Isquemia Mesentérica Aguda
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- Nathan Varejão Gonçalves
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1 Reunião temática Raquel Madaleno 3 de Maio de 2017 Serviço de Imagem Médica Dir.: Prof. Doutor Filipe Caseiro Alves
2 Isquemia Mesentérica Sumário Introdução Anatomia e Fisiologia Etiologia Fisiopatologia Diagnóstico Prognóstico Diagnóstico diferencial Tratamento
3 Introdução Interrupção do fluxo sanguíneo intestinal. 1% dos episódios de abdómen agudo 12,9 por indivíduos por ano M=H; Aumenta com a idade. Clínica: Inespecífica Pode envolver o intestino delgado ou o cólon, ser segmentar ou difusa, superficial e reversível ou transmural, com enfarte intestinal.
4 Anatomia e Fisiologia Tronco celíaco Artéria Mesentérica Superior Artéria Mesentérica Inferior
5 Anatomia e Fisiologia Tronco celíaco Responsável pela vascularização desde o esófago distal à 2ª porção do duodeno * Artéria gastroduodenal (colaterais com a AMS)
6 Anatomia e Fisiologia Artéria Mesentérica Superior Responsável pela vascularização desde a 3ª porção do duodeno ao ângulo esplénico do cólon. * Artéria marginal de Drummond * Arcada de Riolan (colaterais com a AMI)
7 Anatomia e Fisiologia Artéria Mesentérica Inferior Responsável pela vascularização desde o ângulo esplénico ao recto. * Ramos lombares da aorta abdominal * Artéria sagrada * Artérias ilíacas internas
8 Anatomia e Fisiologia Veia mesentérica superior e inferior Paralelas às artérias correspondentes e drenam os segmentos que estas irrigam. * Colaterais com as veias esofágicas, gástricas, renais, lombares e pélvicas.
9 Anatomia e Fisiologia Fluxo sanguíneo intestinal: - Repouso: 20% do débito cardíaco - Pós-prandial: 35% do débito cardíaco (autorregulação esplâncnica) - Situações críticas: 10% do débito cardíaco - 2/3 para a mucosa intestinal
10 Anatomia e Fisiologia Regulação do fluxo sanguíneo intestinal: - Autorregulação esplâncnica: resposta miogénica directa à diminuição pressão de perfusão - Autorregulação sistémica: resposta humoral e neural mediada pela vasopressina e angiotensina II - Em situações normais, a autorregulação esplâncnica permite a viabilidade tecidual mesmo com PAS < 70 mmhg. - No entanto, quando PAS < 40 mmhg, a autorregulação esplâncnica é anulada pela autorregulação sistémica, os mecanismos de proteção locais falham, resultando em isquemia intestinal.
11 Etiologia Oclusiva (80%): - Arterial (esplâncnica) (60-70%) - Embolia ou trombose arterial - Embolia da AMS é o mais frequente. - Venosa (pós-esplâncnica) (5-10%) - Trombose venosa ou estase venosa - Primária (rara) ou secundária - Proximais ou distais - Oclusão proximal isolada de uma artéria ou veia pode ser compensada pela circulação colateral. - Oclusões distais resultam em isquemia mais graves.
12 Etiologia Não Oclusiva (NOMI) (20-30%) (pré-esplâncnica) - Redução significativa do fluxo arterial e venoso. - Desde isquemia localizada e autolimitada a isquemia difusa e extensa ( shock bowel ).
13 Etiologia
14 Etiologia Locais mais susceptíveis: - Ponto de Griffiths (anastomose entre a AMS e a AMI no ângulo esplénico) - Ponto de Sudeck (origem da última arterial sigmoideia (AMI) na região recto-sigmoideia)
15 Fisiopatologia Estadio I: Isquemia potencialmente reversível. Necrose, erosões e ulcerações da mucosa e hemorragia. Estadio II: Necrose da submucosa e de camadas da muscular. Estadio III: Necrose transmural. Enfarte intestinal irreversível.
16 Fisiopatologia Sequência de eventos na isquemia oclusiva arterial e não oclusiva: 1. Ileus espástico reflexo 2. Lesão microvascular com focos hemorrágicos na parede 3. Inflamação com migração mural de neutrófilos Libertação de mediadores inflamatórios e radicais livres Quebra da barreira da mucosa e perda da resistência à invasão bacteriana 4. Dilatação hipotónica Na ausência de reperfusão vascular, a lesão progride para enfarte intestinal! 5. Necrose parietal 6. Pneumatose intestinal 7. Pneumatose nos vasos porto-mesentéricos
17 Fisiopatologia Sequência de eventos na isquemia venosa: 1. Ileus espástico reflexo 2. Ileus hipotónico reflexo 3. Aumento do volume e da pressão hidrostática intravascular 4. Edema e hemorragia da submucosado e do mesentério 5. Inflamação com migração mural de neutrófilos Libertação de mediadores inflamatórios e radicais livres Quebra da barreira da mucosa e perda da resistência à invasão bacteriana Na ausência de reperfusão vascular, progride para lesões parietais crónicas e enfarte intestinal (raramente)! 7. Necrose parietal 8. Peritonite
18 Fisiopatologia Durante a isquemia, pode haver reperfusão vascular por colaterais dos segmentos envolvidos: 1. Fornece oxigénio a tecidos em anóxia. 2. Libertação de radicais livres. 3. Aumentam a permeabilidade mucosa e vascular. 4. Lesão da barreira mucosa. 5. Edema da submucosa. 6. Sepsis bacteriana.
