Módulo 01. Matrizes. [Poole 134 a 178]
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- Sandra Nathalia Taveira Coelho
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1 ódulo Note em, leitur destes potmetos ão dispes de modo lgum leitur tet d iliogrfi pricipl d cdeir hm-se à teção pr importâci do trlho pessol relizr pelo luo resolvedo os prolems presetdos iliogrfi, sem cosult prévi ds soluções proposts, álise comprtiv etre s sus respost e resposts proposts, e posterior exposição uto do docete de tods s dúvids ssocids. [Poole 8] trizes triz. Elemeto, lih e colu de um mtriz. tiz lih e mtriz colu. triz ul. triz rectgulr e qudrd. triz qudrd: Digol pricipl. rço. triz digol. triz trigulr superior e iferior. triz esclr. triz idetidde. guldde. dição. ultiplicção por um esclr. Produto. Potêci. rsposição: triz trspost. triz Simétric e ti-simétric. triz cougd e trscougd triz hermiti e ti-hermiti triz escd. Pivot Operções sore lihs. triz equivlete por lihs. rcterístic. triz ivers. étodo de codesção. triz ortogol. Proprieddes d álger mtricil.
2 R Z E S G E R U R R D triz. Elemeto, ih e olu de um triz. triz ih e tiz olu. triz Nul. triz Rectgulr e Qudrd. Exemplo. Sem s seguites mtrizes:,,. Sedo m e dois úmeros turis, um mtriz, m m por, é um tel de m vezes úmeros R ou, dispostos em m lihs e colus O m m m. Dizemos que i é o elemeto d posição i, d mtriz.. i - ésim lih d mtriz é [ ] i i i, e - ésim colu d mtriz é m. Um mtriz que só possui um lih é chmd mtriz lih, ou vector lih, [ ], e um mtriz que só possui um colu é chmd mtriz colu, ou vector colu, ms são desigds por mtriz fil, usdo-se o termo fil d mtriz pr desigr quer um lih quer um colu de um mtriz.. Um mtriz em que todos os elemetos são iguis zero diz-se um mtriz ul,, i, i,. Se m dizemos que é um mtriz rectgulr, e se m dizemos que é um mtriz qudrd de ordem., [ ] D, E, F mtriz é um mtriz qudrd, tl como F. ods s resttes são mtrizes rectgulres. é um mtriz dus lihs por três colus, é um mtiz, D é um mtriz lih, e E é um mtriz colu. São exemplo de lgus elemetos ds mtrizes dds cim,, d, e Prof. José mrl G - --
3 R Z E S G E R U R R D t. rição de um mtriz lih >> [ ] rição de um mtriz colu >> [; ; ] rição de um mtriz >> [ ; ; ] Selecção de um elemeto de um mtriz, li,col, >>, s Selecção de um lih de um mtriz ª lih, li,:, >>,: s Selecção de um colu de um mtriz ª colu, :,col, >> :, s rição de um mtriz ul, zerosli,col, >> zeros, Prof. José mrl G - --
4 R Z E S G E R U R R D trizes Qudrds: Digol Pricipl; rço; triz Digol, rigulr Superior, e rigulr ferior. triz detidde e Esclr. Dd um mtriz qudrd,, de ordem, Exemplo. Sem s seguites mtrizes:, D,. sequêci orded ou uplo dos elemetos i, i,,,,, diz-se digol pricipl de O 8. Desigmos por trço de som de todos os elemetos d su digol pricipl tr i 9. diz-se um mtriz digol se todos os elemetos que estão for d digol pricipl são iguis zero. i, i ii. diz-se um mtriz trigulr superior se todos os elemetos situdos ixo d digol pricipl são iguis zero. i, i >. diz-se um mtriz trigulr iferior se todos os elemetos situdos cim d digol pricipl são iguis zero. i, i <. diz-se um mtriz idetidde se todos os elemetos que estão for d digol pricipl são iguis zero e todos os elemetos d digol pricipl são iguis i, i i, i. diz-se um mtriz esclr se todos os elemetos que estão for d digol pricipl são iguis zero e todos os elemetos d digol pricipl são iguis um costte, k,, i k, i U, i i,, K digol pricipl d mtriz é o tero ordedo,, e o seu trço é tr. D é um mtriz digol. U é um mtriz trigulr superior. é um mtriz trigulr iferior. é um mtriz idetidde. K é um mtriz esclr. Prof. José mrl G - --
