Exercícios. Exercício 1

Save this PDF as:
 WORD  PNG  TXT  JPG

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "Exercícios. Exercício 1"

Transcrição

1 Exercícios Exercício 1 Considere um sistema de processamento com os seguintes tempos entre chegadas de tarefas: Tempo entre Chegadas (horas) Probabilidade Os tempos de processamento são normalmente distribuídos com média de 50 min. e desvio-padrão de 8 min.. Modele este sistema e simule seu comportamento para as 10 primeiras tarefas. Responda as seguintes questões: a) Qual o tempo médio na fila do processo? b) Qual o tempo médio no sistema? c) Qual o tempo mínimo e máximo no sistema d) Qual o tempo médio de atendimento? e) Qual o tempo mínimo e máximo de atendimento? Altere o valor do processo para Normal (100, 10) min. de atendimento e responda as mesmas questões. Exercício 2 Para o mesmo sistema acima, temos agora dois tipos de tarefas que chegam para serem processadas. As tarefas tipo I correspondem a 60% do trabalho. O tempo de processamento para as tarefas tipo I segue uma distribuição Normal (80, 12) e é menor do que o tempo das tarefas tipo II (Normal (90, 15)). Responda as mesmas questões formuladas para o exercício 1, considerando os dois tipos de tarefas. Exercício 3 Uma central de atendimento de emergência recebe uma chamada a cada 15 +/- 10 minutos, para o despacho de ambulâncias. Os tipos de chamadas possuem as seguintes características: Tipo de Chamada % das chamadas Tempo de Atendimento (min.) Falsa 15% do total de chamadas 12 +/- 2 Emergência sem Risco de 85% das não falsas 25 +/- 5 Vida Emergência com Risco Vida 15% das não falsas 20 +/- 10 Inicialmente, assuma que existam muitas ambulâncias. Simule o sistema para um total de 500 chamadas. Determine o tempo médio para o atendimento das chamadas. Suponha agora que exista somente uma ambulância. As chamadas que chegam quando esta Prof. Paulo José de Freitas Filho 1

2 estiver ocupada devem esperar pelo atendimento até que a ambulância fique livre. Esta ambulância pode dar conta do serviço? Quantas ambulâncias são necessárias para um atendimento que você considera razoável? Para sua resposta considere o tempo médio de espera de uma chamada, percentual de chamadas que necessitam esperar e percentual do tempo em que as ambulâncias permanecem em atendimento. Exercício 4 Uma linha de montagem de placas de computadores consiste de 4 estações que adicionam componentes a um circuito impresso. Cada estação é composta por dois postos de serviços: inspeção e montagem. Quando uma placa entra numa estação ela é primeiro inspecionada e, se aprovada, a ela são agregados mais componentes. Se uma placa falha na inspeção, é mandada de volta ao posto de montagem anterior para retrabalho. Se uma placa falhar na primeira estação, ela deve ser retirada do sistema. Uma nova placa entra no sistema a cada 2 minutos. Os tempos para inspeção são uniformemente distribuídos entre um mínimo de 1,3 e 2,1 minutos. Já os tempos de montagem seguem uma distribuição Normal (1,8; 0,4) minutos. Historicamente, verificou-se que as probabilidades de falhas nas diversas estações são diferentes: 0,04; 0,06; 0,01 e 0,05 - para as estações um a quatro, respectivamente. Os tempos de transferência das placas entre os postos de uma mesma estação são negligenciáveis. Os tempos de transferência das placas entre posto de montagem e inspeção seguinte são de 1 minuto. Entre inspeção e posto de montagem anterior (falhas), são de 2,5 minutos. Modele e simule este sistema, determinando estatísticas sobre: Exercício 5 1. O tempo de produção de uma placa; 2. O número de placas produzidas; 3. O número de placas defeituosas; 4. O número de placas retiradas do sistema; 5. O número de placas no sistema. Entidades chegam, com intervalo de t unidades de tempo, para serem processadas em um sistema que é composto por dois servidores em série. Cada entidade deve passar pelo Server 1 e pelo Server 2, nesta ordem. Uma vez processada pelo Server 1 ela só libera este recurso quando tomar posse do Server 2. Desta forma, nenhuma nova entidade poderá ser processada no Server 1, até que o Server 2 possa atender a entidade. Modele este sistema considerando os tempos de processamento nos servidores, como Tproc1 e Tproc2, respectivamente. O modelo deve permitir que se verifique a conseqüência deste tipo de política de gerenciamento. Uma forma de melhor avaliar estas conseqüências, é modelar o mesmo sistema com as entidades liberando o Server 1 logo após serem por ele processadas e comparar os resultados dos dois modelos. Crie também este modelo alternativo. Simule o sistema por 5000 unidades de tempo atribuindo os seguintes valores aos parâmetros: t = Expo (10), TProc1 = Norm (10, 1) e TProc2 = Tria (8, 10, 11) Prof. Paulo José de Freitas Filho 2

3 Exercício 6 Num processo qualquer se verifica que durante as quatro primeiras horas de funcionamento de um sistema, os tempos entre as chegadas de entidades seguem uma distribuição exponencial com média de 10 minutos. Durante as seis horas seguintes, a média da distribuição cai para 6 minutos e, finalmente, durante as últimas duas horas, cresce para 12 minutos. Considerando esta variação, o servidor que atende este processo muda sua capacidade conforme as mudanças ocorridas na freqüência de chegadas. Assim, durante o primeiro período, ele é capaz de atender até 4 entidades ao mesmo tempo. No segundo período, pode atender no máximo 3 entidades simultaneamente e, no último período, sua capacidade de atendimento cresce novamente para até 5 entidades. O tempo dos serviços prestados pelo servidor segue uma distribuição normal (2,5; 0,3) minutos. Modele e simule este sistema, considerando estas alterações na freqüência de chegadas e na capacidade do servidor. Exercício 7 Entre duas cidades, A e B, existe um nº fixo (N) de linhas telefônicas. Cada linha pode operar em ambas as direções, isto é origem em A ou B, mas somente com uma chamada por vez. Se uma pessoa deseja fazer uma chamada e houver uma linha disponível, a chamada é completada imediatamente. Se todas as n linhas estiverem ocupadas, a pessoa recebe uma gravação dizendo para ela desligar e tentar mais tarde. Não existe dispositivo de espera, isto é, chamadas bloqueadas por falta de linha são perdidas. Os tempos entre as tentativas de chamadas de A para B seguem uma exponencial(10) seg., enquanto que as de B para A uma exponencial (12) seg. A duração das chamadas segue uma exponencial (4) min., independente da cidade. O tempo da gravação é de 10 seg. Inicialmente, todas as linhas estão disponíveis. A simulação deve ser executada por 24 h com 30 min de aquecimento (warm-up). Inicie com N = 10. Determine a taxa de ocupação das linhas, o n.º total de chamadas por cidade de origem, o n.º de chamadas bloqueadas e a proporção destas em relação ao total de chamadas (bloqueadas + completadas). Exercício 8 Um sistema possui dois recursos (A e B), com suas respectivas filas. Dois tipos de entidades são admitidos neste sistema: Tipo I e Tipo II. Na fila do recurso A, somente são aceitas entidades do Tipo I. Já o recurso B, aceita ambos os tipos de entidades. Por conta de manutenções periódicas, o recurso A pode se encontrar, eventualmente, indisponível. Neste caso, sua capacidade de atendimento cai a zero. Se ao chegar no sistema uma entidade do Tipo I verificar que o recurso A está indisponível ou, que a fila de A (preferível as entidades Tipo I) possui mais que o dobro dos elementos que aguardam na fila de B, esta entidade adere a fila do recurso B. Modele este sistema atribuindo valores aos parâmetros necessários. Colete estatísticas sobre a utilização dos recursos e sobre o número de vezes que uma entidade do Tipo I troca de fila. Exercício 9 Prof. Paulo José de Freitas Filho 3

