Unidade: Cie-Curitiba Curso: Técnico em Radiologia Temas: Esofagografia EED Uretrocistografia Miccinonal

Save this PDF as:
 WORD  PNG  TXT  JPG

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "Unidade: Cie-Curitiba Curso: Técnico em Radiologia Temas: Esofagografia EED Uretrocistografia Miccinonal"

Transcrição

1 Unidade: Cie-Curitiba Curso: Técnico em Radiologia Temas: Esofagografia EED Uretrocistografia Miccinonal Nomes: Marcia R. Gzeckailo, Denise Bonatti, Katy Carolina R. Rossetto, Claudineia Mancias Turma: 92 Módulo: III Turno: Noite

2 Esofagografia

3 O que é o exame? Esofagografia é o exame contrastado da faringe e dos três segmentos que compõem o tubo esofágico. São eles: Esôfago cervical, Torácico e Abdominal. O que estuda? O objetivo é estudar radiologicamente a forma e a função dos mecanismos de deglutição da faringe e do esôfago.

4 Indicações Disfagia- Dificuldade de engolir. Anomalias anatômicas- Podem ser congênitas ou devido a doenças, como o câncer no esôfago. Refluxo esofágico- É a entrada do conteúdo gástrico no esôfago, irritando a mucosa esofagiana. Varizes do esôfago- Dilatação nas veias do esôfago. Corpo estranho- Que o paciente venha a engolir, pedaços de alimentos, objetos metálicos e etc. Contra Indicações Perfuração esofágica Pós cirúrgico

5 Preparo do paciente Para a realização do exame é aconselhável que o paciente esteja em jejum por aproximadamente 8 a 10 horas. Não fumar e não mascar chicletes durante o jejum. Tipo de contraste usado Sulfato de bário contraste iodado hidrossolúvel (este em caso de perfuração).

6 Preparo da sala de exame A sala de exame deve ser limpa, arrumada e apropriadamente preparada para receber o paciente. O tipo e a quantidade do contraste devem estar ajustados na hora do exame. Chassis usados: 24x30.

7 Procedimento Executar a ficha de anamnese Verificar se foi realizado adequadamente a DIETA recomendada e encontra-se em jejum. Observar na requisição as indicações para o exame e se há alguma contra indicação. Remover elementos que possam gerar artefatos na imagem Fornecer ao paciente um avental hospitalar. O paciente devera ingerir cerca de 150 ml de contraste de sulfato de bário em 3 etapas:

8 1ºEtapa- Frente AP:

9 2º Etapa- Obliqua anterior direita (OAD):

10 3º Etapa- Perfil (lateral)

11 E.E.D (Esôfago Estomago Duodeno)

12 O que é o exame? O E.E.D ou estudo contrastado de esôfago-estômago duodeno. O que estuda? Avalia o tamanho, a forma e a funcionalidade do esôfago distal, estômago e duodeno, bem como detectar condições anatômicas e funcionais anormais.

13 Indicações É indicado principalmente em casos de distúrbios digestivos (como refluxo gastroesofágico ou vômitos). Patologias obstrutivas Gastrite aguda ou crônica Neoplasias Diverticulites Má formação congênita Hérnia de Hiato Úlcera gástrica Úlcera duodenal Neoplasias gástricas Megaesôfago Obstruções por corpo estranhos Refluxo esofágicos Varizes esofágicos Bezoares.

14 Contra Indicações Paralisia de deglutição Obstrução total Hipersensibilidade ao contraste Pós-operatório recente Hemorragia severa Incolaboratividade do paciente.

15 Preparo do paciente Jejum absoluto de 8 a 10 horas antes do exame. O paciente não deve fumar cigarros ou mascar chicletes durante o período do jejum. Esses hábitos contribuem para aumentar a secreção gástrica e a deglutição de ar.

16 Tipo de contraste usado Sulfato de Bário Como meio de contraste não iodado e a deglutição é acompanhada por fluoroscopia. Preparo da sala de exame A sala de exame deve ser limpa, arrumada e apropriadamente preparada para receber o paciente. Chassis usados: 24x30 longitudinal dividido em tres partes, 24x30 tranversal dividido em quatro partes.

17 Procedimento Executar a ficha de anamnese Verificar se foi realizado adequadamente a DIETA recomendada e encontra-se em jejum. Observar na requisição as indicações para o exame e se há alguma contra indicação. Remover elementos que possam gerar artefatos na imagem Fornecer ao paciente um avental hospitalar. O paciente devera ingerir cerca de 150ml de contraste de sulfato de bário para radiografia do esôfago distal, e 200ml para estudo do estomago e duodeno, total de 350ml.

18 A imagem mostra na região distal do esôfago uma patologia conhecida como Hérnia de Hiato. Este paciente foi submetido a círurgia.

19 Imagem demonstra a região do estômago com contraste baritado, visualizando bem o corpo e curvaturas.

20 Imagem demonstrando as três porções do esôfago, com patologia no terço distal uma Hérnia de Hiato.

21 Uretrocistografia Miccional

22 O que é o exame? É o exame contrastado da uretra e da bexiga através de injeção de contraste iodado através da uretra. O que estuda? Estudar a forma e a função da uretra e da bexiga.

23 Indicações Trauma pélvica perda involuntária de urina estenose de uretra refluxo ureteral Contra indicações Pessoa alérgica ao iodo

24 Preparo do paciente Pedir para o paciente urinar antes do exame Tipo de contraste usado Iodado + soro fisiológico

25 Materiais usados Luvas estéreis Pinça ou Clamp de Brodney Seringas de 20 ml ou de 60 ml Gases estéreis Xilocaína gel Polvidine

26 Procedimento Realizar uma radiografia simples Assepsia região genital com Polvidine Colocar o paciente na posição OPD Abrir 2 gazes e envolver o pênis para acoplagem do Clamp de Brodney Acoplar a seringa cheia de contraste puro ao Clamp e retirar todo o ar Acoplar o Clamp de Brodney ao pênis

27 Encher a bexiga com o resto de contraste e mais 150ml de Soro Fisiológico 50 ml contraste para 150 ml de Soro Fisiológico Após a repleção da bexiga realizar radiografias em AP Após a repleção da bexiga realizar radiografias em OPD Após a repleção da bexiga realizar radiografias em OPE Realizar radiografia durante a micção com o paciente em ortostase ou decúbito dorsal em posição OPD

28 Pinça ou Clamp de Brondey Masculino

29 Feminino

30 Anamnese Uma anamnese cuidadosa pode servir para alertar a equipe médica para uma possível reação. Além do questionário respondido previamente pelo paciente, o técnico em radiologia deve fazer algumas perguntas antes de iniciar o exame. Como por exemplo: Você é alérgico a algo? É alérgico a iodo? Já apresentou febre do feno, asma ou urticária? É alérgico á medicamentos? É alérgico a frutos do mar? É alérgico a outros alimentos? Já foi submetido a exame radiológico que necessitasse meios de contraste? Em caso de positiva a qualquer uma dessas perguntas nos previne para uma maior possibilidade de reação. Como uma reação é possível e imprevisível, na sala de exames deve sempre haver um carrinho de emergência totalmente abastecido.

