7. PATOLOGIAS VASCULARES
|
|
|
- Kevin Meneses Peres
- 9 Há anos
- Visualizações:
Transcrição
1 7. PATOLOGIAS VASCULARES O edema macular é a causa principal de diminuição da visão nas doenças vasculares da retina. O OCT permite efectuar o estudo do edema macular, não só qualitativamente, como quantitativamente. RETINOPATIA DIABÉTICA O OCT permite definir as características variáveis do edema macular diabético, quer em termos de um espessamento difuso, cavidades cistóides ou exsudados duros. Existem quatro padrões tomográficos de edema macular diabético: difuso, quístico, descolamento do neuroepitélio e traccional. O sinal mais precoce dum edema foveolar é o apagamento da depressão foveolar. O edema pode manifestar-se por um espessamento difuso ou a presença de locas cistóides. O espessamento difuso surge como um aumento da espessura retina, sendo a camadas plexiforme externa e nuclear externas as camadas mais afectadas (hiporeflectivas). O espessamento macular pode ser assimétrico, especialmente nos edemas maculares focais. As locas cistóides são hiporeflectivas, de tamanho variável e localizadas habitualmente na retina externa. O descolamento seroso foveolar ocorre em cerca de 15% dos casos de edema macular diabético. É frequente que os descolamentos foveolares estejam associados a um edema cistóide. OCT e prognóstico visual: o aumento da espessura foveal central e a perda da linha de união dos segmentos internos e externos correlaciona-se directamente com o défice visual. 1
2 2
3 Fig. 7.1 RETINOPATIA DIABÉTICA A, C, F, L e M Retinografias Retinopatiadiabética,commaculopatia B, D, H, N e O OCT scan horizontal Aumento da espessura retiniana. Locas cistóides. Quistos intraretinianos. Lesões hiperreflectivasintraretinianas. Descolamento seroso foveolar E, G, I, J, P e Q Retinalmap e 3D Lesão vermelho-esbranquiçada correspondente ao edema RETINOPATIA HIPERTENSIVA O OCT é indispensável para quantificar os fenómenos edematosos presentes no edema macular, um descolamento seroso retiniano e edema papilar. 3
4 Fig. 7.2 RETINOPATIA HIPERTENSIVA A - Retinografia Retinopatia Hipertensiva B OCT scan horizontal aumento da espessura e da reflectividade das camadas internas da retina C RFNL Diminuição da espessura fibras nervosas sobretudo nos quadrantes superior e inferior. OCLUSÃO VEIA CENTRAL RETINA (OVCR) O edema macular é particularmente intenso na fase aguda da OVCR. Caracteriza-se pela presença dum edema predominantemente nas camadas externas da retina, em conexão com o edema papilar concomitante. Uma característica particular do edema macular cistóide da OVCR é a presença de hemorragias pequenas, no interior das locas cistóides. Habitualmente é acompanhado por um descolamento seroso foveolar (70% dos casos). 4
5 Fig. 7.3 OCLUSÃO VEIA CENTRAL RETINA (OVCR) A Retinografia Oclusão da veia central da retina B, C e D Retinalmap e 3D Lesão vermelho-esbranquiçada e elevação visível. E e F OCT scna horizontal Edema macular misto. Elevação da retina. Aumento da espessura retiniana. Locas cistóides. Quistos intraretinianos. Lesões hiperreflectivasintraretinianas. Descolamento seroso foveolar. OCLUSAO VENOSA RETINIANA RAMO Na fase aguda apresenta um edema macular hemorrágico, infiltrando toda a área macular. Habitualmente acompanhado por um descolamento seroso foveolar. A cartografia macular ou retinalmap permite definir os contornos da área edematosa e orientar a fotocoagulação laser. 5
6 Fig. 7.4 OCLUSAO VENOSA RETINIANA RAMO A e E Retinografias Oclusão da veia temporal superior B, C e E Retinalmap Área do edema visível a cor vermelho-esbranquiçada. D e H OCT scan horizontal Aumento da espessura retiniana. Apagamento da depressão foveolar. Locas cistóides. Quistos intraretinianos. Descolamento seroso foveolar. G MLI Elevação visivel 6
7 OCLUSÃO ARTERIAL RAMO O OCT mostra fases com aspectos claramente diferenciados nas oclusões arteriais da retina: FASE AGUDA: Apresenta um espessamento da retina isquémica necrótica, hiperreflectiva, atenuando o sinal das camadas retinianas subjacentes. FASE ATRÓFICA: Diminuição da espessura retiniana, perda da estratificação das camadas internas da retina e aplanamento ou desaparecimento da depressão foveal. Enquanto na oclusão da artéria central da retina a mácula é afectada totalmente, nas oclusões arteriais de ramo, as alterações limitam-se à zona tributária do ramo arterial ocluído. 7
