UNINGÁ UNIDADE DE ENSINO SUPERIOR INGÁ FACULDADE INGÁ CURSO DE ESPECIALIZAÇÃO EM PRÓTESE DENTÁRIA GISELE GHIGGI PROTOCOLO DE SELEÇÃO DE COR

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1 UNINGÁ UNIDADE DE ENSINO SUPERIOR INGÁ FACULDADE INGÁ CURSO DE ESPECIALIZAÇÃO EM PRÓTESE DENTÁRIA GISELE GHIGGI PROTOCOLO DE SELEÇÃO DE COR PASSO FUNDO 2010

2 1 GISELE GHIGGI PROTOCOLO DE SELEÇÃO DE COR Monografia apresentada à unidade de Pósgraduação da Faculdade Ingá UNINGÁ Passo Fundo-RS como requisito parcial para obtenção do título de Especialista em Prótese Dentária. Orientador: Prof. Dr. Cezar Augusto Garbin PASSO FUNDO 2010

3 2 GISELE GHIGGI PROTOCOLO DE SELEÇÃO DE COR Monografia apresentada à comissão julgadora da Unidade de Pós-graduação da Faculdade Ingá UNINGÁ Passo Fundo- RS como requisito parcial para obtenção do título de Especialista em Prótese Dentária. Aprovada em 23/09/2010. BANCA EXAMINADORA: Prof. Dr. Cezar Augusto Garbin - Orientador Prof. Ms. Paula Cristine Ghiggi Prof. Ms. Aloísio Oro Spazzin

4 3 Esta conquista não é somente minha, dedico à minha mãe, Marivone, pois sem seu apoio e sua confiança não chegaria tão longe, sempre deixando de lado seus sonhos em favor dos meus, você é a grande mentora de tudo isso, eu agradeço do fundo do meu coração por estar sempre presente ao meu lado me motivando e principalmente por ser meu porto seguro, com todo meu amor, Obrigado! E ao meu pai, Cesar, obrigada por estar sempre comigo, pela força, por não medir esforços a todos meus pedidos, obrigada pela ajuda em todos os momentos, e por ser um exemplo para mim! Eu amo vocês! Se vi mais longe, foi por estar de pé sobre ombros gigantes. Isaac Newton

5 4 O futuro pertence àqueles que acreditam na beleza de seus sonhos." Elleanor Roosevelt

6 5 AGRADECIMENTOS Agradeço a DEUS por ter me presenteado com a vida, com uma família maravilhosa, com pais que são um porto seguro, e irmãs amigas, por sempre ter tido uma educação privilegiada, por ter colocado a Odontologia em minha vida, obrigada pela oportunidade de conhecer grandes pessoas e torná-las grandes amigos e por estar sempre me guiando e segurando minhas mãos! Minha irmã Paula, amiga e professora, nas horas vagas, obrigada por estar sempre comigo, por ser um exemplo de pessoa e profissional, por me ajudar e me agüentar em todos os momentos, você sabe o quanto é importante na minha vida! Minha irmã Luciana, obrigada pela ajuda nas traduções, por sempre me ouvir, mesmo longe sempre se fazendo presente, obrigada pela alegria e motivação com que sempre manteve, queria você mais perto! Ao meu namorado Maurício, obrigada por entender minha ausência, por compreender sempre minha falta de tempo e pelos momentos de mau humor durante a monografia, você sempre teve muita paciência comigo e me ajudou em tudo que eu precisei, esteve ao meu lado em todos os momentos me apoiando, obrigada pela dedicação, pelo carinho e principalmente por acreditar em mim, você sabe o quanto é especial. Meu professor orientador, amigo e companheiro de fazer prótese, Dr. Cezar Garbin, como lhe agradecer? Faltam palavras para expressar todo carinho e gratidão que sinto, neste tempo todo em que nos conhecemos você me passou muito mais que ensinamentos, me mostrou o quanto somos vencedores e que nunca devemos desistir diante de qualquer dificuldade, me fez acreditar em mim quando eu achava que não era capaz, foi seu estímulo e confiança que me fez crescer, você é muito mais que um exemplo, é uma referência, mesmo quando não estava presente em nossa especialização você sempre esteve em nossos corações, eu te agradeço por tudo que você fez, por todas as oportunidades que você me deu, estarei sempre tentando retribuir, obrigada de todo meu coração por

