Prefeitura Municipal de Santos

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "Prefeitura Municipal de Santos"

Transcrição

1 Prefeitura Municipal de Santos Estância Balneária SECRETARIA DE EDUCAÇÃO DEPARTAMENTO PEDAGÓGICO Seção de Suplência/ SESUPLE Parceiros do Saber Projeto de alfabetização de Jovens e Adultos Justificativa Diante da grande dívida histórica que temos em relação à população que não teve acesso ou continuidade de estudos no ensino fundamental (..) na idade própria (art. 37 da LDB 9394/96) acreditamos ser fundamental intervir neste cenário por meio de políticas públicas que contribuam de maneira significativa, quiçá, definitiva, para minimizar os índices de analfabetismo em nosso município. Fica cada vez mais claro que esta intervenção não pode ser realizada solitariamente pelo poder público. No modelo atual vigente de sociedade, é necessária uma prática estratégica que a envolva no processo da produção de programas que melhorem a qualidade de vida. Essa também é uma condição para o êxito de qualquer projeto que se pretenda concretizar. Com relação a alfabetização de Jovens e adultos o caminho não pode deixar de ser semelhante. O momento exige que parcerias se estabeleçam, tanto para erradicar esse mal que muito nos envergonha, quanto para garantir a qualidade do ensino prestado a essa já tão excluída fatia da população. No atual quadro educacional do nosso país, muitas iniciativas estão sendo criadas para se enfrentar a mazela do analfabetismo. Percebe-se que muitas dessa ações estão voltadas para lugares como as regiões Norte e Nordeste, onde os indicadores são mais alarmantes. Entretanto, não podemos perder de vista a grande migração existente em direção à região Sudeste, na qual Santos está inserida, trazendo, ano a ano, um grande número de analfabetos. Sendo assim, conscientes da necessidade de superar os problemas que envolvem a comunidade santista no que se refere à alfabetização de jovens e adultos, a Secretaria da Educação, por meio do DEPED/SESUPLE, vem solicitar a autorização para abertura de aproximadamente 30 Postos de Alfabetização, sendo que alguns deles funcionam, até então, em associações de moradores, centro comunitários, sociedade de melhoramentos entre outros. Acreditamos que tais postos necessitam de educadores habilitados, pois,

2 tradicionalmente, no Brasil a função é realizada por pessoas sem formação específica ou qualificação para o exercício de qualquer atividade didático-pedagógica (voluntários). Como a Secretaria da Educação de Santos visa atender nossos alunos primando por um ensino de qualidade que garanta a eles o acesso e a permanência na escola, requeremos a autorização para contratar por aula excedente educadores (funcionários da PMS) para os referidos postos. Faz-se necessário esclarecer que os horários de funcionamento dos Postos de Alfabetização são flexíveis, atendendo às peculiaridades de cada comunidade. Assim sendo, a carga horária para cada educador(a) é de aproximadamente 10h/aula por semana. A jornada de trabalho de um educador da rede de ensino é superior a dos postos da EJA, portanto seria menos oneroso para esta Secretaria atender aos parceiros com esta contratação específica. Cabe ressaltar que o projeto irá atender também funcionários e/ou prestadores de serviço, analfabetos ou de baixa escolaridade que atuem na Prefeitura Municipal de Santos advindos de todas as Secretarias. Nesse projeto de parceria buscar-se-á a superação das condições em que estão inseridos os jovens e adultos da comunidade santista, preparando-os para o exercício efetivo da cidadania, seja contribuindo para a competência econômica, seja colaborando para sua participação ativa no contexto político e social em que vivem, tendo como principal inspiração as idéias e concepções do educador Paulo Freire. A opção por essa essa metodologia se dá, entre outras razões, por seu caráter dialógico que considera as reais necessidades do educando, partindo de sua realidade e respeitando o seu processo de conhecimento. Analisando o currículo como instrumento básico do qual a escola dispõe para organizar sua ação transformadora, ampliando a comunicação e a relação escola-comunidade-escola, como uma educação para a vida toda. A prática de tratar a alfabetização como um processo de conscientização, formando o indivíduo tanto para a aquisição dos instrumentos de leitura e escrita, quanto para a sua libertação, faz do projeto um importante mobilizador, pois cria uma escola livre com a construção de um novo cidadão. Para atingir as metas de uma educação mais participativa e inovadora, um novo material didático será produzido, na intenção de se elaborar uma dinâmica onde os elementos reconhecidos pela comunidade sejam facilmente identificáveis e incorporados adequadamente nas múltiplas linguagens que serão devidamente trabalhadas e desenvolvidas. Todas essas ações vêm contemplar os ideais da Declaração de Hamburgo,1997, sobre a educação de Jovens e Adultos, na qual afirma que ela é a chave para o século 21; é tanto consequência do exercício da cidadania como condição para uma plena participação na sociedade.

3 Objetivos Proporcionar aos jovens e adultos, que não tiveram oportunidade de estudar em idade adequada ou com baixa escolaridade, o acesso ao primeiro momento de escolarização. Estimular a continuidade dos estudos. Promover situações que estimulem a transformação da qualidade de vida deste jovem ou adulto modificando assim sua compreensão e inserção no mundo. Aumentar a auto-estima, fortalecer a confiança na capacidade de aprendizagem dos jovens e adultos valorizando a educação como meio de desenvolvimento pessoal e social. Consolidar parcerias com instituições da sociedade civil, reguladas por convênios e acordos de cooperação, visando a produção de programas de transformação da qualidade de vida dos cidadãos santistas. Alfabetizar baseando-se numa metodologia dialógica e conscientizadora, considerando as contribuições do educador Paulo Freire sobre Educação de Jovens e Adultos e as concepções sóciointeracionistas de educação. Manter diversas formas de registro das atividades desenvolvidas durante o processo de alfabetização de jovens e adultos. Estabelecer um processo de avaliação contínuo e dialógico com os educandos e educadores. Proporcionar o processo de educação continuada dos docentes, de modo a oferecer condições de direcionar a prática educativa de forma participativa e crítica. Ações Levantamento de demanda. Reunião com as instituições a fim de firmar contrato de parceria apresentando os compromissos de cada parte envolvida. Implantação de 30 postos de alfabetização em parceria com segmentos da sociedade civil. Publicação de portaria no D.O. para o processo seletivo de educadores para atuarem no projeto, com os seguintes critérios: o carta de apresentação; o projeto de trabalho para alfabetização de jovens e adultos; o entrevista; disponibilidade de horário. Seleção de educadores seguindo os critérios da publicação. Publicação no D.O. dos classificados no processo seletivo. Distribuição dos alfabetizadores nos locais de atuação. Reuniões mensais para formação continuada dos alfabetizadores, oferecidas pela Seção de Suplência.

4 Divulgação dos postos na mídia com a colaboração dos parceiros. Elaboração de material para formação de professores. Produção de material para educandos. Supervisão das ações administrativas e pedagógicas realizadas nos postos de alfabetização. Organização de portfólio, com atividades mensais, para o acompanhamento dos alfabetizandos e alfabetizadores. Público-alvo Jovens ou adultos que não tiveram oportunidade de estudar na idade adequada ou com baixa escolaridade, com ou acima de 15 anos. Recursos Humanos 30 educadores da Rede Municipal de Ensino Coordenação dos postos a cargo da SESUPLE Educadores da equipe interdisciplinar Educadores convidados/voluntários Parceiros das instituições conveniadas Recursos Materiais Apostilas para educadores. Material para educandos: o cadernos, lápis, canetas, borracha, massa de modelar, folhas de papel sulfite, cola, tesoura, apontador, régua. Duração 8 meses prevendo início em abril e término em dezembro com intervalo de 15 dias em julho. Cronograma de Implantação Fevereiro: Início das negociações com parceiros e estruturação do projeto; Março: o 1ª quinzena: contato com parceiros; seleção de professores alfabetizadores, organização dos postos. o 2ª quinzena: Reunião com parceiros, reunião/formação com educadoras e educadores. Abril: início das aulas

