Introdução. Desenho técnico é uma linguagem de caráter universal.

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2 Introdução Desenho técnico é uma linguagem de caráter universal. Através de símbolos, convenções e normas disseminados e adotados em todo mundo torna um desenho técnico, feito dentro das regras, de fácil compreensão por qualquer pessoa em qualquer lugar do mundo. Através do desenho o desenhista ou o projetista materializa no papel a idéia que nasceu em sua mente. Nele estão contidas todas as dimensões e informações para se construir, por exemplo, todas as peças de um motor. É evidente que em um curto espaço de tempo não é possível abranger todas as técnicas, regras e conceitos dentro do desenho técnico, mas daremos noções fundamentais para que o aluno possa ler, interpretar e executar desenhos. A utilidade do desenho técnico para o técnico de segurança se prende na interpretação e análise de projetos sob o ponto de visão da segurança de quem vai utilizar o fruto desse projeto. Cabe ao técnico também a elaboração de mapas de risco, rotas de fuga, layout de postos de trabalho e para que o resultado tanto de adequação quanto da confecção seja perfeito, as técnicas do desenho técnico são de enorme valia. O desenho técnico está dividido em dois tipos: desenho técnico projetivo e desenho técnico não projetivo. Desenho técnico projetivo Desenho resultante de projeções do objeto em um ou mais planos de projeção e correspondem as vistas ortográficas e as perspectivas usadas em todas as modalidades de engenharia como, por exemplo, projeto de máquinas, equipamentos, edificações, etc.. Desenho técnico não projetivo São desenhos que não usam medidas e compreendem os desenhos de organogramas, gráficos, diagramas, fluxogramas, etc.. 2

3 Instrumentos de desenho Lápis / lapiseira Borracha Régua Esquadros Utiliza diversos diâmetros de grafite dependendo da espessura do traço a ser feito. Os grafites podem ser de várias durezas, desde o mais duro H6 (traços mais finos e claros) até o mais mole B6 (traços mais grossos e escuros). É uma auxiliar importante, pois apaga os erros e as linhas que não serão mais necessárias quando o desenho estiver acabado. Deve ser macia para não rasurar o trabalho. Tem a função de medir e auxiliar no desenho de linhas retas, portanto deve ser de boa qualidade e não ter deformações ou rebarbas em seus vértices. Normalmente utilizamos um jogo composto por dois esquadros formando triângulos retângulos com os seguintes ângulos: um de 45 /45 /90 e outro de 30 /60 /90 Compasso Com esses instrumentos é possível traçar paralelas perpendiculares e ângulos derivados de cada um dos cantos dos esquadros ou ainda somatória de ângulos. Instrumento destinado a desenhar circunferências com precisão e também na construção e/ou divisão de ângulos. 3

4 Papel As medidas padrão para a folha de papel, segundo a norma ABNT (NB- 8) também são usadas para as folhas de papel de desenho. As medidas de referência (padrão) são as do formato A0 cujas dimensões são: 841 x 1189 mm, ou seja, com essas medidas a área de uma folha de papel A0 tem exatamente 1 m². Os outros tamanhos (A1; A2; A3; A4;...) serão sempre da divisão ao meio do lado maior da folha de tamanho maior em partes iguais. Então a folha A1 é a metade da folha A0, a folha A2, a metade da folha A1, a folha A3, a metade da folha A2, e assim por diante. Escalímetro É utilizado para se trabalhar com proporção, redução e ampliação do desenho. Escalas normalmente usadas: Para aumento: 10:1; 5:1; 2:1. Para redução: 1:2,5; 1:5; 1:20; 1:50; 1:100; etc 4

5 Curva francesa raios. Utilizada para traçar segmentos de curva e linhas sinuosas com diversos Transferidor Canetas Tira-linhas Gabaritos É uma escala de ângulos serve para identificar e definir ângulos. É usada com nanquim para diversas espessuras para traços e escritas. Utilizado para traçar linhas de diversas espessuras com uso do nanquim. Pode ser de letras, figuras geométricas ou outro para auxiliar no desenho. Padronização A padronização do desenho técnico é através de normas técnicas. No Brasil as normas são elaboradas e publicadas através da ABNT (Associação Brasileira de Normas Técnicas). As normas técnicas que regulam o desenho técnico são editadas pela ABNT e são registradas pelo INMETRO como NBR e estão de acordo com a ISO. As normas internacionais são elaboradas e publicadas através da ISO (International Organization for Standardization) Exemplos de normas de desenho: NBR Desenho técnico, norma geral. NBR Folha de desenho, layout e dimensões. NBR 8402 Execução de caracteres para escrita em desenho técnico NBR Desenho técnico dobramento de cópias. 5

