2. O Programa. Figura 1 : Janela Principal do Programa

Save this PDF as:
 WORD  PNG  TXT  JPG

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "2. O Programa. Figura 1 : Janela Principal do Programa"

Transcrição

1 AUTOMAÇÃO DE PROJETOS DE TRELIÇAS METÁLICAS PLANAS Nilto Calixto Silva Aluno de Graduação João Alberto Venegas Requena Professor Assistente Doutor Aloisio Ernesto Assan Professor Livre Docente Departamento de Estruturas Faculdade de Engenharia Civil da Universidade Estadual de Campinas Caixa Postal 6021 CEP Campinas/SP, Brasil 1. Introdução Este artigo tem como objetivo apresentar um programa de computador que auxilia a elaboração de projetos de treliças metálicas planas. Este programa foi desenvolvido, a princípio, para melhorar as ferramentas pedagógicas da cadeira de Estruturas Metálicas da Faculdade de Engenharia Civil da UNICAMP. Sua elaboração seguiu as rotinas utilizadas nos projetos de estruturas metálicas para coberturas, enfatizando pórticos constituídos de pilares suportando treliças planas, normalmente empregados nas edificações brasileiras. Esta ferramenta certamente auxiliará e facilitará o trabalho de alunos e engenheiros que projetam coberturas em estruturas metálicas. O programa foi desenvolvido em linguagem Pascal, usando como ferramentas o software Delphi 4 e o Método dos Elementos Finitos. Para sua utilização é necessário um computador equipado com processador Pentium, ou equivalente, e sistema operacional Windows95, ou superior. O Delphi 4 foi utilizado devido a algumas características. A primeira delas é a simplicidade de programação quando comparado com outras linguagens visuais. A possibilidade de comunicação com outros programas compatíveis com o sistema Windows é outra grande vantagem do Delphi 4. Como será visto adiante, o programa permite importar arquivos do AutoCAD (v. R14) e também exportar arquivos de respostas compatíveis com o Excel. 1

2 2. O Programa O programa, batizado com o nome de AutoMETAL, efetua quatro etapas de um projeto. A primeira destas etapas é a definição da geometria da treliça. A segunda etapa compreende o lançamento automático dos carregamentos, de acordo com a posição das terças. Finalmente, após a definição da geometria e dos carregamentos, o programa efetua o cálculo dos esforços e, em seguida, o dimensionamento das barras, de acordo com a NBR8800/86, para perfis laminados. São disponíveis perfis em dupla cantoneira opostas e frontais e também perfis U, I e tubulares circulares. Para o cálculo, o programa permite a adoção de pilares, bastando indicar suas características físicas dos materiais e geométricas. Os pilares, com seções pré-determinadas, normalmente projetados em concreto armado, não são dimensionados, mas são assumidos como parâmetros de cálculo que compõem o pórtico. A Figura 1 apresenta a janela principal do programa, onde ficam dispostos todos os dados relativos à geometria da estrutura. Os nós numerados em azul indicam o posicionamento das terças. Figura 1 : Janela Principal do Programa 2

3 3. As Etapas de Projeto Como dito, o programa é uma ferramenta de auxílio para a elaboração de projetos de treliças metálicas planas. Treliças podem ser definidas como estruturas formadas por barras ligadas umas às outras em suas extremidades através de rótulas perfeitamente articuladas e com os carregamentos externos atuando sempre nestes pontos de ligação denominados nós. Com isto, garante-se que todas as barras sejam solicitadas apenas axialmente, ou seja, apenas trabalharão à tração ou compressão. A seguir, são apresentadas as quatro etapas realizadas pelo programa A Geometria A concepção da estrutura é a etapa inicial do projeto. Trabalhando com concepções adequadas pode-se obter geometrias que apresentam distribuições mais adequadas dos esforços nos elementos (banzos, diagonais e montantes), aumentando a eficiência de toda a estrutura, logo, diminuindo seu peso (e custo) total. O programa sugere geometrias para coberturas em duas águas e em arco. As coberturas em duas águas são compostas por banzos (superior e inferior), diagonais e montantes. Para disposições em N das diagonais o programa lança coberturas com diferentes inclinações para os banzos., ou seja, pode-se inclinar, independentemente, os banzos superior e inferior. Para duas águas com diagonais dispostas em V são lançadas coberturas com banzos paralelos, exclusivamente. Os arcos podem ser circulares, de banzos paralelos ou não (inércia variável), e também parabólicos de banzos paralelos. Os procedimentos de criação das geometrias têm em comum os parâmetros de cálculo, a saber, distância máxima entre terças e ângulos máximo e mínimo de inclinação das diagonais, sempre em relação ao banzo inferior. Para os arcos circulares de inércia variável os ângulos das barras diagonais não são considerados. A máxima distância entre as terças pode ser fornecida de três maneiras distintas. A primeira delas é dar diretamente essa distância. Pode-se também indicar qual o número total de divisões, isto é, indicar qual a quantidade total de diagonais. Finalmente, pode-se entrar com a máxima distância de acordo com a telha especificada. O programa dispõe de curvas para telhas em aço galvanizado com seções onduladas e trapezoidais e espessuras variando entre 0,43 e 0,80mm. A Figura 2 apresenta a janela de entrada de dados para uma estrutura em arco circular, com destaque para a entrada da máxima distância entre terças. A Figura 3 apresenta a janela de especificação das telhas. Primeiro, determina-se qual a carga de cálculo para o vento e, então, qual o tipo de telha empregada ondulada ou trapezoidal, qual a onda ou a altura do trapézio e, finalmente, qual a espessura da telha. Caso se faça pela escolha automática da espessura o programa se encarregará de propor qual a melhor espessura de telha escolhida de acordo com o chamado coeficiente de utilização. Este coeficiente é obtido pela razão entre a distância entre terças adotada pelo programa e a máxima suportada pela telha. Quanto mais próximo de 1,0 (100%) maior a eficiência. 3

4 Os ângulos mínimo e máximo, em graus, são indicados nos campos localizados no inferior da janela de geração automática. Estes ângulos podem variar entre 5º e 85 º. Figura 2 : Janela de entrada de dados para Geração Automática Duas Águas Diagonais em N Figura 3 : Janela para Escolha de Telhas Além dos parâmetros já discutidos ângulos máximo e mínimo e máxima distância entre terças, são necessários, para a geração automática de uma cobertura em duas águas, os seguintes dados: Vão; Inclinação do Banzo Superior (i s ); Inclinação do Banzo Inferior (i i ); Ângulo de Arranque; Altura Projetada do 1 º Montante (H m ) e; Número de Diagonais Invertidas (N Inv ). O ângulo de arranque é o ângulo do primeiro montante, medido a partir da horizontal no sentido 4

5 anti-horário. A altura projetada do primeiro montante é o comprimento do segmento vertical que parte da origem do banzo inferior até o ponto de encontro com o prolongamento do banzo superior. Assim, se o ângulo de arranque for igual a 90º a altura projetada do primeiro montante será igual ao comprimento do montante de apoio. As diagonais lançadas pelo programa são sempre descendentes, isto é, tomando-se da esquerda para a direita partem sempre do banzo superior até o inferior. Esta orientação pode ser invertida indicando a quantidade de diagonais que se deseja inverter. A contagem começa a partir do meio-vão e leva em conta a simetria. O exemplo, da Figura 4, foi gerado com os ângulos das diagonais entre 35º e 60º e distância máxima entre terças de 1,80m. Os demais dados seguem abaixo: Tabela 1 : Dados do Exemplo da Figura 4 Vão (m) : 25,00 Arranque : 70º i S (%) : 15 H p (m) : 0,80 i I (%) : 5 N Inv : 1 especificado, o programa cria nós intermediários nos banzos, lançando um montante e duas diagonais. Caso o ângulo formado entre a diagonal e o banzo inferior seja superior ao máximo, o procedimento é distinto. Nestes casos o programa cria também um nó intermediário com um montante e, ao invés de duas diagonais simples, lança uma diagonal dupla e uma segunda diagonal intermediária, como representado na Figura Duas Águas Diagonais em V O programa gera coberturas em duas águas com diagonais dispostas em V apenas para banzos paralelos. Assim, ao invés das inclinações dos banzos superior e inferior, é necessário apenas uma inclinação (i) igual para ambos e a distância entre banzos (d). Todos os demais dados são idênticos ao de duas águas com diagonais em N. A geometria representada na Figura 5 foi obtida com intervalo dos ângulos entre 40º e 70º e distância máxima entre terças de 1,50m. Os demais dados seguem na Tabela 2. Tabela 2 : Dados do Exemplo da Figura 5. Vão (m) : 20,00 Arranque : 90º i (%) : 17 d (m) : 0,75 Figura 4 : Exemplo de Cobertura duas águas Observa-se que o programa cria nós intermediários entre os nós de apoio de terças de duas formas distintas. Quando o ângulo entre a diagonal e o banzo inferior ficar abaixo do ângulo mínimo Figura 5 : Exemplo de Cobertura Banzos Paralelos 5

