2) Funções Movimentos: flexão, extensão e rotação. Proteção: medula espinhal no canal vertebral.

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "2) Funções Movimentos: flexão, extensão e rotação. Proteção: medula espinhal no canal vertebral."

Transcrição

1 Osteologia da Coluna Vertebral Anatomia dosanimais Domésticos I Prof. Paulo Junior 1/8 OSTEOLOGIA DA COLUNA VERTEBRAL 1) Formação Vértebras desde o crânio até a ponta da cauda. 2) Funções Movimentos: flexão, extensão e rotação. Proteção: medula espinhal no canal vertebral. 3) Fórmulas Veterbrais Cervicais Torácicas Lombares Sacrais Caudais Eqüino Bovinos Ovinos Suínos Carnívoros ) Características de uma Vértebra Típica 4.1) Corpo vertebral Formato cilíndrico; Crista mediana ventralmente; Extremidades curvas (convexa - cranial e côncava caudal). 4.2) Arco vertebral Dois pedículos verticais com reentrância (formam forames intervertebrais quando se articulam). Forame vertebral lateral (perfuram o pedículo não obrigatórios). Forame vertebral (soma = canal vertebral) 4.3) Processos Espinhosos Variam com a região e espécie; Contém a tuberosidade espinhosa; 4.4) Processos Transversos Dividem os músculos do tronco em dorsais e ventrais; 4.5) Processos Articulares Projetam-se cranial e caudalmente desde a porção dorsal do arco 5) Coluna Cervical Atlas (C1) e Áxis (C2) atípicas para permitir movimento da cabeça; C3, C4, C5, C6 e C7: vértebras típicas.

2 Osteologia da Coluna Vertebral Anatomia dosanimais Domésticos I Prof. Paulo Junior 2/8 C1 - Atlas Não apresenta corpo Asa do atlas (palpável) Face cranial articula-se com os côndilos occipitais Face caudal possui a fóvea para o dente do áxis Forame vertebral lateral Forame transverso Forame alar (algumas espécies) C2 - Áxis Vértebra mais longa do corpo; Ampla articulação com o atlas cranialmente; Possui dente cranialmente que articula com o atlas (giro); Processo espinhoso alto e longo com processos articulares caudais para C3 Processo transverso grande Forame transverso C3 a C7 - Vértebras Cervicais Típicas Progressivamente mais curtas (C3 < C7); Face ventral do corpo com crista mediana; Processo espinhoso pouco desenvolvido; Processo transverso se ramifica em tubérculos dorsal e ventral; C3 a C6 têm forame transverso. C7 (vértebra de transição): processo espinhoso mais alto; ausência de forame transverso; fóveas articulares para o primeiro par de costelas. 6) Vértebras Torácicas Corpos curtos; Articulam-se com as costelas por duas facetas costais (cabeça e tubérculo); Processos transversos curtos e grossos; Processos espinhosos bem desenvolvidos; Processos articulares baixos;

3 Osteologia da Coluna Vertebral Anatomia dosanimais Domésticos I Prof. Paulo Junior 3/8 Mudança na orientação dos processos espinhosos (caudodorsal para craniodorsal); Processos espinhosos mais altos nas primeiras vértebras e mais baixos nas últimas; Vértebra antinclinal (processo espinhoso vertical): o Cão: 10 a./ Suíno e Cabra: 12 a. / Bovino: 13 a. / Eqüino: 16 a. Fusão das fóveas costais nas últimas vértebras; Processos mamilares pouco desenvolvidos nas últimas vértebras. 7) Vértebras Lombares Corpo longo; Formato uniforme; Ausência de facetas costais; Processos espinhosos menores e inclinados cranialmente; Processos transversos longos e achatados (cranioventrais no cão); Processos articulares enganchados; Processos mamilares bem desenvolvidos. 8) Vértebras Sacrais Sacro : osso único formado pela fusão de várias vértebras. Estreitamento no sentido caudal; Processos espinhosos independentes(cão e eqüino), ausentes (suínos) ou formando uma única crista (ruminantes); Cristas sacrais intermédias (processos articulares rudimentares); Processos transversos fusionados; Face articular auricular na extremidade cranial (articula com o ílio); Junção da face ventral com a extremidade cranial: promontório. 9) Vértebras Caudais Número variado até na mesma espécie. As primeiras parecem v. lombares miniaturas; As últimas lembram simples bastões; Arcos hemais protegem a principal artéria da cauda.

4 Osteologia da Coluna Vertebral Anatomia dosanimais Domésticos I Prof. Paulo Junior 4/8 10) Costelas Costela: parte óssea; Cartilagem costal: parte cartilaginosa Junção costocondral (sincondrose) Costelas esternais (7 a 9 primeiras costelas): conexão direta com esterno Costelas asternais (costelas caudais): conexão indireta com esterno Costelas flutuantes: terminam livres (cão e gato). Cabeça da costela o Face articular cranial (1) o Face articular caudal (2) Articulam-se com as facetas costais das duas vértebras torácicas. Colo da Costela Tubérculo da Costela o Face articular (3) com o processo transverso da vértebra torácica. As faces articulares podem fusionar nas costelas mais caudais. Corpo da costela o Achatado lateralmente o Encurvado no Ângulo da Costela o Bordas Cranial e Caudal (caudal sulcada para nervos e vasos); Arco Costal: formado pelas cartilagens costais das costelas asternais. 11) Esterno Três partes: cartilagem do manúbrio, corpo do esterno (esternébras) cartilagem xifóide. Depressões esternais: local para articulação das cartilagens costais.

5 Osteologia da Coluna Vertebral Anatomia dosanimais Domésticos I Prof. Paulo Junior 5/8

6 Osteologia da Coluna Vertebral Anatomia dosanimais Domésticos I Prof. Paulo Junior 6/8

7 Osteologia da Coluna Vertebral Anatomia dosanimais Domésticos I Prof. Paulo Junior 7/8

8 Osteologia da Coluna Vertebral Anatomia dosanimais Domésticos I Prof. Paulo Junior 8/8

SISTEMA OSTEOARTICULAR II ESQUELETO AXIAL: COLUNA VERTEBRAL E CAIXA TORÁCICA SUMÁRIO

SISTEMA OSTEOARTICULAR II ESQUELETO AXIAL: COLUNA VERTEBRAL E CAIXA TORÁCICA SUMÁRIO SISTEMA OSTEOARTICULAR II ESQUELETO AXIAL: COLUNA VERTEBRAL E CAIXA TORÁCICA SUMÁRIO I COLUNA VERTEBRAL 1 Os constituintes da coluna vertebral: 7 vértebras cervicais, 12 vértebras torácicas, 5 vértebras

Leia mais

ANATOMIA HUMANA I. Acidentes Ósseos. Prof. Me. Fabio Milioni. Características Anatômicas de Superfície dos Ossos

ANATOMIA HUMANA I. Acidentes Ósseos. Prof. Me. Fabio Milioni. Características Anatômicas de Superfície dos Ossos ANATOMIA HUMANA I Acidentes Ósseos Prof. Me. Fabio Milioni Características Anatômicas de Superfície dos Ossos As superfícies dos ossos possuem várias características estruturais adaptadas a funções específicas.

