Sistema de Informação/Vigilância epidemiológica

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1 ETAPA DE MINIMIZAÇÃO Diagnóstico, vigilância e tratamento Sistema de Informação/Vigilância epidemiológica O Plano de Contingência dos Açores para a Pandemia da Gripe (PCA) prevê mecanismos para garantir a efectividade dos sistemas de informação em saúde de forma a obter, em tempo útil, dados sobre a monitorização da epidemia de gripe, aspecto fundamental para adequar a resposta dos cuidados de saúde, gerir os recursos disponíveis e possibilitar a avaliação de risco das populações. A Direcção Regional da Saúde, em articulação com o Saudaçor, a Linha de Saúde Açores e as Unidades de Saúde do Serviço Regional de Saúde é responsável pela implementação das ferramentas necessárias para a recolha e análise de informação definida como pertinente. O registo e acompanhamento da informação sobre os casos de síndroma gripal deve efectuar-se com base nos documentos e aplicações, de acordo com o Anexo I. Sistema de Informação/Vigilância Epidemiológica. 1. Sistema de Informação Principais Objectivos Estimativa do número de casos novos da doença (incidência) para posterior cálculo das taxas de ataque; Proporção de doentes que permanecem no domicílio; Proporção de doentes observados em ambulatório (cuidados de saúde primários Serviços de Atendimento da Gripe (SAG) e Hospitais Urgência); Registo dispensa de medicação / Proporção de doentes a fazer terapêutica antiviral; Proporção de doentes internados; Proporção de doentes internados em cuidados intensivos; 08/Outubro/2009 Página 1

2 Proporção de doentes com patologias associadas e outras condições; Taxa de mortalidade por síndroma gripal; Monitorização a referenciação dos casos com síndroma gripal (LSA); Identificação e caracterização dos vírus em circulação (Laboratórios Regionais integrados na rede Nacional de Laboratórios). 2. Vigilância Epidemiológica A Orientação Técnica Gripe OT-2, 02 de Outubro de 2009, descreve o circuito do doente com Gripe do Serviço Regional de Saúde. Os procedimentos relativos à triagem, encaminhamento e acompanhamento de casos com síndroma gripal encontram-se descritos no Fluxograma anexo à Gripe OT-2. O doente com sintomatologia suspeita de síndroma gripal fica registado na Linha de Saúde Açores. Na sequência da triagem o caso pode ser infirmado (encerrado), pode ter indicação para permanecer em vigilância domiciliária ou pode ter indicação para ser observado por um médico num SAG ou referenciado para uma Unidade da Rede de Referenciação, de acordo com os critérios e ou gravidade Gripe OT-12. Consequentemente, a observação de um doente, com diagnóstico de gripe, pelo médico dá sempre azo ao preenchimento de uma Declaração de Caso de Gripe, a qual deve ser enviada à DRS¹ e ao Delegado de Saúde Concelhio nas 24 horas após o diagnóstico (Gripe OT-6.5, de 02 de Outubro de 2009). No caso de colheita de produtos biológicos a Declaração de Caso de Gripe deve acompanhar os mesmos. Por sua vez, o laboratório fica responsável pelo preenchimento dos campos que nela dizem respeito aos resultados da colheita de produtos biológicos e pelo envio à DRS¹ (fax), ao Delegado de Saúde Concelhio (fax) e à Linha de Saúde Açores (telefone e ) (Gripe OT-6.5, de 02 de Outubro de 2009). Os casos de doentes com gripe pandémica (H1N1) 2009 internados e os óbitos devem ser notificados à DRS no Modelo Anexo Notificação de Caso de Gripe Pandémica H1N1, em Internamento, a enviar à DRS por correio electrónico ou através da pasta de transferência de ficheiros (ftp//sras/local), à segunda-feira até às 15 horas, com a informação referente aos doentes internados e que tiveram alta na semana anterior (segunda-feira a Domingo). ¹ Até que esteja disponível e em pleno funcionamento uma plataforma da WEB acessível através de Browser. 08/Outubro/2009 Página 2

