O impacto das cinco disciplinas de Peter Senge na competitividade da empresa: o caso de uma rede de lojas do setor comercial

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1 O impacto das cinco disciplinas de Peter Senge na competitividade da empresa: o caso de uma rede de lojas do setor comercial Ivanilde Scussiatto Eyng (UTFPR) Dálcio Roberto dos Reis ((UTFPR) Resumo O objetivo deste estudo foi verificar qual o impacto das cinco disciplinas de Peter Senge na competitividade da empresa, o caso rede de uma rede de lojas do setor comercial, nos Estados do Paraná e São Paulo. O artigo é resultado da dissertação de mestrado em que se buscou diagnosticar a existência dos cinco princípios de Senge no universo das empresas pesquisadas; identificar as lojas da rede em dois grupos, as mais e as menos competitivas e, verificar se existe correlação entre a existência das cinco disciplinas e a competitividade da rede de lojas. Para tal, a principal referência A Quinta Disciplina: arte e prática da organização que aprende, de Senge, além de outras literaturas. Realizado o estudo de caso com apoio de questionário previamente testado. O universo pesquisado foi 118 respondes, sendo o gerente e o encarregado de cada uma das 59 lojas da rede. Quanto à pesquisa foi aplicada, em relação ao problema, quantitativa e o método utilizado dedutivo. Como resultados foi possível identificar as práticas de aprendizagem presentes no perfil dos gestores, em menor ou maior grau, em relação aos impactos, os resultados evidenciaram similaridades, tanto para as lojas consideradas mais competitivas como nas menos competitivas. Palavras-chave: Impactos; Disciplinas da aprendizagem; Competitividade. 1. Introdução Em tempos de profundas mudanças, em que o ambiente altera-se a todo instante, uma única certeza paira no ar: a competição. Neste ambiente, não há mais espaço para mentalidades tradicionais e a competitividade passa a ocupar lugar de destaque como condição essencial à própria sobrevivência da empresa, exigindo com isso, novas formas de relacionamento e comunicação que passam a transformar organizações que buscam a vantagem competitiva. O administrar frente a este cenário passa a exigir das empresas uma interação multidisciplinar de esforços, desta forma, necessitam cada vez mais de gestores, que faça muito além do que o simples administrar funções básicas. Exigências que aumentam dia-a-dia, requerendo gestores voltados para o conhecimento, em que habilidades e competências são essenciais, onde além de deter o saber e do saber fazer, centrando-se muito mais no saber ser. O avanço tecnológico, de acordo com Hope et al. (2000 p. 85), criou condições para alavancar o conhecimento das pessoas trazendo como conseqüência aumento na competitividade, mas ironizam quando comentam que a era da informação está se finalizando e mesmo assim as organizações estão se tornando cada vez mais dependentes das pessoas. Uma das saídas viáveis para Senge (1990, 2004) pode estar no processo de aprendizagem, através das organizações que aprendem. Processo este, que se constitui de etapas ou fases que atinge diferentes níveis, que pode ser individual ou coletivo e que pode representar genuinamente um diferencial para pessoas e organizações. É neste sentido, que a aprendizagem organizacional vem se destacando, como um meio 1

2 consistente de apropriação de conhecimentos e de melhoria contínua que agrega valor às tarefas e aos processos de trabalho. As Learning Organization destacam-se por serem organizações aprendizes, capazes de reagir às mudanças, solucionar problemas e aproveitar as oportunidades, visto que, nelas as pessoas aprimoravam continuamente suas capacidades de criar e recriar o futuro em ações conjuntas. Para que isso ocorra, são propostas pelo autor as cinco disciplinas da aprendizagem: o pensamento sistêmico, o domínio pessoal, os modelos mentais, a visão compartilhada e o aprendizado em grupo. Seu intento é