MBA Financiamento, Negócios e Empreendimentos Imobiliários Início: março [+] Mais detalhes

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1 Usuário, você está recebendo as novidades da ABECIP Segunda-Feira, 5 de Dezembro de 2011 MBA Financiamento, Negócios e Empreendimentos Imobiliários Início: março Mercado imobiliário mostra sinais de recuperação (O Estado de S. Paulo - São Paulo/SP - OPINIÃO - 04/12/2011) O Estado de S.Paulo O mercado imobiliário da cidade de São Paulo recuperou-se, no terceiro trimestre, segundo o sindicato da habitação (Secovi). As vendas cresceram 44,9% entre agosto e setembro, a oferta de recursos é satisfatória e a maioria das empresas mantém os planos de investimento, deixando para trás os maus presságios do primeiro semestre. Foram comercializadas, em setembro, unidades, 16,2% mais do que em setembro de 2010, e a velocidade das vendas atingiu 18,7%, a maior do ano (média de cinco meses entre o lançamento e a comercialização). Ante um aumento mais moderado dos preços e com algumas construtoras promovendo "feirões" de imóveis com descontos, muita gente aproveitou esse momento propício para comprar a casa própria. Foi revertido o período de queda do primeiro quadrimestre: na comparação entre os primeiros trimestres de 2010 e 2011, a queda das vendas foi próxima de 50%, caindo para 31,3%, em junho; 28,6%, em julho; 23,8%, em agosto; e 19,2%, em setembro. Em setembro, o volume de lançamentos na cidade de São Paulo foi pequeno (2.739 unidades). O estoque de imóveis prontos e não comercializados aumentou de 12 mil, no início do ano, para 14 mil, em setembro. Ainda assim, o mercado de imóveis da capital supera o da região metropolitana de São Paulo (RMSP). Nas 39 cidades que compõem a RMSP, foram vendidas unidades, em setembro, 12,5% menos do que em agosto e 6% abaixo de setembro de Os resultados mais fracos da área metropolitana podem ser explicados, em parte, pelo recrudescimento inflacionário, que, nas famílias de menor renda, reduziu a parcela disponível para a casa própria. O movimento de vendas foi favorecido pela oferta satisfatória de crédito: o número de financiamentos com recursos das cadernetas de poupança cresceu mais de 20%, entre os primeiros nove meses de 2010 e de 2011, e o volume de crédito aumentou quase 50%. A segunda fonte mais importante do crédito imobiliário, o FGTS, mostrou bom movimento também. O recrudescimento da crise mundial tem impacto negativo para todos os mercados, mas no setor imobiliário as condições continuam favoráveis à compra, pois a oferta de empregos é satisfatória e o rendimento real dos trabalhadores cresceu. Ademais, os prazos de financiamento são mais dilatados. A perspectiva de estabilização dos preços dos imóveis é o melhor cenário, pois, numa conjuntura mais difícil, os compradores procurarão não comprometer excessivamente sua renda. Alta no preço dos imóveis desacelera em novembro (O Estado de S. Paulo - São Paulo/SP - NOTÍCIAS - P.B4-05/12/2011) CIRCE BONATELLI - O Estado de S.Paulo A alta do preço dos imóveis perdeu fôlego em novembro e registrou a menor elevação nos últimos 15 meses, de acordo com pesquisa da Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas (Fipe) baseada em dados do site Zap Imóveis. O levantamento divulgado hoje mostra que o valor médio do metro quadrado nas sete regiões

2 metropolitanas pesquisadas pela entidade subiu 1,4% em novembro, resultado inferior ao aumento de 1,6% de outubro e bem abaixo do pico de 2,7% registrado em abril. A alta menor foi verificada em todas as sete regiões pesquisadas e é reflexo da desaceleração da economia brasileira e do maior cuidado dos consumidores, segundo avalia Eduardo Zylberstajn, coordenador do índice Fipezap. "O cenário de incerteza aumentou e as pessoas estão ficando mais cautelosas", diz Zylberstajn, citando como exemplo a queda no ritmo da criação de empregos e a pressão inflacionária sobre os salários. Ainda assim, afirma ele, a alta no preço dos imóveis é expressiva. Entre os meses de janeiro e novembro o preço médio do metro quadrado subiu 25%, enquanto nos últimos 12 meses encerrados em novembro a elevação foi de 27,6%. O Distrito Federal continua com o metro quadrado mais caro do País (média de R$ 7,936), seguido por Rio (R$ 7,341), São Paulo (R$ 5,984), Belo Horizonte (R$ 4,584), Recife (R$ 4,559), Fortaleza (R$ 4,253) e Salvador (R$ 3,514). Em São Paulo, a alta mensal de 1,7% foi a menor desde julho de A região do Ibirapuera e Vila Nova Conceição manteve o posto de mais cara, com o valor médio do metro quadrado de R$ 9,354. Em seguida aparecem Jardim Paulistano (R$ 9,182) e Chácara Itaim (R$ 8,031). O Rio e o Recife tiveram as maiores altas nos últimos 12 meses, com acréscimo de 37% e 29%, respectivamente. Na capital fluminense, o valor médio do metro quadrado no Leblon, bairro mais caro da cidade, ultrapassou os R$ 17 mil pela primeira vez. Esse valor deixa para trás outros bairros nobres, como Ipanema (R$ 15 mil), e é 17 vezes maior que o bairro mais pobre, Coelho Neto, onde o preço do metro quadrado não chega a R$ 1 mil. Para o ano que vem, a tendência de desaceleração no preço dos imóveis deve se manter durante o primeiro semestre, enquanto o cenário de incerteza persistir, afirma Zylberstajn. COMUNICADOS COMUNICADO ABECIP Nº MEDIDA PROVISÓRIA Nº 552: PROJETOS DE INTERESSE SOCIAL E RET Foi divulgada no Diário Oficial da União de , em edição extra, a Medida Provisória nº 552, de , que dentre outras providências, altera o art. 4º da Lei nº , de , alterando para R$ ,00, para enquadramento como sendo de interesse social, o valor máximo das unidades dos projetos de incorporação de imóveis residenciais cuja construção tenha sido iniciada ou contratada a partir de 31 de março de 2009, permitindo que o percentual correspondente ao pagamento unificado dos tributos (IRPJ, PIS/PASEP, CSLL e COFINS) no regime especial de tributação seja equivalente a 1% da receita mensal recebida. MEDIDA PROVISÓRIA Nº 552, DE 1º DE DEZEMBRO DE 2011 Altera o art. 4º da Lei nº , de 2 de agosto de 2004, e os arts. 1º e 8º da Lei nº , de 23 de julho de A PRESIDENTA DA REPÚBLICA, no uso da atribuição que lhe confere o art. 62 da Constituição, adota a seguinte Medida Provisória, com força de lei: Art. 1º O art. 4º da Lei nº , de 2 de agosto de 2004, passa a vigorar com as seguintes alterações: "Art.4º º Para efeito do disposto no 6º, consideram-se projetos de incorporação de imóveis de interesse social os destinados à construção de unidades residenciais de valor comercial de até R$ ,00 (oitenta e cinco mil reais) no âmbito do Programa Minha Casa, Minha Vida, de que trata a Lei nº , de 7 de julho de o Para efeito do disposto no 6o, consideram-se projetos de incorporação de imóveis de interesse social os destinados à construção de unidades residenciais de valor comercial de até R$ ,00 (setenta e cinco mil reais) no âmbito do Programa Minha Casa, Minha Vida (PMCMV), de que trata a Lei no , de 7 de julho de (Redação dada pela Lei nº , de 2010)..." (NR) Art. 2º Os arts. 1º e 8º da Lei nº , de 23 de julho de 2004, passam a vigorar com as seguintes alterações: "Art. 1º......

