Daniel M. Salgado. As três dimensões dos processos: Estratégica, operacional e tecnológica

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "Daniel M. Salgado. As três dimensões dos processos: Estratégica, operacional e tecnológica"

Transcrição

1 12ª edição As três dimensões dos processos: Estratégica, operacional e tecnológica MooD: melhorar a eficácia da abordagem dos processos com ferramentas colaborativas Daniel M. Salgado com

2 Agenda Conceito de Processo MLearn: Metodologia de Modelação Organizacional MooD: Repositório de Conhecimento Organizacional

3 Michael Porter s Value Chain Model Conceito de Processo Perspectiva Estratégica té

4 Conceito de Processo Perspectiva Operacional

5 Conceito de Processo Perspectiva Técnológica

6 Conceito de processo Serviço a prestar Tarefa a realizar Operação a realizar pelo computador

7 Competência Organizacional Oga aco a versus esusprocesso??? Quem é responsável pelo objectivo Reduzir o tempo de resposta ao utente??? Processo: Admissão do utente Processo: Realização de análises Processo: Consulta médica Competência Organizacional: Assegurar resposta a solicitações de utentes

8 Competência Organizacional Oga aco a versus esusprocesso Realizar análises Competência Organizacional: Assegurar resposta a solicitações de utentes Admitir Monitorar Dar saída utente t utente t ao utente t Protocolo Padrão de serviço (SLA) Realizar consulta médica

9 Hospital Modelo o de Stakeholders

10 Modelo o de Competências Organizacionais ac a de 1º nível

11 Competências Organizacionais de 2º nível Prestar cuidados d e serviços de saúde Prestar Cuidados e Serviços de Saúde Gerir Bloco Operatório Central Planear e Controlar Cuidados e Serviços de Saúde Gerir a melhoria do processo prestar cuidados e serviços de saúde Realizar exames hematologia Realizar exames e Gerir medicamentos tratamento de medicina nuclear Prestar Serviços de Neurologia Prestar Serviço no Domicílio Realizar exames anatomia patológica Gerir equipamentos de diagnóstico e terapêuticos Assegurar resposta a solicitações de utentes Prestar Serviços de Hematologia Prestar Serviços de Ortopedia Prestar Serviços de Quimioterapia (Hospital de Dia de Oncologia) Gerir Bancos de Sangue Realizar exames de hemodinamica Gerir Relação com Seguradoras e Outros Convencionados Prestar Serviço de Urgência Prestar serviços de Radioterapia Realizar exames patologia clínica Gerir Relação com Utentes Prestar Serviços de Reabilitação Realizar exames de imagiologia 0,5 PC Gerir Relação com Entidades que Encaminham Utentes Gerir materiais de consumo clínico Gerir banco de ossos, pele e outros

12 Competências organizacionais de 3º nível Prestar serviços de Urgência

13 Actividades da CO 3º nível Assegurar Avaliação em urgência Avaliação em urgência Gerir Internamento curta duração Monitorar prestação de serviço de urgência Diagnosticar necessidades Planear cuidados Executar cuidados Encaminhar o cliente da avaliação Prestar serviços de Especialidades 1 Monitorar prestação de serviço de urgência Realizar Exames CDT Urgência

14 Tarefas da Actividade Diagnosticar Necessidades d de cuidados d Diagnosticar necessidades Monitorar prestação de serviço de urgência Recepcionar cliente Enfermeiro Urgência Enfermeiro Urgência Realizar avaliação inicial enfermagem Realizar avaliação inicial médica Elaborar diagnóstico de enfermagem Enfermeiro Urgência Elaborar diagnóstico médico Tomar decisões terapêuticas Planear cuidados Médico Urgência Médico Urgência Realizar Exames CDT Urgência

15 Arquitectura Organizacional Oga aco a deum Hospital ospta Modelação Estratégica Et téi Modelação Operacional

16 Desdobramento e de Objectivos Objectivos estruturantes (médio prazo) A. Garantir a satisfação dos utentes A.1 Índice de satisfação dos utentes Objectivos operacionais (curto prazo) 1. Adequar a oferta à procura de cuidados (A, B) 1. 2 Situações para as quais não houve resposta (sem resposta adequada ou com atraso)(a.1) 1. Garantir uma resposta adequada aos utentes (1) 1.1 Utentes não atendidos(1.1) 1. Garantir uma resposta adequada aos utentes na Urgência (1) 11Utentes 1.1 inscritos acima da capacidade na urgência (1.1) 1) 1. Garantir uma resposta adequada na Avaliação em urgência (1) 1.1 Utentes avaliados em urgência acima da capacidade (1.1) 1. Garantir uma resposta adequada no Diagnóstico de necessidades em urgência (1) 1.1 Utentes diagnosticados em urgência acima da capacidade (1.1) 1. Garantir uma resposta adequada no Diagnóstico Médico em urgência (1) 1.1 Utentes diagnosticados pelo médico em urgência acima da capacidade (1.1)

17 Estratégia a Organizacional ac a QUEM O i Organigrama Arquitectura Organizacional RH Informática Adm Financeira O QUÊ Compras Tesouraria? Processo/ Workflow COMO Modelo de SI

18 Comunidades Práticas Portal Colaborativo at o

19 Comunidades Práticas Portal Colaborativo at o e Learning Grupos de discussão Chat Repositório de Boas Práticas e Casos Agenda Notícias Equipas de Projecto... Comunidades práticas Entidades Hospitalares Comunidades práticas Competência Organizacional

20 Software MooD Identificação de Indicadores de Gestão Matrizes Geração de Relatórios BA Import/Export Base Dados SQL Oracle Acess Tolerâncias Queries Gráficos s de Alerta Publicação em formato web Facilidades Apresentaçã Integração com sw

21 Software MooD Standards: d MODAF TOGAF

22 Software MooD Dashboards

23 Software MooD Funcionalidade d de Integração

24 Software MooD Matrizes

25 Software MooD Queries

26 Software MooD

27 Software MooD Funcionalidades d de Apresentação

28 Software MooD Repositório i de Conhecimento Organizacional i

29 MLearn Aq Arquitectura aoganiacional Organizacional 29

30 Programa de coaching organizacional às autarquias

31

32 Destaques

33 12ª edição??? Questões?????? Daniel M. Salgado com

Inovação Organizacional MLEARN

Inovação Organizacional MLEARN Inovação Organizacional MLEARN Jorge.s.coelho@sisconsult.com 25 de Setembro de 2009 Algumas questões de resposta difícil! Qual o Retorno do investimento em TI? Qual o Retorno da Certificação ISO? Qual