4 Num pequeno supermercado existem dois tipos de caixas: caixa-comum e caixarápido. Existem também dois tipos de clientes: o comum e o rápido, com tempos entre chegadas determinados pelas distribuições Expo (2,1) e Expo (1,1), respectivamente. Os tempos para o atendimento destes clientes seguem distribuições Expo (2,0) e Expo (0,9), respectivamente. O cliente rápido pode ser atendido em qualquer um dos caixas. Ele sempre escolhe aquele com o menor número de clientes na fila. Já o cliente comum, sempre segue para seu caixa específico, a menos que: a fila do caixa rápido esteja menor que a sua e que ele possua, no máximo, 8 itens de compra. Neste caso ele vai ao caixa-rápido. O número de itens comprados pelos clientes comuns varia de 5 a 14 itens, todos com a mesma probabilidade. Modele e simule este sistema, de forma que se possa verificar o tempo médio, mínimo e máximo que os dois tipos de clientes permanecem no supermercado. Determine também qual o número médio de itens comprados pelos clientes comuns. Verifique qual o percentual de clientes comuns que trocam de caixa. Exercício 10 Simplificadamente, no funcionamento de um servidor de arquivos, as requisições chegam de uma fonte geradora para visitas a CPU e aos discos do servidor. Após seu processamento pela CPU, as requisições usam os serviços de busca/armazenagem nos discos A ou B e deixam o sistema. A CPU possui uma disciplina de atendimento do tipo Round Robin, isto é, ao entrar na CPU para ser atendido, a requisição recebe serviço desta, por um tempo t, chamado quantun de tempo ou, por um tempo necessário ao complemento de seu serviço, se este for menor que o quantun. Após servir uma requisição pelo quantun de tempo, a CPU passa a servir outra requisição, demorando antes um tempo chamado overhead para realizar a troca de programas. Uma requisição ao deixar a CPU, segue para os discos ou volta a fila da CPU, se seu serviço ainda não acabou. O tempo médio de serviços segue uma normal (0.02, 0.001) seg. Os tempos médios para I/O seguem uma exponencial (0.044) e exponencial (0.008) para os discos A e B, respectivamente. Na realização do I/O, 20 % das requisições vão para o disco A. O tempo entre chegadas de programas na CPU é de 0.2 seg., o quantun de tempo da CPU é de seg. e o tempo de overhead é de 0.01 seg.. Modelar e simular o sistema por uma hora, acumulando estatísticas sobre o tempo total de uma requisição no servidor (CPU + Disco + filas), a taxa de uso da CPU e dos discos, o tempo nas filas e tamanho das filas. Exercício 11 Um processo de produção consiste de quatro operações: torneamento, desbaste, furação e inspeção. Existem quatro tornos, duas desbastadoras, três furadeiras e uma máquina automática de inspeção. Os dados para chegadas das peças e para os processos são os seguintes: Chegadas: EXPO (2) Torneamento: TRIA (8, 12, 14) Desbaste: UNIF (6, 10) Furação: NORM (5, 1) Prof. Paulo José de Freitas Filho 4

5 Inspeção: CONSTANTE = 2 Neste sistema, 60% das peças são do tipo I e o restante do tipo II. A peça tipo I deve ser torneada, desbastada, furada e finalmente inspecionada. A peça tipo II é primeiro desbastada, depois furada e também inspecionada. As peças produzidas apresentam falhas na inspeção com probabilidade de 10%. Cinqüenta porcento das tarefas que falham na inspeção retornam ao início do processo. As restantes são sucateadas. Na frente de cada uma das estações de trabalho existem buffers ou áreas de armazenagem com tamanhos variáveis: 8 na frente dos tornos, 4 na frente das desbastadoras, 6 na frente das furadeiras e 3 na frente das inspetoras. Quando não houver espaço em algum buffer para uma tarefa, esta será descartada do sistema. Simule o sistema por 40 horas de operação e responda: a) Quantas tarefas de cada tipo são terminadas? b) Quantos retrabalhos ocorrem? c) Quantos são sucateados? d) Qual o tempo médio de passagem (tempo de fluxo) de cada tipo de tarefa? e) Qual a utilização média de cada recurso? f) Quantas tarefas são perdidas por falta de espaço nos buffers? Dica: A modelagem deste sistema é simplificada se você utilizar o conceito de seqüências. Estude o módulo SEQUENCE (Painel Advanced Transfer), e o utilize. Compare os dois modelos, com e sem o uso do conceito de seqüências. Exercício 12 Clientes entram em um restaurante do tipo fast-food, de acordo com uma EXPO (1) minuto. Os clientes escolhem entre três tipos de ordens: (1) somente refrigerante, (2) batatas fritas ou (3) refrigerante, batatas fritas e hamburger. Depois de entrar, os clientes vão para a fila do caixa, esperam pela sua disponibilidade e emitem uma ordem. Após a ordem, um cozinheiro prepara a ordem. O cliente paga e deixa o sistema. O caixa não pega uma nova ordem até que o pagamento seja feito. O sistema dispõe de dois cozinheiros e dois caixas. Uma única fila, com capacidade para 10 clientes, serve aos dois caixas. Os tempos para ordenar e pagar, seguem distribuições triangulares com parâmetros (0.4, 0.8, 1.2) minutos e (0.2, 0.4, 0.6) minutos, respectivamente. Use também as informações da tabela abaixo: Tipo Participação Tempo para cozinhar I 30% UNIF (0.3, 0.8) II 15% UNIF (0.8, 1.1) III 55% UNIF (1.0, 1.4) Modele o sistema e simule a operação por 24 horas respondendo: a) Quantas ordens de cada tipo são realizadas? b) Qual a taxa de utilização dos recursos? Prof. Paulo José de Freitas Filho 5

