Exames Radiográficos de Coluna: Abordagem, Incidências e Posicionamentos do Usuário

Save this PDF as:
 WORD  PNG  TXT  JPG

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "Exames Radiográficos de Coluna: Abordagem, Incidências e Posicionamentos do Usuário"

Transcrição

1 Exames Radiográficos de Coluna: Abordagem, Incidências e Posicionamentos do Usuário Marinei do Rocio Pacheco dos Santos 1 1 Considerações Iniciais As radiografias da coluna são realizadas para diagnosticar alterações da coluna vertebral. São importantes para diagnósticos de lesões por traumas, uma vez que protegem a estrutura nervosa periférica e também para investigações de patologias como tumores e malformações como a escoliose congênita. Para um correto posicionamento, o profissional técnico em radiologia deve centralizar e alinhar o usuário conforme a recomendação fornecida em cada uma das incidências e posicionar o centro geométrico do feixe colimado (ou ponto central) coincidindo com o centro do receptor de imagens (RI) 2 Abordagem ao Usuário Após receber a requisição do exame, o técnico em radiologia deverá organizar a sala e todos os objetos que serão utilizados na sua execução. Em seguida, ele deverá chamar o usuário pelo nome completo e certificar-se de que é realmente a pessoa que irá realizar o procedimento, pois ainda são relativamente comuns situações de homônimos e trocas de exames. Todos os usuários devem ser tratados de forma cordial e serem informados sobre os procedimentos que serão realizados. A anamnese faz parte do processo inicial. Ela consiste em um conjunto de perguntas pré-definidas que permitirão ao técnico e ao médico radiologista saber o motivo do exame, se o paciente já sofreu alguma cirurgia na região de interesse, se ocorreu queda recente ou algum trauma, entre outras questões relevantes para o exame - que irão gerar informações importantes para os profissionais envolvidos na execução e laudo do exame. 1 Tecnóloga em Radiologia e Mestre em Engenharia Biomédica, ambos pela Universidade Tecnológica Federal do Paraná. Professora e Coordenadora do Curso Técnico em Radiologia do Instituto Federal do Paraná. 1

2 A próxima etapa é orientar o usuário a retirar quaisquer objetos radiopacos que possam formar artefatos na imagem, como por exemplo, correntes, escapulários, prender os cabelos longos para fora da região de colimação, roupas espessas e/ou com botões ou sutiã e vestir-se com a vestimenta oferecida pelo técnico em radiologia, que consiste em um avental fornecido pelo serviço de radiologia. É obrigação do profissional técnico em radiologia fornecer ao usuário todos os equipamentos de proteção individual (EPIs) necessários - que não interfiram na formação da imagem. Usuária, ou acompanhante, em idade fértil, deve obrigatoriamente ser questionada se está grávida, por razões de proteção radiológica. Sendo confirmada a gestação é fundamental investigar a real necessidade de executar a radiografia. Em caso de acompanhante, a mesma deverá ser substituída por outra pessoa. Em quaisquer casos onde gestantes precisem ser expostas aos Raios X, com anuência do médico, obrigatoriamente deverão fazer uso de todos os EPIs radiológicos. 3 Características para a execução do exame As radiografias apresentam informações de objetos tridimensionais em um plano bidimensional, portanto, é comum utilizar no mínimo duas incidências diferentes para o estudo adequado da estrutura. Por exemplo, em posição anteroposterior ou posteroanterior e em lateral. A escolha correta de tais incidências é feita de acordo com as condições do usuário. Para formar imagens de qualidade, é fundamental que o técnico em radiologia instrua corretamente o usuário sobre a respiração durante a exposição aos Raios X. Cada posicionamento/incidência descreve o método correto de respiração a ser aplicado para essa finalidade. A coluna vertebral é subdividida em: Cervical Torácica ou Dorsal Lombar Sacro-cóccix 2

3 As incidências para obter imagens radiográficas de coluna cervical são: AP transoral C1-C2; axial AP da coluna cervical; lateral da coluna cervical; oblíquas da coluna cervical (OAD, OAE, APD e OPE); incidências em hiperextensão e hiperflexão da coluna cervical. A transição entre a coluna cervical e torácica é estudada por meio da incidência em lateral para transição cervicotorácica (posição do nadador). Os exames da coluna torácica são feitos por meio das incidências: AP; lateral e oblíqua (anterior e posterior) da coluna torácica. Os exames radiográficos da coluna lombar incluem as incidências: AP; lateral; oblíquas anteriores e posteriores da coluna lombar (OAD, OAE, APD e OPE); incidências lateral L5-S1 e axial AP da coluna lombar L5-S1. A rotina para escoliose e fusão vertebral inclui as incidências: PA da coluna torácica e lombar para escoliose; lateral da coluna torácica e lombar para escoliose; AP da coluna torácica e lombar usando o Método de Ferguson para escoliose; incidências AP/PA da coluna com inclinação para direita e esquerda; incidências laterais da coluna em hiperextensão e hiperflexão para fusão vertebral. Há também exames radiográficos para sacro e cóccix. As incidências para essas regiões são: axial AP de sacro; 3

4 lateral do sacro e cóccix e incidência axial AP de cóccix. 3.1 Exames Radiográficos da Coluna Cervical A porção da coluna chamada de cervical é composta por sete vértebras, entre elas atlas, axis e C7 com o seu processo espinhoso proeminente (vértebra proeminente). Traumas na coluna cervical são de bastante importância clínica, pois as lesões originárias desses traumas podem comprometer de forma significativa a qualidade de vida da pessoa que sofreu esse dano. Portanto, o diagnóstico esperado para cada caso se inicia com a correta execução dos exames radiológicos dessa região. - Incidência AP transoral C1-C2 Uma imagem adequada da incidência AP transoral C1-C2 deve permitir o estudo do processo odontoide; das articulações zigapofizarias entre C1 e C2; o corpo vertebral e processo espinhoso de C2 e, por fim, as massas laterais de C1. Para realizar a incidência AP de C1-C2 com feixes de Raios X transoral o usuário deve ficar em decúbito dorsal ou em ortostase e permanecer com a boca aberta durante a exposição. Certificar-se para que a cabeça esteja alinhada com o eixo longitudinal do receptor de imagem, sem rotação e que todo o corpo do usuário permaneça centralizado com a linha média da mesa. Traçar uma linha imaginária que passe pela porção inferior base do crânio 1 cm abaixo da mastoide e que seja perpendicular ao receptor de imagem. Os feixes de Raios X devem incidir perpendicularmente ao receptor de imagem, com uma distância foco-receptor de imagem de 1 m; o ponto central deve coincidir com o centro do receptor de imagem e estar no centro da boca quando esta estiver aberta. Colimar de forma precisa somente a região de interesse (Figura 1). A forma correta de abrir a boca do usuário é, após posicionar sua cabeça, mover somente a mandíbula, permanecendo com o restante da estrutura imóvel. Para 4

5 auxiliar em uma correta incidência o usuário deve procurar abaixar a língua - afastando-a da região de interesse. Para isso, é indicado que ele pronuncie ah quando houver a exposição aos Raios X. O técnico em radiologia deve orientar o usuário para interromper a respiração durante a exposição. Obs: Por ser esta uma posição desconfortável, a boca deve ser a última a ser posicionada (aberta), rapidamente acertando o feixe central. Figura 1: Incidência AP transoral C1-C2 - Incidência axial AP da coluna cervical A radiografia da incidência axial AP da coluna cervical auxilia no estudo das vértebras de C3 a T2 seus processos espinhosos, espaços intervertebrais, pedículos e corpos de cada vértebra. O usuário pode estar em AP em ortostase ou em decúbito dorsal, centralizado com o eixo longitudinal do receptor de imagem, com os braços para baixo. Elevar a cabeça de modo que uma linha que passe entre a base do crânio e o plano de oclusão seja perpendicular ao receptor de imagem, para afastar a mandíbula da região de interesse. O feixe central deve coincidir com o centro do receptor de imagem, que deve estar na altura de C4. A parte superior da colimação deve estar na mastoide. 5

6 Os feixes de Raios X devem incidir angulados cefalicamente entre 15º e 20º, com uma distância foco-receptor de imagem de 1 m, colimando somente a região de interesse (Figura 2). Obs: instruir o usuário a interromper a respiração e a não deglutir durante a exposição. Figura 2: Incidência axial AP da coluna cervical A radiografia com feixes axiais cefálicos dessa região permite o estudo da coluna, de C3 a T2, com os espaços dos discos intervertebrais abertos, mostrando os corpos vertebrais, os pedículos e os processos espinhosos. - Incidência lateral da coluna cervical A incidência lateral da coluna cervical permite estudar desde o processo odontoide até a transição cervicotorácica. As articulações intervertebrais, os processos espinhosos, os corpos vertebrais, as articulações zigapofizárias, os espaços articulares e os pilares articulares. 6

7 Para realizar a incidência lateral da coluna cervical o usuário deve estar em ortostase, posicionado lateralmente em relação ao receptor de imagem. A linha mediocoronal deve estar alinhada e centralizada com o eixo longitudinal do receptor de imagem. Elevar o queixo, retirando-o da área a ser exposta e abaixar os ombros o máximo possível. O feixe central deve coincidir com o centro do receptor de imagem e incidir entre C4 e C5. Colimar nas bordas cutâneas, incluindo 3 cm acima do meato acústico externo (MAE). Os feixes de Raios X devem incidir perpendicularmente ao receptor de imagem e com uma distância foco-receptor de imagem de 1,8 m. O técnico em radiologia deve instruir o usuário para que a exposição se dê em completa expiração (Figura 3). Figura 3: Incidência lateral da coluna cervical - Incidências oblíquas PA ou AP da coluna cervical (OAD, OAE, APD e OPE) Uma imagem adequada da incidência oblíquas PA ou AP da coluna cervical permite o estudo desde C1 até C7, seus forames intervertebrais, pedículos e espaços intervertebrais. Para realizar uma das incidências oblíquas da coluna cervical (OAD, OAE, APD e OPE) o técnico em radiologia deve prosseguir da seguinte forma: 7

