Alfabetização midiática na era da informação: Escola como espaço de reflexão sobre o campo dos media. RODRIGUES, Lylian

Save this PDF as:
 WORD  PNG  TXT  JPG

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "Alfabetização midiática na era da informação: Escola como espaço de reflexão sobre o campo dos media. RODRIGUES, Lylian"

Transcrição

1 Alfabetização midiática na era da informação: Escola como espaço de reflexão sobre o campo dos media. RODRIGUES, Lylian Mestranda em Comunicação da Universidade do Vale do Rio dos Sinos. GT 10 Educomídia Resumo: A era da tecnologia traz em seu bojo o surgimento do campo dos media como mediador dos campos sociais com a sociedade. Considerando-se assim um campo em freqüente interação com todos os outros, como acontece na inter-relação comunicação e educação. Diante desta realidade, a escola não pode deixar de reconhecer o papel fundamental da Comunicação na vida dos alunos, fazendo-se necessário ajustar a pedagogia moderna ao estudo do campo dos media. Não pretendemos aqui, interferir no processo dos professores que utilizam os meios de comunicação de massa como ferramentas pedagógicas, mas ir além deste uso a um conhecimento do próprio campo da comunicação por parte dos professores e alunos por meio de um espaço de reflexão ou disciplina escolar. Conhecer o campo que orienta a contemporaneidade vai enriquecer o aluno para um saber não fragmentado das disciplinas, visão crítica da realidade e participação cidadã no espaço social. Palavras chaves: campo dos media educação meios de comunicação de massa.

2 Existe uma espécie de consenso entre autores que a modernidade entra em foco a partir da segunda metade do século XVIII com uma série de transformações provocadas principalmente pela 1 revolução industrial, com mecanização do setor têxtil e a descoberta do vapor como força motriz, e pelo projeto iluminista, com princípios de liberdade individual e a capacidade humana de racionalizar contra os preceitos divinos explicando tudo, na era pré-moderna. A partir do século XIX, a modernidade se intensifica com a revolução francesa e 2 revolução industrial, com a descoberta da eletricidade e invenções de automóvel, avião, telégrafo e telefone, e somente no século XX, mas precisamente na década de 70, com as inovações tecnológicas operadas pelo computador, surge uma nova fase do capitalismo com características globais como citada por Castells, referindo-se a revolução das tecnologias, começando a se gestar no final dos anos 60 e princípios dos 70, convergindo hoje para a "gênese de um novo mundo". Esse é o processo da revolução das tecnologias da informação atuando como remodelador das bases materiais da sociedade. As novas tecnologias da informação e da comunicação já não são meros instrumentos de transporte de mensagens, como instrumentos para aumentar o alcance dos sentidos para conhecimento das informações no globo. Os meios de comunicação de massa não representam todo o potencial do campo da comunicação. Passamos, então, a ver este campo não só como um campo técnico, das práticas de transmissão de informação, mas sim, ter uma compreensão ampliada de um campo que envolve processos das interações humanas, das sociabilidades, das técnicas e das práticas, das tecnologias e das novas sensibilidades, da comunicação educando, interagindo os campos sociais e às vezes até substituindo-os. Disciplinas acadêmicas estudam a área e como os processos se realizam, pois é preciso admitir o papel principal da media no mundo hoje que a organização simbólica global tem gerência pelo campo dos media, com a orientação própria deste campo para dispositivos como tempo e espaço, ditados pelas mídias; os horários e agendamentos da sociedade dependem da programação dos meios de comunicação de massa ou do espaço público que o campo dos media delega para os demais campos sociais. As conversas do escritório, de casa, da escola, da porta da rua ou do bar são agendadas por uma mídia que

3 está constantemente presente de alguma forma no cotidiano da sociedade atual. Concluímos com isso, que a constituição do modelo de ser da sociedade é propriedade do campo da comunicação. A media assume neste contexto, um papel relevante a ponto de qualquer área das ciências sociais, para compreender as novas formas de sociabilidade, não poder prescindir da reflexão sobre os conteúdos produzidos pelos meios de comunicação e as novas interações sociais causadas pela legitimação do campo da comunicação. Objeto de vários ramos do conhecimento, a media é um conhecimento transversal que permeia todas as experiências humanas na atualidade. O campo legitimou-se à medida que as demais instituições entraram em divergências no espaço público, gerado pelos meios de comunicação de massa, prescindindo de um mediador para gerir os valores de representação e de transparência do mundo. Assim entendemos o campo dos media e acrescentamos a este paper o conceito de Adriano Rodrigues do campo como instituição de mediação que se instaura na modernidade, abarcando, portanto, todos os dispositivos formal ou informalmente organizados, que têm como função compor os valores legítimos divergentes das instituições que adquiriram nas sociedades modernas o direito a mobilizarem autonomamente o espaço público 1. Um campo que anda por tantos outros setores da sociedade muitas vezes permite que se denomine o Campo dos media como um campo interdisciplinar, aplicado à comunicação num sentido de espaço nítido de interface, confluência de duas ou mais disciplinas 2, fraseado por José Luiz Braga em Constituição do Campo da Comunicação e novamente relevante no Livro Comunicação e Educação quando menciona a comunicação está dentro como parte constitutiva a qualquer atividade humana e fora como espaço geral das interações sociais 3. 1 RODRIGUES, Adriano. Estratégias da Comunicação (pág. 152). 2 BRAGA, José Luiz. Constituição do Campo da Comunicação In: Campo da Comunicação (pág. 12) 3 BRAGA, José Luiz. Comunicação e Educação (pág. 35)

4 O conhecimento científico, hoje, está permeado da interdisciplinaridade dos campos. Presente, por exemplo, pelas emergentes áreas científicas, como a Bioética e outras que agregam conhecimentos de campos diferentes. O campo da media assim, considerado como todo o tecido social, busca a homogeneidade e equilíbrio deste conhecimento por meio das representações dos campos no próprio espaço. A Comunicação, não é diferente, interdisciplinar por natureza, uma vez que faz parte de um modelo social que lhe delega a constituição de um campo de produção de discursos que interagem com os diversos campos sociais, em especial com o campo científico. Discutindo a interação dos campos, agora, focamos no interesse deste estudo, busquemos compreender como a educação vem se apropriando dos conteúdos ofertados pelos meios de comunicação. Como instrumento no processo de ensino aprendizagem, torna-se necessário primeiro conhecer e analisar os diferentes modos de utilização destes meios pelos professores, para então propor formas de análise do campo da comunicação, não somente do ponto de vista instrumental, mas como objeto de análise que ajude a refletir ou perceber até que ponto estes meios influenciam na forma da identidade e das práticas cotidianas dos alunos, principalmente da rede pública de ensino. Os alunos vivem cercados pelos meios de comunicação. Fato. As mensagens e os discursos norteiam este sujeito e interação deste com o meio em que vive. Mas, na prática, o que hoje podemos perceber, é uma utilização dos meios de comunicação com o propósito de atividades de lazer, de recreação ou somente complementares a uma outra disciplina enquanto ferramenta pedagógica. Este papel passado aos meios de comunicação, coadjuvantes do processo ensino aprendizagem, não condiz com a atuação do campo dos media, ator principal nas formas de socialização e produtora de sentidos, dentro ou fora da escola. O aluno desconhece as novas formas expressivas e novas estratégias discursivas e de recepção, ele não compreende os fenômenos de produção coletiva de significados nas sociedades atuais. O desconhecimento sobre os processos midiáticos pode ser identificado

5 na pesquisa do professor Fausto Neto 4 sobre a TV Escola, quando identifica que os projetos de meios de comunicação nas escolas, sem leitura da produção e estratégias de recepção adequadas, tornam os usuários ventríloquos. Mencionando ainda que, em diversas escolas, o professor não domina nem a utilização técnica do aparato da TV Escola. Mesmo com uma programação ou atividade do processo ensino aprendizagem intimamente ligada ao meio de comunicação, como o caso da TV Escola, a pesquisa do professor alertou para o risco de banalizar o processo de produção de sentido realizado pelo meio de comunicação. Segundo o autor, o projeto é caracterizado como um vôo cego já que desconhece as ações realizadas pelos receptores quando reagindo à programação ofertada, além de se fazer necessário novo procedimento de avaliação sobre o que os usuários fazem com o discurso da TV Escola, pois nem sempre é o previsto pelos produtores. É urgente a compreensão do campo dos media pela sociedade mergulhada na era da técnica assim como o papel dos meios de comunicação de massa como ferramenta pedagógica em seu melhor uso. É certo que manter a relação de educação com a comunicação só no âmbito do lúdico e prazer deixa a perder incalculável conhecimento para o aluno como indivíduo de uma sociedade contemporânea com base sólida na informação produzida e distribuída pelos meios e reconhecendo o papel de receptor e mesmo de reprodutor de uma cultura produzida pro esta mídia. O projeto Liberal na escola, realizado na capital do Pará, Belém, é outra experiência que leva à sala de aula o meio de comunicação de massa, dessa vez, os jornais, indo um pouco além, com depoimentos e até conhecimentos de como é realizado o processo da produção daquele meio de comunicação. Um projeto incipiente da atividade escolar que trata do conhecimento e da reflexão sobre os meios de comunicação, porém incompleto na medida em que à escola é dada a responsabilidade que ainda não reconhece, da continuidade. As aulas tornam-se um processo de corte e colagem, quando o jornal é depenado e reconstruído sem qualquer reconhecimento simbólico ou estudo do meio. Esse 4 FAUSTO NETO, Antônio. Ensinando à televisão. João Pessoa: Editora Universitária/UFPB, 2001.

