LUCAS GOMES CLEMENTINO

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "LUCAS GOMES CLEMENTINO"

Transcrição

1 LUCAS GOMES CLEMENTINO RELAÇÃO ENTRE AUTOGESTÕES EM SAÚDE E PRESTADORES DE SERVIÇO: ESPECIFICIDADES DO MERCADO E CONSIDERAÇÕES NO MOMENTO DA NEGOCIAÇÃO Monografia apresentada ao Curso de Pós Graduação lato sensu Televirtual em Gestão de Planos de Saúde, na modalidade Formação para o Mercado de Trabalho, como requisito parcial à obtenção do grau de especialista Gestão de Planos de Saúde. Universidade Anhanguera - UNIDERP Rede de Ensino Luiz Flávio Gomes RDE LFG Área de Concentração: Gestão da Assistência à Saúde Orientador: Professor Alba Valéria Eira Fleury SALVADOR BA 2011

2 TERMO DE ISENÇÃO DE RESPONSABILIDADE Declaro, para todos os fins de direito e que se fizerem necessários, que assumo total responsabilidade pelo aporte ideológico e referencial conferido ao presente trabalho, isentando a Universidade Anhanguera, a Rede de Ensino Luiz Flávio Gomes, as Coordenações do Curso de Especialização Televirtual em Gestão de Planos de Saúde, a Banca Examinadora e o Orientador de todo e qualquer reflexo acerca da monografia. Estou ciente de que poderei responder administrativa, civil e criminalmente em caso de plágio comprovado do trabalho monográfico. Salvador, janeiro de LUCAS GOMES CLEMENTINO

3 DEDICATÓRIA A minha família Adalberto, Márcia, Daniel Maria Rita, Adalberto Filho e Elba: meu suporte, meu auxílio, minha fortaleza.

4 AGRADECIMENTOS Para que essa conquista fosse possível, muitas pessoas contribuíram. Sem o auxílio e compreensão deles, esse resultado não existiria. Assim, fica meu eterno agradecimento aos colegas da Petrobras, que entenderam e deram suporte à minha necessidade de estar ausente em algumas oportunidades; a minha família que, como uma verdadeira equipe, esteve sempre dedicada em apoiar e tornar possível meus sonhos.

5 EPÍGRAFE O homem não é nada além daquilo que a educação faz dele. Immanuel Kant

6 RESUMO A presente monografia apresenta a temática da negociação no mercado de saúde, demonstrando a necessidade de uma visão mais ampla do cenário negocial e especificidades que cercam esse mercado, para obtenção de ganhos substancias para as operadoras e, conseqüentemente, seus beneficiários. A análise parte de um conhecimento do cenário atual para avaliar os modelos de acordos firmados no mercado e negociações recentes entre operadoras e prestadores de serviço. As experiências e ensinamentos de renomados profissionais da área de negociação estão presentes nesse trabalho, ilustrando as melhores práticas a serem incorporadas no processo de negociação no mercado de saúde. Dessa forma, tornase viável traçar algumas orientações que devem fazer parte da rotina dos responsáveis por negociação das operadoras, para que não percam oportunidades e obtenham resultados satisfatórios. Palavras-chave: negociação, mercado de saúde, operadoras, prestadores de serviço.

7 ABSTRACT This monograph presents the subject of negotiation in the health market, demonstrating the need for a wider view of the scenery and negotiating specifics surrounding this market, to obtain substantial gains for operators and, consequently, their beneficiaries. The analysis is based on a knowledge of the current climate models to assess the market and the agreements signed in recent negotiations between operators and service providers. The experiences and teachings of renowned professionals from the negotiation are present in this work, illustrating best practices to be incorporated into the negotiation process in the healthcare market. Thus, it becomes possible to draw some guidelines that should be routine for those responsible for negotiating the carriers, not to lose opportunities and achieve satisfactory results. Key words: trading, healthcare market, operators, service providers.

8 SUMÁRIO INTRODUÇÃO...01 CAPÍTULO NEGOCIAÇÃO DEFINIÇÃO ETAPAS DA NEGOCIAÇÃO O NEGOCIADOR NEGOCIAÇÃO E FORTALECIMENTO DE PARCERIAS CAPÍTULO DILEMAS E AVANÇOS DO MERCADO DE SAÚDE CORRETA REMUNERAÇÃO DOS SERVIÇOS MÉDICOS PRESTAÇÃO DE SERVIÇOS DE SAÚDE X COMERCIALIZAÇÃO DE MATERIAIS E MEDICAMENTOS FALTA DE LEITOS E LOTAÇÃO DOS SERVIÇOS DE URGÊNCIA E EMERGÊNCIA APH - ATENDIMENTO PRÉ-HOSPITALAR HOME CARE - ATENDIMENTO DOMICILIAR CONCLUSÃO...27 REFERÊNCIAS...30

9 1 INTRODUÇÃO O mercado de saúde possui fatores específicos, tornando as relações entre operadoras e prestadores diferentes das encontradas em outros ramos. São questões como a intervenção governamental, regulando o mercado e exigindo adaptações desses atores; o papel do cliente, muito mais exigente e bem informado, verdadeiro juízes do seu bem-estar; a assimetria de informações entre os atores, dessa forma, quem arca com os custos do cuidado com saúde, por falta de conhecimento técnico, está sujeito às determinações dos prestadores; caráter imprevisível da necessidade de cuidados de saúde, uma vez que a demanda pode acontecer a qualquer momento, muitas vezes em situações de urgência; alto custo de materiais e medicamentos, agravado pela atuação de fornecedores e altas taxas de comercialização exigidas pelos prestadores. Portanto, são diversos fatores que geram dificuldades nos relacionamentos do mercado e que devem ser resolvidas através de negociação. Assim, é fundamental entender a negociação além dos acordos de prestação de serviço, além da precificação de tabelas de diárias e taxas. A negociação em saúde é um processo constante e fundamental para a satisfação dos beneficiários, redução de custos e melhoria do relacionamento entre seus atores. Negociar no mercado de saúde é um processo que demanda várias etapas de discussão, justamente pelas peculiaridades citadas acima. Ainda persiste a visão de que as partes possuem interesses totalmente distintos e operadoras e prestadores não se enxergam como parceiros: de fato, muitos ainda não incorporaram a filosofia do ganha-ganha. Essa visão dificulta os entendimentos e prejudica o oferecimento de um melhor serviço.

10 2 Nesse cenário, o maior prejudicado é o beneficiário, esquecido no processo e sendo obrigado a suportar um atendimento cada vez mais precário, mesmo possuindo um benefício de saúde que deveria lhe fornecer cobertura. O beneficiário deseja, apenas, ter acesso a um atendimento de saúde com qualidade e, para tanto, o plano de saúde figura como o meio, enquanto que o serviço de saúde é representa esse fim almejado. Portanto, a grande questão é: como enfrentar as especificidades e problemas observados no mercado de saúde, a partir de processos negociais bem estruturados? É com base nas experiências adquiridas como negociador de uma operadora de saúde, conhecimentos obtidos nesse curso de especialização, observação do mercado e ensinamentos de renomados profissionais da área, que esse trabalho buscará elucidar o tema proposto, apresentando a realidade do mercado de saúde e relacionando pontos importantes para a condução de melhores negociações, não apenas em termos financeiros como, também, na otimização da prestação do serviço.

11 3 1 NEGOCIAÇÃO Quando se pensa em negociação, surge a idéia de grandes empresas operando no mercado, chefes de estado tratando de divergências entre suas nações, assinaturas de acordos multimilionários. Na realidade, a vida é uma negociação permanente e parte integral de qualquer relacionamento. Todo indivíduo, portanto, é um negociador nato. O que caracteriza o negociador profissional e o separa o indivíduo comum, é o conhecimento dos conceitos e técnicas de negociação. Aquele conhece o cenário em que está inserido, estuda cada proposta, planeja suas ações e está preparado para as situações que podem surgir ao longo do processo. Nas últimas décadas, o mercado de saúde tem passado por intenso processo de profissionalização. O surgimento de novos cursos de especialização e aumento nos critérios para contratação dos profissionais gestores de prestadores e operadoras de saúde faz com que essas instituições estejam mais bem preparadas, não permitindo que o relacionamento entre elas seja conduzido com amadorismo, principalmente no que tange às regras necessárias à boa condução dessa parceria. Nesse sentido, o negociador profissional surge como peça-chave.

12 4 1.1 DEFINIÇÃO A negociação é o processo de alcançar objetivos por meio de um acordo nas situações em que existam interesses comuns, complementares e opostos, isto é, conflitos, divergências e antagonismos de interesses, idéias e posições. 1 Destrinçando a definição do ilustre consultor José Augusto Wanderley, alcançam-se algumas considerações: 1. Como um processo, a negociação é composta por etapas, que devem ser respeitadas do início ao final. O sucesso de uma negociação, portanto, pode ser destruído pela falha no desenvolvimento de uma destas etapas; 2. Toda negociação é iniciada por algum interesse, ou seja, sempre há um objetivo a ser alcançado. Portanto, ao entrar em uma negociação, é preciso estar claro o que se deseja e até qual limite pode ceder, na busca desse objetivo; 3. Como já mencionado, a negociação é parte integral de um relacionamento, portanto, seu sucesso depende de um acordo, consenso, pacto, entre as partes. O interesse do outro partícipe deve ser respeitado; 4. Em uma negociação sempre haverá dificuldades, seja por conflitos de interesses, dificuldades de relacionamento, divergências de idéias. O que precisa ficar claro, em uma negociação profissional, é que a negociação é um processo de ganha-ganha, ou seja, não existe um derrotado no processo, mas sim, um acordo como resultado da cessão de interesses, em prol de um resultado justo para todos. Além disso, o negociador deve estar ciente de que representa uma entidade maior, portanto, deve superar qualquer rejeição à figura do outro interlocutor, na busca dos interesses de sua organização. 1 WANDERLEY, José Augusto. Negociação Total: encontrando soluções, vencendo resistências, obtendo resultados. 13ª Ed. Editora Gente, São Paulo, 1998, p. 21.