31 AP simples da bexiga

32 RETROGRADA EM OPD

33 AP DA BEXIGA

34 OBLÍQUA DA BEXIGA

35 OBLÍQUA DA BEXIGA

36 MECCIONAL EM OBLÍQUA

37 AP PÓS-MICCIONAL

38 Referencias Bibliográficas contrastado-eed.html

PROTOCOLOS RAIO-X CONTRASTADOS

PROTOCOLOS RAIO-X CONTRASTADOS Pg. Página 1 de 14 ÍNDICE PROTOCOLO DE ENEMA OPACO... 2 PROTOCOLO DE ESOFAGOGRAMA... 4 PROTOCOLO DE ESTUDO DE ESÔFAGO-ESTÔMAGO E DUODENO (EED)... 5 PROTOCOLO DE ESTUDO DE ESÔFAGO-ESTÔMAGO PÓS GASTROPLASTIA...

Leia mais

Doença do Refluxo Gastroesofágico o que significa?

Doença do Refluxo Gastroesofágico o que significa? Hérnia de Hiato e Refluxo Gastroesofágico. Atualmente cresce o número de pessoas que estão apresentando sintomas relativas ao aparelho digestivo, como má digestão ou sensação de queimação no estômago entre

Leia mais

CATETERISMO VESICAL INTERMITENTE

CATETERISMO VESICAL INTERMITENTE Revisão: PÁG: 1 CONCEITO É a introdução de um cateter estéril através da uretra até a bexiga, com o objetivo de drenar a urina. FINALIDADE Esvaziamento da bexiga em pacientes com comprometimento ou ausência

Leia mais

ROTINA DE PREVENÇÃO DE INFECÇÃO DO TRATO URINÁRIO ASSOCIADA A CATETERISMO VESICAL

ROTINA DE PREVENÇÃO DE INFECÇÃO DO TRATO URINÁRIO ASSOCIADA A CATETERISMO VESICAL ROTINA DE PREVENÇÃO DE INFECÇÃO DO TRATO URINÁRIO ASSOCIADA A CATETERISMO VESICAL Definição: Infecção urinária sintomática associada ao cateter: Febre > 38 o C ou sensibilidade suprapúbica e cultura positiva

Leia mais

GUIA DE APOIO CATETER TOTALMENTE IMPLANTADO IPO DE COIMBRA

GUIA DE APOIO CATETER TOTALMENTE IMPLANTADO IPO DE COIMBRA GUIA DE APOIO CATETER TOTALMENTE IMPLANTADO IPO DE COIMBRA Este guia contém informações para os doentes com um cateter totalmente implantado (CTI) e para os profissionais de saúde que prestam assistência

Leia mais

RADIOGRAFIA ABDOMINAL. Profª Drª Naida Cristina Borges

RADIOGRAFIA ABDOMINAL. Profª Drª Naida Cristina Borges RADIOGRAFIA ABDOMINAL Profª Drª Naida Cristina Borges Produção de Radiografias Diagnósticas Preparo adequado jejum/enema Pausa da inspiração evita o agrupamento das vísceras Indicações para a Radiologia

Leia mais

Em resposta a Portaria n. 228/2011, no qual sou nomeado para análise e emissão de parecer, passo abaixo meu relatório para apreciação na plenária.

Em resposta a Portaria n. 228/2011, no qual sou nomeado para análise e emissão de parecer, passo abaixo meu relatório para apreciação na plenária. PROCESSO CONSULTA 00009/2011 INTERESSADO: Dr. Marcelo Luiz Feitosa Ferrari CRM/RO 1.366 ASSUNTO: Solicitação de parecer sobre repassagem de Sonda de Gastrostomia. Relatora: Cons. Inês Motta de Morais Senhor

Leia mais

Cateterismo Vesical. APRIMORE- BH Professora: Enfª. Darlene Carvalho

Cateterismo Vesical. APRIMORE- BH Professora: Enfª. Darlene Carvalho Cateterismo Vesical APRIMORE- BH Professora: Enfª. Darlene Carvalho Cateterização intermitente Alivio do desconforto da distensão da bexiga, provisão da descompressão Obtenção de amostra de urina estéril

Leia mais

RADIOLOGIA DO SISTEMA URINÁRIO

RADIOLOGIA DO SISTEMA URINÁRIO RADIOLOGIA DO SISTEMA URINÁRIO Aspectos Radiográficos Normais de Rins e Ureteres Visualização variável da imagem renal quanto ao número, forma, contorno, tamanho, posição e densidade (intermediária entre

Leia mais

Nome: Data: 03/11/2015

Nome: Data: 03/11/2015 Nome: Data: 03/11/2015 1) Paciente masculino, 59 anos, diabético e portador de câncer de próstata, está no início do tratamento de radioterapia. Desde o início do tratamento, reparou algumas alterações

Leia mais

TÉCNICA EM RADIOLOGIA

TÉCNICA EM RADIOLOGIA UFF UNIVERSIDADE FEDERAL FLUMINENSE CCM CENTRO DE CIÊNCIAS MÉDICAS HUAP HOSPITAL UNIVERSITÁRIO ANTONIO PEDRO Hospital Universitário TÉCNICA EM RADIOLOGIA Parte I: Múltipla Escolha Hospital Universitário

Leia mais

PROCEDIMENTOS RADIOLÓGICOS EXAMES CONTRASTADOS

PROCEDIMENTOS RADIOLÓGICOS EXAMES CONTRASTADOS PROCEDIMENTOS RADIOLÓGICOS EXAMES CONTRASTADOS Michele Patrícia Müller Mansur Vieira 1 1. CONSIDERAÇÕES INICIAIS Exames contrastados são exames radiológicos que utilizam meios de contraste para realçar

Leia mais

Cirurgias do sistema urinário INDICAÇÕES. Traumatismos. Urolitíase. Neoplasias. Infecções do trato t urinário

Cirurgias do sistema urinário INDICAÇÕES. Traumatismos. Urolitíase. Neoplasias. Infecções do trato t urinário CIRURGIAS DO OSS SISTEMA URINÁRIO Prof. Dr. João Moreira da Costa Neto Departamento de Patologia e Clínicas Escola de Medicina Vetrinária -UFBA Cirurgias do sistema urinário INDICAÇÕES Traumatismos Urolitíase

Leia mais

SCIH PREVENÇÃO DE INFECÇÃO DO TRATO URINÁRIO - ITU

SCIH PREVENÇÃO DE INFECÇÃO DO TRATO URINÁRIO - ITU M Pr02 1 de 5 Histórico de Revisão / Versões Data Versão/Revisões Descrição Autor 1.00 Proposta inicial EB, MS RESUMO A infecção do trato urinário relacionada à assistência à saúde (ITU-RAS) no adulto

