dentre os sistemas de planejamento e controle financeiros, temos a relação lucratividade x volume de vendas pela análise do ponto de equilíbrio, também conhecido como custo-volumelucro. 2 De acordo com Weston e Brigham (00, p. 34), a análise do ponto de equilíbrio é um método para determinar o ponto em que as vendas vão apenas cobrir os custos. Podemos entender que é o ponto em que a organização vai se equilibrar, sinalizando os lucros ou as perdas no caso do nível de vendas ultrapassar ou declinar para um patamar abaixo do ponto. A equação para se calcular o ponto de equilíbrio é: Q pe = F P V 26

10 FUNDAMENTOS DA GESTÃO FINANCEIRA Onde: Q pe = ponto de equilíbrio em unidade F = custos fixos P = preços por unidade V = custos variáveis por unidade O cálculo e a análise do ponto de equilíbrio servem para que as empresas tomem decisões no que diz respeito a(o): estudo dos projetos de automação e modernização; analisar as consequências de uma expansão operacional; comparar as vendas esperadas com os custos fixos e variáveis; analisar o volume de vendas de um novo produto/serviço no mercado. 1 2 Assim como vantagens e benefícios, também temos limitações e questionamentos acerca de aplicabilidade da análise do ponto de equilíbrio. São eles: é correto e real almejar que o custo variável por unidade seja constante em todos os níveis produtivos organizacionais? Como exemplo, os setores que apresentam níveis de produção muito baixos. Nesse caso, o custo por unidade poderia ser elevado, pois a mão-de-obra não estaria produzindo unidades suficientes e a empresa não se beneficiaria com os descontos de quantidade nas aquisições de matéria-prima. No caso contrário, quando os setores possuem volumes elevados, a empresa necessita contratar colaboradores, o que levaria ao aumento dos custos unitários; 27

11 é correto supor que o preço por unidade é constante, independentemente do volume de vendas e de produção? No caso de demandas baixas, a organização deverá diminuir o preço de vendas, com o objetivo de elevar o nível das vendas. Caso contrário, quando a demanda for elevada, a empresa deverá elevar o preço e aumentar as margens de lucro. Podemos concluir que as limitações acima descritas fazem com que o ponto de equilíbrio não possa ser informado por um único gráfico, pois a análise deve ter um critério mais flexível, por meio de técnicas de simulações. O ideal será mostrar o ponto de equilíbrio por meio de inúmeros esquemas de produção e de relações em custo e preço. 28

FUNDAMENTOS DA GESTÃO FINANCEIRA

FUNDAMENTOS DA GESTÃO FINANCEIRA Unidade II FUNDAMENTOS DA GESTÃO FINANCEIRA Prof. Jean Cavaleiro Objetivos Ampliar a visão sobre os conceitos de Gestão Financeira; Conhecer modelos de estrutura financeira e seus resultados; Conhecer

Leia mais

Unidade III FUNDAMENTOS DA GESTÃO FINANCEIRA

Unidade III FUNDAMENTOS DA GESTÃO FINANCEIRA Unidade III 8 GESTÃO DE RISCOS Neste módulo, trabalharemos a importância do gerenciamento dos riscos econômicos e financeiros, focando alguns exemplos de fatores de riscos. Estudaremos também o cálculo

Leia mais

MÓDULO I INTRODUÇÃO À ADMNISTRAÇÃO FINANCEIRA

MÓDULO I INTRODUÇÃO À ADMNISTRAÇÃO FINANCEIRA FUNDAMENTOS DA GESTÃO FINANCEIRA EAD MÓDULO I INTRODUÇÃO À ADMNISTRAÇÃO FINANCEIRA Nesse módulo inicial iremos estudar a organização como um sistema de multiplicação de recursos financeiros, abordando

Leia mais

Unidade IV FUNDAMENTOS DA. Prof. Jean Cavaleiro

Unidade IV FUNDAMENTOS DA. Prof. Jean Cavaleiro Unidade IV FUNDAMENTOS DA GESTÃO FINANCEIRA Prof. Jean Cavaleiro Objetivo Discutir e conhecer conceitos de matemática financeira para tomada de decisão na área financeira. Estudaremos cálculo e análise

Leia mais

ANÁLISE FUNDAMENTALISTA COM FOCO PARA A RECOMENDAÇÃO DE COMPRA / VENDA DE AÇÕES

ANÁLISE FUNDAMENTALISTA COM FOCO PARA A RECOMENDAÇÃO DE COMPRA / VENDA DE AÇÕES ANÁLISE FUNDAMENTALISTA COM FOCO PARA A RECOMENDAÇÃO DE COMPRA / VENDA DE AÇÕES! A análise do desempenho histórico! Análise setorial! Análise de múltiplos! Elaboração de projeções de resultados! Determinação

Leia mais

CONHECIMENTOS ESPECÍFICOS

CONHECIMENTOS ESPECÍFICOS CONHECIMENTOS ESPECÍFICOS Texto para as questões de 31 a 35 conta saldo despesa de salários 10 COFINS a recolher 20 despesas de manutenção e conservação 20 despesa de depreciação 20 PIS a recolher 30 despesas

Leia mais

PLANO DE NEGÓCIOS. Causas de Fracasso:

PLANO DE NEGÓCIOS. Causas de Fracasso: PLANO DE NEGÓCIOS Causas de Fracasso: Falta de experiência profissional Falta de competência gerencial Desconhecimento do mercado Falta de qualidade dos produtos/serviços Localização errada Dificuldades

Leia mais

Administração Financeira

Administração Financeira Administração Financeira MÓDULO 6: DECISÕES DE FINANCIAMENTO A CURTO PRAZO Nossa experiência, após centenas de demonstrações financeiras examinadas, sinaliza que as empresas entram num cenário de dificuldades

Leia mais

Capítulo 1. Capítulo 2. Capítulo 3. Contabilidade gerencial: panorama... 1. Contabilidade gerencial e conceitos de custo... 23

Capítulo 1. Capítulo 2. Capítulo 3. Contabilidade gerencial: panorama... 1. Contabilidade gerencial e conceitos de custo... 23 SUMÁRIO Capítulo 1 Contabilidade gerencial: panorama... 1 O que é contabilidade gerencial?... 2 Planejamento... 3 Controle... 3 Tomada de decisões... 4 Por que a contabilidade gerencial é importante para

Leia mais

Neste contexto, o Fluxo de Caixa torna-se ferramenta indispensável para planejamento e controle dos recursos financeiros de uma organização.