8 Fig. 7.5 OCLUSÃO ARTERIAL DE RAMO A Retinografia Oclusão arterial de ramo temporal superior B, C e D Retinalmap Área delimitada a cor azulada e avermelhada inferior. E e F OCT scan horizontal Aumento da espessura retiiana, especialmente das camadas internas ecom aumento da reflectividade, o que traduz a isquémia retiniana. Espaço hiporeflectivo subjacente á área iosquémica. OCLUSÃO ARTÉRIA CENTRAL RETINA OCT (fase aguda): Presença dum espessamento e reflectividade retiniana, atingindo somente a retina interna (característico dum edema retiniano isquémico). Diminuição da reflectividade das camadas externas da retina e complexo EPR-coriocapilar. OCT (fase tardia): Atrofia importante da espessura retiniana e perda da depressão foveolar. 8
9 Fig. 7.6 OCLUSÃO ARTÉRIA CENTRAL RETINA, COM PRESERVAÇÃO DA ARTÉRIA CILIORETINIANA (Fotos cedidas pela Dra. Sara G. Carrasquinho). A Retinografia - Oclusão da artéria central da retina. B e C Retinalmap Área extensa azulada D EPR Visiveis as alterações da elevação do EPR E e F OCT scan horizontal Aumento da espessura e da reflectividade das camadas internas da retina. Líquido subretiniano. MACROANEURISMA ARTERIAL RETINIANO O OCT apresenta uma hiperreflectividade devido às hemorragias retinianas, um edema macular difuso e/ou quístico e eventual descolamento seroso retiniano associado. Um OCT alta resolução pode evidenciar a presença duma estrutura vascular, cuja parede é hiperreflectiva e com um conteúdo mais ou menos reflectivo. 9
10 Fig. 7.7 MACROANEURISMA ARTERIAL RETINIANO A Retinografia Macroaneurisma arterial retiniano B OCT scan horizontal Aumento da espessura. Locas cistóides. Quistos intraretinianos. Descolamento seroso foveolar. C e D Retinalmap Elevação visível. Área branco-avermelhada. OCLUSÃO ARTÉRIA CILIORETINIANA Caracteriza-se pela presença dum edema retiniano isquémico, ou seja, no OCT evidencia um espessamento e hiperreflectividade das camadas internas da retina. Fig. 7.8 OCLUSÃO ARTÉRIA CILIORETINIANA A Retinografia Oclusão artéria cilioretiniana B e C Retinalmap Área extensa de cor azulada. D OCT scan horizontal - Aumento da espessura e da reflectividade das camadas internas. 10
11 TELANGIECTASIAS RETINIANAS PERIFOVEAIS As telangiectasias perifoveais tipo 1 são dilatações e ectasias maculares, unilaterais. No OCT caracterizam-se pela presença de espessamento macular (edema macular cistóide, com locas cistóides nas camadas nucleares externas e internas), contrariamente às telangiectasias perifoveais tipo 2 (bilaterais), que se caracterizam no OCT apenas pela presença de pequenos espaços cistóides na retina interna. As telangiectasias tipo 2 caracterizam-se por ter um edema macular angiográfico e tomográfico negativo. Pode coexistir um descolamento seroso foveolar e/ou NVSR associados. Fig. 7.9 TELANGIECTASIAS RETINIANAS PERIFOVEAIS A AF Telangiectasias perifoveais idiopáticas tipo II B OCT scan horizontal Aumento da espessura retiniana. Descolamento seroso foveolar. RETINOPATIA RADIAÇÃO OCT: Aumento da espessura macular difusa e quística. Determina os contornos do edema retiniano graças á topografia macular. Estudo da espessura das fibras nervosas segundo o protocolo da RNFL. 11
12 Fig RETINOPATIA RADIAÇÃO A Retinografia Retinopatia da radiação B Retinalmap Área extensa branco-avermelhada. C e D OCT scan horizontal Aumento da espessura retiniana. Quistos intraretinianos. Aumento da espessura e da reflectividade das camadas internas. Descolamento seroso foveolar. 12
5. PATOLOGIAS HEREDITÁRIAS E TÓXICAS RETINOPATIA PIGMENTAR
5. PATOLOGIAS HEREDITÁRIAS E TÓXICAS RETINOPATIA PIGMENTAR Os achados ao exame do OCT incluem: Diminuição da espessura e da reflectividade retiniana nas áreas afectadas. Edema macular cistóide Edema macular
HIPERTENSÃO INTRACRANIANA IDIOPATICA
10. PATOLOGIAS DO NERVO ÓPTICO HIPERTENSÃO INTRACRANIANA IDIOPATICA O OCT pode ser útil no diagnóstico e no seguimento clínico do edema papilar. OCT: Saliência papilar, fibras nervosas com espessamento
8. DOENÇAS DA MÁCULA CORIORETINOPATIA CENTRAL SEROSA TÍPICA
8. DOENÇAS DA MÁCULA CORIORETINOPATIA CENTRAL SEROSA TÍPICA O OCT permite demonstrar diversas características morfológicas da CRCS, nas suas variantes e complicações. Os sinais tomográficos da CRCS aguda
Atlas de Oftalmologia 2. ANOMALIAS CONGÉNITAS RETINIANAS. António Ramalho
2. ANOMALIAS CONGÉNITAS RETINIANAS 1 2 - ANOMALIAS CONGÉNITAS RETINIANAS Macrovasos retinianos Caracteriza-se pela presença um vaso sanguíneo aberrante, no polo posterior, podendo atravessar a região foveal.
Atlas de Oftalmologia 4 - DOENÇAS MACULARES ADQUIRIDAS. António Ramalho
4 - DOENÇAS MACULARES ADQUIRIDAS 1 4. DOENÇAS MACULARES ADQUIRIDAS Degenerescência macular ligada á idade (DMI) É a causa mais frequente de cegueira acima dos 50 anos de idade, em países desenvolvidos.
