Marketing. Política da distribuição. Prof. José M. Veríssimo

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "Marketing. Política da distribuição. Prof. José M. Veríssimo"

Transcrição

1 Marketing Política da distribuição Prof. José M. Veríssimo 1

2 Objectivos Identificar as formas de organização de canais de distribuição. Identificar as funções dos canais de distribuição. Compreender a tomada de decisão relativa ao número/tipo de canais de distribuição. Identificar as tendências actuais na disponibilização de produtos e serviços. Discutir as formas de lidar com conflitos nos canais de distribuição. 2

3 Definições Canal de distribuição Entidades intermediárias interdependentes envolvidas no processo de disponibilização do produto ou serviço para consumo. Cadeia de Valor Sistema de alianças e parcerias utilizadas pelas empresas para se fornecer, e disponibillizar os seus produtos ou serviços. 3

4 Canais de Distribuição Existem quando são mais eficientes que a distribuição directa. Número de Interfaces F C F C F C F D C F C F C Distribuição Directa (zero níveis) Número de Interfaces F * C = 3 x 3 = 9 Intermediação Pura (1 nível) Nùmero de Interfaces M + C = = 6 4

5 Food for thought A utilização de canais de distribuição não é exclusivo de bens tangíveis; também existem canais para distribuição de serviços. Um exemplo de um serviço com: Um canal de distribuição directo? Um canal com 1 nível de distribuição? Dois ou mais níveis de distribuição? 5

6 Razões económicas dos canais Os produtores criam canais de distribuição por diversas razões, incluindo: Recursos limitados Alguns produtos não podem ser entregues directamente (Exemplo: Pescado) Libertação fundos para investir no negócio Maior eficiência dos intermediários Grupo Luis Simões versus Nacional? 6

7 Funções dos canais Com implicações a juzante: Desenvolvem / disseminam comunicação Armazenam e transportam os produtos Supervisionam a transferência de propriedade Com implicações a montante: Encomendas aos produtores Facilitam o pagamento de facturas Outras funções: Recolha de informação Negociações de preços e transferência de propriedade Financiam as existências Assumem riscos 7

8 Funções dos canais Níveis de canal na industria e no consumo 8

9 Decisões nos canais de distribuição Factores Tipos de intermediários Comerciantes Compram, tomam posse, e revendem os produtos Agentes Venda e revenda Procuram clientes, negoceiam, mas não tomam posse dos produtos Mediadoras de seguros Facilitadores Ajudam a distribuição, mas não negoceiam ou tomam posse dos produtos Transportes Luis Simões 9

10 Decisões nos canais de distribuição Factores Número de intermediários Distribuição exclusiva Número muito limitado de intermediários, provavelmente um único representante. Distribuição selectiva Número limitado de intermediários. Recusa propostas de intermediação. Distribuição intensiva Colocação no maior número possível de pontos de venda. 10

11 Distribuição exclusiva O negócio de Combustíveis (Retalho) da BP em Portugal dedica-se à compra, armazenagem, distribuição e comercializaç ão de combustíveis derivados do petróleo através de uma rede de postos de abasteciment o disseminada pelo território nacional (continente e ilhas). 11

12 Distribuição selectiva A SAP disponibiliza soluções para as PME através de uma rede de fornecedores e parceiros certificados 12

13 Distribuição intensiva O Hipermercado Continente apresenta no seu cardex uma lista de produtos existentes em centenas / milhares de pontos de venda no território nacional. 13

14 Decisões nos canais de distribuição Factores Condições e responsabilidades dos intermediários Política de preços Lista de preços e descontos Condições de venda Prazo e forma de pagamento Garantias Exclusivos regionais Definição de zonas/ condições Serviços prestados pelos fornecedores Formação, imagem, layout, 14

15 Decisões nos canais de distribuição Criterios de avaliação de alternativas de canais de distribuição Económicos Capacidade de adaptação Controlo do distribuidor 15

16 Decisões nos canais de distribuição Valor acrescentado e custos da distribuição 16

17 Decisões nos canais de distribuição Intermediários Selecção Motivação Formação Avaliação Alterações 17

18 Decisões nos canais de distribuição Escolha de canais em função das fases da vida do PCs 18

19 Dinâmica da distribuição Conflitos, cooperação e concorrência Tipos de conflito Verticais A IGLO/OLA controla os preços de venda dos gelados de impulso Horizontal Alguns concessionários de automóveis tem políticas de preços mais agressivas (Baviera vs Luacar) Multi-canal Conflitos de preços nas vendas dos produtos em canais alternativos (Continente on-line vs Loja) Causas dos conflitos Incompatibilidade de objectivos Papéis mal definidos Gestão de conflitos Mediação Arbítrio Diplomacia 19

20 Fontes de conflito Fonte Objectivo Produtor Objectivo Distribuidor Preço Imagem do produto Imagem do distribuidor Condições Pronto Prazo Espaço na prateleira Máximo Limitado Publicidade Paga o canal Paga o fabricante Entrega A prazo Imediata Exclusividade Poucas marcas em muitos distribuidores Muitas marcas em poucos distribuidores Encomendas Regulares e grandes Irregulares e pequenas 20

21 Dinâmica da distribuição Aspectos legais e éticos Práticas legais, desde que não impeçam a concorrência: Distribuição exclusiva A distribuição é permitida apenas a um conjunto limitado de intermediários Negociação exclusiva Os intermediários apenas podem comercializar os produtos de um fabricante Como se caracteriza a distribuição automóvel em Portugal? 21

22 Guia para a escolha do número de distribuidores Diferenças percebidas em relação à concorrência Complexidade percebida da oferta Consequências percebidas de más escolhas Categorização Extensiva Selectiva Exclusiva Poucas Moderadas Considerável Baixa Moderada Extrema Fraca Moderada Extrema Bens de Conveniência Bens de Envolvimento Bens de Especialidade 22

23 Exemplo: Distribuição de Relógios Patek Philippe Tag Heuer Swatch

24 Exemplo: Distribuição de Relógios O mercado dos relógios é definido pela comercialização e distribuição com base em listas de preços recomendados, os quais na maioria dos casos só variam significativamente em leilões. São um produto que indepentemente do seu valor e distribuição destacamse por uma imagem e comunicação de marca muito específica. Existem várias formas de distribuição e inclusive em algumas marcas se verifica a distribuição indirecta e directa em simultâneo.

