A CRIANÇA DE SEIS ANOS NO ENSINO FUNDAMENTAL

Save this PDF as:
 WORD  PNG  TXT  JPG

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "A CRIANÇA DE SEIS ANOS NO ENSINO FUNDAMENTAL"

Transcrição

1 A CRIANÇA DE SEIS ANOS NO ENSINO FUNDAMENTAL Por que a criança de seis anos no ensino fundamental? Porque, pelo que entendi, em minha vida inteirinha, para umas coisas serei grande, para outras, pequenininha. Grande ou pequena, de Beatriz Meirelles Professor (a), você lembra que idade tinha quando ingressou na 1ª série do ensino primário, ou 1º grau, ou ensino fundamental? Veja que, dependendo da época em que estudou, até a denominação era diferente. Como se chamava essa primeira etapa da escolaridade obrigatória no período em que você estudou? Quantos anos de estudo eram obrigatórios no Brasil na época em que ingressou na escola? Você fez o exame de admissão (cursou a 5ª série)? Ou depois da 4ª série foi matriculada direto numa nova etapa de ensino? Como chamava essa nova etapa? Ginásio? Ou era a continuidade do 1 grau? Ou do ensino fundamental? É muito interessante pensar nessas questões, pois a partir de nossas próprias experiências podemos avaliar as grandes mudanças e conquistas educacionais da sociedade brasileira nos últimos anos. Veja o quadro abaixo e compare: Lei 4.024/1961: 4 anos de escolaridade obrigatória. Lei 5.692/1971: 8 anos de escolaridade obrigatória. Lei 9.394/1996: possibilidade de 9 anos de escolaridade obrigatória. Lei /2006: 9 anos de escolaridade obrigatória, com a inclusão das crianças de 6 anos. O quadro deixa claro que não foi de um momento para outro que essas transformações ocorreram. Também não foi pela vontade de um único legislador ou de um determinado governo que as mudanças se processaram.

2 Não apenas no Brasil, mas em várias partes do mundo, principalmente nos países desenvolvidos, a necessidade dessa ampliação foi gerada ao longo de um processo histórico, do qual fizeram parte inúmeros atores sociais. A complexidade do mundo contemporâneo e a vida nas sociedades desenvolvidas demandam um sujeito mais bem formado e ampliam o papel da escola obrigatória. O crescente processo de industrialização, incluindo definitivamente a mulher no mercado de trabalho, trouxe profundas modificações na estrutura familiar e na própria concepção de família. Com isso, tornou-se necessária a adequação da escola a essas mudanças. E após a Segunda Guerra Mundial, verificou-se uma tendência internacional de ampliar a escolaridade obrigatória e incluir as crianças com menos idade no ensino fundamental. No Brasil, desde o final do século passado, essa questão já fazia parte das discussões de inúmeras entidades de professores, das pautas dos movimentos sociais por melhoria na educação e das discussões em torno dos planos decenais de educação. Em alguns municípios brasileiros as crianças de seis anos são matriculadas no ensino fundamental já há mais de dez anos, seja ampliando essa etapa da educação básica para nove anos, seja mantendo os oito anos de escolaridade obrigatória. Dados do censo demográfico do IBGE de 2000 demonstram que já naquela época muitas crianças de seis anos cursavam o ensino fundamental. Censo demográfico de 2000 IBGE Crianças de 6 anos: - 81,7% na escola; - 29,6% no ensino fundamental; - 13,6% em classes de alfabetização; - 38,9% em classes de educação infantil. Nas cidades localizadas em regiões fronteiriças do Brasil, onde é muito comum a transferência de crianças de um município para outro por

3 causa do trabalho dos pais, essa questão trazia problemas, para crianças, famílias e escolas. A questão se agravou ainda mais pelo fato de os países do Mercosul já terem aumentado o período de permanência obrigatória das crianças na escola, com a inclusão das de seis anos no ensino fundamental. Mas o que significa inserir as crianças de seis anos no ensino fundamental, aumentando o tempo de escolaridade obrigatória? Significa que as crianças brasileiras terão maiores oportunidades socioculturais de aprender e viver seu tempo de infância, de préadolescência e de adolescência. Muitas terão um tempo maior de estudo antes de ingressarem no mercado de trabalho. Teremos pessoas com um maior nível de escolaridade, e a população, de maneira geral, terá um tempo maior para consolidar suas aprendizagens. Nesse sentido, é fundamental termos clareza de que colocar as crianças mais cedo na escola não significa antecipar a escolaridade para que elas possam sair mais cedo da escola, mas, sim, ampliar o tempo de estudo e, portanto, dos conhecimentos adquiridos pelos educandos. O que muda, então, para as crianças de seis anos com sua inclusão no ensino fundamental? Quem é essa criança? E chegou o dia. O primeiro dia de escola. Quando cheguei à minha classe, vi um monte de crianças que nunca tinha visto. Bibi vai para a escola, de Alejandro Rosas Você lembra de seu primeiro dia na escola? Quantos anos você tinha? Lembra das pessoas que o/a receberam? Dos cheiros? Dos barulhos? Dos sabores e dos saberes? Lembra do que fez nesse primeiro dia? Chorou? E

4 seus colegas, como reagiram? E a professora, o que propôs para tornar mais leve e prazeroso esse momento? Ao lembrar dessas coisas, certamente você deve estar avaliando o quanto esse ingresso pode ter sido decisivo para a sua relação com a escola e com o conhecimento e para a continuidade de sua escolaridade. Mesmo muitas crianças tendo freqüentado a pré-escola, sabemos que a expectativa em relação ao ingresso no ensino obrigatório é muito diferente. Embora diversas instituições de educação infantil antecipem o trabalho de escolarização, aquele ainda parece ser o espaço da brincadeira, da imaginação e da liberdade. Basta entrar em uma sala de educação infantil e em uma classe de ensino fundamental para sentir a diferença. A escola de ensino fundamental transforma a criança da educação infantil em aluno, enquadrando-a em seus horários, espaços, materiais, ritos, conteúdos, grades, metodologias, atividades, planejamentos e avaliações. Na grande maioria das vezes, ao ser matriculada no ensino fundamental, a criança se obriga a deixar a infância na porta da escola e vestir-se de aluno. Criança representa uma categoria identificada pela idade. Ela vive um momento específico do desenvolvimento humano, no qual aprende a brincar, falar, andar e interagir no meio em que vive. Já a infância é uma categoria social, marcada pelo tempo de ser criança, que varia de acordo com as diferentes culturas, classes sociais e histórias pessoais de cada uma e de cada família. Alejandro Rosas, autor e ilustrador dos três livros acima, nos ensina que é preciso aprender com as crianças para poder aproximar-se delas, seja com um livro, seja numa relação pedagógica. Leia o depoimento do autor abaixo: Tenho três filhas lindas, com as quais venho aprendendo muitas coisas importantes. Violeta, a menor delas, foi a minha inspiração

5 para estes livros, que escrevi para ajudá-la a tomar decisões. Ela me ensinou a desenhar como uma criança de 5 anos... Você acha possível aprender com as crianças? Passe a observá-las melhor nas brincadeiras ou nas atividades que você propõe; observe-as também nos momentos de recreio, quando chegam à escola e quando saem dela, após o final de semana, depois das férias... Converse com elas, permita que interajam com os colegas, narrando suas experiências e falando de seu cotidiano em casa e na comunidade. Conte histórias da sua própria vida, de quando você tinha a idade delas, de como era a escola que você freqüentou, de como foi a sua experiência escolar. As crianças gostam muito de ouvir as histórias de infância dos adultos, relacionando-as com suas próprias. Esse é um momento em que adultos e crianças se encontram, como se vivessem coisas comuns em um mesmo tempo. Outra boa estratégia para atingir as crianças, e ao mesmo tempo conhecê-las e propiciar-lhes autoconhecimento, é ler historias que falam de crianças como elas. Nesse sentido, os livros citados acima muito podem contribuir, pois o autor, ao apresentar uma Bibi que precisa tomar suas primeiras decisões tendo como referência suas três filhas, apresenta-nos uma criança típica da faixa etária com a qual o professor do primeiro ano do ensino fundamental vai trabalhar a partir de agora. Bibi, que é a própria narradora das três histórias, apresenta ao leitor, por meio de uma linguagem e um desenho tipicamente infantil, algumas das problemáticas vividas pelas crianças de seis ou sete anos. Como me separar de meus pais e dormir em outra cama? Como aceitar cortar meus cabelos se eles representam muito do que sou? Como enfrentar os meus medos ao ingressar em um ambiente estranho e malfalado por aqueles que o freqüentam, como é a escola? Converse com seus alunos sobre esses e outros dilemas vividos por eles. Proponha que, em grupos, representem, em forma de teatro ou com fantoches, as situações experimentadas por Bibi e outras vividas por eles.

