Proteger a medula espinal e os nervos espinais. Fornece um eixo parcialmente rígido e flexível para o corpo e um pivô para a cabeça

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1 Cinthya Natel Baer Cristiane Schwarz Gelain Isabella Mauad Patruni Laila Djensa S. Santos Laiza Tabisz Mariana Escani Guerra Paula Moreira Yegros Veronica Dalmas Padilha Ana Paula Trotta Aline Sudoski Caroline de Souza Pereira Bianca Cesario Cavichiollo Camila dos Santos de Araujo Cassiana Lima Chapaval K. dos Santos Wiviane Rosana Nallin Neto Turma A1 e A2

2 Funções: Proteger a medula espinal e os nervos espinais Suportar o peso do corpo Fornece um eixo parcialmente rígido e flexível para o corpo e um pivô para a cabeça Exerce um papel importante na postura e locomoção.

3 5 vértebras + discos intervertebrais. Lordose lombar Desenvolvimento por volta dos meses de vida. Corpo cuneiforme de L5 Disco L5/S1 étambém em cunha Cada vértebra acima de L5 éinclinada ligeiramente para trás em relação à subjacente. Fatores que interferem na lordose: sexo, idade, posição em pé estática prolongada, compressão, calçados.

4 Face posterior do tronco + vista lateral curvaturas normais da coluna. Dorso fletido processos espinhosos.

5 C7 T1

6 C1 não tem processo espinhoso. C2- profundamente na linha mediana inferior à protuberância occipital externa. C3-C5 sulco nucalentre os músculos do pescoço. C6 acima de C7; pescoço fletido. C7 vértebra + proeminente

7 T5 T12

8 Fletir pescoço e dorso. Palpados a partir de C7 Linha ao nível das mamas T5 T12 ao nível da última costela.

9 C7 T1 Processos espinhosos das vértebras lombares Base do Sacro

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11 Como são grandes são de fácil visualização. Tronco fletido; sulco mediano posterior. L2 estimativa da extremidade inferior da medula espinal. Linha horizontal que une os pontos mais altos das cristas ilíacas processo espinhoso de L4 e o disco IV L4-L5. Ponto para punção lombar.

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13 Sacro S2 linha traçada entre as espinhas ilíacas póstero-superiores. Indica a extensão inferior do espaço subaracnóideo (cisterna lombar)

14 Área unilateral de pele inervada pelas fibras de um único nervo espinhal.

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17 L1 L2 L3 L4 L5 L4 S1 L5 L5 S1 L4 S1

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21 Dermátomos + anatomia palpatória Local possível da Lesão

22 L4- Dor na região anterior da perna. Pequena extensão da perda sobre o joelho. Diminuição ou perda do reflexo patelar. Diminuição da sensibilidade acima do joelho. L5 Dor ao londo da região lateral da perna. Pequena dorsiflexão do pé. Perda sensorial na região do hálux; todos os reflexos são preservados. S1 Dor ao longo da região posterior da perna. Pequena flexão plantar; perda sensorial ao longo da face posterior da perna e da face lateral do pé.

23 Reflexos Tendinosos Profundos: Patelar (L2-L4) Aquileu (S1-S2) Reflexos Cutâneos: Reflexo Cremastérico e Grandes Lábios L1- L2 Reflexo Cutâneo-Plantar (L5-S1)

24 Músculo Nervo Raiz Abdome T6-L1 Adutores da Coxa Obturatório L2, L3, L4 Iliopsoas Femoral L2, L3, L4 Quadriceps femoral Femoral L2, L3, L4 Glúteo máximo Gluteo inferior L5, S1 S2 Bíceps femoral isquiático L4, L5, S1, S2 Tibial anterior Fibular profundo L4, L5 Extensor longo dos dedos Fibular profundo L5, S1 Extensor longo do hálux Fibular profundo L5, S1 Tibial Posterior Tibial L4, L5 Flexor longo dos dedos Gastrocnemiossóleo Tibial Tibial L5, S1 L5, S1, S2

