PEDAGOGIA EM ESPAÇOS SOCIAIS: OLHARES E REFLEXÕES EM CAMPOS DE ESTÁGIO¹

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "PEDAGOGIA EM ESPAÇOS SOCIAIS: OLHARES E REFLEXÕES EM CAMPOS DE ESTÁGIO¹"

Transcrição

1 PEDAGOGIA EM ESPAÇOS SOCIAIS: OLHARES E REFLEXÕES EM CAMPOS DE ESTÁGIO¹ ALVES, T. C.²; RENK, E. F.³; LEÃO, T.J.E. 4 ¹ Trabalho desenvolvido na disciplina de Estágio Curricular Supervisionado II Espaços Sociais - CentroUniversitário Franciscano (UNIFRA), Santa Maria, RS, Brasil ² Acadêmica do Curso de Pedagogia do Centro Universitário Franciscano (UNIFRA), Santa Maria, ³ Acadêmica do Curso de Pedagogia do Centro Universitário Franciscano (UNIFRA), Santa Maria, 4 Professora do Curso de Pedagogia do Centro Universitário Franciscano (UNIFRA), Santa Maria, RESUMO O trabalho apresenta as impressões de duas acadêmicas do curso de Pedagogia, no que se refere às experiências vivenciadas no estágio curricular II Pedagogia em Espaços Sociais do curso de Pedagogia do Centro Universitário Franciscano. Este estágio oportuniza um olhar dos futuros pedagogos para os espaços sócio-educativos, seu funcionamento no campo da gestão e quais as contribuições destes profissionais da educação para os processos pedagógicos de tais espaços educativos. O trabalho contou com a participação de quinze crianças em idade escolar, todos estudantes da rede pública de ensino e assistidas por um espaço social, por estarem em situação de vulnerabilidade social. A metodologia do estágio optou por trabalhar com os pressupostos da leitura e da escrita com interfaces da ludicidade, na busca de desenvolver o olhar crítico e a produção escrita dos envolvidos no processo. Palavras-chave: Estágio curricular; Espaços Sociais; Leitura e Escrita. INTRODUÇÃO O trabalho relata as experiências de duas acadêmicas do curso de Pedagogia, na disciplina de Estágio Supervisionado II, Pedagogia em Espaços Sociais. Este estágio é um dos pré-requisitos para conclusão do Curso de Pedagogia, do Centro Universitário Franciscano, UNIFRA, o mesmo ocorreu no período de nove de abril a dois de julho do ano de 2010, com um encontro semanal. O referido estágio que deu origem a este ensaio foi realizado em uma instituição social, portanto, um espaço não formal de educação, na região urbana do município de Santa Maria - RS. O público alvo foram crianças entre oito e nove anos de idade que correspondem à terceira série do ensino fundamental e frequentam a instituição no turno inverso as aulas. A instituição assiste um público específico de crianças em situação de vulnerabilidade social, todas de comunidades carentes de Santa Maria, RS. O espaço possui duas coordenadorias pedagógicas, uma responsável pela escola de Ensino Fundamental, e outra pela assistência social que realiza várias oficinas e atividades educativas. Salientamos que o nosso estágio foi realizado no espaço social, ou seja, na educação não-formal. METODOLOGIA Para a construção do projeto de estágio, primeiramente, realizamos uma visita a Instituição Social. Durante a visita, em uma entrevista informal com a diretora da mesma, nos foi relatado que as crianças que frequentam o lar tem uma necessidade muito grande de se expressar, e que na sala de aula isso não é possível devido à necessidade de serem trabalhados os conteúdos escolares e da inviabilidade de ser oferecido o espaço necessário. Nos informaram também que as mesmas possuem dificuldades de leitura e de construção 1

2 da escrita e que não possuem autonomia, ou seja, fazem somente cópias ao escrever, e, muitas vezes, não conseguem ler o que copiam. A partir dos relatos obtidos na instituição, e para contribuir com os processos educativos da mesma, estruturamos uma metodologia flexível e com viés lúdico. Para atingir os objetivos propostos, a metodologia contou com atividades diversificadas como a hora do conto, releitura das obras, produção textual, desenhos, colagens, pinturas, atividades com músicas, expressões cênicas, dinâmicas de grupo, dentre outras brincadeiras que se desenvolveram no pátio da escola e na pracinha. Num primeiro momento nos apresentamos às crianças, interagimos com as mesmas, descontraímos o ambiente com músicas, balões, brincadeiras, no intuito de conquistá-las e tornar o ambiente mais harmonioso. Também explicamos o objetivo de estarmos na Instituição e o tipo de atividades que seriam realizadas. É importante salientar que buscamos temas e atividades que fizessem parte do contexto no qual estão inseridas, histórias que instigassem as crianças. Como também, procuramos atender, dentro do possível, as sugestões feitas pelas mesmas, para que sentissem prazer em realizar as atividades, e que fizessem alguma relação com suas histórias de vida. Priorizamos desenvolver as atividades sempre em grupo, para que as crianças aprendessem a tomar decisões coletivamente e desenvolvessem o respeito mútuo e o companheirismo. As atividades em grupo também foram de extrema importância por possibilitaram que o conhecimento fosse construído coletivamente, através da troca de experiências e da interação com as demais crianças e estagiárias. Durante as atividades realizadas no estágio procuramos agir sem forçar as crianças a realizar as atividades com tempo determinado e contra os seus interesses. Em determinadas situações eles não aceitaram realizar o que propomos, então levamos em consideração suas propostas, e assim, realizamos os encontros com uma proposta de interesse das crianças, ou seja, de fácil aceitação por elas e de maior significado nas suas aprendizagens. FUNDAMENTAÇÃO TEÓRICA A educação não-formal é uma modalidade de ensino que vem ganhando destaque na sociedade atualmente, um dos motivos desse crescimento é a crise das escolas públicas, que acabam excluindo alguns educandos ao não valorizar a sua cultura popular e privilegiando a cultura da sociedade dominante. Essa modalidade de ensino caracteriza-se pela não fixação de tempos e espaços de aprendizagem e pela flexibilidade dos currículos, conteúdos e, embora não seja o seu principal objetivo, acaba preenchendo as falhas da educação formal e fornece certificação de conclusão. Possui semelhança com a educação formal no que diz respeito à estrutura e organização que ambas devem possuir. Como nos trazem Simson; Park; Fernandes (2001) a educação não-formal valoriza a cultura e realidade dos indivíduos participantes, envolve educadores e educandos no processo educativo, resgata a bagagem cultural de cada um e faz com que esteja presente no decorrer de todos os trabalhos O trabalho realizado nesses espaços é de extrema importância na vida dos indivíduos, as atividades desenvolvidas precisam ser vivenciadas com prazer, em locais agradáveis, estimulando a troca de experiências e a afetividade, para que todos aprendam a agir e pensar coletivamente, construindo juntos o conhecimento, no intuito de que futuramente, possam transformar suas realidades e da comunidade no qual estão inseridos. Neste sentido nossos encontros tiveram caráter extremamente lúdico, pois sabemos da importância da ludicidade no desenvolvimento da criança. Conforme Luckesi (1994), o lúdico faz-se no trânsito do mundo subjetivo para o mundo objetivo e vice-versa, em situações em que a rigidez em qualquer uma dessas polaridades destrói a possibilidade do lúdico, do jogo, e por isso mesmo, a vida como um caminho criativo, carece de momentos de ludicidade para um amplo desenvolvimento dos estudantes. 2

3 Pode-se dizer que o lúdico se realiza entre esses dois mundos, permitindo de um lado o ser humano viver alegre e feliz e de outro construir seu modo de ser, sua personalidade, que vai se dimensionando ao longo do tempo, um contato sensível com o ato de criar e brincar, na busca de socializações e entendimentos da cooperação e sensibilização. A partir da citação acima podemos perceber a importância da ludicidade na vida das crianças, pois percebemos que a mesma faz parte do processo pelo qual a criança se constitui, sendo que é a partir de representações que a criança constrói suas percepções da realidade, como também se encaminha para sua formação enquanto ser humano. Na observação do ato de brincar, característico às crianças, nós educadores e pesquisadores podemos compreender melhor, como elas percebem e reconstroem o mundo, ou, como gostariam que ele fosse, o que as preocupa e quais os problemas que cercam a sua realidade. O lúdico se faz entre o mundo real e o imaginário, então as crianças brincam com fatos que ocorrem em seus contextos, suas realidades e assim aprendem a solucionar questões que irão fazer parte de suas vidas futuramente. Como nos mostra Winnicott (1975), as brincadeiras fazem a relação do indivíduo com sua realidade interior, como também com sua realidade externa. Possibilitam que a pessoa reflita sobre sua forma de agir, de pensar e de ser, ou seja, sua individualidade. Facilitam a integração com o meio social no qual está inserido, ou, em outros termos, suas sensibilidades para o individual e para o coletivo. Após ouvirmos relatos dos educadores da instituição em questão, chegamos à conclusão, assim como Simson (2001), de que a escola privilegia somente o aspecto cognitivo das crianças, e deixa de lado o emocional, o espiritual e o afetivo, sob responsabilidade da educação não-formal. Acreditamos que isso se deve ao fato da modalidade não-formal estar vinculada a uma instituição religiosa, humanista e preocupada com o grande número de crianças em situação de risco no município de Santa Maria, RS. A necessidade de expressão é algo natural ao ser biopsicossocial, em especial, às crianças, visto que as mesmas estão em um período de muitas descobertas e aprendizagens, mas também por que na instituição social são atendidas crianças em situação de vulnerabilidade social. Essas crianças que vivenciam essa situação possuem diversas características em comum, pois presenciam situações que lhes proporcionam medo, insegurança e tensão e, geralmente, não possuem uma estrutura familiar que lhes de suporte. Em conseqüência da falta de apoio na família essas crianças o procuram em instituições sociais, na escola e na figura do educador, que muitas vezes acaba ignorando essas emoções e privilegiando somente o aspecto cognitivo. Devido à falta de estímulos, essenciais ao desenvolvimento, as crianças, nestas condições de vulnerabilidade apresentam dificuldades significativas nas habilidades de leitura e escrita, dificuldades as quais, a escola não consegue superar. Para Barbosa (1990), a leitura é uma relação que se estabelece entre o leitor e o texto escrito, relação na qual o leitor, por meio de algumas estratégias básicas, reconstrói assim, um significado original, próprio no ato de ler. As palavras de Barbosa justificam a nossa escolha pelo tema, pois, se o indivíduo reconstrói um significado no ato de ler, ele vai utilizar as suas vivências e impressões na compreensão do que foi lido, e, assim, a leitura torna-se um excelente meio não só de expressar os sentimentos através da compreensão, mas também de reelaborá-los a partir da interação com o novo conhecimento apreendido. RESULTADOS As observações foram realizadas no período compreendido entre os meses de abril a junho do ano de 2010, no turno da tarde, no período das 13h30min às 17 horas. Compreendemos que a importância em nos relacionarmos diretamente com as crianças, fez com que as mesmas fossem bem receptivas as nossas intervenções. 3