25 Exemplo: Distribuição de Relógios Nunca somos verdadeiramente donos de um Patek Philippe, apenas cuidamos dele para a geração seguinte. Patek Philippe Relógio de luxo, manufactura cuidada, elevada qualidade, intemporal e clássico Tecnologia de última geração vs. produção artesanal de relojoaria Marca de tradição com similitudes com a filosofia de um bonsai Destinatários: Milionários, empresários e coleccionadores Comunicação institucional e clássica em media de prestígio Preço de venda entre dos até uns impressionantes

26 Exemplo: Distribuição de Relógios Patek Philippe Distribuição exclusiva Venda exclusiva em agentes autorizados escolhidos 1 agente único em Portugal: David Rosas (Lisboa, Porto e Funchal) Responsabilidade dos distribuidores: Elevada especialização na venda e elevado valor unitário Venda assente em: Serviço ao cliente / Suporte de Mestre relojoeiro/ Atmosfera de museu / showroom / Excepcional apoio pós venda

27 Exemplo: Distribuição de Relógios Referência em relógios e cronógrafos desportivos Fundada na descoberta de mecanismo revolucionário que trouxe a alta-precisão à relojoaria (cronógrafo) Procura ultrapassar as fronteiras da precisão, fiabilidade e estética Associação entre actividades desportivas de prestígio à relojoaria fina (Golf -Tiger Woods), (F1 - Lewis Hamilton, Fernando Alonso), (Tenis - Maria Sharapova), Desportos náuticos, Movimento, Irreverência, Charme, Prestígio, Contemporaneidade Destinatários: Desportistas, celebridades... Comunicação técnica e desportiva em media de segmento alto Preço de venda entre os 700 e os Tag Heuer Swiss Avant-Garde since 1860

28 Exemplo: Distribuição de Relógios Distribuição selectiva Venda em lojas autorizadas e ourivesarias Nível médio de intermediários Responsabilidade dos distribuidores: Elevada especialização na venda, apoio a eventos relacionados com a marca e elevado valor unitário Venda assente em: Serviço ao cliente / Suporte de técnico especializado / showroom / Excepcional apoio pós venda Nota: Apesar do carácter de exclusividade é mantida mais pela imagem técnica, inovadora e desportiva que pela própria distribuição Tag Heuer

29 Exemplo: Distribuição de Relógios Relógios de elevada qualidade e fiabilidade, a baixo custo Conhecida pelos seus modelos populares que atendem a 5 linhas básicas: Clássica, Casual, Lazer, Moda, Desportiva, Arte. Líder mundial em vendas em relojoarias, ourivesarias, lojas próprias Comunicação casual e ligada a datas / eventos em media universais Preço de venda entre os 38 e os 160 Swatch

30 Exemplo: Distribuição de Relógios Distribuição intensiva Elevado número de intermediários e pontos de venda Swatch tem lojas próprias da marca altamente especializadas, mas com conceito universal Reduzida especialização na venda e baixo valor unitário como lógica de produto Swatch

31 Exemplo: Distribuição de Relógios Marca P.V.P Publicidade Gama Distribuição N.º de Intermediários Patek Philippe Media especializados de segmento alto Vasta e baseada na manufactura apurada Exclusiva Reduzido Tag Heuer Imprensa e Eventos top Vasta e baseada na técnica apurada Selectiva Médio Swatch TV + Internet + Imprensa + Eventos Muito Vasta e irreverente Intensiva Elevado

Marketing de Serviços

Marketing de Serviços Marketing de Serviços Distribuição de Serviços 1 Objectivos Discutir as formas de distribuição de serviços e os seus desafios Avaliar as implicações da distribuição de serviços através de canais físicos

Leia mais

Trabalho realizado por: Diogo Santos Nº3 11ºD. Escola secundária de Figueiró dos Vinhos. Disciplina de Organização de gestão desportiva

Trabalho realizado por: Diogo Santos Nº3 11ºD. Escola secundária de Figueiró dos Vinhos. Disciplina de Organização de gestão desportiva Trabalho realizado por: Diogo Santos Nº3 11ºD Escola secundária de Figueiró dos Vinhos Disciplina de Organização de gestão desportiva Data de entrega: 10/02/2015 Diogo Santos Página 1 Escola secundária

Leia mais

Questões abordadas - Distribuição

Questões abordadas - Distribuição AULA 11 Marketing Questões abordadas - Distribuição O que é um sistema de canais de marketing e uma rede de valor? Qual é o trabalho realizado pelos canais de marketing? Como esses canais devem ser projetados?

Leia mais

8. POLÍTICA DISTRIBUIÇÂO. 8.1- Variável distribuição 8.2- Canal 8.3- Transporte 8.4- Logística

8. POLÍTICA DISTRIBUIÇÂO. 8.1- Variável distribuição 8.2- Canal 8.3- Transporte 8.4- Logística 8. POLÍTICA DISTRIBUIÇÂO 8.1- Variável distribuição 8.2- Canal 8.3- Transporte 8.4- Logística 8.1- Variável distribuição Variável DISTRIBUIÇÃO A distribuição pode entender-se em diferentes sentidos: -

Leia mais

adaptados às características e expectativas dos nossos Clientes, de modo a oferecer soluções adequadas às suas necessidades.

adaptados às características e expectativas dos nossos Clientes, de modo a oferecer soluções adequadas às suas necessidades. A Protteja Seguros surge da vontade de contribuir para o crescimento do mercado segurador nacional, através da inovação, da melhoria da qualidade de serviço e de uma política de crescimento sustentável.

Leia mais

Canais de marketing. Trade Marketing. Trade Marketing. Trade marketing é uma ferramenta que atua diretamente em três níveis:

Canais de marketing. Trade Marketing. Trade Marketing. Trade marketing é uma ferramenta que atua diretamente em três níveis: Canais de marketing Prof. Ricardo Basílio ricardobmv@gmail.com Trade Marketing Trade Marketing Trade marketing é uma ferramenta que atua diretamente em três níveis: Distribuidores; Clientes; Ponto de venda.

Leia mais

Administrando os canais de distribuição (aula 2)

Administrando os canais de distribuição (aula 2) 13 Aula 2/5/2008 Administrando os canais de distribuição (aula 2) 1 Objetivos da aula Explicar como os profissionais de marketing usam canais tradicionais e alternativos. Discutir princípios para selecionar

Leia mais

Escola Secundária de Paços de Ferreira 2009/2010. Marketing Mix. Tânia Leão n.º19 12.ºS

Escola Secundária de Paços de Ferreira 2009/2010. Marketing Mix. Tânia Leão n.º19 12.ºS Escola Secundária de Paços de Ferreira 2009/2010 Marketing Mix Tânia Leão n.º19 12.ºS Marketing Mix O Marketing mix ou Composto de marketing é formado por um conjunto de variáveis controláveis que influenciam

Leia mais

Apresentação de Negócio FM GROUP. www.comomeuapoio.com

Apresentação de Negócio FM GROUP. www.comomeuapoio.com Apresentação de Negócio FM GROUP Plano da Apresentação Empresa Mercado Produtos Oportunidade Negócio FM Group 4 You Team Plano de Marketing A Empresa FM Group Criada em 2004 na Polónia Chega em 2008 a

Leia mais

CONHEÇA A INFOCONTROL

CONHEÇA A INFOCONTROL CONHEÇA A INFOCONTROL O Grupo Infocontrol é formado por um conjunto de empresas comerciais especializadas em engenharia, que operam nas áreas da Indústria, Edifícios e Segurança. A nossa actividade está

