Avaliação e observação

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "Avaliação e observação"

Transcrição

1 Avaliação e observação Objetivo da Aula Identifi car o papel da avaliação no processo de ensino-aprendizagem. A avaliação é uma prática social, estamos sempre avaliando, fazendo escolhas. Avaliamos o que queremos e o que não queremos, o que é mais adequado às nossas necessidades e o que não é, enfi m, fazemos opções e, para chegar à conclusão de pelo que optar, estamos ponderando, selecionando, analisando e decidindo, então estamos avaliando. Na escola, quando temos todas essas ações, estamos avaliando a aprendizagem e o desenvolvimento das crianças. No entanto, para que essa avaliação seja pertinente, deve acontecer a partir de uma seleção criteriosa de aspectos a ser avaliados: objetivos e conteúdos (se foram adequados ou não) e estratégias (se possibilitaram avanços, permitiram intervenções ou não). Não podemos esquecer que a avaliação é um processo, ou seja, não devemos ter um olhar para as crianças apenas, mas também para todos os fatores e sujeitos que estão envolvidos nas ações, atividades, intenções e objetivos do desenvolvimento da criança no espaço da escola de Educação Infantil; precisamos avaliar, também, o trabalho que lá é desenvolvido. Avaliar não é uma tarefa fácil, principalmente na Educação Infantil, pois muitas vezes ainda encontramos concepções de avaliação que estão pautadas na classifi cação dos alunos. Historicamente, sabemos que a avaliação servia de instrumento para separar os que sabiam dos que não sabiam, verifi car o quanto os alunos aprenderam a partir do ensi- Aula 20 pg. 202

2 nado pelo professor e, se não atingissem o esperado, eram reprovados. Avaliar signifi cava medir. Os estudos mais atuais diferenciam-se desse tipo de avaliação, considerando a análise dos processos de ensinar e aprender, buscando estratégias para diagnosticar o que as crianças já sabem sobre determinado assunto, analisando os avanços alcançados por elas em determinado período. Essa forma de avaliar não compara a criança com padrões pré-estabelecidos, mas sim o percurso percorrido em determinado tempo por ela mesma, indicando avanços e difi culdades. Avaliação é aqui entendida como mediadora entre a ação educativa e a aprendizagem e o desenvolvimento da criança. O educador tem um papel importante, pois para construir essa prática avaliativa deverá preocupar-se mais com o processo do que com os resultados e, quando estamos ressaltando a importância do processo, o professor e o trabalho que este desenvolve é parte dele. Essa prática avaliativa é muito mais dinâmica e exige do professor observar todas as situações cotidianas em que ocorrem a aprendizagem. Nesse processo, não só o professor é sujeito importante, os outros profi ssionais que trabalham na escola e a família também têm esse papel. Por que o professor e a instituição avaliam? Para que por meio da observação e do registro o professor possa acompanhar os avanços das crianças, e a partir dessas informações refl etir sobre alternativas, estratégias e intervenções necessárias para ampliar o percurso das crianças, bem como refl etir sobre seu fazer e sua formação. A instituição avalia para analisar e reorganizar sua estrutura e seu funcionamento em função das necessidades apontadas pelas crianças, pais e professores. Para repensar sua proposta e a formação dos profi ssionais que ali atuam, ou seja, quando avaliamos o desenvolvimento os avanços das crianças, tudo e todos os envolvidos estão sendo avaliados; essa é a dimensão pedagógica da avaliação, é a melhor e mais correta forma de avaliar. Aula 20 pg. 203

3 Como avaliar? Não é possível avaliar a partir de uma listagem de comportamentos, objetivos e aprendizagens pré-estabelecidas, pois, com base no que já foi dito, a observação do desenvolvimento das crianças é o principal instrumento avaliativo. A avaliação deve ser orientada por metas e objetivos claros, defi nidos na proposta pedagógica da instituição e concretizados na prática educativa. Além da observação, o registro é, também, um instrumento avaliativo. Esse registro pode acontecer por meio de diferentes instrumentos como: relatórios diários e gerais, fotografi as, portfólios, desenhos das crianças etc. O importante é pensar no signifi cado dos registros, nas refl exões que eles suscitam, na análise que é possível fazer daquilo que se observou e a partir daí identifi car as melhores intervenções a ser realizadas. (Saiba mais sobre o assunto ao fi nal da aula) O registro é também importante fonte documental da história e do processo de trabalho e desenvolvimento das crianças. Quando avaliar? Nas atividades em grupo, nos jogos, nas brincadeiras coletivas e individuais, nas atividades que envolvam ou não desafi os referentes às áreas de conhecimento, em todos os momentos da rotina, na interação com as outras crianças e com os adultos, enfi m, em todos os momentos o professor poderá avaliar. O importante é ter objetivos claros e olhar focado para essa avaliação, é preciso saber o que se quer observar, por que e como fazê-lo para que as preciosas informações não se percam e tenham realmente uma utilidade avaliativa do trabalho que é desenvolvido e possibilitem pensar novas atividades, propostas e formas de organização dos espaços e do tempo nas instituições de Educação Infantil. Aula 20 pg. 204

4 O professor percebe que o aluno tem dificuldades e... continua a aula! Nesse caso, o professor considera que... não precisa parar, o aluno entenderá mais tarde ou será encaminhado para recuperação, direção, orientação, coordenação, supervisão, psicólogo etc. não adianta parar: o aluno não é capaz de aprender ou não merece. não pode parar: não pode atrasar o programa, dispensar outros alunos ou re-agrupar para não perder o dia letivo. não quer parar: não para porque entende que isso não é problema dele. não sabe parar: não sabe ensinar de outra forma. Construindo registros de acompanhamento e relatórios de avaliação Registrar é a forma de não ser enganado pela memória. É a forma de não esquecer o que é importante. E o importante é acompanhar as conquistas e os avanços das crianças em diferentes situações. Além disso, registrar é uma forma de refl etir sobre os acontecimentos, o que deu certo ou não, o que não foi pensado, mas que agora pode ser melhorado. Sabemos que muitas vezes registrar é difícil porque deixa marcas, compromete, como diria Madalena Freire. Aula 20 pg. 205

5 Saiba mais: HOFFMANN, Jussara. O jogo do contrário em avaliação. Porto Alegre: Mediação, Quando registramos o que está acontecendo com a criança, temos a possibilidade de pensar quais os motivos que a levam a se comportar desta ou daquela maneira e de mediar suas relações com o ambiente e com as outras crianças, favorecendo seu avanço no processo de desenvolvimento. O registro tem a função de oferecer ao professor elemento para que ele decida como encaminhar seu trabalho, de modo a promover o desenvolvimento das crianças. A partir dos registros diários, o professor poderá construir os relatórios de avaliação que trazem a visão da criança por um período maior de tempo. Eles trazem, também, os aspectos relativos ao conhecimento de mundo que as crianças vão construindo ao longo do processo educativo. Para construirmos tanto os registros diários quanto os relatórios periódicos de avaliação, precisamos nos basear naquilo que pretendemos com o nosso trabalho. Por isso, o primeiro passo para construir um relatório é rever os objetivos estabelecidos no planejamento. Em relação à apropriação dos saberes, não é sufi ciente sabermos se os estudantes dominam ou não determinado conhecimento ou se desenvolveram ou não determinada capacidade. É preciso entender o que sabem sobre o que ensinamos, como eles estão pensando, o que já aprenderam e o que falta aprender. Essa mudança de postura é o que diferencia os professores que olham apenas o produto da aprendizagem (respostas fi nais dadas pelos alunos) e os que analisam os processos (as estratégias usadas para enfrentar os desafi os). Aula 20 pg. 206

6 Saiba Mais Hernández defi ne portfólio como: um conjunto de diferentes tipos de documentos (anotações pessoais, experiências de aula, controles de aprendizagem, conexões com outros temas fora da escola, representações visuais etc.) que proporciona evidências dos conhecimentos que foram sendo construídos, as estratégias utilizadas para aprender e a disposição de quem elabora para continuar aprendendo. HERNÁNDEZ, Fernando. Cultura visual, mudança educativa e projetos de trabalho. Porto Alegre: Artes Médicas, 2000, p Referências BARBOSA, Maria Carmen Silveira. O acompanhamento das aprendizagens e a avaliação. Pátio Educação Infantil. Ano II. n. 4. abr-jul p PERRENOUD, Phillipe. Avaliação: da excelência à regulação das aprendizagens entre duas lógicas. Porto Alegre: Artes Médicas Sul, VASCONCELLOS, Celso. Avaliação da aprendizagem: práticas da mudança por uma práxis transformadora. São Paulo: Libertad, Aula 20 pg. 207