Neste contexto, o Fluxo de Caixa torna-se ferramenta indispensável para planejamento e controle dos recursos financeiros de uma organização. UNIDADE II FLUXOS DE CAIXA Em um mercado competitivo, a gestão eficiente dos recursos financeiros, torna-se imprescindível para o sucesso da organização. Um bom planejamento do uso dos recursos aliado

Leia mais

DOCUMENTOS DE GESTÃO FINANCEIRA Realizado por GESTLUZ - Consultores de Gestão

DOCUMENTOS DE GESTÃO FINANCEIRA Realizado por GESTLUZ - Consultores de Gestão DOCUMENTOS DE GESTÃO FINANCEIRA Realizado por GESTLUZ - Consultores de Gestão A Análise das Demonstrações Financeiras Este artigo pretende apoiar o jovem empreendedor, informando-o de como utilizar os

Leia mais

CONHECIMENTOS ESPECÍFICOS» ADMINISTRAÇÃO FINANCEIRA «

CONHECIMENTOS ESPECÍFICOS» ADMINISTRAÇÃO FINANCEIRA « CONHECIMENTOS ESPECÍFICOS» ADMINISTRAÇÃO FINANCEIRA «21. O sistema de intermediação financeira é formado por agentes tomadores e doadores de capital. As transferências de recursos entre esses agentes são

Leia mais

Análise Financeira. Universidade do Porto Faculdade de Engenharia Mestrado Integrado em Engenharia Electrotécnica e de Computadores Economia e Gestão

Análise Financeira. Universidade do Porto Faculdade de Engenharia Mestrado Integrado em Engenharia Electrotécnica e de Computadores Economia e Gestão Análise Financeira Universidade do Porto Faculdade de Engenharia Mestrado Integrado em Engenharia Electrotécnica e de Computadores Economia e Gestão Introdução Objectivos gerais avaliar e interpretar a

Leia mais

ADMINISTRAÇÃO FINANCEIRA

ADMINISTRAÇÃO FINANCEIRA APOSTILA DE ESTUDO ADMINISTRAÇÃO FINANCEIRA Marcelo Cauduro de Castro - Mestre mccastro@terra.com.br MINI CURRÍCULO: Marcelo Cauduro de Castro é Mestre em Administração de Empresas pela Universidade Federal

Leia mais

COMPONENTES DA ESTRUTURA DO PLANO DE NEGÓCIO

COMPONENTES DA ESTRUTURA DO PLANO DE NEGÓCIO COMPONENTES DA ESTRUTURA DO PLANO DE NEGÓCIO No Modelo de Plano de Negócio, disponível no seu ambiente do Concurso você terá um passo a passo para elaborar o seu Plano, bem como todo o conteúdo necessário

Leia mais

ESSE CURSO FOI CRIADO E É PROMOVIDO PELA INSTITUIÇÃO. Todos os Direitos Reservados

ESSE CURSO FOI CRIADO E É PROMOVIDO PELA INSTITUIÇÃO. Todos os Direitos Reservados Curso Online 1 2 ESSE CURSO FOI CRIADO E É PROMOVIDO PELA INSTITUIÇÃO Todos os Direitos Reservados 3 1 O Que é Fluxo de Caixa _Fatores que Afetam o Fluxo de Caixa (Internos e Externos) _Desequilíbrio Financeiro

Leia mais

Prof. Fernando Oliveira Boechat

Prof. Fernando Oliveira Boechat Prof. Fernando Oliveira Boechat Prof. Fernando Oliveira Boechat Sumário: 1. Introdução 2. Prof. Fernando Oliveira Boechat 2 Introdução: ENTENDENDO AS DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS BRASILEIRAS Prof. Fernando

Leia mais

- Gestão Financeira 1 -

- Gestão Financeira 1 - 1 Cap 2 - Administração do Capital de Giro 2.1 Introdução 2.2 O capital circulante e capital circulante líquido 2.3 Políticas de gerenciamento do capital circulante 2.4 Capital de Giro Próprio 2.5 Capital

Leia mais

INSTITUIÇÃO COMUNITÁRIA DE CRÉDITO DE LONDRINA CASA DO EMPREENDEDOR NOTAS EXPLICATIVAS ÀS DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS EM 31 DE DEZEMBRO DE 2.011.

INSTITUIÇÃO COMUNITÁRIA DE CRÉDITO DE LONDRINA CASA DO EMPREENDEDOR NOTAS EXPLICATIVAS ÀS DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS EM 31 DE DEZEMBRO DE 2.011. NOTAS EXPLICATIVAS ÀS DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS EM 31 DE DEZEMBRO DE 2.011. 1 CONTEXTO OPERACIONAL A Instituição Comunitária de Crédito de Londrina Casa do Empreendedor, em operação desde 18/11/1997, é uma

Leia mais

COMITÊ DE PRONUNCIAMENTOS CONTÁBEIS ORIENTAÇÃO OCPC 01 (R1) Entidades de Incorporação Imobiliária

COMITÊ DE PRONUNCIAMENTOS CONTÁBEIS ORIENTAÇÃO OCPC 01 (R1) Entidades de Incorporação Imobiliária COMITÊ DE PRONUNCIAMENTOS CONTÁBEIS ORIENTAÇÃO OCPC 01 (R1) Entidades de Incorporação Imobiliária Índice Objetivo e alcance 1 Formação do custo do imóvel, objeto da incorporação imobiliária 2-9 Despesa

Leia mais

Unidade Ribeirão Preto -SP

Unidade Ribeirão Preto -SP Unidade Ribeirão Preto -SP Gestão Estratégica de Controladoria O papel da controladoria na gestão estratégica de uma empresa Curriculum Luís Valíni Neto Técnico Contábil Administrador de Empresas pela

Leia mais

PLANEJAR, ELABORAR E CUMPRIR METAS

PLANEJAR, ELABORAR E CUMPRIR METAS PLANEJAR, ELABORAR E CUMPRIR METAS Fernanda Micaela Ribeiro Theiss Prof. Ademar Lima Júnior Centro Universitário Leonardo da Vinci UNIASSELVI Bacharelado em Ciências Contábeis (CTB 561) 14/05/2012 RESUMO

Leia mais

DIRECIONAL ANUNCIA RECORDE HISTÓRICO DE VENDAS NO 3T09

DIRECIONAL ANUNCIA RECORDE HISTÓRICO DE VENDAS NO 3T09 Divulgação de Resultados 3T09 DIRECIONAL ANUNCIA RECORDE HISTÓRICO DE VENDAS NO 3T09 - VENDAS CONTRATADAS DE R$242,7 MILHÕES NO 3T09, COM VSO 45% - - EBITDA DE R$35,0 MILHÕES, COM 31,1% DE MARGEM EBITDA