que as disciplinas sejam integradas à empresa de forma a lhe proporcionar os melhores resultados. Desta forma, o estudo buscou verificar qual o impacto das cinco disciplinas de Peter Senge na competitividade da empresa, o caso de uma rede de lojas do setor comercial, nos Estados do Paraná e São Paulo. O trabalho é resultado da dissertação de mestrado, em que se buscou diagnosticar os impactos, a existência dos cinco princípios de Senge no universo das empresas pesquisadas; através da identificação das lojas em dois grupos, as mais e as menos competitivas e, verificar se existe correlação entre a existência das cinco disciplinas e a competitividade da rede de lojas. Além da relevância na confirmação ou da hipótese de que A existência dos cinco princípios de Senge no perfil dos líderes tem influência no lucro líquido da empresa. Contribuir como material de apoio a acadêmicos e como ferramenta de aprendizado propiciando soluções aplicáveis na gestão da rede lojas pesquisadas. 2. As Organizações que aprendem e as disciplinas da aprendizagem Com base em sua teoria, Senge (1990, 1999, 2004), toma o ser humano como o principal meio para alavancar qualquer tipo de mudança empresa deseje empreender. Em que a pessoa vem ao mundo motivado a aprender, explorar e experimentar. Neste contexto, Senge apud Fleury & Fleury (1997 p. 21), comenta que infelizmente na atual sociedade, a maioria das empresas é orientada mais para controlar do que para aprender, recompensando o desempenho de pessoas em função de obediência, de padrões estabelecidos e não pelo desejo de aprender. A capacidade de aprender é enfatizada por Kolb e Stata apud Starkey (1997), como diferencial ao sucesso organizacional, é apoiado em conhecimentos, experiências passadas e modelos mentais e também em novas percepções, novos conhecimentos e comportamento modificado. Para Garvin et al (1998) as organizações que aprendem são aquelas empresas que possuem capacidade de criar, adquirir e transferir conhecimentos, além de modificar seus comportamentos para se adequar aos novos conhecimentos e insights. Neste sentido, a visão de Argyris (1999), sobre a aprendizagem organizacional é definida como um processo, através do qual os membros da empresa identificam erros e os corrigem ao reestruturar a teoria em uso da empresa. Schein (1992) enfatiza que a cultura da aprendizagem organizacional, é evidenciada pela necessidade de desenvolver lideres de aprendizagem, elementos essenciais à uma cultura voltada para a produção e a disseminação do aprendizado. E a organização voltada para a era do conhecimento, que Terra (2003) classifica como uma organização que aprende, é aquela que busca inspirar e facilitar o aprendizado contínuo e coletivo, é transparente, experimenta, opera em rede, tem memória, reflete e que também ensina. Na abordagem das organizações que aprendem, proposta por Senge (1990, 2004), cinco disciplinas são fundamentais para que uma organização possa estar direcionada ao aprendizado individual e grupal. O desejo de aprender vai muito mais além, é criativo e produtivo, acima de tudo, estão organizações que são formadas por pessoas que estimuladas se desenvolvem, criam continuamente, comprometem-se com os resultados da empresa. É neste sentido que as disciplinas desenvolvidas por Senge (1990, 1999, 2004) visam estimular 2

3 nas pessoas a criatividade, o domínio pessoal, o trabalho em equipe, visão compartilhada, o pensamento sistêmico, a habilidade para enfrentar desafios e se adaptar-se às contínuas mudanças. 