Osciladores sinusoidais
|
|
|
- Malu Zagalo Wagner
- 10 Há anos
- Visualizações:
Transcrição
1 Ociladore iuoidai Jorge Guilherme 008 #5 Ociladore iuoidai Vi xf xi A Vo Vo A Vi βvo A Vo Vi Aβ ara exitir Vo com Vi0 β Aβ 0 Im Equação caracterítica jb Idetermiação 0 -A -jb Re x t k x t ke x t ke t t A jb t A jb t e e k[ e e ] At ibt jbt At [ e e ] ke co Bt co Bt At co Bt ara termo ocilaçõe cotate A0 > ólo em cima do eixo imagiário Jorge Guilherme 008 #6
2 Ocilador em pote de Wie R A R Z β Z Z Z Z R R β R R R R R R R R R β R R R R 3R R β β j R 3 3 j R R R Z R R Z R ritério de Barkhaue [ Aβ j ] arg 0 fae 0 Aβ j gaho R 0 o fae R R R R R gaho 3 R Jorge Guilherme 008 #7 Etabilização de amplitude Alteração do gaho o arraque do ocilador o pólo etão o emi-plao complexo direito para a ocilaçõe crecerem. Depoi de arracar e atigir a amplitude ormal o pólo delocam-e para cima do eixo imagiário. A amplitude de aída é limitada pelo elemeto ão liear. Jorge Guilherme 008 #8
3 Exemplo de implemetação de ociladore Jorge Guilherme 008 #9 Exemplo de implemetação de ociladore Jorge Guilherme 008 #0
4 Exemplo de implemetação de ociladore Jorge Guilherme 008 # Ocilador por devio de fae β 3 R 6 R 5R arg [ β j ] A β j π o 6R A 9 Jorge Guilherme 008 #
5 Exemplo de implemetação de ociladore Jorge Guilherme 008 #3 Ocilador de Quadratura ircuito equivalete do amplificador ircuito obtido utilizado itegradore Vo Vo R t 0 Vo t dt Vo Aβ o R R Vo, Vo em quadratura defaameto de 90º Jorge Guilherme 008 #4
6 Ocilador em quadratura Jorge Guilherme 008 #5 Jorge Guilherme 008 #6
7 Ocilador com circuito reoate Filtro paa bada Limitador R k L limitador L R K o L Jorge Guilherme 008 #7 Ociladore L Aplicaçõe em rádio frequêcia 00kHz cetea de MHz Equação caracterítica: Deomiador da fução de rede 0 Determiate da matriz de impedâcia ou da matriz de admitâcia 0 Z3 [ I] [ Y ] [ V ] RL Z Z Z jx Y j 0 Método do ó Reoâcia X X X 3 0 X X Realimetação poitiva X X3 X Z j 0 Método da malha Jorge Guilherme 008 #8
8 Ocilador olpitt Ocilador Hartley o L o L L Jorge Guilherme 008 #9 Modelo icremetal do ocilador olpitt I V V I L L V I gm V I 4 L L R3 [ Y ] gmr Jorge Guilherme 008 #30
9 Equema completo do ocilador olpitt Jorge Guilherme 008 #3 Ocilador de crital rital de quartzo Z p L r Q L p p Lp L 0 5 p L p L p Q L r Frequêcia érie Frequêcia paralelo Jorge Guilherme 008 #3
10 Ocilador com iveror MO Ocilador com BJT M k 5p 00p Ocilador ierce Jorge Guilherme 008 #33 Ocilador cotrolado por teão VO varicap Jorge Guilherme 008 #34
11 Filtro Jorge Guilherme 008 #35 Filtro Vo T Fução de traferêcia Vi T j jφ α jφ T j e e Repota de frequêcia G 0log 0 A 0log φ τ T j 0 T j Gaho Ateuação Atrao Jorge Guilherme 008 #36
12 Tipo de repota: Jorge Guilherme 008 #37 Epecificação para um filtro paa baixo Jorge Guilherme 008 #38
13 Epecificação para um filtro paa bada Jorge Guilherme 008 #39 oição do pólo e zero um filtro paa baixo oição do pólo e zero um filtro paa bada Jorge Guilherme 008 #40
14 Repota de um filtro paa baixo de 5 ordem Jorge Guilherme 008 #4 rojecto de um filtro Epecificaçõe Tj aproximação Fução de Traferêcia T realização ircuito ou itema k k k k z z z L zm T k p p L p Fuçõe de º ordem: D poliómio º grau cao particular do poliómio determia o tipo de repota aa-baixo aa-bada aa-alto Zero de tramião D Jorge Guilherme 008 #4