13 5 1.2 ETAPAS DA NEGOCIAÇÃO Como dito, negociação é um processo e, como tal, constituído por diversas etapas. Todas as etapas têm uma razão de ser e são responsáveis por um desfecho positivo. É importante cuidar de cada momento: antes da negociação, durante a reunião de negociação e posterior à negociação. Assim, observa-se que a reunião, em si, o momento das partes sentarem à mesa, é apenas parte de um processo maior. Antes da reunião, ocorre a importante etapa de preparação. Nesse momento, devem-se identificar todos os fatores necessários e suficientes para que o restante do processo ocorra com maior tranqüilidade, em condições favoráveis. O primeiro passo de uma boa preparação é conhecer o cenário. Assim, um bom negociador em saúde procura analisar quem serão os interlocutores do prestador. Serão técnicos, gestores? Possuem poder de decisão? Qual seu estilo comportamental? Na identificação do cenário é importante, ainda, escolher o melhor local para ocorrência de negociação. No caso de uma pauta de reunião, que necessite da participação de médicos do prestador, por exemplo, pela dificuldade desses profissionais se ausentarem, será mais estratégico que ocorra nas instalações do hospital. O segundo ponto é analisar quais os interesses de cada parte. Assim, é possível identificar os interesses comuns e focar naqueles opostos, que costumam travar as negociações. Além disso, deve-se saber exatamente o que quer, onde pode ceder, qual o limite de negociação, entre outros fatores. Finalizando a preparação, realiza-se o processo de negociação. É nesse momento que o negociador se prepara para a reunião, apresentando suas estratégias e táticas, para que os conhecimentos obtidos sejam bem empregados. O negociador deve estar ciente dos possíveis impasses e concessões que tenha de fazer. No mercado de saúde, onde os interlocutores são cada vez mais preparados, esse é um momento que deve ser tratado com extremo cuidado. A próxima etapa é a reunião de negociação, dividida em cinco etapas: abertura, exploração, apresentação, clarificação e ação final. Abertura é o momento de criar um clima favorável à reunião. Não é o momento de entrar no foco da reunião, mais tratar de outras questões que possam

14 6 desarmar até aquele interlocutor que vem na defensiva. No mercado de saúde, é interessante elogiar a nova estrutura do hospital ou extensão de serviços do prestador, comentar novas determinações das agências reguladoras e elogiar os avanços obtidos em reuniões anteriores. Na exploração, o negociador busca coletar informações, para entender melhor a situação. Assim, antes de ir direto ao problema, é necessário conhecê-lo pelo olhar da outra parte. A ANS Agência Nacional de Saúde elabora diversas resoluções normativas, afetando as relações do mercado. Nesse momento, mesmo conhecendo essa determinação, uma das partes não deve partir para uma proposta, sem entender como a outra foi afetada. Esse exemplo demonstra o objetivo da exploração. A apresentação, como o nome sugere, é o momento de oferecer a proposta, que deve ser clara, impactante, coerente e trazer soluções e compromissos capazes de serem implementados. O interlocutor deve utilizar uma linguagem clara, ser paciente na explicação e esclarecimento de dúvidas e entender que a outra parte pode não possuir o mesmo grau de conhecimento. Supondo uma reunião, para tratar de um novo equipamento diagnóstico, conduzida por um médico representante de importante prestador, com participação do gestor de plano de saúde, formado em economia. Seria racional que o interlocutor do prestador apresentasse sua proposta, embasada em diversos termos técnicos e operacionais? Fica claro que essa apresentação poderia ficar para um segundo momento, envolvendo equipes técnica, mas, conhecendo a formação do gestor, prosseguir nessa linha não traria sucesso à negociação. A clarificação sucede à apresentação e visa esclarecer quaisquer dúvidas que tenha permanecido e receber a resposta à proposta apresentada. Essa resposta pode ser uma aceitação, contraproposta ou surgimento de impasse. É o momento das partes analisarem onde podem ceder, para tentar partir para o acordo. Na ação final, o acordo é finalizado, lembrando que não basta ter firmado um acordo de qualidade, sem que a outra parte não esteja satisfeita. Isso compromete a correta execução do acordado. O acordo final deve ser corretamente elaborado, sem brechas e falhas, deixando claros as obrigações, compromissos e regras.

15 7 É fundamental entender que a negociação só encerra com o acordo implementado. As instituições do mercado de saúde atuam com sistemas, onde são inseridos os valores acordados para cada item da tabela de preços. Mesmo depois de finalizado o acordo, se a operadora não providencia a implementação dessas bases negociadas, quando realizar o envio das faturas, como resposta, o prestador receberá glosas indevidas nos serviços prestados. Para muitos, chegando a um acordo final, está encerrada a negociação. Na verdade, o processo não termina, até que o firmado seja cumprido. É quando inicia a etapa de pós-reunião de negociação. A primeira fase dessa etapa cuida do controle e avaliação, não apenas verificando se o acordo está sendo cumprido, mas, também, tomando as providências para tratar dos desvios e, se for o caso, até renegociar algum ponto. Por fim, é após a reunião que a negociação deve ser avaliada, em um processo de aprendizagem, para que os erros e acertos sejam discutidos. Esse aprendizado torna o negociador mais preparado para os próximos desafios. É o feedback atuando na formação destes interlocutores. Portanto, negociar no mercado de saúde não difere do que ocorre em outros ramos de atividade. É preciso maior profissionalismo e preparo dos representantes de entidades, pois, o cenário atual apresenta problemas graves que somente serão sanados com a participação de todos e extrema negociação, para que o prestador possa obter remuneração justa, dentro do que as operadoras possam arcar e sem onerar mais o beneficiário ou diminuir a qualidade do seu atendimento. Esse, portanto, é o paradigma a ser alcançado. 1.3 O NEGOCIADOR Obviamente, não existe um padrão que indique as características necessárias a um bom negociador, até porque, diferentes situações exigem perfis diferentes de negociadores. Muitas vezes, um negociador pode atuar com diversos estilos, adaptando-se à situação surgida; em outros casos, é necessário envolver outro interlocutor, apto a tratar de determinada questão. É preciso ficar claro que não se trata, apenas, de conhecimento ou formação acadêmica. Em uma reunião, onde é conhecido que o interlocutor da outra parte possui um perfil intimidador, buscando pressionar a outra parte e até criando um

16 8 clima de tensão, é aconselhável que a representação seja feita por alguém de perfil moderado e experiente (para não se deixar intimidar). Assim, é importante conhecer a outra parte, pois a escolha do representante é um forte fator estratégico. No mercado de saúde, podem ser necessários diversos perfis de negociador. Para tratar de questões técnicas, como autorização de determinado material cirúrgico ou necessidade de realizar um procedimento, a condução deve ser feita por um técnico; no atendimento a um beneficiário, às vésperas de realizar uma cirurgia, irritado por não ter o ato cirúrgico autorizado, é recomendada a participação de interlocutor que busca boas relações interpessoais, como um assistente social; para tratar de um reajuste, pode ser necessário um profissional com grande conhecimento do mercado. Seja qual for o perfil, algumas características são fundamentais aos bons negociadores. Primeiramente, é necessário gostar de negociar. A empresa pode possuir o profissional mais experiente e conhecedor de mercado em atividade, se não tiver gosto e perfil pela negociação, não desempenhará um bom papel. Isso acontece com freqüência no mercado de saúde, principalmente em instituições cujos proprietários são médicos, dedicados ao exercício da profissão, mas que não delegam essa função para funcionários capacitados. O negociador deve ser um bom comunicador. Ele lida com o convencimento, apresentando propostas e buscando a aceitação da outra parte. Ter boa expressão é fundamental. Nesse ponto, se junta a outras duas características importantes: ser entusiasta e persuasivo. O negociador tem que ser sociável, respeitador e honesto. Construir uma imagem respeitada é essencial. Quando perde a credibilidade e respeito do mercado, é certo que sua carreira está no fim. Por fim, o mais importante: o negociador tem que ser profissional. Uma empresa que busca sucesso, não pode ser representada, aleatoriamente, por qualquer funcionário à disposição. O negociador profissional é capacitado, com ampla formação, sempre participando de cursos de atualização. Não inicia uma negociação sem um preparo prévio, simulando cenários e conhecendo o problema. Com a crise do setor de saúde, onde operadoras e hospitais lutam para melhorar suas situações financeiras, não há mais espaço para amadorismo dos negociadores. A tendência é que esses profissionais sejam mais valorizados.