6 processo pode ser identificado em diversas escolas, mesmo as que não participam de projeto como o citado acima. Na prática, a idéia de refletir o campo da comunicação no processo ensino aprendizagem, significa dar às crianças e adolescentes a capacidade de analisar criticamente as diferentes formas de enunciação dos meios de comunicação de massa e de apropriação dos produtos desses meios, entrosar o educando com a linguagem audiovisual e significados, fazê-lo entender a mensagem central do meio de comunicação e a cultura que se cria, proporcionar ao aluno criar mecanismos de seleção e compreensão das mensagens, permitir a ele conhecer os meios de comunicação e como devem ser usados, quais os processos de produção da indústria midiática e quais os interesses. Os alunos assistem muitas horas de TV todos os dias. A TV influencia na sua formação. A escola precisa olhar para o aluno em todos os momentos do seu dia e reconhecer a necessidade de se reestruturar para se aproximar da criança e do jovem real com todas as influências que recebe do meio onde vive. Educar hoje é também alfabetizar mediaticamente a sociedade e não só alocar o aparato tecnológico da informação em um espaço da escola. Não há um estudo do campo dos media que tem atuação como modelador desta sociedade em que os alunos estão inseridos e que tem dado rumo aos demais campos das ciências sociais. A informação é matéria prima da sociedade midiática e tem a sua geração e circulação pelos meios de comunicação e produtos deles gerados, sendo assim, é preciso expandir os conceitos para além do que se entende por rádio, televisão, jornal. Ampliar este conhecimento por meio de um espaço/atividade/disciplina permanente de discussão e reflexão sobre os meios de comunicação é uma necessidade da educação para a comunicação, para que o aluno não perca o potencial de um meio de comunicação (mediação de cultura, estímulo a consciência crítica e o exercício da cidadania, além de desenvolver a habilidade comunicativa do aluno). Sob a orientação de um comunicador, que está no espaço da recepção e conhece a produção, ale m dos próprios mecanismos dos meios de comunicação de massa, o estudo e análise seriam de enriquecimento par ao aluno, enquanto estudante e como ser humano mergulhado em uma

7 sociedade da técnica e dos discursos dos meios, das vozes dos campos no campo dos media. A Educação para os Media e para a Comunicação constitui hoje uma área de investigação, de estudo e de intervenção fundamental à promoção de uma cidadania esclarecida. São fáceis as acusações dirigidas aos media quando se trata de acusá-los de manipuladores, mas esquecem-se que este processo a ele é delegado e fomentado pelo próprio campo social. Então, para entender melhor, e mesmo ir de encontro a esta acusação da prática de manipulação, o entendimento e estudo do campo vai permitir a alunos e professores melhor entender a realidade que é ditada pelo campo da comunicação. Os corpos discente e docente são famintos pelas notícias e informações do campo da comunicação. Está na natureza do homem a comunicação assim como a educação, para tanto, é necessário uma reorientação da educação em uma sociedade que aprende pelos próprios meios de comunicação. Na medida em que os meios forem encarados pelas escolas da forma como aqui propomos, atores principais, haverá condição de proporcionar aos alunos, quando conhecedores dos processos e meios de comunicação, a formação de agentes conscientes da cultura na qual estão inseridos e conhecedores do valor da participação nas esferas política e social. É preciso deixar de tratar um jornal como um mero sistema de signos lingüísticos, reduzindo e limitando o seu potencial uso para estimular a formação do cidadão crítico e participante da história, conhecedor dos processos comunicativos que o cerca. A importância do espaço para refletir os meios de comunicação não deve ser vivido só pelo aluno. O papel do professor, como incentivador ou mesmo mostrando interesse pelo assunto que também interessa ao aluno, é extremamente importante para que na sala de aula, com o tema da disciplina estudada, não seja percebido um aluno querendo discutir um assunto do telejornal da noite anterior e o professor fazendo de conta que nem escutou para que não desoriente a aula. Quando, o professor deveria se apropriar desta

8 linguagem e realidade que o aluno alimenta para trazer à sala de aula a relação da disciplina com a vida do próprio aluno. Quando do momento da reflexão sobre o campo da comunicação, é preciso estar a frente das discussões o comunicador que vai nortear as análises de produção, mediação e recepção, já que ele tem sido o estudioso do campo e dos processos. Vale ressalta, porém, que o trabalho sempre deve ser em conjunto com os pedagogos que conhecem a fundo as disciplinas estudadas pelos alunos e como podem estar todas se fragmentando de forma homogênea no campo da comunicação. O professor é participante tanto quando o aluno e elaborador da análise tanto quanto o comunicador. Não só as tecnologias, mas teorias e discursos, expressões e estratégias da área que muni todos de curiosidade, devem ser alvo dos estudos para este espaço de reflexão dos meio e do campo. Muitos estudos têm sido realizados em busca de alguma resposta para as questões que emergem da inter-relação dos campos comunicação e educação. As idéias e divagações aqui apresentadas, não têm pretensões de esgotar todas as linhas que têm norteado as pesquisas desta área. Porém, contribuir para decifrar a relação educação e comunicação. Constatado que estamos mergulhados em uma sociedade mediada pelos meios de comunicação e este aparato tecnológico já é parte do ambiente escolar, faz-se urgência em trazermos para o campo da comunicação o ângulo de estudo e tarefa de assumirmos a interface dos campos e assim prepararmos os alunos para o estudo dos meios de comunicação que complementam o processo de ensino e aprendizagem e reconhecimentos dos processos comunicativos mediadores da própria cultura e identificação das teorias da comunicação para entendimento de todos os produtos que delas podem ser geridos, como interações sociais, estudo de recepção, linguagens, etc. e não permitir que permaneça o uso instrumental sem reflexão dos meios de comunicação. O campo da comunicação precisa se comunicar com o campo da educação para que esta relação possa ser definida com bases no aprendizado do aluno na nova ordem mundial da tecnologia. As novas tecnologias não parecem aderir a programações muito educativas e quando o fazem, os horário sequer são de regular acesso, como às 5h00 a exibição do

9 Telecurso. Já que a mídia não vai aderir a um papel oficial de educadora, e nem cabe a ela o obter, é a escola quem precisa trazer para si um comunicador para preencher as necessidades dos alunos em estar conhecendo as novas tecnologias e o campo dos media.assim como diversos campos já se renderam ao poder da mídia, que lhe é delegado por todos os outros campos, o campo da educação também precisa abraçar os media e entendê-los e fazer o seu público entender deles.

10 Referências Bibliográficas BRAGA, José Luiz. Meios de Comunicação e Linguagens: A questão educacional e a interatividade. In: Revista Linhas Críticas. Brasília. v. 5, n. 9, p , jul./dez., BRAGA, José Luiz; CALAZANS, Regina. Comunicação e Educação. São Paulo: Hacker, CASTELLS, Manuel. A sociedade em rede. São Paulo: Paz e Terra, FAUSTO NETO, Antônio. Ensinando à televisão. João Pessoa: Editora Universitária/UFPB, FREIRE, Paulo. Extensão ou comunicação? Rio de Janeiro, Paz e Terra, ORTIZ, Renato. Mundialização e cultura. São Paulo: Brasiliense, DUARTE, Adriano. Estratégias da Comunicação.Universidade de Nova Lisboa, 1999.

Percursos da pesquisa de campo: as rodas de conversas e a caracterização dos jovens e seus contextos

Percursos da pesquisa de campo: as rodas de conversas e a caracterização dos jovens e seus contextos 44 5. Percursos da pesquisa de campo: as rodas de conversas e a caracterização dos jovens e seus contextos As rodas de conversa tiveram como proposta convidar os participantes a debater o tema da violência

Leia mais

INFORMÁTICA NA EDUCAÇÃO: O BINÔMIO COMPUTADOR E EDUCAÇÃO

INFORMÁTICA NA EDUCAÇÃO: O BINÔMIO COMPUTADOR E EDUCAÇÃO INFORMÁTICA NA EDUCAÇÃO: O BINÔMIO COMPUTADOR E EDUCAÇÃO por Wesley José Silva Setembro, 2004 A informática hoje vem sendo uma das soluções a ser implantada na didática de ensino aprendizagem, tendo como

Leia mais

Revista Especial de Educação Física Edição Digital v. 3, n. 1, novembro 2006.