Leia mais

17/02/2012. Diafragma

17/02/2012. Diafragma Diafragma Topografia Repouso - linha retilínea da 7º costela à 13º costela. Inspiração - linha ligeiramente convexa da 7º costela à 3º vértebra lombar. Expiração - linha convexidade cranial da 7º costela

Leia mais

Protocolos coluna. Profº. Claudio Souza

Protocolos coluna. Profº. Claudio Souza Protocolos coluna Profº. Claudio Souza Coluna vertebral A coluna vertebral é composta por 33 vértebras, e eventualmente por 32 ou 34, estas são classificadas como ossos irregulares. A coluna vertebral

Leia mais

POSICIONAMENTO RADIOGRÁFICO E ANATOMIA RADIOGRÁFICA EM PEQUENOS ANIMAIS

POSICIONAMENTO RADIOGRÁFICO E ANATOMIA RADIOGRÁFICA EM PEQUENOS ANIMAIS POSICIONAMENTO RADIOGRÁFICO E ANATOMIA RADIOGRÁFICA EM PEQUENOS ANIMAIS Nomenclatura para os posicionamentos Ao posicionarmos o paciente com o propósito de efetuar radiografias, deve-se dar nome a este

Leia mais

METADE CAUDAL DA BASE DO CRÂNIO. Vista Ventral

METADE CAUDAL DA BASE DO CRÂNIO. Vista Ventral METADE CAUDAL DA BASE DO CRÂNIO Vista Ventral 7 0 9 8 7. Côndilo do occipital;. Forame Magno;. Processo Paracondilar;. Temporal;. Forame Supraorbital;. Bula Timpânica; 7. Vômer; 8. Zigomático; 9. Asa do

Leia mais

Não risque as peças, utilize os estiletes marcadores para apontar as estruturas. ESQUELETO AXIAL

Não risque as peças, utilize os estiletes marcadores para apontar as estruturas. ESQUELETO AXIAL ESQUELETO AXIAL Não risque as peças, utilize os estiletes marcadores para apontar as estruturas. Vamos estudar o esqueleto que forma o eixo do corpo iniciando o estudo da CABEÇA óssea que se divide em

Leia mais

Desenvolvimento do SISTEMA NERVOSO

Desenvolvimento do SISTEMA NERVOSO Desenvolvimento do SISTEMA NERVOSO INTRODUÇÃO divisões do sistema nervoso DIVISÕES DO SISTEMA NEVOSO Sistema Nervoso Central (SNC): DERIVADO DO TUBO NEURAL consiste em encéfalo e medula espinhal Sistema

Leia mais

Exercícios Práticos de Anatomia Veterinária

Exercícios Práticos de Anatomia Veterinária Unic - Universidade de Cuiabá Faculdade de medicina veterinária - 1 - Disciplina de Ciências Morfofuncionais Aplicadas a Medicina Veterinária I Exercícios Práticos de Anatomia Veterinária SUMÁRIO - 2 -

Leia mais

ANATOMIA E FISIOLOGIA HUMANA Apostila de Exercícios de Fixação Sistema Esquelético ESQUELETO AXIAL ESQUELETO APENDICULAR

ANATOMIA E FISIOLOGIA HUMANA Apostila de Exercícios de Fixação Sistema Esquelético ESQUELETO AXIAL ESQUELETO APENDICULAR ASSOCIAÇÃO PESTALOZZI DE NITERÓI CURSO TÉCNICO ALMIR MADEIRA Estrada Caetano Monteiro, 857 Pendotiba. Niterói- RJ Tel: 21994400/21.26202173 (Centro) CURSO: DISCIPLINA: Anatomia e Fisiologia Humana DOCENTE:

Leia mais

Coluna Vertebral. Sacro - 5 vértebras - Cóccix - 4-5 vértebras. Junção Cervico-toracica. Junção Toraco-lombar. Junção Lombosacral

Coluna Vertebral. Sacro - 5 vértebras - Cóccix - 4-5 vértebras. Junção Cervico-toracica. Junção Toraco-lombar. Junção Lombosacral A Coluna Verterbral É o maior segmento corporal (40% Altura) É como uma haste elástica modificada Proporciona suporte, proteção e flexibilidade Formado por 33 vértebras, 24 móveis. 4 curvas, que dão equilíbrio

Leia mais

SISTEMA NERVOSO 2 Profº Moisés Araújo

SISTEMA NERVOSO 2 Profº Moisés Araújo SISTEMA NERVOSO 2 Profº Moisés Araújo www.bioloja.com EMBRIOGÊNESE DO SN DIVISÃO DO SN O SISTEMA NERVOSO O SNC recebe, analisa e integra informações. É o local onde ocorre a tomada de decisões e o envio

Leia mais

CINESIOLOGIA DA COLUNA VERTEBRAL. Prof. Dr. Guanis de Barros Vilela Junior

CINESIOLOGIA DA COLUNA VERTEBRAL. Prof. Dr. Guanis de Barros Vilela Junior CINESIOLOGIA DA COLUNA VERTEBRAL Prof. Dr. Guanis de Barros Vilela Junior COLUNA VERTEBRAL 7 vértebras cervicais 12 vértebras torácicas 5 vértebras lombares 5 vértebras sacrais 4 vértebras coccígeas anterior

Leia mais

DE VOLTA ÀS AULAS... CUIDADOS COM A POSTURA E O PESO DA MOCHILA!

DE VOLTA ÀS AULAS... CUIDADOS COM A POSTURA E O PESO DA MOCHILA! DE VOLTA ÀS AULAS... CUIDADOS COM A POSTURA E O PESO DA MOCHILA! SUA MOCHILA NÃO PODE PESAR MAIS QUE 10% DO SEU PESO CORPORAL. A influência de carregar a mochila com o material escolar nas costas, associado

Leia mais

Estrutura e Função da Medula Espinhal

Estrutura e Função da Medula Espinhal FACULDADE DE MEDICINA/UFC-SOBRAL MÓDULO SISTEMA NERVOSO NEUROANATOMIA FUNCIONAL Estrutura e Função da Medula Espinhal Prof. Gerardo Cristino Aula disponível em: www.gerardocristino.com.br Objetivos de

Leia mais

Coluna Vertebral MARCIO AP. DOS S. MAJOR

Coluna Vertebral MARCIO AP. DOS S. MAJOR Coluna Vertebral MARCIO AP. DOS S. MAJOR Conteúdo Revisão Anatômica Técnicas de Posicionamento Radiológico Critérios de Avaliação Radiográfica Patologias mais comuns Indicações e contra indicações Principais