2.1 As disciplinas das organizações que aprendem Para se obter uma aprendizagem organizacional eficiente capaz de tornar uma organização cada vez melhor no processo de aprender devem-se considerar as cinco disciplinas que segundo Senge (1990, 2004), Senge apud Eyng et. al. (2005) Santos Filho (2004) devem proporcionar uma mudança na mentalidade do indivíduo, por isso a ênfase das cinco disciplinas estão no: domínio pessoal; modelos mentais; visão compartilhada, aprendizado em equipe e o pensamento sistêmico, sintetizadas a seguir. Domínio Pessoal é expressão usada para a disciplina do crescimento e aprendizado. É a aptidão fundamental para que uma pessoa possa ampliar seus próprios valores e não se deixar levar pelas circunstâncias. É o conhecimento de si mesmo, que vai muito além das habilidades e da competência, apesar de se basear nelas. Vai além da revelação e da abertura espiritual, embora exija crescimento espiritual. Essa disciplina é o alicerce espiritual da organização que aprende e possibilita esclarecer e aprofundar à visão pessoal, além de concentrar energias, desenvolver a paciência e ver a realidade objetivamente. Modelos mentais identificam que conhecimentos, hábitos e crenças determinam à percepção e interpretação de tudo o que acontece no mundo, nos negócios, na família... Sendo que, muitas vezes, mudanças administrativas são impedidas de serem postas em prática por conflitarem com modelos mentais tácitos e poderosos, que incluem idéias arraigadas e paradigmas que interferem nas atitudes pessoais. Os modelos mentais são ativos que moldam a forma de agir das pessoas, afetando fortemente o que se vê e se faz. Visão compartilhada é considerada uma disciplina emergente que se dedica ao desenvolvimento de visões, além de ampliar os princípios e os insights do domínio pessoal ao mundo das aspirações coletivas e do comprometimento compartilhado. É o elo que une os grupos na ação, ou seja, uma visão só é compartilhada integralmente na medida em que ela se relaciona com as visões dos membros da equipe. E quando compartilhada uma visão estimula o arriscar e a experimentação. A visão continua sendo considerada uma força misteriosa e incontrolável. Não existem fórmulas para que cada um encontre sua visão, mas há princípios e diretrizes empresarias ajudam a desenvolver uma visão compartilhada. Aprendizagem em grupo a aprendizagem individual não garante a aprendizagem organizacional, no entanto, sem a aprendizagem individual a organizacional não ocorre, pois as organizações só aprendem através de pessoas que aprendem. A aprendizagem em grupo é uma disciplina coletiva, muito embora, envolva habilidades individuais e áreas de compreensão. Essa disciplina envolve o domínio das práticas do diálogo e da discussão, onde diálogo e discussão são potencialmente complementares. Pensamento sistêmico é a quinta disciplina, considerada como a pedra fundamental da organização que aprende, tem como papel essencial, integrar todas as disciplinas, agindo como um elo que irá fundir teoria e prática. O pensamento sistêmico é a capacidade de perceber as interligações e influências mútuas entre partes do sistema, visa ajudar a enxergar as coisas como parte de um todo e não como peças isoladas. Se desenvolvido em todas as áreas da empresa, rompe antigas estruturas, faz com que pessoas se comprometam mais com metas e objetivos organizacionais e como resultado: alavancar a competitividade da empresa. 2.2 Competitividade Existem diversos conceitos, ferramentas e estratégias que são utilizadas pela gestão para 3

4 atingir a competitividade, dentre os conceitos, Ribault (1995) enfatiza que a competitividade é a realização de todos os esforços voltados para a inovação da empresa, quer nos esforços que recaem sobre os produtos, como nos procedimentos, na distribuição ou ainda na gestão. Dahab et. al.