7 6 me mostrar que a escalada de uma montanha é longa, mas a vista é maravilhosa.. Co-orientador e amigo Prof. Ms. Christian Schuh, obrigada por todo ensinamento, pela confiança depositada, pela franqueza com que sempre nos corrigiu e mostrou que tínhamos que aprender e pela amizade, você foi muito importante para que meu aprendizado se tornasse completo. Obrigada!! Querido Prof. Ms. Leonardo Federizzi, você deu o seu melhor por nossa especialização, em inúmeras vezes quando você ficava pequeno dentro da clínica, com seu jeito único e cheio de paciência fazia de tudo para nos atender, você é um exemplo de como um mestre deve agir, obrigada pela amizade, você foi essencial para esta conquista, muito obrigada! Prof. Ms. Aloísio Spazzin, obrigada por toda ajuda, principalmente na monografia, obrigada por todo ensinamento, obrigada sempre pelo empenho e pela vontade de nos ensinar, sem medir esforços para isso. Prof. Dra. Lilian Rigo, obrigada pela amizade, pela confiança, pela grande ajuda com a monografia, sempre pronta e disposta em todos os momentos, pela paciência com que nos conduziu, tentando sempre nos tranqüilizar, obrigada!!! Aos meus colegas, Alexandre Rubik, Alexandre Trevizani, Maurício Pelle, pelos momentos de descontração, alegria, e amizade, foi muito bom ter conhecido e convivido com todos vocês. Às minhas colegas e amigas Marisa Badalotti, amiga mãe ou mãe amiga, pelos conselhos, almoços, momentos descontraídos, a amizade é realmente algo que conquistamos, a Bruna Baseggio, obrigada pelas conversas, parcerias, foi muito bom ter convivido contigo nesse tempo, Caroline Pinzetta, sempre autêntica e sincera aprendi muito contigo, obrigada pela amizade, Litiane Paludo, obrigada pela amizade, e, agradeço especialmente minha dupla querida Ângela Limberger, obrigada pela amizade, você foi minha companheira desde o início, muitos

8 7 momentos de alegria, festas, risadas, conselhos, adorei poder dividir estes momentos contigo, você é uma grande amiga. Aos técnicos em prótese dentária, Felipe e Aline, obrigada por terem paciência quando estavam cheio de trabalho e pedíamos nossos trabalhos com urgência, obrigada pela parceria e amizade! Aos funcionários do CEOM, Tânia, Carla, Priscila, Dani, Maiara, Lisa, Elisabete, sempre prontas para atenderem nossos pedidos, vocês foram essenciais para nosso curso. Aos laboratórios de prótese Calgaro e Estrasulas, a competência de vocês revela o porquê são tão importantes, obrigada por terem feito sempre o melhor. Aos professores convidados que de alguma forma contribuíram para que nosso conhecimento fosse aumentado, obrigada! Aos pacientes do curso, obrigada pela confiança, vocês foram muito importantes para essa conquista. Aos meus amigos e chefes Nelson Massing e Lauter Teixeira, primeiramente tenho que agradecer a ajuda com a monografia, e depois por entenderem o quanto fazer esta especialização é importante para mim, compreendendo minha ausência de quinze em quinze dias. Todos que de alguma maneira contribuíram para que essa conquista fosse realizada, obrigada! Quem caminha sozinho pode até chegar mais rápido, mas quem caminha acompanhado chega mais longe. (Autor Desconhecido)