7 Anotações

8 Anotações

9 Anotações

10 Anotações

11 Índice Aula 01 Introdução ao ensino da educação infantil... 3 A educação infantil... 3 Isso é brincar. Isso é educar... 5 Infância do século XXI... 6 Saiba Mais... 9 Referências Aula 02 História da educação infantil O início com um pouco de história Referências Aula 03 A prática pedagógica e a formação do professor O cotidiano na Educação Infantil Tipos de recursos audiovisuais A formação do professor de Educação Infantil Saiba Mais Referências Aula 04 Organização e planejamento A organização do espaço na Educação Infantil Delimitar para organizar O planejamento nas instituições de Educação Infantil Tipos de planejamento Referências... 41

12 Aula 05 Cantos pedagógicos ou centros de interesse Espaços e experiências Espaço para autonomia Os centros de interesse de Decroly Referências Aula 06 Cultura lúdica A importância do brincar A ludicidade na Educação Infantil Saiba Mais Referências Aula 07 Identidade e autonomia Autonomia e independência Identidade, gênero e sexualidade A construção da identidade e da autonomia da criança Referências Aula 08 Mediadores de aprendizagem Ambiente e espaço Espaços e experiências Materiais A função pedagógica dos espaços escolares Saiba Mais Referências... 80

13 Aula 09 Rotina escolar Rotina e cotidiano Rotina Um dia cheio de aprendizagens 0 a 3 anos Quanta coisa eles aprendem! 0 a 3 anos Um sistema de trabalho para o cotidiano A rotina para crianças de 3 a 5 anos O cotidiano com crianças de 3 a 5 anos Referências Aula 10 O trabalho de equipe e o projeto curricular Projetos Sugestões de projetos Referências Aula 11 Língua portuguesa: Linguagem oral e escrita Linguagem oral O trabalho com a língua portuguesa Conversando com o bebê Linguagem escrita Rodas de conversa Laboratório de comunicação Saiba Mais Referências Aula 12 Língua portuguesa: Literatura infantil

14 Origens da literatura infantil Contos de fadas Contos maravilhosos Lenda Fábulas Saiba Mais Referências Aula 13 Matemática: Número e sistema de numeração Conservar o número Conexidade A natureza do número Jogos e brincadeiras Referências Figuras Aula 14 Matemática: Espaço e forma/grandezas e medidas Espaço e forma Sugestões de atividades O que são grandezas e medidas? Algumas definições Sugestões de atividades Referências Aula 15 Artes Visuais A arte como objeto de conhecimento Produzir e analisar em artes visuais Desenho e cores Referências

15 Aula 16 Natureza e sociedade O que ensinamos de ciências? Como ensinar ciências às crianças? O lugar atribuído aos conhecimentos prévios do aluno no processo de aprendizagem O lugar atribuído à ação na aprendizagem das crianças O lugar atribuído à informação e suas implicações didáticas Ambientes e fenômenos naturais Características do conhecimento social e histórico Corpo e saúde Afetividade e história pessoal Referências Aula 17 Movimento Exploração corporal Referências Aula 18 Música Música para quê? Cantando, brincando e aprendendo Acalantos Brincos e parlendas A galinha do vizinho Lenço atrás Referências

16 Aula 19 Família e escola 193 O trabalho com a família 195 Referências 197 Aula 20 Avaliação e observação Por que o professor e a instituição avaliam? Como avaliar? Quando avaliar? O professor percebe que o aluno tem difi culdades e... continua a aula! Construindo registros de acompanhamento e relatórios de avaliação Saiba Mais Referências

ISSN 2238-9113 PROJETO LUDICIDADE NA ESCOLA DA INFÂNCIA

ISSN 2238-9113 PROJETO LUDICIDADE NA ESCOLA DA INFÂNCIA 13. CONEX Apresentação Oral Resumo Expandido 1 ISSN 2238-9113 PROJETO LUDICIDADE NA ESCOLA DA INFÂNCIA ÁREA TEMÁTICA: ( ) COMUNICAÇÃO ( ) CULTURA ( ) DIREITOS HUMANOS E JUSTIÇA ( X ) EDUCAÇÃO ( ) MEIO

Leia mais

Avaliação na Educação Infantil Legislação e Pesquisas

Avaliação na Educação Infantil Legislação e Pesquisas Avaliação na Educação Infantil Legislação e Pesquisas Maévi Anabel Nono UNESP Instituto de Biociências, Letras e Ciências Exatas Departamento de Educação São José do Rio Preto Diversos pesquisadores têm

Leia mais

2.5 AVALIAÇÃO NA EDUCAÇÃO INFANTIL

2.5 AVALIAÇÃO NA EDUCAÇÃO INFANTIL 2.5 AVALIAÇÃO NA EDUCAÇÃO INFANTIL Para que a Educação Infantil no município de Piraquara cumpra as orientações desta Proposta Curricular a avaliação do aprendizado e do desenvolvimento da criança, como

Leia mais

Possibilitar à criança o desenvolvimento de novas capacidades que a levem às situações de independência e autonomia.

Possibilitar à criança o desenvolvimento de novas capacidades que a levem às situações de independência e autonomia. Movimento Objetivo da Aula Possibilitar à criança o desenvolvimento de novas capacidades que a levem às situações de independência e autonomia. Trataremos aqui sobre o movimento, elemento que também pode

Leia mais

A CONSTITUIÇÃO DO SER PROFESSOR NA EDUCAÇÃO INFANTIL PELO PIBID DE PEDAGOGIA

A CONSTITUIÇÃO DO SER PROFESSOR NA EDUCAÇÃO INFANTIL PELO PIBID DE PEDAGOGIA A CONSTITUIÇÃO DO SER PROFESSOR NA EDUCAÇÃO INFANTIL PELO PIBID DE PEDAGOGIA Resumo Gisele Brandelero Camargo 1 - UEPG Grupo de Trabalho - Didática: Teorias, Metodologias e Práticas Agência Financiadora:

Leia mais

V ENCONTRO PROGRAMA DE BOLSA AUXÍLIO RESULTADO QUESTIONÁRIO BOLSISTAS

V ENCONTRO PROGRAMA DE BOLSA AUXÍLIO RESULTADO QUESTIONÁRIO BOLSISTAS 1. Por que você decidiu fazer esse curso? 57% para ampliar conhecimentos, aperfeiçoar o trabalho, ampliar horizontes, permanecer na área 26% pelo sonho de ser educadora, gostar e acreditar na educação,

Leia mais

GRUPO DE TRABALHO DE HUMANIZAÇÃO

GRUPO DE TRABALHO DE HUMANIZAÇÃO MINISTÉRIO DA SAÚDE Secretaria de Atenção à Saúde Núcleo Técnico da Política Nacional de Humanização GRUPO DE TRABALHO DE HUMANIZAÇÃO 2.ª edição Série B. Textos Básicos de Saúde Brasília DF 2006 2004 Ministério

Leia mais

Como desenvolver projetos

Como desenvolver projetos 1 Coletânea de Projetos Educação de Jovens e Adultos Como desenvolver projetos No 1º semestre de 2007, os calendários da Educação de Jovens e Adultos - Ensino Fundamental e Ensino Médio passaram a contemplar

Leia mais

A POSTURA DO PROFESSOR DA EDUCAÇÃO INFANTIL DIANTE DOS NOVOS DESAFIOS DA EDUCAÇÃO NO SÉCULO XXI

A POSTURA DO PROFESSOR DA EDUCAÇÃO INFANTIL DIANTE DOS NOVOS DESAFIOS DA EDUCAÇÃO NO SÉCULO XXI A POSTURA DO PROFESSOR DA EDUCAÇÃO INFANTIL DIANTE DOS NOVOS DESAFIOS DA EDUCAÇÃO NO SÉCULO XXI Resumo ATAÍDE, Sandra Terezinha Guimarães 1 - UNIPLAC Eixo Temático: Formação de Professores e Profissionalização

Leia mais

EDUCAÇÃO INFANTIL OBJETIVOS GERAIS. Linguagem Oral e Escrita. Matemática OBJETIVOS E CONTEÚDOS

EDUCAÇÃO INFANTIL OBJETIVOS GERAIS. Linguagem Oral e Escrita. Matemática OBJETIVOS E CONTEÚDOS EDUCAÇÃO INFANTIL OBJETIVOS GERAIS Conhecimento do Mundo Formação Pessoal e Social Movimento Linguagem Oral e Escrita Identidade e Autonomia Música Natureza e Sociedade Artes Visuais Matemática OBJETIVOS