5 Obs: Cada parceiro irá organizar o horário de acordo com sua disponibilidade de espaço e estrutura organizativa da entidade. Bibliografia CARRAHER, Terezinha N. Aprender Pensando: Contribuições da Psicologia Cognitiva para a Educação. 2.ed. Petrópolis: Vozes, p. CARRAHER, Terezinha N. A Psicoterapia de Problemas Cognitivos: Um novo objetivo na psicologia clínica. In: MARZAGÃO, Lúcio R., KOPIK, Rachel. Psicologia Clínica e Psicoterapia. Belo Horizonte: Interlivros, v. 2, n. 1, p , Jun CARRAHER, Terezinha N. O Método Clínico: Usando os exames de Piaget. São Paulo: Cortez, CARRAHER, Terezinha N. Sociedade e Inteligência. São Paulo: Cortez, CARRAHER, David; CARRAHER, Terezinha N.; SCHLIEMANN, Ana L. Na Vida Dez na Escola Zero. São Paulo: Cortez, Diretrizes Curriculares Nacionais para a Educação de Jovens e Adultos (Resolução CNE/CEB nº1, de 5 de julho de 2000). FREIRE, Paulo. Pedagogia do Oprimido. 17ª ed. Rio de Janeiro: Paz e Terra, FERREIRO, Emília - Psicogênese da Língua Escrita - P. Alegre, Artes Médicas FERREIRO, Emília - Com todas as Letras - Ed. Cortez SP. FERREIRO, Emília. Alfabetização em processo. 5. ed. São Paulo: Cortez, FREIRE, Paulo - Educação e Mudança - Paz e Terra, RJ FREIRE, Paulo. A importância do ato de ler. São Paulo: Autores Associados; Cortez, FREIRE, Paulo. Pedagogia da autonomia: saberes necessários à prática educativa. São Paulo: Paz e Terra, RIBEIRO, Vera Masagão. Educação de jovens e adultos: proposta curricular para o 1º segmento do ensino fundamental. São Paulo: Ação Educativa; Brasília: MEC, 1997.

Organização Curricular e o ensino do currículo: um processo consensuado

Organização Curricular e o ensino do currículo: um processo consensuado Organização Curricular e o ensino do currículo: um processo consensuado Andréa Pereira de Souza Gestora da Formação Permanente na Secretaria Municipal de Educação do município de Mogi das Cruzes. Cintia

Leia mais

Os verdadeiros analfabetos são os que aprenderam a ler e não leem. (Mário Quintana).

Os verdadeiros analfabetos são os que aprenderam a ler e não leem. (Mário Quintana). Meus filhos terão computadores, sim, mas antes terão livros. Sem livros, sem leitura, os nossos filhos serão incapazes de escrever - inclusive a sua própria história. (Bill Gates). Os verdadeiros analfabetos

Leia mais

Necessidade e construção de uma Base Nacional Comum

Necessidade e construção de uma Base Nacional Comum Necessidade e construção de uma Base Nacional Comum 1. O direito constitucional à educação é concretizado, primeiramente, com uma trajetória regular do estudante, isto é, acesso das crianças e jovens a

Leia mais

EDITAL N 01/2010 - MONITORIA VOLUNTÁRIA DO PROEJA

EDITAL N 01/2010 - MONITORIA VOLUNTÁRIA DO PROEJA INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA DO PIAUÍ PRÓ-REITORIA DE ENSINO DIRETORIA DO CAMPUS TERESINA CENTRAL EDITAL N 01/2010 - MONITORIA VOLUNTÁRIA DO PROEJA EDITAL DE SELEÇÃO DOS MONITORES

Leia mais

O que é? Objetivos. FREIRE, P. A educação na cidade. São Paulo: Cortez, 1993, p. 68.

O que é? Objetivos. FREIRE, P. A educação na cidade. São Paulo: Cortez, 1993, p. 68. O que é? Inspirado no Movimento de Alfabetização de Jovens e Adultos (MOVA), criado pelo educador Paulo Freire (1921 1997), o Projeto MOVA Brasil é desenvolvido pelo Instituto Paulo Freire (IPF) em parceria

Leia mais

Aprovação do curso e Autorização da oferta. PROJETO PEDAGÓGICO DE CURSO FIC de Comunicação e relações interpessoais no ensino médio

Aprovação do curso e Autorização da oferta. PROJETO PEDAGÓGICO DE CURSO FIC de Comunicação e relações interpessoais no ensino médio MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO SECRETARIA DE EDUCAÇÃO PROFISSIONAL E TECNOLÓGICA INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA DE SANTA CATARINA Aprovação do curso e Autorização da oferta PROJETO PEDAGÓGICO

Leia mais

PARECER CME/THE Nº024/2008

PARECER CME/THE Nº024/2008 CONSELHO MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO DE TERESINA Rua Lizandro Nogueira, 1536 - Centro. Telefone: (0xx86)3215-7639 CEP.: 64.000-200 - Teresina - Piauí E-Mail: semec.cme@teresina.pi.gov.br PARECER CME/THE Nº024/2008

Leia mais

PROJETO POLÍTICO PEDAGÓGICO: A construção do Projeto Político Pedagógico contribuindo com a realidade da Escola.

PROJETO POLÍTICO PEDAGÓGICO: A construção do Projeto Político Pedagógico contribuindo com a realidade da Escola. PROJETO POLÍTICO PEDAGÓGICO: A construção do Projeto Político Pedagógico contribuindo com a realidade da Escola. Viviane Kalil Fadel Plombon * PUCPR Resumo Para que ocorra um trabalho de qualidade em uma

Leia mais

ROSEMARA DOS SANTOS CASAS JUDSON GONÇALVES DE LIMA O PEDAGOGO NA EDUCAÇÃO DO CAMPO: ALGUMAS CONSIDERAÇÕES SOBRE A EDUCAÇÃO EM PARANAGUÁ

ROSEMARA DOS SANTOS CASAS JUDSON GONÇALVES DE LIMA O PEDAGOGO NA EDUCAÇÃO DO CAMPO: ALGUMAS CONSIDERAÇÕES SOBRE A EDUCAÇÃO EM PARANAGUÁ ROSEMARA DOS SANTOS CASAS JUDSON GONÇALVES DE LIMA O PEDAGOGO NA EDUCAÇÃO DO CAMPO: ALGUMAS CONSIDERAÇÕES SOBRE A EDUCAÇÃO EM PARANAGUÁ MATINHOS 2012 ROSEMARA DOS SANTOS CASAS JUDSON GONÇALVES DE LIMA

Leia mais

REGULAMENTO ESTÁGIO SUPERVISIONADO CURSO DE LICENCIATURA EM PEDAGOGIA FACULDADE DE APUCARANA FAP

REGULAMENTO ESTÁGIO SUPERVISIONADO CURSO DE LICENCIATURA EM PEDAGOGIA FACULDADE DE APUCARANA FAP REGULAMENTO ESTÁGIO SUPERVISIONADO CURSO DE LICENCIATURA EM PEDAGOGIA FACULDADE DE APUCARANA FAP Regulamento do Curricular Supervisionado do Curso de Graduação em Pedagogia - Licenciatura Faculdade de

Leia mais

ANÁLISE DE UMA POLÍTICA PÚBLICA VOLTADA PARA A EDUCAÇÃO: PROGRAMA BRASIL ALFABETIZADO

ANÁLISE DE UMA POLÍTICA PÚBLICA VOLTADA PARA A EDUCAÇÃO: PROGRAMA BRASIL ALFABETIZADO 1 ANÁLISE DE UMA POLÍTICA PÚBLICA VOLTADA PARA A EDUCAÇÃO: PROGRAMA BRASIL ALFABETIZADO AUTORES Antônio Roberto Silva Santos arsilvasantos@gmail.com Elisângela Santana Nascimento esna_1@yahoo.com.br Fânia

Leia mais

Inclusão Social da Pessoa com Deficiência Intelectual:

Inclusão Social da Pessoa com Deficiência Intelectual: Inclusão Social da Pessoa com Deficiência Intelectual: Educação Especial no Espaço da Escola Especial Trabalho, Emprego e Renda Autogestão, Autodefesa e Família APAE : INTEGRALIDADE DAS AÇÕES NO CICLO

Leia mais

ANEXO I FORMULÁRIOS DA EDUCAÇÃO INFANTIL FORMULÁRIO 1: COMISSÃO DE ANÁLISE E SISTEMATIZAÇÃO DA PROPOSTA PEDAGÓGICA EDUCAÇÃO INFANTIL

ANEXO I FORMULÁRIOS DA EDUCAÇÃO INFANTIL FORMULÁRIO 1: COMISSÃO DE ANÁLISE E SISTEMATIZAÇÃO DA PROPOSTA PEDAGÓGICA EDUCAÇÃO INFANTIL EDUCAÇÃO INFANTIL 1 ANEXO I FORMULÁRIOS DA EDUCAÇÃO INFANTIL FORMULÁRIO 1: COMISSÃO DE ANÁLISE E SISTEMATIZAÇÃO DA PROPOSTA PEDAGÓGICA EDUCAÇÃO INFANTIL Nome Completo Cargo/Função Turno 1º 2º Integral