Leia mais

Informações e orientações para organização do processo decisório

Informações e orientações para organização do processo decisório Informações e orientações para organização do processo decisório Prof. Pedro Paulo H. Wilhelm, Dr. Eng. Prod (Dep. Economia) WILHELM@FURB.BR Prof. Maurício C. Lopes, Msc. Eng. Prod. (Dep. Computação) MCLOPES@FURB.BR

Leia mais

ANÁLISE DAS DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS: ESTUDO DE CASO DA EMPRESA MA PROMOTORA DE EVENTOS LTDA. Luciana da Silva Moraes 1. Moisés Araújo Guarda 2

ANÁLISE DAS DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS: ESTUDO DE CASO DA EMPRESA MA PROMOTORA DE EVENTOS LTDA. Luciana da Silva Moraes 1. Moisés Araújo Guarda 2 1 ANÁLISE DAS DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS: ESTUDO DE CASO DA EMPRESA MA PROMOTORA DE EVENTOS LTDA. Luciana da Silva Moraes 1 Moisés Araújo Guarda 2 Sara Alexssandra Gusmão França 3 RESUMO Este artigo versa

Leia mais

A IMPORTÂNCIA DO FLUXO DE CAIXA NAS EMPRESAS DE PEQUENO PORTE

A IMPORTÂNCIA DO FLUXO DE CAIXA NAS EMPRESAS DE PEQUENO PORTE A IMPORTÂNCIA DO FLUXO DE CAIXA NAS EMPRESAS DE PEQUENO PORTE Alexandre Prólico Szpyra 1 alexandre.prolico@battistella.com.br Everton Luiz do Nascimento 2 everton@tha.com.br Fabiano Salles de Andrade 3

Leia mais

CPF DO CANDIDATO (A): DATA: 17/11/2014. NOME DO CANDIDATO (A): PROVA ESCRITA

CPF DO CANDIDATO (A): DATA: 17/11/2014. NOME DO CANDIDATO (A): PROVA ESCRITA CPF DO CANDIDATO (A): DATA: 17/11/2014. NOME DO CANDIDATO (A): PROVA ESCRITA Processo Seletivo para Curso de Especialização em Controladoria e Finanças Edital nº 04/2014 INSTRUÇÕES: A prova é individual,

Leia mais

Unidade I FUNDAMENTOS DA GESTÃO. Prof. Jean Cavaleiro

Unidade I FUNDAMENTOS DA GESTÃO. Prof. Jean Cavaleiro Unidade I FUNDAMENTOS DA GESTÃO FINANCEIRA Prof. Jean Cavaleiro Introdução Definir o papel da gestão financeira; Conceitos de Gestão Financeira; Assim como sua importância na gestão de uma organização;

Leia mais

ELEMENTOS DO PLANO DE NEGÓCIOS

ELEMENTOS DO PLANO DE NEGÓCIOS INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA DO PIAUÍ - CAMPUS DE PARNAÍBA CURSO: Técnico em Informática DISCIPLINA: Empreendedorismo PROFESSORA: CAROLINE PINTO GUEDES FERREIRA ELEMENTOS DO PLANO

Leia mais

Unidade III AVALIAÇÃO DE EMPRESAS. Prof. Rubens Pardini

Unidade III AVALIAÇÃO DE EMPRESAS. Prof. Rubens Pardini Unidade III AVALIAÇÃO DE EMPRESAS Prof. Rubens Pardini Conteúdo programático Unidade I Avaliação de empresas metodologias simples Unidade II Avaliação de empresas metodologias aplicadas Unidade III Avaliação

Leia mais

FACULDADE PITÁGORAS DISCIPLINA: FUNDAMENTOS DA ADMINISTRAÇÃO

FACULDADE PITÁGORAS DISCIPLINA: FUNDAMENTOS DA ADMINISTRAÇÃO FACULDADE PITÁGORAS DISCIPLINA: FUNDAMENTOS DA ADMINISTRAÇÃO Prof. Ms. Carlos José Giudice dos Santos carlos@oficinadapesquisa.com.br www.oficinadapesquisa.com.br Organizações Nenhuma organização existe

Leia mais

Gestão de Riscos Circular 3.477/2009

Gestão de Riscos Circular 3.477/2009 Gestão de Riscos Circular 3.477/2009 1 Trimestre de 2012 ÍNDICE 1 INTRODUÇÃO... 3 2 PERFIL DO BANCO... 3 3 RESUMO DA ESTRUTURA DE GESTÃO DE RISCOS... 3 4 RISCO DE CRÉDITO... 3 5 RISCO DE MERCADO... 8 6

Leia mais

Análise Econômico-Financeira

Análise Econômico-Financeira Universidade Federal do Pará Curso de Ciências Contábeis Departamento de Contabilidade Análise Econômico-Financeira Gilvan Pereira Brito 0301007601 Belém-Pará 2007 1 Universidade Federal do Pará Curso

Leia mais

Roteiro do Plano de Negócio

Roteiro do Plano de Negócio Roteiro do Plano de Negócio 1. Componentes do Plano de Negócios a) Resumo Executivo b) A organização Visão estratégica/modelo de negócio c) Análise de mercado d) Planejamento de marketing - produto ou

Leia mais

Analise Financeira ou de Balanço

Analise Financeira ou de Balanço ANÁLISE DAS DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS FASF- FACULDADE SAGRADA FAMÍLIA CURSO DE ADMINISTRAÇÃO CONTABILIDADE GERENCIAL PROF. EDENISE Analise Financeira ou de Balanço Avaliação da Situação da Empresa em seus

Leia mais

ATIVO Notas 2009 2008

ATIVO Notas 2009 2008 BALANÇOS PATRIMONIAIS EM 31 DE DEZEMBRO DE ATIVO Notas 2009 2008 CIRCULANTE Caixa e bancos 20.723 188.196 Contas a receber 4 903.098 806.697 Outras contas a receber 5 121.908 115.578 Estoques 11.805 7.673

Leia mais

VARIAÇÕES DE PREÇOS NOS ESTOQUES E SEUS IMPACTOS NO FLUXO DE CAIXA DE EMPRESAS COMERCIAIS

VARIAÇÕES DE PREÇOS NOS ESTOQUES E SEUS IMPACTOS NO FLUXO DE CAIXA DE EMPRESAS COMERCIAIS VARIAÇÕES DE PREÇOS NOS ESTOQUES E SEUS IMPACTOS NO FLUXO DE CAIXA DE EMPRESAS COMERCIAIS Barbieri, Geraldo* Kume, Ricardo* Seidel, André* *Faculdade de Economia e Administração. Universidade de São Paulo

