A LINGUAGEM ESCRITA COMO UMA DAS MÚLTIPLAS

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "A LINGUAGEM ESCRITA COMO UMA DAS MÚLTIPLAS"

Transcrição

1 A LINGUAGEM ESCRITA COMO UMA DAS MÚLTIPLAS LINGUAGENS DA CRIANÇA Professor(a), no tema anterior, A criança de seis anos no ensino fundamental, falamos sobre quem são e como são essas crianças que ingressam no ensino fundamental de nove anos e que, a partir de agora, você terá sob sua responsabilidade. Como vimos, pensar nessas crianças significa vê-las integralmente e reconhecê-las como seres da cultura, em processo de desenvolvimento. Mas o que isso quer dizer? Que conseqüências esse reconhecimento traz para o processo de alfabetização? No artigo anterior, vimos que, desde muito cedo, a criança está se construindo na interação entre fatores biológicos e culturais, e que estão se estruturando em seus movimentos, inteligência, corporeidade, identidade, memória, percepção, imaginação, função simbólica, pensamento verbal e múltiplas linguagens. Esse entendimento ajuda-nos, de certa forma, a buscar um caminho, uma ação pedagógica que efetivamente contribua para o processo de desenvolvimento e aprendizagem das crianças. É importante pensar também que os meninos e as meninas, quando chegam no ensino fundamental, já possuem um tempo de vida e, portanto, experiências e aprendizagens, o que determina que esses aspectos e essas funções estejam em pleno desenvolvimento. Como as crianças são provenientes de diferentes ambientes familiares e comunitários, e a freqüência a creches e pré-escolas não é obrigatória, é necessário também ter clareza de que essas experiências podem ser bastante diferenciadas. Contudo, isso não deve ser visto como um obstáculo ao seu trabalho. Ao contrário, essa heterogeneidade pode ser extremamente rica para as trocas socioculturais e as aprendizagens entre pares oriundos de contextos diferentes. Não espere, portanto, que todas as crianças tenham - 1 -

2 vivências escolares comuns. Não escolha um método de alfabetização e não planeje todo o seu trabalho sem antes conhecê-las. Como você pode perceber não basta um conhecimento genérico, baseado apenas nos livros, sobre as especificidades dos alunos dessa faixa etária. É fundamental conhecer a criança concreta com a qual você vai trabalhar: seus saberes, práticas e valores, nos quais elas estão se constituindo. Ao longo desse projeto, teremos oportunidade de voltar a essas questões. O importante agora é pensar que as crianças, independentemente do meio de que provêm e de suas características pessoais, encontram-se em pleno processo de desenvolvimento da linguagem. A fim de responder a algumas questões que inquietam os professores, vamos recorrer ao dicionário Aurélio: linguagem é tudo quanto serve para expressar idéias, sentimentos, modos de comportamento etc., é todo sistema de signos que serve de meio de comunicação entre os indivíduos e pode ser percebido pelos diversos órgãos dos sentidos. Por meio da linguagem, compartilhamos nossas maneiras de pensar e de viver bem como nossos sentimentos, necessidades e valores. A linguagem nos humaniza e é um dos elementos fundamentais da construção de nossa subjetividade. Por meio dela, produzimos cultura, construímos história e transformamos o mundo. A construção da linguagem pela humanidade Se voltarmos nosso olhar para a história da humanidade, poderemos compreender melhor o processo vivido pela criança. Os homens, ao longo de sua trajetória, criaram diferentes formas de representar, evocar ou tornar presente o que estava distante, separando-se assim da situação imediata. A criação de um sistema de signos e símbolos permitiu ao homem primitivo viver em coletividade, comunicar-se com os outros e trocar informações, aprendendo e ensinando nesse processo. Esses sistemas de signos tiveram origem nas relações sociais, onde também se - 2 -

3 realizavam. Com o passar do tempo, foram sendo incorporados por diferentes membros da espécie e tornaram-se processos pessoais de tomada de consciência de si mesmo e de organização de idéias o que possibilitou a existência da reflexão, da compreensão e da elaboração da experiência. Portanto, ao falarmos de linguagem, referimo-nos a esta em seu sentido múltiplo, ou seja, às diferentes manifestações construídas pela humanidade, desde os primórdios: corporais, gestuais, musicais, lúdicas e plásticas (pintura, modelagem, escultura). Mas também pensamos em suas formas mais recentes como escrita, fotografia, cinema e linguagem virtual. No processo de hominização, nossos ancestrais, mediados por essas múltiplas linguagens, criaram formas de interação com a natureza e a cultura, tendo em vista, a princípio, a sobrevivência e, posteriormente, a transcendência. Guiados por essas necessidades, foram buscando maneiras de compreender a natureza e explicar a sua existência. Aprenderam a proteger-se, alimentar-se e relacionar-se no espaço geográfico por meio de gestos, sons, desenhos e pinturas, ultrapassando seus próprios limites. Descobriram diferentes formas geométricas, inventaram instrumentos, que ampliaram o alcance de suas mãos e de seus pés, aprenderam a trabalhar com quantidades, criaram um sistema de numeração e medidas, passaram a compreender e a registrar a sua historia e a da espécie. Escrita: objeto de uso social construído em função das necessidades humanas A escrita é um sistema de representação com símbolos, sinais e normas, convencionado em cada contexto histórico-cultural, criado pelos homens em função das suas necessidades. Há mais de 5000 anos, os povos que viviam na antiga Mesopotâmia, no Egito e na China criaram desenhos para representar objetos, fatos e acontecimentos. Com o desenvolvimento do comércio, foi preciso criar outras formas de registro, e esses desenhos, conhecidos como - 3 -

4 pictogramas, foram se tornando cada vez mais complexos. Para serem compreendidos por um número maior de pessoas, passaram a representar a fala na ordem em que as pessoas a utilizavam. O crescimento das cidades e das atividades comerciais no Mar Mediterrâneo impulsionou a criação de registros que pudessem ser usados de forma mais rápida, tanto em anotações comerciais quanto em relatos de guerras e conquistas. Aos poucos, os homens buscaram formas fixas de representar os sons da fala. Os fenícios, que eram os maiores comerciantes da época, divulgaram os pictogramas de origem cretense e egípcia, utilizando-os com valor sonoro. Finalmente, inventaram o alfabeto, que foi se transformando até chegar à forma atual. À medida que as necessidades comerciais se intensificaram e as sociedades se tornaram mais complexas, foram ampliados os usos e as funções da escrita, que passou a cumprir papéis diferenciados, como perpetuação e auxílio à memória, comunicação à distância, expressão de sentimentos, desejos e pensamentos, orientação, fruição e organização de idéias. Segundo Piaget, as crianças, em seu processo de desenvolvimento e aprendizagem, reconstroem o percurso da humanidade. Falamos em reconstrução porque as crianças, nas interações que estabelecem com outros sujeitos da cultura, vão se inserindo num mundo já construído, repleto de descobertas já realizadas no processo civilizatório. E isso as diferencia de nossos ancestrais. Contudo, dependendo da forma como o adulto atua nesse processo de aprendizagem, elas podem redescobrir e transformar esse mundo à sua maneira, guiadas pela curiosidade e pelo seu desejo de aprender. Elas também podem apenas se apropriar mecanicamente das conquistas culturais da humanidade, como se tudo já estivesse pronto. O brincar e as demais linguagens da criança de seis anos Muitas são as possibilidades de a criança dialogar com o mundo. Uma delas, e a mais importante para a faixa etária com a qual você trabalha, é o brincar. O uso dessa linguagem permite à criança conhecer o mundo adulto, experimentar diferentes papéis, interagir com o outro, adulto ou criança, reproduzir o vivido, transformando-o e se transformando, agir - 4 -