Leia mais

AS TIC E A SAÚDE NO PORTUGAL DE HOJE

AS TIC E A SAÚDE NO PORTUGAL DE HOJE AS TIC E A SAÚDE NO PORTUGAL DE HOJE 18 MARÇO 2015 Centro Hospitalar Psiquiátrico de Lisboa PATROCINDADORES Apoio Patrocinadores Globais APDSI SIG / Plataforma de Gestão de MCDT (Glintt) Evolução nos modelos

Leia mais

Relatório de Análise de Processos e Fluxos de Informação

Relatório de Análise de Processos e Fluxos de Informação Início do contrato: Maio 2004 Duração: Coordenador: Parceiros: 32 meses Hospital Infante D. Pedro Universidade de Aveiro (Responsável por este Documento) Hospital Distrital de Águeda Sub Região de Saúde

Leia mais

AUMENTE A SUA PRODUTIVIDADE COM O EDOCLINK. Maio 2012

AUMENTE A SUA PRODUTIVIDADE COM O EDOCLINK. Maio 2012 AUMENTE A SUA PRODUTIVIDADE COM O EDOCLINK Maio 2012 A Gestão da Mudança (Uma Estratégia Vitoriosa ) Projecto inov@mundos IPAD, I.P. Artur Lami 10.05.2012 Projecto Ipad@Mundos Grandes Objectivos do IPAD:

Leia mais

Prontuário Eletrônico do Paciente

Prontuário Eletrônico do Paciente Prontuário Eletrônico do Paciente a experiência portuguesa Paulino Sousa Unidade de Investigação e Desenvolvimento em Sistemas de Informação em Enfermagem (USINE) Porto - Portugal CBIS 2006 porque a é

Leia mais

Processo Clínico. O próximo passo

Processo Clínico. O próximo passo Processo Clínico Electrónico: O próximo passo Sumário 1. Saúde: Uma Realidade Complexa 2. Implementação de SI na Saúde 2.1. Uma estratégia conjunta 2.2. Benefícios, constrangimentos e, desafios 3. Processo

Leia mais

MQ-06-TM. Estrutura e Âmbito do SGQ

MQ-06-TM. Estrutura e Âmbito do SGQ Objetivo e Âmbito da Atividade O Manual da Qualidade define os princípios e os meios adotados para assegurar a qualidade adequada aos serviços fornecidos pelo Programa de Telemedicina da ARSA. O âmbito

Leia mais

HOSPITAL DAS FORÇAS ARMADAS

HOSPITAL DAS FORÇAS ARMADAS Lista Telefónica HOSPITAL DAS FORÇAS ARMADAS Polo de Lisboa Fev-14 LISTA TELEFÓNICA DO HFAR/PL Central de Atendimento (24 Horas) SERVIÇOS Extensão DDI 508 777 508 729 217519777 Call Center de Marcação

Leia mais

Dia Europeu do ENFERMEIRO PERIOPERATÓRIO BLOCO OPERATÓRIO CENTRAL

Dia Europeu do ENFERMEIRO PERIOPERATÓRIO BLOCO OPERATÓRIO CENTRAL ACOLHIMENTO DO UTENTE NO BLOCO OPERATÓRIO É REALIZADO POR UM ENFERMEIRO CUJO PRINCIPAL OBJECTIVO É TRANSMITIR SEGURANÇA AO UTENTE, ESCLARECER AS SUAS DÚVIDAS E RECEIOS DE MODO A QUE ESTE SE SINTA SEGURO

Leia mais

Identificação da Empresa. Missão. Visão

Identificação da Empresa. Missão. Visão Identificação da Empresa Designação social: Centro Hospitalar de Lisboa Central, EPE Sede: Rua José António Serrano, 1150-199 - Lisboa Natureza jurídica: Entidade Pública Empresarial Início de actividade:

Leia mais

MINISTÉRIO DA SAÚDE SECRETARIA-GERAL

MINISTÉRIO DA SAÚDE SECRETARIA-GERAL Circular Normativa Nº 01 Data 12/01/2006 Para conhecimento de todos os serviços e estabelecimentos dependentes do Ministério da Saúde ASSUNO: Regime de trabalho de horário acrescido Critérios. A Circular

Leia mais

BALANCED SCORECARD NA ABORDAGEM POR PROCESSOS

BALANCED SCORECARD NA ABORDAGEM POR PROCESSOS APLICAÇÃO DA METODOLOGIA BALANCED SCORECARD NA ABORDAGEM POR PROCESSOS -1- AGENDA Quem somos Modelo de Gestão Gestão por Objectivos - BSC Conclusões e Resultados -2- AGENDA Quem somos -3- O QUE FAZEMOS

Leia mais

RH Saúde Ocupacional

RH Saúde Ocupacional Programa de Promoção da Saúde no Ambiente de Trabalho RH Saúde Ocupacional Objetivo Tem como principal objetivo propiciar ambiente de Tem como principal objetivo propiciar ambiente de trabalho e clima

Leia mais

Valor do sector do Diagnóstico in vitro, em Portugal. Principais conclusões APIFARMA CEMD. Outubro 2014

Valor do sector do Diagnóstico in vitro, em Portugal. Principais conclusões APIFARMA CEMD. Outubro 2014 Valor do sector do Diagnóstico in vitro, em Portugal Principais conclusões APIFARMA CEMD Outubro 2014 1 APIFARMA Valor do Sector do Diagnóstico in Vitro, em Portugal Agenda I Objectivos e metodologia II

Leia mais

MESTRADO EM GESTÃO DOS SERVIÇOS DE SAÚDE

MESTRADO EM GESTÃO DOS SERVIÇOS DE SAÚDE MESTRADO EM GESTÃO DOS SERVIÇOS DE SAÚDE Programas das cadeiras Gestão de Unidades de Saúde Pretende-se que os participantes identifiquem os conceitos fundamentais de gestão e a sua aplicabilidade no contexto

Leia mais

Manual de Procedimentos. Volume 9.8 Serviços de Saúde do IST

Manual de Procedimentos. Volume 9.8 Serviços de Saúde do IST Manual de Procedimentos Volume 9.8 Serviços de Saúde do IST Índice Princípios Gerais... 3 Abreviaturas e Acrónimos... 4 Legislação Aplicável... 5 Mapa de Atualização do Documento... 6 Capítulo 1 - Serviços

Leia mais

Documento de apresentação Software de Gestão e Avaliação da Formação

Documento de apresentação Software de Gestão e Avaliação da Formação Documento de apresentação Software de Gestão e Avaliação da Janeiro-2010 Para a boa gestão de pessoas, as empresas devem elevar o RH à posição de poder e primazia na organização e garantir que o pessoal