Leia mais

PRESSUPOSTOS BASE PARA UMA ESTRATÉGIA DE INOVAÇÃO NO ALENTEJO

PRESSUPOSTOS BASE PARA UMA ESTRATÉGIA DE INOVAÇÃO NO ALENTEJO PRESSUPOSTOS BASE PARA UMA ESTRATÉGIA DE INOVAÇÃO NO ALENTEJO ÍNDICE 11. PRESSUPOSTO BASE PARA UMA ESTRATÉGIA DE INOVAÇÃO 25 NO ALENTEJO pág. 11.1. Um sistema regional de inovação orientado para a competitividade

Leia mais

A REGULAÇÃO PETROLÍFERA EM ANGOLA E O PROCESSO DE LICITAÇÃO E CONTRATAÇÃO 30/05/12

A REGULAÇÃO PETROLÍFERA EM ANGOLA E O PROCESSO DE LICITAÇÃO E CONTRATAÇÃO 30/05/12 A REGULAÇÃO PETROLÍFERA EM ANGOLA E O PROCESSO DE LICITAÇÃO E CONTRATAÇÃO 30/05/12 AGENDA 2 I. CONSIDERAÇÕES GERAIS II. PRINCIPAIS INSTRUMENTOS LEGAIS E CONTRATUAIS III. REGULAÇÃO DO SECTOR PETROLÍFERO

Leia mais

Prof. Marcelo Mello. Unidade III DISTRIBUIÇÃO E

Prof. Marcelo Mello. Unidade III DISTRIBUIÇÃO E Prof. Marcelo Mello Unidade III DISTRIBUIÇÃO E TRADE MARKETING Canais de distribuição Canal vertical: Antigamente, os canais de distribuição eram estruturas mercadológicas verticais, em que a responsabilidade

Leia mais

28 PME Líder CRITÉRIOS. Bloomberg News

28 PME Líder CRITÉRIOS. Bloomberg News 28 PME Líder CRITÉRIOS Bloomberg News CRITÉ RIOS COMO CHEGAR A PME LÍDER Atingir o Estatuto PME Líder é a ambição de muitas empresas. É este o primeiro passo para chegar a PME Excelência. Saiba o que precisa

Leia mais

2006-2015. Bolsa de Turismo de Lisboa 18 de Janeiro 2006

2006-2015. Bolsa de Turismo de Lisboa 18 de Janeiro 2006 2006-2015 Bolsa de Turismo de Lisboa 18 de Janeiro 2006 Portugal 2015 Portugal 2015 - Metas 2005 2015 Douro Douro Oeste Oeste Serra da Estrela Serra da Estrela Alqueva Litoral Alentejano Litoral Alentejano

Leia mais

E- Marketing - Estratégia e Plano

E- Marketing - Estratégia e Plano E- Marketing - Estratégia e Plano dossier 2 http://negocios.maiadigital.pt Indíce 1 E-MARKETING ESTRATÉGIA E PLANO 2 VANTAGENS DE UM PLANO DE MARKETING 3 FASES DO PLANO DE E-MARKETING 4 ESTRATÉGIAS DE

Leia mais

Marketing Estratégico

Marketing Estratégico Análise Competitiva Ambiente de Marketing Prof. José M. Veríssimo 1 Objectivos Discutir a importância de analisar o ambiente externo à empresa Apresentar e compreender as metodologia de análise externa

Leia mais

B U S I N E S S I M P R O V E M E N T

B U S I N E S S I M P R O V E M E N T BUSINESS IMPROVEMENT A I N D E V E QUEM É A Indeve é uma empresa especializada em Business Improvement, composta por consultores com uma vasta experiência e com um grande conhecimento do mundo empresarial

Leia mais

PLANEAMENTO ESTRATÉGICO DE SI/TI

PLANEAMENTO ESTRATÉGICO DE SI/TI (1) PLANEAMENTO ESTRATÉGICO DE SI/TI Docente: Turma: T15 Grupo 5 Mestre António Cardão Pito João Curinha; Rui Pratas; Susana Rosa; Tomás Cruz Tópicos (2) Planeamento Estratégico de SI/TI Evolução dos SI

Leia mais

Tinteiros Express. Imprima com Qualidade a Baixo Custo

Tinteiros Express. Imprima com Qualidade a Baixo Custo Tinteiros Express Imprima com Qualidade a Baixo Custo Tinteiros Express 2 ÍNDICE I. Sumário Executivo Pág. 3 II. Apresentação da Empresa Pág. 4 III. Análise do meio envolvente Pág. 5 IV. Análise do mercado

Leia mais

1 ARQUITECTURA DO PRODUTO - MODULARIZAÇÃO E SISTEMAS DE PLATAFORMAS NA INDUSTRIA FERROVIÁRIA... 20.19.

1 ARQUITECTURA DO PRODUTO - MODULARIZAÇÃO E SISTEMAS DE PLATAFORMAS NA INDUSTRIA FERROVIÁRIA... 20.19. 1 ARQUITECTURA DO PRODUTO - MODULARIZAÇÃO E SISTEMAS DE PLATAFORMAS NA INDUSTRIA FERROVIÁRIA... 20.19. ESTRATÉGIA DE INOVAÇÃO 1 ARQUITECTURA DO PRODUTO - MODULARIZAÇÃO E SISTEMAS DE PLATAFORMAS NA INDUSTRIA

Leia mais

UMA ASSOCIAÇÃO GLOBAL PARA ALIANÇAS ESTRATÉGICAS

UMA ASSOCIAÇÃO GLOBAL PARA ALIANÇAS ESTRATÉGICAS UMA ASSOCIAÇÃO GLOBAL PARA ALIANÇAS ESTRATÉGICAS UMA ASSOCIAÇÃO GLOBAL PARA ALIANÇAS ESTRATÉGICAS Presente em mais de 80 países e com mais de 280 escritórios em todos os Continentes, a MGI é uma das maiores

Leia mais

Permanente actualização tecnológica e de Recursos Humanos qualificados e motivados;

Permanente actualização tecnológica e de Recursos Humanos qualificados e motivados; VISÃO Ser a empresa líder e o fornecedor de referência do mercado nacional (na área da transmissão de potência e controlo de movimento) de sistemas de accionamento electromecânicos e electrónicos, oferecendo

Leia mais

COMERCIALIZAÇÃO E MARKETING DE PRODUTOS ALIMENTARES DE QUALIDADE (DOP) QUEIJO SERRA DA ESTRELA

COMERCIALIZAÇÃO E MARKETING DE PRODUTOS ALIMENTARES DE QUALIDADE (DOP) QUEIJO SERRA DA ESTRELA Ovinicultura Actividade Tradicional e de Futuro 1.º Encontro Jovem Produtor de Queijo Serra da Estrela COMERCIALIZAÇÃO E MARKETING DE PRODUTOS ALIMENTARES DE QUALIDADE (DOP) QUEIJO SERRA DA ESTRELA Maria

Leia mais

INOVAR PARA COMPETIR

INOVAR PARA COMPETIR Ciclo de Workshops INOVAR PARA COMPETIR Desafio actual na indústria automóvel Hotel Boavista, 19 de Novembro de 2009 Indústria Automóvel na Europa Inovação e Educação Produção & Emprego Vendas & Serviços

Leia mais

Nota: texto da autoria do IAPMEI - UR PME, publicado na revista Ideias & Mercados, da NERSANT edição Setembro/Outubro 2005.

