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1 6LPXODomR GH6LVWHPDV )HUUDPHQWDV &RPSXWDFLRQDLV SDUD 6LPXODomR #5,6. Simulador voltado para análise de risco financeiro 3RQWRV IRUWHV Fácil de usar. Funciona integrado a ferramentas já bastante conhecidas, como MS Excel e MS Project; 3RQWRV IUDFRV Limitado ao ambiente das ferramentas onde é usado (Excel, Project); Voltado a simulações do tipo estáticas

2 3&5$,/ Simulador de movimentação de trens e sinalização de linhas 3RQWRV IRUWHV Possui ferramentas e recursos prontos para simular o ambiente ferroviário; 3RQWRV IUDFRV Não simula outros tipos de sistema. $87202' 3RQWRV IRUWHV Simulação gráfica em 3D real; Multiplataforma 3RQWRV IUDFRV Modelagem trabalhosa; Interface pouco intuitiva Simulador de eventos discretos genérico 2

3 35202'(/ 3RQWRV IRUWHV Modelagem visual e intuitiva; Boa interface de animação. Simulador de eventos discretos genérico 3RQWRV IUDFRV Modelagens mais complexas necessitam entrar em linguagem por linha de comando; Fracos recursos de integração com outros aplicativos :,71(66 Simulador de eventos discretos genérico 3RQWRV IRUWHV Modelagem visual e intuitiva; Boa interface de animação, incluindo módulo 3D. 3RQWRV IUDFRV Não possui estrutura de suporte no Brasil; Poucos recursos de integração com outros aplicativos 3

4 $5(1$ Simulador de eventos discretos genérico 3RQWRV IRUWHV Modelagem visual e intuitiva, através de descrição do fluxo do processo, em qualquer nível de complexidade; Forte integração para troca de dados com outros aplicativos Windows; Tecnologia de templates: une flexibilidade com especialização 3RQWRV IUDFRV Montagem da animação trabalhosa em alguns casos Outras ferramentas de simulação : SLAM (genérico); SIMUL8 (genérico); Taylor II (genérico); Multirail (ferroviário); Ferramentas desenvolvidas em ambiente acadêmico 4

5 6LPXODomR H0RGHODJHP &RPSXWDFLRQDO (WDSDV GHXP3URMHWR GH6LPXODomR 3DVVRV GHXP3URMHWR GH6LPXODomR 1.Formulação e Análise do Problema: Os propósitos e objetivos do estudo devem ser claramente definidos. Questões a serem respondidas: a) Por que o problema está sendo estudado? b) Quais serão as respostas que o estudo espera alcançar? c) Quais são os critérios para avaliação da performance do sistema? d) Quais são as hipóteses e prerrogativas? e) Quais restrições e limites são esperados das soluções obtidas? 5

6 3DVVRV GHXP3URMHWR GH6LPXODomR 2.Planejamento do Projeto: Certificar-se da disponibilidade dos recursos. Descrição dos vários cenários que serão investigados e cronograma temporal das atividades a serem desenvolvidas 3DVVRV GHXP3URMHWR GH6LPXODomR 3.Formulação do Modelo Conceitual: Traçar um esboço de forma gráfica (por exemplo: fluxograma) ou algorítmica (pseudocódigo), definindo os componentes, descrevendo as variáveis e interações que constituem o sistema. O ideal é que o modelo se inicie de forma simplificada e vá crescendo até se tornar mais complexo. Questões: a) Qual a estratégia de modelagem? Discreta? Contínua? As duas? b) Qual a quantidade de detalhes a ser inserida no modelo? c) Como o modelo reportará resultados? d) Que nível de personalização de cenários deve ser implementado? e) Que nível de agregação dos processos (ou de alguns) deve ser implementado? f) Como os dados serão colocados no modelo? Manualmente? Leitura de arquivos? 6