Leia mais

FLUXO DE CAIXA: IMPORTANTE FERRAMENTA PARA AS DECISÕES EMPRESARIAIS Cristiane Aparecida MOTA 1 Hiroshi Wilson YONEMOTO 2 Marcela de Souza CABRAL 3

FLUXO DE CAIXA: IMPORTANTE FERRAMENTA PARA AS DECISÕES EMPRESARIAIS Cristiane Aparecida MOTA 1 Hiroshi Wilson YONEMOTO 2 Marcela de Souza CABRAL 3 1 FLUXO DE CAIXA: IMPORTANTE FERRAMENTA PARA AS DECISÕES EMPRESARIAIS Cristiane Aparecida MOTA 1 Hiroshi Wilson YONEMOTO 2 Marcela de Souza CABRAL 3 RESUMO: Este trabalho tem a intenção de demonstrar a

Leia mais

Vantagens e Cuidados na utilização do Valor Econômico Agregado - EVA

Vantagens e Cuidados na utilização do Valor Econômico Agregado - EVA Vantagens e Cuidados na utilização do Valor Econômico Agregado - EVA REVISANDO O CÁLCULO DO EVA QUAIS AS VANTAGENS DA UTILIZAÇÃO DA MÉTRICA EVA? COMO FAZER OS AJUSTES NA AVALIAÇÃO DOS S / INVESTIMENTOS?

Leia mais

ELABORAÇÃO DE UM PLANO DE NEGÓCIOS PARA UMA EMPRESA DE TRANSPORTE COLETIVO DE PASSAGEIROS 1

ELABORAÇÃO DE UM PLANO DE NEGÓCIOS PARA UMA EMPRESA DE TRANSPORTE COLETIVO DE PASSAGEIROS 1 ELABORAÇÃO DE UM PLANO DE NEGÓCIOS PARA UMA EMPRESA DE TRANSPORTE COLETIVO DE PASSAGEIROS 1 Jéssica Schreiber Boniati 2, Eusélia Pavéglio Vieira 3. 1 Trabalho de conclusão de curso apresentado ao curso

Leia mais

PMBoK Comentários das Provas TRE-PR 2009

PMBoK Comentários das Provas TRE-PR 2009 PMBoK Comentários das Provas TRE-PR 2009 Comentário geral: As provas apresentaram grau de dificuldade médio. Não houve uma preocupação da banca em aprofundar os conceitos ou dificultar a interpretação

Leia mais

PONTIFÍCIA UNIVERSIDADE CATÓLICA DE CAMPINAS ANÁLISE DOS DEMONSTRATIVOS CONTÁBEIS

PONTIFÍCIA UNIVERSIDADE CATÓLICA DE CAMPINAS ANÁLISE DOS DEMONSTRATIVOS CONTÁBEIS PONTIFÍCIA UNIVERSIDADE CATÓLICA DE CAMPINAS CENTRO DE ECONOMIA E ADMINISTRAÇÃO FACULDADE DE CIÊNCIAS CONTÁBEIS ANÁLISE DOS DEMONSTRATIVOS CONTÁBEIS PROF. Msc. JOSÉ VICENTE CAMPINAS - SP 2009 2 ANÁLISE

Leia mais

Deliberação CVM nº 561 (DOU de 22/12/08)

Deliberação CVM nº 561 (DOU de 22/12/08) Deliberação CVM nº 561 (DOU de 22/12/08) Aprova a Orientação OCPC - 01 do Comitê de Pronunciamentos Contábeis, que trata de Entidades de Incorporação Imobiliária. A PRESIDENTE DA COMISSÃO DE VALORES MOBILIÁRIOS

Leia mais

ANÁLISE AVANÇADA DO PONTO DE EQUILÍBRIO DE UMA EMPRESA

ANÁLISE AVANÇADA DO PONTO DE EQUILÍBRIO DE UMA EMPRESA ANÁLISE AVANÇADA DO PONTO O que é Ponto de Equilíbrio? Quais são as hipóteses consideradas para análise do Ponto de Equilíbrio? Como determinar as várias modalidades do Ponto de Equilíbrio? Como elaborar

Leia mais

Unidade III. Existe uma técnica própria para a construção de padrões para a Análise de Balanços, e tal se encontra neste capítulo.

Unidade III. Existe uma técnica própria para a construção de padrões para a Análise de Balanços, e tal se encontra neste capítulo. Unidade III FIXAÇÃO DOS ÍNDICES PADRÕES Matarazzo (08) afirma: A Análise de Balanços através de índices só adquire consistência e objetividade quando os índices são comparados com padrões, pois, do contrário,

Leia mais

ADMINISTRAÇÃO FINANCEIRA

ADMINISTRAÇÃO FINANCEIRA APOSTILA DE ESTUDO ADMINISTRAÇÃO FINANCEIRA Marcelo Cauduro de Castro - Mestre mccastro@terra.com.br MINI CURRÍCULO: Marcelo Cauduro de Castro é Mestre em Administração de Empresas pela Universidade Federal

Leia mais

O FORMATO NOTA 10 PARA APRESENTAÇÃO DO FLUXO DE CAIXA (com base em demonstrações financeiras encerradas)

O FORMATO NOTA 10 PARA APRESENTAÇÃO DO FLUXO DE CAIXA (com base em demonstrações financeiras encerradas) O FORMATO NOTA 10 PARA APRESENTAÇÃO DO FLUXO DE CAIXA (com base em demonstrações financeiras encerradas) EBITDA e EBIDA juntos. O que separa o EBIDA da geração de caixa operacional efetiva. O que separa

Leia mais

5 Plano Financeiro. Investimento total. investimentos fixos; capital de giro; investimentos pré-operacionais. 5.1 Estimativa dos investimentos fixos

5 Plano Financeiro. Investimento total. investimentos fixos; capital de giro; investimentos pré-operacionais. 5.1 Estimativa dos investimentos fixos 5 Plano Financeiro Investimento total Nessa etapa, você irá determinar o total de recursos a ser investido para que a empresa comece a funcionar. O investimento total é formado pelos: investimentos fixos;

Leia mais

A IMPORTÃNCIA DO CAPITAL DE GIRO E ALGUMAS SOLUÇÕES PARA O PROBLEMA DE CAPITAL DE GIRO

A IMPORTÃNCIA DO CAPITAL DE GIRO E ALGUMAS SOLUÇÕES PARA O PROBLEMA DE CAPITAL DE GIRO A IMPORTÃNCIA DO CAPITAL DE GIRO E ALGUMAS SOLUÇÕES PARA O PROBLEMA DE CAPITAL DE GIRO Este artigo cientifico, apresenta de maneira geral e simplificada, a importância do capital de giro para as empresas,