5 como se tivesse mais idade, criar regras e respeitá-las, distinguir o real do imaginário, ou a fantasia da realidade, perceber a função dos objetos em nosso cotidiano, imitar o mundo adulto e externalizar o que pensa. É por meio dessa linguagem que a criança expressa sentimentos, desejos, idéias, necessidades e constrói conhecimentos, integrando-se na cultura. O brincar, sobretudo o jogo de faz-de-conta, sendo uma linguagem ou uma maneira de a criança se relacionar e interagir com o outro no mundo, pode ser vivido em atividades diversas, tais como: imitação do mundo adulto, teatro, literatura, construção, música, criação de histórias, desenhos, sendo sempre mediado pelas demais linguagens da criança. Mas não é só nas brincadeiras de faz-de-conta que o brincar está presente. Embora tenham o predomínio da imaginação, essas brincadeiras também são regidas por regras implícitas a cada uma delas, criadas pelas crianças. Existem outras brincadeiras envolvendo corpo, jogos de mesa, jogos de linguagem, brincadeiras cantadas etc., nas quais a imaginação também está presente, apesar de predominarem as regras. As brincadeiras devem ser trazidas para a escola pelas crianças, pelos professores, pelas famílias e pela comunidade como patrimônio cultural que deve ser apropriado por todos. É o caso de jogos folclóricos, cirandas, brincadeiras de roda etc. Mas nem tudo é brincadeira no ensino fundamental. Por isso é muito importante que você planeje atividades específicas para o desenvolvimento das demais linguagens, envolvendo linguagem oral, música, dança, canto, desenho, pintura, modelagem, teatro, literatura, cinema, fotografia e outras formas de as crianças compartilharem significados. O livro O bailado e os primeiros movimentos, de Hardy Guedes, pode ajudar a esclarecer o que estamos falando e, ao mesmo tempo, apontar para inúmeras possibilidades de trabalho com essas diferentes linguagens. Na primeira leitura nos deparamos com belos poemas feitos para crianças, mas que também agradam aos adultos por serem bem construídos e tratarem com sensibilidade de questões ligadas à infância

6 Os temas envolvem animais e fenômenos da natureza, que tanto nos intrigam desde muito cedo, e para os quais durante toda a vida buscamos respostas. Há brinquedos que nos desafiaram e alguns que ainda desafiam as crianças de hoje, como bola, pipa e amarelinha, e outros que muitas delas nem ao menos conhecem, como balão e pião. Quantos significados podem ser compartilhados com as crianças, e entre elas, a partir da leitura desses poemas! Lendo mais atentamente, descobrimos que o livro, por meio da linguagem poética, do desenho e da pintura, nos fala de outras linguagens, como a do faz-de-conta, a da música e a da expressão corporal. Além da leitura com o objetivo de fruição e da exploração de poemas e ilustrações, pode haver inúmeros outros desdobramentos por exemplo, conversas sobre bichos de estimação, pássaros, insetos, que podem derivar em desenhos, pinturas, álbuns e outros livros; jogos e brincadeiras, pesquisa, confecção e exposições de brinquedos antigos. A linguagem escrita Por tudo que foi dito até aqui, deve ter ficado claro para você que o trabalho no primeiro ano de escolaridade obrigatória não deve significar a antecipação da aprendizagem da leitura e da escrita pelas crianças, e muito menos a aceleração desse processo. Quando, no artigo anterior, nos referimos às especificidades dessa faixa etária, afirmamos que os meninos e as meninas de seis anos estão construindo suas múltiplas linguagens, dentre estas, a escrita. Tentamos dizer, portanto, que essa não é a única maneira de a criança partilhar significados e se inserir na cultura, e que essa linguagem deve ser ensinada no contexto das demais linguagens. Professor(a), por certo você já ouviu falar em alfabetização e letramento. Atualmente, esses termos são muito usados quando se fala do processo de aprendizado da linguagem escrita pela criança. Entretanto, como a grande maioria dos conhecimentos em educação, o uso desses termos virou moda, e já estão até desgastados, sem que os professores tenham compreendido seu real significado. Nesse sentido, vale a pena - 6 -

7 retomarmos esses conceitos e, sobretudo, pensarmos em seus desdobramentos práticos. Segundo Magda Soares, alfabetização seria a aquisição da tecnologia da escrita alfabética e de sua utilização para ler e escrever. Para ter domínio dessa tecnologia, é necessário conhecer o alfabeto, memorizar as convenções letra som e dominar o traçado das letras, entre outras competências. Letramento, para a mesma autora, seria o estado ou a condição de quem não apenas sabe ler e escrever, mas cultiva as práticas sociais que usam a escrita. Seria, portanto, o uso competente da tecnologia da escrita nas situações de leitura e produção de textos reais, com sentido e significado para quem lê e escreve. Que implicações para a prática pedagógica traz a compreensão desses dois termos? É disso que trataremos nos próximos artigos. Por ora, é importante pensar que se queremos alfabetizar letrando, como recomenda Magda Soares, acredito que devemos partir de algumas premissas básicas: uma concepção de aquisição da linguagem escrita como parte do processo de letramento, isto é, de um aprendizado que se dá nas práticas sociais reais de leitura e escrita, vivenciadas pelas crianças e que, portanto, não se restringe ao domínio do código; uma visão de ensino da linguagem escrita como uma ação intencional do professor, que deve ser pensada, nas propostas pedagógicas, no contexto de aprendizagem de outras linguagens; o direito da criança a um maior tempo de escolarização, tendo em vista a ampliação de suas possibilidades de aprender no âmbito de uma cultura letrada, com acesso, desde muito cedo, a produções culturais de qualidade, criadas pelo homem na sua trajetória histórica. Pensando assim, o momento de trabalhar a alfabetização é excelente para recuperar e revitalizar os ditados populares, provérbios, parlendas e quadrinhas. Aproveite também esse momento para ler poemas, histórias e - 7 -

8 outros textos que podem encantar as crianças, despertando seu desejo de ler e escrever autonomamente. Construa com elas seus próprios textos. Você pode selecionar os que elas mais gostam e construir cadernos ou livros coletivos de poemas, parlendas ou músicas, para uso de todos ao longo do ano. Você deve estar se perguntando como fazer coletivamente esse material, se muitas das crianças ainda não sabem ler e escrever. Se quiser letrá-las enquanto ainda não dominam totalmente a tecnologia da alfabetização, você terá de desempenhar o papel de escriba e de leitor(a) para elas. Lúcia Browne Rego diz que as crianças descobrem sobre a língua escrita antes de aprender a ler. Essa afirmativa se baseia em estudos nos quais estabelece comparação entre a aquisição da linguagem oral e da linguagem escrita. Assim como as crianças adquirem a linguagem oral quando envolvidas em contextos comunicativos em que essa linguagem é significativa para elas, da mesma forma o uso constante e significativo da linguagem escrita possibilita e enriquece o seu processo de alfabetização. Bibliografia FARIA, V. L. B. e SALLES, F. A linguagem escrita nas propostas pedagógicas de educação infantil. Revista do professor. Belo Horizonte: Secretaria de Estado da Educação de Minas Gerais, n. 11, dez MALAGUZZI, L. Ao contrário as cem existem. Subsídios para o credenciamento e funcionamento das instituições de educação infantil. Brasília: Ministério da Educação, 1998, v. II, p REGO, L. B. Descobrindo a língua escrita antes de aprender a ler: algumas implicações pedagógicas. Revista Brasileira de Estudos Pedagógicos. Brasília: INEP, v. 6, n. 15, jan./abr., SOARES, M. Letramento: um tema em três gêneros. Belo Horizonte: Autêntica, BRASIL. Ministério da Educação. Orientações para o ensino fundamental de nove anos. Disponível no site do MEC: Acesso em 18 jan

ESTRUTURA E ORGANIZAÇÃO DA ESCOLA DE

ESTRUTURA E ORGANIZAÇÃO DA ESCOLA DE Unidade II ESTRUTURA E ORGANIZAÇÃO DA ESCOLA DE EDUCAÇÃO INFANTIL Profa. Ana Lucia M. Gasbarro A formação pessoal e social da criança, áreas de conhecimento e desenvolvimento da criança Introdução A importância

Leia mais

A CRIANÇA DE SEIS ANOS NO ENSINO FUNDAMENTAL

A CRIANÇA DE SEIS ANOS NO ENSINO FUNDAMENTAL A CRIANÇA DE SEIS ANOS NO ENSINO FUNDAMENTAL Por que a criança de seis anos no ensino fundamental? Porque, pelo que entendi, em minha vida inteirinha, para umas coisas serei grande, para outras, pequenininha.