3 XVIII - massas alimentícias classificadas na posição da TIPI. 1º No caso dos incisos XIV a XVI do caput, a redução a zero das alíquotas aplica-se até 31 de dezembro de º No caso do inciso XVIII do caput, a redução a zero das alíquotas aplica-se até 30 de junho de 2012." (NR) "Art. 8º º É vedado às pessoas jurídicas referidas no caput o aproveitamento do crédito presumido de que trata este artigo quando o bem for empregado em produtos sobre os quais não incidam a Contribuição para o PIS/PASEP e a COFINS, ou que estejam sujeitos a isenção, alíquota zero ou suspensão da exigência dessas contribuições." (NR) Art. 3º Esta Medida Provisória entra em vigor na data de sua publicação. Brasília, 1º de dezembro de 2011; 190º da Independência e 123º da República. DILMA ROUSSEFF Guido Mantega NOTICIÁRIO DE IMPRENSA NACIONAL Aluguel de segunda residência vira tendência entre cariocas (O Globo Online - Rio de Janeiro/RJ - ECONOMIA - 03/12/2011) Opção pode ajudar a diminuir tempo perdido no trânsito entre Barra e Zona Sul Duas, três, quatro e até seis horas por dia parado, engarrafado, preso no trânsito. A rotina, cada vez mais comum para os cariocas de qualquer região da cidade, é ainda pior para aqueles que precisam percorrer muitos quilômetros entre casa e trabalho, como é o caso de quem mora na Barra da Tijuca, Recreio ou Vargem Grande e trabalha na Zona Sul ou no Centro. E vice-versa. O resultado? Alguns cariocas estão optando por manter uma segunda base mais perto do trabalho, apenas para ficar de segunda a sexta. Há quem escolha passar a semana em um conjugado ou em um quarto e sala. E tem até quem faça do próprio escritório uma opção de estadia. Tudo em busca de uma melhor qualidade de vida. - Já venho percebendo isso há algum tempo. Desde que o trânsito do Rio começou a ficar complicado. E a tendência é que isso só aumente. Mas há fatores muito positivos nessa mobilidade, principalmente para o comércio dessas regiões e para o mercado de locações, que fica mais movimentado - defende Leonardo Schneider, vice-presidente do Secovi-Rio. Esse movimento em direção ao local de trabalho, mesmo ainda tímido, já vem sendo feito por profissionais de diversos setores e, em especial, por executivos de grandes empresas sediadas no Centro. Como precisam utilizar a ponte aérea com frequência e, por conta do trânsito acabavam perdendo vôos e reuniões, a solução tem sido procurar uma base mais perto do Santos Dumont e das empresas onde trabalham. - Esse público vem movimentando ainda mais o mercado de locações em Botafogo, Flamengo, Tijuca e São Cristóvão. Até dois anos atrás, a cada 20 consultas sobre aluguel nessas áreas, uma era feita por pessoas nesse perfil. Hoje, são três - diz Bianca Carvalho, diretora comercial da Central de Imóveis. Mudança traz novos hábitos, mas pode duplicar os gastos Se para o mercado essa movimentação pode ser positiva, quem precisa ficar longe de casa não vê tantos benefícios. Afinal, além de ter sua rotina alterada, ainda tem seus gastos com moradia duplicados. O empresário Evandro Machado, por exemplo, trocou, durante a semana, um confortável apartamento de três quartos na Barra, com vista para o verde, pelo aperto de um quarto e sala no Catete. Com isso, se livrou do estresse diário de três horas no trânsito, já que agora vai e volta de metrô em menos de dez minutos. Em compensação, precisa manter dois apartamentos: - Ganhei agilidade nos meus deslocamentos e mais tempo para mim. Mas não é uma decisão barata. O apartamento da Barra é próprio, mas agora tenho aluguel e todas as outras contas duplicadas: condomínio, TV a cabo, luz e ainda preciso pagar estacionamento, já que o prédio do Catete não tem garagem. Propriedades-dormitório é tendência forte para os próximos anos no Rio Para minimizar o rombo que um novo apartamento produz no orçamento familiar, os consultores Eduardo Bandeira Villela e Cristina Costa, casados há 30 anos, fizeram uma verdadeira revolução. Primeiro, criaram a infraestrutura dentro do escritório que têm no Centro. Na sala de reuniões, sofá-cama; no banheiro, dois chuveiros; e na pequena copa, frigobar e micro$. Assim, quando trabalham até muito tarde têm tudo o que precisam à mão, sem precisar encarar o trânsito de