Revista Especial de Educação Física Edição Digital v. 3, n. 1, novembro 2006. UM ENSAIO SOBRE A DEMOCRATIZAÇÃO DA GESTÃO NO COTIDIANO ESCOLAR: A CONEXÃO QUE FALTA. Noádia Munhoz Pereira Discente do Programa de Mestrado em Educação PPGE/FACED/UFU - noadia1@yahoo.com.br Resumo O presente

Leia mais

MÍDIAS NA EDUCAÇÃO Introdução Mídias na educação

MÍDIAS NA EDUCAÇÃO Introdução Mídias na educação MÍDIAS NA EDUCAÇÃO Michele Gomes Felisberto; Micheli de Oliveira; Simone Pereira; Vagner Lean dos Reis Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia Farroupilha Introdução O mundo em que vivemos

Leia mais

TENDÊNCIAS RECENTES DOS ESTUDOS E DAS PRÁTICAS CURRICULARES

TENDÊNCIAS RECENTES DOS ESTUDOS E DAS PRÁTICAS CURRICULARES TENDÊNCIAS RECENTES DOS ESTUDOS E DAS PRÁTICAS CURRICULARES Inês Barbosa de Oliveira O desafio de discutir os estudos e as práticas curriculares, sejam elas ligadas à educação de jovens e adultos ou ao

Leia mais

Projeto Jornal Educativo Municipal

Projeto Jornal Educativo Municipal Estado de Goiás Prefeitura Municipal de Santa Bárbara de Goiás Secretaria Municipal da Educação Santa Bárbara de Goiás - GO Projeto Jornal Educativo Municipal Santa Bárbara de Goiás Janeiro/2013 Estado

Leia mais

FORMAÇÃO DE PROFESSOR E AS TECNOLOGIAS DA INFORMAÇÃO E DA COMUNICAÇÃO (TIC)

FORMAÇÃO DE PROFESSOR E AS TECNOLOGIAS DA INFORMAÇÃO E DA COMUNICAÇÃO (TIC) FORMAÇÃO DE PROFESSOR E AS TECNOLOGIAS DA INFORMAÇÃO E DA COMUNICAÇÃO (TIC) Divina Rosangela de Souza Costa UCG Joana Peixoto UCG Comunicação Formação e profissionalização docente O presente trabalho tem

Leia mais

DIDÁTICA E COMPETÊNCIAS DOCENTES: UM ESTUDO SOBRE TUTORIA NA EDUCAÇÃO A DISTÂNCIA

DIDÁTICA E COMPETÊNCIAS DOCENTES: UM ESTUDO SOBRE TUTORIA NA EDUCAÇÃO A DISTÂNCIA N 429 - OLIVEIRA Eloiza da Silva Gomes, SANTOS Lázaro, ENCARNAÇÃO Aline Pereira da. DIDÁTICA E COMPETÊNCIAS DOCENTES: UM ESTUDO SOBRE TUTORIA NA EDUCAÇÃO A DISTÂNCIA O conhecimento, bem como os demais

Leia mais

A EPISTEMOLOGIA NA EDUCAÇÃO AMBIENTAL

A EPISTEMOLOGIA NA EDUCAÇÃO AMBIENTAL A EPISTEMOLOGIA NA EDUCAÇÃO AMBIENTAL Nilson Duarte Rocha 1 Lúcio Jorge Hammes 2 Resumo Este artigo apresenta a epistemológica para a efetivação de uma educação ambiental transformadora do sujeito-aluno

Leia mais

RESENHA DO LIVRO A COMUNICAÇÃO NA EDUCAÇÃO, DE JESÚS MARTÍN-BARBERO

RESENHA DO LIVRO A COMUNICAÇÃO NA EDUCAÇÃO, DE JESÚS MARTÍN-BARBERO RESENHA DO LIVRO A COMUNICAÇÃO NA EDUCAÇÃO, DE JESÚS MARTÍN-BARBERO Sannya Fernanda Nunes Rodrigues MARTÍN-BARBERO, J. A Comunicação na Educação. São Paulo: Contexto, 2014. 155 p. Palavras-chave: Comunicação.

Leia mais

TIC S: INCLUSÃO E/OU EXCLUSÃO

TIC S: INCLUSÃO E/OU EXCLUSÃO TIC S: INCLUSÃO E/OU EXCLUSÃO Raquel Monteiro Alberto Moraes - Graduanda do curso de Pedagogia (UERJ) Renata Oliveira de Sousa- Graduanda do curso de Pedagogia (UERJ) A sociedade atual se encontra imersa

Leia mais

Centro Acadêmico Paulo Freire - CAPed Maceió - Alagoas - Brasil ISSN: 1981-3031

Centro Acadêmico Paulo Freire - CAPed Maceió - Alagoas - Brasil ISSN: 1981-3031 COORDENADOR PEDAGÓGICO E SUA IMPORTÂNCIA NO PROCESSO DE ENSINO-APRENDIZAGEM Polyana Marques Lima Rodrigues 1 poly90lima@hotmail.com Willams dos Santos Rodrigues Lima 2 willams.rodrigues@hotmail.com RESUMO

Leia mais

GESTÃO EDUCACIONAL E TECNOLOGIA

GESTÃO EDUCACIONAL E TECNOLOGIA www.uniube.brpropepmestradorevista GESTÃO EDUCACIONAL E TECNOLOGIA SILVA, Eduardo Alex Carvalho Ribeiroi Lívia Rodrigues Acadêmico do Curso de Licenciatura Plena em Ciências Biológicas do Centro Federal

Leia mais

PROJETO POLÍTICO PEDAGÓGICO: ELABORAÇÃO E UTILIZAÇÃO DE PROJETOS PEDAGÓGICOS NO PROCESSO DE ENSINO APRENDIZAGEM

PROJETO POLÍTICO PEDAGÓGICO: ELABORAÇÃO E UTILIZAÇÃO DE PROJETOS PEDAGÓGICOS NO PROCESSO DE ENSINO APRENDIZAGEM PROJETO POLÍTICO PEDAGÓGICO: ELABORAÇÃO E UTILIZAÇÃO DE PROJETOS PEDAGÓGICOS NO PROCESSO DE ENSINO APRENDIZAGEM Resumo Gisele Gomes Avelar Bernardes- UEG 1 Compreendendo que a educação é o ponto chave

Leia mais

UNIVERSIDADE FEDERAL DE RORAIMA CENTRO DE EDUCAÇÃO CURSO DE PEDAGOGIA PROFª.: TERESA KÁTIA ALVES DE ALBUQUERQUE E-mail: teresa.katia@gmail.

UNIVERSIDADE FEDERAL DE RORAIMA CENTRO DE EDUCAÇÃO CURSO DE PEDAGOGIA PROFª.: TERESA KÁTIA ALVES DE ALBUQUERQUE E-mail: teresa.katia@gmail. Tecnologia e TICs UNIVERSIDADE FEDERAL DE RORAIMA CENTRO DE EDUCAÇÃO CURSO DE PEDAGOGIA PROFª.: TERESA KÁTIA ALVES DE ALBUQUERQUE E-mail: teresa.katia@gmail.com PROGRAMA DE FORMAÇÃO CONTINUADA EM MÍDIAS

Leia mais

Palavras-Chave: PIBID, Formação Inicial de Professores, Ensino de Informática.

Palavras-Chave: PIBID, Formação Inicial de Professores, Ensino de Informática. DESAFIOS DO ENSINO DA INFORMÁTICA NAS ESCOLAS PÚBLICAS: CONTRIBUIÇÕES DO PIBID NA FORMAÇÃO INICIAL DE PROFESSORES RESUMO Jéssyca Edly Messias Ribeiro (IFRN) jeh_edly@hotmail.com Jefferson Hernane da Silva

Leia mais

CONSTITUINDO REFERENCIAIS TEÓRICO-METODOLÓGICOS: CONTRIBUIÇÕES DO PIBID PARA O TRABALHO COM ALFABETIZAÇÃO E LETRAMENTO

CONSTITUINDO REFERENCIAIS TEÓRICO-METODOLÓGICOS: CONTRIBUIÇÕES DO PIBID PARA O TRABALHO COM ALFABETIZAÇÃO E LETRAMENTO CONSTITUINDO REFERENCIAIS TEÓRICO-METODOLÓGICOS: CONTRIBUIÇÕES DO PIBID PARA O TRABALHO COM ALFABETIZAÇÃO E LETRAMENTO Bruna Mendes Muniz 1 Gislaine Aparecida Puton Zortêa 2 Jéssica Taís de Oliveira Silva

Leia mais

ESPAÇO INCLUSIVO Coordenação Geral Profa. Dra. Roberta Puccetti Coordenação Do Projeto Profa. Espa. Susy Mary Vieira Ferraz RESUMO

ESPAÇO INCLUSIVO Coordenação Geral Profa. Dra. Roberta Puccetti Coordenação Do Projeto Profa. Espa. Susy Mary Vieira Ferraz RESUMO ESPAÇO INCLUSIVO Coordenação Geral Profa. Dra. Roberta Puccetti Coordenação Do Projeto Profa. Espa. Susy Mary Vieira Ferraz RESUMO A inclusão é uma realidade mundial. Desde a Declaração de Salamanca em

Leia mais

Pós graduação EAD Área de Educação

Pós graduação EAD Área de Educação Pós graduação EAD Área de Educação Investimento: a partir de R$ 109,00 mensais. Tempo de realização da pós graduação: 15 meses Investimento: R$109,00 (acesso ao portal na internet e livros em PDF). Ou