6 Para pensar nas crianças de seis anos é preciso, em primeiro lugar, vê-las como integrantes de uma cultura em desenvolvimento. Quando ingressam no ensino fundamental, aos seis anos, as crianças se encontram como Bibi, em pleno desenvolvimento físico e motor, construindo sua corporeidade e seus movimentos, formando sua identidade, ao mesmo tempo em que aprendem sobre o mundo e se inserem na cultura. Também como Bibi, as crianças dessa faixa etária estão construindo sua autonomia, sua independência, estabelecendo laços afetivos e sociais. As funções mentais, como memória, percepção e imaginação, e a função simbólica ainda se encontram em construção. O pensamento verbal e as múltiplas linguagens estão se estruturando. Com tais especificidades, as crianças de seis anos precisam brincar, interagir com adultos e outras crianças, explorar e experimentar os objetos do mundo físico social, vivenciar situações em que sua imaginação seja desafiada, imitar e repetir ações por livre iniciativa e, sobretudo, ainda precisam de cuidados básicos, de afetividade e de aconchego. Aos poucos, à medida que avançam no processo de construção da inteligência e de inserção na cultura, demandam tarefas mais complexas que, progressivamente, vão se tornando capazes de desenvolver. Alguns exemplos: tarefas relacionadas com aquisição e sistematização de conhecimentos de diferentes áreas, as que envolvem confrontos de ponto de vista e de socialização de saberes, situações pedagógicas em que necessitam seguir instruções e fazer previsões. É importante destacar que essas capacidades são construídas pelas crianças não por terem que amadurecer rapidamente para ingressar no ensino fundamental, ou porque já completaram seis anos ou sete anos, mas como resultado de um processo no qual os aspectos biológicos e os fatores culturais interagem gradativamente, no tempo e nos espaços sociais em que elas convivem. Ao buscar cumprir seus objetivos de formalização dos conteúdos e sistematização de conceitos, deslocando-os do plano da ação para o plano do pensamento, o professor do ensino fundamental não pode perder de

7 vista que a tomada de consciência e a explicitação verbal desses aspectos pela criança ainda necessita muito da ação e das diferentes formas de representação. Por isso ainda precisam brincar muito e mediar suas relações com o mundo por meio de múltiplas linguagens. Para trabalhar com essas crianças, é preciso conhecê-las e levar em consideração, nas propostas pedagógicas das escolas, as suas formas próprias de aprender, em função das especificidades de seu momento de desenvolvimento/aprendizagem, de suas interações e suas formas de inserção na cultura. Por isso, alguns livros da coleção Pensamento e Ação no Magistério podem ajudar você, professor(a) a compreender um pouco mais sobre a forma como as crianças pensam, aprendem e se desenvolvem nessa faixa etária. Vamos pensar em algumas estratégias para trabalhar com as crianças? O livro de Beatriz Meirelles, ilustrado por Aída Cassiano, apresenta um grande dilema dessa faixa etária e pode ser um ótimo puxa-prosa com as crianças, pois, além de trazer uma problemática infantil, é todo rimado, o que agrada muito as crianças, especialmente aquelas que estão começando a descobrir a sonoridade das palavras. Após a leitura, você pode levar a questão para o universo delas e fazer com que lembrem de situações em que são consideradas grandes e outras para as quais são consideradas pequenas. Inicialmente, é muito importante que as crianças observem o desenho, seu traçado, seu movimento. Ajude-as a perceberem também os objetos, sua disposição espacial, sua proporção. Converse sobre as cores utilizadas, as tonalidades diferentes, as expressões da personagem Mariana e as ações por ela desenvolvidas ao longo de todo o livro. Em seguida, leia a obra, caso seus alunos ainda não consigam ler autonomamente. Se já forem capazes de fazê-lo, peça que leiam e depois converse sobre a história, levando a questão para o universo deles.

8 Depois, proponha que montem, da maneira deles, uma lista que pode ser feita apenas com ilustrações, desenhos, recortes e colagens, com escrita convencional ou não, tendo como inspiração as ilustrações do livro. É muito importante que as crianças socializem seus trabalhos e suas experiências. Você pode, com elas, juntar todas as listas e ilustrações e fazer um livrão da turma. Para aprofundar Bibliografia: FARIA, Vitória, SALLES, Fátima. A linguagem escrita nas propostas pedagógicas da educação Infantil. Revista do professor. Belo Horizonte: Secretaria de Estado da Educação de Minas Gerais, v. 11, Dez LIMA, E. S. Desenvolvimento e Aprendizagem na escola: aspectos culturais, neurológicos e psicológicos. São Paulo: GEDH,1997. Site: Orientações para o ensino fundamental de nove anos no site do MEC: Filmes: O Balão Branco. Direção de Jafir Panahi. Irã, Filhos do Paraíso. Direção de Magid Magidi. Irã, Crianças invisíveis. Direção de Chiara Tilesi com apoio do Unicef. Itália, 2005.

A LINGUAGEM ESCRITA COMO UMA DAS MÚLTIPLAS

A LINGUAGEM ESCRITA COMO UMA DAS MÚLTIPLAS A LINGUAGEM ESCRITA COMO UMA DAS MÚLTIPLAS LINGUAGENS DA CRIANÇA Professor(a), no tema anterior, A criança de seis anos no ensino fundamental, falamos sobre quem são e como são essas crianças que ingressam

Leia mais

Atividade Pedagógica Teatro de fantoches. Junho 2013

Atividade Pedagógica Teatro de fantoches. Junho 2013 Atividade Pedagógica Teatro de fantoches Junho 2013 III D Teatro de fantoches A criança que ainda não sabe ler convencionalmente pode fazê-lo por meio da escuta da leitura do professor, ainda que não possa

Leia mais

Todas as atividades que seu(sua) filho(a) realiza na escola, em todas as áreas de conhecimento, estão relacionadas aos objetivos de aprendizagem.

Todas as atividades que seu(sua) filho(a) realiza na escola, em todas as áreas de conhecimento, estão relacionadas aos objetivos de aprendizagem. Brasília, 24 de fevereiro de 2014. Senhores Pais e/ou Responsáveis, Neste documento, listamos os conteúdos e objetivos referentes às aprendizagens pretendidas para os alunos do Maternal II, durante o 1º

Leia mais

IV EDIPE Encontro Estadual de Didática e Prática de Ensino 2011

IV EDIPE Encontro Estadual de Didática e Prática de Ensino 2011 NATAÇÃO E DESEMPENHO ESCOLAR: EXPERIÊNCIA DE UMA EXTENSÃO DA UFG COM UMA ESCOLA PÚBLICA Poliana Siqueira Pedroza 1 Luís César de Souza 2 RESUMO Comunidade Aquática é um projeto de extensão do curso de

Leia mais

PROJETO AMARELINHA PROFESSORA: MARILENE FERREIRA DE LIMA OLIVEIRA. E.E Dr. MORATO DE OLIVEIRA

PROJETO AMARELINHA PROFESSORA: MARILENE FERREIRA DE LIMA OLIVEIRA. E.E Dr. MORATO DE OLIVEIRA PROJETO AMARELINHA PROFESSORA: MARILENE FERREIRA DE LIMA OLIVEIRA E.E Dr. MORATO DE OLIVEIRA TÍTULO: PROJETO AMARELINHA TURMA: 1º ANO E TEMPO PREVISTO: 1 MÊS PROFESSOR ORIENTADOR: MARILENE FERREIRA DE

Leia mais

HISTÓRIA ORAL NO ENSINO FUNDAMENTAL: O REGIME MILITAR NO EX- TERRITÓRIO DE RORAIMA

HISTÓRIA ORAL NO ENSINO FUNDAMENTAL: O REGIME MILITAR NO EX- TERRITÓRIO DE RORAIMA HISTÓRIA ORAL NO ENSINO FUNDAMENTAL: O REGIME MILITAR NO EX- TERRITÓRIO DE RORAIMA LYSNE NÔZENIR DE LIMA LIRA, 1 HSTÉFFANY PEREIRA MUNIZ 2 1. Introdução Este trabalho foi criado a partir da experiência