6 c) Quanto tempo em média um cliente fica no sistema até obter seu pedido? d) Qual o tempo médio despendido na fila? e) Quantos clientes deixam o sistema em função do tamanho da fila? Exercício 13 Uma máquina separadora de correspondência envia a correspondência classificada (por CEP) a um funcionário. A correspondência chega da máquina em lotes uniformemente distribuídos entre 1 e 100 envelopes, de acordo com uma EXPO (12) minutos. O funcionário é responsável por 5 códigos de CEP, os quais são todos igualmente prováveis para qualquer quantidade de correspondência que chegue. O funcionário deve observar o lote de correspondência já separada pela máquina e colocá-lo no escaninho correto. Este processo é representado por uma distribuição exponencial com média de 6 segundos. Para qualquer tamanho de lote, 3% das correspondências serão incorretamente encaminhadas aos escaninhos. Simule o sistema por 8 horas de trabalho, determinando o número de correspondências correta e incorretamente colocadas nos escaninhos. Se o funcionário classificador aumentar seu tempo de processo para 8 segundos, a percentagem de erros diminui para 1,5 %. Quais seriam as mudanças sobre o número total de correspondências classificadas e sobre o número das incorretamente colocadas nos escaninhos? Exercício 14 Um professor ministra aulas de simulação para uma classe de 15 alunos e solicita exercícios a cada encontro semanal. Os trabalhos são recolhidos ao início das aulas. O número de estudantes que completam as tarefas segue a tabela de distribuição de probabilidades abaixo: Os trabalhos são corrigidos durante o período de atendimento, o qual é programado para uma duração de 90 min, logo após a aula. O tempo para revisar uma tarefa segue uma UNIF (2,3) min. Os estudantes podem, também, marcar uma entrevista com o professor durante o período de atendimento. Às visitas de atendimento marcado tem prioridade sobre a correção dos trabalhos. No entanto, se o professor estiver corrigindo um trabalho e ocorrer a chegada de um estudante para atendimento, ele termina a correção daquele trabalho para então atender o aluno. O professor marca atendimento com 3 a 7 alunos (estes números tem probabilidades iguais de ocorrerem) para as horas de atendimento. De sua experiência, o professor sabe que 10% dos alunos que marcam atendimento não aparecem. O tempo que o professor despende em um atendimento segue um distribuição TRIA (5, 10, 20) min. Probabilidade Número de tarefas entregue 0,2 11 0,2 12 0,3 13 0,1 14 0,2 15 Prof. Paulo José de Freitas Filho 6

7 Simule a operação de um período de atendimento (90 min.) coletando estatísticas sobre o tempo necessário para completar as tarefas do dia (correção de provas e atendimento), o tempo médio dos estudantes esperando para ver o professor e o percentual de tempo despendido pelo professor em cada um dos compromissos (correção e atendimento). Exercício 15 Um pequeno almoxarifado armazena 4 tipos de produtos. Cada um deles possui um inventário de custos associado. A tabela abaixo apresenta os dados dos produtos. Tipo de Percentual no Custo Produto Estoque 1 40 R$15, R$36, R$48, R$91,50 Os produtos ou requisições de produtos chegam ao estoque de acordo com uma distribuição exponencial com parâmetros 2,5 min.. Os tipos associados as entidades são atribuídos de acordo com o percentual da tabela. Duas empilhadeiras movimentam os produtos. O tempo para buscar ou armazenar um produto segue uma normal (3,0; 0.5) min. As chegadas de requisições ou os próprios produtos estão equilibradas, todos com a mesma probabilidade (50%). As ordens de requisições e de armazenagens de produtos aguardam todas na fila da empilhadeira. Nesta fila, as requisições têm prioridade sobre as armazenagens. Modele e simule este sistema por um dia de 24 horas. Inicie o processo, considerando a existência de 5 unidades de cada tipo de produto em estoque. Acompanhe o inventário de custos do sistema, isto é, utilize variáveis que informem a quantidade de cada tipo de peça existe no estoque, o custo total de cada tipo e o custo geral do inventário. Ao final, apresente também um a taxa de uso das empilhadeiras e o número de vezes em que aconteceram requisições de produtos que não se encontravam no estoque. Prof. Paulo José de Freitas Filho 7

MODELAGEM E SIMULAÇÃO

MODELAGEM E SIMULAÇÃO MODELAGEM E SIMULAÇÃO Professor: Dr. Edwin B. Mitacc Meza edwin@engenharia-puro.com.br www.engenharia-puro.com.br/edwin Como Funciona a Simulação Introdução Assim como qualquer programa de computador,

Leia mais

Métodos de Simulação em Logística

Métodos de Simulação em Logística Call Center Métodos de Simulação em Logística Exercício HelpDesk No departamento de suporte técnico da empresa está sendo estudada uma nova forma de atender os chamados dos clientes. A gerência deseja

Leia mais

Configurações Básicas

Configurações Básicas Compras Avançadas Este módulo auxilia na verificação da demanda dos produtos e com isso permite ajustar os estoques fazendo transferência entre as filiais e também definir a quantidade de estoque dos produtos

Leia mais

Organização e Arquitetura de Computadores

Organização e Arquitetura de Computadores Organização e Arquitetura de Computadores Entrada e saída Alexandre Amory Edson Moreno Nas Aulas Anteriores Foco na Arquitetura e Organização internas da Cleo Modelo Von Neuman Circuito combinacional Circuito

Leia mais

Pedido de Bar Sistema para controle de pedido de bar

Pedido de Bar Sistema para controle de pedido de bar Pedido de Bar Sistema para controle de pedido de bar Desenvolvido por Hamilton Dias (31) 8829.9195 Belo Horizonte hamilton-dias@ig.com.br www.h-dias.cjb.net ÍNDICE Introdução...3 Implantação...3 Instalação...3

Leia mais

MÓDULO 5 Movimentações

MÓDULO 5 Movimentações MÓDULO 5 Movimentações Bem-vindo(a) ao quinto módulo do curso. Agora que você já conhece as entradas no HÓRUS, aprenderá como são feitas as movimentações. As movimentações do HÓRUS são: Requisição ao Almoxarifado:

Leia mais

Planeamento Industrial Aula 04

Planeamento Industrial Aula 04 Planeamento Industrial Aula 04 Análise de processos:.fluxogramas;.tipos de processo;.medição do desempenho;.exemplos Análise de Processos 2 o Entender como os processos funcionam é fundamental para garantir

Leia mais

Notas da Aula 6 - Fundamentos de Sistemas Operacionais

Notas da Aula 6 - Fundamentos de Sistemas Operacionais 1. Monitores Notas da Aula 6 - Fundamentos de Sistemas Operacionais Embora os semáforos sejam uma boa solução para o problema da exclusão mútua, sua utilização não é trivial. O programador é obrigado a

Leia mais

MANUAL DO PRESTADOR FATURAMENTO WEB

MANUAL DO PRESTADOR FATURAMENTO WEB MANUAL DO PRESTADOR FATURAMENTO WEB 0 Sumário Introdução... 2 Funcionalidades... 2 Requisitos Necessários... 2 Faturamento Web... 3 Faturamento Simplificado... 4 Faturamento Detalhado... 9 Faturamento

Leia mais

3URI0DUFHOR0RUHWWL)LRURQL

3URI0DUFHOR0RUHWWL)LRURQL 6,8/$d 2(2'(/$*(&2387$&,21$/ 3URIDUFHORRUHWWL)LRURQL (;(5&Ë&,26±ž%LPHVWUH Desenhe o modelo para as situações descritas abaixo: $ $FDGHPLD GH *LQiVWLFD, Uma academia recebe alunos em intervalos de tempo

Leia mais

Notas da Aula 15 - Fundamentos de Sistemas Operacionais

Notas da Aula 15 - Fundamentos de Sistemas Operacionais Notas da Aula 15 - Fundamentos de Sistemas Operacionais 1. Software de Entrada e Saída: Visão Geral Uma das tarefas do Sistema Operacional é simplificar o acesso aos dispositivos de hardware pelos processos

Leia mais

GERENCIAMENTO CENTRALIZADO DELL POWERVAULT DL 2000 BASEADO EM TECNOLOGIA SYMANTEC

GERENCIAMENTO CENTRALIZADO DELL POWERVAULT DL 2000 BASEADO EM TECNOLOGIA SYMANTEC GERENCIAMENTO CENTRALIZADO DELL POWERVAULT DL 2000 BASEADO EM TECNOLOGIA SYMANTEC RESUMO EXECUTIVO O PowerVault DL2000, baseado na tecnologia Symantec Backup Exec, oferece a única solução de backup em