Leia mais

República de Angola DNME/MINSA/ ANGOLA

República de Angola DNME/MINSA/ ANGOLA DNME/MINSA/ ANGOLA 1 CONCEITO E ENQUADRAMENTO DA FARMÁCIA HOSPITALAR O Hospital é o local onde as intervenções mais diferenciadas, invasivas e salvadoras de vida devem ter lugar, constituindo-se, por isso

Leia mais

ESCRITÓRIO RIO DE PROJETOS

ESCRITÓRIO RIO DE PROJETOS PMO PROJETOS PROCESSOS MELHORIA CONTÍNUA PMI SCRUM COBIT ITIL LEAN SIX SIGMA BSC ESCRITÓRIO RIO DE PROJETOS DESAFIOS CULTURAIS PARA IMPLANTAÇÃO DANIEL AQUERE DE OLIVEIRA, PMP, MBA daniel.aquere@pmpartner.com.br

Leia mais

Programas das cadeiras

Programas das cadeiras Programas das cadeiras Gestão de Unidades de Saúde Pretende-se que os participantes identifiquem os conceitos fundamentais de gestão e a sua aplicabilidade no contexto das unidades de saúde. Desenvolverse-á

Leia mais

2009/2010 CURSO DE PÓS-GRADUAÇÃO EM ENFERMAGEM DE ANESTESIA

2009/2010 CURSO DE PÓS-GRADUAÇÃO EM ENFERMAGEM DE ANESTESIA 2009/2010 COMISSÃO CIENTÍFICA Celínia Antunes Cristina Baião Fernanda Príncipe Henrique Dias Jorge Coelho José Alberto Martins José David Ferreira Marcos Pacheco Nuno Tavares Lopes Paulo Amorim Paulo Figueiredo

Leia mais

AS TIC E A SAÚDE NO PORTUGAL DE HOJE

AS TIC E A SAÚDE NO PORTUGAL DE HOJE AS TIC E A SAÚDE NO PORTUGAL DE HOJE 18 MARÇO 2015 Centro Hospitalar Psiquiátrico de Lisboa PATROCINDADORES Apoio Patrocinadores Globais APDSI APDSI Conferência As TIC e a Saúde no Portugal de Hoje SESSÃO

Leia mais

VITAHISCARE UNIDADES HOSPITALARES

VITAHISCARE UNIDADES HOSPITALARES VITAHISCARE UNIDADES HOSPITALARES APRESENTAÇÃO FUNCIONALIDADES VANTAGENS E CARACTERÍSTICAS MÓDULOS COMPLEMENTARES UNIDADES HOSPITALARES O VITA HIS CARE Unidades Hospitalares é um sistema de informação

Leia mais

Nº de Utilizadores do Hospital Psiquiátrico. Nº de Utilizadores do Hospital Psiquiátrico. Fecho (Ano N-2) Estimado (Ano N-1) Acumulado (Ano N)

Nº de Utilizadores do Hospital Psiquiátrico. Nº de Utilizadores do Hospital Psiquiátrico. Fecho (Ano N-2) Estimado (Ano N-1) Acumulado (Ano N) Q 2 Número de Utilizadores do Hospital (P) Instituições Unidade Local de Saúde de Castelo Branco, EPE Agr. Scenario Contratualização Time Dezembro 2012 Área de Influência Fora da Área de Influência Notas:

Leia mais

CONVERSAS DE FIM DE TARDE

CONVERSAS DE FIM DE TARDE CONVERSAS DE FIM DE TARDE Rogério Correia A estrutura organizacional do Serviço Missão do SRS Promoção da Saúde Prestação de, Hospitalares e Continuados Prestação de actividades no âmbito da Saúde Pública

Leia mais

Carta dos Direitos de Acesso aos Cuidados de Saúde pelos utentes do Serviço Nacional de Saúde

Carta dos Direitos de Acesso aos Cuidados de Saúde pelos utentes do Serviço Nacional de Saúde DECRETO N.º145/X Carta dos Direitos de Acesso aos Cuidados de Saúde pelos utentes do Serviço Nacional de Saúde A Assembleia da República decreta, nos termos da alínea c) do artigo 161.º da Constituição,

Leia mais

RELAÇÃO DE DOCUMENTOS NECESSÁRIOS PARA COMPROVAÇÃO DOS ITENS DE VERIFICAÇÃO - UPA

RELAÇÃO DE DOCUMENTOS NECESSÁRIOS PARA COMPROVAÇÃO DOS ITENS DE VERIFICAÇÃO - UPA RELAÇÃO DE DOCUMENTOS NECESSÁRIOS PARA COMPROVAÇÃO DOS ITENS DE VERIFICAÇÃO - UPA Quando da apresentação de protocolos, manual de normas e rotinas, procedimento operacional padrão (POP) e/ou outros documentos,

Leia mais

santa casa da misericórdia

santa casa da misericórdia santa casa da misericórdia 5 de Outubro de 1945 Inaugurada uma enfermaria, com 6 camas, a juntar às 3 outras já existentes. 14 de Dezembro de 1947 Inauguração do Serviço de Radioscopia. 27 de Agosto de

Leia mais

hospital de dia oncológico

hospital de dia oncológico guia do chtmad nota introdutória Sempre a pensar em si e para que possa beneficiar na totalidade de todos os nossos serviços, apresentam-se algumas informações que se consideram ser do seu interesse. Lembramos

Leia mais

Sabe-se que a cirurgia é praticada desde a pré-história, através de procedimentos de trepanação (operação que consiste em praticar uma abertura em um

Sabe-se que a cirurgia é praticada desde a pré-história, através de procedimentos de trepanação (operação que consiste em praticar uma abertura em um Renata Ariano Sabe-se que a cirurgia é praticada desde a pré-história, através de procedimentos de trepanação (operação que consiste em praticar uma abertura em um osso). No entanto, a cirurgia teve seus

Leia mais

Rua da Cruz Vermelha Cidacos - Apartado 1002 3720-126 Oliveira de Azeméis

Rua da Cruz Vermelha Cidacos - Apartado 1002 3720-126 Oliveira de Azeméis Rua da Cruz Vermelha Cidacos - Apartado 1002 3720-126 Oliveira de Azeméis Revisão Data Alterações na Revisão Elaborado Aprovado 0 07-06-2010 Edição original GQA CDIR Pág. 1 de 6 Índice Capítulo Assunto

Leia mais

Case de Sucesso. Integrando CIOs, gerando conhecimento. FERRAMENTA DE BPM TORNA CONTROLE DE FLUXO HOSPITALAR MAIS EFICAZ NO HCFMUSP

Case de Sucesso. Integrando CIOs, gerando conhecimento. FERRAMENTA DE BPM TORNA CONTROLE DE FLUXO HOSPITALAR MAIS EFICAZ NO HCFMUSP Case de Sucesso Integrando CIOs, gerando conhecimento. FERRAMENTA DE BPM TORNA CONTROLE DE FLUXO HOSPITALAR MAIS EFICAZ NO HCFMUSP Perfil O Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da Universidade