Leia mais

PRESIDÊNCIA DA REPÚBLICA MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO SECRETARIA DE EDUCAÇÃO A DISTÂNCIA

PRESIDÊNCIA DA REPÚBLICA MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO SECRETARIA DE EDUCAÇÃO A DISTÂNCIA COLEÇÃO PROINFANTIL PRESIDÊNCIA DA REPÚBLICA MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO SECRETARIA DE EDUCAÇÃO A DISTÂNCIA Ministério da Educação Secretaria de Educação a Distância Programa de Formação Inicial para Professores

Leia mais

UMA EXPERIÊNCIA PSICOPEDAGÓGICA NA FACULDADE DE ENGENHARIA DA PUCRS

UMA EXPERIÊNCIA PSICOPEDAGÓGICA NA FACULDADE DE ENGENHARIA DA PUCRS UMA EXPERIÊNCIA PSICOPEDAGÓGICA NA FACULDADE DE ENGENHARIA DA PUCRS Jorge Ferreira da Silva Filho Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul Viegas Ribas Pesquisador e Consultor Psicopedagógico

Leia mais

INFORMATIVO 2015 GRUPO 3

INFORMATIVO 2015 GRUPO 3 INFORMATIVO 2015 GRUPO 3 3 Considerar a criança como sujeito é levar em conta, nas relações que com ela estabelecemos, que ela tem desejos, ideias, opiniões, capacidade de decidir, de criar, e de inventar,

Leia mais

SOFTWARES DE SIMULAÇÃO NO ENSINO DE QUÍMICA

SOFTWARES DE SIMULAÇÃO NO ENSINO DE QUÍMICA Aula 7 SOFTWARES DE SIMULAÇÃO NO ENSINO DE QUÍMICA META Discutir a utilização de softwares no ensino de Química. OBJETIVOS Ao final desta aula, o aluno deverá: Através da utilização do software carbópolis,

Leia mais

Índices para catálogo sistemático: Formação de professores 370.71 Didática - Métodos de ensino instrução e estudo Pedagogia 371.3

Índices para catálogo sistemático: Formação de professores 370.71 Didática - Métodos de ensino instrução e estudo Pedagogia 371.3 Conselho Editorial Av. Carlos Salles Block, 658 Ed. Altos do Anhangabaú, 2º Andar, Sala 21 Anhangabaú - Jundiaí-SP - 13208-100 11 4521-6315 2449-0740 contato@editorialpaco.com.br Profa. Dra. Andrea Domingues

Leia mais

EDUCAÇÃO TECNOLÓGICA - Disciplina semestral 32 aulas previstas

EDUCAÇÃO TECNOLÓGICA - Disciplina semestral 32 aulas previstas EDUCAÇÃO TECNOLÓGICA 3ºCICLO DO ENSINO BÁSICO CONTEÚDOS PROGRAMÁTICOS 7.ºANO EDUCAÇÃO TECNOLÓGICA - Disciplina semestral 32 aulas previstas CONTEÚDOS PROGRAMÁTICOS Os Conteúdos Programáticos estão enunciados

Leia mais

ESTADO DE SANTA CATARINA

ESTADO DE SANTA CATARINA ANEXO I CONTEÚDO PROGRAMÁTICO CONHECIMENTOS BÁSICOS ENSINO MÉDIO - Língua Portuguesa: Compreensão e interpretação de palavra, frase ou texto, estrutura textual, coesão e coerência, recursos coesivos, ponto

Leia mais

Reflexões sobre a prática docente na Educação Infantil.

Reflexões sobre a prática docente na Educação Infantil. 6. Humanização, diálogo e amorosidade. Reflexões sobre a prática docente na Educação Infantil. Santos, Marisa Alff dos 1 Resumo O presente trabalho tem como objetivo refletir sobre as práticas docentes

Leia mais

Projetos. Outubro 2012

Projetos. Outubro 2012 Projetos Outubro 2012 UM DIA CHUVOSO NA ESCOLA Hoje amanheceu chovendo muito e o vento soprava forte. A nossa sala estava pronta e arrumada para receber as crianças, mas o mau tempo fez com que elas se

Leia mais

SÍNTESE DO PROJETO PEDAGÓGICO CURSO DE PEDAGOGIA CORAÇÃO EUCARÍSTICO

SÍNTESE DO PROJETO PEDAGÓGICO CURSO DE PEDAGOGIA CORAÇÃO EUCARÍSTICO SÍNTESE DO PROJETO PEDAGÓGICO CURSO DE PEDAGOGIA CORAÇÃO EUCARÍSTICO 1. PERFIL DO CURSO O Curso de Pedagogia da PUC Minas, alinhado com o ideário humanista defendido pela Instituição, compromete-se com

Leia mais

BRINCAR E APRENDER: A IMPORTÂNCIA DO BRINCAR NA EDUCAÇÃO INFANTIL

BRINCAR E APRENDER: A IMPORTÂNCIA DO BRINCAR NA EDUCAÇÃO INFANTIL BRINCAR E APRENDER: A IMPORTÂNCIA DO BRINCAR NA EDUCAÇÃO INFANTIL GEANE SANTANA ROCHA QUIXABEIRA CMEI Criança Feliz geanezinha@gmail.com ANADIR FERREIRA DA SILVA Secretaria Municipal de Educação laurapso@hotmail.co.uk

Leia mais

1 o Período Educação Infantil

1 o Período Educação Infantil 1 o Período Educação Infantil Eixo temático: O tema Imaginação visa a estimular as distintas áreas de desenvolvimento integral das crianças, bem como favorecer o crescimento de suas habilidades e competências.

Leia mais

AVALIAÇÃO NA EDUCAÇÃO INFANTIL RESUMO

AVALIAÇÃO NA EDUCAÇÃO INFANTIL RESUMO AVALIAÇÃO NA EDUCAÇÃO INFANTIL *Drisner, Thales thalesjacmt@hotmail.com *Ferreira, Leandra Diniz Lediniz10@hotmail.com 1 *Oliveira, Elizabete Gaspar elisabetegasparo@hotmail.com 2 RESUMO Este artigo, intitulado

Leia mais

A IMPORTÂNCIA DAS PROPOSTAS PEDAGÓGICAS PARA A EFETIVAÇÃO DE PRÁTICAS QUE RESPEITEM OS DIRETOS DAS CRIANÇAS.

A IMPORTÂNCIA DAS PROPOSTAS PEDAGÓGICAS PARA A EFETIVAÇÃO DE PRÁTICAS QUE RESPEITEM OS DIRETOS DAS CRIANÇAS. 712 A IMPORTÂNCIA DAS PROPOSTAS PEDAGÓGICAS PARA A EFETIVAÇÃO DE PRÁTICAS QUE RESPEITEM OS DIRETOS DAS CRIANÇAS. Indira Aparecida Santana Aragão ¹, Gilza Maria Zauhy Garms ² ¹ Aluna do curso de Pedagogia

Leia mais

EXPERIÊNCIAS NO ESTÁGIO DOCENTE: OBSERVAÇÕES ACERCA DO COTIDIANO DE INSTITUIÇÕES DE EDUCAÇÃO INFANTIL

EXPERIÊNCIAS NO ESTÁGIO DOCENTE: OBSERVAÇÕES ACERCA DO COTIDIANO DE INSTITUIÇÕES DE EDUCAÇÃO INFANTIL EXPERIÊNCIAS NO ESTÁGIO DOCENTE: OBSERVAÇÕES ACERCA DO COTIDIANO DE INSTITUIÇÕES DE EDUCAÇÃO INFANTIL Acacia Silva Alcantara Graduanda/UEPB Danielly Muniz de Lima Graduanda/UEPB Glória Mª Leitão de Souza

Leia mais

Maternal 3 anos Educação Infantil

Maternal 3 anos Educação Infantil Maternal 3 anos Educação Infantil Eixo temático: Tema: Joca e suas aventuras As crianças, nesta fase, caracterizam-se pelo movimento e pela ação. Agem ativamente em seu entorno, acompanhando seus movimentos

Leia mais

CARGA HORÁRIA SEMANAL: 04 CRÉDITO: 04

CARGA HORÁRIA SEMANAL: 04 CRÉDITO: 04 1. IDENTIFICAÇÃO PERÍODO: CARGA HORÁRIA SEMANAL: 04 CRÉDITO: 04 CARGA HORÁRIA SEMESTRAL: 60 NOME DA DISCIPLINA: FUND. TEÓRICOS METODOLÓGICOS DA EDUCAÇÃO INFANTIL NOME DO CURSO: PEDAGOGIA 2. EMENTA Educação