Leia mais

A IMPORTÂNCIA DO PROJETO POLÍTICO-PEDAGÓGICO PARA OS CURSOS PRÉ-VESTIBULARES

A IMPORTÂNCIA DO PROJETO POLÍTICO-PEDAGÓGICO PARA OS CURSOS PRÉ-VESTIBULARES A IMPORTÂNCIA DO PROJETO POLÍTICO-PEDAGÓGICO PARA OS CURSOS PRÉ-VESTIBULARES Alexandre do Nascimento Sem a pretensão de responder questões que devem ser debatidas pelo coletivo, este texto pretende instigar

Leia mais

A Música No Processo De Aprendizagem

A Música No Processo De Aprendizagem A Música No Processo De Aprendizagem Autora: Jéssica Antonia Schumann (FCSGN) * Coautor: Juliano Ciebre dos Santos (FSA) * Resumo: O presente trabalho tem por objetivo investigar sobre a importância em

Leia mais

O CURRÍCULO NA PERSPECTIVA DO RECONSTRUCIONISMO SOCIAL

O CURRÍCULO NA PERSPECTIVA DO RECONSTRUCIONISMO SOCIAL O CURRÍCULO NA PERSPECTIVA DO RECONSTRUCIONISMO SOCIAL Resumo Fabiana Antunes Machado 1 - UEL/PR Rosana Peres 2 - UEL/PR Grupo de trabalho - Comunicação e Tecnologia Agência Financiadora: Capes Objetiva-se

Leia mais

PROJETO POLÍTICO-PEDAGÓGICO INSTITUCIONAL (PPI) DISCUSSÃO PARA REESTRUTURAÇÃO DO PROJETO POLÍTICO-PEDAGÓGICO INSTITUCIONAL

PROJETO POLÍTICO-PEDAGÓGICO INSTITUCIONAL (PPI) DISCUSSÃO PARA REESTRUTURAÇÃO DO PROJETO POLÍTICO-PEDAGÓGICO INSTITUCIONAL PROJETO POLÍTICO-PEDAGÓGICO INSTITUCIONAL (PPI) DISCUSSÃO PARA REESTRUTURAÇÃO DO PROJETO POLÍTICO-PEDAGÓGICO INSTITUCIONAL APRESENTAÇÃO O presente texto tem por finalidade apresentar os resultados obtidos

Leia mais

JOGOS NAS AULAS DE HISTÓRIA ATRAVÉS DO PIBID: UMA POSSIBILIDADE DE CONSTRUÇÃO DE CONHECIMENTO E DE INTERAÇÃO

JOGOS NAS AULAS DE HISTÓRIA ATRAVÉS DO PIBID: UMA POSSIBILIDADE DE CONSTRUÇÃO DE CONHECIMENTO E DE INTERAÇÃO JOGOS NAS AULAS DE HISTÓRIA ATRAVÉS DO PIBID: UMA POSSIBILIDADE DE CONSTRUÇÃO DE CONHECIMENTO E DE INTERAÇÃO Rayssa Eutália Gurjão Coutinho Borges 1 Universidade Estadual da Paraíba (UEPB) E-mail: rayssagurjao@hotmail.com

Leia mais

PORTFÓLIO: UMA ABORDAGEM DE REGISTRO NA PRÁTICA PEDAGÓGICA DE EDUCAÇÃO INFANTIL

PORTFÓLIO: UMA ABORDAGEM DE REGISTRO NA PRÁTICA PEDAGÓGICA DE EDUCAÇÃO INFANTIL PORTFÓLIO: UMA ABORDAGEM DE REGISTRO NA PRÁTICA PEDAGÓGICA DE EDUCAÇÃO INFANTIL Maria de Lourdes Cirne Diniz Profa. Ms. UEPB E-mail: lourdinhacdiniz@oi.com.br Aldeci Luiz de Oliveira Profa. Dra. PMCG E-mail:

Leia mais

JUSTIFICATIVA PEDAGÓGICA DA PRODUÇÃO DE CONTEÚDOS DIGITAIS NA FORMATAÇÃO DO SOFTWARE EDUCACIONAL (SIMULAÇÃO E ANIMAÇÃO)

JUSTIFICATIVA PEDAGÓGICA DA PRODUÇÃO DE CONTEÚDOS DIGITAIS NA FORMATAÇÃO DO SOFTWARE EDUCACIONAL (SIMULAÇÃO E ANIMAÇÃO) JUSTIFICATIVA PEDAGÓGICA DA PRODUÇÃO DE CONTEÚDOS DIGITAIS NA FORMATAÇÃO DO SOFTWARE EDUCACIONAL (SIMULAÇÃO E ANIMAÇÃO) De acordo com o Edital de produção de conteúdo digitais multimídia, alguns aspectos

Leia mais

AS MÍDIAS E A EDUCAÇÃO MATEMÁTICA RESUMO

AS MÍDIAS E A EDUCAÇÃO MATEMÁTICA RESUMO 571 AS MÍDIAS E A EDUCAÇÃO MATEMÁTICA 1 Evelize Krüger Peres RESUMO O referido artigo vai tratar do uso das mídias digitais, como metodologia pedagógica nas aulas das ciências exatas e em outras áreas

Leia mais

Mídia e educação: O uso das novas tecnologias em sala de aula.

Mídia e educação: O uso das novas tecnologias em sala de aula. Mídia e educação: O uso das novas tecnologias em sala de aula. Sabrine Denardi de Menezes da Silva Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia Farroupilha - Campus São Vicente do Sul RESUMO: A

Leia mais

Papo com a Especialista

Papo com a Especialista Papo com a Especialista Silvie Cristina (Facebook) - Que expectativas posso ter com relação à inclusão da minha filha portadora da Síndrome de Down na Educação Infantil em escola pública? Quando colocamos

Leia mais

Unidade I. Estrutura e Organização. Infantil. Profa. Ana Lúcia M. Gasbarro

Unidade I. Estrutura e Organização. Infantil. Profa. Ana Lúcia M. Gasbarro Unidade I Estrutura e Organização da Escola de Educação Infantil Profa. Ana Lúcia M. Gasbarro Introdução A disciplina Estrutura e Organização da Escola de Educação Infantil tem o objetivo de provocar reflexões

Leia mais

PROGRAMA INSTITUCIONAL DE BOLSAS DE INICIAÇÃO À DOCÊNCIA PIBID ESPANHOL

PROGRAMA INSTITUCIONAL DE BOLSAS DE INICIAÇÃO À DOCÊNCIA PIBID ESPANHOL PROGRAMA INSTITUCIONAL DE BOLSAS DE INICIAÇÃO À DOCÊNCIA PIBID ESPANHOL A língua espanhola na Educação Básica A implantação da língua espanhola por meio da lei federal 11.161, que diz respeito à sua oferta

Leia mais

I SEMINÁRIO POLÍTICAS PÚBLICAS E AÇÕES AFIRMATIVAS Universidade Federal de Santa Maria Observatório de Ações Afirmativas 20 a 21 de outubro de 2015

I SEMINÁRIO POLÍTICAS PÚBLICAS E AÇÕES AFIRMATIVAS Universidade Federal de Santa Maria Observatório de Ações Afirmativas 20 a 21 de outubro de 2015 I SEMINÁRIO POLÍTICAS PÚBLICAS E AÇÕES AFIRMATIVAS Universidade Federal de Santa Maria Observatório de Ações Afirmativas 20 a 21 de outubro de 2015 A GESTÃO ESCOLAR E O POTENCIAL DAS TECNOLOGIAS DE INFORMAÇÃO

Leia mais

FACULDADE DE EDUCAÇÃO DE BACABAL FEBAC Credenciamento MEC/Portaria: 472/07 Resolução 80/07

FACULDADE DE EDUCAÇÃO DE BACABAL FEBAC Credenciamento MEC/Portaria: 472/07 Resolução 80/07 BACABAL-MA 2012 PLANO DE APOIO PEDAGÓGICO AO DOCENTE APRESENTAÇÃO O estímulo à produção intelectual do corpo docente é uma ação constante da Faculdade de Educação de Bacabal e para tanto procura proporcionar

Leia mais

8º Congresso de Pós-Graduação FORMAÇÃO DE PROFESSORES- UMA ANÁLISE DA PRODUÇÃO DO GT 08: ELEMENTOS PARA REFLEXÃO

8º Congresso de Pós-Graduação FORMAÇÃO DE PROFESSORES- UMA ANÁLISE DA PRODUÇÃO DO GT 08: ELEMENTOS PARA REFLEXÃO 8º Congresso de Pós-Graduação FORMAÇÃO DE PROFESSORES- UMA ANÁLISE DA PRODUÇÃO DO GT 08: ELEMENTOS PARA REFLEXÃO Autor(es) MARIA APARECIDA VIEIRA SALOMAO Orientador(es) ROSELI PACHECO SCHNETZLER 1. Introdução

Leia mais

profunda. São questões que nortearam a pesquisa: Como o aluno se percebe no processo de interatividade do curso? Como se dá o acesso ao conhecimento?