Leia mais

A CONSTRUÇÃO DO CURRÍCULO DE EDUCAÇÃO INFANTIL DA REDE MUNICIPAL DE ENSINO DE CHAPECÓ SC

A CONSTRUÇÃO DO CURRÍCULO DE EDUCAÇÃO INFANTIL DA REDE MUNICIPAL DE ENSINO DE CHAPECÓ SC A CONSTRUÇÃO DO CURRÍCULO DE EDUCAÇÃO INFANTIL DA REDE MUNICIPAL DE ENSINO DE CHAPECÓ SC FIGUEIREDO, Anelice Maria Banhara - SME / Chapecó/SC anelicefigueiredo@gmail.com LORENZET, Simone Vergínia - SME

Leia mais

BIBLIOTECA VIVA: CONHECENDO O MUNDO ATRAVÉS DOS LIVROS RESUMO

BIBLIOTECA VIVA: CONHECENDO O MUNDO ATRAVÉS DOS LIVROS RESUMO BIBLIOTECA VIVA: CONHECENDO O MUNDO ATRAVÉS DOS LIVROS Camila Alves de Araujo Maria 1 ; Juciene da Silva Gomes 2 ; Ireny Morassu ³; Maria José de Jesus Alves Cordeiro 4 UEMS Cidade Universitária de Dourados-

Leia mais

20 Anos de Tradição Carinho, Amor e Educação.

20 Anos de Tradição Carinho, Amor e Educação. Colégio Tutto Amore Colégio Sapience Carinho, Amor e Educação. Trabalhamos com meio-período e integral em todos os níveis de ensino. www.tuttoamore.com.br Nossa História No ano de 1993 deu-se o ponto de

Leia mais

COMUNIDADE AQUÁTICA: EXTENSÃO EM NATAÇÃO E ATENÇÃO AO DESEMPENHO ESCOLAR EM JATAÍ-GO.

COMUNIDADE AQUÁTICA: EXTENSÃO EM NATAÇÃO E ATENÇÃO AO DESEMPENHO ESCOLAR EM JATAÍ-GO. COMUNIDADE AQUÁTICA: EXTENSÃO EM NATAÇÃO E ATENÇÃO AO DESEMPENHO ESCOLAR EM JATAÍ-GO. PEDROZA, Poliana Siqueira 1 LUIZ, Angela Rodrigues 2 SOUZA, Luís César de 3 PALAVRAS-CHAVE: natação, atividades aquáticas,

Leia mais

Creche Municipal Pequeno Príncipe

Creche Municipal Pequeno Príncipe DESCRIPCIÓN DE LA INSTITUCIÓN UBICACIÓN GEOGRÁFICA Região: Centro Oeste Município: Porto dos Gaúchos MT Título da experiência: Construindo sua identidade no universo da brincadeira Autoras: Claudiane Eidt

Leia mais

POSSIBILIDADE DE ACESSO A EDUCAÇÃO E INCLUSÃO SOCIAL ATRAVÉS DO PROGRAMA MULHERES MIL: UM RELATO DE EXPERIÊNCIA

POSSIBILIDADE DE ACESSO A EDUCAÇÃO E INCLUSÃO SOCIAL ATRAVÉS DO PROGRAMA MULHERES MIL: UM RELATO DE EXPERIÊNCIA POSSIBILIDADE DE ACESSO A EDUCAÇÃO E INCLUSÃO SOCIAL ATRAVÉS DO PROGRAMA MULHERES MIL: UM RELATO DE EXPERIÊNCIA Albertina Marília Alves Guedes¹ Elisa Angélica Alves Guedes² Maria Nizete de Menezes Gomes

Leia mais

A escola para todos: uma reflexão necessária

A escola para todos: uma reflexão necessária A escola para todos: uma reflexão necessária Área: Inclusão Selecionador: Maria da Paz de Castro Nunes Pereira Categoria: Professor A escola para todos: uma reflexão necessária A escola é, por excelência,

Leia mais

COTIDIANO NA EDUCAÇÃO INFANTIL

COTIDIANO NA EDUCAÇÃO INFANTIL COTIDIANO NA EDUCAÇÃO INFANTIL Reflexão sobre aspectos da rotina nas creches e pré-escolas, tomando com motivação os desenhos de Francesco Tonucci e buscando apoio em alguns trabalhos teóricos significativos

Leia mais

LETRA VIVA. Informe. VISÃO: Ser referência no estado de Mato Grosso em cuidar e educar crianças da Educação Infantil e Ensino Fundamental I.

LETRA VIVA. Informe. VISÃO: Ser referência no estado de Mato Grosso em cuidar e educar crianças da Educação Infantil e Ensino Fundamental I. Ed. 01 Ano 01 Janeiro 2016 Atuando no "Cuidar e Educar" há 19 anos, a ESCOLA e a LETRA VIVA BABY oferecem diversas vantagens para quem quiser fazer parte do seu time, eis algumas: Espaço físico cuidado

Leia mais

CARTA ABERTA EM DEFESA DO PACTO NACIONAL PELA ALFABETIZAÇÃO NA IDADE CERTA

CARTA ABERTA EM DEFESA DO PACTO NACIONAL PELA ALFABETIZAÇÃO NA IDADE CERTA CARTA ABERTA EM DEFESA DO PACTO NACIONAL PELA ALFABETIZAÇÃO NA IDADE CERTA O Fórum das universidades públicas participantes do PACTO NACIONAL PELA ALFABETIZAÇÃO NA IDADE CERTA vem, por meio desta, defender

Leia mais

EXPERIÊNCIAS NA FORMAÇÃO DOCENTE

EXPERIÊNCIAS NA FORMAÇÃO DOCENTE EXPERIÊNCIAS NA FORMAÇÃO DOCENTE Stella Maris Pissaia 1 Giseli Dionize Bobato 2 RESUMO: Neste resumo apresentamos uma descrição compreensiva das experiências vivenciadas a partir do contato teórico durante

Leia mais

Atividades Pedagógicas. Abril2014

Atividades Pedagógicas. Abril2014 Atividades Pedagógicas Abril2014 III A JOGOS DIVERTIDOS Fizemos dois campeonatos com a Turma da Fazenda, o primeiro com o seguinte trajeto: as crianças precisavam pegar água em um ponto e levar até o outro,

Leia mais

Transcriça o da Entrevista

Transcriça o da Entrevista Transcriça o da Entrevista Entrevistadora: Valéria de Assumpção Silva Entrevistada: Ex praticante Clarice Local: Núcleo de Arte Grécia Data: 08.10.2013 Horário: 14h Duração da entrevista: 1h COR PRETA

Leia mais

Ensino Religioso História Geografia Auteridade (O Eu, Eu sou, Eu com os outros, Eu e os outros somos Nós)

Ensino Religioso História Geografia Auteridade (O Eu, Eu sou, Eu com os outros, Eu e os outros somos Nós) 1 TEMA Os limites da minha casa 2 AUTOR Franciele Mendes da Luz francieleluz@hotmail.com 3 SÉRIE / CICLO 1º Ciclo 1ª Série 7 anos 4 BLOCOS TEMÁTICOS Ensino Religioso História Geografia Auteridade (O Eu,

Leia mais

2º passo: trabalho com a exploração dos Sentidos. Tato Visão Olfato Gustação Audição. 3º passo: trabalho com uma ou mais Linguagens

2º passo: trabalho com a exploração dos Sentidos. Tato Visão Olfato Gustação Audição. 3º passo: trabalho com uma ou mais Linguagens Para que aconteça então a sequência didática os demais passos podem ser encaixados nos horários diários da escola sem nenhuma outra imposição. temos apenas que lembrar que a Sequência aqui apresentada

Leia mais

Gêneros discursivos no ciclo da alfabetização 1º ao 3º ano do ensino fundamental

Gêneros discursivos no ciclo da alfabetização 1º ao 3º ano do ensino fundamental Gêneros discursivos no ciclo da alfabetização 1º ao 3º ano do ensino fundamental Não se aprende por exercícios, mas por práticas significativas. Essa afirmação fica quase óbvia se pensarmos em como uma

