Participar em estudos de investigação científica é contribuir para o conhecimento e melhoria dos serviços de saúde em Portugal

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "Participar em estudos de investigação científica é contribuir para o conhecimento e melhoria dos serviços de saúde em Portugal"

Transcrição

1 FO L H E TO F EC H A D O : FO R M ATO D L ( x m m ) FO L H E TO : C A PA Departamento de Epidemiologia Clínica, Medicina Preditiva e Saúde Pública Faculdade de Medicina da Universidade do Porto Alameda Prof. Hernâni Monteiro Porto Participar em estudos de investigação científica é contribuir para o conhecimento e melhoria dos serviços de saúde em Portugal Departamento de Epidemiologia Clínica, Medicina Preditiva e Saúde Pública Faculdade de Medicina da Universidade do Porto Alameda Prof. Hernâni Monteiro Porto Nome do participante Endereço postal

2 V E RS O DA C A PA PÁG 1 E s t e f o l h e t o é d i r i g i d o a o s pa r t i c i pa n t e s n o e s t u d o E P I H e a r t Caros participantes no estudo EPI Heart M e n s a g e m d o S i n v e s t i g a d o r E S Quando esteve internado(a) no Serviço de Cardiologia e aceitou participar neste estudo, fizemos-lhe muitas perguntas. Queremos partilhar consigo o que essas informações nos permitiram compreender em relação às doenças do coração. Neste folheto vai encontrar informações sobre os objectivos do projecto EPIHeart, e os seus resultados. Alguns dados preliminares foram já apresentados em reuniões científicas nacionais, de Saúde Pública e de Cardiologia, chegando assim a uma alargada comunidade de profissionais de saúde, cientistas e decisores políticos. Ao longo dos próximos anos continuaremos a atualizar e analisar os dados recolhidos e a publicar as conclusões do estudo, para que os conhecimentos alcançados se tornem úteis na prestação de melhores cuidados à nossa população. Nada disto seria possível sem a sua contribuição. Muito obrigada! A N A A Z E V E D O I N V E S T I G A D O R A P R I N C I PA L I n s t i t u t o d e S a ú d e P ú b l i c a d a U n i v e r s i d a d e d o P o r t o e Fa c u l d a d e d e M e d i c i n a d a U n i v e r s i d a d e d o P o r t o M e n s a g e m d o s c a r d i o l o g i s ta s É nossa missão tratar cada vez melhor os doentes com patologia cardíaca. Na persecução deste objectivo importa identificar procedimentos passiveis de melhoria, bem como aferir a qualidade dos tratamentos que prestamos, se possível por comparação com outros centros de referência. Este estudo permite a análise destes e outros aspetos, de primordial importância para que possamos prestar um serviço de qualidade às populações. Em nome do Serviço de Cardiologia do Centro Hospitalar de Trás-os-Montes e Alto Douro, Hospital de Vila Real, agradeço a vossa colaboração, importante para nós, mas também para todos os doentes cardíacos desta região. J. I l í d i o M o r e i r a D i r e to r d E S e r v i ç o S E R V I Ç O D E C A R D I O L O G I A C E N T R O H O S P I TA L A R D E T R Á S - O S -MONTE S E A LT O D O U R O

3 PÁG 2 PÁG 3 EQ U I PA D O H O S P I TA L D E S Ã O P E D R O, V I L A R E A L EQ U I PA D O H O S P I TA L D E S Ã O J O Ã O, P O R T O Coorte EPI Heart A doença coronária é uma das principais causas de morte em Portugal, sendo que em 2012 morreram cerca de 7000 pessoas com diagnóstico de enfarte agudo do miocárdio ou angina instável. Apesar de a mortalidade ser ainda elevada, esta tem vindo a diminuir desde os anos Va r i a ç ã o d a ta x a d e m o r ta l i d a d e p o r d o e n ç a c o r o n á r i a e m P o r t u g a l TA X A D E M O R TA L I D A D E PA D R O N I Z A D A PA R A A I D A D E ( / ) H O M E N S M U L H E R E S O estudo de coorte* EPIHeart está inserido num projecto de investigação do Instituto de Saúde Pública da Universidade do Porto em parceria com o Centro Hospitalar de São João e o Centro Hospitalar de Trás-os-Montes e Alto Douro. Foram convidados a participar neste estudo os doentes adultos com diagnóstico de síndrome coronária aguda, internados nos serviços de cardiologia dos dois hospitais envolvidos (Hospital de São João e Hospital de São Pedro), entre Agosto de 2013 e Dezembro de No final do período de recrutamento foram incluídos 939 doentes no estudo H O S P I TA L D E S Ã O P E D R O V I L A R E A L H O S P I TA L D E S Ã O J O Ã O P O R T O A N O Os avanços no tratamento da doença, quer através de procedimentos de intervenção quer através da utilização de novos fármacos, contribuíram muito para a diminuição da mortalidade por doença coronária. Neste projecto importa nos compreender em que medida se pode melhorar a rapidez do diagnóstico e como podem mais doentes ter acesso em tempo útil aos sofisticados cuidados que os serviços de saúde são atualmente capazes de prestar. *Coorte Grupo de indivíduos com certa(s) característica(s) comum(s), constituído com o objectivo de ser acompanhado durante um estudo epidemiológico.

4 PÁG 4 PÁG 5 A avaliação dos doentes foi feita em dois momentos, que incluíram uma avaliação inicial feita durante o internamento e uma avaliação de seguimento, seis meses após a alta hospitalar. através de entrevista presencial aos doentes revisão do processo clínico sobre apresentação clínica atitudes na procura de serviços de saúde informação sócio-demográfica estilos de vida história clínica medicação EQ U I PA D E I N V E S T I G A Ç Ã O AVALIAÇÃO I N ICIAL A G O D E Z A apresentação do estudo aos doentes foi feita por médicos e enfermeiros dos serviços de Cardiologia, que solicitavam o consentimento informado e preenchiam um questionário sobre o aparecimento dos primeiros sintomas e as medidas adoptadas pelos doentes na procura de serviços de saúde. Mais tarde, durante o internamento, uma equipa de investigadores entrevistaram os doentes de forma a recolher informação sócio demográfica, estilos de vida, história clínica e medicação prévia. Para além disto os investigadores fizeram também a revisão do processo clínico dos doentes. Seis meses após a alta hospitalar, todos os doentes foram contactados por telefone pela equipa de investigação de forma a responderem a um questionário que permitiu actualizar a informação sobre a evolução clínica dos doentes. S E G U I M E N T O 6 M E S E S F E V J U N através de entrevista telefónica aos doentes (6 meses) sobre novos eventos (morte, síndrome coronária aguda, acidente vascular cerebral) realização de cirurgias cardíacas ou procedimentos coronários utilização de serviços de saúde situação profissional medicação