6 Arcos Circulares de Banzos Paralelos O procedimento de geração de um arco circular de banzos paralelos requer poucos dados, a saber: Vão; Relação Flecha-Vão; Ângulo de Arranque e; Distância entre Banzos (d). A relação flecha-vão deve ser fornecida sempre em relação ao banzo inferior do arco. Quanto ao ângulo de arranque, o procedimento, para os arcos circulares concêntricos (banzos paralelos), traz algumas possibilidades em relação aos demais. Além do lançamento direto do ângulo da primeira diagonal, pode-se também optar pela orientação da diagonal seguindo o ângulo de abertura do arco, ou então optar por um ângulo que deixe os comprimentos de todas as barras do banzo inferior iguais. Para a primeira opção basta deixar o campo para o ângulo de arranque em branco, enquanto para a segunda basta entrar com ângulo igual a zero. As geometrias apresentadas nas Figuras 6 e 7 foram obtidas com os mesmos dados (Tabela 3), sendo que na primeira o ângulo de arranque segue o ângulo de abertura do arco e na segunda o ângulo é aquele que garante comprimentos iguais para as barras do banzo inferior. É importante lembrar que o ângulo de arranque pode também ser dado diretamente, como no caso das coberturas em duas águas. O intervalo dos ângulos para as diagonais é entre 35º e 60º e a máxima distância entre terças igual a 1,40m. Tabela 3 : Dados dos Exemplos da Figura 6 e 7. Vão (m) : 35,00 Arranque : 82º e 123º Flecha-Vão : 0,15 d (m) : 0,80 Figura 6 : Arco Circular de Banzos Paralelos Figura 7 : Arco Circular de Banzos Paralelos Arcos Circulares de Inércia Variável Este tipo de estrutura consiste, basicamente, de um arco circular onde a distância entre os banzos inferior e superior não é constante, como o anterior. Ou seja, o centro da circunferência que descreve o banzo inferior não coincide com o centro da circunferência do banzo superior. Assim, ao invés de fornecer uma única distância entre banzos deve-se fornecer duas, a primeira válida para a origem e a segunda para o meio-vão do arco, respectivamente, d 0 e d 1. Para os arcos de inércia variável o ângulo de arranque apenas pode seguir o ângulo de abertura do arco do banzo inferior. Além disso, o critério de geração leva em conta apenas a distância máxima entre terças, desconsiderando o intervalo de ângulos para as diagonais. 6

7 A Figura 8 apresenta um arco de inércia variável obtido a partir dos dados da Tabela 4 e com distância máxima entre terças de 1,20m. Tabela 4 : Dados do Exemplo da Figura 8. Vão (m) : 30,00 d 0 (m) : 0,30 Flecha-Vão : 0,20 d 1 (m) : 1,00 Figura 9 : Exemplo de Arco Parabólico Carregamentos e Combinações Figura 8 : Exemplo de Arco de Inércia Variável Arcos Parabólicos de Banzos Paralelos Os arcos parabólicos são geralmente empregados quando se deseja cobrir com grande altura em relação ao vão, dificultando a adoção de arcos circulares. Para gerar um arco parabólico são necessários os mesmos dados de um circular de banzos paralelos. O ângulo de arranque apenas pode ser fornecido diretamente, ou, então, sair normal ao banzo inferior. O arco parabólico obtido a partir dos dados da Tabela 5 encontra-se na Figura 9. O intervalo dos ângulos é entre 40º e 50º, a máxima distância entre terças é de 1,25m e o ângulo de arranque é normal ao banzo inferior. Tabela 5 : Dados do Exemplo da Figura 9. Vão (m) : 28,00 Arranque : 148º Flecha-Vão : 0,40 d (m) : 0,70 O programa possibilita o lançamento automático de cargas permanentes, sobrecargas e cargas de vento, tanto na cobertura quanto nos pilares. A Figura 10 apresenta a janela onde os dados sobre os carregamentos devem ser indicados. A única condição necessária para o lançamento automático é definir em quais os nós estão localizadas as terças. Na Figura 10 os nós com terças são representados pela numeração azul. O programa automaticamente realizará o cálculo das áreas efetivas em cada trecho e então, a partir dos valores indicados para o peso das telhas, dos contraventamentos etc., fará o cálculo do valor da cargas em cada nó. Para o peso da telha é lançada a área total. Para as demais cargas permanentes e sobrecargas utiliza a área projetada. As cargas de vento são obtidas a partir da pressão de obstrução e dos coeficientes de forma lançados para cada trecho da cobertura e pilares. Além destes carregamentos é possível também lançar cargas manualmente, criando novos carregamentos ou alterando os já existentes. As combinações dos carregamentos são obtidas fornecendo-se os coeficientes de majoração ou minoração, conforme indicado na Figura 11. 7

8 Figura 10 : Janela de entrada de dados para Carregamentos Automáticos físicas módulo de elasticidade e geométricas área, momento de inércia e comprimento. O programa permite também lançar pilares cujo ponto de conexão com a treliça esteja fora do eixo do pilar, ou seja, pilares com carregamento excêntrico. Todos os pilares criados são engastados na base e articulados na extremidade de conexão. Figura 11 : Combinação dos Carregamentos 3.3. Cálculo dos Esforços O cálculo dos esforços para a estrutura é realizado considerando todas as barras como elementos sem rigidez à flexão, i.e., as barras da treliça apenas transmitem esforços axiais. Apenas os pilares têm rigidez à flexão. Os pilares são lançados indicando qual o nó de contato com a treliça e quais suas características 3.4. Dimensionamento das Barras Nesta primeira versão o programa dimensiona as barras apenas para perfis laminados, de acordo com a NBR8800/86. Os esforços de dimensionamento são os maiores valores calculados para tração e compressão em cada um das combinações, ou seja, são os esforços máximos. Caso não exista nenhuma, combinação os esforços máximos são obtidos a partir dos carregamentos, individualmente. 8

9 O procedimento de dimensionamento é feito por grupos de barras, e.g. banzo superior, inferior, diagonais, montantes, etc., que são definidos de acordo com o indicado na Figura 12. Figura 12 : Definição dos Grupos de Barras Os contraventamentos podem ser lançados como indicado na Figura 13. Deve-se apenas marcar com o mouse quais barras encontram-se sob o mesmo contraventamento. O comprimento de flambagem no plano perpendicular ao plano da treliça será igual ao somatório dos comprimentos de todas as barras do segmento, ou seja, entre pontos fixos. Caso uma barra não pertença a nenhum contraventamento os comprimentos de flambagem em torno dos eixos de maior e menor inércia serão iguais ao próprio comprimento da barra. Portanto, os comprimentos efetivos de flambagem serão definidos para as barras tanto no plano da treliça quanto no plano perpendicular a ela. A Figura 14 reproduz a janela que dá início ao dimensionamento. Para cada grupo de barras é necessário indicar qual o perfil a ser adotado bem como o índice de esbeltez máximo. A Figura 15 apresenta a estrutura calculada com um perfil inicial, de acordo com a esbeltez máxima. As barras vermelhas indicam que o esforço solicitante é maior que o resistente. As demais cores indicam qual a razão entre solicitação e resistência de acordo a barra de cores indicada. Após o dimensionamento a estrutura assume a configuração apresentada na Figura 16. Finalmente, a Figura 17 traz a listagem dos perfis dimensionados. Figura 13 : Janela para entrada dos Contraventamentos. 9

10 Figura 14 : Janela de Dimensionamento. Figura 15 : Estrutura Calculada com Perfis Iniciais. Figura 16 : Estrutura Calculada com Perfis Dimensionados 10

