EXPORTAÇÕES DE COTIA E OSASCO

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1 CASA DO EMPREENDEDOR DE OSASCO RODADA DE NEGÓCIOS EM VARGEM GRANDE EMPRESÁRIOS VOLTAM A FALAR DAS FALHAS DE ENERGIA ano 02 Nº 05 Circular para Presidência Diretoria Engenharia Produção RH MKT Outros EXPORTAÇÕES DE COTIA E OSASCO CIESP CASTELO: Barueri, Carapicuíba, Itapevi, Jandira, Osasco, Pirapora do Bom Jesus e Santana de Parnaíba CIESP COTIA: Araçariguama, Cotia, Embu das Artes, São Roque, Taboão da Serra e Vargem Grande Paulista

2 Loteamento aprovado em todos os órgãos competentes. Associação de proprietários do Parque Industrial San José II devidamente constituída. Empreendimento registrado nas matrículas e no Registro de Imóveis e Anexos da Comarca de Cotia. Alvarás da Prefeitura de Vargem Grande Paulista nª 095/2011 e 096/2011. Consultar detalhes dos lotes no plantão de vendas

3 Loteamento aprovado em todos os órgãos competentes. Associação de Proprietários do Parque Industrial San José devidamente constituída. Empreendimento registrado na matrícula no Registro de Imóveis e Anexos da Comarca de Cotia. Álvara da Prefeitura Municipal de Cotia nº 060/2011. Consultar detalhes dos lotes no plantão de vendas. Galpões sobre medida para compra ou locação; Terrenos a partir de 1.000m² para venda; Local estratégico de fácil acesso a importantes rodovias; Pagamento facilitado em até 36 meses; Infraestrutura completa.

4 editorial Matérias com Conteúdo Esta edição está recheada de matérias com bastante conteúdo, que procuramos selecionar para vocês, caros leitores, na linha editorial da nossa revista, que procura transmitir mais conhecimento e informações úteis ao empresário e a seus colaboradores. Começamos com a matéria do presidente da FIESP, Paulo Skaf, que aborda o tema Empreender e Inovar imprescindível para a nossa indústria caminhar para a frente e exportar produtos novos. Nesse linha apresentamos duas matérias sobre exportação, com a boa surpresa do desempenho de Cotia, crescimento anual constante no volume de produtos exportados, superando o município de Osasco e Novos Instrumentos de Defesa Comercial anti Dumping. Artigo interessante é sobre a abusiva Tributação das Multinacionais Brasileiras, com uma das taxas mais altas do mundo, impedindo a expansão destas empresas no mercado global, escrito por Marcos Sawaya Jank, Diretor Global de Assuntos Corporativos da BRF. Também apresentamos importante artigo sobre a função dos Conselheiros na administração das empresas públicas e privadas, em função da aprovação da compra da refinaria de Pasadena. Continuamos dando atenção ao problema das interrupções frequentes de energia, com a opinião de diretores das empresas Delphi e Ornare sobre os prejuízos que este problema constante na região aumenta consideravelmente o custo Brasil, além do sufoco da falta de mobilidade na Raposo Tavares. Preste atenção ainda nos Cursos e Palestras que serão ministrados, e escolha o CIESP para emitir os Certificados de Origem e os Certificados Digitais, pois além de preços especiais aos nossos associados, você conta com melhor atendimento e serviço profissional. Observe ainda os Eventos que virão, como a Rodada de Negócios e o II Encontro Empresarial. Depois de ler a revista, passe-a para o seu colega de trabalho ao lado, repartindo o conhecimento e a informação por toda a empresa, imprescindível no mercado cada vez mais competitivo Boa leitura. João Lino Editor Walter Sacca (Diretor Titular CIESP Cotia) Fábio Starace Fonseca (Diretor Titular CIESP Castello) Claudia Regina Papi (Gerente Regional) Lourdes Proença (Gerente Regional) Rua Paula Rodrigues, Osasco - SP Fone: /4714 ciespcastelo.com.br DIRETORIA REGIONAL CASTELO Diretor Titular Fabio Starace Fonseca 1º Vice-Diretor Sergio Marchesi 2º Vice-Diretor Christian Bennecke CONSELHO Alciney Tadeu da Rocha Altair Antônio de Souza Antonio Carlos M. Abreu Carlos Alberto Orlando Carlos Roberto Seicentos Clemens de Souza Daniel Fernandes Borrelly Dirceu Paulino Enrique Robles Garcia Fábio da Silva Félix Jandir Barboza Joaquim X. Isaac José Carlos Andrade Nadalini José Francisco de Sá Ribeiro José Soares Juracy Rubens F. D. Lucca Luiz Carlos de G. M. Strobel Manoel Lima Domingues Manoel Torres Sobrinho Mário Jorge Nyari Maurizio Cozzi Pércio Michalski Ramos Ronaldo K. Rodrigues Silvio Ferreira Dutra Rodrigues Rua do Amor Perfeito, Cotia - SP Fone: ciespcotia.com.br Diretoria Regional Cotia Diretor Titular Walter Sacca 1º Vice-Diretor José de Vasconcellos Jr. 2º Vice-Diretor Terezinha de Jesus C. de Almeida CONSELHO Marcelo Santiago Trindade Mario Leopold C. Appel Mauro Daffre Anselmo Nakatani Ronald Ferfila Vinício Cesar Pensa Carlos Peterson Tremonte Francisco Saraiva S. Torres Jr Giovanni Ciriaco Maio Roberto Klaus Huessner Julio Ricardo Bacheschi Paulo Eduardo Alves Correa Norbert Edwin Lammers Claudio Hanaoka Ari José fonts Marques Pedro Augusto P. de Queiroz Mauricio Gemignani Eduardo Jorge F. Soares Marcio Yutaka Abe Marcelos Santos Dutra José Carlos Nunes Paulo Rezende de C. Reis Jair Carlos Zanandréa Leandro Cavallaro José Paulino R. Ribeiro Achille Ferrario Nelson Luiz Barbosa Carlos del Nero Gilmar Fernandes Ivete Judith R.S. de Carvalho Ulisses Vieira Mario Cesar Moreira Orlando D.T. Zungolo Cleisson Baldassi filho Nelcino Oliveira Primo Washington T. T. Nishiyama Toni Guede Pellicer Fabio Hermes Queiroz Editoração e Comercialização: Ace Mais Tel.: / Diretor Comercial e Editor: João Lino da Silva Comercial: Magali Moreira Direção de Arte: Adriana Azevedo Tiragem: exemplares Impressão: Gráfica Elyon A Revista CIESP é uma publicação das diretorias regionais dos CIESP Castelo e Cotia. Artigos assinados não refletem a opinião da Revista CIESP, sendo de inteira responsabilidade de seus autores. 4