Leia mais

Formação e identidade profissional do/a professor/a da Educação infantil:

Formação e identidade profissional do/a professor/a da Educação infantil: Currículo da Educação Infantil e as atuais Diretrizes Curriculares Nacionais para Educação Infantil 1. Educação Infantil: desafios e dilemas atuais 1 EC n 59/09 (obrigatoriedade do ensino dos 4 aos 17

Leia mais

INFORMATIVO 2015 GRUPO

INFORMATIVO 2015 GRUPO INFORMATIVO 2015 GRUPO 5 Considerar a criança como sujeito é levar em conta, nas relações que com ela estabelecemos, que ela tem desejos, ideias, opiniões, capacidade de decidir, de criar, e de inventar,

Leia mais

O LÚDICO NA APRENDIZAGEM

O LÚDICO NA APRENDIZAGEM O LÚDICO NA APRENDIZAGEM RESUMO Aline Hahn Affeldt Prof. Janaina de Souza Aragão Centro Universitário Leonardo da Vinci-UNIASSELVI Pedagogia (PED 7051) Metodologia e Conteúdos Básicos de Comunicação e

Leia mais

2.2 O PERFIL DOS PROFISSIONAIS DE EDUCAÇÃO INFANTIL

2.2 O PERFIL DOS PROFISSIONAIS DE EDUCAÇÃO INFANTIL 2.2 O PERFIL DOS PROFISSIONAIS DE EDUCAÇÃO INFANTIL Ao conceber as instituições de Educação Infantil como espaços onde ocorre o processo educativo, processo este pelo qual os homens apropriam-se do desenvolvimento

Leia mais

A INFLUÊNCIA DO JOGO NA APRENDIZAGEM DA MATEMÁTICA

A INFLUÊNCIA DO JOGO NA APRENDIZAGEM DA MATEMÁTICA A INFLUÊNCIA DO JOGO NA APRENDIZAGEM DA MATEMÁTICA Maria de Lourdes Meinerz da Silva Escola Municipal de Ensino Fundamental Nossa Senhora de Fátima- Santa Rosa RS jaimar_sr@yahoo.com.br Daiani Finatto

Leia mais

III ENCONTRO PROGRAMA DE BOLSA AUXÍLIO RESULTADO QUESTIONÁRIO BOLSISTAS

III ENCONTRO PROGRAMA DE BOLSA AUXÍLIO RESULTADO QUESTIONÁRIO BOLSISTAS III ENCONTRO PROGRAMA DE BOLSA AUXÍLIO 1. Há quanto tempo você participa do Programa de bolsa-auxílio do Instituto Girassol? Até 1 ano 3 De 1 a 2 anos 8 De 2 a 3 anos 3 De 2 a 3 anos 21% Até 1 ano 22%

Leia mais

INALDO MENDES DE MATTOS JUNIOR. MÚSICA NA CRECHE: Possibilidades de musicalização para bebês.

INALDO MENDES DE MATTOS JUNIOR. MÚSICA NA CRECHE: Possibilidades de musicalização para bebês. UNIVERSIDADE FEDERAL DO MARANHÃO CENTRO DE CIÊNCIAS HUMANAS CURSO DE MÚSICA LICENCIATURA MUSICALIZAÇÃO I JOAO FORTUNATO SOARES DE QUADROS JUNIOR INALDO MENDES DE MATTOS JUNIOR MÚSICA NA CRECHE São Luís

Leia mais

O LÚDICO COMO INSTRUMENTO TRANSFORMADOR NO ENSINO DE CIÊNCIAS PARA OS ALUNOS DA EDUCAÇÃO BÁSICA.

O LÚDICO COMO INSTRUMENTO TRANSFORMADOR NO ENSINO DE CIÊNCIAS PARA OS ALUNOS DA EDUCAÇÃO BÁSICA. O LÚDICO COMO INSTRUMENTO TRANSFORMADOR NO ENSINO DE CIÊNCIAS PARA OS ALUNOS DA EDUCAÇÃO BÁSICA. Autor (1)Suzânia Maria Pereira de Araújo; Autor (2) Eleilde de Sousa Oliveira; Orientador (1)Denise Silva

Leia mais

ESCOLA ESPECIAL RENASCER- APAE PROFESSORA: JULIANA ULIANA DA SILVA

ESCOLA ESPECIAL RENASCER- APAE PROFESSORA: JULIANA ULIANA DA SILVA ESCOLA ESPECIAL RENASCER- APAE PROFESSORA: JULIANA ULIANA DA SILVA PROJETO: ARTES NA EDUCAÇÃO ESPECIAL O CORPO E A MENTE EM AÇÃO LUCAS DO RIO VERDE 2009 APRESENTAÇÃO Em primeiro lugar é preciso compreender

Leia mais

JONAS RIBEIRO. ilustrações de Suppa

JONAS RIBEIRO. ilustrações de Suppa JONAS RIBEIRO ilustrações de Suppa Suplemento do professor Elaborado por Camila Tardelli da Silva Deu a louca no guarda-roupa Supl_prof_ Deu a louca no guarda roupa.indd 1 02/12/2015 12:19 Deu a louca

Leia mais

O TRABALHO COM BEBÊS

O TRABALHO COM BEBÊS O TRABALHO COM BEBÊS FREITAS, Clariane do Nascimento de UFSM, Projeto Uma interlocução entre pesquisadores, acadêmicos e o processo educacional vivido no Núcleo de Educação Infantil Ipê Amarelo clarianefreitas@bol.com.br

Leia mais

JOSÉ DE SOUZA CASTRO 1

JOSÉ DE SOUZA CASTRO 1 1 JOSÉ DE SOUZA CASTRO 1 ENTREGADOR DE CARGAS 32 ANOS DE TRABALHO Transportadora Fácil Idade: 53 anos, nascido em Quixadá, Ceará Esposa: Raimunda Cruz de Castro Filhos: Marcílio, Liana e Luciana Durante

Leia mais

ÁLBUM DE FOTOGRAFIA: A PRÁTICA DO LETRAMENTO NA EDUCAÇÃO INFANTIL 59. Elaine Leal Fernandes elfleal@ig.com.br. Apresentação

ÁLBUM DE FOTOGRAFIA: A PRÁTICA DO LETRAMENTO NA EDUCAÇÃO INFANTIL 59. Elaine Leal Fernandes elfleal@ig.com.br. Apresentação ÁLBUM DE FOTOGRAFIA: A PRÁTICA DO LETRAMENTO NA EDUCAÇÃO INFANTIL 59 Elaine Leal Fernandes elfleal@ig.com.br Graduada em pedagogia e fonoaudiologia, Pós-graduada em linguagem, Professora da Creche-Escola

Leia mais

Avaliação-Pibid-Metas

Avaliação-Pibid-Metas Bolsista ID: Claines kremer Avaliação-Pibid-Metas A Inserção Este ano o reingresso na escola foi diferente, pois já estávamos inseridas na mesma há praticamente um ano. Fomos bem recepcionadas por toda

Leia mais

ENSINAR MATEMÁTICA UTILIZANDO MATERIAIS LÚDICOS. É POSSÍVEL?

ENSINAR MATEMÁTICA UTILIZANDO MATERIAIS LÚDICOS. É POSSÍVEL? 1 de 7 ENSINAR MATEMÁTICA UTILIZANDO MATERIAIS LÚDICOS. É POSSÍVEL? Jéssica Alves de Oliveira Maria José dos Santos Chagas Tatiane de Fátima Silva Seixas RESUMO: De uma maneira geral, existe, por parte

Leia mais

Meu nome é Rosângela Gera. Sou médica e mãe de uma garotinha de sete anos que é cega.

Meu nome é Rosângela Gera. Sou médica e mãe de uma garotinha de sete anos que é cega. Prezado Editor, Meu nome é Rosângela Gera. Sou médica e mãe de uma garotinha de sete anos que é cega. Gostaria de compartilhar com os demais leitores desta revista, minha experiência como mãe, vivenciando

Leia mais

IMPLANTANDO O ENSINO FUNDAMENTAL DE NOVE ANOS NA REDE ESTADUAL DE ENSINO

IMPLANTANDO O ENSINO FUNDAMENTAL DE NOVE ANOS NA REDE ESTADUAL DE ENSINO ORIENTAÇÕES PARA A GARANTIA DO PERCURSO ESCOLAR DO ALUNO NA CONVIVÊNCIA DOS DOIS REGIMES DE ENSINO: ENSINO FUNDAMENTAL COM DURAÇÃO DE OITO ANOS E ENSINO FUNDAMENTAL COM DURAÇÃO DE NOVE ANOS. IMPLANTANDO

Leia mais

DEFICIÊNCIA INTELECTUAL OU ATRASO COGNITIVO?