5 R Z E S G E R U R R D t. rição de um mtriz e selecção d su digol pricipl, dig, >> [ ; ; 8 9] 8 9 >> dig s 9 álculo do trço d mtriz, trce, >> sumdig s, ou simplesmete >> trce s rição de um mtriz digol >> Ddig[ ] D Selecção d mtriz trigulr iferior, tril, ou trigulr superior, triu, de um mtriz á existete >> tril >> triu s s rição de um mtriz idetidde,, eye, e de um mtriz esclr,, >> eye >> K*eye K Prof. José mrl G - --
6 R Z E S G E R U R R D Álger de trizes: guldde. dição. ultiplicção por esclr. Exemplo. Sem s seguites mtrizes:. Dus mtrizes, i m e i p q, são iguis se têm o mesmo tmho, ou se, m p e q, e os elemetos correspodetes são iguis, ou se, i i, i,.. som de dus mtrizes do mesmo tmho, i m e i m, defie-se como sedo mtriz m resultte d som dos elemetos correspodetes de e, ou se, ci i i, i,. multiplicção de um mtriz, i m, por um esclr, α R ou α, defie-se como sedo mtriz m α resultte d multiplicção por α de cd um os elemetos d mtriz, ou se, i αi, i,, som de e é mtriz O produto do esclr α pel mtriz é mtriz Prof. José mrl G - --
7 R Z E S G E R U R R D t. Som de dus mtrizes,, >> [ ; ; ] >> [ - ; - ; -] >> Produto do esclr pel mtriz, *, >> >> * Prof. José mrl G - --
8 R Z E S G E R U R R D Prof. José mrl G Produto de trizes. Potêci de um triz.. O produto de dus mtrizes, tis que o úmero de colus d primeir é igul o úmero de lihs d segud, p m i e p i, defie-se como sedo mtriz m cuos elemetos, i c, resultm do produto ordedo dos elemetos d lih i d mtriz pelos elemetos d colu d mtriz mp m m ip i i p m m i p p p c c c c c, ou se p k k ik p ip i i i c 8. Dd um mtriz qudrd e um iteiro ão egtivo k defiimos potêci de um mtiz como termos k k, sedo. Exemplo. Sem s seguites mtrizes:, D, E Do produto d mtiz D,, pel mtriz E,, result um mtiz [ ] [ ] [ ] [ ] DE X X X
9 R Z E S G E R U R R D Prof. José mrl G Note-se que o produto d mtiz E,, pel mtriz D,, tmém está defiido, resultdo um mtiz [ ] [ ] [ ] [ ] [ ] [ ] [ ] [ ] [ ] 8 ED Este exemplo evideci clrmete que o produto de mtrizes ão é comuttivo ED DE Qudo se verific ED DE s mtrizes dizem-se mtrizes permutáveis ou comutáveis. O cuo d mtriz é [ ] [ ] [ ] [ ] [ ] [ ] [ ] [ ]
10 R Z E S G E R U R R D t. Produto de mtrizes, *, >> D[ ; ] D >> E[ ; ; ] E >> D*E s >> E*D s 8 Potêci de um mtriz, ^, >> [ ; -] - >> ^ s - >> ** s - Prof. José mrl G - --
11 R Z E S G E R U R R D Prof. José mrl G - -- triz rspost. triz Simétric e ti-simétric. triz ougd e rscougd. triz Hermiti e ti- Hemiti. 9. mtriz trspost de um mtriz m i é defiid pel mtriz m, otid trocdo-se s lihs de com s colus, ou se i i i,,. Um mtiz qudrd diz-se simétric se, e diz-se ti-simétric se.. Dd um mtriz complex,, chm-se mtriz cougd de, e represet-se por, mtriz que se otém cougdo cd um dos elemetos de, e chm-se mtriz trscougd de, e represet-se por, trspost d cougd de.. Um mtiz diz-se hermiti se, e diz-se tihermiti se. Exemplo. Sem s seguites mtrizes: 9 8 D E trspost de é 9 8 mtriz é simétric, e mtriz é ti-simétric, cougd e trscougd d mtriz D são D, D D mtriz E é ti-hermiti E E E E Os elemetos d digol pricipl de um mtriz ti-simétric são origtorimete ulos, e de um mtriz ti-hermiti são origtorimete ulos e/ou imgiários puros.