9 8 RESUMO O aumento da exigência estética por parte dos pacientes, aliado ao crescente avanço científico da Odontologia, tem levado os Cirurgiões Dentistas a buscarem a excelência nos procedimentos restauradores com o auxílio de uma equipe de trabalho qualififcada. Toda vez que se faz a seleção de cor de um trabalho, o Técnico em Prótese Dentária precisa receber corretamente as informações para que assim possa realizar seu trabalho da melhor maneira possível. Mediante uma revisão da literatura científica, o presente estudo teve como objetivo, estabelecer um protocolo de informações sobre a seleção de cor que auxilie o TPD na confecção de uma restauração protética. Diante das observações encontradas na literatura foi possível concluir que: o ambiente para a seleção de cor deve possuir cores neutras, a comparação da cor com a escala não deve exceder 5 segundos, além disso, as escalas de cor disponíveis servem como um guia no momento da seleção de cor, e devem ser usadas de acordo com o material restaurador selecionado; os instrumentos eletrônicos como colorímetros digitais e espectrofotômetros são mais eficientes do que as escalas; fotografias digitais auxiliam na seleção de cor, assim como o mapeamento das características dos dentes. Palavras-chave: cor, estética dentária, técnicos em prótese dentária

10 9 ABSTRACT The growing esthetics requirements made by patients and the increasing advances in dental technologies triggered dentists to search for excellence in restorative procedures aided by a qualified team. When performing shade selection in a patient, the technician has to know the correct information of the patient so as to perform his work well. Through a literature review, this study aims at establishing a protocol of information regarding shade selection in order to help the framework fabrication by the technician. According to the literature, it was possible to conclude that: the environment where the shade selection is performed must have neutral colors, the matching cannot exceed 5 seconds. In addition, shade tabs work as a guide during the selection and must be in accordance with the restorative material selected; electronic devices such as the digital colorimeter and the spectrophotometer are more efficient than shade guides; digital photos improve the shade selection as well as mapping teeth features. Key words: shade, restorative esthetics, prosthesis technician.

11 10 LISTA DE ILUSTRAÇÕES Figura 1 - Escala de Cor Vitapan Classical (Vita Zahnfabrik, Bad 22 Säckingen, Alemanha)... Figura 2 - Escala de Cor Vita 3-D Master (Vita Zahnfabrik, Bad Säckingen, 22 Alemanha)... Figura 3 - Escala de Cor de dentina Vitapan 3-D Master (Vita Zahnfabrik, 26 Bad Säckingen, Alemanha)... Figura 4 - Escala de Cor Vita 3-D Master Linearguide (Vita Zahnfabrik, 28 Bad Säckingen, Alemanha)... Figura 5 - Escala de Cor Chromascop (Ivoclar Vivadent Schaan, 29 liechtenstein)... Figura 6 - Vita Easyshade Compact (Vita Zahnfabrik, Bad Säckingen, 31 Alemanha)... Figura 7 - Mapeamento de cor da dentina Figura 8 - Mapeamento da cor do esmalte... 46

12 11 SUMÁRIO 1 INTRODUÇÃO REVISÃO DE LITERATURA EXAME CLÍNICO PROPRIEDADES ÓPTICAS ILUMINAÇÃO ESCALAS DE COR E INSTRUMENTOS ELETRÔNICOS IMAGENS DIGITAIS MAPAS DE COR SELEÇÃO DE COR NO CONSULTÓRIO COMUNICANDO A COR DISCUSSÃO CONCLUSÃO REFERÊNCIAS ANEXOS... 61