Leia mais

Palavra da Direção INFORMATIVO DO COLÉGIO APOIO

Palavra da Direção INFORMATIVO DO COLÉGIO APOIO MAIO D S T Q Q S S 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 11 12 13 14 15 16 17 18 19 20 21 22 23 24 25 26 27 28 29 30 31 INFORMATIVO DO COLÉGIO APOIO Palavra da Direção Todas as nossas homenagens àquelas que merecem o maior

Leia mais

TEXTO Katia Gonçalves Mori Thais Helena Certain. COORDENAÇÃO EDITORIAL Sílnia N. Martins Prado. PROJETO GRÁFICO Linea Creativa

TEXTO Katia Gonçalves Mori Thais Helena Certain. COORDENAÇÃO EDITORIAL Sílnia N. Martins Prado. PROJETO GRÁFICO Linea Creativa 17 ANOS TEXTO Katia Gonçalves Mori Thais Helena Certain COORDENAÇÃO EDITORIAL Sílnia N. Martins Prado PROJETO GRÁFICO Linea Creativa ILUSTRAÇÃO DA CAPA Design com Z ILUSTRAÇÕES Pinguim Produções REVISÃO

Leia mais

FACULDADE DE CALDAS NOVAS UNICALDAS SANDRA REGINA SILVA MARTINS NÚCLEO DE ATENDIMENTO PSICOPEDAGÓGICO CALDAS NOVAS 2013

FACULDADE DE CALDAS NOVAS UNICALDAS SANDRA REGINA SILVA MARTINS NÚCLEO DE ATENDIMENTO PSICOPEDAGÓGICO CALDAS NOVAS 2013 1 FACULDADE DE CALDAS NOVAS UNICALDAS SANDRA REGINA SILVA MARTINS NÚCLEO DE ATENDIMENTO PSICOPEDAGÓGICO CALDAS NOVAS 2013 2 FACULDADE DE CALDAS NOVAS UNICALDAS SANDRA REGINA SILVA MARTINS NÚCLEO DE ATENDIMENTO

Leia mais

RELATO DE EXPERIÊNCIA DE ESTÁGIO DE EDUCAÇÃO FÍSICA NO CONTEXTO DA EDUCAÇÃO INFANTIL

RELATO DE EXPERIÊNCIA DE ESTÁGIO DE EDUCAÇÃO FÍSICA NO CONTEXTO DA EDUCAÇÃO INFANTIL RELATO DE EXPERIÊNCIA DE ESTÁGIO DE EDUCAÇÃO FÍSICA NO CONTEXTO DA EDUCAÇÃO INFANTIL Resumo MATUCHESKI, Franciele Luci PUCPR francielematucheski@yahoo.com.br Eixo Temático: Práticas e Estágios nas Licenciaturas

Leia mais

Lição 4 Avaliação na EAD

Lição 4 Avaliação na EAD Estudo e Aprendizado a Distância 89 Após concluir o estudo desta lição, esperamos que você possa: identifi car a fi nalidade de um objetivo de aprendizagem; identifi car o conceito de avaliação da aprendizagem;

Leia mais

Educação. em territórios de alta. vulnerabilidade

Educação. em territórios de alta. vulnerabilidade Educação em territórios de alta vulnerabilidade 1 A pesquisa procura responder à seguinte questão: A vulnerabilidade social do território inf luencia a qualidade da escola? Como? Por que foi feita a pesquisa?

Leia mais

A FUNÇÃO DO REGISTRO AVALIATIVO NA EDUCAÇÃO INFANTIL Dulcinéia Barbosa da Silva 1 Greyce Kelly Ferreira da Silva² Bruna Tarcília Ferraz³

A FUNÇÃO DO REGISTRO AVALIATIVO NA EDUCAÇÃO INFANTIL Dulcinéia Barbosa da Silva 1 Greyce Kelly Ferreira da Silva² Bruna Tarcília Ferraz³ A FUNÇÃO DO REGISTRO AVALIATIVO NA EDUCAÇÃO INFANTIL Dulcinéia Barbosa da Silva 1 Greyce Kelly Ferreira da Silva² Bruna Tarcília Ferraz³ Resumo: Esse artigo apresenta os resultados de um trabalho que buscou

Leia mais

RELATO DE EXPERIÊNCIA RELATO DE EXPERIÊNCIA: DO ESTÁGIO SUPERVISIONADO À PROPOSTA DE UM PROJETO COM FOCO NA MULTIMODALIDADE

RELATO DE EXPERIÊNCIA RELATO DE EXPERIÊNCIA: DO ESTÁGIO SUPERVISIONADO À PROPOSTA DE UM PROJETO COM FOCO NA MULTIMODALIDADE RELATO DE EXPERIÊNCIA RELATO DE EXPERIÊNCIA: DO ESTÁGIO SUPERVISIONADO À PROPOSTA DE UM PROJETO COM FOCO NA MULTIMODALIDADE INTRODUÇÃO Patrícia Aparecida Mendes * Thiago Henrique da Silva ** A Geografia

Leia mais

ESTUDOS CULTURAIS E ENSINO DA ARTE: RELAÇÕES PEDAGÓGICAS ENTRE UMA PROCISSÃO RELIGIOSA E A FORMAÇÃO DE PROFESSORES NUMA PERSPECTIVA CONTEMPORÂNEA.

ESTUDOS CULTURAIS E ENSINO DA ARTE: RELAÇÕES PEDAGÓGICAS ENTRE UMA PROCISSÃO RELIGIOSA E A FORMAÇÃO DE PROFESSORES NUMA PERSPECTIVA CONTEMPORÂNEA. ESTUDOS CULTURAIS E ENSINO DA ARTE: RELAÇÕES PEDAGÓGICAS ENTRE UMA PROCISSÃO RELIGIOSA E A FORMAÇÃO DE PROFESSORES NUMA PERSPECTIVA CONTEMPORÂNEA. SOUZA 1, Carla Farias UFSM carla_fs111@yahoo.com.br NUNES

Leia mais

O CHAT COMO FERRAMENTA COLABORATIVA DE APRENDIZAGEM NO ENSINO DA MATEMÁTICA NO PROGRAMA EMITEC/BA

O CHAT COMO FERRAMENTA COLABORATIVA DE APRENDIZAGEM NO ENSINO DA MATEMÁTICA NO PROGRAMA EMITEC/BA 1 O CHAT COMO FERRAMENTA COLABORATIVA DE APRENDIZAGEM NO ENSINO DA MATEMÁTICA NO PROGRAMA EMITEC/BA Salvador, BA, maio 2014 CLARICE DOS SANTOS SILVA BARRETO EMITec/SEC-BA claricessb@gmail.com CLAUDIO M.MATOS

Leia mais

Faculdade de São Paulo. Regimento do ISE

Faculdade de São Paulo. Regimento do ISE Faculdade de São Paulo Regimento do ISE 2 INSTITUTO SUPERIOR DE EDUCAÇÃO (ISE) Art. 1. O Instituto Superior de Educação ISE é o órgão responsável pela supervisão dos cursos de licenciatura, zelando pela

Leia mais

No ritmo da criação OPORTUNIDADE

No ritmo da criação OPORTUNIDADE Shutterstock POR BRUNO MORESCHI No ritmo da criação Nosso país ainda caminha a passos lentos quando o assunto é economia criativa. Mas as incubadoras podem ajudar a recuperar o tempo perdido Da música

Leia mais

CADERNO DE ATIVIDADES PARA O PRIMEIRO ANO DO ENSINO FUNDAMENTAL DE NOVE ANOS: FERRAMENTA DE APOIO AO PROFESSOR DA CRIANÇA DE 6 ANOS.

CADERNO DE ATIVIDADES PARA O PRIMEIRO ANO DO ENSINO FUNDAMENTAL DE NOVE ANOS: FERRAMENTA DE APOIO AO PROFESSOR DA CRIANÇA DE 6 ANOS. CADERNO DE ATIVIDADES PARA O PRIMEIRO ANO DO ENSINO FUNDAMENTAL DE NOVE ANOS: FERRAMENTA DE APOIO AO PROFESSOR DA CRIANÇA DE 6 ANOS. Elaine Cristina Rodrigues Gomes Vidal. Gruhbas Projetos Educacionais

Leia mais

IDOSOS E A LEITURA DE JORNAL.

IDOSOS E A LEITURA DE JORNAL. IDOSOS E A LEITURA DE JORNAL. Adriana Pastorello. Programa de Pós-Graduação Universidade Estadual Paulista Câmpus de Marília SP. Grupo de pesquisa: Processos de leitura e de escrita: apropriação e objetivação.