DEFICIÊNCIA INTELECTUAL OU ATRASO COGNITIVO? DEFICIÊNCIA INTELECTUAL OU ATRASO COGNITIVO? 1. O que é Deficiência Intelectual ou Atraso Cognitivo? Deficiência intelectual ou atraso cognitivo é um termo que se usa quando uma pessoa apresenta certas

Leia mais

ENTREVISTA Alfabetização na inclusão

ENTREVISTA Alfabetização na inclusão ENTREVISTA Alfabetização na inclusão Entrevistadora:Amarílis Hernandes Santos Formação: Aluna da graduação de Pedagogia USP Formada em Ciências Biológicas Mackenzie Contato: amarilishernandes@yahoo.com.br

Leia mais

O PRECOCE PROCESSO DE ALFABETIZAÇÃO COM CRIANÇAS DE 4 e 5 ANOS DE UMA ESCOLA PARTICULAR.

O PRECOCE PROCESSO DE ALFABETIZAÇÃO COM CRIANÇAS DE 4 e 5 ANOS DE UMA ESCOLA PARTICULAR. O PRECOCE PROCESSO DE ALFABETIZAÇÃO COM CRIANÇAS DE 4 e 5 ANOS DE UMA ESCOLA PARTICULAR. Pamella Evangelista Santana 1 Universidade Federal de Mato Grosso do Sul-UFMS Eixo Temático: 9- Infância e Alfabetização

Leia mais

LUDICIDADE NA SALA DE AULA UNIDADE 4 ANO 1. Abril de 2013

LUDICIDADE NA SALA DE AULA UNIDADE 4 ANO 1. Abril de 2013 LUDICIDADE NA SALA DE AULA UNIDADE 4 ANO 1 Abril de 2013 Iniciando a conversa Nesta unidade refletiremos sobre a ludicidade na sala de aula, a partir do tema brincadeiras na alfabetização. Nesta unidade

Leia mais

Novas Diretrizes Curriculares Nacionais para a Educação Infantil

Novas Diretrizes Curriculares Nacionais para a Educação Infantil Novas Diretrizes Curriculares Nacionais para a Educação Infantil Zilma de Moraes Ramos de Oliveira zilmaoliveira@uol.com.br Apoio Parceria Coordenação Técnica Iniciativa OBJETIVOS Discutir as implicações

Leia mais

Projeto. Pedagógico QUEM MEXEU NA MINHA FLORESTA?

Projeto. Pedagógico QUEM MEXEU NA MINHA FLORESTA? Projeto Pedagógico QUEM MEXEU NA MINHA FLORESTA? 1 Projeto Pedagógico Por Beatriz Tavares de Souza* Apresentação O livro tem como tema o meio ambiente em que mostra o homem e a destruição da natureza,

Leia mais

BRINQUEDOS E BRINCADEIRAS NOS ANOS INICIAIS: UMA PERSPECTIVA INTERGERACIONAL

BRINQUEDOS E BRINCADEIRAS NOS ANOS INICIAIS: UMA PERSPECTIVA INTERGERACIONAL BRINQUEDOS E BRINCADEIRAS NOS ANOS INICIAIS: UMA PERSPECTIVA INTERGERACIONAL RESUMO Luana da Mata (UEPB) 1 Patrícia Cristina de Aragão Araújo (UEPB) 2 Este artigo tem como objetivo refletir como as brincadeiras

Leia mais

AVALIAÇÃO DIAGNÓSTICA DA ESCRITA COMO INSTRUMENTO NORTEADOR PARA O ALFABETIZAR LETRANDO NAS AÇÕES DO PIBID DE PEDAGOGIA DA UFC

AVALIAÇÃO DIAGNÓSTICA DA ESCRITA COMO INSTRUMENTO NORTEADOR PARA O ALFABETIZAR LETRANDO NAS AÇÕES DO PIBID DE PEDAGOGIA DA UFC AVALIAÇÃO DIAGNÓSTICA DA ESCRITA COMO INSTRUMENTO NORTEADOR PARA O ALFABETIZAR LETRANDO NAS AÇÕES DO PIBID DE PEDAGOGIA DA UFC Antônia Fernandes Ferreira; Gessica Nunes Noronha; Marielle Sâmia de Lima

Leia mais

RE-ENCONTRANDO COM O ENSINO DA ARTE EM UMA ESCOLA ESTADUAL DO ENSINO FUNDAMENTAL

RE-ENCONTRANDO COM O ENSINO DA ARTE EM UMA ESCOLA ESTADUAL DO ENSINO FUNDAMENTAL RE-ENCONTRANDO COM O ENSINO DA ARTE EM UMA ESCOLA ESTADUAL DO ENSINO FUNDAMENTAL Joelma Cellin Escola Estadual de Ensino Fundamental Eliseu Lofego, Cachoeiro de Itapemirim-ES 1 INTRODUÇÃO Após um período

Leia mais

EDUCAÇÃO INFANTIL E LEGISLAÇÃO: UM CONVITE AO DIÁLOGO

EDUCAÇÃO INFANTIL E LEGISLAÇÃO: UM CONVITE AO DIÁLOGO Secretaria Municipal de Educação maele_cardoso@hotmail.com Introdução A Educação Infantil, primeira etapa da Educação Básica, constitui se no atendimento de crianças de 0 a 5 anos de idade, em instituições

Leia mais

GT Base Nacional Comum Curricular da Educação Infantil

GT Base Nacional Comum Curricular da Educação Infantil GT Base Nacional Comum Curricular da Educação Infantil Pontos a destacar Educação Infantil na BNC 1988 CONSTITUTIÇÃO FEDERAL Art. 210. Serão fixados conteúdos mínimos para o ensino fundamental... 1996

Leia mais

DESCRIÇÃO DO PROJETO E DA AÇÃO.

DESCRIÇÃO DO PROJETO E DA AÇÃO. TÍTULO: 4 a FEIRA CULTURAL O HOMEM E O CINEMA AUTORAS: EVANDRA CRISTINA DA SILVA E RENATA APARECIDA DOS SANTOS ESCOLA ESTADUAL JARDIM DAS ROSAS (SERRANA/SP) COMUNICAÇÃO RELATO DE EXPERIÊNCIA DESCRIÇÃO

Leia mais

Atividades Pedagógicas. Outubro 2013

Atividades Pedagógicas. Outubro 2013 Atividades Pedagógicas Outubro 2013 EM DESTAQUE Acompanhe aqui um pouco do dia-a-dia de nossos alunos em busca de novos aprendizados. ATIVIDADES DE SALA DE AULA GRUPO IV A GRUPO IV B GRUPO IV C GRUPO IV

Leia mais

SEDUC SECRETARIA DE ESTADO DE EDUCAÇÃO DE MATO GROSSO ESCOLA ESTADUAL DOMINGOS BRIANTE ANA GREICY GIL ALFEN A LUDICIDADE EM SALA DE AULA

SEDUC SECRETARIA DE ESTADO DE EDUCAÇÃO DE MATO GROSSO ESCOLA ESTADUAL DOMINGOS BRIANTE ANA GREICY GIL ALFEN A LUDICIDADE EM SALA DE AULA SEDUC SECRETARIA DE ESTADO DE EDUCAÇÃO DE MATO GROSSO ESCOLA ESTADUAL DOMINGOS BRIANTE ANA GREICY GIL ALFEN A LUDICIDADE EM SALA DE AULA Projeto apresentado e desenvolvido na Escola Estadual Domingos Briante

Leia mais

Para gostar de pensar

Para gostar de pensar Rosângela Trajano Para gostar de pensar Volume III - 3º ano Para gostar de pensar (Filosofia para crianças) Volume III 3º ano Para gostar de pensar Filosofia para crianças Volume III 3º ano Projeto editorial