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26 Postura normal:o centro de gravidade do corpo está um pouco atrás e abaixo do umbigo, portanto a tendência do corpo é cair para frente, forçando o trabalho dos músculos posteriores. Os músculos abdominais agem em favor da gravidade, daí sua menor função e consequente maior flacidez,com facilidade em adquirir protrusão abdominal. Esta é a razão de se iniciar a correção postural com exercícios abdominais. Músculos que aumentam a lordose lombar: psoas,ilíaco e flexores do quadril. Músculos que reduzem a lordose lombar: abdominais, glúteos e erector spinae. Postura estática:(militares em posição de sentido). O centro de gravidade é projetado para frente, assim como no uso de sapatos de salto, com sobrecarga dos músculos posteriores dos membros inferiores (tríceps sural). Esta postura favorece a lordose e a retração da musculatura isquiotibial.

27 Postura sentada: A cadeira ideal é a que tem o espaldar adaptado às curvas da coluna, alcançando a região dorsal, e uma altura suficiente para deixar livre a região posterior da coxa e os pés totalmente apoiados no solo. Postura em decúbito: Deve-se evitar o decúbito ventral (posição de bruços) pois esta faz aumentar a lordose lombar e o pescoço é mantido em rotação lateral. O colchão deve ser firme e deve-se fazer o uso de travesseiro.

28 Postura dinâmica: Deve-se evitar a flexão do tronco sobre os joelhos em extensão pois a carga sobre os discos vertebrais inferiores pode levar a lesões ocasionando hérnia discal, degeneração e artrose. Quando se carregam objetos pesados deve-se equilibrar o peso entre as duas mãos e nunca elevar acima da cintura, ou então colocá-los sempre ao nível do umbigo, que está próximo ao centro de gravidade do corpo.

29 60 a 80% das pessoas terão dor lombar durante a vida. Problemas da coluna vertebral são classificados como a causa mais freqüente de limitação da atividade em indivíduos com menos de 45 anos de idade. Causa freqüente de morbidade e incapacidade.

30 São usados para descrever uma condição clínica para a qual é impossível estabelecer um diagnóstico específico em 85%. Alto custo para a sociedade e o paciente. Ocorrência maior em mulheres e em pessoas com baixo índice escolar. Fatores de risco: trabalhos que exigem levantamentos pesados e repetidos, o uso de martelete elétrico e máquinas operatrizes e a condução de veículos motorizados.

31 Dor lombar forte: - Fumo - Ansiedade - Depressão - Stress - Gestações Mais freqüente em obesos, altos, má postura e maior idade.

32 Definição de LOMBALGIA: presença de dor posterior, numa área localizada entre o último arco costal e a pelve. Definição de LOMBOCIATALGIA:toda condição dolorosa que se irradia da região lombar em direção à região glútea e face posterior de um ou dos dois membros inferiores. A dor pode se originar dos discos e articulações intervertebrais, ligamentos e músculos.

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34 Pioram com o movimento, atividade e esforço físico; melhoram com o repouso. Tipos da dor: 1) discogênica compartimento anterior 2) facetária compartimento posterior 3) ciática predominante sinais de radiculopatia ou dor da claudicação neurogênica

35 Mais freqüente 30 a 50 anos Etiologia: desidratação e degeneração do disco intervertebral (L4-L5 e L5-S1) Com o envelhecimento a CV se estabiliza as custas da artrose (osteófitos bicos de papagaio) Não comum em idosos A lombalgia melhora entre 10 e 30 dias de evolução em 75% dos casos

36 Mais idosos com processo artrósico das articulações facetárias Ocorre lesão das cartilagens articulares provocando dor, que piora em extensão do tronco e melhora na posição sentada. Associação possível com hérnia discal por extrusão do núcleo pulposo, provocando ciática Mais de 80% das hérnias: reabsorção em 1 3 meses, com tratamento conservador.

37 Pacientes idosos, com ciática em 1 ou 2 MMII durante a marcha. Descompressão cirúrgica (garante melhor qualidade de vida) Consegue caminhar as mesmas distâncias, após período de repouso (diferencial com claudicação vascular)

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39 Continua na aula: Lombalgia/Ciatalgia 2

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