7 3DVVRV GHXP3URMHWR GH6LPXODomR 4.Coleta de Macro-Informações e Dados: Macro-informações são fatos, estatísticas e informações fundamentais, provenientes de observações, experiências pessoais ou de arquivos históricos. Questões: a) Quais as relações e regras que conduzem a dinâmica do sistema? b) Quais são as fontes de dados necessários à alimentação do modelo? c) Os dados já se encontram na forma desejada? O mais comum é que os dados disponíveis se encontrem de maneira agregada (na forma de médias, por exemplo), o que não é interessante para a simulação. d) Existem dados econômicos/financeiros? A incorporação destes elementos torna a simulação bem mais efetiva e aumenta sua credibilidade. 3DVVRV GHXP3URMHWR GH6LPXODomR 5.Tradução do Modelo: Codificar o modelo em uma linguagem de simulação apropriada. Questões: a) Quem fará a tradução do modelo conceitual para a linguagem de simulação? b) Como será realizada a comunicação entre os responsáveis pela programação e a gerência do projeto? c) Como será feita a documentação? Os nomes de variáveis e atributos estão claramente documentados? Outros que não o programador, podem entender o programa? 7

8 3DVVRV GHXP3URMHWR GH6LPXODomR 6.Verificação e Validação Confirmar que o modelo opera de acordo com a intenção do analista, e que os resultados apresentados por ele possuam crédito e sejam representativos. Questões: a) O modelo gera informações que satisfazem os objetivos do estudo? b) As informações geradas são confiáveis? c) A aplicação de testes de consistência e outros confirma que o modelo está isento de erros de programação? 3DVVRV GHXP3URMHWR GH6LPXODomR 7.Projeto Experimental Final Projetar um conjunto de experimentos que produza a informação desejada, determinando como cada um dos testes deva ser realizado. O ideal é produzir o máximo de informações com o mínimo de experimentos. Questões: a) Quais os principais fatores associados aos experimentos? b) Em que níveis devem ser os fatores variados, de forma que se possa melhor avaliar os critérios de desempenho? c) Qual o projeto experimental mais adequado ao quadro de respostas desejadas? 8

9 3DVVRV GHXP3URMHWR GH6LPXODomR 8.Experimentação Executar simulações para a geração dos dados desejados e para a realização de análises de sensibilidade. 3DVVRV GHXP3URMHWR GH6LPXODomR 9.Interpretação e Análise Estatística dos Resultados Traçar inferências sobre os resultados alcançados pela simulação. As análises poderão resultar na necessidade de um maior número de execuções (replicações) do modelo para que se possa alcançar a precisão estatística sobre os resultados desejados. Questões: a) O sistema modelado é do tipo terminal ou não terminal? b) Quantas replicações são necessárias? c) Qual deve ser o período simulado para que se possa alcançar o estado de regime? d) E o período de ZDUPXS? Será necessário? Qual o seu tamanho? 9

10 3DVVRV GHXP3URMHWR GH6LPXODomR 10.Comparação de Sistemas e Identificação das Melhores Soluções Muitas vezes, o emprego da técnica de simulação visa a identificação de diferenças existentes entre diversas alternativas de sistemas. Ex: comparação entre o sistema real e uma ou mais alternativas. Questões: a) Como realizar este tipo de análise? b) Como proceder para comparar alternativas com um padrão? c) Como proceder para comparar todas as alternativas entre sí? d) Como identificar a melhor alternativa de um conjunto? e) Como garantir estatisticamente os resultados? 3DVVRV GHXP3URMHWR GH6LPXODomR 11.Documentação A documentação é imprescidível para prolongar o uso e o bom aproveitamento do modelo. Os resultados dos diversos experimentos também fazem parte desta documentação, servindo de argumentos para sustentar a escolha ou não de determinado cenário. Deve conter principalmente os elementos: a) Descrição dos objetivos e hipóteses levantadas; b) Conjunto de parâmetros de entrada utilizados (incluindo a descrição das técnicas adotadas para adequação de curvas de variáveis aleatórias); c) Descrição das técnicas e métodos empregados na verificação e na validação do modelo; d) Descrição do projeto de experimentos adotado; e) Resultados obtidos e descrição dos métodos de análise adotados. 10