Leia mais

Estrutura e Função dos Nervos Periféricos

Estrutura e Função dos Nervos Periféricos FACULDADE DE MEDICINA/UFC-SOBRAL MÓDULO SISTEMA NERVOSO NEUROANATOMIA FUNCIONAL Estrutura e Função dos Nervos Periféricos Prof. Gerardo Cristino Aula disponível em: www.gerardocristino.com.br Objetivos

Leia mais

Medula Espinhal e Nervos

Medula Espinhal e Nervos Medula Espinhal e Nervos Profa Juliana Normando Pinheiro Morfofuncional V juliana.pinheiro@kroton.com.br MEDULA ESPINHAL É uma estrutura alongada, mais ou menos cilíndrica, com achatamentos dorso ventral

Leia mais

Aparelho Respiratório

Aparelho Respiratório Aparelho Respiratório Organização Geral Pulmões: órgãos de troca gasosa. Órgão auxiliares: apenas passagem de ar. o Nariz: nariz externo, cavidade nasal e seios paranasais. o Faringe (nasofaringe) o Laringe

Leia mais

ANATOMIA RADIOLÓGICA DA REGIÃO CERVICAL

ANATOMIA RADIOLÓGICA DA REGIÃO CERVICAL ANATOMIA RADIOLÓGICA DA REGIÃO CERVICAL INTRODUÇÃO A Anatomia da região cervical, divide-se em duas partes, coluna vertebral segmento cervical e ou pescoço. Esta região pode ser bem estudada pelos métodos

Leia mais

Fraturas C1 / C2 Lucienne Dobgenski 2004

Fraturas C1 / C2 Lucienne Dobgenski 2004 Fraturas C1 / C2 Lucienne Dobgenski 2004 Anatomia Atlas Axis Anatomia AP Perfil Mecanismo de Trauma Trauma axial em flexão Trauma axial - neutro Fraturas do Côndilo Occipital Os côndilos occipitais são

Leia mais

Divisão anatômica 15/09/2014. Sistema Nervoso. Sistema Nervoso Função. Sistema Nervoso Estrutura. Cérebro Cerebelo Tronco encefálico ENCÉFALO

Divisão anatômica 15/09/2014. Sistema Nervoso. Sistema Nervoso Função. Sistema Nervoso Estrutura. Cérebro Cerebelo Tronco encefálico ENCÉFALO Função o sistema nervoso é responsável pelo controle do ambiente interno e seu relacionamento com o ambiente externo (função sensorial), pela programação dos reflexos na medula espinhal, pela assimilação

Leia mais

DISTÚRBIOS DA COLUNA VERTEBRAL *

DISTÚRBIOS DA COLUNA VERTEBRAL * A. POSTURA DISTÚRBIOS DA COLUNA VERTEBRAL * 1 POSTURA LORDÓTICA Trabalho realizado por: Karina Mothé Bianor Orientador: Prof. Blair José Rosa Filho Caracterizada por um aumento no ângulo lombossacro (o

Leia mais

Sistema Esquelético. Msc. Luiz Paulo Castro

Sistema Esquelético. Msc. Luiz Paulo Castro Sistema Esquelético Msc. Luiz Paulo Castro Característica básica dos vertebrados (Endoesqueleto) Funções básicas: Sustentação e movimento Proteção mecânica Estocagem mineral Produção de células sanguíneas

Leia mais

Anatomia e Histologia

Anatomia e Histologia Tecnologia da Carne Anatomia e Histologia 1 Anatomia e Histologia Anatomia 2 Índice Generalidades Osteologia Miologia Esplancnologia 3 Anatomia Generalidades Anatomia Ciência que estuda a estrutura do

Leia mais

Adutores da Coxa. Provas de função muscular MMII. Adutor Longo. Adutor Curto. Graduação de força muscular

Adutores da Coxa. Provas de função muscular MMII. Adutor Longo. Adutor Curto. Graduação de força muscular Provas de função muscular MMII Graduação de força muscular Grau 0:Consiste me palpar o músculo avaliado e encontrar como resposta ausência de contração muscular. Grau 1:Ao palpar o músculo a ser avaliado

Leia mais

www.josegoe s.com.br Prof. Ms. José Góes Página 1

www.josegoe s.com.br Prof. Ms. José Góes Página 1 Página 1 01. Movimentos da coluna vertebral A coluna vertebral como um todo se apresenta como uma articulação que possui macromovimentação em seis graus de liberdade: flexão, extensão, láteroflexão esquerda,

Leia mais

Prevalência da Dor Lombar nas Gestantes atendidas nos Centros de Saúde da Cidade da Praia

Prevalência da Dor Lombar nas Gestantes atendidas nos Centros de Saúde da Cidade da Praia Maria Monsarate Gomes Ferreira Prevalência da Dor Lombar nas Gestantes atendidas nos Centros de Saúde da Cidade da Praia Universidade Jean Piaget de Cabo Verde Campus Universitário da Cidade da Praia Caixa

Leia mais

Sistema Respiratório

Sistema Respiratório Sistema Respiratório A função do sistema respiratório é facultar ao organismo uma troca de gases com o ar atmosférico, assegurando permanente concentração de oxigênio no sangue, necessária para as reações

Leia mais

ANATOMIA HUMANA I. Educação Física. Prof. Me. Fabio Milioni. Introdução à anatomia Principais formas de estudar a anatomia

ANATOMIA HUMANA I. Educação Física. Prof. Me. Fabio Milioni. Introdução à anatomia Principais formas de estudar a anatomia ANATOMIA HUMANA I Educação Física Prof. Me. Fabio Milioni Introdução à anatomia Principais formas de estudar a anatomia Anatomia Sistêmica Estudo macroscópico dos sistemas do organismo Anatomia Topográfica

Leia mais

ANATOMIA CARDIOVASCULAR

ANATOMIA CARDIOVASCULAR ANATOMIA CARDIOVASCULAR Acadêmico: Vitor Montanholi Medicina - Universidade Federal Mato Grosso do Sul Liga de Cardiologia e Cirurgia Cardiovascular. Coração: Localização Tórax é dividido em 3 compartimentos,

Leia mais

4. Posturas 4.1. Anatomia e biomecânica da coluna vertebral

4. Posturas 4.1. Anatomia e biomecânica da coluna vertebral 51 4. Posturas A Academia Americana de Ortopedia define a postura como o estado de equilíbrio entre músculos e ossos com capacidade para proteger as demais estruturas do corpo humano de traumatismos, seja

Leia mais

PRÉ-MOLARES. Os Pré-Molares superiores decrescem no sentido mésio-distal enquanto os inferiores têm sentido crescente.