12 R Z E S G E R U R R D t. rspost de um mtriz,., >> [ ; 8 9; ] 8 9 >>.' s 8 9 ougd de um mtriz, co, >> D[ ; ] D...i...i >> cod s.. -.i.. -.i rscougd de um mtriz,, >> D' s... -.i -.i. Prof. José mrl G - --
13 R Z E S G E R U R R D triz Escd. Pivot. Operções sore ihs. triz Equivlete por ihs. rcterístic.. Diz-se que um mtriz está form esclod ou está form de um mtriz escd se. ods s lih uls estão ixo ds lihs ão uls.. Por ixo do º elemeto ão ulo de um lih, chmdo, pivot, todos os elemetos são ulos.. O pivot d lih i está à direit do pivot d lih i.. Um mtriz escd está form esclod reduzid se os seus pivots são e cd pivot é o úico elemeto ão ulo su colu.. Desigmos por operção elemetr sore s lihs de um mtriz cd um ds seguites operções:. roc etre si de dus lihs d mtriz i k. ultiplicção de um lih d mtriz por um esclr ão ulo α i i. Sustituição de um lih pel su som com um múltiplo esclr de outr lih α i k i. Um mtriz diz-se equivlete por lihs um mtiz, e escrevemos, se pode ser otid de por plicção de um sequêci de operções elemetres sore lihs.. Desigmos por crcterístic de um mtriz, e escrevemos cr, o úmero de lihs ão uls d mtiz escd que del result pel execução de operções elemetres sore lihs. Exemplo. Sem s seguites mtrizes:,, mtriz está form esclod, tedo crcterístic cr. mtriz está form esclod reduzid, tedo crcterístic cr. Prof. José mrl G - --
14 R Z E S G E R U R R D Prof. José mrl G - -- trvés d execução de um sequêci de operções elemetres sore lihs, vmos trsformr mtriz um mtriz escd mtriz á está form esclod. Podemos prosseguir o setido de trsformr form esclod reduzid mtriz está gor form esclod reduzid todos os seus pivots são e cd pivot é o úico elemeto ão ulo su colu
15 R Z E S G E R U R R D t. roc etre si de dus lihs d mtriz, [i k],: [k i],:, >> [ ; -; -] - - >> [ ],: [ ],: - - ultiplicção de um lih d mtriz por um esclr ão ulo, i,: *i,:, >>,: *,: - - Sustituição de um lih pel su som com um múltiplo esclr de outr lih, i,: i,: *k,:, >>,:,:-*,: - - rcterístic de um mtriz, rk, >> rk s Redução de um mtriz à form esclod reduzid, rref, >> rref s - Prof. José mrl G - --
16 R Z E S G E R U R R D triz vers. étodo de codesção. triz Ortogol. 8. Um mtriz qudrd i diz-se ivertível, ou regulr, ou ão sigulr se existir um mtriz, deomid mtriz ivers de, tl que, em que é mtriz idetidde. é ivertível sse cr e su ivers é úic. 9. Se ão tem ivers dizemos que é um mtriz sigulr ou ão regulr, ou ão ivertível.. étodo d codesção pr determição d ivers de um mtriz: Sedo mtriz ivertível, se, por operções elemetres sore lihs, trsformr-mos mtriz [ ] mtriz [ ], etão.. Um mtriz qudrd i diz-se ortogol sse su ivers for igul à su trspost ou se odo o úmero rel, ão ulo,, possui um iverso, isto é, existe um tl que. O iverso é úico, usdo-se otção. Nem tods s mtrizes,, ão uls, possuem ivers, ou se, em sempre existe um mtriz tl que. Exemplo. Sem s seguites mtrizes: ivers d mtiz é mtriz, como podemos verificr Recorredo o método de codesção, podemos clculr ivers d mtriz [ ] Prof. José mrl G - --
17 R Z E S G E R U R R D Prof. José mrl G - -- [ ] [ ] 9 edo sido possível coverter mtriz [ ] mtriz [ ], temos 9 trspost d mtiz é mtriz ssim sedo, [ ] [ ] [ ] [ ] mtriz é um mtriz ortogol
18 R Z E S G E R U R R D t. triz ivers, iv, >> [ ; ] >> iv s - - >> [ -; ; -] - - >> iv s >> vers pelo método de codesção. >> D[ eye] D - - >> DrrefD D >> DD:,: D Prof. José mrl G