11 Figura 17 : Listagem final dos perfis e peso total da estrutura. 4. Observações Finais O programa foi desenvolvido de tal forma que todo o projeto seja criado em tempo de execução, sem entrada de dados via arquivo. No entanto, os dados correntes podem ser salvos, em qualquer instante, como arquivo de texto, compatível com o software SAP90. Estes dados podem ser novamente importados pelo programa e alterados. A geometria de um problema pode também ser importada do AutoCAD R14, através de um arquivo extensão DXF (Drawing Interchange File). Cada barra deve ser uma linha (line) e cada grupo de barras deve pertencer a uma layer diferente. As terças são indicadas através de node-points, também em uma layer separada. O programa permite também exportar a geometria corrente para um arquivo extensão DXF. Finalmente, as cargas nodais, os esforços nas barras, as combinações de carregamentos, os deslocamentos e as reações nos pilares (ou apoios) podem ser exportados arquivos extensão CSV, compatíveis com o software Excel 97. A primeira versão do AutoMETAL já está disponível aos interessados, gratuitamente, nos sites indicados no início deste artigo. 5. Bibliografia ABNT, Projeto e Execução de Estruturas de Aço de Edifícios : Método dos Estados Limites (NBR 8800). ABNT, Rio de Janeiro/RJ, ABNT, Forças devidas ao vento nas Edificações (NBR 6123). ABNT, Rio de Janeiro/RJ, ASSAN, A. E., Método dos Elementos Finitos: Primeiros Passos Livro a ser publicado pela Editora da UNICAMP, Campinas/SP, REQUENA, J. A. V., Notas de Aula do Curso de EC905 Estruturas Metálicas II, Apostila,DES- FEC-UNICAMP, Campinas/SP,

( Curso Dimensionamento de Estruturas de Aço CBCA módulo 3)

( Curso Dimensionamento de Estruturas de Aço CBCA módulo 3) GALPÕES (Projeto proposto) A ligação mais imediata que se faz da palavra galpão é com o uso industrial. No entanto galpões podem ser usados para as mais diversas atividades, tais como, hangares, espaços

Leia mais

PROGRAMA AUTOTRUSS 2.0

PROGRAMA AUTOTRUSS 2.0 PROGRAMA AUTOTRUSS 2.0 Universidade Estadual de Campinas Faculdade de Engenharia Civil, Arquitetura e Urbanismo Departamento de Estruturas LabMeC Autores: Prof. Dr. João Alberto Venegas Requena requena@fec.unicamp.br

Leia mais

OBTENÇÃO DE CONFIGURAÇÕES ECONÔMICAS PARA O PROJETO DE TESOURAS EM AÇO

OBTENÇÃO DE CONFIGURAÇÕES ECONÔMICAS PARA O PROJETO DE TESOURAS EM AÇO CONSTRUMETAL CONGRESSO LATINO-AMERICANO DA CONSTRUÇÃO METÁLICA São Paulo Brasil 31 de agosto a 02 de setembro 2010 OBTENÇÃO DE CONFIGURAÇÕES ECONÔMICAS PARA O PROJETO DE TESOURAS EM AÇO 1. Guilherme Fleith

Leia mais

AUTOMAÇÃO DO PROJETO DE TRELIÇAS METÁLICAS PLANAS CONSTITUÍDAS DE BARRAS TUBULARES (1)

AUTOMAÇÃO DO PROJETO DE TRELIÇAS METÁLICAS PLANAS CONSTITUÍDAS DE BARRAS TUBULARES (1) AUTOMAÇÃO DO PROJETO DE TRELIÇAS METÁLICAS PLANAS CONSTITUÍDAS DE BARRAS TUBULARES (1) AUTOMATION OF THE DESIGN OF STEEL PLANE TRUSSES CONSTITUTED OF CIRCULAR HOLLOW SECTIONS MEMBERS João Alberto Venegas

Leia mais

Outubro de 2014 Secretaria Municipal de Meio Ambiente de Catalão

Outubro de 2014 Secretaria Municipal de Meio Ambiente de Catalão Memorial Descritivo Outubro de 2014 Secretaria Municipal de Meio Ambiente de Catalão GALPÃO EM AÇO ESTRUTURAL ATERRO SANITÁRIO MUNICIPAL DE CATALÃO RESPONSÁVEL TÉCNICO: RAFAEL FONSECA MACHADO CREA: 18702

Leia mais

Steel frame - cobertura (última parte)

Steel frame - cobertura (última parte) Página 1 de 8 Steel frame - cobertura (última parte) A cobertura destina-se a proteger as edificações da ação das intempéries. Pode ser vista também como um dos elementos de importância estética do projeto,

Leia mais

Estruturas Metálicas. Módulo II. Coberturas

Estruturas Metálicas. Módulo II. Coberturas Estruturas Metálicas Módulo II Coberturas 1 COBERTURAS Uma das grandes aplicações das estruturas metálicas se dá no campo das coberturas de grande vão, especialmente as de caráter industrial. Também devido

Leia mais

AUTOMAÇÃO E OTIMIZAÇÃO CAD/CAE NO PROJETO DE ESTRUTURAS METÁLICAS PLANAS, UTILIZANDO PERFIS TUBULARES

AUTOMAÇÃO E OTIMIZAÇÃO CAD/CAE NO PROJETO DE ESTRUTURAS METÁLICAS PLANAS, UTILIZANDO PERFIS TUBULARES AUTOMAÇÃO E OTIMIZAÇÃO CAD/CAE NO PROJETO DE ESTRUTURAS METÁLICAS PLANAS, UTILIZANDO PERFIS TUBULARES Maurício Guilherme Quilez Souza Renato Henrique Ferreira Branco João Alberto Venegas Requena maurigq@yahoo.com

Leia mais

Rua Dianópolis, 122-1º andar CEP: 03125-100 - Parque da Mooca - São Paulo / SP - Brasil Telefone: 55 (11) 2066-3350 / Fax: 55 (11) 2065-3398

Rua Dianópolis, 122-1º andar CEP: 03125-100 - Parque da Mooca - São Paulo / SP - Brasil Telefone: 55 (11) 2066-3350 / Fax: 55 (11) 2065-3398 Frefer System Estruturas Metálicas Rua Dianópolis, 122-1º andar CEP: 03125-100 - Parque da Mooca - São Paulo / SP - Brasil Telefone: 55 (11) 2066-3350 / Fax: 55 (11) 2065-3398 www.frefersystem.com.br A

Leia mais

PARECER TÉCNICO. O referido parecer técnico toma como base o laudo técnico contiguo e reforça:

PARECER TÉCNICO. O referido parecer técnico toma como base o laudo técnico contiguo e reforça: PARECER TÉCNICO O referido parecer técnico toma como base o laudo técnico contiguo e reforça: Conforme o resultado apresentado pela simulação no software AutoMETAL 4.1, a atual configuração presente nas

Leia mais

ESTRUTURAS DE COBERTURA PARA GRANDES VÃOS

ESTRUTURAS DE COBERTURA PARA GRANDES VÃOS ESTRUTURAS DE COBERTURA PARA GRANDES VÃOS Travamentos e Contraventamentos Estruturas de Coberturas Elementos Principais vencem o vão Elementos Secundários Exemplo: Planta geral da cobertura Planta da cobertura

Leia mais

ESTRUTURA DA COBERTURA DA ÁREA DE ABASTECIMENTO DO POSTO MARIANA

ESTRUTURA DA COBERTURA DA ÁREA DE ABASTECIMENTO DO POSTO MARIANA MOACYR MOLINARI perito engenheiro L A U D O P E R I C I A L ESTRUTURA DA COBERTURA DA ÁREA DE ABASTECIMENTO DO POSTO MARIANA Que faz MOACYR MOLINARI, brasileiro, casado, residente à rua 1, Curitiba-PR,

Leia mais

TECNOLOGIA MECÂNICA. Aula 04. Carregamento Axial Tensão Normal

TECNOLOGIA MECÂNICA. Aula 04. Carregamento Axial Tensão Normal FACULDADE DE TECNOLOGIA SHUNJI NISHIMURA POMPÉIA TECNOLOGIA MECÂNICA Aula 04 Carregamento Axial Tensão Normal Prof. Me. Dario de Almeida Jané Mecânica dos Sólidos - Revisão do conceito de Tensão - Carregamento