5 Realização *A metragem apresentada contempla área de depósito privativo. Planejamento e Vendas Registro de Incorporação, sob nº R2 na Matrícula de 07/04/2009 do 2 Ofício de Registro de Imóveis de São Caetano do Sul - Fotos e perspectivas meramente ilustrativas. Os acabamentos serão entregues conforme memorial descritivo. Perspectiva artística do living Ideias que vendem com a experiência de 25 anos Tempo Saúde - Campanha institucional MPD Engenharia Campanha Spazio Club Barueri Tempo Assist Manual usuário Delphi - Catálogo Schneider Electric - Catálogo Queluz - Portfólio Institucional MECÂNICA VIAGEM PREMIADA TEMPO AFINIDADES Objetivo: trata-se de uma campanha de vendas da TEMPO AFINIDADES para incentivar os analistas Credicard, a buscar melhores desempenhos no trimestre maio, junho e julho de Como participar: todos os analistas das bases Credicard (Vidax e Flex) que oferecem produtos da TEMPO AFINIDADES podem participar e terão as mesmas oportunidades. Periodicidade: o período da campanha será de 07 de maio a 27 julho Premiação: SEMANAL: sorteio de 05 prêmios surpresas para cada central, dentre os analistas que atingirem a meta de vendas da semana. MENSAL: A campanha dará cartões presente, para troca, para premiar do 1 ao 3 lugar, de cada central, com melhor desempenho. FINAL: viagens para premiar do 1 ao 3 lugar no ranking geral das duas centrais. Semanalmente, todos os analistas de cada central participante, que atingirem a meta de performance em vendas de produtos da TEMPO AFINIDADES, irão participar do sorteio que vai distribuir 05 brindes temáticos surpresa. Em paralelo, ocorre a tabulação mensal de performance. Ao final do mês, os três melhores desempenhos de cada central, vão receber um cartão presente Saraiva com os seguintes valores: 1 Lugar: R$ 120,00-2 Lugar: R$ 100,00-3 Lugar: R$ 80,00, para trocar nas lojas ou site da Livraria Saraiva. Ao final da Campanha Viagem Premiada, os três analistas que apresentarem o melhor desempenho, entre as duas centrais, no acumulado geral dos três meses de campanha, vão ganhar uma viagem conforme sua colocação. O 1 colocado vai ganhar uma viagem Internacional de quatro dias, com acompanhante e cartão de crédito com R$ 600,00 para despesas extras, a escolher entre Buenos Aires (Argentina) ou Punta Del Este (Uruguai). 2 e 3 Colocados vão ganhar uma viagem nacional de quatro dias, com acompanhante e cartão de crédito com R$ 600,00, a escolher entre Salvador, Foz do Iguaçu e Gramado. Critérios para desempate: se houver empate de valores totais vendidos, será vencedor o analista que tiver atingido o maior valor com menor número de unidades vendidas. PrEPArE-SE! APERTE O CINTO que A VIAGEM VAI COMEçAR Perspectiva artística da varanda gourmet com churrasqueira e pia Perspectiva artística da varanda lazer Ilustração artística da fachada LANÇAMENTO ESPAÇO, CONFORTO E SOFISTICAÇÃO EM DOBRO 4 SUÍTES 4 VAGAS 240M 2 ÁREA PRIVATIVA 2 POR ANDAR Living com varanda dupla A Varanda Lazer e a Varanda Gourmet acopladas ao living dão um toque de praticidade e modernidade, valorizando a arte de bem viver, com conforto e elegância. 2 COBERTURAS 5 VAGAS Visite o site e faça uma visita virtual 360º pelo apartamento decorado. SÃO CAETANO DO SUL - SANTA PAULA LIVING COM VARANDA DUPLA Lazer completo Piscina adulto com deck de madeira Piscina infantil e Solarium Churrasqueira e Forno de pizza Fitness Center, Spa, Saunas seca e úmida Salão de jogos Salão de festas com Espaço gourmet Brinquedoteca Espaço de recreação infantil LAZER COMPLETO ACE+ Bia e Branca Feres, as gêmeas do nado sincronizado Creci J DBM Lee Hecht Harrison Convite Evento Tempo Saúde Campanha Incentivo Rua Maranhão, 456 Braido Ceceli - Anúncio Jornal Croqui ilustrativo de localização sem escala Tel.: /

6 CHAPEU FIESP presidência chapeu Empreender e inovar, vocações brasileiras. É preciso uma cruzada de todos os setores da sociedade, de maneira que mantenha o Brasil não apenas com esta vocação para empreender, mas que mude os rumos da Nação. o Relatório Global de Empreendedorismo 2013, realizado pela empresa especializada em venda directa Amway, mostra que mais de 70% dos convidados a participar do levantamento afirmaram ter uma visão positiva a respeito do empreendedorismo. Há que se ressaltar que o levantamento revelou que atitudes empreendedoras continuam sendo bem vistas no mundo globalizado. O lado negativo da pesquisa é que 70% dos entrevistados revelaram que o maior receio entre eles é o fracasso do novo negócio. No Brasil, onde temos um povo empreendedor e com espírito realizador, e por isso chegamos ao posto de 7ª economia do mundo, é grande o desejo de ser dono e conduzir o próprio negócio. Esse comportamento está presente em todas as classes sociais e faixas etárias. Somos um dos países com o maior percentual de mulheres empreendedoras no mundo. Temos leis que estimulam o empreendedorismo, como a Lei Geral da Micro e Pequena Empresa e a Lei do Microempreendedor Individual. 6 As informações sobre produtos, negócios e marcas são cada vez mais acessíveis e compartilhadas. E o mais recente relatório do Global Entrepreneurship Monitor (GEM), com dados de 2013, coloca o Brasil como uma das nações com maior taxa de empreendedores em estágio inicial entre os países do Brics e do G20, ou seja, 17,3% do total de empreendedores. Esses são sinais do potencial brasileiro na área dos negócios, na pratica de empreender. Mas, é importante deixar bem claro que o País precisa avançar muito mais nas políticas de apoio, infraestrutura e capital formal. E esta é uma iniciativa que não deve partir apenas das esferas de governos. É preciso uma cruzada de todos os setores da sociedade, de maneira que mantenha o Brasil não apenas com esta vocação para empreender, mas que mude os rumos da Nação, também, na vocação por inovação que deve ser encarada como uma prioridade estratégica. Em nossas entidades, por exemplo, há o que podemos chamar de escolas para formação de lideranças empresariais e de entidades do Foto: Junior Ruiz/Fiesp

7 negócios rodada futuro. Refiro-me ao Núcleo e ao Comitê de Jovens Empreendedores o NJE do Ciesp e o CJE da Fiesp, formados por empresários jovens das mais diversas atividades da indústria. Por vocação, o NJE e o CJE identificam e desenvolvem novas lideranças institucionais e empresariais, aprimorando suas qualidades de gestão com foco na maior competitividade e desenvolvimento do empreendedorismo nos diversos setores da economia. Junto desse trabalho de estimulo ao empreendedorismo não abrimos mão de que o tema inovação seja presente entre empreendedores, que todos se informam cada vez melhor sobre a importância da inovação, e que há muitos esforços nessa direção, mas falta o principal: o investimento com estratégia. Há uma grande distância entre a geração da ideia e a concretização da ideia. Temos aí um dos gargalos que comprometem o futuro do Brasil. Os investimentos em desenvolvimento e pesquisa em nosso País, entre 2000 e 2010, tiveram um crescimento residual, de 1,02% para 1,16% do PIB. É muito pouco para um País que quer ter produtos para competir em mercados globais avançados. Estamos investindo em inovação menos da metade, e em alguns casos até mesmo um terço, de países como Alemanha, Coréia do Sul, Japão e França. É preciso mudar esse quadro com investimentos focados e substanciosos, para que dentro de alguns anos nossas empresas possam disputar e liderar mercados de tecnologias avançadas. No Senai-SP mantemos unidades de nanotecnologia iguais às que só existem na Alemanha e, com o apoio da Fiesp, do Ciesp, da Agência USP de Inovação e do Sebrae-SP, estamos capacitando centenas de pequenas empresas paulistas em gestão da inovação. O Senai paulista ministra ensino técnico e tecnológico que é modelo e referência para o Brasil. São cursos modernos, que se destacam pelo foco nas demandas da indústria e nas vocações das regiões onde estão instaladas as unidades. Nossa instituição promove anualmente a feira Inova Senai, na qual professores e alunos demonstram a sua capacidade de criar e desenvolver raciocínio lógico por meio de inovações. É, sem dúvida, um dos maiores estímulos ao empreendedor que busca por inovação na sua empresa. A Fiesp é interlocutora permanente da indústria junto aos Governos Federal, Estaduais e Municipais neste último caso, por intermédio das diretoriais regionais do Ciesp e procuramos tirar o melhor proveito disso. Mantemos contatos frequentes com Ministérios, Secretarias, Diretorias e Departamentos, Institutos de Pesquisas, Universidades aos quais encaminhamos nossas reivindicações, sempre no sentido de que a prioridade é retomar a competitividade do Brasil, garantir nossa vocação para empreender e inovar e oferecer vida e renda melhores para todos os brasileiros. *Paulo Skaf é presidente da Federação e do Centro das Indústrias do Estado de São Paulo Fiesp/Ciesp Quer falar com mais de executivos, de indústrias de 13 municípios da região Oeste? Anuncie na Revista CIESP das regionais Castelo e Cotia. O melhor canal de comunicação para vender para PF e PJ. Enviada através do mailing corporativo do CIESP. Informações: A única revista da região Oeste que alcança 13 municípios Vista também nos sites: CIESP CASTELO: Barueri, Carapicuíba, Itapevi, Jandira, Osasco, Pirapora do Bom Jesus e Santana de Parnaíba CIESP COTIA: Araçariguama, Cotia, Embu das Artes, São Roque, Taboão da Serra e Vargem Grande Paulista