Atlas de Oftalmologia 1. ASPECTOS CLÍNICOS DE DOENÇA RETINIANA. António Ramalho
1. ASPECTOS CLÍNICOS DE DOENÇA RETINIANA 1 ASPECTOS CLÍNICOS DE DOENÇA RETINIANA Mácula mancha cor cereja Caracteriza-se pela presença duma mancha avermelhada central, envolvida por um embranquecimento
CORIORETINOPATIA A TOXOPLASMOSE Infecção principalmente congénita, que se localiza frequentemente na área macular.
9) ONÇS INLMTÓRIS ORIORTINOPTI TOXOPLSMOS Infecção principalmente congénita, que se localiza frequentemente na área macular. SS NGIOGRI LUORSÍNI: rterial: Hipofluorescência na área das cicatrizes antigas.
Atlas de Oftalmologia 10. ALTERAÇÕES DO NERVO ÓPTICO. António Ramalho
10. ALTERAÇÕES DO NERVO ÓPTICO 1 10 - ALTERAÇÕES DO NERVO ÓPTICO Fosseta colobomatosa Rara. Bilateral em 10 a 15% dos casos. Consiste numa depressão ovalada ou arredondada no disco óptico. Acredita-se
DIAGNÓSTICO: - Surge em idade inferior aos 10 anos, com nictalopia. - O sintoma major é a má visão nocturna.
Coroiderémia Designação atribuída em 1871 por Mauthner, o que significa Desolationofthe choroid. Referiu uma perda quase completa da coróide em ambos os olhos de um doentedo sexo masculino. É uma degenerescência
4. DEGENERESCÊNCIA MACULAR LIGADA Á IDADE (DMI)
PARTE 3 OCT de patologias específicas 4. DEGENERESCÊNCIA MACULAR LIGADA Á IDADE (DMI) DRUSENS SEROSOS Os drusens, especialmente se volumosos, são bem visíveis no OCT, sob a forma de elevações arredondadas,
NOVO ROL DA ANS TRATAMENTO OCULAR QUIMIOTERÁPICO COM ANTIANGIOGÊNICO 2018 / 2019
NOVO ROL DA ANS TRATAMENTO OCULAR QUIMIOTERÁPICO COM ANTIANGIOGÊNICO 2018 / 2019 DMRI EMD OVC ORVC DMRI COBERTURA OBRIGATÓRIA PARA PACIENTES COM DIAGNÓSTICO DE DEGENERAÇÃO MACULAR RELACIONADA A IDADE (DMRI)
4. ANOMALIAS VASCULARES RETINIANAS 1) ESTREITAMENTO ARTERIOLAR GENERALIZADO
I SINAIS 4. ANOMALIAS VASCULARES RETINIANAS 1) ESTREITAMENTO ARTERIOLAR GENERALIZADO PATOLOGIAS OCULARES Oclusão artéria central da retina Retinopatia diabética proliferativa Neuroretinite viral Neuroretinite
10) PATOLOGIAS DO NERVO ÓPTICO
ntónio Ramalho 10) PTOLOGIS O NERVO ÓPTIO HIPERTENSÃO INTRRNIN IIOPTI Também chamada pseudotumor cerebral. efine-se por um aumento da pressão intracraniana, com uma imagiologia cerebral normal e uma composição
URGÊNCIAS EM OFTALMOLOGIA
URGÊNCIAS EM OFTALMOLOGIA SEGMENTO POSTERIOR Ana Vergamota, José Pedro Silva SEGMENTO POSTERIOR ESCLERA Íris Córnea PUPILA CRISTALINO CONJUNTIVA Vítreo Coróide Nervo óptico Mácula RE T IN A SINTOMAS Diminuição
I SINAIS 3. LESÕES RETINA 1) LESÕES DE COLORAÇÃO AVERMELHADA
I SINAIS 3. LESÕES RETINA 1) LESÕES DE COLORAÇÃO AVERMELHADA Hemorragias superficiais (trombose venosa ramo) Hemorragias profundas (retinopatia diabética) Hemorragia subretiniana Microaneurismas Manchas
coroideia varia esclera CORÓIDE
CORÓIDE 1. NTOMI Constitui a porção mais posterior da túnica intermédia do globo ocular ou úvea. É mais espessa ao redor da papila. No polo posterior, a espessura da coroideia varia entre 220-300 µm, enquanto
Atlas de Oftalmologia 3. DOENÇAS VASCULARES RETINIANAS. António Ramalho
3. DOENÇAS VASCULARES RETINIANAS 1 3. DOENÇAS VASCULARES RETINIANAS Retinopatia diabética É a causa mais comum de doença vascular retiniana. Os factores de risco mais importantes são a duração da diabetes
RETINOPATIA PIGMENTAR Caracteriza-se por uma atenuação arteriolar, palidez do disco óptico e espículas ósseas na média periferia retiniana.
5) PTOLOGIS HRITÁRIS TÓXIS RTINOPTI PIGMNTR aracteriza-se por uma atenuação arteriolar, palidez do disco óptico e espículas ósseas na média periferia retiniana. SS NGIOGRI LUORSÍNI: O aspecto angiográfico
O aparecimento da angiografia digital em 1980 veio permitir o armazenamento e processamento das diferentes imagens obtidas.