8 Oblíquas anteriores: O usuário deve permanecer em ortostase, em oblíqua anterior (direita ou esquerda), com corpo angulado em 45º em relação ao receptor de imagem, estendendo o queixo, sem elevá-lo demais para evitar sobreposições. Os feixes de Raios X devem incidir em axial, podalicamente, entre 15º a 20º. O feixe central deve coincidir com o centro do receptor de imagem e incidir na altura de C4. A distância foco receptor de imagem deve estar entre 1,5 m e 1,8 m e a colimação deve contemplar somente a área de interesse. Oblíquas posteriores: O usuário deve permanecer em ortostase, em oblíqua posterior (direita ou esquerda), com corpo angulado em 45º em relação ao receptor de imagem, estendendo o queixo, sem elevá-lo demais para evitar sobreposições. Os feixes de Raios X devem incidir em axial, cefalicamente, entre 15º a 20º. O feixe central deve coincidir com o centro do receptor de imagem e incidir na altura de C4. A distância foco-receptor de imagem deve estar entre 1,5 m e 1,8 m e a colimação deve contemplar somente a área de interesse (Figura 4). Em todas as possíveis incidências, o usuário deve ser instruído a interromper a respiração. Obs: É preferível usar as incidências em obliquas anteriores, pois a dose na região de tireoide é menor quando comparada às obliquas posteriores. 8

9 Figura 4: Incidência oblíquas PA da coluna cervical - Incidências: lateral em hiperextensão e hiperflexão da coluna cervical Radiografias da coluna cervical lateral em hiperflexão e em hiperextensão permitem um estudo funcional dos movimentos ou da ausência deles nessa região. Os processos espinhosos se devem mostrar separados na incidência em hiperflexão e muito próximos na incidência em hiperextensão. Em ambos os casos, os ramos da mandíbula devem aparecer superpostos - o que garante o correto posicionamento de ambas as incidências. Certificar-se de que não há trauma na coluna cervical antes de iniciar essas incidências. Para as incidências em hiperextensão e hiperflexão da coluna cervical, o usuário deve estar em ortostase, com os braços ao longo do corpo, posicionado lateralmente em relação ao receptor de imagem e com os ombros abaixados. A linha mediocoronal deve estar alinhada e centralizada com o eixo longitudinal do receptor de imagem. O ponto central deve coincidir com o centro do receptor de imagem e incidir em C4. A distância foco-receptor de imagem usada deve estar entre 1,5 m e 1,8 m, colimando de forma a incluir toda a coluna cervical. 9

10 Para realizar as incidências em hiperextensão ou hiperflexão, que são complementares, o técnico em radiologia deve proceder da seguinte forma: Hiperflexão: Abaixar o queixo, projetando-o ao máximo para frente, sem que o corpo do usuário se mova para frente (Figura 5a). Hiperextensão: Elevar a cabeça e o queixo o máximo possível para trás, sem que o corpo do usuário se projete para frente (Figura 5b). Em ambas as incidências o técnico em radiologia deve instruir o usuário a interromper a respiração em expiração total. Figura 5a: Hiperflexão da coluna cervical. Figuras 5b: Hiperextensão da coluna cervical. - Incidência em lateral para transição cervicotorácica (posição do nadador) A incidência em lateral para transição cervicotorácica é usada para estudo das vértebras entre C4 e T3, principalmente se a C7 for de difícil visualização em outras incidências. Permite visibilizar os corpos vertebrais, as articulações zigapofizárias e os espaços intervertebrais dessas vértebras. 10

11 Para a incidência em lateral para transição cervicotorácica o usuário deve estar em ortostase ou em decúbito dorsal com raios horizontais, posicionado lateralmente em relação ao receptor de imagem. A linha mediocoronal deve estar alinhada e centralizada com o eixo longitudinal do receptor de imagem. O braço do lado mais próximo do receptor de imagem deve ser elevado, fletido e acomodado de forma a não se sobrepor na formação da imagem. O contralateral deve ficar ao lado do corpo, tracionado para baixo. O feixe central deve coincidir com o centro do receptor de imagem e incidir em T1. A distância foco-receptor de imagem usada deve estar entre 1,5 m e 1,8 m, com feixes de Raios X perpendiculares ao receptor de imagem, colimando de forma que a parte superior da colimação esteja 1 cm abaixo do meato acústico externo (MAE). Em ambas as incidências o técnico em radiologia deve instruir o usuário a interromper a respiração em expiração total (Figura 6). Obs: Incidência realizada quando não for possível a visualização de C7-T1 na incidência lateral da coluna cervical. Figura 6 - Incidência em lateral para transição cervicotorácica. 3.2 Exames Radiográficos da Coluna Torácica 11

12 A coluna torácica está na região dorsal da caixa torácica. É constituída por doze vértebras que se articulam com a porção posterior dos arcos costais. Por causa dessas articulações com os arcos costais a coluna torácica se apresenta com movimentos limitados, quando comparada ao restante da coluna vertebral. Podem ser estudadas malformações, desvios posturais e tumores ósseos, entre outros. - Incidência AP de coluna torácica Uma imagem adequada da incidência AP de coluna torácica permite o estudo dos corpos vertebrais de C7 a L1, os espaços articulares entre elas, as articulações costovertebrais, os processos espinhosos e transversos, as distâncias entre os pedículos e as costelas posteriores. Para realizar a incidência AP da coluna torácica o usuário deve ficar em decúbito dorsal, com a cabeça orientada para a região anódica da mesa. Centralizar o usuário com o eixo longitudinal do receptor de imagem com os braços para baixo e joelhos fletidos, certificando-se de que não haja rotação alguma do corpo, para garantir o correto posicionamento. O feixe central deve coincidir com o centro do receptor de imagem e incidir em T7. Os feixes de Raios X devem incidir perpendicularmente, com uma distância foco-receptor de imagem de 1 m, colimando somente a região de interesse - incluindo C7 e L1 na imagem (Figura 7). Obs: instruir o usuário a interromper a respiração em expiração. 12

13 Figura 7: Incidência AP de coluna torácica - Incidência lateral da coluna torácica Um correto posicionamento para a incidência lateral da coluna torácica mostra os corpos vertebrais torácicos, os espaços articulares entre elas e os forames intervertebrais, omitindo as vértebras T1 a T3 devido à superposição dos ombros. Para realizar a incidência lateral da coluna cervical o usuário deve estar em decúbito lateral esquerdo, com os joelhos fletidos e a cabeça sobre um travesseiro, para assegurar o correto posicionamento, em lateral com o receptor de imagem. Colocar apoio na região da cintura para que toda a coluna torácica permaneça paralela em relação ao receptor de imagem. Fletir quadris e cotovelos para garantir estabilidade durante a exposição. A linha mediocoronal deve estar alinhada com o eixo longitudinal do receptor de imagem e o centro do eixo longitudinal da coluna torácica deve estar centralizado com a linha média da mesa. O ponto central deve coincidir com o centro do receptor de imagem e incidir em T7. Colimar com um campo de até 15 cm de largura 13

14 incluindo as vértebras entre C7 e L1. Os feixes de Raios X devem incidir perpendicularmente ao receptor de imagem e com uma distância foco-receptor de imagem de 1 m (Figura 8). O técnico em radiologia deve instruir o usuário para que a exposição se dê em completa expiração ou utilizando a técnica respiratória, que consiste em respirar de forma curta e rápida, para causar borramento das costelas. Figura 8: Incidência lateral da coluna torácica - Incidências oblíquas da coluna torácica (OAD, OAE, APD e OPE) As incidências oblíquas da coluna torácica são usadas para estudo das articulações zigapofizárias. Para realizar uma das incidências oblíquas da coluna torácica (OAD, OAE, APD e OPE) o técnico em radiologia deve proceder da seguinte forma: Oblíquas anteriores: O usuário deve permanecer em decúbito lateral, com a cabeça sobre um travesseiro em oblíqua anterior (direita ou esquerda), com corpo angulado em 70º anteriormente 14

15 em relação ao receptor de imagem, (ou em 20º em relação ao plano perpendicular ao RI). O braço mais longe do receptor de imagem deve ser afastado para frente e para cima e o braço oposto deve ficar para baixo e para trás. Fletir quadris, joelhos e braços para garantir estabilidade ao posicionamento. Centralizar a coluna torácica em relação à linha média da mesa. Os feixes de Raios X devem incidir perpendicularmente. O ponto central deve coincidir com o centro do receptor de imagem e incidir na altura de T7. A distância foco-receptor de imagem deve ser de 1 m e a colimação deve contemplar somente a área de interesse, com a porção superior da colimação 3 cm acima dos ombros (Figura 9). Figura 9: Incidência oblíqua anterior da coluna torácica. Oblíquas posteriores: O usuário deve permanecer em decúbito lateral, com a cabeça sobre um travesseiro em oblíqua posterior (direita ou esquerda), com corpo angulado em 70º posteriormente em relação ao receptor de imagem, (ou em 20º em relação ao plano perpendicular ao receptor de imagem). O braço mais longe do receptor de imagem deve ser afastado para baixo e para trás e o braço oposto deve ficar para cima e para frente. Fletir quadris, joelhos e braços para garantir estabilidade ao posicionamento. Centralizar a coluna torácica em relação à linha média da mesa. Os feixes de Raios X devem incidir perpendicularmente. O feixe central deve coincidir com o centro do receptor de imagem e incidir na altura de T7. A distância 15

16 foco-receptor de imagem deve ser de 1 m e a colimação deve contemplar somente a área de interesse, com a porção superior da colimação 3 cm acima dos ombros. Em todas as possíveis incidências, o usuário deve ser instruído a interromper a respiração em expiração total. 3.3 Exames Radiográficos da Coluna Lombar A coluna lombar é formada pelas cinco vértebras e tem a função de sustentar o peso de toda a região superior a ela; portanto, possui corpos vertebrais bastante desenvolvidos, quando comparadas às vértebras cervicais e torácicas. É na região entre L1 e L2 que termina o cone medular. A coluna lombar pode apresentar malformações como escoliose congênita, deformidades como cifose e hiperlordose, hérnias discais, osteopenia e osteoporose, entre outras. - Incidência AP de coluna lombar Uma imagem adequada da incidência AP de coluna lombar deve permitir o estudo dos corpos vertebrais, dos processos espinhosos e transversos, das articulações intervertebrais e sacroilíacas, das lâminas e a transição entre L5 e S1. Para realizar a incidência AP da coluna lombar, o usuário deve ficar em decúbito dorsal, com a cabeça orientada para a região anódica da mesa, centralizada com o eixo longitudinal do receptor de imagem - na linha média da mesa - e com os braços para cima, sobre o tórax. Joelhos fletidos, certificando-se de que não haja rotação alguma do corpo, para garantir o correto posicionamento. O feixe central deve coincidir com o centro do receptor de imagem. Os feixes de Raios X devem incidir perpendicularmente, com uma distância foco-receptor de imagem de 1 m, colimando os quatro lados, contemplando toda a coluna torácica (Figura 10). Obs: instruir o usuário a interromper a respiração em expiração. 16