profunda. São questões que nortearam a pesquisa: Como o aluno se percebe no processo de interatividade do curso? Como se dá o acesso ao conhecimento? EDUCAÇÃO SUPERIOR A DISTÂNCIA: A CULTURA (DE) ORGANIZADORA DO REAL THOMAZ, Sueli Barbosa UNIRIO BITTENCOURT, Cristiane UNIRIO GT-11: Política de Educação Superior I Introdução Este texto é parte integrante

Leia mais

A FORMAÇÃO DO PROFESSOR DA EDUCAÇÃO A DISTÂNCIA NA UNIVERSIDADE FEDERAL DE GOIÁS

A FORMAÇÃO DO PROFESSOR DA EDUCAÇÃO A DISTÂNCIA NA UNIVERSIDADE FEDERAL DE GOIÁS A FORMAÇÃO DO PROFESSOR DA EDUCAÇÃO A DISTÂNCIA NA UNIVERSIDADE FEDERAL DE GOIÁS Iolene Mesquita Lobato Universidade Federal de Goiás Comunicação Formação e profissionalização docente O presente trabalho

Leia mais

O Papel dos Meios de Comunicação na Formação da Imagem Empresarial importância do Assessor de Imprensa neste processo 1

O Papel dos Meios de Comunicação na Formação da Imagem Empresarial importância do Assessor de Imprensa neste processo 1 O Papel dos Meios de Comunicação na Formação da Imagem Empresarial importância do Assessor de Imprensa neste processo 1 Evelyn Nascimento Bastos 2 Palavras-chaves: Meios de Comunicação; Imagem Empresarial;

Leia mais

Internet e Ensino: Saberes indispensáveis aos Imigrantes digitais

Internet e Ensino: Saberes indispensáveis aos Imigrantes digitais Internet e Ensino: Saberes indispensáveis aos Imigrantes digitais Cristina Novikoff c_novikoff@yahoo.com.br UNIGRANRIO Natália Xavier Pereira nxpereira@hotmail.com UNIGRANRIO Resumo:O uso da tecnologia

Leia mais

Pedagogia Estácio FAMAP

Pedagogia Estácio FAMAP Pedagogia Estácio FAMAP # Objetivos Gerais: O Curso de Graduação em Pedagogia da Estácio FAMAP tem por objetivo geral a formação de profissionais preparados para responder às diferenciadas demandas educativas

Leia mais

Os fazeres do coordenador pedagógico: gico: da clareza conceitual à eficiência da açãoa. Prof. Francisca Paris francisca@souagora.com.

Os fazeres do coordenador pedagógico: gico: da clareza conceitual à eficiência da açãoa. Prof. Francisca Paris francisca@souagora.com. Os fazeres do coordenador pedagógico: gico: da clareza conceitual à eficiência da açãoa Prof. Francisca Paris francisca@souagora.com.br Clareza conceitual e eficiência da ação Compreender a essência do

Leia mais

MATEMÁTICA: É PRECISO LER, ESCREVER E SE ENVOLVER

MATEMÁTICA: É PRECISO LER, ESCREVER E SE ENVOLVER MATEMÁTICA: É PRECISO LER, ESCREVER E SE ENVOLVER Nilton Cezar Ferreira 1 Por mais de dois séculos já se faz reformas curriculares no Brasil, no entanto nenhuma dessas reformas conseguiu mudar de forma

Leia mais

OS SENTIDOS DO LER E ESCREVER NA SOCIEDADE E NA ESCOLA

OS SENTIDOS DO LER E ESCREVER NA SOCIEDADE E NA ESCOLA OS SENTIDOS DO LER E ESCREVER NA SOCIEDADE E NA ESCOLA JOSE MABEL PEREIRA LOPES DAS NEVES (UNIVERSIDADE FEDERAL DE PELOTAS). Resumo A pesquisa tem como objetivo conhecer quais os saberes que as ingressantes

Leia mais

COLÉGIO MATER CONSOLATRIX PROJETO DE INTERVENÇÃO DE PSICOLOGIA

COLÉGIO MATER CONSOLATRIX PROJETO DE INTERVENÇÃO DE PSICOLOGIA INTRODUÇÃO Segundo Costa (2000), o Psicólogo Escolar vai trabalhar com os problemas apresentados pelos alunos dentro e fora da escola, interagindo com pais, professores, especialistas em educação e com

Leia mais

Palavras-chave: Formação continuada de professores, cinema, extensão universitária.

Palavras-chave: Formação continuada de professores, cinema, extensão universitária. CINEMA UNIVERSITÁRIO: A EXTENSÃO COMO ESPAÇO PARA A FORMAÇÃO CONTINUADA DE PROFESSORES NA UNIVERSIDADE DO ESTADO DE MATO GROSSO (UNEMAT) André Luiz Borges Milhomem (UNEMAT) Egeslaine de Nez (UNEMAT) Maria

Leia mais

Inclusão Social pelo Projeto de Educação: Saneamento Básico

Inclusão Social pelo Projeto de Educação: Saneamento Básico PREMIO NACIONAL DE QUALIDADE EM SANEAMENTO PNQS 2011 INOVAÇÃO DA GESTÃO EM SANEAMENTO - IGS Inclusão Social pelo Projeto de Educação: Saneamento Básico SETEMBRO/2011 A. OPORTUNIDADE A.1 Qual foi a oportunidade

Leia mais

O TRABALHO DOCENTE NUM PROGRAMA DE ALFABETIZAÇÃO DE JOVENS E ADULTOS: CONTRADIÇÕES E PERSPECTIVAS

O TRABALHO DOCENTE NUM PROGRAMA DE ALFABETIZAÇÃO DE JOVENS E ADULTOS: CONTRADIÇÕES E PERSPECTIVAS O TRABALHO DOCENTE NUM PROGRAMA DE ALFABETIZAÇÃO DE JOVENS E ADULTOS: CONTRADIÇÕES E PERSPECTIVAS Daiana Rodrigues dos Santos Prado¹; Francine de Paulo Martins² Estudante do Curso de Pedagogia; e-mail:

Leia mais

SEQUÊNCIA DIDÁTICA UMA PROPOSTA PEDAGÓGICA PARA O ENSINO DE GEOGRAFIA 1

SEQUÊNCIA DIDÁTICA UMA PROPOSTA PEDAGÓGICA PARA O ENSINO DE GEOGRAFIA 1 SEQUÊNCIA DIDÁTICA UMA PROPOSTA PEDAGÓGICA PARA O ENSINO DE GEOGRAFIA 1 QUEIROZ, Antônia Márcia Duarte Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Sul de Minas Gerais- IFSULDEMINAS Universidade

Leia mais

EDUCAÇÃO PROFISSIONAL E A IMPORTÂNCIA DO EDUCADOR NA ATUALIDADE

EDUCAÇÃO PROFISSIONAL E A IMPORTÂNCIA DO EDUCADOR NA ATUALIDADE EDUCAÇÃO PROFISSIONAL E A IMPORTÂNCIA DO EDUCADOR NA ATUALIDADE ALMEIDA, Rozelaine Rubia Bueno D 1 Resumo Este artigo tem como objetivo apresentar uma reflexão sobre as mudanças na legislação do Ensino

Leia mais

LOGO: Educação Matemática e Novas Tecnologias

LOGO: Educação Matemática e Novas Tecnologias LOGO: Educação Matemática e Novas Tecnologias Denice Aparecida Fontana Nisxota MEMEGAIS 1 denice@unemat.br, Adriana Cristina da SILVA 2 crystinaadri@hotmail.com Cleyton Borges dos SANTOS 3 cleyton.borges@gmail.com

Leia mais

FORMAÇÃO CONTINUADA DE PROFESSORES ALFABETIZADORES: O PNAIC EM FOCO

FORMAÇÃO CONTINUADA DE PROFESSORES ALFABETIZADORES: O PNAIC EM FOCO 12. CONEX Apresentação Oral Resumo Expandido 1 ÁREA TEMÁTICA: (marque uma das opções) ( ) COMUNICAÇÃO ( ) CULTURA ( ) DIREITOS HUMANOS E JUSTIÇA (X ) EDUCAÇÃO ( ) MEIO AMBIENTE ( ) SAÚDE ( ) TRABALHO (

Leia mais

CASTILHO, Grazielle (Acadêmica); Curso de graduação da Faculdade de Educação Física da Universidade Federal de Goiás (FEF/UFG).