Leia mais

&UHDWH±'LVSRVH±3URFHVV±(QWLW\±5HVRXUFH

&UHDWH±'LVSRVH±3URFHVV±(QWLW\±5HVRXUFH $5(1$±$8/$ &UHDWH±'LVSRVH±3URFHVV±(QWLW\±5HVRXUFH )OX[RGD6LPXODomR5HFXUVRV(QWLGDGHV ygxorv%ivlfrvgr$uhqd ygxor&5($7( Cria as entidades para a simulação Campo Name: Identifica e documenta o módulo. Está

Leia mais

MODELAGEM E SIMULAÇÃO

MODELAGEM E SIMULAÇÃO MODELAGEM E SIMULAÇÃO Professor: Dr. Edwin B. Mitacc Meza edwin@engenharia-puro.com.br www.engenharia-puro.com.br/edwin Terminologia Básica Utilizada em de Sistemas Terminologia Básica Uma série de termos

Leia mais

MODULO: PECAS PROCEDIMENTOS ESPECIAIS ASSUNTO: PCPEINVE - VS. 3.702 INVENTARIO COM CONTAGEM DE ESTOQUE ----------------------------------

MODULO: PECAS PROCEDIMENTOS ESPECIAIS ASSUNTO: PCPEINVE - VS. 3.702 INVENTARIO COM CONTAGEM DE ESTOQUE ---------------------------------- MODULO: PECAS PROCEDIMENTOS ESPECIAIS ASSUNTO: PCPEINVE - VS. 3.702 INVENTARIO COM CONTAGEM DE ESTOQUE ---------------------------------- OBJETIVO: Permitir a contagem física e a comparação com os saldos

Leia mais

ARENA SOFTWARE APLICAÇÕES EM LOGÍSTICA

ARENA SOFTWARE APLICAÇÕES EM LOGÍSTICA APOSTILA ARENA SOFTWARE APLICAÇÕES EM LOGÍSTICA Adaptado por: Prof. Dr. Daniel Bertoli Gonçalves UNISO Original Prof. Dr. Marcone Jamilson Freitas Souza- UFOP 2010 Página 0 1. Introdução No estudo de planejamento,

Leia mais

Introdução à Simulação

Introdução à Simulação Introdução à Simulação O que é simulação? Wikipedia: Simulação é a imitação de alguma coisa real ou processo. O ato de simular algo geralmente consiste em representar certas características e/ou comportamentos

Leia mais

Organização de Computadores 1

Organização de Computadores 1 Organização de Computadores 1 4 SUPORTE AO SISTEMA OPERACIONAL Prof. Luiz Gustavo A. Martins Sistema Operacional (S.O.) Programa responsável por: Gerenciar os recursos do computador. Controlar a execução

Leia mais

SISTEMA GT Sistema de Gravação Telefônica

SISTEMA GT Sistema de Gravação Telefônica SISTEMA GT Sistema de Gravação Telefônica Art & Soft Ltda. Av. N. Sra. do Carmo, 1650/48 30330-000 Belo Horizonte MG http://www.artsoft.com.br/ Tel: (31) 3286-1184 Fax: (31) 3286-3227 Apresentação do Sistema

Leia mais

Usando o Arena em Simulação

Usando o Arena em Simulação Usando o Arena em Simulação o ARENA foi lançado pela empresa americana Systems Modeling em 1993 e é o sucessor de dois outros produtos de sucesso da mesma empresa: SIMAN (primeiro software de simulação

Leia mais

TRANSMISSÃO DE DADOS Prof. Ricardo Rodrigues Barcelar http://www.ricardobarcelar.com

TRANSMISSÃO DE DADOS Prof. Ricardo Rodrigues Barcelar http://www.ricardobarcelar.com - Aula 5-1. A CAMADA DE TRANSPORTE Parte 1 Responsável pela movimentação de dados, de forma eficiente e confiável, entre processos em execução nos equipamentos conectados a uma rede de computadores, independentemente

Leia mais

MODULO: PECAS PROCEDIMENTOS ESPECIAIS ASSUNTO: PCPEINVE - VS. 3.702 INVENTARIO COM CONTAGEM DE ESTOQUE ----------------------------------

MODULO: PECAS PROCEDIMENTOS ESPECIAIS ASSUNTO: PCPEINVE - VS. 3.702 INVENTARIO COM CONTAGEM DE ESTOQUE ---------------------------------- MODULO: PECAS PROCEDIMENTOS ESPECIAIS ASSUNTO: PCPEINVE - VS. 3.702 INVENTARIO COM CONTAGEM DE ESTOQUE ---------------------------------- OBJETIVO: Permitir a contagem física e a comparação com os saldos

Leia mais

LOGÍSTICA Professor: Dr. Edwin B. Mitacc Meza

LOGÍSTICA Professor: Dr. Edwin B. Mitacc Meza LOGÍSTICA Professor: Dr. Edwin B. Mitacc Meza edwin@engenharia-puro.com.br www.engenharia-puro.com.br/edwin Nível de Serviço ... Serviço ao cliente é o resultado de todas as atividades logísticas ou do

Leia mais

4. GERÊNCIA DE PROCESSADOR (Escalonamento de processos)

4. GERÊNCIA DE PROCESSADOR (Escalonamento de processos) 4. GERÊNCIA DE PROCESSADOR (Escalonamento de processos) Para implementar o compartilhamento da CPU entre diversos processos, um sistema operacional multiprogramável deve possuir um critério para determinar,

Leia mais

Memória da impressora

Memória da impressora Memória da impressora Gerenciando a memória 1 Sua impressora vem com, pelo menos, 32 MB de memória. Para determinar a quantidade de memória instalada atualmente em sua impressora, selecione Imprimir Menus

Leia mais

ROTINA DE INVENTÁRIO MANUAL MANUAL AVANÇO INFORMÁTICA AVANÇO INFORMÁTICA. [Digite seu endereço] [Digite seu telefone] [Digite seu endereço de e-mail]

ROTINA DE INVENTÁRIO MANUAL MANUAL AVANÇO INFORMÁTICA AVANÇO INFORMÁTICA. [Digite seu endereço] [Digite seu telefone] [Digite seu endereço de e-mail] ROTINA DE INVENTÁRIO [Digite seu endereço] [Digite seu telefone] [Digite seu endereço de e-mail] MANUAL MANUAL AVANÇO INFORMÁTICA AVANÇO INFORMÁTICA Material Desenvolvido para a Célula de Materiais Autor:

Leia mais

Solucionar problemas de fax. Perguntas comuns sobre fax... 2. Resolver problemas ao enviar faxes... 3. Resolver problemas ao receber faxes...

Solucionar problemas de fax. Perguntas comuns sobre fax... 2. Resolver problemas ao enviar faxes... 3. Resolver problemas ao receber faxes... 1 fax de Perguntas comuns sobre fax...................... 2 Resolver problemas ao enviar faxes................ 3 Resolver problemas ao receber faxes............... 5 Erros de envio de fax.............................