Leia mais

MODELOS DE LAUDOS NORMAIS ESÔFAGO, ESTÔMAGO E DUODENO NORMAIS

MODELOS DE LAUDOS NORMAIS ESÔFAGO, ESTÔMAGO E DUODENO NORMAIS MODELOS DE LAUDOS NORMAIS ABDOME - AP Estruturas ósseas visualizadas íntegras. Distribuição normal de gases e fezes pelas alças intestinais. Ausência de imagens radiológicas sugestivas de cálculos urinários

Leia mais

DATA hora SALA AULA PROGRAMADA Módulo PROFESSOR

DATA hora SALA AULA PROGRAMADA Módulo PROFESSOR DATA hora SALA AULA PROGRAMADA Módulo PROFESSOR 14:00-14:55 Abdome Agudo - inflamatório e obstrutivo Clínica Cirúrgica João Marcos 14:55-15:50 Abdome Agudo - perfurativo e vascular/hemorrágico Clínica

Leia mais

DOENÇAS RESPIRATÓRIAS. Professora: Sabrina Cunha da Fonseca

DOENÇAS RESPIRATÓRIAS. Professora: Sabrina Cunha da Fonseca DOENÇAS RESPIRATÓRIAS Professora: Sabrina Cunha da Fonseca Os locais de trabalho têm oferecido, cada vez mais, ambientes poluídos por diversos elementos, gasosos e sólidos, presentes no ar como gases e

Leia mais

ASPECTOS LABORATORIAIS

ASPECTOS LABORATORIAIS INFLUENZA A (H1N1) 1. INFORMAÇÕES GERAIS ASPECTOS LABORATORIAIS Os agentes infecciosos prioritários para investigação etiológica são os vírus influenza. As amostras de secreções respiratórias devem ser

Leia mais

fundação portuguesa de cardiologia Nº. 12 Dr. João Albuquerque e Castro REVISÃO CIENTÍFICA: [CIRURGIA VASCULAR DO CENTRO HOSPITALAR LISBOA CENTRAL]

fundação portuguesa de cardiologia Nº. 12 Dr. João Albuquerque e Castro REVISÃO CIENTÍFICA: [CIRURGIA VASCULAR DO CENTRO HOSPITALAR LISBOA CENTRAL] fundação portuguesa de cardiologia TUDO O QUE DEVE SABER SOBRE ANEURISMAS DA AORTA ABDOMINAL Nº. 12 REVISÃO CIENTÍFICA: Dr. João Albuquerque e Castro [CIRURGIA VASCULAR DO CENTRO HOSPITALAR LISBOA CENTRAL]

Leia mais

Exames Radiográficos de Coluna: Abordagem, Incidências e Posicionamentos do Usuário

Exames Radiográficos de Coluna: Abordagem, Incidências e Posicionamentos do Usuário Exames Radiográficos de Coluna: Abordagem, Incidências e Posicionamentos do Usuário Marinei do Rocio Pacheco dos Santos 1 1 Considerações Iniciais As radiografias da coluna são realizadas para diagnosticar

Leia mais

Lembrete: Antes de começar a copiar cada unidade, coloque o cabeçalho da escola e a data! CIÊNCIAS - UNIDADE 4 RESPIRAÇÃO E EXCREÇÃO

Lembrete: Antes de começar a copiar cada unidade, coloque o cabeçalho da escola e a data! CIÊNCIAS - UNIDADE 4 RESPIRAÇÃO E EXCREÇÃO Lembrete: Antes de começar a copiar cada unidade, coloque o cabeçalho da escola e a data! Use canetas coloridas ou escreva palavras destacadas, para facilitar na hora de estudar. E capriche! Não se esqueça

Leia mais

Disfagia: Diagnóstico Diferencial

Disfagia: Diagnóstico Diferencial Disfagia: Diagnóstico Diferencial M.Sc. Prof.ª Viviane Marques Fonoaudióloga, Neurofisiologista e Mestre em Fonoaudiologia Coordenadora da Pós-graduação em Fonoaudiologia Hospitalar Chefe da Equipe de

Leia mais

João Marcos + Raphael + Aisha + Clarissa + Tiago + Marcelo

João Marcos + Raphael + Aisha + Clarissa + Tiago + Marcelo DATA HORA AULA PROGRAMADA SALA MÓDULO PROFESSOR 05/02/2016 13:15 Abdome Agudo - inflamatório e obstrutivo Clínica Cirúrgica 14:10 Abdome Agudo - perfurativo e vascular/hemorrágico Clínica Cirúrgica 15:25

Leia mais

INSTITUIÇÃO: CENTRO UNIVERSITÁRIO DAS FACULDADES METROPOLITANAS UNIDAS

INSTITUIÇÃO: CENTRO UNIVERSITÁRIO DAS FACULDADES METROPOLITANAS UNIDAS Anais do Conic-Semesp. Volume 1, 2013 - Faculdade Anhanguera de Campinas - Unidade 3. ISSN 2357-8904 TÍTULO: REFLUXO GASTROESOFÁGICO EM ADULTO CATEGORIA: CONCLUÍDO ÁREA: CIÊNCIAS BIOLÓGICAS E SAÚDE SUBÁREA:

Leia mais

Objetivo. Exame contrastado Urografia Excretora. Indicações 15/04/2011. Anatomia. Contra-indicação. Preparo do paciente

Objetivo. Exame contrastado Urografia Excretora. Indicações 15/04/2011. Anatomia. Contra-indicação. Preparo do paciente Objetivo Exame contrastado Urografia Excretora É o estudo radiológico contrastado dos rins, ureteres e bexiga e necessita de um ótimopreparo intestinal, na véspera do exame. Indicações Anatomia Cálculo

Leia mais

Termo de conscientização

Termo de conscientização Termo de conscientização A cirurgia de obesidade é uma cirurgia de grande porte e é realizada apenas por razões estritas em pacientes obesos mórbidos, com pouquíssimas exceções. Seu cirurgião reserva-se

Leia mais

PROVA TEÓRICO-PRÁTICA

PROVA TEÓRICO-PRÁTICA PROVA TEÓRICO-PRÁTICA 1. Na atresia de esôfago pode ocorrer fistula traqueoesofágica. No esquema abaixo estão várias opções possíveis. A alternativa indica a forma mais freqüente é: Resposta B 2. Criança

Leia mais

GE Healthcare. Equipamento avançado de radiografia digital com o detector FlashPad

GE Healthcare. Equipamento avançado de radiografia digital com o detector FlashPad GE Healthcare Equipamento avançado de radiografia digital com o detector FlashPad O Discovery* XR656 oferece produtividade e fluxo de trabalho graças ao FlashPad*, um detector sem fio 1 totalmente digital

Leia mais

Dra. Paula Távora. Nada a declarar.