PARTE 1 FUNDAMENTOS BÁSICOS DA ANGIOGRAFIA FLUORESCEÍNICA OCULAR INTRODUÇÃO A primeira angiografia fluoresceínica em humanos foi realizada em 1961 por Novotny e Alis. Importância na contribuição para o
Workshop de Angiografia Da Teoria à Prática Clínica
Centro Hospitalar e Universitário de Coimbra Centro de Responsabilidade de Oftalmologia Associação para a Investigação Biomédica e Inovação em Luz e Imagem Sociedade Portuguesa de Oftalmologia Workshop
D.M.I. (DEGENERESCÊNCIA MACULAR LIGADA À IDADE )
D.M.I. (DEGENERESCÊNCIA MACULAR LIGADA À IDADE ) A degenerescência macular ligada à idade (D.M.I.), anteriormente chamada degenerescência macular senil, é uma patologia cada vez mais frequente, atendendo
Milton Ruiz Alves. Medida da Acuidade Visual em Ambulatório de Saúde Ocupacional
Medida da Acuidade Visual em Ambulatório de Saúde Ocupacional Milton Ruiz Alves O apresentador declara não apresentar conflitos de interesse que possam ser relacionados à sua apresentação As funções visuais
O.C.T. ( TOMOGRAFIA COERÊNCIA ÓPTICA )
O.C.T. ( TOMOGRAFIA COERÊNCIA ÓPTICA ) A tomografia de coerência óptica é um MÉTODO DIAGNÓSTICO rápido não invasivo indolor não contacto transpupilar realizado com o mínimo desconforto para o doente de
Todo o conteúdo deste livro foi publicado sem qualquer interferência da Théa Portugal S.A.
Retina - Volume II 1ª edição - Dezembro de 2013 Design e paginação: Ricardo Correia ISBN - Obra Completa: 978-989-96792-3-8 ISBN - Volume II: 978-989-96792-5-2 Depósito legal: 367233/13 Tiragem: 1.200
Mini ebook DOENÇAS OFTALMOLÓGICAS NA TERCEIRA IDADE ALERTAS E RECOMENDAÇÕES
Mini ebook DOENÇAS OFTALMOLÓGICAS NA TERCEIRA IDADE ALERTAS E RECOMENDAÇÕES A manutenção da saúde ocular está diretamente relacionada com os exames de rotina realizados por um médico oftalmologista, em
Procedimento Descrição Custo
Nome do procedimento de acordo com a terminologia da CBHPM/TUSS (se possível, informar também o nome em inglês). Descrição do que consiste o procedimento, qual sua finalidade, qual a importância da inclusão
Atlas de Oftalmologia 9. TUMORES. António Ramalho
9. TUMORES 1 9 - TUMORES Nevo coróide É o tumor mais comum da úvea. Benigno. Início muito cedo na vida. Cresce lentamente durante a puberdade. Alguns podem sofrer degenerescência maligna. SINTOMAS: Assintomático.
CORIORETINOPATIA CENTRAL SEROSA (CRCS)
8) ONÇS MÁUL ORIORTINOPTI NTRL SROS (RS) aracterizada pela acumulação de fluido claro no polo posterior, causando uma área de descolamento neurosensorial da retina, bem circunscrito. SS NGIOGRI LUORSÍNI:
radiologia do TCE
WWW.cedav.com.br radiologia do TCE Para aprender a tratar uma doença, primeiro é preciso aprender a reconhece-la. Jean Martin Charcot 1825-1893 Densidade em UH Substancia HU Ar 1000 Gordura 100 to 50
TOMOGRAFIA DE COERÊNCIA ÓPTICA DESCRIÇÃO DA TÉCNICA E SUAS PRINCIPAIS APLICAÇÕES EM OFTALMOLOGIA
TOMOGRAFIA DE COERÊNCIA ÓPTICA DESCRIÇÃO DA TÉCNICA E SUAS PRINCIPAIS APLICAÇÕES EM OFTALMOLOGIA UNITERMOS OFTALMOLOGIA; TOMOGRAFIA DE COERÊNCIA ÓPTICA. Matheus Sporleder Bortoluci Bruno Fontoura Nogueira
I SINAIS 1. DISCO ÓPTICO 1) ANOMALIAS DO TAMANHO DO DISCO ÓPTICO. DISCO ÓPTICO PEQUENO Hipoplasia disco óptico Disversão papilar Hipermetropia
I SINAIS 1. DISCO ÓPTICO 1) ANOMALIAS DO TAMANHO DO DISCO ÓPTICO DISCO ÓPTICO PEQUENO Hipoplasia disco óptico Disversão papilar Hipermetropia DISCO ÓPTICO GRANDE Alta miopia Megalopapila Fosseta colobomatosa
INTRODUÇÃO MATERIAL E MÉTODOS
Título: Associação da morfologia do edema macular e do status da membrana limitante externa com a acuidade visual na retinopatia diabética. Autores: Rosana Zacarias HANNOUCHE; Marcos Pereira de ÁVILA;
Angiofluoresceinography in the Diabetic Retinopathy
80 ARTIGO DE ATUALIZAÇÃO A Angiofluoresceinografia na Retinopatia Diabética LAÉRCIO BRAZ GHISI RESUMO O autor descreve a angiofluoresceinografia como um método semiótico importante para a avaliação da
08:00-10:30 CATARATA 1 - Cirurgia de catarata premium: de A a Z
DIA 16/3/2017 - QUINTA-FEIRA AUDITÓRIO SÉRGIO BERNARDES 08:00-10:30 CATARATA 1 - Cirurgia de catarata premium: de A a Z 1º Bloco: LIOs Tóricas 08:00-08:10 Dispositivo para aferição do alinhamento intraoperatório
Atlas de Oftalmologia 12. ANOMALIAS PERIFÉRICAS DA RETINA. António Ramalho
12. ANOMALIAS PERIFÉRICAS DA RETINA 1 12 - ANOMALIAS PERIFÉRICAS DA RETINA Rasgaduras da retina SINTOMAS: Quando ocorre um descolamento posterior do vítreo, há sintomas associados como floaters, flash
Workshop de Angiografia Da Teoria à Prática Clínica