Leia mais

INFORMATIVO 2015 GRUPO

INFORMATIVO 2015 GRUPO INFORMATIVO 2015 GRUPO 5 Considerar a criança como sujeito é levar em conta, nas relações que com ela estabelecemos, que ela tem desejos, ideias, opiniões, capacidade de decidir, de criar, e de inventar,

Leia mais

A CONSTRUÇÃO DO CURRÍCULO DE EDUCAÇÃO INFANTIL DA REDE MUNICIPAL DE ENSINO DE CHAPECÓ SC

A CONSTRUÇÃO DO CURRÍCULO DE EDUCAÇÃO INFANTIL DA REDE MUNICIPAL DE ENSINO DE CHAPECÓ SC A CONSTRUÇÃO DO CURRÍCULO DE EDUCAÇÃO INFANTIL DA REDE MUNICIPAL DE ENSINO DE CHAPECÓ SC FIGUEIREDO, Anelice Maria Banhara - SME / Chapecó/SC anelicefigueiredo@gmail.com LORENZET, Simone Vergínia - SME

Leia mais

EDUCAÇÃO INFANTIL GRUPO 4

EDUCAÇÃO INFANTIL GRUPO 4 EDUCAÇÃO INFANTIL GRUPO 4 1º VOLUME ARTES VISUAIS O FAZER ARTÍSTICO Criação de desenhos, pinturas e colagens, com base em seu próprio repertório. Exploração das possibilidades oferecidas por diferentes

Leia mais

EDUCAÇÃO INFANTIL GRUPO 3 PROGRAMAÇÃO DE CONTEÚDOS 2º. VOLUME. Programação de conteúdos/conhecimentos privilegiados

EDUCAÇÃO INFANTIL GRUPO 3 PROGRAMAÇÃO DE CONTEÚDOS 2º. VOLUME. Programação de conteúdos/conhecimentos privilegiados EDUCAÇÃO INFANTIL GRUPO 3 PROGRAMAÇÃO DE CONTEÚDOS 2º. VOLUME Programação de conteúdos/conhecimentos privilegiados Unidade 4 O mundo secreto das tocas e dos ninhos Unidade 5 Luz, sombra e ação! Unidade

Leia mais

INFORMATIVO 2015 GRUPO 3

INFORMATIVO 2015 GRUPO 3 INFORMATIVO 2015 GRUPO 3 3 Considerar a criança como sujeito é levar em conta, nas relações que com ela estabelecemos, que ela tem desejos, ideias, opiniões, capacidade de decidir, de criar, e de inventar,

Leia mais

TÍTULO: A LEITURA COMO FERRAMENTA NO PROCESSO DE ALFABETIZAÇÃO CATEGORIA: CONCLUÍDO ÁREA: CIÊNCIAS HUMANAS E SOCIAIS SUBÁREA: PEDAGOGIA

TÍTULO: A LEITURA COMO FERRAMENTA NO PROCESSO DE ALFABETIZAÇÃO CATEGORIA: CONCLUÍDO ÁREA: CIÊNCIAS HUMANAS E SOCIAIS SUBÁREA: PEDAGOGIA TÍTULO: A LEITURA COMO FERRAMENTA NO PROCESSO DE ALFABETIZAÇÃO CATEGORIA: CONCLUÍDO ÁREA: CIÊNCIAS HUMANAS E SOCIAIS SUBÁREA: PEDAGOGIA INSTITUIÇÃO: FACULDADE DE SÃO VICENTE AUTOR(ES): MARIA DE FATIMA

Leia mais

Pré-Escola 4 e 5 anos

Pré-Escola 4 e 5 anos PREFEITURA MUNICIPAL DE SALVADOR Secretaria Municipal da Educação e Cultura SMEC DIÁRIO DE CLASSE Educação Infantil Pré-Escola 4 e 5 anos DIÁRIO DE CLASSE ESCOLA: CRE: ATO DE CRIAÇÃO DIÁRIO OFICIAL / /

Leia mais

Formas de organização do trabalho de alfabetização e letramento

Formas de organização do trabalho de alfabetização e letramento Formas de organização do trabalho de alfabetização e letramento Isabel Cristina Alves da Silva Frade(1) Introdução Como realizar um planejamento de trabalho de alfabetização e letramento com crianças de

Leia mais

Presença das artes visuais na educação infantil: idéias e práticas correntes

Presença das artes visuais na educação infantil: idéias e práticas correntes Capítulo 15 - Artes Visuais Introdução As Artes Visuais expressam, comunicam e atribuem sentido a sensações, sentimentos, pensamentos e realidade por meio da organização de linhas, formas, pontos, tanto

Leia mais

EDUCAÇÃO INFANTIL. PRÉ I Professoras Caroline e Ana Lucia Habilidades vivenciadas no 2º bimestre 2011

EDUCAÇÃO INFANTIL. PRÉ I Professoras Caroline e Ana Lucia Habilidades vivenciadas no 2º bimestre 2011 EDUCAÇÃO INFANTIL Prezados Pais e/ou Responsáveis, Estamos vivenciando o segundo bimestre letivo e o processo de aprendizagem representa pra nós, motivo de alegria e conquistas diárias. Confiram as habilidades

Leia mais

CONTEÚDO PROGRAMÁTICO ANUAL EDUCAÇÃO INFANTIL INFANTIL III - 2012 OBJETIVOS - CRIANÇAS DE TRÊS ANOS

CONTEÚDO PROGRAMÁTICO ANUAL EDUCAÇÃO INFANTIL INFANTIL III - 2012 OBJETIVOS - CRIANÇAS DE TRÊS ANOS CONTEÚDO PROGRAMÁTICO ANUAL EDUCAÇÃO INFANTIL INFANTIL III - 2012 OBJETIVOS - CRIANÇAS DE TRÊS ANOS De acordo com o PCN e o Referencial Curricular da Educação Infantil, a instituição deve criar um ambiente

Leia mais

Condutas psicomotoras: brinquedos tradicionais e diversões de antigamente ainda encantam?

Condutas psicomotoras: brinquedos tradicionais e diversões de antigamente ainda encantam? Condutas psicomotoras: brinquedos tradicionais e diversões de antigamente ainda encantam? Profª. Ms. Cláudia Yazlle Profª. Ms. Gabriela Maffei 5 e 6 de junho Objetivos da aula de hoje As crianças de 4

Leia mais

Profa. Ma. Adriana Rosa

Profa. Ma. Adriana Rosa Unidade I ALFABETIZAÇÃO E LETRAMENTO Profa. Ma. Adriana Rosa Ementa A teoria construtivista: principais contribuições, possibilidades de trabalho pedagógico. Conceito de alfabetização: história e evolução.

Leia mais

EXPERIÊNCIAS NA FORMAÇÃO DOCENTE

EXPERIÊNCIAS NA FORMAÇÃO DOCENTE EXPERIÊNCIAS NA FORMAÇÃO DOCENTE Stella Maris Pissaia 1 Giseli Dionize Bobato 2 RESUMO: Neste resumo apresentamos uma descrição compreensiva das experiências vivenciadas a partir do contato teórico durante

Leia mais

MATERNAL I OBJETIVOS GERAIS DA EDUCAÇÃO INFANTIL

MATERNAL I OBJETIVOS GERAIS DA EDUCAÇÃO INFANTIL MATERNAL I OBJETIVOS GERAIS DA EDUCAÇÃO INFANTIL Desenvolver uma imagem positiva de si, atuando de forma cada vez mais independente, com a confiança em suas capacidades e percepção de suas limitações;

Leia mais

O PLANEJAMENTO E A AVALIAÇÃO INICIAL/DIAGNÓTICA. Profa. Me. Michele Costa

O PLANEJAMENTO E A AVALIAÇÃO INICIAL/DIAGNÓTICA. Profa. Me. Michele Costa O PLANEJAMENTO E A AVALIAÇÃO INICIAL/DIAGNÓTICA Profa. Me. Michele Costa CONVERSAREMOS SOBRE: CONCEITOS DE PLANEJAMENTO CURRÍCULO EIXOS DE TRABALHO www.zaroio.com.br As Cem Linguagens da Criança. A criança

Leia mais

Gêneros discursivos no ciclo da alfabetização 1º ao 3º ano do ensino fundamental

Gêneros discursivos no ciclo da alfabetização 1º ao 3º ano do ensino fundamental Gêneros discursivos no ciclo da alfabetização 1º ao 3º ano do ensino fundamental Não se aprende por exercícios, mas por práticas significativas. Essa afirmação fica quase óbvia se pensarmos em como uma

Leia mais

O PROCESSO DE AQUISIÇÃO DA LINGUA ESCRITA: FUNDAMENTADO EM EMILIA FERREIRO E ANA TEBEROSKY.