17 9 1.4 NEGOCIAÇÃO E FORTALECIMENTO DE PARCERIAS Para muitos, um bom negociador é aquele que consegue os melhores resultados para sua empresa, extraindo o máximo possível da outra parte. Pouco importa os prejuízos que o outro tenha que suportar: o importante é obter resultados expressivos para sua organização. Não existe visão de parceria e nunca cede espaço em uma negociação. Esse perfil de negociador ainda pode funcionar, em algumas relações de mercados onde uma das partes exerce forte domínio sobre a outra, praticamente eliminando o poder de negociação desta. Nessas situações, não se observa uma real negociação, e sim, imposição de vontades. No entanto, vive-se uma economia aberta, onde a concorrência é cada vez mais acirrada e as instituições, em cada mercado, atuam como uma cadeia, um sistema, onde o desempenho e sobrevivência de uma dependem dos insumos disponibilizados pela outra. Aquele que antes era um adversário passou a ser visto como parceiro. Exemplo claro está no mercado de saúde, onde operadoras e prestadores, aos poucos, deixam de se enxergarem como inimigos, para buscar soluções em conjunto. Demoraram muito para atender que um depende do outro. A operadora é responsável por enorme volume de atendimentos e faturamento dos hospitais, por outro lado, são os prestadores quem atendem aos beneficiários e respondem pelo custo das operadoras. Imagine um grande plano de saúde que, valendo-se dessa condição, impõe uma tabela de remuneração muito baixa, a um determinado hospital, que está iniciando suas atividades. Com certeza, no momento em que esse prestador alcançar maior espaço e prestígio no mercado, a conta será cobrada. Assim, algum dia o plano irá precisar de um apoio desse prestador e, nesse momento, todo o passado do relacionamento será posto à mesa de negociação. Uma posição de vantagem, hoje, serve não apenas para obter um bom resultado de curto prazo, mas, principalmente, para demonstrar respeito pela parceria, ceder, mesmo estando nessa condição vantajosa, e construir relacionamentos que lhe serão favoráveis no longo prazo. Portanto, quanto maior for a dependência, mais importante torna-se considerar as necessidades e objetivos da outra parte. Falhar nessa consideração

18 10 pode ocasionar na destruição de um bom relacionamento, o que, no longo prazo, trará diversas complicações. Dessa forma, uma verdade é indiscutível: uma negociação, em que um único lado sai vencedor, é uma negociação mal-sucedida, não apenas para aquele que sofreu a derrota imediata, mas para a sustentabilidade do relacionamento futuro. Nos conceitos, atualmente, mais respeitados de negociação eficaz, sempre está presente o objetivo básico de se busca o ganhaganha, ou seja, benefícios para todas as partes. Como ficou claro na argumentação acima, um bom negociador caracteriza-se por alcançar excelentes resultados para sua organização, respeitando o limite para que a outra parte também tenha ganhos. Contudo, é muito difícil encontrar esse equilíbrio e, estar munido de informações adequadas, pode ser o grande trunfo do negociador. Se é fundamental que seu parceiro também obtenha benefícios em um acordo, primeiramente, deve-se saber o que ele deseja e de que maneira poderá agradá-lo. Esses dados sobre as necessidades e objetivos da outra parte, representam uma enorme vantagem no momento da negociação. Uma estratégia eficiente é ser direto e, nos momentos iniciais de uma conversa, perguntar o que outro está almejando, demonstrando que seu objetivo é buscar uma negociação de ganha-ganha. Além de reduzir o risco de posicionamento, uma vez que o negociador poderá conduzir o processo com base em dados claros, evita que se perca tempo discutindo determinado ponto que, na realidade, pouco impacto acarreta para ambas as partes. É a condução de uma negociação de forma objetiva, focando aquilo que realmente interessa. Já dizia o mestre Peter Drucker: primeiro o mais importante.

19 11 2 DILEMAS E AVANÇOS DO MERCADO DE SAÚDE A sociedade sempre buscou melhorar a qualidade e expectativa de vida dos cidadãos, através do desenvolvimento científico-tecnológico e aplicação de novos conhecimentos. Esses avanços ocorrem em diversos setores da economia, ocasionando impactos em áreas como educação, segurança e preservação da natureza. Com a saúde, a situação não é diferente. A saúde, nas últimas décadas, passou por diversas e importantes mudanças que, de maneiras diferentes, impactaram no governo, cidadãos, prestadores e operadoras de saúde. O problema, contudo, é que muitas dessas mudanças não foram estruturadas e coordenadas para atender aos anseios de toda a sociedade, principalmente em se tratando de um país com dimensões do tamanho do Brasil. Além disso, a desorganização dos avanços fez com que grandes problemas fossem sanados, enquanto demais questões forma deixadas de lado e novos problemas surgiram. É importante salientar que, avanços em outras áreas, também afetam na qualidade da prestação de serviços de saúde. Antigamente, por exemplo, o atendimento médico era apenas presencial. Hoje, com o avanço da telecomunicação, através de serviços de atendimento pré-hospitalar, o beneficiário pode ser consultado e medicado através de uma ligação telefônica, sem a necessidade de se deslocar para um hospital. A melhoria dos transportes, possibilitando o deslocamento rápido de um paciente em estado grave, é outro exemplo da melhoria em outras áreas afetando a saúde. Porém, também nesses setores, ainda existem muitos problemas que prejudicam a melhor prestação dos serviços de saúde. Basta verificar os problemas da malha aérea brasileira.

20 12 Nesse cenário, o Estado possui papel fundamental, afinal, a Constituição Federal garante o direito de assistência à saúde para todos os cidadãos. O que se observa, no entanto, é um aumento da crise da saúde pública, onde os hospitais públicos já não possuem condições de atender, aumentando a lotação dos hospitais particulares conveniados ao SUS. A dificuldade em atrair e manter profissionais qualificados é outro dilema do Estado. O principal entrave é a baixa remuneração do serviço público. Geralmente, os profissionais iniciam uma carreira no Estado, atuando em PSF Programa Saúde da Família, hospitais públicos, entre outros. São empregos visto como temporários, uma vez que servem para custear a especialização desses jovens profissionais e como forma de se apresentarem ao mercado. Alcançado esses objetivos, a maioria deixa a saúde pública, para seguir carreira no setor privado. Cabe salientar que problemas semelhantes são encontrados em instituições privadas. Falta de leitos, baixa qualificação profissional, alto, índice de infecção hospitalar, urgências lotadas, são encontrados tantos em instituições públicas quanto privadas. Observando-se os pontos expostos acima, fica claro que o grande desafio está em como prestar uma assistência à saúde onde o cidadão tenha acesso ao sistema de saúde, com qualidade do atendimento e por um custo capaz de ser absorvido pela fonte pagadora. No enfrentamento desse cenário, importantes avanços ocorreram nas últimas décadas. Foram mudanças que impactaram na relação entre os elementos desse mercado e têm promovido conquistas consideráveis para os cidadãos e desafios para o setor. Um movimento que tem ganhado força e impactado no triângulo prestador/operadora/beneficiário é a chamada judicialização do mercado de saúde. Hoje, com a maior conscientização de seus direitos, principalmente pelo incremento dado pelo Código de Defesa do Consumidor, o cidadão passou a buscar mais o judiciário, na resolução de conflitos das diversas relações de consumo. Nesse sentido, a saúde não ficou fora. O fim, ou diminuição, das barreiras comerciais é outro ponto importante a ser observado. Com a globalização da economia, surpreende a velocidade com que produtos e serviços surgem e são disseminados entre países. Diferente do que

21 13 ocorria décadas atrás, produtos são lançados, simultaneamente, em países de primeiro e terceiro mundo. Em paralelo, o Brasil ganhou força no cenário externo. Possuímos uma economia forte, atraindo multinacionais e investidores estrangeiros, inclusive na área da saúde. O resultado é observado na aquisição de novos e modernos equipamentos, acesso dos profissionais a novas técnicas e importação de medicamentos e produtos de saúde. Em paralelo, o consumidor torna-se cada vez mais exigente, seja pela melhoria da educação e facilidade de acesso às informações, seja pelo aumento do poder econômico da população. As operadoras passaram a lidar com um beneficiário questionador, ciente das melhores opções de tratamento e preparados para argumentar em defesa desse entendimento. O próprio médico passou a dedicar maior tempo à explicação da sua alternativa de tratamento, uma vez que seu paciente já não aceita, passivamente, a decisão do profissional. A Pirâmide Demográfica Brasileira já não é a mesma dos anos 70. Aumentou a expectativa de vida, ao passo que a melhor educação e acesso aos meios de prevenção têm diminuído a taxa de fecundidade. Assim, a sociedade brasileira está mais idosa, conseqüentemente, aumentando a busca por tratamentos de saúde, principalmente pelo crescimento de pacientes crônicos. Epidemiologicamente, também, vive-se um momento delicado. Muitos males do passado ainda perduram, demonstrando que as campanhas de saúde do governo e implementação das melhorias sanitárias não foram suficientes, ao mesmo tempo em que novas doenças e epidemias são identificadas. Em resposta aos anseios do consumidor e necessidades do mercado, a indústria do setor de saúde tem investido em pesquisa e desenvolvimento de novos produtos. Apesar do lado positivo da busca por melhoria na qualidade do serviço de saúde, esses avanços têm elevado o custo. Se um hospital adquire um equipamento de nova geração, obviamente, precisará repassar o alto valor investido. Assim, embora o avanço do conhecimento e surgimento de novas tecnologias estejam disponíveis para um melhor tratamento dos pacientes, não há recursos suficientes para arcar com todas essas despesas. Se a situação já é difícil para o cidadão beneficiado com um plano de saúde complementar, torna-se insustentável para àqueles que dependem, exclusivamente, da assistência do Estado.

22 14 Ainda assim, o investimento em tecnologias de saúde do Brasil quando comparado ao de países desenvolvidos, ainda é muito inexpressivo. O Brasil investe, aproximadamente, 7% a 8% do seu PIB, correspondente ao que países desenvolvidos investiam na década de 80. Hoje, a diferença no montante de investimento é gritante! Os EUA, por exemplo, investem cerca de nove vezes o Brasil investe em saúde por habitantes. Em todo caso, somente aumentar o investimento não é o suficiente. Antes de qualquer coisa, é preciso gerenciar bem esse processo, para que os recursos sejam adequadamente empregados. A fim de tentar equilibrar essa balança onde, de um lado, encontra-se o custo do atendimento em saúde e, do outro, os limitados recursos das fontes pagadoras, surge a economia da saúde. Essa é uma nova área do conhecimento busca incorporar os conhecimentos econômicos ao setor saúde. Assim, através da economia da saúde, o intuito é encontrar uma forma de se ofertar saúde, selecionando o melhor conjunto de serviços e produtos, sem distinção entre os membros da sociedade e por um custo capaz de ser absorvido. A economia da saúde é parte de um conjunto de ações que acarretaram na maior profissionalização do setor. Com o passar do tempo, essa necessidade foi ganhando importância e, diante de tanta turbulência, a capacitação e investimento em mão-de-obra qualificada tornou-se questão fundamental. Operadoras e prestadores passaram a entender a complexidade e peculiaridades do setor. Hospitais não poderiam mais ser conduzidos apenas por médicos, que assumiam papel de gestor financeiro, RH, comercial. Operadoras não sobreviveriam gerenciadas por administradores ou economistas sem um mínimo conhecimento em saúde. Em outras palavras, a gestão profissional da saúde passou a ser reconhecida. Esses gestores são responsáveis pelo uso apropriado dos recursos e pela qualidade e eficiência do sistema de saúde. Essa mudança de conceitos implicou na criação de cursos e surgimento de consultorias especializadas. A educação em saúde tem avançado no surgimento de cursos de graduação, como a administração hospital, e diversos cursos de pósgraduação. Para um bom funcionamento desse mercado, é necessário que haja um sistema de regulação eficaz. O Brasil tem avançado na implementação e fiscalização de políticas voltadas para a saúde. A Agência Nacional de Saúde Suplementar é exemplo dessa conquista. Cabe frisar, no entanto, que é necessária

3 - Introdução. gestão hospitalar? 8 - Indicadores clínicos. 11 - Indicadores operacionais. 14 - Indicadores financeiros.