Leia mais

RELATÓRIO ANUAL DAS ATIVIDADES DESENVOLVIDAS / 2014. Convênio Municipal Secretaria de Desenvolvimento Social

RELATÓRIO ANUAL DAS ATIVIDADES DESENVOLVIDAS / 2014. Convênio Municipal Secretaria de Desenvolvimento Social RELATÓRIO ANUAL DAS ATIVIDADES DESENVOLVIDAS / 2014 Convênio Municipal Secretaria de Desenvolvimento Social Entidade: Grupo de Pesquisa e Assistência ao Câncer Infantil Endereço: Rua Antônio Miguel Pereira

Leia mais

Gabarito Preliminar 26 27 28 29 30 31 32 33 34 35 36 37 38 39 40 41 42 43 44 45 46 47 48 49 50 E D E A B A B B B E A C A C E C A A A D E C C B E

Gabarito Preliminar 26 27 28 29 30 31 32 33 34 35 36 37 38 39 40 41 42 43 44 45 46 47 48 49 50 E D E A B A B B B E A C A C E C A A A D E C C B E Gabarito Preliminar MATERNIDADE ESCOLA ASSIS CHATEAUBRIAND DA UNIVERSIDADE FEDERAL DO CEARÁ - MEAC-UFC E HOSPITAL UNIVERSITÁRIO WALTER CANTÍDIO DA UNIVERSIDADE FEDERAL DO CEARÁ - HUWC-UFC CONCURSO PÚBLICO

Leia mais

O PEP como Instrumento de Otimização Clinica Marcos Sobral

O PEP como Instrumento de Otimização Clinica Marcos Sobral O PEP como Instrumento de Otimização Clinica Marcos Sobral São Paulo, 19 de setembro de 2005 Agenda Introdução Desafios MVPEP Formas de acessos Funcionalidades Formulários eletrônicos Índices clínicos

Leia mais

Apresentação de Solução

Apresentação de Solução Apresentação de Solução Solução: Gestão de Altas Hospitalares Unidade de negócio da C3im: a) Consultoria e desenvolvimento de de Projectos b) Unidade de Desenvolvimento Área da Saúde Rua dos Arneiros,

Leia mais

Apresentação da Solução. Divisão Área Saúde. Solução: Gestão de Camas

Apresentação da Solução. Divisão Área Saúde. Solução: Gestão de Camas Apresentação da Solução Solução: Gestão de Camas Unidade de negócio da C3im: a) Consultoria e desenvolvimento de de Projectos b) Unidade de Desenvolvimento Área da Saúde Rua dos Arneiros, 82-A, 1500-060

Leia mais

NACJR Núcleo de Apoio a Crianças as e Jovens em Risco. Dr.ª Maria Queimado Dr.ª Micaela Silva Enf.ª Teresa Murteira

NACJR Núcleo de Apoio a Crianças as e Jovens em Risco. Dr.ª Maria Queimado Dr.ª Micaela Silva Enf.ª Teresa Murteira Dr.ª Maria Queimado Dr.ª Micaela Silva Enf.ª Teresa Murteira Centro de Saúde de Évora/ 2008 Março de 2007 Proposta da DGS Crianças e Jovens em Risco Projecto de Intervenção nos Serviços de Saúde Outubro

Leia mais

Ambulatório. Circuito do Medicamento. Prescrição. Farmácia. Comunitária. Farmácia. Hospitalar. Validação Farmacêutica. Cirurgia de.

Ambulatório. Circuito do Medicamento. Prescrição. Farmácia. Comunitária. Farmácia. Hospitalar. Validação Farmacêutica. Cirurgia de. Farmácia Comunitária Farmácia Hospitalar Validação Farmacêutica Cirurgia de Monitorizações A ST+I tem como missão Ser uma referência Internacional de elevado valor, nos domínios da, garantindo a sustentabilidade

Leia mais

Avaliação do modelo e resultados da implementação das TIC no Centro Hospitalar Setúbal

Avaliação do modelo e resultados da implementação das TIC no Centro Hospitalar Setúbal Avaliação do modelo e resultados da implementação das TIC no Centro Hospitalar Setúbal Teresa Magalhães (Vogal do Conselho de Administração e Assistente Convidada na ENSP, UNL) Workshop A Saúde na era

Leia mais

Sérgio Gomes Saúde 24

Sérgio Gomes Saúde 24 Conferência As TIC e a Saúde no Portugal de 2009 25 de Novembro de 2009 Auditório do Centro Hospitalar Psiquiátrico de Lisboa Sérgio Gomes Saúde 24 Patrocínio: Patrocinadores Globais Centro de Atendimento

Leia mais

Lean Healthcare no Serviço de Urgência Geral Centro Hospitalar Cova da Beira (Portugal)

Lean Healthcare no Serviço de Urgência Geral Centro Hospitalar Cova da Beira (Portugal) Lean management nelle aziende sanitarie Lean Healthcare no Serviço de Urgência Geral Centro Hospitalar Cova da Beira (Portugal) Bruno Vaz Silva Anabela Almeida Miguel Castelo Branco Page 1 INTRODUÇÃO Objectivo

Leia mais

Estratégia para os Sistemas e Tecnologias de Informação

Estratégia para os Sistemas e Tecnologias de Informação Estratégia para os Sistemas e Tecnologias de Informação A transcrição ou reprodução deste documento não é permitida sem a prévia autorização escrita do IGIF PRINCIPAIS MENSAGENS O IGIF, na vertente SI,

Leia mais

SUMÁRIO. Sobre o curso Pág. 3. Etapas do Processo Seletivo. Cronograma de Aulas. Coordenação Programa e metodologia; Investimento.

SUMÁRIO. Sobre o curso Pág. 3. Etapas do Processo Seletivo. Cronograma de Aulas. Coordenação Programa e metodologia; Investimento. SUMÁRIO Sobre o curso Pág. 3 Coordenação Programa e metodologia; Investimento Etapas do Processo Seletivo Pág. Matrícula Cronograma de Aulas Pág. PÓS-GRADUAÇÃO EM NEUROLOGIA CLÍNICA E INTENSIVA Unidade

Leia mais

Centro de Saúde da Figueira da Foz

Centro de Saúde da Figueira da Foz Centro de Saúde da Figueira da Foz PT Prime e HIS implementam Solução integrada de Processo Clínico Electrónico, Gestão de Atendimento, Portal e Mobilidade. a experiência da utilização do sistema VITA

Leia mais

SISTEMAS E TECNOLOGIAS DE INFORMAÇÃO E COMUNICAÇÃO

SISTEMAS E TECNOLOGIAS DE INFORMAÇÃO E COMUNICAÇÃO SISTEMAS E TECNOLOGIAS DE INFORMAÇÃO E COMUNICAÇÃO Da Prescrição à Administração do Medicamento Sofia Valongo Serviços Farmacêuticos 26-09-2015 OBJETIVO 2 Descrever o papel do Farmacêutico na implementação

Leia mais

PESQUISA DE SATISFAÇÃO DOS GESTORES MUNICIPAIS

PESQUISA DE SATISFAÇÃO DOS GESTORES MUNICIPAIS PESQUISA DE SATISFAÇÃO DOS GESTORES MUNICIPAIS Como você avalia a marcação da a Consulta com biópsia positiva em dias úteis? SATISFAÇÃO + = 7 = 9,3% Como você avalia a marcação de consultas de retorno?

