Osteologia. Estudo da estrutura dos ossos oste = osso; logia = estudo de

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "Osteologia. Estudo da estrutura dos ossos oste = osso; logia = estudo de"

Transcrição

1 Osteologia Estudo da estrutura dos ossos oste = osso; logia = estudo de

2 Ossos Ossos são orgãos esbranquiçados, muito duros, que unindo-se aos outros por meio de junturas ou articulações, constituem o esqueleto. É uma forma de tecido conjuntivo com a característica de mineralização de sua matriz óssea. (cálcio fibras colágenas e proteoglicanas)

3 Constituição óssea Composto por tecido ósseo, cartilaginoso, conjuntivo denso, epitelial, nervoso, adiposo, hematopoiético através do contínuo processo de remodelamento dinâmico, produzindo osso novo (Osteoblastos) e degradando osso velho (Osteoclastos); Células existentes no osso: Osteoblastos, Osteoclastos e Osteócitos; Irrigação do osso, temos os canais de Volkman (vasos sangüíneos maiores) e os canais de Havers (vasos sangüíneos menores).

4 Vascularização óssea Osteócitos osteoblastos maduros que pararam de secretar matéria orgânica). canal de Havers (Responsável pela irrigação do osso passam nervos e vasos sanguíneos menores)

5 Estrutura do Osso Osso compacto: contém poucos espaços entre seus componentes rígidos. Esse osso forma a camada externa de todos os ossos. O tecido ósseo compacto dá proteção e suporte e resiste às forças produzidas pelo peso e movimento. Osso esponjoso: consiste em lamelas, dispostas como trama irregular, de finas colunas ósseas, chamadas trabéculas (trabeculae = pequenas traves). Os espaços macroscópicos, ente as trabéculas de alguns ossos, estão preenchidos com medula óssea vermelha que produz células sanguíneas. É um tecido mais leve.

6 Estrutura do Osso

7 Osso compacto Osso esponjoso Canal medular- medula óssea

8 Estrutura do Osso Periósteo PERI = em torno Bainha resistente de tecido conjuntivo que reveste a superfície do osso onde ele não é revestido por cartilagem articular Protege o osso, contribui no reparo de fraturas, ajuda na nutrição do osso e serve como ponto de fixação de ligamentos e tendões.

9 Estrutura do Osso

10 Tipos de Ossificação Ossificação Intramembranosa: processo que envolve a mineralização direta da membrana de tecido conjuntivo denso ricamente vascularizada formando assim o osso. A própria membrana transforma-se em periósteo, enquanto imediatamente dentro do periósteo pode ser encontrado osso compacto com um núcleo de osso esponjoso. Ossificação Endocondral: a maioria dos ossos se formam pelo processo de ossificação endocondral, que substitui um molde de cartilagem hialina por osso. O esqueleto cartilaginoso está formado completamente ao fim de três meses de gravidez. Durante os meses subseqüentes da gestação, ocorrem o crescimento e a ossificação.

11 Tipos de ossificação Radiografia indicativa de maturação óssea

12 ESQUELETO Função Sustentação do organismo (apoio para o corpo); O esqueleto permite o homem permanecer ereto. Proteção e suporte de estruturas vitais (coração, pulmões, cérebro); Hematopoiética (suprimento contínuo de células sangüíneas novas ocorre na medula vermelha do osso); Armazenamento de gorduras. O tecido adiposo e seu conteúdo em lipídeos são conhecidos como medula óssea amarela. Base mecânica para o movimento, fornecendo inserção aos músculos e funcionando como alavanca.

13 ESQUELETO Divisão Esqueleto Axial Porção mediana, formando o eixo do corpo Sustenta e protege os órgãos da cabeça, pescoço e tronco. Componentes: crânio, ossículos da audição, osso hióide, coluna vertebral e caixa torácica.

14 ESQUELETO Divisão Esqueleto Apendicular Porção apensa à porção mediana (membros superiores e inferiores). A união entre estas duas porções se faz por meio de cinturas escapular ou torácica e pélvica. Componentes: Cintura escapular: escápulas e clavículas. Membro superior: úmero, rádio, ulna, ossos do carpo, metacarpos e falanges. Cintura pélvica: ossos do quadril. Membro inferior: fêmur, patela, tíbia, fíbula, ossos do tarso, metatarsos e falanges.

15 ESQUELETO Esqueleto Axial Esqueleto Apendicular

16 Número de Ossos Indivíduo adulto: 206 ossos. Este número pode variar de acordo com: Fatores etários Fatores individuais Ossos extranumerários Critérios de contagem Ossos sesamóides Ossículos do ouvido

17 Contagem de Ossos Cabeça = 22 Crânio = 08 Face = 14 Tórax = costelas 12 vértebras 1 esterno Pescoço = 8 Abdômen = 7 5 vértebras lombares 1 sacro 1 cóccix

18 Contagem de Ossos Membro Superior = 32 Cintura Escapular = 2 Braço = 1 Antebraço = 2 Mão = 27 Ossículos do Ouvido Médio = 3 Membro Inferior = 31 Cintura Pélvica = 1 Coxa = 1 Joelho = 1 Perna = 2 Pé = 26

19 Classificação dos Ossos Classificação de acordo com a forma Comprimento x Largura x Espessura Longos (ou tubulares) Curtos Laminares (ou planos) Irregulares Pneumáticos Sesamóides

20 Classificação dos Ossos Osso longo Comprimento é maior que largura e espessura. Extremidades: epífises distal e proximal Corpo: diáfise aloja a medula óssea Ex.: principalmente ossos que formam os membros superiores e inferiores fêmur, tíbia, úmero, rádio; falanges, clavícula, etc.

21 Ossos Longos

22 Ossos curtos Apresenta equivalência nas três dimensões.

23 Ossos laminares apresentam comprimento e largura equivalentes, predominando sobre a espessura. Fixação de grandes massas musculares. Ex.: ossos do crânio (parietal, frontal, occipital), escápula e pelve.

24 Osso irregular - Apresenta morfologia complexa. - Não apresenta correspondência em formas geométricas. Ex.: vértebras e osso temporal

25 Osso pneumático Apresenta uma ou mais cavidades, de voluma variável, revestidas de mucosa e contendo ar. Ex.: frontal, maxilar, etmóide, etc.