15 Jorge Guilherme 008 #43 Q k T Q k T Q k T Filtro de eguda ordem oição do pólo aa baixo aa alto aa bada O O Q,. 4 Q Q Q arctg Q j Q τ φ ± aa baixo Jorge Guilherme 008 #44
16 Jorge Guilherme 008 #45 Jorge Guilherme 008 #46
17 Jorge Guilherme 008 #47 Jorge Guilherme 008 #48
18 Aproximação de Butterworth T j ordem do filtro Jorge Guilherme 008 #49 para T j Amax 0log 0 Amax 0 0 Amax para Ami 0log 0 0log 0 ordem do filtro Ami 0 0 log0 log0 Jorge Guilherme 008 #50
19 oição do polo Filtro de Butterworth k0 T p p L p 0 Jorge Guilherme 008 #5 Factore ormalizado à frequêcia de rad/. ara obtemo a fução T è eceário deormalizar: D D T D Jorge Guilherme 008 #5
20 Jorge Guilherme 008 #53 Filtro com ordem par Filtro com ordem impar Aproximação de hebyhev [ ] [ ] para coh coh para co co > j T ólo ituado em cima de uma elipe o plao complexo. O umero de pio a bada paate é de - p p p k T L Jorge Guilherme 008 #54 coh coh co co j T para para j T para j T A 0 coh coh 0log p p p k T L
21 Jorge Guilherme 008 #55 0 0log max 0 max 0 A A é umero iteiro ordem do filtro l l 0 max 0 mi A A oliómio de hebyhev [ ] [ ] A A A A mi max 0log 0log H T Jorge Guilherme 008 #56
22 Aproximação ivera de hebyhev Aproximação Eliptica auer T j Amax 0 0 Ami 0log T j [ ] 0 R R R fução racioal de hebyhev Jorge Guilherme 008 #57 Jorge Guilherme 008 #58
23 Aproximação Beel Thomo k T D Jorge Guilherme 008 #59 omparaçõe de repota Jorge Guilherme 008 #60
AVALIAÇÃO DE DESEMPENHO
AVALIAÇÃO DE DESEMPENHO Itrodução Aálie o domíio do tempo Repota ao degrau Repota à rampa Repota à parábola Aálie o domíio da freqüêcia Diagrama de Bode Diagrama de Nyquit Diagrama de Nichol Eta aula EM
Análise da Resposta Transitória
Uiveridade Etadual do Oete do Paraá Programa de Pó-graduação em Egeharia de Sitema Diâmico e Eergético Tema da Aula: Aálie da Repota Traitória Prof. Dr. Carlo Herique Faria do Sato 1 Etrutura da aula 1
CONTROLO. 1º semestre 2007/2008. Transparências de apoio às aulas teóricas. Capítulo 10 Diagrama de Bode e Relação Tempo-Frequência
Mestrado Itegrado em Egeharia Electrotécica e de Computadores (LEEC Departameto de Egeharia Electrotécica e de Computadores (DEEC CONTROLO º semestre 007/008 Trasparêcias de apoio às aulas teóricas Capítulo
Compensadores. Controle 1 - DAELN - UTFPR. Os compensadores são utilizados para alterar alguma característica do sistema em malha fechada.
Compenadore 0.1 Introdução Controle 1 - DAELN - UTFPR Prof. Paulo Roberto Brero de Campo O compenadore ão utilizado para alterar alguma caracterítica do itema em malha fechada. 1. Avanço de fae (lead):
Filtros Analógicos Ativos
Filtro Analógico Ativo Topologia Sallen-Key FPB Prof. láudio A. Fleury onteúdo. Introdução. Filtro Paa-Baixa de a. Ordem 3. Mudança de Ecala 4. Filtro Paa-Alta de a. Ordem 5. Filtro Paa-Faixa e ejeita-faixa
p. 1/2 Resumo Especificação de Filtros Filtro de Butterworth Filtro de Chebyshev Filtros de Primeira Ordem Filtros de Segunda Ordem
p. 1/2 Resumo Especificação de Filtros Filtro de Butterworth Filtro de Chebyshev Filtros de Primeira Ordem Filtros de Segunda Ordem Introdução Os primeiros filtros construídos eram circuitos LC passivos.