Centro Hospitalar e Universitário de Coimbra Centro de Responsabilidade de Oftalmologia Associação para a Investigação Biomédica e Inovação em Luz e Imagem Sociedade Portuguesa de Oftalmologia Workshop
PRODUÇÃO TÉCNICA DESENVOLVIMENTO DE MATERIAL DIDÁTICO OU INSTRUCIONAL
PRODUÇÃO TÉCNICA DESENVOLVIMENTO DE MATERIAL DIDÁTICO OU INSTRUCIONAL FACULDADE DE MEDICINA DE BOTUCATU- UNESP PROGRAMA DE PG EM MEDICINA MESTRADO PROFISSIONAL ASSOCIADO À RESIDÊNCIA MÉDICA MEPAREM PROJETO
PROTOCOLO PARA REQUISIÇÃO DE EXAMES COMPLEMENTARES EM OFTALMOLOGIA:
PROTOCOLO PARA REQUISIÇÃO DE EXAMES COMPLEMENTARES EM OFTALMOLOGIA: PROCEDIMENTO INDICAÇÕES ABSOLUTAS 1. Curva tensional diária Confirmação diagnóstica nos glaucomas borderline Avaliação da adequação terapêutica
Exame de fundo de olho. Fundo de olho normal
Fundo de olho normal cap. 04 Fundo de olho normal O exame de fundo de olho é o exame da retina, a qual é uma camada localizada na parte posterior do olho, formando a porção que cobre internamente toda
PARTICULARIDADES ANATÓMICAS VÍTREO O vítreo é um gel transparente, não fluorescente, situado entre o cristalino e a
ANGIOGRAFIA FLUORESCEÍNICA OCULAR PRINCÍPIOS BÁSICOS A fluoresceína sódica é o corante correntemente usado na realização do exame Angiografia Fluoresceínica Ocular. A fluoresceína absorve energia com um
A PREVENÇÃO faz a diferença
A Visão é um dos órgãos dos sentidos mais importantes Teve uma importância essencial no processo de desenvolvimento humano. A relação do homem com o mundo ganhou maior abrangência e segurança ao adquirir
A procurar pistas. nas imagens OCT. Fundamentos de interpretação de imagens OCT
A procurar pistas nas imagens OCT Fundamentos de interpretação de imagens OCT 1 2 Esta brochura não serve como guia diagnóstico e não substitui a experiência e o julgamento clínicos. Nos processos de diagnóstico
SABER MAIS SOBRE DEGENERESCÊNCIA MACULAR RELACIONADA COM A IDADE
SABER MAIS SOBRE DEGENERESCÊNCIA MACULAR RELACIONADA COM A IDADE FICHA TÉCNICA EDIÇÃO Clínicas Leite, Lda Ver. 01 / Jan 2016 REDAÇÃO/DOCUMENTAÇÃO Mariana Coimbra (Marketing e Comunicação) 1 DEGENERESCÊNCIA
SABER MAIS SOBRE RETINOPATIA DIABÉTICA
SABER MAIS SOBRE RETINOPATIA DIABÉTICA FICHA TÉCNICA EDIÇÃO Clínicas Leite, Lda Ver. 01 / Jan 2016 REDAÇÃO/DOCUMENTAÇÃO Mariana Coimbra (Marketing e Comunicação) 1 RETINOPATIA DIABÉTICA O que é a retinopatia
DIA 28/3/ QUINTA-FEIRA AUDITÓRIO CATALUNYA 08:30-10:15 RETINA 1 - CURSO OCT. 08:30-08:40 Correlações anatômicas e interpretação
DIA 28/3/2019 - QUINTA-FEIRA AUDITÓRIO CATALUNYA 08:30-10:15 RETINA 1 - CURSO OCT 08:30-08:40 Correlações anatômicas e interpretação 08:40-08:50 Adesões vítreo-macular e membrana epirretiniana 08:50-09:00
Alterações Circulatórias Trombose, Embolia, Isquemia, Infarto e Arterosclerose
Alterações Circulatórias Trombose, Embolia, Isquemia, Infarto e Arterosclerose PhD Tópicos da Aula A. Patologias vasculares B. Patologias circulatórias C. Arterosclerose 2 Patogenia Trombose A. Patologias
08:55-09:15 Debate - Tratamento do edema de macula - Anti-VEGF X Corticoide
DIA 17/3/2017 - SEXTA-FEIRA AUDITÓRIO SÉRGIO BERNARDES 08:30-10:00 RETINA - Encontro SBRV-SNNO 08:30-08:35 Abertura 08:35-08:55 A definir 08:55-09:15 Debate - Tratamento do edema de macula - Anti-VEGF
Paulo Donato, Henrique Rodrigues
Paulo Donato, Henrique Rodrigues Serviço o de Imagiologia Hospitais da Universidade de Coimbra Director: Professor Doutor Filipe Caseiro Alves Janeiro 2007 1ª linha Doença cardíaca congénita Grandes vasos
Retinografia com angiofluoresceína anexo I
PROGRAMA DE RESIDÊNCIA MÉDICA - HOSB ANA PAULA DE ALMEIDA ÁVILA NATHALIA DOS SANTOS FERREIRA RETINOPATIA DE PURTSCHER RELATO DE CASO RELATO DE CASO Jovem de 25 anos, sexo masculino, vítima de acidente
Coriorretinopatia Central Serosa: Uma Revisão
Reunião de Serviço Secção de Retina Coriorretinopatia Central Serosa: Uma Revisão Central serous Chorioretinopathy: Update on Pathophysiology and Treatment Survey of Ophthalmology vol 58, number 2, March-April
Lihteh Wu Paracentral Acute Middle Maculopathy (PAMM)
Hot topics Congresso SBRV Rio de Janeiro 6 a 9/4/2017 O objetivo deste resumo é transferir algumas informações de palestras durante o Congresso da SBRV em abril de 2017 no Rio de Janeiro. Este resumo representa
MELANOMA DA COROIDEIA: DIFERENTES APRESENTAÇOES
MELANOMA DA COROIDEIA: DIFERENTES APRESENTAÇOES Cristina Santos; Ana Rita Azevedo; Susana Pina; Mário Ramalho; Catarina Pedrosa; Mara Ferreira; João Cabral Comunicação Livre Oncologia Ocular Hospital Prof.