Leia mais

Sistema Operacional. Processo e Threads. Prof. Dr. Márcio Andrey Teixeira Sistemas Operacionais

Sistema Operacional. Processo e Threads. Prof. Dr. Márcio Andrey Teixeira Sistemas Operacionais Sistema Operacional Processo e Threads Introdução a Processos Todos os computadores modernos são capazes de fazer várias coisas ao mesmo tempo. Enquanto executa um programa do usuário, um computador pode

Leia mais

Simulação Industrial

Simulação Industrial Licenciatura em Engenharia e Gestão Industrial Simulação Industrial Enunciados de Exercícios Para as Aulas Práticas Acácio M. de O. Porta Nova Departamento de Engenharia e Gestão Instituto Superior Técnico

Leia mais

NOVIDADES DA VERSÃO 2.10 DO SANKHYA-W. Atividade Descrição Versão Abrangência

NOVIDADES DA VERSÃO 2.10 DO SANKHYA-W. Atividade Descrição Versão Abrangência NOVIDADES DA VERSÃO 2.10 DO SANKHYA-W Atividade Descrição Versão Abrangência Nota de complemento Geração de nota de complemento através do Sankhya-W. Informações da Sankhya/Jiva no Os e-mails de NF-e enviados

Leia mais

MANUAL DO USUÁRIO MODULO ALMOXARIFADO SUAP

MANUAL DO USUÁRIO MODULO ALMOXARIFADO SUAP MANUAL DO USUÁRIO MODULO ALMOXARIFADO SUAP Pouso Alegre MG 2013 SUMÁRIO 1. Introdução.... 6 2. Efetuar Entrada de Material.... 8 2.1. Entrada de Material por Compra.... 8 2.1.1. Cadastro de Empenho...

Leia mais

GUIA DE BOAS PRÁTICAS

GUIA DE BOAS PRÁTICAS GUIA DE BOAS PRÁTICAS Sumário Requisitos para um bom funcionamento...3 Menu Configurações...7 Como otimizar o uso da sua cota...10 Monitorando o backup...8 Manutenção de arquivos...12 www.upbackup.com.br

Leia mais

Avaliação de Desempenho

Avaliação de Desempenho Avaliação de Desempenho Aulas passadas Modelagem de sistemas via cadeias de Markov Aula de hoje Introdução à simulação Gerando números pseudo-aleatórios 1 O Ciclo de Modelagem Sistema real Criação do Modelo

Leia mais

Gerência do Processador

Gerência do Processador Andrique Amorim www.andrix.com.br professor@andrix.com.br Gerência do Processador Desenvolvimento web II IMPORTANTE SABER Desenvolvimento web II DEADLOCK (interbloqueio, blocagem, impasse) Situação em

Leia mais

Universidade Federal de Itajubá 02/09/2015 APRESENTAÇÃO APRESENTAÇÃO. Caminhonetes. Dados de entrada

Universidade Federal de Itajubá 02/09/2015 APRESENTAÇÃO APRESENTAÇÃO. Caminhonetes. Dados de entrada APRESENTAÇÃO - O QUE VAMOS EXPLORAR? Comando SPLIT Comando SEND APRESENTAÇÃO Lote de MP Fornecedor Armazém MP Máquina Caminhonetes Fornecedor Dados de entrada Cliente Taxa de produção da Máquina: 1 MP/min

Leia mais

Fox Gerenciador de Sistemas

Fox Gerenciador de Sistemas Fox Gerenciador de Sistemas Índice 1. FOX GERENCIADOR DE SISTEMAS... 4 2. ACESSO AO SISTEMA... 5 3. TELA PRINCIPAL... 6 4. MENU SISTEMAS... 7 5. MENU SERVIÇOS... 8 5.1. Ativação Fox... 8 5.2. Atualização

Leia mais

Acronis Servidor de Licença. Manual do Utilizador

Acronis Servidor de Licença. Manual do Utilizador Acronis Servidor de Licença Manual do Utilizador ÍNDICE 1. INTRODUÇÃO... 3 1.1 Descrição geral... 3 1.2 Política de licenças... 3 2. SISTEMAS OPERATIVOS SUPORTADOS... 4 3. INSTALAR O SERVIDOR DE LICENÇA

Leia mais

Simulação de Evento Discreto

Simulação de Evento Discreto Simulação de Evento Discreto Simulação de evento discreto As variáveis de estado modificam-se apenas pela ocorrência de eventos Os eventos ocorrem instantaneamente em pontos separados no tempo São simulados

Leia mais

ESTOQUE. Manual Estoque Atualizado em 29/06/2007 Pág. 1

ESTOQUE. Manual Estoque Atualizado em 29/06/2007 Pág. 1 MANUAL ESTOQUE Pág. 1 INTRODUÇÃO AO MÓDULO ESTOQUE Sua empresa seja de pequeno, médio, ou grande porte, precisa de um sistema que contemple as principais rotinas de controle de estoque. É para contornar

Leia mais

Sincronização. Sincronização de Relógios. Relógios Físicos

Sincronização. Sincronização de Relógios. Relógios Físicos Sincronização Embora a comunicação entre processos seja essencial em Sistemas Distribuídos, a sincronização de processos é também muito importante. Por exemplo: o É importante que vários processos não

Leia mais

Conectando a Montagem aos Processos em Lotes através de Sistemas Puxados Básicos

Conectando a Montagem aos Processos em Lotes através de Sistemas Puxados Básicos Conectando a Montagem aos Processos em Lotes através de Sistemas Puxados Básicos Art Smalley Tradução: Diogo Kosaka Sistemas puxados são uma parte fundamental da manufatura lean e freqüentemente são mal

Leia mais

ETEP TÉCNICO EM CONTABILIDADE MÓDULO 3 INFORMÁTICA 3 2012 PÓS MÉDIO

ETEP TÉCNICO EM CONTABILIDADE MÓDULO 3 INFORMÁTICA 3 2012 PÓS MÉDIO 2012 TÉCNICO EM CONTABILIDADE MÓDULO 3 INFORMÁTICA 3 PÓS MÉDIO 1 AULA 1 Verificação de Erros cometidos no Domínio Escrita Fiscal Para verificar o que já foi realizado no domínio escrita fiscal (e também

Leia mais

XDOC. Solução otimizada para armazenamento e recuperação de documentos

XDOC. Solução otimizada para armazenamento e recuperação de documentos XDOC Solução otimizada para armazenamento e recuperação de documentos ObJetivo Principal O Que você ACHA De ter Disponível Online todos OS Documentos emitidos por SUA empresa em UMA intranet OU Mesmo NA

Leia mais

Agendamento para Importação de Notas Fiscais

Agendamento para Importação de Notas Fiscais LIBERAÇÃO DE ATUALIZAÇÃO CORDILHEIRA VERSÃO 2 (Orientamos aos clientes que utilizam banco de dados SQL, para efetuarem a atualização preferencialmente após o encerramento das atividades do dia, acessando

Leia mais

Processos e Threads (partes I e II)

Processos e Threads (partes I e II) Processos e Threads (partes I e II) 1) O que é um processo? É qualquer aplicação executada no processador. Exe: Bloco de notas, ler um dado de um disco, mostrar um texto na tela. Um processo é um programa

Leia mais

VESOFTWARE - DESENVOLIMENTO DE SISTEMAS E WEBSITES Fone: (11) 4036-6980 VIVO(11)9607-5649 TIM(11)7013-8480 www.vesoftware.com.