13 12 1 INTRODUÇÃO Na Odontologia, com o aumento da exigência estética por parte dos pacientes, de nada adianta realizar tratamentos restauradores com harmonia de textura e forma, sem que atinja concordância na cor (GRIFFIN, 2009). Além disso, é importante salientar que a comunicação com o técnico do laboratório é essencial para o sucesso do trabalho, porém esta comunicação não existe e, ou é inadequada. Em muitos casos o que acontece é que os cirurgiões dentistas não estão preparados para uma comunicação efetiva, pois, não compreendem o trabalho do protético, isto porque as faculdades não estão preparando os novos alunos para ter uma comunicação com o técnico (JUSZCZYK; CLARK; RADFORT, 2009). Cada vez mais se busca criar dentes bonitos com proporções inerentes e um agradável arranjo de dentes em harmonia com a gengiva, lábio e rosto do paciente. A estética de toda a restauração precisa considerar os parâmetros de textura superficial, translucidez e cor, sendo esta determinada por fatores intrínsicos e extrínsicos. O intrínsico está associado com a dispersão de luz e propriedades de absorção do esmalte e dentina, quais componentes da luz são absorvidos e refletidos pelo dente. Por outro lado o extrinsíco está relacionado com a absorção de pigmentos (café, chás, vinho tinto, entre outros) na superfície dentária (JOINER, 2004). A seleção da cor dos dentes é uma etapa crítica principalmente por ser uma análise subjetiva, causando frustrações ao profissional e insucessos. Possivelmente, estas falhas se devem à falta de controle das variáveis que levam aos resultados insatisfatórios. Alguns conceitos fundamentais devem ser incorporados à prática clínica para que se alcance a cor aproximada do dente natural nas restaurações estéticas. A compreensão da cor e dos fatores que afetam a seleção da cor, os procedimentos que devem ser seguidos, assim como a comunicação com o laboratório são alguns dos fatores que a prática odontológica ainda carece. Alguns fatores como fadiga, envelhecimento, condições de iluminação e metamerismo podem alterar a percepção da cor. A cor e a aparência dos dentes são fenômenos complexos, e a sua medição continua a ser um desafio. Portanto uma compreensão completa da aparência e atributos dos dentes naturais é necessária (RUSSEL; GULFRAZ; MOSS, 2000).

14 13 Somente com uma comunicação adequada a seleção de cor de uma restauração, que por sua vez possui diversas variáveis, será possível. Cada vez mais se verifica a necessidade de uma interação entre dentistas e técnicos de laboratório para um trabalho em equipe. Porém a comunicação ainda é pobre, seja pela crescente falta de comunicação entre estudantes e laboratório em sua graduação, fazendo com que sem saber confeccionar a prótese não tem como discutir com o laboratório, ou então porque o técnico não tem a oportunidade de ver o paciente, e sim a moldagem feita dele, por isso além de bem desenvolvidas as habilidades do dentista e do técnico em prótese, a comunicação entre eles deverá ser excelente (CHRISTENSEN, 2008). A excelência em odontologia restauradora exige trabalho em equipe entre o paciente, CD e o TPD, porém isto só ocorre quando há confiança e respeito mútuo. No entanto quando isto ocorrer, todas as partes serão beneficiadas. (SMALL, 2006). Este estudo visou facilitar tanto o trabalho do cirurgião dentista quanto do TPD, criando um protocolo de informações sobre cor, reduzindo o tempo de provas clínicas e auxiliando na comunicação. Foi feito um levantamento de dados através da biblioteca virtual em saúde utilizando sites como por exemplo: PubMed, Medline, Scielo, Biblioteca da Cochrane. Foram consultados artigos, teses, monografias, dissertações, livros e revistas na área da Odontologia.