19 R Z E S G E R U R R D Proprieddes d Álger tricil. Sempre que s expressões estem defiids temos: dição. comuttiv. ssocitiv. elemeto eutro. elemeto simétrico ultiplicção por esclr. α β αβ. α β α β. α α α ultiplicção 8. ssocitiv 9. m elemeto eutro. distriutiv. α α α. elemeto sorvete rsposição..... α α k ougd z z. rscougd.... z z k vers α α. / só se ou for ivertível. / só se for ivertível Prof. José mrl G
20 R Z E S G E R U R R D Prof. José mrl G - -- Verddeir X X Fls X X X X Exemplo 8. Sedo, e mtrizes qudrds quisquer, dig se s proposições seguites são verddeirs ou flss dmite-se que s operções idicds estão defiids Pode demostrr-se, isso sim, que. Não esquecer que o produto de mtrizes ão é comuttivo. Podedo verificr-se em prticulr que, cso s mtrizes e sem permutáveis, em gerl, isto é, pr quisquer mtrizes qudrds, e, temos. pes os csos em que ou for ivertível. emos esses csos que. eh-se em teção que. Sem perd de geerlidde, e por clrez de exposição, cosideremos o cso prticulr e temos 8 temos 8 8 8
21 R Z E S G E R U R R D Prof. José mrl G - -- Exercícios.. lcule, sedo [ ] i [ ] emos [ ] [ ] [ ] [ ] [ ] Recorredo o método de codesção emos Recorredo o t terímos: >> [ ; -]; >> [-i ].';
22 R Z E S G E R U R R D Prof. José mrl G - -- >> [ ]; >> iv^**^ s / /i -/ /i -/ - /i / - /i. Sedo clcule c. tededo à defiição de produto mtricil, c é igul o produto d ª lih d mtriz pel ª colu d mtriz [ ] 8 8 i c Recorredo o t terímos: >> c[ 8 ]*[ ].' c. dmitido que e são mtrizes de ordem, é regulr, e e são permutáveis, mostre que e tmém são mtrizes permutáveis. emos. dmitido que e são mtrizes ortogois de ordem, mostre que emos
23 R Z E S G E R U R R D Prof. José mrl G - -- Sedo um mtriz ortogol,, pelo que Sedo um mtriz ortogol,, pelo que. Sedo, e mtrizes regulres de ordem, tis que, mostre que emos
Matrizes e Sistemas de equações lineares. D.I.C. Mendes 1
Mtrizes e Sistems de equções lieres D.I.C. Medes s mtrizes são um ferrmet básic formulção de problems de mtemátic e de outrs áres. Podem ser usds: resolução de sistems de equções lieres; resolução de sistems
Definição: Sejam dois números inteiros. Uma matriz real é uma tabela de números reais com m linhas e n colunas, distribuídos como abaixo:
I MTRIZES Elemeos de Álgebr Lier - MTRIZES Prof Emíli / Edmé Defiição: Sem dois úmeros ieiros Um mriz rel é um bel de úmeros reis com m lihs e colus, disribuídos como bixo: ( ) i m m m m Cd elemeo d mriz
Redes elétricas Circuitos que contém resistências e geradores de energia podem ser analisados usando sistemas de equações lineares;
Álger Lier Mtrizes e vetores Sistems lieres Espços vetoriis Bse e dimesão Trsformções lieres Mtriz de um trsformção lier Aplicções d Álger Lier: Redes elétrics Circuitos que cotém resistêcis e gerdores
TÓPICOS. Matriz. Matriz nula. Matriz quadrada: Diagonais principal e secundária. Traço. Matriz diagonal. Matriz escalar. Matriz identidade.
Note bem: leitur destes pontmentos não dispens de modo lgum leitur tent d bibliogrfi principl d cdeir TÓPICOS Mtriz. AULA Chm-se tenção pr importânci do trblho pessol relizr pelo luno resolvendo os problems
Geometria Analítica e Álgebra Linear
NOS DE U Geometri líti e Álger ier Mtrizes e Determites Professor: uiz Ferdo Nues, Dr 8/Sem_ Geometri líti e Álger ier ii Ídie Mtrizes e Determites Mtrizes Determites e Mtriz Ivers 8 Referêis iliográfis
Matrizes e Vectores. Conceitos
Mtrizes e Vectores Coceitos Mtriz, Vector, Colu, Lih. Mtriz rigulr Iferior; Mtriz rigulr Superior; Mtriz Digol. Operções etre Mtrizes. Crcterístic de um mtriz; Crcterístic máxim de um mtriz. Mtriz Ivertível,
TÓPICOS. Matriz inversa. Método de condensação. Matriz ortogonal. Propriedades da álgebra matricial.