17 Figura 10 - Incidência AP de coluna lombar - Incidência lateral da coluna lombar Um correto posicionamento para a incidência lateral da coluna lombar permite a visualização dos pedículos, dos corpos vertebrais, dos processos espinhosos e articulares, das articulações e forames intervertebrais, L5-S1 e sacro. Para realizar a incidência lateral da coluna lombar, o usuário deve estar em decúbito lateral esquerdo, com os joelhos e quadris fletidos. A cabeça deve repousar sobre um travesseiro, em lateral com o receptor de imagem. Colocar suportes na região da cintura, entre os joelhos e sob o joelho em contato com a mesa para que toda a coluna lombar permaneça paralela em relação ao receptor de imagem. Tanto pelve quanto o tronco devem estar em lateral verdadeira. O centro do eixo longitudinal da coluna lombar deve estar centralizado com a linha média da mesa. O feixe central deve coincidir com o centro do receptor de imagem e incidir em L4. Colimar as bordas laterais incluindo todas as cinco vértebras lombares. Os feixes de Raios X devem incidir perpendicularmente ao receptor de imagem e com uma distância foco receptor de imagem de 1 m. O técnico em radiologia deve instruir o usuário para que a exposição se dê em completa expiração. 17

18 Figura 11 - Incidência lateral da coluna lombar - Incidências oblíquas da coluna lombar (OAD, OAE, APD e OPE) As incidências oblíquas da coluna lombar são usadas para estudo das articulações zigapofizárias. São feitas imagens em oblíquas - direita e esquerda. Para realizar uma das incidências oblíquas da coluna lombar (OAD, OAE, APD e OPE), o técnico em radiologia deve prosseguir da seguinte forma: Oblíquas anteriores: O usuário deve permanecer com a cabeça sobre um travesseiro em oblíqua anterior (direita ou esquerda), com corpo angulado em 45º em relação ao receptor de imagem. O braço mais longe do receptor de imagem deve ser afastado para frente e para cima e o braço oposto deve ficar para baixo e para trás. Fletir quadris, joelhos e braços e usar apoios radiotransparentes para garantir estabilidade ao posicionamento. Centralizar a coluna lombar em relação à linha média da mesa. Os feixes de Raios X devem incidir perpendicularmente ao feixe central e devem coincidir com o centro do receptor de imagem, incidir na altura de L3, a 4 cm acima da crista ilíaca e a 4 cm acima da linha média do usuário. A distância foco-receptor 18

19 de imagem deve ser de 1 m e a colimação deve contemplar somente a área de interesse (Figura 12). Figura 12 Incidência oblíqua anterior da coluna lombar. Oblíquas posteriores: O usuário deve permanecer com a cabeça sobre um travesseiro em oblíqua posterior (direita ou esquerda), com corpo angulado em 45º em relação ao receptor de imagem. Os braços devem estar elevados e fora da área de colimação/exposição. Fletir quadris, joelhos e braços e usar apoios radiotransparentes para garantir estabilidade ao posicionamento. Centralizar a coluna lombar em relação à linha média da mesa. Os feixes de Raios X devem incidir perpendicularmente. O ponto central deve coincidir com o centro do receptor de imagem, incidir na altura de L3, a 4 cm acima da crista ilíaca e a 4 cm acima da linha média do usuário. A distância foco-receptor de imagem deve ser de 1 m e a colimação deve contemplar somente a área de interesse. Em todas as possíveis incidências o usuário deve ser instruído a interromper a respiração. - Incidência lateral da coluna lombar L5-S1 (Spot) 19

20 A radiografia da incidência lateral da coluna lombar L5-S1 permite o estudo dessa importante articulação em posição lateral, para investigação de hérnia de disco e espondilolistese, entre outras. Para realizar a incidência lateral da coluna lombar, o usuário deve estar em decúbito lateral esquerdo, com os joelhos e quadris fletidos. A cabeça deve repousar sobre um travesseiro, em lateral com o receptor de imagem. Colocar suportes na região da cintura, entre os joelhos e sob o joelho em contato com a mesa para que toda a coluna lombossacra permaneça paralela em relação ao receptor de imagem. Tanto pelve quanto o tronco devem estar em lateral verdadeira. O centro do eixo longitudinal da coluna lombossacra deve estar centralizado com a linha média da mesa. O ponto central deve coincidir com o centro do receptor de imagem e incidir na transição L5-S1, isto é, 4 cm abaixo da crista ilíaca. Colimar as bordas laterais incluindo L4 e toda a S1. Os feixes de Raios X devem incidir perpendicularmente ao receptor de imagem e com uma distância foco-receptor de imagem de 1 metro (Figura 13). O técnico em radiologia deve instruir o usuário a interromper a respiração durante a exposição. Figura 13 - Incidência lateral da coluna lombar L5-S1 20

21 - Incidência axial AP da coluna lombar L5-S1 A incidência axial AP da coluna lombar L5-S1 é usada para estudo do espaço articular entre L5 e S1 e as articulações sacroilíacas. O usuário deve estar decúbito dorsal, centralizado com o eixo longitudinal do receptor de imagem e com os braços fletidos sobre o tórax. Acomodar a cabeça em um travesseiro e posicionar apoio radiotransparente sob os joelhos estendidos, certificando-se que não há rotação. O feixe central deve coincidir com o centro do receptor de imagem, que deve estar em um ponto médio entre as EIAS. Os feixes de Raios X devem incidir angulados cefalicamente entre 30º (para homens) e 35º (para mulheres) e, com uma distância foco-receptor de imagem de 1 metro, colimando somente a região de interesse (Figura 14). Obs: instruir o usuário a interromper a respiração durante a exposição aos Raios X. Figura 14 - Incidência axial AP da coluna lombar L5-S Exames radiográficos da coluna lombar rotina para escoliose e fusão vertebral 21

22 A deformação morfológica com desvio para um dos lados da coluna vertebral é chamada de escoliose. Podem ocorrer nas regiões cervicotorácicas, torácicas, toracolombares, lombares e lombossacrais. O estudo dessa deformação pode ser realizado por meio de exames radiográficos para essa finalidade. A fusão vertebral é a união de duas ou mais vértebras da coluna e que em geral esta associada à escoliose ou outro desvio morfológico. - Incidência PA da coluna torácica e lombar para escoliose A radiografia da incidência PA da coluna torácica e lombar para escoliose permite o estudo da curvatura anormal para a lateral, na coluna vertebral. O usuário deve ficar em ortostase, em posteroanterior e centralizado em relação ao receptor de imagem, com os pés paralelos e seu peso distribuído entre eles e os braços ao longo do corpo. Certificar-se de que não haja rotação alguma. O ponto central deve coincidir com o centro do receptor de imagem. Utilizar toda a extensão do receptor de imagem, cuja borda inferior deve estar a 5 cm abaixo da crista ilíaca, de modo a expor toda a coluna torácica e lombar na incidência. A distância focoreceptor de imagem deve estar entre 1,5 m e a colimação deve contemplar somente a região de interesse. O usuário deve ser instruído a interromper a respiração durante a exposição (Figura 15). Obs: A rotina para escoliose geralmente inclui duas incidências em AP, sendo uma em ortostase e outra em decúbito. 22

23 Figura 15 - Incidência PA da coluna torácica e lombar para escoliose - Incidência lateral da coluna torácica e lombar para escoliose A incidência lateral da coluna torácica e lombar para escoliose é usada para estudo do grau de lordose ou cifose e de possível deslocamento vertebral. Ela deve estar o mais próximo possível de uma lateral verdadeira e demonstrar possíveis graus de lordose, cifose ou espondilolistese. Para realizar a incidência lateral da coluna lombar o usuário deve estar em ortostase, em lateral verdadeira em relação ao receptor de imagem, sendo que o lado convexo da escoliose deve estar mais próximo ao receptor de imagem. Elevar os braços, fletindo os cotovelos acima da cabeça. O centro do eixo longitudinal da coluna deve estar alinhado com o receptor de imagem. O feixe central deve coincidir com o centro do receptor de imagem. Utilizar toda a extensão do receptor de imagem, sendo nesse caso o tamanho 35 x 96 cm, ou maior, cuja borda inferior deve estar a 5 cm abaixo da crista ilíaca, de modo a expor toda a coluna torácica e lombar na incidência. A distância foco-receptor de imagem deve estar entre 1,5 m e a colimação deve contemplar somente a região de interesse (Figura 16). O técnico em radiologia deve instruir o usuário a interromper a respiração durante a exposição. 23

24 Figura 16 - Incidência lateral da coluna torácica e lombar para escoliose. - Incidências AP da coluna Método de Ferguson para escoliose As radiografias em incidência AP das colunas torácica e lombar usando o Método de Ferguson permitem o estudo das curvas deformante e compensatória dessa região. Um correto posicionamento inclui todas as vértebras torácicas e lombares. Para realizar as incidências PA de torácica e lombar o técnico em radiologia deve proceder da seguinte forma: Radiografia 1 - Posicionar o usuário em ortostase, em AP, com braços ao lado do corpo, alinhando-o e centralizando-o em relação ao receptor de imagem, sem rotações. O feixe central deve coincidir com o centro do receptor de imagem. Utilizar toda a extensão do receptor de imagem, cuja borda inferior deve estar a 5 cm abaixo da crista ilíaca, de modo a expor toda a coluna torácica e lombar na incidência. A distância foco-receptor de imagem deve estar entre 1,5 m e 1,8 m e a colimação deve contemplar somente a região de interesse (Figura 17). Essa primeira imagem serve para identificar o lado convexo da escoliose. 24

