Propriedades Geométricas de Seções Transversais
|
|
|
- Orlando Franco Bernardes
- 8 Há anos
- Visualizações:
Transcrição
1 D-1 pêndice D Propriedades Geométricas de Seções Transversais D.1 Momento Estático Considere uma superfície plana de área e dois eixos ortogonais x e y de seu plano mostrados na Figura D.1. Seja d um elemento diferencial de área da superfície, o qual está genericamente posicionado com relação ao sistema de referência adotado. Figura D.1: Elemento de área d numa área plana. Define-se o momento estático de um elemento de área d com relação aos eixos x e y, respectivamente, como dm sx = yd, (D.1) dm sy = xd. (D.) Por sua vez, o momento estático ou momento de primeira ordem da área com relação aos eixos x e y são obtidos somando-se a contribuição dos momentos estáticos de cada elemento diferencial d da seção. os momentos estáticos são dados pelas seguintes integrais M sx = yd, (D.3) M sy = xd. (D.4) Supondo que as dimensões da seção estejam indicadas em cm, a unidade dos momento estáticos M sx e M sy são cm 3.
2 D.. Centro de Gravidade D- Exemplo D.1 Determinar os momentos estáticos M sx e M sy para a superfície ilustrada na Figura D.(a). (a) Sistema de referência na base. (b) Sistema de referência no CG. Figura D.: Elementos de área numa seção retangular. Inicialmente, calcula-se o momento estático em relação ao eixo x. Para isso, utiliza-se (D.1) com o elemento de área d = bdy ilustrado na Figura D.(a). partir da expressão (D.1) vem que h M sx = yd = b ydy = b 0 y h 0 = bh. (D.5) O momento estático M sy é obtido empregando (D.) com o elemento de área d = bdx. Logo b M sy = xd = h xdx = h 0 x b 0 = hb. (D.6) Exemplo D. Determinar os momentos estáticos M sx e M sy do retângulo da Figura D.(b) em relação aos eixos x e y que passam ao longo do centro de gravidade da seção. O procedimento éanálogo ao do exemplo anterior devendo-se mudar apenas os limites de integração. Portanto h/ M sx = yd = b ydy = b h/ y h/ h/ = b [ (h ) ( h ) ] =0, (D.7) b/ M sy = xd = h xdx = h b/ x b/ b/ = h [ ( ) b ( b ) ] =0. (D.8) ssim, os momentos estáticos em relação aos eixos que passam pelo centro de gravidade são nulos. D. Centro de Gravidade O centro de gravidade de uma superfície plana de área ilustrada na Figura D. é definido como sendo opontocg de coordenadas x G e y G dadas por x G = M s y,, (D.9) (D.10)
3 D.. Centro de Gravidade D-3 sendo M sx e M sy os momentos estáticos da superfície com relação aos eixo x e y, respectivamente, e é área da seção transversal. Figura D.3: Centro de gravidade de uma área plana. Dada uma superfície plana de área, adota-se o seguinte procedimento para determinar o seu centro de gravidade: 1. Escolhe-se um sistema de referência conveniente para o cálculo do CG. Por exemplo, se a superfície é simétrica, deve-se colocar o sistema de referência ao longo da simetria.. Calculam-se os momentos estáticos M sx = yd e M s y = xd. 3. Determinam-se as coordenadas do centro de gravidade x G = M s y e. Exemplo D.3 Determinar o centro de gravidade da superfície da Figura D.(a). Neste caso, os dois primeiros passos do procedimento anterior já foram efetuados no exemplo D.1. dotou-se o sistema de coordenadas xy conforme ilustrado na Figura D.(a) e calcularam-se os momentos estáticos M sx e M sy. Lembrando que a área do retângulo é = bh, basta agora empregar as equações (D.9) e (D.10) para obter as coordenadas (x G,y G ) do centro de gravidade. x G = M s y = = hb bh = b, bh bh = h. Pode-se calcular os momento estáticos M sx e M sy apartirdadefinição do centro de gravidade dada em (D.9) e (D.10) conforme ilustrado na Figura D.. Para isso, considere uma superfície plana de área e dois eixos ortogonais x e y de seu plano. Supondo que se conheça previamente a posição do seu centro de gravidade, calculam-se M sx e M sy a partir de (D.9) e (D.10) como M sy = x G, M sx = y G. (D.11) (D.) a seguinte definição é válida: o momento estático de uma superfície de área com relação a um eixo qualquer de seu plano é igual ao produto da área da superfície pela distância do seu centro de
4 D.. Centro de Gravidade D-4 gravidade ao eixo de interesse. Por exemplo, tomando-se o retângulo da Figura D.4, os momentos estáticos M sx e M sy são dados pelo produto da área = bh do retângulo, respectivamente, pelas distâncias c + h e a + h do centro de gravidade do retângulo aos eixos x e y, ouseja, M sx = bh[c + h ], M sy = bh[a + h ]. Figura D.4: Cálculo do momento estático a partir da definição do centor de gravidade. Umapropriedadedomomentoestático é aseguinte: o momento estático de uma superfície com relação a um eixo que passa pelo seu centro de gravidade ézero,einversamenteseomomentoestático de uma superfície com relação a um eixo é zero, este eixo passa pelo seu centro de gravidade. Esta propriedade está ilustrada na Figura D.5 para as duas superfícies. Para a área da Figura D.5(a), o eixo r passa pelo CG e o momento estático em relação a r será nulo, ou seja, M sr = (0) = 0. No caso da superfície da Figura D.5(b), os momentos estáticos em relação aos eixos r e t serão dados pelo produto da área pelas respectivas distâncias d r e d t do CG da área aos eixos r e t. Portanto, M sr = d r, M st = d t. Por sua vez, como o eixo u passa pelo CG da seção, o momento estático em relação a exte eixo énulo, isto é, M su =0. Exemplo D.4 Determinar o centro de gravidade para o perfil T ilustrado na Figura D.6. Neste caso, considera-se o perfil T como constituído dos retângulos 1 e mostrados na Figura D.6. O sistema de coordenadas é colocado de tal forma que o eixo y seja um eixo de simetria da seção. a coordenada x G do centro de gravidade é nula, ou seja, x G = M s y = 0 =0. ssim, o CG sempre estará ao longo de um eixo de simetria.
