INSTRUMENTOS USADOS Lápis e lapiseiras Os lápis médios são os recomendados para uso em desenho técnico, a seleção depende sobretudo de cada usuário.

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3 INSTRUMENTOS USADOS Lápis e lapiseiras Os lápis médios são os recomendados para uso em desenho técnico, a seleção depende sobretudo de cada usuário.

4 INSTRUMENTOS USADOS Esquadros São usados em pares: um de 45º e outro de 60º. A combinação de ambos permite obter vários ângulos comuns nos desenhos, bem como traçar retas paralelas e perpendiculares.

5 INSTRUMENTOS USADOS Compasso Compasso simples.

6 INSTRUMENTOS USADOS Régua graduada Régua de acrílico transparente de 300mm.

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8 DESENHO MECÂNICO DESENHO ARQUITETÔNICO DESENHO POR REPRESENTAÇÃO DESENHO LIVRE

9 O Desenho Técnico é uma representação gráfica de objetos e suas relações, de maneira clara e através da descrição, da forma e do seu tamanho. É uma linguagem gráfica internacional. A ABNT (Associação Brasileira de Normas Técnicas) fixa as condições gerais que devem ser observadas na execução dos Desenhos Técnicos. Se você quiser transmitir um recado, poderá utilizar a fala ou passar seus pensamentos para o papel na forma de palavras escritas. Quem lê a mensagem fica conhecendo os pensamentos de quem a escreveu. Quando alguém desenha, acontece o mesmo: passa seus pensamentos para o papel na forma de desenho. Desde épocas muito antigas, o desenho é uma forma importante de comunicação. E essa representação gráfica trouxe grandes contribuições para a compreensão da História, porque, por meio dos desenhos feitos pelos povos antigos, podemos conhecer as técnicas utilizadas por eles, seus hábitos, até suas idéias. E hoje por meios dos desenhos podemos nos comunicar de uma forma universal.

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11 O desenho artístico reflete o gosto e a sensibilidade do artista que o criou. Já o desenho técnico, ao contrário do artístico, deve transmitir com exatidão todas as características do objeto que representa.

12 Nos desenhos para projetos, as representações foram feitas por meio de traços, símbolos, números e indicações escritas, de acordo com normas técnicas.

13 A CALIGRAFIA TÉCNICA, é um tipo de escrita normalizada pela NBR No Desenho Técnico, a caligrafia deve ser LEGÍVEL, UNIFORME e ADEQUADA a processos de reprodução, por isso exigem regras de espaçamento, forma, inclinação e altura. A escrita pode ser vertical ou inclinada para a direita com ângulo de 15, e as alturas das letras maiúsculas e minúsculas não devem ser menores do que 2,5mm. Toda a informação escrita num desenho, sejam algarismos ou outros caracteres, deve ser apresentada em Escrita Normalizada. Isso é válido, quer para a realização de um esboço a mão livre, quer para a realização de um desenho num sistema CAD.

14 LINHAS A NBR 8403 define 10 tipos de linhas assim como suas respectivas espessuras e possíveis aplicações. O tipo e espessura de linha indicam sua função no desenho.

15 Relação de algumas normas utilizadas no Desenho Técnico Mecânico, fornecidas pela: ABNT Associação Brasileira de Normas Técnicas - NBR 8403 Aplicação de linhas em desenhos técnicos NBR Princípios Gerais de representação em desenho técnico NBR 8402 Execução de caracter para escrita em desenhos técnicos NBR Cotagem em desenhos técnicos NBR 8196 Emprego de escala NBR Representação de engrenagens em desenho técnico NBR Apresentação de folha para desenho técnico NBR Representação de molas em desenho técnico NBR Representação de área de corte por meio de hachuras em desenho técnico NBR 8993 Representação de partes roscadas em desenho técnico NBR Desenho técnico NBR Folhas de desenho, leiaute e dimensões NBR Representação simplificada de furo de centro em desenho técnico NBR 7165 Símbolos gráficos de solda NBR Mancais de deslizamento NBR Representação simplificada de estruturas metálicas NBR Representação de recartilhado

16 LEGENDA É uma zona delimitada por um retângulo que contém um ou mais campos. Localiza-se, normalmente, no canto inferior direito da folha de desenho, e contém a informação relativa ao entendimento do desenho; identificação dos projetistas, da empresa proprietária dentre outras informações.