Leia mais

CAPITAL DE GIRO: ESSÊNCIA DA VIDA EMPRESARIAL

CAPITAL DE GIRO: ESSÊNCIA DA VIDA EMPRESARIAL CAPITAL DE GIRO: ESSÊNCIA DA VIDA EMPRESARIAL Renara Tavares da Silva* RESUMO: Trata-se de maneira ampla da vitalidade da empresa fazer referência ao Capital de Giro, pois é através deste que a mesma pode

Leia mais

1 Demonstrações Obrigatórias - Lei das S/A x Pronunciamentos Técnicos CPC

1 Demonstrações Obrigatórias - Lei das S/A x Pronunciamentos Técnicos CPC Sumário 1 Demonstrações Obrigatórias - Lei das S/A x Pronunciamentos Técnicos CPC... 1 1.1 Base Normativa... 1 1.2 Balanço Patrimonial... 2 1.3 Demonstração do Resultado, e do Resultado Abrangente... 4

Leia mais

GERDAU S.A. Informações consolidadas 1T09 07/05/09

GERDAU S.A. Informações consolidadas 1T09 07/05/09 Visão Ser uma empresa siderúrgica global, entre as mais rentáveis do setor. Missão A Gerdau é uma empresa com foco em siderurgia, que busca satisfazer as necessidades dos clientes e criar valor para os

Leia mais

! Revisão de conceitos importantes! Fluxo com VRG diluído! Fluxo com VRG no final do contrato! Comparação com outras alternativas de financiamento

! Revisão de conceitos importantes! Fluxo com VRG diluído! Fluxo com VRG no final do contrato! Comparação com outras alternativas de financiamento CAVALCANTE & COMO MONTAR O FLUXO DE CAIXA EM! Revisão de conceitos importantes! Fluxo com VRG diluído! Fluxo com VRG no final do contrato! Comparação com outras alternativas de financiamento Autores: Francisco

Leia mais

Transcrição da Teleconferência Resultados do 3T09 - Inpar 18 de novembro de 2009

Transcrição da Teleconferência Resultados do 3T09 - Inpar 18 de novembro de 2009 Transcrição da Teleconferência Resultados do 3T09 - Inpar 18 de novembro de 2009 Bom dia, e obrigada por aguardarem. Sejam bem-vindos à teleconferência da Inpar para discussão dos resultados referentes

Leia mais

Plataforma da Informação. Finanças

Plataforma da Informação. Finanças Plataforma da Informação Finanças O que é gestão financeira? A área financeira trata dos assuntos relacionados à administração das finanças das organizações. As finanças correspondem ao conjunto de recursos

Leia mais

Electro Aço Altona S/A

Electro Aço Altona S/A Electro Aço Altona S/A Companhia Aberta de Capital Autorizado CNPJ n.º 82.643.537/0001-34 IE n.º 250.043.106 Rua Eng.º Paul Werner, 925 CEP 89030-900 Blumenau SC Data base: 30 de Junho de 2011 1 Destaques

Leia mais

CNPJ 47.902.648/0001-17. CET - BALANÇO PATRIMONIAL EM 31 DE MAIO DE 2015 (Em R$ Mil)

CNPJ 47.902.648/0001-17. CET - BALANÇO PATRIMONIAL EM 31 DE MAIO DE 2015 (Em R$ Mil) CET - BALANÇO PATRIMONIAL EM 31 DE MAIO DE 2015 CNPJ 47.902.648/0001-17 ATIVO PASSIVO ATIVO CIRCULANTE PASSIVO CIRCULANTE Caixa e Equivalentes de Caixa 1.829 Fornecedores 58.422 Contas a Receber 238.880

Leia mais

COMITÊ DE PRONUNCIAMENTOS CONTÁBEIS PRONUNCIAMENTO TÉCNICO CPC 07. Subvenção e Assistência Governamentais

COMITÊ DE PRONUNCIAMENTOS CONTÁBEIS PRONUNCIAMENTO TÉCNICO CPC 07. Subvenção e Assistência Governamentais COMITÊ DE PRONUNCIAMENTOS CONTÁBEIS PRONUNCIAMENTO TÉCNICO CPC 07 Subvenção e Assistência Governamentais Correlação às Normas Internacionais de Contabilidade IAS 20 (IASB) Índice Item OBJETIVO E ALCANCE

Leia mais

NORMA ISO 14004. Sistemas de Gestão Ambiental, Diretrizes Gerais, Princípios, Sistema e Técnicas de Apoio

NORMA ISO 14004. Sistemas de Gestão Ambiental, Diretrizes Gerais, Princípios, Sistema e Técnicas de Apoio Página 1 NORMA ISO 14004 Sistemas de Gestão Ambiental, Diretrizes Gerais, Princípios, Sistema e Técnicas de Apoio (votação 10/02/96. Rev.1) 0. INTRODUÇÃO 0.1 Resumo geral 0.2 Benefícios de se ter um Sistema

Leia mais

PLANO DE ANÁLISE DE INVESTIMENTO:

PLANO DE ANÁLISE DE INVESTIMENTO: PLANO DE ANÁLISE DE INVESTIMENTO: Estudo de caso de viabilidade econômica de implantação de empresa de redes de proteção com utilização de fios de material reciclado de garrafas de politereftalato de etileno

Leia mais

AULA 3 Assunto: ORIGENS DOS RECURSOS PARA INVESTIMENTOS

AULA 3 Assunto: ORIGENS DOS RECURSOS PARA INVESTIMENTOS AULA 3 Assunto: ORIGENS DOS RECURSOS PARA INVESTIMENTOS Professora Keilla Lopes Graduada em Administração pela UEFS Especialista em Gestão Empresarial pela UEFS Mestre em Administração pela UFBA Origem

Leia mais

EXERCÍCIOS DE FIXAÇÃO

EXERCÍCIOS DE FIXAÇÃO EXERCÍCIOS DE FIXAÇÃO 1) Considere os demonstrativos a seguir: Balanço Patrimonial em 31.12.2011 Ativo Passivo Ativo Circulante R$ 252.000,00 Passivo Circulante R$ 168.000,00 Ativo Imobilizado R$ 348.000,00

Leia mais

- Aspectos limitadores: Produção com custo alto; Orçamentos mal elaborados; Dificuldade na análise e avaliação; Inadequação ao perfil empresarial;