6 Escala Nem sempre no desenho técnico, a representação gráfica será do tamanho real do objeto que está sendo representado. Em se tratando de desenho de peças muitas vezes estas são de tamanho pequeno ou muito pequeno que inviabilizaria o seu desenho em tamanho real. Em outros casos as peças são grandes e se forem representadas no tamanho real dificultaria bastante para quem fosse fabricálas. Da mesma forma em desenho arquitetônico é impossível fazer a representação gráfica no tamanho real, então também utiliza-se o recurso da proporção em escala para a representação gráfica daquilo que vai ser construído. Então escala é a relação entre o tamanho verdadeiro, real e o tamanho da representação no desenho. O usual no Brasil é o sistema métrico decimal: 1:100; 1:50; 1:20; etc. A escala de tamanho real é 1:1. Para efeito de representação gráfica há a necessidade de ser converter a escala real em outras escalas possibilitando a elaboração de desenhos de diferentes tamanhos sem o comprometimento e o entendimento do objeto representado. Exemplos: Escalas normalmente utilizadas para desenho arquitetônico: Escala Cálculo Resultado Conclusão 1: metro / ,001 = 1 mm Cada 1 mm equivale a 1 metro 1:500 1 metro / 500 0,002 = 2 mm Cada 2 mm equivale a 1 metro 1:100 1 metro / 100 0,01 = 1 cm Cada 1 cm equivale a 1 metro 1:50 1 metro / 50 0,02 = 2 cm Cada 2 cm equivale a 1 metro 1:20 1 metro / 20 0,05 = 5 cm Cada 5 cm equivale a 1 metro Escalas normalmente utilizadas em desenho mecânico Escala Cálculo Resultado Conclusão 1:5 1cm / 5 0,2 = 2 mm Cada 2 mm equivale a 1 cm 1:2 1 cm / 2 0,5 = 5 mm Cada 5 mm equivale a 1 cm 1:1 1 cm / 1 1,0 = 10 mm Tamanho real 2:1 1 cm x 2 2,0 = 20 mm Cada 20 mm equivale a 1 cm 5:1 1 cm x 5 5,0 = 50 mm Cada 50 mm equivale a 1 cm 6

7 Exercícios: Desenhar um retângulo de 25 x 15 mm na escala de 5:1 1:2. Desenhar um triângulo eqüilátero com o lado igual a 10cm na escala de Escrita em desenho técnico As letras ou caracteres usados em desenho técnico para legendas e anotações podem ser verticais ou com inclinação de 75 para a direita. Essas letras podem ser confeccionadas utilizando-se de gabaritos ou à mão livre. De qualquer forma devem ser legíveis e de rápida execução. Deve-se atentar para a altura, largura, espessura e distância entre as letras, palavras e linhas. As letras estão regulamentadas na NBR Tamanho das letras: Altura nominal para x (em mm) 2,0 2,5 3,5 5,0 7,0 10,0 14,0 Proporções das letras: 7

8 Item Letras maiúsculas Letras minúsculas Distância entre pautas Proporções x (linhas escritas) Distância entre letras Espessura do traço Distância entre palavras Modelo de letras técnicas: 8

9 Exercícios traçando paralelas com os esquadros: Exercícios traçando perpendiculares com os esquadros: Mapa de risco Mapa de Risco é uma representação gráfica dos fatores presentes nos locais de trabalho, que podem afetar a saúde ou riscos de acidentes para os trabalhadores. Estes fatores têm origem nos elementos do processo de trabalho como, por exemplo: materiais, equipamentos, ambientes de trabalho, organização do 9