Leia mais

O PEDAGOGO E O CONSELHO DE ESCOLA: UMA ARTICULAÇÃO NECESSÁRIA

O PEDAGOGO E O CONSELHO DE ESCOLA: UMA ARTICULAÇÃO NECESSÁRIA O PEDAGOGO E O CONSELHO DE ESCOLA: UMA ARTICULAÇÃO NECESSÁRIA SANTOS *, Josiane Gonçalves SME/CTBA josiane_2104@hotmail.com Resumo Os tempos mudaram, a escola mudou. Refletir sobre a escola na contemporaneidade

Leia mais

FORMAÇÃO CONTINUADA A DISTÂNCIA: UM CAMINHO POSSÍVEL? PROPOSTA DE FORMAÇÃO DE PROFESSORES DA PREFEITURA MUNICIPAL DE SANTOS

FORMAÇÃO CONTINUADA A DISTÂNCIA: UM CAMINHO POSSÍVEL? PROPOSTA DE FORMAÇÃO DE PROFESSORES DA PREFEITURA MUNICIPAL DE SANTOS FORMAÇÃO CONTINUADA A DISTÂNCIA: UM CAMINHO POSSÍVEL? PROPOSTA DE FORMAÇÃO DE PROFESSORES DA PREFEITURA MUNICIPAL DE SANTOS Santos SP - Maio/ 2010 Marta Fernandes Garcia Secretaria de Educação Prefeitura

Leia mais

Conheça as 20 metas aprovadas para o Plano Nacional da Educação _PNE. Decênio 2011 a 2021. Aprovado 29/05/2014

Conheça as 20 metas aprovadas para o Plano Nacional da Educação _PNE. Decênio 2011 a 2021. Aprovado 29/05/2014 Conheça as 20 metas aprovadas para o Plano Nacional da Educação _PNE Decênio 2011 a 2021. Aprovado 29/05/2014 Meta 1 Educação Infantil Universalizar, até 2016, o atendimento escolar da população de 4 e

Leia mais

PROJETO PEDAGÓGICO. 2.3 Justificativa pela escolha da formação inicial e continuada / qualificação profissional:

PROJETO PEDAGÓGICO. 2.3 Justificativa pela escolha da formação inicial e continuada / qualificação profissional: PROJETO PEDAGÓGICO 1 Identificação: Curso de Extensão em Navegação Marítima Básica Contextualização da(s) localidade(s) onde ocorrerá o curso: O curso será oferecido no CRPNM ( Centro de Referência em

Leia mais

A IMPORTÂNCIA DO PLANEJAMENTO NA DISCIPLINA DE ARTE

A IMPORTÂNCIA DO PLANEJAMENTO NA DISCIPLINA DE ARTE 1 UNIVERSIDADE ABERTA DO BRASIL UNIVERSIDADE DE BRASÍLIA INSTITUTO DE ARTES VILZA DIAS DA COSTA A IMPORTÂNCIA DO PLANEJAMENTO NA DISCIPLINA DE ARTE Trabalho de conclusão do curso de Graduação, habilitação

Leia mais

UNIVERSIDADE PRESBITERIANA MACKENZIE Decanato Acadêmico

UNIVERSIDADE PRESBITERIANA MACKENZIE Decanato Acadêmico Unidade Universitária: CENTRO DE CIÊNCIAS BIOLÓGICAS E DA SAÚDE Curso: CIÊNCIAS BIOLÓGICAS Disciplina: Educação de Jovens e Adultos Professor: LUIZ FERNANDO PINTO BAHIA Carga horária: 1h30 Ementa: Teórica

Leia mais

AÇÃO PEDAGÓGICA: MELHORANDO O PROCESSO ENSINO APRENDIZAGEM

AÇÃO PEDAGÓGICA: MELHORANDO O PROCESSO ENSINO APRENDIZAGEM AÇÃO PEDAGÓGICA: MELHORANDO O PROCESSO ENSINO APRENDIZAGEM 1 CRISTIANE VITALINA ALVES 2 MARIA ENEIDA GOMES MARQUEZ GONÇALVES 1 Graduada em Letras e Pedagogia. Especialista em Sociologia e Educação. Pós

Leia mais

EDUCAÇÃO DE JOVENS E ADULTOS TEMPO FORMATIVO JUVENIL

EDUCAÇÃO DE JOVENS E ADULTOS TEMPO FORMATIVO JUVENIL Superintendência de Educação Básica Diretoria de Educação Básica Coordenação de Educação de Jovens Adultos EDUCAÇÃO DE JOVENS E ADULTOS TEMPO FORMATIVO JUVENIL Democratização e efetividade do processo

Leia mais

CAPÍTULO I DAS DIRETRIZES DO CURSO

CAPÍTULO I DAS DIRETRIZES DO CURSO RESOLUÇÃO CAS Nº 07 / 2007 De 05 de agosto de 2007 Reformula o Projeto Político Pedagógico do Curso de Licenciatura em Pedagogia, a ser implantado a partir do 2º semestre do ano letivo de 2007. CONSIDERANDO

Leia mais

EDUCAÇÃO INFANTIL E ENSINO FUNDAMENTAL: PRÁTICAS INCLUSIVAS E ARTICULADORAS NA CONTINUIDADE DO ENSINO EM MEIO AO TRABALHO COLABORATIVO

EDUCAÇÃO INFANTIL E ENSINO FUNDAMENTAL: PRÁTICAS INCLUSIVAS E ARTICULADORAS NA CONTINUIDADE DO ENSINO EM MEIO AO TRABALHO COLABORATIVO EDUCAÇÃO INFANTIL E ENSINO FUNDAMENTAL: PRÁTICAS INCLUSIVAS E ARTICULADORAS NA CONTINUIDADE DO ENSINO EM MEIO AO TRABALHO COLABORATIVO Janaina Fernanda Gasparoto Fusco Faculdade de ciências/ UNESP-Bauru

Leia mais

A EDUCAÇÃO FINANCEIRA NA EDUCAÇÃO DE JOVENS ADULTOS

A EDUCAÇÃO FINANCEIRA NA EDUCAÇÃO DE JOVENS ADULTOS A EDUCAÇÃO FINANCEIRA NA EDUCAÇÃO DE JOVENS ADULTOS Alyson Fernandes de Oliveira 1 Hanna Maia Marques de Mello 2 Ana Paula de Almeida Saraiva Magalhães 3 Renata Emiko Basso Hayashi 4 Resumo: Com o elevado

Leia mais

A Interdisciplinaridade como Metodologia de Ensino INTRODUÇÃO

A Interdisciplinaridade como Metodologia de Ensino INTRODUÇÃO A Interdisciplinaridade como Metodologia de Ensino O bom professor é o que consegue, enquanto fala trazer o aluno até a intimidade do movimento de seu pensamento. Paulo Freire INTRODUÇÃO A importância

Leia mais

AULA 07. Profª Matilde Flório. Concurso PMSP- 2011 Reflexões Gerais para as dissertativas (recorte...)

AULA 07. Profª Matilde Flório. Concurso PMSP- 2011 Reflexões Gerais para as dissertativas (recorte...) AULA 07 Profª Matilde Flório Concurso PMSP- 2011 Reflexões Gerais para as dissertativas (recorte...) Concurso PMSP- 2011 Reflexões Gerais para as dissertativas (recorte...) FÁBRICA DE IDÉIAS PEDAGÓGICAS

Leia mais

RELATÓRIO DE AVALIAÇÃO INSTITUCIONAL

RELATÓRIO DE AVALIAÇÃO INSTITUCIONAL 0 2014 RELATÓRIO DE AVALIAÇÃO INSTITUCIONAL FUNDAÇÃO EDUCACIONAL CLAUDINO FRANCIO FACULDADE CENTRO MATO-GROSSENSE SORRISO/MT Portaria Nº 004/2015 Dispõe sobre Relatório Apresentado pela Comissão Própria

Leia mais

O IDOSO EM QUESTÃO: ALUNOS DA EDUCAÇÃO DE JOVENS E ADULTOS MOSTRAM SUA VISÃO SOBRE O QUE É SER IDOSO NA ATUALIDADE

O IDOSO EM QUESTÃO: ALUNOS DA EDUCAÇÃO DE JOVENS E ADULTOS MOSTRAM SUA VISÃO SOBRE O QUE É SER IDOSO NA ATUALIDADE ISSN: 1981-3031 O IDOSO EM QUESTÃO: ALUNOS DA EDUCAÇÃO DE JOVENS E ADULTOS MOSTRAM SUA VISÃO SOBRE O QUE É SER IDOSO NA ATUALIDADE Eva Pauliana da Silva Gomes 1. Givanildo da Silva 2. Resumo O presente

Leia mais

MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO SECRETARIA DE EDUCAÇÃO PROFISSIONAL E TECNOLÓGICA

MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO SECRETARIA DE EDUCAÇÃO PROFISSIONAL E TECNOLÓGICA MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO SECRETARIA DE EDUCAÇÃO PROFISSIONAL E TECNOLÓGICA PROGRAMA DE INTEGRAÇÃO DA EDUCAÇÃO PROFISSIONAL AO ENSINO MÉDIO NA MODALIDADE DE EDUCAÇÃO DE JOVENS E ADULTOS PROEJA Síntese dos

Leia mais

TÍTULO: O CURSO DE LICENCIATURA PLENA PARCELADA EM PEDAGOGIA E SUAS IMPLICAÇÕES NAS PRÁTICAS DO ENSINO DE ARTE NA EDUCAÇÃO INFANTIL.