8 educação curso O SENAI também tem cursos na área de TI! Nesse curso, o aluno é capacitado para atuar nas etapas de implementação, manutenção e administração de uma rede de computadores. Área em evidência no cenário nacional, a Tecnologia da Informação está presente na vida de todos desde aplicações destinadas ao usuário comum como sites de entretenimento e notícias, Facebook, Skype, s, Youtube, Whatsapp, aplicativos para celular, etc. até as aplicações de grande porte voltadas para empresas e indústrias, seja por meio de site, softwares, aplicativos e/ou mídias sociais, como em questões estratégicas de infraestrutura como cabeamento estruturado, telefonia IP, armazenamento em nuvens, serviços de redes, segurança da informação, monitoramento por câmeras, controle de acesso, entre outros. Atualmente esses são assuntos comuns tratados pelas empresas e indústrias brasileiras, desde a etapa de projeto de novas unidades à atualização de infraestruturas já existentes. Para atender essa demanda, o SENAI oferece cursos direcionados a essa área também, como é o caso do Curso Técnico de Redes de Computadores. Nesse curso, o aluno é capacitado para atuar nas etapas de implementação, manutenção e administração de uma rede de computadores. Suas atividades contemplam desde o projeto de cabeamento estruturado, a instalação física, a configuração dos equipamentos que compõe uma rede de computadores como switch, servidor, access point, roteador, entre outros, até a manutenção de toda a estrutura e administração dos servi- ços que uma rede de computadores oferece. Esse assunto é novo e consequentemente não há muitos profissionais qualificados no mercado, reforçando assim a atuação no SENAI nesse segmento. O Curso Técnico de Redes de Computadores do SENAI de Jandira dispõe de uma grande quantidade de equipamentos para uso prático dos alunos em laboratórios especialmente projetados para simular ambientes reais de aplicação, contando com laboratório específico para cabeamento estruturado, laboratório específico para configuração e administração de serviços de rede com infraestrutura completa, laboratório específico para Tecnologias de hardware, contando com diversas tecnologias de servidores, desktops e ativos de redes, laboratório específico para automação de serviços de redes e segurança, além de laboratórios de informática com softwares de uso comum. Enfim, o Curso Técnico de Redes de Computadores do SENAI de Jandira forma profissionais capacitados em uma estrutura que proporciona o aprendizado na prática, fazendo com que o aluno, após o curso, tenha mais segurança para exercer a profissão, pois no SENAI você aprende fazendo. Os alunos Jeniffer Evangelista dos Santos de Siqueira e Jean Marcos Alves. Encontre maiores informações sobre os cursos do SENAI de Jandira em: jandira.sp.senai.br 8

9 Castelo Cotia 2ª RODADA DE NEGÓCIOS VARGEM GRANDE PAULISTA GRANDES OPORTUNIDADES DE NEGÓCIOS INSCRIÇÕES ABERTAS DIA: 29 DE MAIO HORÁRIO: Das 13 às 18h LOCAL: CENTRO MARIÁPOLIS GINETTA RUA: José Coelho Casa, nº 55 - Vargem Grande Paulista Informações: acemais.com.br Centro de Excelência Odontológica Granja Viana com multi especialidades A Granclinic Odonto está preparada para receber você e sua família, com a excelência de sempre e equipamentos de última geração. Prevenção: profilaxia e aplicação tópica de flúor Dentistica: restaurações em geral, clareamento dentário, facetas de porcelana Endodontia: tratamento de canal Periodontia: tratamento da gengiva Prótese Dentária: coroas de porcelana, dentadura, ponte móvel Cirurgia: extração de dentes (incluindo o dente siso), enxertos ósseos, cirurgia de gengiva Ortodontia: aparelhos móveis infantil/adulto, aparelhos fixos (metal ou porcelana), aparelho invisível (invisalign) Dor Orofacial: placa de bruxismo, tratamento de dores na face Implantodontia: implantes dentários Odontopediatria Odontogeriatria Av. São Camilo, 899, 1º and. - Granja Viana Cotia/SP Tels.: / Estacionamento grátis Diretora Técnica: Dra. Lisandra Espindola Roese CRO-RS: e CRO-SP:

10 educação curso DELPHI FORMA ALUNOS DO PROJETO SOCIAL FORMARE EM COTIA Por João Lino O Formare é um ambiente de aprendizagem profissional que desenvolve, por meio da ação voluntária, a potencialidade de jovens de populações de baixa renda, do entorno, para integrá-los à sociedade como cidadãos e profissionais. Projeto Formare - a primeira franquia social sem fins lucrativos do Brasil, é um dos projetos da Fundação IOCHPE. Instituída em 1989 pela Iochpe-Maxion S/A --grupo empresarial que opera nos segmentos de autopeças e equipamentos ferroviários--, a Fundação desenvolve programas nas áreas de educação, cultura e bem-estar social, realizando parcerias com entidades públicas e privadas, como Delphi, Suzano, Meritor, ZF e outras. O Formare possui quatro focos: Atenção ao educando, de forma a promover seu desenvolvimento como profissional e cidadão integrado ao meio em que vive. Atenção ao educador, identificado junto ao corpo funcional da empresa mantenedora, que, ao trabalhar como voluntário, assume a sua função como cidadão. Atenção ao espaço físico, que deve ser preparado de modo a possibilitar a integração do fazer e do pensar nas atividades previstas no planejamento curricular. Atenção com a inserção dos alunos formados no mercado de trabalho, com acompanhamento e orientação no período inicial. Números do projeto 56 empresas parceiras 82 escolas educadores voluntários jovens em formação/ano Cerca de 15 mil jovens capacitados Delphi forma 12ª turma No dia 19 de março, a Delphi realizou a formatura de mais uma turma do Projeto For- 10 mare. Durante a cerimônia, 20 alunos da fábrica de Cotia, em São Paulo, receberam o certificado de conclusão do curso profissionalizante de Assistente de Produção e Serviços, ao lado suas respectivas mães. Os estudantes fazem parte da 12ª turma a se formar na unidade, totalizando 240 jovens de baixa renda já formados na região. Além de Cotia, o Projeto Formare também está presente nas unidades de Jambeiro, Jaguariúna, Itabirito, Paraisópolis e Espírito Santo do Pinhal. Desde 2001, ano inicial do projeto na Delphi, mais de 900 alunos já foram capacitados nos cursos profissionalizantes e, em 2014, a Delphi prevê formar mais de 100 estudantes. A mesa que presidiu a diplomação estava formada por: Luiz Raffagnato - Diretor Adjunto de Operações da planta da Delphi em Cotia; Luiz Antonio Medeiros - Superintendente Regional do Trabalho e Emprego de São Paulo; Cris Meinberg - Fundação Iochpe e Luciana Almeida - Gerente do Jurídico da Delphi para a América do Sul e Coordenadora Corporativa do Formare. Todo o processo educacional é realizado por funcionários voluntários da Delphi, que se dedicam, com muito carinho e entusiasmo, que aqui destacamos: Amanda Santos (Educação Ambiental); Anderson Esteves Freitas (Informática); Andreazio Silva Delmondes (Desenho industrial/ Comunicação & Relacionamento); Arivaldo Ap. Silva (Comunicação e Relacionamento); Bruna Gallo (Higiene Saúde e Segurança); Carlos Eduardo Costa (Instrumentos e Medidas/Administração da Produção e Montagem/Automação e Conservação); Daniel Niimoto (Organização Industrial e Comercial/Administração de Vendas e Serviços); Dionis Morganti (Empreendedorismo); Everaldo Euzébio (Instrumentos e Medidas); Hailton Lira O de Oliveira (Ajustagem Mecânica); Henrique B. Novaes (Instrumentos e Medidas); Icaro Ramos (Matemática Aplicada); Jessica Mendes Wille (Organização Industrial e Comercial); José Cláudio Marques (Informática); Leandro Castilho (Fundamentação Numérica/Administração da Produção e Montagem/Automação e Conservação); Leandro Folha (Materiais e Processos); Philipe Camara (Matemática Aplicada); Rafael Barbosa Silva (Educação Ambiental); Raimundo Costa (Desenho Técnico Mecânico/Ajustagem Mecânica); Raphael Borges de Oliveira (Automação e Conservação); Rogério Rudi da Vitória (Organização Industrial e Comercial/Administração de Vendas e Serviços); Tania Ribeiro Queiroz (Higiene Saúde e Segurança).