3 A vigilância laboratorial também é fundamental e é da responsabilidade dos Laboratórios Regionais integrados na Rede Nacional de Laboratórios, em estreita colaboração com o INSA, utilizando quer a identificação e caracterização dos vírus feita por amostragem para efeitos de vigilância, quer nas situações dos doentes mencionados na OT-1, OT-2 OT-7 e OT-13, de 02 de Outubro de /Outubro/2009 Página 3

4 ANEXO I - Sistema de Informação / Vigilância Epidemiológica Gripe OT-6 Áreas de Informação 1. Doentes observados em ambulatório (SAG e Unidades de Saúde de Referenciação) Fonte de Informação (recolha) Declaração de caso de gripe (Gripe OT 6.5). 2. Doentes internados Modelo de notificação de caso de gripe pandémica (H1N1) 2009 em internamento (anexo). 3. Referenciação dos doentes Linha de Saúde Açores. Objectivo 4. Área laboratorial Laboratórios Regionais integrados na Rede Nacional de Laboratórios. ¹ Acesso permitido à DRS. Estimar a incidência; Proporção de doentes que permanecem no domicilio; Proceder à recolha de factores de risco; Registo da dispensa de medicação /Proporção de doentes a fazer terapêutica antiviral. Proporção de doentes observados em ambulatório (SAG e Unidades de Saúde de Referenciação). Vigiar e monitorizar a gravidade da doença; Proporção de doentes internados em UCI; Proporção de doentes com patologias e outras condições; Taxa de mortalidade por síndrome gripal. Monitorizar a referenciação dos casos com síndrome gripal. Suporte para registo e análise da informação¹ Nos SAG e Unidades de Saúde de Referenciação será utilizado um software que será disponibilizado numa plataforma Web acessível através de Browser. Nos SAG e Unidades de Saúde de Referenciação será utilizado um software que será disponibilizado numa plataforma Web acessível através de Browser. Até que este sistema seja disponibilizado (Web) a notificação será enviada, semanalmente, à segunda-feira, à DRS, através de correio electrónico ou pasta de transferência de ficheiros. Registos efectuados pela Linha de Saúde Açores com recurso ao software disponibilizado na Web acessível através de Browser (também disponível nas Unidades de Saúde). Identificar e caracterizar os vírus em circulação, para amostragem através das análises aos doentes referidos na Gripe OT-2, de 02 de Outubro Responsável Assistente técnico com permissão para acesso ao Browser. Assistente técnico com permissão para acesso ao Browser, preferencialmente do Gabinete estatística com acesso, também, à pasta de transferência de ficheiros. Linha de Saúde Açores Laboratórios Regionais da Rede Nacional de Laboratórios em estreita articulação com o INSA. 08/Outubro/2009 Página 4

5 ANEXO II Notificação de Caso de Gripe Pandémica (H1N1) 2009 em Internamento 1. Nome do médico: Data de notificação / / 2. Identificação da US de Referenciação: 3. Identificação do doente Nome do doente Data de nascimento / / Idade (anos/meses, se < 2 anos): Desconhecido Sexo: Feminino Masculino Local residência 4. Informação clínica Data de validação / / Data de confirmação laboratorial / / Data de internamento / / Doente: Internado Internado UCI Alta Data / / Morte Data / / Causa da morte: (conforme consta do certificado de óbito) 5. Patologia e outras condições Doente internado Sim Não tem Obesidade Neoplasia Diabetes Insuficiência renal Doenças hepáticas Imunodepressão com VIH Outra imunodepressão (incluindo por fármacos) Doença cardiovascular Epilepsia Outra doença neurológica Doença pulmonar crónica Doença hematológica Malnutrição Outra. Qual? Grávida Trimestre de gravidez? 1º 2º 3º Crianças 1 ano Suspeita de resistência aos antivirais Outro Qual? Notas: 1. Modelo de notificação de caso de gripe a enviar à DRS até que seja disponibilizada uma plataforma na Web acessível através de Browser. 2. Enviar por correio electrónico ou através da pasta de transferência de ficheiros (ftp//ftp.srsa/local) à segunda-feira até às 15 horas, informação relativa aos doentes internados e que tiveram alta na semana anterior (segunda-feira a Domingo). 08/Outubro/2009

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