26 Osso sesamóide Desenvolvem se na substâncias de certos tendões ou da capsula fibrosa que envolve certas articulações. Ex.: patela

ANATOMIA HUMANA I. Sistema Esquelético. Prof. Me. Fabio Milioni

ANATOMIA HUMANA I. Sistema Esquelético. Prof. Me. Fabio Milioni ANATOMIA HUMANA I Sistema Esquelético Prof. Me. Fabio Milioni FUNÇÕES Sustentação Proteção Auxílio ao movimento Armazenamento de minerais Formação de células sanguíneas 1 CLASSIFICAÇÃO DOS OSSOS Longos

Leia mais

INTRODUÇÃO À RADIOLOGIA MUSCULO-ESQUELÉTICA

INTRODUÇÃO À RADIOLOGIA MUSCULO-ESQUELÉTICA INTRODUÇÃO À RADIOLOGIA MUSCULO-ESQUELÉTICA Prof. Rodrigo Aguiar O sistema músculo-esquelético é formado por ossos, articulações, músculos, tendões, nervos periféricos e partes moles adjacentes. Em grande

Leia mais

III. 4 - Tecido Ósseo

III. 4 - Tecido Ósseo Capítulo 2: Parte 4 1 III. 4 - Tecido Ósseo É um tecido conjuntivo resistente em virtude da impregnação da sua substância fundamental pelos sais de cálcio, principalmente o fosfato e o carbonato de cálcio.

Leia mais

ESTUDO DO MOVIMENTO OSTEOLOGIA

ESTUDO DO MOVIMENTO OSTEOLOGIA EB 23S DE CAMINHA CURSO PROFISSIONAL TÉCNICO GESTÃO DESPORTIVA ESTUDO DO MOVIMENTO HISTOLOGIA 2011/12 PROFESSOR PEDRO CÂMARA FUNÇÕES FUNÇÕES DOS S MECÂNICA SUPORTE DUREZA ARQUITECTURA INTERNA MOVIMENTO

Leia mais

Bases Biomecânicas do Treinamento Osteogênico. Prof. Dr. Guanis de Barros Vilela Junior

Bases Biomecânicas do Treinamento Osteogênico. Prof. Dr. Guanis de Barros Vilela Junior Bases Biomecânicas do Treinamento Osteogênico Prof. Dr. Guanis de Barros Vilela Junior Questão Qual é a melhor atividade física para o aumento da densidade óssea em todo o corpo? Natação? Corrida? Tênis?

Leia mais

Observação com aumento total de 100x: Neste aumento poderemos observar os sistemas de Havers e os sistemas intermediários com facilidade.

Observação com aumento total de 100x: Neste aumento poderemos observar os sistemas de Havers e os sistemas intermediários com facilidade. 1. Tecido Ósseo Compacto desgastado Material: Diáfise de osso em corte transversal Técnica: Desgaste com a utilização de disco de Carborundum Observação com aumento total de 100x: Neste aumento poderemos

Leia mais

EXERCÄCIOS DE HISTOLOGIA. 1- (PUC-2006) Associe o tipo de tecido animal Å sua correlaçéo:

EXERCÄCIOS DE HISTOLOGIA. 1- (PUC-2006) Associe o tipo de tecido animal Å sua correlaçéo: EXERCÄCIOS DE HISTOLOGIA 1- (PUC-2006) Associe o tipo de tecido animal Å sua correlaçéo: 1) Tecido Ñsseo compacto 2) Tecido Ñsseo esponjoso 3) Cartilagem hialina 4) Cartilagem elöstica 5) Cartilagem fibrosa

Leia mais

TECIDO CONJUNTIVO. derme tendão

TECIDO CONJUNTIVO. derme tendão TECIDO CONJUNTIVO derme tendão Tecido adiposo cartilagem sangue osso http://medinfo.ufl.edu/~dental/denhisto/lecture_materials/conntiss1_07_nxpowerlite_1.ppt Tecido Conjuntivo Característica: vários tipos

Leia mais

Osteologia. http://www.imagingonline.com.br/

Osteologia. http://www.imagingonline.com.br/ 2010 Osteologia http://www.imagingonline.com.br/ Esse capítulo desenvolve os conceitos gerais em osteologia. O estudo das partes do esqueleto será realizado em capítulos a parte (capítulo 3 esqueleto axial;

Leia mais

Universidade Estadual de Campinas - UNICAMP. Ossos

Universidade Estadual de Campinas - UNICAMP. Ossos Universidade Estadual de Campinas - UNICAMP Ossos Resumo da aula Classificação Estrutura óssea Funções Remodelagem Cargas Torque/ Momento Stress em função da Geometria Óssea Resumo da aula Esqueleto axial

Leia mais

Histologia animal. Equipe de Biologia

Histologia animal. Equipe de Biologia Histologia animal Equipe de Biologia Tipos de tecidos animais Tecidos epiteliais Tecidos conjuntivos Tecidos musculares http://www.simbiotica.org/tecidosanimal.htm Tecido nervoso Tecidos epiteliais Apresenta

Leia mais

CAPÍTULO 02- ERGONOMIA Prof. Mauro Ferreira

CAPÍTULO 02- ERGONOMIA Prof. Mauro Ferreira CAPÍTULO 02- ERGONOMIA Prof. Mauro Ferreira NOÇÕES BÁSICAS DE ANATOMIA E FISIOLOGIA Identificação das Limitações do Organismo Humano Sabendo-se que a Ergonomia tem por objetivo adequar o trabalho às características

Leia mais

Exercícios Práticos de Anatomia Veterinária

Exercícios Práticos de Anatomia Veterinária Unic - Universidade de Cuiabá Faculdade de medicina veterinária - 1 - Disciplina de Ciências Morfofuncionais Aplicadas a Medicina Veterinária I Exercícios Práticos de Anatomia Veterinária SUMÁRIO - 2 -

Leia mais

substância intercelular sólida, dura e resistente.

substância intercelular sólida, dura e resistente. Tecido ósseo É um dos tecidos que formam o esqueleto de nosso corpo, tendo como função principal a sustentação. Além disso: serve de suporte para partes moles; protege órgão vitais; aloja e protege a medula

Leia mais

ANATOMIA E FISIOLOGIA HUMANA Apostila de Exercícios de Fixação Sistema Esquelético ESQUELETO AXIAL ESQUELETO APENDICULAR

ANATOMIA E FISIOLOGIA HUMANA Apostila de Exercícios de Fixação Sistema Esquelético ESQUELETO AXIAL ESQUELETO APENDICULAR ASSOCIAÇÃO PESTALOZZI DE NITERÓI CURSO TÉCNICO ALMIR MADEIRA Estrada Caetano Monteiro, 857 Pendotiba. Niterói- RJ Tel: 21994400/21.26202173 (Centro) CURSO: DISCIPLINA: Anatomia e Fisiologia Humana DOCENTE:

Leia mais

TECIDO CONJUNTIVO HISTOLOGIA

TECIDO CONJUNTIVO HISTOLOGIA TECIDO CONJUNTIVO HISTOLOGIA CARACTERÍSTICAS GERAIS: - Unem e sustentam outros tecidos - Não apresentam células justapostas - Possuem vários tipos de células - Possuem matriz intercelular material gelatinoso

Leia mais

COLÉGIO JARDINS. Aluno: Data: / / SÉRIE: 1º A( ) B( ) Profº Marcos Andrade

COLÉGIO JARDINS. Aluno: Data: / / SÉRIE: 1º A( ) B( ) Profº Marcos Andrade COLÉGIO JARDINS Aluno: Data: / / SÉRIE: 1º A( ) B( ) Profº Marcos Andrade TECIDO CONJUNTIVO I São aqueles que atuam nas funções de preenchimento de espaços entre órgãos, sustentação, defesa e nutrição.