PRÉ-MOLARES. Os Pré-Molares superiores decrescem no sentido mésio-distal enquanto os inferiores têm sentido crescente. PRÉ-MOLARES PRÉ-MOLARES Pré-Molares são conhecidos como pequenos molares bicuspidados, em número de quatro para cada arco, dois de cada lado da linha mediana chamados de primeiros e segundos prémolares;

Leia mais

ABDOMINAIS: UMA ABORDAGEM PRÁTICA DO EXERCÍCIO RESISTIDO

ABDOMINAIS: UMA ABORDAGEM PRÁTICA DO EXERCÍCIO RESISTIDO ABDOMINAIS: UMA ABORDAGEM PRÁTICA DO EXERCÍCIO RESISTIDO Éder Cristiano Cambraia 1 Eduardo de Oliveira Melo 2 1 Aluno do Curso de Pós Graduação em Fisiologia do Exercício. edercambraiac@hotmail.com 2 Professor

Leia mais

ABATE, CARCAÇA E CORTES DE CARNE OVINA. 2º semestre 2013 Profa. Alda Monteiro

ABATE, CARCAÇA E CORTES DE CARNE OVINA. 2º semestre 2013 Profa. Alda Monteiro ABATE, CARCAÇA E CORTES DE CARNE OVINA 2º semestre 2013 Profa. Alda Monteiro ABATE Pré Abate Deverão ser destinados ao abate: idade e peso vivo conforme preferência da região (MERCADO). Bom estado sanitário

Leia mais

ANATOMIA DENTAL INTERNA

ANATOMIA DENTAL INTERNA ANATOMIA DENTAL INTERNA VERSIANI, 2014 Anatomia Dental Interna Características Gerais Grupo dos incisivos Grupo dos caninos Grupo dos pré-molares Grupo dos molares VERSIANI, 2014 Anatomia Dental Interna

Leia mais

ASSISTÊNCIA DE ENFERMAGEM AO PACIENTE COM HÉRNIA DISCAL DA COLUNA CERVICAL: Revisão de Literatura 1 Roseline de Oliveira Calisto Lima 2 RESUMO

ASSISTÊNCIA DE ENFERMAGEM AO PACIENTE COM HÉRNIA DISCAL DA COLUNA CERVICAL: Revisão de Literatura 1 Roseline de Oliveira Calisto Lima 2 RESUMO ASSISTÊNCIA DE ENFERMAGEM AO PACIENTE COM HÉRNIA DISCAL DA COLUNA CERVICAL: Revisão de Literatura 1 Roseline de Oliveira Calisto Lima 2 RESUMO A dor na coluna é a segunda maior fonte de reclamação das

Leia mais

ESCOLIOSE CONGÊNITA *

ESCOLIOSE CONGÊNITA * ESCOLIOSE CONGÊNITA * Trabalho realizado por: Juliana V. S Zinni - Flávia Ap. Pussi - Marcelo Cezário - Alex T. Comin - Jessica Prudencio Elaine Tessarim - Cibele de Moura - Leda R. Buso - Ivonete Costa

Leia mais

Notas de aula: Incidências radiológicas do esqueleto axial e órgãos

Notas de aula: Incidências radiológicas do esqueleto axial e órgãos Notas de aula: Incidências radiológicas do esqueleto axial e órgãos Prof Luciano Santa Rita Oliveira Fonte de consulta: Prof Rafael Silva e Prof Jorge Loureiro http://www.lucianosantarita.pro.br tecnologo@lucianosantarita.pro.br

Leia mais

Princípios Gerais de Anatomia Veterinária

Princípios Gerais de Anatomia Veterinária Princípios Gerais de Anatomia Veterinária Profa Juliana Normando Pinheiro Morfofuncional I juliana.pinheiro@kroton.com.br DEFINIÇÃO A anatomia é a ciência que estuda o corpo animal no que se refere á sua

Leia mais

Esqueleto axial. http://www.imagingonline.com.br/

Esqueleto axial. http://www.imagingonline.com.br/ 2010 Esqueleto axial http://www.imagingonline.com.br/ Esse capítulo descreve sucintamente os ossos do esqueleto axial. No final do capítulo, encontras-se um mini-atlas e exercícios de memorização a partir

Leia mais

MARCIA JASCOV MASCARENHAS MACHADO

MARCIA JASCOV MASCARENHAS MACHADO MARCIA JASCOV MASCARENHAS MACHADO POSTURA CORPORAL Produção Didática apresentada para o 2º Período do Programa de Desenvolvimento Educacional - 2008 da Secretaria de Estado da Educação do Paraná. Orientador

Leia mais

OSSOS DA CABEÇA CRÂNIO COMO UM TODO

OSSOS DA CABEÇA CRÂNIO COMO UM TODO OSSOS DA CABEÇA O crânio é o esqueleto da cabeça; vários ossos formam suas duas partes: o Neurocrânio e o Esqueleto da Face. O neurocrânio fornece o invólucro para o cérebro e as meninges encefálicas,

Leia mais

ROTEIRO DE ESTUDO DAS LÂMINAS SOBRE O DESENVOLVIMENTO DO SISTEMA NERVOSO

ROTEIRO DE ESTUDO DAS LÂMINAS SOBRE O DESENVOLVIMENTO DO SISTEMA NERVOSO ROTEIRO DE ESTUDO DAS LÂMINAS SOBRE O DESENVOLVIMENTO DO SISTEMA NERVOSO Responsável: Profa. Dra. Maria Angélica Spadella Embriologia Humana 1) Acesse o site Developmental Biology On line pelo endereço:

Leia mais

GUIA DO PACIENTE. Dynesys Sistema de Estabilização Dinâmica. O Sistema Dynesys é o próximo passo na evolução do tratamento da dor lombar e nas pernas

GUIA DO PACIENTE. Dynesys Sistema de Estabilização Dinâmica. O Sistema Dynesys é o próximo passo na evolução do tratamento da dor lombar e nas pernas GUIA DO PACIENTE Dynesys Sistema de Estabilização Dinâmica O Sistema Dynesys é o próximo passo na evolução do tratamento da dor lombar e nas pernas Sistema de Estabilização Dinâmica Dynesys O Sistema Dynesys

Leia mais

V e t e r i n a r i a n D o c s www.veterinariandocs.com.br. Anatomia

V e t e r i n a r i a n D o c s www.veterinariandocs.com.br. Anatomia V e t e r i n a r i a n D o c s Anatomia Anatomia do Sistema Cardíaco Coração e artérias Artérias: saem do coração (aorta e tronco pulmonar) Veias: chegam ao coração -Terminologias: -Corpo Cavernoso: espaços

Leia mais

ANATOMIA HUMANA. Faculdade Anísio Teixeira Curso de Férias Prof. João Ronaldo Tavares de Vasconcellos Neto

ANATOMIA HUMANA. Faculdade Anísio Teixeira Curso de Férias Prof. João Ronaldo Tavares de Vasconcellos Neto ANATOMIA HUMANA Faculdade Anísio Teixeira Curso de Férias Prof. João Ronaldo Tavares de Vasconcellos Neto Tecido Nervoso Compreende basicamente dois tipos celulares Neurônios unidade estrutural e funcional

Leia mais

PEQUENO LEBRÉL ITALIANO

PEQUENO LEBRÉL ITALIANO CONFEDERAÇÃO BRASILEIRA DE CINOFILIA Fédération Cynologique Internationale GRUPO 10 Padrão FCI 200 17/06/1998 Padrão Oficial da Raça PEQUENO LEBRÉL ITALIANO PICCOLO LEVRIERO ITALIANO CONFEDERAÇÃO BRASILEIRA

Leia mais

COLUNA. A coluna é o pilar de sustentação do corpo, responsável, ao mesmo tempo por suportar enormes cargas, e conservar grande flexibilidade.