4 Por sermos estranhas, no início do processo as crianças demonstravam curiosidade e queriam saber o que nós iríamos proporcionar a elas, tinham curiosidade pela nossa vida pessoal e objetos que portávamos. Percebemos também, muita necessidade de atenção e de contato físico, e, algumas delas muito dispostas a nos ajudar. Ou seja, em relação às estagiárias as crianças apresentavam bastante receptividade e carinho. Porém, no que se refere à relação entre as mesmas, podemos perceber que elas eram muito ambíguas, ora demonstravam amizade e interação, outras vezes desentendimentos, discussões e até agressões físicas. A grande parte das desavenças que presenciamos foi em relação a empréstimos de materiais e brinquedos, a dificuldade de dividir a atenção inclusive das estagiarias e a impaciência em esperar por sua vez de brincar ou utilizar algum material. Foi então, a partir da situação a qual encontramos que resolvemos trabalhar no decorrer das atividades propostas, valores de convivência básicos, como por exemplo, o respeito e a educação no trato com os colegas e as acadêmicas. No desenvolver das atividades, inicialmente encontramos algumas dificuldades, como a falta de interesse das crianças, principalmente no que se refere à escrita de forma autônoma, na criação de textos. Pode-se perceber que as mesmas preferiam somente copiar trechos e figuras dos livros, e fazer releituras através de desenhos. Outro fator constante foi à indisciplina por parte das crianças, algumas procuravam chamar a atenção o tempo todo, e importunavam os colegas que demonstravam interesse pelas atividades. Essa situação no qual nos deparamos nos causou certa preocupação e uma sensação de inadequabilidade da proposta, porém, após uma revisão de nossas práticas começamos a selecionar materiais diversificados e apostar cada vez mais na proposta do lúdico. Procuramos também modificar nossa postura frente às crianças, que antes era muito permissiva, porém, com o devido cuidado de não torná-la autoritária, para tanto, usamos o diálogo com argumentos que demonstravam a importância das atividades para os mesmos. Foi então, a partir da nossa reflexão sobre as nossas práticas, que o nosso projeto começou a apresentar resultados mais satisfatórios, que condizem com os objetivos em relação ao mesmo. Nas atividades realizadas foi notável a diferença no relacionamento e nas atitudes das crianças, a grande maioria demonstrava interesse nas atividades e já não eram constantes as brigas e desordens. As crianças também começaram a dividir os materiais espontaneamente, a esperar a sua vez de falar e brincar. Porém, a evolução maior que obtivemos, foi o despertar da leitura nas crianças, ouvimos uma frase de um menino que apresentava muita resistência e indisciplina que nos tocou bastante, ele nos disse: (...) Tia, esse foi o primeiro livro que li do inicio ao fim (...) E também o relato de uma menina após ler um livro na íntegra em nossa companhia, o relato foi o seguinte: A partir de agora, só vou ler, vou ler bastante. No que se refere à escrita obtivemos grandes progressos, as crianças escreveram frases espontaneamente após a leitura de livros, criaram histórias em conjunto. Podemos observar essa evolução também nos desenhos, que antes eram somente cópias e passaram a ser de livre criação. Portanto, acreditamos que conseguimos alcançar nossos objetivos propostos no projeto de estágio, pois nos deparamos com uma situação e questões que nos pareciam muito difíceis de serem superadas e, após um período de interações podemos conhecer melhor a realidade e os anseios das crianças, e assim, adequar as nossas práticas pedagógicas a fim de conseguirmos os avanços acima apresentados. Mas, como sabemos que a aprendizagem das crianças, é um processo que se dá a partir das relações com os estímulos recebidos, e de forma gradativa, temos a plena 4

5 consciência que conseguimos despertar nas crianças as bases para consolidar o hábito e o gosto pela leitura e a escrita como forma de expressão. Acreditamos que a ludicidade foi um fator determinante para que esse processo se desenvolvesse de forma prazerosa e significativa. CONCLUSÃO A realização desse estágio foi de extrema importância para a nossa formação acadêmica. Em primeiro lugar ele nos auxiliou, juntamente com a disciplina de espaços sociais, a desmistificar a função dos pedagogos, que antes era percebida somente com um enfoque em sala de aula, nos oportunizou também a buscar formas alternativas de trabalhar com estas crianças, principalmente a explorar mais atividades lúdicas, brincadeiras, que as envolvessem e possibilitassem momentos de descontração. Além de nos evidenciar um dos diversos campos de atuação pedagógica, o estágio em espaços sociais contribuiu também para a nossa formação enquanto educadores reflexivos e flexíveis, visto que, foi necessário repensarmos a nossas práticas e adequá-las de acordo com as necessidades e interesses das crianças. Talvez uma das maiores contribuições deste estágio, foi à oportunidade de nos constituirmos enquanto educadores mais sensíveis, que ao invés de pré julgar as atitudes e o comportamentos dos educandos, primeiramente deve procurar conhecê-los, saber que fatores os levam a agir de certa forma, a fim de poder auxiliá-lo na sua formação integral. O estágio não teve importância somente em nossa formação acadêmica, foi uma oportunidade de nos tornarmos mais humanos, no sentido mais poético da palavra. REFERÊNCIAS BARBOSA, José Juvêncio. Alfabetização e leitura. São Paulo: Editora Cortez, LUCKESI, Cipriani. O Lúdico na prática educativa. Tecnologia Educacional. Rio de Janeiro, v.22, p , jul/out MOYLES, Janet R. Só brincar? O Papel do brincar na Educação Infantil. Porto Alegre: Artmed, SIMSON, Olga Rodrigues de Moraes Von; PARK, Margareth Brandini; FERNANDES, Renata SIERO (Orgs.). Educação não-formal: cenários da criação. Campinas-SP: Editora da Unicamp, WINNICOTT, D. W. O Brincar e a realidade. Rio de Janeiro: Imago,

O PERFIL LÚDICO DA CRIANÇA E SUAS MUDANÇAS A PARTIR DO CONTEXTO SOCIAL 1

O PERFIL LÚDICO DA CRIANÇA E SUAS MUDANÇAS A PARTIR DO CONTEXTO SOCIAL 1 O PERFIL LÚDICO DA CRIANÇA E SUAS MUDANÇAS A PARTIR DO CONTEXTO SOCIAL 1 RENK, Eliza Ferreira; ALVES, Tatiane Coutinho 2 ; VASCONCELOS, Janilse 3 1 Trabalho de Pesquisa _UNIFRA 2 Acadêmicas do Curso de

Leia mais

A CONSTRUÇÃO DO CURRÍCULO DE EDUCAÇÃO INFANTIL DA REDE MUNICIPAL DE ENSINO DE CHAPECÓ SC

A CONSTRUÇÃO DO CURRÍCULO DE EDUCAÇÃO INFANTIL DA REDE MUNICIPAL DE ENSINO DE CHAPECÓ SC A CONSTRUÇÃO DO CURRÍCULO DE EDUCAÇÃO INFANTIL DA REDE MUNICIPAL DE ENSINO DE CHAPECÓ SC FIGUEIREDO, Anelice Maria Banhara - SME / Chapecó/SC anelicefigueiredo@gmail.com LORENZET, Simone Vergínia - SME

Leia mais

O LÚDICO NA APRENDIZAGEM

O LÚDICO NA APRENDIZAGEM O LÚDICO NA APRENDIZAGEM RESUMO Aline Hahn Affeldt Prof. Janaina de Souza Aragão Centro Universitário Leonardo da Vinci-UNIASSELVI Pedagogia (PED 7051) Metodologia e Conteúdos Básicos de Comunicação e

Leia mais

A RELAÇÃO DO CUIDAR-EDUCAR NA EDUCAÇÃO INFANTIL Carla Ariana Passamani Telles 1 Franciele Clair Moreira Leal 2 Zelma Santos Borges 3.