Leia mais

O ITIL e o Plano de Contingência. Lúcia Cerqueira & António Correia informatica@chts.min-saude.pt

O ITIL e o Plano de Contingência. Lúcia Cerqueira & António Correia informatica@chts.min-saude.pt Lúcia Cerqueira & António Correia informatica@chts.min-saude.pt A Equipa de IT do CHTS,E.P.E. Equipa composta por 12 Elementos Framework ITIL using RT ( linha Servicedesk (1ª e 2ª Reorganização da Equipa

Leia mais

Regulamento das Consultas Externas. Índice

Regulamento das Consultas Externas. Índice Índice CAPÍTULO I...4 DISPOSIÇÕES GERAIS...4 ARTIGO 1º...4 (Noção de Consulta Externa)...4 ARTIGO 2º...4 (Tipos de Consultas Externas)...4 ARTIGO 3º...4 (Objectivos do Serviço de Consulta Externa)...4

Leia mais

ANO:2011 Ministério da Saúde. Administração regional de saúde do Norte, I.P. Objectivos Estratégicos. Objectivos Operacionais.

ANO:2011 Ministério da Saúde. Administração regional de saúde do Norte, I.P. Objectivos Estratégicos. Objectivos Operacionais. ANO:2011 Ministério da Saúde Administração regional de saúde do Norte, I.P. MISSÃO: Garantir à população da sua área de influência o acesso à prestação de cuidados de saúde de qualidade e cumprir e fazer

Leia mais

ACES GRANDE PORTO I SANTO TIRSO / TROFA PROGRAMAS E PROJETOS

ACES GRANDE PORTO I SANTO TIRSO / TROFA PROGRAMAS E PROJETOS ACES GRANDE PORTO I SANTO TIRSO / TROFA PROGRAMAS E PROJETOS O Dec. Lei 28/2008 de 22 de Fevereiro, estabelece o regime da criação, estruturação e funcionamento dos agrupamentos de Centros de Saúde (ACES)

Leia mais

GRADUAÇÃO EM ENFERMAGEM

GRADUAÇÃO EM ENFERMAGEM GRADUAÇÃO EM ENFERMAGEM CARACTERIZAÇÃO DO CURSO DENOMINAÇÃO: CURSO DE GRADUAÇÃO EM ENFERMAGEM DIPLOMA CONFERIDO: BACHAREL NÚMERO DE VAGAS: 100 VAGAS ANUAIS NÚMERO DE ALUNOS POR TURMA: 50 ALUNOS TURNOS

Leia mais

Escola Superior de Saúde Os sistemas de informação e os meios complementares de diagnóstico

Escola Superior de Saúde Os sistemas de informação e os meios complementares de diagnóstico Escola Superior de Saúde Os sistemas de informação e os meios complementares de diagnóstico Divisão de Informática - António Cardoso Martins (informatica@hal.min-saude.pt) 1 O Hospital Amato Lusitano Castelo

Leia mais

Tecnologias de Computadores. Trabalho elaborado por: João Christophe Batista nº 23043 Ricardo Monteiro nº 26455 Telmo Lopes nº 27656

Tecnologias de Computadores. Trabalho elaborado por: João Christophe Batista nº 23043 Ricardo Monteiro nº 26455 Telmo Lopes nº 27656 Tecnologias de Computadores Trabalho elaborado por: João Christophe Batista nº 23043 Ricardo Monteiro nº 26455 Telmo Lopes nº 27656 Este tema suscita interesse na medida em que a medicina é um dos principais

Leia mais

PREFEITURA MUNICIPAL DE JUNDIAÍ DO SUL

PREFEITURA MUNICIPAL DE JUNDIAÍ DO SUL ANEXOII ATRIBUIÇÕES DOS CARGOS PARA CONCURSO PÚBLICO PARA EMPREGO PÚBLICO Nº. 001/2010 JUNDIAÍ DO SUL PARANÁ 1. Para os cargos do grupo PSF Programa da Saúde da Família, conveniados com o Governo Federal:

Leia mais

MINISTÉRIO DA SAÚDE (MS) - 2004

MINISTÉRIO DA SAÚDE (MS) - 2004 MINISTÉRIO DA SAÚDE (MS) - 2004 INTRODUÇÃO Última edição do Manual (revista e atualizada): 2006 Objetivo: Implantação do Serviço de Atendimento Móvel às Urgências Atende aos princípios e diretrizes do

Leia mais

ESTÁGIO DE INTEGRAÇÃO À VIDA PROFISSIONAL II 4.º ANO - ANO LECTIVO 2008/2009

ESTÁGIO DE INTEGRAÇÃO À VIDA PROFISSIONAL II 4.º ANO - ANO LECTIVO 2008/2009 1 INSTITUTO PIAGET Campus Universitário de Viseu ESCOLA SUPERIOR DE SAÚDE JEAN PIAGET/VISEU (Decreto n.º 33/2002, de 3 de Outubro) ESTÁGIO DE INTEGRAÇÃO À VIDA PROFISSIONAL II (SERVIÇOS HOSPITALARES) 4.º

Leia mais

CURSO DE TÉCNICO AUXILIAR DE SAÚDE

CURSO DE TÉCNICO AUXILIAR DE SAÚDE CURSO DE TÉCNICO AUXILIAR DE SAÚDE Em Portugal estão a abrir um conjunto muito vasto de equipamentos de saúde, nomeadamente unidades de cuidados continuados. Para este tipo de estabelecimento são necessários

Leia mais

O P E R A C I O N A L I Z A Ç Ã O D A S U N I D A D E S D E S A Ú D E F A M I L I A R E S. Carlos Nunes. Missão para os Cuidados de Saúde Primários

O P E R A C I O N A L I Z A Ç Ã O D A S U N I D A D E S D E S A Ú D E F A M I L I A R E S. Carlos Nunes. Missão para os Cuidados de Saúde Primários O P E R A C I O N A L I Z A Ç Ã O D A S U N I D A D E S D E S A Ú D E F A M I L I A R E S Carlos Nunes Missão para os Cuidados de Saúde Primários VILAMOURA 23 Março 2007 C A N D I D A T U R A S A U S F