J. A. M. Felippe de Souza 9 Diagramas de Bode
9 Diagramas de Bode 9. Itrodução aos diagramas de Bode 3 9. A Fução de rasferêcia 4 9.3 Pólos e zeros da Fução de rasferêcia 8 Equação característica 8 Pólos da Fução de rasferêcia 8 Zeros da Fução de
4.1 Aproximação por Bode
4. Aproximação por Bode é poível atender a epecificaçõe de algun filtro a partir do traçado do diagrama de Bode (termo de ª e ª orden) Exemplo 4.) Aproximar um filtro paa-baixa que atifaça a epecificaçõe
INTERPOLAÇÃO. Interpolação
INTERPOLAÇÃO Profa. Luciaa Motera [email protected] Faculdade de Computação Facom/UFMS Métodos Numéricos Iterpolação Defiição Aplicações Iterpolação Liear Equação da reta Estudo do erro Iterpolação
1 --Filtros Analógicos
1 --Filtro Analógico 1.1 1.1 --Definição num filtro eléctrico é uma re electiva na, que actua obre a amlitu e/ou a fae do inal entrada, ntro um dado intervalo, não influenciando inai cuja e encontrem fora
somente um valor da variável y para cada valor de variável x.
Notas de Aula: Revisão de fuções e geometria aalítica REVISÃO DE FUNÇÕES Fução como regra ou correspodêcia Defiição : Uma fução f é uma regra ou uma correspodêcia que faz associar um e somete um valor
Cap. 8 - Controlador P-I-D
CONTROLADOR ID Metrado Integrado em Engenharia Electrotécnica e de Comptadore (MEEC) Departamento de Engenharia Electrotécnica e de Comptadore (DEEC) CONTROLO º emetre 7/8 Tranparência de apoio à ala teórica
ELECTRÓNICA GERAL FILTROS ACTIVOS FILTROS ACTIVOS. Prof. Beatriz Vieira Borges - Junho
ELECTÓNICA GEAL FILTOS ACTIVOS FILTOS ACTIVOS Prof. Beatriz Vieira Borge - Junho 5 ELECTÓNICA GEAL FILTOS ACTIVOS Conteúdo 3 - Filtro Activo (4 aula) Pólo, Zero e Funçõe de Tranferência Parâmetro, aproximaçõe
Universidade Federal do Maranhão Centro de Ciências Exatas e Tecnologia Coordenação do Programa de Pós-Graduação em Física
Uiversidade Federal do Marahão Cetro de Ciêcias Exatas e Tecologia Coordeação do Programa de Pós-Graduação em Física Exame de Seleção para Igresso o 1º. Semestre de 2011 Disciplia: Mecâica Clássica 1.
A transformada de Laplace pode ser usada para resolver equações diferencias lineares com coeficientes constantes, ou seja, equações da forma
Introdução A tranformada de Laplace pode er uada para reolver equaçõe diferencia lineare com coeficiente contante, ou eja, equaçõe da forma ay + by + cy = ft), para a, b, c R Para io, a equação diferencial
5 Análise de sistemas no domínio da frequência. 5.1 Resposta em regime estacionário a uma onda sinusoidal
5 Aálise de sistemas o domíio da frequêcia O termo resposta a frequêcia utiliza-se para desigar a resposta de um sistema, em regime estacioário, a uma oda siusoidal. Esta resposta, para o caso de um sistema
Séries de Potências AULA LIVRO
LIVRO Séries de Potêcias META Apresetar os coceitos e as pricipais propriedades de Séries de Potêcias. Além disso, itroduziremos as primeiras maeiras de escrever uma fução dada como uma série de potêcias.