A RELAÇÃO DO CUIDAR-EDUCAR NA EDUCAÇÃO INFANTIL Carla Ariana Passamani Telles 1 Franciele Clair Moreira Leal 2 Zelma Santos Borges 3. Resumo A RELAÇÃO DO CUIDAR-EDUCAR NA EDUCAÇÃO INFANTIL Carla Ariana Passamani Telles 1 Franciele Clair Moreira Leal 2 Zelma Santos Borges 3 O trabalho apresentado é um relato de experiência que foi desenvolvida

Leia mais

A LUDICIDADE NO CONTEXTO ESCOLAR

A LUDICIDADE NO CONTEXTO ESCOLAR Resumo A LUDICIDADE NO CONTEXTO ESCOLAR Ana Regina Donato de Moraes 1 Lourdes Keila Casado Pulucena 2 Lucieni Vaz dos Santos 3 Aprender brincando não é apenas um passatempo, quando se trata de ensinar.

Leia mais

AS CONTRIBUIÇÕES DO CURRÍCULO E DE MATERIAS MANIPULATIVOS NA FORMAÇÃO CONTINUADA EM MATEMÁTICA DE PROFESSORES DOS ANOS INICIAS DO ENSINO FUNDAMENTAL

AS CONTRIBUIÇÕES DO CURRÍCULO E DE MATERIAS MANIPULATIVOS NA FORMAÇÃO CONTINUADA EM MATEMÁTICA DE PROFESSORES DOS ANOS INICIAS DO ENSINO FUNDAMENTAL AS CONTRIBUIÇÕES DO CURRÍCULO E DE MATERIAS MANIPULATIVOS NA FORMAÇÃO CONTINUADA EM MATEMÁTICA DE PROFESSORES DOS ANOS INICIAS DO ENSINO FUNDAMENTAL Sheila Valéria Pereira da Silva (UFPB Campus-IV) sheilavaleria88@yahoo.com.br

Leia mais

O BRINCAR E SUAS IMPLICAÇÕES NO DESENVOLVIMENTO INFANTIL DENTRO DO PROCESSO GRUPAL (2012) 1

O BRINCAR E SUAS IMPLICAÇÕES NO DESENVOLVIMENTO INFANTIL DENTRO DO PROCESSO GRUPAL (2012) 1 O BRINCAR E SUAS IMPLICAÇÕES NO DESENVOLVIMENTO INFANTIL DENTRO DO PROCESSO GRUPAL (2012) 1 FERREIRA, Marilise 2 ; GRASSI, Marilia G. 3 ; OLIVEIRA, Vânia F. 4 1 Trabalho de Pesquisa _UNIFRA 2 Curso de

Leia mais

PROJETO QUARTA LITERÁRIA

PROJETO QUARTA LITERÁRIA PROJETO QUARTA LITERÁRIA * Francisca Wládia de Medeiros Inocêncio ** Leni Oliveira da Silva Este artigo pretende socializar o Projeto Quarta Literária, desenvolvido no Centro Educacional do Projeto SESC

Leia mais

TÍTULO: A LEITURA COMO FERRAMENTA NO PROCESSO DE ALFABETIZAÇÃO CATEGORIA: CONCLUÍDO ÁREA: CIÊNCIAS HUMANAS E SOCIAIS SUBÁREA: PEDAGOGIA

TÍTULO: A LEITURA COMO FERRAMENTA NO PROCESSO DE ALFABETIZAÇÃO CATEGORIA: CONCLUÍDO ÁREA: CIÊNCIAS HUMANAS E SOCIAIS SUBÁREA: PEDAGOGIA TÍTULO: A LEITURA COMO FERRAMENTA NO PROCESSO DE ALFABETIZAÇÃO CATEGORIA: CONCLUÍDO ÁREA: CIÊNCIAS HUMANAS E SOCIAIS SUBÁREA: PEDAGOGIA INSTITUIÇÃO: FACULDADE DE SÃO VICENTE AUTOR(ES): MARIA DE FATIMA

Leia mais

CAPÍTULO I DAS DIRETRIZES DO CURSO

CAPÍTULO I DAS DIRETRIZES DO CURSO RESOLUÇÃO CAS Nº 07 / 2007 De 05 de agosto de 2007 Reformula o Projeto Político Pedagógico do Curso de Licenciatura em Pedagogia, a ser implantado a partir do 2º semestre do ano letivo de 2007. CONSIDERANDO

Leia mais

A ORALIZAÇÃO COMO MANIFESTAÇÃO LITERÁRIA EM SALA DE AULA

A ORALIZAÇÃO COMO MANIFESTAÇÃO LITERÁRIA EM SALA DE AULA A ORALIZAÇÃO COMO MANIFESTAÇÃO LITERÁRIA EM SALA DE AULA. AÇÕES DO PIBID/CAPES UFG (SUBPROJETO: LETRAS: PORTUGUÊS) NO COLÉGIO ESTADUAL LYCEU DE GOIÂNIA Bolsistas: SILVA, Danila L.; VAZ, Paula R. de Sena.;

Leia mais

REVISTA CONTEÚDO O JOGAR E O BRINCAR EM UM CONTEXTO PEDAGÓGICO NA EDUCAÇÃO INFANTIL

REVISTA CONTEÚDO O JOGAR E O BRINCAR EM UM CONTEXTO PEDAGÓGICO NA EDUCAÇÃO INFANTIL O JOGAR E O BRINCAR EM UM CONTEXTO PEDAGÓGICO NA EDUCAÇÃO INFANTIL Nara Fernanda de Campos 1 RESUMO Considerando os jogos e as brincadeiras infantis como uma ferramenta ideal ao aprendizado, podemos dizer

Leia mais

A LUDICIDADE NO CONTEXTO DA EDUCAÇÃO BÁSICA: UM RELATO ACERCA DO ATENDIMENTO ÀS CRIANÇAS EM UMA ESCOLA NO MUNICÍPIO DE PARINTINS-AMAZONAS

A LUDICIDADE NO CONTEXTO DA EDUCAÇÃO BÁSICA: UM RELATO ACERCA DO ATENDIMENTO ÀS CRIANÇAS EM UMA ESCOLA NO MUNICÍPIO DE PARINTINS-AMAZONAS A LUDICIDADE NO CONTEXTO DA EDUCAÇÃO BÁSICA: UM RELATO ACERCA DO ATENDIMENTO ÀS CRIANÇAS EM UMA ESCOLA NO MUNICÍPIO DE PARINTINS-AMAZONAS RESUMO: Glenda Gabriele Bezerra Beltrão; Wanessa da Silva Reis;

Leia mais

Palavras-chave: Letramento. Alfabetização. Ensino-aprendizagem.

Palavras-chave: Letramento. Alfabetização. Ensino-aprendizagem. ALFABETIZAÇÃO E LETRAMENTO: CONTRIBUIÇÕES DO PIBID PARA O ENSINO-APRENDIZAGEM DA LEITURA E ESCRITA NAS SERIES INICIAIS DO ENSINO FUNDAMENTAL RESUMO: BARBOSA, Maria Julia de Araújo. Pedagogia - UEPB/Campus

Leia mais

AVALIAÇÃO DIAGNÓSTICA DA ESCRITA COMO INSTRUMENTO NORTEADOR PARA O ALFABETIZAR LETRANDO NAS AÇÕES DO PIBID DE PEDAGOGIA DA UFC

AVALIAÇÃO DIAGNÓSTICA DA ESCRITA COMO INSTRUMENTO NORTEADOR PARA O ALFABETIZAR LETRANDO NAS AÇÕES DO PIBID DE PEDAGOGIA DA UFC AVALIAÇÃO DIAGNÓSTICA DA ESCRITA COMO INSTRUMENTO NORTEADOR PARA O ALFABETIZAR LETRANDO NAS AÇÕES DO PIBID DE PEDAGOGIA DA UFC Antônia Fernandes Ferreira; Gessica Nunes Noronha; Marielle Sâmia de Lima

Leia mais

ENSINAR MATEMÁTICA UTILIZANDO MATERIAIS LÚDICOS. É POSSÍVEL?

ENSINAR MATEMÁTICA UTILIZANDO MATERIAIS LÚDICOS. É POSSÍVEL? 1 de 7 ENSINAR MATEMÁTICA UTILIZANDO MATERIAIS LÚDICOS. É POSSÍVEL? Jéssica Alves de Oliveira Maria José dos Santos Chagas Tatiane de Fátima Silva Seixas RESUMO: De uma maneira geral, existe, por parte

Leia mais

Formação Continuada para Educadores da Educação Infantil promovida pelo projeto Ciência Lúdica para crianças : pressupostos, atividades e vivências

Formação Continuada para Educadores da Educação Infantil promovida pelo projeto Ciência Lúdica para crianças : pressupostos, atividades e vivências Formação Continuada para Educadores da Educação Infantil promovida pelo projeto Ciência Lúdica para crianças : pressupostos, atividades e vivências Maria José da Silva Rocha Resumo O trabalho que apresentarei

Leia mais

O PROCESSO AVALIATIVO NA EDUCAÇÃO INFANTIL

O PROCESSO AVALIATIVO NA EDUCAÇÃO INFANTIL O PROCESSO AVALIATIVO NA EDUCAÇÃO INFANTIL Thayssa Stefane Macedo Nascimento Graduanda do curso de Pedagogia da UFPI RESUMO O presente trabalho discute acerca da avaliação na educação infantil tendo como

Leia mais

Avaliação-Pibid-Metas

Avaliação-Pibid-Metas Bolsista ID: Claines kremer Avaliação-Pibid-Metas A Inserção Este ano o reingresso na escola foi diferente, pois já estávamos inseridas na mesma há praticamente um ano. Fomos bem recepcionadas por toda

Leia mais

Reflexões sobre a prática docente na Educação Infantil.