10 trabalho (ritmo de trabalho, método de trabalho, posturas, jornada de trabalho, turnos de trabalho, treinamento, etc.). O Mapa de Risco é construído sobre a planta baixa do ambiente ou da empresa. Os riscos são identificados pela cor e tamanho dos círculos conforme descritos nas tabelas abaixo: Risco Mecânico Químico Ergonômico Físico Biológico Azul Vermelho Amarelo Verde Marrom Cor No mapa os riscos são indicados por círculos coloridos de três tamanhos diferentes de acordo com o grau de risco apresentado Risco leve Risco médio Risco elevado Indicação múltipla Para elaborar o Mapa de Risco a) Conhecer os diversos departamentos da empresa: O que, quem, como, quanto faz. b) Fazer um fluxograma (desenho de todos os setores da empresa e das etapas de produção); c) Listar todos os equipamentos; materiais como são alimentadas as máquinas etc. envolvidos no processo produtivo. d) Listar todos os riscos existentes em cada setor, em cada etapa. No caso de muitos processos ou etapas devem ser priorizados os que trazem mais riscos de acidentes ou para a saúde dos trabalhadores. É importante buscar informações junto aos trabalhadores do setor analisado. Exemplo de mapa de risco: 10

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12 Representação básica de uma edificação A Arquitetura assim como a Engenharia Civil, da mesma forma que os outros ramos de Engenharia, também utiliza o desenho técnico para a apresentação de um projeto a ser executado. A apresentação de uma edificação é feita pela planta baixa e complementada geralmente pela fachada e corte. A planta baixa é representada com o corte no sentido horizontal normalmente a uma altura de 1,25m a partir do piso. Assim praticamente todos os vãos de portas e janelas são representados. Dos desenhos de uma casa a planta baixa é a mais útil e fácil de entender, pois é de fácil interpretação. A planta baixa fornece uma série de informações sobre os objetivos e utilização das diversas áreas do prédio. Para o nosso curso o foco é aprender a interpretar plantas, desenhos e croquis de uma organização tendo como foco os diversos ambientes de trabalho. Planta de locação da construção A partir da planta de locação pode-se deduzir a relação do desenho e da construção em função do meio ambiente. O prédio propriamente dito é representado somente em termos genéricos. São representados também, de forma complementar, detalhes sobre o terreno, suplemento de água potável, esgoto, fiação elétrica, etc. Para as plantas de locação adotam-se escalas de 1:100 a 1:200, para as áreas maiores as escalas de 1:500 ou 1:

13 Corte Da mesma forma que no desenho técnico mecânico, o corte no desenho arquitetônico tem como objetivo mostrar detalhes. Então deve ser escolhida a melhor posição para o corte de forma que mostre os detalhes mais importantes. Normalmente o corte passa pelo banheiro e cozinha para mostrar os encanamentos. Exercícios de uso da escala: a) Desenhar a planta do apartamento abaixo na escala 1:50 b) Fazer o corte da planta baixa acima na escala de 1:50; usar como pé direito a altura de 2,90m. 13

14 Planta de locação localização e locação A planta exige atenção quanto ao planejamento geral da obra e também quanto à liberação por autoridades competentes. A partir dessa planta estuda-se a relação da obra a ser construída com o terreno e também com o meio ambiente. As edificações são representadas de forma genérica. Para completar o desenho pode-se detalhar o abastecimento de água potável, esgoto, fiação elétrica, águas pluviais, etc. Exercício: As escalas mais adotadas são: 1:200; 1:500 ou 1:1000. Desenhar a distribuição das áreas construídas de uma indústria, na escala de 1:500, com as seguintes edificações: Um galpão de 50 30m Um escritório de 20 10m Um refeitório de 20 30m Uma portaria de 5 10m Um depósito de 20 30m O terreno da indústria é de m, localizado na esquina da avenida Industrial com a rua São João. [Nota]: levar em conta na distribuição o fluxo de pessoas e veículos dentro da área da industria bem como a evacuação em caso de da ocorrência de um incêndio. 14

15 Projeto de um posto de trabalho Ao projetar um posto de trabalho deve-se levar em consideração não só a funcionalidade como também aspectos de segurança, ergonomia, conforto, entre outros. Portanto o posto de trabalho deve ser projetado e analisado tendo como foco as pessoas que ali estarão trabalhando. Exercício: Projetar uma sala de escritório de 48m², na escala 1:50 contendo: Objeto Qtde. Tamanho Mesa de trabalho 5 1,50 0,70m Extintor de incêndio 2 Considerar a área livre necessária Máquina de xerox 1 0,80 0,80 Armário 2 1,20 0,50 Mesa de reuniões 1 2,00 1,00 Cozinha 1 1,50 1,50 15