15 14 2 REVISÃO DE LITERATURA 2.1 EXAME CLÍNICO Um diagnóstico correto e um plano de tratamento resultante são essenciais ao sucesso da reabilitação protética, uma comunicação eficiente com o laboratório também é crítica. Após compilar o checklist estético (anexo A - Fradeani, 2006), o clínico pode completar o checklist laboratorial (anexo B - Fradeani e Bartucci, 2009), observando as mudanças estético-funcionais necessárias para criar um enceramento diagnóstico. Uma colaboração mútua íntima entre o clínico e o técnico é essencial para obtenção de uma reabilitação protética correta, contanto que ambos trabalhem em sinergia e cada um dentro da sua disciplina. Análise facial, dento labial, fonética, dentária e gengival, todas registradas no checkilist funcional, em conjunto com o exame funcional necessário, fornece todos os elementos básicos para o desenvolvimento de um plano de tratamento preciso, visto que a sua finalização freqüentemente requer uma abordagem multidisciplinar. A informação estético-funcional, coletada e compilada cuidadosamente, pode ser transferida ao técnico de maneira clara e completa por checklist de laboratório. Este checklist guia o técnico na criação de um enceramento diagnóstico correto e restauração provisória subseqüente. Dessa forma, decisões importantes que podem ser tomadas apenas pelo clínico, baseadas na análise funcional e estética cuidadosa do paciente, não são delegadas ao técnico. O checklist deve conter uma descrição detalhada das mudanças necessárias nos dentes anteriores e indicar ao laboratório o tipo de trabalho protético necessário e os materiais específicos a serem usados. Um espaço separado é deixado para anotar quaisquer correções a serem realizadas nos trabalhos protéticos durante as consultas. Um segundo checklist para o laboratório idêntico ao primeiro é compilado pelo clínico durante a condução do trabalho definitivo e usado para transferir toda a informação funcional e estética coletada durante a fase provisória. Embora toda a informação estética seja transmitida ao técnico na seção apropriada do checklist de laboratório, com o intuito de garantir entendimento correto do caso, pode ser útil fornecer algumas fotografias que visualmente sustentem as observações do clínico. É essencial que o cirurgião dentista e o técnico tenham as mesmas fotografias, no formato digital ou no impresso, o que permite a eles discutirem o caso clínico mesmo se estiverem

16 15 em locais diferentes. Uma fotografia da face permite ao clínico ter uma idéia geral sobre o tratamento, verificar o paralelismo entre as linhas de referência e o horizonte, distinguir qualquer desarmonia vertical e avaliar a proporção entre os terços da face. Entretanto é dever do clínico decidir levar em consideração qualquer falta de paralelismo ou desarmonia, empregando escolhas ditadas por uma verificação geral baseada nos resultados da análise estético funcional e do checklist estético. A cor de uma restauração pode ser percebida, registrada e comunicada diferentemente de pessoa para pessoa de acordo com o conhecimento, experiência e sensibilidade do indivíduo (FRADEANI; BARDUCCI, 2009). O primeiro passo para uma correta seleção de cor é avaliação do paciente, essa fase do tratamento pode ser clinicamente mais significativa porque depende do tipo do dente, se o valor é alto ou baixo, se possui mais ou menos translucidez, vai afetar a seleção dos materiais porque as escolhas de materiais que podem ser utilizados para o restabelecimento definitivo ditam o design da preparação do dente. A cor do preparo deve ser levado em consideração pois pode influenciar o valor, croma e matiz da restauração final se um material translúcido ou opaco for utilizado (CHU, 2007). 2.2 PROPRIEDADES ÓPTICAS Um dos grandes problemas da cor é sua comunicação, e fazê-la de forma verbal, sem referências, é praticamente impossível. O nome de uma cor é um método formal de se representar as sensações visuais das cores. Por ele, podemos especificá-las por palavras ou números e comunicá-las a outros. Vários sistemas foram idealizados para nomear ou classificar as cores. O sistema de cor proposto pelo artista americano Albert Munsell, conhecido como Sistema de Cores de Munsell, é considerado como o melhor dos sistemas baseados em princípios perceptuais. Ele percebeu que, para comunicar e visualizar a cor de maneira apropriada era necessário um sólido tridimensional. Para que duas pessoas se comuniquem com precisão, não resta dúvida, é necessária uma linguagem comum, com códigos e palavras que expressem exatamente a mesma idéia para os dois. Para conseguir uma comunicação da cor, primeiro devemos conhecer sua linguagem, entender suas dimensões e como interpretá-las. Segundo é necessário