Reflexões sobre a prática docente na Educação Infantil. 6. Humanização, diálogo e amorosidade. Reflexões sobre a prática docente na Educação Infantil. Santos, Marisa Alff dos 1 Resumo O presente trabalho tem como objetivo refletir sobre as práticas docentes

Leia mais

O OLHAR DOS PROFESSORES PARA A INFÂNCIA

O OLHAR DOS PROFESSORES PARA A INFÂNCIA O OLHAR DOS PROFESSORES PARA A INFÂNCIA Ariane Sandrin Pianegonda 1 Inês Bueno Krahe 2 Resumo Este artigo pretende apresentar os resultados da pesquisa desenvolvida durante o curso de extensão: Escola

Leia mais

PROJETO MEDIAR Matemática, uma Experiência Divertida com ARte

PROJETO MEDIAR Matemática, uma Experiência Divertida com ARte PROJETO MEDIAR Matemática, uma Experiência Divertida com ARte Silvana Iunes Centro Universitário de Brasília silvanaiunes@gmail.com Resumo: de jogos matemáticos elaborados por alunas da disciplina de Fundamentos

Leia mais

ISSN 2238-9113 ÁREA TEMÁTICA: (marque uma das opções)

ISSN 2238-9113 ÁREA TEMÁTICA: (marque uma das opções) 13. CONEX Apresentação Oral Resumo Expandido 1 ISSN 2238-9113 ÁREA TEMÁTICA: (marque uma das opções) ( ) COMUNICAÇÃO ( ) CULTURA ( ) DIREITOS HUMANOS E JUSTIÇA ( X ) EDUCAÇÃO ( ) MEIO AMBIENTE ( ) SAÚDE

Leia mais

AS VIVÊNCIAS DURANTE A FORMAÇÃO DE PROFESSORES: UM PROCESSO DE APRENDIZAGEM SIGNIFICATIVA

AS VIVÊNCIAS DURANTE A FORMAÇÃO DE PROFESSORES: UM PROCESSO DE APRENDIZAGEM SIGNIFICATIVA AS VIVÊNCIAS DURANTE A FORMAÇÃO DE PROFESSORES: UM PROCESSO DE APRENDIZAGEM SIGNIFICATIVA GT 01 Educação matemática no ensino fundamental: anos iniciais e anos finais. Anderson de Almeida Antunes, Universidade

Leia mais

A LITERATURA INFANTIL PARA A FORMAÇÃO DE LEITORES

A LITERATURA INFANTIL PARA A FORMAÇÃO DE LEITORES A LITERATURA INFANTIL PARA A FORMAÇÃO DE LEITORES Mércia Rodrigues Gonçalves Pinheiro, UESB RESUMO O presente trabalho foi articulado através de pesquisa de campo, utilizando observação direta e entrevista

Leia mais

FORMAÇÃO DE PROFISSIONAIS E SUA ATUAÇÃO COM CRIANÇAS DE 0 A 5 ANOS

FORMAÇÃO DE PROFISSIONAIS E SUA ATUAÇÃO COM CRIANÇAS DE 0 A 5 ANOS FORMAÇÃO DE PROFISSIONAIS E SUA ATUAÇÃO COM CRIANÇAS DE 0 A 5 ANOS Thyanna Silva dos Passos (Graduada/UFRB) Resumo Este trabalho tem como objetivo analisar a formação de professores e sua atuação na sala

Leia mais

A EVOLUÇÃO DO DESENHO DA CRIANÇA. Marília Santarosa Feltrin 1 - ma_feltrin@yahoo.com.br

A EVOLUÇÃO DO DESENHO DA CRIANÇA. Marília Santarosa Feltrin 1 - ma_feltrin@yahoo.com.br A EVOLUÇÃO DO DESENHO DA CRIANÇA Marília Santarosa Feltrin 1 - ma_feltrin@yahoo.com.br Resumo: o presente trabalho cujo tema é a Evolução do desenho da criança teve por objetivo identificar o processo

Leia mais

Jeana Maria de Moura Telles

Jeana Maria de Moura Telles Jeana Maria de Moura Telles Brincar, compartilhar e aprender: A ludicidade como elemento norteador de uma aula mais proveitosa, atrativa e eficaz Araguaína TO 2013 Jeana Maria de Moura Telles Brincar,

Leia mais

ESCOLA ESPECIAL RENASCER- APAE PROFESSORA: JULIANA ULIANA DA SILVA

ESCOLA ESPECIAL RENASCER- APAE PROFESSORA: JULIANA ULIANA DA SILVA ESCOLA ESPECIAL RENASCER- APAE PROFESSORA: JULIANA ULIANA DA SILVA PROJETO: ARTES NA EDUCAÇÃO ESPECIAL O CORPO E A MENTE EM AÇÃO LUCAS DO RIO VERDE 2009 APRESENTAÇÃO Em primeiro lugar é preciso compreender

Leia mais

11. Com base na Teoria Piagetiana, relacione os conceitos da primeira coluna de acordo com as definições apresentadas na segunda coluna:

11. Com base na Teoria Piagetiana, relacione os conceitos da primeira coluna de acordo com as definições apresentadas na segunda coluna: TÉCNICO EM ASSUNTOS EDUCACIONAIS 4 CONHECIMENTOS ESPECÍFICOS QUESTÕES DE 11 A 25 11. Com base na Teoria Piagetiana, relacione os conceitos da primeira coluna de acordo com as definições apresentadas na

Leia mais

A EDUCAÇÃO AMBIENTAL NA EDUCAÇÃO INFANTIL

A EDUCAÇÃO AMBIENTAL NA EDUCAÇÃO INFANTIL A EDUCAÇÃO AMBIENTAL NA EDUCAÇÃO INFANTIL ALVES, Ana Paula PUCPR SAHEB, Daniele PUCPR Grupo de Trabalho - Didática: Teorias, Metodologias e Práticas Agência Financiadora: não contou com financiamento Resumo

Leia mais

EDUCAÇÃO INFANTIL. PRÉ I Professoras Caroline e Ana Lucia Habilidades vivenciadas no 2º bimestre 2011

EDUCAÇÃO INFANTIL. PRÉ I Professoras Caroline e Ana Lucia Habilidades vivenciadas no 2º bimestre 2011 EDUCAÇÃO INFANTIL Prezados Pais e/ou Responsáveis, Estamos vivenciando o segundo bimestre letivo e o processo de aprendizagem representa pra nós, motivo de alegria e conquistas diárias. Confiram as habilidades

Leia mais

REGIMENTO ESCOLAR EDUCAÇÃO INFANTIL

REGIMENTO ESCOLAR EDUCAÇÃO INFANTIL INSTITUIÇÃO SINODAL DE ASSINTÊNCIA, EDUCAÇÃO E CULTURA - ISAEC ESCOLA DE ENSINO FUNDAMENTAL SINODAL SETE DE SETEMBRO NÃO-ME-TOQUE /RS REGIMENTO ESCOLAR EDUCAÇÃO INFANTIL 1 SUMÁRIO 1- CARACTERIZAÇÃO DA

Leia mais

VAI E VOLTA : VALORES PARA BOA CONVIVÊNCIA 1. Carla da Silva Ribeiro²; Maria Luiza Lampert Batista 2 ; Eliane Galvão dos Santos 3

VAI E VOLTA : VALORES PARA BOA CONVIVÊNCIA 1. Carla da Silva Ribeiro²; Maria Luiza Lampert Batista 2 ; Eliane Galvão dos Santos 3 VAI E VOLTA : VALORES PARA BOA CONVIVÊNCIA 1 Carla da Silva Ribeiro²; Maria Luiza Lampert Batista 2 ; Eliane Galvão dos Santos 3 Resumo: O artigo visa relatar e refletir sobre a prática pedagógica experienciada

Leia mais

O DIÁLOGO COM AS CRIANÇAS PEQUENAS - REFLEXÕES SOBRE O COTIDIANO INFANTIL

O DIÁLOGO COM AS CRIANÇAS PEQUENAS - REFLEXÕES SOBRE O COTIDIANO INFANTIL O DIÁLOGO COM AS CRIANÇAS PEQUENAS - REFLEXÕES SOBRE O COTIDIANO INFANTIL Viviane Cardoso¹ Resumo: O objetivo desse artigo é refletir como os ideais da pedagogia freireana tem contribuído para as práticas

Leia mais

NOVA BRASILÂNDIA D` OESTE

NOVA BRASILÂNDIA D` OESTE Projeto NOVA BRASILÂNDIA D` OESTE 2012 ESCOLA ESTADUAL DE ENSINO FUNDAMENTAL ALEXANDRE DE GUSMÃO AUTORA: PROFESSORA AMANDA OLIVEIRA DE SOUZA ARAÚJO DISCIPLINA DE MATEMÁTICA PÚBLICO ALVO: TURMAS DO 5º ANO

Leia mais

A ARTE DE BRINCAR NA ESCOLA

A ARTE DE BRINCAR NA ESCOLA A ARTE DE BRINCAR NA ESCOLA Tatiana de Lourdes Venceslau (UFF) tativenceslau@hotmail.com Vanessa de Mello Coutinho 1 (UFF) nessapeduff@yahoo.com.br Nosso trabalho está integrado ao projeto de ensina, pesquisa

Leia mais

A UTILIZAÇÃO DE TECNOLOGIAS NO ENSINO DE ARTES VISUAIS NA EDUCAÇÃO INFANTIL. Resumo

A UTILIZAÇÃO DE TECNOLOGIAS NO ENSINO DE ARTES VISUAIS NA EDUCAÇÃO INFANTIL. Resumo A UTILIZAÇÃO DE TECNOLOGIAS NO ENSINO DE ARTES VISUAIS NA EDUCAÇÃO INFANTIL Camila Lacerda Ortigosa Pedagogia/UFU mila.lacerda.g@gmail.com Eixo Temático: Educação Infantil Relato de Experiência Resumo