3 - Introdução. gestão hospitalar? 8 - Indicadores clínicos. 11 - Indicadores operacionais. 14 - Indicadores financeiros. 3 - Introdução 4 - Quais são as métricas para alcançar uma boa ÍNDICE As Métricas Fundamentais da Gestão Hospitalar gestão hospitalar? 8 - Indicadores clínicos 11 - Indicadores operacionais 14 - Indicadores

Leia mais

Cobrança de Procedimentos por pacote e diárias compactadas

Cobrança de Procedimentos por pacote e diárias compactadas TEMA 4 DO PRÉ CONGRESSO CONBRASS 2012 Atualização na formatação de preços dos procedimentos por pacote e tabelas de diárias compactadas - Dra.Giuseppina Pellegrini "A vida não se abala com a nossa ignorância,

Leia mais

VERTICALIZAÇÃO OU UNIÃO ESTRATÉGICA

VERTICALIZAÇÃO OU UNIÃO ESTRATÉGICA VERTICALIZAÇÃO OU UNIÃO ESTRATÉGICA ABRAMGE-RS Dr. Francisco Santa Helena Presidente da ABRAMGE-RS Sistema ABRAMGE 3.36 milhões de internações; 281.1 milhões de exames e procedimentos ambulatoriais; 16.8

Leia mais

COMO O INVESTIMENTO EM TI PODE COLABORAR COM A GESTÃO HOSPITALAR?

COMO O INVESTIMENTO EM TI PODE COLABORAR COM A GESTÃO HOSPITALAR? COMO O INVESTIMENTO EM TI PODE COLABORAR COM A GESTÃO HOSPITALAR? Descubra os benefícios que podem ser encontrados ao se adaptar as novas tendências de mercado ebook GRÁTIS Como o investimento em TI pode

Leia mais

Gestão estratégica em processos de mudanças

Gestão estratégica em processos de mudanças Gestão estratégica em processos de mudanças REVISÃO DOS MACRO PONTOS DO PROJETO 1a. ETAPA: BASE PARA IMPLANTAÇÃO DE UM MODELO DE GESTÃO DE PERFORMANCE PROFISSIONAL, que compreenderá o processo de Análise

Leia mais

CPI da OPME 6.Abr. 2015. Dr. Eudes de Freitas Aquino Presidente da Unimed do Brasil

CPI da OPME 6.Abr. 2015. Dr. Eudes de Freitas Aquino Presidente da Unimed do Brasil CPI da OPME 6.Abr. 2015 Dr. Eudes de Freitas Aquino Presidente da Unimed do Brasil SISTEMA UNIMED 351 Cooperativas contribuindo com a interiorização dos médicos da medicina de qualidade no Brasil. SISTEMA

Leia mais

Implementação rápida do modelo Balanced Scorecard (BSC) nas empresas de seguros

Implementação rápida do modelo Balanced Scorecard (BSC) nas empresas de seguros Implementação rápida do modelo Balanced Scorecard (BSC) nas empresas de seguros Uma evolução nos sistemas de controle gerencial e de planejamento estratégico Francisco Galiza Roteiro Básico 1 SUMÁRIO:

Leia mais

SITUAÇÃO DOS RECURSOS HUMANOS DA ÁREA DE TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO NAS IFES

SITUAÇÃO DOS RECURSOS HUMANOS DA ÁREA DE TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO NAS IFES SITUAÇÃO DOS RECURSOS HUMANOS DA ÁREA DE TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO NAS IFES Introdução A questão dos recursos humanos na área de Tecnologia da Informação é assunto de preocupação permanente no Colégio de

Leia mais

GUIA DE SOCIAIS EM REDES BOAS PRÁTICAS EM GESTÃO DO ATENDIMENTO E RELACIONAMENTO MELHORES PRÁTICAS. MELHORES RESULTADOS.

GUIA DE SOCIAIS EM REDES BOAS PRÁTICAS EM GESTÃO DO ATENDIMENTO E RELACIONAMENTO MELHORES PRÁTICAS. MELHORES RESULTADOS. GUIA DE BOAS PRÁTICAS EM GESTÃO DO ATENDIMENTO E RELACIONAMENTO EM REDES SOCIAIS MELHORES PRÁTICAS. MELHORES RESULTADOS. APRESENTAÇÃO OBJETIVO A ABA - Associação Brasileira de Anunciantes, por meio de

Leia mais

Regulação da ANS ANS entre hospital, planos e seguros saúde. Atibaia, 21 de abril de 2010

Regulação da ANS ANS entre hospital, planos e seguros saúde. Atibaia, 21 de abril de 2010 Regulação da ANS ANS entre hospital, planos e seguros saúde Atibaia, 21 de abril de 2010 Cenário atual DESAFIOS Desafios da Sustentabilidade Pressão constante sobre os custos Incorporação de novas tecnologias

Leia mais

INSTITUTO DE EDUCAÇÃO TECNOLÓGICA

INSTITUTO DE EDUCAÇÃO TECNOLÓGICA INSTITUTO DE EDUCAÇÃO TECNOLÓGICA Autor: Jeferson Correia dos Santos ARTIGO TÉCNICO INOVAÇÃO NA GESTÃO DE PÓS-VENDAS: SETOR AUTOMOTIVO RESUMO A palavra inovação tem sido atualmente umas das mais mencionadas

Leia mais

Segredos e Estratégias para Equipes Campeãs

Segredos e Estratégias para Equipes Campeãs Segredos e Estratégias para Equipes Campeãs Ultrapassando barreiras e superando adversidades. Ser um gestor de pessoas não é tarefa fácil. Existem vários perfis de gestores espalhados pelas organizações,

Leia mais

Texto CURSO DE COOPERATIVISMO AUDITORIA EM SAÚDE

Texto CURSO DE COOPERATIVISMO AUDITORIA EM SAÚDE Texto CURSO DE COOPERATIVISMO AUDITORIA EM SAÚDE Etimologia Termo Auditoria deriva: Palavra inglesa audit que significa examinar, corrigir, certificar. Do latim auditore O que ouve; ouvinte. Definição

Leia mais

PROGRAMA JOVEM APRENDIZ

PROGRAMA JOVEM APRENDIZ JOVEM APRENDIZ Eu não conhecia nada dessa parte administrativa de uma empresa. Descobri que é isso que eu quero fazer da minha vida! Douglas da Silva Serra, 19 anos - aprendiz Empresa: Sinal Quando Douglas

Leia mais

EMENTA: Auditoria Hospitalar Relação Contratual entre Hospitais e Operadoras de Saúde CONSULTA

EMENTA: Auditoria Hospitalar Relação Contratual entre Hospitais e Operadoras de Saúde CONSULTA PARECER Nº 2442/2014 CRM-PR PROCESSO CONSULTA N. º 157/2010 PROTOCOLO N. º 20097/2010 ASSUNTO: AUDITORIA HOSPITALAR RELAÇÃO CONTRATUAL ENTRE HOSPITAIS E OPERADORAS DE SAÚDE PARECERISTA: CONS.º DONIZETTI

Leia mais

Envelhecimento populacional e a composição etária de beneficiários de planos de saúde

Envelhecimento populacional e a composição etária de beneficiários de planos de saúde Envelhecimento populacional e a composição etária de beneficiários de planos de saúde Luiz Augusto Carneiro Superintendente Executivo Francine Leite Apresentação Este trabalho introduz o tema Envelhecimento

Leia mais

Docente do Curso Superior de Tecnologia em Gestão Comercial UNOESTE. E mail: joselia@unoeste.br

Docente do Curso Superior de Tecnologia em Gestão Comercial UNOESTE. E mail: joselia@unoeste.br Encontro de Ensino, Pesquisa e Extensão, Presidente Prudente, 22 a 25 de outubro, 2012 141 A LOGÍSTICA COMO DIFERENCIAL COMPETITIVO Douglas Fernandes 1, Josélia Galiciano Pedro 1 Docente do Curso Superior

Leia mais

Líder em consultoria no agronegócio

Líder em consultoria no agronegócio MPRADO COOPERATIVAS mprado.com.br COOPERATIVAS 15 ANOS 70 Consultores 25 Estados 300 cidade s 500 clientes Líder em consultoria no agronegócio 1. Comercial e Marketing 1.1 Neurovendas Objetivo: Entender

Leia mais

Desafios do setor de saúde suplementar no Brasil Maílson da Nóbrega

Desafios do setor de saúde suplementar no Brasil Maílson da Nóbrega Desafios do setor de saúde suplementar no Brasil Maílson da Nóbrega Setor de grande importância Mais de 50 milhões de beneficiários no país. Níveis elevados de satisfação com os serviços. Custos hospitalares

Leia mais

TÍTULO: O CRM NA FIDELIZAÇÃO DE CLIENTES EM UMA EMPRESA DE MATERIAL PARA CONSTRUÇÃO

TÍTULO: O CRM NA FIDELIZAÇÃO DE CLIENTES EM UMA EMPRESA DE MATERIAL PARA CONSTRUÇÃO TÍTULO: O CRM NA FIDELIZAÇÃO DE CLIENTES EM UMA EMPRESA DE MATERIAL PARA CONSTRUÇÃO CATEGORIA: CONCLUÍDO ÁREA: CIÊNCIAS SOCIAIS APLICADAS SUBÁREA: ADMINISTRAÇÃO INSTITUIÇÃO: FACULDADE DE AURIFLAMA AUTOR(ES):