Leia mais

e-mail: ederaldoazevedo@yahoo.com.br

e-mail: ederaldoazevedo@yahoo.com.br Centro de Ensino Superior do Amapá-CEAP Curso: Arquitetura e Urbanismo Assunto: Cálculo de Pilares Prof. Ederaldo Azevedo Aula 4 e-mail: ederaldoazevedo@yahoo.com.br Centro de Ensino Superior do Amapá-CEAP

Leia mais

4 Estudo Paramétrico. 4.1.Descrição do estudo

4 Estudo Paramétrico. 4.1.Descrição do estudo 76 4 Estudo Paramétrico 4.1.Descrição do estudo Neste capítulo é desenvolvido estudo paramétrico dos galpões industriais considerados, com os objetivos de avaliar a consideração ou não dos efeitos de segunda

Leia mais

EXERCÍCIOS DE ESTRUTURAS DE MADEIRA

EXERCÍCIOS DE ESTRUTURAS DE MADEIRA UNIVERSIDADE ESTADUAL DE CAMPINAS FACULDADE DE ENGENHARIA CIVIL,ARQUITETURA E URBANISMO Departamento de Estruturas EXERCÍCIOS DE ESTRUTURAS DE MADEIRA RAFAEL SIGRIST PONTES MARTINS,BRUNO FAZENDEIRO DONADON

Leia mais

CISALHAMENTO EM VIGAS CAPÍTULO 13 CISALHAMENTO EM VIGAS

CISALHAMENTO EM VIGAS CAPÍTULO 13 CISALHAMENTO EM VIGAS CISALHAMENTO EM VIGAS CAPÍTULO 13 Libânio M. Pinheiro, Cassiane D. Muzardo, Sandro P. Santos 25 ago 2010 CISALHAMENTO EM VIGAS Nas vigas, em geral, as solicitações predominantes são o momento fletor e

Leia mais

INSTRUMENTOS USADOS Lápis e lapiseiras Os lápis médios são os recomendados para uso em desenho técnico, a seleção depende sobretudo de cada usuário.

INSTRUMENTOS USADOS Lápis e lapiseiras Os lápis médios são os recomendados para uso em desenho técnico, a seleção depende sobretudo de cada usuário. INSTRUMENTOS USADOS Lápis e lapiseiras Os lápis médios são os recomendados para uso em desenho técnico, a seleção depende sobretudo de cada usuário. INSTRUMENTOS USADOS Esquadros São usados em pares: um

Leia mais

UNESP DESENHO TÉCNICO: Fundamentos Teóricos e Introdução ao CAD. Parte 3/5: Prof. Víctor O. Gamarra Rosado

UNESP DESENHO TÉCNICO: Fundamentos Teóricos e Introdução ao CAD. Parte 3/5: Prof. Víctor O. Gamarra Rosado UNESP UNIVERSIDADE ESTADUAL PAULISTA FACULDADE DE ENGENHARIA CAMPUS DE GUARATINGUETÁ DESENHO TÉCNICO: Fundamentos Teóricos e Introdução ao CAD Parte 3/5: 8. Projeções ortogonais 9. Terceira Vista 10. Tipos

Leia mais

RESUMO DAS NORMAS TÉCNICAS DA ABNT

RESUMO DAS NORMAS TÉCNICAS DA ABNT RESUMO DAS NORMAS TÉCNICAS DA ABNT A padronização ou normalização do desenho técnico tem como objetivo uniformizar o desenho por meio de um conjunto de regras ou recomendações que regulamentam a execução

Leia mais

Lista de exercícios sobre barras submetidas a força normal

Lista de exercícios sobre barras submetidas a força normal RESISTÊNCIA DOS MATERIAIS I Lista de exercícios sobre barras submetidas a força normal 1) O cabo e a barra formam a estrutura ABC (ver a figura), que suporta uma carga vertical P= 12 kn. O cabo tem a área

Leia mais

PEF 2506 - Projeto de Estruturas Marítimas PLATAFORMA FIXA TIPO JAQUETA

PEF 2506 - Projeto de Estruturas Marítimas PLATAFORMA FIXA TIPO JAQUETA PEF 2506 - Projeto de Estruturas Marítimas PLATAFORMA FIXA TIPO JAQUETA Como visto, existem os mais variados tipos de plataformas, cada uma com seus requisitos de projetos. Neste capítulo será abordada

Leia mais

Manual Técnico do Sistema MODULAR de Terças para Cobertura e Fechamento. Edição - Julho/2012. modular@modularsc.com.br www.modularsc.com.

Manual Técnico do Sistema MODULAR de Terças para Cobertura e Fechamento. Edição - Julho/2012. modular@modularsc.com.br www.modularsc.com. Manual Técnico do Sistema MODULAR de Terças para Cobertura e Fechamento Edição - Julho/2012 modular@modularsc.com.br CONTEÚDO A EMPRESA 3 SISTEMA DE TERÇAS PARA COBERTURA E FECHAMENTO 4 Apresentação 4

Leia mais

"SISTEMAS DE COTAGEM"

SISTEMAS DE COTAGEM AULA 6T "SISTEMAS DE COTAGEM" Embora não existam regras fixas de cotagem, a escolha da maneira de dispor as cotas no desenho técnico depende de alguns critérios. A cotagem do desenho técnico deve tornar

Leia mais

PROGRAMA VIV_STOCK - Versão 1.0 MANUAL DO USUÁRIO. Junho de 2011

PROGRAMA VIV_STOCK - Versão 1.0 MANUAL DO USUÁRIO. Junho de 2011 PROGRAMA VIV_STOCK - Versão 1.0 MANUAL DO USUÁRIO Junho de 2011 Página 1 de 19 ÍNDICE 1. VISÃO GERAL DO PROGRAMA VIV STOCK...3 2. ESTRUTURA DO PROGRAMA VIV STOCK...3 3. ENTRADA DE DADOS...4 3.1. DADOS

Leia mais

DESENHO TÉCNICO. Apresentar de forma sintética, as normas e convenções usuais referente às

DESENHO TÉCNICO. Apresentar de forma sintética, as normas e convenções usuais referente às CURSO: DESIGN DE INTERIORES DISCIPLINA: DESENHO TÉCNICO E ARQUITETÔNICO TURNO: Manhã / Noite PERÍODO: 1º PROFESSORAS: Dodora DESENHO TÉCNICO Dimensões de papéis para desenhos técnicos: Objetivo: pranchas

Leia mais

Conceitos Básicos de Desenho Técnico

Conceitos Básicos de Desenho Técnico Conceitos Básicos de Desenho Técnico 1. Utilização Das Ferramentas E Papel De Desenho 1.1. Ferramentas de Desenho 1.1.1. Apresentação O Desenho Arquitetônico uma especialização do Desenho Técnico, o qual

Leia mais

2 Revisão Bibliográfica

2 Revisão Bibliográfica 24 2 Revisão Bibliográfica 2.1.Introdução Neste capítulo são apresentados detalhes e alternativas para desenvolver este tipo de projeto e, ao mesmo tempo, a terminologia usada neles. De acordo com o Manual

Leia mais

Antonio Carlos Pulido (1) & Silvana De Nardin (2)

Antonio Carlos Pulido (1) & Silvana De Nardin (2) SISTEMATIZAÇÃO DO DIMENSIONAMENTO A FLEXO-COMPRESSÃO DE PILARES MISTOS PREENCHIDOS DE SEÇÃO RETANGULAR Antonio Carlos Pulido (1) & Silvana De Nardin (2) (1) Mestrando, PPGECiv Programa de Pós-graduação

Leia mais

Aula 9 ESCALA GRÁFICA. Antônio Carlos Campos

Aula 9 ESCALA GRÁFICA. Antônio Carlos Campos Aula 9 ESCALA GRÁFICA META Apresentar as formas de medição da proporcionalidade entre o mundo real e os mapas através das escalas gráficas. OBJETIVOS Ao final desta aula, o aluno deverá: estabelecer formas

Leia mais

A madeira, como material estrutural, tem sua aplicação mais comum nas estruturas de telhados, para coberturas dos mais variados tipos.

