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1 Programas de Qualificação dos Prestadores de Serviços - ANS São Paulo - 18 de junho de 2013 GERPS/GGISE/DIDES/ANS

2 Agenda Cenário Atual da Qualidade no Setor. Programas de Qualificação dos Prestadores de Saúde Suplementar: Serviços na QUALISS Divulgação RN nº 267, de agosto de QUALISS Indicadores RN nº 275, de novembro de

3 Cenário Atual Iniciativas isoladas de melhoria da qualidade: Organização de grupos com controle por indicadores e benchmarking. Programas de Acreditação Hospitalar. Prêmios de Qualidade.

4 Cenário Atual Dos hospitais gerais e especializados: 69 acreditação ONA III 53 acreditação ONA II 49 acreditação ONA I 21 acreditação CBA - JCI 30 acreditação IQG - Accreditation Canada Total: 222 hospitais acreditados - 3,5%

5 Cenário Atual Estudos vêm demonstrando que a assistência médica em quase todos países é: 1. Arriscada e as medidas de segurança institucional estão declinando. 2. A maioria dos erros médicos (humanos) são evitáveis e é fundamental uma gerência profissional nos hospitais brasileiros. 3. Além da ACREDITAÇÃO existem uma série de outras iniciativas para melhorar a qualidade. Fonte: HMNovaes QualiHosp 2011

6 Cenário Atual

7 QUALISS Comitê Gestor do QUALISS COGEP Trata-se de uma instância de participação democrática dos diversos agentes econômicos do setor de saúde suplementar na busca por consenso, de caráter consultivo e coordenada pela Diretoria de Desenvolvimento Setorial DIDES da ANS. Tem a finalidade de promover o desenvolvimento e o aperfeiçoamento do Programa de Divulgação da Qualificação dos Prestadores de Serviços na Saúde Suplementar, instituído pela RN nº 267 e do Programa de Monitoramento da Qualidade dos Prestadores de Serviços na Saúde Suplementar, instituído pela RN nº 275.

8 QUALISS Divulgação Programa de Divulgação da Qualificação dos Prestadores de Serviços na Saúde Suplementar, RN n º 267. Objetivos Principais: Aumentar o poder de avaliação e escolha por parte dos usuários de planos de saúde de prestadores mais qualificados. Estimular à adesão, por parte dos prestadores de serviços, à programas que os qualifiquem. 8

9 QUALISS Divulgação Qualificação pode ser entendida como um processo cujo objetivo é apoiar e estimular profissionais e unidades de saúde a atingir o seu melhor desempenho, diante de padrões histórica e socialmente construídos. Atributo de Qualificação - são considerados atributos de qualificação de prestadores de serviços o programa, o certificado, o processo de trabalho ou o vínculo institucional reconhecidamente associado à melhoria da qualidade na atenção à saúde. 9

10 QUALISS Divulgação O programa consiste: na fixação de atributos de qualificação relevantes para o aprimoramento da atenção à saúde oferecida pelos prestadores de serviços na saúde suplementar; na inclusão obrigatória, por parte das operadoras, dos atributos de qualificação de cada prestador de serviços em todo o seu material de divulgação de rede assistencial. na divulgação pela ANS à sociedade em geral da importância dos atributos de qualificação de prestadores de serviços na orientação de suas escolhas. 10

11 QUALISS Divulgação Atributos de Qualificação: I - prestadores de serviços hospitalares: a) Acreditação com identificação da Acreditadora ; b) NOTIVISA - da Agência Nacional de Vigilância Sanitária - ANVISA; c) QUALISS Indicadores Agência nacional de Saúde Suplementar - ANS 11

12 QUALISS Divulgação Atributos de Qualificação: II - prestadores de serviços auxiliares de diagnóstico e terapia e clínicas ambulatoriais: a) Acreditação com identificação da Acreditadora; b) NOTIVISA - da Agência Nacional de Vigilância Sanitária - ANVISA; c) QUALISS Indicadores Agência nacional de Saúde Suplementar - ANS. 12

13 QUALISS Divulgação Atributos de Qualificação: III - profissionais de saúde ou pessoas jurídicas que prestam serviços em consultórios: a) participação no NOTIVISA da ANVISA; b) pós-graduação com no mínimo 360hs, exceto médicos; c) residência em saúde reconhecidos pelo MEC; d) título de especialista outorgado pela sociedade de especialidade e/ou Conselho Profissional; 13

14 Atributos

15 Atributos

16

17 QUALISS Indicadores Programa de Monitoramento da Qualidade dos Prestadores de Serviços na Saúde Suplementar RN n º 275. Objetivos: disseminação de dados assistenciais: I. aos beneficiários, visando o aumento de sua capacidade de escolha; II. aos prestadores, visando o fomento de iniciativas e estratégias de melhoria de desempenho. III.às operadoras de planos privados de assistência à saúde,visando a uma melhor qualificação de suas redes assistenciais. Elegibilidade: são elegíveis todos os prestadores de serviços informados através do Sistema de Registro de Planos de Saúde RPS.