19 Fisiopatologia A isquemia mesentérica aguda pode estar associada a lesões sistémicas graves: - Supressão da medular óssea; - Insuficiência cardíaca e renal; - Hemoconcentração; - Acidose; - Coagulação intravascular disseminada; - Falência multiorgânica.
20 Diagnóstico Angiografia diagnóstica e terapêutica - Invasiva - Custos elevados - Muitas vezes não disponível TC diagnóstica - Sinais precoces e tardios - Etiologia (essencial para o planeamento terapêutico) - Valor prognóstico
21 Diagnóstico Protocolo: - Estudo abdominal e pélvico - Sem civ (hemorragia na submucosa, trombos hiperdensos ou calcificados, placas ateroscleróticas, valor de atenuação base da parede intestinal) - Estudos defendem não ser necessária! - Com civ ( ml a 3-3,5 ml/s) - Arterial (estenoses arteriais, trombos, êmbolos ou oclusões) - Portal (permeabilidade venosa e órgãos intra-abdominais) - Pode não ser necessária quando o estudo sem contraste mostra alterações claras de enfarte intestinal em estadio avançado!
22 Diagnóstico As alterações imagiológicas na TC dependem: - Etiologia; - Gravidade; - Localização; - Extensão; - Distribuição; - Presença e o grau de hemorragia submucosa ou intramural; - Sobreinfecção; - Perfuração intestinal.
23 Diagnóstico FISIOPATOLOGIA Oclusão vascular Isquemia não oclusiva ACHADOS EM TC: Defeito de opacificação endoluminal Redução do calibre vascular
24 Diagnóstico FISIOPATOLOGIA Oclusão vascular Isquemia não oclusiva ACHADOS EM TC: Defeito de opacificação endoluminal Redução do calibre vascular
25 Diagnóstico FISIOPATOLOGIA Hipoxémia Vasodilatação ACHADOS EM TC: Hiperrealce difuso da parede intestinal 51% dos doentes Sinal mais precoce de isquemia Também presente após reperfusão do segmento isquémico
26 Diagnóstico Wiesner W, et-al. CT of acute bowel ischemia. Radiology. 2003;226 (3):
27 Diagnóstico FISIOPATOLOGIA Hipoxémia Vasodilatação Vasoconstrição ACHADOS EM TC: Hiperrealce difuso da parede intestinal Diminuição ou ausência do realce parietal 51% dos doentes Sinal mais precoce de isquemia Também presente após reperfusão do segmento isquémico
28 Diagnóstico
29 Diagnóstico FISIOPATOLOGIA Hipoxémia Vasodilatação Vasoconstrição Persistência do vasoespasmo Aumento da permeabilidade capilar Edema da submucosa Edema mesentério ACHADOS EM TC: Hiperrealce difuso da parede intestinal Diminuição ou ausência do realce parietal Espessamento parietal (< 1cm) Estratificação parietal - Ansas em alvo Densificação irregular da gordura mesentérica 51% dos doentes Sinal mais precoce de isquemia Também presente após reperfusão do segmento isquémico Achado mais comum mas menos específico ++ Enfarte venoso + Após reperfusão do segmento isquémico
30 Diagnóstico
31 Diagnóstico FISIOPATOLOGIA Diminuição do peristaltismo ACHADOS EM TC: Dilatação de ansas Adelgaçamento da parede Aumenta a pressão intramural Agrava a vasoconstrição e isquemia
32 Diagnóstico
33 Diagnóstico FISIOPATOLOGIA Diminuição do peristaltismo Necrose da mucosa intestinal (deslocação de gás, enzimas e anaeróbios do lúmen para a parede intestinal e líquido no sentido inverso) ACHADOS EM TC: Dilatação de ansas Adelgaçamento da parede Pneumatose intestinal (Bolhas de ar na espessura da parede intestinal - sinal do kiwi) Coleções adjacentes à ansa isquémica Aumenta a pressão intramural Agrava a vasoconstrição e isquemia Excluir outras doenças que induzem pneumatose
34 Diagnóstico
35 Diagnóstico FISIOPATOLOGIA Diminuição do peristaltismo Necrose da mucosa intestinal (deslocação de gás, enzimas e anaeróbios do lúmen para a parede intestinal e líquido no sentido inverso) Progressão da isquemia Ar migra para o vasos portomesentéricos ACHADOS EM TC: Dilatação de ansas Adelgaçamento da parede Pneumatose intestinal (Bolhas de ar na espessura da parede intestinal - sinal do kiwi) Coleções adjacentes à ansa isquémica Pneumatose nos vasos porto-mesentéricos Aumenta a pressão intramural Agrava a vasoconstrição e isquemia Excluir outras doenças que induzem pneumatose Isquemia em estadio avançado
36 Diagnóstico
37 Diagnóstico FISIOPATOLOGIA Diminuição do peristaltismo Necrose da mucosa intestinal (deslocação de gás, enzimas e anaeróbios do lúmen para a parede intestinal e líquido no sentido inverso) Progressão da isquemia Ar migra para o vasos portomesentéricos Isquemia transmural com perfuração ACHADOS EM TC: Dilatação de ansas Adelgaçamento da parede Pneumatose intestinal (Bolhas de ar na espessura da parede intestinal - sinal do kiwi) Coleções adjacentes à ansa isquémica Pneumatose nos vasos porto-mesentéricos Pneumoperitoneu Pneumorretroperitoneu Ascite Aumenta a pressão intramural Agrava a vasoconstrição e isquemia Excluir outras doenças que induzem pneumatose Isquemia em estadio avançado Sinais patognomónicos de isquémia transmural
38 Diagnóstico
39 Prognóstico Taxa de mortalidade: - Isquemia arterial - 89% - Isquemia venosa - 11% As alterações na TC têm valor prognóstico: Correlação entre a progressão da lesão isquémica intestinal e as alterações imagiológicas correspondentes.