A madeira, como material estrutural, tem sua aplicação mais comum nas estruturas de telhados, para coberturas dos mais variados tipos. 1. INTRODUÇÃO A madeira, como material estrutural, tem sua aplicação mais comum nas estruturas de telhados, para coberturas dos mais variados tipos. O termo cobertura é utilizado para designar todo o conjunto

Leia mais

GALPÃO. Figura 87 instabilidade lateral

GALPÃO. Figura 87 instabilidade lateral 9 CONTRAVENTAMENTO DE ESTRUTURAS DE MADEIIRA 9..1 Generalliidades 11 As estruturas reticuladas são normalmente constituídas por elementos planos. Quando são estruturas espaciais (não planas), tendem a

Leia mais

Oficina Ensinando Geometria com Auxílio do Software GEOGEBRA. Professor Responsável: Ivan José Coser Tutora: Rafaela Seabra Cardoso Leal

Oficina Ensinando Geometria com Auxílio do Software GEOGEBRA. Professor Responsável: Ivan José Coser Tutora: Rafaela Seabra Cardoso Leal Universidade Tecnológica Federal do Paraná Câmpus Apucarana Projeto Novos Talentos Edital CAPES 55/12 Oficina Ensinando Geometria com Auxílio do Software GEOGEBRA Professor Responsável: Ivan José Coser

Leia mais

Configurando o estilo de Camada (Layer) no AutoCAD 2007

Configurando o estilo de Camada (Layer) no AutoCAD 2007 Configurando o estilo de Camada (Layer) no AutoCAD 2007 1 - Inicialmente, na Barra de Camadas clique no ícone (Gerenciador de Propriedades da Camada), para configurar o estilo de camada: 2 - Na caixa de

Leia mais

MÓDULO 1 Projeto e dimensionamento de estruturas metálicas em perfis soldados e laminados

MÓDULO 1 Projeto e dimensionamento de estruturas metálicas em perfis soldados e laminados Projeto e Dimensionamento de de Estruturas metálicas e mistas de de aço e concreto MÓDULO 1 Projeto e dimensionamento de estruturas metálicas em perfis soldados e laminados 1 Sistemas estruturais: coberturas

Leia mais

UNESP - Universidade Estadual Paulista SUPERLOGO Programação para o estudo de geometria

UNESP - Universidade Estadual Paulista SUPERLOGO Programação para o estudo de geometria UNESP - Universidade Estadual Paulista SUPERLOGO Programação para o estudo de geometria Orientanda: Viviane MarcelIa dos Santos Orientador: Prof. Dr. Mauri Cunha do Nascimento Bauru, Novembro de 2006 SUPERLOGO

Leia mais

Universidade Federal do Rio Grande do Sul Escola de Engenharia Departamento de Engenharia Civil. Mecânica Vetorial ENG01035

Universidade Federal do Rio Grande do Sul Escola de Engenharia Departamento de Engenharia Civil. Mecânica Vetorial ENG01035 Universidade Federal do Rio Grande do Sul Escola de Engenharia Departamento de Engenharia Civil EXERCÍCIOS D 2 a. ÁRE Mecânica Vetorial ENG035 LIST DE PROLEMS DE PROV CENTRO DE GRVIDDE 1) peça representada

Leia mais

ST_CadEM 4.0 Programa para Projeto e Detalhamento de Estruturas Metálicas

ST_CadEM 4.0 Programa para Projeto e Detalhamento de Estruturas Metálicas ST_CadEM 4.0 Programa para Projeto e Detalhamento de Estruturas Metálicas Apresentamos a nova versão do programa que revolucionou o projeto de estruturas metálicas no mercado nacional: o sistema ST_CadEM

Leia mais

ANEXO 2 MEMORIAL DE CÁLCULO DE ESTRUTURA ESPACIAL

ANEXO 2 MEMORIAL DE CÁLCULO DE ESTRUTURA ESPACIAL PROJETO ALPHA Engenharia de Estruturas S/C Ltda ANEXO 2 MEMORIAL DE CÁLCULO DE ESTRUTURA ESPACIAL 1) OBJETO DO TRABALHO Análise técnica da estrutura de alumínio que constitui a cobertura do Pavilhão de

Leia mais

APOSTILA TECNOLOGIA MECANICA

APOSTILA TECNOLOGIA MECANICA FACULDADE DE TECNOLOGIA DE POMPEIA CURSO TECNOLOGIA EM MECANIZAÇÃO EM AGRICULTURA DE PRECISÃO APOSTILA TECNOLOGIA MECANICA Autor: Carlos Safreire Daniel Ramos Leandro Ferneta Lorival Panuto Patrícia de

Leia mais

TESOURAS DE MADEIRA. GRADUAÇÃO 3º Florestal AULA 05. Disciplina: Prop. mecânicas e fundamentos das estrut. madeira. Prof. Adriano Wagner Ballarin

TESOURAS DE MADEIRA. GRADUAÇÃO 3º Florestal AULA 05. Disciplina: Prop. mecânicas e fundamentos das estrut. madeira. Prof. Adriano Wagner Ballarin Aula 5 Tesouras de madeira 1 Disciplina: Prop. mecânicas e fundamentos das estrut. madeira TESOURAS DE MADEIRA GRADUAÇÃO 3º Florestal AULA 05 Prof. Adriano Wagner Ballarin Aula 5 Tesouras de madeira 2

Leia mais

PROVAESCRITA CARGO: ENGENHARIA CIVIL I

PROVAESCRITA CARGO: ENGENHARIA CIVIL I MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO SECRETARIA DE EDUCAÇÃO PROFISSIONAL E TECNOLÓGICA INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA DO SUL DE MINAS GERAIS CONCURSO PÚBLICO DE DOCENTES DO QUADRO EFETIVO EDITAL

Leia mais

Prof. Sérgio Viana. Estas notas de aula são destinadas aos alunos que. Gráfica, para um posterior estudo mais profundo.

Prof. Sérgio Viana. Estas notas de aula são destinadas aos alunos que. Gráfica, para um posterior estudo mais profundo. EXPRESSÃO GRÁFICA Prof. Sérgio Viana Estas notas de aula são destinadas aos alunos que desejam ter um conhecimento básico de Expressão Gráfica, para um posterior estudo mais profundo. 1 Caligrafia Técnica

Leia mais

IMPLANTAÇÃO DE SINALIZAÇÃO HORIZONTAL E VERTICAL LINHA VERDE CIC

IMPLANTAÇÃO DE SINALIZAÇÃO HORIZONTAL E VERTICAL LINHA VERDE CIC MEMORIAL DESCRITIVO IMPLANTAÇÃO DE SINALIZAÇÃO HORIZONTAL E VERTICAL LINHA VERDE CIC Lote 01 MARÇO/2011 1. PROJETO DE SINALIZAÇÃO HORIZONTAL E VERTICAL LINHA VERDE CIC SUL INTRODUÇÃO O Projeto de Sinalização

Leia mais

Manual Técnico de Coberturas Metálicas

Manual Técnico de Coberturas Metálicas Manual Técnico de Coberturas Metálicas Coberturas Metálicas Nas últimas décadas, as telhas produzidas a partir de bobinas de aço zincado, revolucionaram de maneira fundamental, a construção civil no Brasil,

Leia mais

UNIVERSIDADE REGIONAL DO NOROESTE DO ESTADO DO RIO GRANDE DO SUL

UNIVERSIDADE REGIONAL DO NOROESTE DO ESTADO DO RIO GRANDE DO SUL 1 UNIVERSIDADE REGIONAL DO NOROESTE DO ESTADO DO RIO GRANDE DO SUL DEPARTAMENTO DE TECNOLOGIA Curso de Engenharia Civil Marcio Nelson Breunig ANÁLISE DO DESEMPENHO DAS DIFERENTES TOPOLOGIAS DE ESTRUTURAS

Leia mais

ANÁLISE DE PROGRAMAS DE CÁLCULO PARA ESTRUTURAS DE ALVENARIA RESISTENTE. Ivone Maciel 1 Paulo Lourenço 2 ivone@civil.uminho.pt pbl@civil.uminho.