25 Figura 17 - Incidências AP da coluna Método de Ferguson para escoliose. Radiografia 2 - Posicionar o usuário em ortostase, em AP, com braços ao lado do corpo, alinhando-o e centralizando-o em relação ao receptor de imagem, sem rotações. Posicionar um apoio sob o pé que está no lado convexo da curva de escoliose, para elevação do mesmo. O ponto central deve coincidir com o centro do receptor de imagem. Utilizar toda a extensão do receptor de imagem, cuja borda inferior deve estar a 5 cm abaixo da crista ilíaca, de modo a expor toda a coluna torácica e lombar na incidência (Figura 17 e Figura 18). A distância foco-receptor de imagem deve estar entre 1,5 m e 1,8 m e a colimação deve contemplar somente a região de interesse. Obs: O usuário deve ser instruído a interromper a respiração durante a exposição. 25

26 Figura 18 Detalhe do apoio nos pés para incidência de Ferguson - Incidências AP da coluna com inclinação para direita e esquerda rotina para fusão vertebral As radiografias em AP com inclinações para direita e esquerda permitem o correto estudo para avaliações da amplitude do movimento da coluna. Todas as vértebras lombares e torácicas devem ser demonstradas. Um correto posicionamento inclui todas as vértebras torácicas e lombares. O usuário deve ficar em ortostase, em posteroanterior, centralizado em relação ao RI com os braços ao longo do corpo. Certificar-se inicialmente de que não haja rotação alguma. Sem mover o quadril, o usuário deve inclinar-se para a direita o máximo possível e permanecer nessa posição para a exposição aos Raios X. Uma segunda exposição deve ser realizada, repetindo todo o processo, porém, dessa vez o usuário deve se inclinar ao máximo para a esquerda, pois, o exame completo é composto por duas radiografias (Figuras 19a e 19b). O feixe central deve coincidir com o centro do receptor de imagem. Utilizar toda a extensão do receptor de imagem, cuja borda inferior deve estar a 5 cm abaixo da crista ilíaca, de modo a expor a coluna torácica e lombar na incidência. A distância foco-receptor de imagem deve estar a 1,5 m e a colimação deve contemplar 26

27 somente a região de interesse. O usuário deve ser instruído a interromper a respiração durante a exposição. Figura 19a - Incidências AP da coluna com inclinação para direita na rotina para fusão vertebral. Figura 19b - Incidências AP da coluna com inclinação para esquerda na rotina para fusão vertebral. - Incidências laterais da coluna em hiperextensão e hiperflexão rotina para fusão vertebral As radiografias das incidências laterais da coluna em hiperextensão e hiperflexão para rotina de fusão vertebral permitem o estudo da mobilidade anteroposterior no local da fusão. Para realizar as incidências laterais da coluna, para rotina de fusão vertebral, o usuário deve estar em decúbito lateral esquerdo, com os joelhos fletidos e a cabeça sobre um travesseiro, para assegurar o correto posicionamento, em lateral com o receptor de imagem. Colocar apoio na região da cintura para que toda a coluna torácica permaneça paralela em relação ao receptor de imagem. Fletir quadris e cotovelos para garantir estabilidade durante a exposição. 27

28 O centro do eixo longitudinal da coluna deve estar centralizado com a linha média da mesa. Incidência para hiperextensão: Fixando a pelve, o usuário ira mover as pernas e o tórax para trás, o máximo possível, cuidando para que não haja rotação alguma. Incidência para hiperflexão: Fixando a pelve, o usuário ira mover as pernas e o tórax para frente, o máximo possível, cuidando para que não haja rotação alguma. Em ambas as incidências o feixe central deve coincidir com o centro do receptor de imagem e incidir em L3. Utilizar toda a extensão do receptor de imagem, cuja borda inferior deve estar a 5 cm abaixo da crista ilíaca. A distância foco-receptor de imagem deve ser de 1 m e a colimação deve contemplar somente a região de interesse. O usuário deve ser instruído a interromper a respiração durante a exposição. Figura 20a - Incidência lateral da coluna em hiperextensão na rotina para fusão vertebral Figura 20b - Incidência lateral da coluna em hiperflexão na rotina para fusão vertebral 3.4 Exames Radiográficos de Coluna - Sacro e Cóccix A porção final da coluna é composta por cinco vértebras sacrais unidas, formando o sacro, e três ou quatro vértebras coccígenas que, unidas, formam o cóccix. 28

29 - Incidência axial AP de sacro A radiografia da incidência axial AP de sacro mostra o corpo de L5, os forames sacrais, as articulações sacroilíacas, todo o sacro e porções mediais do ílio. Deve mostrar o sacro centralizado no receptor de imagem. Para realizar a incidência AP de sacro a bexiga deve estar vazia e sugere-se que o cólon esteja livre de gases e materiais fecais. O usuário deve ficar em decúbito dorsal, com a cabeça apoiada em um travesseiro; centralizado com o eixo longitudinal do receptor de imagem e com a linha média da mesa, com os braços para cima, sobre o tórax. Os joelhos devem permanecer estendidos e com suporte radiotransparente sob eles. Certificar-se de que não haja rotação alguma do corpo, para garantir o correto posicionamento. O ponto central deve coincidir com o centro do receptor de imagem e incidir medialmente entre a sínfise púbica e as EIAS. Os feixes de Raios X devem incidir cefalicamente com ângulo de 15º, com uma distância foco-receptor de imagem de 1 metro, colimando os quatro lados, contemplando desde L5-S1 até a sínfise púbica. (Figura 21). Obs: instruir o usuário a interromper a respiração. Figura 21: Incidência axial AP de sacro 29

30 - Incidência lateral do sacro e cóccix A radiografia da incidência lateral de sacro mostra o sacro e a articulação L5-S1 em lateral. Para realizar a incidência lateral de sacro e cóccix, o usuário deve estar em decúbito lateral direito ou esquerdo, com os joelhos e quadris fletidos. A cabeça deve repousar sobre um travesseiro, para assegurar o correto posicionamento, em lateral com o receptor de imagem. Colocar um suporte na região da cintura para que toda a coluna permaneça paralela em relação ao receptor de imagem. Tanto pelve quanto o tronco devem estar em lateral verdadeira. O centro do eixo longitudinal da coluna sacrococcígena deve estar centralizado com a linha média da mesa. O ponto central deve coincidir com o centro do receptor de imagem e incidir em S2. Colimar as bordas laterais incluindo desde L5-S1 até o cóccix. Os feixes de Raios X devem incidir perpendicularmente ao receptor de imagem e com uma distância foco-receptor de imagem de 1 metro (Figura 22). O técnico em radiologia deve instruir o usuário a interromper a respiração durante a exposição. 30

31 Figura 22 - Incidência lateral do sacro e cóccix. - Incidência axial AP de cóccix A radiografia da incidência axial AP de cóccix mostra todo o sacro e cóccix e as articulações sacroilíacas. Para realizar a incidência axial AP de cóccix, a bexiga deve estar vazia e sugere-se que o cólon esteja livre de gases e materiais fecais. O usuário deve ficar em decúbito dorsal, com a cabeça apoiada em um travesseiro; centralizado com a linha média da mesa e braços para cima, sobre o tórax. Os joelhos devem permanecer estendidos e com suporte radiotransparente sob eles. Certificar-se de que não haja rotação alguma do corpo, para garantir o correto posicionamento. O ponto central deve coincidir com o centro do receptor de imagem e incidir medialmente 5 cm acima da sínfise púbica. Os feixes de Raios X devem incidir podalicamente com ângulo de 10º, com uma distância foco-receptor de imagem de 1 m, colimando os quatro lados, contemplando toda a região de sacro e cóccix (Figura 23). Obs: instruir o usuário a interromper a respiração. 31

32 Figura 23 - Incidência axial AP de cóccix 32

33 REFERÊNCIAS BALLINGER, Philip W., FAERS, Frank. Pocket Guide to Radiography, 5 th Ed. Elsevier Health Sciences, BONTRAGER, Kenneth L Tratado de Técnica Radiológica e Base Anatômica. Guanabara Koogan. 4º Ed BONTRAGER, Kenneth L. Tratado de Técnica Radiológica e Base Anatômica. 5. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, NOVELLINE, R. A..Fundamentos de Radiologia de Squire. Artmed. 5º ed

ESTUDO RADIOLÓGICO DA COLUNA LOMBAR

ESTUDO RADIOLÓGICO DA COLUNA LOMBAR ESTUDO RADIOLÓGICO DA COLUNA LOMBAR VERTEBRAS LOMBARES 5 9 3 10 1 6 4 8 2 1- processo espinhoso 2- processo transverso 3- corpo 4- processo articular inferior 5- processo articular superior 6- incisura

Leia mais

Exames Radiográficos de Membros Superiores e Cintura Escapular: Abordagem, Incidências e Posicionamentos do Usuário

Exames Radiográficos de Membros Superiores e Cintura Escapular: Abordagem, Incidências e Posicionamentos do Usuário Exames Radiográficos de Membros Superiores e Cintura Escapular: Abordagem, Incidências e Posicionamentos do Usuário Marinei do Rocio Pacheco dos Santos 1 1 Considerações Iniciais As radiografias de membros

Leia mais

Exames Radiográficos de Crânio e Face: Abordagem, Incidências e Posicionamentos do Usuário

Exames Radiográficos de Crânio e Face: Abordagem, Incidências e Posicionamentos do Usuário Exames Radiográficos de Crânio e Face: Abordagem, Incidências e Posicionamentos do Usuário Marinei do Rocio Pacheco dos Santos 1 1 Considerações Iniciais As radiografias de crânio e face são realizadas

Leia mais

UM ESTUDO DA COLUNA VERTEBRAL: POSICIONAMENTO E ANATOMIA

UM ESTUDO DA COLUNA VERTEBRAL: POSICIONAMENTO E ANATOMIA UM ESTUDO DA COLUNA VERTEBRAL: POSICIONAMENTO E ANATOMIA EMERSON LUIS DA MATA COSTA¹ DIEMERSON ANTUNES DE OLIVEIRA¹ CAMILA ALVES REZENDE LOPRETO² ¹Acadêmico do Curso Tecnólogo em Radiologia da Faculdades