11 IMPOSTOS ônus Tributação das multinacionais brasileiras Marcos Sawaya Jank (*) - Jornal O Estado de São Paulo, 18/03/2014, Opinião, A-2 O Brasil conta hoje com aproximadamente 50 empresas multinacionais que se vêm expandindo com sucesso no mundo. A internacionalização dessas empresas decorre de notórias competências gerenciais, da atuação em segmentos em que o Brasil consolidou vantagens competitivas globais e, em alguns casos, da impossibilidade de crescer no País em razão de restrições da legislação de defesa da concorrência. Esse fenômeno gerou intenso debate sobre um modelo de tributação de lucros auferidos no exterior adequado aos interesses do País, que possa pacificar uma década de conflitos entre a Receita e o setor privado. Porém, antes de analisar a situação brasileira, é importante listar os dois principais modelos tributários praticados no mundo. A maioria dos países desenvolvidos, principalmente na Europa e na Ásia, adota o sistema de isenção tributária na origem do investimento. Esse modelo é preconizado pela OCDE, pois incentiva a internacionalização e a competitividade das empresas, eliminando a dupla tributação de forma ampla. Basicamente as empresas pagam os impostos nos países destino onde atuam e recebem no seu país de residência isenção total ou parcial (em geral, de 95%) dos impostos sobre os dividendos que forem repatriados para a matriz. O segundo sistema, vigente nos EUA e em alguns outros países, pode ser classificado como neutro. Neste caso, o país de origem dos investimentos tributa os lucros gerados pelas controladas no exterior no momento em que estes são distribuídos para a matriz. Esse foi o modelo utilizado no Brasil até Nesse ano, porém, uma medida provisória (MP 2.158/2001) determinou que os lucros de qualquer operação no exterior seriam tributados pela alíquota brasileira, de 34%, ao final de cada ano, mesmo que eles não fossem disponibilizados para os acionistas no País. Essa MP, que não encontra paralelo em nenhum local do planeta, se tornou perene sem nunca ter sido votada no Congresso, por força da emenda constitucional que proibiu a reedição infinita de MPs (que desde então caducam se não forem votadas em até 120 dias). Ignorando dezenas de tratados internacionais contra a dupla tributação assinados pelo Brasil, a Receita passou a autuar empresas que promoviam a consolidação de seus lucros em holdings no exterior, criando enorme contencioso que só traz incertezas ao ambiente produtivo. Em novembro foi editada nova MP, 627/1013, a ser votada até o mês que vem, que traz como conceito central o recolhimento no Brasil da diferença entre a alíquota paga no exterior e os atuais 34% vigentes no País. Essa diferença será calculada pela variação patrimonial a cada exercício, independentemente de os lucros serem reinvestidos no exterior ou remetidos de volta como dividendos. As empresas que estão hoje investindo em capacidade produtiva no exterior definitivamente não ficaram satisfeitas. Para elas, não se trata de apenas melhorar as condições do modelo tributário de 2001, mas sim, de adotar um modelo compatível com as práticas dominantes no mundo, que permita disputar o mercado em condições de igualdade com concorrentes locais e globais em cada país-alvo. Vejamos o caso da BRF. Criada em 2009 pela fusão da Sadia e da Perdigão, a BRF hoje enfrenta restrições para adquirir empresas no Brasil por força de um acordo firmado com o Cade. Ao mesmo tempo, a empresa enxerga uma imensa oportunidade para expandir atividades em outros países e com isso incrementar sua capacidade produtiva no Brasil, plataforma de sua expansão. Terceiro maior exportador do planeta, o Brasil tornou-se referência global no agronegócio mundial, exportando para mais de 170 países. Agora é hora de as empresas brasileiras se internacionalizarem, e as maiores oportunidades estão nos países em desenvolvimento. Um dos setores mais nobres para a internacionalização é o de proteínas de origem animal, cujo consumo ainda é baixo principalmente na Ásia, na África e no Oriente Médio. É nesse sentido que a empresa vai inaugurar no segundo semestre, em Abu Dhabi, a maior fábrica de processados de carnes do Oriente Médio e estuda investimentos em outros países. Vale destacar que a construção ou aquisição de plantas industriais representa muito mais do que investimentos no exterior. Ela traz consigo o uso de know-how e tecnologia nacional, a geração de empregos para brasileiros no País e no exterior, o pagamento de tributos no Brasil decorrente dessas atividades e representa um caminho fundamental para tornar viável o acesso a mercados hoje totalmente fechados para o Brasil. A KPMG levantou as condições de tributação de 123 países no mundo e apenas 9 aplicam alíquotas superiores à do Brasil. Quase metade dos países levantados (54) aplicam alíquotas abaixo de 20% e muitos destes são destino natural para a expansão das empresas do agronegócio. A pergunta é: como tornar viáveis investimentos produtivos, pagando 34% de imposto, em países que tributam abaixo de 20%? E aqui ainda temos um círculo vicioso: quanto maiores forem os benefícios fiscais e de atração de investimentos concedidos pelo país onde queremos investir, menor será nossa competitividade em relação aos concorrentes locais. Além disso, se quisermos continuar a reinvestir os lucros no exterior, teremos de buscar outros recursos para pagar o imposto adicional no Brasil sobre o lucro da operação estrangeira, o que geraria uma redução dos investimentos em território brasileiro. Se o Brasil insistir nesse modelo tributário tão rígido e reducionista, único no planeta, dificilmente as controladas das empresas brasileiras no exterior vão conseguir competir com seus concorrentes, principalmente no mundo em desenvolvimento, onde teríamos de arcar com uma carga tributária que seria mais que o dobro da deles. Uma das consequências nefastas desse modelo é condenar o Brasil a continuar sendo um país de empresas controladas, e não de controladoras. (*) Diretor Global de Assuntos Corporativos da BRF. 11

