O PEDAGOGO E O CONSELHO DE ESCOLA: UMA ARTICULAÇÃO NECESSÁRIA

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1 O PEDAGOGO E O CONSELHO DE ESCOLA: UMA ARTICULAÇÃO NECESSÁRIA SANTOS *, Josiane Gonçalves SME/CTBA Resumo Os tempos mudaram, a escola mudou. Refletir sobre a escola na contemporaneidade não é tarefa fácil em virtude de diferentes fatores que interferem e determinam as relações entre estudantes e professores. Nesse contexto, a instituição necessita efetivar-se como espaço democrático que privilegia o processo educativo através de ações fundamentadas em valores éticos, de solidariedade, respeitando, necessariamente, a pessoa humana em suas singularidades e diversidades. Para tanto, fundamental é a atuação do pedagogo na orientação e assessoramento do trabalho pedagógico. É preciso que esse profissional tenha profundo conhecimento do trabalho pedagógico desenvolvido na escola, orientando os professores na busca contínua da melhoria da ação docente. Isso significa a concretização de um ambiente pedagógico que tenha como meta principal a melhoria constante da qualidade do ensino e, conseqüentemente, a efetiva aprendizagem dos estudantes. Mas esse não pode ser um trabalho estanque, é essencial que ocorra a articulação contínua com o Conselho de Escola, órgão máximo de gestão e principal articulador do projeto pedagógico da escola. O Conselho possui a responsabilidade de participar da condução das atividades pedagógicas e administrativas da escola, atuando como mobilizador de relações democráticas entre todos os segmentos da comunidade escolar, sempre em prol da garantia de aprendizagens significativas e da eficácia do processo formativo dos estudantes. Palavras-Chaves: Pedagogo; Conselho de Escola; Qualidade; Pedagógico. Introdução A sociedade contemporânea manifesta diferentes relações que resultam em movimentos sociais, políticos e culturais. São movimentos que decorrem de uma sociedade impulsionada por novas informações e tecnologias. Essa realidade exige que as instituições escolares propiciem aos seus educandos uma formação que garanta uma educação de qualidade. Qualidade social, isto é, a qualidade compatível com a formação integral do ser humano, pois acredita-se que a qualidade no contexto escolar é pressuposto para um ensino acessível a todos os seres humanos, independente de sua classe econômica ou social, desenvolvendo no educando a criticidade e a iniciativa para interferir positivamente em sua realidade. (DEMO, 1995) * Mestre em Educação, Pedagoga da Rede Municipal de Ensino de Curitiba, Gerente de Gestão Escolar do Departamento de Ensino Fundamental da Secretaria Municipal da Educação de Curitiba.

2 2906 São demandas de uma nova sociedade que acentua as desigualdades sociais. É a chamada sociedade do conhecimento que para Sacristán (1999, p. 13) [...] coloca as desigualdades no terreno da inteligência e da cultura, as lutas sociais nas sociedades avançadas são vencidas ou perdidas, em grande parte, no terreno do simbólico, segundo a capacidade que tenham os significados divulgados para remodelar ou implantar o novo senso comum. Nesse contexto, a instituição escolar possui papel fundamental, pois é latente a necessidade de garantir aos indivíduos uma formação que desenvolva a capacidade de gerar novos conhecimentos e de intervir positivamente na realidade em que esteja inserido. No entanto, historicamente, no Brasil, a escola pública se caracterizou como uma instituição seletiva, contribuindo para a manutenção de uma sociedade desigual e excludente. Herança essa que ainda se expressa em sua organização e em suas práticas pedagógicas. A escola pública traz como um de seus principais compromissos a formação integral do cidadão. Formação que se dá por meio de conteúdos e saberes capazes de tornar o indivíduo mais solidário, crítico, ético e participativo. Para tanto, é fundamental que a escola reflita sobre sua função social, pois Se o papel da escola é o de contribuir para a construção de uma nova ordem social, é possível orientá-la a aprender, ela mesma, e a ensinar a partir das divergências em favor de um objetivo democrático maior, sem deixar de enfrentar e compreender a natureza dos conflitos, dando lugar ao debate e à expressão das várias necessidades e das diferenças dos sujeitos. (PRADIME, 2006, p. 82) É nesse contexto que o Conselho de Escola se concretiza como um importante espaço no processo de democratização, na medida em que diretores, pedagogos, professores, funcionários, estudantes, pais e outros representantes da comunidade se reúnem para discutir, definir e participar do desenvolvimento do projeto-pedagógico da escola. É um compartilhar de decisões e de encaminhando de ações que buscam garantir um ensino de qualidade para todos os estudantes. O Conselho de Escola O Conselho de Escola é o órgão máximo de gestão 1 da unidade escolar e elemento caracterizador da gestão democrática do ensino público, prevista em lei 2. 1 Gestão aqui compreendida como processo de tomada de decisão, de organização. Decisão que, do latim, significa resolução, julgamento. No contexto escolar a tomada de decisão é um processo dinâmico em que o indivíduo ao mesmo tempo em que decide, interage com o problema. No entanto, não se trata de uma decisão individual, mas coletiva, resultante de uma ampla discussão e decisão da maioria. Portanto, o desenvolvimento