Note bem: a leitura destes apotametos ão dispesa de modo algum a leitura ateta da bibliografia pricipal da cadeira ÓPICOS Matriz iversa. U 6 Chama-se a ateção para a importâcia do trabalho pessoal a realizar
Universidade Fernando Pessoa Departamento de Ciência e Tecnologia. Apontamentos ÁLGEBRA LINEAR E GEOMETRIA ANALÍTICA. Maria Alzira Pimenta Dinis
Uiversidde Ferdo Pesso Deprteto de Ciêci e ecologi potetos de ÁLGER LINER E GEOMERI NLÍIC Mri lir Piet Diis 99 Ídice Ídice Pág. Cpítulo I Mtries e Sistes de Equções Lieres. Mtries. dição de Mtries e Multiplicção
1- SOLUÇÃO DE SISTEMAS LINEARES E INVERSÃO DE MATRIZES
- SOLUÇÃO DE SISTEMAS LINEARES E INVERSÃO DE MATRIZES.- Métodos etos pr solução de sistems lieres Métodos pr solução de sistems de equções lieres são divididos priciplmete em dois grupos: ) Métodos Etos:
AULA Matriz inversa Matriz inversa.
Note bem: a leitura destes apotametos ão dispesa de modo algum a leitura ateta da bibliografia pricipal da cadeira ÓPICOS Matriz iversa. U 6 Chama-se a ateção para a importâcia do trabalho pessoal a realizar
MÓDULO IV. EP.02) Determine o valor de: a) 5 3 = b) 3 4 = c) ( 4) 2 = d) 4 2 = EP.03) Determine o valor de: a) 2 3 = b) 5 2 = c) ( 3) 4 = d) 3 4 =
MÓDULO IV. Defiição POTENCIACÃO Qudo um úmero é multiplicdo por ele mesmo, dizemos que ele está elevdo o qudrdo, e escrevemos:. Se um úmero é multiplicdo por ele mesmo váris vezes, temos um potêci:.. (
Z = {, 3, 2, 1,0,1,2,3, }
Pricípios Aritméticos O cojuto dos úmeros Iteiros (Z) Em Z estão defiids operções + e. tis que Z = {, 3,, 1,0,1,,3, } A) + y = y + (propriedde comuttiv d dição) B) ( + y) + z = + (y + z) (propriedde ssocitiv
Geometria Analítica e Álgebra Linear
NOTS E U Geometri lític e Álger ier Sistems de Equções ieres Professor: ui Ferdo Nues, r Geometri lític e Álger ier ii Ídice Sistems de Equções ieres efiições Geris Iterpretção Geométric de Sistems de
DESIGUALDADES Onofre Campos
OLIMPÍADA BRASILEIRA DE MATEMÁTICA NÍVEL II SEMANA OLÍMPICA Slvdor, 9 6 de jeiro de 00 DESIGUALDADES Oofre Cmpos oofrecmpos@olcomr Vmos estudr lgums desigulddes clássics, como s desigulddes etre s médis
3 SISTEMAS DE EQUAÇÕES LINEARES
. Itrodução SISTEAS DE EQUAÇÕES INEARES A solução de sistems lieres é um ferrmet mtemátic muito importte egehri. Normlmete os prolems ão-lieres são soluciodos por ferrmets lieres. As fotes mis comus de
Quando o polinômio divisor é da forma x + a, devemos substituir no polinômio P(x), x por a, visto que: x + a = x ( a).