Leia mais

Esqueleto apendicular

Esqueleto apendicular 2010 Esqueleto apendicular http://www.imagingonline.com.br/ Esse capítulo enfoca os ossos que formam os esqueletos apendiculares superiores, inferiores e seus respectivos cíngulos.. No final do capítulo,

Leia mais

Nome: Nº: Classificação: 4. Muitos epitélios de revestimento desempenham uma importante função de protecção através da produção de:

Nome: Nº: Classificação: 4. Muitos epitélios de revestimento desempenham uma importante função de protecção através da produção de: HistoVet 2005_2006 Histologia e Embriologia Medicina Veterinária Frequência Teórica 3 de Fevereiro de 2006 Nome: Nº: Classificação: 1. Um epitélio típico está separado do seu suprimento sanguíneo através:

Leia mais

ESTUDO DIRIGIDO MORFOLOGIA MICROSCOPICA

ESTUDO DIRIGIDO MORFOLOGIA MICROSCOPICA 1 ESTUDO DIRIGIDO MORFOLOGIA MICROSCOPICA 1- As glândulas adrenais têm uma das mais altas taxas de fluxo sanguíneo por grama de tecido do organismo, sendo que o córtex abrange 80% e a medula, 20% do órgão.

Leia mais

Biologia - 3ª Série Histologia Data: 13 de junho de 2007

Biologia - 3ª Série Histologia Data: 13 de junho de 2007 HISTOLOGIA Conceito: Ciência que estuda os tecidos. Tecido: Conjunto de células semelhantes que juntas anatomicamante, desempenham a mesma função. TECIDO EPITELIAL Características: células muito coesas

Leia mais

Reitora Suely Vilela. Diretor da Faculdade de Saúde Pública Chester Luiz Galvão César. Chefe do Departamento de Nutrição Carlos Augusto Monteiro

Reitora Suely Vilela. Diretor da Faculdade de Saúde Pública Chester Luiz Galvão César. Chefe do Departamento de Nutrição Carlos Augusto Monteiro Reitora Suely Vilela Diretor da Faculdade de Saúde Pública Chester Luiz Galvão César Chefe do Departamento de Nutrição Carlos Augusto Monteiro Chefe do Laboratório de Avaliação Nutricional de Populações

Leia mais

Matéria: Biologia Assunto: Tecidos Animais - Tecidos Conjuntivos Prof. Enrico Blota

Matéria: Biologia Assunto: Tecidos Animais - Tecidos Conjuntivos Prof. Enrico Blota Matéria: Biologia Assunto: Tecidos Animais - Tecidos Conjuntivos Prof. Enrico Blota Biologia Moléculas, células e tecidos - Tecidos animais Tecidos conjuntivos São constituídos predominantemente por material

Leia mais

20/10/2014. TECIDO CONJUNTIVO ou CONECTIVO

20/10/2014. TECIDO CONJUNTIVO ou CONECTIVO TECIDO CONJUNTIVO ou CONECTIVO Poucas células, encontram-se separadas; Presença de grande quantidade de substância intercelular; Substância intercelular ou matriz extracelular Substância fundamental amorfa:

Leia mais

Histologia Animal. - Estuda a classificação, estrutura, distribuição e função dos tecidos animais.

Histologia Animal. - Estuda a classificação, estrutura, distribuição e função dos tecidos animais. Histologia Animal - Estuda a classificação, estrutura, distribuição e função dos tecidos animais. - Tecidos: Grupamento de células harmonizadas e diferenciadas que realizam uma determinada função. - Principais

Leia mais

Unidade 6 Locomoção ossos e músculos

Unidade 6 Locomoção ossos e músculos Sugestões de atividades Unidade 6 Locomoção ossos e músculos 8 CIÊNCIAS 1 Esqueleto humano 1. Observe a ilustração do esqueleto humano. Dê exemplos dos seguintes tipos de ossos que existem no corpo humano

Leia mais

Prof Thiago Scaquetti de Souza

Prof Thiago Scaquetti de Souza Prof Thiago Scaquetti de Souza SISTEMA RESPIRATÓRIO HUMANO Funções e anatomia O sistema respiratório humano possui a função de realizar as trocas gasosas (HEMATOSE). Esse sistema é composto pelas seguintes

Leia mais

Vasconcelos, DFP. Roteiro para Aula Prática de Histologia Básica. www.institutododelta.com.br

Vasconcelos, DFP. Roteiro para Aula Prática de Histologia Básica. www.institutododelta.com.br Como citar este documento: Vasconcelos, DFP. Roteiro para Aula Prática de Histologia Básica. Disponível em:, acesso em: (coloque a data aqui). ROTEIRO PARA AULA PRÁTICA DE HISTOLOGIA BÁSICA Roteiro de

Leia mais

Aula6 TECIDO ÓSSEO. Shirlei Octacílio da Silva

Aula6 TECIDO ÓSSEO. Shirlei Octacílio da Silva Aula6 TECIDO ÓSSEO META Descrever a composição do tecido ósseo, correlacionando as características estruturais do osso com suas funções no corpo, ressaltando que os mesmos componentes que trazem a rigidez

Leia mais

NOME. Fichas de Estudo

NOME. Fichas de Estudo NOME Fichas de Estudo O ESQUELETO OS OSSOS Conhecer a constituição dos ossos, como se formam As partes duras que o homem tem no interior do seu corpo chama-se ossos. O conjunto de todos os ossos forma

Leia mais

ANATOMIA HUMANA I. Acidentes Ósseos. Prof. Me. Fabio Milioni. Características Anatômicas de Superfície dos Ossos

ANATOMIA HUMANA I. Acidentes Ósseos. Prof. Me. Fabio Milioni. Características Anatômicas de Superfície dos Ossos ANATOMIA HUMANA I Acidentes Ósseos Prof. Me. Fabio Milioni Características Anatômicas de Superfície dos Ossos As superfícies dos ossos possuem várias características estruturais adaptadas a funções específicas.