Máquinas Eléctricas. Motores de indução. Motores assíncronos. Arranque
Motore de indução Arranque São motore robuto e barato (fabricado em maa), embora tendo o inconveniente de não erem regulávei. Conequentemente, uma vez definido um binário e uma corrente, ete apena dependem
EII - Osciladores. Introdução:
EII - Osciladores Introdução: Osciladores são circuitos que geram sinais periódicos (sinusoidais, quadrados, dente de serra, etc.), actualmente até frequências da ordem dos GHz. Têm aplicações em telecomunicações
Circuitos Osciladores
Circuitos Osciladores Em virtude da realimentação do sinal, a estabilidade do circuito deve ser analisada pois quando a freqüência aumenta, o deslocamento de fase varia e como parte deste sinal é adicionado
PGMicro MIC46. Projeto de Circuitos Integrados Analógicos MOS. = Osciladores =
PGMicro MIC46 Projeto de Circuitos Integrados Analógicos MOS = Osciladores = Prof. Dr. Hamilton Klimach [email protected] UFRGS Escola de Engenharia Departamento de Eng. Elétrica Oscilador é um
Circuitos Elétricos II Experimento 3
H(jw) ircuitos Elétricos II Experimento 3 Experimento 3: Filtros Ativos. Objetivo: Determinação experimental das características de filtros ativos.. Introdução.. Filtro Butterworth passa-baixas A resposta
Experimento #4. Filtros analógicos ativos LABORATÓRIO DE ELETRÔNICA
UNIVESIDADE FEDEAL DE CAMPINA GANDE CENTO DE ENGENHAIA ELÉTICA E INFOMÁTICA DEPATAMENTO DE ENGENHAIA ELÉTICA LABOATÓIO DE ELETÔNICA Experimento #4 Filtro analógico ativo EXPEIMENTO #4 Objetivo Gerai Eta
Grupo I (5 valores) Grupo II (5 valores)
Duração: 3h. Jutifique a ua repota. ISCTE Lieiatura em Eeharia de Teleomuiaçõe e Iformátia Sitema de Teleomuiaçõe Guiado Exame de ª époa, o letivo 07/08, /0/008 Grupo I (5 valore) Uma rede telefóia utiliza
PY2GEA - Grêmio de Radiamadores da Rodada Encontro de Amigos
1 de 6 8/8/2007 18:40 PY2GEA - Grêmio de Radiamadores da Rodada Encontro de Amigos APOSTILA DO EXAME SOBRE RADIOAELETRICIDADE 80 A 120 QUESTÕES DE ESCOLHA SIMPLES Assinale X entre os parênteses que indicar
CONTROLO. Cap 3 Respostano Tempo
Capítulo 3 Repota o Tempo CONTROLO º emetre 007/008 Traparêcia de apoio à aula teórica Cap 3 Repotao Tempo Maria Iabel Ribeiro Atóio Pacoal Setembro de 007 Todo o direito reervado Eta ota ão podem er uada
Experiência 04: FILTRO RC PASSA ALTA E PASSA BAIXA
( ) Prova ( ) Prova Semestral ( ) Exercícios ( ) Prova Modular ( ) Segunda hamada ( ) Exame Final ( ) Prática de Laboratório ( ) Aproveitamento Extraordinário de Estudos Nota: Disciplina: Turma: Professor:
4. Conversores de corrente continua-corrente contínua com isolamento
onversores com isolamento galvânico 4. onversores de corrente continuacorrente contínua com isolamento Exercício nº4.1 Pretendese dimensionar um conversor redutor com isolamento galvânico para controlar
Análise no domínio dos tempos de sistemas representados no Espaço dos Estados
MEEC Mestrado em Egeharia Electrotécica e de Computadores MCSDI Guião do trabalho laboratorial º 3 Aálise o domíio dos tempos de sistemas represetados o Espaço dos Estados Aálise o domíio dos tempos de
+... + a k. Observação: Os sistemas de coordenadas considerados são cartesianos retangulares.
MATEMÁTICA NOTAÇÕES : cojuto dos úmeros aturais; = {,,, } : cojuto dos úmeros iteiros : cojuto dos úmeros racioais : cojuto dos úmeros reais : cojuto dos úmeros complexos i: uidade imagiária, i = z: módulo
INTRODUÇÃO CARACTERÍSTICAS
FILTROS ATIVOS INTRODUÇÃO Circuitos importantes em sistemas de comunicação e instrumentação; Área vasta da eletrônica conceitos fundamentais; Conjunto de modelos de filtros e métodos de projetos; CARACTERÍSTICAS
5- CÁLCULO APROXIMADO DE INTEGRAIS 5.1- INTEGRAÇÃO NUMÉRICA
5- CÁLCULO APROXIMADO DE INTEGRAIS 5.- INTEGRAÇÃO NUMÉRICA Itegrar umericamete uma fução y f() um dado itervalo [a, b] é itegrar um poliômio P () que aproime f() o dado itervalo. Em particular, se y f()
Estrutura geral de um sistema com realimentação unitária negativa, com um compensador (G c (s) em série com a planta G p (s).