16 Cotagem No desenho além de mostrar a forma da peça a ser construída, deve também conter todas as medidas necessárias para a sua construção. A cotagem deve ser feita de forma racional, isto é, colocar somente as medidas que são realmente necessárias para que o desenho fique limpo e claro para quem for lê-lo. Regra para cotagem correta: 16

17 Exercícios de uso de cotagem: Arruela Placa com furo redondo e quadrado: 17

18 Tipos de traço (conforme NB-8) No desenho técnico normalmente utilizamos traços padronizados de espessuras também definidas (grossa, média e fina). Abaixo apresentamos alguns exemplos de traços (os mais utilizados). As espessuras apresentadas são uma referência, mas é importante que haja uma diferenciação entre as diversas linhas. Como regra podemos utilizar: estabelecendo-se a espessura do traço grosso, o traço médio deve ter a metade da espessura do traço grosso e o traço fino deve ter a metade do traço médio. 18

19 Aplicação dos traços: Tipo de traço Traço cheio grosso Traço cheio fino Tracejado Traço-ponto grosso Traço-ponto fino Traço sinuoso Aplicação Arestas e contornos visíveis. Linhas de cota, linhas auxiliares, linhas de extensão. Arestas e contornos não visíveis. Indicação de corte. Eixo de simetria, linhas de centro, posição limite de partes móveis, cantos e contornos que se encontram antes do corte mostrado (hachurado) Linhas quebradas, rupturas e encurtamento. Alguns de outros símbolos ou convenções comumente utilizados: Significado Ilustração Linha de interrupção Indicação de corte de corpos cilíndricos Indicação de quadrado Indicação de diâmetro Hachuras Hachuras são linhas ou figuras que representam tipos de materiais em áreas de corte em desenhos técnicos. Devem ser traçadas com traços finos e devem estar inclinadas a 45 em relação às linhas principais de contorno do desenho ou eixos de simetria. 19

20 Em alguns casos as hachuras podem ser utilizadas para indicação do tipo de material conforme os exemplos abaixo: Exemplo de uso de hachuras: Exemplo de uso de traços: 20

21 Perspectiva Perspectiva é representação gráfica de um objeto em três dimensões que nos permite ter uma visão real de suas formas. Existem varias formas de se construir perspectivas. Para efeito de nosso estudo vamos citar três, das quais efetivamente trabalharemos com duas. Perspectiva dimétrica Essa projeção ressalta especialmente a vista frontal do objeto. Os eixos são inclinados com 7 e 42 e as dimensões horizontais da face formada pelo eixo fugitivo devem ser a metade do tamanho real. Perspectiva cavaleira Esta projeção também ressalta a vista frontal do objeto. Apenas o eixo fugitivo tem inclinação de 45 com a redução pela metade das medidas horizontais da face formada pelo eixo fugitivo, mas pode-se também usar os ângulos de 30 e 60. Neste caso a redução da lateral (no eixo fugitivo) é respectivamente para 2/3 e 1/3 das medidas reais do objeto. 21

22 Perspectiva isométrica Esta perspectiva é a que se aproxima mais do real. Ela mostra detalhes de forma semelhantes nas três vistas. Ambos os eixos tem uma inclinação de 30 em relação à linha do horizonte e todas as dimensões representadas são as reais ou proporcionais ao objeto representado. Exercício Desenhar a perspectiva isométrica do desenho abaixo: Solução 22

23 Projeção Ortogonal e construção de vistas A representação em perspectiva nem sempre é suficientemente clara em todos os detalhes para a fabricação do objeto. Nesses casos então tem que ser representada de forma diferente: a Projeção Ortogonal. Para a perfeita representação do objeto, normalmente três vistas são indispensáveis: Vista frontal Vista superior Vista lateral O objeto deve ser colocado de tal forma que sua vista principal passe a ser a vista frontal. A figura abaixo mostra um objeto suspenso no espaço cujas sombras são projetadas em três planos posicionados como se fosse o canto formado por duas paredes e o chão. 23