4 volta para casa, em Vargem Grande. - Não é o ideal, mas como não temos horário para entrar e sair, essa alternativa facilitou bastante - conta Bandeira. Mas as mudanças do casal não pararam por aí. Na semana passada, eles trocaram a casa em Vargem Grande por um apartamento na Barra (menos longe, um pouco) e compraram também uma sala próxima ao novo apê, onde pretendem montar a filial de sua consultoria. Enquanto isso, o escritório no Centro continua servindo de dormitório à dupla. A história de Eduardo e Cristina mostra a tendência cada vez mais forte, mesmo para quem não tem um negócio próprio: concentrar trabalho e casa no mesmo lugar. - Muitas vezes, o aluguel de um espaço menor para passar a semana funciona como uma experiência de adaptação. Quando ela é bem-sucedida, as pessoas acabam comprando a $no bairro mais próximo ao trabalho e se transferindo para lá definitivamente - diz Aline Ribeiro, sóciagerente da Onix Administradora de Bens e diretora de Vendas da Fernandez Mera Imobiliária. Porto pode ser alternativa. Metrô não mudaria cenário Já o engenheiro Leonardo Barbosa ainda sente falta do apartamento onde morava, na Península. Ex-morador de Vila Isabel, ele foi para a Barra quando se casou para realizar o desejo da mulher de morar no bairro. Depois de três anos encarando o trânsito, eles resolveram alugar um quarto e sala em Botafogo. Por um ano, passaram a semana na Zona Sul e os sábados e domingos na Barra, até que decidiram comprar um apartamento na planta em Botafogo e acabaram vendendo o da Barra. - O trânsito transformou o sonho da minha mulher em pesadelo. Viemos de vez para Botafogo. Mas ainda sentimos falta da infraestrutura que tínhamos na Península, onde podíamos $tudo com segurança. E minha mulher ainda sonha em voltar - conta Barbosa. Para Leonardo Schneider, vice-presidente do Secovi-Rio, outra tendência, entre aqueles que tiverem maior poder aquisitivo, é a compra do que ele chama de "propriedades-dormitório", até pela pouca oferta de imóveis para locação, especialmente na Zona Sul: - Isso já ocorre na Lapa e há áreas, como o Porto Maravilha, que poderão servir a esse fim. Bianca Carvalho, da Central de Imóveis, concorda. Para ela, nem mesmo a chegada do Metrô à Barra deve fazer diferença nesse cenário, e a tendência é que, já a partir do ano que vem, muitos investidores procurem imóveis na região do Porto e de São Cristóvão, já que a locação por ali é certa: - Temos casos até de diretores de empresas que compraram imóveis na planta, especialmente em São Cristóvão e na Tijuca, sabendo que poderiam alugar a seus subordinados. É investimento com retorno certo. Construção é a aposta dos investidores (Folha de S. Paulo - São Paulo/SP - MERCADO- P.B3-05/12/2011) Setor tem uma das piores quedas da Bolsa no ano, mas perspectiva de novos cortes de juros embasa otimismo Índice Imob, referência para ações do setor imobiliário, teve queda de 23,55% no ano até o fim de novembro De são Paulo As ações ligadas à construção civil são, para a maior parte dos investidores, os papéis de maior potencial de ganhos na Bolsa nos próximos meses. O setor liderou as respostas em uma sondagem de projeções da corretora Banif com cerca de clientes. O segmento amarga uma das piores quedas do mercado no ano. O índice Imob, referência para o setor, caiu 23,55% até o fim de novembro -ante retração de 17,94% do Ibovespa no período. Mas algumas ações tiveram perdas superiores a 50%. A queda é excessiva para um setor voltado à economia interna, com fundamentos e perspectiva de crescimento, na opinião do analista da corretora Banif Flávio Conde. "Está criada a oportunidade de compra. Mas, para esse cenário se materializar, as Bolsas lá fora têm de voltar a subir", afirma. Tem forte peso, na avaliação dos investidores, a tendência de continuidade dos cortes nos juros. A construção é uma das mais beneficiadas com taxas menores, que se somariam a um ambiente interno favorável, de baixo desemprego e elevação da renda -mas com um relevante deficit habitacional. Esses papéis atraem também porque, em geral, reproduzem a tendência do Ibovespa com mais intensidade. A escolha seria uma forma de conseguir desfrutar, no momento de recuperação da Bolsa, da mesma velocidade e força com que o setor refletiu o movimento de baixa. RISCOS A indicação dos investidores, porém, embute riscos. O mais imediato é a falta de clareza sobre os