Nota: texto da autoria do IAPMEI - UR PME, publicado na revista Ideias & Mercados, da NERSANT edição Setembro/Outubro 2005. Cooperação empresarial, uma estratégia para o sucesso Nota: texto da autoria do IAPMEI - UR PME, publicado na revista Ideias & Mercados, da NERSANT edição Setembro/Outubro 2005. É reconhecida a fraca predisposição

Leia mais

importância económica do sector

importância económica do sector importância económica do sector ASSOCIAÇÃO PORTUGUESA DAS BEBIDAS REFRESCANTES NÃO ALCOÓLICAS O CONTEXTO DA INDÚSTRIA AGRO-ALIMENTAR E SUA IMPORTÂNCIA ESTRATÉGICA A industria de bebidas não alcoólicas

Leia mais

SAÚDEGLOBAL. AON Portugal

SAÚDEGLOBAL. AON Portugal SAÚDEGLOBAL AON Portugal Breve Apresentação do Negócio DADOS DE CARACTERIZAÇÃO Designação Comercial Saúdeglobal N.º Colaboradores N.º de Estabelecimentos Dispersão Geográfica Nacional Facturação em 2010

Leia mais

Departamento Comercial e Marketing. Escola Secundaria de Paços de Ferreira 2009/2010. Técnicas de Secretariado

Departamento Comercial e Marketing. Escola Secundaria de Paços de Ferreira 2009/2010. Técnicas de Secretariado Escola Secundaria de Paços de Ferreira 2009/2010 Técnicas de Secretariado Departamento Comercial e Marketing Módulo 23- Departamento Comercial e Marketing Trabalho realizado por: Tânia Leão Departamento

Leia mais

A ARTSOFT é uma empresa especializada no desenvolvimento e comercialização de soluções tecnológicas de apoio à gestão empresarial.

A ARTSOFT é uma empresa especializada no desenvolvimento e comercialização de soluções tecnológicas de apoio à gestão empresarial. POWERING BUSINESS QUEM SOMOS A ARTSOFT é uma empresa especializada no desenvolvimento e comercialização de soluções tecnológicas de apoio à gestão empresarial. Desde 1987 que desenvolvemos um trabalho

Leia mais

MISSÃO, VISÃO, VALORES E POLÍTICA

MISSÃO, VISÃO, VALORES E POLÍTICA MISSÃO, VISÃO, VALORES E POLÍTICA VISÃO Ser a empresa líder e o fornecedor de referência do mercado nacional (na área da transmissão de potência e controlo de movimento) de sistemas de accionamento electromecânicos

Leia mais

Banco Popular, Espanha

Banco Popular, Espanha Banco Popular, Espanha Tecnologia avançada de automação do posto de caixa para melhorar a eficiência e beneficiar a saúde e segurança dos funcionários O recirculador de notas Vertera contribuiu para impulsionar

Leia mais

BANCO BPI, S.A. Sociedade Aberta COMUNICADO

BANCO BPI, S.A. Sociedade Aberta COMUNICADO BANCO BPI, S.A. Sociedade Aberta Sede: Rua Tenente Valadim, 284, Porto Matriculada na Conservatória do Registo Comercial do Porto sob o número único de matrícula e identificação fiscal 501 214 534 Capital

Leia mais

O presente documento suporta a apreciação do ponto 3 da Agenda da reunião da Comissão de Acompanhamento de 13/11/07, sendo composto por duas partes:

O presente documento suporta a apreciação do ponto 3 da Agenda da reunião da Comissão de Acompanhamento de 13/11/07, sendo composto por duas partes: EIXO I COMPETITIVIDADE, INOVAÇÃO E CONHECIMENTO INSTRUMENTO: SISTEMA DE INCENTIVOS À QUALIFICAÇÃO E INTERNACIONALIZAÇÃO DE PME (SI QUALIFICAÇÃO PME) O presente documento suporta a apreciação do ponto 3

Leia mais

Enquadramento Turismo Rural

Enquadramento Turismo Rural Enquadramento Turismo Rural Portugal é um País onde os meios rurais apresentam elevada atratividade quer pelas paisagens agrícolas, quer pela biodiversidade quer pelo património histórico construído o

Leia mais

... ... Exemplos de inovações de produto...3 Bens...3 Serviços...4

... ... Exemplos de inovações de produto...3 Bens...3 Serviços...4 E X E M P L O S D E I N O V A Ç Ã O 2 0 0 8 2 Exemplos de Inovação Apresentação de alguns exemplos relacionados com os vários tipos de inovação para ajuda no preenchimento das questões relacionadas com

Leia mais

NEGÓCIOS INTERNACIONAIS

NEGÓCIOS INTERNACIONAIS NEGÓCIOS INTERNACIONAIS O docente: Prof. Doutor João Pedro Couto O discente: Hermenegildo Chilemo Raúl Pode haver oportunidades de comércio e ninguém capaz de fazê-lo. -PROVÉRBIO CHINÊS Objectivos do Capítulo

Leia mais

Our innovative solutions wherever you need us. ABREU ADVOGADOS FERREIRA ROCHA & ASSOCIADOS Em parceria: Portugal Moçambique. Consolidar o Futuro

Our innovative solutions wherever you need us. ABREU ADVOGADOS FERREIRA ROCHA & ASSOCIADOS Em parceria: Portugal Moçambique. Consolidar o Futuro Our innovative solutions wherever you need us. ABREU ADVOGADOS FERREIRA ROCHA & ASSOCIADOS Em parceria: Portugal Moçambique Consolidar o Futuro Abreu Advogados Ferreira Rocha & Associados 2012 PORTUGAL

Leia mais

CST Marketing. O estudante deve redigir texto dissertativo, abordando os seguintes tópicos:

CST Marketing. O estudante deve redigir texto dissertativo, abordando os seguintes tópicos: CST Marketing Padrão de Resposta O estudante deve redigir texto dissertativo, abordando os seguintes tópicos: A A ideia de que desenvolvimento sustentável pode ser entendido como proposta ou processo que

Leia mais

Estratégia Empresarial. Capítulo 6 Integração Vertical. João Pedro Couto

Estratégia Empresarial. Capítulo 6 Integração Vertical. João Pedro Couto Estratégia Empresarial Capítulo 6 Integração Vertical João Pedro Couto Natureza da integração vertical A integração vertical consiste na execução de várias funções da cadeia operacional sob a égide de

Leia mais

ÍNDICE. - O que lhe Propomos? ------------------------------------------------------------------- 10