VESOFTWARE - DESENVOLIMENTO DE SISTEMAS E WEBSITES Fone: (11) 4036-6980 VIVO(11)9607-5649 TIM(11)7013-8480 www.vesoftware.com. Fone: (11) 4036-6980 VIVO(11)9607-5649 TIM(11)7013-8480 www.vesoftware.com.br 1-15 INTRODUÇÃO O Programa pode ser instalado em qualquer equipamento que utilize o sistema operacional Windows 95 ou superior,

Leia mais

CATÁLOGO DE CUSTOMIZAÇÕES Apontamento Web

CATÁLOGO DE CUSTOMIZAÇÕES Apontamento Web CATÁLOGO DE CUSTOMIZAÇÕES Apontamento Web Índice CONSIDERAÇÕES INICIAIS... 3 DADOS DO PROJETO... 4 OBJETIVO(S) DO PROJETO... 4 ESCOPO... ERRO! INDICADOR NÃO DEFINIDO. PREMISSAS... 17 LIMITAÇÕES E RESTRIÇÕES...

Leia mais

Tipos de Servidores. Servidores com estado

Tipos de Servidores. Servidores com estado Tipos de Servidores Com Estado X Sem Estado Sequenciais X Concorrentes Com Conexão X Sem Conexão Servidores com estado Servidores com estado armazenam informação sobre cada cliente. Operações podem ser

Leia mais

Gerenciador de Psicotropicos

Gerenciador de Psicotropicos Gerenciador de Psicotropicos Gerenciador de Psicotrópicos Introdução Este manual orientará na utilização da ferramenta disponibilizada pelo sistema VSM na geração e envio dos arquivos e controle dos livros

Leia mais

DEPARTAMENTO DE CIÊNCIA DA COMPUTAÇÃO BACHARELADO EM INFORMÁTICA SISTEMAS OPERACIONAIS I 2 0 SEM/2008 Trabalho em Grupo Nr 2

DEPARTAMENTO DE CIÊNCIA DA COMPUTAÇÃO BACHARELADO EM INFORMÁTICA SISTEMAS OPERACIONAIS I 2 0 SEM/2008 Trabalho em Grupo Nr 2 DEPARTAMENTO DE CIÊNCIA DA COMPUTAÇÃO BACHARELADO EM INFORMÁTICA SISTEMAS OPERACIONAIS I 2 0 SEM/2008 Trabalho em Grupo Nr 2 IMPLEMENTAÇÃO DE THREADS E SEMÁFOROS 1. Objetivo do Trabalho Estimular o aluno

Leia mais

Ferramentas de Modelação e Análise de Sistemas baseadas em Redes de Petri (RdP)

Ferramentas de Modelação e Análise de Sistemas baseadas em Redes de Petri (RdP) Ferramentas de Modelação e Análise de Sistemas baseadas em Redes de Petri (RdP) Existem inúmeras ferramentas (software) baseadas em RdP que permitem desenvolver modelar e analisar sistema de RdP. Algumas

Leia mais

Capítulo 1 Conceitos e Gestão de Estoques

Capítulo 1 Conceitos e Gestão de Estoques Capítulo 1 Conceitos e Gestão de Estoques Celso Ferreira Alves Júnior eng.alvesjr@gmail.com 1. GESTÃO DE ESTOQUE 1.1 Conceito de Gestão de estoques Refere-se a decisões sobre quando e quanto ressuprir

Leia mais

Admistração de Redes de Computadores (ARC)

Admistração de Redes de Computadores (ARC) Admistração de Redes de Computadores (ARC) Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia de Santa Catarina - Campus São José Prof. Glauco Cardozo glauco.cardozo@ifsc.edu.br RAID é a sigla para Redundant

Leia mais

MANUAL DO SISTEMA. Versão 6.04

MANUAL DO SISTEMA. Versão 6.04 MANUAL DO SISTEMA Versão 6.04 Inventário Manual...2 Relatório de contagem...2 Contagem...3 Digitação...3 Inventário Programado...6 Gerando o lote...7 Inserindo produtos manualmente no lote...8 Consultando

Leia mais

Manual do Usuário Cyber Square

Manual do Usuário Cyber Square Manual do Usuário Cyber Square Criado dia 27 de março de 2015 as 12:14 Página 1 de 48 Bem-vindo ao Cyber Square Parabéns! Você está utilizando o Cyber Square, o mais avançado sistema para gerenciamento

Leia mais

SERVIÇO DE ANÁLISE DE REDES DE TELECOMUNICAÇÕES APLICABILIDADE PARA CALL-CENTERS VISÃO DA EMPRESA

SERVIÇO DE ANÁLISE DE REDES DE TELECOMUNICAÇÕES APLICABILIDADE PARA CALL-CENTERS VISÃO DA EMPRESA SERVIÇO DE ANÁLISE DE REDES DE TELECOMUNICAÇÕES APLICABILIDADE PARA CALL-CENTERS VISÃO DA EMPRESA Muitas organizações terceirizam o transporte das chamadas em seus call-centers, dependendo inteiramente

Leia mais

Primeira Lista de Exercícios de Estatística

Primeira Lista de Exercícios de Estatística Primeira Lista de Exercícios de Estatística Professor Marcelo Fernandes Monitor: Márcio Salvato 1. Suponha que o universo seja formado pelos naturais de 1 a 10. Sejam A = {2, 3, 4}, B = {3, 4, 5}, C =

Leia mais

Parametrização Básica WMS

Parametrização Básica WMS Parametrização Básica WMS Sumário Definindo Parâmetros Gerais... 4 Parâmetros... 5 Conferência... 6 Integração... 7 Pick / Pack... 8 Tarefa... 10 Etiqueta... 11 Produção... 12 Integração do Produto...

Leia mais

Introdução Diagramas de Casos de Uso Diagramas de Classes Estoque Fácil

Introdução Diagramas de Casos de Uso Diagramas de Classes Estoque Fácil UFCG Introdução Diagramas de Casos de Uso Diagramas de Classes Estoque Fácil Arthur Silva Freire Caio César Meira Paes Carlos Artur Nascimento Vieira Matheus de Araújo Maciel Tiago Brasileiro Araújo Engenharia

Leia mais

O programa Mysql acompanha o pacote de instalação padrão e será instalado juntamente com a execução do instalador.

O programa Mysql acompanha o pacote de instalação padrão e será instalado juntamente com a execução do instalador. INTRODUÇÃO O Programa pode ser instalado em qualquer equipamento que utilize o sistema operacional Windows 95 ou superior, e seu banco de dados foi desenvolvido em MySQL, sendo necessário sua pré-instalação

Leia mais

Passo-a-passo para acesso ao novo sistema de reservas de salas no Rochaverá

Passo-a-passo para acesso ao novo sistema de reservas de salas no Rochaverá Passo-a-passo para acesso ao novo sistema de reservas de salas no Rochaverá 1. Tela de Acesso (Login) RE = seu RE Senha = CPF sem pontos e traço (para o primeiro acesso). Observação: Você pode trocar a

Leia mais

Ao ligar o equipamento, você verá a mensagem abaixo, o objetivo dela é fazer a configuração mínima para LOGAR ao servidor da Internet.