5 D.. Centro de Gravidade D-5 (a) Eixo r passa pelo CG. (b) Eixos r e t não passam pelo CG. Figura D.5: Centro de gravidade de uma área plana. Para o cálculo de y G, emprega-se (D.). Observa-se que a área e o momento estático M sx da seção são dados pela soma das áreas e momentos estáticos dos dois retângulos. Portanto, = 1 +, M sx = (M sx ) 1 +(M sx ) Da Figura D.6, vem que Portanto, Figura D.6: Perfil T. = (8)() + ()(5) = 6cm, M sx = 1 d 1 + d = (8)()(6) + ()(5)(, 5) = 1cm 3. = 1 =4, 65cm. 6
6 D.. Centro de Gravidade D-6 Figura D.7: Perfil L. Exemplo D.5 Determinar o centro de gravidade para a superfície da Figura D.7. Neste caso, os eixos x e y do sistema de referência adotado não são eixos de simetria. Deve-se, então, calcular as duas coordenadas (x G,y G ) do centro de gravidade. Novamente, a área e os momentos estáticos são dados pela soma das respectivas áreas e dos momentos estáticos dos retângulos 1 e ilustrados na Figura D.7. Para o cálculo de x G, emprega-se (D.11), sendo = 1 + = (1)(8) + (5)(1) = 13cm, M sy = ( ) M sy 1 + ( ) M sy = (1)(8)(0, 5) + (5)(1)(3, 5) = 1, 5cm3. x G = M s y = 1, 5 =1, 65cm. 13 De forma análoga para y G,tem-seque Portanto, M sx =(M sx ) 1 +(M sx ) = (1)(8)(4) + (1)(5)(0, 5) = 34, 5cm 3. = 34, 5 =, 65cm. 13 Exemplo D.6 Determinar o centro de gravidade da superfície ilustrada na Figura D.8. dotando o sistema de referência xy da Figura D.8, deve-se calcular as duas coordenadas (x G,y G ) do centro de gravidade. Para o cálculo de x G, observa-se que = = (5)(1) + (10)(1) + (5)(1) = 0cm, M sy = ( ) M sy 1 + ( ) M sy + ( ) M sy 3 = (1)(5)(0, 5) + (1)(10)(6) + (1)(5)(11, 5) = 0cm3. x G = M s y = 0 0 =6cm.
7 D.3. Momento de Inércia D-7 Figura D.8: Perfil U. De forma análoga para o cálculo de y G, vem que M sx =(M sx ) 1 +(M sx ) +(M sx ) 3 = (1)(5)(, 5) + (1)(10)(0, 5) + (1)(5)(, 5) = 30cm 3. Portanto, = 30 =1, 5cm. 0 D.3 Momento de Inércia Considere uma superfície plana de área e dois eixos ortogonais x e y de seu plano. Seja d um elemento de superfície genericamente posicionado com relação ao sistema de referência conforme ilustrado nafigura D.1. Define-se o momento de inércia de um elemento de superfície de área d com relação aos eixos x e y, respectivamente, por di x = y d, di y = x d. (D.13) (D.14) partirdaí, o momento de inércia de área com relação aos eixos x e y são dados pela seguintes integrais I x = y d, (D.15) I y = x d. (D.16) Exemplo D.7 Determinar os momentos de inércia I xg e I yg em relação aos eixos que passam pelo centro de gravidade do retângulo da Figura D.(b). Paraocálculo de I xg emprega-se (D.15) e o elemento de área d = bdy mostrado na Figura D.(a). I xg = + h y d = b y dy = b h 3 y3 + h h = b 3 [ (h ) 3 ( h ) ] 3 = bh3. (D.17)
8 D.3. Momento de Inércia D-8 nalogamente, utiliza-se (D.16) para determinar I yg e o elemento de área d = hdx ilustrado na Figura D.(a). Portanto, I yg = + b x d = h x dx = h b 3 x3 + b b = h 3 [ ( ) b 3 ( b ) ] 3 = hb3. (D.18) dimensão que vai ao cubo é sempre aquela cortada pelo eixo em relação ao qual está secalculando o momento de inércia do retângulo. D.3.1 Teorema dos Eixos Paralelos O teorema dos eixos paralelos ou de Steiner éoseguinte:o momento de inércia de uma superfície plana de área com relação a um eixo qualquer de seu plano é igual ao momento de inércia da superfície com relação ao eixo que passa pelo seu centro de gravidade e é paralelo ao eixo anterior mais o produto da área da superfície pela distância entre os eixos ao quadrado. Tomando-se a superfície ilustrada na Figura D.9, o momento de inércia em relação ao eixo r édadopelasomadomomentodeinércia em relação ao eixo r G, que passa pelo CG da superfície e é paralelo a r, mais o produto da área pelo quadrado da distância entre os eixos r e r G. I r = I rg + d r. nalogamente, para o eixo s, tem-se que I s = I sg + d s. Figura D.9: Teorema dos eixos paralelos. Exemplo D.8 Determinar os momentos de inércia I xg e I yg em relação aos eixos que passam pelo centro de gravidade do perfil T da Figura D.10(a). De forma análoga aos momentos estáticos, os momentos de inércia da seção são dados pelas somas dos respectivos momentos de inércias dos retângulos 1 e ilustrados na Figura D.10(a). no cálculo de I xg vem que. Para calcular (I xg ) 1 e (I xg ), emprega-se o teorema dos eixos paralelos, ou seja,
9 D.3. Momento de Inércia D-9 (a) Perfil T. (b) Perfil U. (c) Perfil L. (d) Perfil I. Figura D.10: Cálculo de momento de inércia. (I xg ) 1 = (8)()3 (I xg ) = ()(5)3 + (8)()(6 4, 65) =34, 5cm 4, + (5)()(4, 65, 5) =67, 1cm 4. I xg =34, 5+67, 1 = 101, 6cm 4 Para o cálculo de I yg, observa-se que I yg =(I yg ) 1 +(I yg ) = (8)3 () + ()3 (5) =85, 3+3, 3=88, 6cm 4. Exemplo D.9 Determinar os momentos de inércia I xg e I yg em relação aos eixos que passam pelo centro de gravidade da superfície da Figura D.10(b). No caso de I xg, verifica-se que +(I xg ) 3. Os momentos de inércia de cada um dos 3 retângulos são calculados utilizando-se o teorema dos eixos paralelos, ou seja, (I xg ) 1 = (5)3 (1) (I xg ) = (5)3 (1) (I xg ) 3 = (1)3 (10) + (5)(1)(, 5 1, 5) =15, 4cm 4, + (5)(1)(, 5 1, 5) =15, 4cm 4, + (10)(1)(1, 5 0, 5) =10, 8cm 4. +(I xg ) 3 =41, 6cm 4.