5 rumos da economia internacional. Embora os analistas enxerguem uma tendência de recuperação para a Bovespa, evitam estimar quando isso deve acontecer. Uma característica própria do setor merece atenção: o nível de endividamento -na ótica geral, risco comum a todas- e a saúde financeira de cada empresa. "Vejo a construção civil, sim, como um dos melhores investimentos, mas não como defensivo. Por mais que a gente não seja afetado pela crise, se secar o crédito [o desempenho] fica pior", diz Fernando Goés, da Octo Investimentos. A força do mercado interno também dá destaque às empresas do setor de varejo. O potencial está ligado à renda dos brasileiros e aos investimentos das redes. O ponto positivo para 2012 em relação à renda é o reajuste do salário mínimo, que se somará aos aumentos obtidos nas negociações por categorias. "As empresas mantiveram os planos de abertura de lojas. Isso vai se refletir em volume de vendas", diz Sandra Peres, da Coinvalores. (GV e GB) Em apenas 8 dias, carteira capta R$ 136 milhões (Valor Econômico - São Paulo/SP - EU & INVESTIMENTOS - D3-05/12/2010) Por Luciana Monteiro De São Paulo O setor de fundos imobiliários apresenta um crescimento de 40% neste ano até novembro em comparação ao mesmo período de Segundo informações presentes no site da Comissão de Valores Mobiliários (CVM), as ofertas registradas somavam R$ 6,162 bilhões, para um total de 36 colocações. No mesmo prazo do ano passado, o número de operações chegava a 27, um total de R$ 4,417 bilhões. O aquecimento do setor de fundos imobiliários é tão grande que o fundo BM Cyrela Thera Corporate encerrou a captação de R$ 136,824 milhões em apenas oito dias úteis. A adesão foi maciça das pessoas físicas: 940 investidores, sendo 16 funcionários e pessoas ligadas à administração. Boa parte desses investidores é do Citibank, um dos distribuidores da carteira. Este foi o primeiro fundo estruturado pela Brazilian Mortgages no qual o empreendimento ainda está em fase de desenvolvimento, conta Vitor Bidetti, diretor da BM responsável pela estruturação do portfólio. O imóvel em questão é o Thera Corporate, um edifício comercial corporativo de alto padrão, situado na Avenida Luís Carlos Berrini, região Sul de São Paulo, um dos centros financeiros da cidade. A Cyrela, vendedora do terreno e responsável pela edificação do Thera Corporate, garantirá aos investidores uma renda de 9% ao ano, ou 0,75% ao mês, por até 12 meses após o chamado "habite-se" - documento que atesta que o imóvel foi construído seguindo as exigências estabelecidas pela Prefeitura para a aprovação do projeto. O valor de cada cota era de R$ 100,00, mas o investimento mínimo exigido era de 100 cotas, ou seja, R$ 10 mil. A taxa de administração é de 0,2% ao ano. De acordo com Bidetti, o valor do metro quadrado para os investidores do fundo saiu por R$ 13,5 mil, e que seria muito maior caso o empreendimento já estivesse pronto. "O fundo deve, portanto, conseguir captar a valorização do imóvel", diz. Segundo o executivo, o setor de fundos imobiliários já começa a encontrar dificuldades para entrar bons ativos para que novas carteiras sejam estruturadas. E a demanda está bastante aquecida. Tanto que a Brazilian Mortgages colocou lotes complementares em três ofertas realizadas. O cenário de queda de juros deve fazer com os fundos imobiliários tenham um período de alta demanda no ano que vez, avalia Bidetti. "Com o prêmio nos investimentos de renda fixa caindo, o investidor busca outras alternativas de aplicação, e como o mercado financeiro está muito volátil, os fundos imobiliários devem receber boa parte dos recursos." A Brazilian Mortgages deve encerrar o ano com um volume de ofertas colocadas e estruturadas de R$ 1,6 bilhão, valor superior ao R$ 1,3 bilhão do ano passado. Para 2012, a expectativa é de que o volume dobre, para algo próximo a R$ 3 bilhões, afirma ele. Preço de imóvel tem menor alta em 15 meses (O Estado de S. Paulo - São Paulo/SP - ECONOMIA- 05/12/2011) Hugo Passarelli, do Economia & Negócios

6 SÃO PAULO - Novembro foi mês de desaceleração nos preços de apartamentos no País. Em sete capitais brasileiras, o metro quadrado subiu 1,4% no mês passado, perante um avanço de 1,6% outubro. Trata-se da menor alta em 15 meses, de acordo com o índice FipeZap. "Os preços de imóveis não estão caindo, mas a cada mês sobem num ritmo menor", afirma Eduardo Zylberstajn, economista coordenador do indicador. A valorização acumulada em 12 meses evidencia esse movimento: ficou em 27,6% em novembro, contra 28,8% em outubro. O economista explica que, apesar do resultado menor, o nível de aumento dos valores de imóveis ainda deve ser considerado relevante. O Rio de Janeiro segue como o mercado imobiliário mais inflacionado do País, com alta de 1,7% dos preços de apartamentos em novembro, e Leblon, como o bairro mais caro - o metro quadrado bateu nova marca e ultrapassou os R$ 17 mil pela primeira vez. Mesmo assim, até na capital fluminense é possível constatar a desaceleração, já que o avanço em 12 meses era de 40% em outubro e recuou para 37% no mês passado. O preço médio do metro quadrado encontrado nos anúncios foi de R$ 6.120, variando entre R$ (Salvador) e R$ (Distrito Federal). Ao lado do Rio, apenas São Paulo teve alta superior à média do indicador, de 1,7%, embora tenha sido a menor em 17 meses. A região Ibirapuera-Vila Nova Conceição continua a mais cara da cidade (R$ o m²). Na outra ponta, estão São Miguel Paulista (R$ 2.762), Artur Alvim (R$ 2.736) e Paraisópolis (R$ 2.607). Além das capitais paulista e fluminense, só em Belo Horizonte (+1,4%) e Recife (+1%) os preços subiram na casa do 1%. Para Zylberstajn, isso confirma que em outras praças o grau de desaceleração está mais avançado. Mas como São Paulo e Rio são os dois maiores mercados imobiliários do País, os valores costumam ter maior variação, o que puxa para cima o índice. Depois de um ano, a Rodobens Negócios Imobiliários volta a lançar, nesta semana, empreendimentos fora do programa habitacional Minha Casa, Minha Vida. A intenção de retomar a produção também em valores acima dos incluídos no programa tem como objetivos melhorar a rentabilidade da Rodobens e reduzir riscos, segundo o diretor-presidente, Marcelo Borges. A parcela de imóveis não enquadrados no Minha Casa, Minha Vida que será lançada nas próximas semanas - um empreendimento em Belo Horizonte, um Fortaleza e outro em Canoas (RS) - chegará a 20% do total de 3 mil a 3,5 mil unidades previstas para o quarto trimestre. Do Valor Global de Vendas (VGV) dos lançamentos, a fatia alcança 35%. A Rodobens chama de segmento econômico empreendimentos com unidades cujo preço varia de R$ 200 mil a R$ 400 mil, conforme o tamanho e a cidade em que é desenvolvido. Entre os riscos de atuar somente no programa, estão as aprovações mais lentas para projetos em áreas de maior porte e o repasse de financiamento concentrado na Caixa Econômica Federal (CEF). Para o Minha Casa, Minha Vida, a empresa compra áreas rurais de maior porte e faz investimentos em infraestrutura para transformá-las em urbanas. Fora do programa, pode desenvolver projetos em áreas menores e obter o mesmo VGV com menos unidades. O banco de terrenos da Rodobens, de R$ 6,7 bilhões (parte da companhia de R$ 5,8 bilhões), é suficiente para os lançamentos previstos para Menos de 20% não se destina ao Minha Casa, Minha Vida. Os terrenos utilizados pela empresa para desenvolver projetos para o programa são adquiridos por permuta. Se for necessário comprar mais áreas para projetos de maior valor e o formato de permuta não for utilizado, a Rodobens poderá lançar mão de empréstimo-ponte com dois bancos comerciais. A empresa quer reduzir a parcela de terrenos destinados a projetos de longo prazo e elevar a parcela de áreas para lançamentos no curto prazo. Embora a companhia retome, nesta semana, a estratégia de lançar imóveis a partir de R$ 200 mil, esse movimento deve ganhar mais força, principalmente, a partir do quarto trimestre de 2012, devido ao prazo necessário para a aprovação dos projetos. A empresa não informa metas, mas Borges diz que a expectativa é que o VGV total de seus projetos chegue a R$ 1,4 bilhão em 2012, retomando o nível de 2010, quando lançou R$ 1,366 bilhão. A parcela da empresa deve ser de R$ 1,2 bilhão. Do total, 80% será nos moldes do programa habitacional. A projeção inicial é lançar 12 mil unidades. Em 2010, para o mesmo VGV, foram lançadas 16 mil unidades. Para 2011, é esperado VGV de cerca de R$ 1 bilhão, com parte da Rodobens de R$ 900 milhões. No terceiro trimestre, a companhia elevou seu ritmo de lançamentos, para R$ 208 milhões, incluindo a parcela dos sócios nos empreendimentos. Na primeira metade do ano, a empresa deu prioridade à venda de estoques, principalmente de unidades lançadas no fim do ano passado, e o VGV de lançamentos ficou somente em R$ 163,866 milhões. A retomada da produção de imóveis entre R$ 200 mil e R$ 400 mil contribuirá para a melhora da margem bruta da companhia em Conforme o diretor-presidente da Rodobens, esse impacto poderia ser maior se não fossem os R$ 18,5 milhões a incorrer nos resultados da Rodobens volta a lançar imóveis acima de R$ 200 mil (Valor Econômico - São Paulo/SP - EMPRESAS - B12-05/12/2010) Por Chiara Quintão De São Paulo

