São Paulo recebe entre os dias 30 de junho e 3 de julho, a CeMAT South America

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3 Diretoria Comercial Deivid Roberto Santos Jornalismo Conteúdo Empresarial (13) Editora-Chefe Érica Amores - MTB Reportagem Alessandro Padin Colaboradora Júlia Freire Departamento Comercial Sheila Parra - Gerente de Negócios Releases e Sugestões de Pauta Marketing e Marketing Digital Vizia Web (21) Uma luz no fim do túnel São Paulo recebe entre os dias 30 de junho e 3 de julho, a CeMAT South America 2015 Feira Internacional de Movimentação de Materiais e Logística. Nesta terceira edição, o evento teve a área interna ampliada em mais de 50%, o que mostra a força do setor. O país passa por um período de instabilidade na economia e, mais uma vez, o setor empresarial, em especial o da cadeia logística, mostra que há uma luz no fim do túnel. Grandes players do setor estão investindo e, em meio ao cenário de dúvidas, apostam que crescer é a forma de retomar o desenvolvimento. Como afirma o Diretor Comercial e Marketing da Sec Power, Wagner Brozinga, em matéria publicada nesta edição da Painel Logístico, há espaço e demanda no mercado para empresas sólidas e que zelam por parcerias que perduram. Este é o caminho e a feira proporciona a possibilidade das empresas firmarem negócios e movimentarem o mercado de forma mais sustentável. O recado que o setor empresarial pode dar à sociedade é este: continuamos avançando, gerando empregos e fazendo girar a economia. A Painel Logístico traz, ainda, outros destaques como Programa de Excelência em Logística e Transporte, o PELT, uma iniciativa da Associação Brasileira de Logística (Abralog), em cooperação com a Sustain Now, empresa dedicada a projetos logísticos e de sustentabilidade. O objetivo da iniciativa é o de aprimorar toda a cadeia de suprimentos das empresas que aderirem. Essas organizações-alvo são embarcadores de carga, operadores logísticos e transportadores. Boa leitura. Diretoria de TI e Marketing Felipe Pinheiro Webdesigner Gustavo Sá Diagramadora Flávia de Oliveira Marketing e Marketing Digital Mario Castro Gerente de negócios Ronaldo Viana /painellogistico Painel Publicação mensal, especializada em logística. Divulgado e disponibilizado no Portal Painel Logístico. Os artigos assinados e os anúncios não expressam, necessáriamente, a opinião da revista. PAINEL LOGÍSTICO 3

4 Índice 06 Filipe Cousandier, da Bertolini: Mesmo com os altos e baixos do mercado, o setor está em constante expansão e nunca para 18 Alcis investe em mudança estrutural e projeta crescimento 08 Abralog lança programa de excelência em logística e transporte 20 Águia Sistemas investe mais de 20 milhões de reais em ampliação e modernização de planta fabril 10 Combilift oferece solução de movimentação para cargas paletizadas em corredores estreitos 22 Otimismo das empresas marca a terceira edição da CeMAT 12 Baixa densidade de ferrovias e má qualidade dos portos são entraves às exportações 28 Empresas trazem novidades para a CeMAT Estudo da MKS revela vantagens do uso das plataformas elevatórias de carga veicular 36 Artigo: Os Seis Sigmas na vertente logística 4 PAINEL LOGÍSTICO

5 Traga sua empresa para a Cone 12 km do porto 13 km do porto Módulos a partir de 600 m 2 com completa e moderna infraestrutura de serviços e apoio. A proximidade com outras empresas facilita, gera novos negócios e cria um círculo virtuoso. /conecondominiodenegocios /conecondominiodenegocios PAINEL LOGÍSTICO 5