POLINÔMIOS II. TEOREMA DE D ALEMBERT O resto d divisão de um poliômio P(x) por x é igul P(). m m Sej, com efeito, P x x x..., um poliômio de x, ordedo segudo s potecis m m decrescetes de x. Desigemos o
Matrizes. Matemática para Economistas LES 201. Aulas 5 e 6 Matrizes Chiang Capítulos 4 e 5. Márcia A.F. Dias de Moraes. Matrizes Conceitos Básicos
Mtemátic pr Economists LES uls e Mtrizes Ching Cpítulos e Usos em economi Mtrizes ) Resolução sistems lineres ) Econometri ) Mtriz Insumo Produto Márci.F. Dis de Mores Álgebr Mtricil Conceitos Básicos
FACULDADE DE ADMINISTRAÇÃO E NEGÓCIOS DE SERGIPE ASSUNTO: SOMAÇÃO E ÁRAS E INTEGRAIS DEFINIDAS. INTEGRAIS DEFINIDAS
FACULDADE DE ADMINISTRAÇÃO E NEGÓCIOS DE SERGIPE CURSO: ENGENHARIA DE PRODUÇÃO ASSUNTO: SOMAÇÃO E ÁRAS E INTEGRAIS DEFINIDAS. PROFESSOR: MARCOS AGUIAR CÁLCULO II INTEGRAIS DEFINIDAS. NOTAÇÃO DE SOMAÇÃO
EXERCÍCIOS: d) 1.1 = e) = f) = g) 45.45= Potenciação de um número é o produto de fatores iguais a esse número; h)
d). = e).. = f).. = Potecição de um úmero é o produto de ftores iguis esse úmero; ) =. = 9 ) =.. = (OBS.: os úmeros:. são ditos ftores, ou ses) g).= h) 8.8.8= i) 89.89.89 = EXERCÍCIOS: 0. Sedo =, respod:
Vamos supor um quadrado com este, divididos em 9 quadradinhos iguais.
Rdicição O que é, fil, riz qudrd de um úmero? Vmos supor um qudrdo com este, divididos em 9 qudrdihos iguis. Pegdo cd qudrdiho como uidde de áre, podemos dizer que áre do qudrdo é 9 qudrdihos, ou sej,
a é dita potência do número real a e representa a
IFSC / Mteátic Básic Prof. Júlio Césr TOMIO POTENCIAÇÃO [ou Expoecição] # Potêci co Expoete Nturl: Defiição: Ddo u úero iteiro positivo, expressão ultiplicção do úero rel e questão vezes. é dit potêci
Integrais Duplos. Definição de integral duplo
Itegris uplos Recorde-se defiição de itegrl de Riem em : Um fução f :,, limitd em,, é itegrável à Riem em, se eiste e é fiito lim m j 0 j1 ft j j j1. ode P 0,, um qulquer prtição de, e t 1,,t um sequêci
SISTEMAS LINEARES. Sendo x e y, respectivamente, o número de pontos que cada jogador marcou, temos uma equação com duas incógnitas:
SISTEMAS LINEARES Do grego system ( Sy sigific juto e st, permecer, sistem, em mtemátic,é o cojuto de equções que devem ser resolvids juts,ou sej, os resultdos devem stisfzêlos simultemete. Já há muito
o quociente C representa a quantidade de A por unidade de B. Exemplo Se um objecto custar 2, então 10 objectos custam 20. Neste caso temos 20 :10 2.
Mtemátic I - Gestão ESTG/IPB Resolução. (i).0 : r 0.000.0 00.0 00 0 0.0 00 0 00.000 00 000.008 90 0.000.000 00 000 008 90.00 00 00 00 9 Dividedo = Divisor x Quociete + Resto.0 = x.008 + 0.000. Num divisão
As funções exponencial e logarítmica
As fuções epoecil e logrítmic. Potêcis em Sej um úmero rel positivo, isto é, * +. Pr todo, potêci, de bse e epoete é defiid como o produto de ftores iguis o úmero rel :...... vezes Pr, estbelece-se 0,
TÓPICOS. Equação linear. Sistema de equações lineares. Equação matricial. Soluções do sistema. Método de Gauss-Jordan. Sistemas homogéneos.