CASTILHO, Grazielle (Acadêmica); Curso de graduação da Faculdade de Educação Física da Universidade Federal de Goiás (FEF/UFG). ANÁLISE DAS CONCEPÇÕES DE EDUCAÇÃO INFANTIL E EDUCAÇÃO FÍSICA PRESENTES EM UMA INSTITUIÇÃO FILÁNTROPICA E MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO INFANTIL DA CIDADE DE GOIÂNIA/GO CASTILHO, Grazielle (Acadêmica); Curso de

Leia mais

A UTILIZAÇÃO DE TECNOLOGIAS NO ENSINO DE ARTES VISUAIS NA EDUCAÇÃO INFANTIL. Resumo

A UTILIZAÇÃO DE TECNOLOGIAS NO ENSINO DE ARTES VISUAIS NA EDUCAÇÃO INFANTIL. Resumo A UTILIZAÇÃO DE TECNOLOGIAS NO ENSINO DE ARTES VISUAIS NA EDUCAÇÃO INFANTIL Camila Lacerda Ortigosa Pedagogia/UFU mila.lacerda.g@gmail.com Eixo Temático: Educação Infantil Relato de Experiência Resumo

Leia mais

O USO DAS TECNOLOGIAS EDUCACIONAIS COMO FERRAMENTA DIDÁTICA NO PROCESSO DE ENSINO E APRENDIZAGEM

O USO DAS TECNOLOGIAS EDUCACIONAIS COMO FERRAMENTA DIDÁTICA NO PROCESSO DE ENSINO E APRENDIZAGEM O USO DAS TECNOLOGIAS EDUCACIONAIS COMO FERRAMENTA DIDÁTICA NO PROCESSO DE ENSINO E APRENDIZAGEM Luiz Carlos Chiofi Universidade Estadual de Londrina - PDE luizquinzi@seed.pr.gov.br Marta Regina Furlan

Leia mais

O PEDAGOGO E O CONSELHO DE ESCOLA: UMA ARTICULAÇÃO NECESSÁRIA

O PEDAGOGO E O CONSELHO DE ESCOLA: UMA ARTICULAÇÃO NECESSÁRIA O PEDAGOGO E O CONSELHO DE ESCOLA: UMA ARTICULAÇÃO NECESSÁRIA SANTOS *, Josiane Gonçalves SME/CTBA josiane_2104@hotmail.com Resumo Os tempos mudaram, a escola mudou. Refletir sobre a escola na contemporaneidade

Leia mais

A CONTRIBUIÇÃO DOS ESTUDOS SOCIOGEOLINGÜÍSTICOS PARA A ESCOLHA LEXICAL NA RECEPÇÃO E PRODUÇÃO DE TEXTOS ORAIS E ESCRITOS

A CONTRIBUIÇÃO DOS ESTUDOS SOCIOGEOLINGÜÍSTICOS PARA A ESCOLHA LEXICAL NA RECEPÇÃO E PRODUÇÃO DE TEXTOS ORAIS E ESCRITOS A CONTRIBUIÇÃO DOS ESTUDOS SOCIOGEOLINGÜÍSTICOS PARA A ESCOLHA LEXICAL NA RECEPÇÃO E PRODUÇÃO DE TEXTOS ORAIS E ESCRITOS Adriana Cristina Cristianini (USP, UNIBAN) dricris@usp.br Márcia Regina Teixeira

Leia mais

AIMPORTÂNCIA DA FORMAÇÃO CONTINUADA COLABORATIVA ENTRE PROFESSORES QUE ATUAM COM PESSOAS COM AUTISMO.

AIMPORTÂNCIA DA FORMAÇÃO CONTINUADA COLABORATIVA ENTRE PROFESSORES QUE ATUAM COM PESSOAS COM AUTISMO. AIMPORTÂNCIA DA FORMAÇÃO CONTINUADA COLABORATIVA ENTRE PROFESSORES QUE ATUAM COM PESSOAS COM AUTISMO. CARVALHO, Tereza Cristina de Secretaria Municipal de Educação Município de Araçatuba/SP. Resumo:Partindo

Leia mais

EDUCAÇÃO PARA O TRÂNSITO

EDUCAÇÃO PARA O TRÂNSITO EDUCAÇÃO PARA O TRÂNSITO Neste ciclo, o projeto é desenvolvido de forma integrada, a partir de um tema as áreas de conhecimento do currículo escolar devem contribuir com seus conteúdos e metodologias no

Leia mais

Prefeitura Municipal de Santos

Prefeitura Municipal de Santos Prefeitura Municipal de Santos Estância Balneária SECRETARIA DE EDUCAÇÃO DEPARTAMENTO PEDAGÓGICO Seção de Suplência/ SESUPLE Parceiros do Saber Projeto de alfabetização de Jovens e Adultos Justificativa

Leia mais

UTILIZAÇÃO DE MAQUETES COMO RECURSO DE ENSINO EM EDUCAÇÃO AMBIENTAL NOS ANOS 6º ANOS

UTILIZAÇÃO DE MAQUETES COMO RECURSO DE ENSINO EM EDUCAÇÃO AMBIENTAL NOS ANOS 6º ANOS UTILIZAÇÃO DE MAQUETES COMO RECURSO DE ENSINO EM EDUCAÇÃO AMBIENTAL NOS ANOS 6º ANOS Resumo Regiane Aparecida Kusman 1 - TUIUTI-PR Grupo de Trabalho - Educação e Meio Ambiente Agência Financiadora: não

Leia mais

LIBRAS: A INCLUSÃO DE SURDOS NA ESCOLA REGULAR

LIBRAS: A INCLUSÃO DE SURDOS NA ESCOLA REGULAR LIBRAS: A INCLUSÃO DE SURDOS NA ESCOLA REGULAR Andréa Oliveira Almeida andrea.libras@hotmail.com UniFOA Centro Universitário de Volta Redonda Maria da Conceição Vinciprova Fonseca concyvf@uol.com.br Associação

Leia mais

Palavras-chave: Informática na Educação, Computador na Escola, Blogs

Palavras-chave: Informática na Educação, Computador na Escola, Blogs O USO DO BLOG NO PROCESSO EDUCACIONAL: RELATO DE EXPERIÊNCIA DA ESCOLA MUNICIPAL DE ENSINO FUNDAMENTAL PROFESSORA CÂNDIDA ZASSO DE NOVA PALMA. Franciele Liliane Vendruscolo 1 Kássia Quadros Ferreira 2

Leia mais

HISTÓRIA ORAL NO ENSINO FUNDAMENTAL: O REGIME MILITAR NO EX- TERRITÓRIO DE RORAIMA

HISTÓRIA ORAL NO ENSINO FUNDAMENTAL: O REGIME MILITAR NO EX- TERRITÓRIO DE RORAIMA HISTÓRIA ORAL NO ENSINO FUNDAMENTAL: O REGIME MILITAR NO EX- TERRITÓRIO DE RORAIMA LYSNE NÔZENIR DE LIMA LIRA, 1 HSTÉFFANY PEREIRA MUNIZ 2 1. Introdução Este trabalho foi criado a partir da experiência

Leia mais

O uso do DOSVOX no Laboratório de Informática Educativa do IBC

O uso do DOSVOX no Laboratório de Informática Educativa do IBC O uso do DOSVOX no Laboratório de Informática Educativa do IBC Bianca Della Líbera Vanessa França da Silva Instituto Benjamin Constant Eixo Temático: Tecnologia assistiva Palavras chave: deficiência visual,

Leia mais

FORMAÇÃO CONTINUADA DE PROFESSORES NO CONTEXTO TECNOLÓGICO: DESAFIOS VINCULADOS À SOCIEDADE DA INFORMAÇÃO

FORMAÇÃO CONTINUADA DE PROFESSORES NO CONTEXTO TECNOLÓGICO: DESAFIOS VINCULADOS À SOCIEDADE DA INFORMAÇÃO 1 FORMAÇÃO CONTINUADA DE PROFESSORES NO CONTEXTO TECNOLÓGICO: DESAFIOS VINCULADOS À SOCIEDADE DA INFORMAÇÃO Márcia Corrêa Sotolani 1 Glaucineide Silva de Souza 2 EIXO TEMÁTICO: Formação Inicial e Continuada

Leia mais

O ENSINO DE LÍNGUA PORTUGUESA: ANÁLISE DO PLANO DE AULA

O ENSINO DE LÍNGUA PORTUGUESA: ANÁLISE DO PLANO DE AULA O ENSINO DE LÍNGUA PORTUGUESA: ANÁLISE DO PLANO DE AULA Adriana Rosicléia Ferreira CASTRO Graduada em Pedagogia pela Universidade do Estado do Rio Grande do Norte/ UERN - CAMEAM Pós-graduanda em Psicopedagogia

Leia mais

OS PROJETOS DE TRABALHO E SUA PRODUÇÃO ACADÊMICA NOS GT07 E GT12 DA ANPED ENTRE OS ANOS 2000/2013

OS PROJETOS DE TRABALHO E SUA PRODUÇÃO ACADÊMICA NOS GT07 E GT12 DA ANPED ENTRE OS ANOS 2000/2013 OS PROJETOS DE TRABALHO E SUA PRODUÇÃO ACADÊMICA NOS GT07 E GT12 DA ANPED ENTRE OS ANOS 2000/2013 Resumo Indira Aparecida Santana Aragão 1 - FCT/UNESP Grupo de Trabalho Educação da Infância Agência Financiadora:

Leia mais

EDUCAÇÃO ESCOLAR: GESTOR OU ADMINISTRADOR?

