Cap. 7 - Parte I Root Locus

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "Cap. 7 - Parte I Root Locus"

Transcrição

1 CONTROLO º emetre 0/03 Traparêcia de apoio à aula teórica Cap. 7 - Parte I Root Locu Maria Iabel Ribeiro Atóio Pacoal Todo o direito reervado Eta ota ão podem er uada para fi ditito daquele para que foram elaborada (leccioação o Itituto Superior Técico) em autorização do autore /Cap.7

2 Root Locu: O que é? Root Locu Lugar da Raíze Root Locu método do Lugar Geométrico da Raíze diagrama de Eva (Eva 948, 950) Que raíze? Do poliómio deomiador da fução de traferêcia em cadeia fechada O que é? Como fução do pólo e do zero da fução de traferêcia em cadeia aberta. Sem factorizar o poliómio deomiador da fução de traferêcia em cadeia fechada. Repreetação gráfica da localização do pólo de um itema em cadeia fechada como fução de um parâmetro do itema Uualmete, ete parâmetro é um gaho da cadeia aberta Para que erve? Para apoio à ítee de cotroladore Suporte à avaliação da caracterítica da repota o tempo do itema em cadeia fechada como fução da variação de parâmetro /Cap.7

3 Eemplo Motivador itema de cotrolo de temperatura de uma ala r _ e / m c Gc () cotrolador proporcioal itegral () pólo a origem e zero Gc Eemplo vito a propóito de erro em regime etacioário com cotrolador I com cotrolador PI com cotrolador P Como dimeioar o valor do gaho por forma a atifazer epecificaçõe: relativa ao erro em regime etacioário e à repota o tempo do itema em cadeia fechada? pólo do itema em c.f Qual é a localização do pólo da f.t.c.f como fução do valor do gaho? 3/Cap.7

4 Root Locu: Formulação f.t.cadeia de acção R() _ G() C() H() f.t.cadeia de retroacção f.t.cadeia aberta (f.t.c.a.) G()H( ) f.t.cadeia fechada (f.t.c.f.) G() G()H() Como variam o pólo do itema em cadeia fechada como fução do gaho? repota Hipótee : Calcular eplicitamete a f.t.c.f e factorizar o poliómio deomiador Hipótee : a partir do cohecimeto da f.t.c.a. uado o Root Locu Dado Pólo e zero da f.t.c.a Root Locu Pólo da f.t.c.f Sem factorização do poliómio deomiador da f.t.c.f E o zero da f.t.c.f? 4/Cap.7

5 Pólo e Zero da f.t.c.f R() _ G() H() C() G() N D G G () () H() N D H H () () C() R() G() G()H() NG() DG() NG()N D ()D G H H () () C() R() D G NG()D H() ()D () N ()N H G H () { zero da f.t.c.f } { zero de G() } { pólo de H() } ão variam com pólo da f.t.c.f. variam com ão podem er cohecido imediatamete O Root Locu é um método gráfico que permite avaliar a localização do pólo da f.t.c.f. em factorizar o poliómio deomiador dea f.t. 5/Cap.7

6 Eemplo CameraMa Preeter Camera Sytem Cotrol Sytem Egieerig Norma Nie poição do objecto R() eore _ amplificador Faz o eguimeto automático de objecto Motor e camâra ( 0) poição da câmara C() D(), pólo da f.t.c.f ± 5 R () C() 0 jw 0 0, 0 > 5 5, > 5, 5 ± j 5 " O root-locu é empre imétrico relativamete ao eio real " Como varia a repota do itema em c.f. a uma etrada ecalão para valore crecete de, com >5? > > < 6/Cap.7 σ

7 Pricípio ubjacete T() G() G()H() R Se é pólo de T() G()H() 0 G()H() equação caracterítica G()H() arg(g()h()) (k )80º, k Z Root-Locu cojuto do valore de que atifazem imultaeamete Comado MATLAB rlocu codição de módulo G ()H() arg( G()H()) codição de argumeto (k )80º, k Z 7/Cap.7

8 Pricípio ubjacete G()H() codição de argumeto m i i ( zi) ( p ) i arg(g()h()) arg() m arg( zi) arg( p i) i i (k ) π >0 m arg(g()h()) arg( zi) arg( p i) (k ) π <0 i m arg(g()h()) arg( zi) arg( p i) (k) π i i i A codição de argumeto permite determiar o poto do plao que pertecem ao root-locu 8/Cap.7

9 Pricípio ubjacete G()H() codição de módulo m i i ( zi) ( p ) i m i i z p i i i m i p z i i A codição de módulo permite calcular o valor de correpodete a cada localização particular da raíze obre o lugar geométrico 9/Cap.7

10 Root Locu - eemplo " O poto j3 pertece ao root-locu? " Se pertecer atifaz a codiçõe do módulo e de argumeto codição de argumeto arg( G( )H( )) arg() [arg( 3) arg( 4)] [arg( ) arg( arg( G( )H( )) arg() [ θ θ] [ θ4 θ3] arg( G( )H( )) arg() 7.57º 56.3º 08.43º 90º arg( G( )H( )) arg() 70.55º Nuca pode er um )] múltiplo impar de 80º " j3 NÃO é pólo do itema em c.f. 0/Cap.7

11 Root Locu - eemplo - ( 3) [( ) 4]( 5) " O poto - pertece ao root-locu? > 0 " arg(g( ))(k)π? θ 4 j θ -5 θ o -3 - θ 3 arg( G( )) θ ( θ θ3 θ4 θ5) θ 5 -j Soma zero 0º 0º 80º arg( G( )) 80º pertece ao root-locu " Qual é o valor do gaho para o qual o itema em c.f. tem um pólo em -? Para - a codição de módulo tem que er verificada /Cap.7

12 Root Locu - eemplo - ( 3) [( ) 4]( 5) codição de módulo > 0 aplicada em - G ( ) M M 4 j -5 o -3 M - M 3 θ 3 M 5 M 4 -j M G( ) MM3M 4M5 4 ( ) 0 /Cap.7

13 Regra para a cotrução REGRA Número de ramo N() G ()H() D() grau de N() m grau de D() aume-e m G()H() 0 D () N() 0 Ramo lugar geométrico defiido por um pólo do itema em c.f. quado varia Nº de Ramo úmero de pólo do itema em cadeia fechada REGRA Simetria O pólo de itema realizávei (itema fíico) ão, v Reai, ou v Compleo ocorredo ao pare compleo cojugado O root-locu é imétrico relativamete ao eio real 3/Cap.7

14 Regra para a cotrução REGRA 3 Troço obre o eio real >0 São troço do root-locu o poto do eio real que teham à ua direita um úmero ímpar de pólo e/ou zero da f.t.c.a. codição de argumeto Se Root Locu m ( zi) i G()H() >0 ( p ) m i arg(g()h()) arg( zi) arg( p i) (k ) π i i i θ 80º 0º -z i -z i θ θ θ 0 para pólo é idêtico 80º 0º -p i -p i θ θ θ 0 θ para pólo é idêtico 4/Cap.7

15 Regra para a cotrução cotiuação REGRA 3 Troço obre o eio real Root Locu Pólo e zero (f.t.c.a.) à equerda de cotribuem com 0º Pólo e zero (f.t.c.a.) à direita de cotribuem com 80º A cotribuição de um par de pólo e ou de zero compleo cojugado é ula Eemplo troço do eio real ó etão idicado o troço do eio real ó etão idicado o troço do eio real Não tem troço o eio real 5/Cap.7

16 Regra para a cotrução REGRA 4 Poto de partida do ramo ode e iicia cada ramo do root-locu (0)? N G() D G G () () NH() H() D () H f.t.c.a. N G()H() D G G ()N ()D H H () () f.t.c.f. T() G() G()H() D G NG()D H() ()D () N ()N H G H () pólo da f.t.c.f. { : D ()D () N ()N () 0} G H G H grau(n G ()N H ())m grau(d G ()D H ()N G ()N H ()) m lim 0 pólo da f.t.c.f. { :D ()D () 0} G H pólo da f.t.c.a. o poto de partida (0) do ramo do rootlocu coicidem com o pólo da f.t.c.a. 6/Cap.7