O PROCESSO DE AQUISIÇÃO DA LINGUA ESCRITA: FUNDAMENTADO EM EMILIA FERREIRO E ANA TEBEROSKY. O PROCESSO DE AQUISIÇÃO DA LINGUA ESCRITA: FUNDAMENTADO EM EMILIA FERREIRO E ANA TEBEROSKY. Silvana da Silva Nogueira (FECLESC/UECE) Priscila Cavalcante Silva (FECLESC/UECE) Resumo O processo de aquisição

Leia mais

Seminário do 16º COLE vinculado: 10

Seminário do 16º COLE vinculado: 10 Kelly Cristina Ducatti da Silva. Doutoranda UNICAMP/Campinas-SP, Professora do Ensino Fundamental (Prefeitura Municipal de Bauru) e Docente UNESP/BAURU kellyducatti@hotmail.com RELATO DE EXPERIÊNCIA: UM

Leia mais

Colégio Cor Jesu Brasília DF. Plano de Curso 2010. Infantil II Segmento I

Colégio Cor Jesu Brasília DF. Plano de Curso 2010. Infantil II Segmento I Colégio Cor Jesu Brasília DF Plano de Curso 2010 Infantil II Segmento I PLANO DE CURSO 2009 INFANTIL II Disciplina: ARTES Série: INFANTIL II Segmento: I COMPETÊNCIAS HABILIDADES A SEREM DESENVOLVIDAS -

Leia mais

PROJETO CURRICULAR DE ESCOLA

PROJETO CURRICULAR DE ESCOLA PROJETO CURRICULAR DE ESCOLA ANO LETIVO 2015/ 2016 1 Índice Introdução... 3 Definindo Projeto Curricular de Jardim de Infância... 4 Projeto Curricular de Jardim de Infância MENINO DO MUNDO Intencionalidades...

Leia mais

MÚSICA E CONSTRUÇÃO DE INSTRUMENTOS MUSICAIS NA EDUCAÇÃO INFANTIL 1

MÚSICA E CONSTRUÇÃO DE INSTRUMENTOS MUSICAIS NA EDUCAÇÃO INFANTIL 1 MÚSICA E CONSTRUÇÃO DE INSTRUMENTOS MUSICAIS NA EDUCAÇÃO INFANTIL 1 Autora: Juliete Soares de Albuquerque Graduanda do Curso de Pedagogia Unidade Acadêmica de Educação/CFP/UFCG Co-autora: Geruslandia Almeida

Leia mais

Todas as atividades que seu(sua) filho(a) realiza na escola, em todas as áreas de conhecimento, estão relacionadas aos objetivos de aprendizagem.

Todas as atividades que seu(sua) filho(a) realiza na escola, em todas as áreas de conhecimento, estão relacionadas aos objetivos de aprendizagem. Brasília, 24 de fevereiro de 2014. Senhores Pais e/ou Responsáveis, Neste documento, listamos os conteúdos e objetivos referentes às aprendizagens pretendidas para os alunos do Maternal II, durante o 1º

Leia mais

Palavras-chave: escrita musical, histórias infantis, conto sonoro. Seminário do 16 O. COLE vinculado: V Seminário Linguagens em Educação Infantil.

Palavras-chave: escrita musical, histórias infantis, conto sonoro. Seminário do 16 O. COLE vinculado: V Seminário Linguagens em Educação Infantil. O Conto Sonoro, uma forma de explorar a escrita musical. Renata de Oliveira Pavaneli Frederico, Escola de Educação Infantil Casa da Gente Campinas-SP. musicamed@directnet.com.br reoliveirafred@gmail.com

Leia mais

DICA PEDAGÓGICA EDUCAÇÃO INFANTIL

DICA PEDAGÓGICA EDUCAÇÃO INFANTIL DICA PEDAGÓGICA EDUCAÇÃO INFANTIL 1. TÍTULO DO PROGRAMA As Letrinhas Mágicas 2. EPISÓDIO(S) TRABALHADO(S) Carros Usados 3. SINOPSE DO(S) EPISÓDIO(S) ESPECÍFICO(S) O episódio Carros Usados faz parte da

Leia mais

Contribuições das brincadeiras infantis de ontem em espaços escolares

Contribuições das brincadeiras infantis de ontem em espaços escolares Contribuições das brincadeiras infantis de ontem em espaços escolares Eixo temático 1: Fundamentos e práticas educacionais Meire Luci Bernardes Silva Machado 1 - UNIUBE Sueli Teresinha de Abreu-Bernardes

Leia mais

A LEITURA E O PROCESSO DE ALFABETIZAÇÃO E LETRAMENTO

A LEITURA E O PROCESSO DE ALFABETIZAÇÃO E LETRAMENTO A LEITURA E O PROCESSO DE ALFABETIZAÇÃO E LETRAMENTO Adriana M. das Virgens Chagas (adrianachagas3@hotmail.com) Aluna de graduação do curso de Pedagogia das Faculdades Integradas de Aracruz Luciana C.

Leia mais

UNIVERSIDADE FEDERAL DO TOCANTINS CURSO DE ESPECIALIZAÇÃO EM COORDENAÇÃO PEDAGÓGICA PÓLO GUARAI AS PRÁTICAS DE LEITURA NA EDUCAÇÃO INFANTIL

UNIVERSIDADE FEDERAL DO TOCANTINS CURSO DE ESPECIALIZAÇÃO EM COORDENAÇÃO PEDAGÓGICA PÓLO GUARAI AS PRÁTICAS DE LEITURA NA EDUCAÇÃO INFANTIL UNIVERSIDADE FEDERAL DO TOCANTINS CURSO DE ESPECIALIZAÇÃO EM COORDENAÇÃO PEDAGÓGICA PÓLO GUARAI AS PRÁTICAS DE LEITURA NA EDUCAÇÃO INFANTIL Mara Luiza Silva 1 Resumo Este artigo relata o desenvolvimento

Leia mais

Coordenador Pedagógico: o mediador da humanização como prática na educação infantil

Coordenador Pedagógico: o mediador da humanização como prática na educação infantil Coordenador Pedagógico: o mediador da humanização como prática na educação infantil RESUMO Fernanda Azevedo Fagundes 1 Júlia Estefani Alves 2 O presente artigo, busca discutir acerca da função do Coordenador

Leia mais

COTIDIANO NA EDUCAÇÃO INFANTIL

COTIDIANO NA EDUCAÇÃO INFANTIL COTIDIANO NA EDUCAÇÃO INFANTIL Reflexão sobre aspectos da rotina nas creches e pré-escolas, tomando com motivação os desenhos de Francesco Tonucci e buscando apoio em alguns trabalhos teóricos significativos

Leia mais

LETRAMENTO, AMBIENTE E ORALIDADE NA EDUCAÇÃO INFANTIL

LETRAMENTO, AMBIENTE E ORALIDADE NA EDUCAÇÃO INFANTIL LETRAMENTO, AMBIENTE E ORALIDADE NA EDUCAÇÃO INFANTIL 42 Luciene Rodrigues Ximenes lrximenes@hotmail.com Pós-Graduada em Alfabetização, leitura e escrita pela UFRJ. Atualmente é professora e coordenadora

Leia mais

PREFEITURA MUNICIPAL DE CAMAÇARI SECRETARIA DE EDUCAÇÃO COORDENAÇÃO TÉCNICA - PEDAGÓGICA PROINFÂNCIA 2009

PREFEITURA MUNICIPAL DE CAMAÇARI SECRETARIA DE EDUCAÇÃO COORDENAÇÃO TÉCNICA - PEDAGÓGICA PROINFÂNCIA 2009 EXPECTATIVAS DE APRENDIZAGEM PARA EDUCAÇÃO INFANTIL I - CONHECENDO A SI MESMO E APRENDENDO A SE RELACIONAR Com relação à aprendizagem sobre si mesmo e sobre as relações espera-se que as crianças aprendam:

Leia mais

COLÉGIO MAGNUM BURITIS

COLÉGIO MAGNUM BURITIS COLÉGIO MAGNUM BURITIS ENSINO FUNDAMENTAL PROGRAMAÇÃO 3ª ETAPA / 2014 MATERNAL III Srs. pais ou responsáveis, caros alunos, Vocês estão recebendo a programação da 3ª Etapa de 2014. Este material serve

Leia mais

LUDICIDADE NA SALA DE AULA UNIDADE 4 ANO 1. Abril de 2013

LUDICIDADE NA SALA DE AULA UNIDADE 4 ANO 1. Abril de 2013 LUDICIDADE NA SALA DE AULA UNIDADE 4 ANO 1 Abril de 2013 Iniciando a conversa Nesta unidade refletiremos sobre a ludicidade na sala de aula, a partir do tema brincadeiras na alfabetização. Nesta unidade

Leia mais

Promover a interação e a comunicação social que envolva os aspectos afetivos, sensoriais, estéticos e cognitivos.