(1995) e ACATE (2005) complementam que é a capacidade que uma empresa possui em se manter ou aumentar os lucros e sua participação no mercado, dando-lhe solidez, capacidade de competir e adaptar-se à conjuntura econômica e as características do mercado, aproveitando vantagens competitivas. No que diz respeito às diversas ferramentas e estratégias que são utilizadas pela empresa na busca da competitividade, Carvalho e Laurindo (2003) dão ênfase às estratégias como processos, citam as escolas de pensamento de formulação da estratégia analítico-prescritiva que são designs (concepção), planejamento (formal) e posicionamento (analítico), além da escola de pensamento de caráter descritivo que são o empreendedorismo (visionário), cognitivo (mental), aprendizado (emergente), poder (negociação), cultural (social), ambiental (reativo) e configuracional (transformação). O conhecimento, em suas várias formas, entre elas: a competência, aprendizado e habilidade, criatividade, capital intelectual, capital humano, tecnologia, capacidade inovadora, ativos intangíveis e inteligência, apresentam muitos os indícios de que se tornou determinante para a competitividade tanto nas empresas como nos países, Terra (2001, p.19) e Reis (2004) e que neste período de transição a gestão pró-ativa do conhecimento adquire papel central, apesar das empresas tomarem consciência da importância desse recurso, o conhecimento, a pouco tempo, buscam diferentes estratégias em suas diversas áreas de atuação. Competindo através dos ativos contábeis e financeiros: tanto na área contábil como na financeira, novos métodos e procedimentos são desenvolvidos segundo Braga (2003), no sentido de contribuir para o desenvolvimento da empresa brasileira. A natureza da contabilidade é destacada por Marion (2000 e 2002) pela relevância e variedade de funções no mundo empresarial, sendo que a análise dos índices financeiros é de vital importância para a manutenção e sobrevivência da organização. Desta forma, a análise, a relação existente entre contas ou grupo de contas das Demonstrações Contábeis, Braga (2003), tem por finalidade principal é fornecer uma visão ampla da situação econômica e financeira da empresa como apoio à tomada de decisões e ações estratégias diante do atual cenário da empresa. 3. Metodologia A pesquisa bibliográfica tem papel de destaque, através do exame da produção científica anterior que tem como principal referência o livro A Quinta disciplina: arte e prática da organização que aprende, Senge (2004), na fundamentação das disciplinas da aprendizagem e na elaboração do questionário para a coleta dos dados. A pesquisa foi classificada como aplicada, quanto à forma de abordagem do problema, quantitativa. Em relação aos objetivos foi caracterizada como uma pesquisa descritiva, em que abrangeu o uso de técnicas padronizadas de coleta de dados, questionário com características qualitativas. Nos procedimentos técnicos utilizou-se o estudo de caso cuja finalidade de fornecer um profundo e detalhado conhecimento da realidade delimitada. Gil (2002) Lakatos (2001) Yin (2005). A pesquisa foi realizada em uma rede de lojas do setor comercial, empresa familiar, que iniciou suas atividades em 1978, no interior do Paraná. A empresa possui cerca de 900 funcionários, e 59 lojas, sendo 57 distribuídas pelo Estado do Paraná, e duas em São Paulo. A escolha pela empresa se deu por ser uma rede de lojas, onde seu funcionamento é interligado e submetido às mesmas orientações gerenciais. Com a escolha da rede de lojas para a pesquisa, buscou-se reduzir as variáveis que impactariam na competitividade. Ou seja, a filosofia da 4

5 empresa, as diretrizes, as metas, a missão, a visão e valores estão integrados no planejamento estratégico. No treinamento e desenvolvimento, são disseminados às diversas lojas, áreas e níveis hierárquicos de forma homogênea, onde são envolvidos: diretoria, gerências dos diversos níveis, encarregados, vendedores das lojas da rede. Ocorre também, a busca pelas melhores práticas e troca de experiências entre as diversas lojas. Para que houvesse maior viabilidade na pesquisa e os resultados não tivessem qualquer tipo de interferência na separação das lojas, foi solicitado à empresa que estabelecesse o critério para separar as em dois grupos as mais e as menos competitivas. O critério escolhido pela empresa para avaliar competitividade foi lucro ou prejuízo operacional líquido, obtido através da receita operacional líquida, onde um dos