17 Regra para a cotrução REGRA 5 Poto de chegada do ramo ramo ode termia cada ramo do root-locu ( )? T() G() G()H() D G NG()D H() ()D () N ()N H G H () Quado G()H() 0 para er atifeita a codição G()H() 0 G()H() NG()N H() 0 { zero de NG()N H() } D ()D () G H m zero m ramo do root-locu tedem para o zero da f.t.c.a. -m ramo do root-locu tedem para ifiito m ramo tedem para o zero da f.t.c.a. -m ramo tedem para ifiito Ete -m ramo tedem para ifiito egudo aímptota Regra 8 âgulo que a aímptota fazem com o eio real 7/Cap.7

18 Regra para a cotrução Eemplo G()H() ( )( ) um[0 0 0 ]; de[ 3 0]; ytf(um,de); rlocu(y) Alguma cocluõe: Para pólo reai 0 o itema em cadeia fechada tem todo o eu Qual é o valor de? Regra poto de etrada e aída do eio real Para 0 < o itema em cadeia fechada é etável Para o itema é margialmete etável Qual é o valor de? Para > o itema apreeta uma obreelevação a repota ao ecalão. Uar o root-locu Uar o critério de Routh-Hurwitz Qual é o valor aproimado de que coduz a uma obreelevação de 0%? 8/Cap.7

19 Regra para a cotrução Eemplo G()H() jβ ( )( ) θ 3 θ θ eja o poto de cruzameto com o eio imagiário v pertece ao root-locu v a codição de argumeto é atifeita para arg( G( )H( )) (k ) π arg( G( )H( )) ( θ θ ) θ 3 90º arctg( β) arctg( β ) (k ) π β j v a codição de módulo é atifeita para G (jβ)h(j β) β β 4 G( j ) H ( j ) β β 4 β β 9/Cap.7

20 Regra para a cotrução Eemplo um[ 7 ]; de[ 3 ]; rlocu(um,de); ai([ ]); G()H() ( 3)( 4) ( )( ) o o?? G()H() ( 3) ( )( )( 4) o 0/Cap.7

21 Regra para a cotrução REGRA 6 Poto de etrada e de aída do eio real Poto de etrada o eio real break-i poit Poto de aída do eio real breakaway poit o o o break-i poit breakaway poit O poto de aída do eio real ocorre para um máimo relativo do gaho O poto de etrada o eio real ocorre para um míimo relativo do gaho meor valor de que já coduz a pólo reai maior valor de que aida coduz a pólo reai /Cap.7

22 Regra para a cotrução REGRA 6 Poto de etrada e de aída do eio real G()H() ( ) > máimo? relativo > - > todo o R do root-locu atifazem 0 ( ) > ( ) cálculo do máimo relativo d d 0 4 breakaway poit equiditate do doi pólo da f.t.c.a. aalogia com um itema de carga eléctrica repulão pelo pólo atracção pelo zero valor do gaho correpodete ao breakaway poit /Cap.7

23 Regra para a cotrução REGRA 6 Poto de etrada e de aída do eio real equação caracterítica G()H() 0 Para σ R e Root Locu G( σ)h( σ) 0 cáculo de máimo e míimo relativo G( σ)h( σ) d dσ 0 codição eceária ma ão uficiete v todo o poto de aída/etrada o eio real atifazem eta relação v em toda a oluçõe deta equação ão empre poto de aída ou de etrada o eio real v é precio cofirmar e a oluçõe ecotrada etão obre troço que pertecem ao root-locu " Valore (do eio real) do poto do root-locu que ão breakaway e break-i poit " O valore correpodete de 3/Cap.7

24 Regra para a cotrução REGRA 6 Poto de etrada e de aída do eio real Eemplo ( 3)( 5) G()H() ( )( ) o o ( 3)( 5) G()H() 0 ( )( ) ( )( ) ( 3)( 5) 0 d d ( )( ) ( 3)( 5) ( 6 6) 0 ( 8 5) break-i poit breakaway poit?? 4/Cap.7

25 Regra para a cotrução REGRA 7 Âgulo de partida e de chegada ao eio real α º de ramo que e cruzam um poto do eio real O âgulo etre doi ramo adjacete que e aproimam (ou que e afatam) do memo poto do eio real é dado por: 360º λ ± α O âgulo etre doi ramo adjacete, um chegado e outro partido do memo poto do eio real é dado por: Eemplo 80º θ ± α o o o 5/Cap.7

26 Regra para a cotrução REGRA 7 Âgulo de partida e de chegada ao eio real Eemplo > > > > 6/Cap.7

27 Regra para a cotrução REGRA 8 Comportameto aimptótico âgulo da aímptota com o eio real cetro aimptótico Quado -m ramo tedem para ifiito ao logo de aímptota -m aímptota A aímptota cruzam-e um poto do eio real (cetro aimptótico) σ a pólo de G()H() i i m m zero de G()H() O âgulo da aímptota com o eio real é dado por φ a ± (k ) π, m k 0,,,..., m 7/Cap.7

28 Regra para a cotrução REGRA 8 Comportameto aimptótico âgulo da aímptota com o eio real - demotração O âgulo da aímptota com o eio real é dado por φ a ± (k ) π, m k 0,,,..., m Demotração: G()H() Para referêcia. Leitura opcioal m i i ( z ) ( p ) i i G()H() m Como pertece ao Root-Locu G()H() m codição de módulo m m codição de argumeto arg( ) arg( ) arg( ) ( m)arg() Para >0 e >0 ( k ) π ( m)arg() (k ) π arg() ( m) 8/Cap.7

29 Regra para a cotrução REGRA 8 Comportameto aimptótico âgulo da aímptota com o eio real cetro aimptótico Eemplo G()H() ( )( ) " 3 ramo, todo a termiar em ifiito " 3 aímptota " âgulo da aímptota com o eio real ± (k ) π φ a, k 0,,,..., m 60º,80º, 60º m " cetro aímptótico σ a pólo de G()H() i i m m zero de G()H() 60º 9/Cap.7

30 Root-Locu - Eemplo G()H() ( ) ( )( 6) 3 ramo ramo a termiar o ifiito aímptota Âgulo da aímptota com o eio real 90º, -90º Cetro aimptótico σ a (0 6) ( ) 3?? o Poto de aída do eio real G()H() 0 d d 3 ( -)( 6) ( ) 30/Cap.7

31 Root-Locu Eemplo (cot) Poto de aída do eio real G()H() 0 d d ( -)( 6) ,. ± j. 4 ( ) breakaway poit Não pertecem ao root-locu Não podem er poto de aída de ramo do eio real Calcule o gaho correpodete Poto de cruzameto com o eio imagiário e gaho correpodete Método critério de Routh-Hurwitz Método Root-Locu Poto de cruzameto - Codição de âgulo Gaho correpodete Codição de módulo eq.caracterítica 3 ( )( 6) ( ) 0 5 ( 6) 0 5( 6) a a 0 ±j liha de zero a Q() /Cap.7

32 Root-Locu Eemplo (cot) Poto de cruzameto com o eio imagiário e gaho correpodete Método critério de Routh-Hurwitz Método Root-Locu Poto de cruzameto - Codição de âgulo Gaho correpodete Codição de módulo G()H() ( ) ( )( 6) j α o codição de argumeto α arg( G( )H( )) arctg( α ) 80 arctg( α ) 90º arctg( ) 6 α 3 3 j tgα tgβ tg(α β) tgα. tgβ? codição de módulo E para ete valor de qual é o pólo real em cadeia fechada? 3/Cap.7

33 Regra para a cotrução REGRA 9 Soma do pólo N() G ()H() grau N() m D() grau D() Se -m i pólo da f.t.c.a pólo da f.t.c.f, i Se -m Soma do pólo em cadeia aberta Soma do pólo em cadeia fechada Demotração: Para referêcia. Leitura Opcioal cadeia aberta G()H() N() N() D() r r... r r r... r i ( λ ) i r i λ i λ i pólo da f.t.c.a. cadeia fechada N() G()H() 0 0 r r... r r d r d... r... d d p i i Se -m d r N() 0 0 i ( p ) p i i p i i pólo da f.t.c.f. i λ i 33/Cap.7