Leia mais

O PLANEJAMENTO E A AVALIAÇÃO INICIAL/DIAGNÓSTICA

O PLANEJAMENTO E A AVALIAÇÃO INICIAL/DIAGNÓSTICA O PLANEJAMENTO E A AVALIAÇÃO INICIAL/DIAGNÓSTICA Profa. Me. Michele Costa (Professora do Curso de Pedagogia das Faculdades COC) CONVERSAREMOS SOBRE: Avaliação inicial ou diagnóstica na Educação Infantil

Leia mais

Bilhete 084/14. Bilhete 084/14 Santo André, 25 de novembro de 2014. Senhores Pais dos alunos da Educação Infantil.

Bilhete 084/14. Bilhete 084/14 Santo André, 25 de novembro de 2014. Senhores Pais dos alunos da Educação Infantil. Senhores Pais dos alunos da Educação Infantil. Senhores Pais dos alunos da Educação Infantil. Senhores Pais dos alunos do 1º ano. Senhores Pais dos alunos do 1º ano. Senhores Pais dos alunos da turma 1F8.

Leia mais

Normas para Elaboração do Trabalho de Conclusão do Curso de Psicologia

Normas para Elaboração do Trabalho de Conclusão do Curso de Psicologia Normas para Elaboração do Trabalho de Conclusão do Curso de Psicologia Petrolina PE Julho de 2015 1 Capítulo I Da natureza do TCC Art. 1º O Trabalho de Conclusão de Curso (TCC) é um componente obrigatório

Leia mais

TEXTO Katia Gonçalves Mori Thais Helena Certain. COORDENAÇÃO EDITORIAL Sílnia N. Martins Prado. PROJETO GRÁFICO Linea Creativa

TEXTO Katia Gonçalves Mori Thais Helena Certain. COORDENAÇÃO EDITORIAL Sílnia N. Martins Prado. PROJETO GRÁFICO Linea Creativa TEXTO Katia Gonçalves Mori Thais Helena Certain COORDENAÇÃO EDITORIAL Sílnia N. Martins Prado PROJETO GRÁFICO Linea Creativa ILUSTRAÇÃO DA CAPA Design com Z ILUSTRAÇÕES Pinguim Produções REVISÃO DE TEXTO

Leia mais

Palavras Soltas. Projeto Pedagógico 2014/2015. Equipa Educativa:

Palavras Soltas. Projeto Pedagógico 2014/2015. Equipa Educativa: Palavras Soltas Equipa Educativa: Ana Maria Lopes; Ana Paula Neves; Daniela Bonito; Sandra Silva; Tathiana Germano; Teresa Ouro Índice Palavras Soltas 2 14 pág. Introdução... 5 I. Justificativa/ Tema...

Leia mais

Tempos e Espaços na Educação Infantil

Tempos e Espaços na Educação Infantil Tempos e Espaços na Educação Infantil PPPPPP Professora Esp. :Adriana Maria Ramos Barboza PPPPpProfessorappppPPPPPP PP çç É tarefa dos educadores organizar o espaço e o tempo das escolas infantis, sempre

Leia mais

DANÇA NO CONTEXTO ESCOLAR: QUANDO A RELIGIOSIDADE ATRAVESSA A PRÁTICA.

DANÇA NO CONTEXTO ESCOLAR: QUANDO A RELIGIOSIDADE ATRAVESSA A PRÁTICA. DANÇA NO CONTEXTO ESCOLAR: QUANDO A RELIGIOSIDADE ATRAVESSA A PRÁTICA. Amanda Pathiely Serrânia Faria UFG/FEFD 1 Orientador e Coautor: Prof. Dr. Alexandre Ferreira UFG/FEFD 2 Graduanda do curso de Licenciatura

Leia mais

AS MÚLTIPLAS POSSIBILIDADES DO ESTÁGIO SUPERVISIONADO EM EDUCAÇÃO INFANTIL: PARTINDO DA OBSERVAÇÃO A CONCRETIZAÇÃO DA PRÁTICA DOCENTE.

AS MÚLTIPLAS POSSIBILIDADES DO ESTÁGIO SUPERVISIONADO EM EDUCAÇÃO INFANTIL: PARTINDO DA OBSERVAÇÃO A CONCRETIZAÇÃO DA PRÁTICA DOCENTE. AS MÚLTIPLAS POSSIBILIDADES DO ESTÁGIO SUPERVISIONADO EM EDUCAÇÃO INFANTIL: PARTINDO DA OBSERVAÇÃO A CONCRETIZAÇÃO DA PRÁTICA DOCENTE. Viviane de Almeida Silva (Graduanda em Pedagogia UEPB) Lilian de Araújo

Leia mais

O USO DO TANGRAM EM SALA DE AULA: DA EDUCAÇÃO INFANTIL AO ENSINO MÉDIO

O USO DO TANGRAM EM SALA DE AULA: DA EDUCAÇÃO INFANTIL AO ENSINO MÉDIO O USO DO TANGRAM EM SALA DE AULA: DA EDUCAÇÃO INFANTIL AO ENSINO MÉDIO Ana Paula Alves Baleeiro Orientadora, profª Ms. da Faculdade Alfredo Nasser apbaleeiro@yahoo.com.br Jonatas do Nascimento Sousa Graduando

Leia mais

Formação Continuada de Professores de Matemática: Uma Extensão Válida *

Formação Continuada de Professores de Matemática: Uma Extensão Válida * Formação Continuada de Professores de Matemática: Uma Extensão Válida * Mariene Helena Duarte¹, Maria da Gloria Bastos de Freitas Mesquita² marieneduarte@hotmail.com ¹ Graduanda em Química Bolsista Iniciação

Leia mais

A IMPORTÂNCIA ATRIBUÍDA PELO PEDAGOGO AO ENSINO DA MATEMÁTICA NOS ANOS INICIAIS. Palavras-chave: ensino-aprendizagem; Matemática; Anos Iniciais.

A IMPORTÂNCIA ATRIBUÍDA PELO PEDAGOGO AO ENSINO DA MATEMÁTICA NOS ANOS INICIAIS. Palavras-chave: ensino-aprendizagem; Matemática; Anos Iniciais. 1 A IMPORTÂNCIA ATRIBUÍDA PELO PEDAGOGO AO ENSINO DA MATEMÁTICA NOS ANOS INICIAIS Janaina de Carvalho Vieira da Silva, Faculdade Jesus Maria José, janainacarvieira@gmail.com Daniela Souza Lima, Faculdade

Leia mais

ENTRELAÇANDO VIVÊNCIAS PELA LEITURA DO MUNDO E DA PALAVRA: (RE)ENCANTANDO A VIDA ATRAVÉS DA CONTAÇÃO DE HISTÓRIAS

ENTRELAÇANDO VIVÊNCIAS PELA LEITURA DO MUNDO E DA PALAVRA: (RE)ENCANTANDO A VIDA ATRAVÉS DA CONTAÇÃO DE HISTÓRIAS ENTRELAÇANDO VIVÊNCIAS PELA LEITURA DO MUNDO E DA PALAVRA: (RE)ENCANTANDO A VIDA ATRAVÉS DA CONTAÇÃO DE HISTÓRIAS Daniele Mallmann da Silva 1 Tatiana Poltosi Dorneles 2 Ketner Thaiane Landvoigt Kayser

Leia mais

ALTERNATIVAS APRESENTADAS PELOS PROFESSORES PARA O TRABALHO COM A LEITURA EM SALA DE AULA

ALTERNATIVAS APRESENTADAS PELOS PROFESSORES PARA O TRABALHO COM A LEITURA EM SALA DE AULA ALTERNATIVAS APRESENTADAS PELOS PROFESSORES PARA O TRABALHO COM A LEITURA EM SALA DE AULA RAQUEL MONTEIRO DA SILVA FREITAS (UFPB). Resumo Essa comunicação objetiva apresentar dados relacionados ao plano

Leia mais

Apresentação do Projecto

Apresentação do Projecto Apresentação do Projecto Projecto de intervenção sócio pedagógica de promoção social das crianças, jovens e familiares dos bairros sociais de Ramalde e Campinas Freguesia de Ramalde, Concelho do Porto.

Leia mais

COVERSAS COLABORATIVAS ENTRE PROFESSORES DE INGLÊS: PRINCÍPIO PARA A DESNATURALIZAÇÃO DE CRENÇAS?