ÍNDICE. - O que lhe Propomos? ------------------------------------------------------------------- 10 ÍNDICE - Quem é a ATHENAS? -------------------------------------------------------------------- 2 - O que Fazemos? -------------------------------------------------------------------------- 3 - A Equipa

Leia mais

A ÁREA DE PRÁTICA DE PROPRIEDADE INTELECTUAL, MARKETING E TMT DA ABBC

A ÁREA DE PRÁTICA DE PROPRIEDADE INTELECTUAL, MARKETING E TMT DA ABBC A ÁREA DE PRÁTICA DE PROPRIEDADE INTELECTUAL, MARKETING E TMT DA ABBC ABBC A actuação da ABBC assenta na independência, no profissionalismo e na competência técnica dos seus advogados e colaboradores,

Leia mais

Corporativo. Transformar dados em informações claras e objetivas que. Star Soft. www.starsoft.com.br

Corporativo. Transformar dados em informações claras e objetivas que. Star Soft. www.starsoft.com.br Corporativo Transformar dados em informações claras e objetivas que possibilitem às empresas tomarem decisões em direção ao sucesso. Com essa filosofia a Star Soft Indústria de Software e Soluções vem

Leia mais

Vantagens e Benefícios das parcerias internacionais

Vantagens e Benefícios das parcerias internacionais Vantagens e Benefícios das parcerias internacionais Nicola Minervini Santa Catarina, 02-05/12/2014 Sumario Desafios da empresa Ferramentas para a competitividade O porque das alianças Formas de alianças

Leia mais

O reconhecimento como uma referência na área de consultadoria em engenharia em Portugal.

O reconhecimento como uma referência na área de consultadoria em engenharia em Portugal. VISÃO & MISSÃO VISÃO O reconhecimento como uma referência na área de consultadoria em engenharia em Portugal. MISSÃO Actuar junto de empresas industriais, de serviços, estabelecimentos de ensino, empresas

Leia mais

GM Light GM POS GESTÃO COMERCIAL. O parceiro ideal nas tecnologias de Informação

GM Light GM POS GESTÃO COMERCIAL. O parceiro ideal nas tecnologias de Informação GM As soluções de Gestão comercial GM são uma ferramenta essencial e indispensável para a correcta gestão de negócio e fomentador do crescimento sustentado das Empresas. Criado de raiz para ser usado em

Leia mais

ACEP lança Comissão Especializada Business to Consumer

ACEP lança Comissão Especializada Business to Consumer COMUNICADO DE IMPRENSA Com o objectivo de promover e potencializar o Comércio Electrónico em Portugal ACEP lança Comissão Especializada Business to Consumer. Comissão B2C visa a promoção e divulgação do

Leia mais

CENTRO FEDERAL DE EDUCAÇÃO TECNOLÓGICA DO CEARÁ CEFET/CE DEPARTMAENTO DE EDIFICAÇÕES CURSO DE VIAS E TRANSPORTES CANAIS DE DISTRIBUIÇÃO

CENTRO FEDERAL DE EDUCAÇÃO TECNOLÓGICA DO CEARÁ CEFET/CE DEPARTMAENTO DE EDIFICAÇÕES CURSO DE VIAS E TRANSPORTES CANAIS DE DISTRIBUIÇÃO CENTRO FEDERAL DE EDUCAÇÃO TECNOLÓGICA DO CEARÁ CEFET/CE DEPARTMAENTO DE EDIFICAÇÕES CURSO DE VIAS E TRANSPORTES CANAIS DE DISTRIBUIÇÃO PROFESSOR: HAMIFRANCY MENESES 1 TÓPICOS ABORDADOS DEFINIÇÃO DE CANAL

Leia mais

Objectivos de aprendizagem

Objectivos de aprendizagem Capítulo 6 1 Telecomunicações e redes 2 Objectivos de aprendizagem ƒ Identificar as principais tendências e os grandes desenvolvimentos nas empresas, nas tecnologias e nas aplicações de negócio, das telecomunicações

Leia mais

Programas Operacionais e Sistemas de Incentivos às Empresas

Programas Operacionais e Sistemas de Incentivos às Empresas Programas Operacionais e Sistemas de Incentivos às Empresas Da União Europeia vão chegar até 2020 mais de 20 mil milhões de euros a Portugal. Uma pipa de massa, nas palavras do ex-presidente da Comissão

Leia mais

Conferência Internet, Negócio e Redes Sociais

Conferência Internet, Negócio e Redes Sociais Conferência Internet, Negócio e Redes Sociais 24 de maio de 2012 Auditório ISEGI - UNL Patrocínio Principal Apoios Patrocinadores Globais APDSI A AICEP e os apoios à internacionalização das empresas Lisboa,

Leia mais

ESTRATÉGIA DE DESENVOLVIMENTO DE LONGO PRAZO 2025 COMÉRCIO, LOGÍSTICA E DISTRIBUIÇÃO

ESTRATÉGIA DE DESENVOLVIMENTO DE LONGO PRAZO 2025 COMÉRCIO, LOGÍSTICA E DISTRIBUIÇÃO REPÚBLICA DE ANGOLA MINISTÉRIO DO COMÉRCIO ESTRATÉGIA DE DESENVOLVIMENTO DE LONGO PRAZO 2025 COMÉRCIO, LOGÍSTICA E DISTRIBUIÇÃO Estado Entidade Promotora Nova Rede Comercial Parceiro Estratégico (Assegura)

Leia mais

A Supervisão do Sistema Financeiro

A Supervisão do Sistema Financeiro A Supervisão do Sistema Financeiro Prestam, por isso, um importante contributo para a integridade e a transparência dos mercados de capitais. Amadeu Ferreira OROC 21 de Outubro de 2010 A EFICIÊNCIA DOS

Leia mais

Diagnóstico de Competências para a Exportação

Diagnóstico de Competências para a Exportação Diagnóstico de Competências para a Exportação em Pequenas e Médias Empresas (PME) Guia de Utilização DIRECÇÃO DE ASSISTÊNCIA EMPRESARIAL Departamento de Promoção de Competências Empresariais Índice ENQUADRAMENTO...

Leia mais

ABREU INTERNATIONAL LEGAL SOLUTIONS. OUR INNOVATIVE SOLUTIONS WHEREVER YOU NEED US. our innovative solutions wherever you need us.