ANÁLISE DE PROGRAMAS DE CÁLCULO PARA ESTRUTURAS DE ALVENARIA RESISTENTE. Ivone Maciel 1 Paulo Lourenço 2 ivone@civil.uminho.pt pbl@civil.uminho. ANÁLISE DE PROGRAMAS DE CÁLCULO PARA ESTRUTURAS DE ALVENARIA RESISTENTE Ivone Maciel 1 Paulo Lourenço 2 ivone@civil.uminho.pt pbl@civil.uminho.pt 1 Mestranda e Bolseira de investigação do Departamento

Leia mais

ÍNDICE Parte I Instalação do Software Tela Laje IBTS v. 5.0 Parte II Registro para Utilização do Software Tela Laje IBTS v 5.0

ÍNDICE Parte I Instalação do Software Tela Laje IBTS v. 5.0 Parte II Registro para Utilização do Software Tela Laje IBTS v 5.0 ÍNDICE Parte I Instalação do Software Tela Laje IBTS v. 5.0... 4 1 Configurações mínimas para o funcionamento do software... 4 2 Instalar o software... 5 3 Desinstalar o software... 5 Parte II Registro

Leia mais

Integração entre sistemas de cobertura metálica e estrutura de concreto em galpões. Aplicações em sistemas prémoldados

Integração entre sistemas de cobertura metálica e estrutura de concreto em galpões. Aplicações em sistemas prémoldados Integração entre sistemas de cobertura metálica e estrutura de concreto em galpões. Aplicações em sistemas prémoldados e tilt-up Vitor Faustino Pereira Engenheiro Civil Professor Adjunto UEL Sócio Diretor:

Leia mais

TABELA DE VÃOS E CARGAS

TABELA DE VÃOS E CARGAS TABELA DE VÃOS E CARGAS Revisado de acordo com a norma brasileira ABNT NBR 88:28 COLETÂNEA DO USO DO AÇO TABELA DE VÃOS E CARGAS 3ª Edição 212 Flávio D Alambert Ivan Lippi Coordenação Técnica: Celio de

Leia mais

NBR 8196 (Ago 1992) 2.7.2. Conceito Escala é a relação entre as medidas do desenho de um objeto e seu tamanho real:

NBR 8196 (Ago 1992) 2.7.2. Conceito Escala é a relação entre as medidas do desenho de um objeto e seu tamanho real: 2.7. ESCALAS NBR 8196 (Ago 1992) 2.7.1. OBJETIVO Fixa as condições exigíveis para o emprego de escalas e suas designações em desenho técnico e documentos semelhantes. 2.7.2. Conceito Escala é a relação

Leia mais

Figura 1.1 Utilização de colunas de aço estaiada e protendida durante a montagem do Palco Mundo do Rock in Rio III.

Figura 1.1 Utilização de colunas de aço estaiada e protendida durante a montagem do Palco Mundo do Rock in Rio III. 1 Introdução A busca contínua de sistemas estruturais eficientes como solução para grandes vãos tem sido um dos maiores desafios enfrentados por engenheiros estruturais. Por outro lado, sistemas estruturais

Leia mais

URI- Universidade Regional Integrada do Alto Uruguai e das Missões Campus de Frederico Westphalen Curso: Química Industrial.

URI- Universidade Regional Integrada do Alto Uruguai e das Missões Campus de Frederico Westphalen Curso: Química Industrial. URI- Universidade Regional Integrada do Alto Uruguai e das Missões Campus de Frederico Westphalen Curso: Química Industrial Desenho Técnico Prof.ªElisa Maria Pivetta Cantarelli elisa@fw.uri.br Origem do

Leia mais

PONTIFÍCIA UNIVERSIDADE CATÓLICA DE GOIÁS

PONTIFÍCIA UNIVERSIDADE CATÓLICA DE GOIÁS PONTIFÍCIA UNIVERSIDADE CATÓLICA DE GOIÁS DEPARTAMENTO DE MATEMÁTICA E FÍSICA Professor: Renato Medeiros EXERCÍCIOS NOTA DE AULA IV Goiânia - 2014 EXERCÍCIOS 1. Uma partícula eletrizada positivamente é

Leia mais

ANÁLISE COMPARATIVA ENTRE DOIS SOFTWARES COMERCIAIS PARA DIMENSIONAMENTO DE ESTRUTURAS EM CONCRETO ARMADO.

ANÁLISE COMPARATIVA ENTRE DOIS SOFTWARES COMERCIAIS PARA DIMENSIONAMENTO DE ESTRUTURAS EM CONCRETO ARMADO. Artigo submetido ao Curso de Engenharia Civil da UNESC ANÁLISE COMPARATIVA ENTRE DOIS SOFTWARES COMERCIAIS PARA DIMENSIONAMENTO DE ESTRUTURAS EM CONCRETO ARMADO. Marcos Roberto de Souza (1), Alexandre

Leia mais

ELEMENTOS DE MÁQUINAS I

ELEMENTOS DE MÁQUINAS I UNIVERSIDADE ESTADUAL DE CAMPINAS FACULDADE DE ENGENHARIA MECÂNICA ELEMENTOS DE MÁQUINAS I APOSTILA PARA O CURSO 2 o Semestre de 2001 Molas Helicoidais e Planas AUTOR: P ROF. DR. AUTELIANO A NTUNES DOS

Leia mais

RELATÓRIO DE ESTÁGIO Mikhail Said de Castro

RELATÓRIO DE ESTÁGIO Mikhail Said de Castro INSTITUTO TECNOLÓGICO DE AERONÁUTICA CURSO DE ENGENHARIA CIVIL-AERONÁUTICA RELATÓRIO DE ESTÁGIO Mikhail Said de Castro São José dos Campos, 09 de abril de 2012 FOLHA DE APROVAÇÃO Relatório Final de Estágio

Leia mais

Teoria das dobras. 1. Não há estabilidade de pé, portanto resistência nula. Sem dobra.

Teoria das dobras. 1. Não há estabilidade de pé, portanto resistência nula. Sem dobra. Teoria das dobras Eng Josemairon Prado Pereira I. INTRODUÇÃO A teoria das dobras é baseada no princípio de enrijecimento das chapas lisas através de dobras. No caso do aço é a proteção da chapa lisa através

Leia mais

Apostila Complementar

Apostila Complementar Desenho Técnico Apostila Complementar O curso de Desenho técnico mecânico é baseado nas apostilas de Leitura e Interpretação do Desenho Técnico Mecânico do Telecurso 2000 Profissionalizante de Mecânica.

Leia mais

Nome do(a) aluno(a): Matrícula: ENGENHARIA CIVIL

Nome do(a) aluno(a): Matrícula: ENGENHARIA CIVIL Nome do(a) aluno(a): Matrícula: NGNHRI IVIL onhecimentos specíficos Questões de múltipla escolha: 1 a 27. Questões discursivas: 28 a 30. 1. Questão Os critérios para localização de um aterro de resíduos

Leia mais

[3] VSL, Sistema VSL de Proteção de LAJES, Sistemas VSL de Engenharia S.A., Rio de Janeiro, Brasil.

[3] VSL, Sistema VSL de Proteção de LAJES, Sistemas VSL de Engenharia S.A., Rio de Janeiro, Brasil. A análise aqui executada permite, com base nos exemplos aqui apresentados, recomendar que o dimensionamento das lajes lisas de concreto, com índice de esbeltez usuais, obedeça aos seguintes critérios:

Leia mais

MEMÓRIA DESCRITIVA PÓRTICO METÁLICO COM PONTE GRUA

MEMÓRIA DESCRITIVA PÓRTICO METÁLICO COM PONTE GRUA MEMÓRIA DESCRITIVA PÓRTICO METÁLICO COM PONTE GRUA INSTITUTO POLITÉCNICO DE BRAGANÇA! "# $&%(')*&,+ -.,/!0 1 2 23 Índice: 1- Informações gerais sobre o projecto e cálculo...1 2- Tipologia estrutural...2

Leia mais

GALPÕES PARA USOS GERAIS

GALPÕES PARA USOS GERAIS GALPÕES PARA USOS GERAIS Série Manual de Construção em Aço Galpões para Usos Gerais Ligações em Estruturas Metálicas Edifícios de Pequeno Porte Estruturados em Aço Alvenarias Painéis de Vedação Resistência

Leia mais

Corte total. Qualquer pessoa que já tenha visto um regis- A U L A

Corte total. Qualquer pessoa que já tenha visto um regis- A U L A A U L A 11 11 Corte total Introdução Qualquer pessoa que já tenha visto um regis- tro de gaveta, como o que é mostrado a seguir, sabe que se trata de uma peça complexa, com muitos elementos internos. Se