COVERSAS COLABORATIVAS ENTRE PROFESSORES DE INGLÊS: PRINCÍPIO PARA A DESNATURALIZAÇÃO DE CRENÇAS? COVERSAS COLABORATIVAS ENTRE PROFESSORES DE INGLÊS: PRINCÍPIO PARA A DESNATURALIZAÇÃO DE CRENÇAS? SILVA, Arivan Salustiano da Mestrando do Programa de Pós-Graduação em Estudos de Linguagem MeEL/UFMT arivanss@yahoo.com

Leia mais

Novas Tecnologias, Educação e Complexidade 1. Aldemir Berwig 2 Universidade Regional do Noroeste do Estado do RS - UNIJUÍ Ijuí, RS

Novas Tecnologias, Educação e Complexidade 1. Aldemir Berwig 2 Universidade Regional do Noroeste do Estado do RS - UNIJUÍ Ijuí, RS Novas Tecnologias, Educação e Complexidade 1 Aldemir Berwig 2 Universidade Regional do Noroeste do Estado do RS - UNIJUÍ Ijuí, RS Resumo O artigo tem por objeto a compreensão da utilização de diferentes

Leia mais

Eixo-temático: Avaliação e Gestão Educacional

Eixo-temático: Avaliação e Gestão Educacional Eixo-temático: Avaliação e Gestão Educacional AVALIAÇÃO DA IMPLEMENTAÇÃO DO PROJETO LUGARES DE APRENDER: A ESCOLA SAI DA ESCOLA DO PROGRAMA CULTURA É CURRÍCULO DA SECRETARIA ESTADUAL DE EDUCAÇÃO DO ESTADO

Leia mais

Apresentação do Professor. Educação Infantil: Procedimentos. Teleaula 1. Ementa. Organização da Disciplina. Contextualização.

Apresentação do Professor. Educação Infantil: Procedimentos. Teleaula 1. Ementa. Organização da Disciplina. Contextualização. Educação Infantil: Procedimentos Teleaula 1 Prof. Me. Mônica Caetano da Silva tutoriapedagogia@grupouninter.com.br Pedagogia Apresentação do Professor Pedagogia (PUCPr) Especialização em Psicopedagogia

Leia mais

TRABALHO DOCENTE, TECNOLOGIAS E CURRÍCULOS

TRABALHO DOCENTE, TECNOLOGIAS E CURRÍCULOS TRABALHO DOCENTE, TECNOLOGIAS E CURRÍCULOS Resumo Roseane Albuquerque Ribeiro 1 - UEPB Grupo de Trabalho - Comunicação e Tecnologia Agência Financiadora: não contou com financiamento Esta iniciativa acadêmica

Leia mais

INICIAÇÃO CIENTÍFICA PARA DEFICIENTE AUDITIVO: UM RELATO DE EXPERIÊNCIA DE TRABALHO REALIZADO EM COLÉGIO PÚBLICO DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO

INICIAÇÃO CIENTÍFICA PARA DEFICIENTE AUDITIVO: UM RELATO DE EXPERIÊNCIA DE TRABALHO REALIZADO EM COLÉGIO PÚBLICO DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO INICIAÇÃO CIENTÍFICA PARA DEFICIENTE AUDITIVO: UM RELATO DE EXPERIÊNCIA DE TRABALHO REALIZADO EM COLÉGIO PÚBLICO DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO Adriana Oliveira Bernardes UENF (Universidade do Estado do Norte

Leia mais

2 o Período Educação Infantil

2 o Período Educação Infantil 2 o Período Educação Infantil Eixo temático: Em época de tantas transformações, é preciso compreender a necessidade de mudarmos nossas atitudes como cidadãos. É com essa visão de tornar o mundo melhor

Leia mais

Entrevistas clínicas para estudar a flexibilidade no cálculo numérico

Entrevistas clínicas para estudar a flexibilidade no cálculo numérico Entrevistas clínicas para estudar a flexibilidade no cálculo numérico Joana Brocardo Fátima Mendes Catarina Delgado Escola Superior de Educação do Instituto Politécnico de Setúbal Introdução No âmbito

Leia mais

PSICOMOTRICIDADE, JOGOS E BRINCADEIRAS NO PROCESSO ENSINO- APRENDIZAGEM MARILENE FERREIRA DE LIMA OLIVEIRA E.E DR. MORATO DE OLIVEIRA RESUMO

PSICOMOTRICIDADE, JOGOS E BRINCADEIRAS NO PROCESSO ENSINO- APRENDIZAGEM MARILENE FERREIRA DE LIMA OLIVEIRA E.E DR. MORATO DE OLIVEIRA RESUMO PSICOMOTRICIDADE, JOGOS E BRINCADEIRAS NO PROCESSO ENSINO- APRENDIZAGEM MARILENE FERREIRA DE LIMA OLIVEIRA E.E DR. MORATO DE OLIVEIRA RESUMO Na vida de uma criança, para além do entretenimento, o jogo

Leia mais

RELATÓRIO. Oficina de Formação

RELATÓRIO. Oficina de Formação RELATÓRIO Oficina de Formação Exploração e construção de situações de aprendizagem da matemática com programação em Scratch no pré escolar e no 1º ciclo do ensino básico Formadores: Miguel Figueiredo e

Leia mais

4h diárias - 16 meses

4h diárias - 16 meses 4h diárias - 16 meses PROPOSTA PEDAGÓGICA PROGRAMA DE APRENDIZAGEM EM RECEPCIONISTA ÍNDICE 1 - Apresentação da Entidade ijovem 3 2 - Justificativa do Programa. 3 3 Público-alvo: 4 4 Objetivo geral: 4 -

Leia mais

O ESTÁGIO SUPERVISIONADO NAS LICENCIATURAS A DISTÂNCIA DA UFRN: Desafios e perpectivas para uma formação reflexiva e investigativa

O ESTÁGIO SUPERVISIONADO NAS LICENCIATURAS A DISTÂNCIA DA UFRN: Desafios e perpectivas para uma formação reflexiva e investigativa O ESTÁGIO SUPERVISIONADO NAS LICENCIATURAS A DISTÂNCIA DA UFRN: Desafios e perpectivas para uma formação reflexiva e investigativa RESUMO Jacyene Melo de Oliveira Araújo Profª Drª UFRN- CE-SEDIS Os Estágios

Leia mais

2.2 O PERFIL DOS PROFISSIONAIS DE EDUCAÇÃO INFANTIL

2.2 O PERFIL DOS PROFISSIONAIS DE EDUCAÇÃO INFANTIL 2.2 O PERFIL DOS PROFISSIONAIS DE EDUCAÇÃO INFANTIL Ao conceber as instituições de Educação Infantil como espaços onde ocorre o processo educativo, processo este pelo qual os homens apropriam-se do desenvolvimento

Leia mais

REFLEXÕES SOBRE AVALIAÇÃO À LUZ DO REFERENCIAL CURRICULAR NACIONAL PARA A EDUCAÇÃO INFANTIL

REFLEXÕES SOBRE AVALIAÇÃO À LUZ DO REFERENCIAL CURRICULAR NACIONAL PARA A EDUCAÇÃO INFANTIL REFLEXÕES SOBRE AVALIAÇÃO À LUZ DO REFERENCIAL CURRICULAR NACIONAL PARA A EDUCAÇÃO INFANTIL Ana A. S. CANDIDO 1 Liliane M. C. PEDRON 2 Natália K. R. GONÇALVES 3 Rosemeire A. H. RUEGGER 4 Aceitar não é

Leia mais

CURIOSIDADE DE CRIANÇA: CONSTRUINDO CONHECIMENTOS NUMA TURMA DE PRÉ-ESCOLA 1

CURIOSIDADE DE CRIANÇA: CONSTRUINDO CONHECIMENTOS NUMA TURMA DE PRÉ-ESCOLA 1 CURIOSIDADE DE CRIANÇA: CONSTRUINDO CONHECIMENTOS NUMA TURMA DE PRÉ-ESCOLA 1 SILVEIRA, Lidiane 2 ; LIMA, Graziela Escandiel de 3 1 Relato de experiência 2 Pedagoga, Especialista em Alfabetização, professora

Leia mais

REGULAMENTO ESTÁGIO SUPERVISIONADO

REGULAMENTO ESTÁGIO SUPERVISIONADO REGULAMENTO ESTÁGIO SUPERVISIONADO TÍTULO I DO ESTÁGIO SUPERVISIONADO Art. 1º - O Estágio Supervisionado é um componente que integra a estrutura curricular do Curso de Tecnologia em Gestão da Tecnologia

Leia mais

Objetivos gerais e conteúdos da educação infantil

Objetivos gerais e conteúdos da educação infantil Objetivos gerais e conteúdos da educação infantil Profa. Cláudia Yazlle 29 e 30/março/2011 Objetivos da aula de hoje Refletir sobre a identidade da educação infantil Conhecer os objetivos gerais da educação