2 CONTROLADORES PID Introdução Etrutura geral de um itema com realimentação unitária negativa, com um compenador (G c () em érie com a planta G p (). 2 Controladore PID 2. Acção proporcional (P) G c ()
Prof. Celso Módulo 11 Resposta em freqüência-diagrama de Bode
Prf. Cel Módul Repta em freqüêcia-diagrama de Bde 95 RESPOSTA EM FREQÜÊNCIA A repta em freqüêcia é a repta em regime permaete de um itema, quad mem é ubmetid a uma etrada eidal. Quad uma etrada eidal é
Introdução ao Estudo de Sistemas Lineares
Itrodução ao Estudo de Sistemas Lieares 1. efiições. 1.1 Equação liear é toda seteça aberta, as icógitas x 1, x 2, x 3,..., x, do tipo a1 x1 a2 x2 a3 x3... a x b, em que a 1, a 2, a 3,..., a são os coeficietes
p. 1/1 Resumo Osciladores Sintonizados LC Osciladores de Cristal
p. 1/1 Resumo Osciladores Sintonizados LC Osciladores de Cristal p. 2/1 Introdução Osciladores que utilizam transístores bipolares ou MOS, com circuitos LC sintonizados ou cristais como malhas de realimentação
Física I. Oscilações - Resolução
Quetõe: Fíica I Ocilaçõe - Reolução Q1 - Será que a amplitude eacontantenafae de um ocilador, podem er determinada, e apena for epecificada a poição no intante =0? Explique. Q2 - Uma maa ligada a uma mola
VALORES por unidade (pu)
VALORES por uidade (pu) 13,8/230kV 230/69kV Como trabalhar um circuito com múltiplas tesões? As impedâcias deem ser referidas ao lado de alta ou baixa (o trafo)? Solução: ormalizar os alores para uma base
Capitulo 6 Resolução de Exercícios
FORMULÁRIO Cojutos Equivaletes o Regime de Juros Simples./Vecimeto Comum. Descoto Racioal ou Por Detro C1 C2 Cm C1 C2 C...... 1 i 1 i 1 i 1 i 1 i 1 i 1 2 m 1 2 m C Ck 1 i 1 i k1 Descoto Por Fora ou Comercial
Aula 4 Modelagem de sistemas no domínio da frequência Prof. Marcio Kimpara
FUDAMETOS DE COTROLE E AUTOMAÇÃO Aula 4 Modelagem de itema no domínio da requência Pro. Marcio impara Unieridade Federal de Mato Groo do Sul Sitema mecânico tranlação Elemento Força deloc. tempo Laplace
57)Assinale a alternativa que não representa o nome de um oscilador: A ( ) A cristal B ( ) De relaxação C ( ) Zener D ( ) Colpetts E ( ) Hartley
LIGA DE AMADORES BRASILEIROS DE RADIO EMISSÃO LABRE/RN SEDE: CAIC de Lagoa Nova Vila das Federações Cx. Postal 251, Natal/RN, 59010-970) Home Page http://www.ps7aa.kit.net Tel. 3086 2140 (Ed PS7DX) e-mail:
TRABALHO 1 - ESTUDO DE CIRCUITOS RC e RLC
TRABALHO - ESTUDO DE CIRCUITOS RC e RLC Objectivo - Verificar o comportamento em frequência de circuitos RC e RLC. A função de transferência e o seu significado na análise de sistemas Lineares e Invariantes
Faculdade Campo Limpo Paulista Mestrado em Ciência da Computação Complexidade de Algoritmos Avaliação 2
Faculdade Campo Limpo Paulista Mestrado em Ciêcia da Computação Complexidade de Algoritmos Avaliação 2. (2,0): Resolva a seguite relação de recorrêcia. T() = T( ) + 3 T() = 3 Pelo método iterativo progressivo.