Leia mais

ARTICULAÇÕES por Dra. Kaori Nakano

ARTICULAÇÕES por Dra. Kaori Nakano ARTICULAÇÕES por Dra. Kaori Nakano A articulação é formada pela coaptação de dois ossos com o auxílio de músculos esqueléticos, ligamentos e cápsula articular. Para uma melhor compreensão é necessário

Leia mais

Níveis de. Organização do. Corpo Humano

Níveis de. Organização do. Corpo Humano Níveis de Organização do Corpo Humano No corpo humano existem vários grupos de células semelhantes entre si. Cada grupo constitui um TECIDO Semelhança de forma: todas destinam-se a uma função específica.

Leia mais

Osteologia. denominam cervicais; a primeira se chama atlas e a segunda áxis.

Osteologia. denominam cervicais; a primeira se chama atlas e a segunda áxis. 23 Osteologia denominam cervicais; a primeira se chama atlas e a segunda áxis. O Esqueleto A função mais importante do esqueleto é sustentar a totalidade do corpo e dar-lhe forma. Torna possível a locomoção

Leia mais

SISTEMA OSTEOARTICULAR II ESQUELETO AXIAL: COLUNA VERTEBRAL E CAIXA TORÁCICA SUMÁRIO

SISTEMA OSTEOARTICULAR II ESQUELETO AXIAL: COLUNA VERTEBRAL E CAIXA TORÁCICA SUMÁRIO SISTEMA OSTEOARTICULAR II ESQUELETO AXIAL: COLUNA VERTEBRAL E CAIXA TORÁCICA SUMÁRIO I COLUNA VERTEBRAL 1 Os constituintes da coluna vertebral: 7 vértebras cervicais, 12 vértebras torácicas, 5 vértebras

Leia mais

Tecido Conjuntivo. Histologia Geral Msc. Rafael Quirino Moreira

Tecido Conjuntivo. Histologia Geral Msc. Rafael Quirino Moreira Tecido Conjuntivo Histologia Geral Msc. Rafael Quirino Moreira Tecido Conjuntivo Estabelecimento e manutenção da forma do corpo Papel conferido pela Matriz Extracelular MEC principal constituinte do Tecido

Leia mais

RETALHOS LIVRES PARA O COTOVELO E ANTEBRAÇO

RETALHOS LIVRES PARA O COTOVELO E ANTEBRAÇO RETALHOS LIVRES PARA O COTOVELO E ANTEBRAÇO Mário Yoshihide Kuwae 1, Ricardo Pereira da Silva 2 INTRODUÇÃO O antebraço e cotovelo apresentam características distintas quanto a cobertura cutânea, nas lesões

Leia mais

UND 1 R$ 8.850,000 R$ 8.850,00 23402.002009/2010-16 MICROLLAGOS MICROSCOPIA CIENTIFICA LTDA 3B 3B

UND 1 R$ 8.850,000 R$ 8.850,00 23402.002009/2010-16 MICROLLAGOS MICROSCOPIA CIENTIFICA LTDA 3B 3B FUNDAÇÃO UNIVERSIDADE FEDERAL DO VALE DO SÃO FRANCISCO SECRETÁRIA DE GESTÃO E ORÇAMENTO Visando a aquisição de equipamentos para laboratório - Pregão 56/2010 Processo nº 23402.001770/2010-22 Empenho Entrega

Leia mais

R.: b) O que garante o funcionamento das funções vitais nos organismos vivos? R.:

R.: b) O que garante o funcionamento das funções vitais nos organismos vivos? R.: PROFESSOR: EQUIPE DE CIÊNCIAS BANCO DE QUESTÕES - CIÊNCIAS 5º ANO - ENSINO FUNDAMENTAL ========================================================================== CÉLULA, UNIDADE BÁSICA DOS SERES VIVOS.

Leia mais

AUTORES: NANCY MARTINS DE SÁ STOIANOV

AUTORES: NANCY MARTINS DE SÁ STOIANOV Ciências AUTORES: NANCY MARTINS DE SÁ STOIANOV Graduada em História e Pedagogia, Doutora em Filosofia e Metodologia de Ensino, Autora da Metodologia ACRESCER. REGINALDO STOIANOV Licenciatura Plena em Biologia,

Leia mais

Anatomia- Prof: Renato de Oliveira. Capitulo 2. (Ossos, Articulações,Musculos) Conhecendo os ossos e o sistema esquelético

Anatomia- Prof: Renato de Oliveira. Capitulo 2. (Ossos, Articulações,Musculos) Conhecendo os ossos e o sistema esquelético Anatomia- Prof: Renato de Oliveira Capitulo 2 (Ossos, Articulações,Musculos) Conhecendo os ossos e o sistema esquelético Apesar de seu aspecto simples, o osso possui funções bastante complexas e vitais

Leia mais

DISTRIBUIÇÃO DA GORDURA SUBCUTÂNEA BASEADA NA OBSERVAÇÃO DE PEÇAS ANATÔMICAS DISSECADAS 1

DISTRIBUIÇÃO DA GORDURA SUBCUTÂNEA BASEADA NA OBSERVAÇÃO DE PEÇAS ANATÔMICAS DISSECADAS 1 DISTRIBUIÇÃO DA GORDURA SUBCUTÂNEA BASEADA NA OBSERVAÇÃO DE PEÇAS ANATÔMICAS DISSECADAS 1 CAMPOS, Adriana 1 ; SANTOS, Danillo Luiz 2 ; ARAÚJO, Patrick Correia de Souza 3 ; LUIZ, Carlos Rosemberg 4 ; BENETTI,

Leia mais

METADE CAUDAL DA BASE DO CRÂNIO. Vista Ventral

METADE CAUDAL DA BASE DO CRÂNIO. Vista Ventral METADE CAUDAL DA BASE DO CRÂNIO Vista Ventral 7 0 9 8 7. Côndilo do occipital;. Forame Magno;. Processo Paracondilar;. Temporal;. Forame Supraorbital;. Bula Timpânica; 7. Vômer; 8. Zigomático; 9. Asa do

Leia mais

Histologia animal (parte II) Natália A. Paludetto nataliaapaludetto@gmail.com

Histologia animal (parte II) Natália A. Paludetto nataliaapaludetto@gmail.com Histologia animal (parte II) Natália A. Paludetto nataliaapaludetto@gmail.com Anteriormente... Tecido Epitelial Revestimento Uniestratificado Pseudoestratificado Estratificado Pavimentoso Cúbico Colunar

Leia mais

BOM DIA. Sejam bem vindas e boa aula!!!!!!!!!!!!!