7 companhia esperados para os próximos 12 a 18 meses, em decorrência da revisão dos orçamentos das obras em execução feita no terceiro trimestre. A desoneração anunciada pelo governo federal deve aumentar o número de lançamentos de imóveis populares, segundo empresários do setor. O governo ampliou o teto do valor do imóvel sobre a qual incide a alíquota de 1% do Regime Especial de Tributação (RET) de R$ 75 mil para R$ 85 mil. Acima disso, a alíquota é de 6%. A medida amplia o limite de desoneração do Minha Casa, Minha Vida. Apenas a construtora Clip, entre as procuradas pelo Valor, admitiu reduzir NOTICIÁRIO DE IMPRENSA REGIONAL Ações locatícias subiram 4,2% no mês de outubro (Jornal da Comunidade - Brasília/DF - IMÓVEIS & CONSTRUÇÃO - 03/12/2011) Redação Jornal da Comunidade O número de ações locatícias registradas em 13 fóruns regionais de São Paulo subiu 4,2% em outubro, frente ao volume de ações registradas no mês anterior, e foi 19,1% superior a outubro de De acordo com levantamento realizado pelo Sindicato da Habitação (Secovi-SP) e divulgado na terça-feira (29), em outubro deste ano, foram propostas ações locatícias na Justiça paulistana, contra as verificadas em setembro deste ano e em outubro do ano passado. No caso dos dados do acumulado do ano, nota-se que, de janeiro a outubro, houve queda de 6,9%, ante igual período de 2010, passando de para ações locatícias. Considerando todos os tipos de ocorrências no décimo mês do ano, a pesquisa indica que a maior parte delas dizia respeito às ações por falta de pagamento de aluguel, que representaram 78,3% do total ou casos. Consórcio é uma alternativa para adquirir imóvel (Jornal da Comunidade - Brasília/DF - IMÓVEIS & CONSTRUÇÃO - 03/12/2011) Redação Jornal da Comunidade Os consórcios podem ser alternativa ao financiamento para a compra, construção ou reforma de imóveis. De acordo com a Associação Brasileira de Administradoras de Consórcios (Abac), a alta de 15,7% nas adesões ao produto no acumulado do ano, aliada ao crescimento de quase 20% no tíquete médio, comprovam o interesse do consumidor. A carta de crédito para um consórcio é concedida por empresas administradoras que formam grupos de consorciados, que por sua vez contribuem mensalmente para a formação de uma poupança comum. Construtoras preveem mais lançamentos (Jornal da Comunidade - Brasília/DF - IMÓVEIS & CONSTRUÇÃO - 03/12/2011 Redação Jornal da Comunidade)

8 preços para aproveitar a redução da alíquota do imposto. Segundo o presidente da companhia, Paulo Berbert, projetos da Clip que seriam lançados no início de 2012 com preço médio de R$ 90 mil por unidade terão esse valor reduzido para R$ 85 mil. Cyrela Brazil Realty tem a melhor reputação online entre as empresas do setor imobiliário (COMUNICAÇÃO & CIA - - MARKETING - 03/12/2011) Eduardo Takashi Incorporadora teve a melhor colocação segundo pesquisa da DOM Strategy Partners Segundo o estudo Reputation Index 2011, realizado periodicamente pela consultoria DOM Strategy Partners e publicado na última edição da revista HSM Management, a incorporadora Cyrela Brazil Realty possui a melhor reputação online entre as empresas do setor imobiliário brasileiro, assumindo também a 38ª posição entre as 50 marcas mais bem-colocadas no país. A Cyrela aparece também entre as 50 empresas com maior presença online. Este reconhecimento, obtido pela empresa junto aos internautas nacionais se deve, entre outros fatores, ao posicionamento estratégico ligado à inovação em inteligência digital, além de uma presença ativa nas redes sociais e soluções personalizadas no suporte ao cliente pela internet. "É extremamente gratificante perceber que as soluções implementadas pela Cyrela Brazil Realty nos ambientes digitais agregam tanto valor à vida de nossos clientes e são reconhecidas por eles", ressalta Fernando Moulin, gerente geral de e-business da companhia. O índice de reputação da pesquisa é calculado sobre dois pilares: imagem e credibilidade. O primeiro leva em consideração aspectos como marca, símbolos, lideranças, missão, visão, valores, atitudes corporativas, relacionamento com clientes e acionistas, produtos e serviços, canais e inovação. A credibilidade inclui modelo de negócios, governança corporativa, sistemas e práticas de gestão, modelos de atração, retenção e gestão de talentos, modelos de remuneração, práticas de sustentabilidade, tecnologia e internet, conhecimento corporativo e arquitetura de projetos. No caso do índice de presença online, o ranking mede a reputação digital entre as pessoas que acompanham as atividades das marcas nos ambientes online. Energia eólica agita mercado imobiliário na região Nordeste (Jornal da Comunidade - Brasília/DF - IMÓVEIS & CONSTRUÇÃO - 03/12/2011) Redação Jornal da Comunidade Os projetos de energia eólica têm ventilado o mercado imobiliário das regiões propícias à instalação de aerogeradores. Vender um terreno para uma central eólica ou arrendar partes dele para a instalação de torres tem se tornado um bom negócio, principalmente em regiões mais pobres do semi-árido nordestino. Segundo a Associação Brasileira de Energia Eólica (Abeeólica), as empresas do setor devem investir R$ 30 bilhões até Para levar adiante esses investimentos, a localização é parte fundamental do negócio. Terras com ventos fortes e constantes são procuradas para a instalação de futuros parques. Os principais polos são o sul do país, o litoral nordestino e, mais recentemente, o interior do Nordeste. Em geral, os empreendedores preferem arrendar parte do terreno para instalar as torres, pagando ao proprietário da terra uma espécie de "royalty" que varia de 0,5% a 1,5% da receita líquida de