5 PÁG 6 PÁG ,3% 1h 10,1% 2h 59,6% 2h30m A importância do tempo no tratamento A síndrome coronária aguda* resulta da redução da passagem de sangue (fluxo sanguíneo) para o coração e inclui duas formas de apresentação: o enfarte agudo do miocárdio (ataque cardíaco) e a angina instável. Esta doença é maioritariamente provocada por placas de gordura (aterosclerose) que, ao longo da vida, se depositam no interior das artérias coronárias, provocando uma obstrução parcial ou completa do fluxo sanguíneo. Os sintomas associados à síndrome coronária aguda são dor no peito (aperto, pressão, ardência) com irradiação para o braço, costas, pescoço, dorso ou mandíbula, podendo ser acompanhada de suores, náuseas, falta de ar e dor abdominal. O reconhecimento das manifestações clínicas e a realização de um electrocardiograma são fundamentais para a identificação da doença e para a definição do tratamento mais conveniente para cada doente. A angioplastia (cateterismo de intervenção) é um dos tratamentos mais eficazes utilizado em vários tipos de enfarte. Este tratamento permite reabrir as artérias obstruídas e restaurar a circulação sanguínea no coração, devendo ser realizado até 90 minutos após o início dos sintomas, em alguns tipos de enfarte, pelo que os doentes devem chegar ao hospital o mais cedo possível. O tratamento rápido é fundamental para preservar o bom funcionamento do coração e evitar complicações. No âmbito da coorte EPIHeart estimámos o tempo desde o aparecimento dos sintomas até ao primeiro contacto com um médico e avaliámos quais os factores associados a maior demora. Os nossos resultados mostram que o tempo entre os sintomas e o primeiro contacto médico é de cerca de 105 minutos. Os doentes mais velhos, as mulheres, os doentes menos escolarizados e os doentes que não trabalham demoram mais tempo até contactarem um médico. Os doentes não fumadores e com história prévia de enfarte tendem também a demorar mais tempo. Verificamos também que os doentes que utilizam os meios de transporte do Instituto Nacional de Emergência Médica (INEM) demoram menos de metade do tempo comparativamente aos doentes que usam os seus próprios meios ou ambulâncias dos bombeiros. De todos os factores analisados, o que tem mais influência no tempo de demora é o meio de transporte utilizado. Os doentes que foram transportados pelos meios do INEM demoraram cerca de 1 hora, os que foram transportados pelos bombeiros demoraram quase 2 horas e os que utilizaram os seus próprios meios demoraram 2 horas e meia. Ainda assim, a maioria dos doentes utilizaram os próprios meios (59,6%) para se deslocarem aos serviços de saúde, sendo que apenas 30,3% dos doentes utilizaram os meios do INEM. Este estudo vem reforçar a necessidade de informar a população portuguesa da importância da utilização do número de emergência médica 112, para a activação dos meios do INEM e correcto encaminhamento dos doentes para os serviços de saúde adequados, de forma a diminuir os atrasos no diagnóstico e tratamento da síndrome coronária aguda. *Síndrome coronária aguda Grupo de doenças resultantes da redução do fluxo sanguíneo para o músculo cardíaco, entre elas o enfarte agudo do miocárdio e a angina instável.

6 PÁG 8 VERSO DA CONTRA-CAPA CONTRA-CAPA A sua participação tornou possível sabermos que A maioria dos doentes 96,2% sente dor no peito, com uma intensidade mediana de 8 numa escala de E P I H E A R T n º1 / S E T E M B RO 2015 Quase metade dos doentes 48,3% não associa a dor no peito a um problema no coração. Apesar da síndrome coronária aguda poder ocorrer em qualquer altura do dia, um grande número de doentes 66,5% sente dor no peito ao acordar ou em repouso. 8,2% dos doentes atribuem o aparecimento dos sintomas a situações de stress emocional. A maioria dos doentes com síndrome coronária aguda tem pelo menos um factor de risco cardiovascular, se tivermos em conta que, dos participantes: 59,1% são obesos, 52,9% são fumadores, 30,5% são diabéticos, 58,5% são hipertensos e 60,7% têm o colesterol elevado. Grande parte dos doentes 75,8% tinha medicação crónica prescrita antes do internamento. Seis meses após a alta hospitalar, 2 em cada 3 doentes fumadores abandonaram o consumo de tabaco. Se quiser continuar a acompanhar o nosso trabalho ou saber mais sobre os resultados do projecto EPIHeart e outros projectos de investigação, pode encontrar-nos em ispup.up.pt Para continuarmos a avaliar o seu estado de saúde é fundamental mantermos os seus contactos (morada/telefone/ ) atualizados. Por isso, pedimos-lhe que, caso altere o seu número de telefone/morada, nos comunique os novos contactos para: Doutora Ana Azevedo Departamento de Epidemiologia Clínica, Medicina Preditiva e Saúde Pública Faculdade de Medicina da Universidade do Porto Alameda Prof. Hernâni Monteiro Porto TEL FA X Os programas de reabilitação cardíaca continuam a ser pouco utilizados em Portugal, sendo que apenas 21,3% dos doentes foram referenciados para um programa de reabilitação cardíaca. Aproximadamente metade dos doentes 51,8% regressaram ao trabalho nos 6 meses seguintes a terem tido alta do hospital. Nos 6 meses seguintes à alta hospitalar 3,5% dos doentes tiveram um novo enfarte agudo do miocárdio.

hipertensão arterial

hipertensão arterial hipertensão arterial Quem tem mais risco de ficar hipertenso? Quais são as consequências da Hipertensão Arterial? quem tem familiares Se a HTA» hipertensos não for controlada, causa lesões em diferentes

Leia mais

MELHORE A SUA VIDA CUIDE DO SEU CORAÇÃO!

MELHORE A SUA VIDA CUIDE DO SEU CORAÇÃO! MAIO, MÊS DO CORAÇÃO MELHORE A SUA VIDA CUIDE DO SEU CORAÇÃO! 12 A 31 DE MAIO DE 2008 EXPOSIÇÃO ELABORADA PELA EQUIPA DO SERVIÇO DE CARDIOLOGIA, COORDENADA PELA ENFERMEIRA MARIA JOÃO PINHEIRO. B A R R

Leia mais

Colesterol 3. Que tipos de colesterol existem? 3. Que factores afectam os níveis de colesterol? 4. Quando está o colesterol demasiado elevado?

Colesterol 3. Que tipos de colesterol existem? 3. Que factores afectam os níveis de colesterol? 4. Quando está o colesterol demasiado elevado? Colesterol Colesterol 3 Que tipos de colesterol existem? 3 Que factores afectam os níveis de colesterol? 4 Quando está o colesterol demasiado elevado? 4 Como reduzir o colesterol e o risco de doença cardiovascular?