Leia mais

OLIMPIADAS DE MATEMÁTICA E O DESPERTAR PELO PRAZER DE ESTUDAR MATEMÁTICA

OLIMPIADAS DE MATEMÁTICA E O DESPERTAR PELO PRAZER DE ESTUDAR MATEMÁTICA OLIMPIADAS DE MATEMÁTICA E O DESPERTAR PELO PRAZER DE ESTUDAR MATEMÁTICA Luiz Cleber Soares Padilha Secretaria Municipal de Educação de Campo Grande lcspadilha@hotmail.com Resumo: Neste relato apresentaremos

Leia mais

AS CONTRIBUIÇÕES DO CURRÍCULO E DE MATERIAS MANIPULATIVOS NA FORMAÇÃO CONTINUADA EM MATEMÁTICA DE PROFESSORES DOS ANOS INICIAS DO ENSINO FUNDAMENTAL

AS CONTRIBUIÇÕES DO CURRÍCULO E DE MATERIAS MANIPULATIVOS NA FORMAÇÃO CONTINUADA EM MATEMÁTICA DE PROFESSORES DOS ANOS INICIAS DO ENSINO FUNDAMENTAL AS CONTRIBUIÇÕES DO CURRÍCULO E DE MATERIAS MANIPULATIVOS NA FORMAÇÃO CONTINUADA EM MATEMÁTICA DE PROFESSORES DOS ANOS INICIAS DO ENSINO FUNDAMENTAL Sheila Valéria Pereira da Silva (UFPB Campus-IV) sheilavaleria88@yahoo.com.br

Leia mais

O PLANEJAMENTO E A AVALIAÇÃO INICIAL/DIAGNÓTICA. Profa. Me. Michele Costa

O PLANEJAMENTO E A AVALIAÇÃO INICIAL/DIAGNÓTICA. Profa. Me. Michele Costa O PLANEJAMENTO E A AVALIAÇÃO INICIAL/DIAGNÓTICA Profa. Me. Michele Costa CONVERSAREMOS SOBRE: CONCEITOS DE PLANEJAMENTO CURRÍCULO EIXOS DE TRABALHO www.zaroio.com.br As Cem Linguagens da Criança. A criança

Leia mais

Educação Infantil: Procedimentos. Teleaula 2. Contextualização. Educar e cuidar na Educação Infantil. Educar e cuidar. A importância do brincar

Educação Infantil: Procedimentos. Teleaula 2. Contextualização. Educar e cuidar na Educação Infantil. Educar e cuidar. A importância do brincar Educação Infantil: Procedimentos Teleaula 2 Prof. Me. Mônica Caetano da Silva tutoriapedagogia@grupouninter.com.br Contextualização Pedagogia Educar e cuidar na Educação Infantil A partir da Constituição

Leia mais

A INCLUSÃO DOS DIREITOS HUMANOS NAS TURMAS DO EJA POR MEIO DAS NOVAS TECNOLOGIAS

A INCLUSÃO DOS DIREITOS HUMANOS NAS TURMAS DO EJA POR MEIO DAS NOVAS TECNOLOGIAS A INCLUSÃO DOS DIREITOS HUMANOS NAS TURMAS DO EJA POR MEIO DAS NOVAS TECNOLOGIAS Gisllayne Rufino Souza UFPB gisllayne.souza@gmail.com Profa. Dra. Marlene Helena de Oliveira França UFPB/Centro de Educação/Núcleo

Leia mais

GUIA DE CORREÇÃO E INTERPRETAÇÃO DE RESULTADOS

GUIA DE CORREÇÃO E INTERPRETAÇÃO DE RESULTADOS GUIA DE CORREÇÃO E INTERPRETAÇÃO DE RESULTADOS TESTE 2 SEGUNDO SEMESTRE 2010 Presidência da República Federativa do Brasil Ministério da Educação Secretaria Executiva Presidência do Instituto Nacional

Leia mais

Necessidade e construção de uma Base Nacional Comum

Necessidade e construção de uma Base Nacional Comum Necessidade e construção de uma Base Nacional Comum 1. O direito constitucional à educação é concretizado, primeiramente, com uma trajetória regular do estudante, isto é, acesso das crianças e jovens a

Leia mais

EXPERIÊNCIAS COM ALFABETIZAÇÃO ATRAVÉS DA LETRA BASTÃO NA EDUCAÇÃO INFANTIL NO INTERIOR DO ESTADO DO RIO GRANDE DO NORTE

EXPERIÊNCIAS COM ALFABETIZAÇÃO ATRAVÉS DA LETRA BASTÃO NA EDUCAÇÃO INFANTIL NO INTERIOR DO ESTADO DO RIO GRANDE DO NORTE EXPERIÊNCIAS COM ALFABETIZAÇÃO ATRAVÉS DA LETRA BASTÃO NA EDUCAÇÃO INFANTIL NO INTERIOR DO ESTADO DO RIO GRANDE DO NORTE Rafael da Silva da Cunha* - Autor rafael.dudu.r@gmail.com Mayane Ferreira de Farias*

Leia mais

Orientação às Famílias

Orientação às Famílias Ministério da Educação Secretaria de Educação Continuada, Alfabetização, Diversidade e Inclusão Cartilha Orientação às Famílias Brasília, 10 de agosto de 2012. 1 Presidência da República Ministério da

Leia mais

RELENDO A HISTÓRIA AO LER HISTÓRIAS

RELENDO A HISTÓRIA AO LER HISTÓRIAS RELENDO A HISTÓRIA AO LER HISTÓRIAS BRASÍLIA ECHARDT VIEIRA (CENTRO DE ATIVIDADES COMUNITÁRIAS DE SÃO JOÃO DE MERITI - CAC). Resumo Na Baixada Fluminense, uma professora que não está atuando no magistério,

Leia mais

A COMPETÊNCIA LEITORA NOS ESPAÇOS DA COMUNIDADE DO PARANANEMA-PARINTINS/AM

A COMPETÊNCIA LEITORA NOS ESPAÇOS DA COMUNIDADE DO PARANANEMA-PARINTINS/AM 00092 A COMPETÊNCIA LEITORA NOS ESPAÇOS DA COMUNIDADE DO PARANANEMA-PARINTINS/AM Maria Valcirlene de Souza Bruce 1 Monica Silva Aikawa 2 Resumo: O artigo apresenta o resultado de uma intervenção pedagógica

Leia mais

JOGOS MATEMÁTICOS: UM DESAFIO À PRÁXIS PEDAGÓGICA

JOGOS MATEMÁTICOS: UM DESAFIO À PRÁXIS PEDAGÓGICA Universidade Federal de Pernambuco Centro de Educação PROJETO REDE ANAIS DO SEMINÁRIO JOGOS COM SUCATA NA EDUCAÇÃO MATEMÁTICA JOGOS MATEMÁTICOS: UM DESAFIO À PRÁXIS PEDAGÓGICA LEOPOLDINA MARIA ARAUJO DE

Leia mais

CAIXA MÁGICA. Sala 6 Língua Portuguesa EF I. E.E. Heidi Alves Lazzarini. Professora Apresentadora: Renata Lujan dos Santos Mufalo.

CAIXA MÁGICA. Sala 6 Língua Portuguesa EF I. E.E. Heidi Alves Lazzarini. Professora Apresentadora: Renata Lujan dos Santos Mufalo. CAIXA MÁGICA Sala 6 Língua Portuguesa EF I E.E. Heidi Alves Lazzarini Professora Apresentadora: Renata Lujan dos Santos Mufalo Realização: Justificativa Toda história, por mais simples que pareça, transmite

Leia mais

8. O OBJETO DE ESTUDO DA DIDÁTICA: O PROCESSO ENSINO APRENDIZAGEM

8. O OBJETO DE ESTUDO DA DIDÁTICA: O PROCESSO ENSINO APRENDIZAGEM CORRENTES DO PENSAMENTO DIDÁTICO 8. O OBJETO DE ESTUDO DA DIDÁTICA: O PROCESSO ENSINO APRENDIZAGEM Se você procurar no dicionário Aurélio, didática, encontrará o termo como feminino substantivado de didático.