Motivação e Definição..1. Factores Básicos...3. Constante...3. Factor derivativo e Integral...4. Factores Básicos...12
ÍNDICE Motivação e Defiição.. Diagramas de Bode... Factores Básicos...3 Costate...3 Factor derivativo e Itegral...4 Factores de ª ordem...5 Factores de ª ordem...7 Sistemas de Fase míima e Não-Míima...
NOTAÇÕES. Observação: Os sistemas de coordenadas considerados são os cartesianos retangulares.
R C : cojuto dos úmeros reais : cojuto dos úmeros complexos i : uidade imagiária: i2 = 1 z Re(z) Im(z) det A : módulo do úmero z E C : parte real do úmero z E C : parte imagiária do úmero z E C : determiate
Tensão Induzida por Fluxo Magnético Transformador
defi deartamento de fíica Laboratório de Fíica www.defi.ie.i.t Tenão Induzida or Fluxo Magnético Tranformador Intituto Suerior de Engenharia do Porto- Deartamento de Fíica Rua Dr. António Bernardino de
Função Logaritmo - Teoria
Fução Logritmo - Teori Defiição: O ritmo de um úmero rel positivo, bse IR { } podemos escrever Resumido temos: +, é o úmero rel tl que, equivletemete E: 7 8 8 8 8 7 * { }, IR { } * +, IR + Usdo que fução
Cap. 7 - Parte I Root Locus
CONTROLO º emetre 007/008 Traparêcia de apoio à aula teórica Cap. 7 - Parte I Root Locu Maria Iabel Ribeiro Atóio Pacoal Maio de 008 Todo o direito reervado Eta ota ão podem er uada para fi ditito daquele
Tal como no caso dos filtros passivos, os filtros ativos de 1 a ordem só produzem resposta passa-baixa ou passa-alta, com apenas um capacitor.
FILTOS ATIVOS FILTOS ATIVOS DE a ODEM Tal como no caso dos filtros passivos, os filtros ativos de a ordem só produzem resposta passa-baixa ou passa-alta, com apenas um capacitor. Filtros passa-banda ou
Universidade Federal do Rio Grande do Sul Escola de Engenharia de Porto Alegre Departamento de Engenharia Elétrica ANÁLISE DE CIRCUITOS II - ENG04031
Universidade Federal do io Grande do Sul Escola de Engenharia de Porto Alegre Departamento de Engenharia Elétrica ANÁSE DE UTOS - ENG04031 Aula 7 - esposta no Domínio Tempo de ircuitos Série Sumário Solução
Cap. 7 - Parte I Root Locus
CONTROLO º emetre 0/03 Traparêcia de apoio à aula teórica Cap. 7 - Parte I Root Locu Maria Iabel Ribeiro Atóio Pacoal Todo o direito reervado Eta ota ão podem er uada para fi ditito daquele para que foram
Exercícios de Matemática Polinômios
Exercícios de Matemática Poliômios ) (ITA-977) Se P(x) é um poliômio do 5º grau que satisfaz as codições = P() = P() = P(3) = P(4) = P(5) e P(6) = 0, etão temos: a) P(0) = 4 b) P(0) = 3 c) P(0) = 9 d)
EA616B Análise Linear de Sistemas Resposta em Frequência
EA616B Análise Linear de Sistemas Resposta em Frequência Prof. Pedro L. D. Peres Faculdade de Engenharia Elétrica e de Computação Universidade Estadual de Campinas 2 o Semestre 2013 Resposta em Frequência
1.1 Comecemos por determinar a distribuição de representantes por aplicação do método de Hondt:
Proposta de Resolução do Exame de Matemática Aplicada às Ciêcias Sociais Cód. 835-2ª 1ª Fase 2014 1.1 Comecemos por determiar a distribuição de represetates por aplicação do método de Hodt: Divisores PARTIDOS
Introdução aos circuitos seletores de frequências. Sandra Mara Torres Müller
Introdução aos circuitos seletores de frequências Sandra Mara Torres Müller Aqui vamos estudar o efeito da variação da frequência da fonte sobre as variáveis do circuito. Essa análise constitui a resposta
Faculdade de Engenharia Investigação Operacional. Prof. Doutor Engº Jorge Nhambiu