3 2907 É instrumento valioso para a formação integral do ser humano e para a efetivação de uma educação emancipadora, pois se caracteriza como um espaço desafiador e instigante para a participação da comunidade. Isso concretiza a aprendizagem participativa. A esse respeito Werle (2003, p. 25), afirma Uma importante característica que leva à aprendizagem participativa é o engajamento cívico, ou seja, a noção de que a discussão e a participação ativa em todas as questões de interesse público deve ser priorizada em relação à necessidade imediata de tomar decisões. Ao se caracterizar como espaço de participação, o Conselho de Escola caracteriza-se também como espaço de formação ao contribuir para a criação de um novo cotidiano escolar, no qual a escola e a comunidade se unem e trabalham juntas no enfrentamento dos desafios que se manifestam no cotidiano escolar. A efetiva participação pressupõe numa interação de pontos de vista e de idéias que resultam num diálogo coletivo e, conseqüentemente, abre espaço para o encaminhamento de ações que assegurem as condições necessárias à aprendizagem na escola, além de desenvolver as relações sociais de colaboração, co-responsabilidade e solidariedade, pois além de assegurar que o sujeito se aproprie da riqueza cultural produzida pela humanidade. Lück (2006, p. 80), destaca que (...) o processo educativo só se transforma e se torna mais competente na medida em que seus participantes tenham consciência de que são responsáveis pelo mesmo. No entanto, a efetivação do Conselho de Escola como órgão máximo de gestão não é tarefa fácil. É preciso garantir espaço de participação para representantes que possuem diferentes idades, saberes, gênero e possibilidades de compreensão. Caracterizando-se, portanto, como espaço de inclusão. Na Rede Municipal de Ensino de Curitiba, os Conselhos de Escola são vigentes e atuantes nas 171 escolas que compõem o sistema, apesar de em muitas delas ainda ser necessário que o Conselho aperfeiçoe suas atividades. Na instituição escolar, o Conselho revela um significado único ao propiciar a valorização dos direitos e deveres dos diferentes segmentos alunos, pais ou responsáveis, do processo de gestão deve impulsionar uma organização a efetivamente cumprir seus compromissos e responsabilidades. (FERREIRA, 2001) 2 Um dos princípios que devem nortear a educação escolar, contidos na Constituição de 1988 e na Lei nº 9394/96 (Lei de Diretrizes e Base da Educação Nacional - LDBN). Também é princípio da educação do município de Curitiba.