Leia mais

REGULAÇÃO DAS RELAÇÕES ENTRE AS OPERADORAS DE PLANOS DE SAÚDE E OS PRESTADORES DE SERVIÇOS E A GARANTIA DA QUALIDADE DA ATENÇÃO À SAÚDE

REGULAÇÃO DAS RELAÇÕES ENTRE AS OPERADORAS DE PLANOS DE SAÚDE E OS PRESTADORES DE SERVIÇOS E A GARANTIA DA QUALIDADE DA ATENÇÃO À SAÚDE ESCOLA DE ADMINISTRAÇÃO DE EMPRESAS DE SÃO PAULO - EAESP FUNDAÇÃO GETULIO VARGAS FGV REGULAÇÃO E QUALIDADE NO SETOR DE SAÚDE SUPLEMENTAR REGULAÇÃO DAS RELAÇÕES ENTRE AS OPERADORAS DE PLANOS DE SAÚDE E

Leia mais

ERP SISTEMA DE GESTÃO EMPRESARIAL. Guia Prático de Compra O QUE SABER E COMO FAZER PARA ADQUIRIR CERTO. Edição de julho.2014

ERP SISTEMA DE GESTÃO EMPRESARIAL. Guia Prático de Compra O QUE SABER E COMO FAZER PARA ADQUIRIR CERTO. Edição de julho.2014 ERP SISTEMA DE GESTÃO EMPRESARIAL Guia Prático de Compra Edição de julho.2014 O QUE SABER E COMO FAZER PARA ADQUIRIR CERTO Í n d i c e 6 perguntas antes de adquirir um sistema 4 6 dúvidas de quem vai adquirir

Leia mais

INSTITUTO INTERAMERICANO DE COOPERAÇÃO PARA A AGRICULTURA

INSTITUTO INTERAMERICANO DE COOPERAÇÃO PARA A AGRICULTURA INSTITUTO INTERAMERICANO DE COOPERAÇÃO PARA A AGRICULTURA AGÊNCIA BRASILEIRA DE COOPERAÇÃO - ABC INSTITUTO INTERAMERICANO DE COOPERAÇÃO PARA A AGRICULTURA - IICA INSTITUTO BRASILEIRO DO MEIO AMBIENTE E

Leia mais

Painel 3 Como reconstruir a cadeia produtiva de OPME? Câmara Nacional de Negociação das Operadoras de Autogestão em Saúde: uma solução inovadora

Painel 3 Como reconstruir a cadeia produtiva de OPME? Câmara Nacional de Negociação das Operadoras de Autogestão em Saúde: uma solução inovadora Painel 3 Como reconstruir a cadeia produtiva de OPME? Câmara Nacional de Negociação das Operadoras de Autogestão em Saúde: uma solução inovadora Abril de 2015 Brasília, DF CENÁRIO DA COMERCIALIZAÇÃO DE

Leia mais

Construindo o Conteúdo da Liderança. José Renato S. Santiago Jr.

Construindo o Conteúdo da Liderança. José Renato S. Santiago Jr. Construindo o Conteúdo da Liderança José Renato S. Santiago Jr. Gestão Estratégica de RH Módulo 1: Alinhando Gestão de Pessoas com a Estratégia da Empresa Módulo 2: Compreendendo e Dinamizando a Cultura

Leia mais

Código de Ética do IBCO

Código de Ética do IBCO Código de Ética do IBCO Qua, 14 de Novembro de 2007 21:00 O papel do consultor de organização, no desempenho de suas atividades, é o de assistir aos clientes na melhoria do seu desempenho, tanto nos aspectos

Leia mais

Algumas Considerações sobre Assistência à Saúde

Algumas Considerações sobre Assistência à Saúde 254 Algumas Considerações sobre Assistência à Saúde Luiz Eduardo de Castro Neves 1 Nos dias atuais, em que há cada vez mais interesse em bens de consumo, é, sem dúvida, nos momentos em que as pessoas se

Leia mais

Conselho Regional de Medicina do Estado da Bahia CREMEB III Fórum de Publicidade Médica 24 de agosto de 2012 Conselho Regional de Medicina do Estado da Bahia CREMEB Comissão de Divulgação de Assuntos Médicos

Leia mais

A POSSIBILIDADE DA INCLUSÃO DE DESPESAS ADMINISTRATIVAS DO CONVENENTE NO PLANO DE TRABALHO A SER APRESENTADO EM CONVÊNIOS E CONTRATOS DE REPASSE

A POSSIBILIDADE DA INCLUSÃO DE DESPESAS ADMINISTRATIVAS DO CONVENENTE NO PLANO DE TRABALHO A SER APRESENTADO EM CONVÊNIOS E CONTRATOS DE REPASSE A POSSIBILIDADE DA INCLUSÃO DE DESPESAS ADMINISTRATIVAS DO CONVENENTE NO PLANO DE TRABALHO A SER APRESENTADO EM CONVÊNIOS E CONTRATOS DE REPASSE Elaborado em: 22/09/2010 Autora: Walleska Vila Nova Maranhão

Leia mais

01 RELACIONAMENTO COM OS AUDITORES INDEPENDENTES

01 RELACIONAMENTO COM OS AUDITORES INDEPENDENTES RELATÓRIO DA ADMINISTRAÇÃO Senhores Acionistas A Administração da Construtora Lix da Cunha S.A., em cumprimento às disposições legais e estatutárias, vem submeter a V.Sas., o Relatório da Administração

Leia mais

DELOITE TOUCHE TOHMATSU Código PO-SIGA POLITICA CORPORATIVA Revisão 02

DELOITE TOUCHE TOHMATSU Código PO-SIGA POLITICA CORPORATIVA Revisão 02 Pagina 1/6 ÍNDICE 1. OBJETIVO...3 2. ABRANGÊNCIA / APLICAÇÃO...3 3. REFERÊNCIAS...3 4. DEFINIÇÕES...3 5. DIRETRIZES E RESPONSABILIDADES...4 5.1 POLITICAS...4 5.2 COMPROMISSOS...4 5.3 RESPONSABILIDADES...5

Leia mais

FINANÇAS EM PROJETOS DE TI

FINANÇAS EM PROJETOS DE TI FINANÇAS EM PROJETOS DE TI 2012 Material 1 Prof. Luiz Carlos Valeretto Jr. 1 E-mail valeretto@yahoo.com.br Objetivo Objetivos desta disciplina são: reconhecer as bases da administração financeira das empresas,

Leia mais

GOVERNO DO ESTADO DE MINAS GERAIS Secretaria de Estado de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável ANEXO III ORIENTAÇÃO PARA ELABORAÇÃO DE PROJETOS

GOVERNO DO ESTADO DE MINAS GERAIS Secretaria de Estado de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável ANEXO III ORIENTAÇÃO PARA ELABORAÇÃO DE PROJETOS ANEXO III ORIENTAÇÃO PARA ELABORAÇÃO DE PROJETOS O QUE É UM PROJETO? É um documento que organiza idéias para se realizar um empreendimento, explicitando o motivo de realizá-lo, as etapas de trabalho, as

Leia mais

ELABORAÇÃO DE PROJETOS SOCIAIS. Instrutora: Aneliese Nascimento

ELABORAÇÃO DE PROJETOS SOCIAIS. Instrutora: Aneliese Nascimento Instrutora: Aneliese Nascimento O QUE É UM PROJETO? 4 Instrumento de comunicação. 4 Instrumento de intervenção em um ambiente ou situação para mudanças. 4 Instrumento para fazer algo inovador. O QUE DEVE

Leia mais

Discurso do ministro do Planejamento, Nelson Barbosa, na cerimônia de transmissão de cargo

Discurso do ministro do Planejamento, Nelson Barbosa, na cerimônia de transmissão de cargo Discurso do ministro do Planejamento, Nelson Barbosa, na cerimônia de transmissão de cargo Brasília, 02 de janeiro de 2015. Ministra Miriam Belchior, demais autoridades, parentes e amigos aqui presentes.

Leia mais

Com o objetivo de manter um alto nível de qualidade, nossos colaboradores são rigorosamente selecionados e treinados.

Com o objetivo de manter um alto nível de qualidade, nossos colaboradores são rigorosamente selecionados e treinados. A MBS SERVIÇOS possui o conhecimento necessário e indispensável para oferecer qualidade e agilidade nas realizações dos serviços prestados. Possuímos sede própria com toda infraestrutura necessária para

Leia mais

http://bvsms.saude.gov.br/bvs/saudelegis/gm/2008/prt1559_01_08_2008.html

http://bvsms.saude.gov.br/bvs/saudelegis/gm/2008/prt1559_01_08_2008.html Página 1 de 5 ADVERTÊNCIA Este texto não substitui o publicado no Diário Oficial da União Ministério da Saúde Gabinete do Ministro PORTARIA Nº 1.559, DE 1º DE AGOSTO DE 2008 Institui a Política Nacional

Leia mais

2 Agentes Comunitários de Saúde e sua atuação

2 Agentes Comunitários de Saúde e sua atuação 2 Agentes Comunitários de Saúde e sua atuação 1. A saúde é direito de todos. 2. O direito à saúde deve ser garantido pelo Estado. Aqui, deve-se entender Estado como Poder Público: governo federal, governos

Leia mais

A MOTIVAÇÃO COMO FATOR DE SUCESSO NA ORGANIZAÇÃO UM ESTUDO DE CASO NA EMPRESA MARF

A MOTIVAÇÃO COMO FATOR DE SUCESSO NA ORGANIZAÇÃO UM ESTUDO DE CASO NA EMPRESA MARF A MOTIVAÇÃO COMO FATOR DE SUCESSO NA ORGANIZAÇÃO UM ESTUDO DE CASO NA EMPRESA MARF Danilo Domingos Gonzales Simão 1 Fábio Augusto Martins Pereira 2 Gisele Maciel de Lima 3 Jaqueline de Oliveira Rocha 4

Leia mais

Consultoria! O que é e como usar?