Leia mais

Critérios para Admissão em Longo e Curto Internamento e Unidade de Dia

Critérios para Admissão em Longo e Curto Internamento e Unidade de Dia Critérios para Admissão em Longo e Curto Internamento e Unidade de Dia Critérios de Admissão em Longo Internamento O Centro Psicogeriátrico Nossa Senhora de Fátima (CPNSF), oferece serviços especializados

Leia mais

Balanço das Medidas do Domínio do Atendimento da Segurança Social e Satisfação ao Cidadão

Balanço das Medidas do Domínio do Atendimento da Segurança Social e Satisfação ao Cidadão Balanço das Medidas do Domínio do Atendimento da Segurança Social e Satisfação ao Cidadão Dr. Pedro Filipe ENAD. 31 de Agosto de 2015 AGENDA Contextualização Plano de Trabalho PSGSS Status Gestão Integrada

Leia mais

Hospital de Santo Espirito da Ilha Terceira e a sua articulação com as Unidades de Saúde de Ilha da RAA. Paula Moniz

Hospital de Santo Espirito da Ilha Terceira e a sua articulação com as Unidades de Saúde de Ilha da RAA. Paula Moniz Hospital de Santo Espirito da Ilha Terceira e a sua articulação com as Unidades de Saúde de Ilha da RAA Paula Moniz VISÃO O Hospital de Santo Espírito da Ilha Terceira, EPER pretende ser uma instituição

Leia mais

IMPLEMENTAÇÃO DE DESKTOPS LINUX E GESTÃO DE VERSÕES

IMPLEMENTAÇÃO DE DESKTOPS LINUX E GESTÃO DE VERSÕES IMPLEMENTAÇÃO DE DESKTOPS LINUX E GESTÃO DE VERSÕES AGENDA Centro Hospitalar Porto, EPE Maria Manuel Salazar AGENDA Apresentação do Centro Hospitalar do Porto, EPE Novos desafios das tecnologias na AP

Leia mais

GOVERNO DA BAHIA SECRETARIA DA SAÚDE DO ESTADO DA BAHIA Centro Estadual de Oncologia. Salvador, 14 de março de 2013

GOVERNO DA BAHIA SECRETARIA DA SAÚDE DO ESTADO DA BAHIA Centro Estadual de Oncologia. Salvador, 14 de março de 2013 GOVERNO DA BAHIA SECRETARIA DA SAÚDE DO ESTADO DA BAHIA Centro Estadual de Oncologia Salvador, 14 de março de 2013 ROTEIRO O CICAN Breve Histórico Missão Perfil Ambulatórios Quimioterapia Centro Cirúrgico

Leia mais

30 ANOS DO CENTRO DE INFORMAÇÃO DO MEDICAMENTO DA ORDEM DOS FARMACÊUTICOS E PERSPECTIVAS FUTURAS. Lisboa 04 Dez 2014 Aurora Simón

30 ANOS DO CENTRO DE INFORMAÇÃO DO MEDICAMENTO DA ORDEM DOS FARMACÊUTICOS E PERSPECTIVAS FUTURAS. Lisboa 04 Dez 2014 Aurora Simón 30 ANOS DO CENTRO DE INFORMAÇÃO DO MEDICAMENTO DA ORDEM DOS FARMACÊUTICOS E PERSPECTIVAS FUTURAS Uma actividade com 50 anos Centros de Informação de Medicamentos Resposta à necessidade de rápido acesso

Leia mais

Santa Casa da Misericórdia de Lisboa

Santa Casa da Misericórdia de Lisboa Santa Casa da Misericórdia de Lisboa Gabinete de Promoção do Voluntariado Diretora Luísa Godinho EVOLUÇÃO HISTÓRICA VOLUNTARIADO na SCML 1498 Fundação Compromisso assumido por 100 homens bons 1998 Publicação

Leia mais

da Gestão de Projectos

da Gestão de Projectos Arquitectura Organizacional da Gestão de Projectos Funções e responsabilidades Iniciação de Projectos Em que assenta a garantia do Sucesso dos projectos? Objectivos claros e precisos Precisão da definição

Leia mais

MANUAL DE PROCEDIMENTOS CONVENÇÃO ADSE

MANUAL DE PROCEDIMENTOS CONVENÇÃO ADSE MANUAL DE PROCEDIMENTOS CONVENÇÃO ADSE Versão 1-09-2014 1 Conteúdo CONVENÇÃO SAMSPICS - ADSE... 3 O que é a Convenção ADSE?... 3 UNIDADES COM CONVENÇÃO COM A ADSE... 4 Acesso aos beneficiários ADSE...

Leia mais

PHC dteamcontrol Interno

PHC dteamcontrol Interno PHC dteamcontrol Interno A gestão remota de projectos em aberto A solução via Internet que permite acompanhar os projectos em aberto em que o utilizador se encontra envolvido, gerir eficazmente o seu tempo

Leia mais

Por que estudar sistemas de informação?

Por que estudar sistemas de informação? Por que estudar sistemas de informação? Por que estudar sistemas de informação? Isto é o mesmo que perguntar por que alguém deve estudar contabilidade, finanças, as, marketing, RH ou qualquer outra grande

Leia mais

PERFIL PROFISSIONAL TÉCNICO/A AUXILIAR DE SAÚDE. PERFIL PROFISSIONAL Técnico/a Auxiliar de Saúde Nível 3 CATÁLOGO NACIONAL DE QUALIFICAÇÕES 1/9

PERFIL PROFISSIONAL TÉCNICO/A AUXILIAR DE SAÚDE. PERFIL PROFISSIONAL Técnico/a Auxiliar de Saúde Nível 3 CATÁLOGO NACIONAL DE QUALIFICAÇÕES 1/9 PERFIL PROFISSIONAL TÉCNICO/A AUXILIAR DE SAÚDE PERFIL PROFISSIONAL Técnico/a Auxiliar de Saúde Nível 3 CATÁLOGO NACIONAL DE QUALIFICAÇÕES 1/9 ÁREA DE ACTIVIDADE - SAÚDE OBJECTIVO GLOBAL SAÍDA(S) PROFISSIONAL(IS)

Leia mais

Manual Brasileiro NR: MA 3 Pág: 1/1 de Acreditação - ONA Data de Emissão: 10/01/2000

Manual Brasileiro NR: MA 3 Pág: 1/1 de Acreditação - ONA Data de Emissão: 10/01/2000 Manual Brasileiro NR: MA 3 Pág: 1/1 de Acreditação - ONA Data de Emissão: 10/01/2000 ATENÇÃO AO PACIENTE/CLIENTE Esta seção agrupa todos os componentes, atividades e serviços que se relacionam aos processos

Leia mais

AVALIAÇÃO DE DESEMPENHO

AVALIAÇÃO DE DESEMPENHO AVALIAÇÃO DE DESEMPENHO 1 A avaliação de desempenho é uma apreciação sistemática do desempenho dos trabalhadores nos respectivos cargos e áreas de actuação e do seu potencial de desenvolvimento (Chiavenato).