Leia mais

PLANO DE ACTIVIDADES 2011

PLANO DE ACTIVIDADES 2011 PLANO DE ACTIVIDADES 2011 MARÇO DE 2011 Este documento apresenta os objectivos estratégicos e as acções programáticas consideradas prioritárias para o desenvolvimento da ESE no ano 2011. O Plano de Actividades

Leia mais

NORMAS GERAIS PROJETO DE FIM DE CURSO DO CURSO DE GRADUAÇÃO EM ENGENHARIA MECATRÔNICA

NORMAS GERAIS PROJETO DE FIM DE CURSO DO CURSO DE GRADUAÇÃO EM ENGENHARIA MECATRÔNICA ANEXO 5 NORMAS GERAIS PROJETO DE FIM DE CURSO DO CURSO DE GRADUAÇÃO EM ENGENHARIA MECATRÔNICA NORMAS GERAIS - PROJETO DE FIM DE CURSO A5.1 - Introdução O Projeto de Fim de Curso, também conhecido como

Leia mais

CICLO DE CONVERSAS CIRCO COORDENAÇÃO DE CRIAÇÃO E FOMENTO - SECULTFOR Coordenador Lenildo Gomes Dia 13 de agosto, das 14h às 17h. Fala de Acolhimento

CICLO DE CONVERSAS CIRCO COORDENAÇÃO DE CRIAÇÃO E FOMENTO - SECULTFOR Coordenador Lenildo Gomes Dia 13 de agosto, das 14h às 17h. Fala de Acolhimento CICLO DE CONVERSAS CIRCO COORDENAÇÃO DE CRIAÇÃO E FOMENTO - SECULTFOR Coordenador Lenildo Gomes Dia 13 de agosto, das 14h às 17h. Fala de Acolhimento - Apresentação do projeto Ciclo de Conversas por Lenildo

Leia mais

PESQUISA DATAPOPULAR: PERCEPÇÃO SOBRE A QUALIDADE DA EDUCAÇÃO NAS ESCOLAS ESTADUAIS DE SÃO PAULO

PESQUISA DATAPOPULAR: PERCEPÇÃO SOBRE A QUALIDADE DA EDUCAÇÃO NAS ESCOLAS ESTADUAIS DE SÃO PAULO PESQUISA DATAPOPULAR: PERCEPÇÃO SOBRE A QUALIDADE DA EDUCAÇÃO NAS ESCOLAS ESTADUAIS DE SÃO PAULO OBJETIVOS QUALIDADE NAS ESCOLAS Mapear percepções de Professores, Pais e Alunos de São Paulo sobre o que

Leia mais

UMA REFLEXÃO SOBRE A PRÁTICA DOCENTE ATRAVÉS DAS NARRATIVAS DISCENTES

UMA REFLEXÃO SOBRE A PRÁTICA DOCENTE ATRAVÉS DAS NARRATIVAS DISCENTES UMA REFLEXÃO SOBRE A PRÁTICA DOCENTE ATRAVÉS DAS NARRATIVAS DISCENTES Luciana Bessa Silva (bessaluciana@hotmail.com) RESUMO Como humanos, narramos nossos sentimentos, nossos desejos, nossas emoções, nossas

Leia mais

EDUCAÇÃO MUSICAL MATERNAL II

EDUCAÇÃO MUSICAL MATERNAL II EDUCAÇÃO MUSICAL MATERNAL II Músicas infantis. Danças, músicas e personagens folclóricos. Conhecer textos e melodias folclóricos; Entoar músicas do folclore brasileiro; Dançar músicas folclóricas; Imitar

Leia mais

CUIDAR, EDUCAR E BRINCAR: REFLETINDO SOBRE A ORGANIZAÇÃO DO TRABALHO PEDAGÓGICO NA EDUCAÇÃO INFANTIL

CUIDAR, EDUCAR E BRINCAR: REFLETINDO SOBRE A ORGANIZAÇÃO DO TRABALHO PEDAGÓGICO NA EDUCAÇÃO INFANTIL CUIDAR, EDUCAR E BRINCAR: REFLETINDO SOBRE A ORGANIZAÇÃO DO TRABALHO PEDAGÓGICO NA EDUCAÇÃO INFANTIL Gislaine Franco de Moura (UEL) gislaine.franco.moura@gmail.com Gilmara Lupion Moreno (UEL) gilmaralupion@uel.br

Leia mais

DESENVOLVENDO HABITOS DE ESTUDO

DESENVOLVENDO HABITOS DE ESTUDO INSTITUTO FEDERAL DE SANTA CATARINA IF-SC DESENVOLVENDO HABITOS DE ESTUDO Elaborado por: Psicóloga Katia Griesang Conteúdo da palestra Você estuda apenas para obter boas notas?! Voce acha que tem muitas

Leia mais

Maríndia Mattos Morisso 2 Caterine de Moura Brachtvogel 3 Fernando Jaime González 4 Universidade Regional do Noroeste do Estado do RS Ijuí, RS

Maríndia Mattos Morisso 2 Caterine de Moura Brachtvogel 3 Fernando Jaime González 4 Universidade Regional do Noroeste do Estado do RS Ijuí, RS A Utilização das TIC por Professores de Educação Física de Escolas Públicas da Região Noroeste do Estado do Rio Grande do Sul 1 Resumo Maríndia Mattos Morisso 2 Caterine de Moura Brachtvogel 3 Fernando

Leia mais

ESTRATÉGIAS PARA PROVA MENTALIDADE E ORGANIZAÇÃO TODO CONTEÚDO DE ENFERMAGEM PARA CONCURSOS CICLO E3R PREPARO PARA O ESTUDO

ESTRATÉGIAS PARA PROVA MENTALIDADE E ORGANIZAÇÃO TODO CONTEÚDO DE ENFERMAGEM PARA CONCURSOS CICLO E3R PREPARO PARA O ESTUDO ESTRATÉGIAS PARA PROVA TODO CONTEÚDO DE ENFERMAGEM PARA CONCURSOS MENTALIDADE E CICLO E3R PREPARO PARA O ESTUDO OBJETIVO DO MÓDULO SEU MAIOR CONCORRENTE É VOCÊ. SE VOCÊ IDENTIFICA OS PRÓPRIOS ERROS E ORGANIZA

Leia mais

O ATO DE ESTUDAR 1. (Apresentação a partir do texto de Paulo Freire.)

O ATO DE ESTUDAR 1. (Apresentação a partir do texto de Paulo Freire.) O ATO DE ESTUDAR 1 (Apresentação a partir do texto de Paulo Freire.) Paulo Freire, educador da atualidade, aponta a necessidade de se fazer uma prévia reflexão sobre o sentido do estudo. Segundo suas palavras:

Leia mais

CALEDÁRIO ESCOLAR. Página 1 de 24

CALEDÁRIO ESCOLAR. Página 1 de 24 Página 1 de 24 SISTEMA DE CALENDÁRIO ESCOLAR O Sistema de Calendário Escolar é a primeira etapa de uma grande evolução que ocorrerá nos sistemas de informatização da Secretaria de Estado da Educação. As

Leia mais

GUIA DE BOAS IDEIAS PARA SENSIBILIZAÇÃO E MOTIVAÇÃO DOS ALUNOS PARA REALIZAÇÃO DAS AVALIAÇÕES EXTERNAS

GUIA DE BOAS IDEIAS PARA SENSIBILIZAÇÃO E MOTIVAÇÃO DOS ALUNOS PARA REALIZAÇÃO DAS AVALIAÇÕES EXTERNAS GUIA DE BOAS IDEIAS PARA SENSIBILIZAÇÃO E MOTIVAÇÃO DOS ALUNOS PARA REALIZAÇÃO DAS AVALIAÇÕES EXTERNAS VERSÃO PRELIMINAR SECRETARIA DE ESTADO DE EDUCAÇÃO SUBSECRETARIA DE DESENVOLVIMENTO DA EDUCAÇÃO BÁSICA

Leia mais

EDUCAÇÃO INFANTIL LINGUAGEM ORAL E ESCRITA. Premissas básicas:

EDUCAÇÃO INFANTIL LINGUAGEM ORAL E ESCRITA. Premissas básicas: EDUCAÇÃO INFANTIL A Educação Infantil, enquanto segmento de ensino que propicia um maior contato formal da criança com o mundo que a cerca, deve favorecer a socialização da criança, permitir a interação

