RE-ENCONTRANDO COM O ENSINO DA ARTE EM UMA ESCOLA ESTADUAL DO ENSINO FUNDAMENTAL

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1 RE-ENCONTRANDO COM O ENSINO DA ARTE EM UMA ESCOLA ESTADUAL DO ENSINO FUNDAMENTAL Joelma Cellin Escola Estadual de Ensino Fundamental Eliseu Lofego, Cachoeiro de Itapemirim-ES 1 INTRODUÇÃO Após um período de 18 anos afastada da sala de aula, retornei neste ano de 2011, para atuar com a disciplina de Artes, na Escola Estadual de Ensino Fundamental Eliseu Lofego, localizada no Bairro Aeroporto, na cidade de Cachoeiro de Itapemirim ES. Desde o primeiro dia em que me apresentei à direção da escola para o planejamento, me chamou a atenção a organização do espaço da instituição e a preocupação da direção para com do aprendizado dos alunos. Percebi também, que a escola é atuante na comunidade em que está inserida, impressão esta que se confirmou com o início das atividades letivas. A faixa etária das crianças da EEEF Eliseu Lofego varia entre 06 a 09 anos, distribuídas em turmas denominadas de séries e anos: 2ª, 3ª, e 4ª séries e 1º, 2º e 3º anos, já que a escola se enquadra no programa do Ministério da Educação de ampliação do Ensino Fundamental de oito para nove anos. Há uma diversidade grande na faixa etária dos alunos, pois atuo com crianças que se encontram em fase de mudanças e adaptações, desde os que estão chegando da Educação Infantil e que necessitam de um tempo maior para que às novas regras sejam incorporadas, aos que já se adaptaram, ou ainda, daqueles que se encontram no início da adolescência, onde os conflitos são latentes. As referências que estabelecem a LDB nos fornecem subsídios no que diz respeito à Lei Federal no 9.394/96, que por sua vez propõe uma revolução no Ensino Básico, desde a Educação Infantil, passando pelo Ensino Fundamental e culminando no Ensino Médio. Com o advento dessa lei, o perfil do profissional em educação mudou, porque a mesma requer qualificação para o professor e estabelece a obrigatoriedade da arte na educação básica, no cap.ii, Art.26, 2º parágrafo 1 1 BRASIL. Ministério da Educação e do Desporto. Lei de diretrizes e bases da educação nacional. Brasília, 1997.

2 [...] O ensino da arte constituirá componente curricular obrigatório, nos níveis da educação básica, de forma a promover desenvolvimento cultural dos alunos [...] O catálogo do Ministério da Educação em Artes, que aborda os Parâmetros Curriculares Nacionais PCNs foi de grande importância para o objeto de planejamento deste trabalho. Ele orienta e auxilia os professores no trabalho de fazer com que as crianças e os jovens dominem os conhecimentos de que necessitam, para crescerem como cidadãos plenamente reconhecidos e conscientes de seu papel em nossa sociedade. [...] Na proposta geral dos Parâmetros Curriculares Nacionais, Arte tem uma função tão importante quanto a dos outros conhecimentos no processo de ensino e aprendizagem. A área de Arte está relacionada com as demais áreas e tem suas especificidades [...] 2 Apesar da discussão da inserção da disciplina de artes no currículo escolar, ter sido precedente aos PCNs, este em termos nacionais constituiu uma experiência inédita na história da educação brasileira. A proposta do PCN em Artes mostra que esta disciplina tem função tão importante quanto as demais disciplinas. Com o PCN de Artes há uma ampliação do que propunha inicialmente Ana Mae: História da Arte para Contextualização, de Leitura da Imagem para Apreciação e de Fazer Artístico para Produção Artística, conforme quadro abaixo 3. PROPOSTA/ABORDAGEM TRIANGULAR Ana Mae Barbosa História da Arte Leitura da Imagem Fazer Artístico Parâmetros Curriculares Nacionais - PCNs MEC-1999 Contextualização Apreciação Produção Artística 2 BRASIL. Ministério da Educação e do Desporto. Parâmetros curriculares nacionais. Arte.Brasília, BERNARDO, Valeska. Releitura não é cópia: refletindo uma das possibilidades do Fazer Artístico. Disponível em: Acesso em 09 de abril de 2011.

3 Segundo Ana Mae Barbosa, leitura da imagem é [...] construir uma metalinguagem da imagem. Isto não é falar sobre uma pintura, mas falar a pintura num outro discurso, às vezes silencioso, algumas vezes gráfico, e verbal somente na sua visibilidade primária [...] 4 Ferraz & Fusari (1999) referindo-se a Barbosa (1975, pag. 90 a 113), citam que antes de ser preparado para explicar a importância da arte na educação, o professor deverá estar preparado para entender e explicar a função da arte para o indivíduo e a sociedade. Ainda em Ferraz & Fusari (1999) [...] O professor que está trabalhando com a Arte precisa conhecer as noções e os fazeres artísticos e estéticos dos estudantes e verificar em que medida pode auxiliar na diversificação sensível e cognitiva dos mesmos. Nessa concepção, seqüenciar atividades pedagógicas que ajudem o aluno a aprender a ver, olhar, ouvir, pegar, sentir, comparar elementos da natureza e as diferentes obras artísticas e estéticas do mundo cultural, deve contribuir para o aperfeiçoamento do aluno. [...] 2 EXECUÇÃO DA PROPOSTA Baseada nas referências, elaborei o plano de aula e iniciei as atividades com o objetivo de trabalhar a proposta triangular de Ana Mae Barbosa, através da leitura de obra de arte. No primeiro dia de aula, apresentei aos alunos obras de grandes artistas, através de cópias coloridas afixadas no quadro da sala de aula. Introduzi o conteúdo com alguns questionamentos: O que é arte para você? Como ela se manifesta? O que vocês acreditam que são essas pinturas expostas na sala? Vocês já tiveram contato com obras de arte? Já visitaram museus? O que é a leitura de uma obra de arte? As respostas foram as mais variadas possíveis e o que me impressionou foi que quase 100% dos alunos, nunca foram a um museu ou visitaram a uma exposição de arte. O projeto aplicado na EEEF Eliseu Lofego, foi organizado em uma seqüência didática que chamamos de etapas: Na I etapa iniciei a atividade com aulas expositivas sobre a Arte Moderna do Brasil, destacando o contexto histórico, as características principais do movimento, enfocando a artista Tarsila do Amaral. A partir de sua biografia falei da obra ABAPORU. 4 BARBOSA, Ana Mae. Arte-Educação no Brasil: Realidade hoje e expectativas futuras. In: Estudos Avançados. Banco de Textos do Projeto Arte na Escola n.º 006/1993, pág. 178.