Programação Diâmica Aula 3: Programação Diâmica Programação Diâmica Determiística; e Programação Diâmica Probabilística. Programação Diâmica O que é a Programação Diâmica? A Programação Diâmica é uma técica
CAPÍTULO 5 CIRCUITOS SEQUENCIAIS III: CONTADORES SÍNCRONOS
60 Sumário CAPÍTULO 5 CIRCUITOS SEQUENCIAIS III: CONTADORES SÍNCRONOS 5.1. Itrodução... 62 5.2. Tabelas de trasição dos flip-flops... 63 5.2.1. Tabela de trasição do flip-flop JK... 63 5.2.2. Tabela de
UNIVERSIDADE FEDERAL DE CAMPINA GRANDE CENTRO DE ENGENHARIA ELÉTRICA E INFORMÁTICA UNIDADE ACADEMICA DE ENGENHARIA ELÉTRICA ELETRÔNICA
UNIVERSIDADE FEDERAL DE CAMPINA GRANDE CENTRO DE ENGENHARIA ELÉTRICA E INFORMÁTICA UNIDADE ACADEMICA DE ENGENHARIA ELÉTRICA ELETRÔNICA LISTA DE EXERCÍCIOS #11 (1) O circuito a seguir é usado como pré-amplificador
Electrónica Geral. Autores: José Gerald e Pedro Vitor
Electrónica Geral Autore: Joé Gerald e Pedro Vitor Metrado Integrado em Engenharia Fíica Tecnológica Metrado Integrado em Engenharia Aeroepacial MEAer: 4º ano, º emetre MEFT: 3º ano, º emetre 5/6 Capítulo
CAPÍTULO 10 Modelagem e resposta de sistemas discretos
CAPÍTULO 10 Modelagem e repota de itema dicreto 10.1 Introdução O itema dicreto podem er repreentado, do memo modo que o itema contínuo, no domínio do tempo atravé de uma tranformação, nete cao a tranformada
FUNÇÕES DE TRANSFERÊNCIA
CAPÍTULO FUNÇÕE DE TRANFERÊNCIA INTRODUÇÃO O filtro contínuo roceam inai definido em qualquer intante de temo e que têm qualquer amlitude oível O filtro contínuo odem er realizado com diferente tecnologia
DEPARTAMENTO DE ENGENHARIA MARÍTIMA Curso de Engenharia de Sistemas Electrónicos e Marítimos. TRABALHO LABORATORIAL nº 2 de ELECTRÓNICA II
DEPARTAMENTO DE ENGENHARIA MARÍTIMA Curso de Engenharia de Sistemas Electrónicos e Marítimos TRABALHO LABORATORIAL nº 2 de ELECTRÓNICA II Osciladores Trabalho prático nº 2 Paulo Chaves 1/7 1. INTRODUÇÃO
Medida de Grandezas Eléctricas
Medida de Grandezas Eléctricas As grandezas eléctricas normalmente medidas são: Tensão Corrente Potência eléctrica Energia eléctrica Os valores destas grandezas podem ser obtidas por diferentes formas,
Dispositivos e Circuitos de RF
Dispositivos e ircuitos de RF Prof. Daniel Orquiza de arvalho Tópicos abordados: (apítulo 13 pgs 604 a 612 do livro texto) de RF Oscilador de Hartley Oscilador de olpitts são usados como fontes de sinal
Unidade VI - Estabilidade de Sistemas de Controle com Retroação
Uidade VI - Etabilidade de Sitema de Cotrole om Retroação Coeito de Etabilidade; Critério de Etabilidade de Routh-Hurwitz; A Etabilidade Relativa de Sitema de Cotrole om Retroação; A Etabilidade de Sitema
Eletrônica Aula 07 CIN-UPPE
Eletrônica Aula 07 CIN-UPPE Amplificador básico Amplificador básico É um circuito eletrônico, baseado em um componente ativo, como o transistor ou a válvula, que tem como função amplificar um sinal de
Aula 13 Análise no domínio da frequência
Aula 13 Análise no domínio da frequência A resposta em frequência é a resposta do sistema em estado estacionário (ou em regime permanente) quando a entrada do sistema é sinusoidal. Métodos de análise de
Circuitos Lógicos Registradores e Contadores
Circuitos Lógicos Registradores e Contadores Prof.: Daniel D. Silveira 1 Problemas de temporização Como Q1 muda de estado na borda de descida, J2 e Q2 mudará de estado quando receber a mesma borda de descida.