9 cada máquina. Freguesia está em alta (O Dia - RJ - Rio de Janeiro/RJ - IMÓVEIS - 05/12/2011) Rua Araguaia é um dos destaques do bairro que receberá vários lançamentos este mês POR CRISTIANE CAMPOS Rio - O mercado imobiliário está em ritmo ainda mais acelerado neste fim de ano. Para se ter ideia, o bairro da Freguesia, em Jacarepaguá, na Zona Oeste, abriga boa parte dos lançamentos imobiliários comerciais e residenciais daa cidade neste período. Segundo o presidente da Associação de Dirigentes de Empresas do Mercado Imobiliário (Ademi- Rio), José Conde Caldas, o setor vai encerrar o ano com aumento de 25% nas unidades lançadas, somando 25 mil imóveis. A Freguesia é considerada a Zona Sul de Jacarepaguá. A Rua Araguaia, uma das mais valorizadas do bairro, terá pelo menos três empreendimentos residenciais lançados ainda este mês pelas construtoras como Calçada e Leduca. A Sacisa, Simões Duarte e o Grupo Avanço Aliados também estão na Freguesia. De acordo com a direção da Caixa Econômica Federal, há no bairro dois empreendimentos que vão contar com financiamento da instituição. Um terá oito unidades, e o outro, em análise, 53 e preço médio de R$ 170 mil. A diretora da Rubi Engenharia, Joana Alvim, adianta que vai lançar o Grand Araguaia Premium, com 56 apartamentos. A obra está em ritmo avançado. De acordo com o diretor do Grupo Avanço Aliados, Sanderson Fernandes, a região é muito valorizada, e os empreendimentos são de alto padrão. "O metro quadrado já está em R$ na área", lembra Fernandes. A construtora tem tradição no bairro, pois atua desde O Versailles, por exemplo, último lançamento do grupo na Freguesia já vendeu todos os apartamentos de três quartos. Fernandes explica que só há algumas unidades de quatro quartos e coberturas dúplex. Ele diz que as varandas são grande atrativo, pois serão entregues aos compradores com churrasqueira a gás e bancada em granito. A Calçada, em parceria com a Montserrat, vai lançar o Splendore Araguaia. Serão 56 apartamentos num terreno com mais de quatro mil metros quadrados. O condomínio terá lazer e serviços. A partir de R$ A Even lançou o Caminhos da Barra Mais, com 460 apartamentos a partir de R$ , na Avenida Muniz Aragão. Segundo o diretor da construtora, Cláudio Hermolin, a primeira fase, também com 460 unidades, foi 100% vendida. No total, o condomínio, a 100 metros do Bosque da Freguesia, terá 920 apartamentos. Procura por imóveis cresce de 20% até 30%

10 (A Gazeta - MT - Cuiabá/MT - ECONOMIA - 04/12/2011) Redação do GD Demanda por locação imobiliária costuma aumentar entre 20% e 30% nos meses de dezembro e janeiro, em comparação com outros meses do ano, principalmente em antecipação ao ano letivo nas faculdades ou renovação de contratos. Mas, alugar um imóvel ainda pode envolver muita burocracia, especialmente se o cliente depender de um avalista. Nas imobiliárias de Cuiabá essa ainda é uma das opções mais procuradas, assim como o título de capitalização. Para quem não dispõe de fiadores ou se sente constrangido em recorrer a parentes ou amigos para avalizar o contrato, outras opções são o seguro-fiança, a caução ou negociação direta com o proprietário do imóvel, mediante pagamento antecipado. Quem tem imóvel obtém crédito com juros mais baixos (Clipping Ministério do Planejamento - Brasília/DF - HOME - 04/12/2011) Autor(es): Ana D"angelo Correio Braziliense - 04/12/2011 Instituições oferecem empréstimos com taxas abaixo de 2% ao mês NotíciaGráfico Mesmo após o governo ter anunciado um pacote de medidas para ampliar o crédito e aumentar o consumo, os juros dos empréstimos continuam proibitivos. Para quem está endividado, é bom evitar a euforia do momento e pesquisar bastante. Mas ainda é possível encontrar alternativas mais favoráveis ao bolso. O brasileiro que tem imóvel quitado, por exemplo, está descobrindo a chance de se financiar de uma forma bem mais barata, ao dar o bem em garantia do contrato - uma espécie de penhor da casa própria. A grande vantagem é a taxa de juros, entre 1,42% e 1,7% ao mês, mais baixa até que a de empréstimos consignados em folha e a de financiamentos de automóveis. Como os prazos oferecidos são mais longos - em geral, de 15 anos, mas eles podem chegar até a 30 anos -, os consumidores tomam valores vultosos sem que a prestação fique tão indigesta. Depois do crédito habitacional, é a segunda melhor opção de crédito disponível nas agências bancárias - e com a vantagem de que pode ser usada para qualquer finalidade, sem especificação. Entre os clientes desse tipo de empréstimo, estão pessoas que querem organizar seu orçamento pessoal, trocando dívidas mais caras por outras mais baratas de longo prazo. Mas tem sido a alternativa também de empreendedores que querem abrir o próprio negócio ou ampliá-lo. É muito útil também para a aquisição de um bem mais caro, uma viagem ao exterior ou o financiamento da educação dos filhos no exterior, por exemplo. A Brazilian Mortgages Companhia Hipotecária (BM) oferece o produto desde Mas a maioria das instituições começou a oferecê-lo em 2008 e De lá para cá, o crescimento foi espantoso. A BM fechará 2011 com um saldo de R$ 1 bilhão contratado. Mas, nos últimos dois anos, foi de 600%. A Caixa Econômica Federal, líder do segmento, emprestou, só neste ano, R$ 1,4 bilhão - cinco vezes mais que em e deve fechar dezembro com uma carteira de cerca de R$ 2 bilhões. A expectativa para 2012 é avançar ainda mais e atingir R$ 5 bilhões emprestados. No Banco do Brasil, a modalidade de crédito que usa imóveis como garantia ainda é tímida: a instituição financiou apenas R$ 100 milhões. Sufoco "É um produto que tende a crescer muito", diz o superintendente nacional para a Pessoa Física da Caixa Econômica Federal, Humberto Magalhães. "Esse tipo de crédito garante liquidez aos