TÍTULO: O CURSO DE LICENCIATURA PLENA PARCELADA EM PEDAGOGIA E SUAS IMPLICAÇÕES NAS PRÁTICAS DO ENSINO DE ARTE NA EDUCAÇÃO INFANTIL. TÍTULO: O CURSO DE LICENCIATURA PLENA PARCELADA EM PEDAGOGIA E SUAS IMPLICAÇÕES NAS PRÁTICAS DO ENSINO DE ARTE NA EDUCAÇÃO INFANTIL. Anália Cássia Gonçalves de Souza 1 INTRODUÇÃO A presente investigação

Leia mais

PREFEITURA MUNICIPAL DE CORONEL PACHECO Edital de Concurso Público nº 01/2014 Organização: Reis & Reis Auditores Associados

PREFEITURA MUNICIPAL DE CORONEL PACHECO Edital de Concurso Público nº 01/2014 Organização: Reis & Reis Auditores Associados ª Retificação Concurso Público - Edital nº 0/204 A Prefeitura Municipal de Coronel Pacheco - MG no uso de suas atribuições legais torna público a ª retificação do Concurso Público nº 0/204, que objetiva

Leia mais

CARTA ABERTA EM DEFESA DO PACTO NACIONAL PELA ALFABETIZAÇÃO NA IDADE CERTA

CARTA ABERTA EM DEFESA DO PACTO NACIONAL PELA ALFABETIZAÇÃO NA IDADE CERTA CARTA ABERTA EM DEFESA DO PACTO NACIONAL PELA ALFABETIZAÇÃO NA IDADE CERTA O Fórum das universidades públicas participantes do PACTO NACIONAL PELA ALFABETIZAÇÃO NA IDADE CERTA vem, por meio desta, defender

Leia mais

A PRÁTICA DE COMPONENTE CURRICULAR NAS LICENCIATURAS

A PRÁTICA DE COMPONENTE CURRICULAR NAS LICENCIATURAS 1 A PRÁTICA DE COMPONENTE CURRICULAR NAS LICENCIATURAS RIBEIRO, Zenilda Lopes UFMT- Campus Universitário do Araguaia zenildalr@hotmail.com INTRODUÇÃO A licenciatura é uma permissão dada por uma autoridade

Leia mais

Diário Oficial 31 32 Diário Oficial Resolução SE 52, de 2-10-2014

Diário Oficial 31 32 Diário Oficial Resolução SE 52, de 2-10-2014 sexta-feira, 3 de outubro de 2014 Diário Oficial Poder Executivo - Seção I São Paulo, 124 (187) 31 32 São Paulo, 124 (187) Diário Oficial Poder Executivo - Seção I sexta-feira, 3 de outubro de 2014 Resolução

Leia mais

CURSOS SUPERIORES DE TECNOLOGIA: A IMPLANTAÇÃO E A GESTÃO NA MODALIDADE A DISTÃNCIA. Araras, maio de 2011.

CURSOS SUPERIORES DE TECNOLOGIA: A IMPLANTAÇÃO E A GESTÃO NA MODALIDADE A DISTÃNCIA. Araras, maio de 2011. 1 CURSOS SUPERIORES DE TECNOLOGIA: A IMPLANTAÇÃO E A GESTÃO NA MODALIDADE A DISTÃNCIA Araras, maio de 2011. Fernando da Silva Pereira Centro Universitário Hermínio Ometto UNIARARAS SP fernandosilper@uniararas.br

Leia mais

MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO FUNDO NACIONAL DE DESENVOLVIMENTO DA EDUCAÇÃO CONSELHO DELIBERATIVO RESOLUÇÃO/FNDE/CD/N 48 DE 28 DE NOVEMBRO DE 2008.

MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO FUNDO NACIONAL DE DESENVOLVIMENTO DA EDUCAÇÃO CONSELHO DELIBERATIVO RESOLUÇÃO/FNDE/CD/N 48 DE 28 DE NOVEMBRO DE 2008. MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO FUNDO NACIONAL DE DESENVOLVIMENTO DA EDUCAÇÃO CONSELHO DELIBERATIVO RESOLUÇÃO/FNDE/CD/N 48 DE 28 DE NOVEMBRO DE 2008. Estabelece orientações para a apresentação, seleção e apoio

Leia mais

Indicativos e estratégias para o Redesenho Curricular no RN.

Indicativos e estratégias para o Redesenho Curricular no RN. GOVERNO DO ESTADO DO RIO GRANDE DO NORTE SECRETARIA DE ESTADO DA EDUCAÇÃO E DA ULTURA COORDENADORIA DE DESENVOLVIMENTO ESCOLAR SUBCOORDENADORIA DE ENSINO MÉDIO Indicativos e estratégias para o Redesenho

Leia mais

EDUCAÇÃO PROFISSIONAL E A IMPORTÂNCIA DO EDUCADOR NA ATUALIDADE

EDUCAÇÃO PROFISSIONAL E A IMPORTÂNCIA DO EDUCADOR NA ATUALIDADE EDUCAÇÃO PROFISSIONAL E A IMPORTÂNCIA DO EDUCADOR NA ATUALIDADE ALMEIDA, Rozelaine Rubia Bueno D 1 Resumo Este artigo tem como objetivo apresentar uma reflexão sobre as mudanças na legislação do Ensino

Leia mais

A FORMAÇÃO CONTINUADA DE PROFESSORES E O PROJETO POLÍTICO PEDAGÓGICO NA PERSPECTIVA DOCENTE

A FORMAÇÃO CONTINUADA DE PROFESSORES E O PROJETO POLÍTICO PEDAGÓGICO NA PERSPECTIVA DOCENTE A FORMAÇÃO CONTINUADA DE PROFESSORES E O PROJETO POLÍTICO PEDAGÓGICO NA PERSPECTIVA DOCENTE Raquel Silva Borges, Bolsista PET (Re) Conectando Saberes - UFU Ana Paula de Assis, Bolsista PIBID- Subprojeto

Leia mais

UFPB PRG X ENCONTRO DE INICIAÇÃO À DOCÊNCIA

UFPB PRG X ENCONTRO DE INICIAÇÃO À DOCÊNCIA 4CEDFEMT03 A EDUCAÇÃO DE JOVENS E ADULTOS NO CURSO DE PEDAGOGIA DA UFPB Maria Lúcia Gomes da Silva (1), Erenildo João Carlos (3) Centro de Educação/Departamento de Fundamentação da Educação/MONITORIA RESUMO

Leia mais

TEXTO RETIRADO DO REGIMENTO INTERNO DA ESCOLA APAE DE PASSOS:

TEXTO RETIRADO DO REGIMENTO INTERNO DA ESCOLA APAE DE PASSOS: TEXTO RETIRADO DO REGIMENTO INTERNO DA ESCOLA APAE DE PASSOS: Art. 3º - A Escola oferece os seguintes níveis de ensino: I. Educação Infantil: de 0 a 05 anos de idade. Educação Precoce de 0 a 03 anos Educação

Leia mais

ALFABETIZAÇÃO E LETRAMENTO NUMA ESCOLA DO CAMPO

ALFABETIZAÇÃO E LETRAMENTO NUMA ESCOLA DO CAMPO eliane.enaile@hotmail.com Introdução Nos últimos anos, as reflexões realizadas sobre a alfabetização têm mostrado que a aquisição da escrita é um processo complexo e multifacetado. Nesse processo, considera