10 D.3. Momento de Inércia D-10 Por sua vez, I yg é dado por I yg =(I yg ) 1 +(I yg ) +(I yg ) 3. Utilizando o teorema dos eixos paralelos (I yg ) 1 = (1)3 (5) (I yg ) = (1)3 (5) (I yg ) 3 = (10)3 (1) + (1)(5)(6 0, 5) = 151, 7cm 4, + (1)(5)(6 0, 5) = 151, 7cm 4, + (10)(1)(0, 65 0, 5) =83, 5cm 4. I yg =(I yg ) 1 +(I yg ) +(I yg ) 3 = 386, 9cm 4. Exemplo D.10 Determinar os momentos de inércia I xg e I yg em relação aos eixos que passam pelo centro de gravidade da superfície da Figura D.10(c). De forma análoga, aos exemplos anteriores, tem-se para I xg sendo, (I xg ) 1 = (8)3 (1) (I xg ) = (1)3 (5) I xg =80, 8cm 4. + (1)(8)(4, 65) =57, 3cm 4, + (5)(1)(, 65 0, 5) =3, 5cm 4. sendo nalogamente, para I yg I yg =(I yg ) 1 +(I yg ), (I yg ) 1 = (1)3 (8) (I yg ) = (5)3 (1) Portanto, I yg =38, 8cm 4. + (1)(8)(1, 65 0, 5) =11, 3cm 4, + (1)(5)(3, 5 1, 65) =7, 5cm 4.
11 D.3. Momento de Inércia D-11 Exemplo D.11 Determinar I xg e I yg para a superfície da Figura D.10(d). Inicialmente, calculam-se as coordenadas do centro de gravidade. = (M s x ) 1 +(M sx ) +(M sx ) Substituindo os valores vem que y G = (5)(5)(, 5) + (5)(30)(0) + (5)(30)(37, 5) (5)(5) + (5)(30) + (5)(30) = 38937, 5 45 =1, 0cm. coordenada x G é zero, pois o a seção ésimétrica em relação ao eixo vertical adotado. O momento de inércia I xg é dado por +(I xg ) 3. Pelo teorema dos eixos paralelos (I xg ) 1 = (5)3 (5) (I xg ) = (30)3 (5) (I xg ) 3 = (30)(5)3 I xg = 95591, 31cm 4. + (5)(5)(1, 03, 5) = 43180, 53cm 4, + (5)(30)(1, 03 0) = 11409, 14cm 4, + (3)(50)(37, 5 1, 03) = 41001, 63cm 4. Finalmente, o momento de inércia I yg é dado por +(I xg ) 3 = (5)3 (5) + (5)3 (0) + (5)3 (5) = 1807, 9cm 4.
di x = y 2.da di y = x 2.da I x = (A) y 2.da I y = (A) x 2.da
Momento De Inércia De Uma Figura Plana da, e somando-os temos: Definição: (Murat, S.D.) Seja uma figura plana qualquer, posicionada em relação a um par de eixos de referência. Definese: di x = y 2.da di
ÁLGEBRA VETORIAL E GEOMETRIA ANALÍTICA (UFCG- CUITÉ)
P L A N O S PARALELOS AOS EIXOS E AOS PLANOS COORDENADOS Casos Particulares A equação ax + by + cz = d na qual a, b e c não são nulos, é a equação de um plano π, sendo v = ( a, b, c) um vetor normal a
Lei de Gauss. 2.1 Fluxo Elétrico. O fluxo Φ E de um campo vetorial E constante perpendicular Φ E = EA (2.1)
Capítulo 2 Lei de Gauss 2.1 Fluxo Elétrico O fluxo Φ E de um campo vetorial E constante perpendicular a uma superfície é definido como Φ E = E (2.1) Fluxo mede o quanto o campo atravessa a superfície.
Prof. Michel Sadalla Filho
Referências MECÂNICA APLICADA Prof. Michel Sadalla Filho Centros de Gravidade, Centro de Massa, Centróides de uma figura plana DOC 06 14 Fev 2013 Ver. 01 HIBBELER, R. C. Mecânica Estática. 10 ed. São Paulo:
OPERAÇÕES COM FRAÇÕES
OPERAÇÕES COM FRAÇÕES Adição A soma ou adição de frações requer que todas as frações envolvidas possuam o mesmo denominador. Se inicialmente todas as frações já possuírem um denominador comum, basta que
CAPÍTULO I GEOMETRIA DAS MASSAS
CPÍTULO I GEOMETRI DS MSSS I. SPECTOS GERIS pesar de não estar incluida dentro dos nossos objetivos principais, vamos estudar algumas grandezas características da geometria das massas com a finalidade
4.4 Limite e continuidade
4.4 Limite e continuidade Noções Topológicas em R : Dados dois pontos quaisquer (x 1, y 1 ) e (x, y ) de R indicaremos a distância entre eles por då(x 1, y 1 ), (x, y )è=(x 1 x ) + (y 1 y ). Definição
GEOMETRIA. sólidos geométricos, regiões planas e contornos PRISMAS SÓLIDOS GEOMÉTRICOS REGIÕES PLANAS CONTORNOS
PRISMAS Os prismas são sólidos geométricos muito utilizados na construção civil e indústria. PRISMAS base Os poliedros representados a seguir são denominados prismas. face lateral base Nesses prismas,
UNIVERSIDADE FEDERAL DO ESPÍRITO SANTO PROGRAMA DE EDUCAÇÃO TUTORIAL - MATEMÁTICA PROJETO FUNDAMENTOS DE MATEMÁTICA ELEMENTAR
UNIVERSIDADE FEDERAL DO ESPÍRITO SANTO PROGRAMA DE EDUCAÇÃO TUTORIAL - MATEMÁTICA PROJETO FUNDAMENTOS DE MATEMÁTICA ELEMENTAR Assuntos: Produtos Notáveis; Equações; Inequações; Função; Função Afim; Paridade;
TRABALHO DE TOPOGRAFIA LEVANTAMENTO TAQUEOMÉTRICO
TRABALHO DE TOPOGRAFIA LEVANTAMENTO TAQUEOMÉTRICO 1. Poligonal Fechada: A poligonal fechada é caracterizada por ter o último vértice coincidindo com o vértice inicial, formando, desta forma, um POLÍGONO.