Ao ligar o equipamento, você verá a mensagem abaixo, o objetivo dela é fazer a configuração mínima para LOGAR ao servidor da Internet. MANUAL DE OPERAÇÃO DO NET MACHINE VOCÊ NÃO NECESSITA MAIS DE UM COMPUTADOR PARA CONVERSAR COM ALGUÉM QUE ESTA NO MIRC NET MACHINE É UM PLACA ELETRÔNICA DE BAIXO CUSTO A PLACA TAMBEM PODE MANDAR E LER E-MAILS

Leia mais

Lista de Exercícios - Distribuição Normal

Lista de Exercícios - Distribuição Normal Lista de Exercícios - Distribuição Normal Monitor: Giovani e Prof. Jomar 01. Em indivíduos sadios, o consumo renal de oxigênio tem distribuição Normal de média 12 cm³/min e desvio padrão 1,5 cm³/min. Determinar

Leia mais

Lista de Erros Discador Dial-Up

Lista de Erros Discador Dial-Up Lista de Erros Discador Dial-Up Erro Código Descrição Ok 1 Usuário autenticado com sucesso e conexão encerrada pelo usuário OK 11 Usuário autenticado com sucesso e discador terminado pelo usuário OK 21

Leia mais

2 de maio de 2014. Remote Scan

2 de maio de 2014. Remote Scan 2 de maio de 2014 Remote Scan 2014 Electronics For Imaging. As informações nesta publicação estão cobertas pelos termos dos Avisos de caráter legal deste produto. Conteúdo 3 Conteúdo...5 Acesso ao...5

Leia mais

Elaborado por SIGA-EPT. Projeto SIGA-EPT: Manual do Usuário Almoxarifado

Elaborado por SIGA-EPT. Projeto SIGA-EPT: Manual do Usuário Almoxarifado Elaborado por SIGA-EPT Projeto SIGA-EPT: Manual do Usuário Almoxarifado Versão Dezembro - 2009 Sumário 1 Introdução 5 1.1 Entrando no sistema e repassando as opções................... 5 1.2 Administração......................................

Leia mais

Millennium ECO 2.0 (beta)

Millennium ECO 2.0 (beta) MILLENNIUM NETWORK Millennium ECO 2.0 (beta) Documentação Técnica (draft) 10/2013 Este documento contém as instruções para a utilização da biblioteca Millenium_Eco que se presta à comunicação de aplicativos

Leia mais

Gerência de Processador

Gerência de Processador Gerência de Processador Prof. Edwar Saliba Júnior Junho de 2009 Unidade 03-003 Gerência de Processador 1 Introdução Com o surgimento dos sistemas multiprogramáveis, onde múltiplos processos poderiam permanecer

Leia mais

PRODUÇÃO ENXUTA. Eng. Liane Freitas, MsC.

PRODUÇÃO ENXUTA. Eng. Liane Freitas, MsC. PRODUÇÃO ENXUTA Eng. Liane Freitas, MsC. O que será visto neste capítulo? 1 O significado a filosofia JIT 2 O JIT versus a prática tradicional 3 As técnicas JIT de gestão 4 As técnicas JIT de planejamento

Leia mais

Teoria de Filas. Prof. Gustavo Leitão. Campus Natal Central. Planejamento de Capacidade de Sistemas

Teoria de Filas. Prof. Gustavo Leitão. Campus Natal Central. Planejamento de Capacidade de Sistemas Teoria de Filas Prof. Gustavo Leitão Campus Natal Central. Planejamento de Capacidade de Sistemas 5/27/2010 Objetivo da Aula 5/27/2010 5/27/2010 OBJETIVO Apresentar os conceitos de teoria de filas e suas

Leia mais

Um pouco sobre Pacotes e sobre os protocolos de Transporte

Um pouco sobre Pacotes e sobre os protocolos de Transporte Um pouco sobre Pacotes e sobre os protocolos de Transporte O TCP/IP, na verdade, é formado por um grande conjunto de diferentes protocolos e serviços de rede. O nome TCP/IP deriva dos dois protocolos mais

Leia mais

Programação Concorrente Processos e Threads

Programação Concorrente Processos e Threads Programação Concorrente Processos e Threads Prof. Eduardo Alchieri Processos O conceito mais central em qualquer sistema operacional é o processo Uma abstração de um programa em execução Um programa por

Leia mais

MANUAL DE IMPLANTAÇÃO SISTEMA DE INVENTÁRIO CACIC GOVERNO FEDERAL SOFTWARE PÚBLICO

MANUAL DE IMPLANTAÇÃO SISTEMA DE INVENTÁRIO CACIC GOVERNO FEDERAL SOFTWARE PÚBLICO MANUAL DE IMPLANTAÇÃO SISTEMA DE INVENTÁRIO CACIC Configurador Automático e Coletor de Informações Computacionais GOVERNO FEDERAL SOFTWARE PÚBLICO software livre desenvolvido pela Dataprev Sistema de Administração

Leia mais

Análise de Sugestão de Compra

Análise de Sugestão de Compra Análise de Sugestão de Compra Introdução O TCar possui a função para análise de sugestão de compra que permite a geração de pedidos de compra com maior eficiência e praticidade, através dos dados detalhadas

Leia mais

Configuração Empresa/Filial

Configuração Empresa/Filial Configuração Empresa/Filial Para definir as configurações (Parâmetros) de cada empresa ou filial cadastrada no sistema, proceda da seguinte forma: Acesse o módulo Administrativo. Clique no menu Cadastros

Leia mais

G-Bar. Módulo Básico Versão 4.0

G-Bar. Módulo Básico Versão 4.0 G-Bar Software para Gerenciamento de Centrais de Corte e Dobra de Aço Módulo Básico Versão 4.0 Pedidos de Vendas Manual do Usuário 1 As informações contidas neste documento, incluindo links, telas e funcionamento

Leia mais

SISTEMAS OPERACIONAIS LIVRES. Professor Carlos Muniz

SISTEMAS OPERACIONAIS LIVRES. Professor Carlos Muniz SISTEMAS OPERACIONAIS LIVRES Agendar uma tarefa Você deve estar com logon de administrador para executar essas etapas. Se não tiver efetuado logon como administrador, você só poderá alterar as configurações

Leia mais

A máscara de sub-rede pode ser usada para dividir uma rede existente em "sub-redes". Isso pode ser feito para:

A máscara de sub-rede pode ser usada para dividir uma rede existente em sub-redes. Isso pode ser feito para: Fundamentos: A máscara de pode ser usada para dividir uma rede existente em "s". Isso pode ser feito para: 1) reduzir o tamanho dos domínios de broadcast (criar redes menores com menos tráfego); 2) para

Leia mais

Sistemas Operacionais

Sistemas Operacionais Sistemas de Entrada/Saída Sistema de Entrada/Saída - Redundant Array of Independent Disks 0 - Matriz de Discos sem Tolerância a Falhas 1 - Espelhamento 2 - Código de Hamming 3 - Transferência Paralela

Leia mais

Armazenamento de Dados. Prof. Antonio Almeida de Barros Junior

Armazenamento de Dados. Prof. Antonio Almeida de Barros Junior Armazenamento de Dados Prof. Antonio Almeida de Barros Junior 1 Armazenamento de Dados Todos os dados que utilizamos até o momento, ficavam armazenados apenas na memória. Ao final da execução dos programas,