Leia mais

Avaliação Inicial na Educação Infantil

Avaliação Inicial na Educação Infantil Avaliação Inicial na Educação Infantil - Algumas Considerações Por: Tânia Cunha Constantino Assessora Pedagógica da Educação Infantil Em todo inicio de ano há uma preocupação, necessária, por parte de

Leia mais

PÓS-GRADUAÇÃO LATO SENSU DOCÊNCIA NA EDUCAÇÃO INFANTIL

PÓS-GRADUAÇÃO LATO SENSU DOCÊNCIA NA EDUCAÇÃO INFANTIL PÓS-GRADUAÇÃO LATO SENSU DOCÊNCIA NA EDUCAÇÃO INFANTIL 1. APRESENTAÇÃO Este curso, que ora apresentamos, insere-se como mais uma ação na perspectiva da formação do educador e destina-se a especializar

Leia mais

OBSERVANDO A PRÁTICA DOCENTE E O APRENDIZADO DAS CRIANÇAS EM UMA CRECHE MUNICIPAL DA CIDADE DO RECIFE PRISCILLA SILVESTRE DE LIRA OLIVEIRA

OBSERVANDO A PRÁTICA DOCENTE E O APRENDIZADO DAS CRIANÇAS EM UMA CRECHE MUNICIPAL DA CIDADE DO RECIFE PRISCILLA SILVESTRE DE LIRA OLIVEIRA 1 OBSERVANDO A PRÁTICA DOCENTE E O APRENDIZADO DAS CRIANÇAS EM UMA CRECHE MUNICIPAL DA CIDADE DO RECIFE PRISCILLA SILVESTRE DE LIRA OLIVEIRA 1. Introdução: Compreendendo que a Educação Infantil é uma etapa

Leia mais

Aula RELAÇÕES DE DISCIPLINARIDADE. TEMAS TRANSVERSAIS. CONTEXTUALIZAÇÃO NO ENSINO DE MATEMÁTICA

Aula RELAÇÕES DE DISCIPLINARIDADE. TEMAS TRANSVERSAIS. CONTEXTUALIZAÇÃO NO ENSINO DE MATEMÁTICA RELAÇÕES DE DISCIPLINARIDADE. TEMAS TRANSVERSAIS. CONTEXTUALIZAÇÃO NO ENSINO DE MATEMÁTICA META Promover a preparação do estagiário para a elaboração de seu Projeto de Estágio. Estabelecer conceitos e

Leia mais

AVALIAÇÃO DA APRENDIZAGEM. Silvane Guimarães Silva Gomes. e-tec Brasil Tópicos em Educação a Distância

AVALIAÇÃO DA APRENDIZAGEM. Silvane Guimarães Silva Gomes. e-tec Brasil Tópicos em Educação a Distância 10 AVALIAÇÃO DA APRENDIZAGEM Silvane Guimarães Silva Gomes e-tec Brasil Tópicos em Educação a Distância Meta Apresentar a importância da avaliação em EAD, bem como algumas formas possíveis de realizá-la.

Leia mais

UM RELATO DE EXPERIÊNCIA NA EDUCAÇÃO INFANTIL: UM OLHAR VOLTADO PARA OS SABERES MATEMÁTICOS DAS CRIANÇAS DAS CLASSES POPULARES

UM RELATO DE EXPERIÊNCIA NA EDUCAÇÃO INFANTIL: UM OLHAR VOLTADO PARA OS SABERES MATEMÁTICOS DAS CRIANÇAS DAS CLASSES POPULARES UM RELATO DE EXPERIÊNCIA NA EDUCAÇÃO INFANTIL: UM OLHAR VOLTADO PARA OS SABERES MATEMÁTICOS DAS CRIANÇAS DAS CLASSES POPULARES Maria Raquel da Silva- Graduanda em Pedagogia (UFPE- CAA) G. Nóbrega L. de

Leia mais

Língua Portuguesa. Expectativas de aprendizagem. Expressar oralmente seus desejos, sentimentos, idéias e pensamentos.

Língua Portuguesa. Expectativas de aprendizagem. Expressar oralmente seus desejos, sentimentos, idéias e pensamentos. Língua Portuguesa As crianças do 1º ano têm o direito de aprender e desenvolver competências em comunicação oral, em ler e escrever de acordo com suas hipóteses. Para isto é necessário que a escola de

Leia mais

ABORDAGEM PROBLEMATIZADORA: UMA ESTRATÉGIA PARA O ENSINO DE ÓTICA GEOMÉTRICA NO ENSINO MÉDIO

ABORDAGEM PROBLEMATIZADORA: UMA ESTRATÉGIA PARA O ENSINO DE ÓTICA GEOMÉTRICA NO ENSINO MÉDIO ABORDAGEM PROBLEMATIZADORA: UMA ESTRATÉGIA PARA O ENSINO DE ÓTICA GEOMÉTRICA NO ENSINO MÉDIO Olímpia Vanessa Vicente da Costa, Bismarck de Araújo Freitas, Maria Angela Vasconcelos Lopes Gama, Alessandro

Leia mais

JOGOS DIDÁTICOS E O ENSINO DE HISTÓRIA: NARRAÇÃO DE UMA EXPERIÊNCIA EM SALA DE AULA

JOGOS DIDÁTICOS E O ENSINO DE HISTÓRIA: NARRAÇÃO DE UMA EXPERIÊNCIA EM SALA DE AULA JOGOS DIDÁTICOS E O ENSINO DE HISTÓRIA: NARRAÇÃO DE UMA EXPERIÊNCIA EM SALA DE AULA INTRODUÇÃO Juliana Karol de Oliveira Falcão¹ E-mail: julianakarol-16@hotmail.com Arthur Rodrigues de Lima² E-mail: arthur.rlima@hotmail.com

Leia mais

PROFESSORAS DE EDUCAÇÃO INFANTIL: DILEMAS DA CONSTITUIÇÃO DE UMA ESPECIFICIDADE PROFISSIONAL. UM ESTUDO SOBRE A PRODUÇÃO CIENTÍFICA BRASILEIRA

PROFESSORAS DE EDUCAÇÃO INFANTIL: DILEMAS DA CONSTITUIÇÃO DE UMA ESPECIFICIDADE PROFISSIONAL. UM ESTUDO SOBRE A PRODUÇÃO CIENTÍFICA BRASILEIRA PROFESSORAS DE EDUCAÇÃO INFANTIL: DILEMAS DA CONSTITUIÇÃO DE UMA ESPECIFICIDADE PROFISSIONAL. UM ESTUDO SOBRE A PRODUÇÃO CIENTÍFICA BRASILEIRA (1996-2009) Tatiane Márcia Fernandes UFSC tatianemarcia@gmail.com

Leia mais

O Ensino de Matemática na Educação Infantil

O Ensino de Matemática na Educação Infantil Débora de Oliveira O Ensino de Matemática na Educação Infantil No Brasil, desde 1996, a Educação Infantil é considerada a primeira etapa da educação básica e tem como guia de reflexão de cunho educacional

Leia mais

O TRABALHO DO PSICOPEDAGOGO INSTITUCIONAL: experiência em uma escola de Teresina PI

O TRABALHO DO PSICOPEDAGOGO INSTITUCIONAL: experiência em uma escola de Teresina PI O TRABALHO DO PSICOPEDAGOGO INSTITUCIONAL: experiência em uma escola de Teresina PI Kely-Anee de Oliveira Nascimento Faculdade Piauiense FAP Resumo Esta pesquisa tem como objetivo explicitar o papel do

Leia mais

GESTÃO EDUCACIONAL: REFLEXÃO SOBRE O PROCESSO DE CONSTRUÇÃO DO PROJETO POLÍTICO PEDAGÓGICO

GESTÃO EDUCACIONAL: REFLEXÃO SOBRE O PROCESSO DE CONSTRUÇÃO DO PROJETO POLÍTICO PEDAGÓGICO GESTÃO EDUCACIONAL: REFLEXÃO SOBRE O PROCESSO DE CONSTRUÇÃO DO PROJETO POLÍTICO PEDAGÓGICO Ana Paula Martins Costa Graduanda de Pedagogia- UEPB Aline Carla da Silva Costa - Graduanda de Pedagogia- UEPB

Leia mais

PLANO DE ENSINO PROJETO PEDAGÓCIO: 2010

PLANO DE ENSINO PROJETO PEDAGÓCIO: 2010 PLANO DE ENSINO PROJETO PEDAGÓCIO: 2010 Curso: Pedagogia Disciplina: Estágio Supervisionado: Educação Infantil 4 e 5 anos Educação de Jovens e Adultos (EJA) Ensino Fundamental Educação Especial (Ensino

Leia mais