17 LEGENDA

18 FOLHA DE DESENHO O papel utilizado para os desenhos é padronizado pela ABNT (NBR 10068). O formato de referência é o A0 de 1m²; os demais formatos derivam desse formato.

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20 Regulamentado pela norma NBR nov / 87 Cotas - Representação gráfica que através de linhas, símbolos, notas e um valor numérico, em determinada, unidade de medida, definem as medidas de um objeto. Medida real do objeto As linhas de contorno do desenho podem ser utilizadas como linhas de chamadas. Linha de cota - Traço fino - O comprimento da seta indicativa de inicio e final de medidas e o tamanho do número devem ser iguais.

21 As cotas são utilizadas para delimitação do objeto, podem indicar também altura, largura, furação, profundidade, e etc.

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23 ESCALAS NORMA BRASILEIRA NBR 8196 Escala é a relação entre a medida linear do desenho de um objeto e a respectiva medida linear real deste objeto. Escalas recomendadas pela ABNT: Escala de ampliação - 2:1 5:1 10:1 20:1 50:1 Escala de redução - 1:2 1:5 1:10 1:20 1:50 1:100 1:200 1:500 1:1000 Escala de redução 1:1

24 Escalas

25 Unidade de medida mm Escala 1:1 Unidade de medida mm Escala 2:1 Unidade de medida mm Escala 1:5

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27 Para estudar a perspectiva isométrica, precisamos saber o que é um ângulo e a maneira como ele é representado. Ângulo é a figura geométrica formada por duas semi-retas de mesma origem. A medida do ângulo é dada pela abertura entre seus lados. LADO ABERTURA VÉRTICE LADO

28 A unidade de representação do ângulo é o grau (º). Classificamos um ângulo em agudo, reto ou obtuso. Ângulo reto: possui medida igual a 90º (noventa graus). Ângulo agudo: possui medida menor que 90º. Ângulo obtuso: possui medida maior que 90º.

29 Uma das formas para se medir o ângulo consiste em dividir a circunferência em 360 partes iguais. Cada uma dessas partes corresponde a 1 grau (1º). A medida em graus é indicada pelo numeral seguido do símbolo de grau. Exemplo: 45º (lê-se: quarenta e cinco graus).

30 Para medirmos o valor de um ângulo utilizamos um objeto chamado de transferidor. Observe que um dos lados do ângulo aponta para a medida 0º e a outra para a medida 50º, portanto o ângulo é agudo e mede 50º.

31 Nesse caso, um dos lados do ângulo está voltado para 0º e outro para 90º, dessa forma, o ângulo mede 90º e é denominado reto.

32 Um dos lados aponta para a medida 0º e o outro para a medida 120º, portanto, o ângulo é obtuso, medindo 120º. Toda medição de ângulos deve ocorrer como foi demonstrado, um dos lados fica apontado para o zero e outro lado apontará para a medida da abertura do ângulo. O vértice dos ângulos, que é o local onde as semi-retiras se originam, deve ficar no centro da base do transferidor.

33 LINHAS PERPENDICULARES

34 LINHAS PERPENDICULARES

35 Desenhando um hexágono

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37 Para que dois arcos de circunferência concordem ou um arco e uma reta concordem, é necessário que se conheça, o ponto de tangência, o raio e o centro do arco. Em diversos problemas, alguns destes elementos não são conhecidos e para a sua determinação são utilizados dois princípios da geometria. D= 2xR Traçar uma reta R = 15 Construir outro circulo

38 Calculo de Rotação(RPM) e Diâmetro de Polias Engrenagem movida D x N = d x n D = Diâmetro Motora N = Rotação Motora d = Diâmetro Movida n = Rotação Movida Engrenagem motora Maior RPM Engrenagem movida Engrenagem motora Menor RPM