11 imóveis que os brasileiros sempre gostaram de ter como investimento e garante o equilíbrio do orçamento, em caso de necessidade, pois é possível obter valores mais altos, com prazos de pagamento maiores", explica o diretor da BM Sua Casa, Elyseu Mardegan Junior. Segundo ele, boa parte dos clientes quer organizar suas dívidas, incluindo as do cheque especial e do cartão de crédito, transformando-as numa só, de prazo mais longo e com parcelas mais baixas. O servidor público Paulo Roberto, 58 anos, viu nesse tipo de empréstimo uma oportunidade para se livrar das dívidas. "Resolvi dar o apartamento onde moro, na Asa Sul, como garantia para pagar outros débitos, como empréstimos consignados e cartão de crédito, que estavam me sufocando", conta. Para ele, a maior vantagem é concentrar as faturas em uma só. Mas, apesar de serem os menores juros do mercado, os juros deveriam ser mais baixos, avalia ele. "O banco tem garantia total de que vai receber o dinheiro. Não há risco de calote", opina. Os bancos podem emprestar a taxas mais baixas porque o risco é reduzido - eles recebem uma garantia real, com base na alienação fiduciária. O valor médio emprestado é em torno de R$ 135 mil a R$ 140 mil, para pagamento entre 10 e 15 anos, em média. Atualmente, os valores dos imóveis dados em garantia giram em torno de R$ 350 mil. O diretor da Caixa reconhece que a segurança dos bancos está na alienação fiduciária. O imóvel fica registrado em nome do banco até a quitação do contrato. Em caso de inadimplência, a instituição pode levar o bem a leilão para angariar os valores necessários à liquidação da dívida. O que sobra é devolvido ao cliente. Burocracia A servidora pública Andréa Dutra, 37 anos, usou o crédito obtido na BM Sua Casa para comprar um imóvel para os pais, em Caldas Novas. "Hipotequei meu apartamento em Taguatinga para comprar esse outro", diz. Para ela, o atrativo desse tipo de empréstimo são os juros mais baixos. Foi também o que atraiu a aposentada Vera Lúcia Alves Souza Diniz, 58. Ela pegou empréstimo para construir um galpão de frangos em sua chácara, que foi dada em garantia. "Como eu precisava de uma grande quantia, era a minha única opção", explica. Mas Vera Lúcia prefere a prudência. Embora tenha tido lucro, ela não aconselha o empréstimo. "O melhor mesmo é não ter dívidas", recomenda. As instituições que oferecem esse tipo de empréstimo afirmam que sua concessão envolve análise de capacidade de pagamento do tomador - não basta apenas ter um imóvel. Os bancos têm acesso a todas as dívidas do consumidor com instituições financeiras no país. O diretor da BM lembra, no entanto, que esse não é o tipo de financiamento para quitar dívidas de curto prazo, por ser mais burocrático. Há avaliação do imóvel e elaboração de um contrato de alienação fiduciária, registrado em cartório, às custas do beneficiado. Por isso, pode levar até um mês para ser concedido. "É para recompor a vida financeira da pessoa e sobrar recursos e não para deixá-la enforcada como antes", diz Mardegan. Mas a propagação de empréstimos garantidos por imóveis quitados esbarra no receio da repetição, no Brasil, da bolha imobiliária que estourou nos Estados Unidos em Contudo, aos olhos dos especialistas, aqui a realidade é bem diferente: há regras claras e restrições à proliferação. Os dirigentes da Caixa e da Brazilian Mortgages asseguram que não há como a crise norte-americana, que levou à quebra em cadeia de instituições de créditos, se repetir no Brasil. "Os cenários são bem diferentes. Lá, tem a figura da segunda, da terceira hipoteca, e a supervalorização do imóvel", compara o diretor da Caixa, Humberto Magalhães. No Brasil, o imóvel só pode ser hipotecado para garantia de empréstimo bancário uma vez. "Aqui, a avaliação é feita por empresas de engenharia cadastradas no Conselho Regional de Engenharia e Arquitetura (Crea), que seguem normas da Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT). Há critérios de avaliação que a tornam conservadora e extremamente técnica", reforça Mardegan. "Nosso critério é muito científico. Há também limite da cota de financiamento em relação ao valor do imóvel, em torno de 60%", complementa o diretor da Caixa. Nos EUA, chegou-se a conceder empréstimo de 120% sobre o preço do imóvel, lembra Mardegan Junior. Limite de 30% Os títulos negociados no mercado subprime dos Estados Unidos incluíam todo tipo de dívida, de empréstimos com garantia de hipoteca a limites de cartões de crédito concedidos a clientes sem comprovação de renda e muitos já insolventes. A avaliação dos imóveis era feita pelos próprios corretores, que inflavam valores, de forma a incentivar a concessão de novos empréstimos, ainda maiores. Não havia limite de comprometimento de renda para obter crédito, o que só aumentou o superendividamento da população. No Brasil, qualquer financiamento não pode passar de 30% do imóvel dado em garantia.