EDUCAÇÃO ESCOLAR: GESTOR OU ADMINISTRADOR? EDUCAÇÃO ESCOLAR: GESTOR OU ADMINISTRADOR? Maria Rafaela de Oliveira FECLESC-UECE Renata Leite Moura FECLESC-UECE RESUMO Este trabalho apresenta algumas reflexões acerca da Educação Escolar e dos desafios

Leia mais

Gênero: Temas Transversais e o Ensino de História

Gênero: Temas Transversais e o Ensino de História Gênero: Temas Transversais e o Ensino de História Thayane Lopes Oliveira 1 Resumo: O tema Relações de gênero compõe o bloco de Orientação Sexual dos temas transversais apresentados nos parâmetros curriculares

Leia mais

TUTORIA EM EDUCAÇÃO A DISTÂNCIA Maria Teresa Marques Amaral. Introdução

TUTORIA EM EDUCAÇÃO A DISTÂNCIA Maria Teresa Marques Amaral. Introdução TUTORIA EM EDUCAÇÃO A DISTÂNCIA Maria Teresa Marques Amaral Introdução Buscando no dicionário a palavra tutor vamos encontrar como primeira definição o jurídico: indivíduo que exerce uma tutela (dita tutoria)

Leia mais

O ENSINO DE CIÊNCIAS NAS SERIES INICIAIS DO ENSINO FUNDAMENTAL

O ENSINO DE CIÊNCIAS NAS SERIES INICIAIS DO ENSINO FUNDAMENTAL O ENSINO DE CIÊNCIAS NAS SERIES INICIAIS DO ENSINO FUNDAMENTAL Domiciana Luana Jesus Ferreira - graduanda em Pedagogia pela Universidade Estadual do Sudoeste da Bahia/UESB campus de Itapetinga¹ Introdução

Leia mais

Disciplina Corpo Humano e Saúde: Uma Visão Integrada - Módulo 3

Disciplina Corpo Humano e Saúde: Uma Visão Integrada - Módulo 3 3. A transversalidade da saúde Você já ouviu falar em Parâmetros Curriculares Nacionais? Já ouviu? Que bom! Não lembra? Não se preocupe, pois iremos, resumidamente, explicar o que são esses documentos.

Leia mais

OS NOVOS PARADIGMAS DA FORMAÇÃO CONTINUADA: DA EDUCAÇÃO BÁSICA À PÓSGRADUAÇÃO

OS NOVOS PARADIGMAS DA FORMAÇÃO CONTINUADA: DA EDUCAÇÃO BÁSICA À PÓSGRADUAÇÃO OS NOVOS PARADIGMAS DA FORMAÇÃO CONTINUADA: DA EDUCAÇÃO BÁSICA À PÓSGRADUAÇÃO Profa. Drª. Ana Maria Maranhão 1 Resumo: A tecnologia da Informação e de modo específico o computador, oferece as diferentes

Leia mais

EDUCAÇÃO A DISTÂNCIA E PRÁTICA PEDAGÓGICA: UM OLHAR SOBRE O

EDUCAÇÃO A DISTÂNCIA E PRÁTICA PEDAGÓGICA: UM OLHAR SOBRE O EDUCAÇÃO A DISTÂNCIA E PRÁTICA PEDAGÓGICA: UM OLHAR SOBRE O ATENDIMENTO DOS DISCENTES SURDOS EM UM CURSO DE GRADUAÇÃO Paulo Berwanger Ruschel Dr.ª Maria do Perpétuo Socorro Duarte Marques Universidade

Leia mais

O USO DO EDITOR DE APRESENTAÇÃO NO DESENVOLVIMENTO DE ATIVIDADES EDUCATIVAS

O USO DO EDITOR DE APRESENTAÇÃO NO DESENVOLVIMENTO DE ATIVIDADES EDUCATIVAS O USO DO EDITOR DE APRESENTAÇÃO NO DESENVOLVIMENTO DE ATIVIDADES EDUCATIVAS Mário Sérgio de Andrade Mendonça, mariomendonc@gmail.com Eduardo Machado Real, eduardomreal@uems.br UEMS Universidade Estadual

Leia mais

ALFABETIZAÇÃO E LETRAMENTO NUMA ESCOLA DO CAMPO

ALFABETIZAÇÃO E LETRAMENTO NUMA ESCOLA DO CAMPO eliane.enaile@hotmail.com Introdução Nos últimos anos, as reflexões realizadas sobre a alfabetização têm mostrado que a aquisição da escrita é um processo complexo e multifacetado. Nesse processo, considera

Leia mais

A MEDIAÇÃO DOCENTE E PROCESSO DE CATÁLISE COMO PERSPECTIVA DE MUDANÇA NO CONTEXTO ESCOLAR

A MEDIAÇÃO DOCENTE E PROCESSO DE CATÁLISE COMO PERSPECTIVA DE MUDANÇA NO CONTEXTO ESCOLAR A MEDIAÇÃO DOCENTE E PROCESSO DE CATÁLISE COMO PERSPECTIVA DE MUDANÇA NO CONTEXTO ESCOLAR Resumo SILVEIRA, Lisiane Fernandes da 1 - UFPR FINK, Rosane 2 - UFPR Grupo de Trabalho - Didática: Teorias, Metodologias

Leia mais

II Congresso Nacional de Formação de Professores XII Congresso Estadual Paulista sobre Formação de Educadores

II Congresso Nacional de Formação de Professores XII Congresso Estadual Paulista sobre Formação de Educadores II Congresso Nacional de Formação de Professores XII Congresso Estadual Paulista sobre Formação de Educadores VIVENCIANDO A PRÁTICA ESCOLAR DE MATEMÁTICA NA EJA Larissa De Jesus Cabral, Ana Paula Perovano

Leia mais

CÍRCULO DE CULTURA: CONTRIBUIÇÕES PARA CONSTRUÇÃO DA AUTONOMIA E DA CRIATIVIDADE

CÍRCULO DE CULTURA: CONTRIBUIÇÕES PARA CONSTRUÇÃO DA AUTONOMIA E DA CRIATIVIDADE CÍRCULO DE CULTURA: CONTRIBUIÇÕES PARA CONSTRUÇÃO DA AUTONOMIA E DA CRIATIVIDADE Ana Elídia Torres Ana Maria Rodrigues de Carvalho annaelidia@hotmail.com Faculdade de ciências e letras - Universidade Estadual

Leia mais

Diretrizes para programas de leitura organizados por bibliotecas - algumas sugestões práticas

Diretrizes para programas de leitura organizados por bibliotecas - algumas sugestões práticas Diretrizes para programas de leitura organizados por bibliotecas - algumas sugestões práticas Introdução A Seção de Leitura da IFLA tem o prazer de apresentar algumas sugestões práticas para as bibliotecas

Leia mais

MOBILIZAÇÃO SOCIAL 1. A mobilização é uma forma de intervenção social. Toda intervenção social parte do pressuposto

MOBILIZAÇÃO SOCIAL 1. A mobilização é uma forma de intervenção social. Toda intervenção social parte do pressuposto MOBILIZAÇÃO SOCIAL 1 Denise Carrera A mobilização é uma forma de intervenção social. Toda intervenção social parte do pressuposto de que a ordem social não é natural e por isso pode ser transformada. A

Leia mais

O PROCESSO DE AQUISIÇÃO DA LINGUA ESCRITA: FUNDAMENTADO EM EMILIA FERREIRO E ANA TEBEROSKY.

O PROCESSO DE AQUISIÇÃO DA LINGUA ESCRITA: FUNDAMENTADO EM EMILIA FERREIRO E ANA TEBEROSKY. O PROCESSO DE AQUISIÇÃO DA LINGUA ESCRITA: FUNDAMENTADO EM EMILIA FERREIRO E ANA TEBEROSKY. Silvana da Silva Nogueira (FECLESC/UECE) Priscila Cavalcante Silva (FECLESC/UECE) Resumo O processo de aquisição

Leia mais

PROJETO FEIRA DE PROFISSÕES: UM OLHAR INTEGRAL AO ADOLESCENTE E SUA INSERÇÃO NO MUNDO DO TRABALHO. 1

PROJETO FEIRA DE PROFISSÕES: UM OLHAR INTEGRAL AO ADOLESCENTE E SUA INSERÇÃO NO MUNDO DO TRABALHO. 1 PROJETO FEIRA DE PROFISSÕES: UM OLHAR INTEGRAL AO ADOLESCENTE E SUA INSERÇÃO NO MUNDO DO TRABALHO. 1 Flávia Michelle Pereira Albuquerque 2, Edenilson Freitas Rodrigues 3, Tatiele Dos Santos Camargo 4,

Leia mais

FEIRA CIENTÍFICO-CULTURAL DO COLÉGIO SECULUS

FEIRA CIENTÍFICO-CULTURAL DO COLÉGIO SECULUS FEIRA CIENTÍFICO-CULTURAL DO COLÉGIO SECULUS DADOS DO CLUBE Nome Completo: Clube Forró na Rede Ano de Fundação: 2011 Endereço virtual: forronarede.ning.com Município: Teresina Estado: Piauí Pais: Brasil

Leia mais

ESCOLA ESTADUAL MARECHAL RONDON UTILIZAÇÃO PEDAGÓGICA DO TABLET E CELULAR

ESCOLA ESTADUAL MARECHAL RONDON UTILIZAÇÃO PEDAGÓGICA DO TABLET E CELULAR ESCOLA ESTADUAL MARECHAL RONDON UTILIZAÇÃO PEDAGÓGICA DO TABLET E CELULAR NOVA ANDRADINA MS Julho/2014 ESCOLA ESTADUAL MARECHAL RONDON UTILIZAÇÃO PEDAGÓGICA DO TABLET E CELULAR Projeto elaborado pela professora

Leia mais

Cidadania, Infância e a Estética do Olhar

Cidadania, Infância e a Estética do Olhar Cidadania, Infância e a Estética do Olhar Professora: Ana Lúcia Machado Professora da Rede Municipal de Florianópolis desde 1987 MSc. Em Educação e Cultura UDESC O que vem a ser a pesquisa como princípio

Leia mais

O ENSINO TRADICIONAL E O ENSINO PRODUTIVO DE LÍNGUA PORTUGUESA A PARTI DO USO DO TEXTO

O ENSINO TRADICIONAL E O ENSINO PRODUTIVO DE LÍNGUA PORTUGUESA A PARTI DO USO DO TEXTO O ENSINO TRADICIONAL E O ENSINO PRODUTIVO DE LÍNGUA PORTUGUESA A PARTI DO USO DO TEXTO Mayrla Ferreira da Silva; Flávia Meira dos Santos. Universidade Estadual da Paraíba E-mail: mayrlaf.silva2@gmail.com

Leia mais

UNITERMOS: Marketing esportivo, futebol, administração esportiva.