Dra. Paula Távora. Nada a declarar. Garantia da Qualidade em química clínica Dosagem de Alumínio Sérico Dra. Paula Távora Declaração de Conflitos de Interesse Nada a declarar. O Metal -Alumínio O alumínio é um metal leve, e macio porém resistente,

Leia mais

Exames Radiológicos Contrastados

Exames Radiológicos Contrastados Exames Radiológicos Contrastados Nos exames simples de RX, algumas estruturas anatômicas são facilmente visualizadas devido à opacidade dos tecidos. Exemplo: tecidos ósseos. Outros órgãos apresentam densidade

Leia mais

TERMO DE CONSENTIMENTO LIVRE E ESCLARECIDO

TERMO DE CONSENTIMENTO LIVRE E ESCLARECIDO TERMO DE CONSENTIMENTO LIVRE E ESCLARECIDO O (A) paciente, ou seu responsável, declara, para todos os fins legais, especialmente do disposto no artigo 39, VI, da Lei, 8.078/90 que dá plena autorização

Leia mais

HORÁRIOS DE AULA CURSO: SISTEMAS DE INFORMAÇÃO SEMESTRE: 2015.2 PERIODO: 1º TURMA: TURNO: NOITE BLOCO: A

HORÁRIOS DE AULA CURSO: SISTEMAS DE INFORMAÇÃO SEMESTRE: 2015.2 PERIODO: 1º TURMA: TURNO: NOITE BLOCO: A CURSO: DE INFORMAÇÃO SEMESTRE: 2015.2 PERIODO: 1º TURMA: TURNO: NOITE BLOCO: A CURSO: DE INFORMAÇÃO SEMESTRE: 2015.2 PERIODO: 2º TURMA: TURNO: NOITE BLOCO: A I I I I CURSO: DE INFORMAÇÃO SEMESTRE: 2015.2

Leia mais

ESTADO DE RORAIMA Amazônia: Patrimônio dos Brasileiros SECRETARIA DE ESTADO DA SAÚDE

ESTADO DE RORAIMA Amazônia: Patrimônio dos Brasileiros SECRETARIA DE ESTADO DA SAÚDE 1. OBJETO: 2.1. Eventual AQUISIÇÃO DE MATERIAL MÉDICO HOSPITALAR (sondas, cânulas, tubos e drenos), destinados a atender as Unidades de Saúde do Estado de Roraima, conforme descrição neste Termo de Referência.

Leia mais

Consiste na introdução de um cateter estéril via uretral até a bexiga para esvaziamento e controle da diurese.

Consiste na introdução de um cateter estéril via uretral até a bexiga para esvaziamento e controle da diurese. PÁG:1 CONCEITO Consiste na introdução de um cateter estéril via uretral até a bexiga para esvaziamento e controle da diurese. FINALIDADE - Promover a drenagem urinária. -Realizar o controle rigoroso do

Leia mais

TABELA DE EXAMES POSICIONAMENTOS RADIOGRÁFICOS PARA PEQUENOS ANIMAIS CÃES E GATOS

TABELA DE EXAMES POSICIONAMENTOS RADIOGRÁFICOS PARA PEQUENOS ANIMAIS CÃES E GATOS TABELA DE EXAMES E RADIOGRÁFICOS PARA PEQUENOS ANIMAIS CÃES E GATOS CA RL O L E ONAR D O GRI ECO F R A TOCC HI Fundação BIBLIOTECA NACIONAL MINISTÉRIO DA CULTURA Escritório de Direitos Autorais Certificado

Leia mais

MÁSCARA LARÍNGEA. Descrição:

MÁSCARA LARÍNGEA. Descrição: MÁSCARA LARÍNGEA ** Este dispositivo deve ser utilizado unicamente por pessoas devidamente treinadas e que estejam familiarizadas com suas restrições e cuidados ** A Sonda Laríngea, modelo: Máscara Laríngea

Leia mais

CURSO TÉCNICO DE ENFERMAGEM ENFERMAGEM CIRÚRGICA MÓDULO III Profª Mônica I. Wingert 301E COMPLICAÇÕES PÓS-OPERATÓRIAS

CURSO TÉCNICO DE ENFERMAGEM ENFERMAGEM CIRÚRGICA MÓDULO III Profª Mônica I. Wingert 301E COMPLICAÇÕES PÓS-OPERATÓRIAS Complicações Cirúrgicas CURSO TÉCNICO DE ENFERMAGEM ENFERMAGEM CIRÚRGICA MÓDULO III Profª Mônica I. Wingert 301E COMPLICAÇÕES PÓS-OPERATÓRIAS 1. Complicações Circulatórias Hemorragias: é a perda de sangue

Leia mais

Aplicações das Técnicas de Radiodiagnóstico em Patologias do Tórax Tr. André Luiz S. de Jesus

Aplicações das Técnicas de Radiodiagnóstico em Patologias do Tórax Tr. André Luiz S. de Jesus Radiologia Torácica Patológica Aplicações das Técnicas de Radiodiagnóstico em Patologias do Tórax Tr. André Luiz S. de Jesus Importância Diagnóstica É fundamental um exame satisfatório e de qualidade

Leia mais

Refluxo Vesicoureteral em Crianças

Refluxo Vesicoureteral em Crianças Refluxo Vesicoureteral em Crianças Refluxo Vesicoureteral em crianças O RVU (Refluxo vesicoureteral) é uma condição que se apresenta em crianças pequenas. Ao redor do 1% das crianças de todo o mundo tem

Leia mais

Sondas e Cateteres em 100% Silicone

Sondas e Cateteres em 100% Silicone B PF P Sondas e Cateteres em 100% Silicone CLASSE: I / II / III / IV Fabricado no Brasil 1113 BOTÃO PARA GASTROSTOMIA PERCUTÂNEA Cód. 3 TUBO DE EXTENSÃO PARA ALIMENTAÇÃO E DESCOMPRESSÃO DE BOTON Cód. TE3-03

Leia mais

Octoato de Cobalto 6% Página 1 de 5 Ultima Revisão: 26/08/2008

Octoato de Cobalto 6% Página 1 de 5 Ultima Revisão: 26/08/2008 Octoato de Cobalto 6% Página 1 de 5 1. Identificação do Produto e da Empresa Nome do produto : Octoato de Cobalto 6% Empresa : Metalloys & Chemicals Coml Ltda. Rua Santa Mônica, 600 Parque Industrial San

Leia mais

INFECÇÃO URINÁRIA NO ADULTO

INFECÇÃO URINÁRIA NO ADULTO INFECÇÃO URINÁRIA NO ADULTO INTRODUÇÃO ITU invasão por microorganismos que desencadeiam resposta inflamatória. Bactérias que atingem via ascendente, hematogência ou linfática Cistite : mucosa vesical -