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Matemática para Economistas LES 201. Aulas 5 e 6 Matrizes Chiang Capítulos 4 e 5. Luiz Fernando Satolo
Mtemátic pr Economists LES Auls 5 e Mtrizes Ching Cpítulos e 5 Luiz Fernndo Stolo Mtrizes Usos em economi ) Resolução sistems lineres ) Econometri ) Mtriz Insumo Produto Álgebr Mtricil Conceitos Básicos
AULAS 7 A 9 MÉDIAS LOGARITMO. Para n números reais positivos dados a 1, a 2,..., a n, temos as seguintes definições:
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NOTS E U Geoetri lític e Álger ier Cpítulo - Prte Professor: ui Ferdo Nues Geoetri lític e Álger ier ii Ídice Sistes de Equções ieres efiições Geris Iterpretção Geoétric de Sistes de Equções Iterpretção
FUNÇÕES EXPONENCIAIS E LOGARÍTMICAS - ITA. Equações Exponenciais
FUNÇÕES EXPONENCIAIS E LOGARÍTMICAS - ITA Equções Epoeciis... Fução Epoecil..4 Logritmos: Proprieddes 6 Fução Logrítmic. Equções Logrítmics...5 Iequções Epoeciis e Logrítmics.8 Equções Epoeciis 0. (ITA/74)
Capítulo 4. Matrizes e Sistemas de Equações Lineares
------------- Resumos ds uls teórics ------------------Cp 4------------------------------ Cpítulo 4. Mtrizes e Sistems de Equções Lineres Conceitos Geris sobre Mtrizes Definição Sejm m e n dois inteiros,
POTENCIAÇÃO. pcdamatematica. a 1. 5 f) ( 5) 5 h) ( 3) a. b (5,2).(10,3) (9,9) 26 a. a a. Definição. Ex: a) Seja a, n e n 2. Definimos: n vezes
Sej, e. Defiimos: E0: Clcule: d) e) Defiição.... vezes 0 f) ( ) g) h) 0 6 ( ) i) ( ) j) E0: Dos úmeros bio, o que está mis próimo de (,).(0,) é: (9,9) 0,6 6, 6, d) 6 e) 60 E0: O vlor de 0, (0,6) é: 0,06
Exercícios. setor Aula 25
setor 08 080409 080409-SP Aul 5 PROGRESSÃO ARITMÉTICA. Determinr o número de múltiplos de 7 que estão compreendidos entre 00 e 000. r 7 00 7 PA 05 30 4 n 994 00 98 98 + 7 05 n + (n ) r 994 05 + (n ) 7
1. Matrizes; 2. Determinantes; 3. Sistemas Lineares; 4.Espaços vetoriais; 5. Subespaços Vetoriais; 6. Subespaços Geradores; 7.
UTOR: Luiz Herique M d Silv Grdudo em Mtemátic e hbilitdo em Físic pelo UNIFEB Especilist em Educção Mtemátic pel Fculdde São Luís Mestre em Mtemátic pel Uesp (SJRP) IBILCE PROFMT (SBM) /CPES Mtrizes;
MATRIZES, DETERMINANTES E SISTEMAS LINEARES PROF. JORGE WILSON
MATRIZES, DETERMINANTES E SISTEMAS LINEARES PROF. JORGE WILSON [email protected] MATRIZES Definição e Notção... 11 21 m1 12... 22 m2............ 1n.. 2n. mn Chmmos de Mtriz todo conjunto de vlores, dispostos
FUNÇÃO EXPONENCIAL. P potência. Se na potência a n a e n Q, temos: 1- Um número, não-nulo elevado a 0 (zero) é igual a 1 (um).
FUNÇÃO EXPONENCIAL - Iicilmete, pr estudr fução epoecil e, coseqüetemete, s equções epoeciis, devemos rever os coceitos sore Potecição. - POTENCIAÇÃO Oserve o produto io.... = 6 Este produto pode ser revido
CONJUNTOS NUMÉRICOS NOTAÇÕES BÁSICAS. : Variáveis e parâmetros. : Conjuntos. : Pertence. : Não pertence. : Está contido. : Não está contido.