- Aspectos limitadores: Produção com custo alto; Orçamentos mal elaborados; Dificuldade na análise e avaliação; Inadequação ao perfil empresarial; MARKETING ESPORTIVO E CULTURAL EAD MÓDULO XIX - RESUMO A evolução do ser humano no decorrer da história está associada diretamente ao conceito de cultura, que engloba os costumes e as experiências repassadas

Leia mais

FANOR. MBA Internacional - Finanças. DISCIPLINA: Análise Financeira Estratégica. PROFESSOR: José Moraes Feitosa (Neto)

FANOR. MBA Internacional - Finanças. DISCIPLINA: Análise Financeira Estratégica. PROFESSOR: José Moraes Feitosa (Neto) Bibliografia Básica: FANOR MBA Internacional - Finanças DISCIPLINA: Análise Financeira Estratégica PROFESSOR: José Moraes Feitosa (Neto) CONTATOS: www.netofeitosa.com.br contato@netofeitosa.com.br (85)

Leia mais

Anexo IV Metas Fiscais IV.1 Anexo de Metas Fiscais Anuais (Art. 4 o, 1 o, inciso II do 2 o da Lei Complementar n o 101, de 4 de maio de 2000)

Anexo IV Metas Fiscais IV.1 Anexo de Metas Fiscais Anuais (Art. 4 o, 1 o, inciso II do 2 o da Lei Complementar n o 101, de 4 de maio de 2000) Anexo IV Metas Fiscais IV.1 Anexo de Metas Fiscais Anuais (Art. 4 o, 1 o, inciso II do 2 o da Lei Complementar n o 101, de 4 de maio de 2000) Em cumprimento ao disposto na Lei Complementar n o 101, de

Leia mais

10. Balanço Patrimonial. 10.1 Plano de Contas

10. Balanço Patrimonial. 10.1 Plano de Contas 10. Balanço Patrimonial 10.1 Plano de Contas É um elemento sistematizado e metódico de todas as contas movimentadas por uma empresa. Cada empresa deverá ter seu próprio plano de contas de acordo com suas

Leia mais

A BM&FBOVESPA S.A. anuncia os resultados do primeiro trimestre de 2009. O lucro líquido atingiu R$ 227 milhões com lucro por ação de R$ 0,11.

A BM&FBOVESPA S.A. anuncia os resultados do primeiro trimestre de 2009. O lucro líquido atingiu R$ 227 milhões com lucro por ação de R$ 0,11. A BM&FBOVESPA S.A. anuncia os resultados do primeiro trimestre de 2009. O lucro líquido atingiu R$ 227 milhões com lucro por ação de R$ 0,11. O Lucro Líquido do 1T09 (sem ajustes) apresentou queda de 1,4%

Leia mais

ANÁLISE FINANCEIRA DE BALANÇO FINANCEIRO DA EMPRESA COCAMAR - COOPERATIVA AGROINDUSTRIAL DE MARINGÁ RESUMO

ANÁLISE FINANCEIRA DE BALANÇO FINANCEIRO DA EMPRESA COCAMAR - COOPERATIVA AGROINDUSTRIAL DE MARINGÁ RESUMO ISSN 1807-6467 ANÁLISE FINANCEIRA DE BALANÇO FINANCEIRO DA EMPRESA COCAMAR - COOPERATIVA AGROINDUSTRIAL DE MARINGÁ RESUMO O mercado muda a um ritmo acelerado. Com a globalização, tendências que antes eram

Leia mais

Boletim. Contabilidade Financeira. Manual de Procedimentos. Concessão de crédito - Índices para análise a curto e a longo prazo (1 a parte)

Boletim. Contabilidade Financeira. Manual de Procedimentos. Concessão de crédito - Índices para análise a curto e a longo prazo (1 a parte) Boletim Manual de Procedimentos Contabilidade Financeira Concessão de crédito - Índices para análise a curto e a longo prazo (1 a parte) SUMÁRIO 1. Introdução 2. Índices econômico-fi nanceiros para análise

Leia mais

MODELO DE PLANO DE NEGÓCIO

MODELO DE PLANO DE NEGÓCIO MODELO DE PLANO DE NEGÓCIO 1 Informações sobre o responsável pela proposta. Nome : Identidade: Órgão Emissor: CPF: Endereço: Bairro: Cidade: Estado: CEP: Telefone: FAX: E-mail Formação Profissional: Atribuições

Leia mais

Magazine Luiza S.A. Divulgação de Resultados do 4 o Trimestre de 2011

Magazine Luiza S.A. Divulgação de Resultados do 4 o Trimestre de 2011 Magazine Luiza S.A. Divulgação de Resultados do 4 o Trimestre de 2011 São Paulo, 22 de março de 2012 - Magazine Luiza S.A. (BM&FBOVESPA: MGLU3), uma das maiores redes varejistas com foco em bens duráveis

Leia mais

Roteiro de Diagnóstico Descritivo para o ESA I

Roteiro de Diagnóstico Descritivo para o ESA I Roteiro de Diagnóstico Descritivo para o ESA I Seqüência das partes Capa (obrigatório) Lombada (opcional) Folha de rosto (obrigatório) ERRATA (opcional) TERMO DE AROVAÇÃO (obrigatório) Dedicatória(s) (opcional)

Leia mais

GERENCIAMENTO DE ESCOPO EM PROJETOS LOGÍSTICOS: Um Estudo de Caso em um Operador Logístico Brasileiro

GERENCIAMENTO DE ESCOPO EM PROJETOS LOGÍSTICOS: Um Estudo de Caso em um Operador Logístico Brasileiro GERENCIAMENTO DE ESCOPO EM PROJETOS LOGÍSTICOS: Um Estudo de Caso em um Operador Logístico Brasileiro Matheus de Aguiar Sillos matheus.sillos@pmlog.com.br AGV Logística Rua Edgar Marchiori, 255, Distrito

Leia mais

Introdução. Gerência de Projetos de Software. Sumário. Sistemas de Informação para Processos Produtivos

Introdução. Gerência de Projetos de Software. Sumário. Sistemas de Informação para Processos Produtivos Sumário Sistemas de Informação para Processos Produtivos 1. Gerência de 2. Agentes principais e seus papéis 3. Ciclo de vida do gerenciamento de projetos M. Sc. Luiz Alberto lasf.bel@gmail.com Módulo 6