6 Filipe Cousandier, da Bertolini: Mesmo com os altos e baixos do mercado, o setor está em constante expansão e nunca para Para o gerente comercial da empresa, o Brasil está evoluindo e empresas têm investido forte em grandes projetos O Porta Palete permite ainda acesso rápido e individualizado durante o processo operacional, garantindo uma gestão logística mais ágil e eficaz Para o gerente comercial da Bertolini Sistemas de Armazenagem, Filipe Cousandier, o mercado para o setor no País está crescendo e se tornando cada vez mais sofisticado. Caminha para uma demanda de sistemas cada vez mais automatizados como carros satélites, porta paletes deslizantes e com transelevadores, explica. Otimista, esclarece que, mesmo com altos e baixos, o segmento está cada vez mais forte. Cousandier destaca que a Bertolini investe em projetos personalizados para cada negócio e os reflexos disso são percebidos na eficiência das empresas: O Porta Palete é a estrutura mais conhecida e utilizada. Adapta-se ao grande número de produtos e tipos de cargas, tanto em peso como em volume; as estruturas podem ser facilmente montadas e desmontadas, facilitando assim futuras mudanças de layout. Veja, na íntegra, a entrevista do gerente comercial da Bertolini: Quais os cuidados necessários na hora de escolha do Porta Palete? Filipe Cousandier - Uma das estruturas da Bertolini Sistemas de Armazenagem mais utilizadas atualmente é o Porta Palete, que se adapta a qualquer tipo de carga e volume. Por se adequar facilmente ao meio industrial, é preciso atenção ao tipo de demanda em que será utilizado. A Bertolini desenvolve projetos personalizados para cada negócio, adaptando seus produtos às necessidades de cada empresa. Com isso, a gestão logística dos processos se torna ainda mais eficiente e há ganhos em produtividade e economia. Quais as vantagens do Porta Palete? Filipe Cousandier - O Porta Palete é a estrutura mais conhecida e utilizada. Adapta-se ao grande número de produtos e tipos de cargas, tanto em peso como em volume; as estruturas podem ser facilmente montadas e desmontadas, facilitando assim futuras mudanças de layout. O Porta Palete permite ainda acesso rápido e individualizado durante o processo operacional, garantindo uma gestão logística mais ágil e eficaz. Além disso, a estrutura também assegura 100% de seletividade e segurança ao processo de estocagem, transporte e distribuição. A solução pode ser adaptada para Porta Bobinas, Armazéns Autoportantes e Mini Load. Utilizado geralmente com empilhadeiras, este sistema é determinado pelas dimensões da carga, prédio e equipamento de movimentação. Além da estrutura convencional, a Bertolini dispõe do Porta Palete Deslizante e do Porta Palete Leve. Qual o papel dos Centros de Distribuição no desenvolvimento da logística no País? Filipe Cousandier - O principal desafio das empresas hoje é adotar um sistema logístico eficiente, que garanta um diferencial estratégico em meio a um mercado cada vez mais competitivo. Nesse bom gerenciamento, as empresas conseguem disponibilizar seus produtos na quantidade solicitada e nos lugares certos. Por isso os Centros de Distribuição surgem como uma solução para as empresas facilitarem esse processo. Se localizados em pontos estratégicos, os CDs abastecem melhor o mercado em que estão inseridos com agilidade, evitando acúmulo de produtos e garantindo redução de custos. Mais do que um local para depósito, o Centro de Distribuição ganha importância estratégica para alcance de clientes e prospecção de mercados. Qual o futuro da armazenagem no Brasil? Filipe Cousandier - A armazenagem no país caminha para uma demanda de sistemas cada vez mais automatizados como carros satélites, Porta Paletes deslizantes e com transelevadores. Com essa adaptação, as empresas podem contar com estruturas que aproveitam melhor o espaço disponível, reduzindo custos operacionais com pessoal, minimizando erros e aumentando a velocidade das operações logísticas. As estruturas autoportantes também ganham cada vez mais espaço, pois permitem o melhor aproveitamento de área, além de terem custo baixo e retorno rápido de investimentos se comparada com as construções convencionais. Mesmo com os altos e baixos do mercado, o setor está em constante expansão e nunca para, apenas estanca alguns investimentos em momentos de incerteza. Atualmente estamos vivendo esse momento, pelo menos no primeiro semestre. Mas o Brasil está evoluindo quando falamos de grandes estruturas para armazenagem. Empresas têm investido forte em grandes projetos, isso mostra que o nosso mercado está crescendo e buscando cada vez mais sofisticação em suas movimentações. 6 PAINEL LOGÍSTICO

7 Pensando em tornar a sua empresa mais eficiente? deixe a totvs Pensar com Você. transforme o seu negócio com o software de gestão da totvs. A TOTVS existe para tornar a sua empresa de distribuição e logística ainda mais competitiva. Para isso, você precisa de soluções simples e inovadoras em tecnologia. A TOTVS desenvolve software de gestão para facilitar o seu dia a dia e, junto com você, tornar o seu negócio mais ágil, conectado e produtivo. Deixe a TOTVS pensar com você. Ligue pra gente. Pensando junto, fazemos melhor THINK TOGETHER PAINEL LOGÍSTICO 7