Promover a interação e a comunicação social que envolva os aspectos afetivos, sensoriais, estéticos e cognitivos. Música Objetivo da Aula Promover a interação e a comunicação social que envolva os aspectos afetivos, sensoriais, estéticos e cognitivos. Desde que se começou a estudar a história da humanidade, tem-se

Leia mais

Planificação Anual. Competências Aprendizagens Atividades/Estratégias Avaliação. Registo e produções - Confiança

Planificação Anual. Competências Aprendizagens Atividades/Estratégias Avaliação. Registo e produções - Confiança Planificação Anual Professor: Gabriela Maria R. D. T. L. C. Silva Disciplina: Ano: préescolar Turma: I Ano letivo: 2014-2015 Competências Aprendizagens Atividades/Estratégias Avaliação Facilitar a adaptação

Leia mais

A APROPRIAÇÃO DO SISTEMA DE ESCRITA ALFABÉTICA E A CONSOLIDAÇÃO DO PROCESSO DE ALFABETIZAÇÃO. Ano 02 Unidade 03

A APROPRIAÇÃO DO SISTEMA DE ESCRITA ALFABÉTICA E A CONSOLIDAÇÃO DO PROCESSO DE ALFABETIZAÇÃO. Ano 02 Unidade 03 CONCURSO DA EDUCAÇÃO PREFEITURA MUNICIPAL DE BELO HORIZONTE CARGO: PROFESSOR 1 / 2015 A APROPRIAÇÃO DO SISTEMA DE ESCRITA ALFABÉTICA E A CONSOLIDAÇÃO DO PROCESSO DE ALFABETIZAÇÃO Ano 02 Unidade 03 ( F

Leia mais

REFERENCIAL CURRICULAR NACIONAL PARA A EDUCAÇÃO INFANTIL

REFERENCIAL CURRICULAR NACIONAL PARA A EDUCAÇÃO INFANTIL REFERENCIAL CURRICULAR NACIONAL PARA A EDUCAÇÃO INFANTIL Maria dos Prazeres Nunes 1 INTRODUÇÃO No Brasil a expansão da educação ocorre de forma lenta, mas, crescente nas últimas décadas. Com base nas determinações

Leia mais

A UTILIZAÇÃO DE TECNOLOGIAS NO ENSINO DE ARTES VISUAIS NA EDUCAÇÃO INFANTIL. Resumo

A UTILIZAÇÃO DE TECNOLOGIAS NO ENSINO DE ARTES VISUAIS NA EDUCAÇÃO INFANTIL. Resumo A UTILIZAÇÃO DE TECNOLOGIAS NO ENSINO DE ARTES VISUAIS NA EDUCAÇÃO INFANTIL Camila Lacerda Ortigosa Pedagogia/UFU mila.lacerda.g@gmail.com Eixo Temático: Educação Infantil Relato de Experiência Resumo

Leia mais

Novas Diretrizes Curriculares Nacionais para a Educação Infantil

Novas Diretrizes Curriculares Nacionais para a Educação Infantil Novas Diretrizes Curriculares Nacionais para a Educação Infantil Zilma de Moraes Ramos de Oliveira zilmaoliveira@uol.com.br Apoio Parceria Coordenação Técnica Iniciativa OBJETIVOS Discutir as implicações

Leia mais

EDUCAÇÃO INFANTIL OBJETIVOS GERAIS. Linguagem Oral e Escrita. Matemática OBJETIVOS E CONTEÚDOS

EDUCAÇÃO INFANTIL OBJETIVOS GERAIS. Linguagem Oral e Escrita. Matemática OBJETIVOS E CONTEÚDOS EDUCAÇÃO INFANTIL OBJETIVOS GERAIS Conhecimento do Mundo Formação Pessoal e Social Movimento Linguagem Oral e Escrita Identidade e Autonomia Música Natureza e Sociedade Artes Visuais Matemática OBJETIVOS

Leia mais

Universidade Estadual de Londrina

Universidade Estadual de Londrina Universidade Estadual de Londrina Josiane de Freitas Santos Relatório de Estágio em Educação Infantil Londrina 2010 1 Josiane de Freitas Santos Relatório de Estágio em Educação Infantil Relatório final

Leia mais

Exposição e relato de experiências de Objetos Educacionais Construção de Instrumentos Musicais Artesanais. Rio Verde GO

Exposição e relato de experiências de Objetos Educacionais Construção de Instrumentos Musicais Artesanais. Rio Verde GO EMEFTI PROFESSOR WALDYR EMRICH PORTILHO GESTORA: GERLIANESANTANA GOUVEIA CABRAL COORD. ÁREA: ARISTÓTELES MESQUITA DE LIMA NETTO PROFESSORA SUPERVISORA: ELIZANGELA F. RODRIGUES Exposição e relato de experiências

Leia mais

O LÚDICO NA APRENDIZAGEM

O LÚDICO NA APRENDIZAGEM O LÚDICO NA APRENDIZAGEM RESUMO Aline Hahn Affeldt Prof. Janaina de Souza Aragão Centro Universitário Leonardo da Vinci-UNIASSELVI Pedagogia (PED 7051) Metodologia e Conteúdos Básicos de Comunicação e

Leia mais

O PROJETO BEPA E A INVESTIGAÇÃO DIDÁTICA: CONTRIBUIÇÕES PARA A FORMAÇÃO DE PROFESSORES ALFABETIZADORES

O PROJETO BEPA E A INVESTIGAÇÃO DIDÁTICA: CONTRIBUIÇÕES PARA A FORMAÇÃO DE PROFESSORES ALFABETIZADORES O PROJETO BEPA E A INVESTIGAÇÃO DIDÁTICA: CONTRIBUIÇÕES PARA A FORMAÇÃO DE PROFESSORES ALFABETIZADORES Resumo Fernanda Guinoza Matuda 1 Maria Elena Roman de Oliveira Toledo 2 Esta pesquisa buscou, por

Leia mais

Avaliação-Pibid-Metas

Avaliação-Pibid-Metas Bolsista ID: Claines kremer Avaliação-Pibid-Metas A Inserção Este ano o reingresso na escola foi diferente, pois já estávamos inseridas na mesma há praticamente um ano. Fomos bem recepcionadas por toda

Leia mais

EXPERIÊNCIAS COM ALFABETIZAÇÃO ATRAVÉS DA LETRA BASTÃO NA EDUCAÇÃO INFANTIL NO INTERIOR DO ESTADO DO RIO GRANDE DO NORTE

EXPERIÊNCIAS COM ALFABETIZAÇÃO ATRAVÉS DA LETRA BASTÃO NA EDUCAÇÃO INFANTIL NO INTERIOR DO ESTADO DO RIO GRANDE DO NORTE EXPERIÊNCIAS COM ALFABETIZAÇÃO ATRAVÉS DA LETRA BASTÃO NA EDUCAÇÃO INFANTIL NO INTERIOR DO ESTADO DO RIO GRANDE DO NORTE Rafael da Silva da Cunha* - Autor rafael.dudu.r@gmail.com Mayane Ferreira de Farias*

Leia mais

Planificação Anual da Sala dos 5anos

Planificação Anual da Sala dos 5anos Nome do Aluno: Janine Colaço Reis Planificação Anual da Sala dos 5anos Calendarizaçã o (mês) Áreas de conteúdo/ Conteúdos Curriculares Competências Situações de aprendizagem/ Estratégias Recursos Humanos/

Leia mais

ENSINAR CIÊNCIAS FAZENDO CIÊNCIA

ENSINAR CIÊNCIAS FAZENDO CIÊNCIA ENSINAR CIÊNCIAS FAZENDO CIÊNCIA Antonio Carlos Pavão Quero saber quantas estrelas tem no céu Quero saber quantos peixes tem no mar Quero saber quantos raios tem o sol... (Da canção de João da Guabiraba

Leia mais

Brincar, expressando emoções, sentimentos, pensamentos, desejos e necessidades;