Leia mais

SEJA COMPETITIVO, PROMOVENDO A QUALIDADE DE VIDA NO TRABALHO ACÇÕES DE SENSIBILIZAÇÃO

SEJA COMPETITIVO, PROMOVENDO A QUALIDADE DE VIDA NO TRABALHO ACÇÕES DE SENSIBILIZAÇÃO www.medialcare.pt SEJA COMPETITIVO, PROMOVENDO A QUALIDADE DE VIDA NO TRABALHO ACÇÕES DE SENSIBILIZAÇÃO 1 ALIMENTAÇÃO SAUDÁVEL Com a colaboração de uma especialista em Nutrição, propomos apresentar a temática

Leia mais

Colesterol O que é Isso? Trabalhamos pela vida

Colesterol O que é Isso? Trabalhamos pela vida Colesterol O que é Isso? X O que é o Colesterol? Colesterol é uma gordura encontrada apenas nos animais Importante para a vida: Estrutura do corpo humano (células) Crescimento Reprodução Produção de vit

Leia mais

HOSPITAL DAS CLÍNICAS DA UNIVERSIDADE FEDERAL DE MINAS GERAIS (SERVIÇO DE CARDIOLOGIA E CIRURGIA CARDIOVASCULAR)

HOSPITAL DAS CLÍNICAS DA UNIVERSIDADE FEDERAL DE MINAS GERAIS (SERVIÇO DE CARDIOLOGIA E CIRURGIA CARDIOVASCULAR) HOSPITAL DAS CLÍNICAS DA UNIVERSIDADE FEDERAL DE MINAS GERAIS (SERVIÇO DE CARDIOLOGIA E CIRURGIA CARDIOVASCULAR) REVISÃO DE DOENÇA DE ARTÉRIA CORONÁRIA Seu coração é uma bomba muscular poderosa. Ele é

Leia mais

O PAPEL DA ENFERMAGEM NA REABILITAÇÃO CARDIACA RAQUEL BOLAS

O PAPEL DA ENFERMAGEM NA REABILITAÇÃO CARDIACA RAQUEL BOLAS O PAPEL DA ENFERMAGEM NA REABILITAÇÃO CARDIACA RAQUEL BOLAS Ericeira, 11 de Fevereiro 2011 DEFINIÇÃO De acordo com a OMS (2003), a Reabilitação Cardíaca é um conjunto De acordo com a OMS (2003), a Reabilitação

Leia mais

Hipert r en e são ã A rteri r a i l

Hipert r en e são ã A rteri r a i l Hipertensão Arterial O que é a Pressão Arterial? Coração Bombeia sangue Orgãos do corpo O sangue é levado pelas artérias Fornece oxigénio e nutrientes Quando o sangue é bombeado gera uma pressão nas paredes

Leia mais

O que é O que é. colesterol?

O que é O que é. colesterol? O que é O que é colesterol? 1. O que é colesterol alto e por que ele é ruim? Apesar de a dislipidemia (colesterol alto) ser considerada uma doença extremamente prevalente no Brasil e no mundo, não existem

Leia mais

Saúde e Desporto. Manuel Teixeira Veríssimo Hospitais da Universidade de Coimbra. Relação do Desporto com a Saúde

Saúde e Desporto. Manuel Teixeira Veríssimo Hospitais da Universidade de Coimbra. Relação do Desporto com a Saúde Saúde e Desporto Manuel Teixeira Veríssimo Hospitais da Universidade de Coimbra Relação do Desporto com a Saúde Dum modo geral aceita-se que o desporto dá saúde Contudo, o desporto também comporta malefícios

Leia mais

O desafio de deixar de fumar

O desafio de deixar de fumar O desafio de deixar de fumar O uso do cigarro tem como objetivo a busca por efeitos prazerosos desencadeados pela nicotina, melhora ime - diata do raciocínio e do humor, diminuição da ansiedade e ajuda

Leia mais

Ataque cardíaco. Os homens têm uma probabilidade três vezes maior de sofrerem um ataque cardíaco do que as mulheres.

Ataque cardíaco. Os homens têm uma probabilidade três vezes maior de sofrerem um ataque cardíaco do que as mulheres. Ataque cardíaco Introdução Um ataque cardíaco, também conhecido como enfarte do miocárdio, ou trombose coronária, ocorre quando parte do músculo cardíaco morre por falta de oxigénio. O ataque cardíaco

Leia mais

Desdobrável de informação ao paciente

Desdobrável de informação ao paciente Desdobrável de informação ao paciente Doença cardíaca coronária Secções para este tópico: Introdução Sintomas Causas Diagnóstico Tratamento Prevenção Hiperligações seleccionadas Introdução Para que funcione,

Leia mais

Índice. Como evitar um AVC e um Infarte do miocardio

Índice. Como evitar um AVC e um Infarte do miocardio Como evitar um AVC e um Infarte do miocardio 2 Índice Como evitar um AVC e um Infarte do miocardio... 3 Quantas mortes são causadas por AVC?... 3 Como dimininuir o risco de AVC?... 3 Quais as pessoas com

Leia mais

Segurança no Mar! PARA MAIS INFORMAÇÕES CONTACTE A SEDE DA ANC EM LISBOA.

Segurança no Mar! PARA MAIS INFORMAÇÕES CONTACTE A SEDE DA ANC EM LISBOA. Segurança no Mar! O Decreto-Lei nº 188/2009 de 12 de Agosto, que estabelece a utilização do Desfibrilhador Automático Externo (D.A.E.) por pessoal não-médico, entrou em vigor a 01 de Setembro pp. Atendendo

Leia mais

Riley Rodrigues, MSc

Riley Rodrigues, MSc Riley Rodrigues, MSc Doenças cardiovasculares Existem fatores predisponentes, como a idade. As doenças são mais frequentes após os 50-60 anos. Já outros fatores são adquiridos ou podem ser controlados:

Leia mais

TRANSPORTE INTER-HOSPITALAR PEDIÁTRICO DA REGIÃO NORTE NORMAS DE ACTIVAÇÃO E CRITÉRIOS DE TRANSPORTE

TRANSPORTE INTER-HOSPITALAR PEDIÁTRICO DA REGIÃO NORTE NORMAS DE ACTIVAÇÃO E CRITÉRIOS DE TRANSPORTE TRANSPORTE INTER-HOSPITALAR PEDIÁTRICO DA REGIÃO NORTE NORMAS DE ACTIVAÇÃO E CRITÉRIOS DE TRANSPORTE O sistema de Transporte Inter-hospitalar Pediátrico (TIP) foi formalmente criado por protocolo entre

Leia mais

Você conhece a Medicina de Família e Comunidade?