24 O desenho abaixo mostra a mesma projeção como se os planos fossem colocados um ao lado do outro. Exercícios: 1-Fazer a projeção ortogonal do sólido abaixo: Solução: 24

25 2-Fazer a projeção ortogonal do objeto abaixo: Solução: 25

26 3-Dada as vistas, construir o objeto utilizando a perspectiva isométrica: Solução: Representação de corte Quando necessitamos mostrar algum detalhe interno de um objeto que está sendo desenhado, utilizamos o recurso do corte para mostrar esse detalhe. Essa representação é feita utilizando o traço-ponto grosso para a indicação e a parte cortada (as paredes do objeto) devem ser hachuradas conforme a ilustração abaixo: 26

27 Exercício Baseado na figura abaixo construir a vista frontal, com detalhe do corte AA e a vista superior. Resposta: 27

28 Desenho geométrico Ponto: Elemento geométrico considerado sem dimensão, apenas com posição. Reta: Linha que estabelece a menor distância entre 2 pontos. Por 1 ponto podem passar infinitas retas. Por 2 pontos pode passar apenas 1 reta. Plano: Superfície reta em todos os sentidos. 28

29 Por 1 reta podem passar infinitos planos. Por uma reta e um ponto passa apenas 1 plano. Por duas retas pode passar apenas 1 plano. 29

30 Tipos de reta: Tipos Comentário exemplos Concorrentes Tem somente um ponto em comum Obliquas Paralelas Coincidentes São concorrentes e não formam ângulo reto São co-planares e não tem nenhum ponto em comum Todos os pontos são comuns Transversais Quando cortam 2 retas paralelas Perpendiculares Encontram-se em um ponto formando um ângulo de 90 ortogonais Quando não tem pontos em comum, mas suas projeções formam um ângulo reto. 30

31 Usando régua e compasso traçar uma reta paralela à reta r passando pelo ponto A Usando régua e compasso traçar uma perpendicular e uma paralela à reta r passando pelo ponto A : Traçar a mediatriz do segmento de reta AB 31

32 Traçar uma perpendicular à reta a, no ponto P, usando régua e compasso: Dada a semi-reta OA, traçar uma perpendicular no ponto O usando régua e compasso: Ângulos Bissetriz: reta que divide um ângulo em 2 partes iguais. O 32

33 Divisão do segmento de reta AB em n partes iguais. Obs.: n pode ser qualquer valor maior que 1 (no exemplo n = 5) A B 5 Etapas: 1- Traçar uma reta auxiliar com qualquer inclinação passando pelo ponto A ; 2- Dividir essa reta auxiliar em 5 partes iguais; 3- Unir o ponto 5 com o ponto B 4- Utilizando o jogo de esquadros traçar paralelas passando pelos pontos 4; 3; 2 e 1 Divisão de um ângulo em 3 partes iguais. [nota] existem duas situações uma para o ângulo reto (90 ) e outra para qualquer ângulo não reto Para o ângulo de 90 : Para um ângulo diferente de 90 (esta divisão é aproximada): 33

34 D O E H G F C Passos: 1- Traçar uma circunferência auxiliar 2- Prolongar os lados do ângulo (pontos C e D ) 3- Traçar a bissetriz EF = OE (raio da circunferência) 4- Unir F à C e D Os pontos G e H dividem o ângulo em 3 partes aproximadamente iguais. Bissetriz de um ângulo formado pelas retas r e s e cujo vértice é desconhecido: r A B s Passos: 1- Traçar uma reta cortando as retas r e s 2- Achar as bissetrizes dos ângulos formados pelas retas 3- Onde cruzam as bissetrizes dos quatro ângulos formados indicar os pontos A e B 4- Traçar uma reta (que é a bissetriz) passando por esses dois pontos 34

35 Construir os ângulos de: 30, 45, 60 e O O Construções fundamentais de triângulo O Tipo Características Ângulos Eqüilátero Três lados iguais Três ângulos iguais de 60. Isósceles Dois ângulos iguais e um Dois lados iguais e um diferente, mas os valores diferente dos ângulos não são fixos. Escaleno Três lados diferentes 3 ângulos diferentes com valores que também não são fixos. Quando os triângulos isósceles e escaleno têm um ângulo reto (90 ) são chamados de triângulo retângulo Construir um triângulo conhecendo-se um lado AB e os ângulos adjacentes: cm Ângulo A = 30 Ângulo B = 45 Lado AB = 4 35