Universidade da Beira Interior
Universidade da Beira Interior Mestrado em Optometria em Ciências da Visão Relatório Clínico Degenerescência Macular Relacionada com a Idade Sabrina Mateus Lopes Agosto de 2009 Sabrina Mateus Lopes Relatório
1. Assinale a alternativa correta:
1. Assinale a alternativa correta: a. A uveíte intermediária apresenta na maioria dos casos pobre sintomatologia de forma aguda, e tem como característica guardar relação com algumas patologias sistêmicas.
Epidemiologia e Fisiopatologia
2º curso de Verão para internos de MFR 29/10/2015 Epidemiologia e Fisiopatologia do Acidente Vascular Cerebral João Sargento Freitas Resumo Conceito AVC no mundo AVC em Portugal Previsão epidemiológica
Telangiectasias perimaculares idiopáticas
Universidade de São Paulo Biblioteca Digital da Produção Intelectual - BDPI Sem comunidade Scielo 2012 Telangiectasias perimaculares idiopáticas Rev. bras.oftalmol.,v.71,n.4,p.213-216,2012 http://www.producao.usp.br/handle/bdpi/38223
TRATAMENTO DO EDEMA MACULAR NÃO DIABÉTICO
TRATAMENTO DO EDEMA MACULAR NÃO DIABÉTICO INTRODUÇÃO O edema macular é uma das principais causas de baixa da acuidade visual no Ocidente. O edema macular resulta dum desequilíbrio em que a taxa de filtração
FASES DA ANGIOGRAFIA FLUORESCEÍNICA:
6) TUMORS NVO OROI É o tipo de tumor intraocular benigno mais comum, com uma prevalência entre 11 a 20%. m 50% dos casos apresentam drusens na sua superfície. rterial: Hipofluorescência relativa da lesão.
Persistência das fibras de mielina e não só: Síndrome de Straatsma
Oftalmologia - Vol. 37: pp.117-124 Artigo Original Persistência das fibras de mielina e não só: Síndrome de Straatsma Maria Inês Rodrigues 1, Claúdia Loureiro 1, Leonor Almeida 2, Manuel Monteiro-Grillo
FOTOCOAGULAÇÃO DE ACORDO COM O PROTOCOLO ETDRS
1 Daniel Lavinsky FOTOCOAGULAÇÃO DE ACORDO COM O PROTOCOLO ETDRS MODIFICADO VERSUS LASER DIODO SUBLIMIAR EM MICROPULSOS PARA TRATAMENTO DE EDEMA MACULAR DIABÉTICO: ensaio clínico-comparativo Tese apresentada
Setor de Radiologia do Abdome Reunião Clínica. Dr. Murilo Rodrigues R2
Setor de Radiologia do Abdome Reunião Clínica Dr. Murilo Rodrigues R2 Quadro clínico - JCC, sexo masculino. - Vítima de acidente automobilístico - Dor Abdominal Estudo tomográfico: Achados Tomográficos:
Vol. 1. Saúde Ocular na Melhor Idade. Oftalmologista Dr Cleiton A. Noll
Vol. 1 Saúde Ocular na Melhor Idade Oftalmologista Dr Cleiton A. Noll Enxergar bem para viver mais, porém com qualidade de vida... Com a expectativa de vida da população aumentando a cada década, as pessoas
Câmara Técnica de Medicina Baseada em Evidências. Avaliação de Tecnologias em Saúde
Câmara Técnica de Medicina Baseada em Evidências Avaliação de Tecnologias em Saúde Implante intravítreo de polímero farmacológico de liberação controlada no tratamento de edema macular nas oclusões venosas
DIAGNÓSTICO DIFERENCIAL DE EDEMA DE PAPILA ÓPTICA
UNITERMOS DIAGNÓSTICO DIFERENCIAL DE EDEMA DE PAPILA ÓPTICA Sílvia de Lima Lardi Juliana Ferreira da Costa Vargas José Amadeu Vargas PAPILEDEMA; PAPILEDEMA /diagnóstico; OFTALMOSCÓPIOS; NEUROPATIA ÓPTICA
Atlas de Oftalmologia 6. DOENÇAS INFECCIOSAS. António Ramalho
6. DOENÇAS INFECCIOSAS 1 6 DOENÇAS INFECCIOSAS Toxoplasmose Congénita e adquirida. Toxoplasmose congénita é habitualmente a manifestação recorrente da doença congénita. SINTOMAS: Floaters e diminuição
Traduz-se por uma área anatómica ligeira ou totalmente opaca, nos meios ópticos oculares, que dificulta a observação da retina.