1.10 Sistemas de coordenadas cartesianas
7 0 Sistemas de coordenadas cartesianas Definição : Um sistema de coordenadas cartesianas no espaço é um v v conjunto formado por um ponto e uma base { } v3 Indicamos um sistema de coordenadas cartesianas
UNIVERSITÁRIO DE SINOP CURSO DE ENGENHARIA CIVIL
Exercícios propostos: aulas 01 e 02 GOVERNO DO ESTADO DE MATO GROSSO GA - LISTA DE EXERCÍCIOS 001 1. Calcular o perímetro do triângulo ABC, sendo dado A = (2, 1), B = (-1, 3) e C = (4, -2). 2. Provar que
QUESTÕES PARA A 3ª SÉRIE ENSINO MÉDIO MATEMÁTICA 2º BIMESTE SUGESTÕES DE RESOLUÇÕES
QUESTÕES PARA A 3ª SÉRIE ENSINO MÉDIO MATEMÁTICA 2º BIMESTE QUESTÃO 01 SUGESTÕES DE RESOLUÇÕES Descritor 11 Resolver problema envolvendo o cálculo de perímetro de figuras planas. Os itens referentes a
Cinemática Bidimensional
Cinemática Bidimensional INTRODUÇÃO Após estudar cinemática unidimensional, vamos dar uma perspectiva mais vetorial a tudo isso que a gente viu, abrangendo mais de uma dimensão. Vamos ver algumas aplicações
Matrizes. matriz de 2 linhas e 2 colunas. matriz de 3 linhas e 3 colunas. matriz de 3 linhas e 1 coluna. matriz de 1 linha e 4 colunas.
Definição Uma matriz do tipo m n (lê-se m por n), com m e n, sendo m e n números inteiros, é uma tabela formada por m n elementos dispostos em m linhas e n colunas. Estes elementos podem estar entre parênteses
Resolução do exemplo 8.6a - pág 61 Apresente, analítica e geometricamente, a solução dos seguintes sistemas lineares.
Solução dos Exercícios de ALGA 2ª Avaliação EXEMPLO 8., pág. 61- Uma reta L passa pelos pontos P 0 (, -2, 1) e P 1 (5, 1, 0). Determine as equações paramétricas, vetorial e simétrica dessa reta. Determine
Resolução Comentada Fuvest - 1ª fase 2014
Resolução Comentada Fuvest - 1ª fase 2014 01 - Em uma competição de salto em distância, um atleta de 70kg tem, imediatamente antes do salto, uma velocidade na direção horizontal de módulo 10m/s. Ao saltar,
Comecemos por relembrar as propriedades das potências: = a x c) a x a y = a x+y
. Cálculo Diferencial em IR.1. Função Exponencial e Função Logarítmica.1.1. Função Exponencial Comecemos por relembrar as propriedades das potências: Propriedades das Potências: Sejam a e b números positivos:
Módulo de Equações do Segundo Grau. Equações do Segundo Grau: Resultados Básicos. Nono Ano
Módulo de Equações do Segundo Grau Equações do Segundo Grau: Resultados Básicos. Nono Ano Equações do o grau: Resultados Básicos. 1 Exercícios Introdutórios Exercício 1. A equação ax + bx + c = 0, com
Aplicações de integração. Cálculo 2 Prof. Aline Paliga
Aplicações de integração Cálculo Prof. Aline Paliga Áreas entre curvas Nós já definimos e calculamos áreas de regiões que estão sob os gráficos de funções. Aqui nós estamos usando integrais para encontrar
Figura 4.1: Diagrama de representação de uma função de 2 variáveis
1 4.1 Funções de 2 Variáveis Em Cálculo I trabalhamos com funções de uma variável y = f(x). Agora trabalharemos com funções de várias variáveis. Estas funções aparecem naturalmente na natureza, na economia
Universidade Federal de Goiás Campus Catalão Departamento de Matemática
Universidade Federal de Goiás Campus Catalão Departamento de Matemática Disciplina: Álgebra Linear Professor: André Luiz Galdino Aluno(a): 4 a Lista de Exercícios 1. Podemos entender transformações lineares
Aplicações Diferentes Para Números Complexos
Material by: Caio Guimarães (Equipe Rumoaoita.com) Aplicações Diferentes Para Números Complexos Capítulo II Aplicação 2: Complexos na Geometria Na rápida revisão do capítulo I desse artigo mencionamos
Resumo: Estudo do Comportamento das Funções. 1º - Explicitar o domínio da função estudada
Resumo: Estudo do Comportamento das Funções O que fazer? 1º - Explicitar o domínio da função estudada 2º - Calcular a primeira derivada e estudar os sinais da primeira derivada 3º - Calcular a segunda
M =C J, fórmula do montante
1 Ciências Contábeis 8ª. Fase Profa. Dra. Cristiane Fernandes Matemática Financeira 1º Sem/2009 Unidade I Fundamentos A Matemática Financeira visa estudar o valor do dinheiro no tempo, nas aplicações e
. B(x 2, y 2 ). A(x 1, y 1 )
Estudo da Reta no R 2 Condição de alinhamento de três pontos: Sabemos que por dois pontos distintos passa uma única reta, ou seja, dados A(x 1, y 1 ) e B(x 2, y 2 ), eles estão sempre alinhados. y. B(x
GEOMETRIA ANALÍTICA II
Conteúdo 1 O PLANO 3 1.1 Equação Geral do Plano............................ 3 1.2 Determinação de um Plano........................... 7 1.3 Equação Paramétrica do Plano........................ 11 1.4 Ângulo
Atividade de revisão do 1º semestre de 2009 e autoavaliação de recuperação
Física Atividade 3 os anos Glorinha ago/09 Nome: Nº: Turma: Atividade de revisão do 1º semestre de 2009 e autoavaliação de recuperação Essa atividade tem o objetivo de revisar alguns conceitos estudados
Representação de sólidos
110 Representação de sólidos Pirâmides e prismas regulares com base(s) contida(s) em planos verticais ou de topo Desenhe as projecções de uma pirâmide quadrangular regular, situada no 1. diedro e com a
Equações paramétricas da Reta
39 6.Retas e Planos Equações de Retas e Planos Equações da Reta Vamos supor que uma reta r é paralela a um vetor V = a, b, c) não nulo e que passa por um ponto P = x, y, z ). Um ponto P = x, pertence a
2.1 - Triângulo Equilátero: é todo triângulo que apresenta os três lados com a mesma medida. Nesse caso dizemos que os três lados são congruentes.