Leia mais

FISPQ (FICHA DE INFORMAÇÕES DE SEGURANÇA DE PRODUTOS QUÍMICOS.) DETERGENTE EUCALIPTO GEL 1- IDENTIFICAÇÃO DO PRODUTO E DA EMPRESA:

FISPQ (FICHA DE INFORMAÇÕES DE SEGURANÇA DE PRODUTOS QUÍMICOS.) DETERGENTE EUCALIPTO GEL 1- IDENTIFICAÇÃO DO PRODUTO E DA EMPRESA: 1- IDENTIFICAÇÃO DO PRODUTO E DA EMPRESA: 1.1 Nome Comercial: Detergente Eucalipto Gel Maranso 1.2 Código de Venda:004 1.3 Nome do Fabricante: QOB MATERIAIS DOMISSANEANTES LTDA EPP Rua Ministro Joaquim

Leia mais

06/02/2012. Sinais e Sintomas SINAIS E SINTOMAS APARELHO REPRODUTOR FEMININO SEMIOLOGIA. Anamnese Sistema Genital Feminino

06/02/2012. Sinais e Sintomas SINAIS E SINTOMAS APARELHO REPRODUTOR FEMININO SEMIOLOGIA. Anamnese Sistema Genital Feminino CENTRO UNIVERSITÁRIO - UNA CURSO: ENFERMAGEM APARELHO REPRODUTOR FEMININO SEMIOLOGIA Anamnese Sistema Genital Feminino Idade da menarca Duração do fluxo Periodicidade ou intervalo entre as menstruações.

Leia mais

diclofenaco sódico Merck S/A Cápsulas 100 mg

diclofenaco sódico Merck S/A Cápsulas 100 mg diclofenaco sódico Merck S/A Cápsulas 100 mg diclofenaco sódico Medicamento genérico Lei nº 9.787, de 1999 APRESENTAÇÕES Embalagens contendo 10 cápsulas. USO ORAL - USO ADULTO COMPOSIÇÃO Cada cápsula contém:

Leia mais

Distúrbios Gastrointetinais

Distúrbios Gastrointetinais Distúrbios Gastrointetinais Anatomia Gastrointestinal Doenças do tubo digestivo Patologias do Esôfago Classificação segundo o mecanismo da doença Anomalias do desenvolvimento (exs: Atresias; hérnias;estenoses)

Leia mais

Qual o tamanho da próstata?

Qual o tamanho da próstata? É o aumento benigno do volume da próstata. A próstata é uma glândula situada na parte inferior da bexiga e anterior ao reto. No seu interior passa a uretra (o canal pelo qual a urina é eliminada do corpo).

Leia mais

rgica Cuidados de enfermagem à pessoa com problemas de saúde com relevância para a prática de enfermagem cirúrgica

rgica Cuidados de enfermagem à pessoa com problemas de saúde com relevância para a prática de enfermagem cirúrgica Cuidados de enfermagem à pessoa com problemas de saúde com relevância para a prática de enfermagem cirúrgica rgica 1.2 - INTERVENÇÕES DE ENFERMAGEM À PESSOA COM PROBLEMAS DE SAÚDE AO NÍVEL DO SISTEMA GASTROINTESTINAL

Leia mais

RADIOLOGIA DO ESÔFAGO

RADIOLOGIA DO ESÔFAGO RADIOLOGIA DO ESÔFAGO Esofagograma : administração de substância com densidade diferente do órgão. São elas sulfato de bário (rotina) e soluções iodadas (casos de suspeita de ruptura) na dose de 2 a 6

Leia mais

1) Escreva seu número de inscrição no espaço a seguir:

1) Escreva seu número de inscrição no espaço a seguir: 1) Escreva seu número de inscrição no espaço a seguir: 2) Este caderno contém 30 questões de múltipla escolha, assim distribuídas: Conhecimentos Específicos 01 a 20 e Conhecimento Geral de Língua Portuguesa

Leia mais

RETEMIC. cloridrato de oxibutinina

RETEMIC. cloridrato de oxibutinina 1 Modelo de Bula RETEMIC cloridrato de oxibutinina FORMAS FARMACÊUTICAS E APRESENTAÇÕES: Comprimidos de 5 mg - Caixas contendo 30 e 60 comprimidos. Xarope 1 mg/ml - Frascos contendo 120 ml. COMPOSIÇÃO:

Leia mais

203 A. 16:30-17:20 Trauma cervical Clinica Cirúrgica Raphael 17:20-18:10 Queimaduras Clínica Cirúrgica Raphael

203 A. 16:30-17:20 Trauma cervical Clinica Cirúrgica Raphael 17:20-18:10 Queimaduras Clínica Cirúrgica Raphael CRONOGRAMA INTERNATO DE CIRURGIA 1º 2013 9º PERÍODO DATA/LOCAL HORÁRIO AULA PROGRAMADA Módulo PROFESSOR 24/5/2013 11:00-11:50 Lesões corporais Medicina Legal Andressa 11:50-12:40 Lesões corporais Medicina

Leia mais

ORIENTAÇÕES PARA REALIZAÇÃO DE EXAMES LABORATORIAIS

ORIENTAÇÕES PARA REALIZAÇÃO DE EXAMES LABORATORIAIS ORIENTAÇÕES PARA REALIZAÇÃO DE EXAMES LABORATORIAIS Tempo de Jejum O jejum para alguns exames não é obrigatório, para outros, é necessário que ele seja de 4, 8 ou 12 horas. Verifique com antecedência no

Leia mais

DETERGENTE LIMPA PISOS LUMINAR

DETERGENTE LIMPA PISOS LUMINAR Página 1 de 8 FICHA DE INFORMAÇÃO DE SEGURANÇA DE PRODUTO QUÍMICO DETERGENTE LIMPA PISOS LUMINAR 1. IDENTIFICAÇÃO DA EMPRESA E DO PRODUTO 1.1 - Identificação da Empresa: Valdir Carvalhal Rua 9 de julho,

Leia mais

IVAN P RAMOS PRODUTOS QUÍMICOS

IVAN P RAMOS PRODUTOS QUÍMICOS Ficha de Informação de Segurança de Produto Químico FISPQ Limpa Carpetes Worker 1. IDENTIFICAÇÃO DO PRODUTO E DA EMPRESA Nome do Produto: Limpa Carpetes Worker Aplicação: Limpador de carpetes e tapetes

Leia mais

Ficha de informação de segurança de produto químico (FISPQ) LIMPEZA PESADA

Ficha de informação de segurança de produto químico (FISPQ) LIMPEZA PESADA 01/05 1. DENTIFICAÇÃO DO PRODUTO E DA EMPRESA Nome do produto:. Aplicação: Limpa e desengordura superfícies laváveis, como fogões, coifas, azulejos, pisos, e similares. Diluição até 1:20 Telefone de emergência:

Leia mais

Aspectos Clínicos Relevantes da infecção

Aspectos Clínicos Relevantes da infecção Superintendência de Vigilância em Saúde Gerência de Vigilância Epidemiológica de Doenças Transmissíveis Coordenação de Controle de Doenças de Transmissão Hídrica e Alimentar Rotavírus ROTAVÍRUS O VÍRUS

Leia mais

F.I.S.P.Q. FICHA DE INFORMAÇÃO DE SEGURANÇA DE PRODUTO QUÍMICO TIPO DE PRODUTO : DESINFETANTE HOSPITALAR PARA SUPERFICIES FIXAS

F.I.S.P.Q. FICHA DE INFORMAÇÃO DE SEGURANÇA DE PRODUTO QUÍMICO TIPO DE PRODUTO : DESINFETANTE HOSPITALAR PARA SUPERFICIES FIXAS F.I.S.P.Q. FICHA DE INFORMAÇÃO DE SEGURANÇA DE PRODUTO QUÍMICO 1. IDENTIFICAÇÃO DO PRODUTO E DA EMPRESA NOME DO PRODUTO ALCOOL NORD DESINFETANTE HOSPITALAR PARA SUPERFICIES FIXAS NOME DO FABRICANTE Cinord

Leia mais

Enfª (s): Claudia Elizabeth de Almeida e Márcia Fernandes Mendes Araújo

Enfª (s): Claudia Elizabeth de Almeida e Márcia Fernandes Mendes Araújo Revisão: 24/05/2014 PÁG: 1 CONCEITO Consiste na remoção de secreções das vias aéreas inferiores com objetivo de facilitar a oxigenação e prevenção da broncoaspiração. FINALIDADE Prevenir complicações respiratórias;

Leia mais

CONSULTA EM GASTROENTEROLOGIA CÓDIGO SIA/SUS: 03.01.01.007-2

CONSULTA EM GASTROENTEROLOGIA CÓDIGO SIA/SUS: 03.01.01.007-2 CONSULTA EM GASTROENTEROLOGIA CÓDIGO SIA/SUS: 03.01.01.007-2 INDICAÇÕES: 1. DISPEPSIA OU DOENÇA DO REFLUXO 2. DIARRÉIA CRÔNICA 3. PANCREATITE CRÔNICA 4. NÓDULOS SÓLIDOS OU CÍSTICOS NO PÂNCREAS 5. FALHA

Leia mais

Meios de Contraste. 09/01/2013 Meios de Contraste/Prof: Antonia Ariadne V. de Souza. TR: Ant. Ariadne V. de Souza

Meios de Contraste. 09/01/2013 Meios de Contraste/Prof: Antonia Ariadne V. de Souza. TR: Ant. Ariadne V. de Souza 1 Meios de Contraste TR: Ant. Ariadne V. de Souza 2 APRESENTAÇÃO Professora: Antônia Ariadne V. de Souza Anatomia Radiológicas pela UFC: Universidade Federal do Ceará Curso Aleatórios : Radiologia Odontológica

Leia mais

SONDAGEM VESICAL DEMORA FEMININA

SONDAGEM VESICAL DEMORA FEMININA SONDAGEM VESICAL SONDAGEM VESICAL DEMORA FEMININA MATERIAL: Bandeja com pacote de cateterismo vesical; Sonda vesical duas vias(foley) de calibre adequado (em geral n. 14); Xylocaína gel, gazes, luvas estéreis;

Leia mais

Exames Contrastados. 07/01/2013 Meios de Contraste/Prof: Antonia Ariadne V. de Souza. TR: Ant. Ariadne V. de Souza

Exames Contrastados. 07/01/2013 Meios de Contraste/Prof: Antonia Ariadne V. de Souza. TR: Ant. Ariadne V. de Souza Meios de Contraste e Diagnostico de 1 Exames Contrastados TR: Ant. Ariadne V. de Souza 2 APRESENTAÇÃO Professora: Antônia Ariadne V. de Souza Anatomia Radiológicas pela UFC: Universidade Federal do Ceará

Leia mais

Nome do produto: Botafix EPPL (Comp. B) Data da última revisão: 03/10/2011. - Nome da empresa: MC-Bauchemie Brasil Indústria e Comércio Ltda

Nome do produto: Botafix EPPL (Comp. B) Data da última revisão: 03/10/2011. - Nome da empresa: MC-Bauchemie Brasil Indústria e Comércio Ltda Página 1 de 6 1. Identificação do produto e da empresa - Nome do produto: Botafix EPPL (Comp. B) - Nome da empresa: MC-Bauchemie Brasil Indústria e Comércio Ltda - Endereço: Rua Henry Martin, 235 Vargem

Leia mais

Ficha de Informação de Segurança de Produto Químico. Produto Formicida Líquido

Ficha de Informação de Segurança de Produto Químico. Produto Formicida Líquido 1. Identificação do Produto Nome do Produto: Formicida Líquido Nitrosin Código do Produto: N0128/N0139/N0138 Nome da Empresa: De Sangosse Agroquímica Ltda. Endereço: Rua Raimundo Ramos Ferreira, 136 -

Leia mais

Administração segura de medicamentos por via inalatória ( anexo 1) conforme prescrição médica.

Administração segura de medicamentos por via inalatória ( anexo 1) conforme prescrição médica. Revisão: 28/04/2014 PÁG: 1 CONCEITO Consiste na administração de medicamentos através de dispositivos que produzem uma fina nevoa que facilita o transporte de medicamentos através da inspiração profunda

Leia mais

LEIA COM ATENÇÃO AS INSTRUÇÕES ABAIXO

LEIA COM ATENÇÃO AS INSTRUÇÕES ABAIXO LEIA COM ATENÇÃO AS INSTRUÇÕES ABAIXO 1. Este caderno é constituído de 40 questões assim distribuídas: Português, questões de 01 a 08; Conhecimentos Gerais, de 09 a 20; e Conhecimentos Específicos, de

Leia mais

COLÉGIO TÉCNICO SÃO BENTO MÉDICA

COLÉGIO TÉCNICO SÃO BENTO MÉDICA Tradição em formar Profissionais com Qualidade TÉCNICO EM RADIOLOGIA MÉDICA MÓDULO PROFISSIONAL lll ANO: 2012 Caro Aluno (a) COLÉGIO TÉCNICO O Colégio Técnico São Bento está no mercado de trabalho desde

Leia mais

FISPQ FICHA DE SEGURANÇA DE PRODUTOS QUIMICOS

FISPQ FICHA DE SEGURANÇA DE PRODUTOS QUIMICOS FISPQ n : 006 Data última revisão: 11/05/2011 Página:1/6 1 IDENTIFICAÇÃO DO PRODUTO E DA EMPRESA: Limpus Dogs Nome da Empresa: Class Indústria Química Endereço: Rua Claudino Gazzi, 225 Bairro São Luis