Filtros IIR. 27 de outubro de 2015 IFBA. Fabrício Simões (IFBA) Filtros IIR 27 de outubro de / 49
Filtros IIR Fabrício Simões IFBA 27 de outubro de 2015 Fabrício Simões (IFBA) Filtros IIR 27 de outubro de 2015 1 / 49 1 Filtragem Digital 2 Filtro IIR Filtros de Primeira Ordem Filtros de Segunda Ordem
Ministério da Educação Universidade Tecnológica Federal do Paraná Campus Curitiba Gerência de Ensino e Pesquisa Departamento Acadêmico de Matemática
Miistério da Educação Uiversidade Tecológica Federal do Paraá Campus Curitiba Gerêcia de Esio e Pesquisa Departameto Acadêmico de Matemática Dispositivo Prático de Briot-Ruffii: Poliômios O Dispositivo
Redes de Computadores
Introdução Inst tituto de Info ormátic ca - UF FRGS Redes de Computadores Transmissão de Informações nálise de Sinaisi ula 03 Transmissão é o deslocamento de ondas eletromagnéticas em um meio físico (canal
GERADORES E CONVERSORES DE SINAIS
GERADORES E CONVERSORES DE SINAIS Introdução Geradores de Formas de Onda Osciladores Controlados por Tensão Conversores Digital-Analógicos Conversores Analógicos-Digitais Erros dos conversores Introdução
Formatação de fonte. Teorema da amostragem
Formatação de ote 1 Teorema da amotragem Do aalógico para o digital A amotragem (itatâea) de um ial ou orma de oda aalógica é o proceo pelo qual o ial paa a er repreetado por um cojuto dicreto de úmero.
Engenheiro de Telecomunicações pelo Instituto de Estudos Superiores da Amazônia IESAM (Belém, Pará).
Transmissão Digital em Banda Base: Modelagem do Canal Este tutorial apresenta a implementação da formatação de um pulso para transmissão digital em banda base que simule a resposta ao impulso de um canal
canal 1 canal 2 t t 2 T
ircuito L (Prova ) --7 f [khz] L T [s] s canal canal t t T Fig. ircuito usado Tarefas: ) Monte o circuito da figura usando o gerador de funções com sinais harmônicos como força eletromotriz. Use um resistor
Vestibular UFRGS 2015. Resolução da Prova de Física
Vestibular URGS 2015 Resolução da Prova de ísica 1. Alternativa (C) O módulo da velocidade relativa de móveis em movimentos retilíneos de sentidos opostos pode ser obtido pela expressão matemática: v r
Tipos abstratos de dados (TADs)
Tipos abstratos de dados (TADs) Um TAD é uma abstração de uma estrutura de dados Um TAD especifica: Dados armazeados Operações sobre os dados Codições de erros associadas à opers Exemplo: TAD que modela
UNIVERSIDADE FEDERAL DE CAMPINA GRANDE CENTRO DE ENGENHARIA ELÉTRICA E INFORMÁTICA UNIDADE ACADEMICA DE ENGENHARIA ELÉTRICA ELETRÔNICA
UNIVERSIDADE FEDERAL DE CAMPINA GRANDE CENTRO DE ENGENHARIA ELÉTRICA E INFORMÁTICA UNIDADE ACADEMICA DE ENGENHARIA ELÉTRICA ELETRÔNICA LISTA DE EXERCÍCIOS #12 (1) FILTRO PASSA-FAIXA Mostre que o circuito
Rotor bobinado: estrutura semelhante ao enrolamento de estator. Rotor em gaiola de esquilo
Coente altenada é fonecida ao etato dietamente; Coente altenada cicula no cicuito de oto po indução, ou ação tanfomado; A coente de etato (que poui uma etutua n-fáica) poduzem um campo giante no entefeo;!"
ESTABILIDADE. Pólos Zeros Estabilidade
ESTABILIDADE Pólo Zero Etbilidde Itrodução Um crcterític importte pr um item de cotrole é que ele ej etável. Se um etrd fiit é plicd o item de cotrole, etão íd deverá er fiit e ão ifiit, ito é, umetr em
Eletrônica Básica II. Amplificadores Diferenciais e Multiestágio
Eletrônica Básica II Amplificadores Diferenciais e Multiestágio Amplificadores Diferenciais O amplificador diferencial é a configuração mais utilizada em circuitos integrados analógicos Como exemplo, o