8 Como ferramenta de gestão e avaliação da qualidade, produtividade e sustentabilidade, o PELT contribui para o estabelecimento de um padrão setorial de excelência multimodal, com plataforma integrada de melhores práticas Abralog lança programa de excelência em logística e transporte O objetivo do PELT é o de aprimorar toda a cadeia de suprimentos das empresas que aderirem. Essas organizações-alvo são embarcadores de carga, operadores logísticos e transportadores A Associação Brasileira de Logística (Abralog), em cooperação com a Sustain Now, empresa dedicada a projetos logísticos e de sustentabilidade, lança no dia 7 de julho o Programa de Excelência em Logística e Transporte, o PELT, uma ferramenta de gestão cuja finalidade é aprimorar toda a cadeia de suprimentos das empresas que aderirem. Essas organizações-alvo são embarcadores de carga, operadores logísticos e transportadores. Para o presidente da Abralog, Pedro Francisco Moreira, trata-se de um conjunto de ações concebidas para identificar oportunidades de melhoria de resultados em áreas consideradas prioritárias, contribuir para a geração de ganhos com relevantes reduções de custos variáveis, como telemetria, roteirização, movimentação, armazenagem e gestão de risco, de frotas e de pneus. Enfim, o Programa vai rastrear o que não está bom, o que pode melhorar, o que está sendo feito de forma errada, onde se perde, onde se poderia ganhar. O PELT dará à cadeia de suprimento condições para um salto de qualidade, produtividade e competitividade, a partir do uso intenso de políticas responsáveis e melhores práticas, aponta. Pedro Moreira diz que o Programa vai também preocupar-se em medir e aprimorar áreas sensíveis como automação, sistemas, tecnologia, inovação, treinamento, e, de forma intensa, a responsabilidade socioambiental, já que o PELT tem forte viés de sustentabilidade. E lembra: o programa integrou em sua estrutura a participação de parceiros estratégicos, entidades setoriais e apoiadadores institucionais, como forma de facilitar a requalificação que quer promover na relação entre embarcadores, operadores logísticos e transportadoras. Nessa primeira fase, o PELT vai lançar olhar sobre o transporte rodoviário. Outros modais serão contemplados nas fases seguintes, já que o PELT manterá estreita sintonia com a Frente Nacional pela Multimodalidade, que a Abralog encabeça, afirma o presidente da Abralog. Ganhos Como ferramenta de gestão e avaliação da qualidade, produtividade e sustentabilidade, o PELT contribui para o estabelecimento de um padrão setorial de excelência multimodal com plataforma integrada de melhores práticas. O programa é aderente às certificações em diferentes normas de qualidade, como series ISO 9000, ISO 14000, ISO 28000, ISO 31000, OHSAS 18001, SA 8000, aplicando Metodologia de Excelência da Qualidade (MEG) através do desdobramento de suas diretrizes. O principal desafio do PELT, como programa de alto nível, foi de integrar conceitos, técnicas e metodologias para mensuração simultânea de ganhos potenciais em diversas áreas de atuação, utilizando soluções tecnológicas para otimização de custos, padronização e controle de processos, desdobrando diretrizes de eficiência energética e produtividade, enfatiza Ricardo Vieira, sóciodiretor da Sustain Now e gestor do PELT. O programa foi desenvolvido sob a ótica dos princípios da sustentabilidade e diretrizes da qualidade, garantindo a geração de ganhos econômicos ( savings ) em diferentes áreas, identificando lacunas de melhoria da gestão, avaliando gargalos e melhorando processos críticos da operação, incorporando padrões de excelência para geração de valor. Apoiado por diversas entidades seto- 8 PAINEL LOGÍSTICO