Leia mais

Projeto Pedagógico e de Animação Do Estremoz Férias

Projeto Pedagógico e de Animação Do Estremoz Férias Projeto Pedagógico e de Animação Do Estremoz Férias Índice 1. Objetivos gerais:... 4 2. Objetivos específicos:... 5 3. Estratégias Educativas e Pedagógicas... 6 4. Atividades Sócio-Educativas... 7 5. Propostas

Leia mais

PEDAGOGIA SOCIAL: NARRATIVAS DE UMA DIRETORA DE UMA INSTITUIÇÃO DE EDUCAÇÃO NÃO-FORMAL

PEDAGOGIA SOCIAL: NARRATIVAS DE UMA DIRETORA DE UMA INSTITUIÇÃO DE EDUCAÇÃO NÃO-FORMAL PEDAGOGIA SOCIAL: NARRATIVAS DE UMA DIRETORA DE UMA INSTITUIÇÃO DE EDUCAÇÃO NÃO-FORMAL Andressa Arruda de Lima Edriano Pereira da Silva Karla Christiane de Góis Lira Vanessa Luana da Silva RESUMO O presente

Leia mais

II Congresso Nacional de Formação de Professores XII Congresso Estadual Paulista sobre Formação de Educadores

II Congresso Nacional de Formação de Professores XII Congresso Estadual Paulista sobre Formação de Educadores II Congresso Nacional de Formação de Professores XII Congresso Estadual Paulista sobre Formação de Educadores A PROPOSTA PEDAGÓGICA NA EDUCAÇÃO INFANTIL: OBSERVAÇÃO PARTICIPATIVA NO ESTÁGIO Monica Isabel

Leia mais

Jéssica Victória Viana Alves, Rospyerre Ailton Lima Oliveira, Berenilde Valéria de Oliveira Sousa, Maria de Fatima de Matos Maia

Jéssica Victória Viana Alves, Rospyerre Ailton Lima Oliveira, Berenilde Valéria de Oliveira Sousa, Maria de Fatima de Matos Maia PSICOMOTRICIDADE NA EDUCAÇÃO INFANTIL Jéssica Victória Viana Alves, Rospyerre Ailton Lima Oliveira, Berenilde Valéria de Oliveira Sousa, Maria de Fatima de Matos Maia INTRODUÇÃO A psicomotricidade está

Leia mais

O PIBID-UESB E SUA CONTRIBUIÇÃO PARA FORMAÇÃO DO FUTURO PEDAGOGO

O PIBID-UESB E SUA CONTRIBUIÇÃO PARA FORMAÇÃO DO FUTURO PEDAGOGO O PIBID-UESB E SUA CONTRIBUIÇÃO PARA FORMAÇÃO DO FUTURO PEDAGOGO Elane Porto Campos-UESB Graduanda em Pedagogia pela Universidade Estadual do Sudoeste da Bahia. Bolsista do subprojeto de Pedagogia PIBID/UESB-CAPES

Leia mais

História da Mídia Impressa na Educação

História da Mídia Impressa na Educação História da Mídia Impressa na Educação LUSTOSA, Elem Acadêmica do Curso de Pedagogia Iniciação Científica MACIEL, Margareth de Fátima Doutorado em Educação UNICENTRO - PARANÁ RESUMO Esse texto aborda a

Leia mais

A EDUCAÇAO INFANTIL DA MATEMÁTICA COM A LUDICIDADE EM SALA DE AULA

A EDUCAÇAO INFANTIL DA MATEMÁTICA COM A LUDICIDADE EM SALA DE AULA A EDUCAÇAO INFANTIL DA MATEMÁTICA COM A LUDICIDADE EM SALA DE AULA RODRIGUES, Patrícia Gomes Universidade Estadual de Goiás, campus Iporá patykauan_5@hotmail.com MARQUES, Daniela Cristina de Sousa Universidade

Leia mais

COMUNIDADE AQUÁTICA: EXTENSÃO EM NATAÇÃO E ATENÇÃO AO DESEMPENHO ESCOLAR EM JATAÍ-GO.

COMUNIDADE AQUÁTICA: EXTENSÃO EM NATAÇÃO E ATENÇÃO AO DESEMPENHO ESCOLAR EM JATAÍ-GO. COMUNIDADE AQUÁTICA: EXTENSÃO EM NATAÇÃO E ATENÇÃO AO DESEMPENHO ESCOLAR EM JATAÍ-GO. PEDROZA, Poliana Siqueira 1 LUIZ, Angela Rodrigues 2 SOUZA, Luís César de 3 PALAVRAS-CHAVE: natação, atividades aquáticas,

Leia mais

PRÁTICAS LÚDICAS NO PROCESSO DE AQUISIÇÃO DA LÍNGUA ESCRITA DO INFANTIL IV E V DA ESCOLA SIMÃO BARBOSA DE MERUOCA-CE

PRÁTICAS LÚDICAS NO PROCESSO DE AQUISIÇÃO DA LÍNGUA ESCRITA DO INFANTIL IV E V DA ESCOLA SIMÃO BARBOSA DE MERUOCA-CE 1 PRÁTICAS LÚDICAS NO PROCESSO DE AQUISIÇÃO DA LÍNGUA ESCRITA DO INFANTIL IV E V DA ESCOLA SIMÃO BARBOSA DE MERUOCA-CE 1 Rochelle Lopes da Silva- UVA 2 Andrea Abreu Astigarraga- UVA INTRODUÇÃO De acordo

Leia mais

Perspectivas de Formação de Formadores com apoio da EaD: emprego de métodos ativos e avaliação formativa

Perspectivas de Formação de Formadores com apoio da EaD: emprego de métodos ativos e avaliação formativa 1 Perspectivas de Formação de Formadores com apoio da EaD: emprego de métodos ativos e avaliação formativa Solange Rauchbach Garani Escola da Magistratura do Paraná E-mail: solangergarani@yahoo.com.br

Leia mais

CONTANDO HISTÓRIAS COM FANTOCHES NA EDUCAÇÃO INFANTIL: RELATANDO A EXPERIÊNCIA DO ESTÁGIO SUPERVISIONADO NO CURSO DE PEDAGOGIA/UFRN

CONTANDO HISTÓRIAS COM FANTOCHES NA EDUCAÇÃO INFANTIL: RELATANDO A EXPERIÊNCIA DO ESTÁGIO SUPERVISIONADO NO CURSO DE PEDAGOGIA/UFRN CONTANDO HISTÓRIAS COM FANTOCHES NA EDUCAÇÃO INFANTIL: RELATANDO A EXPERIÊNCIA DO ESTÁGIO SUPERVISIONADO NO CURSO DE PEDAGOGIA/UFRN Autoras: Claydianne dos Santos Freitas - Estudante do Curso de Pedagogia

Leia mais

RELATÓRIO PARCIAL REFERENTE À ETAPA DO ESTÁGIO SUPERVISIONADO NO CURSO...

RELATÓRIO PARCIAL REFERENTE À ETAPA DO ESTÁGIO SUPERVISIONADO NO CURSO... Roteiro para elaboração de relatório parcial de estágio RELATÓRIO PARCIAL REFERENTE À ETAPA DO ESTÁGIO SUPERVISIONADO NO CURSO Estudante: Orientador: Local / / SUMÁRIO 1 INTRODUÇÃO 2 3 REFERÊNCIAS Identificação

Leia mais

CAIXA MÁGICA. Sala 6 Língua Portuguesa EF I. E.E. Heidi Alves Lazzarini. Professora Apresentadora: Renata Lujan dos Santos Mufalo.

CAIXA MÁGICA. Sala 6 Língua Portuguesa EF I. E.E. Heidi Alves Lazzarini. Professora Apresentadora: Renata Lujan dos Santos Mufalo. CAIXA MÁGICA Sala 6 Língua Portuguesa EF I E.E. Heidi Alves Lazzarini Professora Apresentadora: Renata Lujan dos Santos Mufalo Realização: Justificativa Toda história, por mais simples que pareça, transmite

Leia mais

PROJETO. A relação professor x aluno é de grande importância para a formação de um cidadão crítico e consciente no futuro.