ABREU INTERNATIONAL LEGAL SOLUTIONS. OUR INNOVATIVE SOLUTIONS WHEREVER YOU NEED US. our innovative solutions wherever you need us. ABREU INTERNATIONAL LEGAL SOLUTIONS OUR INNOVATIVE SOLUTIONS WHEREVER YOU NEED US. our innovative solutions wherever you need us. Constituída em 1993 a AB é uma das maiores Sociedades de Advogados portuguesas

Leia mais

INSTITUTO DE SEGUROS DE PORTUGAL A SUPERVISÃO DAS ENTIDADES GESTORAS DOS SISTEMAS COMPLEMENTARES DE REFORMA

INSTITUTO DE SEGUROS DE PORTUGAL A SUPERVISÃO DAS ENTIDADES GESTORAS DOS SISTEMAS COMPLEMENTARES DE REFORMA INSTITUTO DE SEGUROS DE PORTUGAL A SUPERVISÃO DAS ENTIDADES GESTORAS DOS SISTEMAS COMPLEMENTARES DE REFORMA 1 A regulação e a supervisão prudencial são um dos pilares essenciais para a criação de um clima

Leia mais

CUSTOS conceitos fundamentais. Custo. Custo. Despesa. Pagamento. Proveito. Receita. Recebimento CONTABILIDADE ANALÍTICA I

CUSTOS conceitos fundamentais. Custo. Custo. Despesa. Pagamento. Proveito. Receita. Recebimento CONTABILIDADE ANALÍTICA I CUSTOS conceitos fundamentais Custo Sacrifício de um recurso para atingir um objectivo específico, ou, dito de outro modo, valor associado à utilização ou consumo de um recurso. A determinação dos custos

Leia mais

Adenda aos Critérios de Selecção

Adenda aos Critérios de Selecção Adenda aos Critérios de Selecção... Critérios de Selecção SI Qualificação PME EIXO I COMPETITIVIDADE, INOVAÇÃO E CONHECIMENTO INSTRUMENTO: SISTEMA DE INCENTIVOS À QUALIFICAÇÃO E INTERNACIONALIZAÇÃO DE

Leia mais

A Concepção da Ideia

A Concepção da Ideia A Concepção da Ideia Inov@emprego - Fórum do emprego, formação e empreendedorismo do litoral alentejano Tiago Santos Sines, 7 de Novembro de 2008 Sines Tecnopolo O Sines Tecnopolo é uma associação de direito

Leia mais

4º Congresso brasileiro de meios eletrônicos de pagamento, São Paulo - Brasil, 15/10/2009 4º Congresso brasileiro de meios eletrônicos de pagamento

4º Congresso brasileiro de meios eletrônicos de pagamento, São Paulo - Brasil, 15/10/2009 4º Congresso brasileiro de meios eletrônicos de pagamento Solução Made by Um cartão à medida de cada cliente, São Paulo - Brasil, 15/10/2009 São Paulo, 15-10-2009 1 Agenda Overview Os mercado de meios eletrônicos de pagamento em Portugal Posicionamento da Caixa

Leia mais

Aspectos Sócio-Profissionais da Informática

Aspectos Sócio-Profissionais da Informática Instituto Politécnico de Castelo Branco Escola Superior de Tecnologia Aspectos Sócio-Profissionais da Informática Dielmar Uma empresa de sucesso... 1º Trabalho prático Grupo 3 Bruno Almeida bmcalmeyda@gmail.com

Leia mais

CEO Briefing Portugal 2015 The Economist. A Internet das Coisas como impulsionador da estratégia das empresas portuguesas

CEO Briefing Portugal 2015 The Economist. A Internet das Coisas como impulsionador da estratégia das empresas portuguesas CEO Briefing Portugal 2015 The Economist A Internet das Coisas como impulsionador da estratégia das empresas portuguesas 92% dos executivos portugueses acreditam que as suas empresas dispõem de capacidades

Leia mais

GUIA PARA COMPRA ONLINE

GUIA PARA COMPRA ONLINE GUIA PARA COMPRA ONLINE www.tipsal.pt QUEM SOMOS A TIPSAL - Técnicas Industriais de Protecção e Segurança, Lda foi fundada em 1980. Somos uma empresa de capitais exclusivamente nacionais com sede social

Leia mais

Memória Descritiva Software PHC FX Versões superiores a Março de 2015

Memória Descritiva Software PHC FX Versões superiores a Março de 2015 Memória Descritiva Software PHC FX Versões superiores a Março de 2015 Para efeitos de comprimento do Despacho do Ministro das Finanças de 22 de Dezembro de 2011 publicado no BR número 9, I Série, de 29

Leia mais

Marketing. Objectivos. Sistema de informação de mercado. Recolha de Informação sobre Mercados e Concorrência

Marketing. Objectivos. Sistema de informação de mercado. Recolha de Informação sobre Mercados e Concorrência Marketing Recolha de Informação sobre Mercados e Concorrência Prof. José M. Veríssimo 1 Objectivos Identificar os componentes principais do sistema de informação de marketing. Discutir a forma com as empresas

Leia mais

IAPMEI EEN. KMS Knowledge Management Solution

IAPMEI EEN. KMS Knowledge Management Solution IAPMEI EEN KMS Knowledge Management Solution Praia, 1 e 2 de Dezembro de 2011 IAPMEI Instituto de Apoio às Pequenas e Médias Empresas e à Inovação http://www.iapmei.pt/ Principal instrumento das políticas

Leia mais

A AICEP e os apoios à internacionalização das empresas. Porto, 25 de Setembro de 2012

A AICEP e os apoios à internacionalização das empresas. Porto, 25 de Setembro de 2012 A AICEP e os apoios à internacionalização das empresas Porto, 25 de Setembro de 2012 A aicep Portugal Global A aicep Portugal Global aicep Portugal Global missão é: é uma agência pública de natureza empresarial,

Leia mais

As Organizações e os Sistemas de Informação

As Organizações e os Sistemas de Informação As Organizações e os Sistemas de Informação Uma Introdução Luís Paulo Peixoto dos Santos Junho, 2002 Uma organização é uma estrutura complexa e formal cujo objectivo é gerar produtos ou serviços, com ou

Leia mais

A certificação de Qualidade para a Reparação Automóvel.

A certificação de Qualidade para a Reparação Automóvel. A certificação de Qualidade para a Reparação Automóvel. Projecto A Oficina+ ANECRA é uma iniciativa criada em 1996, no âmbito da Padronização de Oficinas ANECRA. Este projecto visa reconhecer a qualidade

Leia mais

CONDIÇÕES PARA OS MEMBROS E COLABORADORES TRABALHADORES POR CONTA DE OUTREM. Conta Ordenado Triplus. Conta Nova Vida

CONDIÇÕES PARA OS MEMBROS E COLABORADORES TRABALHADORES POR CONTA DE OUTREM. Conta Ordenado Triplus. Conta Nova Vida PROTOCOLO ORDENS PROFISSIONAIS CONDIÇÕES PARA OS MEMBROS E COLABORADORES TRABALHADORES POR CONTA DE OUTREM Para aderir a este Protocolo e beneficiar das respectivas condições, abra a sua Conta Ordenado

Leia mais

4. ESTRATÉGIAS DE MARKETING INTERNACIONAL

4. ESTRATÉGIAS DE MARKETING INTERNACIONAL 4. ESTRATÉGIAS DE MARKETING INTERNACIONAL 4.1- TIPOS DE ESTRATÉGIA DE MARKETING 4.2- PLANEAMENTO ESTRATÉGICO PARA O MARKETING 4.3- ESTRUTURA CONCEPTUAL PARA ESTRATÉGIA DE MARKETING 4.4- MODELOS COMO INSTRUMENTOS