Consultoria! O que é e como usar? Consultoria! O que é e como usar? Luciano Terra Afinal, o que é consultoria? Percebe-se que, para muitos, o termo Consultoria, assim como Marketing, Rightsizing, Merchandising, Downsizing e tantos outros,

Leia mais

Gestão Colaborativa em Segurança Corporativa. Junho 12. Consultoria Trading Serviços. Copyright NSA Brasil

Gestão Colaborativa em Segurança Corporativa. Junho 12. Consultoria Trading Serviços. Copyright NSA Brasil Junho 12 Consultoria Trading Serviços S ã o P a u l o - B u e n o s A i r e s - M e x i c o C i t y - W a s h i n g t o n - U n i t e d K i n g d o m - C o t e D ' A z u r Research for the Future Gestão

Leia mais

MARKETING E VENDAS NA FARMÁCIA

MARKETING E VENDAS NA FARMÁCIA MARKETING E VENDAS NA FARMÁCIA Há muito se discute que o mercado de farmácias é ambiente competitivo e que a atividade vem exigindo profissionalismo para a administração de seus processos, recursos e pessoal.

Leia mais

MODELO 1 PARA SELEÇÃO DE PROPOSTAS DE ARRANJOS PRODUTIVOS LOCAIS

MODELO 1 PARA SELEÇÃO DE PROPOSTAS DE ARRANJOS PRODUTIVOS LOCAIS ANEXO 1 MODELO 1 PARA SELEÇÃO DE PROPOSTAS DE ARRANJOS PRODUTIVOS LOCAIS Este documento serve como base orientadora para a apresentação de propostas de Arranjos Produtivos Locais para enquadramento no

Leia mais

GERENCIAMENTO DE MATERIAIS MÉDICOS HOSPITALARES

GERENCIAMENTO DE MATERIAIS MÉDICOS HOSPITALARES GERENCIAMENTO DE MATERIAIS MÉDICOS HOSPITALARES Jurema da Silva Herbas Palomo Diretora Coordenação de Enfermagem Instituto do Coração HC / FMUSP Enfermeiro Gestor Compete a responsabilidade da n Definição

Leia mais

Código de Ética. PARTE I Relação com o cliente de Consultoria

Código de Ética. PARTE I Relação com o cliente de Consultoria Código de Ética PARTE I Relação com o cliente de Consultoria 1. É essencial que o Consultor estabeleça de inicio com o cliente, de forma clara, os objetivos do trabalho previsto, dos meios a serem utilizados,

Leia mais

Aquecimento para o 3º Seminário Internacional de BPM

Aquecimento para o 3º Seminário Internacional de BPM Aquecimento para o 3º Seminário Internacional de BPM É COM GRANDE PRAZER QUE GOSTARÍAMOS DE OFICIALIZAR A PARTICIPAÇÃO DE PAUL HARMON NO 3º SEMINÁRIO INTERNACIONAL DE BPM!! No ano passado discutimos Gestão

Leia mais

ERP: Pacote Pronto versus Solução in house

ERP: Pacote Pronto versus Solução in house ERP: Pacote Pronto versus Solução in house Introdução Com a disseminação da utilidade e dos ganhos em se informatizar e integrar os diversos departamentos de uma empresa com o uso de um ERP, algumas empresas

Leia mais

Manual do Usuário. Cuidados com o prontuário

Manual do Usuário. Cuidados com o prontuário Manual do Usuário Este manual foi feito para orientar os usuários dos serviços de internação domiciliar da HN Home Care Home Care, tanto para a modalidade de plantão de enfermagem de 12h, quanto para o

Leia mais

Agilizando o processo de compras para aumentar a eficiência e comprar melhor

Agilizando o processo de compras para aumentar a eficiência e comprar melhor Agilizando o processo de compras para aumentar a eficiência e comprar melhor Toda empresa privada deseja gerar lucro e para que chegue com sucesso ao final do mês ela precisa vender, sejam seus serviços

Leia mais

P á g i n a 3 INTRODUÇÃO

P á g i n a 3 INTRODUÇÃO P á g i n a 3 INTRODUÇÃO A Administração de Materiais compreende as decisões e o controle sobre o planejamento, programação, compra, armazenamento e distribuição dos materiais indispensáveis à produção

Leia mais

FANTÁSTICO E JORNAL NACIONAL DENUNCIAM ESQUEMA QUE TRANSFORMA SAÚDE EM BALCÃO DE NEGÓCIOS

FANTÁSTICO E JORNAL NACIONAL DENUNCIAM ESQUEMA QUE TRANSFORMA SAÚDE EM BALCÃO DE NEGÓCIOS FANTÁSTICO E JORNAL NACIONAL DENUNCIAM ESQUEMA QUE TRANSFORMA SAÚDE EM BALCÃO DE NEGÓCIOS A reportagem veiculada no programa Fantástico, da Rede Globo, no domingo (04/01), trouxe à tona um drama que assola

Leia mais

RESOLUÇÃO CRM-PR N.º 191/2013.

RESOLUÇÃO CRM-PR N.º 191/2013. RESOLUÇÃO CRM-PR N.º 191/2013. Dispõe sobre a obrigatoriedade dos Contratos firmados entre as Operadoras de Planos de Saúde e os Médicos seguirem as Normativas da ANS Agência Nacional de Saúde Suplementar.

Leia mais

PROJETO DE ESTRUTURAÇÃO SAÚDE PÚBLICA Prefeitura Municipal de Itapeva - SP. Maio de 2014

PROJETO DE ESTRUTURAÇÃO SAÚDE PÚBLICA Prefeitura Municipal de Itapeva - SP. Maio de 2014 PROJETO DE ESTRUTURAÇÃO SAÚDE PÚBLICA Prefeitura Municipal de Itapeva - SP Maio de 2014 UMA RÁPIDA VISÃO DA SAÚDE PÚBLICA NO BRASIL HOJE Estrutura com grandes dimensões, complexa, onerosa e com falta de

Leia mais

Índice. Farmácia de Manipulação Conhecendo uma farmácia de manipulação, suas vantagens e procedimentos... 2

Índice. Farmácia de Manipulação Conhecendo uma farmácia de manipulação, suas vantagens e procedimentos... 2 1 Índice Farmácia de Manipulação Conhecendo uma farmácia de manipulação, suas vantagens e procedimentos... 2 A Empresa Informações sobre a empresa, farmacêuticas responsáveis, instalações, diferenciais

Leia mais

O Balanced Scorecard BSC e a gestão do desempenho estratégico nas organizações do terceiro setor.

O Balanced Scorecard BSC e a gestão do desempenho estratégico nas organizações do terceiro setor. 1 São Paulo, 06 de junho do 2003 O Balanced Scorecard BSC e a gestão do desempenho estratégico nas organizações do terceiro setor. Peter Drucker (2001 p.67), fez a seguinte afirmação ao se referir ao terceiro

Leia mais

EDITAL DO LEILÃO Nº 2/2011 ANEXO 9 DO CONTRATO PLANO DE TRANSFERÊNCIA OPERACIONAL (PTO)

EDITAL DO LEILÃO Nº 2/2011 ANEXO 9 DO CONTRATO PLANO DE TRANSFERÊNCIA OPERACIONAL (PTO) EDITAL DO LEILÃO Nº 2/2011 CONCESSÃO PARA AMPLIAÇÃO, MANUTENÇÃO E EXPLORAÇÃO DOS AEROPORTOS INTERNACIONAIS BRASÍLIA CAMPINAS GUARULHOS EDITAL DO LEILÃO Nº 2/2011 ANEXO 9 DO CONTRATO PLANO DE TRANSFERÊNCIA

Leia mais

Gerenciamento de Riscos

Gerenciamento de Riscos Gerenciamento de Riscos o Processo sistemático o Análise e resposta aos riscos do projeto o Minimizar as consequências dos eventos negativos o Aumento dos eventos positivos Gerenciamento de Riscos o Principais

Leia mais

Guia para Pré-Proposta FUMDEC Macaé

Guia para Pré-Proposta FUMDEC Macaé Guia para Pré-Proposta FUMDEC Macaé 1. Objetivo O presente guia tem como objetivo orientar o empreendedor a como preencher o Formulário de Pré-proposta para financiamento, item fundamental para início

Leia mais

A Importância do Marketing nos Serviços da. Área de Saúde - Estratégias utilizadas para fidelizar o cliente

A Importância do Marketing nos Serviços da. Área de Saúde - Estratégias utilizadas para fidelizar o cliente A Importância do Marketing nos Serviços da Área de Saúde - Estratégias utilizadas para fidelizar o cliente Hellen Souza¹ Universidade do Vale do Rio dos Sinos UNISINOS RESUMO Este artigo aborda a importância

Leia mais

A pesquisa de campo foi realizada com questões para os núcleos administrativo, pessoal e acadêmico e procura explorar duas situações distintas:

A pesquisa de campo foi realizada com questões para os núcleos administrativo, pessoal e acadêmico e procura explorar duas situações distintas: 4 Pesquisa de campo Neste capitulo será apresentado o resultado dos questionários da pesquisa de campo que serviu para o estudo de caso. A coleta de dados será dividida em: Núcleo administrativo Núcleo

Leia mais

Gestão de iniciativas sociais

Gestão de iniciativas sociais Gestão de iniciativas sociais Leia o texto a seguir e entenda o conceito do Trevo e as suas relações com a gestão organizacional. Caso queira ir direto para os textos, clique aqui. http://www.promenino.org.br/ferramentas/trevo/tabid/115/default.aspx

Leia mais

Mesmo em uma construtora de menor porte, o processo de gestão pode ser bastante complexo. Este guia traz dicas de gerenciamento para atingir os

Mesmo em uma construtora de menor porte, o processo de gestão pode ser bastante complexo. Este guia traz dicas de gerenciamento para atingir os Mesmo em uma construtora de menor porte, o processo de gestão pode ser bastante complexo. Este guia traz dicas de gerenciamento para atingir os melhores resultados. 2 ÍNDICE SOBRE O SIENGE INTRODUÇÃO 01

Leia mais

W W W. G U I A I N V E S T. C O M. B R

W W W. G U I A I N V E S T. C O M. B R 8 DICAS ESSENCIAIS PARA ESCOLHER SUA CORRETORA W W W. G U I A I N V E S T. C O M. B R Aviso Importante O autor não tem nenhum vínculo com as pessoas, instituições financeiras e produtos, citados, utilizando-os

Leia mais

MARGEM DE CONTRIBUIÇÃO: QUANTO SOBRA PARA SUA EMPRESA?