grupos contemplou as mais competitivas, àquelas que possuem um lucro operacional líquido superior a 6% e o outro grupo, as menos competitivas, as lojas com lucro ou prejuízo operacional líquido inferior 6%. Para a coleta de dados foram convencionadas duas etapas, a primeira foi o teste piloto com o objetivo de testar e adequar o instrumento de recolha dos dados, para avaliar e existência das cinco disciplinas de Senge. Na segunda etapa, aplicar o questionário (escala de Likert de 6 pontos)contemplando 40 questões, 8 por disciplina. A pesquisa foi aplicada Encontro Gerencial Administrativo da rede de lojas dia 13/11/05, a todos os gerentes e encarregados de cada uma das 59 lojas da rede, perfazendo um total de 118 gestores, sendo que no grupo das lojas mais competitivas foram 24 lojas, com 48 questionários respondidos. Para o grupo de lojas menos competitivas, 28 lojas, com 56 de questionários respondidos e válidos. O terceiro grupo contemplou sete novas lojas, 14 questionários respondidos, que foram desconsiderados, pois as lojas possuíam menos de três meses de existência. Eyng (2006). 4. Resultados e discussão De posse do ranking das lojas e do critério pré-estabelecido pela empresa, onde o divisor entre as mais e menos competitivas foi o índice de 6% do lucro ou prejuízo operacional líquido, as lojas foram separadas em dois grupos: as mais competitivas (acima de 6%) e as menos competitivas (abaixo de 6%). Nos resultados dispostos na tabela e gráfico 1, são apresentadas as Cinco Disciplinas e os resultados obtidos nas lojas mais competitivas, em relação ao grau de concordância e discordância, através da freqüência e do índice percentual, evidenciando a intensidade em ocorrem em cada uma das cinco disciplinas. Podem ser observados resultados similares, sendo que as maiores freqüências e índices se concentram nas disciplinas, Aprendizagem em grupo e Pensamento sistêmico com uma freqüência de 5.2 que corresponde a um índice de 87% em relação à margem de segurança nessas duas disciplinas. Disciplinas da Aprendizagem Freqüência média Média Percentual Domínio Pessoal 83 Modelos Mentais 80 Visão Compartilhada 83 Aprendizagem em Grupo 87 Pensamento sistêmico 87 Fonte: próprio autor dados da pesquisa (2005) Tabela 1 Resultado geral das Cinco Disciplinas: Lojas mais competitivas 5

6 DISCIPLINAS DE PETER SENGE - Intensidade em que ocorrem - Lojas mais competitivas (resultado líquido acima de 6%) 5,3 4,9 Domínio Pessoal Modelos Mentais Visão Compartilhada Aprendizagem em Grupo Pensamento Sistêmico 4,7 4,6 Domínio Pessoal Modelos Mentais Visão Compartilhada Aprendizagem em Grupo Pensamento Sistêmico Gráfico 1 - Intensidade em que as Cinco Disciplinas ocorrem nas Lojas mais competitivas Nas disciplinas Domínio Pessoal e Visão Compartilhada com uma frequência de 5.0 o que equivale 83% na margem de segurança. E com uma frequência de 4.8 ou seja, um índice de 80% na margem de segurança, está a disciplina dos Modelos Mentais, sendo este o menor resultado e onde se apresenta a maior insegurança verificada entre os respondentes. A seguir são apresentados os resultados obtidos nas lojas menos competitivas, tabela e gráfico 2, os dados estão dipostos de acordo com a intensidade em ocorrem em cada uma das dsciplinas, demonstrados através da freqüência e do percentual. Pode ser observado abaixo que a maior freqüência e percentual se concentra na Aprendizagem em grupo com uma frequência de 5.2 que corresponde a um índice de 87% em relação à margem de segurança. Disciplinas da Aprendizagem Freqüência média Média Percentual Domínio Pessoal 85 Modelos Mentais 83 Visão Compartilhada 83 Aprendizagem em Grupo 87 Pensamento sistêmico 85 Fonte: próprio autor dados da pesquisa (2005) Tabela 2 Resultado geral das Cinco Disciplinas: Lojas menos competitivas DISPLINAS DE PETER SENGE - Intensidade em que ocorrem - Lojas menos competitivas (resultado líquido abaixo de 6%) 5,3 Domínio Pessoal Modelos Mentais Visão