Leia mais

3.2 A coluna vertebral

3.2 A coluna vertebral 73 3.2 A coluna vertebral De acordo com COUTO (1995), o corpo é dividido em cabeça, tronco e membros; unindo porção superior e a porção inferior do corpo temos o tronco, e no tronco, a única estrutura

Leia mais

Osteoporose. Trabalho realizado por: Laís Bittencourt de Moraes*

Osteoporose. Trabalho realizado por: Laís Bittencourt de Moraes* Trabalho realizado por: Laís Bittencourt de Moraes* * Fisioterapeuta. Pós-graduanda em Fisioterapia Ortopédica, Traumatológica e Reumatológica. CREFITO 9/802 LTT-F E-mail: laisbmoraes@terra.com.br Osteoporose

Leia mais

COLUNA VERTEBRAL RAUL KRAEMER

COLUNA VERTEBRAL RAUL KRAEMER COLUNA VERTEBRAL RAUL KRAEMER ANATOMIA E RADIOLOGIA SIMPLES RAIOS-X RAIOS-X RAIOS-X Coluna Cervical Indicações: trauma, cervicalgia, incapacidade funcional, tumores... Solicitação: - Raios-X

Leia mais

www.josegoe s.com.br Prof. Ms. José Góes Página 1

www.josegoe s.com.br Prof. Ms. José Góes Página 1 Página 1 01. Ossos da coluna vertebral A coluna vertebral é formada por um número de 33 ossos chamados vértebras. Estas se diferenciam pela sua forma e função. Vértebras semelhantes se agrupam em regiões

Leia mais

www.josegoe s.com.br Prof. Ms. José Góes Página 1

www.josegoe s.com.br Prof. Ms. José Góes Página 1 Página 1 A coluna vertebral, assim como qualquer articulação, apresenta movimentos que possuem tanto grande como pequena amplitude articular. Estes recebem o nome de Macromovimentos e Micromovimentos,

Leia mais

ESTUDO RADIOLÓGICO DA PELVE

ESTUDO RADIOLÓGICO DA PELVE ESTUDO RADIOLÓGICO DA PELVE Sínfise púbica Classificação: sínfise Movimentos permitidos: mobilidade bidimensional e rotação de uns poucos milímetros em conjunto com a deformação da pelve quando na sustentação

Leia mais

Por esse motivo é tão comum problemas na coluna na sua grande maioria posturais.

Por esse motivo é tão comum problemas na coluna na sua grande maioria posturais. R.P.G. E A MECÂNICA DA NOSSA COLUNA VERTEBRAL * Dr. Gilberto Agostinho A coluna vertebral, do ponto de vista mecânico é um verdadeiro milagre. São 33 vértebras (7 cervicais + 12 torácicas + 5 lombares

Leia mais

EXERCÍCIOS SISTEMA ESQUELÉTICO

EXERCÍCIOS SISTEMA ESQUELÉTICO EXERCÍCIOS SISTEMA ESQUELÉTICO 1. Quais as funções do esqueleto? 2. Explique que tipo de tecido forma os ossos e como eles são ao mesmo tempo rígidos e flexíveis. 3. Quais são as células ósseas e como

Leia mais

AVALIAÇÃO DO OMBRO ANATOMIA DO OMBRO ANATOMIA DO OMBRO ANATOMIA DO OMBRO ANATOMIA DO OMBRO ANATOMIA DO OMBRO Articulação Sinovial Forma de sela Três graus de liberdade Posição de Repouso Posição de aproximação

Leia mais

INVOLUÇÃO X CONCLUSÃO

INVOLUÇÃO X CONCLUSÃO POSTURA INVOLUÇÃO X CONCLUSÃO *Antigamente : quadrúpede. *Atualmente: bípede *Principal marco da evolução das posturas em 350.000 anos. *Vantagens: cobrir grandes distâncias com o olhar, alargando seu

Leia mais

ESTUDO DO MOVIMENTO OSTEOLOGIA COLUNA VERTEBRAL E TÓRAX 1 TERMOS DIRECCIONAIS ORIENTAÇÃO DO TIPOS DE OSSOS MOVIMENTOS ARTICULARES

ESTUDO DO MOVIMENTO OSTEOLOGIA COLUNA VERTEBRAL E TÓRAX 1 TERMOS DIRECCIONAIS ORIENTAÇÃO DO TIPOS DE OSSOS MOVIMENTOS ARTICULARES TERMOS DIRECCIONAIS EB 23S DE CAMINHA CURSO PROFISSIONAL TÉCNICO GESTÃO DESPORTIVA ESTUDO DO MOVIMENTO TÓRAX POSIÇÃO DESCRITIVA ANATÓMICA PLANOS DESCRITIVOS PLANO SAGITAL PLANO HORIZONTAL INFERIOR ANTERIOR

Leia mais

Semiologia Ortopédica Pericial

Semiologia Ortopédica Pericial Semiologia Ortopédica Pericial Prof. Dr. José Heitor Machado Fernandes 2ª V E R S Ã O DO H I P E R T E X T O Para acessar os módulos do hipertexto Para acessar cada módulo do hipertexto clique no link

Leia mais

ANATOMIA. Osso. VISTA LATERAL DO SACRO (Braço maior e menor e fixações musculares)

ANATOMIA. Osso. VISTA LATERAL DO SACRO (Braço maior e menor e fixações musculares) SACRO CBES ANATOMIA Osso O sacro é formado por 5 vértebras fundidas. Os forâmens de conjugação se transformam em forâmens sacrais anteriores e posteriores. Sua face anterior é côncava e lisa Sua face posterior

Leia mais

Confederação Brasileira de Tiro Esportivo Originária da Confederação do Tiro Brasileiro decreto 1503 de 5 de setembro de 1906

Confederação Brasileira de Tiro Esportivo Originária da Confederação do Tiro Brasileiro decreto 1503 de 5 de setembro de 1906 Exercícios com Elástico Os Exercícios com elástico irão trabalhar Resistência Muscular Localizada (RML). Em cada exercício, procure fazer a execução de maneira lenta e com a postura correta. Evitar o SOLAVANCO

Leia mais

Avaliação Fisioterapêutica da Coluna Lombar

Avaliação Fisioterapêutica da Coluna Lombar Avaliação Fisioterapêutica da Coluna Lombar Profa. Dra. Sílvia Maria Amado João Disciplina: MFT-0377 Métodos de Avaliação Clínica e Funcional Departamento de Fisioterapia, Fonoaudiologia e Terapia Ocupacional

Leia mais

1 O que é o pectus? Fotografia de paciente portador de pectus carinatum. Fotografia de paciente portador de pectus excavatum.

1 O que é o pectus? Fotografia de paciente portador de pectus carinatum. Fotografia de paciente portador de pectus excavatum. Texto de apoio ao curso de Especialização Atividade física adaptada e saúde Prof. Dr. Luzimar Teixeira 1 O que é o pectus? Os pectus são deformidades da parede do tórax e ocorrem devido a um crescimento

Leia mais

4 Experimentos Computacionais

4 Experimentos Computacionais 33 4 Experimentos Computacionais O programa desenvolvido neste trabalho foi todo implementado na linguagem de programação C/C++. Dentre as bibliotecas utilizadas, destacamos: o OpenCV [23], para processamento

Leia mais

Deformidades da Coluna Vertebral

Deformidades da Coluna Vertebral Análise Radiológica Panorâmica das Deformidades da Coluna Vertebral RADIOLOGIA CONVENCIONAL ANALÓGICA abelardoradio@hotmail.com abelardosouzas@bol.com.br Considerações Históricas Desde 3500 a.c, publicações

Leia mais

ANATOMIA RADIOLÓGICA DA REGIÃO CERVICAL

ANATOMIA RADIOLÓGICA DA REGIÃO CERVICAL ANATOMIA RADIOLÓGICA DA REGIÃO CERVICAL INTRODUÇÃO A Anatomia da região cervical, divide-se em duas partes, coluna vertebral segmento cervical e ou pescoço. Esta região pode ser bem estudada pelos métodos

Leia mais

Postura corporal hábitos causas e consequências

Postura corporal hábitos causas e consequências Postura corporal hábitos causas e consequências AFINAL O QUE É POSTURA? Postura Definir Postura ideal é praticamente impossível. Porém, para Momesso (1997) postura, é a atitude que o corpo adota, mediante

Leia mais

Óptica Geométrica. Universidade do Estado do Rio Grande do Norte. Dr. Edalmy Oliveira de Almeida

Óptica Geométrica. Universidade do Estado do Rio Grande do Norte. Dr. Edalmy Oliveira de Almeida Universidade do Estado do Rio Grande do Norte Rua Almino Afonso, 478 - Centro Mossoró / RN CEP: 59.610-210 www.uern.br email: reitoria@uern.br ou Fone: (84) 3315-2145 3342-4802 Óptica Geométrica Dr. Edalmy

Leia mais

3.4 Deformações da coluna vertebral

3.4 Deformações da coluna vertebral 87 3.4 Deformações da coluna vertebral A coluna é um dos pontos mais fracos do organismo. Sendo uma peça muito delicada, está sujeita a diversas deformações. Estas podem ser congênitas (desde o nascimento

Leia mais

www.josegoe s.com.br Prof. Ms. José Góes Página 1

www.josegoe s.com.br Prof. Ms. José Góes Página 1 Página 1 01. Movimentos da coluna vertebral A coluna vertebral como um todo se apresenta como uma articulação que possui macromovimentação em seis graus de liberdade: flexão, extensão, láteroflexão esquerda,

Leia mais

Cuidados Posturais. Prof Paulo Fernando Mesquita Junior

Cuidados Posturais. Prof Paulo Fernando Mesquita Junior Cuidados Posturais Prof Paulo Fernando Mesquita Junior Vídeo: Cuidados_posturais_Dr.MiguelMastropaulo A postura correta Considera-se uma boa postura aquela condição em que o alinhamento corporal proporciona

Leia mais

ÓPTICA GEOMÉTRICA. Lista de Problemas

ÓPTICA GEOMÉTRICA. Lista de Problemas Universidade Federal do Rio Grande do Sul Instituto de Física Departamento de Física FIS01044 UNIDADE II ÓPTICA GEOMÉTRICA Lista de Problemas Problemas extraídos de HALLIDAY, D., RESNICK, R., WALKER, J.