17 16 enviar uma referência física, uma escala de cores para uma comunicação visual (KINA et al., 2008) No momento em seleciona-se a cor, devemos considerar três diferentes aspectos: o valor, que é definido como brilho, diz respeito à luminosidade ou obscuridade de um objeto, relaciona-se com a quantidade de claro e escuro de uma cor. Provavelmente seja o conceito mais importante para clínicos e técnicos na determinação das cores dos dentes; o croma que é a saturação, é a quantidade de cor por unidade de área de um objeto e pode ser definido como mais ou menos quantidade e, a matiz, é a sensação pela qual nós percebemos os comprimentos de onda da luz refletida dos objetos, e que, normalmente, chamamos de cor, é a tonalidade ou coloração, é a própria cor produzida por um comprimento de onda específico que atinge as retinas (KURTZMAN, 2008). Outra característica na coloração dos dentes é a opalescência, a qual é uma propriedade óptica, onde há dispersão dos comprimentos de onda mais curtos do espectro visível, dando ao material uma aparência azulada na luz refletida, e uma aparência alaranjada na luz transmitida. O esmalte dentário é opalescente, os componentes de onda do espectro da luz que o atinge,criam uma luz em tons de azul, que se tornam claramente visíveis no halo incisal. Uma das características das cerâmicas odontológicas é a opalescência, tornando possível a simulação do dente natural, entretanto o maior desafio é transmitir essas características dos dentes para a fiel reprodução em laboratório (LEE; LU; POWERS, 2005). A fluorescência é a absorção de luz por um objeto e a emissão espontânea de luz em um comprimento de onda. Dentes naturais emitem uma fluorescência azul sob raios ultravioletas, o que torna os dentes brancos e brilhantes à luz do dia. A fluorescência aumenta a vitalidade de uma restauração e minimiza o efeito metamérico entre os dentes e a restauração (PARK; LEE; LIM, 2007). Na década de 40, foram introduzidos os primeiros componentes fluorescentes nas cerâmicas com adição de diuranato de sódio, a partir de 1974, o diuranato de sódio teve sua utilização não recomendado pela Comissão Internacional de Proteção Radiológica, sendo a partir de então substituídos por fluorescentes não radioativos. Quanto mais características físicas e mecânicas o material restaurador que utilizarmos possuir dos dentes naturais, mais próximos chegaremos ao mimetismo entre o natural e o restaurado. A importância clínica da fluorescência transcende o fato de ser perceptível apenas em presença de luz ultravioleta, porque na verdade se

18 17 manifesta com menos intensidade em qualquer ambiente de luz e repercute da manutenção da resposta da cor do dente (SCHENKEL; MEZZOMO, 2006). Os dentes naturais possuem uma variação de cores em sua coroa e comunicar estas nuances ao laboratório pode ser um desafio. Precisamos ter um meio de comunicar as características de translucidez incisal, linhas, textura superficial e cores de Maverick. As cores de Maverick se referem a pontos de intensidade de pigmentos nos dentes que se destacam ao redor do esmalte (KURTZMAN, 2008). Entretanto dentistas e técnicos em prótese dentária trabalham quase que individualmente uns dos outros. Apenas uma pequena quantidade de dentistas possui técnicos em seus consultórios, ao contrário de alguns países onde um laboratório dentro do consultório é muito comum de se encontrar (CHRISTENSEN, 2008). 2.3 ILUMINAÇÃO A luz solar é indispensável para uma correta escolha de cor, e deveria ser usada em horários não antes das 10 horas para evitar o excesso de azul, ou após as 15 horas para reduzir a influência dos tons avermelhados. A iluminação deveria ser originária do lado sul dos pontos cardeais, porém se torna praticamente impossível aplicar esses parâmetros tidos como ideais. Sendo assim alguns princípios podem ser adotados, tais como fazer: a seleção de cor durante o dia, aproveitando o máximo de luz do natural, simultaneamente com lâmpadas do tipo luz do dia, nesses casos desligar o refletor odontológico minutos antes da seleção de cor evitando o efeito da luz halógena que também ocorre com a incandescente. O ambiente de trabalho do técnico deve ter a mesma luz do consultório para evitar cores diferentes em cada ambiente (BONFANTE, 1998). A procura pelo ideal de beleza tem crescido exponencialmente, alavancando o desenvolvimento técnico da odontologia. A indústria coloca à disposição materiais com características estéticas sofisticadas, fornecendo muitos recursos para que o profissional possa reproduzir, com perfeição, os dentes naturais. A cor é fundamental à harmonia estética, sua correta avaliação e transmissão resultam em uma melhor correspondência entre restaurações e dentes naturais. Para avaliar a influência da iluminação, na seleção da cor, foram utilizados dois dentes naturais como padrão, e confeccionados corpos de prova em porcelana, resina composta e