BOM DIA. Sejam bem vindas e boa aula!!!!!!!!!!!!! BOM DIA Sejam bem vindas e boa aula!!!!!!!!!!!!! CURSO ASB DRA. NANCI CATANDI PERRONE Saúde Bucal X Saúde Geral DEFINIÇÕES ANATOMIA Estudo cientifico da forma e estrutura do corpo. FISIOLOGIA Estudo cientifico

Leia mais

ECO - ONLINE (EDUCAÇÃO CONTINUADA EM ORTOPEDIA ONLINE)

ECO - ONLINE (EDUCAÇÃO CONTINUADA EM ORTOPEDIA ONLINE) ECO - ONLINE (EDUCAÇÃO CONTINUADA EM ORTOPEDIA ONLINE) DESCRIÇÃO: Aulas interativas ao vivo pela internet. Participe ao vivo, respondendo as enquetes e enviando suas perguntas. Vale pontos para a Revalidação

Leia mais

Sistema Nervoso Professor: Fernando Stuchi

Sistema Nervoso Professor: Fernando Stuchi Fisiologia Animal Sistema Nervoso Sistema Nervoso Exclusivo dos animais, vale-se de mensagens elétricas que caminham pelos nervos mais rapidamente que os hormônios pelo sangue. Mantido vivo pela eletricidade,

Leia mais

ANATOMIA E FISIOLOGIA OCULAR MARIA DE JESUS CLARA 2005/2006

ANATOMIA E FISIOLOGIA OCULAR MARIA DE JESUS CLARA 2005/2006 ANATOMIA E FISIOLOGIA OCULAR MARIA DE JESUS CLARA 2005/2006 PÁLPEBRAS - 1 Pálpebras Formações musculomembranosas -finas -móveis -adaptadas à parte anterior dos olhos Função protecção contra agressões externas,

Leia mais

ANATOMIA HUMANA. Faculdade Anísio Teixeira Curso de Férias Prof. João Ronaldo Tavares de Vasconcellos Neto

ANATOMIA HUMANA. Faculdade Anísio Teixeira Curso de Férias Prof. João Ronaldo Tavares de Vasconcellos Neto ANATOMIA HUMANA Faculdade Anísio Teixeira Curso de Férias Prof. João Ronaldo Tavares de Vasconcellos Neto Tecido Nervoso Compreende basicamente dois tipos celulares Neurônios unidade estrutural e funcional

Leia mais

Aulas Teóricas: 4 Aulas Práticas: 4 Número de Créditos: 6 Carga Horária: 144

Aulas Teóricas: 4 Aulas Práticas: 4 Número de Créditos: 6 Carga Horária: 144 BM2301 Bases Biológicas I (Morfologia) Aulas Teóricas: 4 Aulas Práticas: 4 Número de Créditos: 6 Carga Horária: 144 Introdução ao Estudo da Anatomia. Membro Superior : ossos-articulações, músculos, inervação

Leia mais

Continuar Portugal Boletim Juvenil On-Line Ano II Nº 19 2015 JUNHO

Continuar Portugal Boletim Juvenil On-Line Ano II Nº 19 2015 JUNHO Continuar Portugal Boletim Juvenil On-Line Ano II Nº 19 2015 JUNHO SALAZAR disse «Eu sou pelo nacionalismo económico, mas este nacionalismo tão moderado que para nós é condição e base de melhor cooperação

Leia mais

Coluna Vertebral. Sacro - 5 vértebras - Cóccix - 4-5 vértebras. Junção Cervico-toracica. Junção Toraco-lombar. Junção Lombosacral

Coluna Vertebral. Sacro - 5 vértebras - Cóccix - 4-5 vértebras. Junção Cervico-toracica. Junção Toraco-lombar. Junção Lombosacral A Coluna Verterbral É o maior segmento corporal (40% Altura) É como uma haste elástica modificada Proporciona suporte, proteção e flexibilidade Formado por 33 vértebras, 24 móveis. 4 curvas, que dão equilíbrio

Leia mais

Níveis de organização do corpo humano - TECIDOS. HISTOLOGIA = estudo dos tecidos

Níveis de organização do corpo humano - TECIDOS. HISTOLOGIA = estudo dos tecidos Níveis de organização do corpo humano - TECIDOS HISTOLOGIA = estudo dos tecidos TECIDOS Grupos de células especializadas, semelhantes ou diferentes entre si, e que desempenham funções específicas. Num

Leia mais

As células formam os tecidos

As células formam os tecidos As células formam os tecidos Sabemos que células com formas e funções semelhantes se organizam em tecidos. Anote Os tecidos são agrupamentos de células que se diferenciam e se especializam para realizar,

Leia mais

SISTEMA NERVOSO. Professora: Daniela Carrogi Vianna

SISTEMA NERVOSO. Professora: Daniela Carrogi Vianna SISTEMA NERVOSO Professora: Daniela Carrogi Vianna SISTEMA NERVOSO O sistema Nervoso é um todo. Sua divisão em partes tem um significado exclusivamente didático, pois as várias partes estão intimamente

Leia mais

4 TERMO ADITIVO AO EDITAL DE CREDENCIAMENTO N 0001/2012 FMS

4 TERMO ADITIVO AO EDITAL DE CREDENCIAMENTO N 0001/2012 FMS ESTADO DE SANTA CATARINA MUNICÍPIO DE FRAIBURGO 4 TERMO ADITIVO AO EDITAL DE CREDENCIAMENTO N 0001/2012 FMS OBJETO: Credenciamento de empresas do ramo interessadas na prestação de serviços de consultas

Leia mais

Adutores da Coxa. Provas de função muscular MMII. Adutor Longo. Adutor Curto. Graduação de força muscular

Adutores da Coxa. Provas de função muscular MMII. Adutor Longo. Adutor Curto. Graduação de força muscular Provas de função muscular MMII Graduação de força muscular Grau 0:Consiste me palpar o músculo avaliado e encontrar como resposta ausência de contração muscular. Grau 1:Ao palpar o músculo a ser avaliado

Leia mais

TECIDO CONJUNTIVO 9º ano

TECIDO CONJUNTIVO 9º ano TECIDO CONJUNTIVO 9º ano O tecido conjuntivo apresenta células separadas por matriz intercelular. É quase sempre vascularizado. (exceção tecido cartilaginoso) TIPOS DE TECIDO CONJUNTIVO TCP D TCP D Frouxo

Leia mais

CONFEDERAÇÃO BRASILEIRA DE CINOFILIA. Fédération Cynologique Internationale GRUPO 7. Padrão FCI 165 04/12/1998. Padrão Ofi cial da Raça