Matemática Básica 09 Trigonometria 1. Introdução A palavra Trigonometria tem por significado do grego trigonon- triângulo e metron medida, associada diretamente ao estudo dos ângulos e lados dos triângulos,
Avaliação Teórica II Seleção Final 2015 Olimpíadas Internacionais de Física 16 de Abril 2015
Caderno de Questões Teoria II Instruções 1. Este caderno de questões contém NOVE folhas, incluindo esta com as instruções. Confira antes de começar a resolver a prova. 2. A prova é composta por QUATRO
GEOMETRIA DO TAXISTA. (a -b )² + (a -b )²
GEOMETRI O TXIST Geometria do Taxista é uma geometria não-euclidiana, no sentido em que a noção de distância não é a mesma e acordo com o desenho abaixo, suponhamos um motorista de táxi que apanha um cliente
Matemática Básica Intervalos
Matemática Básica Intervalos 03 1. Intervalos Intervalos são conjuntos infinitos de números reais. Geometricamente correspondem a segmentos de reta sobre um eixo coordenado. Por exemplo, dados dois números
e-mail: [email protected]
Assunto: Cálculo de Lajes Prof. Ederaldo Azevedo Aula 3 e-mail: [email protected] 3.1. Conceitos preliminares: Estrutura é a parte ou o conjunto das partes de uma construção que se destina a
[RESOLUÇÃO] Economia I; 2012/2013 (2º semestre) Prova da Época Recurso 3 de Julho de 2013
Economia I; 01/013 (º semestre) Prova da Época Recurso 3 de Julho de 013 [RESOLUÇÃO] Distribuição das respostas correctas às perguntas da Parte A (6 valores) nas suas três variantes: ER A B C P1 P P3 P4
ESCOLA ESTADUAL DR. JOSÉ MARQUES DE OLIVEIRA - ANO 2013 RECUPERAÇÃO ESTUDOS INDENPENDENTES
ESCOLA ESTADUAL DR. JOSÉ MARQUES DE OLIVEIRA - ANO 2013 RECUPERAÇÃO ESTUDOS INDENPENDENTES Nome Nº Turma 3 EJAS Data / / Nota Disciplina Matemática Prof. Elaine e Naísa Valor 30 Instruções: TRABALHO DE
Assunto: Função do 2º grau
Assunto: Função do 2º grau 1) Dada a função f(x) = x 2-4x+3.Determine: a) A suas raízes; resp: 1 e 3 b) As coordenadas do vértice da parábola; resp: V(2;-1) c) O gráfico d) Se a função admite valor máximo
GEOMETRIA DESCRITIVA... o que é e para que serve!
GEOMETRIA DESCRITIVA... o que é e para que serve! Desde sempre, o homem, na sua necessidade de comunicação, procurou encontrar um meio de representar as formas dos objectos que o rodeavam. Assim, Gaspar
Aula 6 Propagação de erros
Aula 6 Propagação de erros Conteúdo da aula: Como estimar incertezas de uma medida indireta Como realizar propagação de erros? Exemplo: medimos A e B e suas incertezas. Com calcular a incerteza de C, se
Preparação para a Prova Final de Matemática 2.º Ciclo do Ensino Básico Olá, Matemática! 6.º Ano
Geometria Perímetros e áreas Perímetro de polígonos regulares e irregulares Perímetro do círculo Equivalência de figuras planas Unidades de área Área do triângulo Área do círculo Síntese Perímetro O perímetro
Probabilidade III. Ulisses U. dos Anjos. Departamento de Estatística Universidade Federal da Paraíba. Período 2014.1
Probabilidade III Ulisses U. dos Anjos Departamento de Estatística Universidade Federal da Paraíba Período 2014.1 Ulisses Umbelino (DE-UFPB) Probabilidade III Período 2014.1 1 / 42 Sumário 1 Apresentação
Capítulo 7. 1. Bissetrizes de duas retas concorrentes. Proposição 1
Capítulo 7 Na aula anterior definimos o produto interno entre dois vetores e vimos como determinar a equação de uma reta no plano de diversas formas. Nesta aula, vamos determinar as bissetrizes de duas
Pelo que foi exposto no teorema de Carnot, obteve-se a seguinte relação:
16. Escala Absoluta Termodinâmica Kelvin propôs uma escala de temperatura que foi baseada na máquina de Carnot. Segundo o resultado (II) na seção do ciclo de Carnot, temos que: O ponto triplo da água foi
O Plano. Equação Geral do Plano:
O Plano Equação Geral do Plano: Seja A(x 1, y 1, z 1 ) um ponto pertencente a um plano π e n = (a, b, c), n 0, um vetor normal (ortogonal) ao plano (figura ao lado). Como n π, n é ortogonal a todo vetor
Definição de determinantes de primeira e segunda ordens. Seja A uma matriz quadrada. Representa-se o determinante de A por det(a) ou A.
Determinantes A cada matriz quadrada de números reais, pode associar-se um número real, que se designa por determinante da matriz Definição de determinantes de primeira e segunda ordens Seja A uma matriz
1 - POLÍGONOS REGULARES E CIRCUNFERÊNCIAS
Matemática 2 Pedro Paulo GEOMETRIA PLANA X 1 - POLÍGONOS REGULARES E CIRCUNFERÊNCIAS 1.2 Triângulo equilátero circunscrito A seguir, nós vamos analisar a relação entre alguns polígonos regulares e as circunferências.