UNITERMOS: Marketing esportivo, futebol, administração esportiva. ARTIGO Paulo Lanes Lobato * RESUMO Considerando que o marketing é hoje integrante de grande parte das conversas relacionadas ao esporte e, principalmente, que se transformou na esperança do esporte em

Leia mais

O LETRAMENTO DE SURDOS NA SEGUNDA LÍNGUA

O LETRAMENTO DE SURDOS NA SEGUNDA LÍNGUA O LETRAMENTO DE SURDOS NA SEGUNDA LÍNGUA Mariana Rodrigues Ferreira Fantinelli (G UENP, campus de Jac.) naninha_fantinelli@hotmail.com Sonia Maria Dechandt Brochado ( Orientadora UENP) O letramento do

Leia mais

DA LITERATURA AO TEATRO: LEITURA E CRIAÇÃO NO ESPAÇO ESCOLAR

DA LITERATURA AO TEATRO: LEITURA E CRIAÇÃO NO ESPAÇO ESCOLAR DA LITERATURA AO TEATRO: LEITURA E CRIAÇÃO NO ESPAÇO ESCOLAR MARINA COELHO PEREIRA (FUNDAÇÃO MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO DE NITERÓI), KAREN CERDEIRA BECK (FUNDAÇÃO MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO DE NITERÓI), TATIANA

Leia mais

Tecnologias e tempo docente

Tecnologias e tempo docente http://portalrevistas.ucb.br/index.php/raead ISSN: 2357-7843 Tecnologias e tempo docente Autor 1 1 : Ana Maria Brigatte KENSKI, Vani Moreira. Tecnologias e tempo docente ocente. Papirus Editora, 2013.

Leia mais

IX Diálogos em Paulo Freire: Utopia, Esperança e Humanização A RELAÇÃO TRABALHO/EDUCAÇÃO EM UMA TURMA DE EDUCAÇÃO DE JOVENS E ADULTOS.

IX Diálogos em Paulo Freire: Utopia, Esperança e Humanização A RELAÇÃO TRABALHO/EDUCAÇÃO EM UMA TURMA DE EDUCAÇÃO DE JOVENS E ADULTOS. IX Diálogos em Paulo Freire: Utopia, Esperança e Humanização A RELAÇÃO TRABALHO/EDUCAÇÃO EM UMA TURMA DE EDUCAÇÃO DE JOVENS E ADULTOS. Daiane Ferreira Ferreira* Resumo Este trabalho trata de atividades

Leia mais

Plano de Trabalho Docente 2013. Ensino Médio

Plano de Trabalho Docente 2013. Ensino Médio Plano de Trabalho Docente 2013 Ensino Médio ETEC PAULINO BOTELHO Código: 091 Município: SÃO CARLOS (SP) Área de conhecimento: CIÊNCIAS HUMANAS E SUAS TECNOLOGIAS Componente Curricular: GEOGRAFIA Série

Leia mais

AVALIAÇÃO DIAGNÓSTICA DA ESCRITA COMO INSTRUMENTO NORTEADOR PARA O ALFABETIZAR LETRANDO NAS AÇÕES DO PIBID DE PEDAGOGIA DA UFC

AVALIAÇÃO DIAGNÓSTICA DA ESCRITA COMO INSTRUMENTO NORTEADOR PARA O ALFABETIZAR LETRANDO NAS AÇÕES DO PIBID DE PEDAGOGIA DA UFC AVALIAÇÃO DIAGNÓSTICA DA ESCRITA COMO INSTRUMENTO NORTEADOR PARA O ALFABETIZAR LETRANDO NAS AÇÕES DO PIBID DE PEDAGOGIA DA UFC Antônia Fernandes Ferreira; Gessica Nunes Noronha; Marielle Sâmia de Lima

Leia mais

Orientadora: Profª Drª Telma Ferraz Leal. 1 Programa de Pós-Graduação em Educação da UFPE.

Orientadora: Profª Drª Telma Ferraz Leal. 1 Programa de Pós-Graduação em Educação da UFPE. A CONSTRUÇÃO DE IDENTIDADES SOCIAIS DOS AFRO-DESCENDENTES NA EDUCAÇÃO DE JOVENS E ADULTOS E AS IMPLICAÇÕES DO PROCESSO DE ENSINO-APRENDIZAGEM DA LÍNGUA PORTUGUESA MOURA, Dayse Cabral de 1 UFPE mouradayse@yahoo.com.br

Leia mais

A PRÁTICA PEDAGÓGICA DO PROFESSOR DE PEDAGOGIA DA FESURV - UNIVERSIDADE DE RIO VERDE

A PRÁTICA PEDAGÓGICA DO PROFESSOR DE PEDAGOGIA DA FESURV - UNIVERSIDADE DE RIO VERDE A PRÁTICA PEDAGÓGICA DO PROFESSOR DE PEDAGOGIA DA FESURV - UNIVERSIDADE DE RIO VERDE Bruna Cardoso Cruz 1 RESUMO: O presente trabalho procura conhecer o desempenho profissional dos professores da faculdade

Leia mais

Linha de Pesquisa 1: ENSINO E APRENDIZAGEM DE LÍNGUAS

Linha de Pesquisa 1: ENSINO E APRENDIZAGEM DE LÍNGUAS Linha de Pesquisa 1: ENSINO E APRENDIZAGEM DE LÍNGUAS Tem como objetivo o estudo dos processos de ensino e aprendizagem de línguas materna e estrangeiras e, em especial, do papel da linguagem no desenvolvimento

Leia mais

RELATÓRIO PARCIAL REFERENTE À ETAPA DO ESTÁGIO SUPERVISIONADO NO CURSO...

RELATÓRIO PARCIAL REFERENTE À ETAPA DO ESTÁGIO SUPERVISIONADO NO CURSO... Roteiro para elaboração de relatório parcial de estágio RELATÓRIO PARCIAL REFERENTE À ETAPA DO ESTÁGIO SUPERVISIONADO NO CURSO Estudante: Orientador: Local / / SUMÁRIO 1 INTRODUÇÃO 2 3 REFERÊNCIAS Identificação

Leia mais

A LEITURA E O PROCESSO DE ALFABETIZAÇÃO E LETRAMENTO

A LEITURA E O PROCESSO DE ALFABETIZAÇÃO E LETRAMENTO A LEITURA E O PROCESSO DE ALFABETIZAÇÃO E LETRAMENTO Adriana M. das Virgens Chagas (adrianachagas3@hotmail.com) Aluna de graduação do curso de Pedagogia das Faculdades Integradas de Aracruz Luciana C.

Leia mais

ANÁLISE DO LIVRO DIDÁTICO DE BIOLOGIA EM RELAÇÃO À ABORDAGEM DA TEMÁTICA LIXO

ANÁLISE DO LIVRO DIDÁTICO DE BIOLOGIA EM RELAÇÃO À ABORDAGEM DA TEMÁTICA LIXO ANÁLISE DO LIVRO DIDÁTICO DE BIOLOGIA EM RELAÇÃO À ABORDAGEM DA TEMÁTICA LIXO Jailane Araújo 1 Jeane Almeida 2 Letícia Brandão 3 Cintiane Cunha 4 RESUMO: O livro didático é muito utilizado por professores

Leia mais

As respostas devem ser assinadalas na Folha de Resposta, a qual deverá ser entregue ao Fiscal de Sala Itapetininga, 04 de Dezembro de 2015

As respostas devem ser assinadalas na Folha de Resposta, a qual deverá ser entregue ao Fiscal de Sala Itapetininga, 04 de Dezembro de 2015 As respostas devem ser assinadalas na Folha de Resposta, a qual deverá ser entregue ao Fiscal de Sala Itapetininga, 04 de Dezembro de 2015 1) Moraes (2014) apresenta em seu texto Tecnologias digitais e

Leia mais