11 3DVVRV GHXP3URMHWR GH6LPXODomR 12.Apresentação de Resultados/Implementação A apresentação dos resultados do estudo de simulação deve ser realizada por toda a equipe participante, refletindo os esforços individuais e coletivos dos seus diversos aspectos, isto é, levantamento do problema, coleta de dados, construção do modelo, etc.. Deve conter os itens: a) Restabelecimento e confirmação dos objetivos do projeto; b) Quais problemas foram resolvidos; c) Rápida revisão da metodologia; d) Benefícios alcançados com a solução proposta; e) Considerações sobre o alcance e precisão dos resultados; f) Alternativas rejeitadas e os motivos; g) Animação das alternativas propostas, quando adequadas; h) Estabelecimento de conexões entre o processo e os resultados; i) Tentar demonstrar que a simulação é uma especie de ponte entre a idéia e sua implementação. 3URMHWR GH6LPXODomR Método de Modelagem / Descrição do Sistema Um dos métodos mais usados para descrever um sistema para um simulador é acompanhar o caminho da entidade dentro do sistema. Este método é válido para a maioria dos sistemas de simulação (inclusive o Arena). Este método segue os seguintes princípios: a) A realidade consiste em uma série de entidades ou transações que fluem através de um sistema. Tais entidades são descritas, caracterizadas e identificadas por seus atributos; b) As entidades interagem com recursos e outras facilidades participando de atividades de acordo com certas condições, as quais determinam a sequência de interações; c) Estas interações estão relacionadas ou criam eventos, os quais alteram o estado do sistema. 11

12 3URMHWR GH6LPXODomR Descrição do sistema através de fluxograma ou pseudo-código Primeira ação: IDENTIFICAR A ENTIDADE Elemento que flui pelo sistema e provoca a alterações no seu estado. A escolha da entidade está vinculada ao propósito do estudo a ser realizado. Exemplo: ³(P XPFLQHPDRSRUWHLUR UHFHEH RV ELOKHWHV GDV SHVVRDV TXH HQWUDP SDUD DVVLVWLU DR ILOPHHLPSHGHDHQWUDGD GRV PHQRUHV GHDQRV'HVFREULU DXWLOL]DomR GRSRUWHLUR H FRQWDU TXDQWDV SHVVRDV HQWUDP QRFLQHPD Entidade: PESSOAS 3URMHWR GH6LPXODomR Descrição através de Fluxograma (também conhecido como DFD, ou Data Flow Diagram) Chegam pessoas no cinema Ação do porteiro: Verificar Identidade Maior de 18 anos? Ação do porteiro: Impedir entrada Pessoas voltam para casa Ação do porteiro: Permitir entrada Pessoas entram no cinema 12

13 3URMHWR GH6LPXODomR Descrição através de Pseudo-Código Descrição das ações sem vínculo com linguagem computacional $VSHVVRDV FKHJDP DR FLQHPDHHQWUHJDP RELOKHWH DR SRUWHLUR 2SRUWHLUR VROLFLWD DLGHQWLGDGH HDFRQIHUH 6(DLGDGH GD SHVVRD IRUPDLRU GHDQRVSHUPLWH DVXD HQWUDGD 3HVVRD HQWUD QRFLQHPD 6(DLGDGH GD SHVVRD IRUPHQRU GHDQRVLPSHGHDHQWUDGD 3HVVRD QmR HQWUD QRFLQHPDHYROWD SDUD FDVD 3URMHWR GH6LPXODomR Descrição mais detalhada do mesmo sistema: $SHVVRD FKHJD DR FLQHPD $SHVVRD HQWUHJD RELOKHWH DR SRUWHLUR 2SRUWHLUR VROLFLWD DLGHQWLGDGH 3RUWHLUR FRQIHUH DLGHQWLGDGH 6(DLGDGH GD SHVVRD IRUPDLRU GHDQRVSHUPLWH DVXD HQWUDGD 3HVVRD HQWUD QRFLQHPD 6(DSHVVRD TXLVHU SLSRFDYDL SDUD REDOFmR 6(1 2DSHVVRD FDPLQKD DWp DVDOD GHSURMHomR 6(DLGDGH GD SHVVRD IRUPHQRU GHDQRVLPSHGHDHQWUDGD 3HVVRD QmR HQWUD QRFLQHPD 3HVVRD FDPLQKD GHYROWD SDUD FDVD 3RUWHLUR DWHQGH DSUR[LPD SHVVRD 13

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