19 18 resina acrílica, todos os corpos de prova foram submetidos à análise espectrofotométrica dos padrões e dos corpos de prova, alterando as fontes de luz sendo que as diferenças de cor foram calculadas pelo Sistema CIELAB. Os dados foram submetidos ao teste ANOVA- 2 fatores. Os resultados mostraram que não há diferença significante entre as várias fontes de luz. Portanto na escolha e determinação da cor, muitos fatores estão envolvidos e a fonte de luz, de maneira isolada, não é tão determinante na correspondência da cor entre dentes e restaurações (FERREIRA, 2002). A luz faz com que o olho humano seja capaz de enxergar a cor, portanto cor é luz e luz é cor. Se a qualidade da luz é pobre a percepção da cor também pobre, as lâmpadas fluorescentes não são lâmpadas adequadas, pois não fornecem o espectro de cor vermelho e irão resultar em uma incorreta seleção de cor. A melhor iluminação para uma seleção de cor é a iluminação natural ou as lâmpadas luz do dia, se for necessário o paciente deve ir até um local no consultório onde possua luz natural, caso esta se faça presente de maneira adequada. A quantidade de luz também é importante por influenciar o modo como vemos as cores, a quantidade de cor é medida em foot candlles - fc e deve estar entre Alterando a transmissão de luz a percepção da cor pode ser afetada, portanto é fundamental que a escolha da iluminação adequada seja feita, para não interferir na escolha da cor, visto que, a iluminação é uma das variáveis que podem influenciar negativamente no momento da seleção de cor (MENDELSON, 2006). Buscando proporcionar condições ópticas ideais durante a seleção de cor dos dentes, Paravina (2002) elaborou o Shademat Visual Plus. Para este estudo 150 avaliadores composto de estudantes de odontologia e dentistas em geral, realizaram o experimento que consistia em selecionar a cor de quatro coroas metalocerâmica, que foram preparadas pelo mesmo técnico com substrato de metal e um sistema de cerâmica Vita VMK 95. A primeira coroa (T1), foi fabricada com a cor A3, a segunda (T2) B2, a terceira (T3) C1 e a quarta (T4) com a cor D4. As coroas foram posicionadas sobre a parte superior de uma cabeça artificial e presas a uma cadeira de dentista. A intensidade da temperatura da cor e luz foram monitoradas através de um medidor. A iluminação completa de espectros equilibrados, difusa e de intensidade moderada, padronizada e invariável, com temperatura adequada de 5500K, distância constante de 33 cm, nivelamento da altura dos olhos do observador com o objeto, fundo neutro ou cinza e descanso