PROJETO. A relação professor x aluno é de grande importância para a formação de um cidadão crítico e consciente no futuro. UNIVERSIDADE CANDIDO MENDES Projeto: A vez do Mestre Curso: Psicopedagogia Aluna: Valeria Raquel dos Santos PROJETO Tema: Avaliação na Pré-escola. Problema: O processo de avaliação na pré-escola é utilizado

Leia mais

FORMAÇÃO LEITORA NA EDUCAÇÃO INFANTIL. Daniela Andrade Coelho da Fonseca 1, Marilani Soares Vanalli 2

FORMAÇÃO LEITORA NA EDUCAÇÃO INFANTIL. Daniela Andrade Coelho da Fonseca 1, Marilani Soares Vanalli 2 Encontro de Ensino, Pesquisa e Extensão, Presidente Prudente, 22 a 25 de outubro, 2012 1155 FORMAÇÃO LEITORA NA EDUCAÇÃO INFANTIL Daniela Andrade Coelho da Fonseca 1, Marilani Soares Vanalli 2 1 Mestranda

Leia mais

A IMPORTÂNCIA DO BRINCAR PARA O DESENVOLVIMENTO INFANTIL: EXPERIÊNCIAS NO ESTÁGIO SUPERVISIONADO

A IMPORTÂNCIA DO BRINCAR PARA O DESENVOLVIMENTO INFANTIL: EXPERIÊNCIAS NO ESTÁGIO SUPERVISIONADO A IMPORTÂNCIA DO BRINCAR PARA O DESENVOLVIMENTO INFANTIL: EXPERIÊNCIAS NO ESTÁGIO SUPERVISIONADO Emylle Barros de Almeida Fonseca Aluna graduanda do curso de Pedagogia - CAMEAM- UERN Thais Chaves de Oliveira

Leia mais

Perspectivas de Formação de Formadores com apoio da EaD: emprego de métodos ativos e avaliação formativa

Perspectivas de Formação de Formadores com apoio da EaD: emprego de métodos ativos e avaliação formativa Perspectivas de Formação de Formadores com apoio da EaD: emprego de métodos ativos e avaliação formativa Texto revisto pela autora, quanto ao conteúdo. Retirada a indicação da instituição pois não atua

Leia mais

O PROCESSO DE ENSINO E DE APRENDIZAGEM ATRAVÉS DOS JOGOS EDUCATIVOS NO ENSINO FUNDAMENTAL

O PROCESSO DE ENSINO E DE APRENDIZAGEM ATRAVÉS DOS JOGOS EDUCATIVOS NO ENSINO FUNDAMENTAL Encontro de Ensino, Pesquisa e Extensão, Presidente Prudente, 22 a 25 de outubro, 2012 975 O PROCESSO DE ENSINO E DE APRENDIZAGEM ATRAVÉS DOS JOGOS EDUCATIVOS NO ENSINO FUNDAMENTAL Drielly Adrean Batista

Leia mais

ESTÁGIO CURRICULAR OBRIGATÓRIO NA GESTÃO ESCOLAR: OBSERVAÇÕES, PARTICIPAÇÕES E INTERVENÇÕES PEDAGÓGICAS

ESTÁGIO CURRICULAR OBRIGATÓRIO NA GESTÃO ESCOLAR: OBSERVAÇÕES, PARTICIPAÇÕES E INTERVENÇÕES PEDAGÓGICAS ESTÁGIO CURRICULAR OBRIGATÓRIO NA GESTÃO ESCOLAR: OBSERVAÇÕES, PARTICIPAÇÕES E INTERVENÇÕES PEDAGÓGICAS RESUMO Eliane Barbosa Éllen Patrícia Alves Castilho Deyse Cristina Brandão Este trabalho refere-se

Leia mais

Coordenador Pedagógico: o mediador da humanização como prática na educação infantil

Coordenador Pedagógico: o mediador da humanização como prática na educação infantil Coordenador Pedagógico: o mediador da humanização como prática na educação infantil RESUMO Fernanda Azevedo Fagundes 1 Júlia Estefani Alves 2 O presente artigo, busca discutir acerca da função do Coordenador

Leia mais

DESENVOLVIMENTO E APRENDIZAGEM PROCESSO DE CONSTRUÇÃO DO CONHECIMENTO E DESENVOLVIMENTO MENTAL DO INDIVIDUO

DESENVOLVIMENTO E APRENDIZAGEM PROCESSO DE CONSTRUÇÃO DO CONHECIMENTO E DESENVOLVIMENTO MENTAL DO INDIVIDUO DESENVOLVIMENTO E APRENDIZAGEM PROCESSO DE CONSTRUÇÃO DO CONHECIMENTO E DESENVOLVIMENTO MENTAL DO INDIVIDUO Maria Sebastiana Gomes Mota¹ Francisca Elisa de Lima Pereira² Resumo: Este artigo tem como objetivo

Leia mais

OLHAR PEDAGÓGICO: A IMPORTÂNCIA DA BRINCADEIRA NOS

OLHAR PEDAGÓGICO: A IMPORTÂNCIA DA BRINCADEIRA NOS OLHAR PEDAGÓGICO: A IMPORTÂNCIA DA BRINCADEIRA NOS ESPAÇOS DE EDUCAÇÃO INFANTIL CHERUBINI, Iris Cristina Barbosa (UNIOESTE) Resumo: Este trabalho tem por propósito divulgar a importância da brincadeira

Leia mais

MÚSICA E CONSTRUÇÃO DE INSTRUMENTOS MUSICAIS NA EDUCAÇÃO INFANTIL 1

MÚSICA E CONSTRUÇÃO DE INSTRUMENTOS MUSICAIS NA EDUCAÇÃO INFANTIL 1 MÚSICA E CONSTRUÇÃO DE INSTRUMENTOS MUSICAIS NA EDUCAÇÃO INFANTIL 1 Autora: Juliete Soares de Albuquerque Graduanda do Curso de Pedagogia Unidade Acadêmica de Educação/CFP/UFCG Co-autora: Geruslandia Almeida

Leia mais

Licenciatura em Espanhol

Licenciatura em Espanhol Licenciatura em Espanhol Rebeka Caroça Seixas Apresentação e Objetivos Estamos bem adiantados em nosso curso. Já falamos sobre o conceito de arte, conhecendo um pouco de cada linguagem artística. Hoje,

Leia mais

EXPERIÊNCIAS DE UM PROJETO DE APOIO ESCOLAR COM CRIANÇAS E ADOLESCENTES EM SITUAÇÃO DE VULNERABILIDADE SOCIAL Extensão em andamento

EXPERIÊNCIAS DE UM PROJETO DE APOIO ESCOLAR COM CRIANÇAS E ADOLESCENTES EM SITUAÇÃO DE VULNERABILIDADE SOCIAL Extensão em andamento EXPERIÊNCIAS DE UM PROJETO DE APOIO ESCOLAR COM CRIANÇAS E ADOLESCENTES EM SITUAÇÃO DE VULNERABILIDADE SOCIAL Extensão em andamento Jéssica Albino 1 ; Sônia Regina de Souza Fernandes 2 RESUMO O trabalho

Leia mais

UTILIZAÇÃO DO LÚDICO PARA FACILITAR A APRENDIZAGEM DOS ALUNOS

UTILIZAÇÃO DO LÚDICO PARA FACILITAR A APRENDIZAGEM DOS ALUNOS UTILIZAÇÃO DO LÚDICO PARA FACILITAR A APRENDIZAGEM DOS ALUNOS Carmelinda Ignez Cocco Mariani 1 Pós-Graduação em Psicopedagogia Institucional, Associação Educacional Frei Nivaldo Liebel, Xaxim, RS. Viviana

Leia mais

EDUCAÇÃO INFANTIL. * Título de um livro de Madalena Freire

EDUCAÇÃO INFANTIL. * Título de um livro de Madalena Freire EDUCAÇÃO INFANTIL * Título de um livro de Madalena Freire DE QUE EDUCAÇÃO FALAMOS? Educação bancária x Educação progressista, construtivista O ato de educar éum constante processo de libertaçãoda humanidade.

Leia mais

UNIVERSIDADE DE CAXIAS DO SUL CENTRO DE FILOSOFIA E EDUCAÇÃO OBSERVATÓRIO DE EDUCAÇÃO CURSO ESCOLA E PESQUISA: UM ENCONTRO POSSÍVEL

UNIVERSIDADE DE CAXIAS DO SUL CENTRO DE FILOSOFIA E EDUCAÇÃO OBSERVATÓRIO DE EDUCAÇÃO CURSO ESCOLA E PESQUISA: UM ENCONTRO POSSÍVEL STECANELA, Nilda. Roteiro para elaboração de projeto de pesquisa. In: Anais do X Seminário Escola e pesquisa: um encontro possível. Caxias do Sul, 2010. UNIVERSIDADE DE CAXIAS DO SUL CENTRO DE FILOSOFIA

Leia mais

Os verdadeiros analfabetos são os que aprenderam a ler e não leem. (Mário Quintana).

Os verdadeiros analfabetos são os que aprenderam a ler e não leem. (Mário Quintana). Meus filhos terão computadores, sim, mas antes terão livros. Sem livros, sem leitura, os nossos filhos serão incapazes de escrever - inclusive a sua própria história. (Bill Gates). Os verdadeiros analfabetos

Leia mais

ALVES, Fernanda de O. 2 VIERO, Francieli C. 2 ; GONÇALVES, Camila dos S. 3

ALVES, Fernanda de O. 2 VIERO, Francieli C. 2 ; GONÇALVES, Camila dos S. 3 A IMAGINOTECA HOSPITALAR COMO UM ESPAÇO DE (DES)ENVOLVIMENTO ALVES, Fernanda de O. 2 VIERO, Francieli C. 2 ; GONÇALVES, Camila dos S. 3 1 Trabalho de Projeto de Extensão _UNIFRA 2 Acadêmicas do Curso de

Leia mais

Condutas psicomotoras: brinquedos tradicionais e diversões de antigamente ainda encantam?