Brincar, expressando emoções, sentimentos, pensamentos, desejos e necessidades; INFANTIL I OBJETIVOS GERAIS DA EDUCAÇÃO INFANTIL Desenvolver uma imagem positiva de si, atuando de forma cada vez mais independente, com a confiança em suas capacidades e percepção de suas limitações:

Leia mais

O dia a dia na Educação Infantil

O dia a dia na Educação Infantil - SEPesq Ninon Rose Medeiros dos Santos Graduanda em Pedagogia UniRitter ninon_medeiros@hotmail.com Vanina Machado Petenuzzo Graduanda em Pedagogia UniRitter vanina_machado@hotmail.com Orientadora Andrea

Leia mais

FORMAÇÃO LEITORA NA EDUCAÇÃO INFANTIL. Daniela Andrade Coelho da Fonseca 1, Marilani Soares Vanalli 2

FORMAÇÃO LEITORA NA EDUCAÇÃO INFANTIL. Daniela Andrade Coelho da Fonseca 1, Marilani Soares Vanalli 2 Encontro de Ensino, Pesquisa e Extensão, Presidente Prudente, 22 a 25 de outubro, 2012 1155 FORMAÇÃO LEITORA NA EDUCAÇÃO INFANTIL Daniela Andrade Coelho da Fonseca 1, Marilani Soares Vanalli 2 1 Mestranda

Leia mais

11. Com base na Teoria Piagetiana, relacione os conceitos da primeira coluna de acordo com as definições apresentadas na segunda coluna:

11. Com base na Teoria Piagetiana, relacione os conceitos da primeira coluna de acordo com as definições apresentadas na segunda coluna: TÉCNICO EM ASSUNTOS EDUCACIONAIS 4 CONHECIMENTOS ESPECÍFICOS QUESTÕES DE 11 A 25 11. Com base na Teoria Piagetiana, relacione os conceitos da primeira coluna de acordo com as definições apresentadas na

Leia mais

COLÉGIO MARISTA SANTA MARIA - EDUCAÇÃO INFANTIL- PROJETO ADAPTAÇÃO: VAI COMEÇAR A BRINCADEIRA

COLÉGIO MARISTA SANTA MARIA - EDUCAÇÃO INFANTIL- PROJETO ADAPTAÇÃO: VAI COMEÇAR A BRINCADEIRA COLÉGIO MARISTA SANTA MARIA - EDUCAÇÃO INFANTIL- PROJETO ADAPTAÇÃO: VAI COMEÇAR A BRINCADEIRA NIVEL 1 TURMAS: 1, 2, 3 E 4. PROFESSORAS: ALINE, DANIELE, JOCELAINE E ROSEMARI. Projeto adaptação: Vivências,

Leia mais

GUIA DE CORREÇÃO E INTERPRETAÇÃO DE RESULTADOS

GUIA DE CORREÇÃO E INTERPRETAÇÃO DE RESULTADOS GUIA DE CORREÇÃO E INTERPRETAÇÃO DE RESULTADOS TESTE 2 SEGUNDO SEMESTRE 2010 Presidência da República Federativa do Brasil Ministério da Educação Secretaria Executiva Presidência do Instituto Nacional

Leia mais

A importância de recomendar a leitura para crianças de 0 a 6 anos

A importância de recomendar a leitura para crianças de 0 a 6 anos A importância de recomendar a leitura para crianças de 0 a 6 anos 2 Receite um livro A importância de recomendar a leitura 3 Promoção do desenvolvimento infantil por meio da leitura Distintas áreas do

Leia mais

Agrupamento de Escolas António Rodrigues Sampaio Planificação Anual das Atividades Letivas

Agrupamento de Escolas António Rodrigues Sampaio Planificação Anual das Atividades Letivas Departamento Curricular/Ciclo: 1º Ciclo Disciplina: Expressões Artísticas e Físico-Motora Ano de escolaridade: 4º ano Ano letivo: 2015/2016 Perfil do aluno à saída do 1º ciclo: Participar na vida sala

Leia mais

Entrevista com Magda Becker Soares Prof. Universidade Federal de Minas Gerais

Entrevista com Magda Becker Soares Prof. Universidade Federal de Minas Gerais "LETRAR É MAIS QUE ALFABETIZAR" Entrevista com Magda Becker Soares Prof. Universidade Federal de Minas Gerais Nos dias de hoje, em que as sociedades do mundo inteiro estão cada vez mais centradas na escrita,

Leia mais

Critérios de Avaliação

Critérios de Avaliação AGRUPAMENTO DE ESCOLAS PEDRO EANES LOBATO Critérios de Avaliação Educação Pré Escolar Departamento Educação Pré Escolar Ano letivo 2013/2014 A avaliação do processo permite reconhecer a pertinência e sentido

Leia mais

A LEITURA, ESCRITA E JOGOS NO ENSINO DA MATEMÁTICA: o relato de uma experiência na escola pública

A LEITURA, ESCRITA E JOGOS NO ENSINO DA MATEMÁTICA: o relato de uma experiência na escola pública A LEITURA, ESCRITA E JOGOS NO ENSINO DA MATEMÁTICA: o relato de uma experiência na escola pública Luciana Lopes Xavier 1 Odenise Maria Bezerra 2 Resumo O presente trabalho busca relatar uma experiência

Leia mais

2º passo: trabalho com a exploração dos Sentidos. Tato Visão Olfato Gustação Audição. 3º passo: trabalho com uma ou mais Linguagens

2º passo: trabalho com a exploração dos Sentidos. Tato Visão Olfato Gustação Audição. 3º passo: trabalho com uma ou mais Linguagens Para que aconteça então a sequência didática os demais passos podem ser encaixados nos horários diários da escola sem nenhuma outra imposição. temos apenas que lembrar que a Sequência aqui apresentada

Leia mais

A LUDICIDADE NO CONTEXTO ESCOLAR

A LUDICIDADE NO CONTEXTO ESCOLAR Resumo A LUDICIDADE NO CONTEXTO ESCOLAR Ana Regina Donato de Moraes 1 Lourdes Keila Casado Pulucena 2 Lucieni Vaz dos Santos 3 Aprender brincando não é apenas um passatempo, quando se trata de ensinar.

Leia mais

Departamento da Educação Pré-Escolar/1.º Ciclo. CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO Pré-Escolar

Departamento da Educação Pré-Escolar/1.º Ciclo. CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO Pré-Escolar MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO E CIÊNCIA AGRUPAMENTO DE ESCOLAS DE SANTA BÁRBARA Departamento Pré-Escolar/1º Ciclo 151 956 Departamento da Educação Pré-Escolar/1.º Ciclo CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO Pré-Escolar Área

Leia mais

EDUCAÇÃO INFANTIL LINGUAGEM ORAL E ESCRITA. Premissas básicas:

EDUCAÇÃO INFANTIL LINGUAGEM ORAL E ESCRITA. Premissas básicas: EDUCAÇÃO INFANTIL A Educação Infantil, enquanto segmento de ensino que propicia um maior contato formal da criança com o mundo que a cerca, deve favorecer a socialização da criança, permitir a interação

Leia mais

O TRABALHO COM GÊNEROS TEXTUAIS NA SALA DE AULA UNIDADE 5 ANO 2

O TRABALHO COM GÊNEROS TEXTUAIS NA SALA DE AULA UNIDADE 5 ANO 2 O TRABALHO COM GÊNEROS TEXTUAIS NA SALA DE AULA UNIDADE 5 ANO 2 O TRABALHO COM GÊNEROS TEXTUAIS NA SALA DE AULA INICIANDO A CONVERSA APROFUNDANDO O TEMA Por que ensinar gêneros textuais na escola? Registro

Leia mais

Segundo Soares (1998) o letramento tem sido compreendido em suas duas principais dimensões a individual e a social:

Segundo Soares (1998) o letramento tem sido compreendido em suas duas principais dimensões a individual e a social: INTRODUÇÃO Esta pesquisa terá como preocupação central reafirmar a educação como Direito Fundamental de todo cidadão. Num segundo momento, apontar para a ação educativa da Educação Infantil e o seu funcionamento,

Leia mais

Projeto: Barulhinho Bom Música e Movimento na Educação Infantil I

Projeto: Barulhinho Bom Música e Movimento na Educação Infantil I 1 Projeto: Barulhinho Bom Música e Movimento na Educação Infantil I Professora: Catarine Green Martins ADI: Maria Aparecida S. Falabella e Silvia Regina Ivoti Coordenadora: Silvana Alves Larrubia Diretora:Mauricéia

Leia mais

Propiciar a socialização da criança através da participação numa comunidade mais ampla, onde descubra e domine regras próprias do convívio social.