Leia mais

A FORMAÇÃO DO PEDAGOGO PARA O ENSINO DE MATEMÁTICA

A FORMAÇÃO DO PEDAGOGO PARA O ENSINO DE MATEMÁTICA A FORMAÇÃO DO PEDAGOGO PARA O ENSINO DE MATEMÁTICA Luciana Pereira de Sousa 1 Carmem Lucia Artioli Rolim 2 Resumo O presente estudo propõe discutir o contexto da formação dos pedagogos para o ensino da

Leia mais

PPC. Aprovação do curso e Autorização da oferta PROJETO PEDAGÓGICO DE CURSO FIC METODOLOGIA PARA O ENSINO DE MATEMÁTICA. Parte 1 (solicitante)

PPC. Aprovação do curso e Autorização da oferta PROJETO PEDAGÓGICO DE CURSO FIC METODOLOGIA PARA O ENSINO DE MATEMÁTICA. Parte 1 (solicitante) MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO SECRETARIA DE EDUCAÇÃO PROFISSIONAL E TECNOLÓGICA INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA DE SANTA CATARINA PRÓ-REITORIA DE ENSINO CENTRO DE REFENCIA EM FORMAÇÃO E APOIO

Leia mais

FORMAÇÃO PESSOAL E PROFISSIONAL DE PROFESSORES DO ENSINO SUPERIOR UFSM

FORMAÇÃO PESSOAL E PROFISSIONAL DE PROFESSORES DO ENSINO SUPERIOR UFSM FORMAÇÃO PESSOAL E PROFISSIONAL DE PROFESSORES DO ENSINO SUPERIOR UFSM Claudia Angelita Antunes Silveira UFSM Tamiris Cardoso da Silva UFSM Venice Teresinha Grings - UFSM RESUMO Este trabalho compreende

Leia mais

Agendas Estaduais de Desenvolvimento Integrado de Alfabetização e de Educação de Jovens e Adultos

Agendas Estaduais de Desenvolvimento Integrado de Alfabetização e de Educação de Jovens e Adultos Agendas Estaduais de Desenvolvimento Integrado de Alfabetização e de Educação de Jovens e Adultos PROGRAMA BRASIL ALFABETIZADO As Agendas Estaduais de Desenvolvimento Integrado de Alfabetização e Educação

Leia mais

RELATÓRIO PARCIAL REFERENTE À ETAPA DO ESTÁGIO SUPERVISIONADO NO CURSO...

RELATÓRIO PARCIAL REFERENTE À ETAPA DO ESTÁGIO SUPERVISIONADO NO CURSO... Roteiro para elaboração de relatório parcial de estágio RELATÓRIO PARCIAL REFERENTE À ETAPA DO ESTÁGIO SUPERVISIONADO NO CURSO Estudante: Orientador: Local / / SUMÁRIO 1 INTRODUÇÃO 2 3 REFERÊNCIAS Identificação

Leia mais

ILUMINADO DE AMARELO PROPOSTA DO FÓRUM PARANAENSE, INCORPORADA NA DISCUSSÃO DO FÓRUM EJA/RJ DE 17/6/2013

ILUMINADO DE AMARELO PROPOSTA DO FÓRUM PARANAENSE, INCORPORADA NA DISCUSSÃO DO FÓRUM EJA/RJ DE 17/6/2013 LEGENDA: EM VERMELHO O QUE INCLUÍMOS NO FÓRUM EJA / RJ DE 17/6/2013 ILUMINADO DE AMARELO PROPOSTA DO FÓRUM PARANAENSE, INCORPORADA NA DISCUSSÃO DO FÓRUM EJA/RJ DE 17/6/2013 ILUMINADO DE VERDE PROPOSTA

Leia mais

MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO SECRETARIA DE EDUCAÇÃO BÁSICA DEPARTAMENTO DE POLÍTICAS DE EDUCAÇÃO INFANTIL E DO ENSINO FUNDAMENTAL

MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO SECRETARIA DE EDUCAÇÃO BÁSICA DEPARTAMENTO DE POLÍTICAS DE EDUCAÇÃO INFANTIL E DO ENSINO FUNDAMENTAL MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO SECRETARIA DE EDUCAÇÃO BÁSICA DEPARTAMENTO DE POLÍTICAS DE EDUCAÇÃO INFANTIL E DO ENSINO FUNDAMENTAL PROGRAMAS E POLÍTICAS Política Nacional de Educação Infantil Credenciamento e

Leia mais

(Assessoria de Comunicação Social/MEC) INSTRUMENTO DIAGNÓSTICO PAR MUNICIPAL 2011-2014. (6ª versão maio 2011) Ministério da Educação

(Assessoria de Comunicação Social/MEC) INSTRUMENTO DIAGNÓSTICO PAR MUNICIPAL 2011-2014. (6ª versão maio 2011) Ministério da Educação (Assessoria de Comunicação Social/MEC) INSTRUMENTO DIAGNÓSTICO PAR MUNICIPAL 2011-2014 (6ª versão maio 2011) Ministério da Educação Instrumento Diagnóstico - PAR Municipal 2011-2014 A gestão que prioriza

Leia mais

RESOLUÇÃO CEB Nº 3, DE 26 DE JUNHO DE 1998

RESOLUÇÃO CEB Nº 3, DE 26 DE JUNHO DE 1998 RESOLUÇÃO CEB Nº 3, DE 26 DE JUNHO DE 1998 Institui as Diretrizes Curriculares Nacionais para o Ensino Médio O Presidente da Câmara de Educação Básica do Conselho Nacional de Educação, de conformidade

Leia mais

IMPLANTANDO O ENSINO FUNDAMENTAL DE NOVE ANOS NA REDE ESTADUAL DE ENSINO

IMPLANTANDO O ENSINO FUNDAMENTAL DE NOVE ANOS NA REDE ESTADUAL DE ENSINO ORIENTAÇÕES PARA A GARANTIA DO PERCURSO ESCOLAR DO ALUNO NA CONVIVÊNCIA DOS DOIS REGIMES DE ENSINO: ENSINO FUNDAMENTAL COM DURAÇÃO DE OITO ANOS E ENSINO FUNDAMENTAL COM DURAÇÃO DE NOVE ANOS. IMPLANTANDO

Leia mais

O PROJETO DE EDUCAÇÃO A DISTÂNCIA DA UNIVERSIDADE FEDERAL DE MATO GROSSO: aspectos definidores de sua identidade

O PROJETO DE EDUCAÇÃO A DISTÂNCIA DA UNIVERSIDADE FEDERAL DE MATO GROSSO: aspectos definidores de sua identidade O PROJETO DE EDUCAÇÃO A DISTÂNCIA DA UNIVERSIDADE FEDERAL DE MATO GROSSO: aspectos definidores de sua identidade Katia Morosov Alonso* Maria Lúcia Cavalli Neder** O trabalho relativo ao desenvolvimento

Leia mais

ESTÁGIO SUPERVISIONADO

ESTÁGIO SUPERVISIONADO FACULDADE EDUCACIONAL DE MEDIANEIRA MISSÃO: FORMAR PROFISSIONAIS CAPACITADOS, SOCIALMENTE RESPONSÁVEIS E APTOS A PROMOVEREM AS TRANSFORMAÇÕES FUTURAS. ESTÁGIO SUPERVISIONADO LETRAS COM HABILITAÇÃO EM LÍNGUA

Leia mais

FORMAÇÃO DE PROFISSIONAIS E SUA ATUAÇÃO COM CRIANÇAS DE 0 A 5 ANOS

FORMAÇÃO DE PROFISSIONAIS E SUA ATUAÇÃO COM CRIANÇAS DE 0 A 5 ANOS FORMAÇÃO DE PROFISSIONAIS E SUA ATUAÇÃO COM CRIANÇAS DE 0 A 5 ANOS Thyanna Silva dos Passos (Graduada/UFRB) Resumo Este trabalho tem como objetivo analisar a formação de professores e sua atuação na sala

Leia mais

EIXO 4 - Política e Gestão da Educação Profissional e Tecnológica

EIXO 4 - Política e Gestão da Educação Profissional e Tecnológica EIXO 4 - Política e Gestão da Educação Profissional e Tecnológica FÓRUNS DE ESTUDOS: UMA ALTERNATIVA DE DISCUSSÃO DE NOVAS POSSIBILIDADES E AÇÕES NA MELHORIA DO PROCESSO DE CONSTRUÇÃO E FORTALECIMENTO

Leia mais

EDUCAÇÃO DE JOVENS E ADULTOS

EDUCAÇÃO DE JOVENS E ADULTOS EDUCAÇÃO DE JOVENS E ADULTOS Institui Diretrizes Operacionais para a Educação de Jovens e Adultos nos aspectos relativos à duração dos cursos e idade mínima para ingresso nos cursos de EJA; idade mínima