4 2908 professores e funcionários ao discutir e deliberar sobre questões político-pedagógicas, administrativas e financeiras. A existência do Conselho de Escola manifesta um relevante avanço histórico ao garantir um real espaço de participação, discussão, negociação, decisão, deliberação e encaminhamento das demandas educacionais em consonância com os interesses da comunidade local. Esse rico momento concretiza a gestão democrática e contribui de modo efetivo para a tão almejada transformação social. Nesse sentido, o Conselho de Escola constitui um importante espaço de incentivo em prol da qualidade da educação. É preciso refletir sobre o currículo e o ensino, o apoio pedagógico aos estudantes, a utilização dos recursos materiais no desenvolvimento de um trabalho pedagógico de qualidade. Essa é a função político-pedagógica do Conselho, que se expressa no olhar comprometido que se desenvolve durante todo o processo educacional, tendo como foco privilegiado a aprendizagem, qual seja: no planejamento, na implementação e na validação das ações da escola. (BRASIL, 2004) Percebe-se, então, que o Conselho de Escola é o principal sustentáculo do Projeto Político-Pedagógico da instituição escolar, que deve, necessariamente, resultar de uma construção permanente e coletiva, considerando e valorizando os interesses da comunidade local. Reafirma-se, portanto, que o Conselho de Escola tem a responsabilidade de participar da condução das atividades pedagógicas e administrativas da escola, atuando como mobilizador de relações democráticas entre todos os segmentos da comunidade escolar, sempre em prol da garantia de aprendizagens significativas e da eficácia do processo formativo dos estudantes. O trabalho do pedagogo e o Conselho de Escola A contemporaneidade manifesta continuamente questionamentos e desafios sobre a escola e o ensino, evoluindo do tradicional paradigma do ensinar para o paradigma do aprender (SANDER, 2002). Nessa realidade, a sociedade espera que a escola propicie aos seus estudantes a transmissão/assimilação do conhecimento capaz de possibilitar a formação necessária para realização pessoal e profissional. No entanto, inúmeros fatores transformaram o saber em instrumento de exclusão e discriminação, desvirtuando a escola de seu principal compromisso social, a formação integral do sujeito, possibilitando-o exercer sua cidadania e instrumentalizando-o para o mundo do trabalho. (SANTOS, 2005)

5 2909 Essa deficiência desvela uma ferida ainda aberta da educação brasileira, pois a grande maioria das escolas brasileiras ainda não atingiu o nível de qualidade esperado. Vários são os fatores que interferem nesse resultado, entre eles: as diferenças sócio-econômicas entre as regiões brasileiras, as altas taxas de reprovação, as condições físicas e materiais, a formação dos professores, entre outros. É nesse contexto que se destaca a função do pedagogo. Pedagogo que Libâneo (2002, p. 68), considera o profissional que atua em várias instâncias da prática educativa, direta ou indiretamente ligadas à organização e aos processos de transmissão e assimilação de saberes e modos de ação, tendo em vista objetivos de formação humana previamente definidos em sua contextualização histórica. Trata-se, pois, do profissional responsável pela ação pedagógica e que possui a visão da escola como um todo, favorecendo o desenvolvimento de uma efetiva inter-relação entre a escola e a família, em prol do melhor aprendizado do estudante. Essa articulação com todos os segmentos da escola possibilita ao pedagogo, orientar o desenvolvimento de uma prática educativa embasada por princípios educacionais, éticos e democráticos, que respeita a heterogeneidade, garantindo, a todos, uma aprendizagem significativa e uma formação humana e social. Revela-se aí o caráter intencional da função do pedagogo. Trabalho pedagógico que busca a formação humana por meio do desenvolvimentos dos conteúdos, competências e habilidades, do pensamento e da ação. Nesse contexto, o processo pedagógico [...] é muito mais do que um conjunto de ações voltadas para organizar e ministrar aulas. É ele que expressa o significado atribuído à educação e legitima a existência das escolas e dos sistemas de ensino. Portanto, ele se constitui no âmago das ações educacionais exercidas por todos, voltadas para a formação tanto dos alunos quanto dos educadores, de modo que estes possam exercer seu papel como cidadãos nos contextos sociais de que participarem. (PRADIME, 2006, p. 108) Assim, o projeto pedagógico constitui um processo coletivo de tomada de decisões em prol da organização do trabalho pedagógico. Para tanto, é preciso que o pedagogo tenha profundo conhecimento do trabalho pedagógico desenvolvido na escola, orientando os professores na busca contínua da melhoria da ação docente. Isso significa a concretização de