39 APLICAÇÃO RPM MÁXIMA RPM MÉDIA RPM MÍNIMA

40 TRAÇADO: CONCORDÂNCIA PARA ARREDONDAMENTO DE CANTOS 1. Abrir o compasso com raio igual ao do arredondamento pretendido (R) 2. Com a ponta seca no vértice da linhas que formam o canto a ser arredondado, traçar a interseção (T) de um arco com as duas linhas retas 3. Sem mudar a abertura do compasso traçar arcos com centro nos pontos de interseção (T) encontrados no passo 2, determinando sua interseção (C) 4. Usar a interseção (C) determinada no passo 3 para traçar o arco definitivo, concordante com as duas retas iniciais

41 TRAÇADOS À MÃO LIVRE Método para desenhar circunferências

42 Método para desenhar arcos

43 Método para desenhar arcos vinculados a pontos de tangência

44 Desenhando um arco tangente a dois segmentos de retas

45 Desenhando um arco tangente a dois segmentos de retas

46 EXERCÍCIO DE TRAÇADO

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49 A elaboração do desenho técnico mecânico envolve o trabalho de vários profissionais, quem planeja a peça é o engenheiro ou o projetista. Primeiro ele imagina como a peça deve ser. Depois representa suas idéias por meio de um esboço, isto é, um desenho técnico à mão livre. O esboço serve de base para a elaboração do desenho preliminar. O desenho preliminar corresponde a uma etapa intermediária do processo de elaboração do projeto, que ainda pode sofrer alterações. Depois de aprovado, o desenho que corresponde à solução final do projeto que será executado pelo desenhista técnico. O desenho técnico definitivo, também chamado de desenho para execução, contém todos os elementos necessários à sua compreensão, e tanto pode ser feito na prancheta como no computador, e deve atender rigorosamente a todas as normas técnicas que dispõem sobre o assunto.

50 O desenho técnico mecânico chega pronto às mãos do profissional que vai executar a peça.esse profissional deve ler e interpretar o desenho técnico para que possa executar a peça. Quando o profissional consegue ler e interpretar corretamente o desenho técnico, ele é capaz de imaginar exatamente como será a peça, antes mesmo de executá-la. Para tanto, é necessário conhecer as normas técnicas em que o desenho se baseia e os princípios de representação da geometria descritiva.

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52 Gaspar Monge, matemático francês, para facilitar as construções de fortificações, criou, utilizando projeções ortogonais, um sistema com correspondência biunívoca entre os elementos do plano e do espaço. O sistema criado por Gaspar Monge, publicado em 1795 com o título Geometrie Descriptive é a base da linguagem usada pelo Desenho Técnico. Tridimensional Bidimensional Linha reta

53 O desenho técnico, tal como nós o entendemos hoje, foi desenvolvido graças ao matemático francês Gaspar Monge ( ). Os métodos de representação gráfica que existiam até aquela época não possibilitavam transmitir a idéia dos objetos de forma completa, correta e precisa. Monge criou um método que permite representar, com precisão, os objetos que têm três dimensões (comprimento, largura e altura) em superfícies planas, como, por exemplo, uma folha de papel, que tem apenas duas dimensões (comprimento e largura). Esse método, que passou a ser conhecido como método mongeano, é usado na geometria descritiva.

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55 Uma peça que estamos observando ou mesmo imaginando, pode ser desenhada (representada) num plano. A essa representação gráfica se dá o nome de Projeção

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57 Eixos isométricos O desenho da perspectiva isométrica é baseado num sistema de três semi-retas que têm o mesmo ponto de origem e formam entre si três ângulos de 120. Essas semi-retas, assim dispostas, recebem o nome de eixos isométricos. Cada uma das semi-retas é um eixo isométrico. O traçado de qualquer perspectiva isométrica parte sempre dos eixos isométricos. Perspectiva isométrica de Um bloco com entalhes

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69 Reproduza as três vistas das peças abaixo

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71 Face de referência

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