MARGEM DE CONTRIBUIÇÃO: QUANTO SOBRA PARA SUA EMPRESA? MARGEM DE CONTRIBUIÇÃO: QUANTO SOBRA PARA SUA EMPRESA? Que nome estranho! O que é isso? Essa expressão, Margem de Contribuição, pode soar estranha aos ouvidos, mas entender o que significa ajudará muito

Leia mais

GESTÃO DO NÍVEL DE SERVIÇO E SEGMENTAÇÃO DE MERCADO PARA DIFERENCIAÇÃO DOS SERVIÇOS DE RH. PROFa. EVELISE CZEREPUSZKO

GESTÃO DO NÍVEL DE SERVIÇO E SEGMENTAÇÃO DE MERCADO PARA DIFERENCIAÇÃO DOS SERVIÇOS DE RH. PROFa. EVELISE CZEREPUSZKO GESTÃO DO NÍVEL DE SERVIÇO E SEGMENTAÇÃO DE MERCADO PARA DIFERENCIAÇÃO DOS SERVIÇOS DE RH PROFa. EVELISE CZEREPUSZKO O QUE É NÍVEL DE SERVIÇO LOGÍSTICO? É a qualidade com que o fluxo de bens e serviços

Leia mais

Pesquisa realizada com os participantes do 12º Seminário Nacional de Gestão de Projetos. Apresentação

Pesquisa realizada com os participantes do 12º Seminário Nacional de Gestão de Projetos. Apresentação Pesquisa realizada com os participantes do de Apresentação O perfil do profissional de Projetos Pesquisa realizada durante o 12 Seminário Nacional de, ocorrido em 2009, traça um importante perfil do profissional

Leia mais

Relato Reunião COPISS Coordenador 19 de abril de 2012, 52ª reunião ANS, Rio de Janeiro 9h00 às 17h00

Relato Reunião COPISS Coordenador 19 de abril de 2012, 52ª reunião ANS, Rio de Janeiro 9h00 às 17h00 Relato Reunião COPISS Coordenador 19 de abril de 2012, 52ª reunião ANS, Rio de Janeiro 9h00 às 17h00 1 Resumo e considerações* A reunião apresentou bastante debate, e deliberações importantes. Alguns pontos

Leia mais

CARTA DE SÃO PAULO 5º CONGRESSO BRASILEIRO SOBRE O USO RACIONAL DE MEDICAMENTOS O USO RACIONAL DE MEDICAMENTOS E A SEGURANÇA DO PACIENTE

CARTA DE SÃO PAULO 5º CONGRESSO BRASILEIRO SOBRE O USO RACIONAL DE MEDICAMENTOS O USO RACIONAL DE MEDICAMENTOS E A SEGURANÇA DO PACIENTE CARTA DE SÃO PAULO 5º CONGRESSO BRASILEIRO SOBRE O USO RACIONAL DE MEDICAMENTOS O USO RACIONAL DE MEDICAMENTOS E A SEGURANÇA DO PACIENTE A realização do I Congresso Brasileiro sobre o Uso Racional de Medicamentos

Leia mais

Título do Case: Departamento Comercial com foco nas expectativas do cliente Categoria: Projeto Interno

Título do Case: Departamento Comercial com foco nas expectativas do cliente Categoria: Projeto Interno Título do Case: Departamento Comercial com foco nas expectativas do cliente Categoria: Projeto Interno Resumo O presente case mostra como ocorreu o processo de implantação do Departamento Comercial em

Leia mais

Planejamento Estratégico PLANEJAMENTO ESTRATÉGICO. Histórico de elaboração Julho 2014

Planejamento Estratégico PLANEJAMENTO ESTRATÉGICO. Histórico de elaboração Julho 2014 Planejamento Estratégico PLANEJAMENTO ESTRATÉGICO Histórico de elaboração Julho 2014 Motivações Boa prática de gestão Orientação para objetivos da Direção Executiva Adaptação à mudança de cenários na sociedade

Leia mais

Junho 2013 1. O custo da saúde

Junho 2013 1. O custo da saúde Junho 2013 1 O custo da saúde Os custos cada vez mais crescentes no setor de saúde, decorrentes das inovações tecnológicas, do advento de novos procedimentos, do desenvolvimento de novos medicamentos,

Leia mais

Palavra chave: Capital Humano, Gestão de Pessoas, Recursos Humanos, Vantagem Competitiva.

Palavra chave: Capital Humano, Gestão de Pessoas, Recursos Humanos, Vantagem Competitiva. COMPREENDENDO A GESTÃO DE PESSOAS Karina Fernandes de Miranda Helenir Celme Fernandes de Miranda RESUMO: Este artigo apresenta as principais diferenças e semelhanças entre gestão de pessoas e recursos

Leia mais

AVALIAÇÃO DOS PLANOS DE SAÚDE PELOS USUÁRIOS ANO II SÃO PAULO 2013

AVALIAÇÃO DOS PLANOS DE SAÚDE PELOS USUÁRIOS ANO II SÃO PAULO 2013 1 AVALIAÇÃO DOS PLANOS DE SAÚDE PELOS USUÁRIOS ANO II SÃO PAULO Temas 2 Objetivo e metodologia Utilização dos serviços do plano de saúde e ocorrência de problemas Reclamação ou recurso contra o plano de

Leia mais

Instruções para Habilitação aos Auxílios e Apoios do PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM ENGENHARIA MECÂNICA-UFU PROEX-PPG-EM-UFU

Instruções para Habilitação aos Auxílios e Apoios do PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM ENGENHARIA MECÂNICA-UFU PROEX-PPG-EM-UFU Instruções para Habilitação aos Auxílios e Apoios do PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM ENGENHARIA MECÂNICA-UFU PROEX-PPG-EM-UFU Documento Básico de Orientações do Programa de Excelência Acadêmica PROEX PROGRAMA

Leia mais

EDUCAÇÃO EXECUTIVA PARA O MERCADO FINANCEIRO MAIO / 2005 108-TC-B4

EDUCAÇÃO EXECUTIVA PARA O MERCADO FINANCEIRO MAIO / 2005 108-TC-B4 1 EDUCAÇÃO EXECUTIVA PARA O MERCADO FINANCEIRO MAIO / 2005 108-TC-B4 NADINE WASSMER TREINA E-LEARNING treina@treina.com.br ROSANA GOMES CONTEÚDOS E HABILIDADES EDUCAÇÃO CORPORATIVA DESCRIÇÃO DE PROJETO

Leia mais

5. Tendências na Gestão de Pessoas *

5. Tendências na Gestão de Pessoas * 5. Tendências na Gestão de Pessoas * Trabalho há mais de dez anos como coach e consultora de desenvolvimento humano e organizacional. Minha formação acadêmica é em Engenharia Eletrônica, e antes da grande

Leia mais

A IMPORTÂNCIA DA CONTABILIDADE GERENCIAL NA GESTÃO EMPRESARIAL

A IMPORTÂNCIA DA CONTABILIDADE GERENCIAL NA GESTÃO EMPRESARIAL A IMPORTÂNCIA DA CONTABILIDADE GERENCIAL NA GESTÃO EMPRESARIAL Aldemar Dias de Almeida Filho Discente do 4º ano do Curso de Ciências Contábeis Faculdades Integradas de Três Lagoas AEMS Élica Cristina da

Leia mais

CompuStream Plano de Negócios COMPUSTREAM CONSULTORIA LTDA.

CompuStream Plano de Negócios COMPUSTREAM CONSULTORIA LTDA. CompuStream Plano de Negócios COMPUSTREAM CONSULTORIA LTDA. A CompuStream, empresa especializada em desenvolvimento de negócios, atua em projetos de investimento em empresas brasileiras que tenham um alto

Leia mais

2 - Sabemos que a educação à distância vem ocupando um importante espaço no mundo educacional. Como podemos identificar o Brasil nesse contexto?

2 - Sabemos que a educação à distância vem ocupando um importante espaço no mundo educacional. Como podemos identificar o Brasil nesse contexto? A EDUCAÇÃO À DISTÂNCIA E O FUTURO Arnaldo Niskier 1 - Qual a relação existente entre as transformações do mundo educacional e profissional e a educação à distância? A educação à distância pressupõe uma

Leia mais

Ementa do MBA Executivo em Gestão Empresarial com ênfase em Locação de Equipamento Turma: SINDILEQ

Ementa do MBA Executivo em Gestão Empresarial com ênfase em Locação de Equipamento Turma: SINDILEQ Um jeito Diferente, Inovador e Prático de fazer Educação Corporativa Ementa do MBA Executivo em Gestão Empresarial com ênfase em Locação de Equipamento Turma: SINDILEQ Objetivo: Auxiliar o desenvolvimento

Leia mais

Veja 10 fatores a serem avaliados ao receber proposta de emprego

Veja 10 fatores a serem avaliados ao receber proposta de emprego Terça-feira, 10 de dezembro de 2013 Atualizado em 10/12/2013 08h00 Veja 10 fatores a serem avaliados ao receber proposta de emprego Profissional deve pesar salário, plano de carreira, horário, entre outros.