UNIVERSIDADE FEDERAL DO AMAPÁ UNIFAP PRÓ-REITORIA DE ENSINO DE GRADUAÇÃO - PROGRAD DEPARTAMENTO DE CIENCIAS EXATAS E TECNOLÓGICAS-DCET CURSO DE FÍSICA
UNIVERSIDADE FEDERAL DO AMAPÁ UNIFAP PRÓ-REITORIA DE ENSINO DE GRADUAÇÃO - PROGRAD DEPARTAMENTO DE CIENCIAS EXATAS E TECNOLÓGICAS-DCET CURSO DE FÍSICA Disciplina: Física Básica III Prof. Dr. Robert R.
FUNÇÃO QUADRÁTICA. Resumo
01 / 08 / 12 FUNÇÃO QUADRÁTICA 1. Definição Resumo Função do 2º grau ou função quadrática é a função f: R R definida por f(x) = ax² + bx + c, com a, b, c reais e a 0. Em que a é o coeficiente de x²; b
Conteúdo programático por disciplina Matemática 6 o ano
60 Conteúdo programático por disciplina Matemática 6 o ano Caderno 1 UNIDADE 1 Significados das operações (adição e subtração) Capítulo 1 Números naturais O uso dos números naturais Seqüência dos números
Recorrendo à nossa imaginação podemos tentar escrever números racionais de modo semelhante: 1 2 = 1 + 3 + 32 +
1 Introdução Comecemos esta discussão fixando um número primo p. Dado um número natural m podemos escrevê-lo, de forma única, na base p. Por exemplo, se m = 15 e p = 3 temos m = 0 + 2 3 + 3 2. Podemos
12 26, 62, 34, 43 21 37, 73 30 56, 65
1 Questão 1 Solução a) Primeiro multiplicamos os algarismos de 79, obtendo 7 9 = 63, e depois somamos os algarismos desse produto, obtendo 6 + 3 = 9. Logo o transformado de é 79 é 9. b) A brincadeira de
Erros de Estado Estacionário. Carlos Alexandre Mello. Carlos Alexandre Mello [email protected] 1
Erros de Estado Estacionário Carlos Alexandre Mello 1 Introdução Projeto e análise de sistemas de controle: Resposta de Transiente Estabilidade Erros de Estado Estacionário (ou Permanente) Diferença entre
Resolução de circuitos usando Teorema de Thévenin Exercícios Resolvidos
Resolução de circuitos usando Teorema de Thévenin Exercícios Resolvidos 1º) Para o circuito abaixo, calcular a tensão sobre R3. a) O Teorema de Thévenin estabelece que qualquer circuito linear visto de
Se inicialmente, o tanque estava com 100 litros, pode-se afirmar que ao final do dia o mesmo conterá.
ANÁLISE GRÁFICA QUANDO y. CORRESPONDE A ÁREA DA FIGURA Resposta: Sempre quando o eio y corresponde a uma taa de variação, então a área compreendida entre a curva e o eio do será o produto y. Isto é y =
Teste de hipótese em modelos normais lineares: ANOVA
Teste de hipótese em modelos normais lineares: ANOVA Prof Caio Azevedo Prof Caio Azevedo Exemplo 1 No primeiro modelo, o interesse primário, de certa forma, é testar se a carga não contribui para explicar
Álgebra Linear Aplicada à Compressão de Imagens. Universidade de Lisboa Instituto Superior Técnico. Mestrado em Engenharia Aeroespacial
Álgebra Linear Aplicada à Compressão de Imagens Universidade de Lisboa Instituto Superior Técnico Uma Breve Introdução Mestrado em Engenharia Aeroespacial Marília Matos Nº 80889 2014/2015 - Professor Paulo
Determinantes. Vamos associar a cada matriz quadrada A um número a que chamaremos determinante. a11 a Uma matriz de ordem 2, A =
Determinantes Vamos associar a cada matriz quadrada A um número a que chamaremos determinante de A. [ ] a11 a Uma matriz de ordem 2, A 12, é invertível se e só se a 21 a 22 a 11 a 22 a 21 a 12 0, como
ASPECTOS CONSTRUTIVOS DE ROBÔS
ASPECTOS CONSTRUTIVOS DE ROBÔS Tipos de robôs Classificação de robôs Definições importantes: O arranjo das hastes e juntas em um braço manipulador tem um importante efeito nos graus de liberdade da ferramenta
Ondas EM no Espaço Livre (Vácuo)
Secretaria de Educação Profissional e Tecnológica Instituto Federal de Santa Catarina Campus São José Área de Telecomunicações ELM20704 Eletromagnetismo Professor: Bruno Fontana da Silva 2014-1 Ondas EM
1.2. Recorrendo a um diagrama em árvore, por exemplo, temos: 1.ª tenda 2.ª tenda P E E
Prova de Matemática do 3º ciclo do Ensino Básico Prova 927 1ª Chamada 1. 1.1. De acordo com enunciado, 50% são portugueses (P) e 50% são espanhóis (E) e italianos (I). Como os Espanhóis existem em maior
Exercícios de Aprofundamento Mat Polinômios e Matrizes
. (Unicamp 05) Considere a matriz A A e A é invertível, então a) a e b. b) a e b 0. c) a 0 e b 0. d) a 0 e b. a 0 A, b onde a e b são números reais. Se. (Espcex (Aman) 05) O polinômio q(x) x x deixa resto
EXERCÍCIOS DE ÁLGEBRA LINEAR E GEOMETRIA ANALÍTICA (sistemas de equações lineares e outros exercícios)
UNIVERSIDADE DO ALGARVE ESCOLA SUPERIOR DE TECNOLOGIA EXERCÍCIOS DE ÁLGEBRA LINEAR E GEOMETRIA ANALÍTICA (sistemas de equações lineares e outros eercícios) ÁREA DEPARTAMENTAL DE ENGENHARIA CIVIL Eercícios
Professor: José Junio Lopes
Aula 2 - Tensão/Tensão Normal e de Cisalhamento Média; Tensões Admissíveis. A - Tensão Normal Média 1. Exemplo 1.17 - A luminária de 80 kg é sustentada por duas hastes, AB e BC, como mostra a Figura 1.17a.