Você conhece a Medicina de Família e Comunidade? Texto divulgado na forma de um caderno, editorado, para a comunidade, profissionais de saúde e mídia SBMFC - 2006 Você conhece a Medicina de Família e Comunidade? Não? Então, convidamos você a conhecer

Leia mais

INSTITUTO DE DOENÇAS CARDIOLÓGICAS

INSTITUTO DE DOENÇAS CARDIOLÓGICAS Página: 1/7 1- CONSIDERAÇÕES GERAIS 1.1- As doenças cardiovasculares são, ainda hoje, as principais responsáveis pela mortalidade na população geral, no mundo ocidental. Dentre as inúmeras patologias que

Leia mais

das Doenças Cérebro Cardiovasculares

das Doenças Cérebro Cardiovasculares Programa Regional de Prevenção e Controlo das Doenças Cérebro Cardiovasculares Índice Siglas e Acrónimos... 2 1. Contextualização... 3 2. População Alvo... 3 3. Objectivos... 4 4. Indicadores para Avaliação

Leia mais

Gestos que Salvam Vidas..

Gestos que Salvam Vidas.. Gestos que Salvam Vidas.. O que é o SBV (suporte básico de vida)? Conjunto de medidas utilizadas para restabelecer a vida de uma vitima em paragem cardio-respiratória. Com o objectivo de recuperar a vitima

Leia mais

hospital de dia oncológico

hospital de dia oncológico guia do chtmad nota introdutória Sempre a pensar em si e para que possa beneficiar na totalidade de todos os nossos serviços, apresentam-se algumas informações que se consideram ser do seu interesse. Lembramos

Leia mais

AVALIAÇÃO DA ASSOCIAÇÃO ENTRE A AR E A DM TIPO II. Agenda: 1. INTRODUÇÃO 2. OBJECTIVOS 3. METODOLOGIA 4. PLANIFICAÇÃO DO PROJECTO

AVALIAÇÃO DA ASSOCIAÇÃO ENTRE A AR E A DM TIPO II. Agenda: 1. INTRODUÇÃO 2. OBJECTIVOS 3. METODOLOGIA 4. PLANIFICAÇÃO DO PROJECTO AVALIAÇÃO DA ASSOCIAÇÃO ENTRE A ARTRITE REUMATÓIDE E A DIABETES MELLITUS TIPO 2 Análise da Base de Dados de Doenças Reumáticas Norte-Americana National Data Bank for Rheumatic Diseases PROJECTO DE TESE

Leia mais

CORAÇÃO. Na Saúde combata...os inimigos silenciosos! Trabalho Elaborado por: Ana Cristina Pinheiro Mário Quintaneiro

CORAÇÃO. Na Saúde combata...os inimigos silenciosos! Trabalho Elaborado por: Ana Cristina Pinheiro Mário Quintaneiro Trabalho Elaborado por: Na Saúde combata...os inimigos silenciosos! Ana Cristina Pinheiro Mário Quintaneiro CORAÇÃO Olá! Eu sou o seu coração, trabalho dia e noite sem parar, sem descanso semanal ou férias.

Leia mais

SENADO FEDERAL PRESSÃO CONTROLADA SENADOR CLÉSIO ANDRADE

SENADO FEDERAL PRESSÃO CONTROLADA SENADOR CLÉSIO ANDRADE SENADO FEDERAL PRESSÃO CONTROLADA SENADOR CLÉSIO ANDRADE 2 Pressão controlada apresentação Chamada popularmente de pressão alta, a hipertensão é grave por dois motivos: não apresenta sintomas, ou seja,

Leia mais

ENFARTE AGUDO DO MIOCÁRDIO

ENFARTE AGUDO DO MIOCÁRDIO ENFARTE AGUDO DO MIOCÁRDIO Cristina Gavina* Teresa Pinho** IV. TRATAMENTO DO ENFARTE AGUDO DO MIOCÁRDIO Como já foi referido, o enfarte miocárdico ocorre quando uma artéria coronária fica ocluída, geralmente

Leia mais

Doenças Crônicas. uma nova transição. Paulo A. Lotufo. FMUSP Coordenador do Centro de Pesquisa Clínica e Epidemiológica da USP

Doenças Crônicas. uma nova transição. Paulo A. Lotufo. FMUSP Coordenador do Centro de Pesquisa Clínica e Epidemiológica da USP Doenças Crônicas uma nova transição Paulo A. Lotufo Professor Titular de Clínica Médica FMUSP Coordenador do Centro de Pesquisa Clínica e Epidemiológica da USP esclarecimentos O termo doença crônica pode

Leia mais

Valor do sector do Diagnóstico in vitro, em Portugal. Principais conclusões APIFARMA CEMD. Outubro 2014

Valor do sector do Diagnóstico in vitro, em Portugal. Principais conclusões APIFARMA CEMD. Outubro 2014 Valor do sector do Diagnóstico in vitro, em Portugal Principais conclusões APIFARMA CEMD Outubro 2014 1 APIFARMA Valor do Sector do Diagnóstico in Vitro, em Portugal Agenda I Objectivos e metodologia II

Leia mais

à diabetes? As complicações resultam da de açúcar no sangue. São frequentes e graves podendo (hiperglicemia).

à diabetes? As complicações resultam da de açúcar no sangue. São frequentes e graves podendo (hiperglicemia). diabetes Quando Acidente a glicemia vascular (glicose cerebral no sangue) (tromboses), sobe, o pâncreas uma das principais O que Quais é a diabetes? as complicações associadas à diabetes? produz causas

Leia mais

I - EXERCISE IS MEDICINETM

I - EXERCISE IS MEDICINETM I EXERCISE IS MEDICINETM Objectivo Generalização da inclusão do aconselhamento para a actividade física no âmbito do plano terapêutico para a prevenção e o tratamento de doenças, e referenciação quando

Leia mais

2. HIPERTENSÃO ARTERIAL

2. HIPERTENSÃO ARTERIAL TESTE ERGOMETRICO O teste ergométrico serve para a avaliação ampla do funcionamento cardiovascular, quando submetido a esforço físico gradualmente crescente, em esteira rolante. São observados os sintomas,

Leia mais

Estabelece ainda que as alterações aprovadas deverão ser divulgadas pela Direcção- Geral da Saúde, em Circular Normativa. Nº: 03/DSPCS DATA: 06/02/06

Estabelece ainda que as alterações aprovadas deverão ser divulgadas pela Direcção- Geral da Saúde, em Circular Normativa. Nº: 03/DSPCS DATA: 06/02/06 Ministério da Saúde Direcção-Geral da Saúde Circular Normativa Assunto: Actualização do Programa Nacional de Prevenção e Controlo das Doenças Cardiovasculares Nº: 03/DSPCS DATA: 06/02/06 Para: Contacto

Leia mais

DOENÇAS CARDÍACAS NA INSUFICIÊNCIA RENAL

DOENÇAS CARDÍACAS NA INSUFICIÊNCIA RENAL DOENÇAS CARDÍACAS NA INSUFICIÊNCIA RENAL As doenças do coração são muito freqüentes em pacientes com insuficiência renal. Assim, um cuidado especial deve ser tomado, principalmente, na prevenção e no controle

Leia mais

CARTÃO DA PESSOA COM DOENÇA RARA Relatório de Acompanhamento 2014. Departamento da Qualidade na Saúde

CARTÃO DA PESSOA COM DOENÇA RARA Relatório de Acompanhamento 2014. Departamento da Qualidade na Saúde CARTÃO DA PESSOA COM DOENÇA RARA Relatório de Acompanhamento 2014 Departamento da Qualidade na Saúde Índice Introdução... 3 Implementação do Cartão da Pessoa com Doença Rara... 4 Atividades Desenvolvidas...