COLUNA. A coluna é o pilar de sustentação do corpo, responsável, ao mesmo tempo por suportar enormes cargas, e conservar grande flexibilidade. COLUNA A coluna é o pilar de sustentação do corpo, responsável, ao mesmo tempo por suportar enormes cargas, e conservar grande flexibilidade. Na coluna convivem 3 tipos de estruturas: uma parte óssea,

Leia mais

A. CARACTERÍSTICAS GERAIS

A. CARACTERÍSTICAS GERAIS INCISIVOS A. CARACTERÍSTICAS GERAIS Os dentes incisivos, também chamados de cuneiformes ou espatulados, são as peças situadas na parte mediana dos arcos dentais. A. CARACTERÍSTICAS GERAIS O nome incisivo

Leia mais

SISTEMA NERVOSO CENTRAL E SISTEMA NERVOSO PERIFÉRICO. DEMONSTRAÇÃO (páginas iniciais)

SISTEMA NERVOSO CENTRAL E SISTEMA NERVOSO PERIFÉRICO. DEMONSTRAÇÃO (páginas iniciais) Anatomia e Fisiologia Humana SISTEMA NERVOSO CENTRAL E SISTEMA NERVOSO PERIFÉRICO DEMONSTRAÇÃO (páginas iniciais) 1ª edição novembro/2006-1 - SISTEMA NERVOSO CENTRAL E SISTEMA NERVOSO PERIFÉRICO SUMÁRIO

Leia mais

Sistema circulatório. Coração e generalidades

Sistema circulatório. Coração e generalidades Sistema circulatório Coração e generalidades Sistema Circulatório Coração propulsão do sangue Vasos centrípetos veias e linfáticos: condução Vasos centífugos artérias: condução Capilares: trocas Função:

Leia mais

ABORDAGEM DAS DISFUNÇÕES POSTURAIS. André Barezani Fisioterapeuta esportivo/ Ortopédico e Acupunturista Belo Horizonte 15 julho 2012

ABORDAGEM DAS DISFUNÇÕES POSTURAIS. André Barezani Fisioterapeuta esportivo/ Ortopédico e Acupunturista Belo Horizonte 15 julho 2012 AVALIAÇÃO POSTURAL ABORDAGEM DAS DISFUNÇÕES POSTURAIS André Barezani Fisioterapeuta esportivo/ Ortopédico e Acupunturista Belo Horizonte 15 julho 2012 POSTURA CONCEITOS: Postura é uma composição de todas

Leia mais

Osteologia. denominam cervicais; a primeira se chama atlas e a segunda áxis.

Osteologia. denominam cervicais; a primeira se chama atlas e a segunda áxis. 23 Osteologia denominam cervicais; a primeira se chama atlas e a segunda áxis. O Esqueleto A função mais importante do esqueleto é sustentar a totalidade do corpo e dar-lhe forma. Torna possível a locomoção

Leia mais

Avaliação Fisioterapêutica da Coluna Lombar Departamento de Fisioterapia, Fonoaudiologia e Terapia Ocupacional

Avaliação Fisioterapêutica da Coluna Lombar Departamento de Fisioterapia, Fonoaudiologia e Terapia Ocupacional Avaliação Fisioterapêutica da Coluna Lombar Departamento de Fisioterapia, Fonoaudiologia e Terapia Ocupacional Profa. Dra. Sílvia Maria Amado João 1. Anatomia Aplicada Existem 2 tipos de artic. encontradas

Leia mais

DISTRIBUIÇÃO DA GORDURA SUBCUTÂNEA BASEADA NA OBSERVAÇÃO DE PEÇAS ANATÔMICAS DISSECADAS 1

DISTRIBUIÇÃO DA GORDURA SUBCUTÂNEA BASEADA NA OBSERVAÇÃO DE PEÇAS ANATÔMICAS DISSECADAS 1 DISTRIBUIÇÃO DA GORDURA SUBCUTÂNEA BASEADA NA OBSERVAÇÃO DE PEÇAS ANATÔMICAS DISSECADAS 1 CAMPOS, Adriana 1 ; SANTOS, Danillo Luiz 2 ; ARAÚJO, Patrick Correia de Souza 3 ; LUIZ, Carlos Rosemberg 4 ; BENETTI,

Leia mais

ANATOMIA HUMANA UNIDADE 1 INTRODUÇÃO AO ESTUDO DA ANATOMIA HUMANA

ANATOMIA HUMANA UNIDADE 1 INTRODUÇÃO AO ESTUDO DA ANATOMIA HUMANA ANATOMIA HUMANA UNIDADE 1 INTRODUÇÃO AO ESTUDO DA ANATOMIA HUMANA 1.1. GENERALIDADES No seu conceito mais amplo, a Anatomia é a ciência que estuda, macro e microscopicamente, a constituição e o desenvolvimento

Leia mais

Disciplina Corpo Humano e Saúde: Uma Visão Integrada - Módulo 1

Disciplina Corpo Humano e Saúde: Uma Visão Integrada - Módulo 1 5. O sistema nervoso Introdução O SN é dividido estruturalmente em componentes periféricos e centrais, denominados, respectivamente, Sistema Nervoso Periférico (SNP) e Sistema Nervoso Central (SNC). O

Leia mais

UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO DE JANEIRO MEDICINA BRUNO SIMAS DE QUEIROZ

UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO DE JANEIRO MEDICINA BRUNO SIMAS DE QUEIROZ UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO DE JANEIRO MEDICINA BRUNO SIMAS DE QUEIROZ Hérnia de disco: fisiopatologia e formas de apresentação clínica mais frequentes RIO DE JANEIRO 2015 UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO DE

Leia mais

CINCO PRINCÍPIOS BÁSICOS STOTT PILATES

CINCO PRINCÍPIOS BÁSICOS STOTT PILATES CINCO PRINCÍPIOS BÁSICOS STOTT PILATES Utilizando os Princípios do Pilates Contemporâneo para atingir um nível ótimo de condição física. Por Moira Merrithew, STOTT PILATES Executive Director, Education