Leia mais

Ficha de Informação de Segurança de Produto Químico FISPQ Limpa Vidros Worker

Ficha de Informação de Segurança de Produto Químico FISPQ Limpa Vidros Worker Ficha de Informação de Segurança de Produto Químico FISPQ Limpa Vidros Worker 1. IDENTIFICAÇÃO Nome do Produto: Limpa Vidros Worker. Aplicação: Limpeza de Vidros e Acrílicos Fabricante: Ivan P. Ramos Produtos

Leia mais

32º Imagem da Semana: Radiografia de abdome

32º Imagem da Semana: Radiografia de abdome 32º Imagem da Semana: Radiografia de abdome Enunciado Paciente masculino, de 52 anos, previamente hígido, procurou atendimento médico devido a dor abdominal em cólica iniciada há cerca de 18 horas, com

Leia mais

HOSPITAL DE CLÍNICAS DE PORTO ALEGRE EDITAL Nº 05/2007 DE PROCESSOS SELETIVOS GABARITO APÓS RECURSOS

HOSPITAL DE CLÍNICAS DE PORTO ALEGRE EDITAL Nº 05/2007 DE PROCESSOS SELETIVOS GABARITO APÓS RECURSOS FAURGS HCPA Edital 05/2007 1 HOSPITAL DE CLÍNICAS DE PORTO ALEGRE EDITAL Nº 05/2007 DE PROCESSOS SELETIVOS GABARITO APÓS RECURSOS PROCESSO SELETIVO 22 MÉDICO (Urologia) 01. A 11. B 02. C 12. A 03. B 13.

Leia mais

02 DE AGOSTO DE 2015 (DOMINGO)

02 DE AGOSTO DE 2015 (DOMINGO) 02 DE AGOSTO DE 2015 (DOMINGO) Horário Programação 8:00: 08:30 Sessão de Temas Livres concorrendo a Premiação. Procedimentos Robóticos em Cirurgia abdominal 8:45-9:00 Cirurgia Robótica das afecções do

Leia mais

Bula Completa Imuno BCG

Bula Completa Imuno BCG Bula Completa Imuno BCG Mycobacterium bovis BCG Bacilo de Calmette Guérin Cepa Moreau Rio de Janeiro FORMAS FARMACÊUTICAS E APRESENTAÇÕES O IMUNO BCG é apresentado em caixas com 1 e 2 ampolas âmbar contendo

Leia mais

Ethamolin. oleato de monoetanolamina FORMA FARMACÊUTICA E APRESENTAÇÃO:

Ethamolin. oleato de monoetanolamina FORMA FARMACÊUTICA E APRESENTAÇÃO: Ethamolin oleato de monoetanolamina FORMA FARMACÊUTICA E APRESENTAÇÃO: ETHAMOLIN consiste em uma solução aquosa de oleato de monoetanolamina a 5% para uso injetável apresentado em caixas contendo 6 ampolas

Leia mais

FOLHETO INFORMATIVO: INFORMAÇÃO PARA O UTILIZADOR. Optiray 160 mg Iodo/ml, Solução injectável ou para perfusão

FOLHETO INFORMATIVO: INFORMAÇÃO PARA O UTILIZADOR. Optiray 160 mg Iodo/ml, Solução injectável ou para perfusão FOLHETO INFORMATIVO: INFORMAÇÃO PARA O UTILIZADOR Optiray 160 mg Iodo/ml, Solução injectável ou para perfusão Substância activa: Ioversol Leia atentamente este folheto antes de tomar este medicamento.

Leia mais

NOTA TÉCNICA Nº02/2015 SUVIGE/CPS/SESAP/RN. Assunto: Atualização sobre doença não esclarecida com exantema

NOTA TÉCNICA Nº02/2015 SUVIGE/CPS/SESAP/RN. Assunto: Atualização sobre doença não esclarecida com exantema GOVERNO DO RIO GRANDE DO NORTE SECRETARIA DE ESTADO DA SAÚDE PÚBLICA COORDENADORIA DE PROMOÇÃO A SAÚDE SUBCOORDENADORIA DE VIGILÂNCIA EPIDEMIOLÓGICA Avenida Marechal Deodoro da Fonseca, 730, 5 andar CEP:

Leia mais

Setor de Radiologia do Abdome Reunião Clínica. Dr. Murilo Rodrigues R2 Dr. Matheus Gonzalez R3

Setor de Radiologia do Abdome Reunião Clínica. Dr. Murilo Rodrigues R2 Dr. Matheus Gonzalez R3 Setor de Radiologia do Abdome Reunião Clínica Dr. Murilo Rodrigues R2 Dr. Matheus Gonzalez R3 Quadro clínico - LBT, 26 a, sexo masculino. - Vítima de acidente moto x auto de alta energia. - Estável hemodinamicamente

Leia mais

TÉCNICO TÉCNICO TÉCNICO EM ENFERMAGEM 21/MAIO/2006 TÉCNICO EM ENFERMAGEM. Nome. Assinatura CPF _. _. _-

TÉCNICO TÉCNICO TÉCNICO EM ENFERMAGEM 21/MAIO/2006 TÉCNICO EM ENFERMAGEM. Nome. Assinatura CPF _. _. _- TÉCNICO CONCURSO PÚBLICO ADMINISTRATIVO TÉCNICO EM ENFERMAGEM Reservado ao CEFET-RN 21/MAIO/2006 Use apenas caneta esferográfica azul ou preta. Escreva o seu nome e o número do seu CPF no espaço indicado

Leia mais

COD PROTOCOLOS DE GASTROENTEROLOGIA

COD PROTOCOLOS DE GASTROENTEROLOGIA X COD PROTOCOLOS DE GASTROENTEROLOGIA ( ) 18.01 Abdome Agudo Diagnóstico (algoritmo) ( ) 18.02 Abdome Agudo Inflamatório Diagnóstico e Tratamento ( ) 18.03 Abdome Agudo na Criança ( ) 18.04 Abdome Agudo

Leia mais

PROCESSO SELETIVO SIMPLIFICADO HOSPITAL REGIONAL DO LITORAL PARANAGUA PROVA PARA ENFERMEIRO

PROCESSO SELETIVO SIMPLIFICADO HOSPITAL REGIONAL DO LITORAL PARANAGUA PROVA PARA ENFERMEIRO PROCESSO SELETIVO SIMPLIFICADO HOSPITAL REGIONAL DO LITORAL PARANAGUA PROVA PARA ENFERMEIRO 1. Marque com (V) as alternativas corretas e com (F) as falsas: ( ) O sistema nervoso é formado pelos neurônios.