Leia mais

SELEÇÃO DE DISCENTES BOLSISTAS PARA O SUBPROJETO PEDAGOGIA (EDUCAÇÃO INFANTIL):

SELEÇÃO DE DISCENTES BOLSISTAS PARA O SUBPROJETO PEDAGOGIA (EDUCAÇÃO INFANTIL): UNIVERSIDADE FEDERAL DO OESTE DO PARÁ INSTITUTO DE CIÊNCIAS DA EDUCAÇÃO PROGRAMA INSTITUCIONAL DE BOLSA DE INICIAÇÃO À DOCÊNCIA/CAPES EDITAL Nº 01/2015 Subprojeto PIBID/Pedagogia (Educação Infantil)/UFOPA

Leia mais

Formação continuada de professores de música das escolas municipais de João Pessoa 1

Formação continuada de professores de música das escolas municipais de João Pessoa 1 Formação continuada de professores de música das escolas municipais de João Pessoa 1 Luis Ricardo Silva Queiroz 2 Universidade Federal da Paraíba Vanildo Mousinho Marinho 3 Universidade Federal da Paraíba

Leia mais

XI Congresso Brasileiro de Sociologia. 1 a 5 de setembro de 2003, UNICAMP, Campinas, SP. Grupo de Trabalho: Participação social e cidadania

XI Congresso Brasileiro de Sociologia. 1 a 5 de setembro de 2003, UNICAMP, Campinas, SP. Grupo de Trabalho: Participação social e cidadania XI Congresso Brasileiro de Sociologia 1 a 5 de setembro de 2003, UNICAMP, Campinas, SP Grupo de Trabalho: Participação social e cidadania Trabalho: Programa Alfabetização Solidária na Construção da Cidadania

Leia mais

O USO DE MATERIAIS CONCRETOS PARA O ENSINO/APRENDIZAGEM DAS OPERAÇÕES ARITMÉTICAS. Maria da Conceição Alves Bezerra mcabst@hotmail.

O USO DE MATERIAIS CONCRETOS PARA O ENSINO/APRENDIZAGEM DAS OPERAÇÕES ARITMÉTICAS. Maria da Conceição Alves Bezerra mcabst@hotmail. O USO DE MATERIAIS CONCRETOS PARA O ENSINO/APRENDIZAGEM DAS OPERAÇÕES ARITMÉTICAS Maria da Conceição Alves Bezerra mcabst@hotmail.com RESUMO: A pesquisa aqui desenvolvida tem como objetivo propiciar elementos

Leia mais

CGEB Coordenadoria de Gestão da Educação Básica. SECRETARIA DA EDUCAÇÃO Coordenadoria de Gestão da Educação Básica

CGEB Coordenadoria de Gestão da Educação Básica. SECRETARIA DA EDUCAÇÃO Coordenadoria de Gestão da Educação Básica CGEB Coordenadoria de Gestão da Educação Básica 1 DEGEB Departamento de Desenvolvimento Curricular de Gestão da Educação Básica 2 CEFAF Centro de Ensino dos Anos Finais, Ensino Médio e Educação Profissional

Leia mais

G1 Formação de Professores. Julia de Cassia Pereira do Nascimento (DO)/ juliacpn@interacaosp.com.br Edda Curi/ edda.curi@cruzeirodosul.edu.

G1 Formação de Professores. Julia de Cassia Pereira do Nascimento (DO)/ juliacpn@interacaosp.com.br Edda Curi/ edda.curi@cruzeirodosul.edu. CONTRIBUIÇÕES DO ESTÁGIO PARA O ENSINO DE MATEMÁTICA NOS ANOS INICIAIS DO ENSINO FUNDAMENTAL: INDICATIVOS DA LEGISLAÇÃO VIGENTE E DA ORGANIZAÇÃO DO ESTÁGIO NUM CURSO DE PEDAGOGIA G1 Formação de Professores

Leia mais

O projeto de iniciação científica está vinculado à pesquisa Uso do jornal em sala de aula

O projeto de iniciação científica está vinculado à pesquisa Uso do jornal em sala de aula Título: Uso do jornal na sala de aula: uma análise do ponto de vista do aluno do ensino fundamental II Resumo O projeto de iniciação científica está vinculado à pesquisa Uso do jornal em sala de aula e

Leia mais

ESTADO DO PARÁ MINISTÉRIO PÚBLICO PROCURADORIA GERAL DE JUSTIÇA CENTRO DE APOIO OPERACIONAL DA INFANCIA E JUVENTUDE

ESTADO DO PARÁ MINISTÉRIO PÚBLICO PROCURADORIA GERAL DE JUSTIÇA CENTRO DE APOIO OPERACIONAL DA INFANCIA E JUVENTUDE 1 1. TÍTULO: Programa de Estágio para Alunos do Ensino Médio nas Promotorias de Justiça do Ministério Público do Estado do Pará. 2. IDENTIFICAÇÃO Ministério Público do Estado do Pará, CNPJ 05054960/0001-58,

Leia mais

CURSO: EDUCAR PARA TRANSFORMAR. Fundação Carmelitana Mário Palmério Faculdade de Ciências Humanas e Sociais

CURSO: EDUCAR PARA TRANSFORMAR. Fundação Carmelitana Mário Palmério Faculdade de Ciências Humanas e Sociais Fundação Carmelitana Mário Palmério Faculdade de Ciências Humanas e Sociais Educação de Qualidade ao seu alcance EDUCAR PARA TRANSFORMAR O CURSO DE LICENCIATURA EM CIÊNCIAS BIOLÓGICAS CURSO: LICENCIATURA

Leia mais

MANUAL DE ESTÁGIO CURRICULAR SUPERVISIONADO ADMINISTRAÇÃO

MANUAL DE ESTÁGIO CURRICULAR SUPERVISIONADO ADMINISTRAÇÃO MANUAL DE ESTÁGIO CURRICULAR SUPERVISIONADO ADMINISTRAÇÃO 1 SUMÁRIO Lista de Anexos... 3 1. APRESENTAÇÃO... 4 2. FUNDAMENTAÇÃO LEGAL... 5 3. DEFINIÇÕES... 5 4. OBJETIVOS... 6 5. PLANEJAMENTO E COMPETÊNCIAS...

Leia mais

Ciência na Educação Básica

Ciência na Educação Básica Ciência na Educação Básica Maria Beatriz Ramos de Vasconcellos Coelho Coordenadora Geral de Tecnologias da Educação Secretaria de Educação Básica O que está na Constituição O Brasil é uma República Federativa

Leia mais

Projeto Educativo de Creche e Jardim de Infância

Projeto Educativo de Creche e Jardim de Infância Creche e Jardim de Infância O Jardim dos Palhacinhos Projeto Educativo de Creche e Jardim de Infância 1 Albufeira, Março 2014 Gerência: Índice Índice... 2 Introdução... 3 1. Caracterização da instituição...

Leia mais

9. EDUCAÇÃO ESCOLAR INDÍGENA

9. EDUCAÇÃO ESCOLAR INDÍGENA 9. EDUCAÇÃO ESCOLAR INDÍGENA 9.1 ORGANIZAÇÃO DA EDUCAÇÃO INDÍGENA 9.1.1 Objetivos gerais A Constituição Federal assegura às comunidades indígenas o direito de uma educação escolar diferenciada e a utilização

Leia mais

www.upf.br/virtual Modalidade semipresencial de ensino: alguns resultados da implantação em disciplinas de graduação da UPF

www.upf.br/virtual Modalidade semipresencial de ensino: alguns resultados da implantação em disciplinas de graduação da UPF www.upf.br/virtual Modalidade semipresencial de ensino: alguns resultados da implantação em disciplinas de graduação da UPF Ana Carolina B. De Marchi Daniela De David Araújo Isléia Rössler Streit ROTEIRO

Leia mais

AS DIFICULDADES ENFRENTADAS PARA O ENSINO DE CIÊNCIAS NATURAIS EM ESCOLAS MUNICIPAIS DO SUL DE SERGIPE E O PROCESSO DE FORMAÇÃO CONTINUADA

AS DIFICULDADES ENFRENTADAS PARA O ENSINO DE CIÊNCIAS NATURAIS EM ESCOLAS MUNICIPAIS DO SUL DE SERGIPE E O PROCESSO DE FORMAÇÃO CONTINUADA AS DIFICULDADES ENFRENTADAS PARA O ENSINO DE CIÊNCIAS NATURAIS EM ESCOLAS MUNICIPAIS DO SUL DE SERGIPE E O PROCESSO DE FORMAÇÃO CONTINUADA Resumo SANTOS, Antonio Hamilton dos 1 - UFS SANTOS, Hélio Magno

Leia mais

PROJETO DISCIPLINAS SEMIPRESENCIAIS

PROJETO DISCIPLINAS SEMIPRESENCIAIS PROJETO DISCIPLINAS SEMIPRESENCIAIS FACULDADE CASTELO BRANCO Portaria MEC nº 304, de 16/04/2008 D.O.U de 17/04/2008 2 SUMÁRIO 1 INTRODUÇÃO... 02 2 JUSTIFICATIVA... 04 3 OBJETIVOS... 06 4 PROPOSTA PEDAGÓGICA...