Propiciar a socialização da criança através da participação numa comunidade mais ampla, onde descubra e domine regras próprias do convívio social. EDUCAÇÃO INFANTIL OBJETIVOS GERAIS Conhecimento do Mundo Formação Pessoal e Social Movimento Linguagem Oral e Escrita Identidade e Autonomia Música Natureza e Sociedade Artes Visuais Matemática OBJETIVOS

Leia mais

Brincar, expressando emoções, sentimentos, pensamentos, desejos e necessidades;

Brincar, expressando emoções, sentimentos, pensamentos, desejos e necessidades; INFANTIL II OBJETIVOS GERAIS DA EDUCAÇÃO INFANTIL Desenvolver uma imagem positiva de si, atuando de forma cada vez mais independente, com a confiança em suas capacidades e percepção de suas limitações:

Leia mais

PROJETO BRINCOS, CANTIGAS E OUTRAS BRINCADEIRAS CANTADAS

PROJETO BRINCOS, CANTIGAS E OUTRAS BRINCADEIRAS CANTADAS PROJETO BRINCOS, CANTIGAS E OUTRAS BRINCADEIRAS CANTADAS Rosângela Vitale Mazzanti Michele de Assis Negri RESUMO: Este trabalho apresenta o Projeto realizado na EMEB Dr. Edward Aleixo de Paula, bem como

Leia mais

CONHECIMENTOS E CAPACIDADES ENVOLVIDOS NO PROCESSO DE ALFABETIZAÇÃO E LETRAMENTO 1

CONHECIMENTOS E CAPACIDADES ENVOLVIDOS NO PROCESSO DE ALFABETIZAÇÃO E LETRAMENTO 1 . PREFEITURA MUNICIPAL DO SALVADOR Secretaria Municipal de Educação e Cultura SMEC Coordenadoria de Ensino e Apoio Pedagógico CENAP CONHECIMENTOS E CAPACIDADES ENVOLVIDOS NO PROCESSO DE ALFABETIZAÇÃO E

Leia mais

Centro Universitário Municipal de São José - USJ. Acadêmica: : Monique Cristina Gelsleuchter

Centro Universitário Municipal de São José - USJ. Acadêmica: : Monique Cristina Gelsleuchter Centro Universitário Municipal de São José - USJ Acadêmica: : Monique Cristina Gelsleuchter Orientadora: Profª. MSc Roberta Schnnor Buehring Objetivo Geral Analisar situações cotidianas da Educação Infantil,

Leia mais

LETRAMENTO, LEITURA, LITERATURA E PRODUÇÃO DE TEXTO: SUAS IMPLICAÇÕES NO PROCESSO DE ENSINO-APRENDIZAGEM

LETRAMENTO, LEITURA, LITERATURA E PRODUÇÃO DE TEXTO: SUAS IMPLICAÇÕES NO PROCESSO DE ENSINO-APRENDIZAGEM LETRAMENTO, LEITURA, LITERATURA E PRODUÇÃO DE TEXTO: SUAS IMPLICAÇÕES NO PROCESSO DE ENSINO-APRENDIZAGEM Kelly Cristina Costa Martins 1 Simônica da Costa Ferreira 2 Introdução Nos dias atuais percebemos

Leia mais

Ensino Fundamental I Regra de Jogo. Gêneros Textuais. Links para os conteúdos sugeridos neste plano estão disponíveis na aba Saiba Mais.

Ensino Fundamental I Regra de Jogo. Gêneros Textuais. Links para os conteúdos sugeridos neste plano estão disponíveis na aba Saiba Mais. Ensino Fundamental I Regra de Jogo. Gêneros Textuais. Competência(s) / Objetivo(s) de Aprendizagem: Reconhecer as características do gênero textual regra de jogo. Analisar e compreender um texto prescritivo..

Leia mais

Atividades Pedagógicas. Abril2014

Atividades Pedagógicas. Abril2014 Atividades Pedagógicas Abril2014 III A JOGOS DIVERTIDOS Fizemos dois campeonatos com a Turma da Fazenda, o primeiro com o seguinte trajeto: as crianças precisavam pegar água em um ponto e levar até o outro,

Leia mais

CIRCUITO DAS BRINCADEIRAS: O CURRÍCULO EM MOVIMENTO NA EDUCAÇÃO INFANTIL

CIRCUITO DAS BRINCADEIRAS: O CURRÍCULO EM MOVIMENTO NA EDUCAÇÃO INFANTIL CIRCUITO DAS BRINCADEIRAS: O CURRÍCULO EM MOVIMENTO NA EDUCAÇÃO INFANTIL Introdução MÔNICA DO NASCIMENTO BRITO NILVANA DO SOCORRO GASPAR ROCHA ROSA MARIA ALVES DA COSTA SÔNIA SILVA SANTOS MARIA CELIA SALES

Leia mais

Palavras Soltas. Projeto Pedagógico 2014/2015. Equipa Educativa:

Palavras Soltas. Projeto Pedagógico 2014/2015. Equipa Educativa: Palavras Soltas Equipa Educativa: Ana Maria Lopes; Ana Paula Neves; Daniela Bonito; Sandra Silva; Tathiana Germano; Teresa Ouro Índice Palavras Soltas 2 14 pág. Introdução... 5 I. Justificativa/ Tema...

Leia mais

PROGRAMA DE CONTEÚDOS 2014

PROGRAMA DE CONTEÚDOS 2014 C O L É G I O L A S A L L E Educação Infantil, Ensino Fundamental e Médio Rua Guarani, 2000 - Fone (045) 3252-1336 - Fax (045) 3379-5822 http://www.lasalle.edu.br/toledo/ PROGRAMA DE 2014 DISCIPLINA: LINGUAGEM

Leia mais

Aprendizagem na Educação Musical

Aprendizagem na Educação Musical Aprendizagem na Educação Musical Flávia Rizzon Universidade Federal do Rio Grande do Sul Resumo: O presente texto refere-se à importância de reavaliar a didática na área da Educação Musical, relacionando-a

Leia mais

CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO DO PRÉ-ESCOLAR 2015/2016

CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO DO PRÉ-ESCOLAR 2015/2016 CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO DO PRÉ-ESCOLAR 2015/2016 Critérios de Avaliação da Educação Pré-Escolar Página 1 Introdução O princípio consensualmente partilhado de que a avaliação é um elemento integrante e regulador

Leia mais

As concepções de professoras alfabetizadoras acerca do conceito de letramento. PALAVRAS-CHAVE: Letramento. Alfabetização. Professoras. Concepções.

As concepções de professoras alfabetizadoras acerca do conceito de letramento. PALAVRAS-CHAVE: Letramento. Alfabetização. Professoras. Concepções. As concepções de professoras alfabetizadoras acerca do conceito de letramento RESUMO A recente incorporação do termo letramento no campo da educação brasileira associada com a ampliação do Ensino Fundamental

Leia mais

PROJETO MAGIA DAS HISTÓRIAS INFANTIS

PROJETO MAGIA DAS HISTÓRIAS INFANTIS COLÉGIO VICENTINO IMACULADO CORAÇÃO DE MARIA Educação Infantil, Ensino Fundamental e Médio Rua Rui Barbosa, 1324, Toledo PR Fone: 3277-8150 PROJETO MAGIA DAS HISTÓRIAS INFANTIS SÉRIE: Berçário A Berçário

Leia mais

A EVOLUÇÃO DO DESENHO DA CRIANÇA. Marília Santarosa Feltrin 1 - ma_feltrin@yahoo.com.br

A EVOLUÇÃO DO DESENHO DA CRIANÇA. Marília Santarosa Feltrin 1 - ma_feltrin@yahoo.com.br A EVOLUÇÃO DO DESENHO DA CRIANÇA Marília Santarosa Feltrin 1 - ma_feltrin@yahoo.com.br Resumo: o presente trabalho cujo tema é a Evolução do desenho da criança teve por objetivo identificar o processo

Leia mais

LENDO O MUNDO ATRAVÉS DA TRIDIMENCIONALIDADE

LENDO O MUNDO ATRAVÉS DA TRIDIMENCIONALIDADE LENDO O MUNDO ATRAVÉS DA TRIDIMENCIONALIDADE. Maria Perpétua CEMEI San Martin petasc@clik21.com.br Campinas-SP, Sonia Evangelista Ferreira, CEMEI San Martin petasc@ig.com.br Campinas SP, Silvana Ortiz

Leia mais

CADERNO DE ATIVIDADES PARA O PRIMEIRO ANO DO ENSINO FUNDAMENTAL DE NOVE ANOS: FERRAMENTA DE APOIO AO PROFESSOR DA CRIANÇA DE 6 ANOS.