CONJUNTOS NUMÉRICOS NOTAÇÕES BÁSICAS,,... A, B,... ~ > < : Vriáveis e prâmetros : Conjuntos : Pertence : Não pertence : Está contido : Não está contido : Contém : Não contém : Existe : Não existe : Existe
MATEMÁTICA BÁSICA. a c ad bc. b d bd EXERCÍCIOS DE AULA. 01) Calcule o valor de x em: FRAÇÕES
MATEMÁTICA BÁSICA FRAÇÕES EXERCÍCIOS DE AULA ) Clcule o vlor de x em: A som e sutrção de frções são efetuds prtir d oteção do míimo múltiplo comum dos deomidores. É difícil respoder de imedito o resultdo
Unidade 2 Progressão Geométrica
Uidde Progressão Geométric Seuêci e defiição de PG Fórmul do termo gerl Fução expoecil e PG Juros compostos e PG Iterpolção geométric Som dos termos de um PG Seuêci e defiição de PG Imgie ue você tem dus
Universidade Federal de Pelotas Vetores e Álgebra Linear Prof a : Msc. Merhy Heli Rodrigues Determinantes
Universidde Federl de Pelots Vetores e Álgebr Liner Prof : Msc. Merhy Heli Rodrigues Determinntes Determinntes Definição: Determinnte é um número ssocido um mtriz qudrd.. Determinnte de primeir ordem Dd
1 ÁLGEBRA MATRICIAL 1.1 TIPOS ESPECIAIS DE MATRIZES. Teorema. Sejam A uma matriz k x m e B uma matriz m x n. Então (AB) T = B T A T
ÁLGEBRA MATRICIAL Teorem Sejm A um mtriz k x m e B um mtriz m x n Então (AB) T = B T A T Demonstrção Pr isso precismos d definição de mtriz trnspost Definição Mtriz trnspost (AB) T = (AB) ji i j = A jh
CAPÍTULO VIII APROXIMAÇÃO POLINOMIAL DE FUNÇÕES
CAPÍTULO VIII APROXIMAÇÃO POLINOMIAL DE FUNÇÕES 1. Poliómios de Tylor Sej (x) um ução rel de vriável rel com domíio o cojuto A R e cosidere- -se um poto iterior do domíio. Supoh-se que ução dmite derivds
MATRIZES ... Exemplos: 1) A representação de um tabuleiro de xadrez pode ser feita por meio de uma matriz 8 8.
MTRIZES Defiição Couo de úmeros reis ou complexos disposos em form de bel, iso é, disribuídos em m lihs e colus, sedo m e úmeros uris ão ulos m m m Noção: com i,,, m e,,, - elemeo geérico d mriz i - ídice
PROPRIEDADE E EXERCICIOS RESOLVIDOS.
PROPRIEDADE E EXERCICIOS RESOLVIDOS. Proprieddes:. Epoete Igul u(. Cosiderdo d coo se osse qulquer uero ou o d u letr que pode tor qulquer vlor. d d d e: d 9 9 9. Epoete Mior que U(. De u or gerl te-se:...
TÓPICOS. Números complexos. Plano complexo. Forma polar. Fórmulas de Euler e de Moivre. Raízes de números complexos.
Not m: litur dsts potmtos ão disps d modo lgum litur tt d iliogrfi pricipl d cdir Chm-s tção pr importâci do trlho pssol rlir plo luo rsolvdo os prolms prstdos iliogrfi, sm cosult prévi ds soluçõs proposts,
COLÉGIO SANTO IVO. Educação Infantil - Ensino Fundamental - Ensino Médio
COLÉGIO SANTO IVO Educção Iftil - Esio Fudmetl - Esio Médio Roteiro de Estudo pr Avlição do º Trimestre - 0 Discipli: Mtemátic e Geometri Série: º Ao EFII Profª Cristi Nvl O luo deverá : - Estudr o resumo
Transformada z. A transformada z é a TFTD da sequência r -n x[n] e a ROC é determinada pelo intervalo de valores de r para os quais.
Trsformd A TFTD de um sequêci é: Pr covergir série deve ser solutmete somável. Ifelimete muitos siis ão podem ser trtdos: A trsformd é um geerlição d TFTD que permite o trtmeto desses siis: Ζ Defiição:
Universidade Federal do Rio Grande FURG. Instituto de Matemática, Estatística e Física IMEF Edital 15 - CAPES MATRIZES
Universidde Federl do Rio Grnde FURG Instituto de Mtemátic, Esttístic e Físic IMEF Editl - CAPES MATRIZES Prof. Antônio Murício Medeiros Alves Profª Denise Mri Vrell Mrtinez Mtemátic Básic pr Ciêncis Sociis
Universidade Salvador UNIFACS Cursos de Engenharia Métodos Matemáticos Aplicados / Cálculo Avançado / Cálculo IV Profa: Ilka Rebouças Freire
Uiversidde Slvdor UNIFACS Cursos de Egehri Métodos Mtemáticos Aplicdos / Cálculo Avçdo / Cálculo IV Prof: Ilk Rebouçs Freire Série de Fourier Texto : Itrodução. Algus Pré-requisitos No curso de Cálculo
Geometria Analítica Prof Luis Carlos
ul 1: Vetores trtmento geométrico eometri nlític rof uis rlos 1. Segmentos orientdos: Um segmento orientdo é determindo por um pr ordendo de pontos (, ). é dito origem e extremidde do segmento. (, ): segmento