9 riais que possuem objetivos e interesses em comum para melhoria da eficiência nos processos, a promoção das melhores práticas é de fundamental importância para replicar metodologias de ganhos de produtividade, reconhecendo e valorizando as melhores práticas, ratifica o idealizador do programa, Ricardo Vieira, profissional com ampla experiência em supply chain e sustentabilidade. Além das avaliações de campo, o PELT está constituindo comitês técnicos para cada capítulo, além da formação do Conselho Consultivo, formado por entidades setoriais, estruturado por uma programação anual de atividades, realizará workshops e cursos técnicos para requalificação dos gestores. Estudos O formato de gestão do programa favorece a participação ativa das entidades setoriais no Conselho Consultivo, abrindo portas para elaboração de estudos, análises e projetos, investimentos em pesquisas de novas soluções e tecnologias que ampliem o leque de oportunidades de ganhos econômicos, ambientais e sociais, em parceria com universidades e fundações especialistas em logística e transportes, enfatiza Pedro Moreira. No lançamento do PELT, serão assinados os termos de cooperação com entidades setoriais, será também apresentado o plano anual, incluindo a programação dos workshops técnicos, das reuniões de comitês, das avaliações de campo e da realização dos cursos de requalificação, todas as ações que fortalecem o programa em seu ciclo de PDCA, garantindo acompanhamento a elaboração e execução dos planos de ação, avaliação dos indicadores, definição das prioridades e das metas por área. Teremos grande desafio pela frente, ao demonstrar aos players do mercado, os ganhos potenciais em aumento de produtividade e eficiência em gestão e manutenção de frota, movimentação e armazenagem, gestão de riscos, etc. com a implementação de diferentes tecnologias em gestão de pneus, roteirização eficiente, telemetria integrada, automação de processos, gestão de emissões, gestão de combustível, etc., apresentando os resultados com a otimização dos custos variáveis e melhorando as margens de contribuição. O triple botton line da sustentabilidade só começa a girar nas empresas quando os ganhos econômicos sustentam bem os ganhos ambientais e sociais, ratifica Ricardo Vieira, gestor do PELT. PAINEL LOGÍSTICO 9

10 Combilift oferece solução de movimentação para cargas paletizadas em corredores estreitos O diretor comercial da Combilift, Rafael Kessler, destaca que um dos principais focos de atuação da empresa está nas operações de distribuição, especialmente para o mercado de centros logísticos A linha de empilhadeiras articuladas Aisle Master, fabricadas pela Combilift, trabalha em corredores estreitos, permitindo aumentar o volume de cargas armazenadas. O equipamento reduz a largura de corredores e possibilita que um galpão logístico, por exemplo, tenha uma área útil 20% maior para estocagem. As empilhadeiras Aisle Master também podem ampliar o número de posições para armazenamento, além de operar em qualquer tipo de piso, dentro e fora de prédios. Articuladas e fáceis de operar, as empilhadeiras estão disponíveis em versões elétricas ou GLP, com capacidade para até 2.500kg. Além de reduzir o tamanho da frota, a articulada pode fazer o trabalho de empilhadeira contrabalançada e retrátil. Trata-se de uma solução de movimentação perfeita para cargas paletizadas. Vale lembrar que galpões logísticos buscam maximizar a ocupação do espaço através da paletização e como este processo logístico utiliza a verticalização do espaço, as empilhadeiras articuladas são fundamentais para facilitar o acesso aos materiais estocados. O equipamento é capaz de executar suas operações em corredores estreitos de 2m, empilhando até 15,6m. O diretor comercial da Combilift, Rafael Kessler, destaca que um dos principais focos de atuação da empresa está nas operações de distribuição, especialmente no mercado de centros logísticos, que tem se expandido e modernizado no Brasil. A oferta de galpões de alto padrão deve crescer mais de 50% no Brasil até 2017, para 37,4 milhões de metros quadrados, prevê a consultoria imobiliária Jones Lang LaSalle (JLL), e a otimização de espaços é o grande desafio do setor. Não basta os galpões terem pé-direito de 12 metros, isolamento acústico e térmico e piso nivelado a laser, com capacidade de cinco a seis toneladas por metro quadrado. São necessários avanços operacionais que permitam a implantação de soluções customizadas de movimentação de grandes volumes, caso da linha de empilhadeiras articuladas da Combilift. As empilhadeiras articuladas da irlandesa Combilift são fáceis de operar e disponíveis em versões elétricas ou GLP, com capacidade para até 2.500kg Customização A Combilift é a líder mundial em soluções customizadas de movimentação de material. Fundada na Irlanda em 1998, está presente em 75 países com uma frota total de mais de empilhadeiras articuladas para pallets em corredores estreitos, empilhadeiras multidirecionais com capacidades de até 25 toneladas e movimentadores de contêineres e outras cargas especiais com até 150 toneladas e 80m de comprimento. No Brasil há seis anos, atende clientes de Manaus a Uruguaiana, disponibilizando a estas empresas a expertise internacional de otimização de área e elaboração de projetos logísticos. Seus produtos são reconhecidos por sua inovação, comprovados por premiações como Melhor Design 2014 Red Dot Award, Melhor Ergonomia 2014, Melhor Ergonomia 2015 FLTA Award, uma das Companhias Mais Bem Gerenciadas de 2014 Deloitte, CEO apontado como o Empreendedor do Ano pela Ernst&Young. 10 PAINEL LOGÍSTICO