34 Regra para a cotrução Eemplo REGRA 9 Soma do pólo G()H() ( ) ( )( 6) j 3 7.5? o Para 7.5 ode etá o outro pólo da f.t.c.f? 3 i pólo da f.t.c.a pólo da f.t.c.f, 3 i (0 6) j 3 j 3 p3 p /Cap.7

35 Regra para a cotrução REGRA 0 Âgulo de partida de um pólo e de chegada a um zero Eemplo ( ) G()H() ( 4)[( 4) 4 ] ó troço do eio real o cetro aimptótico σ a ( j 4 4j) ( ) âgulo da aimptota com o eio real 60º, 80º,-60º Como aem o ramo do pólo compleo cojugado? uar a codição de argumeto 35/Cap.7

36 Regra para a cotrução Eemplo REGRA 0 Âgulo de partida de um pólo e de chegada a um zero ( ) G()H() ( 4)[( 4) 4 ] ó troço do eio real que e admite pertecete ao root-locu Circuferêcia de raio ε ε 0 θ 5 θ 3 o θ θ θ 4 arg( G( )H( )) θ ( θ θ3 θ4 θ5) arg( G( )H( )) (80 arctg) (35º 90º 90º θ5) (k ) π θ5 8.4º icógita 36/Cap.7

37 Regra para a cotrução REGRA 0 Âgulo de partida de um pólo e de chegada a um zero Eemplo ( ) G()H() ( 4)[( 4) 4 ] -8.5º 37/Cap.7

38 Root-Locu Eemplo G ()H() ( )[( ) 4] cetro aimptótico 0 j j σa 4 âgulo da aímptota com o eio real ± (k ) π φ a 4 φa 45º,35º,5º, 45º breakaway poit ( ) d 3 (4 d 8 0) 0 j.5 j.5? > > breakaway poit > > > > INSTITUTO SUPERIOR TÉCNICO- Cotrolo 006/007 38/Cap.7

39 Root-Locu Eemplo G ()H() ( )[( ) 4] breakaway poit ( ) d 3 (4 d 8 0) 0 4 j.5 j.5 4? breakaway poit 39/Cap.7

40 Root-Locu Eemplo G ()H() ( 8)[( 4) ] cetro aimptótico j 4 j σa 4 4 âgulo da aímptota com o eio real ± (k ) π φ a 4 φa 45º,35º,5º, 45º breakaway poit ( ) d 3 (4 48 d 6 36) ? 6? < < < < < < 40/Cap.7

41 Root-Locu Eemplo G ()H() ( 8)[( 4) ] breakaway poit ( ) d 3 (4 48 d 6 36) ? 6? breakaway poit break-i poit breakaway poit 4/Cap.7

42 Root-Locu Eemplo 3 [(.5) ] G()H() ( 0.5)( 8)( 9) cetro aimptótico ( ) (.5 j.5 j) σa âgulo da aímptota com o eio real ± (k ) π φ a 3 φa 60º,80º, 60º etabilidade 0 < <, < < etável > itável itável margialmete etável o o 4/Cap.7

43 Root-Locu v qualquer parâmetro R() - C() k Perguta: Para fio, como é que o pólo da f.t.c.f. variam com k? 5 C() R() 5 ( ) 5 ( k ( ) ) C() R() 5 ( 5k ) 5 Perguta: Pode uar-e o Root-Locu? ( 5k ) 5 0 ( 5) k5 0 k Root-locu como fução de k o 43/Cap.7

44 Root-Locu para Gaho Negativo R() _ G() C() < 0 H() Equação caracterítica Codição de módulo G()H() 0 G()H() G ()H() é idepedete do ial de Codição de argumeto arg( G()H()) kπ, k Z Apea ão alterada a regra a quai itervém a codição de argumeto Regra que ão alterada troço do eio real pertecem ao root-locu e tiverem à direita um úmero par de pólo e/ou zero da f.t.c.a. âgulo da aímptota com eio real ± kπ, m o âgulo de partida e chegada atifazem a ova codição de argumeto e diferem, portato, de 80º do calculado para poitivo. Φ a k 0,,..., m 44/Cap.7

45 Root-Locu para egativo Eemplo R() C() _ ( ) retroacção egativa Root-locu retroacção egativa >0 Root-locu retroacção poitiva <0 <0 >0 > > > > 45/Cap.7

46 Cacelameto pólo-zero o Root-Locu R() - C() Root-Locu como fução de α G() R() - C() α H() G ()H() ( α ) ( ) Para α H() tem um zero igual a um pólo de G() Pode cacelar-e? Se houver cacelameto Root-Locu tem um úico ramo G()H() o 46/Cap.7

47 Cacelameto pólo-zero o Root-Locu f.t.c.a. G ()H() ( α ) ( ) f.t.c.f. C() R() C() R() G() ( ) G()H() ( ) ( ) ( ) ( )[( ) ] ( ) ( ) Pólo fio idepedete de ão é zero da f.t.c.f o - o Pólo da f.t.c.f. Para α Pode cacelar-e? Pólo da f.t.c.f. idepedete de H() tem um zero igual a um pólo de G() NÃO 47/Cap.7

AVALIAÇÃO DE DESEMPENHO

AVALIAÇÃO DE DESEMPENHO AVALIAÇÃO DE DESEMPENHO Itrodução Aálie o domíio do tempo Repota ao degrau Repota à rampa Repota à parábola Aálie o domíio da freqüêcia Diagrama de Bode Diagrama de Nyquit Diagrama de Nichol Eta aula EM

Leia mais

CONTROLO. 1º semestre 2007/2008. Transparências de apoio às aulas teóricas. Capítulo 10 Diagrama de Bode e Relação Tempo-Frequência

CONTROLO. 1º semestre 2007/2008. Transparências de apoio às aulas teóricas. Capítulo 10 Diagrama de Bode e Relação Tempo-Frequência Mestrado Itegrado em Egeharia Electrotécica e de Computadores (LEEC Departameto de Egeharia Electrotécica e de Computadores (DEEC CONTROLO º semestre 007/008 Trasparêcias de apoio às aulas teóricas Capítulo

Leia mais

Exemplos de I.C. (1 ) 100% para a mådia (e para diferença entre mådias)

Exemplos de I.C. (1 ) 100% para a mådia (e para diferença entre mådias) Exemplo de I.C. ( )% para a mådia (e para difereça etre mådia) Exemplo : Tete de compreão foram aplicado em dua marca de cimeto para avaliar a reitêcia em cocreto. Foram produzido 5 corpo de prova de cada

Leia mais

Análise da Resposta Transitória

Análise da Resposta Transitória Uiveridade Etadual do Oete do Paraá Programa de Pó-graduação em Egeharia de Sitema Diâmico e Eergético Tema da Aula: Aálie da Repota Traitória Prof. Dr. Carlo Herique Faria do Sato 1 Etrutura da aula 1

Leia mais

CONTROLO. Cap 3 Respostano Tempo

CONTROLO. Cap 3 Respostano Tempo Capítulo 3 Repota o Tempo CONTROLO º emetre 007/008 Traparêcia de apoio à aula teórica Cap 3 Repotao Tempo Maria Iabel Ribeiro Atóio Pacoal Setembro de 007 Todo o direito reervado Eta ota ão podem er uada

Leia mais

Capítulo 5 Cálculo Diferencial em IR n 5.1 Definição de função de várias variáveis: campos vetoriais e campos escalares.