PRTE 2 - TLS OPIE OS MEIOS ÓPTIOS Traduz-se por uma área anatómica ligeira ou totalmente opaca, nos meios ópticos oculares, que dificulta a observação da retina. TRT Opacificação do cristalino. Provoca
Beira. 2º Ano. Caso Clínico
Universidade da Beira Interior 2º Ano de Mestrado em Optometria Ciências da Visão Ano Lectivo 2009/20100 Relatório de Estágio Caso Clínico Degenerescência Macular Relacionada com a Idade Orientador: Prof.
Abordagem terapêutica no tumor vasoproliferativo da retina
http://eoftalmo.org.br CASOS CLÍNICOS DISCUTIDOS Abordagem terapêutica no tumor vasoproliferativo da retina Therapeutic approach for retinal vasoproliferative tumor Abordaje terapéutico en tumor vasoproliferativo
PARÉSIA MONOMÉLICA COMPLICAÇÃO RARA E GRAVE
Reunião do Núcleo de Acessos Vasculares SPACV - 2014 Mª TERESA VIEIRA Cirurgia Vascular CHLN Isquémia distal complicação conhecida da cirurgia dos acessos Incidência varia de 1 a 6% Sintomas variam desde
Ana Cláudia Matos 1 Cristiana Gaspar 1 Marisa Alexandra Duarte 1 Patrícia Alexandra Marques 1 Ilda Maria Poças 2 Carina Silva Fortes 2
Ana Cláudia Matos 1 Cristiana Gaspar 1 Marisa Alexandra Duarte 1 Patrícia Alexandra Marques 1 Ilda Maria Poças 2 Carina Silva Fortes 2 1.Ortoptistas 2.Docentes da ESTeSL. Lisboa, Outubro de 2011 1 Introdução
Angiografia por Tomografia de Coerência Ótica da Estrutura à Função
++ Clínica Universitária de Oftalmologia Angiografia por Tomografia de Coerência Ótica da Estrutura à Função João Paulo Duarte dos Santos Oliveira Rodrigues Junho 2017 João Rodrigues Página 1 Clínica Universitária
Aterosclerose. Aterosclerose
ATEROSCLEROSE TROMBOSE EMBOLIA Disciplinas ERM 0207/0212 Patologia Aplicada à Enfermagem Profa. Dra. Milena Flória-Santos Aterosclerose Departamento de Enfermagem Materno-Infantil e Saúde Pública Escola
Sumário. Pâncreas Aparelho urinário
7ª Aula Prática Sumário Pâncreas Aparelho urinário Pâncreas Meios de estudo RSA Ecografia TC com contraste RM Wirsung CPRE CPRM Pâncreas Pancreatite aguda Ecografia muitas vezes negativa (pâncreas não
DEGENERAÇÃO MACULAR RELACIONADA A IDADE. A degeneração macular relacionada à idade (DMRI) é a doença
DEGENERAÇÃO MACULAR RELACIONADA A IDADE Paulo Augusto de Arruda Mello Filho INTRODUÇÃO A degeneração macular relacionada à idade (DMRI) é a doença ocular que acomete as regiões da retina e coróide responsáveis
COLECISTITE AGUDA TCBC-SP
Colégio Brasileiro de Cirurgiões Capítulo de São Paulo COLECISTITE AGUDA Tercio De Campos TCBC-SP São Paulo, 28 de julho de 2007 Importância 10-20% população c/ litíase vesicular 15% sintomáticos 500.000-700.000
Fig. 15.1 Vaso sanguíneo congénito macular) Fig.15.2 Vaso sanguíneo congénito macular (AF)
15.RETINA MÉDICA 15.1ANOMALIAS CONGÉNITAS RETINIANAS Macrovasos retinianos Caracteriza-se pela presença um vaso sanguíneo aberrante, no pólo posterior, podendo atravessar a região foveal. Geralmente é
DISFUNÇÕES HEMODINÂMICAS
Cursos de Graduação em Farmácia e Enfermagem DISFUNÇÕES HEMODINÂMICAS PARTE 2 Disciplina: Patologia Geral http://lucinei.wikispaces.com Prof.Dr. Lucinei Roberto de Oliveira 2012 DISFUNÇÕES HEMODINÂMICAS
FUNDOSCOPIA (EXAME DE FUNDO OCULAR POR OFTALMOSCOPIA DIRECTA)
FUNDOSCOPIA (EXAME DE FUNDO OCULAR POR OFTALMOSCOPIA DIRECTA) O exame do fundo do olho só foi possível a partir da invenção do oftalmoscópio por Helmholtz, em 1850. Este reconheceu que um feixe de luz
ACIDENTE VASCULAR ISQUÊMICO. Conceitos Básicos. Gabriel Pereira Braga Neurologista Assistente UNESP
ACIDENTE VASCULAR ENCEFÁLICO ISQUÊMICO Conceitos Básicos Gabriel Pereira Braga Neurologista Assistente UNESP Acidente Vascular Cerebral AVC = IAM EMERGÊNCIA MÉDICA COMO RECONHECER UM AVC TIME LOST IS BRAIN
Aspectos clínicos e tomográficos dos microburacos maculares
Universidade de São Paulo Biblioteca Digital da Produção Intelectual - BDPI Outros departamentos - FM/Outros Artigos e Materiais de Revistas Científicas - FM/Outros 2009 Aspectos clínicos e tomográficos
SEÇÃO 1 IMPORTÂNCIA DO ACIDENTE VASCULAR CEREBRAL E DE SUA PREVENÇÃO
SEÇÃO 1 Capítulo 1 IMPORTÂNCIA DO ACIDENTE VASCULAR CEREBRAL E DE SUA PREVENÇÃO 1 Epidemiologia da prevenção do acidente vascular cerebral e urgência do tratamento 2 Introdução / 2 Incidência e prevalência
TEMA: USO DO RANIBIZUMABE NA OCLUSÃO DE DE VEIA RETINIANA CENTRAL
NOTA TÉCNICA 141/2014 Solicitante Emerson Chaves Motta Juíza de Direito - Comarca de Teófilo Otoni - MG. Processo número: 0686 14 010142-5 Data: 18/07/2014 Medicamento X Material Procedimento Cobertura
Atlas de Oftalmologia 5. DOENÇAS INFLAMATÓRIAS. António Ramalho
5. DOENÇAS INFLAMATÓRIAS 1 5 DOENÇAS INFLAMATÓRIAS Epiteliopatia placóide multifocal posterior aguda (APMPPE) Também chamada Epiteliopatia em placas. Pouco frequente. Idiopática. Bilateral habitualmente.