Leia mais

SIDERÚRGICA J. L. ALIPERTI S/A. INSTRUÇÃO CVM Nº 481 Anexo 9-1-II DESTINAÇÃO DO LUCRO LÍQUIDO

SIDERÚRGICA J. L. ALIPERTI S/A. INSTRUÇÃO CVM Nº 481 Anexo 9-1-II DESTINAÇÃO DO LUCRO LÍQUIDO SIDERÚRGICA J. L. ALIPERTI S/A INSTRUÇÃO CVM Nº 481 Anexo 9-1-II DESTINAÇÃO DO LUCRO LÍQUIDO 1 Informar o lucro líquido do exercício - O montante do lucro líquido do exercício é de R$ 8.511.185,59 (oito

Leia mais

Revisão Tarifária Escelsa. Etapa I. Reposicionamento Tarifário. Metodologia e Critérios

Revisão Tarifária Escelsa. Etapa I. Reposicionamento Tarifário. Metodologia e Critérios Revisão Tarifária Escelsa Etapa I Reposicionamento Tarifário Metodologia e Critérios APRESENTAÇÃO A ESCELSA foi privatizada em 11 de julho de 1995, sendo as concessões outorgadas pelo Decreto de 13 de

Leia mais

MB Consultoria. ConsultoriaemGestãoparaa ExcelênciaemseusNegócios

MB Consultoria. ConsultoriaemGestãoparaa ExcelênciaemseusNegócios emgestãoparaa ExcelênciaemseusNegócios Apresentação A é uma empresa jovem que conta com parceiros qualificados nas áreas de contabilidade, administração, direito, especialistas em finanças, controladoria

Leia mais

perfis de investimento

perfis de investimento perfis de investimento Índice 3 Apresentação 3 Como funciona a gestão de investimentos da ELETROS? 5 Quais são os principais riscos associados aos investimentos? 6 Como são os investimentos em renda fixa?

Leia mais

O SEBRAE E O QUE ELE PODE FAZER PELO SEU NEGÓCIO

O SEBRAE E O QUE ELE PODE FAZER PELO SEU NEGÓCIO O SEBRAE E O QUE ELE PODE FAZER PELO SEU NEGÓCIO Orienta na implantação e no desenvolvimento de seu negócio de forma estratégica e inovadora. Competitividade Perenidade Sobrevivência Evolução O que são

Leia mais

Pós-Graduação em Finanças Empresariais MANUAL DO CANDIDATO. Ingresso agosto 2010. ESPM Unidade Porto Alegre

Pós-Graduação em Finanças Empresariais MANUAL DO CANDIDATO. Ingresso agosto 2010. ESPM Unidade Porto Alegre Pós-Graduação em Finanças Empresariais MANUAL DO CANDIDATO Ingresso agosto 2010 ESPM Unidade Porto Alegre Rua Guilherme Schell, 350 Santo Antônio Porto Alegre/RS. Informações: Central de Candidatos: (51)

Leia mais

se o tratamento foi adequado, ficaremos curados e felizes por termos solucionado a doença que estava nos prejudicando. No campo empresarial a

se o tratamento foi adequado, ficaremos curados e felizes por termos solucionado a doença que estava nos prejudicando. No campo empresarial a Gestão Financeira Quando temos problemas de saúde procuramos um médico, sendo ele clínico geral ou especialista, conforme o caso. Normalmente, selecionamos um médico bastante conhecido e com boas referências

Leia mais

TERCEIRIZAÇÃO NA MANUTENÇÃO O DEBATE CONTINUA! Parte 2

TERCEIRIZAÇÃO NA MANUTENÇÃO O DEBATE CONTINUA! Parte 2 TERCEIRIZAÇÃO NA MANUTENÇÃO O DEBATE CONTINUA! Parte 2 Alan Kardec Pinto A abordagem desta importante ferramenta estratégica será feita em cinco partes, de modo a torná-la bem abrangente e, ao mesmo tempo,

Leia mais

Gestão dos Pequenos Negócios

Gestão dos Pequenos Negócios Gestão dos Pequenos Negócios x Rangel Miranda Gerente Regional do Sebrae Porto Velho, RO, 20 de outubro de 2015 A Conjuntura Atual Queda na produção industrial Desemprego Alta dos juros Restrição ao crédito

Leia mais

CONHECIMENTOS ESPECÍFICOS

CONHECIMENTOS ESPECÍFICOS CONHECIMENTOS ESPECÍFICOS Com relação a conceitos, objetivos e finalidades da contabilidade, julgue os itens que se seguem. 51 Auxiliar um governo no processo de fiscalização tributária é uma das finalidades

Leia mais

TÍTULO: ANÁLISE DE RISCO E RETORNO: UMA COMPARAÇÃO ENTRE TÍTULOS PÚBLICOS

TÍTULO: ANÁLISE DE RISCO E RETORNO: UMA COMPARAÇÃO ENTRE TÍTULOS PÚBLICOS TÍTULO: ANÁLISE DE RISCO E RETORNO: UMA COMPARAÇÃO ENTRE TÍTULOS PÚBLICOS CATEGORIA: CONCLUÍDO ÁREA: CIÊNCIAS SOCIAIS APLICADAS SUBÁREA: ADMINISTRAÇÃO INSTITUIÇÃO: UNIVERSIDADE DE RIBEIRÃO PRETO AUTOR(ES):

Leia mais

RELATÓRIO DE GERENCIAMENTO

RELATÓRIO DE GERENCIAMENTO RELATÓRIO DE GERENCIAMENTO DE RISCOS E DE CAPITAL Pilar 3 Basileia DATA-BASE: 31/03/2015 (1T2015) Sumário Introdução... 3 Principais Categorias de Risco... 3 Estrutura de Gerenciamento de Riscos e de Capital...

Leia mais

DEMONSTRAÇÃO DO FLUXO DE CAIXA: UM INSTRUMENTO AO PROCESSO DECISÓRIO

DEMONSTRAÇÃO DO FLUXO DE CAIXA: UM INSTRUMENTO AO PROCESSO DECISÓRIO DEMONSTRAÇÃO DO FLUXO DE CAIXA: UM INSTRUMENTO AO PROCESSO DECISÓRIO Priscila Rubbo 1 Paulo Roberto Pegoraro 2 Resumo: O demonstrativo do fluxo de caixa tem como finalidade a projeção das entradas e saídas

Leia mais

O QUE É CFROI CASH FLOW RETURN ON

O QUE É CFROI CASH FLOW RETURN ON 1 O QUE É CFROI CASH FLOW RETURN ON Métricas de Retorno Os direcionadores do retorno total do acionista -TSR O CFROI passo a passo Francisco Cavalcante(f_c_a@uol.com.br) Administrador de Empresas graduado

Leia mais

UNIVERSIDADE PAULISTA CURSO SUPERIOR DE TECNOLOGIA. Projeto Integrado Multidisciplinar I e II