Compartilhada 4,9 Aprendizagem em Grupo Pensamento Sistêmico 4,7 4,6 Domínio Pessoal Modelos Mentais Visão Compartilhada Aprendizagem em Grupo Pensamento Sistêmico Gráfico 2 - Intensidade em que as Cinco Disciplinas ocorrem nas lojas menos competitivas Já os resultados são iguais para as disciplinas Domínio pessoal e Pensamento sistêmico, obeteve-se uma freqüência média de 5.1 (85%) na segurança das disciplinas. Apresentam igualdade nas disciplinas Modelos mentais e Visão compartilhada em que obteve-se uma freqüência média de 5.0, um percentual de 83%, sendo estes, os resultados mais baixos verificados no conjunto das Cinco Disciplinas para o grupo de lojas menos competitivas. Os resultados obtidos nas lojas mais e menos competitivas, são compilados no gráfico 3 de forma comparativa, onde é confrontada cada uma das disciplinas dos dois grupos pesquisados. Na disciplina Domínio pessoal, a freqüência ocorrida para as lojas mais competitivas foi de 5.0 (83%) e nas menos competitivas de 5.1 (85%) no nível de segurança. Nos Modelos mentais, freqüência é de 4.8 (80%) para lojas mais competitivas e nas menos competitivas é de 5.0 (85%). Na Visão compartilhada, frequência igual para os dois grupos pesquisados de 5.0 (83%). Na Aprendizagem em grupo, os resultados também são iguais, 5.2, ou seja, 87% 6

7 e no Pensamento sistêmico, nas as lojas mais competitivas freqüência de 5.2 (87%) e nas menos competitivas de 5.1 (85%). Existem similaridade nos resultados dos dois grupos de lojas da rede pesquisados.. 5,3 4,9 4,7 DISCIPLINAS DE PETER SENGE - Resultado geral por frequência - Lojas mais e menos Competitivas 4,6 Domínio Pessoal Modelos Mentais Visão Compartilhada Aprendizagem em Mais Competitivas Grupo Menos Competitivas Pensamento Sistêmico Gráfico 3 - Disciplinas Aprendizagem - Resultado Geral Comparativo - Intensidade por freqüência A síntese geral dos resultados reune os dados unificando as Cinco Disciplinas no que se refere à freqüência, média geral e respectivos índices percentuais e desvios padrão (tabela 3), das disciplinas com um todo, tanto nas lojas mais como para as menos competitivas. Obteve-se: FREQUÊNCIA Média geral (%) Média geral DESVIO PADRÃO Média geral DISCIPLINAS DE PETER SENGE Lojas mais competitivas - acima de 6% 84 0,9 Lojas menos competitivas - abaixo de 6% 85 1,1 Fonte: dados da pesquisa (2005) Tabela 3 - Média Geral das Cinco Disciplinas da Aprendizagem - Lojas mais e menos competitivas Nas lojas mais competitivas, o resultado médio englobando as Cinco Disciplinas totalizou com uma frequência de 5.0, ou seja, um percentual de 84% no nível segurança em relação às Disciplinas da Aprendizagem de Senge, sendo que o desvio padrão foi de 0,9, que se relaciona a um grau de dispersão de 1,1% em relação à média dos dados. Nas lojas menos competitivas a frequência foi de 5.1, que corresponde a 85% no nível de segurança, com um desvio padrão verificado 1,1 e um grau de dispersão de 1,3% em relação à média dos dados. 5. Considerações finais Os resultados da pesquisa com os gerentes e encarregados da rede de lojas do setor comercial, tanto nas lojas consideradas mais como nas menos competitivas, sugerem a existência de um ambiente propício e aberto às práticas de aprendizagem. Foi possível diagnosticar, através dos dados expostos, que as disciplinas estão presentes nos respondentes, os resultados expostos evidenciam que os gestores apresentam comportamentos que identificam a existência das Cinco Disciplinas de Senge e as praticam no seu dia-a-dia em maior ou menor grau. Os resultados dão evidências claras de similaridades, nos resultados apresentados nos dois grupos pesquisados, sendo que a média geral das disciplinas em relação ao grau de segurança foi de 84% para as lojas mais competitivas e de 85% para as lojas menos competitivas. Estes resultados levam a crer que isso ocorre em decorrência dos esforços da empresa que são concentrados no sentido da integralizar seu