09/07/ Tromboembolismo Pulmonar Agudo. - Tromboembolismo Pulmonar Crônico. - Hipertensão Arterial Pulmonar
- Tromboembolismo Pulmonar Agudo - Tromboembolismo Pulmonar Crônico - Hipertensão Arterial Pulmonar A escolha dos métodos diagnósticos dependem: Probabilidade clínica para o TEP/HAP Disponibilidade dos
Eylea. aflibercept. O que é o Eylea? Para que é utilizado o Eylea? Resumo do EPAR destinado ao público
EMA/677928/2015 EMEA/H/C/002392 Resumo do EPAR destinado ao público aflibercept Este é um resumo do Relatório Público Europeu de Avaliação (EPAR) relativo ao. O seu objetivo é explicar o modo como o Comité
As oclusões venosas retinianas são a segunda causa mais comum de patologias vasculares da retina, atrás apenas da Retinopatia Diabética
INTRODUÇÃO Doença obstrutiva venosa é uma afecção comum da retina. Usualmente as obstruções venosas são reconhecidas facilmente e as suas opções terapêuticas têm sido muito investigadas. As oclusões venosas
a) Episclerite b) Uveíte anterior aguda c) Esclerite d) Glaucoma agudo e) Hemorragia subconjuntival
1) Criança de um ano de idade é levada ao oftalmologista para avaliação de estrabismo percebido pelos pais desde o nascimento. Marque a alternativa correta. a) Provavelmente trata-se de um exodesvio já
Prof. Ms. José Góes
É a técnica de sensoreamento remoto que possibilita a medição de temperaturas e a formação de imagens térmicas (chamadas Termogramas), de um componente, equipamento ou processo, à partir da radiação infravermelha,
Atlas de Oftalmologia 8. DOENÇAS TRAUMÁTICAS OCULARES. António Ramalho
8. DOENÇAS TRAUMÁTICAS OCULARES 1 8 - DOENÇAS TRAUMÁTICAS Pregas coroideias Consistem em estrias ou sulcos, paralelos, localizados ao nível da coróide interna, membrana Bruch, EPR e, por vezes, da retina
RELATÓRIO DE AVALIAÇÃO PRÉVIA DO MEDICAMENTO PARA USO HUMANO EM MEIO HOSPITALAR
RELATÓRIO DE AVALIAÇÃO PRÉVIA DO MEDICAMENTO PARA USO HUMANO EM MEIO HOSPITALAR DCI aflibercept N.º Registo Nome Comercial Apresentação/Forma Farmacêutica/Dosagem PVH PVH com IVA Titular de AIM 5487368
1 SIMPÓSIO DE OFTALMOLOGIA NEUROMIELITE ÓPTICA NA PERSPECTIVA DA NEUROLOGIA
1 SIMPÓSIO DE OFTALMOLOGIA NEUROMIELITE ÓPTICA NA PERSPECTIVA DA NEUROLOGIA Walter Diogo Neurologista Luanda Novembro, 2017 APRESENTAÇÃO SEM CONFLITOS DE INTERESSE OBJECTIVO GERAL OBJECTIVOS ESPECÍFICOS
Distúrbios Circulatórios
Distúrbios Circulatórios Patologia do Sistema de Transporte Alterações Locais da Circulação Isquemia Hiperemia Hemorragia Trombose Embolia Infarto Hiperemia Etimologia Grego (hyper = aumento + haima =
VARIZES DE MEMBROS INFERIORES. Dr Otacilio Camargo Junior Dr George Kalil Ferreira
VARIZES DE MEMBROS INFERIORES Dr Otacilio Camargo Junior Dr George Kalil Ferreira Definição Dilatação, alongamento, tortuosidade com perda funcional, com insuficiência valvular Incidência: 3/1 sexo feminino;75%
AULA PRÁTICA 13. SISTEMA CIRCULATÓRIO e MÚSCULO CARDÍACO
AULA PRÁTICA 13 SISTEMA CIRCULATÓRIO e MÚSCULO CARDÍACO O sistema circulatório é constituído por dois componentes funcionais: o sistema vascular sanguíneo e o sistema vascular linfático. O sistema vascular
