SISTEMAS E TECNOLOGIAS DE INFORMAÇÃO E COMUNICAÇÃO

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1 SISTEMAS E TECNOLOGIAS DE INFORMAÇÃO E COMUNICAÇÃO Da Prescrição à Administração do Medicamento Sofia Valongo Serviços Farmacêuticos

2 OBJETIVO 2 Descrever o papel do Farmacêutico na implementação dos sistemas de informação. Avaliar o impacto das tecnologias de informação na atividade do Farmacêutico Hospitalar e dos outros profissionais. O Contributo dos Sistemas de Informação no aumento da qualidade e segurança dos cuidados prestados.

3 CARACTERIZAÇÃO DO HOSPITAL DR. JOSÉ DE ALMEIDA

4 HOSPITAL DR. JOSÉ DE ALMEIDA 4 MEIOS m2 277 Camas 33 Gabinetes de Consulta 6 Salas de Bloco Operatório 8 Blocos de Partos 2 Blocos de Cesarianas Área de Influência hab Produção de 2014: urgências consultas dias de internamento cirurgias partos ACREDITAÇÃO JCI CERTIFICAÇÃO AMBIENTAL CERTIFICAÇÃO QUALIDADE

5 HOSPITAL DR. JOSÉ DE ALMEIDA 5 ÁREAS DE EXCELÊNCIA CLÍNICA Rating Global Nível de Qualidade 3 Área de Cirurgia de Ambulatório - Cirurgia de Ambulatório Área de Cuidados Intensivos - Unidades de Cuidados Intensivos Área de Obstetrícia - Partos e Cuidados Pré-natais Área de Ortopedia - Tratamento cirúrgico da fratura proximal do fémur Segurança do Doente Adequação e Conforto das Instalações Rating Global Nível de Qualidade 2 Área de Cardiologia - Enfarte Agudo do Miocárdio Área de Cirurgia Geral - Cirurgia do Cólon Área de Ginecologia - Histerectomias Área de Neurologia - Acidente Vascular Cerebral Área de Ortopedia - Artroplastias Totais da Anca e do Joelho Área de Pediatria - Cuidados Neonatais, Pneumonia Focalização no Utente Fonte: Jornal da Região de Cascais

6 O HOSPITAL, O MEDICAMENTO E OS SISTEMAS DE INFORMAÇÃO

7 O AMBIENTE HOSPITALAR E O MEDICAMENTO 7 Hospital - Organização Complexa - Intervenção Diferenciada Processo de Utilização do Medicamento - Diversas Etapas e Profissionais - Erros de Medicação O DOENTE MERECE O MELHOR DE NÓS! - Segurança - Eficácia - Racionalidade - Eficiência

8 TECNOLOGIAS DE INFORMAÇÃO 8 O Contributo dos Sistemas de Informação: Aumento da qualidade e segurança dos cuidados prestados Redução dos custos Facilitar a implementação de práticas mais corretas e políticas de saúde - ESTRATÉGIA PARA REDUÇÃO DO ERRO PRESCRIÇÃO VALIDAÇÃO DISPENSA ADMINISTRAÇÃO

9 A ATIVIDADE DO FARMACEUTICO HOSPITALAR 9 Aquisição racional, gestão adequada e distribuição/dispensa do medicamento. Produção do medicamento manipulado, citotóxicos, nutrição parentérica e reconstituição/diluição de fármacos. Conhecer profundamente o doente e avaliar a terapêutica instituída, gerando recomendações fundamentadas na situação/evolução fisiopatológica do doente. Gerar a informação de que o sistema carece. Farmacovigilância ativa e passiva. Barreira contra o erro de prescrição / medicação. Parte activa e crucial para o grau de informatização dos hospitais no circuito do medicamento. USO CORRETO E SEGURO DO MEDICAMENTO SEGURANÇA DO DOENTE

10 OS SISTEMAS DE INFORMAÇÃO PRESCRIÇÃO A EXPERIENCIA DO HOSPITAL DE CASCAIS

11 - PRESCRIÇÃO - 11 Processo Clínico Electrónico: Centralização de toda a Informação Diminui os erros de comunicação Informação acessível a todos os profissionais Escrita legível Ausência de perda ou extravio

12 - PRESCRIÇÃO - 12 Prescrição Médica Electrónica evita: - Prescrições ambíguas - Prescrições incompletas - Abreviaturas inadequadas - Problemas de legibilidade - Erros de transcrição SUBSTANCIA ATIVA FORMA FARMACÊUTICA DOSE VIA DE ADMINISTRAÇÃO FREQUENCIA HORÁRIO

13 - PRESCRIÇÃO Eventos Adversos a Fármacos PREVENÍVEIS Bates DW et al. JAMA 1995;274:29-34.

14 - PRESCRIÇÃO - 14 Bates DW et al. JAMA 1998; 280:

15 - PRESCRIÇÃO - 15 Hospital Dr. José de Almeida: NÃO HÁ PRESCRIÇÃO EM PAPEL! Parametrização da Ficha do Produto: Farmácia!