Leia mais

Departamento de Fisioterapia, Fonoaudiologia e Terapia Ocupacional. Profa. Dra. Sílvia Maria Amado João

Departamento de Fisioterapia, Fonoaudiologia e Terapia Ocupacional. Profa. Dra. Sílvia Maria Amado João Avaliação Fisioterapêutica do Quadril Departamento de Fisioterapia, Fonoaudiologia e Terapia Ocupacional Profa. Dra. Sílvia Maria Amado João 1. Anatomia Aplicada Articulação do Quadril: É uma articulação

Leia mais

Avaliação Fisioterapêutica do Ombro Departamento de Fisioterapia, Fonoaudiologia e Terapia Ocupacional-FMUSP

Avaliação Fisioterapêutica do Ombro Departamento de Fisioterapia, Fonoaudiologia e Terapia Ocupacional-FMUSP Avaliação Fisioterapêutica do Ombro Departamento de Fisioterapia, Fonoaudiologia e Terapia Ocupacional-FMUSP Profa. Dra. Sílvia Maria Amado João 1. Anatomia Aplicada Articulação esternoclavicular: É uma

Leia mais

Fisioterapia nas Ataxias. Manual para Pacientes

Fisioterapia nas Ataxias. Manual para Pacientes Fisioterapia nas Ataxias Manual para Pacientes 2012 Elaborado por: Fisioterapia: Dra. Marise Bueno Zonta Rauce M. da Silva Neurologia: Dr. Hélio A. G. Teive Ilustração: Designer: Roseli Cardoso da Silva

Leia mais

Manual de cuidados pré e pós-operatórios

Manual de cuidados pré e pós-operatórios 1. Anatomia O quadril é uma articulação semelhante a uma bola no pegador de sorvete, onde a cabeça femoral (esférica) é o sorvete e o acetábulo (em forma de taça) é o pegador. Esse tipo de configuração

Leia mais

AVALIAÇÃO POSTURAL. Figura 1 - Alterações Posturais com a idade. 1. Desenvolvimento Postural

AVALIAÇÃO POSTURAL. Figura 1 - Alterações Posturais com a idade. 1. Desenvolvimento Postural AVALIAÇÃO POSTURAL 1. Desenvolvimento Postural Vantagens e desvantagens da postura ereta; Curvas primárias da coluna vertebral; Curvas Secundárias da coluna vertebral; Alterações posturais com a idade.

Leia mais

11 EXERCÍCIOS PARA PREVENIR LESÕES

11 EXERCÍCIOS PARA PREVENIR LESÕES 11 EXERCÍCIOS PARA PREVENIR LESÕES O futsal, como outras modalidades, está associado a certos riscos de lesões por parte dos jogadores. No entanto, estudos científicos comprovaram que a incidência de lesões

Leia mais

Cotagem de dimensões básicas

Cotagem de dimensões básicas Cotagem de dimensões básicas Introdução Observe as vistas ortográficas a seguir. Com toda certeza, você já sabe interpretar as formas da peça representada neste desenho. E, você já deve ser capaz de imaginar

Leia mais

UMC Cotas em desenho técnico (Módulo 2) Componentes gráficos de uma cota: Linha de cota Linha de chamada Setas de cota

UMC Cotas em desenho técnico (Módulo 2) Componentes gráficos de uma cota: Linha de cota Linha de chamada Setas de cota 1 UMC Engenharia Mecânica Expressão Gráfica 2 Prof.: Jorge Luis Bazan. Desenho Básico Cotas em desenho técnico (Módulo 2) Em desenho técnico damos o nome de cota ao conjunto de elementos gráficos introduzidos

Leia mais

Desenhando perspectiva isométrica

Desenhando perspectiva isométrica Desenhando perspectiva isométrica A UU L AL A Quando olhamos para um objeto, temos a sensação de profundidade e relevo. As partes que estão mais próximas de nós parecem maiores e as partes mais distantes

Leia mais

Dicas para manter a postura e não prejudicar a coluna no dia a dia

Dicas para manter a postura e não prejudicar a coluna no dia a dia Dicas para manter a postura e não prejudicar a coluna no dia a dia No decorrer do dia, desempenhamos várias funções, desde agachar para pegar uma caneta do chão, a limpeza de sua casa e no trabalho. As

Leia mais

Protocolos coluna. Profº. Claudio Souza

Protocolos coluna. Profº. Claudio Souza Protocolos coluna Profº. Claudio Souza Coluna vertebral A coluna vertebral é composta por 33 vértebras, e eventualmente por 32 ou 34, estas são classificadas como ossos irregulares. A coluna vertebral

Leia mais

Patologias da coluna vertebral

Patologias da coluna vertebral Disciplina de Traumato-Ortopedia e Reumatologia Patologias da coluna vertebral Prof. Marcelo Bragança dos Reis Introdução Escoliose idiopática Dorso curvo Cervicobraquialgia Lombalgia e lombociatalgia

Leia mais

TREINAMENTO 1. Aquecimento: Alongamento: Rodrigo Gonçalves (Comissão Paulista de Cheerleading) (CREF. 028011-G/SP)

TREINAMENTO 1. Aquecimento: Alongamento: Rodrigo Gonçalves (Comissão Paulista de Cheerleading) (CREF. 028011-G/SP) TREINAMENTO 1 Rodrigo Gonçalves (Comissão Paulista de Cheerleading) (CREF. 028011-G/SP) Rotina de alongamento e condicionamento (Treino 1): O alongamento e o aquecimento são importantíssimos em qualquer

Leia mais

Dist. da linha saída à 1ª barreira

Dist. da linha saída à 1ª barreira TÉCNICA DAS CORRIDAS COM BARREIRAS Antes de mais nada podemos dizer que as corridas com barreiras são provas de velocidade rasa porque, muito embora o barreiristas se depare com uma série de barreiras

Leia mais

PREVENÇÃO E TRATAMENTO DE HÉRNIA DE DISCO SEM CIRURGIA

PREVENÇÃO E TRATAMENTO DE HÉRNIA DE DISCO SEM CIRURGIA PREVENÇÃO E TRATAMENTO DE HÉRNIA DE DISCO SEM CIRURGIA Dicas para uma vida sem dores na coluna A Hérnia de Disco A nossa coluna é composta de aproximadamente 32 vértebras, que são os ossos que formam

Leia mais

DE VOLTA ÀS AULAS... CUIDADOS COM A POSTURA E O PESO DA MOCHILA!

DE VOLTA ÀS AULAS... CUIDADOS COM A POSTURA E O PESO DA MOCHILA! DE VOLTA ÀS AULAS... CUIDADOS COM A POSTURA E O PESO DA MOCHILA! SUA MOCHILA NÃO PODE PESAR MAIS QUE 10% DO SEU PESO CORPORAL. A influência de carregar a mochila com o material escolar nas costas, associado

Leia mais

Assessoria ao Cirurgião Dentista

Assessoria ao Cirurgião Dentista Assessoria ao Cirurgião Dentista Publicação mensal interna a Papaiz edição V setembro de 2014 Escrito por: Dr. André Simões, radiologista da Papaiz Diagnósticos Odontológicos por Imagem 11 3894 3030 papaizassociados.com.br

Leia mais

ESCOLIOSE. Prof. Ms. Marcelo Lima

ESCOLIOSE. Prof. Ms. Marcelo Lima ESCOLIOSE Prof. Ms. Marcelo Lima DEFINIÇÃO A escoliose é um desvio da coluna vertebral para a esquerda ou direita, resultando em um formato de "S" ou "C". É um desvio da coluna no plano frontal acompanhado

Leia mais

É responsável pelo movimento do corpo

É responsável pelo movimento do corpo É responsável pelo movimento do corpo O sistema locomotor é formado pelos ossos, músculos e articulações. O sistema esquelético sustenta, protege os órgãos internos, armazena minerais e íons e produz células

Leia mais

INSTRUMENTOS USADOS Lápis e lapiseiras Os lápis médios são os recomendados para uso em desenho técnico, a seleção depende sobretudo de cada usuário.

INSTRUMENTOS USADOS Lápis e lapiseiras Os lápis médios são os recomendados para uso em desenho técnico, a seleção depende sobretudo de cada usuário. INSTRUMENTOS USADOS Lápis e lapiseiras Os lápis médios são os recomendados para uso em desenho técnico, a seleção depende sobretudo de cada usuário. INSTRUMENTOS USADOS Esquadros São usados em pares: um

Leia mais

QUIROPRAXIA - TRATAMENTO DA COLUNA VERTEBRAL (JAN 2015) - PORTO

QUIROPRAXIA - TRATAMENTO DA COLUNA VERTEBRAL (JAN 2015) - PORTO QUIROPRAXIA - TRATAMENTO DA COLUNA VERTEBRAL (JAN 2015) - PORTO A Quiropraxia é uma técnica de terapia manual, eficaz, segura e com reconhecimento científico, baseada na manipulação do corpo humano com

Leia mais

EXAME CERVICAL FUNCIONAL

EXAME CERVICAL FUNCIONAL EXAME CERVICAL FUNCIONAL CURSO DE ESPECIALIZAÇÃO EM MORFOLOGIA DESORDENS DA A.T.M. E MÚSCULOS DA MASTIGAÇÃO DEPARTAMENTO DE ANATOMIA DESCRITIVA UNIFESP Módulo de maio de 2002 Prof. Dr. Ricardo L. Smith

Leia mais

Constituição do Esqueleto

Constituição do Esqueleto O ESQUELETO HUMANO Funções do Esqueleto O esqueleto humano constitui a estrutura que dá apoio ao corpo, protege os órgãos internos e assegura a realização dos movimentos, juntamente com o sistema muscular.