12 EMPRESA conselheiros Responsabilidades dos Conselheiros em empresas privadas e públicas Por Fábio Cornibert (*) OS FATOS O tema Governança Corporativa e responsabilidade dos Administradores, que também inclui os Conselheiros, volta à tona nos jornais após o fato que veio a público sobre a compra da refinaria de Pasadena nos EUA pela Petrobras, cujo Conselho de Administração aprovou em 2006 a compra de 50% da refinaria por US$ 360 milhões, sendo que um ano antes, 100% da refinaria havia sido adquirida pela Belga Astra Oil por US$ 42,5 milhões. A aprovação da compra pelo Conselho da Petrobras foi baseada no Resumo Executivo (que tinha 2 paginas e 13 parágrafos) e que suportava a compra baseada na expansão dos negócios na área Internacional nos EUA e agregava valor ao excedente de Petróleo pesado produzido pela empresa e em alinhamento com o planejamento estratégico da Petrobras. Neste documento nada foi mencionado sobre a cláusula de Put Option, nem a fórmula de preço dos 50% restantes em caso de divergências entre os sócios, bem como nada foi mencionado sobre a cláusula Marlim que garantia à Petrobras um retorno mínimo de 6,9% ao ano. Após divergências entre os sócios decorrentes de perfis e objetivos opostos e desentendimentos quanto aos investimentos, a sócia Belga ( Astra Oil ) solicitou a execução da cláusula de Put Option e por não chegarem a um acordo o processo foi para a Justiça. A Petrobras perdeu a causa e o custo total da aquisição de 100% da refinaria custou à Petrobras US$ 1.2 bilhão. A Presidente Dilma, que era Presidente do 12 Conselho de Administração na época da aquisição da refinaria de Pasadena e quando do exercício da cláusula de Put Option, disse que tomou conhecimento desta cláusula somente na data que a Petrobras teve que exercê-la. Disse somente agora, 7 anos depois. Duvido, pois esta cláusula é padrão na maioria dos contratos entre sócios. Este documento foi elaborado pelo Diretor da área Internacional da Petrobras, que acabou sendo demitido da BR Distribuidora dia após a Presidente Dilma ter justificado que o Resumo era tecnicamente e Juridicamente falho e pelo Diretor de Abastecimento que hoje esta preso pela Policia Federal em virtude de corrupção. A Presidente Dilma tinha poderes como Presidente do Conselho de solicitar maiores informações e tomar as devidas providencias para minimizar os prejuízos e punir os culpados. Nada fez na época. Deixou o assunto virar notícia para tomar uma medida. RESPONSABILIDADE DOS CONSELHEIROS O IBGC -Instituto Brasileiro de Governança Corporativa e a lei 6404/76 estabelece, dentre outras responsabilidades dos Conselheiros, a de fiscalizar a gestão dos Diretores, examinar livros e papéis da Cia, solicitar informações sobre contratos ou quaisquer atos, aprovar orçamentos e investimentos e acompanhar os resultados e os projetos/investimentos da Empresa. A principal função dos Conselheiros é a criação de valor aos Acionistas. GOVERNANÇA Os 4 princípios básicos de Governança Corporativa estabelecidos pelo IBGC são: Transparência mais do que obrigação, é desejo de informar para gerar um clima de confiança interna e externa à organização. Ética em tudo que se faz. Equidade não só entre sócios de capital, mas também com todas as partes interessadas. Prestação de Contas quem recebe um mandato tem o dever de prestar contas de seus atos. Responsabilidade Corporativa visão de longo prazo, considerações de ordem social e ambiental. Praticar estes quatro princípios na sua íntegra, em toda a empresa e em tudo que se faz, é um processo que leva anos e exige perseverança, consistência nas atitudes e atos e principalmente uma mudança cultural na Empresa. Muitas empresas Brasileiras de capital aberto estão cumprindo ou no processo de cumprir estes princípios. Já nas empresas Estatais, elas estão na sua maioria muito longe do ideal por várias razões: 1 - Visto que a maioria dos cargos das Estatais são políticos e indicados pelos Partidos e/ou Governo, dificilmente a competência na área prevalece. O que podemos esperar destas pessoas?

13 2 - Infelizmente a corrupção esta enraizada em todas as camadas do Governo e das empresas Estatais. Os interesses destas pessoas são para se enriquecerem e terem vantagens e não estão preocupadas com a criação de valor à Empresa. Ética não existe. 3 - Não existe um sistema de meritocracia que privilegie os melhores e os que entregam resultados. 4 - As empresas Estatais são em geral usadas para objetivos políticos ou econômicos e não para a criação de valor à Empresa. A falta destes princípios, aliado à falta de aplicação das boas práticas de Governança Corporativa e de Gestão estão presentes na maioria das empresas Estatais. Haja vista que o valor de mercado da Petrobras caiu em 4 anos um valor equivalente a US$ 120 bilhões, era a 6ª maior empresa do mundo e hoje está perto da posição 120ª. Além disso, por falta de rentabilidade e geração de caixa devido o controle de preços da gasolina, as plataformas estão na sua maioria sucateadas e hoje é a empresa mais endividada do mundo. Coloco algumas perguntas para reflexão: 1 - Como ficam os investidores minoritários que chegaram a perder até 50% do valor investido nas ações da Petrobras? 2 - Uma empresa Estatal que não segue os princípios básicos e as boas Práticas de Governança Corporativa deve ter capital aberto? 3 - Uma empresa Estatal que o Governo usa para atingir objetivos políticos e econômicos deve ter capital aberto? A Conclusão é que o problema é muito mais profundo que o caso de Pasadena. *Fábio Cornibert é sócio da CFN Consultoria. Sobre a CFN A CFN Consultoria é especializada em gestão de negócios. EMPILHADEIRAS USADAS CMP18 Empilhadeiras usadas, marca Clark, movidas a GLP, capacidade de carga 500mm, torre duplex de 4,0m. a partir de *Imagem ilustrativa Ligue agora e garanta a sua! (11) R$ ,00 à vista Consulte outros modelos! 13

14 EMPREENDEDOR osasco Casa do Empreendedor de Osasco: Um espaço de grandes oportunidades e negócios Com vários órgãos reunidos num mesmo lugar, a Casa do Empreendedor de Osasco tem como principal objetivo, ajudar o empreendedor na abertura de sua empresa e prover mecanismos de sustentabilidade e longevidade, ajudando-o a prosperar. Coordenada pela Secretaria de Indústria, Comércio e Abastecimento (SICA) em parceria com diversas instituições estratégicas da cidade, a Casa do Empreendedor é a implementação da política de desenvolvimento, inovação e empreendedorismo da Prefeitura. A estratégia da Casa do Empreendedor é o fortalecimento da economia da cidade, centralizando, em um só lugar, serviços disponíveis ao empreendedor, na área da formalização de empresas, na capacitação e gestão empresarial, na orientação sobre financiamentos e ou microcrédito orientado, entre outros. A Casa do Empreendedor possui parceria com o CIESP Castelo, SEBRAE, CIEE, Sescon, Sindcont-SP, ACEO, Unifesp, Fatec, FacFito, Unifieo e Caixa Econômica Federal. A Prefeitura, através do Programa Osasco Legal, em parceria com a APEC/Junta Comercial do Estado de São Paulo, oferece, na Casa do Empreendedor, todos os serviços de abertura e encerramento de empresas, sistema de gestão ERP, para dotar o empresário com ferramentas de gestão para sua empresa/negócio. Com uma multiplicidade de tarefas, na Casa do Empreendedor, o SEBRAE-SP também disponibiliza um posto avançado que realiza, entre outros serviços, consultorias empresariais personalizadas ou coletivas, workshops e palestras a todos os seguimentos em atividade no município. Na outra ponta, a parceria com a CEF oferece serviços bancários e financiamentos às empresas, microcrédito orientado aos microempreendedores. A Casa do Empreendedor tem base legal em duas Leis municipais: Lei nº 213/2011 e Lei Nº 4437, que trazem, entre outros benefícios, o tratamento favorecido diferenciado na licitação para compras públicas às Micro e Pequenas Empresas, cujos editais são disponibilizados no Portal da Casa do Empreendedor. Para o diretor de Desenvolvimento Econômico da Casa do Empreendedor, José Monção, há muitos avanços no oferecimento dos serviços. Ao produzir estas melhorias em qualidade e oferta de novos serviços ao empreendedor em um só local, a Casa do Empreendedor e os parceiros darão sua contribuição ao desenvolvimento da cidade, afirma. Os serviços gratuitos de intermediação de mão de obra às empresas locais também são disponibilizados aos empreendedores. A Casa do Empreendedor funciona das 8h às 17h, de segunda a sexta-feira, Rua Dr. Mariano J.M. Feraz, 260, - Osasco Centro, cujo telefone é Prefeito Jorge Lapas Foto: Divulgação/Ivan Cruz-secom-pmo Foto: Divulgação/Secom Serviços da Casa do Empreendedor: 1) Serviços de registro no Cadastro Nacional de Pessoa Jurídica da Receita Federal e Junta Comercial do Estado de São Paulo 2) Serviço de registro na Prefeitura de Osasco 3) Orientações sobre licença da Vigilância Sanitária Municipal 4) Orientação acerca da certidão de Uso de Solo, para área do empreendimento 5) Oferecimento do alvará definitivo e a Nota Fiscal Eletrônica no mesmo dia, respeitando a legislação vigente 6) Serviço de atendimento bancário e financiamentos de linhas de crédito e microcrédito produtivo orientado 7) Auxílio aos empresários por meio do Portal do Trabalhador, na captação de mão-de-obra local 8) Auxílio na consultoria gerencial e tecnológica e outras informações que contribuam para o desenvolvimento de negócios 9) Promoção do intercâmbio e cooperação técnica entre instituições públicas e privadas, centros de conhecimentos científicos, acadêmicos e tecnológicos, entre outros, na elaboração e desenvolvimento de projetos 10) Consultoria a pequenas e médias empresas 11) Organização e operacionalização de arranjos produtivos locais 12) Orientação sobre associativismo 13) Orientações sobre comércio exterior 14) Orientação contábeis e fiscais para o empreendimento 15) Noções de inovação e empreendedorismo 16) Fomento por meio do acesso gratuito à internet, ao desenvolvimento de micro e pequenas empresas do municípios. 14