CONFEDERAÇÃO BRASILEIRA DE CINOFILIA. Fédération Cynologique Internationale GRUPO 7. Padrão FCI 165 04/12/1998. Padrão Ofi cial da Raça CONFEDERAÇÃO BRASILEIRA DE CINOFILIA Fédération Cynologique Internationale GRUPO 7 Padrão FCI 165 04/12/1998 Padrão Ofi cial da Raça SPINONE ITALIANO CONFEDERAÇÃO BRASILEIRA DE CINOFILIA Filiada à Fédération

Leia mais

também o metabolismo de carboidratos e gorduras assim como os níveis de água no corpo.

também o metabolismo de carboidratos e gorduras assim como os níveis de água no corpo. BIO E V9 Aula 25 25.01 A reposição hormonal deve ser utilizada de acordo com prescrição médica. Para muitas mulheres esses tratamentos são muito eficazes, pois, voltam a produzir substâncias essenciais

Leia mais

RESUMO TECIDOS ÓSSEO, HEMATOPOÉTICO E SANGUÍNEO, SANGUÍNEO E IMUNIDADE, MUSCULAR E NERVOSO

RESUMO TECIDOS ÓSSEO, HEMATOPOÉTICO E SANGUÍNEO, SANGUÍNEO E IMUNIDADE, MUSCULAR E NERVOSO RESUMO TECIDOS ÓSSEO, HEMATOPOÉTICO E SANGUÍNEO, SANGUÍNEO E IMUNIDADE, MUSCULAR E NERVOSO TECIDO ÓSSEO - Características: apresenta matriz calcificada e atua como o principal depósito de cálcio e fósforo

Leia mais

CONFEDERAÇÃO BRASILEIRA DE CINOFILIA Fédération Cynologique Internationale GRUPO 5. Padrão FCI 94 03/11/1999. Padrão Oficial da Raça

CONFEDERAÇÃO BRASILEIRA DE CINOFILIA Fédération Cynologique Internationale GRUPO 5. Padrão FCI 94 03/11/1999. Padrão Oficial da Raça CONFEDERAÇÃO BRASILEIRA DE CINOFILIA Fédération Cynologique Internationale GRUPO 5 Padrão FCI 94 03/11/1999 Padrão Oficial da Raça PODENGO PORTUGUÊS CONFEDERAÇÃO BRASILEIRA DE CINOFILIA Classificação F.C.I.:

Leia mais

ANATOMIA DO PERIODONTO

ANATOMIA DO PERIODONTO INAPÓS - Faculdade de Odontologia e Pós Graduação DISCIPLINA DE PERIODONTIA ANATOMIA DO PERIODONTO Prof.Dr. Lucinei Roberto de Oliveira http://lucinei.wikispaces.com 2012 PERIODONTO DE SUSTENTAÇÃO Ligamento

Leia mais

COCKER SPANIEL INGLÊS

COCKER SPANIEL INGLÊS CONFEDERAÇÃO BRASILEIRA DE CINOFILIA Fédération Cynologique Internationale GRUPO 8 Padrão FCI 5 28/11/2003 Padrão Oficial da Raça COCKER SPANIEL INGLÊS ENGLISH COCKER SPANIEL CONFEDERAÇÃO BRASILEIRA DE

Leia mais

Anatomia II 2. Revisão da Anatomia do SISTEMA ESQUELETICO

Anatomia II 2. Revisão da Anatomia do SISTEMA ESQUELETICO Técnico em Radiologia Anatomia II Revisão da Anatomia do SISTEMA ESQUELETICO Os ossos são órgãos esbranquiçados, muito duros, que unindo-se uns aos outros, por intermédio das junturas ou articulações constituem

Leia mais

Ciências/15 8º ano Turma: 2º trimestre Nome: Data: / / Projeto-síntese de Ciências 8º ano 2º trimestre

Ciências/15 8º ano Turma: 2º trimestre Nome: Data: / / Projeto-síntese de Ciências 8º ano 2º trimestre Ciências/15 8º ano Turma: 2º trimestre Nome: Data: / / 8ºcie302r Caros alunos, Projeto-síntese de Ciências 8º ano 2º trimestre No 2º trimestre nos dedicamos ao estudo do funcionamento do corpo humano,

Leia mais

COCKER SPANIEL INGLÊS ENGLISH COCKER SPANIEL

COCKER SPANIEL INGLÊS ENGLISH COCKER SPANIEL CONFEDERAÇÃO BRASILEIRA DE CINOFILIA Fédération Cynologique Internationale GRUPO 8 Padrão FCI 5 28/10/2009 Padrão Oficial da Raça COCKER SPANIEL INGLÊS ENGLISH COCKER SPANIEL CONFEDERAÇÃO BRASILEIRA DE

Leia mais

Principais funções dos músculos: Tipos de tecido muscular:

Principais funções dos músculos: Tipos de tecido muscular: Corpo Humano Tipos de Tecidos Tipos de tecido muscular: Esquelético Liso Cardíaco Principais funções dos músculos: 1.Movimento corporal 2.Manutenção da postura 3.Respiração 4.Produção de calor corporal

Leia mais

HISTOLOGIA ESTUDO DOS TECIDOS

HISTOLOGIA ESTUDO DOS TECIDOS HISTOLOGIA ESTUDO DOS TECIDOS Tipos de tecidos: Tecido Epitelial Tecido Conjuntivo Tecido Muscular Tecido Nervoso Tecido Epitelial Funções: Tecido Epitelial Revestimento Proteção Absorção de impacto Secreção

Leia mais

Doença de Paget. Definição:

Doença de Paget. Definição: Definição: É uma doença sistêmica de origem desconhecida que determina alteração no Processo de Remodelação Óssea. Apresenta um forte componente genético. Se caracteriza por um aumento focal no remodelamento

Leia mais

DE VOLTA ÀS AULAS... CUIDADOS COM A POSTURA E O PESO DA MOCHILA!

DE VOLTA ÀS AULAS... CUIDADOS COM A POSTURA E O PESO DA MOCHILA! DE VOLTA ÀS AULAS... CUIDADOS COM A POSTURA E O PESO DA MOCHILA! SUA MOCHILA NÃO PODE PESAR MAIS QUE 10% DO SEU PESO CORPORAL. A influência de carregar a mochila com o material escolar nas costas, associado

Leia mais

Tecido conjuntivo. Células. Matriz Extracelular (MEC) Abundante

Tecido conjuntivo. Células. Matriz Extracelular (MEC) Abundante Células Tecido conjuntivo Matriz Extracelular (MEC) Abundante Tecido conjuntivo I Matriz Extracelular (MEC) Tipos de tecido conjuntivo Tecido conjuntivo II Células residentes Células transitórias Tecido

Leia mais

Sobre as propriedades da laserterapia de baixa potência, relacione as colunas abaixo: I. Monocromaticidade. II. Colimação. III. Coerência.