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12 Baixa densidade de ferrovias e má qualidade dos portos são entraves às exportações Levantamento da CNT ouviu principais embarcadores de soja e milho sobre infraestrutura logística do agronegócio Simulações de comparação de custos de transporte O estudo Entraves Logísticos ao Escoamento de Soja e Milho, desenvolvido pela CNT (Confederação Nacional do Transporte), aponta que 83,3% dos maiores embarcadores desses grãos consideram a pouca disponibilidade de ferrovias um problema Grave ou Muito Grave para o escoamento da produção. O levantamento foi desenvolvido com o objetivo de analisar a logística do agronegócio. Soja e milho são responsáveis por 43% da pauta de exportações do Brasil. Para se ter uma ideia, a densidade de malha ferroviária no país equivale a 15% da dos Estados Unidos, nosso principal concorrente na comercialização de soja para o mundo. Também são apontados como problemas graves ou muito graves, pela maioria dos embarcadores, a ocorrência de invasões de faixa de domínio e as passagens em nível críticas (cruzamentos de ferrovias com rodovias). Isso faz com que os trens precisem reduzir a velocidade, o que provoca aumento no desgaste das locomotivas e de consumo de combustível. Além disso, eleva o risco de roubo de cargas. Segundo a Confederação Nacional do Transporte, nos trechos mais utilizados para escoamento da soja e do milho, há 206 passagens em nível críticas. Já as invasões foram identificadas em 50 municípios, problema que deve ser solucionado pelas administrações municipais. A partir do Plano CNT de Transporte e Logística 2014, que relaciona mais de dois mil projetos considerados fundamentais para o país, embarcadores identificaram 67 intervenções necessárias para facilitar o escoamento da produção sobre trilhos. O valor total estimado para as obras é de R$ 80,1 bilhões. Aquaviário Todos os embarcadores ouvidos pela pesquisa consideraram Grave ou Muito Grave a situação dos portos brasileiros. Além disso, 80% têm a mesma percepção sobre a pouca profundidade dos berços, bacias de evolução e canais de acesso. Outro problema mencionado pela maioria é a burocracia no desemba- 12 PAINEL LOGÍSTICO

13 raço de cargas. Conforme o estudo, dos 41 mil quilômetros de vias navegáveis no Brasil, 53% são economicamente navegados. O estímulo à navegação interior é considerado fundamental para melhorar o escoamento da safra de grãos. Hidrovia A estimativa é que a viabilização da hidrovia Teles Pires-Tapajós reduziria em R$ 94 o custo do transporte de grãos por tonelada, na comparação com uma rota totalmente rodoviária. Um comparativo feito no levantamento indica que a produção que sai por Lucas do Rio Verde (MT) em direção ao Porto de Paranaguá (PR) percorre, em média, 2,3 mil quilômetros. O custo do transporte, por tonelada, é de R$ 230. Com a hidrovia, a distância percorrida por terra cairia para 320 quilômetros. O restante seria percorrido em embarcações até Santarém (PA). Nesses modais, o valor total cairia para R$ 130, o equivalente a 58% do que é pago hoje até Paranaguá. Cresce a movimentação de cargas nos principais portos brasileiros Os principais portos brasileiros registraram aumento na movimentação de cargas no primeiro quadrimestre de 2015, quando comparados ao mesmo período de Embarcaram mais cargas, entre outros, os portos de Paranaguá (PR), Natal (RN), Suape (PE), Espírito Santo (ES), Ilhéus (BA) e Santos (SP). Os dados são da SEP (Secretaria de Portos). O Porto de Santos atingiu um novo recorde. Com 35,82 milhões de toneladas operadas, o acumulado deste ano superou em 4,7% a movimentação realizada no primeiro quadrimestre do ano passado. As operações com contêineres nos dois fluxos de comércio tiveram um crescimento de 16,8% na tonelagem operada até abril, alcançando quase 13 milhões de toneladas. O índice representou um aumento de 10,5% das unidades movimentadas. Conforme a SEP, a principal responsável pelo forte movimento no período foi a carga de exportação, que representou cerca de 70% do total apurado. Com 24,99 milhões de toneladas embarcadas, o crescimento foi de 5,2%. O valor de cargas operadas por Santos atingiu cerca de US$ 32,6 bilhões até abril. Na corrente de comércio promovida pelos portos brasileiros, o valor representou uma participação de 25,8%. As exportações operadas nesse porto somaram US$ 15,2 bilhões, 24,1% do total nacional. Já as importações atingiram US$ 17,4 bilhões, ou 27,6% do realizado nos portos brasileiros. A movimentação de cargas no Complexo Industrial Portuário de Suape chegou ao volume recorde de quase 5 milhões de toneladas. Já o Porto de Natal e o Terminal Salineiro de Areia Branca registraram aumento de 15%. Juntos, os portos movimentaram 736 toneladas. Os portos de Vitória, Vila Velha, Barra do Riacho e Praia Mole, todos no Espírito Santo, também movimentaram mais cargas no quadrimestre. Os TUPs (Terminais de Uso Privado) impulsionaram um aumento de 17% em relação a No período, foram movimentadas 9,5 milhões de toneladas. Já o Porto de Ilhéus registrou um crescimento expressivo, 50,3% em relação ao primeiro quadrimestre de A alta foi puxada pelos embarques de novas cargas, como o minério de ferro e o minério de Magnesita. A exportação de soja pelo Porto de Paranaguá bateu recorde histórico de movimentação mensal em abril deste ano. No período, o porto escoou 1,476 milhão de toneladas do grão. O índice superou em 2% o último recorde que foi registrado em março do ano passado. Em relação a abril de 2014, a diferença é ainda maior, 6%. A marca é resultado do aumento de produtividade nas operações de grãos. No acumulado dos quatro meses de 2015, foram embarcados 2,8 milhões de toneladas de soja. PAINEL LOGÍSTICO 13