4 A II etapa foi o momento da interpretação individual e da análise pessoal - cada aluno produziu o seu desenho, o seu quadro, a partir da releitura da tela Abaporu. Alguns alunos conseguiram afastar-se das cópias, outros tentavam criar a sua obra de arte o mais fiel possível à apresentada. (ANEXO A) A III etapa foi o momento de criação coletiva, os alunos de cada turma produziram em conjunto, a tela Abaporu. (ANEXO B) O trabalho foi realizado com o objetivo de relacionar a arte com a formação dos alunos. Através do conhecimento da vida e obra da artista brasileira, fazer com que os alunos do ensino fundamental das séries iniciais, pudessem produzir a sua tela "ao seu jeito", com total liberdade de expressão, princípio básico da releitura e, se sentir parte no processo de produção da arte. E em segundo momento, com o desenho desta mesma tela, experimentar os pincéis e as tintas. Muitas crianças nunca tinham se quer utilizado um pincel. Quanto aos recursos materiais necessários, não posso deixar de destacar que a estrutura do ensino básico, apesar da legislação vigente, não está estruturada para o desenvolvimento de atividades com projetos de artes nas escolas, uma vez que há ausência de laboratório específico ou até um ambiente para esta finalidade, da mesma forma o acesso ao uso de materiais elementares, tornou-se um ponto prejudicial ao desenvolvimento do trabalho por não haver disponibilidade. Realidade esta presente em quase todas as escolas de nossa região. A escola nos forneceu papel cenário, papel branco e de minha parte, visando a finalização do trabalho, cedi com recursos próprios, pincéis e tinta guache, pois os alunos não possuem este material, apesar da realidade social destas crianças não ser baixa. Os pais das crianças não estão acostumados com atividades como esta. Uma aluna da 1ª série chegou para mim na segunda aula proposta para este projeto e disse: tia minha mãe disse que não entendeu nada do dever que a senhora passou na outra aula. Ela falou que esta pintura Abaporu é muito feia e que você tem de ter dar desenho para eu pintar. Os pais dos alunos estão acostumados a verem atividades desconexas com o contexto da arte e acham que as aulas de artes se resumem em desenhos prontos para colorir. 3 CONSIDERAÇÕES FINAIS

5 Nossos alunos depois da atividade aplicada, são capazes de identificar a obra Abaporu e reconhecer a biografia da grande artista brasileira Tarsila do Amaral, valorizando a arte de nosso País. Também, agora são capazes de usar as cores, manusear pincéis e material de suporte para pintura. E a partir da obra estudada, expressar sentimentos e emoções recriando a obra ao seu jeito Tivemos também, a prerrogativa de proporcionar aos alunos, a compreensão e a fundamentação das teorias do conhecimento, que sustentam as propostas metodológicas do processo de ensino-aprendizagem nas Artes Visuais. Foi extremamente prazeroso trabalhar a arte com as crianças desta escola, pois na faixa etária a que se encontram, a ingenuidade delas ainda é latente. 4 REFERÊNCIAS arte br/instituto Arte na Escola- São Paulo- Instituto Arte na escola BARBOSA, Ana Mae. Arte-Educação no Brasil: Realidade hoje e expectativas futuras. In: Estudos Avançados. Banco de Textos do Projeto Arte na Escola n.º 006/1993, pág Arte-Educação no Brasil: das origens ao modernismo. São Paulo: Perspectiva, Tópicos Utópicos. Belo Horizonte: C/Arte. Coleção Arte & Ensino Arte-Educação no Brasil-Realidade Hoje e Expectativas Futuras -tradução de Sofia Fan.3 ed. São Paulo: Editora Perspectiva,1999. BERNARDO, Valeska. Releitura não é cópia: refletindo uma das possibilidades do Fazer Artístico. Disponível em: Graduacao/revistas/artigos/valeska.doc. Acesso em 09 de abril de 2011.

6 BRASIL. Ministério da Educação e do Desporto. Lei de d Diretrizes e Bases da Educação Nacional. Brasília,1996. BRASIL. Ministério da Educação e Arte.Brasília,2001. do Desporto. Parâmetros curriculares nacionais. FERRAZ, M.H.C.T.; FUSARI,M.F.R. Metodologia do ensino de arte. São Paulo, Cortez, REBOUÇAS, Moema Martins;CORASSA Mariaa Auxiliadora de Carvalho. Propostas metodológicas do ensino da arte II. Vitória, UFES, ANEXO A

7

8 ANEXO B

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