Sobre as propriedades da laserterapia de baixa potência, relacione as colunas abaixo: I. Monocromaticidade. II. Colimação. III. Coerência. LASER Sobre as propriedades da laserterapia de baixa potência, relacione as colunas abaixo: I. Monocromaticidade. II. Colimação. III. Coerência. ( ) A luz emitida pelos aparelhos laser apresenta a mesma

Leia mais

ESTUDO BASE 8 ANO. Prof. Alexandre

ESTUDO BASE 8 ANO. Prof. Alexandre ESTUDO BASE 8 ANO Prof. Alexandre FORMA E FUNÇÃO Natureza FORMA E FUNÇÃO Artificiais FORMA E FUNÇÃO Todos os objetos apresentam uma relação intíma entre sua forma e função Relação = FORMA/FUNÇÃO BIOLOGIA

Leia mais

Profa. Dra. Iêda Guedes Depto Histologia e Embriologia - CCB Universidade Federal do Pará

Profa. Dra. Iêda Guedes Depto Histologia e Embriologia - CCB Universidade Federal do Pará Módulo: Morfológicas I Disciplina: Histologia Curso: Odontologia Profa. Dra. Iêda Guedes Depto Histologia e Embriologia - CCB Universidade Federal do Pará Vista de embrião com 22 dias Primeiro Arco

Leia mais

TECIDO CARTILAGINOSO. Observação com aumento total de 40x: Na mesma lâmina apareceu os dois órgãos traquéia e esôfago.

TECIDO CARTILAGINOSO. Observação com aumento total de 40x: Na mesma lâmina apareceu os dois órgãos traquéia e esôfago. TECIDO CARTILAGINOSO 1)Tecido Cartilaginoso Hialino Material: Traquéia Técnica: Hematoxilina e Eosina (HE) Observação com aumento total de 40x: Na mesma lâmina apareceu os dois órgãos traquéia e esôfago.

Leia mais

Universidade do Estado do Pará Comissão Permanente de Licitação UASG: 925611

Universidade do Estado do Pará Comissão Permanente de Licitação UASG: 925611 Universidade do Estado do Pará Comissão Permanente de Licitação UASG: 925611 Razão Social CNPJ Endereço E-mail Fone/Fax Responsável Recebemos, através do acesso à página www.comprasnet.gov.br nesta data,

Leia mais

RELAÇÃO DE ITENS - PREGÃO ELETRÔNICO Nº 00039/2015-000 SRP

RELAÇÃO DE ITENS - PREGÃO ELETRÔNICO Nº 00039/2015-000 SRP 2626 - UNIVERSIDADE FEDERAL RURAL DO SEMI-ARIDO/RN 153033 - UNIVERSIDADE FEDERAL RURAL DO SEMI-ÁRIDO RELAÇÃO DE ITENS - PREGÃO ELETRÔNICO Nº 00039/2015-000 SRP 1 - Itens da Licitação 1 - ACESSÓRIOS PARA

Leia mais

Categorias de Músculos

Categorias de Músculos URI Curso de Psicologia Prof. Claudio Alfredo Konrat Aparelho Locomotor: ossos, junturas e músculos Os músculos constituem os elementos ativos do movimento Os ossos constituem os elementos passivos do

Leia mais

Revista do Conselho Regional de Odontologia do Rio de Janeiro Ano XXX - nº 02- Fevereiro de 2013

Revista do Conselho Regional de Odontologia do Rio de Janeiro Ano XXX - nº 02- Fevereiro de 2013 Revista do Conselho Regional de Odontologia do Rio de Janeiro Ano XXX - nº 02- Fevereiro de 2013 10 CAPA Tire suas dúvidas so O avanço na profissão tem sido responsável pelo aprimoramento de técnicas para

Leia mais

PROVA ESPECÍFICA Cargo 18

PROVA ESPECÍFICA Cargo 18 13 PROVA ESPECÍFICA Cargo 18 QUESTÃO 31 Ao realizar uma radiografia, um técnico de radiologia percebeu que sua máquina fotográfica convencional e os filmes fotográficos estavam no mesmo local que o aparelho

Leia mais

CONFEDERAÇÃO BRASILEIRA DE CINOFILIA Fédération Cynologique Internationale GRUPO 3. Padrão FCI 86 19/05/2009. Padrão Oficial da Raça

CONFEDERAÇÃO BRASILEIRA DE CINOFILIA Fédération Cynologique Internationale GRUPO 3. Padrão FCI 86 19/05/2009. Padrão Oficial da Raça CONFEDERAÇÃO BRASILEIRA DE CINOFILIA Fédération Cynologique Internationale GRUPO 3 Padrão FCI 86 19/05/2009 Padrão Oficial da Raça YORKSHIRE TERRIER CONFEDERAÇÃO BRASILEIRA DE CINOFILIA Classificação F.C.I.:

Leia mais

GRUPO 7 Padrão FCI N o 1 28/10/2009

GRUPO 7 Padrão FCI N o 1 28/10/2009 CONFEDERAÇÃO BRASILEIRA DE CINOFILIA Fédération Cynologique Internationale GRUPO 7 Padrão FCI N o 1 28/10/2009 Padrão Oficial da Raça POINTER INGLÊS (ENGLISH POINTER) M.Davidson, illustr. NKU Picture Library

Leia mais

CINESIOLOGIA DA COLUNA VERTEBRAL. Prof. Dr. Guanis de Barros Vilela Junior

CINESIOLOGIA DA COLUNA VERTEBRAL. Prof. Dr. Guanis de Barros Vilela Junior CINESIOLOGIA DA COLUNA VERTEBRAL Prof. Dr. Guanis de Barros Vilela Junior COLUNA VERTEBRAL 7 vértebras cervicais 12 vértebras torácicas 5 vértebras lombares 5 vértebras sacrais 4 vértebras coccígeas anterior

Leia mais

ULTI RESUMOS BIOLOGIA ULTIRESUMOS.COM.BR - TECIDO CONJUNTIVO PROPRIAMENTE DITO: UltiResumos - Biologia

ULTI RESUMOS BIOLOGIA ULTIRESUMOS.COM.BR - TECIDO CONJUNTIVO PROPRIAMENTE DITO: UltiResumos - Biologia ULTI RESUMOS BIOLOGIA ULTIRESUMOS.COM.BR - TECIDO CONJUNTIVO PROPRIAMENTE DITO: - FROUXO Finalidade: - DENSO + Unir os espaços localizados entre a pele e os órgãos + Apoio aos epitélios + Formam camadas

Leia mais

TC DE CIÊNCIAS 8º ANO ENSINO FUNDAMENTAL II

TC DE CIÊNCIAS 8º ANO ENSINO FUNDAMENTAL II Professor(es): Samuel Bitu ALUNO(A): Nº TURMA: TURNO: DATA: / / COLÉGIO: 01. Vinte pessoas normais beberam, cada uma, 2 litros de água num intervalo de 2 horas. A seguir temos os gráficos que registram

Leia mais

Anatomia e Fisiologia Humana SISTEMA URINÁRIO. DEMONSTRAÇÃO (páginas iniciais)

Anatomia e Fisiologia Humana SISTEMA URINÁRIO. DEMONSTRAÇÃO (páginas iniciais) Anatomia e Fisiologia Humana SISTEMA URINÁRIO DEMONSTRAÇÃO (páginas iniciais) 1ª edição janeiro/2007 SISTEMA URINÁRIO SUMÁRIO Sobre a Bio Aulas... 03 Rins... 04 Localização... 04 Anatomia macroscópica...