Leia mais

MODELO EUROPEU DE QUALIDADE NOS SERVIÇOS SOCIAIS EQUASS ASSURANCE. Qualidade nos Serviços Sociais

MODELO EUROPEU DE QUALIDADE NOS SERVIÇOS SOCIAIS EQUASS ASSURANCE. Qualidade nos Serviços Sociais MODELO EUROPEU DE QUALIDADE NOS SERVIÇOS SOCIAIS EQUASS ASSURANCE Qualidade nos Serviços Sociais 2 Iniciativa da EPR - European Platform for Rehabilitation, Certificação da qualidade ao nível dos serviços

Leia mais

HOSPITAL DOS SERVIDORES DO ESTADO RIO DE JANEIRO

HOSPITAL DOS SERVIDORES DO ESTADO RIO DE JANEIRO U N I V E R S I D A D E D E B R A S Í L I A (UnB) CENTRO DE SELEÇÃO E DE PROMOÇÃO DE EVENTOS (CESPE) HOSPITAL DOS SERVIDORES DO ESTADO RIO DE JANEIRO Processo Seletivo Simplificado GABARITOS OFICIAIS PRELIMINARES

Leia mais

Serviço Nacional de Saúde

Serviço Nacional de Saúde Informação de Custos dos Cuidados de Saúde Serviço Nacional de Saúde A Informação de custos dos Cuidados de Saúde é uma iniciativa do Ministério da Saúde, de abrangência nacional, enquadrada no Programa

Leia mais

Gestão de Qualidade. HCFMRP - USP Campus Universitário - Monte Alegre 14048-900 Ribeirão Preto SP Brasil

Gestão de Qualidade. HCFMRP - USP Campus Universitário - Monte Alegre 14048-900 Ribeirão Preto SP Brasil Gestão de Qualidade O Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto da Universidade de São Paulo, visando a qualidade assistencial e a satisfação do cliente compromete-se a um entendimento

Leia mais

SGIDI. Shortcut. Implementação SGIDI. Março 2011 valter@shortcut.pt

SGIDI. Shortcut. Implementação SGIDI. Março 2011 valter@shortcut.pt SGIDI Shortcut Implementação SGIDI Março 20 valter@shortcut.pt AGENDA Quem Somos? 2 O SGIDI da Shortcut 3 Demo do SGIDI 4 Alguns Resultados em 200 5 Vantagens da Implementação 6 Resistências / Dificuldades

Leia mais

CONCEITOS. Professor Wagner Rabello Jr

CONCEITOS. Professor Wagner Rabello Jr CONCEITOS PLANEJAMENTO OPERACIONAL Para realizar objetivos, é preciso definir quais atividades devem ser executadas e quais recursos são necessários para a execução das atividades. O processo de definir

Leia mais

UNIDADE MÓVEL DE APOIO DOMICILIÁRIO UMAD

UNIDADE MÓVEL DE APOIO DOMICILIÁRIO UMAD IMPLEMENTAÇÃO DO PROJECTO DE APOIO DOMICILIÁRIO IMPLEMENTAÇÃO DO PROJECTO DE APOIO DOMICILIÁRIO Definir os responsáveis e suas competências; Aquisição de equipamento e material clínico; Dotação de Recursos

Leia mais

Seção 2: Atenção ao Paciente Subseções: Gestão do Acesso, Internação, Atendimento em Emergência e Atendimento Ambulatorial

Seção 2: Atenção ao Paciente Subseções: Gestão do Acesso, Internação, Atendimento em Emergência e Atendimento Ambulatorial Seção 2: Atenção ao Paciente Subseções: Gestão do Acesso, Internação, Atendimento em Emergência e Atendimento Ambulatorial Flávia Soveral Miranda Luciana de Camargo Requisitos necessários a todos as subseções

Leia mais

Núcleo de Atenção Integral à Saúde Unimed São José dos Campos

Núcleo de Atenção Integral à Saúde Unimed São José dos Campos Núcleo de Atenção Integral à Saúde Unimed São José dos Campos Núcleo de Atenção Integral à Saúde da Unimed SJC O Núcleo de Ação Integral à Saúde (NAIS) é o setor responsável pela promoção da saúde e prevenção

Leia mais

Tabela 24 - Terminologia do código brasileiro de ocupação (CBO) Data de início de vigência. Código do Termo. Data de fim de implantação

Tabela 24 - Terminologia do código brasileiro de ocupação (CBO) Data de início de vigência. Código do Termo. Data de fim de implantação de 201115 Geneticista 26/09/2008 26/09/2008 203015 Pesquisador em biologia de microorganismos e parasitas 26/09/2008 26/09/2008 213150 Físico médico 26/09/2008 26/09/2008 221105 Biólogo 26/09/2008 26/09/2008

Leia mais

SUMÁRIO. Sobre o curso Pág. 3. Etapas do Processo Seletivo Pág. 5. Cronograma de Aulas. Coordenação Programa e metodologia; Investimento.

SUMÁRIO. Sobre o curso Pág. 3. Etapas do Processo Seletivo Pág. 5. Cronograma de Aulas. Coordenação Programa e metodologia; Investimento. SUMÁRIO Sobre o curso Pág. 3 Coordenação Programa e metodologia; Investimento Etapas do Processo Seletivo Pág. 5 Matrícula Cronograma de Aulas Pág. PÓS-GRADUAÇÃO EM ORTOPEDIA MULTIDISCIPLINAR Unidade Dias

Leia mais

CENTRO HOSPITALAR DA COVA DA BEIRA PROJECTO DE REGULAMENTO

CENTRO HOSPITALAR DA COVA DA BEIRA PROJECTO DE REGULAMENTO CENTRO HOSPITALAR DA COVA DA BEIRA SERVIÇO DE MEDICINA PALIATIVA (HOSPITAL DO FUNDÃO) DE REGULAMENTO 1. DEFINIÇÃO O (SMP) do Centro Hospitalar da Cova da Beira SA, sediado no Hospital do Fundão, desenvolve

Leia mais

UNIMEP MBA em Gestão e Negócios

UNIMEP MBA em Gestão e Negócios UNIMEP MBA em Gestão e Negócios Módulo: Sistemas de Informações Gerenciais Aula 1 Tema 1: O novo papel da TI nas organizações Flávio I. Callegari 2010 Temas O Planejamento Estratégico nas Organizações

Leia mais

PHC dteamcontrol Interno

PHC dteamcontrol Interno O módulo PHC dteamcontrol Interno permite acompanhar a gestão de todos os projectos abertos em que um utilizador se encontra envolvido. PHC dteamcontrol Interno A solução via Internet que permite acompanhar

Leia mais

CONCEITO. Despertar a potencialidade de indivíduos

CONCEITO. Despertar a potencialidade de indivíduos CONCEITO Despertar a potencialidade de indivíduos Utilizar a Arte como meio de comunicação e expressão e a Cultura no resgate de histórias de vida e valores 17 anos de atuação 231 mil atendimentos ARTE

Leia mais

THALITA KUM PROJETO - CUIDANDO COM HUMANIDADE DOS ACAMADOS E DE SEUS CUIDADORES.