Leia mais

Plano de Exercícios Para Segunda-Feira

Plano de Exercícios Para Segunda-Feira Plano de Exercícios Para Segunda-Feira ALONGAMENTO DA MUSCULATURA LATERAL DO PESCOÇO - Inclinar a cabeça ao máximo para a esquerda, alongando a mão direita para o solo - Alongar 20 segundos, em seguida

Leia mais

Clínica Deckers. Fisioterapia Exercícios Terapêuticos para a Coluna Lombar O QUE É

Clínica Deckers. Fisioterapia Exercícios Terapêuticos para a Coluna Lombar O QUE É Fisioterapia Exercícios Terapêuticos para a Coluna Lombar O QUE É Estes são alguns dos exercícios recomendados com maior freqüência para a terapia da coluna lombar, Eles foram compilados para dar a você,

Leia mais

Reitora Suely Vilela. Diretor da Faculdade de Saúde Pública Chester Luiz Galvão César. Chefe do Departamento de Nutrição Carlos Augusto Monteiro

Reitora Suely Vilela. Diretor da Faculdade de Saúde Pública Chester Luiz Galvão César. Chefe do Departamento de Nutrição Carlos Augusto Monteiro Reitora Suely Vilela Diretor da Faculdade de Saúde Pública Chester Luiz Galvão César Chefe do Departamento de Nutrição Carlos Augusto Monteiro Chefe do Laboratório de Avaliação Nutricional de Populações

Leia mais

CARTILHA DE AUTOCUIDADO DE COLUNA

CARTILHA DE AUTOCUIDADO DE COLUNA CARTILHA DE AUTOCUIDADO DE COLUNA APRENDA A CUIDAR DA SUA COLUNA Elaboração: Júlia Catarina Sebba Rios Pesquisa: Efeitos de um programa educacional de autocuidado de coluna em idosos ati vos e sedentários

Leia mais

AVALIAÇÃO CLÍNICA PRECOCE DO EQUILÍBRIO. Versão 2 (15/12/10)

AVALIAÇÃO CLÍNICA PRECOCE DO EQUILÍBRIO. Versão 2 (15/12/10) AVALIAÇÃO CLÍNICA PRECOCE DO EQUILÍBRIO Versão 2 (15/12/10) Tradução Português/Brasil: Ana Paula Bensemann Gontijo, Priscilla R. Pereira Figueiredo, Juliana Starling, Marisa Cotta Mancini (UFMG-2015) Data

Leia mais

04/11/2012. rígida: usar durante a noite (para dormir) e no início da marcha digitígrada, para manter a ADM do tornozelo.

04/11/2012. rígida: usar durante a noite (para dormir) e no início da marcha digitígrada, para manter a ADM do tornozelo. 04/11/2012 Prolongar o tempo de deambulação independente. Manter a postura correta. Garantir o bom funcionamento das funções cardiorrespiratória e digestiva. Manter a amplitude do movimento. Garantir o

Leia mais

C. Guia de Treino ------------------------------------------------

C. Guia de Treino ------------------------------------------------ C. Guia de Treino ------------------------------------------------ A FORÇA / RESISTÊNCIA ( FUNÇÃO MOVIMENTO OSCILAÇÃO ) A01 Joelhos inclinados Com os pés afastados na plataforma, segure a barra de apoio

Leia mais

Cotagem de elementos

Cotagem de elementos Cotagem de elementos Introdução Na aula anterior você estudou algumas regras para cotagem e aprendeu como indicar as cotas básicas da peça. Mas, só com essas cotas, não é possível produzir peças que tenham

Leia mais

Roteiro para Instrumentação da Técnica de Parafuso de Compressão

Roteiro para Instrumentação da Técnica de Parafuso de Compressão Roteiro para Instrumentação da Técnica de Parafuso de Compressão Roteiro para Instrumentação da Técnica de Parafuso de Compressão O tipo de compressão gerada por um parafuso é designado compressão interfragmentária

Leia mais

Eng Civil Washington Peres Núñez Dr. em Engenharia Civil pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul

Eng Civil Washington Peres Núñez Dr. em Engenharia Civil pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul PESQUISA ANÁLISE DE CARACTERÍSTICAS DE QUALIDADE DE MISTURAS ASFÁLTICAS PRODUZIDAS NA ATUALIDADE NO SUL DO BRASIL E IMPACTOS NO DESEMPENHO DE PAVIMENTOS FLEXÍVEIS. MANUAL DE OPERAÇÃO DO BANCO DE DADOS

Leia mais

APOSTILA DE VOLEIBOL

APOSTILA DE VOLEIBOL APOSTILA DE VOLEIBOL O voleibol é praticado em uma quadra retangular dividida ao meio por uma rede que impede o contato corporal entre os adversários. A disputa é entre duas equipes compostas por seis

Leia mais

Proteger a medula espinal e os nervos espinais. Fornece um eixo parcialmente rígido e flexível para o corpo e um pivô para a cabeça

Proteger a medula espinal e os nervos espinais. Fornece um eixo parcialmente rígido e flexível para o corpo e um pivô para a cabeça Cinthya Natel Baer Cristiane Schwarz Gelain Isabella Mauad Patruni Laila Djensa S. Santos Laiza Tabisz Mariana Escani Guerra Paula Moreira Yegros Veronica Dalmas Padilha Ana Paula Trotta Aline Sudoski

Leia mais

LESÃO DO LIGAMENTO CRUZADO ANTERIOR

LESÃO DO LIGAMENTO CRUZADO ANTERIOR LESÃO DO LIGAMENTO CRUZADO ANTERIOR Anatomia O ligamento cruzado anterior (LCA) é um dos ligamentos mais importantes para a estabilidade do joelho. Considerado um ligamento intra-articular, sua função

Leia mais

Cartilha de Fisioterapia para Pacientes da Escola de Coluna

Cartilha de Fisioterapia para Pacientes da Escola de Coluna Cartilha de Fisioterapia para Pacientes da Escola de Coluna 4ª\edição 2015 tt Prezado(a) Paciente, Essa cartilha foi elaborada especialmente para você, paciente da Escola de Coluna do Into. Aqui você

Leia mais

Academia Seja dentro ou fora da Academia, nosso Clube oferece espaços para manter a saúde em dia e o corpo em forma

Academia Seja dentro ou fora da Academia, nosso Clube oferece espaços para manter a saúde em dia e o corpo em forma Projeto Verão O Iate é sua Academia Seja dentro ou fora da Academia, nosso Clube oferece espaços para manter a saúde em dia e o corpo em forma por rachel rosa fotos: felipe barreira Com a chegada do final

Leia mais

O que é ERGONOMIA? TERMOS GREGOS: ERGO = TRABALHO NOMIA (NOMOS)= REGRAS, LEIS NATURAIS

O que é ERGONOMIA? TERMOS GREGOS: ERGO = TRABALHO NOMIA (NOMOS)= REGRAS, LEIS NATURAIS O que é ERGONOMIA? TERMOS GREGOS: ERGO = TRABALHO NOMIA (NOMOS)= REGRAS, LEIS NATURAIS...é um conjunto de conhecimentos relativos ao homem e necessários à concepção de instrumentos, máquinas e dispositivos

Leia mais

Atletismo O ARREMESSO DO PESO

Atletismo O ARREMESSO DO PESO Atletismo O ARREMESSO DO PESO A maior característica do lançamento do peso, é a de ser reservada para pessoas fortes, em todas as épocas. Tanto isto é verdade, que os povos antigos praticavam o arremesso

Leia mais

Volte a ter o corpo que tinha antes da gravidez em 60 dias...

Volte a ter o corpo que tinha antes da gravidez em 60 dias... Volte a ter o corpo que tinha antes da gravidez em 60 dias... Mamãe Sarada 2015 Todos os direitos reservados...com Apenas 14Min/Dia! mamaesarada.com.br Av. Eng Carlos Goulart 1015 sala 313 Belo Horizonte

Leia mais

PADRONIZAÇÃO DE EXERCÍCIOS

PADRONIZAÇÃO DE EXERCÍCIOS LOMBAR EXTENSÃO DE TRONCO- Em decúbito ventral apoiado no banco romano ou no solo, pernas estendidas, mãos atrás da cabeça ou com os braços entrelaçados na frente do peito. Realizar uma flexão de tronco

Leia mais

Teste de Avaliação 3 B - 08/02/2013

Teste de Avaliação 3 B - 08/02/2013 E s c o l a S e c u n d á r i a d e A l c á c e r d o S a l Ano letivo 2012/2013 Ciências Físico-químicas 8º an o Teste de Avaliação 3 B - 08/02/2013 Nome Nº Turma 1. A figura mostra um feixe de luz muito

Leia mais

ESCOLIOSE Lombar: Sintomas e dores nas costas

ESCOLIOSE Lombar: Sintomas e dores nas costas ESCOLIOSE Lombar: Sintomas e dores nas costas O que é escoliose? É um desvio látero-lateral que acomete acoluna vertebral. Esta, quando olhada de frente, possui aparência reta em pessoas saudáveis. Ao

Leia mais

Uma Definição: "Estudo entre o homem e o seu trabalho, equipamentos e meio ambiente".

Uma Definição: Estudo entre o homem e o seu trabalho, equipamentos e meio ambiente. ERGONOMIA: palavra de origem grega. ERGO = que significa trabalho NOMOS = que significa regras Uma Definição: "Estudo entre o homem e o seu trabalho, equipamentos e meio ambiente". Tríade básica da Ergonomia:

Leia mais

Caminhões basculantes. Design PGRT

Caminhões basculantes. Design PGRT Informações gerais sobre caminhões basculantes Informações gerais sobre caminhões basculantes Os caminhões basculantes são considerados como uma carroceria sujeita à torção. Os caminhões basculantes são

Leia mais

Especificações dos Robôs: 1. O robô deverá caber em um quadrado cujas dimensões internas serão de 20 cm por 20 cm.