Leia mais

Exercícios Sugeridos Variáveis Aleatórias Discretas e Contínuas

Exercícios Sugeridos Variáveis Aleatórias Discretas e Contínuas Exercícios Sugeridos Variáveis Aleatórias Discretas e Contínuas 1. (Paulino e Branco, 2005) Num depósito estão armazenadas 500 embalagens de um produto, das quais 50 estão deterioradas. Inspeciona-se uma

Leia mais

SIMULADO: Simulado 3 - ITIL Foundation v3-40 Perguntas em Português

SIMULADO: Simulado 3 - ITIL Foundation v3-40 Perguntas em Português 1 de 7 28/10/2012 16:47 SIMULADO: Simulado 3 - ITIL Foundation v3-40 Perguntas em Português RESULTADO DO SIMULADO Total de questões: 40 Pontos: 0 Score: 0 % Tempo restante: 55:07 min Resultado: Você precisa

Leia mais

Planejamento e Controle da Produção I

Planejamento e Controle da Produção I Planejamento e Controle da Produção I Sequenciamento e Emissão de Ordens Prof. M.Sc. Gustavo Meireles 2012 Gustavo S. C. Meireles 1 Introdução Programação da produção: define quanto e quando comprar, fabricar

Leia mais

MANUAL DE USO SERASAJUD

MANUAL DE USO SERASAJUD MANUAL DE USO SERASAJUD JULHO DE 2015 Controle de Revisão Data da Revisão Versão Documento Versão DF-e Manager Executor Assunto Revisado 08/10/2013 1.0 Rodrigo Vieira Ambar/Gigiane Martins Criação 18/03/2104

Leia mais

Sistema de de Bilhetagem Eletrônica MANUAL MÓDULO PDV

Sistema de de Bilhetagem Eletrônica MANUAL MÓDULO PDV Sistema de de Eletrônica SETRANSP DOTFLEX MANUAL MÓDULO PDV REGIÃO MANUAL METROPOLITANA MÓDULO PESSOA Revisão JURÍDICA 02 / Setembro SBE de 2008 - DOTFLEX Revisão 00 / Março de 2009 MANUAL MÓDULO EMPRESA

Leia mais

Análise de Sugestão de Compra: Processo de Remanejo Automático

Análise de Sugestão de Compra: Processo de Remanejo Automático Análise de Sugestão de Compra: Processo de Remanejo Automático Introdução O processo de remanejo permite ao usuário visualizar os itens que estão com estoque acima da demanda, e transferi-los para filiais

Leia mais

Manual do usuário. Mobile Auto Download

Manual do usuário. Mobile Auto Download Manual do usuário Mobile Auto Download Mobile Auto Download Parabéns, você acaba de adquirir um produto com a qualidade e segurança Intelbras. Este manual serve como referência para a sua instalação e

Leia mais

Manual do sistema SMARsa Web

Manual do sistema SMARsa Web Manual do sistema SMARsa Web Módulo Gestão de atividades RS/OS Requisição de serviço/ordem de serviço 1 Sumário INTRODUÇÃO...3 OBJETIVO...3 Bem-vindo ao sistema SMARsa WEB: Módulo gestão de atividades...4

Leia mais

Manual operacional Sistec for Windows

Manual operacional Sistec for Windows 1 Índice 1.Apresentação 2.Instalação 2.1.Instalando o programa 2.2.Executando o programa 2.3.Alterando o Logotipo 2.4.Alterando a Mensagem da tela Principal 3.Operações básicas 3.1.Cadastrando Contas Bancárias

Leia mais

Gerenciamento de estoque de materiais de manutenção em uma indústria de reciclagem de chumbo em Cascavel-PR.

Gerenciamento de estoque de materiais de manutenção em uma indústria de reciclagem de chumbo em Cascavel-PR. Gerenciamento de estoque de materiais de manutenção em uma indústria de reciclagem de chumbo em Cascavel-PR. Barbara Monfroi (Unioeste) bmonfroi@gmail.com Késsia Cruz (Unioeste) kessia.cruz@hotmail.com

Leia mais

Sistemas Operacionais

Sistemas Operacionais Sistemas Operacionais Gerência de processos Edson Moreno edson.moreno@pucrs.br http://www.inf.pucrs.br/~emoreno Introdução Multiprogramação Permite a execução de diversos processos concorrentemente Maior

Leia mais

Prof.: Roberto Franciscatto. Capítulo 1.2 Aspectos Gerais

Prof.: Roberto Franciscatto. Capítulo 1.2 Aspectos Gerais Sistemas Operacionais Prof.: Roberto Franciscatto Capítulo 1.2 Aspectos Gerais Estrutura do Sistema Operacional Principais Funções do Sistema Operacional Tratamento de interrupções e exceções Criação e

Leia mais

Sistemas Operacionais

Sistemas Operacionais Aula 9 Sistemas Operacionais Ivan Saraiva Silva Ciência da Computação 2005.1 Gerência de Memória Um sistema de memória possui pelo menos dois níveis: Memória principal: RAM (acessada pela CPU) Memória

Leia mais

Sistema CarOnline365 S I S T E M A D E O R Ç A M E N TA Ç Ã O E G E R E N C I A M E N T O PA R A O F I C I N A S E C O N C E S S I O N Á R I A S

Sistema CarOnline365 S I S T E M A D E O R Ç A M E N TA Ç Ã O E G E R E N C I A M E N T O PA R A O F I C I N A S E C O N C E S S I O N Á R I A S Sistema CarOnline365 S I S T E M A D E O R Ç A M E N TA Ç Ã O E G E R E N C I A M E N T O PA R A O F I C I N A S E C O N C E S S I O N Á R I A S Módulos do Sistema CarOnline365 Orçamentos Ordens de Serviço

Leia mais

Controle Patrimonial WEB

Controle Patrimonial WEB Cccc Controle Patrimonial WEB Manual Inventário Conteúdo. Introdução... 3 2. Inventário... 3 2.. Abertura do inventário... 4 2.2. Relatório para Inventário... 5 2.2.. Contagem física e verificação do estado

Leia mais

Sistema de Devolução Web

Sistema de Devolução Web Manual Sistema de Devolução Web Usuário Cliente ÍNDICE Sumário 1. Prazos...3 2. Solicitação de Devolução... 4 3. Autorização de Devolução... 4 4. Coleta de Mercadoria... 4 5. Acompanhamento da Devolução...

Leia mais

Módulo 3 Custo e nível dos Estoques

Módulo 3 Custo e nível dos Estoques Módulo 3 Custo e nível dos Estoques O armazenamento de produtos produz basicamente quatro tipos de custos. 1. Custos de capital (juros, depreciação) 2. Custos com pessoal (salários, encargos sociais) 3.

Leia mais

SUMÁRIO. Elaborado por: Revisado por: Aprovado por: Coordenação de Qualidade e Meio Ambiente. Gerência Suprimentos e Logística

SUMÁRIO. Elaborado por: Revisado por: Aprovado por: Coordenação de Qualidade e Meio Ambiente. Gerência Suprimentos e Logística Suprimentos e Logística Pág. 1 de 14 SUMÁRIO 1 OBJETIVO... 2 2 ABRANGÊNCIA / NÍVEL DE DISTRIBUIÇÃO... 2 3 SIGLAS UTILIZADAS... 2 4 GLOSSÁRIO / CONCEITOS... 2 5 DOCUMENTOS DE REFERÊNCIA... 3 6 CONTEÚDO...

Leia mais