THALITA KUM PROJETO - CUIDANDO COM HUMANIDADE DOS ACAMADOS E DE SEUS CUIDADORES. THALITA KUM PROJETO - CUIDANDO COM HUMANIDADE DOS ACAMADOS E DE SEUS CUIDADORES. ANA LUCIA MESQUITA DUMONT; Elisa Nunes Figueiredo. Secretaria Municipal de Saúde de Belo Horizonte SMSA-BH (Atenção Básica)

Leia mais

Sistema de Monitorização e Avaliação da Rede Social de Alcochete. Sistema de Monitorização e Avaliação - REDE SOCIAL DE ALCOCHETE

Sistema de Monitorização e Avaliação da Rede Social de Alcochete. Sistema de Monitorização e Avaliação - REDE SOCIAL DE ALCOCHETE 3. Sistema de Monitorização e Avaliação da Rede Social de Alcochete 65 66 3.1 Objectivos e Princípios Orientadores O sistema de Monitorização e Avaliação da Rede Social de Alcochete, adiante designado

Leia mais

A importância do treinamento para a equipe de enfermagem. Enfª Mariângela B Ribeiro

A importância do treinamento para a equipe de enfermagem. Enfª Mariângela B Ribeiro A importância do treinamento para a equipe de enfermagem Enfª Mariângela B Ribeiro Pontos importantes Porquê treinar? Padronização dos processos Segurança na realização dos procedimentos Redução de custos

Leia mais

LISTA TELEFÔNICA DO HCE LOCALIZAÇÃO DDD PABX RAMAL RITEX + RAMAL CENTRAL TELEFÔNICA

LISTA TELEFÔNICA DO HCE LOCALIZAÇÃO DDD PABX RAMAL RITEX + RAMAL CENTRAL TELEFÔNICA LISTA TELEFÔNICA DO HCE LOCALIZAÇÃO DDD PABX RAMAL RITEX + RAMAL CENTRAL TELEFÔNICA 21 3891 7000 816+Ramal DIREÇÃO Gabinete do Diretor 21 Tel. Direto 3860-6570 Gabinete do Diretor (FAX) 21 Tel. Direto

Leia mais

Uma área em expansão. Radiologia

Uma área em expansão. Radiologia Uma área em expansão Conhecimento especializado e treinamento em novas tecnologias abrem caminho para equipes de Enfermagem nos serviços de diagnóstico por imagem e radiologia A atuação da Enfermagem em

Leia mais

CURSO: ENFERMAGEM. Objetivos Específicos 1- Estudar a evolução histórica do cuidado e a inserção da Enfermagem quanto às

CURSO: ENFERMAGEM. Objetivos Específicos 1- Estudar a evolução histórica do cuidado e a inserção da Enfermagem quanto às CURSO: ENFERMAGEM Missão Formar para atuar em Enfermeiros qualificados todos os níveis de complexidade da assistência ao ser humano em sua integralidade, no contexto do Sistema Único de Saúde e do sistema

Leia mais

XVIII JORNADA DE ENFERMAGEM EM HEMODINÂMICA.

XVIII JORNADA DE ENFERMAGEM EM HEMODINÂMICA. . Qualificando o desempenho operacional utilizando ferramentas de Tecnologia de Informação. sfl.almada@gmail.com Enfª Sueli de Fátima da Luz Formação: Bacharel em Enfermagem e Obstetrícia Universidade

Leia mais

Região Centro. Instituição Instituição local Contexto de Prática Clínica. Cuidados de Saúde Primários. Unidade de Saúde Familiar Lusitana

Região Centro. Instituição Instituição local Contexto de Prática Clínica. Cuidados de Saúde Primários. Unidade de Saúde Familiar Lusitana Região Centro Instituição Instituição local Contexto de Prática Clínica Cuidados de Saúde Primários ACeS Dão Lafões Unidade de Saúde Familiar Lusitana Unidade de Saúde Familiar Viseu Cidade Unidade de

Leia mais

201115 Geneticista 26/09/2008 26/09/2008. 213150 Físico médico 26/09/2008 26/09/2008. 221105 Biólogo 26/09/2008 26/09/2008

201115 Geneticista 26/09/2008 26/09/2008. 213150 Físico médico 26/09/2008 26/09/2008. 221105 Biólogo 26/09/2008 26/09/2008 de 201115 Geneticista 26/09/2008 26/09/2008 203015 Pesquisador em biologia de microorganismos e parasitas 26/09/2008 26/09/2008 213150 Físico médico 26/09/2008 26/09/2008 221105 Biólogo 26/09/2008 26/09/2008

Leia mais

Relatório Anual sobre o Acesso a Cuidados de Saúde

Relatório Anual sobre o Acesso a Cuidados de Saúde Relatório Anual sobre o Acesso a Cuidados de Saúde Hospital Garcia de Orta, E.P.E 1 31 de Março 2011 SUMÁRIO PREÂMBULO IDENTIFICAÇÃO DA ENTIDADE CARECTERIZAÇÃO GERAL SISTEMAS DE INFORMAÇÃO OUTROS ASPECTOS

Leia mais

Metas Internacionais de Segurança do paciente

Metas Internacionais de Segurança do paciente Metas Internacionais de Segurança do paciente 2011 Missão Defender a saúde da comunidade e contribuir para o aprimoramento do Sistema Único de Saúde Visão Ser reconhecido nacionalmente pela excelência

Leia mais

Projeto de sensibilização e formação dos profissionais de saúde e utentes relativamente à Diabetes Mellitus

Projeto de sensibilização e formação dos profissionais de saúde e utentes relativamente à Diabetes Mellitus Projeto de sensibilização e formação dos profissionais de saúde e utentes relativamente à Diabetes Mellitus Projecto de sensibilização e formação dos profissionais de saúde Equipa Coordenadora: Dr.ª Leonor

Leia mais