6 2910 um ambiente pedagógico que tenha como meta principal a melhoria constante da qualidade 3 do ensino e, conseqüentemente, a efetiva aprendizagem dos estudantes. Daí a importância do pedagogo estabelecer com seus professores relações que favoreçam o desenvolvimento da criatividade, criticidade e da autonomia intelectual, pois para que o processo de ensino-aprendizagem se desenvolva com eficácia, é necessário que o professor se perceba como personagem constantemente ativo no processo, característica de uma concepção de educação que compreende a natureza dialética do processo de ensinoaprendizagem, afinal, o professor que ensina também aprende e o aluno que aprende também ensina, resultando numa contínua troca de conhecimentos e vivências entre os personagens do processo educativo. Para que esse trabalho se desenvolva com eficácia, o pedagogo deve regularmente desenvolver ações que favoreçam o acompanhamento contínuo do processo de ensinoaprendizagem. Dessa forma, é importante conhecer e refletir sobre a realidade sócio-cultural em que a escola está inserida, buscar novas possibilidades e práticas para o desenvolvimento de uma prática que garanta uma prática docente de melhor qualidade, aprofundar as relações entre a escola e a comunidade, garantir o desenvolvimento de métodos e procedimentos pedagógicos diversificados garantindo o atendimento a heterogeneidade de sujeitos, desenvolver estratégias capazes de atuar na resolução de conflitos, problemas e dilemas das práticas cotidianas. Com essa compreensão é que a Secretaria Municipal da Educação vem desenvolvendo diferentes ações com os pedagogos da Rede Municipal de Ensino, numa busca contínua em prol da superação da dicotomia ainda existente na coordenação do trabalho pedagógico. Nesse contexto, o acompanhamento responsável pelo Conselho de Escola possibilita a reflexão contínua sobre o ensino ofertado pela escola, demonstrando o comprometimento e acompanhamento não somente das ações administrativas da escola, mas fundamentalmente das pedagógicas. São ações capazes de propiciar o efetivo desenvolvimento do Projeto Pedagógico, possibilitando a integração da comunidade escolar aos reais objetivos da escola. Afinal esse documento define a concepção de educação, as finalidades e objetivos do trabalho pedagógico, a organização curricular e as estratégias para atingir as metas propostas. 3 O termo qualidade apresenta diferentes significações dependendo do campo social econômico, político e cultural. No contexto educacional uma educação de qualidade busca propiciar a emancipação dos sujeitos sociais. Escola de qualidade é aquela que contribui para a formação dos estudantes nos aspectos culturais, antropológicos, econômicos e políticos, para o desempenho de seu papel de cidadão no mundo, tornando-se, assim, uma qualidade referenciada no social. Nesse sentido, o ensino de qualidade está intimamente ligado à transformação da realidade. (BRASIL, 2004, p. 31)