Leia mais

Tabelas de Cálculo para Utilização em Estruturas de AMARU PERFILADO

Tabelas de Cálculo para Utilização em Estruturas de AMARU PERFILADO Tabelas Utilização de e em Cálculo Estrutu turas AMARU PERFILADO para de Projeto de capacitação profissional: Plantar Empreendimentos e Produtos Florestais Ltda e Montana Química S.A Tabelas de Cálculo

Leia mais

ANÁLISE ESTRUTURAL DE RIPAS PARA ENGRADAMENTO METÁLICO DE COBERTURAS

ANÁLISE ESTRUTURAL DE RIPAS PARA ENGRADAMENTO METÁLICO DE COBERTURAS ANÁLISE ESTRUTURAL DE RIPAS PARA ENGRADAMENTO METÁLICO DE COBERTURAS Leandro de Faria Contadini 1, Renato Bertolino Junior 2 1 Eng. Civil, UNESP-Campus de Ilha Solteira 2 Prof. Titular, Depto de Engenharia

Leia mais

Teoria das Estruturas

Teoria das Estruturas Teoria das Estruturas Aula 02 Morfologia das Estruturas Professor Eng. Felix Silva Barreto ago-15 Q que vamos discutir hoje: Morfologia das estruturas Fatores Morfogênicos Funcionais Fatores Morfogênicos

Leia mais

Notas de Aula AutoCad Prof. Sérgio Viana

Notas de Aula AutoCad Prof. Sérgio Viana Área de Trabalho Juntamente com a área de trabalho, poderão estar abertas algumas barras de ferramentas nas laterais da tela, que servem de suporte ai desenho. Janelas de Comandos Figura 1 Área de trabalho

Leia mais

UFPR TOLERÂNCIAS GEOMÉTRICAS PROF. ALESSANDRO MARQUES. Especificações Geométricas de Produto. Geometrical Product Specifications (GPS)

UFPR TOLERÂNCIAS GEOMÉTRICAS PROF. ALESSANDRO MARQUES. Especificações Geométricas de Produto. Geometrical Product Specifications (GPS) UFPR METROLOGIA MECÂNICA DIMENSIONAL Especificações Geométricas de Produto Geometrical Product Specifications (GPS) TOLERÂNCIAS GEOMÉTRICAS PROF. ALESSANDRO MARQUES Tolerâncias geométricas As peças ao

Leia mais

UNIVERSIDADE PRESBITERIANA MACKENZIE Decanato Acadêmico

UNIVERSIDADE PRESBITERIANA MACKENZIE Decanato Acadêmico Unidade Universitária: Escola de Engenharia Curso: Engenharia Civil Núcleo Temático: Estruturas Disciplina: Estruturas de Madeira Professor(es): DRT: Código da Disciplina: 15016765 Etapa: 6 a etapa Celso

Leia mais

ESPECIFICAÇÃO TÉCNICA abr/2006 1 de 6 COBERTURAS DIRETORIA DE ENGENHARIA. Edificações. Coberturas. PR 010979/18/DE/2006 ET-DE-K00/005

ESPECIFICAÇÃO TÉCNICA abr/2006 1 de 6 COBERTURAS DIRETORIA DE ENGENHARIA. Edificações. Coberturas. PR 010979/18/DE/2006 ET-DE-K00/005 ESPECIFICÇÃO TÉCNIC abr/2006 1 de 6 TÍTULO COBERTURS ÓRGÃO DIRETORI DE ENGENHRI PLVRS-CHVE Edificações. Coberturas. PROVÇÃO PROCESSO PR 010979/18/DE/2006 DOCUMENTOS DE REFERÊNCI SEP Secretaria de Estado

Leia mais

Concepções estruturais 1 ª aula. Professores: Nádia Forti João Carlos Rocha Braz

Concepções estruturais 1 ª aula. Professores: Nádia Forti João Carlos Rocha Braz Concepções estruturais 1 ª aula Professores: Nádia Forti João Carlos Rocha Braz Ante - Projeto O que você quer? Satisfazer as necessidades e possibilidades do cliente; Espaços; Volume; Estética. Ante -

Leia mais

8º CONGRESSO IBEROAMERICANO DE ENGENHARIA MECANICA Cusco, 23 a 25 de Outubro de 2007

8º CONGRESSO IBEROAMERICANO DE ENGENHARIA MECANICA Cusco, 23 a 25 de Outubro de 2007 8º CONGRESSO IBEROAMERICANO DE ENGENHARIA MECANICA Cusco, 23 a 25 de Outubro de 27 DETERMINAÇÃO DAS CAUSAS DE FISSURAÇÃO EM VIGA DE CONCRETO PROTENDIDO USANDO SIMULAÇÃO NUMÉRICA Savaris, G.*, Garcia, S.

Leia mais

FÍSICA. Professor Felippe Maciel Grupo ALUB

FÍSICA. Professor Felippe Maciel Grupo ALUB Revisão para o PSC (UFAM) 2ª Etapa Nas questões em que for necessário, adote a conversão: 1 cal = 4,2 J Questão 1 Noções de Ondulatória. (PSC 2011) Ondas ultra-sônicas são usadas para vários propósitos

Leia mais

Influência dos carregamentos dos estágios na forma do canal axial de um compressor axial de vários estágios

Influência dos carregamentos dos estágios na forma do canal axial de um compressor axial de vários estágios Anais do 12 O Encontro de Iniciação Científica e Pós-Graduação do ITA XII ENCITA / 2006 Instituto Tecnológico de Aeronáutica São José dos Campos SP Brasil Outubro 16 a 19 2006 Influência dos carregamentos

Leia mais

7. DIAGRAMAÇÃO DAS PLACAS

7. DIAGRAMAÇÃO DAS PLACAS 7. DIAGRAMAÇÃO DAS PLACAS A diagramação das placas de Sinalização Vertical de Indicação compreende os seguintes passos: Definição da altura das letras, a partir da velocidade regulamentada na via; Dimensionamento

Leia mais

TÍTULO: ANÁLISE E COMPARAÇÃO TEÓRICA E PRÁTICA DAS TENSÕES EXERCIDAS EM CURVAS DE EXPANSÃO DE LINHAS DE VAPOR

TÍTULO: ANÁLISE E COMPARAÇÃO TEÓRICA E PRÁTICA DAS TENSÕES EXERCIDAS EM CURVAS DE EXPANSÃO DE LINHAS DE VAPOR TÍTULO: ANÁLISE E COMPARAÇÃO TEÓRICA E PRÁTICA DAS TENSÕES EXERCIDAS EM CURVAS DE EXPANSÃO DE LINHAS DE VAPOR CATEGORIA: EM ANDAMENTO ÁREA: ENGENHARIAS E ARQUITETURA SUBÁREA: ENGENHARIAS INSTITUIÇÃO: UNIVERSIDADE

Leia mais

Desenho e Projeto de tubulação Industrial

Desenho e Projeto de tubulação Industrial Desenho e Projeto de tubulação Industrial Módulo I Aula 08 1. PROJEÇÃO ORTOGONAL Projeção ortogonal é a maneira que o profissional recebe o desenho em industrias, 1 onde irá reproduzi-lo em sua totalidade,

Leia mais

ESCOLA DE ENSINO PROFISSIONAL

ESCOLA DE ENSINO PROFISSIONAL Ministério da Educação Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação Coordenação Geral de Infra-Estrutura - CGEST ESCOLA DE ENSINO PROFISSIONAL MEMORIAL DESCRITIVO PROJETO DE ESTRUTURAS METÁLICAS DATA:

Leia mais

Exercícios de Física Eletromagnetismo

Exercícios de Física Eletromagnetismo Exercícios de Física Eletromagnetismo 1-Considerando as propriedades dos ímãs, assinale a alternativa correta. a) Quando temos dois ímãs, podemos afirmar que seus pólos magnéticos de mesmo nome (norte

Leia mais

Exercícios de Física Eletromagnetismo

Exercícios de Física Eletromagnetismo Exercícios de Física Eletromagnetismo 1-Considerando as propriedades dos ímãs, assinale a alternativa correta. a) Quando temos dois ímãs, podemos afirmar que seus pólos magnéticos de mesmo nome (norte