Leia mais

Semiologia Ortopédica Pericial

Semiologia Ortopédica Pericial Semiologia Ortopédica Pericial Prof. Dr. José Heitor Machado Fernandes 2ª V E R S Ã O DO H I P E R T E X T O Para acessar os módulos do hipertexto Para acessar cada módulo do hipertexto clique no link

Leia mais

Sistema Nervoso Autônomo

Sistema Nervoso Autônomo FACULDADE DE MEDICINA/UFC-SOBRAL MÓDULO SISTEMA NERVOSO NEUROANATOMIA FUNCIONAL Sistema Nervoso Autônomo Prof. Gerardo Cristino Aula disponível em: www.gerardocristino.com.br Objetivos de Aprendizagem

Leia mais

ABORDAGEM FISIOTERAPÊUTICA NAS ESCOLIOSES: revisão bibliográfica

ABORDAGEM FISIOTERAPÊUTICA NAS ESCOLIOSES: revisão bibliográfica Iolanda Santos Nogueira ABORDAGEM FISIOTERAPÊUTICA NAS ESCOLIOSES: revisão bibliográfica Pindamonhangaba - SP 2015 Iolanda Santos Nogueira ABORDAGEM FISIOTERAPÊUTICA NAS ESCOLIOSES: revisão bibliográfica

Leia mais

ANÁLISE DO ÍNDICE DE DOR LOMBAR EM MILITARES DO EXÉRCITO BRASILEIRO NA CIDADE DE APUCARANA-PR

ANÁLISE DO ÍNDICE DE DOR LOMBAR EM MILITARES DO EXÉRCITO BRASILEIRO NA CIDADE DE APUCARANA-PR 1 ANÁLISE DO ÍNDICE DE DOR LOMBAR EM MILITARES DO EXÉRCITO BRASILEIRO NA CIDADE DE APUCARANA-PR FONSECA, M. J.; FELIPE, D.M. RESUMO: Dor lombar é uma queixa comum, em função dos altos índices de distúrbios

Leia mais

SISTEMA DIGESTÓRIO CONCEITO SISTEMA DIGESTÓRIO SISTEMA DIGESTÓRIO FUNÇÕES SISTEMA DIGESTÓRIO DIVISÃO

SISTEMA DIGESTÓRIO CONCEITO SISTEMA DIGESTÓRIO SISTEMA DIGESTÓRIO FUNÇÕES SISTEMA DIGESTÓRIO DIVISÃO SISTEMA DIGESTÓRIO Universidade Federal do Ceará Departamento de Morfologia Prof. Erivan Façanha SISTEMA DIGESTÓRIO CONCEITO Órgãos que no conjunto cumprem a função de tornar os alimentos solúveis, sofrendo

Leia mais

Dossier informativo. Doenças da Coluna

Dossier informativo. Doenças da Coluna Dossier informativo Doenças da Coluna 2008 Índice 1. Como funciona a coluna vertebral? 2. O que provoca dores na coluna? 3. Incidência em Portugal e no Mundo Pág. 3 Pág. 4 Pág. 4 4. Principais doenças

Leia mais

TRAUMATISMO RAQUIMEDULAR TRM. Prof. Fernando Ramos Gonçalves-Msc

TRAUMATISMO RAQUIMEDULAR TRM. Prof. Fernando Ramos Gonçalves-Msc TRAUMATISMO RAQUIMEDULAR TRM Prof. Fernando Ramos Gonçalves-Msc 1 TRM Traumatismo Raqui- Medular Lesão Traumática da raqui(coluna) e medula espinal resultando algum grau de comprometimento temporário ou

Leia mais

A Quiropraxia como um método de tratamentos das Hérnias discais lombares nos seguimentos L4-L5 e L5-S1.

A Quiropraxia como um método de tratamentos das Hérnias discais lombares nos seguimentos L4-L5 e L5-S1. 1 A Quiropraxia como um método de tratamentos das Hérnias discais lombares nos seguimentos L4-L5 e L5-S1. Lorena Silva Bahia 1 losiba@hotmail.com Orientação: Dayana Priscila Maia Meji Pós-graduação em

Leia mais

ARTICULAÇÕES por Dra. Kaori Nakano

ARTICULAÇÕES por Dra. Kaori Nakano ARTICULAÇÕES por Dra. Kaori Nakano A articulação é formada pela coaptação de dois ossos com o auxílio de músculos esqueléticos, ligamentos e cápsula articular. Para uma melhor compreensão é necessário

Leia mais

SISTEMA DIGESTÓRIO DEFINIÇÃO:

SISTEMA DIGESTÓRIO DEFINIÇÃO: SISTEMA DIGESTÓRIO DEFINIÇÃO: CONJUNTO DE ÓRGÃOS FORMANDO UM CANAL ALIMENTAR COM A FINALIDADE DE NUTRIÇÃO DO ORGANISMO. FUNÇÕES: Sistema Digestório INSERÇÃO MASTIGAÇÃO DEGLUTIÇÃO DIGESTÃO ABSORÇÃO EXCREÇÃO

Leia mais

ANATOMIA TOPOGRÁFICA DA CABEÇA E PESCOÇO (FCB00089)

ANATOMIA TOPOGRÁFICA DA CABEÇA E PESCOÇO (FCB00089) ANATOMIA TOPOGRÁFICA DA CABEÇA E PESCOÇO (FCB00089) Músculos e Trígonos do Pescoço Platisma Lâmina de músculo fina e larga, situada no tecido subcutâneo do pescoço. Recobre a face anterolateral do pescoço.

Leia mais

MINISTÉRIO DA AGRICULTURA, PECUÁRIA E ABASTECIMENTO GABINETE DO MINISTRO INSTRUÇÃO NORMATIVA Nº 9, DE 4 DE MAIO DE 2004

MINISTÉRIO DA AGRICULTURA, PECUÁRIA E ABASTECIMENTO GABINETE DO MINISTRO INSTRUÇÃO NORMATIVA Nº 9, DE 4 DE MAIO DE 2004 MINISTÉRIO DA AGRICULTURA, PECUÁRIA E ABASTECIMENTO GABINETE DO MINISTRO INSTRUÇÃO NORMATIVA Nº 9, DE 4 DE MAIO DE 2004 O MINISTRO DE ESTADO DA AGRICULTURA, PECUÁRIA E ABASTECIMENTO, no uso da atribuição

Leia mais

APOSTILA BÁSICA DE ANATOMIA. TERMINOLOGIA ANATÔMICA ATUALIZADA Revisada em: MARÇO/2011 CRÂNIO NOME: CURSO: http://estudandoanatomia.blogspot.