Leia mais

HISTOLOGIA. Tecidos Conjuntivos

HISTOLOGIA. Tecidos Conjuntivos HISTOLOGIA Tecidos Conjuntivos TECIDOS CONJUNTIVOS Características: Vários tipos de células separadas por muito material intercelular. Funções diversas como: Sustentação estrutural; Preenchimento; Defesa

Leia mais

ABORDAGEM À VÍTIMA Manual TaS/TaT

ABORDAGEM À VÍTIMA Manual TaS/TaT ABORDAGEM À VÍTIMA Manual TAS/TAT "O que fazemos para nós mesmos morre conosco. O que fazemos para os outros e para o mundo, permanece e é imortal." ALBERT PINE Versão 2.0 1ª Edição, 2012 ISBN 978-989-8646-12-5

Leia mais

TECIDO CONJUNTIVO 28/07/2015. Origem mesodérmica; Grande quantidade de substância intercelular: Profº Fernando Teixeira @biovestiba. Vascularizado.

TECIDO CONJUNTIVO 28/07/2015. Origem mesodérmica; Grande quantidade de substância intercelular: Profº Fernando Teixeira @biovestiba. Vascularizado. TECIDO CONJUNTIVO Origem mesodérmica; Profº Fernando Teixeira @biovestiba Grande quantidade de substância intercelular: o Substância fundamental; o Proteínas colágenas ou elásticas; Vascularizado. Preenchimento;

Leia mais

DISTÚRBIOS DA COLUNA VERTEBRAL *

DISTÚRBIOS DA COLUNA VERTEBRAL * A. POSTURA DISTÚRBIOS DA COLUNA VERTEBRAL * 1 POSTURA LORDÓTICA Trabalho realizado por: Karina Mothé Bianor Orientador: Prof. Blair José Rosa Filho Caracterizada por um aumento no ângulo lombossacro (o

Leia mais

Imagem da Semana: Radiografia e Ressonância Magnética (RM)

Imagem da Semana: Radiografia e Ressonância Magnética (RM) Imagem da Semana: Radiografia e Ressonância Magnética (RM) Imagem 01. Radiografia anteroposterior do terço proximal da perna esquerda. Imagem 02. Ressonância magnética do mesmo paciente, no plano coronal

Leia mais

SEMIOLOGIA ORTOPÉDICA

SEMIOLOGIA ORTOPÉDICA Medicina, Ribeirão Preto, Simpósio: SEMIOLOGIA ESPECIALIZADA 29: 67-79, jan./mar. 1996 Capítulo VII SEMIOLOGIA ORTOPÉDICA ORTHOPEDIC SEMIOLOGY José B. Volpon Docente do Departamento de Cirurgia, Ortopedia

Leia mais

Anatomia Humana. Prof. Adriano

Anatomia Humana. Prof. Adriano ANATOMIA HUMANA 2 Caro(a) Aluno (a), este material serve apenas como roteiro de aula e material de apoio, não substitui os livros didáticos relacionados no plano de ensino da disciplina. Portanto, para

Leia mais

RASCUNHO Nº DE INSCRIÇÃO. PROVA ESCRITA OBJETIVA CARGO: TÉCNICO EM IMOBILIZAÇÃO EM GESSO DATA: 04/10/2015 HORÁRIO: 9h às 13h (horário do Piauí)

RASCUNHO Nº DE INSCRIÇÃO. PROVA ESCRITA OBJETIVA CARGO: TÉCNICO EM IMOBILIZAÇÃO EM GESSO DATA: 04/10/2015 HORÁRIO: 9h às 13h (horário do Piauí) NÚCLEO DE CONCURSOS E PROMOÇÃO DE EVENTOS NUCEPE CONCURSO PÚBLICO - FHT / 2015 FOLHA DE ANOTAÇÃO DO GABARITO - ATENÇÃO: Esta parte somente deverá ser destacada pelo fiscal da sala, após o término da prova.

Leia mais

Sistema Nervoso Professor: Fernando Stuchi

Sistema Nervoso Professor: Fernando Stuchi Fisiologia Animal Sistema Nervoso Sistema Nervoso Exclusivo dos animais, vale-se de mensagens elétricas que caminham pelos nervos mais rapidamente que os hormônios pelo sangue. Mantido vivo pela eletricidade,

Leia mais

[213] 96. LESÕES MÚSCULO-ESQUELÉTICAS

[213] 96. LESÕES MÚSCULO-ESQUELÉTICAS Parte IV P R O T O C O L O S D E T R A U M A [213] rotina consiste em infundir 20 ml/kg em bolus de solução de Ringer e reavaliar o paciente em seguida. Manter a pressão sistólica entre 90 e 100 mmhg.

Leia mais

CONFEDERAÇÃO BRASILEIRA DE CINOFILIA Fédération Cynologique Internationale GRUPO 3. Padrão FCI 86 22/02/2012. Padrão Oficial da Raça

CONFEDERAÇÃO BRASILEIRA DE CINOFILIA Fédération Cynologique Internationale GRUPO 3. Padrão FCI 86 22/02/2012. Padrão Oficial da Raça CONFEDERAÇÃO BRASILEIRA DE CINOFILIA Fédération Cynologique Internationale GRUPO 3 Padrão FCI 86 22/02/2012 Padrão Oficial da Raça YORKSHIRE TERRIER CONFEDERAÇÃO BRASILEIRA DE CINOFILIA Classificação F.C.I.:

Leia mais

Não risque as peças, utilize os estiletes marcadores para apontar as estruturas. ESQUELETO AXIAL

Não risque as peças, utilize os estiletes marcadores para apontar as estruturas. ESQUELETO AXIAL ESQUELETO AXIAL Não risque as peças, utilize os estiletes marcadores para apontar as estruturas. Vamos estudar o esqueleto que forma o eixo do corpo iniciando o estudo da CABEÇA óssea que se divide em

Leia mais