Leia mais

4. Formação e valorização de profissionais da educação O CONTEXTO DA FORMAÇÃO DE PROFESSORES NO NORDESTE

4. Formação e valorização de profissionais da educação O CONTEXTO DA FORMAÇÃO DE PROFESSORES NO NORDESTE 4. Formação e valorização de profissionais da educação O CONTEXTO DA FORMAÇÃO DE PROFESSORES NO NORDESTE Verônica Soares Fernandes Fundação Joaquim Nabuco veronica.fernandes@fundaj.gov.br Introdução As

Leia mais

Palavras-chave: Formação continuada de professores, cinema, extensão universitária.

Palavras-chave: Formação continuada de professores, cinema, extensão universitária. CINEMA UNIVERSITÁRIO: A EXTENSÃO COMO ESPAÇO PARA A FORMAÇÃO CONTINUADA DE PROFESSORES NA UNIVERSIDADE DO ESTADO DE MATO GROSSO (UNEMAT) André Luiz Borges Milhomem (UNEMAT) Egeslaine de Nez (UNEMAT) Maria

Leia mais

Faculdade Sagrada Família

Faculdade Sagrada Família Faculdade Sagrada Família DISCIPLINA: Gestão Escolar 4º período de Pedagogia Prof Ms. Marislei Zaremba Martins Texto: Equipe da Área de Educação Formal - Instituto Ayrton Senna A gestão da educação precisa

Leia mais

UNIVERSIDADE ESTADUAL PAULISTA CAMPUS DE PRESIDENTE PRUDENTE FACULDADE DE CIÊNCIAS E TECNOLOGIA A AVALIAÇÃO NA FORMAÇÃO DE EDUCADORES ATRAVÉS DE SUA

UNIVERSIDADE ESTADUAL PAULISTA CAMPUS DE PRESIDENTE PRUDENTE FACULDADE DE CIÊNCIAS E TECNOLOGIA A AVALIAÇÃO NA FORMAÇÃO DE EDUCADORES ATRAVÉS DE SUA Avaliação Da Prática Docente A AVALIAÇÃO NA FORMAÇÃO DE EDUCADORES ATRAVÉS DE SUA PRÁTICA DOCENTE Autora: Maria Peregrina de Fátima Rotta Furlanetti Faculdade de Ciências e Tecnologia Universidade Estadual

Leia mais

Palavras-chave: aprendizagem da docência, formação inicial, sala de aula

Palavras-chave: aprendizagem da docência, formação inicial, sala de aula A OBSERVAÇÃO DE AULA COMO CAMPO DE APRENDIZAGEM DA DOCÊNCIA: Relato de experiencia T. A. Silva ¹; F. J. Lima 2 1 Aluna do Curso de Licenciatura em Matemática do IFCE campus de Cedro e- mail: thamy.2019@gmail.com

Leia mais

Palavras-chave: ensino médio; música na escola; programas de acesso às IES.

Palavras-chave: ensino médio; música na escola; programas de acesso às IES. 272 MÚSICA NOS PROGRAMAS DE INGRESSO AO ENSINO SUPERIOR: POSSIBILIDADES DE AMPLIAÇÃO DO CONHECIMENTO MUSICAL E DA PRODUÇÃO DE SABERES PEDAGÓGICOS MUSICAIS Liège Pinheiro dos Reis Universidade de Brasília

Leia mais

RESOLUÇÃO Nº 063 CONSUPER/2013

RESOLUÇÃO Nº 063 CONSUPER/2013 RESOLUÇÃO Nº 063 CONSUPER/2013 Dispõe sobre a regulamentação de Curso de Formação Inicial e Continuada ou Qualificação Profissional do Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia Catarinense. O

Leia mais

PLANO DE AÇÃO LABORATÓRIO DE INFORMÁTICA EDUCATIVA - LIED. Castanhal-Pará

PLANO DE AÇÃO LABORATÓRIO DE INFORMÁTICA EDUCATIVA - LIED. Castanhal-Pará PLANO DE AÇÃO LABORATÓRIO DE INFORMÁTICA EDUCATIVA - LIED Castanhal-Pará 2013-2014 Ir. Zelma Araújo Direção Administrava Ir. Irlete Marques Direção Pedagógica Ir. Luisandra Seixas Secretaria Escolar Equipe

Leia mais

PPC. Aprovação do curso e Autorização da oferta PROJETO PEDAGÓGICO DE CURSO FIC METODOLOGIA PARA O ENSINO DE LINGUA PORTUGUESA. Parte 1 (solicitante)

PPC. Aprovação do curso e Autorização da oferta PROJETO PEDAGÓGICO DE CURSO FIC METODOLOGIA PARA O ENSINO DE LINGUA PORTUGUESA. Parte 1 (solicitante) MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO SECRETARIA DE EDUCAÇÃO PROFISSIONAL E TECNOLÓGICA INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA DE SANTA CATARINA PRÓ-REITORIA DE ENSINO CENTRO DE REFENCIA EM FORMAÇÃO E APOIO

Leia mais

MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO COORDENAÇÃO DE APERFEIÇOAMENTO DE PESSOAL DE NÍVEL SUPERIOR DIRETORIA DE EDUCAÇÃO BÁSICA PRESENCIAL DEB

MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO COORDENAÇÃO DE APERFEIÇOAMENTO DE PESSOAL DE NÍVEL SUPERIOR DIRETORIA DE EDUCAÇÃO BÁSICA PRESENCIAL DEB MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO COORDENAÇÃO DE APERFEIÇOAMENTO DE PESSOAL DE NÍVEL SUPERIOR DIRETORIA DE EDUCAÇÃO BÁSICA PRESENCIAL DEB ANEXO II EDITAL Nº 001/2011/CAPES PROGRAMA INSTITUCIONAL DE BOLSA DE INICIAÇÃO

Leia mais

Objetivo. Letras Profa. Dra. Leda Szabo. Prática de Ensino de Língua Portuguesa. Prática de ensino: uma prática social

Objetivo. Letras Profa. Dra. Leda Szabo. Prática de Ensino de Língua Portuguesa. Prática de ensino: uma prática social Letras Profa. Dra. Leda Szabo Prática de Ensino de Língua Portuguesa Objetivo Apresentar um breve panorama do ensino e aprendizagem da língua portuguesa. Abordar o ensino e a aprendizagem da língua portuguesa

Leia mais

AS POLÍTICAS PÚBLICAS E AS PRÁTICAS EDUCATIVAS: O PROCESSO DE TRANSIÇÃO DA EDUCAÇÃO INFANTIL PARA O ENSINO FUNDAMENTAL

AS POLÍTICAS PÚBLICAS E AS PRÁTICAS EDUCATIVAS: O PROCESSO DE TRANSIÇÃO DA EDUCAÇÃO INFANTIL PARA O ENSINO FUNDAMENTAL 1 AS POLÍTICAS PÚBLICAS E AS PRÁTICAS EDUCATIVAS: O PROCESSO DE TRANSIÇÃO DA EDUCAÇÃO INFANTIL PARA O ENSINO FUNDAMENTAL Rosiris Pereira de SOUZA Bolsista FAPEG FE/UFG rosirisps@gmail.com Prof.ª Dr.ª Ivone

Leia mais

ESTUDO SOBRE A INTERVENÇÃO PEDAGÓGICA IMPLANTADA EM ESCOLAS MUNICIPAIS DE VESPASIANO/MG

ESTUDO SOBRE A INTERVENÇÃO PEDAGÓGICA IMPLANTADA EM ESCOLAS MUNICIPAIS DE VESPASIANO/MG ESTUDO SOBRE A INTERVENÇÃO PEDAGÓGICA IMPLANTADA EM ESCOLAS MUNICIPAIS DE VESPASIANO/MG Maria da Paixão Leite COSTA Secretaria de Educação de Vespasiano Tatiana Nunes OLIVEIRA Centro Federal de Educação