Capítulo 5 Cálculo Diferencial em IR n 5.1 Definição de função de várias variáveis: campos vetoriais e campos escalares. 5. Defiição de fução de várias variáveis: campos vetoriais e. Uma fução f : D f IR IR m é uma fução de variáveis reais. Se m = f é desigada campo escalar, ode f(,, ) IR. Temos assim f : D f IR IR (,, )

Leia mais

somente um valor da variável y para cada valor de variável x.

somente um valor da variável y para cada valor de variável x. Notas de Aula: Revisão de fuções e geometria aalítica REVISÃO DE FUNÇÕES Fução como regra ou correspodêcia Defiição : Uma fução f é uma regra ou uma correspodêcia que faz associar um e somete um valor

Leia mais

Lista 9 - Introdução à Probabilidade e Estatística

Lista 9 - Introdução à Probabilidade e Estatística UNIVERSIDADE FEDERAL DO ABC Lista 9 - Itrodução à Probabilidade e Estatística Desigualdades e Teoremas Limites 1 Um ariro apota a um alvo de 20 cm de raio. Seus disparos atigem o alvo, em média, a 5 cm

Leia mais

CONHECIMENTOS BÁSICOS MATEMÁTICA

CONHECIMENTOS BÁSICOS MATEMÁTICA CONHECIENTOS BÁSICOS ATEÁTICA Para repoder à quetõe de o e, utilize o dado da tabela abaixo, que apreeta a freqüêcia acumulada da idade de 0 jove etre 4 e 0 ao. Idade (ao) Freqüêcia Acumulada 4 5 4 6 9

Leia mais

CAPÍTULO 7 - Intervalos de confiança

CAPÍTULO 7 - Intervalos de confiança INF 16 CAPÍTULO 7 - Itervalo de cofiaça É uma maeira de calcularmo uma etimativa de um parâmetro decohecido. Muita veze também fucioa como um tete de hipótee. A idéia é cotruir um itervalo de cofiaça para

Leia mais

5- CÁLCULO APROXIMADO DE INTEGRAIS 5.1- INTEGRAÇÃO NUMÉRICA

5- CÁLCULO APROXIMADO DE INTEGRAIS 5.1- INTEGRAÇÃO NUMÉRICA 5- CÁLCULO APROXIMADO DE INTEGRAIS 5.- INTEGRAÇÃO NUMÉRICA Itegrar umericamete uma fução y f() um dado itervalo [a, b] é itegrar um poliômio P () que aproime f() o dado itervalo. Em particular, se y f()

Leia mais

Osciladores sinusoidais

Osciladores sinusoidais Ociladore iuoidai Jorge Guilherme 008 #5 Ociladore iuoidai Vi xf xi A Vo Vo A Vi βvo A Vo Vi Aβ ara exitir Vo com Vi0 β Aβ 0 Im Equação caracterítica jb Idetermiação 0 -A -jb Re x t k x t ke x t ke t t

Leia mais

5 Análise de sistemas no domínio da frequência. 5.1 Resposta em regime estacionário a uma onda sinusoidal

5 Análise de sistemas no domínio da frequência. 5.1 Resposta em regime estacionário a uma onda sinusoidal 5 Aálise de sistemas o domíio da frequêcia O termo resposta a frequêcia utiliza-se para desigar a resposta de um sistema, em regime estacioário, a uma oda siusoidal. Esta resposta, para o caso de um sistema

Leia mais

Faculdade Campo Limpo Paulista Mestrado em Ciência da Computação Complexidade de Algoritmos Avaliação 2

Faculdade Campo Limpo Paulista Mestrado em Ciência da Computação Complexidade de Algoritmos Avaliação 2 Faculdade Campo Limpo Paulista Mestrado em Ciêcia da Computação Complexidade de Algoritmos Avaliação 2. (2,0): Resolva a seguite relação de recorrêcia. T() = T( ) + 3 T() = 3 Pelo método iterativo progressivo.

Leia mais

Capitulo 6 Resolução de Exercícios

Capitulo 6 Resolução de Exercícios FORMULÁRIO Cojutos Equivaletes o Regime de Juros Simples./Vecimeto Comum. Descoto Racioal ou Por Detro C1 C2 Cm C1 C2 C...... 1 i 1 i 1 i 1 i 1 i 1 i 1 2 m 1 2 m C Ck 1 i 1 i k1 Descoto Por Fora ou Comercial

Leia mais

( ) ( ) ( ) ( ) ( ) 3 - INTRODUÇÃO À RESOLUÇÃO DE SISTEMAS NÃO LINEARES. Introdução.

( ) ( ) ( ) ( ) ( ) 3 - INTRODUÇÃO À RESOLUÇÃO DE SISTEMAS NÃO LINEARES. Introdução. 55 3 - INTRODUÇÃO À RESOLUÇÃO DE SISTEMAS NÃO LINEARES. Itrodução. No processo de resolução de um problema prático é reqüete a ecessidade de se obter a solução de um sistema de equações ão lieares. Dada

Leia mais

Neste capítulo, pretendemos ajustar retas ou polinômios a um conjunto de pontos experimentais.

Neste capítulo, pretendemos ajustar retas ou polinômios a um conjunto de pontos experimentais. 03 Capítulo 3 Regressão liear e poliomial Neste capítulo, pretedemos ajustar retas ou poliômios a um cojuto de potos experimetais. Regressão liear A tabela a seguir relacioa a desidade (g/cm 3 ) do sódio

Leia mais

Até que tamanho podemos brincar de esconde-esconde?

Até que tamanho podemos brincar de esconde-esconde? Até que tamaho podemos bricar de escode-escode? Carlos Shie Sejam K e L dois subcojutos covexos e compactos de R. Supoha que K sempre cosiga se escoder atrás de L. Em termos mais precisos, para todo vetor

Leia mais

Departamento de Matemática - Universidade de Coimbra. Mestrado Integrado em Engenharia Civil. Capítulo 1: Sucessões e séries

Departamento de Matemática - Universidade de Coimbra. Mestrado Integrado em Engenharia Civil. Capítulo 1: Sucessões e séries Departameto de Matemática - Uiversidade de Coimbra Mestrado Itegrado em Egeharia Civil Exercícios Teórico-Práticos 200/20 Capítulo : Sucessões e séries. Liste os primeiros cico termos de cada uma das sucessões

Leia mais

: 8. log 3 4 : 7 B 6 B C. B D. 1 x. t é o tempo, dado em horas, e

: 8. log 3 4 : 7 B 6 B C. B D. 1 x. t é o tempo, dado em horas, e Eame de Admissão de Matemática Págia de... Simpliicado a epressão. : : tem-se: Simpliicado a epressão p p p Sabedo que p p obtém-se: p p log a etão log será igual a: a a a a pp p p. Para diluir litro de

Leia mais

CAPÍTULO III ANÁLISE DOS DADOS. Para responder à primeira pergunta, observe os dois gráficos abaixo

CAPÍTULO III ANÁLISE DOS DADOS. Para responder à primeira pergunta, observe os dois gráficos abaixo CAPÍTULO III ANÁLISE DOS DADOS III.5 Idéias básicas sobre gráficos e modelos Modelos são regras matemáticas que permitem reproduzir um cojuto de valores uméricos a partir de outro ao qual correspodem.

Leia mais

UNICAMP - 2004. 2ª Fase MATEMÁTICA BERNOULLI COLÉGIO E PRÉ-VESTIBULAR

UNICAMP - 2004. 2ª Fase MATEMÁTICA BERNOULLI COLÉGIO E PRÉ-VESTIBULAR UNICAMP - 004 ª Fase MATEMÁTICA BERNOULLI COLÉGIO E PRÉ-VESTIBULAR Matemática Questão 01 Em uma sala há uma lâmpada, uma televisão [TV] e um aparelho de ar codicioado [AC]. O cosumo da lâmpada equivale

Leia mais

O poço de potencial infinito

O poço de potencial infinito O poço de potecial ifiito A U L A 14 Meta da aula Aplicar o formalismo quâtico ao caso de um potecial V(x) que tem a forma de um poço ifiito: o potecial é ifiito para x < a/ e para x > a/, e tem o valor

Leia mais

Prova 3 Matemática ... GABARITO 1 NOME DO CANDIDATO:

Prova 3 Matemática ... GABARITO 1 NOME DO CANDIDATO: Prova 3 QUESTÕES OBJETIIVAS N ọ DE ORDEM: NOME DO CANDIDATO: N ọ DE INSCRIÇÃO: IINSTRUÇÕES PARA A REALIIZAÇÃO DA PROVA. Cofira os campos N ọ DE ORDEM, N ọ DE INSCRIÇÃO e NOME, que costam da etiqueta fixada