Leia mais

Texto para Coluna do NRE-POLI na Revista Construção e Mercado Pini agosto 2015

Texto para Coluna do NRE-POLI na Revista Construção e Mercado Pini agosto 2015 Texto para Coluna do NRE-POLI na Revista Construção e Mercado Pini agosto 2015 GESTÃO DO ESTOQUE DE UNIDADES PRONTAS Eco, MBA R.E., Mestre em Eng. Civil, Alfredo Eduardo Abibi Filho Dir. Inc. Jal Empreendimentos

Leia mais

Auditoria no Terceiro Setor

Auditoria no Terceiro Setor Auditoria no Terceiro Setor Percepções e Resultados da Pesquisa 2006 AUDIT 1 Introdução O Terceiro Setor vem em crescente processo de evolução porém, nos últimos anos, um das principais missões das entidades

Leia mais

Considerações. Acesso à Pesquisa: www.fpa.org.br/area/pesquisaidosos www.sescsp.org.br

Considerações. Acesso à Pesquisa: www.fpa.org.br/area/pesquisaidosos www.sescsp.org.br IDOSOS NO BRASIL: Vivências, Desafios e Expectativas na 3 a. Idade Pesquisa realizada pela Fundação Perseu Abramo em parceria com SESC Nacional e SESC São Paulo Considerações Para viabilizar a pesquisa

Leia mais

CÓDIGO DE ÉTICA G UPO

CÓDIGO DE ÉTICA G UPO CÓDIGO DE ÉTICA G UPO 1 Sumário APRESENTAÇÃO... 2 1. APLICABILIDADE... 3 ESCLARECIMENTOS... 3 O COMITÊ DE ÉTICA... 3 ATRIBUIÇÕES DO COMITÊ... 3,4 2. ASSUNTOS INTERNOS... 4 OUVIDORIA... 4 PRECONCEITO...

Leia mais

PROJETO DE LEI Nº 2.031, DE 1999

PROJETO DE LEI Nº 2.031, DE 1999 COMISSÃO DE SEGURIDADE SOCIAL E FAMÍLIA PROJETO DE LEI Nº 2.031, DE 1999 Dispõe sobre o atendimento obrigatório aos portadores da Doença de Alzheimer no Sistema Único de Saúde - SUS, e dá outras providências.

Leia mais

FACULDADE DE ECONOMIA, ADMINISTRAÇÃO E CONTABILIDADE DA UNIVERSIDADE DE SÃO PAULO FEA USP ARTIGO

FACULDADE DE ECONOMIA, ADMINISTRAÇÃO E CONTABILIDADE DA UNIVERSIDADE DE SÃO PAULO FEA USP ARTIGO FACULDADE DE ECONOMIA, ADMINISTRAÇÃO E CONTABILIDADE DA UNIVERSIDADE DE SÃO PAULO FEA USP ARTIGO COMO AS MUDANÇAS NAS ORGANIZAÇÕES ESTÃO IMPACTANDO A ÁREA DE RECURSOS HUMANOS Paola Moreno Giglioti Administração

Leia mais

Kit de Apoio à Gestão Pública 1

Kit de Apoio à Gestão Pública 1 Kit de Apoio à Gestão Pública 1 Índice CADERNO 3: Kit de Apoio à Gestão Pública 3.1. Orientações para a reunião de Apoio à Gestão Pública... 03 3.1.1. O tema do Ciclo 4... 03 3.1.2. Objetivo, ações básicas

Leia mais

A ORGANIZAÇÃO E A SISTEMATIZAÇÃO DA PÓS-GRADUAÇÃO

A ORGANIZAÇÃO E A SISTEMATIZAÇÃO DA PÓS-GRADUAÇÃO A ORGANIZAÇÃO E A SISTEMATIZAÇÃO DA PÓS-GRADUAÇÃO 1. A Pesquisa e a pós-graduação A pesquisa sistematizada na PUCPR proporcionou uma sinergia significativa com as atividades de ensino. Um resultado inicial

Leia mais

CURSO DE PÓS-GRADUAÇÃO LATO SENSU (ESPECIALIZAÇÃO) MBA em Gestão de Pessoas Coordenação Acadêmica: Drª. Ana Maria Viegas Reis

CURSO DE PÓS-GRADUAÇÃO LATO SENSU (ESPECIALIZAÇÃO) MBA em Gestão de Pessoas Coordenação Acadêmica: Drª. Ana Maria Viegas Reis CURSO DE PÓS-GRADUAÇÃO LATO SENSU (ESPECIALIZAÇÃO) MBA em Gestão de Pessoas Coordenação Acadêmica: Drª. Ana Maria Viegas Reis APRESENTAÇÃO A FGV é uma instituição privada sem fins lucrativos, fundada em

Leia mais

Pesquisa de Clima tornou-se uma ação estratégica de Gestão de Pessoas

Pesquisa de Clima tornou-se uma ação estratégica de Gestão de Pessoas Pesquisa de Clima tornou-se uma ação estratégica de Gestão de Pessoas Boas propostas são essenciais para que uma gestão tenha êxito, mas para que isso ocorra é fundamental que os dirigentes organizacionais

Leia mais

FORMAÇÃO E CAPACITAÇÃODE RECURSOS HUMANOS DA ANTT

FORMAÇÃO E CAPACITAÇÃODE RECURSOS HUMANOS DA ANTT FORMAÇÃO E CAPACITAÇÃODE RECURSOS HUMANOS DA ANTT Quadro de Servidores SITUAÇÃO 2008 2009 Abril 2010 CARGOS EFETIVOS (*) 429 752 860 Analista Administrativo 16 40 41 Especialista em Regulação 98 156 169

Leia mais

Planejamento Estratégico PLANEJAMENTO ESTRATÉGICO. Formação dos grupos de trabalho e Detalhamento das estratégias do Plano de Ação Julho 2014

Planejamento Estratégico PLANEJAMENTO ESTRATÉGICO. Formação dos grupos de trabalho e Detalhamento das estratégias do Plano de Ação Julho 2014 Planejamento Estratégico PLANEJAMENTO ESTRATÉGICO Formação dos grupos de trabalho e Detalhamento das estratégias do Plano de Ação Julho 2014 Grupos de trabalho: formação Objetivo: elaborar atividades e

Leia mais

FACULDADE REDENTOR NUCLEO DE APOIO EMPRESARIAL CURSO DE ADMINISTRAÇÃO

FACULDADE REDENTOR NUCLEO DE APOIO EMPRESARIAL CURSO DE ADMINISTRAÇÃO FACULDADE REDENTOR NUCLEO DE APOIO EMPRESARIAL CURSO DE ADMINISTRAÇÃO Justificativa: As transformações ocorridas nos últimos anos têm obrigado as organizações a se modificarem constantemente e de forma

Leia mais

PROJETO DE LEI N.º 826, DE 2011 (Do Sr. José Priante)

PROJETO DE LEI N.º 826, DE 2011 (Do Sr. José Priante) CÂMARA DOS DEPUTADOS PROJETO DE LEI N.º 826, DE 2011 (Do Sr. José Priante) Altera dispositivos da Lei nº 10.741, de 1º de outubro de 2003, que dispõe sobre o Estatuto do Idoso, para assegurar às pessoas

Leia mais

Vendas - Cursos. Curso Completo de Treinamento em Vendas com Eduardo Botelho - 15 DVDs

Vendas - Cursos. Curso Completo de Treinamento em Vendas com Eduardo Botelho - 15 DVDs Vendas - Cursos Curso Completo de Treinamento em Vendas com - 15 DVDs O DA VENDA Esta palestra mostra de maneira simples e direta como planejar o seu trabalho e, também, os seus objetivos pessoais. Através

Leia mais

Revista Inteligência Competitiva José Fonseca de Medeiros ABRAIC E A PROFISSÃO DE ANALISTA DE INTELIGÊNCIA COMPETITIVA NO BRASIL

Revista Inteligência Competitiva José Fonseca de Medeiros ABRAIC E A PROFISSÃO DE ANALISTA DE INTELIGÊNCIA COMPETITIVA NO BRASIL 244 ABRAIC E A PROFISSÃO DE ANALISTA DE INTELIGÊNCIA COMPETITIVA NO BRASIL 1 Entrevista com Francisco Diretor de Articulação Nacional da ABRAIC, sobre a profissão de analista de inteligência competitiva

Leia mais

Desculpe, Sérgio, eu não sei se eu falei saúde, a minha pergunta é sobre automóveis.

Desculpe, Sérgio, eu não sei se eu falei saúde, a minha pergunta é sobre automóveis. Iago Whately, Banco Fator: Eu tenho duas perguntas. A primeira é a respeito da sinistralidade no seguro de saúde. A sinistralidade da SulAmérica no 1T ficou bem abaixo da média do mercado segurador. Eu

Leia mais

2013 Inventta Todos os direitos reservados.

2013 Inventta Todos os direitos reservados. Agenda Quem Somos Gerindo a Inovação nas Empresas Estímulos Governamentais à Inovação Resultados da pesquisa FDC/Inventta Conclusões O GRUPO A Inventta é uma consultoria especializada em gestão da inovação,

Leia mais

COMPROMISSO HONESTIDADE PARCERIA TRANSPARÊNCIA CÓDIGO DE ÉTICA INTEGRIDADE VALORES RESPEITO SUCESSO. Versão 01-13

COMPROMISSO HONESTIDADE PARCERIA TRANSPARÊNCIA CÓDIGO DE ÉTICA INTEGRIDADE VALORES RESPEITO SUCESSO. Versão 01-13 COMPROMISSO HONESTIDADE PARCERIA TRANSPARÊNCIA CÓDIGO DE ÉTICA INTEGRIDADE VALORES RESPEITO SUCESSO Versão 01-13 1 C Ó D I G O D E É T I C A Introdução A ÉTICA é o ideal de conduta humana, desenvolvido

Leia mais