36 C A 30 4 cm 45 B Construir um triângulo conhecendo-se 2 lados e o ângulo A AB = 5 cm AC = 4 cm  = 15 A 15 4 cm 5 cm C B Construir um triângulo conhecendo-se seus três lados: AB = 6 cm BC = 4,5 cm AC = 3,5 cm C 3,5 cm 4,5 cm A 6 cm B 36

37 Construir um triângulo retângulo conhecendo-se sua hipotenusa e um cateto. AC = 4 cm CB = 7 cm B 7 cm A 4 cm C Construir um triângulo retângulo conhecendo-se a hipotenusa e um ângulo agudo. BC = 5 cm Ang. B = C 5 cm A B Construir um triângulo isósceles cuja base mede 4 cm e sua altura 6 cm. 37

38 Altura 6 cm Base 4 cm Mediatriz Polígonos regulares São figuras geométricas que tem todos os seus lados do mesmo tamanho. Triangulo eqüilátero: 38

39 Quadrado: Pentágono: D F E C M L K H r A B G Etapas: 1- Traçar uma perpendicular à reta r passando pelo ponto M 2- Traçar uma circunferência com centro em M 3- Com a ponta seca do compasso no ponto H, traçar um arco passando pelo ponto M 4- Unir os pontos F e G e determinar o ponto K na reta r 39

40 5- Com a ponta seca do compasso no ponto K, abrir até o ponto D e achar o ponto L na reta r 6- Com a ponta seca do compasso no ponto D, abrir até o ponto L e traçar um arco que corta a circunferência achando o ponto E. 7- A distância de D até E é o lado do pentágono. Com o compasso aberto nesta distância achar os pontos A, B e C e unir os pontos. Hexágono: D E C M F B A Achar o centro Circunferência e concordância Mediatriz Mediatriz O 40

41 Circunferência inscrita a um triângulo Bissetriz M Bissetriz Bissetriz Circunscrita a um triângulo Mediatriz Mediatriz M Mediatriz Concordância Concordância de duas retas por meio de um arco (por exemplo, com raio de 15mm): 41

42 15mm r = 15mm 15mm Etapas 1. Traçar paralelas às retas na mesma distância do raio do arco; 2. Onde as paralelas cruzarem é o centro do arco ode deve ser colocada a ponta seca do compasso. 15mm r = 15mm 15mm 15mm r = 15mm 15mm Concordância de duas circunferências por meio de um arco 42

43 r M r1 r1 r A O AM = OM = r+r1 Concordância de um arco e uma reta M O r1 OM = r1+r r Oval A C O D B Etapas: 1. Com centro em O traçar uma circunferência 2. Traçar as linhas partindo de B passando por C e D 43

44 3. Traçar as linhas partindo de A passando por C e D 4. Com a ponta seca do compasso em B abrir até A e traçar um arco até as retas. 5. Repetir o mesmo passo com a ponta seca em A 6. Com a ponta seca em C e D fazer a concordância dos arcos. Observação da natureza: Perspectiva com pontos de fuga Ao observarmos a foto de uma rua, paisagem, edifício, etc, podemos perceber que todas as linhas convergem para um ponto na profundidade do espaço. Esse ponto é denominado ponto de fuga. Modificando-se a posição do observador ou a altura dos olhos modificase também a perspectiva. O ponto de fuga localiza-se sempre na altura dos olhos do observador Em ralação ao observador e ao horizonte todos os objetos podem assumir três posições básicas: O observador poderá estar acima, no meio ou abaixo do objeto focalizado. 44

45 Perspectiva frontal: Tem um único ponto de fuga, que pode ser central ou não. Projeção angular lateral: fuga. Permite desenhar uma imagem tridimensional à partir de 2 pontos de Bibliografia: Textos e ilustrações criados pelo professor Desenho Técnico / Bachmann & Forberg Editora Globo S.A. Desenho Técnico Fundamental / Eurico de Oliveira e Evandro Albiero Editora EPU Editora Pedagógica Universitária Ltda. Desenho Técnico Problemas e soluções gerais de desenho / Maguire & Simmons Tradução: Luiz Roberto de Godoi Vidal Editora Hemus 45

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