Leia mais

Instituto de Educação Marista Nossa Senhora das Graças Viamão RS USBEE União Sul Brasileira de Educação e Ensino. Tecnologias para Aprender e Ensinar

Instituto de Educação Marista Nossa Senhora das Graças Viamão RS USBEE União Sul Brasileira de Educação e Ensino. Tecnologias para Aprender e Ensinar Instituto de Educação Marista Nossa Senhora das Graças Viamão RS USBEE União Sul Brasileira de Educação e Ensino Tecnologias para Aprender e Ensinar Apresenta uma experiência na construção de jogos infantis

Leia mais

LIÇÃO 8 Respeitando as diferenças uns dos outros

LIÇÃO 8 Respeitando as diferenças uns dos outros LIÇÃO 8 Respeitando as diferenças uns dos outros VERSÍCULO BÍBLICO Filhos, obedeçam a seus pais em tudo, pois isso agrada ao Senhor. Pais, não irritem seus filhos, para que eles não se desanimem. Colossenses

Leia mais

TÍTULO: JOGOS DE MATEMÁTICA: EXPERIÊNCIAS NO PROJETO PIBID CATEGORIA: CONCLUÍDO ÁREA: CIÊNCIAS EXATAS E DA TERRA SUBÁREA: MATEMÁTICA

TÍTULO: JOGOS DE MATEMÁTICA: EXPERIÊNCIAS NO PROJETO PIBID CATEGORIA: CONCLUÍDO ÁREA: CIÊNCIAS EXATAS E DA TERRA SUBÁREA: MATEMÁTICA Anais do Conic-Semesp. Volume 1, 2013 - Faculdade Anhanguera de Campinas - Unidade 3. ISSN 2357-8904 TÍTULO: JOGOS DE MATEMÁTICA: EXPERIÊNCIAS NO PROJETO PIBID CATEGORIA: CONCLUÍDO ÁREA: CIÊNCIAS EXATAS

Leia mais

LEITURA E ESCRITA NO ENSINO FUNDAMENTAL: UMA PROPOSTA DE APRENDIZAGEM COM LUDICIDADE

LEITURA E ESCRITA NO ENSINO FUNDAMENTAL: UMA PROPOSTA DE APRENDIZAGEM COM LUDICIDADE LEITURA E ESCRITA NO ENSINO FUNDAMENTAL: UMA PROPOSTA DE APRENDIZAGEM COM LUDICIDADE Martyhellen Maria Monteiro da Silva - Acadêmica do 8º período do Curso de Pedagogia-UVA, Bolsista do PIBID/UVA-Pedagogia

Leia mais

Aula SEQUÊNCIAS DIDÁTICAS NO ESTUDO DOS GÊNEROS TEXTUAIS. (Fonte: http://aprendafacil.files.wordpress.com).

Aula SEQUÊNCIAS DIDÁTICAS NO ESTUDO DOS GÊNEROS TEXTUAIS. (Fonte: http://aprendafacil.files.wordpress.com). SEQUÊNCIAS DIDÁTICAS NO ESTUDO DOS GÊNEROS TEXTUAIS Aula 9 META Destacar a importância da progressão no desenvolvimento dos comportamentos leitores e escritores. OBJETIVOS Ao fi nal desta aula, o aluno

Leia mais

ENSINAR CIÊNCIAS FAZENDO CIÊNCIA

ENSINAR CIÊNCIAS FAZENDO CIÊNCIA ENSINAR CIÊNCIAS FAZENDO CIÊNCIA Antonio Carlos Pavão Quero saber quantas estrelas tem no céu Quero saber quantos peixes tem no mar Quero saber quantos raios tem o sol... (Da canção de João da Guabiraba

Leia mais

Profª. Maria Ivone Grilo Martinimariaivone@superig.com.br

Profª. Maria Ivone Grilo Martinimariaivone@superig.com.br Educação Inclusiva Direito à Diversidade O Ensino comum na perspectiva inclusiva: currículo, ensino, aprendizage m, conheciment o Educação Inclusiva Direito à Diversidade Profª. Maria Ivone Grilo Martinimariaivone@superig.com.br

Leia mais

O COORDENADOR PEDAGÓGICO COMO FORMADOR: TRÊS ASPECTOS PARA CONSIDERAR

O COORDENADOR PEDAGÓGICO COMO FORMADOR: TRÊS ASPECTOS PARA CONSIDERAR Título do artigo: O COORDENADOR PEDAGÓGICO COMO FORMADOR: TRÊS ASPECTOS PARA CONSIDERAR Área: Gestão Coordenador Pedagógico Selecionadora: Maria Paula Zurawski 16ª Edição do Prêmio Victor Civita Educador

Leia mais

DICA PEDAGÓGICA EDUCAÇÃO INFANTIL

DICA PEDAGÓGICA EDUCAÇÃO INFANTIL DICA PEDAGÓGICA EDUCAÇÃO INFANTIL 1. TÍTULO DO PROGRAMA As Letrinhas Mágicas. 2. EPISÓDIO(S) TRABALHADO(S) Ideias Lunáticas. 3. SINOPSE DO(S) EPISÓDIO(S) ESPECÍFICO(S) O episódio Ideias Lunáticas faz parte

Leia mais

AÇÃO INTEGRADA NA EDUCAÇÃO DE JOVENS E ADULTOS A PARTIR DE UM PROJETO DE SAÚDE. Adriana Noviski Manso - PUCPR

AÇÃO INTEGRADA NA EDUCAÇÃO DE JOVENS E ADULTOS A PARTIR DE UM PROJETO DE SAÚDE. Adriana Noviski Manso - PUCPR AÇÃO INTEGRADA NA EDUCAÇÃO DE JOVENS E ADULTOS A PARTIR DE UM PROJETO DE SAÚDE Adriana Noviski Manso - PUCPR Beatriz Ferreira da Rocha - PUCPR Romilda Teodora Ens - PUCSP/PUCPR Resumo O presente relato

Leia mais

INTEGRAÇÃO DA TECNOLOGIA NA FORMAÇÃO DO PROFESSOR QUE ENSINA MATEMÁTICA NA EDUCAÇÃO BÁSICA 1

INTEGRAÇÃO DA TECNOLOGIA NA FORMAÇÃO DO PROFESSOR QUE ENSINA MATEMÁTICA NA EDUCAÇÃO BÁSICA 1 INTEGRAÇÃO DA TECNOLOGIA NA FORMAÇÃO DO PROFESSOR QUE ENSINA MATEMÁTICA NA EDUCAÇÃO BÁSICA 1 Marilena Bittar, Universidade Federal de Mato Grosso do Sul Sheila Denize Guimarães, Universidade Federal de

Leia mais

EDUCAÇÃO INFANTIL. PRÉ I Professoras Caroline e Ana Lucia Habilidades vivenciadas no 2º bimestre 2011

EDUCAÇÃO INFANTIL. PRÉ I Professoras Caroline e Ana Lucia Habilidades vivenciadas no 2º bimestre 2011 EDUCAÇÃO INFANTIL Prezados Pais e/ou Responsáveis, Estamos vivenciando o segundo bimestre letivo e o processo de aprendizagem representa pra nós, motivo de alegria e conquistas diárias. Confiram as habilidades

Leia mais

Dicas para você trabalhar o livro Mamãe, como eu nasci? com seus alunos.

Dicas para você trabalhar o livro Mamãe, como eu nasci? com seus alunos. Dicas para você trabalhar o livro Mamãe, como eu nasci? com seus alunos. Caro professor, Este link do site foi elaborado especialmente para você, com o objetivo de lhe dar dicas importantes para o seu

Leia mais

METODOLOGIA: O FAZER NA EDUCAÇÃO INFANTIL (PLANO E PROCESSO DE PLANEJAMENTO)

METODOLOGIA: O FAZER NA EDUCAÇÃO INFANTIL (PLANO E PROCESSO DE PLANEJAMENTO) METODOLOGIA: O FAZER NA EDUCAÇÃO INFANTIL (PLANO E PROCESSO DE PLANEJAMENTO) Celi Terezinha Wolff 24 de Junho de 2014 Em trios caracterizar e apresentar para o grande grupo: processo de planejamento; plano

Leia mais

RELATÓRIO FINAL ALFABETIZAÇÃO 2010

RELATÓRIO FINAL ALFABETIZAÇÃO 2010 RELATÓRIO FINAL ALFABETIZAÇÃO 2010 Débora Rana Introdução Participar da seleção do Prêmio Victor Civita, pela segunda vez, é uma experiência bastante interessante, pois permite estabelecer relações entre

Leia mais

Redação do Site Inovação Tecnológica - 28/08/2009. Humanos aprimorados versus humanos comuns