15 CIESP castelo capacitação de liderança de chão de fábrica C/FATIMA RIZZO - 30 E 31 DE MAIO - 8H30 às 17h30 Abordagem lúdica e humanista para a obtenção do envolvimento e comprometimento dos participantes e uma maior assimilação dos temas e conteúdos que serão apresentados. O bom humor e o afeto agem como verdadeiros atalhos à mente e ao coração das pessoas e causam um impacto emocional que leva mais facilmente às mudanças de atitudes e comportamentos. Investimento: Associados do CIESP: R$ 660,00 Não associados: R$ 760,00 Informações: Veja a grade completa deste curso em: CIESP CASTELO - Rua Paula Rodrigues, 61, Jd. Piratininga - Osasco encontro empresarial /setembro - 14h00 às 18h00 local: SENAI barueri Este evento visa mobilizar as empresas para contribuir com o crescimento justo e sustentável da região, ao realizar ações coordenadas de capacitação profissional, geração de negócios, projetos de inovação e sustentabilidade corporativa, focando as necessidades das empresas dos municípios e na melhoria da qualidade de vida da população. Aguardem, mais informações em breve! Acesse: Curta nossa página no facebook: Reuniões do Conselho/Empresários SESI-SENAI Local Data Obras do SESI Carapicuíba 9/maio SESI Osasco 18/julho Obras do SESI Jandira 19/setembro SESI Santana de Parnaíba 7/novembro Almoço de Negócios CIESP Castelo (exclusivo p/associados) 25/julho 29/agosto 26/setembro 31/outubro 5/dezembro Reuniões Grupo de Compras 14/maio Junho à definir 9/julho 13/agosto 10/setembro 8/outubro 12/novembro EVENTOS Rodada de Negócios: 29/maio PALESTRAS Data Evento Horário 24/abril Palestra Comunicação e Mundo Moderno 18h30 13/maio Palestra Figura de Transição 18h30 22/maio Palestra Potencialização de Vendas 18h30 Emita seu Certificado de Origem nos CIESP Castelo e Cotia Vantagens: - Atendimento diferenciado; - Agilidade e Segurança; - Preço com desconto para associados CIESP; - Estacionamento próprio e gratuito; Custos para emissão de Certificados de Origem Associados CIESP: R$32,00 Não associados CIESP: R$127,00 Contatos: Bruna (CIESP Castelo) Rua Paula Rodrigues, 61- OSASCO-SP Tels.: /4714 Jaqueline (CIESP Cotia) Rua do Amor Perfeito, 200 COTIA-SP Tels.:

16 educação cursos O objetivo da DuPont Sustainable Solutions é ajudar nossos clientes a atingir um crescimento sustentável através de uma abordagem integrada que liga pessoas, processos e tecnologia. Assim, oferecemos suporte para resolver desafios relacionados à proteção das pessoas, bens e meio ambiente, utilização de ativos de forma mais produtiva e eficiente, ou o alcance do maior retorno sobre os investimentos em tecnologia e ativos. A DuPont busca disseminar suas boas práticas por meio de ferramentas que fortalecem o desenvolvimento de competências dos funcionários. Para isso, conta com metodologias de sucesso como, por exemplo, a Academia de Segurança, desenvolvida pela DuPont, utilizando o que há de mais novo no mercado sobre Capacitação e Desenvolvimento de Equipes nas Organizações. E também, o DnA (Integrated Leadership Approach), metodologia desenvolvida para apoiar as Lideranças das organizações em sua jornada para a Excelência em Segurança através do aprimoramento das competências individuais de seus Líderes. 16 Outras áreas de atuação: 1. Protegendo valor através de Gestão de Risco Operacional: Através de sistemas de gestão, disciplina operacional e capacitação dos funcionários, nós ajudamos o cliente a identificar e gerir riscos operacionais. Os nossos consultores trabalham para adaptar a Metodologia DuPont para a realidade operacional do cliente, visando desenvolver uma cultura de segurança e minimizar riscos. 2. Extraindo valor através da Excelência Operacional: Ajudamos o cliente a aumentar a eficiência operacional e reduzir custos, através de uma abordagem de gestão integrada, alavancada dos conceitos de Gestão de Segurança Operacional, para acelerar os resultados e entregar melhorias duradouras em eficiência energética, produtividade de ativos e operações integradas. 3. Criação de valor através de Sustentabilidade e Crescimento de Capital: A DuPont Sustainable Solutions também fornece soluções de consultoria que abordam o desenvolvimento eficaz de ativos e sua operação inicial, gestão de riscos ambientais e sociais, e integração proativa das necessidades sociais no desenho e execução da estratégia de negócio. 4. Acelerar o desenvolvimento de competências através de soluções em Aprendizagem e Desenvolvimento (Learning & Development): Soluções de aprendizagem que visam auxiliar as organizações a otimizar o seu desempenho, por meio do desenvolvimento de uma força de trabalho segura, eficiente e capaz. Aqui integramos tecnologias de aprendizagem versáteis e conteúdo atraente para dar aos funcionários uma experiência abrangente e eficaz de aprendizagem e desenvolvimento de competências, sempre visando a melhoria da cultura de segurança da organização. Contamos com ferramentas de capacitação como: treinamentos online, vídeos impactantes e treinamentos de segurança comportamental guiados por instrutor. A DuPont Sustainable Solutions considera que a experiência é a fonte mais rica para a aprendizagem de adultos. Estes são motivados a aprender conforme vivenciam necessidades, transformando os conhecimentos adquiridos em atitudes, que se transformam em hábitos, ou seja, comportamentos. Pensando nisto, a DuPont decidiu abrir suas portas para diversos eventos em Nos dias de março, fizemos o primeiro seminário de dois dias sobre Gerenciamento de Segurança de Processos (PSM) na própria DuPont. O seminário foi ministrado por Mário Fantazzini, profissional reconhecido internacionalmente na área de PSM e líder regional de PSM para o Cone Sul e Gerente de Produtos e Conteúdos da DuPont Sustainable Solutions. O objetivo do seminário foi demonstrar como é possível alcançar a meta zero acidentes e incidentes em segurança de processos, compartilhando a experiência e boas práticas da DuPont em PSM. No dia 20 de março, recebemos cerca de 40 profissionais para um encontro intitulado, Elevando as Competências da Organização, que foi uma grande oportunidade para que profissionais da indústria pudessem conhecer de perto um pouco mais sobre o que a DuPont pode fazer para estabelecer uma cultura de segurança nas organizações. Esses eventos irão acontecer praticamente todos os meses do ano e incluirão temas como Percepção de Riscos, Análise de Riscos de Processos, Programas Comportamentais, Sustentabilidade e Meio Ambiente, Gerenciamento de Crises, Investigação de Incidentes, estre outros. Confira abaixo a agenda já confirmada de eventos do primeiro semestre*: Gerenciamento do Desempenho Socioambiental em Projetos de Capital (Abril) DuPont Alphaville Análise de Riscos de Processos (Maio) DuPont Alphaville STOP IAW (4-5 de Junho) São José dos Campos Elevando sua Cultura de Segurança ( Junho) DuPont Alphaville *Datas e temas estão sujeitos a substituição. Novos seminários e workshops podem ser inseridos na lista a qualquer momento. Outra novidade são os webinars, apresentações online gratuitas de uma hora, onde todos os clientes poderão aprender sobre algumas de nossas ferramentas de treinamento ou práticas de consultoria nas áreas de sustentabilidade e meio ambiente, gestão de riscos e processos, ferramenta de treinamento elearning, programas comportamentais, entre outros. Confira abaixo a agenda já confirmada de webinars em 2014*: Gerenciamento do Desempenho Socioambiental em Projetos de Capital: 5 Práticas para um Retorno Sustentável do Investimento - 27 de Março Segurança Comportamental - 8 de Abril SafeStart - 8 de Maio DuPont elearning Suite - 10 de Julho STOP - 3 de Setembro DuPont elearning Suite - 7 de Outubro SafeStart - 11 de Novembro DuPont elearning Suite - 4 de Dezembro *Datas e temas estão sujeitos à substituição. Novos webinars podem ser inseridos na lista a qualquer momento. Para mais informação sobre as boas práticas de segurança da DuPont, sustentabilidade e meio ambiente, utilização de ativos de forma mais produtiva e eficiente, desenvolvimento de competências, ferramentas de treinamento, agenda de seminários e webinars, entre outros, visite nossas páginas na internet ou ou envie um para Fique por dentro de todas as novidades que estaremos oferecendo ao longo de 2014! Tenha um dia seguro! Lucas Martinucci Gerente de Marketing, América Latina DuPont Sustainable Solutions