40 Diagnóstico FISIOPATOLOGIA Hipoxémia Vasodilatação Vasoconstrição Persistência do vasoespasmo Aumento da permeabilidade capilar Edema da submucosa Edema mesentério ACHADOS EM TC: Hiperrealce difuso da parede intestinal Diminuição ou ausência do realce parietal Espessamento parietal (< 1cm) Estratificação parietal - Ansas em alvo Densificação irregular da gordura mesentérica 51% dos doentes Sinal mais precoce de isquemia Também presente após reperfusão do inicial segmento isquémico Isquemia em estadio Indicadores de bom prognóstico Associados a isquemia venosa ++ Enfarte venoso
41 Diagnóstico FISIOPATOLOGIA Diminuição do peristaltismo Necrose da mucosa intestinal (deslocação de gás, enzimas e anaeróbios do lúmen para a parede intestinal e líquido no sentido inverso) Progressão da agressão isquémica Ar migra para o vasos portomesentéricos Resulta de isquemia transmural com perfuração ACHADOS EM TC: Dilatação de ansas Adelgaçamento da parede Pneumatose intestinal (Bolhas de ar na espessura da parede intestinal - sinal do kiwi) Coleções adjacentes à ansa isquémica Pneumatose nos vasos porto-mesentéricos Pneumoperitoneu Pneumoretroperitoneu Ascite Aumenta a pressão intramural, agrava a vasoconstrição e isquemia Isquemia em estadio Excluir doenças que induzem avançado pneumatose: doenças pulmonares, úlceras pépticas, doenças Indicadores do colagénio de ou mau tto com esteroides prognóstico Associados a isquemia arterial Isquemia em estadio avançado Sinais patognomónicos de isquémia transmural
42 Prognóstico Isquemia arterial: - Rápida sucessão de eventos entre a oclusão arterial e lesão irreversível da parede. Isquemia venosa: - Maior intervalo de tempo entre a interrupção do fluxo venoso e a manifestação das alterações anatómicas (dias a semanas). - Probabilidade de detectar alterações parietais típicas do estadio inicial da isquemia é maior!
43 Diagnóstico diferencial Lesões neoplásicas: - Espessamento parietal focal vs segmentar ou difuso. Lesões inflamatórias: Doença de Crohn (fase activa): - Espessamento e estratificação parietal; - Envolvimento descontínuo, vasa recta proeminentes, fístulas, abcessos e proliferação de gordura no bordo mesentérico do intestino; - Cólon direito e ileon.
44 Diagnóstico diferencial Pneumatose intestinal e nos vasos porto-mesentéricos: - Doenças gastro-intestinais ulcerativas (úlceras gástricas, carcinoma gástrico perfurado, DII); - Secundário a distensão abdominal (dilatação visceral iatrogénica, ileus, trauma contuso ou barotrauma); - Sepsis abdominal (diverticulite, abcessos abdominais e apendicite); - Doenças pulmonares; - Doenças do colagénio; - Fármacos (corticoides).
45 Tratamento
46 Tratamento Embolia arterial: Cirurgia com embolectomia; Embolectomia endovascular (ausência de necrose intestinal). Trombose arterial: Tratamento endovascular Trombose venosa: Anticoagulação Tratamento endovascular Isquemia não oclusiva: Vasodilatadores na AMS Correção do factor predisponente
47 Reunião temática Raquel Madaleno 3 de Maio de 2017 Serviço de Imagem Médica Dir.: Prof. Doutor Filipe Caseiro Alves
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