Leia mais

A função só está definida se 0, ou seja, quando x. está no intervalo [ π ;5[. Assim, B C = [ π ;5[. Desse modo, temos

A função só está definida se 0, ou seja, quando x. está no intervalo [ π ;5[. Assim, B C = [ π ;5[. Desse modo, temos OS MELHORES GABARITOS DA INTERNET: wwwelitecampiascombr (9) - O ELITE RESOLVE ITA - MATEMÁTIA MATEMÁTIA VEJA AS NOTAÇÕES ADOTADAS AO FINAL DA PROVA QUESTÃO osidere as afirmações abaio relativas a cojutos

Leia mais

Chama-se sucessão de números reais, ou sucessão, a uma aplicação de N R (por vezes considera-se Ν 0 = { }

Chama-se sucessão de números reais, ou sucessão, a uma aplicação de N R (por vezes considera-se Ν 0 = { } Aáli Matemática II ao lectivo 006/007 III- Séries. Sucessões ( breves revisões) Def.. Chama- sucessão de úmeros reais, ou sucessão, a Ν 0 ). u: N R uma aplicação de N R (por vezes cosidera- Ν 0 = { } Utiliza-

Leia mais

J. A. M. Felippe de Souza 9 Diagramas de Bode

J. A. M. Felippe de Souza 9 Diagramas de Bode 9 Diagramas de Bode 9. Itrodução aos diagramas de Bode 3 9. A Fução de rasferêcia 4 9.3 Pólos e zeros da Fução de rasferêcia 8 Equação característica 8 Pólos da Fução de rasferêcia 8 Zeros da Fução de

Leia mais

CAP. I ERROS EM CÁLCULO NUMÉRICO

CAP. I ERROS EM CÁLCULO NUMÉRICO CAP I ERROS EM CÁLCULO NUMÉRICO 0 Itrodução Por método umérico etede-se um método para calcular a solução de um problema realizado apeas uma sequêcia fiita de operações aritméticas A obteção de uma solução

Leia mais

37ª OLIMPÍADA BRASILEIRA DE MATEMÁTICA PRIMEIRA FASE NÍVEL 3 (Ensino Médio) GABARITO

37ª OLIMPÍADA BRASILEIRA DE MATEMÁTICA PRIMEIRA FASE NÍVEL 3 (Ensino Médio) GABARITO 37ª OLIMPÍADA BRASILEIRA DE MATEMÁTICA PRIMEIRA FASE NÍVEL 3 Esio Médio) GABARITO GABARITO NÍVEL 3 ) B ) A ) B ) D ) C ) B 7) C ) C 7) B ) C 3) D 8) E 3) A 8) E 3) A ) C 9) B ) B 9) B ) C ) E 0) D ) A

Leia mais

TC DE MATEMÁTICA (REVISÃO) / 3ª SÉRIE E EXTENSIVO. PROFESSOR Fabrício Maia ALUNO(A): Nº TURMA: TURNO: DATA: / / COLÉGIO:

TC DE MATEMÁTICA (REVISÃO) / 3ª SÉRIE E EXTENSIVO. PROFESSOR Fabrício Maia ALUNO(A): Nº TURMA: TURNO: DATA: / / COLÉGIO: TC DE MATEMÁTCA (REVSÃO) / ª SÉRE E EXTENSVO PROESSOR abrício Maia ALUNO(A): Nº TURMA: TURNO: DATA: / / COLÉGO: OSG 98/0. Os valores de b para os quais a parábola y + b tem um úico poto em comum com a

Leia mais

Faculdade de Engenharia Investigação Operacional. Prof. Doutor Engº Jorge Nhambiu

Faculdade de Engenharia Investigação Operacional. Prof. Doutor Engº Jorge Nhambiu Programação Diâmica Aula 3: Programação Diâmica Programação Diâmica Determiística; e Programação Diâmica Probabilística. Programação Diâmica O que é a Programação Diâmica? A Programação Diâmica é uma técica

Leia mais

RESOLUÇÃO DA PROVA DE MATEMÁTICA DO VESTIBULAR 2014 DA FUVEST-FASE 2. POR PROFA. MARIA ANTÔNIA C. GOUVEIA

RESOLUÇÃO DA PROVA DE MATEMÁTICA DO VESTIBULAR 2014 DA FUVEST-FASE 2. POR PROFA. MARIA ANTÔNIA C. GOUVEIA ESOLUÇÃO D OV DE MTEMÁTIC DO VESTIUL 0 D FUVEST-FSE. O OF. MI NTÔNI C. GOUVEI M0 Dados e iteiros cosidere a ução deiida por para a No caso e que = = ostre que a igualdade se veriica. b No caso e que =

Leia mais

Motivação e Definição..1. Factores Básicos...3. Constante...3. Factor derivativo e Integral...4. Factores Básicos...12

Motivação e Definição..1. Factores Básicos...3. Constante...3. Factor derivativo e Integral...4. Factores Básicos...12 ÍNDICE Motivação e Defiição.. Diagramas de Bode... Factores Básicos...3 Costate...3 Factor derivativo e Itegral...4 Factores de ª ordem...5 Factores de ª ordem...7 Sistemas de Fase míima e Não-Míima...

Leia mais

ESTABILIDADE. Pólos Zeros Estabilidade

ESTABILIDADE. Pólos Zeros Estabilidade ESTABILIDADE Pólo Zero Etbilidde Itrodução Um crcterític importte pr um item de cotrole é que ele ej etável. Se um etrd fiit é plicd o item de cotrole, etão íd deverá er fiit e ão ifiit, ito é, umetr em

Leia mais

Exercícios de Matemática Polinômios

Exercícios de Matemática Polinômios Exercícios de Matemática Poliômios ) (ITA-977) Se P(x) é um poliômio do 5º grau que satisfaz as codições = P() = P() = P(3) = P(4) = P(5) e P(6) = 0, etão temos: a) P(0) = 4 b) P(0) = 3 c) P(0) = 9 d)

Leia mais

Métodos Quantitativos Aplicados

Métodos Quantitativos Aplicados Métodos Quatitativos Aplicados Aula 3 http://www.iseg.ulisboa.pt/~vescaria/mqa/ Tópicos apresetação Itrodução aos packages estatísticos: SPSS Aálise Uivariada: Redução de dados e caracterização de distribuições

Leia mais

Problema de Fluxo de Custo Mínimo

Problema de Fluxo de Custo Mínimo Problema de Fluo de Custo Míimo The Miimum Cost Flow Problem Ferado Nogueira Fluo de Custo Míimo O Problema de Fluo de Custo Míimo (The Miimum Cost Flow Problem) Este problema possui papel pricipal etre

Leia mais

Erros de Estado Estacionário. Carlos Alexandre Mello. Carlos Alexandre Mello [email protected] 1

Erros de Estado Estacionário. Carlos Alexandre Mello. Carlos Alexandre Mello cabm@cin.ufpe.br 1 Erros de Estado Estacionário Carlos Alexandre Mello 1 Introdução Projeto e análise de sistemas de controle: Resposta de Transiente Estabilidade Erros de Estado Estacionário (ou Permanente) Diferença entre

Leia mais

Métodos Quantitativos em Contabilidade. Análise da Variância ANOVA. Prof. José Francisco Moreira Pessanha professorjfmp@hotmail.