CADERNO DE ATIVIDADES PARA O PRIMEIRO ANO DO ENSINO FUNDAMENTAL DE NOVE ANOS: FERRAMENTA DE APOIO AO PROFESSOR DA CRIANÇA DE 6 ANOS. CADERNO DE ATIVIDADES PARA O PRIMEIRO ANO DO ENSINO FUNDAMENTAL DE NOVE ANOS: FERRAMENTA DE APOIO AO PROFESSOR DA CRIANÇA DE 6 ANOS. Elaine Cristina Rodrigues Gomes Vidal. Gruhbas Projetos Educacionais

Leia mais

Manual Institucional da Educação Infantil

Manual Institucional da Educação Infantil Manual Institucional da Educação Infantil Maple Bear Programa da Educação Infantil Aprendendo para a Vida Em um Ambiente Seguro, Acolhedor e Centrado na Criança Toda criança merece o melhor começo possível

Leia mais

ÁLBUM DE FOTOGRAFIA: A PRÁTICA DO LETRAMENTO NA EDUCAÇÃO INFANTIL 59. Elaine Leal Fernandes elfleal@ig.com.br. Apresentação

ÁLBUM DE FOTOGRAFIA: A PRÁTICA DO LETRAMENTO NA EDUCAÇÃO INFANTIL 59. Elaine Leal Fernandes elfleal@ig.com.br. Apresentação ÁLBUM DE FOTOGRAFIA: A PRÁTICA DO LETRAMENTO NA EDUCAÇÃO INFANTIL 59 Elaine Leal Fernandes elfleal@ig.com.br Graduada em pedagogia e fonoaudiologia, Pós-graduada em linguagem, Professora da Creche-Escola

Leia mais

Propostas para melhorias da fala de crianças com síndrome de down

Propostas para melhorias da fala de crianças com síndrome de down Propostas para melhorias da fala de crianças com síndrome de down Resumo Esse vídeo pretende oferecer instrumentos aos professores da educação infantil e do ensino fundamental para as tarefas da educação

Leia mais

UNIVERSIDADE CÂNDIDO MENDES DIRETORIA DE PROJETOS ESPECIAIS INSTITUTO DE PESQUISAS SÓCIO-PEDAÓGICAS ANDRÉA MIRANDA

UNIVERSIDADE CÂNDIDO MENDES DIRETORIA DE PROJETOS ESPECIAIS INSTITUTO DE PESQUISAS SÓCIO-PEDAÓGICAS ANDRÉA MIRANDA UNIVERSIDADE CÂNDIDO MENDES DIRETORIA DE PROJETOS ESPECIAIS INSTITUTO DE PESQUISAS SÓCIO-PEDAÓGICAS ANDRÉA MIRANDA Rio de Janeiro, agosto/2001 10 UNIVERSIDADE CÂNDIDO MENDES DIRETORIA DE PROJETOS ESPECIAIS

Leia mais

REVISTA CONTEÚDO O JOGAR E O BRINCAR EM UM CONTEXTO PEDAGÓGICO NA EDUCAÇÃO INFANTIL

REVISTA CONTEÚDO O JOGAR E O BRINCAR EM UM CONTEXTO PEDAGÓGICO NA EDUCAÇÃO INFANTIL O JOGAR E O BRINCAR EM UM CONTEXTO PEDAGÓGICO NA EDUCAÇÃO INFANTIL Nara Fernanda de Campos 1 RESUMO Considerando os jogos e as brincadeiras infantis como uma ferramenta ideal ao aprendizado, podemos dizer

Leia mais

SUGESTÕES / ORIENTAÇÕES GERAIS PARA O ORIENTADOR PEDAGÓGICO ACOMPANHAR A RECUPERAÇÃO PARALELA DESENVOLVIDA NA UNIDADE ESCOLAR

SUGESTÕES / ORIENTAÇÕES GERAIS PARA O ORIENTADOR PEDAGÓGICO ACOMPANHAR A RECUPERAÇÃO PARALELA DESENVOLVIDA NA UNIDADE ESCOLAR SUGESTÕES / ORIENTAÇÕES GERAIS PARA O ORIENTADOR PEDAGÓGICO ACOMPANHAR A RECUPERAÇÃO PARALELA DESENVOLVIDA NA UNIDADE ESCOLAR Considerando a importância e a complexidade da atuação do orientador pedagógico

Leia mais

GOVERNO DO ESTADO DO CEARÁ Secretaria da Educação Coordenadoria de Cooperação com os Municípios PROGRAMA ALFABETIZAÇÃO NA IDADE CERTA PAIC

GOVERNO DO ESTADO DO CEARÁ Secretaria da Educação Coordenadoria de Cooperação com os Municípios PROGRAMA ALFABETIZAÇÃO NA IDADE CERTA PAIC GOVERNO DO ESTADO DO CEARÁ Secretaria da Educação Coordenadoria de Cooperação com os Municípios PROGRAMA ALFABETIZAÇÃO NA IDADE CERTA PAIC Caro (a) professor (a), ORIENTAÇÕES DIDÁTICAS PARA O 2º ANO Cientes

Leia mais

Rotinas da escola e da sala de aula: possibilidades de organização do trabalho pedagógico na perspectiva do letramento. Prof. Juliana P.

Rotinas da escola e da sala de aula: possibilidades de organização do trabalho pedagógico na perspectiva do letramento. Prof. Juliana P. Rotinas da escola e da sala de aula: possibilidades de organização do trabalho pedagógico na perspectiva do letramento Prof. Juliana P. Viecheneski O que nos vem à mente quando falamos em rotina? Na prática

Leia mais

A FORMAÇÃO PROFISSIONAL DO CIENTISTA SOCIAL: SABERES E COMPETÊNCIAS NECESSÁRIOS

A FORMAÇÃO PROFISSIONAL DO CIENTISTA SOCIAL: SABERES E COMPETÊNCIAS NECESSÁRIOS O JOGO SEGUNDO A TEORIA DO DESENVOLVIMENTO HUMANO DE WALLON Cleudo Alves Freire Daiane Soares da Costa Ronnáli da Costa Rodrigues Rozeli Maria de Almeida Raimunda Ercilia Fernandes S. de Melo Graduandos

Leia mais

A Prática Pedagógica no Berçário. Maria Carmen Silveira Barbosa

A Prática Pedagógica no Berçário. Maria Carmen Silveira Barbosa A Prática Pedagógica no Berçário "As pequenas atividades quotidianas tornam-se hábitos sobre os quais a criança fundamenta a sua autonomia" Tonucci Maria Carmen Silveira Barbosa As creches durante muitos

Leia mais

O DIÁLOGO COM AS CRIANÇAS PEQUENAS - REFLEXÕES SOBRE O COTIDIANO INFANTIL

O DIÁLOGO COM AS CRIANÇAS PEQUENAS - REFLEXÕES SOBRE O COTIDIANO INFANTIL O DIÁLOGO COM AS CRIANÇAS PEQUENAS - REFLEXÕES SOBRE O COTIDIANO INFANTIL Viviane Cardoso¹ Resumo: O objetivo desse artigo é refletir como os ideais da pedagogia freireana tem contribuído para as práticas

Leia mais

DICA PEDAGÓGICA EDUCAÇÃO INFANTIL

DICA PEDAGÓGICA EDUCAÇÃO INFANTIL DICA PEDAGÓGICA EDUCAÇÃO INFANTIL 1. TÍTULO DO PROGRAMA As letrinhas mágicas 2. EPISÓDIO(S) TRABALHADO(S): A máquina de pesadelos 3. SINOPSE DO(S) EPISÓDIO(S) ESPECÍFICO(S) Na série As letrinhas mágicas,

Leia mais

Avaliação e observação

Avaliação e observação Avaliação e observação Objetivo da Aula Identifi car o papel da avaliação no processo de ensino-aprendizagem. A avaliação é uma prática social, estamos sempre avaliando, fazendo escolhas. Avaliamos o que

Leia mais