Leia mais

Cursos de Primeiros Socorros Inscrições Particulares

Cursos de Primeiros Socorros Inscrições Particulares Rua dos Douradores, 106-118 1100-207 LISBOA tel. 218 459 440 fax 218 459 458 eso.recepcao@cruzvermelha.org.pt Cursos de Primeiros Socorros 27 Janeiro / 2011 Encontre a Delegação Local CVP mais próxima:

Leia mais

Iremos apresentar alguns conselhos para o ajudar a prevenir estes factores de risco e portanto a evitar as doenças

Iremos apresentar alguns conselhos para o ajudar a prevenir estes factores de risco e portanto a evitar as doenças FACTORES DE RISCO Factores de risco de doença cardiovascular são condições cuja presença num dado indivíduo aumentam a possibilidade do seu aparecimento. Os mais importantes são o tabaco, a hipertensão

Leia mais

Insuficiência Cardíaca Aguda e Síndrome Coronária Aguda. Dois Espectros da Mesma Doença

Insuficiência Cardíaca Aguda e Síndrome Coronária Aguda. Dois Espectros da Mesma Doença Insuficiência Cardíaca Aguda e Síndrome Coronária Aguda Dois Espectros da Mesma Doença Carlos Aguiar Reunião Conjunta dos Grupos de Estudo de Insuficiência Cardíaca e Cuidados Intensivos Cardíacos Lisboa,

Leia mais

Enfarte Agudo do Miocárdio

Enfarte Agudo do Miocárdio Enfarte Agudo do Miocárdio Elaboração: Patrícia Vanessa Freitas Pita (Enfermeira) Colaboração, revisão e validação: António João Prado Almada Cardoso (Médico Especialista em Cardiologista) Luís Miguel

Leia mais

Mais atenção ao. coração feminino. Maioria dos médicos não alertam mulheres para o risco de infarto, embora mortalidade seja próxima à masculina

Mais atenção ao. coração feminino. Maioria dos médicos não alertam mulheres para o risco de infarto, embora mortalidade seja próxima à masculina CIÊNCIA MEDICINA Mais atenção ao coração feminino Maioria dos médicos não alertam mulheres para o risco de infarto, embora mortalidade seja próxima à masculina RICARDO ZORZETTO Andam tratando mal o coração

Leia mais

SISTEMA CARDIOVASCULAR

SISTEMA CARDIOVASCULAR SISTEMA CARDIOVASCULAR Professora: Edilene biologolena@yahoo.com.br Sistema Cardiovascular Sistema Cardiovascular Composto pelo coração, pelos vasos sanguíneos e pelo sangue; Tem por função fazer o sangue

Leia mais

Curso Profissional de Técnico de Apoio Psicossocial- 2º ano Módulo nº5- Semiologia Psíquica Portefólio de Psicopatologia Ana Carrilho- 11ºB

Curso Profissional de Técnico de Apoio Psicossocial- 2º ano Módulo nº5- Semiologia Psíquica Portefólio de Psicopatologia Ana Carrilho- 11ºB Curso Profissional de Técnico de Apoio Psicossocial- 2º ano Módulo nº5- Semiologia Psíquica Portefólio de Psicopatologia Ana Carrilho- 11ºB É uma doença psiquiátrica que leva as pessoas a acreditarem que

Leia mais

ROSNorte Rede de Observatórios de Saúde do Norte

ROSNorte Rede de Observatórios de Saúde do Norte ROSNorte Rede de Observatórios de Saúde do Norte À PROCURA DE UM INSTRUMENTO PARA A AVALIAÇÃO DO IMPACTO DOS SERVIÇOS DE SAÚDE NA SAÚDE Grupo de Trabalho da Avaliação do Impacto dos Serviços de Saúde na

Leia mais

Caixa Geral de Depósitos

Caixa Geral de Depósitos Fevereiro 8 Grupo Caixa Geral de Depósitos Companhia de Seguros FidelidadeMundial, S.A. Largo do Calhariz, 30 1249001 Lisboa Portugal Tel: 213 237 000 Fax: 213 238 001 www.fidelidademundial.pt NIPC e Matrícula

Leia mais

Dia Mundial da Diabetes - 14 Novembro de 2012 Controle a diabetes antes que a diabetes o controle a si

Dia Mundial da Diabetes - 14 Novembro de 2012 Controle a diabetes antes que a diabetes o controle a si Dia Mundial da Diabetes - 14 Novembro de 2012 Controle a diabetes antes que a diabetes o controle a si A função da insulina é fazer com o que o açúcar entre nas células do nosso corpo, para depois poder

Leia mais

5º Congresso Internacional dos Hospitais Serviço Nacional de Saúde. (Re)Conhecer as Mudanças

5º Congresso Internacional dos Hospitais Serviço Nacional de Saúde. (Re)Conhecer as Mudanças 5º Congresso Internacional dos Hospitais Serviço Nacional de Saúde. (Re)Conhecer as Mudanças Refletir sobre as resposta de saúde e a inclusão da família Relembrar os objetivos das famílias Questionar as

Leia mais

Quais são os principais sintomas e como se pode diagnosticar um enfarte agudo do miocárdio?

Quais são os principais sintomas e como se pode diagnosticar um enfarte agudo do miocárdio? PERGUNTAS FREQUENTES Quais são os principais sintomas e como se pode diagnosticar um enfarte agudo do miocárdio? Alguns enfartes agudos do miocárdio determinam sintomas súbitos e muito intensos, que não

Leia mais

Vale a pena parar de fumar!