14 Estudo da MKS revela vantagens do uso das plataformas elevatórias de carga veicular O uso de cargas paletizadas e plataformas hidráulicas, conclui o estudo da MKS, reduz substancialmente a ocorrência de danos à carga e á saúde do trabalhador O modelo mais indicado para os varejistas, segundo a empresa, é a MKS 2200 P4E da fabricante Marksell A inclusão de uma nova classe de consumidores com real poder de compra vem aumentando a quantidade de itens a serem produzidos, forçando as redes de supermercados a incrementarem significativamente a quantidade de SKUs (Stock Keeping Unit - Unidade de Manutenção de Estoque) nos pontos de vendas e pontos de armazenagem. Para reavaliar os processos logísticos de entrega dessas mercadorias, a MKS Marksell, que atua no segmento de equipamentos para movimentação de carga e pessoas desde 1983 e está Instalada em Itapevi, na grande São Paulo, realizou um estudo para comprovar as vantagens e economia na utilização das plataformas elevatórias de carga veicular, comparada a uma operação usualmente utilizada no mercado com o caminhão furgão (baú). Nos últimos anos, destaca a pesquisa, a distribuição de carga passou de pulverizada e fracionada para centralizada e paletizada. Com isso, a Abras (Associação Brasileira de Supermercados) desenvolveu, junto com os fabricantes, o palete modelo PBR (padrão brasileiro). Essa padronização é hoje unanimidade nos grandes varejistas, pois ao padronizarem as suas cargas com esse modelo ou medida conseguiram movimentar e administrar de modo muito mais eficiente o processo. Essa padronização trouxe junto a verticalização, já que a partir desse padrão era possível armazenar os paletes em estruturas dispostas verticalmente e assim empilhá-las de modo muito mais seguro e com o melhor aproveitamento do espaço físico. Além da vantagem da verticalização, as cargas vindas dos fornecedores também eram paletizadas o que facilitava a movimentação em detrimento da descarga fracionada. Novos desafios O estudo constatou, no entanto, que essa eficiência ficou limitada às portas do Centro de Distribuição. No recebimento de uma loja é fácil observar que 14 PAINEL LOGÍSTICO