Métodos Quantitativos em Contabilidade. Análise da Variância ANOVA. Prof. José Francisco Moreira Pessanha professorjfmp@hotmail. Métodos Quatitativos em Cotabilidade Aálise da Variâcia AOVA Prof. José Fracisco Moreira Pessaha [email protected] Rio de Jaeiro, 8 de setembro de 01 Aálise da Variâcia com um fator (OE WAY AOVA)

Leia mais

Equivalência entre holomorfia, analiticidade e teorema de Cauchy

Equivalência entre holomorfia, analiticidade e teorema de Cauchy Capítulo 6 Equivalêcia etre holomorfia, aaliticidade e teorema de Cauchy 6 Itrodução O resultado cetral deste capítulo é a equivalêcia etre holomorfia, aaliticidade e validade do Teorema de Cauchy Trata-se

Leia mais

Disciplina: Séries e Equações Diferenciais Ordinárias Prof Dr Marivaldo P Matos Curso de Matemática UFPBVIRTUAL [email protected]

Disciplina: Séries e Equações Diferenciais Ordinárias Prof Dr Marivaldo P Matos Curso de Matemática UFPBVIRTUAL matos@mat.ufpb.br Disciplia: Séries e Equações Difereciais Ordiárias Prof Dr Marivaldo P Matos Curso de Matemática UFPBVIRTUAL [email protected] Ambiete Virtual de Apredizagem: Moodle (www.ead.ufpb.br) Site do Curso: www.mat.ufpb.br/ead

Leia mais

Aplicações Diferentes Para Números Complexos

Aplicações Diferentes Para Números Complexos Material by: Caio Guimarães (Equipe Rumoaoita.com) Aplicações Diferentes Para Números Complexos Capítulo II Aplicação 2: Complexos na Geometria Na rápida revisão do capítulo I desse artigo mencionamos

Leia mais

Eletrodinâmica III. Geradores, Receptores Ideais e Medidores Elétricos. Aula 6

Eletrodinâmica III. Geradores, Receptores Ideais e Medidores Elétricos. Aula 6 Aula 6 Eletrodiâmica III Geradores, Receptores Ideais e Medidores Elétricos setido arbitrário. A ddp obtida deve ser IGUAL a ZERO, pois os potos de partida e chegada são os mesmos!!! Gerador Ideal Todo

Leia mais

4 HIDROLOGIA ESTATÍSTICA: conceitos e aplicações

4 HIDROLOGIA ESTATÍSTICA: conceitos e aplicações 4 HIDROLOGIA ESTATÍSTICA: coceitos e aplicações 4. Coceitos básicos de Probabilidades Um cojuto de dados hidrológicos ecessita ser previamete aalisado com base em algus idicadores estatísticos básicos

Leia mais

RESPOSTA À DECLARAÇÃO EM DEFESA DE UMA MATEMÁTICA FINANCEIRA:- SISTEMA DE AMORTIZAÇÃO PRICE:- BREVE NOTA SOBRE CERTOS ENIGMAS.

RESPOSTA À DECLARAÇÃO EM DEFESA DE UMA MATEMÁTICA FINANCEIRA:- SISTEMA DE AMORTIZAÇÃO PRICE:- BREVE NOTA SOBRE CERTOS ENIGMAS. RESPOSTA À DECLARAÇÃO EM DEFESA DE UMA MATEMÁTICA FINANCEIRA:- SISTEMA DE AMORTIZAÇÃO PRICE:- BREVE NOTA SOBRE CERTOS ENIGMAS. No sistema de amortização Price, com as seguites hipóteses, ocorrerá cobraça

Leia mais

Decreto-Lei nº139 /2012, de 5 de junho, alterado pelo Despacho Normativo n.º1-g/2016

Decreto-Lei nº139 /2012, de 5 de junho, alterado pelo Despacho Normativo n.º1-g/2016 Informação - Prova de Equivalência à Frequência de Físico-Química 3.º Ciclo do Ensino Básico Decreto-Lei nº139 /2012, de 5 de junho, alterado pelo Despacho Normativo n.º1-g/2016 Prova 11 (2016) Duração

Leia mais

Questão 11. Questão 13. Questão 12. Questão 14. alternativa B. alternativa E. alternativa A

Questão 11. Questão 13. Questão 12. Questão 14. alternativa B. alternativa E. alternativa A Questão Em uma pesquisa, foram cosultados 00 cosumidores sobre sua satisfação em relação a uma certa marca de sabão em pó. Cada cosumidor deu uma ota de 0 a 0 para o produto, e a média fial das otas foi

Leia mais

Estimação por Intervalo (Intervalos de Confiança):

Estimação por Intervalo (Intervalos de Confiança): Estimação por Itervalo (Itervalos de Cofiaça): 1) Itervalo de Cofiaça para a Média Populacioal: Muitas vezes, para obter-se a verdadeira média populacioal ão compesa fazer um levatameto a 100% da população

Leia mais

A soma dos perímetros dos triângulos dessa sequência infinita é a) 9 b) 12 c) 15 d) 18 e) 21

A soma dos perímetros dos triângulos dessa sequência infinita é a) 9 b) 12 c) 15 d) 18 e) 21 Nome: ºANO / CURSO TURMA: DATA: 0 / 0 / 05 Professor: Paulo. (Pucrj 0) Vamos empilhar 5 caixas em ordem crescete de altura. A primeira caixa tem m de altura, cada caixa seguite tem o triplo da altura da

Leia mais

Análise no domínio dos tempos de sistemas representados no Espaço dos Estados

Análise no domínio dos tempos de sistemas representados no Espaço dos Estados MEEC Mestrado em Egeharia Electrotécica e de Computadores MCSDI Guião do trabalho laboratorial º 3 Aálise o domíio dos tempos de sistemas represetados o Espaço dos Estados Aálise o domíio dos tempos de

Leia mais

5n 3. 1 nsen(n + 327) e)

5n 3. 1 nsen(n + 327) e) Exercícios 1 Mostre, utilizado a defiição, que as seguites sucessões são limitadas: 2 4 50 a) b) 3 +16 1 5 3 2 c) 1 4( 1) 8 5 d) 100 5 3 2 + 2( 1) 1 4( 1) 8 1 se( + 327) e) f) 5 3 2 4 4 2 2 Mostre, utilizado

Leia mais

APONTAMENTOS DE ÁLGEBRA LINEAR E GEOMETRIA ANALÍTICA

APONTAMENTOS DE ÁLGEBRA LINEAR E GEOMETRIA ANALÍTICA UNIVERSIDADE DO ALGARVE ESCOLA SUPERIOR DE TECNOLOGIA APONTAMENTOS DE ÁLGEBRA LINEAR E GEOMETRIA ANALÍTICA (III ) ÁREA DEPARTAMENTAL DE ENGENHARIA CIVIL Ídice Itrodução Aplicação do cálculo matricial aos

Leia mais

defi departamento de física www.defi.isep.ipp.pt

defi departamento de física www.defi.isep.ipp.pt defi departameto de física Laboratórios de Física www.defi.isep.ipp.pt stituto Superior de Egeharia do Porto- Departameto de Física Rua Dr. Atóio Berardio de Almeida, 431 4200-072 Porto. T 228 340 500.

Leia mais

Aula 2 - POT - Teoria dos Números - Fabio E. Brochero Martinez Carlos Gustavo T. de A. Moreira Nicolau C. Saldanha Eduardo Tengan

Aula 2 - POT - Teoria dos Números - Fabio E. Brochero Martinez Carlos Gustavo T. de A. Moreira Nicolau C. Saldanha Eduardo Tengan Aula - POT - Teoria dos Números - Nível III - Pricípios Fabio E. Brochero Martiez Carlos Gustavo T. de A. Moreira Nicolau C. Saldaha Eduardo Tega de Julho de 01 Pricípios Nesta aula apresetaremos algus

Leia mais

CAPÍTULO 5 - INTRODUÇÃO À INFERÊNCIA ESTATÍSTICA

CAPÍTULO 5 - INTRODUÇÃO À INFERÊNCIA ESTATÍSTICA CAPÍTULO 5 - INTRODUÇÃO À INFERÊNCIA ESTATÍSTICA 5. INTRODUÇÃO É freqüete ecotrarmos problemas estatísticos do seguite tipo : temos um grade úmero de objetos (população) tais que se fossem tomadas as medidas

Leia mais

ANÁLISE E CONTROLE DE SISTEMAS LINEARES

ANÁLISE E CONTROLE DE SISTEMAS LINEARES sid.ipe.br/mtc-m9/0/07.3..08-pud ANÁLISE E CONTROLE DE SISTEMAS LINEARES Valdemir Carrara URL do documeto origial: INPE São José dos Campos 0 PUBLICADO POR: Istituto

Leia mais

Análise da Informação Económica e Empresarial

Análise da Informação Económica e Empresarial Aálise da Iforação Ecoóica e Epresarial Aula 7: Redução de Dados: Medidas de Localização Aálise da Iforação Ecoóica e Epresarial Guião Aula 7: Redução de Dados: Medidas de Localização Coceitos Fudaetais:

Leia mais

Análise Combinatória I

Análise Combinatória I Aálise Combiatória I O pricípio fudametal da cotagem ada mais é que a maeira mais simples possível de determiar de quatas maeiras diferetes que um eveto pode acotecer. Se eu, por exemplo, estiver pitado

Leia mais

Aula 7. Em outras palavras, x é equivalente a y se, ao aplicarmos x até a data n, o montante obtido for igual a y.