Vale a pena parar de fumar! tabagismo Algumas dicas para deixar de fumar Deixar de fumar é uma decisão para toda a vida! Concentre as suas energias e força de vontade na sua decisão. Viva um dia de cada vez; Evite locais em que mais

Leia mais

CRS Leste/ST Guaianases UBS Jd. Aurora

CRS Leste/ST Guaianases UBS Jd. Aurora CRS Leste/ST Guaianases UBS Jd. Aurora Estudo do Controle da HA Hipertensão Arterial e Perfil Farmacológico pacientes cadastrados no PRC Programa Remédio em Casa UBS Jd. Aurora Subprefeitura de Guaianases

Leia mais

DOENÇAS CORONARIANAS CARDIOPATIAS

DOENÇAS CORONARIANAS CARDIOPATIAS DOENÇAS CORONARIANAS CARDIOPATIAS DOENÇAS CORONARIANAS Podemos definir a cardiopatia como qualquer doença que atinja o coração e sistema sanguíneo (artérias, veias e vasos capilares). Dentre elas, as mais

Leia mais

PROTOCOLO DE COOPERAÇÃO CUIDADOS PALIATIVOS - REGIÃO DE SAÚDE DO NORTE -

PROTOCOLO DE COOPERAÇÃO CUIDADOS PALIATIVOS - REGIÃO DE SAÚDE DO NORTE - PROTOCOLO DE COOPERAÇÃO CUIDADOS PALIATIVOS - REGIÃO DE SAÚDE DO NORTE - Considerando que o aumento da sobrevida e o inerente acréscimo de doenças crónicas e progressivas, bem como, as alterações na rede

Leia mais

BIOBANCO IMM PERGUNTAS FREQUENTES (FAQ)

BIOBANCO IMM PERGUNTAS FREQUENTES (FAQ) BIOBANCO IMM PERGUNTAS FREQUENTES (FAQ) Gostaria de doar sangue para apoiar a investigação médica. Como poderei fazer? Para doar uma amostra pode nos contactar (217999437 ou 965152588) ou visitar nos no

Leia mais

O plano e orçamento 2010 que vos é proposto materializam o que queremos para o sector da Saúde nos Açores:

O plano e orçamento 2010 que vos é proposto materializam o que queremos para o sector da Saúde nos Açores: Plano e Orçamento para 2010 - Saúde O plano e orçamento 2010 que vos é proposto materializam o que queremos para o sector da Saúde nos Açores: Queremos um Serviço Público de Saúde cada vez mais próximo.

Leia mais

Copyright Medical Port 2015 PROGRAMA DE PERDA DE PESO!

Copyright Medical Port 2015 PROGRAMA DE PERDA DE PESO! PROGRAMA DE PERDA DE PESO Agenda O método holístico de Perda de Peso Apresentação do corpo clínico Diferentes programas de perda de peso Unidades de saúde O Método holístico de Perda de Peso The importance

Leia mais

INFARTO AGUDO DO MIOCÁRDIO

INFARTO AGUDO DO MIOCÁRDIO INFARTO AGUDO DO MIOCÁRDIO Dr. Wilton César Eckert Medicina na Universidade Federal do Rio Grande do Sul Residência Médica em Clínica Médica, Cardiologia e Ecocardiografia na Santa Casa de Misericórdia

Leia mais

Código: CHCB.PI.FMED.01 Edição: 1 Revisão: 0 Páginas:1 de 10. 1. Objectivo. 2. Aplicação

Código: CHCB.PI.FMED.01 Edição: 1 Revisão: 0 Páginas:1 de 10. 1. Objectivo. 2. Aplicação Código: CHCB.PI.FMED.01 Edição: 1 Revisão: 0 Páginas:1 de 10 1. Objectivo Este procedimento tem como objectivo definir os procedimentos adoptados para o Serviço de Medicina do. 2. Aplicação Este procedimento

Leia mais

D. Morbidade Horário de Início : :

D. Morbidade Horário de Início : : D. Morbidade Horário de Início : : Agora vou perguntar sobre doenças crônicas e infecciosas. Vou fazer perguntas sobre diagnóstico de doenças, uso dos serviços de saúde e tratamento dos problemas. D1 D2

Leia mais

2 Conceitos da qualidade em saúde

2 Conceitos da qualidade em saúde 2 Conceitos da qualidade Qualidade d em Saúde (Portugal) Escola Superior de Saúde do Vale do Sousa Novas realidades na saúde : Organizações muito complexas e sofisticadas Grande aumento das expectativas

Leia mais

TABACO. Uma questão de hábito ou uma questão de óbito? Pare de fumar enquanto é tempo!

TABACO. Uma questão de hábito ou uma questão de óbito? Pare de fumar enquanto é tempo! TABACO Uma questão de hábito ou uma questão de óbito? Pare de fumar enquanto é tempo! O cigarro contém: NICOTINA [substância também presente nos insecticidas] EFEITOS IMEDIATOS: TREMOR DAS MÃOS AUMENTO

Leia mais

AVALIAÇÃO DA EPIDEMIA DE AIDS NO RIO GRANDE DO SUL dezembro de 2007

AVALIAÇÃO DA EPIDEMIA DE AIDS NO RIO GRANDE DO SUL dezembro de 2007 AVALIAÇÃO DA EPIDEMIA DE AIDS NO RIO GRANDE DO SUL dezembro de 2007 Notas importantes: O Banco de dados (BD) do Sistema de Informação Nacional de Agravos de Notificação (SINAN) vem sofrendo nos últimos

Leia mais

Sistema de Informação/Vigilância epidemiológica

Sistema de Informação/Vigilância epidemiológica ETAPA DE MINIMIZAÇÃO Diagnóstico, vigilância e tratamento Sistema de Informação/Vigilância epidemiológica O Plano de Contingência dos Açores para a Pandemia da Gripe (PCA) prevê mecanismos para garantir

Leia mais

1 - Estrutura e Finalidades da disciplina

1 - Estrutura e Finalidades da disciplina CURSO PROFISSIONAL DE TÉCNICO AUXILIAR DE SAÚDE Planificação anual de SAÚDE 10º ano 014/015 Turma K Professora: Maria de Fátima Martinho. 1 - Estrutura e Finalidades da disciplina A disciplina de Saúde

Leia mais

Dr. Fernando Ganem Doutor pela Faculdade de Medicina da USP Diretor do Serviço de Pronto-Atendimento do Hospital Sírio-Libanês

Dr. Fernando Ganem Doutor pela Faculdade de Medicina da USP Diretor do Serviço de Pronto-Atendimento do Hospital Sírio-Libanês Coordenação Dr. Fernando Ganem Doutor pela Faculdade de Medicina da USP Diretor do Serviço de Pronto-Atendimento do Hospital Sírio-Libanês Prof. Dr. Augusto Scalabrini Neto Professor Associado pela Faculdade

Leia mais

DIREITOS DOS UTENTES DOS SERVIÇOS DE SAÚDE

DIREITOS DOS UTENTES DOS SERVIÇOS DE SAÚDE Ficha Informativa 2 Fevereiro 2015 Ordem dos Advogados Largo São Domingos 14-1º, 1169-060 Lisboa Tel.: 218823550 Fax: 218862403 odc@cg.oa.pt www.oa.pt/odc DIREITOS DOS UTENTES DOS SERVIÇOS DE SAÚDE Direito

Leia mais

azul NOVEMBRO azul Saúde também é coisa de homem. Doenças Cardiovasculares (DCV)

azul NOVEMBRO azul Saúde também é coisa de homem. Doenças Cardiovasculares (DCV) Doenças Cardiovasculares (DCV) O que são as Doenças Cardiovasculares? De um modo geral, são o conjunto de doenças que afetam o aparelho cardiovascular, designadamente o coração e os vasos sanguíneos. Quais