Leia mais

Universidade de Coimbra Faculdade de Ciências e Tecnologias Departamento de Engenharia Informática. Delta Cafés. Análise do Negócio

Universidade de Coimbra Faculdade de Ciências e Tecnologias Departamento de Engenharia Informática. Delta Cafés. Análise do Negócio Universidade de Coimbra Faculdade de Ciências e Tecnologias Departamento de Engenharia Informática Delta Cafés Análise do Negócio Análise de Negócio realizada para a Disciplina de Planeamento Estratégico

Leia mais

CONDIÇÕES GERAIS DE VENDA ONLINE WWW.ZILIANCHOOSE.COM. Artigo 1.º. (Âmbito e Definições)

CONDIÇÕES GERAIS DE VENDA ONLINE WWW.ZILIANCHOOSE.COM. Artigo 1.º. (Âmbito e Definições) CONDIÇÕES GERAIS DE VENDA ONLINE WWW.ZILIANCHOOSE.COM Artigo 1.º (Âmbito e Definições) 1 As presentes condições gerais regulam a venda, incluindo o registo e a encomenda, de produtos através da página/sítio

Leia mais

A APECATE - Associação Portuguesa de Empresas de Congressos, Animação Turística e Eventos, constituída por escritura pública em 17 de Janeiro de

A APECATE - Associação Portuguesa de Empresas de Congressos, Animação Turística e Eventos, constituída por escritura pública em 17 de Janeiro de Turismo de Natureza e Sustentabilidade QUEM SOMOS A APECATE - Associação Portuguesa de Empresas de Congressos, Animação Turística e Eventos, constituída por escritura pública em 17 de Janeiro de 2007,

Leia mais

Alexandre Pontes Nº 27340 Wilson Roque Nº 27636

Alexandre Pontes Nº 27340 Wilson Roque Nº 27636 Alexandre Pontes Nº 27340 Wilson Roque Nº 27636 As últimas décadas permitiram ligar o mundo e dinamizar os mercados, intensificando a competitividade existente. A Internet tornou o mundo mais pequeno e

Leia mais

Unidade I MARKETING DE VAREJO E. Profa. Cláudia Palladino

Unidade I MARKETING DE VAREJO E. Profa. Cláudia Palladino Unidade I MARKETING DE VAREJO E NEGOCIAÇÃO Profa. Cláudia Palladino O que é varejo Setor do comércio que vende diretamente para os consumidores finais. Fabricantes e atacadistas quando vendem para o consumidor

Leia mais

Fundo Modernização Comércio

Fundo Modernização Comércio 1 Fundo Modernização Comércio IAPMEI Portaria 236/2013 2 Índice 1. Objectivos e Prioridades 2. Condições de Acesso a. Promotor b. Projecto c. Aviso de Abertura 3. Modalidades de Projectos a Apoiar 4. Elegibilidade

Leia mais

1.Como criar uma empresa. 2.Tipos de Apoio. Ciclo de Formação em Gestão de Projectos e Apoio Empresarial

1.Como criar uma empresa. 2.Tipos de Apoio. Ciclo de Formação em Gestão de Projectos e Apoio Empresarial Rede de GADE do Distrito de Évora Ciclo de Formação em Gestão de Projectos e Apoio Empresarial Évora, 8 de Junho de 2005 Rede de GADE do Distrito de Évora 1.Como criar uma empresa 2.Tipos de Apoio A -

Leia mais

CAPÍTULO I- Recomendação da Comissão aos mediadores de seguros REQUISITOS PROFISSIONAIS E REGISTO DOS MEDIADORES DE SEGUROS

CAPÍTULO I- Recomendação da Comissão aos mediadores de seguros REQUISITOS PROFISSIONAIS E REGISTO DOS MEDIADORES DE SEGUROS ÍNDICE CAPÍTULO I- Recomendação da Comissão aos mediadores de seguros ANEXO REQUISITOS PROFISSIONAIS E REGISTO DOS MEDIADORES DE SEGUROS Artigo 1º.- Definições Artigo 2º.- Âmbito de aplicação Artigo 3º.-

Leia mais

GESTÃO BANCÁRIA (NOTAS DAS AULAS)

GESTÃO BANCÁRIA (NOTAS DAS AULAS) GESTÃO BANCÁRIA (NOTAS DAS AULAS) ANEXO 3 E S DAS SOCIEDADES FINANCEIRAS Fernando Félix Cardoso Ano Lectivo 2004-05 SOCIEDADES CORRETORAS E FINANCEIRAS DE CORRETAGEM Compra e venda de valores mobiliários

Leia mais

MEDIDAS DE REFORÇO DA SOLIDEZ FINANCEIRA DAS INSTITUIÇÕES DE CRÉDITO

MEDIDAS DE REFORÇO DA SOLIDEZ FINANCEIRA DAS INSTITUIÇÕES DE CRÉDITO NotíciasdoDireito Janeiro a Março de 2012 SECTOR BANCÁRIO E FINANCEIRO MEDIDAS DE REFORÇO DA SOLIDEZ FINANCEIRA DAS INSTITUIÇÕES DE CRÉDITO A Lei n.º 4/2012, de 11 de Janeiro, altera a Lei n.º 63-A/2008,

Leia mais

INDICE INTRODUÇÃO OBJETIVOS RESULTADOS DESTINATÁRIOS CONDIÇÕES DE ACESSO BENEFÍCIOS PARA AS EMPRESAS PARTICIPANTES CLUSTER AGROALIMENTAR

INDICE INTRODUÇÃO OBJETIVOS RESULTADOS DESTINATÁRIOS CONDIÇÕES DE ACESSO BENEFÍCIOS PARA AS EMPRESAS PARTICIPANTES CLUSTER AGROALIMENTAR INDICE INTRODUÇÃO OBJETIVOS RESULTADOS DESTINATÁRIOS CONDIÇÕES DE ACESSO BENEFÍCIOS PARA AS EMPRESAS PARTICIPANTES CLUSTER AGROALIMENTAR PLANO DE AÇÃO DO CLUSTER CONTATOS PARCEIROS 1 INTRODUÇÃO O desafio

Leia mais

Our innovative solutions wherever you need us. ABREU ADVOGADOS BRAZILIAN DESK. Estabelecendo pontes para o futuro Portugal Brasil

Our innovative solutions wherever you need us. ABREU ADVOGADOS BRAZILIAN DESK. Estabelecendo pontes para o futuro Portugal Brasil Our innovative solutions wherever you need us. ABREU ADVOGADOS BRAZILIAN DESK Estabelecendo pontes para o futuro Portugal Brasil Abreu Advogados Brazilian Desk 2015 ABREU ADVOGADOS Quem Somos A Abreu Advogados

Leia mais

As Vendas e Prestações de Serviços

As Vendas e Prestações de Serviços Disciplina: Técnicas de Secretariado Ano lectivo: 2009/2010 Prof: Adelina Silva As Vendas e Prestações de Serviços Trabalho Realizado por: Susana Carneiro 12ºS Nº18 Marketing Marketing é a parte do processo