15 Considerando uma distância de 40 km e uma velocidade média de 40km/hora, o resultado é 1 hora para ida e 1 hora para volta. O total das horas de carregamento mais deslocamento até a loja seria portanto: Ainda é muito comum no mercado brasileiro, os varejistas soltarem os seus veículos de carga com o motorista e mais dois ajudantes, que auxiliam na manobra do veículo e, por fim, na descarga manual das mercadorias nas lojas desses varejistas. O objetivo do estudo da MKS Marksell foi de analisar a ineficiência desta particularidade e compará-la ao modelo utilizado por alguns varejistas. Por meio de valores, a pequisa revela o possível desperdício de tempo e dinheiro do varejista nessa fase do processo. a descarga dos produtos devidamente paletizados vem sendo feita de forma fracionada, isto é, o palete vem sendo desmontado na loja, fato esse que desperdiça o tempo do motorista, requer mais pessoas e influi consideravelmente na baixa rentabilidade do varejista no que tange ao transporte. A MKS Marksell utilizou como meta um deslocamento de 40 quilômetros para efeito de estatística, tendo em vista que, independente do veículo ter ou não plataforma elevatória, o tempo do percurso na condição ideal é o mesmo para ambos. Dessa forma analisamos esse tempo somente para avaliar a quantidade de entregas no período de 8 horas ou 1 turno de trabalho, destaca a empresa na pesquisa. Tempo No carregamento dos caminhões a MKS Marksell aferiu um tempo de 67 minutos para os varejistas que utilizam as plataformas veiculares de carga para fazer a ponte entre o caminhão e a doca e assim podem entrar com a mercadoria paletizada direto no caminhão. Vale ressaltar que nesse tempo a emissão da nota fiscal demorou 30 minutos. Em ambos PAINEL LOGÍSTICO 15

16 Para um tempo/dia de oito horas diárias ou um turno de trabalho a avaliação foi a seguinte: trabalho muito maior para fazer a conferência da mercadoria. O mesmo não ocorre com a carga paletizada, que por estar envolvida com um filme plástico, é movimentada em blocos somente pelo motorista com os olhos atentos do responsável da loja que faz a conferência de forma mais rápida. Conclusão O uso de cargas paletizadas e plataformas hidráulicas, conclui o estudo da MKS, reduz substancialmente a ocorrência de danos à carga e à saúde do trabalhador, o que reverte de imediato em menores custos de seguros, perdas de faturamento, perdas de produto, passivos trabalhistas e melhoram a imagem de sua empresa junto ao mercado. De todo o exposto, vemos que a utilização de Plataformas Elevatórias de Cargas Veiculares Marksell, além de ser o melhor investimento, é o mais seguro e fácil na movimentação da carga. os processos de carregamento (com e sem plataforma), o espaço é limitado ao peso da mercadoria e dessa forma não faz sentido obter uma lotação máxima do baú devido à lei da balança. Nesse processo participaram duas pessoas da expedição e calculamos o tempo até a lacração da porta do baú, frisa a pesquisa.. No caso de uma carregamento manual o tempo de carregamento é maior já que a carga fracionada deve ser acomodada de forma a preencher todo o espaço vazio do baú até atingir a sua capacidade máxima e estar disposta de uma forma que não se movimente no trajeto. O tempo aferido foi de 2:53 e foram utilizados 5 pessoas nesse carregamento. O estudo não avaliou as condições da mercadoria quando da chegada à loja, ficando nítido o risco de avarias no processo manual de carregamento se comparado a carga paletizada devidamente envolta com filme plás tico, esclarece a MKS Marksell. Na chegada foi desconsiderado o tempo de espera do veículo (com e sem plataforma) a ser descarregado. A contagem foi considerada a partir da remoção do lacre das portas pelo responsável da loja. A MKS Marksell reforça a situação de risco de uma carga fracionada. O movimento de pessoas em volta do caminhão é grande e fica claro o motivo de se ter 2 ajudantes mais o motorista de olho na mercadoria no ato da descarga: O responsável da loja acaba tendo um O custo para implantação das alternativas é: O modelo mais indicado para os varejistas, segundo a empresa, é a MKS 2200 P4E da fabricante Marksell. O equipamento eleva paletes de até 2200kg e oferece um quadro e estrutura em aço carbono perfeito para as operações varejistas na qual o peso e severidade da operação exige um equipamento reforçado. O mercado brasileiro já conta com mais de 30 mil equipamentos fornecidos pela empresa, mas a quantidade de varejistas que ainda não utilizam esse implemento surpreende se analisarmos os benefícios para a operação, explica a MKS Marksell. No mercado europeu, 90% dos veículos utilizam algum tipo de plataforma para suas cargas e descargas. 16 PAINEL LOGÍSTICO