17 EXPORTAÇÃO dumping Novos instrumentos de defesa comercial podem ajudar o seu setor Nos últimos 5 anos ( ), as importações brasileiras cresceram 87,6% (de US$ 127,7 bilhões para US$ 239,6 bilhões). Esse contínuo aumento das importações ocorre concomitantemente à ampliação das práticas ilegais de comércio, como o dumping. O dumping é a exportação de um produto a um preço inferior ao praticado no mercado doméstico. Se o dumping causar dano às empresas do país importador, pode ser aplicada uma medida antidumping. Desde julho de 2013, diversas regras de defesa comercial foram modernizadas, com destaque para o novo decreto relativo às investigações de dumping (nº 8.058/2013). O novo decreto aumenta a celeridade, a eficácia e a previsibilidade das investigações. Para auxiliar os empresários brasileiros, a FIESP e o CIESP lançaram o Guia Antidumping, descrevendo os principais procedimentos de uma investigação. A seguir apresenta-se um caso prático sobre como os instrumentos de defesa comercial podem auxiliar seu setor. Em 2005, um associado procurou o Departamento de Relações Internacionais e Comércio Exterior (DEREX) da FIESP/CIESP após um surto de importações com baixo pre- Preço doméstico Preço exportação $100 $150 País A Margem de dumping $50 País B ço médio, liderado pela China. Depois da atuação do De ,5 127 partamento em parceria com o associado, foi aberta uma investigação de dumping em Logo após a abertura da investigação e a aplicação do direito antidumping contra a China (em 2007), notase uma redução das importações atrelada ao aumento do preço médio do importado. O antidumping auxiliou o setor, mas também ensejou novas manobras dos importadores. Desse modo, o DEREX definiu uma estratégia de defesa comercial e auxiliou o setor em outras medidas, como ações com a Receita Federal, combate à triangulação das importações e pleito de elevação do imposto Importações a preço de dumping Nexo Causal Dano Fonte: Guia Antidumping da FIESP/CIESP. Disponível em: Caso Prático de Dumping Volume (Toneladas) X Preço Médio (US$/Kg) Medida AD 1200 Início atividades aplicada DEREX 252 Abertura da 11, investigação 9,9 9,5 10,8 11,1 10 8,3 9,5 6, CHINA TAIWAN OUTROS PREÇO MÉDIO (TOTAL) de importação. O fortalecimento da defesa comercial no Brasil representa uma ferramenta que deve ser utilizada pelo setor privado com o intuito de combater práticas ilegais de comércio e, dessa forma, aumentar sua competitividade. O DE- REX está à disposição de seus associados para elaborar uma estratégia de defesa comercial e auxiliar na implementação dessas medidas. Nossos Serviços: IR Pessoa Física Contabilidade - Societário Fiscal - Depto. Pessoal

18 exportação índices COTIA E OSASCO EXPORTAM PARA O MUNDO É muito importante aumentarmos as nossas exportações, para gerar um saldo positivo na balança comercial Cotia tem aumentado suas exportações desde 2010 que chegou a 250,9 milhões USD, 2013 a 339,9 milhões USD. Os principais produtos exportados são Colas, Instrumentos Mecânicos, Perfumarias, Tintas e Vernizes. Estes produtos têm um valor agregado importante, pois são produtos finais na cadeia produtiva. Já Osasco, em 2010 exportou 172 milhões USD, 2011 aumentou para 216,1 milhões USD, queda em 2013 exportando 188,9 milhões USD. Os principais produtos exportados são Veículos, Tratores, Ferro fundido, Aço e Materiais Elétricos. Esta queda pode estar sendo reflexo da atual crise na Argentina, pois Osasco tem muito concentradas suas exportações para este país. Em ambas as cidades e de modo geral o Brasil, tem sofrido muito para conseguir manter as exportações, devido aos custos internos que não conseguimos eliminar e baixíssimos investimentos nos Portos, que apresentam serviços muito ruins. Dos R$54,2 bilhões que o governo pretendia investir até 2017, nada ainda foi aplicado e tudo leva a crer que continue assim até o final do ano, pois ainda estão em discussões técnicas intermináveis. A demora é ruim para o País afirmou o presidente da Associação Brasileira dos Terminais Portuários (ABTP), Wilem Mantelli. Mas existe uma tendência de melhora nas exportações devido à taxa de câmbio favorável, por enquanto, mas esta tendência de melhora sempre demora um pouco para ser efetivada. Por isto é importante que estas indústrias estejam sempre em contato com seus clientes no exterior, atualizando sempre suas ofertas, pois a cada % de desvalorização do Real frente ao Dólar, melhoram seus preços de venda. Exportações - Cotia (US$ milhões) 249,2 243,4 250,9 320,1 351,8 339,9 Principais destinos Outros 125,9 mi 37% Argentina 50,5 mi 15% Estados Unidos 33,8 mi 10% México 9,1 mi 3% Turquia 9,4 mi 3% Paquistão 10,1 mi 3% Venezuela 11,1 mi 3% Alemanha 16,2 mi 5% Chile 25,8 mi 8% Colômbia 17,1 mi 5% Reino Unido 31,0 mi 9% 18