Aula 01 TEOREMAS DA ANÁLISE DE CIRCUITOS. Aula 1_Teoremas da Análise de Circuitos.doc. Página 1 de 8
ESCOLA TÉCNICA ESTADUAL ZONA SUL CURSO TÉCNICO EM ELETRÔNICA II. CIRCUITOS ELÉTRICOS Aula 0 TEOREMAS DA ANÁLISE DE CIRCUITOS Prof. Marcio Leite Página de 8 0 TEOREMA DA ANÁLISE DE CIRCUITOS.0 Introdução
UNIVERSIDADE FEDERAL DA BAHIA ESCOLA POLITÉCNICA DEPARTAMENTO DE ENGENHARIA QUÍMICA ENG 008 Fenômenos de Transporte I A Profª Fátima Lopes
Equações básicas Uma análise de qualquer problema em Mecânica dos Fluidos, necessariamente se inicia, quer diretamente ou indiretamente, com a definição das leis básicas que governam o movimento do fluido.
PROVA PARA OS ALUNOS DE 2º ANO DO ENSINO MÉDIO. 4 cm
PROVA PARA OS ALUNOS DE º ANO DO ENSINO MÉDIO 1ª Questão: Um cálice com a forma de um cone contém V cm de uma bebida. Uma cereja de forma esférica com diâmetro de cm é colocada dentro do cálice. Supondo
AV2 - MA 12-2011 UMA SOLUÇÃO
Questão 1. Considere os caminhos no plano iniciados no ponto (0, 0) com deslocamentos paralelos aos eixos coordenados, sempre de uma unidade e no sentido positivo dos eixos x e y (não se descarta a possibilidade
Frente 3 Aula 20 GEOMETRIA ANALÍTICA Coordenadas Cartesianas Ortogonais
Frente ula 0 GEOETRI NLÍTI oordenadas artesianas Ortogonais Sistema cartesiano ortogonal Sabemos que um sistema cartesiano ortogonal é formado por dois eios perpendiculares entre si com uma origem comum.
Prof. Neckel FÍSICA 1 PROVA 1 TEMA 2 PARTE 1 PROF. NECKEL POSIÇÃO. Sistema de Coordenadas Nome do sistema Unidade do sistema 22/02/2016.
FÍSICA 1 PROVA 1 TEMA 2 PARTE 1 PROF. NECKEL Cinemática 1D POSIÇÃO Sistema de Coordenadas Nome do sistema Unidade do sistema Reta numérica real com origem Crescimento para direita, decrescimento para esquerda
Sistema Trifásico Prof. Ms. Getúlio Teruo Tateoki
Sistema Trifásico Prof Ms Getúlio Teruo Tateoki Em um gerador trifásico, existem três enrolamentos separados fisicamente de 0 entre si, resultando em três tensões induzidas defasadas de 0 figura abaixo
2y 2z. x y + 7z = 32 (3)
UFJF MÓDULO III DO PISM TRIÊNIO 0-03 GABARITO DA PROVA DE MATEMÁTICA Questão Três amigos, André, Bernardo arlos, reúnem-se para disputar um jogo O objetivo do jogo é cada jogador acumular pontos, retirando
Matemática para a Economia I - 1 a lista de exercícios Prof. - Juliana Coelho
Matemática para a Economia I - 1 a lista de exercícios Prof. - Juliana Coelho 1 - Para cada função abaixo, calcule os valores pedidos, quando for possível: (a) f(x) = x 3 3x + 3x 1, calcule f(0), f( 1)
FUNÇÃO DO 2º GRAU PROF. LUIZ CARLOS MOREIRA SANTOS
Questão 01) FUNÇÃO DO º GRAU A função definida por L(x) = x + 800x 35 000, em que x indica a quantidade comercializada, é um modelo matemático para determinar o lucro mensal que uma pequena indústria obtém
4. DIMENSIONAMENTO DE ESCADAS EM CONCRETO ARMADO
4. DIMENSIONAMENTO DE ESCADAS EM CONCRETO ARMADO 4.1 Escada com vãos paralelos O tipo mais usual de escada em concreto armado tem como elemento resistente uma laje armada em uma só direção (longitudinalmente),
Capítulo1 Tensão Normal
- UNIVERSIDADE FEDERAL FLUMINENSE ESCOLA DE ENGENHARIA INDUSTRIAL METALÚRGICA DE VOLTA REDONDA PROFESSORA: SALETE SOUZA DE OLIVEIRA BUFFONI DISCIPLINA: RESISTÊNCIA DOS MATERIAIS Referências Bibliográficas:
Tecnologia da Construção Civil - I Locação de Obra e Serviços em Terra. Roberto Monteiro
Tecnologia da Construção Civil - I Locação de Obra e Serviços em Terra Limpeza do terreno Dependendo do porte da obra e da declividade do terreno serão necessários a utilização de equipamentos de grande
Questão 1. Questão 3. Questão 2. Resposta. Resposta. Resposta. a) calcule a área do triângulo OAB. b) determine OC e CD.
Questão Se Amélia der R$,00 a Lúcia, então ambas ficarão com a mesma quantia. Se Maria der um terço do que tem a Lúcia, então esta ficará com R$ 6,00 a mais do que Amélia. Se Amélia perder a metade do
Projeto Jovem Nota 10 Geometria Analítica Circunferência Lista 3 Professor Marco Costa
1 1. (Fgv 97) Uma empresa produz apenas dois produtos A e B, cujas quantidades anuais (em toneladas) são respectivamente x e y. Sabe-se que x e y satisfazem a relação: x + y + 2x + 2y - 23 = 0 a) esboçar
PROFESSOR: Guilherme Franklin Lauxen Neto
ALUNO TURMA: 2 Ano DATA / /2015 PROFESSOR: Guilherme Franklin Lauxen Neto DEVOLUTIVA: / /2015 1) Dado um cilindro de revolução de altura 12 cm e raio da base 4 cm, determine: a) a área da base do cilindro.