APOSTILA BÁSICA DE ANATOMIA. TERMINOLOGIA ANATÔMICA ATUALIZADA Revisada em: MARÇO/2011 CRÂNIO NOME: CURSO: http://estudandoanatomia.blogspot. APOSTILA BÁSICA DE ANATOMIA TERMINOLOGIA ANATÔMICA ATUALIZADA Revisada em: MARÇO/2011 CRÂNIO NOME: CURSO: Daniel Moreira Monitor Virtual de Anatomia http://estudandoanatomia.blogspot.com APOSTILAS, JOGOS,

Leia mais

PROTOCOLOS INICIAIS DE RESSONÂNCIA MAGNÉTICA NEURO PADI NORMA 1

PROTOCOLOS INICIAIS DE RESSONÂNCIA MAGNÉTICA NEURO PADI NORMA 1 Consulta Pública 1 de 37 PROTOCOLOS INICIAIS DE RESSONÂNCIA MAGNÉTICA NEURO PADI NORMA 1 1. RM Crânio Isquemia Aguda Sequências Mínimas Obrigatórias Contraste da imagem Cobertura anatômica Resolução espacial

Leia mais

TÉCNICAS DE ANESTESIA LOCORREGIONAL EM GRANDES ANIMAIS

TÉCNICAS DE ANESTESIA LOCORREGIONAL EM GRANDES ANIMAIS ANESTESIA POR INFILTRAÇÃO - Somente são necessárias uma agulha e uma seringa - Delimitar o local da infiltração TÉCNICAS DE ANESTESIA LOCORREGIONAL EM GRANDES ANIMAIS - Aspirar antes de injetar (para evitar

Leia mais

Cuidados Posturais. Prof Paulo Fernando Mesquita Junior

Cuidados Posturais. Prof Paulo Fernando Mesquita Junior Cuidados Posturais Prof Paulo Fernando Mesquita Junior Vídeo: Cuidados_posturais_Dr.MiguelMastropaulo A postura correta Considera-se uma boa postura aquela condição em que o alinhamento corporal proporciona

Leia mais

AORTA ABDOMINAL IRRIGAÇÃO E DRENAGEM DA REGIÃO ABDOMINAL. Tronco celíaco (ímpar e visceral) (2) Artérias frênicas inferiores (1)

AORTA ABDOMINAL IRRIGAÇÃO E DRENAGEM DA REGIÃO ABDOMINAL. Tronco celíaco (ímpar e visceral) (2) Artérias frênicas inferiores (1) AORTA ABDOMINAL IRRIGAÇÃO E DRENAGEM DA REGIÃO ABDOMINAL Prof. Erivan Façanha Tem início no hiato aórtico do diafragma (T12). Trajeto descendente, anterior aos corpos vertebrais e à esquerda da veia cava

Leia mais

V e t e r i n a r i a n D o c s www.veterinariandocs.com.br. Anatomia. -Intumescência lombar: inicia-se na 4ª V.L. e termina na 2ª V.

V e t e r i n a r i a n D o c s www.veterinariandocs.com.br. Anatomia. -Intumescência lombar: inicia-se na 4ª V.L. e termina na 2ª V. V e t e r i n a r i a n D o c s Anatomia Sistema Nervoso Medula Espinhal: é um eixo cilíndrico, é levemente achatada dorsoventralmente. Apresenta dorsalmente um Sulco mediano dorsal e ventralmente uma

Leia mais

Generalidades sobre Anatomia

Generalidades sobre Anatomia CAPÍTULO 1 Generalidades sobre Anatomia OBJETIVOS Explorar o conceito e o significado de Anatomia Humana e seus fundamentos, em relação ao estudo dos sistemas orgânicos Citar os fatores de variação, desenvolvendo

Leia mais

Osteologia das aves. Texto de apoio às aulas de Anatomia I Curso de Medicina Veterinária da Universidade de Évora

Osteologia das aves. Texto de apoio às aulas de Anatomia I Curso de Medicina Veterinária da Universidade de Évora Osteologia das aves Texto de apoio às aulas de Anatomia I Curso de Medicina Veterinária da Universidade de Évora Ricardo Romão rjromao@uevora.pt Universidade de Évora Departamento de Zootecnia Apartado

Leia mais

PROVA DE TECNICO EM RADIOLOGIA HOSPITAL REGIONAL DO LITORAL

PROVA DE TECNICO EM RADIOLOGIA HOSPITAL REGIONAL DO LITORAL PROVA DE TECNICO EM RADIOLOGIA HOSPITAL REGIONAL DO LITORAL 1. O mas usado numa radiografia com 100mA e 0,4 segundos é: a) 4 mas. b) 8mAs. c) 40mAs. d) 30mAs. e) 60mAs. 2. Quando ocorre uma interação compton:

Leia mais

CAPÍTULO 02- ERGONOMIA Prof. Mauro Ferreira

CAPÍTULO 02- ERGONOMIA Prof. Mauro Ferreira CAPÍTULO 02- ERGONOMIA Prof. Mauro Ferreira NOÇÕES BÁSICAS DE ANATOMIA E FISIOLOGIA Identificação das Limitações do Organismo Humano Sabendo-se que a Ergonomia tem por objetivo adequar o trabalho às características

Leia mais

ERGONOMIA CENTRO DE EDUCAÇÃO MÚLTIPLA PROFESSOR: RODRIGO ARAÚJO 3 MÓDULO NOITE

ERGONOMIA CENTRO DE EDUCAÇÃO MÚLTIPLA PROFESSOR: RODRIGO ARAÚJO 3 MÓDULO NOITE ERGONOMIA CENTRO DE EDUCAÇÃO MÚLTIPLA PROFESSOR: RODRIGO ARAÚJO 3 MÓDULO NOITE A ERGONOMIA ESTUDA A SITUAÇÃO DE TRABALHO: Atividade Ambiente (iluminação, ruído e calor) Posto de trabalho Dimensões, formas

Leia mais

Evolução e diversidade de Amphibia. Prof. André Resende de Senna

Evolução e diversidade de Amphibia. Prof. André Resende de Senna Evolução e diversidade de Amphibia Prof. André Resende de Senna Significado: Do Grego: amphi = ambos, dupla ; bios = vida. Generalidades: Sapos, salamandras e cobras-cegas; Incorretamente tidos como intermediários

Leia mais

Cuidando da Coluna e da Postura. Texto elaborado por Luciene Maria Bueno. Coluna e Postura

Cuidando da Coluna e da Postura. Texto elaborado por Luciene Maria Bueno. Coluna e Postura Cuidando da Coluna e da Postura Texto elaborado por Luciene Maria Bueno Coluna e Postura A coluna vertebral possui algumas curvaturas que são normais, o aumento, acentuação ou diminuição destas curvaturas

Leia mais

Neuroanatomia. Antes de começar. Veja essa cena...

Neuroanatomia. Antes de começar. Veja essa cena... Neuroanatomia Antes de começar. Veja essa cena... Essa é uma das muitas cenas que se vê em esportes de contato. Geralmente o sujeito fica desorientado após levar um soco, isso quando não perde a consciência.

Leia mais

PORQUÊ EU TENHO DORES NAS COSTAS?