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18 Alcis investe em mudança estrutural e projeta crescimento A empresa deixou de ter três endereços em São Paulo para consolidar as operações em uma nova unidade na na Capital, adequada ao atual tamanho da organização Novos produtos, focados no fortalecimento do controle da operação de armazenagem, devem ser lançados em breve Mesmo com um período de instabilidade na economia, o ano para a Alcis Softwares para Logística está sendo de mudanças positivas e perspectivas de crescimento, destaca o CEO da empresa, Luiz Antonio Rêgo. Estamos buscando um aumento no faturamento de 20% em relação ao ano passado. Mesmo que o mercado esteja um pouco assustado, acredito que vamos conseguir, destaca. A empresa deixou de ter três endereços em São Paulo, dois na Vila Santa Catarina (Alcis e a Alcis Prime) e outro próximo à Avenida dos Bandeirantes (administrativo e financeiro), para consolidar as operações em uma nova unidade, adequada ao atual tamanho da organização, afirma Rêgo. Nós encontramos, na Mooca, um prédio de seis andares para alojar a empresa. Com isso, consegui, não só uma redução de custo, como um aumento de sinergia entre as equipes. As coisas se resolvem mais rápido e mais barato, explica o CEO da Alcis. Ele ressalta que a decisão foi uma oportunidade para implantar dois conceitos novos: A controladoria, que nós não tínhamos, e o de qualidade organizacional. Temos hoje um time de profissionais que implanta modelos que promovem a padronização dos processos assegurando qualidade e redução de custos. Este foi o grande ganho. Lançamentos A Alcis está trabalhando, também, no lançamento de novos produtos focados no fortalecimento do controle da operação de armazenagem. Explica o CEO da empresa: Hoje nós fazemos a execução com o WMS, mas estamos desenvolvendo softwares de controle e planejamento. Estamos lançando, também, o modelo web do nosso módulo fiscal e do faturamento para operador logístico. Em julho, a Alcis começa uma sequência de eventos para lançamento no mercado de soluções de BI (Business Intelligence) integráveis aos softwares da empresa e, também, aos outros no mercado. Nós passamos a fazer, também, a representação no Brasil da Roadnet Technologies. Passamos a oferecer para o mercado a venda, implantação e o suporte de todos os produtos oferecidos pela empresa. 18 PAINEL LOGÍSTICO

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20 Águia Sistemas investe mais de 20 milhões de reais em ampliação e modernização de planta fabril A empresa vai ganhar 50% de capacidade de produção e poderá oferecer novidades tecnológicas ao mercado O objetivo da empresa com o aporte, que teve início em 2014, é atualizar recursos produtivos e a infraestrutura para manter-se competitiva no mercado A Águia Sistemas, especializada no projeto de sistemas de movimentação e armazenagem de materiais para os segmentos industrial e de logística, está promovendo uma série de investimentos em sua planta fabril de Ponta Grossa, Paraná, que totalizará, até o fim de 2015, R$ 25 milhões. O aumento na capacidade de produção saltará para 50%. O objetivo da empresa com o aporte, que teve início em 2014, é atualizar recursos produtivos e a infraestrutura para manter-se competitiva no mercado. Até o momento, a Águia Sistemas aplicou R$ 10 milhões na ampliação da planta ganhou 20% de área construída e adquiriu um equipamento de corte a laser. Ao longo de 2015, de acordo com o diretor presidente da Águia Sistemas, Rogério Scheffer, o investimento será de cerca de R$ 15 milhões. Além de uma mudança de layout para ampliar e reorganizar as áreas de trabalho e permitir a introdução de novos equipamentos, serão adquiridas duas novas perfiladeiras que vão completar o parque de máquinas, automatizando totalmente a estamparia e aumentando em 40% a capacidade produtiva da empresa. Também será finalizada a construção de um depósito para armazenagem de bobinas e, em um anexo, serão instalados os novos equipamentos de corte longitudinal e transversal: somente nessa planta vamos empregar R$ 9 milhões e ampliar em 20% a área produtiva da empresa, conta Scheffer. O executivo explica, ainda, que os investimentos são direcionados à novas tecnologias de produção como robotização, puncionadeiras, laser e estampagem contínua. Com este ciclo de investimentos, a Águia Sistemas aumentará em 50% sua capacidade, com maior eficiência e produtividade. Para os clientes, os resultados serão menor prazo de entrega, além de podermos oferecer novidades tecnológicas em produtos de movimentação de materiais, como o conceito de armazenagem dinâmica acionada, que apresentaremos na feira CeMAT em junho, finaliza o diretor presidente da Águia Sistemas. 20 PAINEL LOGÍSTICO

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