Leia mais

SISTEMA INTEGRADO DE GESTÃO REMOTA DE EQUIPAMENTOS

SISTEMA INTEGRADO DE GESTÃO REMOTA DE EQUIPAMENTOS SISTEMA INTEGRADO DE GESTÃO REMOTA DE EQUIPAMENTOS Sobre a SOL-S e SOLSUNI Fundada em 1992; Integrador de Soluções, com vasta experiência de Tecnologias de Informação, disponibiliza um completo portfolio

Leia mais

Commercial & Marketing. Estudos de Remuneração 2012

Commercial & Marketing. Estudos de Remuneração 2012 Commercial & Marketing Estudos de Remuneração 2012 Estudos de Remuneração Commercial & Marketing 2012 2 Nota preliminar pág. 3 Funções de Marketing Funções Comerciais Assistente de Marketing pág. 12 Supervisor

Leia mais

SLURP! MANUAL DE ACOLHIMENTO

SLURP! MANUAL DE ACOLHIMENTO 2014 V. 01.01 MANUAL DE ACOLHIMENTO O Manual de Acolhimento destina-se aos colaboradores que iniciam a sua actividade na Slurp! fornecendo-lhes um conjunto de informações úteis e indispensáveis para um

Leia mais

Canais: A Criação e Gestão dos Canais de Suprimento e Distribuição

Canais: A Criação e Gestão dos Canais de Suprimento e Distribuição Canais: A Criação e Gestão dos Canais de Suprimento e Distribuição Starbucks vs. McDonalds A Starbucks tem lojas próprias As lojas do McDonalds geralmente são franqueadas As duas cadeias se preocupam com

Leia mais

Agente. Análise SWOT. Auditoria de marketing. Break-even-point Cadeia de lojas Canal de distribuição Canibalização. Cash-and-carry Central de compras

Agente. Análise SWOT. Auditoria de marketing. Break-even-point Cadeia de lojas Canal de distribuição Canibalização. Cash-and-carry Central de compras Termo Agente Análise SWOT Auditoria de marketing Break-even-point Cadeia de lojas Canal de distribuição Canibalização Cash-and-carry Central de compras Ciclo de vida do produto/serviço Contexto de marketing

Leia mais

A DIPLOMACIA ECONÓMICA NUM MUNDO MULTICÊNTRICO (PARTE I) José Pedro Teixeira Fernandes ISCET Instituto Superior de Ciências Empresariais e do Turismo

A DIPLOMACIA ECONÓMICA NUM MUNDO MULTICÊNTRICO (PARTE I) José Pedro Teixeira Fernandes ISCET Instituto Superior de Ciências Empresariais e do Turismo A DIPLOMACIA ECONÓMICA NUM MUNDO MULTICÊNTRICO (PARTE I) José Pedro Teixeira Fernandes ISCET Instituto Superior de Ciências Empresariais e do Turismo Quadro 1 As dimensões de ação da diplomacia económica

Leia mais

Objectivos de aprendizagem

Objectivos de aprendizagem 2 Objectivos de aprendizagem ƒ Dar exemplos de como a Internet e outras tecnologias da informação apoiam os processos de negócio nas seguintes funções empresariais: ƒ contabilidade; ƒ gestão financeira;

Leia mais

Unidade II GERENCIAMENTO DE SISTEMAS. Prof. Roberto Marcello

Unidade II GERENCIAMENTO DE SISTEMAS. Prof. Roberto Marcello Unidade II GERENCIAMENTO DE SISTEMAS DE INFORMAÇÃO Prof. Roberto Marcello SI Sistemas de gestão A Gestão dos Sistemas Integrados é uma forma organizada e sistemática de buscar a melhoria de resultados.

Leia mais

Curso Superior de Tecnologia em Gestão Comercial. Conteúdo Programático. Administração Geral / 100h

Curso Superior de Tecnologia em Gestão Comercial. Conteúdo Programático. Administração Geral / 100h Administração Geral / 100h O CONTEÚDO PROGRAMÁTICO BÁSICO DESTA DISCIPLINA CONTEMPLA... Administração, conceitos e aplicações organizações níveis organizacionais responsabilidades Escola Clássica história

Leia mais

Consultoria em COMPRAS e REDUÇÃO DE CUSTOS. Rumo à COMPETITIVIDADE das Empresas!

Consultoria em COMPRAS e REDUÇÃO DE CUSTOS. Rumo à COMPETITIVIDADE das Empresas! Consultoria em COMPRAS e REDUÇÃO DE CUSTOS Rumo à COMPETITIVIDADE das Empresas! QUEM SOMOS A EZ Trade Center apoia as empresas na OTIMIZAÇÃO DE COMPRAS e REDUÇÃO DE CUSTOS operacionais, permitindo gerar

Leia mais

Marketing de Serviços

Marketing de Serviços Marketing de Serviços Concepção e Gestão da Prestação de Serviços 1 Objectivos Discutir a importância do layout dos serviços na criação de experiências positivas para os clientes Avaliar as formas como

Leia mais

YET - Your Electronic Transactions. Soluções globais de transações eletrónicas

YET - Your Electronic Transactions. Soluções globais de transações eletrónicas YET - Your Electronic Transactions Soluções globais de transações eletrónicas Conhecimento e experiência na desmaterialização de processos A YET Your Electronic Transactions é uma empresa especializada

Leia mais

Solução Integrada de Gestão e Recuperação de Créditos

Solução Integrada de Gestão e Recuperação de Créditos Solução Integrada de Gestão e Recuperação de Créditos 201105 1 Empresa Perfil Caracterização One-Stop-Shop - Outsourcing Estratégico Cobrança Telefónica Cobrança por Interpelação Pessoal Apoio a Diligências

Leia mais

As promoções no ponto de venda Ir ao encontro do seu consumidor

As promoções no ponto de venda Ir ao encontro do seu consumidor As promoções Neste curso serão abordadas as melhores práticas na comunicação e gestão do design aplicadas aos espaços comerciais, no seu contributo para a rentabilidade das empresas. Porquê participar

Leia mais

LOGÍSTICA Professor: Dr. Edwin B. Mitacc Meza

LOGÍSTICA Professor: Dr. Edwin B. Mitacc Meza LOGÍSTICA Professor: Dr. Edwin B. Mitacc Meza edwin@engenharia-puro.com.br www.engenharia-puro.com.br/edwin Introdução A A logística sempre existiu e está presente no dia a dia de todos nós, nas mais diversas

Leia mais

title Silca S.p.A. Perfil da Empresa

title Silca S.p.A. Perfil da Empresa title Silca S.p.A. Perfil da Empresa 3 Visão da Silca A Visão da Silca Ser líder mundial na venda de chaves em bruto e máquinas duplicadoras a nível de inovação, cotas de mercado, rentabilidade e serviço

Leia mais