Leia mais

Campanha Nacional de Higiene das MãosMinistério Resultados Nacionais

Campanha Nacional de Higiene das MãosMinistério Resultados Nacionais Campanha Nacional de Higiene das MãosMinistério da Saúde Resultados Nacionais Dia 5 de Maio, Compromisso Mundial de Higienização das mãos Direcção-Geral da Saúde Campanha Nacional de Higiene das mãos Situação

Leia mais

Programa Nacional para as Doenças Oncológicas. Orientações Programáticas

Programa Nacional para as Doenças Oncológicas. Orientações Programáticas Programa Nacional para as Doenças Oncológicas Orientações Programáticas 1 - Enquadramento O Programa Nacional para as Doenças Oncológicas é considerado prioritário e, à semelhança de outros sete programas,

Leia mais

Programas de Rastreio. Olho Diabético

Programas de Rastreio. Olho Diabético Programas de Rastreio Olho Diabético Acompanhamento mais de perto e tratamento da retinopatia diabética Closer monitoring and treatment for diabetic retinopathy Informação importante sobre os cuidados

Leia mais

Dentro da Rede Multicare. 1. Pagamento de Despesas. 2. Marcação de Consulta. 3. Marcação de Tratamento / Exame. 4. Autorização Prévia

Dentro da Rede Multicare. 1. Pagamento de Despesas. 2. Marcação de Consulta. 3. Marcação de Tratamento / Exame. 4. Autorização Prévia Dentro da Multicare O seu seguro Viva Melhor dá-lhe acesso a uma vasta lista de prestigiados médicos, clínicas, laboratórios, de todo o país a custos reduzidos. Pode consultar a lista em www.multicare.pt

Leia mais

Programa do X Governo Regional. Programa do X Governo dos Açores - Área da Saúde

Programa do X Governo Regional. Programa do X Governo dos Açores - Área da Saúde Programa do X Governo dos Açores - Área da Saúde Ponta Delgada, 26 de Novembro de 2008 6 Saúde A saúde é um factor essencial no desenvolvimento do bem-estar da população, e a qualidade neste sector aparece

Leia mais

AVALIAÇÃO DA EPIDEMIA DE AIDS NO RIO GRANDE DO SUL dezembro de 2007

AVALIAÇÃO DA EPIDEMIA DE AIDS NO RIO GRANDE DO SUL dezembro de 2007 AVALIAÇÃO DA EPIDEMIA DE AIDS NO RIO GRANDE DO SUL dezembro de 2007 Notas importantes: O Banco de dados (BD) do Sistema de Informação Nacional de Agravos de Notificação (SINAN) vem sofrendo nos últimos

Leia mais

Doenças do Sistema Circulatório

Doenças do Sistema Circulatório Doenças do Sistema Circulatório Dados Mundiais: Mortes por grupos de causas - 2000 Total de Mortes: 55.694.000 Causas Externas ( 9.1%) Doenças Não Transmissíveis (59.0%) Doenças transmissíveis, mortalidade

Leia mais

Planificação anual de Saúde- 10ºano

Planificação anual de Saúde- 10ºano CURSO PROFISSIONAL DE TÉCNICO AUXILIAR DE SAÚDE Turmas: 10ºI Professora: Ana Margarida Vargues Planificação anual de Saúde- 10ºano 1 - Estrutura e Finalidades da disciplina A disciplina de Saúde do Curso

Leia mais

DETERMINAÇÃO DO COLESTEROL TOTAL EM SANGUE CAPILAR E ORIENTAÇÃO SOBRE HIPERCOLESTEROLEMIA

DETERMINAÇÃO DO COLESTEROL TOTAL EM SANGUE CAPILAR E ORIENTAÇÃO SOBRE HIPERCOLESTEROLEMIA 110. ÁREA TEMÁTICA: (marque uma das opções) ( ) COMUNICAÇÃO ( ) CULTURA ( ) DIREITOS HUMANOS E JUSTIÇA ( ) EDUCAÇÃO ( ) MEIO AMBIENTE ( X) SAÚDE ( ) TRABALHO ( ) TECNOLOGIA DETERMINAÇÃO DO COLESTEROL TOTAL

Leia mais

O QUE É a TENSÃO (PRESSÃO) ARTERIAL. RISCOS da HIPERTENSÃO ARTERIAL. CAUSAS da HIPERTENSÃO ARTERIAL HIPERTENSÃO ARTERIAL ESSENCIAL

O QUE É a TENSÃO (PRESSÃO) ARTERIAL. RISCOS da HIPERTENSÃO ARTERIAL. CAUSAS da HIPERTENSÃO ARTERIAL HIPERTENSÃO ARTERIAL ESSENCIAL O QUE É a TENSÃO (PRESSÃO) ARTERIAL RISCOS da HIPERTENSÃO ARTERIAL CAUSAS da HIPERTENSÃO ARTERIAL HIPERTENSÃO ARTERIAL ESSENCIAL HIPERTENSÃO ARTERIAL SECUNDÁRIA DETECÇÃO e CONTROLO da HIPERTENSÃO ARTERIAL

Leia mais

Este folhedo é-lhe oferecido para que o possa guardar (assim como também uma cópia do formulário de consentimento completo e assinado na página 8).

Este folhedo é-lhe oferecido para que o possa guardar (assim como também uma cópia do formulário de consentimento completo e assinado na página 8). Folheto informativo Estudo Internacional sobre Procedimentos de Prevenção de Acidentes Cerebrovasculares (ACST-2) Informação sobre um projeto de investigação, no qual poderá ser convidado para participar.

Leia mais

Prevalência, Conhecimento, Tratamento e Controle da Hipertensão em Adultos dos Estados Unidos, 1999 a 2004.

Prevalência, Conhecimento, Tratamento e Controle da Hipertensão em Adultos dos Estados Unidos, 1999 a 2004. Artigo comentado por: Dr. Carlos Alberto Machado Prevalência, Conhecimento, Tratamento e Controle da Hipertensão em Adultos dos Estados Unidos, 1999 a 2004. Kwok Leung Ong, Bernard M. Y. Cheung, Yu Bun

Leia mais

Análise dos resultados

Análise dos resultados Análise dos resultados Percepção do estado de saúde Autoavaliação da saúde A avaliação do estado de saúde consiste na percepção que os indivíduos possuem de sua própria saúde. Por conseguinte, é um indicador

Leia mais

CORONARY ARTERY DISEASE EDUCATION QUESTIONNAIRE CADE-Q VERSÃO EM PORTUGUÊS (PORTUGAL)

CORONARY ARTERY DISEASE EDUCATION QUESTIONNAIRE CADE-Q VERSÃO EM PORTUGUÊS (PORTUGAL) CORONARY ARTERY DISEASE EDUCATION QUESTIONNAIRE CADE-Q VERSÃO EM PORTUGUÊS (PORTUGAL) Autor: João Paulo Moreira Eusébio E-mail: eusebio.jp@gmail.com Título do trabalho Reabilitação Cardíaca - Educação

Leia mais

Código: CHCB.PI.HF.04 Edição: 1 Revisão: 0 Páginas: 1 de 10. 1. Objectivo. 2. Aplicação. 3. Referências Bibliográficas. 4.