Condutas psicomotoras: brinquedos tradicionais e diversões de antigamente ainda encantam? Condutas psicomotoras: brinquedos tradicionais e diversões de antigamente ainda encantam? Profª. Ms. Cláudia Yazlle Profª. Ms. Gabriela Maffei 5 e 6 de junho Objetivos da aula de hoje As crianças de 4

Leia mais

TECNOLOGIA E FORMAÇÃO DE PROFESSORES

TECNOLOGIA E FORMAÇÃO DE PROFESSORES TECNOLOGIA E FORMAÇÃO DE PROFESSORES Grupo de Estudo de Tecnologia e Educação Matemática - GETECMAT 15/09/2011 Camila de Oliveira da Silva Tópicos iniciais para discussão... Formação inicial do professor

Leia mais

ATIVIDADES INVESTIGATIVAS NO ENSINO DE MATEMÁTICA: RELATO DE UMA EXPERIÊNCIA

ATIVIDADES INVESTIGATIVAS NO ENSINO DE MATEMÁTICA: RELATO DE UMA EXPERIÊNCIA ATIVIDADES INVESTIGATIVAS NO ENSINO DE MATEMÁTICA: RELATO DE UMA EXPERIÊNCIA GT 01 - Educação Matemática no Ensino Fundamental: Anos Iniciais e Anos Finais Maria Gorete Nascimento Brum - UNIFRA- mgnb@ibest.com.br

Leia mais

GEOMETRIA: RESOLUÇÃO DE PROBLEMAS COM A UTILIZAÇÃO DE SOFTWARES MATEMÁTICOS

GEOMETRIA: RESOLUÇÃO DE PROBLEMAS COM A UTILIZAÇÃO DE SOFTWARES MATEMÁTICOS 1 GEOMETRIA: RESOLUÇÃO DE PROBLEMAS COM A UTILIZAÇÃO DE SOFTWARES MATEMÁTICOS Clovis Ricardo Hentz Duarte 1 - UNEB, Campus IX clovisricardohhentz@hotmail.com Eloísia da Cruz Camandaroba 2 - UNEB, Campus

Leia mais

PROGRAMA INSTITUCIONAL DE BOLSA DE INICIAÇÃO À DOCÊNCIA (PIBID): UMA AVALIAÇÃO DA ESCOLA SOBRE SUAS CONTRIBUIÇÕES

PROGRAMA INSTITUCIONAL DE BOLSA DE INICIAÇÃO À DOCÊNCIA (PIBID): UMA AVALIAÇÃO DA ESCOLA SOBRE SUAS CONTRIBUIÇÕES PROGRAMA INSTITUCIONAL DE BOLSA DE INICIAÇÃO À DOCÊNCIA (PIBID): UMA AVALIAÇÃO DA ESCOLA SOBRE SUAS CONTRIBUIÇÕES Silva.A.A.S. Acadêmica do curso de Pedagogia (UVA), Bolsista do PIBID. Resumo: O trabalho

Leia mais

USANDO O ALFABETO MÓVEL COMO RECUSO DE RECUPERAÇÃO

USANDO O ALFABETO MÓVEL COMO RECUSO DE RECUPERAÇÃO USANDO O ALFABETO MÓVEL COMO RECUSO DE RECUPERAÇÃO Vera Lucia de Souza 1 ; Monique de Campos Ribeiro 2 ; Maria Rosa Leite da Silva 3; Kátia Nakamura 4; Maria de Lourdes dos Santos 5 1Bolsista/PIBID/PEDAGOGIA/UFGD.

Leia mais

IMPLANTANDO OS DEZ PASSOS DA ALIMENTAÇÃO SAUDÁVEL NA EDUCAÇÃO INFANTIL RELATO DE UMA EXPERIENCIA

IMPLANTANDO OS DEZ PASSOS DA ALIMENTAÇÃO SAUDÁVEL NA EDUCAÇÃO INFANTIL RELATO DE UMA EXPERIENCIA IMPLANTANDO OS DEZ PASSOS DA ALIMENTAÇÃO SAUDÁVEL NA EDUCAÇÃO INFANTIL RELATO DE UMA EXPERIENCIA SANTANA, Luiza Alves de 1 ; COSTA, Cláudia Caetano de Oliveira 2 ; BRASIL, Elisama Barbosa 3 ; GALVÃO, Marcus

Leia mais

ROSSI, Tereza Ribeiro de Freitas. Brincar: uma opção para a interação entre mãe ouvinte/filho surdo. Campinas: Unicamp, 2000. 169p.

ROSSI, Tereza Ribeiro de Freitas. Brincar: uma opção para a interação entre mãe ouvinte/filho surdo. Campinas: Unicamp, 2000. 169p. CADER, Fatima Ali Abdalah Abdel,; FÁVERO, Maria Helena (orientadora) - Leitura e escrita na sala de aula: uma pesquisa de intervenção com crianças surdas. UNB. Resumo Este trabalho descreve e analisa etapas

Leia mais

O CURRÍCULO DE CIÊNCIAS NA EDUCAÇÃO INFANTIL: UMA EXPERIÊNCIA NECESSÁRIA

O CURRÍCULO DE CIÊNCIAS NA EDUCAÇÃO INFANTIL: UMA EXPERIÊNCIA NECESSÁRIA 1 O CURRÍCULO DE CIÊNCIAS NA EDUCAÇÃO INFANTIL: UMA EXPERIÊNCIA NECESSÁRIA Joelma da Silva Moreira 1 Angela Maria Corso 2 RESUMO: O presente artigo, na condição de trabalho de conclusão de curso, pretende

Leia mais

SEDUC SECRETARIA DE ESTADO DE EDUCAÇÃO DE MATO GROSSO ESCOLA ESTADUAL DOMINGOS BRIANTE ANA GREICY GIL ALFEN A LUDICIDADE EM SALA DE AULA

SEDUC SECRETARIA DE ESTADO DE EDUCAÇÃO DE MATO GROSSO ESCOLA ESTADUAL DOMINGOS BRIANTE ANA GREICY GIL ALFEN A LUDICIDADE EM SALA DE AULA SEDUC SECRETARIA DE ESTADO DE EDUCAÇÃO DE MATO GROSSO ESCOLA ESTADUAL DOMINGOS BRIANTE ANA GREICY GIL ALFEN A LUDICIDADE EM SALA DE AULA Projeto apresentado e desenvolvido na Escola Estadual Domingos Briante

Leia mais

O JOGO COMO UMA PROPOSTA DE INVESTIGAÇÃO E DE TRABALHO NA ESCOLA DE TEMPO INTEGRAL

O JOGO COMO UMA PROPOSTA DE INVESTIGAÇÃO E DE TRABALHO NA ESCOLA DE TEMPO INTEGRAL O JOGO COMO UMA PROPOSTA DE INVESTIGAÇÃO E DE TRABALHO NA ESCOLA DE TEMPO INTEGRAL Resumo Regiane Laura Loureiro 1 - UFPR Verônica Branco 2 - UFPR Grupo de Trabalho - Didática: Teorias, Metodologias e

Leia mais

LUDICIDADE NA SALA DE AULA UNIDADE 4 ANO 1. Abril de 2013

LUDICIDADE NA SALA DE AULA UNIDADE 4 ANO 1. Abril de 2013 LUDICIDADE NA SALA DE AULA UNIDADE 4 ANO 1 Abril de 2013 Iniciando a conversa Nesta unidade refletiremos sobre a ludicidade na sala de aula, a partir do tema brincadeiras na alfabetização. Nesta unidade

Leia mais

A VIVÊNCIA DO ESTÁGIO SUPERVISIONADO

A VIVÊNCIA DO ESTÁGIO SUPERVISIONADO A VIVÊNCIA DO ESTÁGIO SUPERVISIONADO Autor (1) Sergio Morais Cavalcante Filho Universidade Estadual da Paraíba (UEPB CCEA Patos) email: sergio.smcf@gmail.com RESUMO O presente artigo expõe uma experiência

Leia mais

Coordenadoras: Enalva de Santana Santos e Márcia Soares Ramos Alves

Coordenadoras: Enalva de Santana Santos e Márcia Soares Ramos Alves TEMA : BRINCANDO E APRENDENDO NA ESCOLA Coordenadoras: Enalva de Santana Santos e Márcia Soares Ramos Alves Autora: Prof a Cássia de Fátima da S. Souza PÚBLICO ALVO Alunos de 04 anos TEMA: BRINCANDO E

Leia mais

A CONSTRUÇÃO DO PROJETO POLÍTICO PEDAGÓGICO PPP COMO OPORTUNIDADE PARA O ENSINO DE ESTATÍSTICA

A CONSTRUÇÃO DO PROJETO POLÍTICO PEDAGÓGICO PPP COMO OPORTUNIDADE PARA O ENSINO DE ESTATÍSTICA Encontro Nacional de Educação Matemática A CONSTRUÇÃO DO PROJETO POLÍTICO PEDAGÓGICO PPP COMO OPORTUNIDADE PARA O ENSINO DE ESTATÍSTICA Thiarla avier Dal-Cin Zanon Prefeitura Municipal de Castelo/ES Universidade

Leia mais

BIBLIOTECA VIVA: CONHECENDO O MUNDO ATRAVÉS DOS LIVROS RESUMO

BIBLIOTECA VIVA: CONHECENDO O MUNDO ATRAVÉS DOS LIVROS RESUMO BIBLIOTECA VIVA: CONHECENDO O MUNDO ATRAVÉS DOS LIVROS Camila Alves de Araujo Maria 1 ; Juciene da Silva Gomes 2 ; Ireny Morassu ³; Maria José de Jesus Alves Cordeiro 4 UEMS Cidade Universitária de Dourados-

Leia mais

PIBID: DESCOBRINDO METODOLOGIAS DE ENSINO E RECURSOS DIDÁTICOS QUE PODEM FACILITAR O ENSINO DA MATEMÁTICA

PIBID: DESCOBRINDO METODOLOGIAS DE ENSINO E RECURSOS DIDÁTICOS QUE PODEM FACILITAR O ENSINO DA MATEMÁTICA PIBID: DESCOBRINDO METODOLOGIAS DE ENSINO E RECURSOS DIDÁTICOS QUE PODEM FACILITAR O ENSINO DA MATEMÁTICA Naiane Novaes Nogueira 1 Universidade Estadual do Sudoeste da Bahia UESB n_n_nai@hotmail.com José