12 Três corretoras divulgaram na quinta-feira as carteiras recomendadas para dezembro e Rossi lança campanha que oferece descontos especiais (Portal Fator Brasil - Rio de Janeiro/RJ - CONSTRUÇÃO CIVIL - 03/12/2011) A Rossi, uma das principais incorporadoras e construtoras do País, prepara uma campanha com condições imperdíveis para este final de ano. Trata-se da campanha "Escolha Certa Rossi", que tem o objetivo de facilitar a compra de um imóvel oferecendo descontos especiais e mensais fixas. A ação é válida para todos os empreendimentos com unidades disponíveis em Porto Alegre, Canoas, Esteio, Novo Hamburgo e na praia de Atlântida. Informações completas e condições de pagamento podem ser consultadas nos showrooms da incorporadora, onde uma equipe de corretores realizará simulações de financiamentos e fornecerá orientações técnicas sobre todos os projetos. A Rossi é uma das principais incorporadoras e construtoras do Brasil. Com 30 anos de atuação, tem presença em 94 cidades do País, mais de 270 empreendimentos em construção e mais de 44 mil unidades entregues. A empresa atua em diversos segmentos do mercado imobiliário e tem no seu portfólio inúmeros sucessos de vendas de imóveis residenciais e comerciais, nos mais variados perfis de renda. Com base em valores como inovação, valorização das pessoas e sustentabilidade, a empresa acredita na construção de relacionamentos de longo prazo com colaboradores, clientes, fornecedores, parceiros e acionistas. A Rossi entende que sua missão vai além da construção de residências e locais de trabalho. Secovi-SP divulga resultados sobre o mercado imobiliário (Jornal da Comunidade - Brasília/DF - IMÓVEIS & CONSTRUÇÃO - 03/12/2011) Redação Jornal da Comunidade Pesquisa do Mercado Imobiliário do Secovi-SP, divulgada ontem, dia 30 de novembro, revela que o mercado de imóveis novos residenciais na cidade de São Paulo fechou o terceiro trimestre de 2011 confirmando o retorno à normalidade no ritmo de vendas. Em setembro, as vendas atingiram unidades, com alta de 44,9% se comparado a agosto (2.234 unidades) e de 16,2% em relação a igual mês de 2010 (2.785 unidades). O volume de imóveis negociados superou a quantidade de lançamentos no mês, de unidades, segundo a Empresa Brasileira de Estudos do Patrimônio (Embraesp). As unidades lançadas em setembro ficaram 25,7% abaixo do volume apurado em agosto (3.687 imóveis) e 9,4% inferiores ao total ofertado em setembro de O indicador VSO (Vendas sobre Oferta) foi de 18,7%, contra 13,3% de agosto e 26,4% de setembro de Três corretoras recomendam ações do setor imobiliário (Jornal da Comunidade - Brasília/DF - IMÓVEIS & CONSTRUÇÃO - 03/12/2011) Redação Jornal da Comunidade

13 destacaram os papéis do setor imobiliário e bancário entre os que devem ter melhores desempenhos. A Planner Corretora incluiu em seu portfólio de ações, papéis da construtora Eztec, com potencial de elevação de 29,03%, e do Banrisul, com projeção de valorização de 14,57%. Já a Citi Corretora, recomendou a ação da incorporadora PDG Realty, que fechou as negociações cotada a R$ 6,72 na quartafeira e deve ter elevação de 99,4%, para R$ 13,40. Tributação no Minha Casa não será reduzida, diz governo (AEC Web - - NOTÍCIAS - 04/12/2011) Regime não terá alíquota reduzida 02 de dezembro de O Ministério da Fazenda corrigiu hoje a informação dada pelo ministro Guido Mantega em entrevista coletiva para anunciar incentivos à economia brasileira. Segundo a assessoria de imprensa do órgão, o Regime Especial de Tributação (RET) adotado nos imóveis do programa federal "Minha Casa, Minha Vida" não terá alíquota reduzida de 6% para 1% porque o tributo já era de 1% desde Fonte: G1 VivaReal anuncia chegada ao mercado imobiliário brasileiro (Jornal da Comunidade - Brasília/DF - IMÓVEIS & CONSTRUÇÃO - 03/12/2011) Redação Jornal da Comunidade A VivaReal anuncia sua chegada ao Brasil. Portal exclusivo de busca de imóveis para compra, venda e locação, a empresa apresenta uma plataforma na qual os usuários podem pesquisar, comparar e fechar negócio de forma segura e prática. Desde 2007 no mercado americano, a companhia traz agora para o Brasil oportunidades únicas aos seus clientes, oferecendo o maior número de imóveis disponíveis virtualmente no mercado nacional. Para liderar as operações da companhia no país, Brian Requarth, co-fundador e CEO, assume a sede da VivaReal em São Paulo, junto com os co-fundadores, Thomas Floracks, diretor de TI e Diego Simon, diretor de operações. Este time de empreendedores chega para comandar um agressivo plano de expansão. Atualmente o site já conta com uma média de 290 mil imóveis disponíveis, considerando lançamentos, revendas e locações. Um dos diferenciais da plataforma é a existência de um portal especial para estrangeiros, sendo que os países que mais fecham negócios imobiliários com o Brasil são Estados Unidos, Inglaterra e Alemanha. POUPANÇA

14 Poupança diária Clique aqui para visualizar o saldo diário CURSOS Inscrições abertas para o curso: Conceitos e aspectos operacionais do financiamento para aquisição de imóveis Dias: 12/8/2011 e 12/9/2011 Horário: 09:00 à 18:00 [+] Inscreva-se Inscrições abertas para o curso: Patrimônio de Afetação de Incorporações Imobiliárias: segurança e garantia para todos Dias: 23/1/2012 e 26/1/2012 Horário: 18:00 à 22:00 [+] Inscreva-se TODOS OS DIREITOS RESERVADOS ABECIP - ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DAS ENTIDADES DE CRÉDITO IMOBILIÁRIO E POUPANÇA Av. Brigadeiro Faria Lima, 1485, 13º andar Torre Norte Cep São Paulo SP (011)

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