Código: CHCB.PI.HF.04 Edição: 1 Revisão: 0 Páginas: 1 de 10. 1. Objectivo. 2. Aplicação. 3. Referências Bibliográficas. 4. Caracterização da Código: CHCB.PI.HF.04 Edição: 1 Revisão: 0 Páginas: 1 de 10 1. Objectivo Caracterizar o serviço e procedimentos da do Hospital do Fundão. 2. Aplicação Centro Hospitalar da Cova da Beira

Leia mais

28-06-2011. Principais motivações:

28-06-2011. Principais motivações: 1 2 Desde o início de 2009 que o HDES tem equacionado a possibilidade de entrar no mercado do Turismo da Saúde, discutindo internamente a ideia e a possível adesão de profissionais médicos, bem como contactando,

Leia mais

PÓS-GRADUAÇÃO EM CUIDADOS FARMACÊUTICOS

PÓS-GRADUAÇÃO EM CUIDADOS FARMACÊUTICOS PÓS-GRADUAÇÃO EM CUIDADOS FARMACÊUTICOS 1. Introdução O papel do farmacêutico, em particular no contexto da Farmácia Comunitária tem vindo a evoluir no sentido de uma maior intervenção do Farmacêutico

Leia mais

TES TE T S E ER GOMÉTRIC GOMÉTRIC (Te ( ste de esforço ç )

TES TE T S E ER GOMÉTRIC GOMÉTRIC (Te ( ste de esforço ç ) TESTE ERGOMÉTRICO (Teste de esforço) Definição - um dos exames mais importantes de diagnóstico, avaliação clínica e prognóstico dos pacientes com doença arterial coronariana (DAC). - método rápido, barato,

Leia mais

Consulta de Enfermagem para Pessoas com Hipertensão Arterial Sistêmica. Ms. Enf. Sandra R. S. Ferreira

Consulta de Enfermagem para Pessoas com Hipertensão Arterial Sistêmica. Ms. Enf. Sandra R. S. Ferreira Consulta de Enfermagem para Pessoas com Hipertensão Arterial Sistêmica Ms. Enf. Sandra R. S. Ferreira O QUE É HIPERTENSÃO ARTERIAL? Condição clínica multifatorial caracterizada por níveis elevados e sustentados

Leia mais

Plano Nacional de Saúde 2004-2010 Avaliação de indicadores. Maio de 2010

Plano Nacional de Saúde 2004-2010 Avaliação de indicadores. Maio de 2010 Plano Nacional de Saúde -2010 Avaliação de indicadores Maio de 2010 0 das Regiões (NUT II do D.L. de 1999) em relação ao do... 2 Evolução dos indicadores em relação à Meta para 2010... 9 1 das Regiões

Leia mais

3-7 Novembro 2014, Lisboa

3-7 Novembro 2014, Lisboa Curso Instrutor de Reabilitação Cardíaca fase 4 British Association for Cardiovascular Prevention and Rehabilitation (BACPR) 3-7 Novembro 2014, Lisboa Área(s) de Formação: 726- Terapia e Reabilitação Unidades

Leia mais

CURSO DE ESPECIALIZAÇÃO EM RESSONÂNCIA E TOMOGRAFIA CARDIOVASCULAR

CURSO DE ESPECIALIZAÇÃO EM RESSONÂNCIA E TOMOGRAFIA CARDIOVASCULAR CURSO DE ESPECIALIZAÇÃO EM RESSONÂNCIA E TOMOGRAFIA CARDIOVASCULAR Coordenadores: Drs. Clerio Azevedo e Marcelo Hadlich 1. Objetivos do Programa Proporcionar, aos pós-graduandos, formação especializada

Leia mais

Avaliação do Desempenho dos Hospitais: Uma ferramenta de Benchmarking

Avaliação do Desempenho dos Hospitais: Uma ferramenta de Benchmarking Avaliação do Desempenho dos Hospitais: Uma ferramenta de Benchmarking Manuel Delgado 11 ou 12 de Novembro de 2010 (Consoante data da s/ intervenção) Nome da Apresentação (insira os dados no master/modelo

Leia mais

Gestão da Comunicação e Informação Médica

Gestão da Comunicação e Informação Médica 1º Curso de Pós Graduação Executiva em Gestão da Comunicação e Informação Médica 2011 50h presenciais + 50h formação à distância MÓDULO I Clínica para não Clínicos 8h presenciais + 12h formação à distância

Leia mais

J. Desempenho do Sistema de Saúde Horário de Início :

J. Desempenho do Sistema de Saúde Horário de Início : J. Desempenho do Sistema de Saúde Horário de Início : Neste módulo, vamos fazer perguntas sobre o uso dos serviços de saúde, dificuldades para conseguir o atendimento e sua avaliação sobre o atendimento

Leia mais

O Nicorette Goma para mascar medicamentosa de 2 mg ou 4 mg. apresenta-se sob a forma farmacêutica de goma para mascar medicamentosa.

O Nicorette Goma para mascar medicamentosa de 2 mg ou 4 mg. apresenta-se sob a forma farmacêutica de goma para mascar medicamentosa. FOLHETO INFORMATIVO Leia atentamente este folheto antes de tomar o medicamento - Conserve este folheto. Pode ter necessidade de o ler novamente. - Caso tenha dúvidas, consulte o seu médico ou farmacêutico.

Leia mais

Survey de Satisfação de Clientes 2009

Survey de Satisfação de Clientes 2009 Survey de Satisfação de Clientes Fevereiro de 2010 Índice 1. Sumário Executivo 4 2. Metodologia 6 3. Estratificação da Amostra 7 4. Classificação das pontuações 8 5. Apresentação de Resultados das Urgências

Leia mais

Professor: João Paulo ALGUNS PROBLEMAS CARDIOVASCULARES. Prof: João Paulo

Professor: João Paulo ALGUNS PROBLEMAS CARDIOVASCULARES. Prof: João Paulo ALGUNS PROBLEMAS CARDIOVASCULARES Prof: João Paulo SOPRO NO CORAÇÃO É uma alteração no fluxo do sangue dentro do coração, provocada por problemas em uma ou mais válvulas cardíacas ou por lesões nas paredes

Leia mais

Normas de Orientação Clínica em Radiodiagnóstico

Normas de Orientação Clínica em Radiodiagnóstico Número Zero - Avaliação Cruzada MoniQuOr Política de Prescrição Ao ler o número zero da Revista "Qualidade em Saúde" verifico que no artigo sobre os resultados da avaliação cruzada do projecto MoniQuOr,

Leia mais