16 - PRESCRIÇÃO - 16 Parametrização da Ficha do Produto:

17 - PRESCRIÇÃO - 17 O CONTRIBUTO DOS SISTEMAS DE INFORMAÇÃO NA PRESCRIÇÃO Figura 1 Alerta de Antibiótico Figura 2 Duração de Antibioterapia

18 - PRESCRIÇÃO - 18 O CONTRIBUTO DOS SISTEMAS DE INFORMAÇÃO NA PRESCRIÇÃO Figura 3 Intervenção Farmacêutica Figura 4 Interacção Medicamentosa

19 - PRESCRIÇÃO - 19 O CONTRIBUTO DOS SISTEMAS DE INFORMAÇÃO NA PRESCRIÇÃO Figura 5 Registo Administração Enfermagem Figura 6 Alerta Farmacovigilância

20 - PRESCRIÇÃO - 20 O CONTRIBUTO DOS SISTEMAS DE INFORMAÇÃO NA PRESCRIÇÃO Figura 7 Alerta Cloreto de Potássio Figura 8 Rxs Alérgicas

21 - PRESCRIÇÃO - 21 O CONTRIBUTO DOS SISTEMAS DE INFORMAÇÃO NA PRESCRIÇÃO Figura 9 Prescrição pré-definida Figura 10 Switch para via oral

22 - PRESCRIÇÃO - 22 O CONTRIBUTO DOS SISTEMAS DE INFORMAÇÃO NA PRESCRIÇÃO CETOROLAC RCM O Cetorolac está indicado no tratamento a curto prazo da dor aguda, de intensidade moderada a grave, que necessita de analgesia do tipo opiáceo. Não está indicado em situações dedor crónica. O tratamento deverá ser iniciado apenas em meio hospitalar. A duração máxima do tratamento é de 5 dias. Figura 11 Calendarização de término do fármaco

23 - PRESCRIÇÃO - 23 Tabela 1 - Lista de medicamentos com nome ortográfico e/ou fonético semelhantes, com aplicação do método de inserção de letras maiúsculas. Norma Direcção Geral de Saúde. Medicamentos com nome ortográfico, fonético ou aspeto semelhantes. N.º 020/ /12/2014. Figura 12 Inserção de letras maiúsculas em medicamentos com nome ortográfico/fonético semelhante

24 OS SISTEMAS DE INFORMAÇÃO DISTRIBUIÇÃO DO MEDICAMENTO A EXPERIENCIA DO HOSPITAL DE CASCAIS

25 DISTRIBUIÇÃO E CONSUMO DO MEDICAMENTO 25 O processo logístico orientado para a racionalização de custos. O nosso modelo logístico otimiza o circuito do medicamento: - Criação de armazéns avançados; - Utilização de códigos de barras para a gestão de consumos; - Registo de consumos em tempo real através de leitura óptica do código de barras e a inserção da quantidade; - Reposição de stocks dos armazéns avançados, consoante as suas necessidades; - Inventário permanente de todos os artigos no hospital; - Consulta de histórico de consumos com/sem imputação ao doente

26 OS SISTEMAS DE INFORMAÇÃO ADMINISTRAÇÃO DO MEDICAMENTO A EXPERIENCIA DO HOSPITAL DE CASCAIS

27 - ADMINISTRAÇÃO DA TERAPÊUTICA - 27 Nos SF Cada medicamento é reembalado/etiquetado passando a possuir um código de barras. Este código possui informação correspondente a: Substância activa; Lote; Validade; Dosagem; Laboratório.

28 - ADMINISTRAÇÃO DA TERAPÊUTICA - 28 Na admissão, uma pulseira com código de identificação é colocada no doente. Cada enfermeiro terá consigo um terminal portátil ou tablet PC - Identificação do Enfermeiro - Identificação do Doente: O enfermeiro lê a pulseira do doente

29 - ADMINISTRAÇÃO DA TERAPÊUTICA - 29 Leitura do código do medicamento: - O software compara o código do medicamento com a prescrição médica. Pela comparação das duas leituras, o sistema emite alerta quando: Medicamento lido não consta da toma prevista; O prazo de validade expirou; A quantidade a administrar excede a toma prevista; A via de administração do medicamento a administrar não corresponde à prescrita.

30 - ADMINISTRAÇÃO DA TERAPÊUTICA - 30 ERROS DE LEITURA DO SISTEMA

31 - ADMINISTRAÇÃO DA TERAPÊUTICA - 31 Registo de Administração do Medicamento

32 - ADMINISTRAÇÃO DA TERAPÊUTICA - 32 Registo de Reembalagem

33 - ADMINISTRAÇÃO DA TERAPÊUTICA - 33 Software da reembaladora

34 - ADMINISTRAÇÃO DA TERAPÊUTICA - 34 PROJETO ATUAL Grupo Lusíadas pioneiro na normalização de códigos GS1 na saúde. Número único permite a identificação de produtos em qualquer país sem restrições ou erros. Impressão de etiquetas no Standard Global GS1 tanto de artigos de consumo clínico como de uni doses hospitalares. Identificação única do produto com lote, validade e dosagem no código de barras.

35 - ADMINISTRAÇÃO DA TERAPÊUTICA - 35 PROJETO ATUAL Código GS1 presente no fármaco! NO FUTURO Código presente em todos os Fármacos

36 - ADMINISTRAÇÃO DA TERAPÊUTICA - 36 Administração Sem recurso a código de barras Administração com recurso a código de barras Redução ( p-value) Erros na Administração Acontecimentos adversos potenciais 11.5 % 6.8% 41% (p<0.001) 3.1% 1.6% 50.8% (p<0.001) Poon EG et al. N Engl J Med 2010;362:36-45

37 - ADMINISTRAÇÃO DA TERAPÊUTICA - 37 O MODELO DE SEGURANÇA PERMITE Evitar o erro de administração pela validação positiva entre cada doente e o respectivo medicamento prescrito Rastreabilidade do lote do medicamento administrado Registo de ocorrências, permitindo a monitorização dos erros

38 - CONCLUSÕES- 38 OS SISTEMAS DE INFORMAÇÃO Ferramenta indispensável à prestação de cuidados de saúde Excelente veículo de comunicação entre profissionais Padronização de boas práticas possibilitando a equidade dos cuidados Diminuição do erro medicação Qualidade, segurança e economia nas instituições de saúde

39 OBRIGADA

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