Redação do Site Inovação Tecnológica - 28/08/2009. Humanos aprimorados versus humanos comuns VOCÊ ESTÁ PREPARADO PARA CONVIVER COM OS HUMANOS APRIMORADOS? http://www.inovacaotecnologica.com.br/noticias/noticia.php?artigo=voce-esta-preparado-conviver-humanosaprimorados&id=010850090828 Redação do

Leia mais

Oficina 18: TRATAMENTO DA INFORMAÇÃO. Introdução

Oficina 18: TRATAMENTO DA INFORMAÇÃO. Introdução Oficina 18: TRATAMENTO DA INFORMAÇÃO Introdução Segundo os Parâmetros Curriculares Nacionais (PCNs) o conteúdo Tratamento da Informação, deve ser trabalhado de modo que estimule os alunos a fazer perguntas,

Leia mais

DA LITERATURA AO TEATRO: LEITURA E CRIAÇÃO NO ESPAÇO ESCOLAR

DA LITERATURA AO TEATRO: LEITURA E CRIAÇÃO NO ESPAÇO ESCOLAR DA LITERATURA AO TEATRO: LEITURA E CRIAÇÃO NO ESPAÇO ESCOLAR MARINA COELHO PEREIRA (FUNDAÇÃO MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO DE NITERÓI), KAREN CERDEIRA BECK (FUNDAÇÃO MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO DE NITERÓI), TATIANA

Leia mais

OFICINA DE MEMÓRIA: UMA INTERVENÇÃO DE QUALIDADE DE VIDA

OFICINA DE MEMÓRIA: UMA INTERVENÇÃO DE QUALIDADE DE VIDA OFICINA DE MEMÓRIA: UMA INTERVENÇÃO DE QUALIDADE DE VIDA Rita de Cássia Mendonça Psicóloga TRT 21ª Região Natal/RN A memória vincula-se às experiências e não a meros acontecimentos, tomando experiências

Leia mais

Atividades Pedagógicas. Abril2014

Atividades Pedagógicas. Abril2014 Atividades Pedagógicas Abril2014 I A ADAPTAÇÃO Estamos chegando ao final do período de adaptação do grupo IA e a cada dia conhecemos mais sobre cada bebê. Começamos a perceber o temperamento, as particularidades

Leia mais

MOTRICIDADE DIALÓGICA: COMPARTILHANDO A CONSTRUÇÃO DO CONHECIMENTO NA EDUCAÇÃO FÍSICA ESCOLAR

MOTRICIDADE DIALÓGICA: COMPARTILHANDO A CONSTRUÇÃO DO CONHECIMENTO NA EDUCAÇÃO FÍSICA ESCOLAR 1 MOTRICIDADE DIALÓGICA: COMPARTILHANDO A CONSTRUÇÃO DO CONHECIMENTO NA EDUCAÇÃO FÍSICA ESCOLAR Clayton da Silva Carmo Luiz Gonçalves Junior (O) Mestrado Práticas Sociais e Processos Educativos Resumo

Leia mais

PROPOSTA PARA ESTÁGIO SUPERVISIONADO II ENSINO DE CIÊNCIAS 2010

PROPOSTA PARA ESTÁGIO SUPERVISIONADO II ENSINO DE CIÊNCIAS 2010 PROPOSTA PARA ESTÁGIO SUPERVISIONADO II ENSINO DE CIÊNCIAS 2010 OBSERVAÇÃO NA ESCOLA Localização da Escola 29/03 16/04 Espaço Físico PPP e o Ensino de Ciências OBSERVAÇÃO NA SALA Relação Professor/Alunos

Leia mais

Pré-Escola 4 e 5 anos

Pré-Escola 4 e 5 anos PREFEITURA MUNICIPAL DE SALVADOR Secretaria Municipal da Educação e Cultura SMEC DIÁRIO DE CLASSE Educação Infantil Pré-Escola 4 e 5 anos DIÁRIO DE CLASSE ESCOLA: CRE: ATO DE CRIAÇÃO DIÁRIO OFICIAL / /

Leia mais

IV EDIPE Encontro Estadual de Didática e Prática de Ensino 2011 A IMPORTÂNCIA DAS ARTES NA FORMAÇÃO DAS CRIANÇAS DA EDUCAÇÃO INFANTIL

IV EDIPE Encontro Estadual de Didática e Prática de Ensino 2011 A IMPORTÂNCIA DAS ARTES NA FORMAÇÃO DAS CRIANÇAS DA EDUCAÇÃO INFANTIL A IMPORTÂNCIA DAS ARTES NA FORMAÇÃO DAS CRIANÇAS DA EDUCAÇÃO INFANTIL Marília Darc Cardoso Cabral e Silva 1 Tatiane Pereira da Silva 2 RESUMO Sendo a arte uma forma do ser humano expressar seus sentimentos,

Leia mais

O TRABALHO COM GÊNEROS TEXTUAIS NA SALA DE AULA UNIDADE 5 ANO 2

O TRABALHO COM GÊNEROS TEXTUAIS NA SALA DE AULA UNIDADE 5 ANO 2 O TRABALHO COM GÊNEROS TEXTUAIS NA SALA DE AULA UNIDADE 5 ANO 2 O TRABALHO COM GÊNEROS TEXTUAIS NA SALA DE AULA INICIANDO A CONVERSA APROFUNDANDO O TEMA Por que ensinar gêneros textuais na escola? Registro

Leia mais

ARTE CIRCENSE E A EDUCAÇÃO

ARTE CIRCENSE E A EDUCAÇÃO ARTE CIRCENSE E A EDUCAÇÃO Magali Deckert Arndt 1 Noemi Boer 2 Marjorie Dariane da Silva Machado³ Ingrid Mello 4 INTRODUÇÃO O teatro é uma das mais antigas manifestações culturais do homem e o tem acompanhado

Leia mais

No seu ponto de vista porque a ABPp iniciou-se em São Paulo, quais eram as condições?

No seu ponto de vista porque a ABPp iniciou-se em São Paulo, quais eram as condições? "Entrevista com Barone" Elisa Maria Pitombo Entrevista feita com Barone pela ABPp-SP realizada em 29/03/2005, agradecemos a possibilidade dessa entrevista. Você poderia citar fatos marcantes e curiosos

Leia mais

Primeiro Setênio A constituição física da criança

Primeiro Setênio A constituição física da criança Primeiro Setênio A constituição física da criança No primeiro setênio temos o encontro entre a parte espiritual da individualidade e a parte biológica, muitas vezes a mãe ou o pai sentem a aproximação

Leia mais

Mão na roda. Projetos temáticos

Mão na roda. Projetos temáticos Material elaborado pelo Ético Sistema de Ensino Educação infantil Publicado em 2011 Projetos temáticos Educação Infantil Data: / / Nível: Escola: Nome: Mão na roda Justificativa A origem da invenção da

Leia mais

A IMPORTÂNCIA DO ASSISTENTE SOCIAL NOS PROJETOS SOCIAIS E NA EDUCAÇÃO - UMA BREVE ANÁLISE DA EXPERIÊNCIA DO PROJETO DEGRAUS CRIANÇA

A IMPORTÂNCIA DO ASSISTENTE SOCIAL NOS PROJETOS SOCIAIS E NA EDUCAÇÃO - UMA BREVE ANÁLISE DA EXPERIÊNCIA DO PROJETO DEGRAUS CRIANÇA A IMPORTÂNCIA DO ASSISTENTE SOCIAL NOS PROJETOS SOCIAIS E NA EDUCAÇÃO - UMA BREVE ANÁLISE DA EXPERIÊNCIA DO PROJETO DEGRAUS CRIANÇA Tamara Nomura NOZAWA 1 Telma Lúcia Aglio GARCIA 2 Edmárcia Fidelis ROCHA

Leia mais

ATIVIDADES INVESTIGATIVAS NO ENSINO DE MATEMÁTICA: RELATO DE UMA EXPERIÊNCIA

ATIVIDADES INVESTIGATIVAS NO ENSINO DE MATEMÁTICA: RELATO DE UMA EXPERIÊNCIA ATIVIDADES INVESTIGATIVAS NO ENSINO DE MATEMÁTICA: RELATO DE UMA EXPERIÊNCIA GT 01 - Educação Matemática no Ensino Fundamental: Anos Iniciais e Anos Finais Maria Gorete Nascimento Brum - UNIFRA- mgnb@ibest.com.br

Leia mais