funcionamento, que é interligado e submetido às mesmas orientações gerenciais. O índice de segurança apresentados nas disciplinas Aprendizagem em grupo (87%) e Visão compartilhada (83%), é exatamente igual, tanto para as lojas mais como para as menos competitivas. Na disciplina Pensamento sistêmico diferem em 2% a maior para as lojas mais competitivas. Já na disciplina Domínio pessoal diferem em dois pontos percentuais, só que a maior para as lojas menos competitivas. E na disciplina dos Modelos mentais, a que apresenta o maior índice de insegurança para os dois grupos pesquisados, o resultado difere em 3 pontos 7

8 percentuais, 80% nas lojas mais competitivas e de 83% nas menos competitivas. A similaridade dos resultados expostos se justifica pelo fato que os esforços são centrados na empresa como um todo. Esforços estes que vão desde a filosofia, diretrizes, objetivos organizacionais, metas, missão, visão e valores estão integrados no planejamento estratégico. No que se refere ao impacto das cinco disciplinas de Peter Senge na competitividade de cada uma das lojas da rede comercial, através dos resultados observou-se que para esta pesquisa as Disciplinas da Aprendizagem de Senge, não têm relação direta nos resultados obtidos em cada uma das lojas da rede, pois não foram apresentadas diferenças significativas de que a existência dos princípios de Senge nos grupos pesquisados possa ter relação ou que influenciem nos resultados atingidos nas lojas e os dados expostos evidenciam claramente similaridades, tanto nas lojas classificadas como mais quanto nas menos competitivas. Desta forma, a hipótese de que a existência das Cinco Disciplinas de Senge no perfil dos líderes tem influência no lucro líquido da empresa, não foi confirmada para este grupo estudado, ou seja, não existe correlação entre a existência das cinco disciplinas e a competitividade na rede de lojas pesquisada. Conclui-se ainda, apesar do estudo oferecer algumas limitações, no que se referem à competitividade, critérios adotados pela empresa na separação das lojas, procurou-se reduzir ao máximo as variáveis para oferecer maior confiabilidade nos resultados e desta forma que se considera cumprido os objetivos propostos na pesquisa. Bibliográfia ACATE - Associação Catarinense de Empresas de tecnologia. Competitividade. <http://www.acate.com.br> Acesso em 05/11/2005. ARGYRIS C. Aprendizado de 2 voltas. HSM Management. n.17, nov. /dez BRAGA, H. R. Demonstrações contábeis: estrutura, análise e interpretação. São Paulo: Atlas, p. CARVALHO M.; LAURINDO F. Estratégias para a competitividade. São Paulo: Futura, EYNG, I. S. et. al. Learning Organizations: a diagnosis of use. Publicatio UEPG, Ano 13 n. 2 dez EYNG, I. S. O impacto das cinco disciplinas de Peter Ssenge na competitividade da empresa:o caso Mercadomóveis Dissertação de Mestrado UTFPR, 24ª defesa 12 maio FLEURY A.; FLEURY M. T. Aprendizagem e Inovação Organizacional: as experiências de Japão, Coréia e Brasil. S. Paulo: Atlas, GARVIN, D. A. et al. Learning organization: aprender a aprender. HSM Management, v. 4, n. 9, p , jul./ago GIL, A. C. Como elaborar Projetos de Pesquisa; São Paulo: Atlas, HOPE J.; HOPE T. Competindo na terceira onda: os 10 mandamentos da era da informação. Rio de Janeiro: Campus, KOLB, D. A. in STARKEY, K. Como as Organizações Aprendem - relatos do sucesso das grandes empresas. São Paulo: Futura, LAKATOS, E. M. Fundamentos de metodologia científica. 4. ed. São Paulo: Atlas, MARION, J. C. Contabilidade Empresarial.e Análise das Demonstrações Contábeis. São Paulo: Atlas, 2000 e REIS, Dálcio R. Gestão da Inovação Tecnológica. Barueri, SP: Manole: RIBAULT, J. M. et. al. A Gestão das Tecnologias. Lisboa: Publicações Dom Quixote, SANTOS FILHO, H. Desenvolvendo um laboratório de cultura e aprendizagem organizacional. XXIV Encontro Nac. de Eng. de Produção - Florianópolis, SC, Brasil, 03 a 05 de nov de

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