7 2911 O projeto pedagógico se efetiva como instrumento orientador da ação docente e prática pedagógica a ser desenvolvida, pois tudo o que acontece na escola é decorrente do que foi ali proposto. Portanto, é fundamental que o pedagogo auxilie o Conselho de Escola na compreensão global do processo de ensino-apredizagem e na reflexão sobre: Em que contexto social a escola está inserida? Quais as condições físicas e materiais que a escola oferece para que a aprendizagem ocorra? Como a escola vem desenvolvendo a gestão democrática, constitucionalmente estabelecida? Como acontece a formação continuada dos docentes e dos funcionários da escola? Quais os instrumentos de avaliação que a escola utiliza para identificar a aprendizagem dos estudantes? Como os estudantes têm respondido às avaliações? O que a escola tem feito com os resultados do desempenho discente? (BRASIL, 2004, p. 35) Por meio da compreensão global do processo educativo, o Conselho de Escola perceberá verdadeiramente que a aprendizagem também resulta da responsabilidade coletiva, pois a escola para todos, tem como prioridade a efetiva aprendizagem do estudante. Finalizando... Se é urgente redefinir a responsabilidade e compromisso social da escola e deixar emergir seu caráter democrático, o desafio é muito maior do que apenas ensinar. O grande desafio está em garantir a aprendizagem, acreditando que todos são capazes e podem aprender, independente de sua origem social. O desenvolvimento de um trabalho pedagógico de qualidade requer da escola aprender efetivamente a lidar com a diversidade, com a heterogeneidade, como as singularidades de cada sujeito integrante do processo de ensino-aprendizagem. São desafios e dificuldades ainda enfrentados pela escola, principalmente por seus profissionais, em seu cotidiano. Dificuldades e contradições que desafiam as determinações de muitas das políticas educacionais vigentes. A escola efetiva-se, portanto, como local de direito e de fato para a humanização do ser humano, possibilitando desenvolver sua cidadania, pois, o ato pedagógico é um ato político capaz de contribuir, ou não, para a emancipação social. Isso quer dizer que a escola no desempenho de suas funções, interfere pontualmente no desenvolvimento de seus estudantes, pois os conteúdos trabalhados, a política e a ideologia presentes no currículo e a metodologia de ensino, a organização curricular, entre

8 2912 outros são fatores determinantes nos efeitos, positivos ou não, disseminados por ela. (SANTOS, 2005) Assim, essencial o trabalho do pedagogo e o acompanhamento do Conselho de Escola, pois a escola é uma organização constituída essencialmente de sujeitos com diferentes papéis, que interagem e se influenciam mutuamente. Portanto, acredita-se que a excelência do trabalho desenvolvido pelo pedagogo e a efetiva participação de todos os segmentos da escola resultará na melhoria das demais ações pedagógicas da instituição, pois, segundo Lück (2004, p. 10) [...] qualquer mudança em qualquer dos elementos da escola, produz mudança nos outros elementos, mudança essa que provoca novas mudanças no elemento iniciador, e assim sucessivamente. A interinfluência ocorre, quer tenhamos consciência dela ou não; e o entendimento de como ela funciona na escola é sobremaneira importante, a fim de que esta possa exercer equilibradamente a função educativa. REFERÊNCIAS BRASIL. Ministério da Educação. Secretaria da Educação Básica. Conselho escolar e a aprendizagem na escola / elaboração Ignez Pinto Navarro [et al.]. Brasília: MEC, SEB, Ministério da Educação. Secretaria da Educação Básica. Pradime: Programa de apoio aos dirigentes municipais de educação. Brasília, DF: Ministério da Educação, 2006, vol. 3. DEMO, P. Educação e qualidade. Campinas: Papirus, FERREIRA, N. S. C. Gestão democrática da educação: ressignificando conceitos e possibilidades. In.: AGUIAR, M. A. da S.; FERREIRA, N. S. C. (Orgs.). Gestão da educação: impasses, perspectivas e compromissos. 2 ed. São Paulo: Cortez, LIBÂNEO, J. C. Ainda as perguntas: o que é pedagogia, quem é o pedagogo, o que deve ser o curso de Pedagogia. In.: PIMENTA, S. G. (Org.). Pedagogia e pedagogos: caminhos e perspectivas. São Paulo: Cortez, LÜCK, H. Ação integrada: administração, supervisão e orientação educacional. 22 ed. Petrópolis, RJ: Editora Vozes, Gestão educacional: uma questão paradigmática. Petrópolis: Vozes, SACRISTÁN, J. G. Poderes instáveis em educação. Porto Alegre: Artes Médicas Sul, 1999.

9 2913 SANDER, B. O estudo da administração da educação na virada do século. In.: MACHADO, L. M.; FERREIRA, N. S. C. (Org.). Política e gestão da educação: dois olhares. Rio de Janeiro: DP&A, SANTOS, J. G. A escola organizada em ciclos: por uma verdadeira aprendizagem. Dissertação de Mestrado. Universidade Tuiuti do Paraná, Curitiba, WERLE, F. O. C. Conselhos Escolares: implicações na gestão da escola pública. Rio de Janeiro: DP&A, 2003.

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