UNIVERSIDADE PAULISTA CURSO SUPERIOR DE TECNOLOGIA. Projeto Integrado Multidisciplinar I e II UNIVERSIDADE PAULISTA CURSO SUPERIOR DE TECNOLOGIA Projeto Integrado Multidisciplinar I e II Manual de orientações - PIM Cursos superiores de Tecnologia em: Gestão Ambiental, Marketing, Processos Gerenciais

Leia mais

SIND PME 4.0 SIMULAÇÃO INDUSTRIAL DE PEQUENAS E MÉDIAS EMPRESAS

SIND PME 4.0 SIMULAÇÃO INDUSTRIAL DE PEQUENAS E MÉDIAS EMPRESAS SIND PME 4.0 SIMULAÇÃO INDUSTRIAL DE PEQUENAS E MÉDIAS EMPRESAS MANUAL DA EMPRESA TODOS OS DIREITOS SÃO RESERVADOS À BERNARD SISTEMAS LTDA. BERNARD SISTEMAS LTDA. Florianópolis, Julho de 2007. Todos os

Leia mais

Elementos Operacionais e Não Operacionais nas Demonstrações Contábeis

Elementos Operacionais e Não Operacionais nas Demonstrações Contábeis Elementos Operacionais e Não Operacionais nas Demonstrações Contábeis Autoria: Clóvis Luís Padoveze Resumo As demonstrações publicadas de acordo com o formato aprovado pelos órgãos regulatórios, tanto

Leia mais

NORMA ISO 14004. Sistemas de Gestão Ambiental, Diretrizes Gerais, Princípios, Sistema e Técnicas de Apoio

NORMA ISO 14004. Sistemas de Gestão Ambiental, Diretrizes Gerais, Princípios, Sistema e Técnicas de Apoio NORMA ISO 14004 Sistemas de Gestão Ambiental, Diretrizes Gerais, Princípios, Sistema e Técnicas de Apoio São Paulo, 10 de Março de 2003 Índice 0 INTRODUÇÃO...4 0.1 ASPECTOS GERAIS...4 0.2 BENEFÍCIOS DE

Leia mais

Associação Brasileira de Metalurgia, Materiais e Mineração. Demonstrações Contábeis acompanhadas do Relatório dos Auditores Independentes

Associação Brasileira de Metalurgia, Materiais e Mineração. Demonstrações Contábeis acompanhadas do Relatório dos Auditores Independentes Associação Brasileira de Metalurgia, Materiais e Mineração Demonstrações Contábeis acompanhadas do Relatório dos Auditores Independentes Em 31 de dezembro de 2012 Índice Página Relatório dos auditores

Leia mais

Legitimação dos conceitos face as práticas organizacionais; Oportunizar reflexão sobre as competências em desenvolvimento;

Legitimação dos conceitos face as práticas organizacionais; Oportunizar reflexão sobre as competências em desenvolvimento; 1 MANUAL DE ORIENTAÇÕES PARA ELABORAÇÃO DE PROJETOS INTEGRADORES CURSO SUPERIORES DE GRADUAÇÃO TECNOLÓGICA (LOGÍSTICA) SÃO PAULO 2009 2 Introdução A prática pedagógica dos Cursos Superiores de Graduação

Leia mais

ISO 14004:2004. ISO14004 uma diretriz. Os princípios-chave ISO14004. Os princípios-chave

ISO 14004:2004. ISO14004 uma diretriz. Os princípios-chave ISO14004. Os princípios-chave ISO14004 uma diretriz ISO 14004:2004 Sistemas de Gestão Ambiental, Diretrizes Gerais, Princípios, Sistema e Técnicas de Apoio Prof.Dr.Daniel Bertoli Gonçalves FACENS 1 Seu propósito geral é auxiliar as

Leia mais

FUSÕES E AQUISIÇÕES! A estratégia das empresas num cenário competitivo! Principais métodos de avaliação

FUSÕES E AQUISIÇÕES! A estratégia das empresas num cenário competitivo! Principais métodos de avaliação UP-TO-DATE. ANO I. NÚMERO 30 FUSÕES E AQUISIÇÕES! A estratégia das empresas num cenário competitivo! Principais métodos de avaliação Autora: Maria Izabel Nunes (izabeln@uol.com.br) Administradora de Empresas

Leia mais

INVESTCO S.A. PROPOSTA DA ADMINISTRAÇÃO

INVESTCO S.A. PROPOSTA DA ADMINISTRAÇÃO INVESTCO S.A. PROPOSTA DA ADMINISTRAÇÃO Aos Srs. Acionistas Investco S.A. Anexo I - Comentários dos Diretores da Companhia Contas dos Administradores referentes ao exercício social encerrado em 31.12.2012.

Leia mais

Sumário. 1 Introdução. Demonstrações Contábeis Decifradas. Aprendendo Teoria

Sumário. 1 Introdução. Demonstrações Contábeis Decifradas. Aprendendo Teoria Sumário 1 Introdução... 1 2 Instrumentos Financeiros e Conceitos Correlatos... 2 3 Classificação e Avaliação de Instrumentos Financeiros... 4 4 Exemplos s Financeiros Disponíveis para Venda... 7 4.1 Exemplo

Leia mais

MERCADO FUTURO: BOI GORDO

MERCADO FUTURO: BOI GORDO MERCADO FUTURO: BOI GORDO Sergio De Zen Mestre em Economia Aplicada, Pesquisador do CEPEA/ESALQ/USP Os anos noventa têm sido marcados por termos modernos na terminologia do mercado financeiro. Dentre essas

Leia mais

PLANEJAMENTO DAS AÇÕES DE DESENVOLVIMENTO INSTITUCIONAL, COMO DECISÕES ESTRATÉGICAS, PARA OS PRÓXIMOS 5 ANOS, FACE À ABORDAGEM CRÍTICA SOBRE:

PLANEJAMENTO DAS AÇÕES DE DESENVOLVIMENTO INSTITUCIONAL, COMO DECISÕES ESTRATÉGICAS, PARA OS PRÓXIMOS 5 ANOS, FACE À ABORDAGEM CRÍTICA SOBRE: PDI 2012-2016 PDI - CONCEITO PLANEJAMENTO DAS AÇÕES DE DESENVOLVIMENTO INSTITUCIONAL, COMO DECISÕES ESTRATÉGICAS, PARA OS PRÓXIMOS 5 ANOS, FACE À ABORDAGEM CRÍTICA SOBRE: IMAGEM INSTITUCIONAL COMPETITIVIDADE

Leia mais