Aula 7. Em outras palavras, x é equivalente a y se, ao aplicarmos x até a data n, o montante obtido for igual a y. DEPARTAMENTO...: ENGENHARIA CURSO...: PRODUÇÃO DISCIPLINA...: ENGENHARIA ECONÔMICA / MATEMÁTICA FINANCEIRA PROFESSORES...: WILLIAM FRANCINI PERÍODO...: NOITE SEMESTRE/ANO: 2º/2008 Aula 7 CONTEÚDO RESUMIDO

Leia mais

Vamos estudar o conceito de variabilidade absoluta considerando o conjunto de notas obtidas por cinco alunos:

Vamos estudar o conceito de variabilidade absoluta considerando o conjunto de notas obtidas por cinco alunos: Medidas de Disperção Itrodução: - Observamos ateriormete que as medidas de tedêcia cetral são usadas para resumir, em um úico úmero, aquele parâmetro que será o represetate do cojuto de dados. Estas medidas

Leia mais

CPV seu Pé Direito no INSPER

CPV seu Pé Direito no INSPER CPV seu Pé Direito o INSPE INSPE esolvida /ovembro/0 Prova A (Marrom) MATEMÁTICA 7. Cosidere o quadrilátero coveo ABCD mostrado a figura, em que AB = cm, AD = cm e m(^a) = 90º. 8. No plao cartesiao da

Leia mais

Inteligência Artificial

Inteligência Artificial Inteligência Artificial Aula 7 Programação Genética M.e Guylerme Velasco Programação Genética De que modo computadores podem resolver problemas, sem que tenham que ser explicitamente programados para isso?

Leia mais

1.4- Técnicas de Amostragem

1.4- Técnicas de Amostragem 1.4- Técicas de Amostragem É a parte da Teoria Estatística que defie os procedimetos para os plaejametos amostrais e as técicas de estimação utilizadas. As técicas de amostragem, tal como o plaejameto

Leia mais

ARQUITETURA DE COMPUTADORES. Professor: Clayton Rodrigues da Siva

ARQUITETURA DE COMPUTADORES. Professor: Clayton Rodrigues da Siva ARQUITETURA DE COMPUTADORES Professor: Clayton Rodrigues da Siva OBJETIVO DA AULA Objetivo: Conhecer a estrutura da arquitetura da Máquina de Von Neumann. Saber quais as funcionalidades de cada componente

Leia mais

Comparação de testes paramétricos e não paramétricos aplicados em delineamentos experimentais

Comparação de testes paramétricos e não paramétricos aplicados em delineamentos experimentais Comparação de testes paramétricos e ão paramétricos aplicados em delieametos experimetais Gustavo Mello Reis (UFV) [email protected] José Ivo Ribeiro Júior (UFV) [email protected] RESUMO: Para comparar

Leia mais

1) Escrever um programa que faça o calculo de transformação de horas em minuto onde às horas devem ser apenas número inteiros.

1) Escrever um programa que faça o calculo de transformação de horas em minuto onde às horas devem ser apenas número inteiros. Dscpla POO-I 2º Aos(If) - (Lsta de Eercícos I - Bmestre) 23/02/2015 1) Escrever um programa que faça o calculo de trasformação de horas em muto ode às horas devem ser apeas úmero teros. Deverá haver uma

Leia mais

Unidade V - Desempenho de Sistemas de Controle com Retroação

Unidade V - Desempenho de Sistemas de Controle com Retroação Uidade V - Desempeho de Sistemas de Cotrole com Retroação Itrodução; Siais de etrada para Teste; Desempeho de um Sistemas de Seguda Ordem; Efeitos de um Terceiro Pólo e de um Zero a Resposta Sistemas de

Leia mais

INTRODUÇÃO A TEORIA DE CONJUNTOS

INTRODUÇÃO A TEORIA DE CONJUNTOS INTRODUÇÃO TEORI DE CONJUNTOS Professora Laura guiar Cojuto dmitiremos que um cojuto seja uma coleção de ojetos chamados elemetos e que cada elemeto é um dos compoetes do cojuto. Geralmete, para dar ome

Leia mais

Estatística stica para Metrologia

Estatística stica para Metrologia Estatística stica para Metrologia Aula Môica Barros, D.Sc. Juho de 28 Muitos problemas práticos exigem que a gete decida aceitar ou rejeitar alguma afirmação a respeito de um parâmetro de iteresse. Esta

Leia mais

INTRODUÇÃO. Exemplos. Comparar três lojas quanto ao volume médio de vendas. ...

INTRODUÇÃO. Exemplos. Comparar três lojas quanto ao volume médio de vendas. ... INTRODUÇÃO Exemplos Para curar uma certa doeça existem quatro tratametos possíveis: A, B, C e D. Pretede-se saber se existem difereças sigificativas os tratametos o que diz respeito ao tempo ecessário

Leia mais

TRIGONOMETRIA CICLO TRIGONOMÉTRICO

TRIGONOMETRIA CICLO TRIGONOMÉTRICO TRIGONOMETRIA CICLO TRIGONOMÉTRICO Arcos de circunferência A e B dividem a circunferência em duas partes. Cada uma dessas partes é um arco de circunferência (ou apenas arco). A e B são denominados extremidades

Leia mais

Neste capítulo, vamos estender o conceito de adição, válido para um número finito de parcelas, à uma soma infinita de parcelas.

Neste capítulo, vamos estender o conceito de adição, válido para um número finito de parcelas, à uma soma infinita de parcelas. 5. SÉRIES NUMÉRICAS Neste capítulo, vamos esteder o coceito de adição, válido para um úmero fiito de parcelas, à uma soma ifiita de parcelas. 5.: Defiição e exemplos: Série geométrica e série de Dirichlet

Leia mais

onde d, u, v são inteiros não nulos, com u v, mdc(u, v) = 1 e u e v de paridades distintas.

onde d, u, v são inteiros não nulos, com u v, mdc(u, v) = 1 e u e v de paridades distintas. !"$# &%$" ')( * +-,$. /-0 3$4 5 6$7 8:9)$;$< =8:< > Deomiaremos equação diofatia (em homeagem ao matemático grego Diofato de Aleadria) uma equação em úmeros iteiros. Nosso objetivo será estudar dois tipos

Leia mais

Unidade Símbolo Grandeza

Unidade Símbolo Grandeza Unidade Prefixo Noe Síbolo Fator Multiplicador Noe Síbolo Fator Multiplicador exa E 10 18 deci* d 10-1 peta P 10 15 centi* c 10 - tera T 10 1 ili* 10-3 giga* G 10 9 icro* 10-6 ega* M 10 6 nano n 10-9 quilo*

Leia mais

Séries de Potências AULA LIVRO

Séries de Potências AULA LIVRO LIVRO Séries de Potêcias META Apresetar os coceitos e as pricipais propriedades de Séries de Potêcias. Além disso, itroduziremos as primeiras maeiras de escrever uma fução dada como uma série de potêcias.

Leia mais

Motor de Indução Trifásico (MIT)

Motor de Indução Trifásico (MIT) Motor de Idução riáico (MI) 4 IRODUÇÃO 47 4 PRICÍPIO DE FUCIOAMEO 47 43 CAMPO GIRAE 48 44 ELOCIDADES DO CAMPO GIRAE, FREQÜÊCIA MECÂICA DO ROOR, FREQÜÊCIA ELÉRICA DO ROOR E ELOCIDADE DO CAMPO DO ROOR 5

Leia mais

Formatação de fonte. Teorema da amostragem

Formatação de fonte. Teorema da amostragem Formatação de ote 1 Teorema da amotragem Do aalógico para o digital A amotragem (itatâea) de um ial ou orma de oda aalógica é o proceo pelo qual o ial paa a er repreetado por um cojuto dicreto de úmero.