PORQUÊ EU TENHO DORES NAS COSTAS? Dores nas Costas PORQUÊ EU TENHO DORES NAS COSTAS? O QUE CAUSA DORS NAS COSTAS? Várias podem ser as causas de suas dores nas costas: - Posturas inadequadas - Esforço exagerado - Permanecer por muito tempo

Leia mais

CERTIFICAÇÃO EM TREINAMENTO FUNCIONAL (CORE) Educador Silvio Pecoraro

CERTIFICAÇÃO EM TREINAMENTO FUNCIONAL (CORE) Educador Silvio Pecoraro CERTIFICAÇÃO EM TREINAMENTO FUNCIONAL (CORE) Educador Silvio Pecoraro Quais as características do Treinamento Funcional? Desenvolver e melhorar as capacidades físicas através de estímulos que proporcionam

Leia mais

Profa. Dra. Iêda Guedes Depto Histologia e Embriologia - CCB Universidade Federal do Pará

Profa. Dra. Iêda Guedes Depto Histologia e Embriologia - CCB Universidade Federal do Pará Módulo: Morfológicas I Disciplina: Histologia Curso: Odontologia Profa. Dra. Iêda Guedes Depto Histologia e Embriologia - CCB Universidade Federal do Pará Vista de embrião com 22 dias Primeiro Arco

Leia mais

ANATOMIA DA CABEÇA ÓSSEA

ANATOMIA DA CABEÇA ÓSSEA ESTUDO RADIOLOGICA DA CABEÇA INTRODUÇÃO Na interpretação de qualquer imagem radiológica, sendo ela adquirida em qualquer método, o bom entendimento do profissional realizador é essencial para manter um

Leia mais

ANÁLISE FUNCIONAL DA MUSCULATURA HUMANA (Tronco) Aula 9 CINESIOLOGIA. Raul Oliveira 2º ano 2007-2008. músculos monoarticulares

ANÁLISE FUNCIONAL DA MUSCULATURA HUMANA (Tronco) Aula 9 CINESIOLOGIA. Raul Oliveira 2º ano 2007-2008. músculos monoarticulares ANÁLISE FUNCIONAL DA MUSCULATURA HUMANA (Tronco) Aula 9 CINESIOLOGIA Raul Oliveira 2º ano 2007-2008 músculos monoarticulares músculos multiarticulares Músculos bi-articulares 1 LINHA DE TRACÇÃO DO MÚSCULO

Leia mais

Morfologia da coluna vertebral do botocinza, Sotalia guianensis (Cetacea, Delphinidae)

Morfologia da coluna vertebral do botocinza, Sotalia guianensis (Cetacea, Delphinidae) A avifauna de uma área no bairro Ribeirão da Ilha Morfologia da coluna vertebral do botocinza, Sotalia guianensis (Cetacea, Delphinidae) Daniela de Castro Fettuccia 1,2 * Paulo César Simões-Lopes 1,3 1

Leia mais

ANATOMIA HUMANA II. Roteiro SISTEMA NERVOSO. Enfermagem. Sistema Nervoso. Prof. Me. Fabio Milioni 17/09/2015

ANATOMIA HUMANA II. Roteiro SISTEMA NERVOSO. Enfermagem. Sistema Nervoso. Prof. Me. Fabio Milioni 17/09/2015 ANATOMIA HUMANA II Enfermagem Sistema Nervoso Prof. Me. Fabio Milioni Roteiro SISTEMA NERVOSO Conceito Função Divisão Sistema Nervoso Central Tecido Nervoso Cerebelo Diencéfalo Telencéfalo Meninges Líquor

Leia mais

CONFEDERAÇÃO BRASILEIRA DE CINOFILIA Fédération Cynologique Internationale GRUPO 5. Padrão FCI 94 03/11/1999. Padrão Oficial da Raça

CONFEDERAÇÃO BRASILEIRA DE CINOFILIA Fédération Cynologique Internationale GRUPO 5. Padrão FCI 94 03/11/1999. Padrão Oficial da Raça CONFEDERAÇÃO BRASILEIRA DE CINOFILIA Fédération Cynologique Internationale GRUPO 5 Padrão FCI 94 03/11/1999 Padrão Oficial da Raça PODENGO PORTUGUÊS CONFEDERAÇÃO BRASILEIRA DE CINOFILIA Classificação F.C.I.:

Leia mais

AVALIAÇÃO POSTURAL. Rodacki

AVALIAÇÃO POSTURAL. Rodacki AVALIAÇÃO POSTURAL Rodacki POSTURA IDEAL Estado de equilíbrio osteo-mio-articular o qual protege as estruturas de suporte contra lesões ou deformidades progressivas independente da posição fisica. Academy

Leia mais

Desenvolvimento Gastrointestinal. Intestino de humanos; 6-7X tamanho do corpo Intestinto de ruminantes: 20x tamanho do corpo

Desenvolvimento Gastrointestinal. Intestino de humanos; 6-7X tamanho do corpo Intestinto de ruminantes: 20x tamanho do corpo Desenvolvimento Gastrointestinal Intestino de humanos; 6-7X tamanho do corpo Intestinto de ruminantes: 20x tamanho do corpo As duas regiões onde o Ectoderma se funde com o Endoderma, excluindo o mesoderma,

Leia mais

CONFEDERAÇÃO BRASILEIRA DE CINOFILIA

CONFEDERAÇÃO BRASILEIRA DE CINOFILIA CONFEDERAÇÃO BRASILEIRA DE CINOFILIA Fédération Cynologique Internationale GRUPO 9 Padrão FCI 218 15/09/2010 Padrão Oficial da Raça CHIHUAHU AHUA M.Davidson, illustr. NKU Picture Library Esta ilustração

Leia mais

Alterações da Estrutura Corporal

Alterações da Estrutura Corporal Alterações da Estrutura Corporal Exercícios e Postura milenadutra@bol.com.br Os Exercícios Realmente Mudam a Postura? Vício postural pode ser corrigido voluntariamente com reeducação psicomotora Desvio

Leia mais

SISTEMA DIGESTÓRIO CONCEITO: DIVISÃO DO SISTEMA DIGESTÓRIO 05/10/2013

SISTEMA DIGESTÓRIO CONCEITO: DIVISÃO DO SISTEMA DIGESTÓRIO 05/10/2013 CONCEITO: SISTEMA DIGESTÓRIO Conjunto de órgãos responsáveis pela preensão, mastigação, transformação química e absorção dos alimentos, e a expulsão dos resíduos, eliminados sob a forma de fezes. Prof.Msc.MoisésMendes

Leia mais

Sistema reprodutivo Alexandre P. Rosa

Sistema reprodutivo Alexandre P. Rosa Fisiologia das aves Sistema reprodutivo Aparelho Reprodutor da Fêmea Espécie Gallus gallus domesticus Até o sétimo dia do desenvolvimento embrionário não existe uma diferenciação entre macho e fêmea. As

Leia mais