20 19 óptico azul proporcionaram melhores resultados para 64% dos entrevistados, para 9% houve qualquer evolução e 27% tiveram seu desempenho prejudicada. Para realizar o registro da cor, segundo Fradeani e Barducci (2009), os dentes a serem comparados devem ser limpos com pedra pomes; após os dentes e as palhetas de cor escolhidas devem ser umedecidos com água e deve-se examinar o paciente sob diversas fontes de luz (natural e artificial). A luz deve ser a mesma para o dentista e para o técnico. É importante identificar as fontes luminosas com as quais o paciente tem mais contato, mesmo se a cor for registrada sob condições luminosas diferentes. Dessa forma, é essencial para o clínico e técnico trabalharem sob a mesma fonte de luz, usando luzes específicas. A análise de cor deve ser feita sob temperatura luminosa adequada (5500K), especialmente quando uma restauração é feita na região anterior. O final da manhã ou início da tarde é o momento ideal para análise da cor, o uso de afastadores reduzem a cor circundante (o vermelho dos lábios), que pode interferir com a determinação da cor. A determinação da cor do preparo também é necessário para confecção das restaurações em cerâmica pura. Para a correta seleção da cor o profissional deve sentar e ficar ao nível dos olhos do paciente, a iluminação deve ser luz solar indireta ou luz do dia, é importante observar as cores ao redor e seus efeitos como, batom e maquiagem, vestimenta com cores vibrantes, os dentes devem estar limpos e as moldagens devem estar prontas, afastadores, espelho bucal e por fim fotografar (HAMMERLE et al., 2009). A temperatura ideal para seleção de cor é 5500K, luz a esta temperatura é considerada como luz branca. As lâmpadas incandescentes dos refletores possuem uma temperatura de 3800K, por esta razão os refletores dos consultórios não devem ser usados no momento da seleção de cor, além de possuir muito brilho, produzem reflexos e causam fadiga aos olhos. O iluminante padrão D65 representa a fase da lâmpada luz do dia com temperatura de cor de 6500K (CLAGAR et al., 2009). A cor de um objeto irá depender do objeto, do observador e da iluminação, a distribuição espectral da luz sob a qual um objeto é visto difere dependendo da iluminação. A luz refletida ou transmitida de um objeto vai depender desta iluminação, um observador pode ter a percepção da mesma cor quando se comparam dois objetos com um iluminante específico, mas diferentes cores quando a luz ilumina outro, este fenômeno é conhecido como metamerismo. Com o

21 20 objetivo de avaliar o efeito do metamerismo na cor dos dentes e nas escalas de cor dependendo da iluminação utilizada, incisivos centrais e caninos superiores direito, e pré molares inferiores direito, totalizando 198 dentes foram avaliados. As medições foram feitas em uma sala acromática pintada de cinza, os pacientes foram instruídos a remover a maquiagem, e usar uma capa cinza, os valores CIE Lab foram calculados para, D65 (luz do dia), luz incandescente e luz de escritório. Os dentes foram mensurados utilizando um espectrofotômetro intra-oral Vita Easyshade, e uma lâmpada do tipo luz do dia. A escala de cor Vita 3-D Master também foi medida utilizando o espectrofotômetro, o índice de modificação do metamerismo foi calculado para expressar as diferenças entre o dente e a escala de cor relativa à diferença observada sob a iluminação D65. O índice para os dentes e as palhetas das escalas de cor foi superior, indicando uma maior diferença de cor em relação a D65 de 57,1% para a luz incandescente e por 49,3% para a luz de escritório. Se os dentes e as palhetas das escalas de cor são conduzidas em uma iluminação de verão, a diferença de cor não pode ser a mesma em condições de iluminação, levando a perceptível, ou mesmo inaceitável, diferenças de cor nestas condições (CORCODEL et al., 2010b). Na prática, dois objetos para serem metâmeros devem possuir distribuições espectrais que se cruzem por pelo menos três vezes, o que pode fornecer uma sensação visual em determinados sistemas de iluminação. Para verificar se os objetos são metâmeros, primeiramente devem ser observados sob, pelo menos, dois sistemas de iluminação diferentes. Deve ser evitado observar e interpretar cores em sistemas com baixos níveis de iluminação. E ao final, se restarem dúvidas, outro observador deve ser consultado (KINA et al., 2008). A luz natural do dia é muito diferente da iluminação fluorescente ou incandescente, a própria iluminação fluorescente pode ter várias cores. Quando um comprimento de onda de luz está ausente na fonte de iluminação, ele não pode ser refletido pelo objeto (no caso, o dente) que está sendo visto. A iluminação ambiente em que uma seleção da cor é feita é muito importante e a cadeia do metamerismo do dente, guia, material restaurador deve ser reconhecida. A importância da iluminação no ambiente da seleção de cor torna-se aparente uma vez que o fator do metamerismo seja reconhecido. Uma luz de espectro total é necessária para elucidar todas as cores que um dente é capaz de refletir. O padrão é a luz do meio-dia durante o verão, com o céu claro, mas isto é

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