19 Exportações de Cotia (2013) Setor (SH 2 dígitos) US$ Part. Part. Acum. Matérias albuminóides; colas; enzimas 104,8 31% 31% Máquinas, aparelhos e instrumentos mecânicos 65,6 19% 50% Máquinas, aparelhos e materiais elétricos 39,7 12% 62% Produtos de perfumaria 28,0 8% 70% Tintas e vernizes 19,2 6% 76% Produtos farmacêuticos 16,5 5% 81% Plásticos e suas obras 9,7 3% 83% Borracha e suas obras 7,7 2% 86% Sementes e frutos oleaginosos 5,5 2% 87% (Reservado para usos especiais pelas partes contratantes) 4,1 1% 88% Outros 39,2 12% 100% Total 339,9 100% Exportações - OSASCO (US$ milhões) 225,7 216,1 196,2 188,9 172,0 161, Principais destinos Outros 38,0 mi 20% México 4,7 mi 3% Paraguai 5,5 mi 3% Holanda 6,4 mi 3% Chile 7,5 mi 4% Indonésia 8,6 mi 5% Itália 9,2 mi 5% Arábia Saudita 9,9 mi 5% Cingapura 11,6 mi 6% Argentina 56,6 mi 30% Estados Unidos 30,9 mi 16% Exportações de OSASCO (2013) Setor (SH 2 dígitos) US$ Part. Part. Acum. Veículos automóveis, tratores 42,0 22% 22% Ferro fundido, ferro e aço 29,0 15% 38% Máquinas, aparelhos e materiais elétricos 27,9 15% 52% Obras de ferro fundido 22,3 12% 64% Instrumentos e aparelhos de óptica 20,9 11% 75% Máquinas, aparelhos e instrumentos mecânicos 18,3 10% 85% Preparações de carne, peixes ou crustáceos 9,7 5% 90% Carnes e miudezas, comestíveis 4,0 2% 92% Plásticos e suas obras 3,6 2% 94% (Reservado para usos especiais pelas partes contratantes) 2,7 1% 96% Outros 8,5 4% 100% Total 188,9 100% FONTE DOS DADOS: MDIC CERTIFICADO DE ORIGEM Porque é importante fazer as emissões em nossas regionais. O Certificado de Origem FIESP/CIESP é Por isto é importante, mesmo terceirizando um dos mais reconhecidos internacionalmente devido à confiabilidade de origem. As controle sobre onde está sendo emitido o os processos, que estas empresas tenham Aduanas dos Países que recebem nosso certificado o reconhece de imediato, pois nossas prestador use a Regional do CIESP, pois Certificado de Origem, e exigindo que o declarações de origem são bem detalhadas nosso associado tem um valor com desconto, caso contrário estaremos entrando nas por nossos associados, e feita uma análise por técnicos qualificados. Agora com a implementação do novo sistema E-cool, fica ainda A Regional de Osasco, no ano de 2013, ex- estatísticas de outras entidades. mais fácil a emissão e envio de documentos. pediu 6221 certificados, em Janeiro 2014 Também melhoramos muito o sistema para emitiu 206 e Fevereiro 239 certificados. quem faz a inclusão dos dados, tornando ainda mais rápido o preenchimento do certifica certificados, em Janeiro 2014 foram 150 A Regional de Cotia, no ano de 2013, emitiu do e a visualização e vinculação dos acordos e Fevereiro 233 certificados. Ambas as regionais estão tendo um aumento de comerciais vigentes muito mais prático. emissões. EQUIPE TÉCNICA Federação das Indústrias do Estado de São Paulo FIESP Presidente: Paulo Skaf Departamento de Relações Internacionais e Comércio Exterior DEREX Diretor Titular: Thomaz Marinho de Andrade Zanotto Gerente: Magaly Menezes Área de Estudos em Comércio Exterior e Negociações Internacionais Elaboração: José Pimenta Jr. e Fernando Marques 19

20 energia custos DIRETORES DA DELPHI E ORNARE FALAM DOS PREJUÍZOS COM A FALTA DE ENERGIA E MOBILIDADE NA REGIÃO Para falar sobre estes problemas que estão afetando consideravelmente os custos das indústrias da região da Raposo, fomos falar com Luiz Raffagnato, diretor de operações da Delphi e Ormeu T. André Jr., diretor industrial da Ornare, indústrias localizadas em Cotia. Luiz Raffagnato, quantos colaboradores têm a planta da Delphi em Cotia? Entre funcionários efetivos, estagiários, prestadores de serviços, temos diariamente aqui 1000 colaboradores, produzindo peças para o mercado automotivo. 20 Qual o prejuízo causado com as oscilações e falta de energia para a Delphi? Como somos uma empresa metalúrgica, com processo de produção muito verticalizado, parque fabril extenso, com quase 400 máquinas trabalhando em 3 turnos, incluindo operação de tratamento térmico, qualquer falha na energia ou mesmo oscilações fortes causam uma parada na linha de produção, com perda de peças, quebras de ferramentas, etc. Esses problemas de energia aumentam os nossos custos e geram enormes dificuldades para cumprir os prazos de entrega. Pelo fato de termos equipamentos muito sensíveis, nossas cabines elétricas são equipadas com dispositivos de proteção, que as desarmam automaticamente sempre que a tensão sofrer variação significativa. Com uma cabine primária e 5 secundárias que possuímos, os eletricistas perdem até 15 minutos para religar todo o sistema, fora o tempo perdido para refazer o startup das máquinas. Utilizamos em nosso processo produtivo, ferramentas especiais de alto custo que, na maioria das vezes, são danificadas devido a interrupção brusca da operação, e sua manutenção ou troca é um custo adicional alto. Em fevereiro, mesmo com poucos eventos de chuva, tivemos pelo menos 11 interrupções de energia, o que sempre causa prejuízos. Tudo isso aumenta ainda mais o custo Brasil, que já é muito alto, gerando perda de competitividade? Sim, tudo isso aumenta o custo, além da própria energia, que nos últimos 12 meses teve um aumento de 30%, no mercado livre, onde compramos a energia elétrica. Quem observa de fora pode pensar que uma parada de 15 minutos é um problema pequeno, mas o ruído causado no fluxo produtivo é imenso devido a perda de previsibilidade no planejamento da produção, pois os problemas vão se ampliando, formando gargalos e consequentemente mais prejuízos. Como vê o papel do Ciesp e empresas da região estarem se reunindo com a AES Eletropaulo para reivindicar urgentes melhorias no fornecimento de energia? Com bons olhos, alguma coisa precisa ser feita para sanar este problema grave para a indústria. Hoje o que nos atormenta é não ver perspectivas de melhoria a curto prazo. Com a ajuda do CIESP há uma força maior para tentar atuar nas agências reguladoras, nas distribuidoras e até no governo uma resposta mais rápida e eficaz. Como vê a Raposo Tavares diariamente travada? Temos diversos problemas com a falta de fluidez da Raposo. Caminhões que chegam atrasados com matérias primas e caminhões que têm dificuldade para cumprir os prazos de entrega estabelecidos pela nossa logística. Também temos inúmeros ônibus que conduzem os nossos funcionários em 3 turnos na fábrica, além dos administrativos, e se chegam atrasados, é mais um custo adicional. Além disso, como temos nossa Matriz em S. Caetano e outras plantas em Jaguariúna, Piracicaba e outras cidades, o deslocamento necessário de alguns funcionários também são prejudicados pelo trânsito caótico. Também o problema viário precisa encontrar uma solução rápida para aliviar os custos extras de todas as indústrias instaladas na região.

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