Especificações dos Robôs: 1. O robô deverá caber em um quadrado cujas dimensões internas serão de 20 cm por 20 cm. Nome da Modalidade: Sumô controlado por fio Número de robôs por partida: Dois (2) Duração da partida: 3 minutos Classe de peso dos robôs: 3,005 kg Dimensões dos robôs: Conforme abaixo Especificações do

Leia mais

Curso: Ensino Fundamental II Disciplina: MATEMÁTICA Professor: Álvaro / Leandro

Curso: Ensino Fundamental II Disciplina: MATEMÁTICA Professor: Álvaro / Leandro Nome do aluno: nº série/turma 9 Curso: Ensino Fundamental II Disciplina: MATEMÁTICA Professor: Álvaro / Leandro Data: De 17 a 21/08/2009 Bimestre: 3º Tipo de atividade: Lista de Exercícios A REFLEXÃO DA

Leia mais

O PROJETO. A ESTAÇÃO SAÚDE foi desenvolvida com objetivo de proporcionar aos

O PROJETO. A ESTAÇÃO SAÚDE foi desenvolvida com objetivo de proporcionar aos O PROJETO A ESTAÇÃO SAÚDE foi desenvolvida com objetivo de proporcionar aos usuários diferentes exercícios que possibilitam trabalhar grupos musculares diversos, membros superiores, inferiores, abdominais

Leia mais

Para o OpenOffice Impress, assim como para vários softwares de apresentação, uma apresentação é um conjunto de slides.

Para o OpenOffice Impress, assim como para vários softwares de apresentação, uma apresentação é um conjunto de slides. OPENOFFICE IMPRESS 1. O QUE É UMA APRESENTAÇÃO Para o OpenOffice Impress, assim como para vários softwares de apresentação, uma apresentação é um conjunto de slides. Em cada slide podemos ter vários elementos

Leia mais

Como representar uma lente convergente e uma lente divergente.

Como representar uma lente convergente e uma lente divergente. Lentes Esféricas Lente é todo meio transparente limitado por duas superfícies curvas ou uma curva e uma plana. São encontradas em lupas, microscópios, telescópios, máquinas fotográficas, projetores, filmadoras,

Leia mais

Para o PowerPoint, assim como para vários softwares de apresentação, uma apresentação é um conjunto de slides.

Para o PowerPoint, assim como para vários softwares de apresentação, uma apresentação é um conjunto de slides. POWERPOINT 1. O QUE É UMA APRESENTAÇÃO Para o PowerPoint, assim como para vários softwares de apresentação, uma apresentação é um conjunto de slides. Em cada slide podemos ter vários elementos ou objetos

Leia mais

Teste de Flexibilidade

Teste de Flexibilidade Teste de Flexibilidade Introdução O teste de Fleximetria foi aprimorado pelo ICP à partir do teste do Flexômetro de LEIGHTON deve ser aplicado com a intenção de se coletar informações sobre o funcinamento

Leia mais

CINESIOLOGIA DA COLUNA VERTEBRAL. Prof. Dr. Guanis de Barros Vilela Junior

CINESIOLOGIA DA COLUNA VERTEBRAL. Prof. Dr. Guanis de Barros Vilela Junior CINESIOLOGIA DA COLUNA VERTEBRAL Prof. Dr. Guanis de Barros Vilela Junior COLUNA VERTEBRAL 7 vértebras cervicais 12 vértebras torácicas 5 vértebras lombares 5 vértebras sacrais 4 vértebras coccígeas anterior

Leia mais

OTOPLASTIA (CIRURGIA ESTÉTICA DAS ORELHAS)

OTOPLASTIA (CIRURGIA ESTÉTICA DAS ORELHAS) OTOPLASTIA (CIRURGIA ESTÉTICA DAS ORELHAS) Orelha em abano é um defeito congênito, de característica familiar, geralmente bilateral, cujas alterações consistem em um aumento do ângulo (abertura da orelha)

Leia mais

Desvios da Coluna Vertebral e Algumas Alterações. Ósseas

Desvios da Coluna Vertebral e Algumas Alterações. Ósseas Desvios da Coluna Vertebral e Algumas Alterações Ósseas DESVIOS POSTURAIS 1. LORDOSE CERVICAL = Acentuação da concavidade da coluna cervical. CAUSA: - Hipertrofia da musculatura posterior do pescoço CORREÇÃO:

Leia mais

Adaptação de. PdP. Autor: Luís Fernando Patsko Nível: Intermediário Criação: 13/01/2006 Última versão: 18/12/2006

Adaptação de. PdP. Autor: Luís Fernando Patsko Nível: Intermediário Criação: 13/01/2006 Última versão: 18/12/2006 TUTORIAL Adaptação de Servo-motores Autor: Luís Fernando Patsko Nível: Intermediário Criação: 13/01/2006 Última versão: 18/12/2006 PdP Pesquisa e Desenvolvimento de Produtos http://www.maxwellbohr.com.br

Leia mais

www.josegoe s.com.br Prof. Ms. José Góes Página 1

www.josegoe s.com.br Prof. Ms. José Góes Página 1 Página 1 01. Definição A escoliose é uma disfunção da coluna vertebral que provoca uma angulação lateral desta. A coluna é torcida, de modo que cada vértebra gira em torno de seu próprio eixo, causando

Leia mais

A região lombar e o método Ehrenfried

A região lombar e o método Ehrenfried A região lombar e o método Ehrenfried Motivação Patrícia Lacombe Conhecer o método Ehrenfried e estabelecer suas relações com uma única região torna-se muito dificil. Teríamos que aliar a melhora da dor

Leia mais

4Distribuição de. freqüência

4Distribuição de. freqüência 4Distribuição de freqüência O objetivo desta Unidade é partir dos dados brutos, isto é, desorganizados, para uma apresentação formal. Nesse percurso, seção 1, destacaremos a diferença entre tabela primitiva

Leia mais

EXAMES RADIOGRÁFICOS DE TÓRAX: ABORDAGEM, INCIDÊNCIAS E POSICIONAMENTOS DO USUÁRIO

EXAMES RADIOGRÁFICOS DE TÓRAX: ABORDAGEM, INCIDÊNCIAS E POSICIONAMENTOS DO USUÁRIO EXAMES RADIOGRÁFICOS DE TÓRAX: ABORDAGEM, INCIDÊNCIAS E POSICIONAMENTOS DO USUÁRIO MARINEI DO ROCIO PACHECO DOS SANTOS 1 1 Considerações Iniciais Os exames mais realizados em radiologia convencional são

Leia mais

5 Instrução e integração

5 Instrução e integração SEÇÃO 5 Instrução e integração no meio de trabalho Quando um novo funcionário entra para uma organização, é importante que ele receba um bom apoio para entender sua função e a organização. Instrução é

Leia mais

Manual de operação TRUCK LASER EDIÇÃO 2004 MOP 0504

Manual de operação TRUCK LASER EDIÇÃO 2004 MOP 0504 Manual de operação TRUCK LASER EDIÇÃO 2004 MOP 0504 INTRODUÇÃO O aparelho TRUCK LASER, permite a aferição dos ângulos característicos de todas as rodas e/ou eixos de caminhões, ônibus e camionetes. CONSIDERAÇÕES

Leia mais

12º Imagem da Semana: Ressonância Magnética de Coluna

12º Imagem da Semana: Ressonância Magnética de Coluna 12º Imagem da Semana: Ressonância Magnética de Coluna Enunciado Paciente do sexo feminino, 34 anos, G1P1A0, hígida, está no terceiro mês pós-parto vaginal sob analgesia peridural, que transcorreu sem intercorrências.

Leia mais

Clínica Deckers. Fisioterapia Exercícios Terapêuticos para o Joelho

Clínica Deckers. Fisioterapia Exercícios Terapêuticos para o Joelho Clínica Deckers Fisioterapia Exercícios Terapêuticos para o Joelho O QUE É Estes são alguns dos exercícios recomendados com mais freqüência, para a terapia do Joelho. Eles foram compilados para dar a você,

Leia mais

Global Training. The finest automotive learning

Global Training. The finest automotive learning Global Training. The finest automotive learning Cuidar da saúde com PREFÁCIO O Manual de Ergonomia para o Motorista que você tem em agora em mãos, é parte de um programa da Mercedes-Benz do Brasil para

Leia mais

ESTUDO DAS PROJEÇÕES NOÇÕES ELEMENTARES 1. DEFINIÇÃO

ESTUDO DAS PROJEÇÕES NOÇÕES ELEMENTARES 1. DEFINIÇÃO Estudo das projeções ESTUDO DAS PROJEÇÕES NOÇÕES ELEMENTARES 1. DEFINIÇÃO Geometria é a ciência que tem por objetivo a medida das linhas, superfícies e dos volumes. Descrever significa representar, contar

Leia mais

Unidade: Cie-Curitiba Curso: Técnico em Radiologia Temas: Esofagografia EED Uretrocistografia Miccinonal

Unidade: Cie-Curitiba Curso: Técnico em Radiologia Temas: Esofagografia EED Uretrocistografia Miccinonal Unidade: Cie-Curitiba Curso: Técnico em Radiologia Temas: Esofagografia EED Uretrocistografia Miccinonal Nomes: Marcia R. Gzeckailo, Denise Bonatti, Katy Carolina R. Rossetto, Claudineia Mancias Turma:

Leia mais

Esqueleto. Axial. Prof. Adj. Dr. Yuri Karaccas de Carvalho Anatomia Descritiva Animal I. Objetivos da Aula. Conhecer a constituição do Esqueleto Axial

Esqueleto. Axial. Prof. Adj. Dr. Yuri Karaccas de Carvalho Anatomia Descritiva Animal I. Objetivos da Aula. Conhecer a constituição do Esqueleto Axial Universidade Federal do Acre Curso de Medicina Veterinária Esqueleto Axial Prof. Adj. Dr. Yuri Karaccas de Carvalho Anatomia Descritiva Animal I Objetivos da Aula Definir Esqueleto Axial Conhecer a constituição

Leia mais

INSTALAÇÃO, LUBRIFICAÇÃO E MANUTENÇÃO DAS CORRENTES TRANSPORTADORAS PROCEDIMENTO DE INSTALAÇÃO DA CORRENTE

INSTALAÇÃO, LUBRIFICAÇÃO E MANUTENÇÃO DAS CORRENTES TRANSPORTADORAS PROCEDIMENTO DE INSTALAÇÃO DA CORRENTE UNP-130408 1 de 6 INSTALAÇÃO, LUBRIFICAÇÃO E MANUTENÇÃO DAS CORRENTES TRANSPORTADORAS A vida útil das correntes transportadoras e elevadoras está diretamente ligada aos cuidados com a instalação, lubrificação

Leia mais