Leia mais

ARTE CIRCENSE E A EDUCAÇÃO

ARTE CIRCENSE E A EDUCAÇÃO ARTE CIRCENSE E A EDUCAÇÃO Magali Deckert Arndt 1 Noemi Boer 2 Marjorie Dariane da Silva Machado³ Ingrid Mello 4 INTRODUÇÃO O teatro é uma das mais antigas manifestações culturais do homem e o tem acompanhado

Leia mais

JOGOS ELETRÔNICOS CONTRIBUINDO NO ENSINO APRENDIZAGEM DE CONCEITOS MATEMÁTICOS NAS SÉRIES INICIAIS

JOGOS ELETRÔNICOS CONTRIBUINDO NO ENSINO APRENDIZAGEM DE CONCEITOS MATEMÁTICOS NAS SÉRIES INICIAIS JOGOS ELETRÔNICOS CONTRIBUINDO NO ENSINO APRENDIZAGEM DE CONCEITOS MATEMÁTICOS NAS SÉRIES INICIAIS Educação Matemática na Educação Infantil e nos Anos Iniciais do Ensino Fundamental (EMEIAIEF) GT 09 RESUMO

Leia mais

ÁLBUM DE FOTOGRAFIA: A PRÁTICA DO LETRAMENTO NA EDUCAÇÃO INFANTIL 59. Elaine Leal Fernandes elfleal@ig.com.br. Apresentação

ÁLBUM DE FOTOGRAFIA: A PRÁTICA DO LETRAMENTO NA EDUCAÇÃO INFANTIL 59. Elaine Leal Fernandes elfleal@ig.com.br. Apresentação ÁLBUM DE FOTOGRAFIA: A PRÁTICA DO LETRAMENTO NA EDUCAÇÃO INFANTIL 59 Elaine Leal Fernandes elfleal@ig.com.br Graduada em pedagogia e fonoaudiologia, Pós-graduada em linguagem, Professora da Creche-Escola

Leia mais

O PROCESSO DE CONSTRUÇÃO DA LEITURA E DA ESCRITA: UM ESTUDO DESAFIADOR E DINÂMICO EM CLASSES DE ALFABETIZAÇÃO

O PROCESSO DE CONSTRUÇÃO DA LEITURA E DA ESCRITA: UM ESTUDO DESAFIADOR E DINÂMICO EM CLASSES DE ALFABETIZAÇÃO O PROCESSO DE CONSTRUÇÃO DA LEITURA E DA ESCRITA: UM ESTUDO DESAFIADOR E DINÂMICO EM CLASSES DE ALFABETIZAÇÃO Doris Pires Vargas Bolzan 1 Carla Markus Lopes 2 Alexandra Pozzatti Machesan 3 Silvana Martins

Leia mais

ORGANIZAÇÃO DE ESPAÇO FÍSICO NA CRECHE ( os cantinhos ), que possibilitou entender o espaço como aliado do trabalho pedagógico, ou seja, aquele que

ORGANIZAÇÃO DE ESPAÇO FÍSICO NA CRECHE ( os cantinhos ), que possibilitou entender o espaço como aliado do trabalho pedagógico, ou seja, aquele que Introdução A formação continuada iniciou-se com um diagnóstico com os profissionais que atuam nos Centros de Educação Infantil do nosso município para saber o que pensavam a respeito de conceitos essenciais

Leia mais

ISSN 2238-9113 PROJETO LUDICIDADE NA ESCOLA DA INFÂNCIA

ISSN 2238-9113 PROJETO LUDICIDADE NA ESCOLA DA INFÂNCIA 13. CONEX Apresentação Oral Resumo Expandido 1 ISSN 2238-9113 PROJETO LUDICIDADE NA ESCOLA DA INFÂNCIA ÁREA TEMÁTICA: ( ) COMUNICAÇÃO ( ) CULTURA ( ) DIREITOS HUMANOS E JUSTIÇA ( X ) EDUCAÇÃO ( ) MEIO

Leia mais

O LÚDICO COMO INSTRUMENTO TRANSFORMADOR NO ENSINO DE CIÊNCIAS PARA OS ALUNOS DA EDUCAÇÃO BÁSICA.

O LÚDICO COMO INSTRUMENTO TRANSFORMADOR NO ENSINO DE CIÊNCIAS PARA OS ALUNOS DA EDUCAÇÃO BÁSICA. O LÚDICO COMO INSTRUMENTO TRANSFORMADOR NO ENSINO DE CIÊNCIAS PARA OS ALUNOS DA EDUCAÇÃO BÁSICA. Autor (1)Suzânia Maria Pereira de Araújo; Autor (2) Eleilde de Sousa Oliveira; Orientador (1)Denise Silva

Leia mais

A MATEMÁTICA NO CIRCO: UMA PROPOSTA DE ESTÁGIO EM MATEMÁTICA PARA LICENCIANDOS

A MATEMÁTICA NO CIRCO: UMA PROPOSTA DE ESTÁGIO EM MATEMÁTICA PARA LICENCIANDOS A MATEMÁTICA NO CIRCO: UMA PROPOSTA DE ESTÁGIO EM MATEMÁTICA PARA LICENCIANDOS Vinícius Silveira de Camargo Instituto Militar de Engenharia Universidade Federal de Goiás viniciuskmargo@hotmail.com Ana

Leia mais

AFROBRASILIDADE NA EDUCAÇÃO INFANTIL: UM OLHAR PEDAGÓGICO À DIVERSIDADE

AFROBRASILIDADE NA EDUCAÇÃO INFANTIL: UM OLHAR PEDAGÓGICO À DIVERSIDADE AFROBRASILIDADE NA EDUCAÇÃO INFANTIL: UM OLHAR PEDAGÓGICO À DIVERSIDADE Patrícia da Silva Souza Graduanda de Pedagogia pela UEPB pipatricia278@gtmail.com Kátia Anne Bezerra da Silva Graduanda em Pedagogia

Leia mais

A MATEMÁTICA ATRÁVES DE JOGOS E BRINCADEIRAS: UMA PROPOSTA PARA ALUNOS DE 5º SÉRIES

A MATEMÁTICA ATRÁVES DE JOGOS E BRINCADEIRAS: UMA PROPOSTA PARA ALUNOS DE 5º SÉRIES A MATEMÁTICA ATRÁVES DE JOGOS E BRINCADEIRAS: UMA PROPOSTA PARA ALUNOS DE 5º SÉRIES Haiane Regina de Paula, PIC(UNESPAR/FECILCAM)) Valdir Alves (OR), FECILCAM RESUMO:A pesquisa A Matemática Através de

Leia mais

OS JOGOS PEDAGÓGICOS COMO FERRAMENTAS DE ENSINO

OS JOGOS PEDAGÓGICOS COMO FERRAMENTAS DE ENSINO OS JOGOS PEDAGÓGICOS COMO FERRAMENTAS DE ENSINO Resumo FIALHO, Neusa Nogueira FACINTER neusa_nf@yahoo.com.br Área Temática: Educação: Teorias, Metodologias e Práticas. Não contou com financiamento A falta

Leia mais

JOGO DE QUÍMICA: UM MÉTODO LÚDICO PARA COMPREENSÃO DE CONCEITOS E INTERAÇÃO ENTRE OS SUJEITOS.

JOGO DE QUÍMICA: UM MÉTODO LÚDICO PARA COMPREENSÃO DE CONCEITOS E INTERAÇÃO ENTRE OS SUJEITOS. JOGO DE QUÍMICA: UM MÉTODO LÚDICO PARA COMPREENSÃO DE CONCEITOS E INTERAÇÃO ENTRE OS SUJEITOS. cibdo@yahoo.com.br Cristiane Barbosa de Oliveira * (PQ) Neusa Maria John Scheid (PG). Palavras-Chave: Educação

Leia mais

A MODELAGEM COMO INSTRUMENTO MOTIVADOR À APRENDIZAGEM. Jozeildo José da Silva 1 MECM/UEPB

A MODELAGEM COMO INSTRUMENTO MOTIVADOR À APRENDIZAGEM. Jozeildo José da Silva 1 MECM/UEPB V ENCONTRO PARAIBANO DE EDUCAÇÃO MATEMÁTICA, 2008, Campina Grande. Anais... A MODELAGEM COMO INSTRUMENTO MOTIVADOR À APRENDIZAGEM Resumo Jozeildo José da Silva 1 MECM/UEPB Neste trabalho será relatada

Leia mais

Colégio La Salle São João. Professora Kelen Costa Educação Infantil. Educação Infantil- Brincar também é Educar

Colégio La Salle São João. Professora Kelen Costa Educação Infantil. Educação Infantil- Brincar também é Educar Colégio La Salle São João Professora Kelen Costa Educação Infantil Educação Infantil- Brincar também é Educar A importância do lúdico na formação docente e nas práticas de sala de aula. A educação lúdica

Leia mais

CULTURA E BRINCADEIRA: UMA REFLEXÃO SOBRE AS TRADIÇÕES JUNINAS NO CONTEXTO ESCOLAR.

CULTURA E BRINCADEIRA: UMA REFLEXÃO SOBRE AS TRADIÇÕES JUNINAS NO CONTEXTO ESCOLAR. CULTURA E BRINCADEIRA: UMA REFLEXÃO SOBRE AS TRADIÇÕES JUNINAS NO CONTEXTO ESCOLAR. Lívia Leal da Silva Licencianda em Pedagogia, bolsista do PIBID - UESB Lorena Pereira Leite Licencianda em Pedagogia,

Leia mais