Leia mais

O ESTUDO DA CONSTRUÇÃO DE CASAS POPULARES E A RELAÇÃO COM CONTEÚDOS MATEMÁTICOS

O ESTUDO DA CONSTRUÇÃO DE CASAS POPULARES E A RELAÇÃO COM CONTEÚDOS MATEMÁTICOS ISSN 2177-9139 O ESTUDO DA CONSTRUÇÃO DE CASAS POPULARES E A RELAÇÃO COM CONTEÚDOS MATEMÁTICOS Edimar Fonseca da Fonseca edyyfon@yahoo.com.br Fundação Universidade Federal do Pampa, Campus Caçapava do

Leia mais

LICENCIATURA EM EDUCOMUNICAÇÃO PROJETO PEDAGÓGICO

LICENCIATURA EM EDUCOMUNICAÇÃO PROJETO PEDAGÓGICO LICENCIATURA EM EDUCOMUNICAÇÃO PROJETO PEDAGÓGICO 1) Objetivos da Licenciatura em Educomunicação De acordo com as normas da Comissão Permanente de Licenciatura da USP, em seu documento Programa de Formação

Leia mais

A EDUCAÇÃO DO JOVEM E ADULTO SEGUNDO A CONCEPÇÃO DE ALFABETIZAÇÃO FREIREANA

A EDUCAÇÃO DO JOVEM E ADULTO SEGUNDO A CONCEPÇÃO DE ALFABETIZAÇÃO FREIREANA A EDUCAÇÃO DO JOVEM E ADULTO SEGUNDO A CONCEPÇÃO DE ALFABETIZAÇÃO FREIREANA GUILHERME, Cirlene Pereira 1 JESUS, Elitânia Maria de 2 PELOZO, Rita de Cassia Borguetti 3 SIMONELLI, Gisele Colombo 4 RESUMO

Leia mais

12. POLÍTICA DE EaD A Educação a Distância do IFPE EaD, ao longo dos anos, vem desenvolvendo ações que propiciam mediação didático-pedagógica nos

12. POLÍTICA DE EaD A Educação a Distância do IFPE EaD, ao longo dos anos, vem desenvolvendo ações que propiciam mediação didático-pedagógica nos 12. POLÍTICA DE EaD 12. POLÍTICA DE EaD A Educação a Distância do IFPE EaD, ao longo dos anos, vem desenvolvendo ações que propiciam mediação didático-pedagógica nos processos de ensino e aprendizagem,

Leia mais

O ensino de Ciências e Biologia nas turmas de eja: experiências no município de Sorriso-MT 1

O ensino de Ciências e Biologia nas turmas de eja: experiências no município de Sorriso-MT 1 O ensino de Ciências e Biologia nas turmas de eja: experiências no município de Sorriso-MT 1 FRANCISCO ALEXANDRO DE MORAIS Secretaria de Saúde do Município de Praia Grande, Brasil Introdução O ser humano,

Leia mais

DIFICULDADES ENFRENTADAS POR PROFESSORES E ALUNOS DA EJA NO PROCESSO DE ENSINO E APRENDIZAGEM DE MATEMÁTICA

DIFICULDADES ENFRENTADAS POR PROFESSORES E ALUNOS DA EJA NO PROCESSO DE ENSINO E APRENDIZAGEM DE MATEMÁTICA 27 a 30 de Agosto de 2014. DIFICULDADES ENFRENTADAS POR PROFESSORES E ALUNOS DA EJA NO PROCESSO DE ENSINO E APRENDIZAGEM DE MATEMÁTICA Resumo: MACHADO, Diana dos Santos 1 Ifes - Campus Cachoeiro de Itapemirim

Leia mais

POLÍTICAS PÚBLICAS DE ALFABETIZAÇÃO - PACTO NACIONAL DE ALFABETIZAÇÃO NA IDADE CERTA (PNAIC)- DA TEORIA À PRÁTICA

POLÍTICAS PÚBLICAS DE ALFABETIZAÇÃO - PACTO NACIONAL DE ALFABETIZAÇÃO NA IDADE CERTA (PNAIC)- DA TEORIA À PRÁTICA POLÍTICAS PÚBLICAS DE ALFABETIZAÇÃO - PACTO NACIONAL DE ALFABETIZAÇÃO NA IDADE CERTA (PNAIC)- DA TEORIA À PRÁTICA Carine Ferreira Machado Virago, Acadêmica do Curso de Pedagogia EAD- UFSM- Vice-diretora

Leia mais

ENSINO MÉDIO DIFERENCIAIS PEDAGÓGICOS ENSINO FUNDAMENTAL E MÉDIO. Processo de Admissão

ENSINO MÉDIO DIFERENCIAIS PEDAGÓGICOS ENSINO FUNDAMENTAL E MÉDIO. Processo de Admissão ENSINO MÉDIO PROCESSO DE ADMISSÃO DE NOVOS ESTUDANTES PARA 2015 PROPOSTAS PEDAGÓGICAS A fase da escolha de qual carreira seguir acontece, normalmente, durante o ensino médio. Tendo de vivenciar mudanças

Leia mais

PROJETO DE LEI Nº 97/2012. A Câmara Municipal de Foz do Iguaçu, Estado do Paraná, Aprova:

PROJETO DE LEI Nº 97/2012. A Câmara Municipal de Foz do Iguaçu, Estado do Paraná, Aprova: PROJETO DE LEI Nº 97/2012 Aprova o Plano Municipal de Educação para o decênio 2012-2021 e dá outras providências. Autor: Prefeito Municipal Mensagem nº 074/2012 A Câmara Municipal de Foz do Iguaçu, Estado

Leia mais

PREFEITURA MUNICIPAL DE IGARAPÉ-AÇU ESTADO DO PARÁ EDITAL NORMATIVO DE CONCURSO Nº 001/2016

PREFEITURA MUNICIPAL DE IGARAPÉ-AÇU ESTADO DO PARÁ EDITAL NORMATIVO DE CONCURSO Nº 001/2016 EDITAL DE CONCURSO PÚBLICO Nº 001/2016 ERRATA 003/2016 A PREFEITURA MUNICIPAL DE IGARAPÉ-AÇU, Estado do PARÁ, no uso de suas atribuições, torna público, para conhecimento e esclarecimento dos interessados,

Leia mais

PREFEITURA DE NOVA VENÉCIA-ES SECRETARIA MUNICIPAL DE ADMINISTRAÇÃO PORTARIA Nº 1612 DE 06 DE FEVEREIRO DE 2015.

PREFEITURA DE NOVA VENÉCIA-ES SECRETARIA MUNICIPAL DE ADMINISTRAÇÃO PORTARIA Nº 1612 DE 06 DE FEVEREIRO DE 2015. PORTARIA Nº 1612 DE 06 DE FEVEREIRO DE 2015. DISPÕE SOBRE O FUNCIONAMENTO E ORGANIZAÇÃO CURRICULAR DAS UNIDADES DE ENSINO DA EDUCAÇÃO INFANTIL EM TEMPO INTEGRAL DA REDE MUNICIPAL DE ENSINO DE NOVA VENÉCIA-ES

Leia mais

Apresentação. Estrutura Curricular

Apresentação. Estrutura Curricular Apresentação O curso de Licenciatura em Letras na modalidade a distância, na habilitação Língua Portuguesa e suas Literaturas é resultado do desejo de trabalhar na qualificação/capacitação de professores

Leia mais

OS JOGOS E O ENSINO DE MATEMÁTICA

OS JOGOS E O ENSINO DE MATEMÁTICA OS JOGOS E O ENSINO DE MATEMÁTICA Texto: Profª Vanilda Alves da Silva Neuhaus Mestranda /UFMS e Professora/UNIGRAN vanilda.asn@bol.com.br Profª Vera Fátima Corsino de Almeida Coordenadora e Professora

Leia mais

A PRÁTICA INVESTIGATIVA NO CURSO DE PEDAGOGIA: AVANÇOS E DESAFIOS A FORMAÇÃO DO PEDAGOGO NO CONTEXTO ATUAL

A PRÁTICA INVESTIGATIVA NO CURSO DE PEDAGOGIA: AVANÇOS E DESAFIOS A FORMAÇÃO DO PEDAGOGO NO CONTEXTO ATUAL A PRÁTICA INVESTIGATIVA NO CURSO DE PEDAGOGIA: AVANÇOS E DESAFIOS Ana Lúcia Cunha Duarte UCB duart_ana@hotmail.com Resumo: A prática investigativa desenvolvida no curso de Pedagogia do Centro de Educação,

Leia mais