Introdução ao determinante
ao determinante O que é? Quais são suas propriedades? Como se calcula (Qual é a fórmula ou algoritmo para o cálculo)? Para que serve? Álgebra Linear II 2008/2 Prof. Marco Cabral & Prof. Paulo Goldfeld
AULA 4 DELINEAMENTO EM QUADRADO LATINO (DQL)
AULA 4 DELINEAMENTO EM QUADRADO LATINO (DQL) Características Utiliza-se de três princípios básicos da experimentação: repetição, casualização e controle local. Possui um controle local mais eficiente que
Autoria: Fernanda Maria Villela Reis Orientadora: Tereza G. Kirner Coordenador do Projeto: Claudio Kirner. Projeto AIPRA (Processo CNPq 559912/2010-2)
Autoria: Fernanda Maria Villela Reis Orientadora: Tereza G. Kirner Coordenador do Projeto: Claudio Kirner 1 ÍNDICE Uma palavra inicial... 2 Instruções iniciais... 3 Retângulo... 5 Quadrado... 6 Triângulo...
Módulo Elementos Básicos de Geometria - Parte 3. Circunferência. Professores: Cleber Assis e Tiago Miranda
Módulo Elementos Básicos de Geometria - Parte Circunferência. 8 ano/e.f. Professores: Cleber Assis e Tiago Miranda Elementos Básicos de Geometria - Parte. Circunferência. 1 Exercícios Introdutórios Exercício
Geometria Diferencial de Curvas Espaciais
Geometria Diferencial de Curvas Espaciais 1 Aceleração tangencial e centrípeta Fernando Deeke Sasse Departamento de Matemática CCT UDESC Mostremos que a aceleração de uma partícula viajando ao longo de
INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA DO RIO GRANDE DO NORTE. Professor: João Carmo
INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA DO RIO GRANDE DO NORTE Professor: João Carmo INTRODUÇÃO O traçado de linhas retas PERPENDICULARES, PARALELAS e OBLÍQUAS é feito com o auxílio de esquadros,
DUTOS E CHAMINÉS DE FONTES ESTACIONÁRIAS DETERMINAÇÃO DA MASSA MOLECULAR SECA E DO EXCESSO DE AR DO FLUXO GASOSO Método de ensaio
CETESB DUTOS E CHAMINÉS DE FONTES ESTACIONÁRIAS DETERMINAÇÃO DA MASSA MOLECULAR SECA E DO EXCESSO DE AR DO FLUXO GASOSO Método de ensaio L9.223 JUN/92 SUMÁRIO Pág. 1 Objetivo...1 2 Normas complementares...1
1.1 Exemplo da diferença da média da população para a média amostral.
1 Estatística e Probabilidades Inferência Estatística consiste na generalização das informações a respeito de uma amostra, para a sua população. A Probabilidade considera modelos para estimar informações
Matrizes de Transferência de Forças e Deslocamentos para Seções Intermediárias de Elementos de Barra
Matrizes de Transferência de Forças e Deslocamentos para Seções Intermediárias de Elementos de Barra Walter Francisco HurtaresOrrala 1 Sílvio de Souza Lima 2 Resumo A determinação automatizada de diagramas
Lista de Exercícios: Geometria Plana. Um triângulo isósceles tem base medindo 8 cm e lados iguais com medidas de 5 cm. A área deste triângulo é:
Lista de Exercícios: Geometria Plana Questão 1 Um triângulo isósceles tem base medindo 8 cm e lados iguais com medidas de 5 cm. A área deste triângulo é: A( ) 20 cm 2. B( ) 10 cm 2. C( ) 24 cm 2. D( )
Probabilidade. Luiz Carlos Terra
Luiz Carlos Terra Nesta aula, você conhecerá os conceitos básicos de probabilidade que é a base de toda inferência estatística, ou seja, a estimativa de parâmetros populacionais com base em dados amostrais.
A unidade de freqüência é chamada hertz e simbolizada por Hz: 1 Hz = 1 / s.
Movimento Circular Uniforme Um movimento circular uniforme (MCU) pode ser associado, com boa aproximação, ao movimento de um planeta ao redor do Sol, num referencial fixo no Sol, ou ao movimento da Lua
Boa Prova! arcsen(x 2 +2x) Determine:
Universidade Federal de Campina Grande - UFCG Centro de Ciências e Tecnologia - CCT Unidade Acadêmica de Matemática e Estatística - UAME - Tarde Prova Estágio Data: 5 de setembro de 006. Professor(a):
1 CLASSIFICAÇÃO 2 SOMA DOS ÂNGULOS INTERNOS. Matemática 2 Pedro Paulo
Matemática 2 Pedro Paulo GEOMETRIA PLANA IV 1 CLASSIFICAÇÃO De acordo com o gênero (número de lados), os polígonos podem receber as seguintes denominações: Na figura 2, o quadrilátero foi dividido em triângulos.
= 1 1 1 1 1 1. Pontuação: A questão vale dez pontos, tem dois itens, sendo que o item A vale até três pontos, e o B vale até sete pontos.
VTB 008 ª ETAPA Solução Comentada da Prova de Matemática 0 Em uma turma de alunos que estudam Geometria, há 00 alunos Dentre estes, 30% foram aprovados por média e os demais ficaram em recuperação Dentre
Lista de Exercícios Campo Elétrico
Considere k o = 9,0. 10 9 N. m 2 /C 2 Lista de Exercícios Campo Elétrico 1. Uma partícula de carga q = 2,5. 10-8 C e massa m = 5,0. 10-4 kg, colocada num determinado ponto P de uma região onde existe um
Determinantes. Matemática Prof. Mauricio José
Determinantes Matemática Prof. Mauricio José Determinantes Definição e Conceito Matriz de ordem 1 Dizemos que um determinante é um resultado (numérico) de operações que são realizadas em uma matriz quadrada.
Exercícios LENTES e VISÃO DUDU
Exercícios LENTES e VISÃO DUDU 1. Sherlock Holmes neste dia usava seu cachimbo e uma instrumento ótico que permitia uma análise ainda mais nítida da cena do crime. a)sabendo que no texto acima o instrumento
Capítulo 4. Retas e Planos. 4.1 A reta
Capítulo 4 Retas e Planos Neste capítulo veremos como utilizar a teoria dos vetores para caracterizar retas e planos, a saber, suas equações, posições relativas, ângulos e distâncias. 4.1 A reta Sejam
Capítulo VI. Teoremas de Circuitos Elétricos
apítulo VI Teoremas de ircuitos Elétricos 6.1 Introdução No presente texto serão abordados alguns teoremas de circuitos elétricos empregados freqüentemente em análises de circuitos. Esses teoremas têm