Leia mais

PROGRAMA DE APRIMORAMENTO PROFISSIONAL EM MEDICINA VETERINÁRIA

PROGRAMA DE APRIMORAMENTO PROFISSIONAL EM MEDICINA VETERINÁRIA FUNDAÇÃO MUNICIPAL DE ENSINO SUPERIOR DE BRAGANÇA PAULISTA CURSO DE MEDICINA VETERINÁRIA EDITAL 03/2015 PROGRAMA DE APRIMORAMENTO PROFISSIONAL EM MEDICINA VETERINÁRIA O Programa de Aprimoramento Profissional

Leia mais

Diretrizes Assistenciais. UPA Ortopedia

Diretrizes Assistenciais. UPA Ortopedia Diretrizes Assistenciais UPA Ortopedia Versão eletrônica atualizada em fev/2012 DIRETRIZ DE ATENDIMENTO ORTOPÉDICO NAS UNIDADES DE PRIMEIRO ATENDIMENTO (UPAs) DO HOSPITAL ISRAELITA ALBERT EINSTEIN As Unidades

Leia mais

VERIFICAÇÃO DE SINAIS VITAIS

VERIFICAÇÃO DE SINAIS VITAIS Página Responsáveis Preparado por: Enfermeiros Analisado por: Serviço de Enfermagem Aprovado por: DAS. Objetivos. Aplicação Padronizar as técnicas de avaliação dos Sinais Vitais a fim de otimizar o serviço

Leia mais

Diagnóstico das doenças da próstata

Diagnóstico das doenças da próstata Diagnóstico das doenças da próstata A. A QUEM SE DEVE DIRIGIR SE TEM DIFICULDADES URINÁRIAS? O médico especialista em patologia prostática é o urologista. Este especialista realizará exames adequados para

Leia mais

ALERGIAS AO LÁTEX...

ALERGIAS AO LÁTEX... ALERGIAS AO LÁTEX... UM PROBLEMA CADA VEZ MAIS PREOCUPANTE O látex, um componente da borracha natural produzido pela seringueira, é um produto com características especiais, por isso muito utilizadas em

Leia mais

Drenos. Prof. Claudia Witzel

Drenos. Prof. Claudia Witzel Drenos 1 Conceito É um material que quando necessário ;e colocado em uma cavidade, ou ferida, para saída de líquidos, secreções, e ou ar, pois estes não deveriam estar presentes no local. 2 Objetivos dos

Leia mais

FICHA DE INFORMAÇÃO E SEGURANÇA DE PRODUTOS QUÍMICOS MATERIAL SAFETY DATA SHEET (MSDS) NIPPOGYN SO-230

FICHA DE INFORMAÇÃO E SEGURANÇA DE PRODUTOS QUÍMICOS MATERIAL SAFETY DATA SHEET (MSDS) NIPPOGYN SO-230 NIPPOGYN SO-230 1. IDENTIFICAÇÃO DO PRODUTO E DA EMPRESA Nome Comercial do Produto: NIPPOGYN SO-230 Identificação da Empresa: Nippon Chemical Ind. e Com. de San. e Det. Prof. Ltda Rua Platina, nº 259 Recreio

Leia mais

Bruna Maria Guimarães Pereira Farmacêutica do setor de preparo de medicamentos de apoio e antineoplásicos

Bruna Maria Guimarães Pereira Farmacêutica do setor de preparo de medicamentos de apoio e antineoplásicos Suspensão de BCG para uso intravesical aspectos farmacotécnicos e de biossegurança Bruna Maria Guimarães Pereira Farmacêutica do setor de preparo de medicamentos de apoio e antineoplásicos Uso intravesical

Leia mais

Administração de Quimioterápicos: Tempo e Ordem de Infusão. Enfa. Ms. Shirlei Ferreira HUPE/UERJ INCA

Administração de Quimioterápicos: Tempo e Ordem de Infusão. Enfa. Ms. Shirlei Ferreira HUPE/UERJ INCA Administração de Quimioterápicos: Tempo e Ordem de Infusão Enfa. Ms. Shirlei Ferreira HUPE/UERJ INCA Via Endovenosa Principais Complicações: Infecção; Flebite; Formação de vesículas ou necrose quando extravasado,

Leia mais

Semiologia Ortopédica Pericial

Semiologia Ortopédica Pericial Semiologia Ortopédica Pericial Prof. Dr. José Heitor Machado Fernandes 2ª V E R S Ã O DO H I P E R T E X T O Para acessar os módulos do hipertexto Para acessar cada módulo do hipertexto clique no link

Leia mais

Cadastro de Instituições e Médicos no CFM para Embolização de Próstata e Acompanhamento de Pacientes

Cadastro de Instituições e Médicos no CFM para Embolização de Próstata e Acompanhamento de Pacientes ANEXO II Cadastro de Instituições e Médicos no CFM para Embolização de Próstata e Acompanhamento de Pacientes 1. Atributos (Instituição e Responsáveis): Responsável pelas informações: Diretor Técnico da

Leia mais

Relatos de casos de Strongyloides stercoralis. Isabelle Assunção Nutrição

Relatos de casos de Strongyloides stercoralis. Isabelle Assunção Nutrição Relatos de casos de Strongyloides stercoralis Isabelle Assunção Nutrição RECIFE/2011 INTRODUÇÃO A estrongiloidíase é uma helmintíase predominantemente intestinal causada pelo Strongyloides stercoralis,

Leia mais

FUNDAÇÃO SANTA CASA DE MISERICÓRDIA DO PARÁ. N 0 Recomendação REC - 003

FUNDAÇÃO SANTA CASA DE MISERICÓRDIA DO PARÁ. N 0 Recomendação REC - 003 Página 1/6 1- INTRODUÇÃO: O trato urinário é um dos sítios mais comuns de infecção hospitalar, contribuindo com cerca de 40% do total das infecções referidas por hospitais gerais. Além das condições de

Leia mais

Ostenan. Marjan Indústria e Comércio Ltda. Comprimido Revestido Alendronato de Sódio 70mg

Ostenan. Marjan Indústria e Comércio Ltda. Comprimido Revestido Alendronato de Sódio 70mg Ostenan Marjan Indústria e Comércio Ltda. Comprimido Revestido Alendronato de Sódio 70mg Ostenan Besilato de Anlodipino FORMA FARMACÊUTICA E APRESENTAÇÃO Ostenan 70 mg é apresentado em caixas com 4 comprimidos

Leia mais

PROVEDOR(A) ADMINISTRADOR(A)

PROVEDOR(A) ADMINISTRADOR(A) Circular 032/2016 São Paulo, 18 de janeiro de 2016. PROVEDOR(A) ADMINISTRADOR(A) NORMAS SEGURAS PARA O TRATAMENTO CIRÚRGICO DA OBESIDADE MÓRBIDA Diário Oficial da União Nº 8 - Seção 1 sexta-feira, 13 de

Leia mais

RESOLUÇÃO CFM Nº 2.131/2015

RESOLUÇÃO CFM Nº 2.131/2015 RESOLUÇÃO CFM Nº 2.131/2015 (Publicada no D.O.U. em 13 jan. 2016, Seção I, p. 66) (Retificação publicada no D.O.U. 29 jan. 2016, Seção I, p. 287) Altera o anexo da Resolução CFM nº 1.942/10, publicada

Leia mais