Leia mais

Unidade de Ensino Descentralizada de Colatina Coordenadoria de Informática Disciplina: Probabilidade e Estatística Prof. Leandro Melo de Sá 2006/2

Unidade de Ensino Descentralizada de Colatina Coordenadoria de Informática Disciplina: Probabilidade e Estatística Prof. Leandro Melo de Sá 2006/2 Uidade de io Decetralizada de Colatia Coordeadoria de Iformática Diciplia: Probabilidade e tatítica Prof. Leadro Melo de Sá 006/ Uidade 4 STIMAÇÃO Nea uidade uaremo o dado amotrai para fazer iferêcia (ou

Leia mais

4.4 Limite e continuidade

4.4 Limite e continuidade 4.4 Limite e continuidade Noções Topológicas em R : Dados dois pontos quaisquer (x 1, y 1 ) e (x, y ) de R indicaremos a distância entre eles por då(x 1, y 1 ), (x, y )è=(x 1 x ) + (y 1 y ). Definição

Leia mais

APLICAÇÃO DO PROBLEMA DO CAIXEIRO VIAJANTE NA OTIMIZAÇÃO DE ROTEIROS

APLICAÇÃO DO PROBLEMA DO CAIXEIRO VIAJANTE NA OTIMIZAÇÃO DE ROTEIROS APLICAÇÃO DO PROBLEMA DO CAIXEIRO VIAJANTE NA OTIMIZAÇÃO DE ROTEIROS Ferado Soares Gomes Taufer (FURG) [email protected] Elaie Correa Pereira (FURG) [email protected] Este artigo apreseta

Leia mais

Probabilidade. Luiz Carlos Terra

Probabilidade. Luiz Carlos Terra Luiz Carlos Terra Nesta aula, você conhecerá os conceitos básicos de probabilidade que é a base de toda inferência estatística, ou seja, a estimativa de parâmetros populacionais com base em dados amostrais.

Leia mais

Proposta de resolução da Prova de Matemática A (código 635) 2ª fase. 19 de Julho de 2010

Proposta de resolução da Prova de Matemática A (código 635) 2ª fase. 19 de Julho de 2010 Proposta de resolução da Prova de Matemática A (código 65) ª fase 9 de Julho de 00 Grupo I. Como só existem bolas de dois tipos na caixa e a probabilidade de sair bola azul é, existem tantas bolas roxas

Leia mais

Matemática. Resolução das atividades complementares. M5 Análise combinatória

Matemática. Resolução das atividades complementares. M5 Análise combinatória Resolução das atividades complemetares Matemática M Aálise combiatória p. 6 Ao laçarmos um dado duas vezes, quatas e quais são as possibilidades de ocorrêcia dos úmeros? Ao laçarmos um dado duas vezes,

Leia mais

Métodos Estatísticos de Previsão MÉTODOS ESTATÍSTICOS DE PREVISÃO. Regressão Linear. Bernardo Almada-Lobo

Métodos Estatísticos de Previsão MÉTODOS ESTATÍSTICOS DE PREVISÃO. Regressão Linear. Bernardo Almada-Lobo MÉTODO ETATÍTICO DE PREVIÃO 8 6 4 98 96 94 9 9 5 5 Regressão Liear Berardo Almada-Lobo Regressão A regressão é uma das técicas estatísticas mais potetes e de utilização mais frequete. É um método matemático

Leia mais

Método do Lugar das Raízes

Método do Lugar das Raízes Método do Lugar das Raízes 1. Conceito do Lugar das Raízes 2. Virtudes do Lugar das Raízes (LR) pag.1 Controle de Sistemas Lineares Aula 8 No projeto de um sistema de controle, é fundamental determinar

Leia mais

Jackknife, Bootstrap e outros métodos de reamostragem

Jackknife, Bootstrap e outros métodos de reamostragem Jackkife, Bootstrap e outros métodos de reamostragem Camilo Daleles Reó [email protected] Referata Biodiversa (http://www.dpi.ipe.br/referata/idex.html) São José dos Campos, 8 de dezembro de 20 Iferêcia

Leia mais

Matemática. Resolução das atividades complementares. M10 Progressões. 1 (UFBA) A soma dos 3 o e 4 o termos da seqüência abaixo é:

Matemática. Resolução das atividades complementares. M10 Progressões. 1 (UFBA) A soma dos 3 o e 4 o termos da seqüência abaixo é: Resolução das atividades complemetares Matemática M0 Progressões p. 46 (UFBA) A soma dos o e 4 o termos da seqüêcia abaio é: a 8 * a 8 ( )? a, IN a) 6 c) 0 e) 6 b) 8 d) 8 a 8 * a 8 ( )? a, IN a 8 ()? a

Leia mais

Questões dadas em Sala de Aula (para cada turma), nas aulas de Teoria:

Questões dadas em Sala de Aula (para cada turma), nas aulas de Teoria: Questões dadas em ala de Aula (para cada turma), nas aulas de Teoria: - Para turmas 4P, 4Q, 4X, 3P (1o horário das semanas "Par"): 1) Elabore um Programa em, e o que recebe (via teclado) dois valores e

Leia mais

CAPÍTULO 10 Modelagem e resposta de sistemas discretos

CAPÍTULO 10 Modelagem e resposta de sistemas discretos CAPÍTULO 10 Modelagem e repota de itema dicreto 10.1 Introdução O itema dicreto podem er repreentado, do memo modo que o itema contínuo, no domínio do tempo atravé de uma tranformação, nete cao a tranformada

Leia mais

O oscilador harmônico

O oscilador harmônico O oscilador harmôico A U L A 5 Meta da aula Aplicar o formalismo quâtico ao caso de um potecial de um oscilador harmôico simples, V( x) kx. objetivos obter a solução da equação de Schrödiger para um oscilador

Leia mais

Artículo técnico CVM-NET4+ Cumpre com a normativa de Eficiência Energética. Novo analisador de redes e consumo multicanal Situação actual

Artículo técnico CVM-NET4+ Cumpre com a normativa de Eficiência Energética. Novo analisador de redes e consumo multicanal Situação actual 1 Artículo técico Joatha Azañó Departameto de Gestão Eergética e Qualidade de Rede CVM-ET4+ Cumpre com a ormativa de Eficiêcia Eergética ovo aalisador de redes e cosumo multicaal Situação actual As ormativas

Leia mais

Aula 5. Uma partícula evolui na reta. A trajetória é uma função que dá a sua posição em função do tempo:

Aula 5. Uma partícula evolui na reta. A trajetória é uma função que dá a sua posição em função do tempo: Aula 5 5. Funções O conceito de função será o principal assunto tratado neste curso. Neste capítulo daremos algumas definições elementares, e consideraremos algumas das funções mais usadas na prática,

Leia mais

INSTITUTO POLITÉCNICO DE VISEU ESCOLA SUPERIOR DE TECNOLOGIA. Ano 1º Semestre 1º. Teóricas

INSTITUTO POLITÉCNICO DE VISEU ESCOLA SUPERIOR DE TECNOLOGIA. Ano 1º Semestre 1º. Teóricas Departameto Gestão Disciplia Matemática I Curso Gestão de Empresas Ao 1º Semestre 1º Grupo Docete Resposável Teóricas Carga horária semaal Teórico Práticas Nuo Coceição 3h 3h/5h Práticas/ Lab. Semiários

Leia mais

Sociedade Brasileira de Matemática

Sociedade Brasileira de Matemática !" $##$% & '()*(*-,.*/*0!" $##$% 45)*6 7.*/*0!89:.5, 6 4*, 9;0 ?D$B DI#!>%@>? B J*K '()*(*-,.*/*04%4*5)6 7.*/0%89;.*H,

Leia mais