Leia mais

Exercícios Eletromagnetismo

Exercícios Eletromagnetismo Exercícios Eletromagnetismo 1-Considerando as propriedades dos ímãs, assinale a alternativa correta. a) Quando temos dois ímãs, podemos afirmar que seus pólos magnéticos de mesmo nome (norte e norte, ou

Leia mais

Toleranciamento Geométrico João Manuel R. S. Tavares

Toleranciamento Geométrico João Manuel R. S. Tavares CFAC Concepção e Fabrico Assistidos por Computador Toleranciamento Geométrico João Manuel R. S. Tavares Bibliografia Simões Morais, José Almacinha, Texto de Apoio à Disciplina de Desenho de Construção

Leia mais

MEMORIAL DESCRITIVO E DE CÁLCULO PROJETO BÁSICO DE ESTRUTURA METÁLICA DA COBERTURA DA PREFEITURA MUNICIPAL DE POCONÉ

MEMORIAL DESCRITIVO E DE CÁLCULO PROJETO BÁSICO DE ESTRUTURA METÁLICA DA COBERTURA DA PREFEITURA MUNICIPAL DE POCONÉ MEMORIAL DESCRITIVO E DE CÁLCULO PROJETO BÁSICO DE ESTRUTURA METÁLICA DA COBERTURA DA PREFEITURA MUNICIPAL DE POCONÉ Autor: Eng. Civil Alan Toshiaki Sato (Crea-MT MT028846) CUIABÁ MATO GROSSO JULHO - 2015

Leia mais

6 Estudo da torre de TV de Brasília

6 Estudo da torre de TV de Brasília 6 Estudo da torre de TV de Brasília O conhecimento do comportamento estrutural de torres metálicas esbeltas é de fundamental importância para que se possa desenvolver uma análise capaz de prever possíveis

Leia mais

Agrupamento de Escolas General Humberto Delgado Sede na Escola Secundária/3 José Cardoso Pires Santo António dos Cavaleiros

Agrupamento de Escolas General Humberto Delgado Sede na Escola Secundária/3 José Cardoso Pires Santo António dos Cavaleiros Agrupamento de Escolas General Humberto Delgado Sede na Escola Secundária/3 José Cardoso Pires Santo António dos Cavaleiros 2º ciclo PCA - 6º ano Planificação Anual 2013-2014 MATEMÁTICA METAS CURRICULARES

Leia mais

Medição tridimensional

Medição tridimensional A U A UL LA Medição tridimensional Um problema O controle de qualidade dimensional é tão antigo quanto a própria indústria, mas somente nas últimas décadas vem ocupando a importante posição que lhe cabe.

Leia mais

CADERNOS TÉCNICOS DAS COMPOSIÇÕES DE ESTRUTURAS METÁLICAS PARTE 1 LOTE 1

CADERNOS TÉCNICOS DAS COMPOSIÇÕES DE ESTRUTURAS METÁLICAS PARTE 1 LOTE 1 CADERNOS TÉCNICOS DAS COMPOSIÇÕES DE ESTRUTURAS METÁLICAS PARTE 1 LOTE 1 GRUPO ESTRUTURAS METÁLICAS, PARTE 1 LOTE 01 A CAIXA apresenta o grupo de composições de serviços que representam o transporte e

Leia mais

AUTOMAÇÃO DO PROCESSO DE MEDIÇÃO DE JUNTAS DE CABEÇOTE

AUTOMAÇÃO DO PROCESSO DE MEDIÇÃO DE JUNTAS DE CABEÇOTE ILHA SOLTEIRA XII Congresso Nacional de Estudantes de Engenharia Mecânica - 22 a 26 de agosto de 2005 - Ilha Solteira - SP Paper CRE05-OA04 AUTOMAÇÃO DO PROCESSO DE MEDIÇÃO DE JUNTAS DE CABEÇOTE Granuzzio

Leia mais

Terceira Lista de Exercícios

Terceira Lista de Exercícios Universidade Católica de Petrópolis Disciplina: Resitência dos Materiais I Prof.: Paulo César Ferreira Terceira Lista de Exercícios 1. Calcular o diâmetro de uma barra de aço sujeita a ação de uma carga

Leia mais

Computação Gráfica II Prof. Miguel Pelizan

Computação Gráfica II Prof. Miguel Pelizan Computação Gráfica II Prof. Miguel Pelizan Tutorial 6 Solid Works No SolidWorks peça para abrir uma nova montagem. Peça para cancelar o início da montagem. Clique na seta abaixo do ícone Inserir componentes

Leia mais

2015 GVDASA Sistemas Patrimônio 1

2015 GVDASA Sistemas Patrimônio 1 2015 GVDASA Sistemas Patrimônio 1 2015 GVDASA Sistemas Patrimônio 2 AVISO O conteúdo deste documento é de propriedade intelectual exclusiva da GVDASA Sistemas e está sujeito a alterações sem aviso prévio.

Leia mais

O COMPORTAMENTO SÍSMICO DOS EDIFÍCIOS POMBALINOS. PROPOSTAS DE REFORÇO

O COMPORTAMENTO SÍSMICO DOS EDIFÍCIOS POMBALINOS. PROPOSTAS DE REFORÇO O COMPORTAMENTO SÍSMICO DOS EDIFÍCIOS POMBALINOS. PROPOSTAS DE REFORÇO Reforço Estrutural de Edifícios Antigos Rita BENTO e Mário LOPES IST, Lisboa, Março 2007 1. DESCRIÇÃO 2. MODELAÇÃO DE UM EDIFÍCIO

Leia mais

Matemática em Toda Parte II

Matemática em Toda Parte II Matemática em Toda Parte II Episódio: Matemática no Transporte Resumo O episódio Matemática no Transporte, da série Matemática em Toda Parte II, vai mostrar como alguns conceitos matemáticos estão presentes

Leia mais

2015 GVDASA Sistemas Suprimentos 1

2015 GVDASA Sistemas Suprimentos 1 2015 GVDASA Sistemas Suprimentos 1 2015 GVDASA Sistemas Suprimentos 2 AVISO O conteúdo deste documento é de propriedade intelectual exclusiva da GVDASA Sistemas e está sujeito a alterações sem aviso prévio.

Leia mais

JUNTAS EM PISOS INDUSTRIAIS DE CONCRETO

JUNTAS EM PISOS INDUSTRIAIS DE CONCRETO Introdução JUNTAS EM PISOS INDUSTRIAIS DE CONCRETO Há, na literatura técnica, uma grande lacuna no que se refere ao projeto de juntas. Com o objetivo de reduzir esta deficiência, este trabalho apresenta

Leia mais

Experimento. O experimento. Curvas de nível. Secretaria de Educação a Distância. Ministério da Ciência e Tecnologia. Ministério da Educação

Experimento. O experimento. Curvas de nível. Secretaria de Educação a Distância. Ministério da Ciência e Tecnologia. Ministério da Educação Geometria e medidas O experimento Experimento Curvas de nível 1. 2. 3. Objetivos da unidade Desenvolver experimentalmente a ideia de projeção ortogonal; Aprimorar a capacidade de visualização e associação

Leia mais

APOSTILA V DAC. Ferramentas Importantes

APOSTILA V DAC. Ferramentas Importantes APOSTILA V DAC Ferramentas Importantes FERRAMENTAS IMPORTANTES PARA A EXECUÇÃO DE UM DESENHO A importância do ZOOM A sintaxe do comando ZOOM permite selecionar um dos diferentes tipos de zoom, conforme

Leia mais

ESTUDO COMPARATIVO ENTRE TERÇAS DE AÇO CONVENCIONAIS EM VIGAS, EM TRELIÇAS PLANAS E EM TRELIÇAS MULTIPLANARES

ESTUDO COMPARATIVO ENTRE TERÇAS DE AÇO CONVENCIONAIS EM VIGAS, EM TRELIÇAS PLANAS E EM TRELIÇAS MULTIPLANARES ESTUDO COMPARATIVO ENTRE TERÇAS DE AÇO CONVENCIONAIS EM VIGAS, EM TRELIÇAS PLANAS E EM TRELIÇAS MULTIPLANARES Rodrigo Cuberos Vieira Prof. Dr. João Alberto Venegas Requena rocv@hotmail.com requena@fec.unicamp.br

Leia mais