18 QUALISS Indicadores O Sistema de Avaliação consiste em: Domínios: efetividade, eficiência, equidade, acesso, centralidade no paciente e segurança. Relevância do Indicador: Essenciais com informação obrigatória, e Recomendáveis com informação esperada. Ciclo de vida: Planejamento (E1), Avaliação controlada (E2), Generalização do uso (E3), Descontinuado (E4).

19 QUALISS Indicadores Divulgação: os prestadores de serviço terão acesso aos resultados de seu desempenho antes da divulgação pública dos mesmos. Auditoria: com base em parâmetros e análises pactuados no COGEP. Envio das informações: Sistema de informações, via web.

20 QUALISS Indicadores Módulo Hospitais: COGEP GT Indicadores Hospitalares Definiu Cesta de Indicadores : 26 Indicadores Essenciais 10 Indicadores Recomendáveis

21 Domínio do Indicador Sigla do Indicador Nome do Indicador Ciclo de Vida do Indicador - Setembro 2012 E.1 E.2 E.3 E.4 SEGURANÇA EFETIVIDADE E-SEG-01 Taxa de densidade de incidência de infecção de corrente sanguínea associada a cateter venoso central (CVC), na UTI Adulto E-SEG-02 Taxa de densidade de incidência de infecção de corrente sanguínea associada a cateter venoso central (CVC), na UTI Pediátrica E-SEG-03 Taxa de densidade de incidência de infecção de corrente sanguínea associada a cateter venoso central (CVC), na UTI Neonatal E-SEG-04 Taxa de utilização de cateter venoso central (CVC) na UTI Adulto E-SEG-05 Taxa de utilização de cateter venoso central (CVC) na UTI Pediátrica E-SEG-06 Taxa de utilização de cateter venoso central (CVC) na UTI Neonatal E-SEG-07 Conformidade com os padrões de cirurgia segura E-EFT-01 Implantação de diretrizes e protocolos clínicos E-EFT-02 Taxa de mortalidade institucional E-EFT-03 Taxa de mortalidade cirúrgica E-EFT-04 Taxa GERPS de mortalidade Coordenadoria neonatal RN de < Qualidade 1500g E-EFT-05 Taxa de mortalidade neonatal RN g

22 Domínio do Indicador Sigla do Indicador Nome do Indicador Ciclo de Vida do Indicador - Setembro 2012 E.1 E.2 E.3 E.4 E-EFI-01 Taxa de ocupação operacional Geral E-EFI-02 Taxa de ocupação operacional Maternidade E-EFI-03 Taxa de ocupação operacional UTI Adulto EFICIÊNCIA E-EFI-04 Taxa de ocupação operacional UTI Pediátrica E-EFI-05 Média de permanência Geral E-EFI-06 Média de permanência Maternidade E-EFI-07 Média de permanência UTI Adulto E-EFI-08 Média de permanência UTI Pediátrica EQUIDADE E-EQI-01 Acessibilidade à pessoa com deficiência Medidas para garantir nos atendimentos a prioridade E-EQI-02 às pessoas vulneráveis (pessoas com deficiência, idosos, crianças, gestantes, lactantes), excluindo urgência/emergência

23 Domínio do Indicador Sigla do Indicador Nome do Indicador Ciclo de Vida do Indicador - Setembro 2012 E.1 E.2 E.3 E.4 E-ACE-01 Acolhimento com classificação de risco ACESSO E-ACE-02 Tempo de espera na Urgência e Emergência E-CPA-01 Satisfação do cliente CENTRALIDADE NO PACIENTE E-CPA-02 Monitoramento da manifestação do cliente: avaliação de reclamações e sugestões

24 Indicadores - Recomendáveis INDICADORES HOSPITALARES RECOMENDÁVEIS ACORDADOS PELO COGEP/ GT INDICADORES HOSPITALARES DOMÍNIO INDICADOR EFETIVIDADE EFICIÊNCIA SEGURANÇA EQUIDADE ACESSO CENTRALIDADE NO PACIENTE SEGURANÇA Incidência de úlcera por pressão Média de permanência para patologias específicas: infarto agudo do miocárdio, acidente vascular cerebral isquêmico, insuficiência cardíaca congestiva e fratura de fêmur >60 anos Relação enfermeiro/leito Relação enfermagem/leito Acesso a cuidados paliativos Avaliação médica do paciente internado realizada nas primeiras 24h Adequação de prontuário do paciente Presença de Resumo de Alta Notificação de eventos adversos Presença de farmacêutico clínico

25 Conclusão Impactos Esperados na Saúde Suplementar, com a implementação das normas: Início de um movimento consistente e progressivo de fomentação da cultura da qualidade e da avaliação no setor. Estimulo a melhoria continua dos processos de cuidado e segurança dos pacientes. Aumento da transparência do setor, com maior responsabilização dos prestadores de serviço por seus resultados. GERPS Coordenadoria 25 de Qualidade

26 Conclusão O desafio fundamental no sistema de saúde é como dar partida a um novo tipo de competição - a competição em resultados para melhorar a saúde e o atendimento aos usuários Michael Porter GERPS Coordenadoria 26 de Qualidade

27 Obrigada! 27

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